A IMPORTÂNCIA DA BARRAGEM ECLUSA DO CANAL SÃO GONÇALO PARA A
REDE PORTUÁRIA TRANSFRONTEIRIÇA VIA HIDROVIA BRASIL URUGUAI
Este artigo tem como objetivo abordar a importância estratégica da Barragem
Eclusa do Canal São Gonçalo para a efetiva implementação da Hidrovia Brasil Uruguai
e para a logística do transporte portuário em uma área transfronteiriça.
O projeto da Hidrovia Brasil Uruguai tem como objetivo a viabilização do
transporte das demandas da região sul do Rio Grande do Sul e da região de fronteira
com a República do Uruguai para a região central do Rio Grande do sul.
A rota da Hidrovia Brasil Uruguai que define o caráter transfronteiriço da
hidrovia está na Lagoa Mirim, a qual está ligada a Lagoa dos Patos por meio do Canal
São Gonçalo, no qual localiza-se a Barragem Eclusa do Canal São Gonçalo. Esta
infraestrutura é composta por uma barragem de contenção e um canal de eclusagem
que permite a navegação de embarcações hidroviárias.
A Barragem Eclusa do Canal São Gonçalo viabiliza a navegação
transfronteiriça ligando os diferentes portos da região e, ao mesmo tempo, garante a
qualidade da água da Lagoa Mirim para a produção agrícola da região, que se destaca
na orizicultura. Desta forma, conclui-se que para a efetiva implementação da Hidrovia
Brasil Uruguai é fundamental que a Infraestrutura da Barragem-Eclusa possibilite uma
operação dentro de uma disponibilidade e confiabilidade adequada de acordo com
demanda de tráfego de embarcações previstas.
1
INTRODUÇÃO
O transporte hidroviário é reconhecido como uma atividade historicamente
relacionada com o desenvolvimento regional, mas que, apesar de seu potencial,
apresenta-se tímida em relação aos outros modais de transporte. A implantação de um
sistema de transporte hidroviário eficiente depende do fortalecimento das políticas
setoriais, além de investimentos para promover melhoria nas condições de
navegabilidade, eficiência portuária e nas frotas (LACERDA, 2004).
A hidrovia que hoje recebe o nome de Hidrovia Brasil Uruguai foi, no
passado, um importante canal de comunicação e transporte de pessoas e mercadorias.
É possível, inclusive, afirmar que foi a principal responsável pela colonização e
desenvolvimento do Estado do Rio Grande do Sul e parte do Uruguai, em suas fases
iniciais. Até a primeira metade do Século XX, a hidrovia ainda era um importante modal
para transporte de cargas no Estado do Rio Grande do Sul. A partir da década de 1950,
a navegação passa por sérias dificuldades, cuja causa pode ser resumida na
concorrência com o crescente modal rodoviário, a consequente diminuição do preço do
frete e a falta de margem para reinvestimento (PRIGIONI, 2015).
A Hidrovia Brasil Uruguai está incluída no Programa de Aceleração do
Crescimento (PAC) do Governo Federal. A obra possibilitará o transporte de cargas
entre Brasil e Uruguai, por meio do corredor Lagoa Mirim - Canal de São Gonçalo Lagoa dos Patos. A construção da hidrovia é uma antiga demanda regional para a
consolidação de uma importante alternativa logística ao desenvolvimento do Estado,
além de consolidar um corredor multimodal de transporte de cargas de Montevideo a
São Paulo, com um total 2.200 Km. Assim, a Hidrovia Brasil Uruguai tem dois aspectos
relevantes: (i) a capacidade de ligar regiões de importância na produção industrial e
agrícola entre si e a um porto marítimo e (ii) promover a ligação entre os dois países,
transformando-se em um canal de integração.
O Estudo de Viabilidade Técnica Econômica e Ambiental (EVTEA) foi
concluído e identificou diversas potencialidades. Além da Lagoa Mirim, Canal São
Gonçalo e a Lagoa dos Patos, a hidrovia conta com o rio Jacuí e seu afluente rio
Taquari e uma série de rios de menor porte. Além dos portos públicos, vários terminais
privativos operam na Hidrovia do Jacuí Taquari, principalmente na movimentação de
cereais com destino ao porto de Rio Grande (AHSUL, 2014).
Atualmente a navegação é efetiva na Lagoa dos patos e comporta
embarcações de até 5,1 metros de calado, numa extensão de 250 km, entre Rio
Grande e Porto Alegre. Esta navegação acontece no segmento norte da hidrovia, sendo
o segmento sul, a partir dos portos de Rio Grande/Pelotas e segue em direção ao sul
através do Canal São Gonçalo e Lagoa Mirim até o porto de Santa Vitória do Palmar,
conectando também com porto da república Uruguaia, tais como, Porto de Cebollati,
Tacuari e Jaguarão. A Lagoa Mirim é a segunda massa hídrica com características
lacustres do Brasil e com a especificidade de ser uma lagoa transfronteiriça, onde
prevalece o regime de águas compartilhadas entre o Brasil e o Uruguai. Além dos
2
portos citados o EVTEA considerou a inserção de diferentes terminais de uso privado e
públicos privados, para auxiliar na logística da hidrovia.
No trajeto da Hidrovia Brasil Uruguai existe cinco estruturas de BarragemEclusas, onde três encontram-se no rio Jacuí e uma no rio Taquari, as quais foram
construídas com barramentos de regularização, cuja função é evitar grandes variações
do nível, controle de inundações e melhoria das condições de navegabilidade. A quinta
é a Barragem Eclusa do Canal São Gonçalo, construída para evitar a salinização do
Canal São Gonçalo e da Lagoa Mirim.
A BARRAGEM ECLUSA DO CANAL SÃO GONÇALO
A hidrovia Brasil Uruguai em toda a sua extensão apresenta diferentes tipos
de estruturas que tem suas funções específicas e que viabilizam a navegabilidade no
trecho, entre essas estruturas se destacam as Barragens Eclusas. Somente no Rio
Jacuí existem três barragens eclusas, a Barragem de Amarópolis, Barragem do Anel de
Dom Marco e a Barragem do Fandango, no rio Taquari está implantada a Barragem de
Bom Retiro e no Canal que liga as Lagoas Mirim e dos Patos encontra-se a Barragem
Eclusa do Canal São Gonçalo.
Todas essas barragens supracitadas apresentam canal de eclusagem com
uma dimensão de 120 m de comprimento e 17 m de largura, exceto a Barragem do
Fandango que mede 85 m de comprimento e 15 m de largura, é a menor eclusa de toda
a hidrovia, por ter sido construída em época anterior as demais.
A Barragem Eclusa do Canal São Gonçalo é administrada pela Universidade
Federal de Pelotas (UFPEL) por meio da Agência de Desenvolvimento da Bacia da
Lagoa Mirim (ALM), e está localizada na extremidade nordeste do Canal São Gonçalo,
distante 3 Km da Cidade de Pelotas. Esta estrutura Eclusa foi construída com a
finalidade de evitar a entrada de água salgada na Lagoa Mirim, assegurando assim a
qualidade das águas e um melhor aproveitamento dos recursos naturais.
Em operação desde março de 1977, a Barragem consta de estrutura
transversal ao Canal São Gonçalo, com 245 m de comprimento, construída em paredes
diafragma e superestrutura de concreto armado. Possui 18 comportas basculantes, com
12 m de largura e 3,20 m de altura, a Figura 1 mostra uma foto aérea da barragem
Eclusa do Canal São Gonçalo. Na margem esquerda do Canal, foi construído um canal
de eclusagem, com 120m de comprimento, 17m de largura e 5m de profundidade. Nas
duas cabeceiras estão localizados os portões basculantes com 17m de largura e 8m de
altura, bem como as comportas de by-pass que equalizam os níveis dentro do canal de
eclusagem permitindo a passagem das embarcações, sem comprometer a qualidade de
das águas da Lagoa Mirim (ALM, 2012).
3
O CORREDOR NAVEGÁVEL DA BACIA DA LAGOA MIRIM
As Lagoas Mirim e dos Patos são interligadas por meio do Canal São
Gonçalo, pelo mesmo escoam as águas drenadas pela Bacia Hidrográfica da Lagoa
Mirim, a qual tem uma área total de 61.500 Km², sendo 29.500 Km² localizados em
território brasileiro e 32.000 Km² no território Uruguaio.
Figura 1 - Foto aérea da Barragem Eclusa do Canal São Gonçalo
Como consequência de suas características, ligando duas massas liquidas
de grande volume, o canal comporta-se como um grande vaso comunicante, entre as
duas lagoas. Este canal apresenta um regime de escoamento extremamente complexo,
invertendo periodicamente o sentido de sua corrente, dependendo dos níveis das
lagoas, das condições dos ventos nordeste (NE) e Sudoeste (SO) característicos da
região e do regime pluviométrico de alta irregularidade com períodos de inundações e
de estiagens prolongadas.
O baixo nível da Lagoa Mirim, que ocorre nos períodos de estiagem,
somando-se aos efeitos da baixa contribuição dos seus afluentes, bem como a elevada
taxa de evaporação da lagoa Mirim, que é da ordem de 3mm/dia, aliados ao regime de
ventos, provoca periodicamente a inversão da corrente do Canal São Gonçalo, que
passa a escoar no sentido Lagoa dos Patos para Lagoa Mirim.
4
INTRUSÃO DE ÁGUA SALGADA
Em anos de baixa pluviosidade, quando a parte meridional da lagoa dos
Patos já recebeu água salgada pela Barra do Porto de Rio Grande, o referido fenômeno
de inversão de corrente do Canal São Gonçalo e reposição de água na Lagoa Mirim,
por efeitos acima descritos, implica na intrusão de água salgada na mesma, através do
Canal São Gonçalo. Vale ressaltar que no passado, década de 60 e 70, a intrusão de
água salgada na Lagoa Mirim ocorria a cada três anos, tendo o seu maior ou menor
volume condicionado à intensidade e duração dos ventos, além do nível de água da
Lagoa Mirim.
A Figura 2 mostra um gráfico da probabilidade mensal de salinização das
águas da Lagoa Mirim. Nesta figura é possível identificar que os meses críticos de
salinização estão entre fevereiro e junho, neste período a operação da Barragem
Eclusa do Canal são Gonçalo é fundamental para garantir a qualidade da água doce na
Lagoa Mirim.
Figura 2 - Gráfico de Probabilidade de intrusão salina na Lagoa Mirim
O estudo de probabilidade de salinização da lagoa Mirim apresentado no
gráfico da Figura 2 fez parte do Estudo Preliminar de Viabilidade, para a construção da
Barragem em 1970, neste também foram apresentados dados de situações extremas,
como no verão de 1946, em que foi registrada a salinidade de 12 g/l de Cloreto de
Sódio nas águas do Porto de Santa Vitória (MINISTÉRIO DE INTERIOR, 1970). Os
dados registrados na época sugerem que 2/3 da área da Lagoa Mirim apresentavam
5
concentração significativa de sal. Monitoramentos realizados na década de 1970
registraram salinidades de 29 g/l no extremo Sul do Canal São Gonçalo (MINISTÉRIO
DE INTERIOR, 1970).
A Figura 3 apresenta um gráfico com os dados atuais de monitoramento da
salinidade do Canal São Gonçalo na localidade da Barragem. Os dados mostrados no
gráfico são os picos de salinidade apresentados em cada ano entre os anos de 2005 e
2015. Pode-se verificar que os meses de maior salinidade estão de acordo com o
gráfico da Figura 2, onde as probabilidades de salinização desses meses estão acima
de 25%. Percebe-se também que nos anos de 2010 e 2014 o fenômeno de salinização
não atingiu o Canal São Gonçalo. As medidas de salinização apresentadas no gráfico
foram realizadas nas camadas inferiores do Canal São Gonçalo á jusante da barragem.
Figura 3 - Gráfico de monitoramento da salinidade á jusante da BECSG - Barragem Eclusa do
Canal São Gonçalo
A INFLUÊNCIA DA BARRAGEM ECLUSA
REGIONAL DA BACIA DA LAGOA MIRIM
PARA
O
DESENVOLVIMENTO
A importância da Lagoa Mirim e do Canal São Gonçalo como reserva de
água doce, deve ser considerada não só em face do uso atual, bem como para o futuro
desenvolvimento sustentável da região. Atualmente, o Canal São Gonçalo e a Lagoa
Mirim possibilitam a irrigação de uma área total de 170.000 ha de lavoura de arroz
irrigado (IRGA, 2014). Outro uso importante é o atual abastecimento urbano do
município de Rio Grande e o futuro abastecimento dos municípios de Pelotas, Capão
do Leão e Santa Vitoria do Palmar, viabilizando assim o fornecimento de água potável
para um total de 581.300 habitantes da região.
6
A implementação da Hidrovia Brasil Uruguai que tem como objetivo viabilizar
a navegação transfronteiriça e efetivar uma rede multimodal binacional. Essa logística
de transporte visa atender o escoamento das demandas produtivas da região sul do Rio
Grande do Sul e da República Federativa do Uruguai. Os investimentos previstos para
este projeto da Hidrovia Brasil Uruguai giram em torno de R$ 700 milhões (AHSUL,
2014). A Primeira ação do processo de implementação da hidrovia é a realização da
dragagem da Lagoa Mirim, que será iniciada pela dragagem do Canal do Sangradouro,
que é a junção da Lagoa Mirim com o Canal São Gonçalo. Esse é o trecho mais crítico
em termos de navegabilidade, principalmente em época de estiagem, a Figura 4 mostra
o mapa de localização do corredor, Lagoa Mirim, Canal Sangradouro, Barragem Eclusa,
Porto de Pelotas e Lagoa dos Patos.
Figura 4 - Mapa do corredor entre a Lagoa Mirim e Lagoa dos Patos
Considerando a questão hidrológica, de salinidade e de navegabilidade do
corredor Lagoa Mirim, Canal São Gonçalo e Lagoa dos Patos, além das demandas
regionais de escoamento da produção agrícola da região, percebe-se que a Barragem
Eclusa do Canal São Gonçalo é uma das infraestruturas mais estratégicas para
viabilizar o desenvolvimento da região transfronteiriça Brasil Uruguai.
A Figura 5 mostra que interligação dos portos e terminais que podem
viabilizar o escoamento da produção da região do sul do Rio Grande do Sul e da
Republica Uruguaia para o Porto de Rio Grande ou para a região metropolitana de
Porto Alegre depende da viabilidade operacional da Barragem Eclusa do Canal São
Gonçalo, ou seja, que a operação da barragem contemple o tráfego dimensionado de
acordo com a demanda, além de garantir a qualidade da água doce da Lagoa Mirim,
deixando-a propícia para a irrigação das lavouras de arroz e para o abastecimento
urbano.
7
O
Figura 5 - Rede de portos transfronteiriços da Hidrovia Brasil Uruguai
A operação da barragem eclusa está baseada em variáveis de acordo com
as questões supracitadas, tais como níveis das lagoas, salinidade, condições de ventos
e tráfego de embarcações. Para o controle da salinização a barragem conta com um
sistema de barramento composto de dezoito comportas que são fechadas de acordo
com a diferença de nível entre as lagoas e o teor de salinidade presente á jusante 1 da
barragem, conforme pode ser observado na Figura 6.
Figura 6 - Sistema de barramento da Barragem Eclusa do Canal são Gonçalo composta por 18
comportas
A montante da barragem é considerada o lado da Lagoa Mirim e jusante o lado da
lagoa dos patos
8
A Figura 7 mostra a quantidade de dias que as comportas foram mantidas
totalmente fechadas entre os anos de 2005 e 2015. Além da diferença de nível e a
salinidade, o fechamento total das comportas é dependente também das condições de
ventos à jusante da barragem. Observa-se na Figura 7 que nos anos de 2010 e 2014 as
comportas não foram fechadas na sua totalidade, essa decisão pode ser baseada na
informação apresentada na Figura 3, na qual se observa que não houve salinização da
água do Canal São Gonçalo nos referido anos.
Figura 7 - Gráfico do intervalo de comportas totalmente fechadas
Para permitir a navegação, o Canal de Eclusagem da Barragem Eclusa do
Canal São Gonçalo apresenta dois portões basculantes que durante a passagem da
embarcação isolam a parte jusante da montante da barragem, evitando assim a
intrusão salina á sua montante. A Figura 8 mostra a passagem de uma embarcação
pelo canal de eclusagem da barragem.
O sistema de eclusagem da Barragem-Eclusa do Canal São Gonçalo
necessita de um controle contínuo para evitar maiores avarias no sistema, causados
tanto por fatores hidrológicos, citados anteriormente, assim como possíveis riscos de
acidentes de embarcações.
9
Figura 8 - Embarcação no Canal de Eclusagem
Atualmente a operação de eclusagem é realizada diariamente, em quatro
horários pré-estabelecidos obedecendo a uma normatização específica da Marinha
Brasileira. Com a implementação da Hidrovia Brasil Uruguai, acredita-se as operações
de eclusagem devem ser intensificadas, necessitando de um acompanhamento de
modo ininterrupto. Desta forma as ações de operação deverão ser aprimoradas para
garantir uma melhor a confiabilidade e maior disponibilidade da Barragem-Eclusa do
Canal São Gonçalo.
CONCLUSÃO
As abordagens apresentadas neste trabalho procuraram destacar a
importância estratégica da Barragem Eclusa do Canal São Gonçalo para a efetivação
de um transporte transfronteiriço, utilizando a Lagoa Mirim e a Lagoa dos Patos como
canal de escoamento das demandas da região sul do Rio Grande do Sul e da
República do Uruguai para a região central do Rio Grande do sul e do Brasil. Além
disso, procura-se esclarecer a importância ambiental e de garantia da qualidade da
água, para a produção agrícola da região, evitando a entrada de água salgada na
Lagoa Mirim.
Durante o desenvolvimento do estudo percebe-se que transporte hidroviário
é fundamental para desenvolvimento da região da Bacia da Lagoa Mirim e que a
implementação de um sistema multimodal binacional poderá desenvolver uma grande
capacidade escoamento da produção industrial e agrícola, efetivando um canal de
integração entre Brasil e Uruguai.
10
No entanto, percebe-se que, para viabilizar desenvolvimento dessa região
transfronteiriça e manter a qualidade das águas da lagoa Mirim, considerando todas as
especificidades do regime hidrológico do Canal São Gonçalo, a Barragem Eclusa do
Canal São Gonçalo é a estruturas mais importante presente no corredor entre os portos
presentes na Lagoa Mirim e na Lagoa dos Patos.
Desta forma para conclui-se que para a efetiva implementação da Hidrovia
Brasil Uruguai é fundamental que a Barragem-Eclusa do Canal São Gonçalo apresente
um parâmetro de disponibilidade e confiabilidade de acordo com as demandas da
região.
REFERERENCIAS
LACERDA, S. M. “Evolução recente do transporte hidroviário” In: BNDES Setorial. Rio
de Janeiro, n. 20, p. 253-280, set. 2004.
PRIGIONI, C. Ma.. “Aportes para la Historia de la Navegacion em la Laguna Merin y sus
Tibutarios Mayores”, Apresentação de Slides, In: Reunião na Agência de
Desenvolvimento da Bacia da Lagoa Mirim - ALM. Pelotas - RS ago. 2015.
INSTITUTO RIO GRANDENSE DO ARROZ. Arroz irrigado: Recomendações técnicas
da pesquisa para o sul do Brasil. Reunião Técnica da Cultura do Arroz Irrigado. 2014.
AHSUL – Administradora das Hidrovias do Sul. Estudo de Viabilidade Técnica
Econômica e Ambiental – EVTEA da Hidrovia Brasil Uruguai, Folheto, Brasília, DF, nov.
2014, 44 p.
ALM – Agência de Desenvolvimento da Bacia da Lagoa Mirim. Manual de Operação da
Barragem Eclusa, Pelotas, RS, 2012, 68p.
MINISTÉRIO DO INTERIOR. Seção Brasileira da Comissão da Lagoa Mirim. Barragem
do São Gonçalo: Estudo preliminar de Viabilidade. Brasília, DF, nov. 1970.
SANTANA, W. A., Proposta de diretrizes para planejamento e gestão ambiental do
transporte hidroviário no Brasil. 2008. 277 f. Tese (Doutorado em Engenharia Naval e
Oceânica) – Departamento de Engenharia Naval e Oceânica, Escola Politécnica da
Universidade de São Paulo, São Paulo, 2008.
11
Download

A IMPORTÂNCIA DA BARRAGEM ECLUSA DO CANAL SÃO