Procedimentos Técnicos para Fabricação de Reservatórios Metálicos SUMÁRIO PARTE I - INTRODUÇÃO - 1- Objetivo 02 PARTE II - MATERIAIS - 1- Chapa de aço 2- Norma COS ARCOR 03 PARTE III- TRATAMENTO DOS MATERIAIS - 1- Preparação das superfícies 1.1-Jateamento abrasivo 1.2- Teste de rugosidade das chapas 1.3- Revestimento Primário 05 05 06 07 PARTE IV- PROCESSO DE MONTAGEM - 1- Corte das chapas 2- Calandragem das chapas 3- Montagem do reservatório 4- Soldagem 4.1- Tipo de soldagem 4.2- Especificação do material consumível 4.3- Norma de soldagem 4.4- Ensaios não destrutivos 08 08 09 09 09 10 11 12 PARTE V - REVESTIMENTOS - 1- Preparação do material 2- Aplicação de fundo anti-corrosivo 3- Aplicação de revestimento interno 4- Aplicação de revestimento externo 13 13 13 13 04 PARTE VI - PROJETOS 1- Análise de cálculos estruturais 2- Reservatório metálico 14 15 ANEXOS 16 01 PARTE I - INTRODUÇÃO 1- Objetivo Este manual de procedimentos técnicos tem como objetivo, estabelecer normas de projeto e execução de reservatório metálico de aço carbono soldado, para reserva de água potável de consumo humano. Serão apresentados todos os processos para a execução e montagem do reservatório, partindo dos materiais a serem utilizados, acompanhados de especificações técnicas e certificados de qualidade fornecidas pela empresa responsável pela fabricação do produto. O processo de execução e montagem do reservatório serão seguidos de acordo com as normas nacionais e internacionais (seu código constará em cada processo) para que possa ser feita a fiscalização ou para obter informações mais específicas da norma. Na inspeção de qualidade do reservatório serão feitos ensaios não-destrutivos, tais como: exame feito por líquido penetrante nos cruzamentos da solda, exame visual do padrão de jateamento e teste através de rugosímetro, medição de espessura seca de camada de tinta e chapas utilizadas. 02 PARTE II - MATERIAIS 1- Chapa de aço As chapas de aço utilizadas na construção do reservatório visam garantir a integridade estrutural, quando cheias e submetidas aos esforços e cargas consideradas nas normas de projeto. Estas chapas são laminadas a quente de aço carbono patinável, (COS AR COR 400) de alta resistência à corrosão atmosférica e estrutural. O aço patinável é um tipo particular de aço estrutural que pode dispensar a proteção à corrosão atmosférica (pintura, por exemplo) é o chamado Aço Patinável ou Aço Aclimável. Isso porque esse aço estrutural é de alta resistência à corrosão atmosférica. Trata-se de um aço de baixa liga que recebe em sua composição química pequenas quantidades de cobre, cromo, níquel e fósforo. Na medida em que o aço é exposto ao ambiente, vai se formando a pátina. A pátina é uma camada de óxido na superfície do material que tem características diferentes de uma oxidação comum. A formação da pátina ocorre a partir da exposição do material aos ciclos de molhagem (chuva, orvalho, etc.) e secagem (ao sol, vento, etc.). Pátina é uma camada de óxido compacta, aderente e pouco solúvel em água. Após se estabilizar, a pátina irá impedir que os elementos causadores da corrosão atmosférica - água e oxigênio - atinjam o material que está no interior, garantindo a resistência da peça em aço. A Pátina estabilizada irá apresentar uma coloração vermelha escura. Esta coloração irá apresentar pequenas variações de tons em função da agressividade do ambiente. Em condições normais, mas em diferentes ambientes, pode levar de 1 a 3 anos para ser completamente formada. Chapas utilizadas: Especificação COSIPA COSIPA AÇO COS AR COR 400 Norma Grau Espessura COS- ARCOR COS- ARCOR 400 400 Resistência Mecânica Resistência à Corrosão Atmosférica Limite de Escoamento mínino (Mpa) Limite de Resistência mínino (Mpa) Superior 250 380/520 Média 4,75mm 6,30mm Tolerancia / norma NBR- 11888 NBR- 11889 03 PARTE II - MATERIAIS 2- Norma COS ARCOR Norma: COS AR COR Grau: 400 Propriedades mecânicas Limite de Escoamento mínimo (TT) Mpa e <= 16,00mm 16,01 <= e <= 50,80mm Limite de Resistência Mpa Alongamento Mínimo (%) LO = 50mm e <= 16,00mm 16,00 < e <= 40,00mm 40,00 < e <= 50,80mm LO = 200mm e <= 16,00mm 16,00 < e <= 40,00mm 40,00 < e <= 50,80mm Dobramento (DT) a 180º - Calço (E) 250 250 380/520 22 24 26 18 20 22 2,0 Resistência ao Impacto (Entalhe V) Longitudinal - J/cm² mínimo TEMPERATURA ºC ZERO 6,00 <= e <= 5,80mm 35 Composição química C Mn P S Si Al Cu Cr Ceq máximo máximo máximo máximo máximo mínimo Nb+V+Ti máximo (C+Mn/6) máximo 0,16 1,20 0,030 0,020 0,50 0,020 0,20/0,50 0,40/0,70 0,15 0,45 Condições de Norma / Fornecimento Notas (E) Espessura do corpo de prova 04 PARTE III - TRATAMENTO DOS MATERIAIS 1- Preparação das superficíes A chapa de aço ao ser laminada na usina, reage com oxigênio, formando em sua superfície uma película de óxidos de ferro ( carepa de laminação). A carepa em sua composição química, se oxida com extrema facilidade ao ficar exposta ao ar. Dessa forma, para se evitar a oxidação do aço é preciso remover a carepa e revestir a superfície da chapa de aço com revestimento de finalidade anti-corrosiva. 1.1- Jateamento abrasivo A limpeza do aço e feita através de jato abrasivo, que consiste na remoção de óleos, graxas, carepas de laminação, restos de pintura e ferrugem, a remoção dos resíduos varia de acordo com os seguintes graus de limpeza, conforme norma ABNTNBR 7348. Grau de intemperismo de superfície de aço: Grau A: Superfície de aço completamente coberta de carepa de laminação intacta e com pouca ou nenhuma corrosão. Superfície interna: Padrão SA 3. (Jato Abrasivo ao Metal Branco). Superfície externa: Padrão SA 2.1/2. (Jato Abrasivo ao Metal Quase Branco). O material utilizado para o processo de jateamento abrasivo é feito com granalhas de aço. Cria-se durante a limpeza da superfície graus de rugosidade na chapa, que serão medidos após o término do jateamente com finalidade de certificar o padrão de limpeza conforme normas. Aplicação AMBIENTE Preparo Mínimo de Superfície ESTRUTURAS APARENTES INTERNAS ÚMIDO SECO INDUSTRIAL Sol, chuva, umidade, fuligem, poeiras de produtos químicos, SO2 , NO, CO2 e H 2S Remoção de Remoção de Remoção de 95% de 65% de 95% de Carepas e Carepas e Carepas e Ferrugens Ferrugens Ferrugens EXTERNAS URBANO Sol, chuva, umidade, fuligem e SO2 (intensidade de tráfego) Remoção de 95% de Carepas e Ferrugens RURAL Sol, chuva, umidade e poeiras do solo (baixos teores de poluentes) Remoção de 65% de Carepas e Ferrugens 05 PARTE III - TRATAMENTO DOS MATERIAIS 1.2- Teste de rugosidade das chapas Tipo da granalha; ANGULAR Granulometria : G-40 -SABLACIER Grau de Acabamento; S A 2 1/2 - S A 3 Pressão no Bico de Jateamento (ar/granalha ) 5 kg . Rugosidade na chapa após o jateamento com parâmetros definidos no rugosímetro em LT-15,0 mm e LC-2,50mm para todas as medições. 1- RA -9,82ym-------RZ-69,6ym----RMAX---76,3ym---PC--81/C. 2- RA -9,66ym-----RZ-64,3ym----RMAX---86,2ym---PC-71/C 3- RA -9,08ym-----RZ-75,2ym----RMAX----88,4ym----PC-76/C Espefificações dentro da norma: ISO -8501-1: 1988 -( SIS 05 59 00-1967 ) - Pictorial surface preparation standarts for painting steel surfaces. Teste feito por rugosímetro 06 PARTE III - TRATAMENTO DOS MATERIAIS 1.3- Revestimento primário As chapas de aço após serem jateadas, aplica-se 01(uma) demão de revestimento a base de primer epóxy, totalizando em média 20 a 30 micrômetros de espessura seca, na cor vermelho óxido. Somente 50mm das arestas horizontais e verticais da superfície da chapa não receberão revestimento, pois a soldagem das chapas deverá ser livre de qualquer outro elemento. Após a soldagem e limpeza da solda, estas arestas estarão preparadas para receber o revestimento, a segunda demão será aplicada após o término da montagem do reservatório. 07 PARTE IV - PROCESSO DE MONTAGEM 1- Corte das chapas As medidas das chapas utilizadas na construção do reservatório metálico, geralmente são de 1200mm (largura) x 3000mm (comprimento), estas dimensões variam conforme a altura e o desenvolvimento do cilindro. São utilizadas estas medidas, devido ao aproveitamento de material. Porém ao receber o material do fornecedor, as chapas de aço podem encontrar-se em dimensões diferentes, sendo assim é preciso cortar arestas que sejam superiores às medidas desejada, e esquadrar o material. Para as chapas de aço com espessuras pouco superiores a 6,30 mm, é realizado o processo de corte mecânico através de guilhotina, em casos especiais pode ser realizado em chapas com até 12,50 mm. Porém o processo para chapas com espessuras superiores a 6,30mm, normalmente é utilizado o processo térmico através de plasma. 2- Calandragem Conformação a frio: As chapas de aço com espessura até 12,50mm podem ser conformadas a frio em equipamentos convencionais, tanto para operações de dobramento como calandragem. Para chapas com espessuras acima de 12,50mm, a conformação a frio não é recomendada. No entanto, a conformação é possível em condições especiais e utilizando-se grandes raios de dobramento. Conformação a quente: Para chapas com espessura acima de 12,50mm a conformação, quando necessária, deverá ser feita à quente controlando-se a temperatura de aquecimento, para que não ultrapasse a 900°C. Observação: Para os reservatórios metálicos construídos “in loco” as chapas de aço são calandradas uma a uma, em quantidade necessária para atingir o desenvolvimento do anel. Já os reservatórios construídos na fábrica, as chapas de aço são unidas com pontos de solda, transformando as chapas em uma só superfície com o desenvolvimento total, e consecutivamente calandrada uma só peça para a formação do anel. 08 PARTE IV - PROCESSO DE MONTAGEM 3- Montagem do reservatório Para montagem e elevação do reservatório, são montados anéis com as chapas de aço calandradas e chanfradas, que serão unidas em processos preliminares através de ponteamentos de solda. Este processo de ponteamento é feito, pois uma vez soldado completamente o anel ou qualquer outra parte do reservatório, o aço se dilata pelo calor da solda, sendo assim, ficaria impossível a montagem com bom acabamento. Obs: As soldagens do reservatório (interna e externa) são feitas após o término da montagem, logo em seguida estas soldagens recebem um novo tratamento através de jateamento abrasivo. 4- Soldagem “Soldagem é o processo de união de materiais usado para obter a coalescência (união) localizada de metais e não metais, produzida por aquecimento até uma temperatura adequada, com ou sem a utilização de pressão e/ou material de adição" (American Welding Society - AWS). 4.1- Tipo de soldagem A soldagem do reservatório metálico será feita através de manual, neste processo de soldagem, são utilizados eletrodos revestidos OK (ESAB). Vantagens e desvantagens São várias as vantagens do processo de soldagem por eletrodos revestidos. É o processo de soldagem mais simples disponível. Tudo o que se necessita é de uma fonte de energia de corrente constante, dois cabos elétricos e o eletrodo. É o processo de soldagem mais flexível no sentido que pode ser empregado em qualquer posição de soldagem para quase todas as espessuras dos aços carbono. As desvantagens são que os eletrodos revestidos apresentam taxas de deposição mais baixas que os outros processos, tornando-o menos eficiente. Além disso, o uso de eletrodos revestidos para aços carbono requer mais treinamento dos soldadores novos que os processos de soldagem semi-automáticos e automáticos. 09 PARTE IV - PROCESSO DE MONTAGEM 4.2- Especificação do material consumível Com muito poucas exceções, os eletrodos de baixa liga são feitos adicionando-se ao revestimento os elementos de liga apropriados, e não empregando uma alma de aço ligado que seja compatível com o metal de base de baixa liga. Eletrodos revestidos para aços de baixa liga são classificados em conformidade com a especificação AWS A5.5 da American Welding Society. Esta especificação contém os requisitos de propriedades mecânicas e as condições de alívio de tensões, os requisitos de composição química, e também os requisitos de integridade do metal de solda. Os eletrodos são classificados sob essa especificação em conformidade com as propriedades mecânicas e a composição química do metal de solda, com o tipo de revestimento, e com a posição de soldagem. A classificação do eletrodo é determinada pelo fabricante de acordo com os resultados de seus próprios testes. O fabricante, portanto, garante que seu eletrodo atende aos requisitos da especificação AWS. As designações alfanuméricas empregadas para as classificações de eletrodos revestidos de baixa liga possuem o mesmo significado dos eletrodos para aços carbono, exceto que o(s) componente(s) principal(is) da liga é(são) indicado(s) por um sufixo alfanumérico. ELETRODOS REVESTIDOS OK 42 Por exemplo, a classificação E7018-A1 indica: um eletrodo (letra E); um limite de resistência mínimo de 70 ksi (70); observe que 70 ksi = 485 MPa; Soldabilidade em todas as posições (1); baixo hidrogênio com adição de pó de ferro (8); e contém normalmente 0,5% de molibdênio (A1). ELETRODO METAL OK DEPOSITADO 73.03 básico E 7018W1 C Si Mn Cr Ni 0,06 0,45 0,60 0,25 0,30 APLICAÇÕES Soldagem de aços patináveis resistentes à corrosão atmosférica do tipo Ntu-SAC 41 e 50, Ntu-SAC 300 e 350, Cor- PROPRIEDADES POSIÇÃO TENSÃO/ MECÂNICAS SOLDAGEM TIPO CORR. T540-570 MPa A 26-30% Ch V (-18° C) 23 - 36 V CC+ DIÂM (mm) 2,5 3,25 4 5 COMPR FAIXA DE (mm) CORRENTE (A) 350 350 450 450 90 - 110 95 - 140 140 190 190 - 10 PARTE IV - PROCESSO DE MONTAGEM 4.3- Norma de soldagem As chapas de aço utilizadas na fabricação dos reservatórios metálicos são de espessura média ou grossa (superior a 2,00mm). Para manter a continuidade da solda e obter boa penetração no material, as chapas são soldadas na parte interna e externa do reservatório. Na preparação do material para receber as soldagens é dado um espaço entre as chapas de 2,25mm, e quando as espessuras das chapas for acima de 5,60mm, além de manter este espaço, as chapas deverão ser chanfradas. Normas de referência: Da API: API STD 650. Da ASME: ASME Section IX Boiler and Pressure Vessel Code (para procedimentos de soldagem e qualificação de soldadores); ASME Section II Parte C Boiler and Pressure Vessel Code (para classificação de consumíveis de solda). Da AWS: AWS A5.5 Especificação de eletrodos revestidos, de aço baixa liga para soldagem por arco elétrico; Espaço dado entre as chapas para passe de raíz (2,25mm). chanfro: 45º espessura 1,15mm Soldagem dos anéis Soldagem do fundo no anel (apoio ou divisor) 11 PARTE IV - PROCESSO DE MONTAGEM 4.4- Ensaios não destrutivos (líquido penetrante) Objetivo O objetivo do Ensaios por Líquido Penetrante é assegurar a confiabilidade do produto, por meio de: a) Obtenção de uma imagem visual, que revela a descontinuidade na superfície da peça (mancha); b) Revelação da natureza da descontinuidade sem danificar a peça; c) Separação das peças aceitáveis das não aceitáveis segundo o critério estipulado. Aplicações Industriais e finalidade Devido às características básicas do Ensaio por Líquido Penetrante, eles podem ser aplicados em grande variedade de produtos metálicos e não metálicos, ferrosos e não ferrosos, sejam forjados, fundidos, cerâmicos de alta densidade e etc., desde que não sejam porosos, com resultados técnicos e economicamente satisfatórios na revelação de descontinuidades superficiais, por menores que sejam. Pode ser aplicado durante o processo de fabricação, ao final deste ou durante a manutenção, aqui para detectar as o surgimento das descontinuidades em serviço. Vantagens: - E capaz de ensaiar peças de tamanhos e formas variadas bem como pequenas áreas isoladas em uma superfície; - É capaz de detectar descontinuidades muito pequenas. É um dos ensaios mais sensíveis para detectar descontinuidades superficiais; - Pode ser aplicado em materiais ferrosos, não ferrosos, cerâmicas de alta densidade, vidros e etc., desde que não sejam porosos; - É relativamente barato e não requer equipamentos sofisticados. Para pequena quantidade de peças ou pequenas regiões, pode-se utilizar um sistema portátil; - O líquido penetrante fornece uma indicação ampliada da descontinuidade, tornando-a mais visível; - As descontinuidades detectadas são analisadas quanto a localização, orientação, dimensões, tornando fácil a interpretação e avaliação; - As instalações podem ser adaptadas ao tamanho e quantidade de peças; - Permite automação do sistema; - A sensibilidade do ensaio pode ser ajustada, selecionando os materiais e técnicas de ensaio. 12 PARTE V - REVESTIMENTOS 1- Preparação do material Após o término da montagem do reservatório e tratamento da solda (jateamento abrasivo), o material é preparado para ser revestido. O reservatório passa por um processo de limpeza, com finalidade de remover todos resquícios de sujeira e outros elementos depositados no material durante o processo de montagem. Essa limpeza é feita através de escovas com cerdas macias, utilizando água em abundância e sabão neutro. 2- Aplicação de fundo anti-corrosivo Aplicação de 01(uma) demão a base de shopprimer epóxy, com 40 micrômetros de espessura de filme seco na cor vermelho óxido conforme ABNTNORMA: NBR 7831. (Sistema de revestimentos protetores com finalidade anti-corrosiva). 3- Aplicação de revestimento interno Aplicação de 02(duas) demãos a base de epóxy poliamida (atóxico) de alta espessura com 140 micrômetros de espessura de filme seco, sendo uma demão na cor cinza e outra demão na cor azul piscina, conforme laudo de potabilidade emitido pelo Instituto Adolfo Lutz, totalizando uma espessura de revestimento com 320 micrômetros de filme seco. ABNT-NORMA: NBR 7831 (Sistema de revestimentos protetores com finalidade anti-corrosiva). Específico para o uso e reserva de água potável. 4- Aplicação de revestimento externo Aplicação de 02(duas) demãos em esmalte a base de resina (PU) poliuretano alifático, com 50 micrômetros de espessura de filme seco, totalizando 240 micrômetros de filme seco, na cor branca ou a ser especificada pelo contratante. Superfície externa inferior (fundo apoiado): Aplicação de 02(duas) demãos a base de epóxi-alcatrão de hulha-poliamida alta espessura, no total de 200 micrômetros de filme seco, conforme ABNT-NORMA: 7829. 13 PARTE VI - PROJETOS 1- Análise de calculos estruturais MATERIAL DE ESTUDO Reservatório metálico 600m³ Ø 11,50 x H 6,00 (espessuras de acordo c/ projeto) LIMITE DO AÇO: 3.5157101 e +008 STRESS PERSPECTIVA DISPLACEMENT CORTE VISUAL Pressão: atm Força (teto) 50.255 N Força (reservatório) 6.000.000 N 14 HIDROFER CAIXAS D’ÁGUA METÁLICAS - TCBL DO NASCIMENTO-EPP Rod. Santos Dumont SP75- km 57,2 - BAIRRO TOMBADOURO - INDAIATUBA-SP (19) 3875 1753 WWW.HIDROFER.COM.BR