UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
PRÓ-REITORIA DE ENSINO
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
PROJETO PEDAGÓGICO
CURSO DE
ENGENHARIA DE ALIMENTOS
Erechim, março de 2005.
ÍNDICE
APRESENTAÇÃO
03
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Denominação do Curso
Título
Carga horária
Tempo de Integralização
Turno de Oferta
Local de Funcionamento
Regime do Curso
Número de Atual Vagas
Condições de Ingresso
Forma de Organização da Estrutura Acadêmica
06
07
07
07
07
07
07
08
08
08
08
JUSTIFICATIVA DA NECESSIDADE SOCIAL DO CURSO
Contexto de Inserção do Curso na Região
Contexto de Inserção do Curso na Instituição
Contexto de Inserção do Curso na Legislação
10
11
12
13
FUNDAMENTOS NORTEADORES DO CURSO
Fundamentos Ético-Políticos
Fundamentos Epistemológicos
Fundamentos Didático-Pedagógicos
15
16
16
18
PRESSUPOSTOS METODOLÓGICOS
Pressupostos Metodológicos do Curso
Pressupostos Metodológicos para o Estágio Curricular
Pressupostos Metodológicos para o Trabalho de Conclusão
Pressupostos Metodológicos para as Atividades Complementares
Pressupostos Metodológicos para o Processo de Avaliação
21
22
27
28
30
33
CONCEPÇÃO DO CURSO
Objetivos do Curso
Perfil Profissional do Graduado em Engenharia de Alimentos
Competências e Habilidades
Campo de Atividade Profissional
Organização Curricular
34
35
36
37
39
41
EMENTÁRIO: DISCIPLINAS POR SEMESTRE
EMENTÁRIO: DISCIPLINAS OPTATIVAS
52
233
2
1 - APRESENTAÇÃO
3
O desafio que se apresenta o ensino de engenharia no Brasil é um
cenário mundial que demanda uso intensivo da ciência e tecnologia e
exige profissionais altamente qualificados, preparados para enfrentar o
mercado de trabalho altamente competitivo. Tal desafio, a nível
Institucional, passa pela reformulação de conceitos que vêm sendo
aplicados durante anos e que muitos julgam ainda hoje eficientes. O
próprio conceito de qualificação profissional vem se alterando, com a
presença cada vez maior de componentes associadas às capacidades de
coordenar informações, interagir com pessoas, interpretar de maneira
dinâmica a realidade. O novo engenheiro deve ser capaz de propor
soluções que sejam não apenas tecnicamente corretas, deve ter a
ambição de considerar os problemas em sua totalidade, em sua inserção
numa cadeia de causas e efeitos de múltiplas dimensões. Não se adequar
a esse cenário procurando formar profissionais com tal perfil significa atraso
no processo de desenvolvimento.
Com base nestes aspectos e cientes da responsabilidade cada vez
maior a que se propõem os Cursos de Graduação, reformulações e
atualizações dos Projetos Pedagógicos se fazem necessárias visando
acompanhar as tendências do mundo moderno, buscando a excelência
no que se acredita ser um processo de formação profissional adequado
em toda a plenitude buscada.
O Curso de Engenharia de Alimentos da URI tem procurado, através
de discussões sistemáticas, cujo fruto é esta nova proposta de Projeto
Pedagógico, responder aos diversos questionamentos dos acadêmicos, do
setor produtivo e da sociedade. O Projeto Pedagógico do Curso de
Graduação em Engenharia de Alimentos da URI busca a condução do
Curso com estrutura mais flexível, permitindo que o futuro profissional tenha
opções de áreas de conhecimento e atuação, base filosófica com
enfoque em competências, ênfase na interdisciplinaridade, preocupação
com a valorização do ser humano, integração social e política,
possibilidade de articulação direta com a pós-graduação e forte
vinculação entre teoria e prática. Dentro do conceito mais amplo de
4
Grade Curricular, a qual pode ser entendida como um conjunto de
experiências de aprendizado que o estudante incorpora durante o
processo
participativo
de
desenvolver
um
programa
de
estudos
coerentemente integrado, propõe-se que o Currículo vá alem das
atividades convencionais, tendo-se priorizado, inclusive, a redução da
carga horária em sala de aula, considerando de fundamental importância
a oportunização do “tempo livre”, permitindo ao aluno pensar e a
implementação de atividades extra-classe, indispensáveis à formação
desejada. Entender o significado de tais atividades e disponibilizá-las aos
discentes, mais do que simplesmente ministrar aulas, também faz parte do
novo conceito de professor/educador. Trata-se do conceito de processo
participativo, no qual o aprendizado só se consolida se o estudante
desempenhar um papel ativo de construir o seu próprio conhecimento e
experiência, com orientação e participação do professor.
O Projeto Pedagógico que aqui se apresenta, partindo dos
pressupostos citados anteriormente, nasceu da discussão contínua da
realidade, sempre levando em consideração a explicitação das causas
dos problemas e das situações nas quais tais problemas aparecem,
apresentando exeqüibilidade dentro do que se propõe o corpo docente
atuante no Curso. O projeto se constitui em fruto de todos os envolvidos no
processo, construído continuamente ao longo dos últimos anos, com base
na investigação da realidade dos ingressantes, acadêmicos e egressos do
Curso. De acordo com esta evolução natural e madura de todos os atores
do processo (professores e alunos), a nova Grade Curricular surgiu como
uma conseqüência natural deste processo, acreditando-se, desta forma,
na sua plena execução.
5
2 - DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
6
2.1 Denominação do Curso
Curso:
Engenharia
Habilitação:
Engenharia de Alimentos
Autorização:
Resolução no 018/CUN/93
Reconhecimento:
Parecer no 547/98/CNE
Portaria no 940/98
2.2 Título
Bacharel em Engenharia de Alimentos
2.3 Carga horária
CONTEÚDO
CARGA HORÁRIA TOTAL (H/A)
Ciclo básico
1305
Ciclo profissionalizante
2100
Disciplinas optativas
120
SUB-TOTAL
3525
Trabalho de Conclusão de Curso
60
Estágio Supervisionado
330
Atividades Complementares
300
TOTAL
4215
2.4 Tempo de Integralização
Mínimo: 04 anos
Médio: 05 anos
Máximo: 09 anos
2.5 Turno de Oferta
Diurno (Matutino)
2.6 Local de Funcionamento
Curso de Engenharia de Alimentos
Departamento de Ciências Agrárias
URI-Campus de Erechim
7
2.7 Regime do Curso
Ingresso anual
Funcionamento semestral com créditos de 15 horas/aula
2.8 Número Atual de Vagas
40 vagas (Vestibular de Verão)
2.9 Condições de Ingresso
Concurso Vestibular
2.10 Forma de Organização da Estrutura Acadêmica do Curso
O Curso de Engenharia de Alimentos foi organizado obedecendo à
Legislação vigente do CFE e, hoje, atende aos preceitos da Resolução
CNE/CES 11 de 11 de março de 2002 que fixou as Diretrizes Curriculares
Nacionais
dos
Cursos
de
Engenharia
e
os
conteúdos
básicos
e
profissionalizantes que compõem a mesma.
A administração do Curso está estruturada da seguinte forma:
a)
Departamento: unidade básica da estrutura da Universidade
para
efeito
de
organização
didático-científica
e
administrativa, que integra as atividades de Ensino, Pesquisa
e Extensão e áreas afins do conhecimento e respectivos
docentes e discentes, sendo administrado pelo Colegiado
de Departamento e pelo Chefe de Departamento (Artigo
44, Estatuto da URI).
b)
Colegiado de Departamento: órgão deliberativo em matéria
de
Ensino,
Pesquisa
conhecimento,
sendo
e
Extensão,
constituído:
em
sua
pelo
área
Chefe
de
de
Departamento, seu Presidente; por um representante das
áreas temáticas do Departamento e por representante
discente, no limite máximo da lei (Artigo 45, Estatuto da URI).
c)
Chefia de Departamento: o Departamento tem um chefe e
um suplente, eleitos na forma das normas eleitorais da URI,
8
entre os professores do Departamento, empossados pelo
Reitor para um mandato de 4 anos (Artigo 47, Estatuto da
URI).
d)
Colegiado de Curso: cada curso de graduação e pósgraduação da Universidade conta com uma Colegiado de
Curso, sendo composta pelos docentes que ministram a
disciplina de currículo pleno do respectivo curso e por
representante estudantil, no limite máximo da lei (Artigo 50,
Estatuto da URI).
e)
Coordenador de Curso: responsável pela supervisão das
atividades acadêmicas do curso, eleito na forma das
normas eleitorais da Universidade, empossado pelo Reitor
para um mandato de 04 anos.
9
3 – JUSTIFICATIVA DA NECESSIDADE
SOCIAL DO CURSO
10
3.1 Contexto de inserção do Curso na Região
A Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões é
uma Universidade Multicampi contando com 4 Campi e 2 Extensões,
distribuídos na Região Norte e Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul,
nos municípios de Erechim, Santo Ângelo, Frederico Westphalen, Santiago,
São Luiz Gonzaga e Cerro Largo, abrangendo uma população estimada
de 1.280.000 habitantes, perfazendo cerca de 14% da população do
Estado.
A Universidade, de caráter filantrópico e comunitário, centra-se na
possibilidade de responder às demandas regionais sem, no entanto,
restringir-se
apenas
à
Região,
mas
produzindo
e
transferindo
conhecimentos além Região, função inerente a toda Universidade.
A região Norte do Estado, na qual se insere a URI, conta com
inúmeras agroindústrias, razão pela qual há mais de dez anos a
Universidade é sensibilizada por esta demanda, momento em que o
Campus vislumbrou a oportunidade de oferecer o Curso de Engenharia de
Alimentos, visando formar profissionais adequados a esta área do
conhecimento, como forma de contribuir pra o desenvolvimento deste
complexo agroindustrial.
Na criação da Universidade efetuou-se uma pesquisa para dar-se
início à área tecnológica, visando identificar onde esta jovem Universidade
centraria seus esforços. Quando o resultado da pesquisa apontou a
agroindústria, constatou-se que, na ocasião, o Estado do Rio Grande do Sul
contava com apenas dois Cursos de Graduação em Engenharia de
Alimentos, um localizado em Rio Grande (FURG) e outro em São Leopoldo
(UNISINOS), distantes aproximadamente, 600 e 400km de Erechim,
respectivamente.
O Curso foi então estruturado e moldado para formar um Engenheiro
de Alimentos com características específicas, além da necessária e sólida
formação básica em engenharia. Este diferencial seria dado pela forte
11
inserção regional entre a Universidade e as empresas, dado, em primeiro
lugar, pela proximidade desta com as indústrias do setor e, em segundo
lugar, pela peculiaridade do Campus com suas parcerias consolidadas
com as pequenas, médias e grandes indústrias alimentícias. No momento
de se pensar o perfil deste engenheiro, delineia-se um profissional onde são
contemplados
os
aspectos
humanísticos
voltados
ao
espírito
empreendedor como forma de alavancar novas possibilidades de
ascensão social para a Região, Estado e País.
Formar um engenheiro com estas características exige constante
reflexão, não somente do Colegiado do Curso, mas também do
Departamento, da Universidade e, conseqüentemente, um trabalho
igualmente reflexivo com os acadêmicos e corpo docente proveniente de
todas as áreas do saber acadêmico.
3. 2 Contexto de inserção do Curso na Instituição
A competência e a ética são princípios norteadores da missão da
URI, aliados à busca contínua da valorização e solidariedade humana e o
respeito à natureza, permeada entre seus cursos, abrangendo igualmente
as diretrizes e estratégias do Curso de Engenharia de Alimentos, delineadas
no perfil do acadêmico por ela formado. A entrada da URI na área
tecnológica se dá a partir do curso em questão. Embora isto tenha
acontecido a apenas uma década, este tem alavancado condições e
estrutura para a alocação de outros cursos tal como o de Farmácia e
Química Industrial com ênfase ambiental, onde o Curso de Engenharia de
Alimentos exerce um perfeito elo de comunicação e ação, além de cursos
que o antecederam, como é o caso do de Ciências Biológicas. Esta
inserção se dá não apenas pela ligação departamental, mas pelo
desenvolvimento de programas e consecução de projetos de pesquisa em
conjunto.
12
O uso efetivo da infra-estrutura por vários cursos e programas torna a
URI competente, maximizando, desta forma, o aproveitamento dos
investimentos no que tange a recursos materiais e humanos, no
atendimento das demandas regionais, com vistas a promover a melhoria
da qualidade de vida de seu povo.
3.3 Contexto de inserção do Curso na Legislação
O Curso de Engenharia de Alimentos foi reconhecido pelo Governo
Federal em 21 de agosto de 1971, através do decreto Lei no 68.644. Seu
currículo mínimo foi regulamentado nas Resoluções no 48/76 e 52/76.
Posteriormente, uma comissão de especialistas em Ensino de Engenharia
da Secretaria de Ensino Superior do Ministério de Educação e Desportos,
consultando
o
Conselho
Federal
de
Educação,
convocou
os
Coordenadores dos Cursos de Engenharia de Alimentos existentes no Brasil
para fazer um estudo e propor nova estrutura para o Curso de Engenharia
de Alimentos. Decorreram destes estudos algumas adaptações e ajustes
para corrigir as deficiências detectadas.
Em conformidade com a formação e atribuições profissionais, o
Engenheiro de Alimentos, segundo a ABEA – Associação Brasileira de
Engenheiros de Alimentos – deve se filiar ao Conselho Regional de
Engenharia, Arquitetura e Agronomia. As atribuições profissionais do
Engenheiro de Alimentos são estabelecidas pelo Conselho Federal de
Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Artigo 19o da Resolução 218 de
19/061973), no 5.194 de 2412/1966 que regulamenta o exercício das
profissões do Engenheiro, Arquiteto e Agrônomo. De acordo com esta
resolução, compete ao ENGENHEIRO TECNÓLOGO DE ALIMENTOS, o
desempenho das atividades citadas abaixo, referentes à indústria de
alimentos, acondicionamento, preservação, distribuição, transporte e
abastecimento de produtos alimentares, seus serviços afins e correlatos.
13
Art. 1 – Para efeito de fiscalização do exercício profissional
correspondente às diferentes modalidades da Engenharia,
Arquitetura e Agronomia em nível superior e em nível médio,
ficam designadas as seguintes atividades:
Atividade 01 - Supervisão, coordenação e orientação
técnica;
Atividade 02 - Estudo, planejamento, projeto e especificação;
Atividade 03 - Estudo de viabilidade técnico-econômica;
Atividade 04 - Assistência, assessoria e consultoria;
Atividade 05 - Direção de obra e serviço técnico;
Atividade 06 - Vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo
e parecer técnico;
Atividade 07 - Desempenho de cargo e função técnica;
Atividade 08 - Ensino, pesquisa, análise, experimentação,
ensaio e divulgação técnica; extensão;
Atividade 09 - Elaboração de orçamento;
Atividade 10 - Padronização, mensuração e controle de
qualidade;
Atividade 11 - Execução de obra e serviço técnico;
Atividade 12 - Fiscalização de obra e serviço técnico;
Atividade 13 - Produção técnica e especializada;
Atividade 14 - Condução de trabalho técnico;
Atividade 15 - Condução de equipe de instalação,
montagem, operação, reparo ou manutenção;
Atividade 16 - Execução de instalação, montagem e reparo;
Atividade 17 - Operação e manutenção de equipamento e
instalação;
Atividade 18 - Execução de desenho técnico.
14
4 – FUNDAMENTOS NORTEADORES
DO CURSO
15
A humanidade é caracterizada no aprender e no expressar os
aprendizados adquiridos para a sociedade, sem contudo seguir modelos e
fórmulas rígidas. Neste sentido, a educação faz parte da construção e do
cerne da vida para o crescimento de um grupo socialmente construído a
partir de crenças e idéias.
4.1 Fundamentos ético-políticos
Sob este pressuposto, a formação do Engenheiro de Alimentos da URI
norteia-se
na
qualidade
de
ser
cidadão
íntegro
e
emancipado
politicamente, capaz de conduzir e posicionar-se diante de fatos, de forma
coerente diante de uma sociedade complexa e competitiva.
As proposições didático-pedagógicas para a efetivação dos
pressupostos ético-políticos fundamentam-se na justiça, respeito mútuo,
participação, diálogo, reflexão, responsabilidade, solidariedade, dignidade
humana e ética com a natureza.
Neste sentido, o Curso foi estruturado para que o aluno, como
cidadão, além de estar apto a atuar na sua profissão, seja capaz de
refletir, entender e valorizar a dimensão humana bem como da
capacidade da natureza relacionada com a Ciência, Tecnologia e
Engenharia.
O Engenheiro de Alimentos não deverá apresentar apenas uma
formação voltada para o atendimento das demandas do exercício
profissional específico, mas saber fazer do uso de seu conhecimento,
transformando-o em ações responsáveis socialmente.
4.2 Fundamentos epistemológicos
A função do Curso na sociedade expressa-se em afirmações, tais
como: “para preparar os alunos para o exercício profissional e o ser
cidadão”, “para passar aos alunos os conhecimentos construídos pelas
16
sociedades ao longo dos anos”. Tais assertivas sugerem um denominador
comum, ou seja, no Curso trabalha-se com o conhecimento.
Disso derivam outros questionamentos: O que é o conhecimento?
Como ele se produz? Como as pessoas dele se apropriam? As respostas
resultantes, no decurso da história da humanidade deram origem às várias
correntes epistemológicas, isto é, às diferentes teorias ligadas ao
conhecimento.
Uma destas teorias está ligada ao processo de construção do
conhecimento. Nela, o conhecimento é visto como resultado de uma
interação entre o sujeito que quer conhecer o objeto a ser conhecido.
Trata-se de uma interação dinâmica, pois à medida que o sujeito
age sobre o objeto do conhecimento, ele o transforma e se transforma.
Refere-se a objetos do conhecimento, isto é, conceitos, idéias e
definições que são construções sociais, existentes nas mentes das pessoas e
que possibilitam identificar características e formas de porções da matéria
do mundo físico e de fenômenos do mundo social.
Por sua vez, ao interagir com os objetos de conhecimento já
socialmente construídos, o sujeito lhes atribui interpretação própria,
modifica-se refletindo sobre suas características, e em conseqüência,
modifica-se a si mesmo. Esse processo dinâmico e contínuo de
transformações, ou seja, de construção e reconstrução do conhecimento,
define o princípio básico do Construtivismo, no qual o aluno tem o papel
de construir e reconstruir seu conhecimento.
Por outro lado, a interação se dá no interior do sujeito que quer
aprender, por meio das habilidades e estruturas mentais desenvolvidas pelo
mesmo. Trata-se de uma interação realizada por intermédio do meio físico
e social.
Nesta perspectiva, o sujeito da aprendizagem é histórico e social e o
objeto do conhecimento é cultural. O primeiro, porque considera o sujeito
inscrito nos valores e no momento histórico de sua comunidade. O
segundo, porque é construído pela cultura de cada grupo social. Deste
pressuposto, o Construtivismo é considerado interacionista.
17
Neste sentido, a base epistemológica do Curso se dá no exercício da
construção de conhecimentos que, além de gerar desenvolvimento,
também esteja voltado para a satisfação das necessidades sociais e o
respeito com os recursos da natureza, tendo em vista as gerações futuras.
4.3 Fundamentos didático-pedagógicos
A consistência da proposta pedagógica reside em orientar e
fornecer os meios específicos à elaboração e à conservação de produtos
alimentícios para a industrialização, via conhecimento e aplicação de
técnicas e operações de natureza física, química e biológica, não
deixando de lado a percepção de que o processo econômico deve servirse da natureza, mas, de forma mais duradoura, levando em conta a
limitação ecológica imposta pela natureza no processo econômico de
produção. Neste sentido, para que uma proposta pedagógica ganhe
maior sentido, deve colocar o desenvolvimento promovido dentro da
moldura da ecosfera.
Tendo-se por concepção que o conhecimento é o elo capaz de
firmar com qualidade os significados das ações realizadas pelo homem no
mundo, este deve ocorrer de forma efetiva, e para que isto seja possível, a
ação reflexiva deve permear as atividades didático-pedagógicas na
formação acadêmica.
Para isto, a formação do Engenheiro de Alimentos da URI tem por
base uma política de desenvolvimento que permite uma formação ética
para elevar as condições de vida das pessoas, sem perturbar funções
ecossistêmicas essenciais, levando-se em conta o fazer, e o que é possível
em face do que é desejável. A proposta pedagógica do Curso norteia-se
em
fundamentos
que
abrangem
as
dimensões
ético-políticas,
epistemológicas e didático-pedagógicas.
18
Para direcionar as atividades de ensino, propriamente ditas, é mister
uma opção epistemológica. O ecletismo pode falsear a relação entre
professor e aluno.
Assim, se a opção for pela visão de conhecimento como uma
representação do mundo, o professor buscará, em primeiro lugar, as
concepções prévias do aluno sobre o assunto que será estudado para,
depois, propor uma explicação escolar.
Nesta abordagem, o professor está mais interessando em saber o
que o aluno já sabe, para servir-lhe de âncora ao conhecimento
acadêmico a ser proposto. Por sua vez, os alunos ressignificarão as
mensagens do professor dentro do contexto de suas estruturas cognitivas,
construídas no cotidiano individual.
Considerando que as relações entre o aluno e o professor na escola
são orientadas pela Pedagogia, cujo foco de trabalho é a educação, o
Curso de Engenharia de Alimentos da URI fundamenta-se nos princípios do
Construtivismo Sócio-Interacionista.
Nesta abordagem, o conhecimento passa a ser visto como um
conjunto de verdades relativas, que correspondem à uma interpretação
que o homem dá ao mundo físico e social.
O professor exerce o papel de catalisador (mediador) do processo
de interação que ocorre entre o sujeito da aprendizagem (o aluno) e o
objeto do conhecimento social (o conhecimento social compartilhado).
Ensinar, nesta visão, é preparar as melhores condições para que possa
haver aprendizagem. Em conseqüência, cabe ao professor conhecer seus
alunos, interagir com eles, buscando sua história e permitir-lhes que
manifestem suas concepções prévias diante dos assuntos a serem
estudados.
Por sua vez, o aluno deixa de ser um mero receptor de informações,
passando a ser um construtor, numa Pedagogia inspirada nos princípios da
construção do conhecimento, própria do sujeito que pauta o seu fazer
pela pesquisa, pela interrogação e pela problematização. Em outros
termos, o conhecimento se constitui nas relações que cada sujeito
19
estabelece, frente às interpretações que o professor lhe faz de um saber
construído e aceito socialmente. Assim, o processo de aprendizagem
ocorre de dentro para fora, ou seja, é o próprio aluno que, a partir de sua
experiência de vida, de seu próprio universo simbólico fará uma
interpretação
do
“saber
oficial”,
interpretação
esta
que
deverá
compartilhar ao máximo com outros membros da sociedade.
Uma Pedagogia inspirada nos pressupostos ora apresentados faz do
Curso de Engenharia de Alimentos da URI um processo formativo com visão
reflexiva,
natural
do
processo
educativo,
objetivando
oferecer
as
condições para o desenvolvimento harmonioso dos alunos nos domínios
cognitivos, afetivos, psicológicos, biológicos e sociais. Em conseqüência,
formar um profissional Engenheiro cidadão autônomo e competente,
capaz de viver plenamente sua cidadania.
20
5 – PRESSUPOSTOS METODOLÓGICOS
21
5.1 Pressupostos Metodológicos do Curso
O Curso de Engenharia de Alimentos da URI estabelece como
pressupostos metodológicos:
a) Relação teoria-prática
A relação teoria-prática pode ser entendida como eixo articulador
da produção do conhecimento, servindo para o acadêmico vislumbrar
possibilidades futuras de engajamento no mercado de trabalho bem como
potencializando o aprendizado teórico em si. Abandona-se aqui a idéia de
que primeiro o aluno precisa dominar a teoria para depois entender a
prática e a realidade, resultando em um aprendizado memorístico. Buscase a construção do conhecimento de forma ampla, muitas vezes
integrando, numa mesma situação teoria e prática. Além disso, sustenta-se
a idéia de que relacionar teoria e prática não consiste em atividade
exclusiva de sala de aula, devendo-se proporcionar ao acadêmico, desde
o primeiro semestre, atividades incluídas na carga horária semanal das
diferentes disciplinas que compõem a grade curricular bem como
atividades
complementares
que
contribuam
indiretamente
à
compreensão do Curso e de sua contribuição na sociedade como um
todo.
Desta forma, além das atividades apresentadas na grade curricular,
as atividades complementares definidas para os acadêmicos do Curso de
Engenharia de Alimentos da URI servirão de meio para atingir a desejada
capacidade de relacionar teoria e prática.
b) Interdisciplinaridade
Considera-se que para se atingir o perfil de engenheiro de alimentos
com sólida formação generalista necessita-se a realização de estudos
disciplinares que permitam a sistematização e o aprofundamento de
conceitos e relações, cujo domínio é imprescindível na construção da
22
competência profissional desejada. No entanto, sabe-se que a construção
de um conhecimento sólido transpõe o conteúdo de uma única disciplina,
necessitando que o acadêmico primeiramente tenha conhecimento da
contextualização da disciplina específica no todo e que, num segundo
momento, desenvolva atividades que necessitem dos conteúdos expostos
em várias disciplinas, tornando possível aplicar conhecimentos adquiridos
ao longo de todo o Curso no desenvolvimento de uma atividade
específica.
Desta forma, além de aprofundar conhecimentos disciplinares, a
matriz
curricular
contempla
estudos
e
atividades
interdisciplinares,
propostas ao longo do curso por diferentes disciplinas. Além das atividades
interdisciplinares formais, várias atividades são desenvolvidas por disciplinas
afins concomitantemente, proporcionando o aprendizado não intencional
e aplicação de conceitos complementares, transcendendo, desta forma,
os limites de sala de aula.
c) Pesquisa enquanto princípio educativo
A pesquisa, compreendida como processo formador, é um elemento
constitutivo e fundamental do processo de aprender a aprender
aprendendo e, portanto, prevalente em vários momentos curriculares. A
familiaridade com a teoria só pode se dar por meio do conhecimento das
pesquisas que lhe dão sustentação. De modo semelhante, a atuação
prática possui uma dimensão investigativa e constitui uma forma não de
simples reprodução mas de criação ou, pelo menos, de recriação do
conhecimento. A familiaridade com os procedimentos de investigação e
com o processo histórico de produção e disseminação de conhecimentos
apresenta grande relevância na formação dos engenheiros de alimentos.
No Curso, a pesquisa se constitui em instrumento de ensino e em
conteúdo de aprendizagem na formação: para que a atitude de
investigação e a relação de autonomia se concretizem, o engenheiro de
alimentos necessita conhecer e saber usar os procedimentos de
investigação científica. Tal atividade é proporcionada aos acadêmicos
23
através dos Programas de Iniciação Científica e Programa de Estágios
Voluntários (atividades complementares) e do Trabalho de Conclusão de
Curso (atividade obrigatória).
d) Ensino problematizado e contextualizado
Entende-se que o sucesso do processo ensino-aprendizagem está
relacionado diretamente à capacidade de colocar de forma ampla o
problema a ser resolvido e contextualizá-lo no âmbito do curso como um
todo, assegurando, para garantir tal objetivo, a indissociabilidade entre
ensino, pesquisa e extensão. A articulação entre ensino, pesquisa e
extensão é fundamental no processo de produção do conhecimento, pois
permite estabelecer um diálogo entre a Engenharia de Alimentos e as
demais áreas, relacionando o conhecimento científico à realidade social.
Além das atividades contempladas nas disciplinas que proporcionam
a problematização e contextualização do ensino, entendendo ser o
docente um agente indispensável na execução desta atividade, o
Trabalho de Conclusão de Curso, o Estágio Curricular Supervisionado e as
Atividades
Complementares
focarão,
prioritariamente,
a
interdisciplinaridade e contextualização do ensino. Cabe aqui salientar a
relevância de disciplinas como Introdução à Engenharia de Alimentos,
Fundamentos
em
Engenharia
de
Alimentos
I e
Fundamentos
em
Engenharia de Alimentos II, as quais se propõem a este fim deste o início do
Curso, fazendo com que os acadêmicos comecem a desenvolver esta
integração com o Curso como um todo a partir do primeiro semestre.
e) Flexibilidade Curricular
O
ensino
de
graduação,
voltado
para
a
construção
do
conhecimento, não pode pautar-se por uma estrutura curricular rígida,
baseada num enfoque unicamente disciplinar e seqüenciada a partir de
uma hierarquização artificial dos conteúdos, quando a realidade se
apresenta em uma multiplicidade interdependente e a dinâmica de
transformação desta coloca a necessidade de um aprender permanente.
24
Desta forma, a flexibilidade desponta como elemento indispensável à
estruturação curricular de modo a atender tanto às demandas da
sociedade moderna quanto àquelas que se direcionam a uma dimensão
criativa e libertária para a existência humana, constituindo-se não apenas
em possibilidade, mas em condição necessária à efetivação de uma
formação profissional de qualidade.
No Curso de Engenharia de Alimentos da URI, a flexibilidade curricular
será garantida através de uma série de ações tomadas visando oportunizar
os acadêmicos vivenciar oportunidades no âmbito da Universidade, tais
como: redução da carga horária total do Curso (tempo livre como
importante componente curricular, oportunizando a ocorrência de
momentos formativos inovadores e profícuos), oferecimento de disciplinas
optativas nas diferentes ênfases do Curso (oportunidade de escolha por
parte do acadêmico, respeitando suas competências e habilidades),
atividades complementares (flexíveis e diversas, com carga horária mínima
estabelecida, mas definidas pelos acadêmicos, conforme seus anseios).
f) Integração com o mercado de trabalho
O desafio de formar um engenheiro preparado para enfrentar o
mercado de trabalho altamente competitivo passa pela reformulação de
conceitos que vêm sendo aplicados durante anos e que muitos julgam
ainda
hoje
eficientes.
O
mercado
exige
profissionais
altamente
qualificados. O próprio conceito de qualificação profissional vem se
alterando, com a presença cada vez maior de componentes associadas
às capacidades de coordenar informações, interagir com pessoas,
interpretar de maneira dinâmica a realidade. O novo engenheiro deve ser
capaz de propor soluções que sejam não apenas tecnicamente corretas,
deve ter a ambição de considerar os problemas em sua totalidade, em sua
inserção numa cadeia de causas e efeitos de múltiplas dimensões. Não se
adequar a esse cenário procurando formar profissionais com tal perfil
significa atraso no processo de desenvolvimento. Atualmente, o mercado
de trabalho para o engenheiro de alimentos é diversificado, amplo,
25
emergente e crescente. Neste sentido, o engenheiro de alimentos pode
exercer atividades em indústrias de alimentos (nas várias áreas que as
compõem), instituições de pesquisa, empresas públicas e consultorias.
Para
que
o
futuro
engenheiro
desenvolva
conhecimentos,
habilidades e competências necessária à sua formação profissional, o
Curso de Engenharia de Alimentos da URI prevê a realização de atividades
de integração com o mercado de trabalho, merecendo destaque as
atividades
de
Estágio
Supervisionado,
Estágios
Extra-Curriculares,
desenvolvimento de atividades de extensão, cabendo salientar projetos de
curta duração em parceria com empresas e participação no Ciclo de
Palestras Integração Universidade-Empresa, onde os acadêmicos, desde o
primeiro semestre, têm a oportunidade de compartilhar experiências com
profissionais da área inseridos no mercado de trabalho.
g) Estímulo à capacidade de trabalho de forma autônoma
Tendo
relacionado
consciência
à
do
capacidade
diferencial
de
na
formação
profissional
desenvolver
atividades
de
forma
autônoma, o Curso visa estimular, ao longo de toda a sua duração, a
capacidade de trabalho de forma autônoma, onde o aluno se converte
em protagonista de sua própria aprendizagem e desenvolve sua
capacidade de “aprender a aprender”. A realidade mostra que este
diferencial pode ser conseguido com treinamento, de forma que o
processo
ensino-aprendizagem
contribuirá,
perpassando
todas
as
disciplinas, para o alcance desta capacidade ao final do Curso.
h) Desenvolvimento de habilidades para o trabalho em equipe
Da mesma forma que o explicitado no item anterior, tem-se a
consciência para o diferencial do profissional com habilidade de trabalho
em equipe. Busca-se, desta forma, ao longo de todo o Curso, promover
atividades que promovam a possibilidade de desenvolver trabalhos em
equipe, inclusive nas formas de avaliação das disciplinas.
26
5.2
Pressupostos
Metodológicos
para
o
Estágio
Curricular
Supervisionado
O Estágio Curricular Supervisionado, fazendo parte da grade
curricular, constitui-se num espaço de aprendizagem concreta de vivência
prática do Engenheiro de Alimentos. O objetivo central se direciona na
aplicação dos conhecimentos científicos adquiridos durante a realização
do Curso e a vivência profissional nas diferentes áreas da Engenharia de
Alimentos.
O Estágio Supervisionado é obrigatório para a conclusão do curso de
Engenharia de Alimentos conforme a Lei no 5.540/68 e decreto de
Regulamentação no 4.807/75 do Ministério de Educação e Cultura e
Resolução no 48/76 e 50/76 do Conselho Federal de Educação, Parecer
1898/75 e 2911/76 que tratam dos conteúdos de Engenharia.
O Estágio Supervisionado a ser realizado pelos acadêmicos do último
semestre do Curso de Engenharia de Alimentos consiste em trabalho a ser
desempenhado pelo aluno do curso, dentro de suas áreas de atuação, a
ocorrer em uma empresa do setor alimentício ou relacionado a este. O
Estágio
terá
duração
mínima
de
330
horas/aula,
efetivamente
comprovadas dentro da empresa, objetivando ao acadêmico evidenciar
a aplicabilidade dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso no
mercado de trabalho, moldar o perfil do profissional para que busque na
Universidade os conhecimentos complementares a sua futura profissão e
permitir ao futuro engenheiro a experimentação de suas habilidades
pessoais e de relacionamento interpessoal.
Os mecanismos de acompanhamento e de cumprimento são feitos
pelo Coordenador do Curso, professor responsável pela disciplina. Estes
consistem sistematicamente nas seguintes etapas:
a) elaboração, em conjunto com o professor orientador de estágio e o
responsável técnico da empresa, do Plano de Estágio, a ser entregue
27
junto à Coordenação do Curso, até um prazo máximo de 30 dias
após o início do estágio;
b) elaboração, durante a realização do estágio, do Relatório Técnico
de Estágio, através de discussões realizadas entre o acadêmico, o
professor orientador e o supervisor do estagiário na empresa;
c) apresentação oral do Relatório de Estágio para uma Banca
Examinadora constituída pelo professor orientador e dois docentes
do Curso ou externos a este com a concordância da Coordenação;
d) a nota final da disciplina será composta pela avaliação realizada
pelo supervisor do estagiário na empresa, através de preenchimento
de formulário padrão encaminhado pela Coordenação do Curso,
conceito este responsável por 40% da nota fina. Os 60% restantes
referem-se à avaliação realizada pelo professor orientador de
estágio e pela Banca Examinadora;
e) o acadêmico deverá apresentar, após a correção final do relatório,
duas cópias encadernadas junto à Coordenação do Curso.
A definição da empresa na qual deseja realizar o Estágio se dá
através do contato prévio com empresas conveniadas ao Curso de
Engenharia de Alimentos que realizam a divulgação das vagas para
estagiários para o referido semestre bem como os prazos para inscrição e
critérios de seleção. Contatos eventuais entre o Curso e empresas com
áreas de atuação de interesse específico de determinados acadêmicos
também são realizados visando disponibilizar a estes a execução de
estágios na área desejada.
5.3 Pressupostos Metodológicos para o Trabalho de Conclusão de
Curso
O Trabalho de Conclusão de Curso, obrigatório para a conclusão do
curso, tem como finalidade desenvolver no aluno a capacidade de
análise, síntese, aplicação e aprimoramento dos conhecimentos básicos e
28
tecnológicos construídos durante o curso. O trabalho de graduação será
orientado por um professor vinculado à Universidade e que tenha
conhecimentos na linha de trabalho pretendida pelo acadêmico, desde
que esta faça parte das linhas de trabalho do Departamento. Os
mecanismos de acompanhamento do trabalho compreendem:
a) definição do tema a ser desenvolvido em conjunto com o
orientador;
b) apresentação de um pré-projeto junto à Coordenação do Curso,
ressaltando, além dos objetivos e justificativa do trabalho a ser
desenvolvido,
um
cronograma
de
execução
e
orçamento
necessário para execução do trabalho;
c) desenvolvimento do trabalho a nível de laboratório;
d) elaboração de Relatório Final do Trabalho de Conclusão de Curso
sob a supervisão do professor orientador;
e) apresentação do trabalho para uma Banca Examinadora constituída
pelo professor orientador e dois docentes do Curso, de preferência
com área de atuação similar à do trabalho desenvolvido.
As cópias finais (02) dos Trabalhos de Conclusão de Curso, após
efetuadas as correções sugeridas pela Banca Examinadora, deverão ser
entregues à Coordenação do Curso sendo que uma permanece na
Coordenação para consulta futura de outros acadêmicos e a outra é
encaminhada à Biblioteca Central para arquivamento.
Cabe
salientar
o
suporte
oferecido
pelo
curso
para
o
desenvolvimento dos trabalhos de conclusão: docentes orientadores
qualificados na área de interesse;, infra-estrutura laboratorial adequada;
recursos de informática, necessários à análise dos resultados obtidos e
elaboração do relatório final e
amplo referencial teórico presente na
Biblioteca Central, para fornecer o embasamento teórico necessário à
execução de qualquer trabalho científico.
29
5.4 Pressupostos Metodológicos para as Atividades Complementares
Objetivando atingir o perfil profissional definido e exigido pelo
mercado e também pela sociedade, a Grade Curricular do Curso de
Engenharia
de
Alimentos
prevê
a
realização
de
atividades
complementares, que deverão ser realizadas ao longo do Curso. A
ampliação do horizonte da formação profissional, possibilitando ao futuro
Engenheiro de Alimentos uma formação sócio-cultural mais abrangente é
a principal meta na implantação de tais atividades.
Atividades como iniciação científica e tecnológica, programas
acadêmicos amplos, programas de extensão universitária, visitas técnicas,
participação e apresentação de trabalhos em eventos científicos,
organização de eventos, estágios extra-curriculares, participação em
seminários e palestras, realização de cursos em áreas afins à Engenharia de
Alimentos, dentre outras, são disponibilizadas aos discentes e estes devem
cumprir um número mínimo de créditos em cada atividade, totalizando,
para sua formação, 300 horas/aula em atividades complementares. Ao
final de cada ano, os alunos recebem Certificado de Participação nas
atividades desenvolvidas no período e, ao final do Curso, o cômputo geral
dos
créditos
relacionados
às
Atividades
Complementares
será
disponibilizado pela Secretaria Geral, com base no estabelecido na Grade
Curricular do Curso de Engenharia de Alimentos. As atividades com suas
respectivas cargas horárias e o número mínimo de créditos a ser cursado
em cada uma delas são apresentadas na Tabela 1.
30
Tabela 1: Atividades complementares: Curso de Engenharia de Alimentos.
Atividade
Carga horária
Número mínimo de créditos
Número máximo de créditos
Atividade
Carga horária
Número mínimo de créditos
Número máximo de créditos
Atividade
Carga horária
Número mínimo de créditos
Número máximo de créditos
Atividade
Carga horária
Número mínimo de créditos
Número máximo de créditos
Atividade
Carga horária
Número mínimo de créditos
Número máximo de créditos
Atividade
Carga horária
Número mínimo de créditos
Número máximo de créditos
Atividade
Carga horária
Número mínimo de créditos
Número máximo de créditos
Atividade
Carga horária
Número mínimo de créditos
Número máximo de créditos
Atividade
Carga horária
Número mínimo de créditos
Número máximo de créditos
Atividade
Carga horária
Número mínimo de créditos
Número máximo de créditos
Bolsista ou voluntário em projeto de extensão
01 crédito/ 80 horas
00 créditos
04 créditos
Participação em Comissão Organizadora de Evento
02 créditos/ participação
00 créditos
04 créditos
Participação em Cursos de Extensão ou Eventos Científicos
promovidos pela URI ou outra IES
01 crédito/ curso ou evento
02 créditos
05 créditos
Bolsista de Iniciação Científica
03 créditos/ ano
00 créditos
09 créditos
Representante discente junto a Órgãos Colegiados
01 crédito/ ano
00 créditos
03 créditos
Disciplinas excedentes ao número de créditos do Curso
(opcionais ou eletivas) ou cursadas em outros cursos da URI
ou de outra IES com aproveitamento
Igual à carga horária da disciplina
00 créditos
10 créditos
Participante do Programa de Estágios Voluntários (Pesquisa
ou outro)
01 crédito/ 160 horas
00 créditos (se bolsista de IC, 0 créditos)
05 créditos
Participação em visitas técnicas realizadas sob a
supervisão de um docente do Curso
01 crédito/ 03 visitas
01crédito
05 créditos
Realização de Estágios Extra-Curriculares
01 crédito/ 80 horas
02 créditos
10 créditos
Participação em eventos promovidos pelo Curso (Ciclo de
Palestras Interação Universidade-Empresa)
01 crédito/ 05 palestras
02 créditos
05 créditos
31
Atividade
Carga horária
Número mínimo de créditos
Número máximo de créditos
Atividade
Carga horária
Número mínimo de créditos
Número máximo de créditos
Atividade
Carga horária
Número mínimo de créditos
Número máximo de créditos
Atividade
Carga horária
Número mínimo de créditos
Número máximo de créditos
Atividade
Carga horária
Número mínimo de créditos
Número máximo de créditos
Atividade
Carga horária
Número mínimo de créditos
Número máximo de créditos
Atividade
Carga horária
Número mínimo de créditos
Número máximo de créditos
Participação em eventos promovidos pelo Curso de Eng. de
Alimentos (Seminários Internos de Iniciação Científica)
01 crédito/ 03 seminários
02 créditos
05 créditos
Monitoria de disciplina da Graduação
01 crédito/ 80 horas
00 créditos
04 créditos
Participação em eventos promovidos pelo Curso de Eng. de
Alimentos (Seminário de Pesquisa e Pós-Graduação)
01 crédito/ 03 seminários
00 créditos
04 créditos
Participação em eventos promovidos pelo Curso de
Engenharia de Alimentos (Mini-Cursos Teórico-Práticos)
01 crédito/ 02 mini-cursos
01 crédito
04 créditos
Participação efetiva na Empresa Júnior da Engenharia de
Alimentos
01 crédito/ projeto
00 créditos
05 créditos
Participação em mídias (Artigos, debates, entrevistas em
jornal, rádio, TV ou outros meios de comunicação)
01 crédito/ 05 mídias
00 crédito
04 créditos
Atividade Profissional em relação ao Curso
01 crédito/ ano de atividade profissional
00 crédito
04 créditos
32
5.5 Pressupostos Metodológicos para o Processo de Avaliação
Considerando a avaliação como um processo que envolve todas as
atividades realizadas pelos acadêmicos, bem como sua postura nos
encontros teóricos e teórico-práticos, os alunos do Curso de Engenharia de
Alimentos serão avaliados não apenas através de resultados de exames ou
trabalhos escritos, ou seja, por meio do produto da aplicação de
instrumentos específicos, mas também seu desempenho durante a
realização de tarefas, sua capacidade de criar e raciocinar, sua
capacidade de análise e reflexão acerca da realidade em que se
encontram serão elementos básicos a serem considerados na avaliação.
Aliado a isto, cada professor e aluno deverão considerar os aspectos legais
acerca da avaliação, propostos no Regimento da Universidade, os quais
propõe:
Art. 79 – A avaliação do rendimento escolar é feita por disciplina, levando
em conta o desempenho.
Art. 80 – Para fins de avaliação do desempenho, fica instituída a atribuição
de notas na escala de 0 (zero) a 10 (dez).
Parágrafo 1o – A média semestral da disciplina, por período letivo, é feita por
média aritmética sendo que para cálculo da mesma a disciplina deve
conter, no mínimo, 2 (duas) notas de provas e/ou trabalhos escolares,
distribuídos proporcionalmente, no semestre letivo.
Parágrafo 2o – O aluno que obtiver na disciplina uma média igual ou superior
a 7 (sete) durante o período letivo e freqüência não inferior a 75%
(setenta e cinco por cento) é dispensado de exame final desta
disciplina.
Parágrafo 5o – Somente pode prestar exame final o aluno que obtiver
freqüência não inferior a 75% (setenta e cinco por cento) e a média
final do semestre igual ou superior a 5,0 (cinco vírgula zero).
Art. 81 – A aprovação do aluno em cada disciplina no semestre depende de
se cumprirem concomitantemente as seguintes condições:
I – ter obtido freqüência não inferior a 75% (setenta e cinco por cento);
II – obter média final de aprovação não inferior a 5,0 (cinco vírgula zero).
Para dar maior validade ao sistema de avaliação, os professores, no
decorrer do semestre letivo, ao definirem as formas através das quais irão
avaliar, também estabelecem os critérios de avaliação no Plano de Curso
de cada uma das disciplinas, presentes no Projeto Pedagógico.
33
6 – CONCEPÇÃO DO CURSO
34
6.1 Objetivos do Curso
6.1.1 - Geral:
O Curso de Engenharia de Alimentos da URI destina-se à formação
de profissionais na área de Engenharia, capazes de desempenhar, com
propriedade, as atividades de engenharia aplicadas à indústria de
alimentos. Estas atividades têm por base o conhecimento tecnológico e de
engenharia sobre um sólido conhecimento científico, formando um
profissional capaz de assimilar as rápidas transformações que ocorrem no
mundo, e competência para idealizar, operar, controlar e desenvolver
processos e produtos na indústria de alimentos.
6.1.2 - Específicos:
•
Proporcionar aos alunos um sólido conhecimento técnico e científico
a fim de que possam se integrar no mercado de trabalho, demonstrando o
que aprenderam durante a formação acadêmica, e aptos a adquirirem
novas aprendizagens que o progresso tecnológico venha a exigir;
•
Possibilitar uma ampla cultura geral que proporcione aos alunos a
capacidade de análise e síntese em todos os aspectos e, em especial, às
questões de gestão administrativa e de recursos humanos;
•
Formar profissionais com determinação empreendedora que, posta a
serviço de qualquer organização, conduza suas decisões sempre a ações
subseqüentes, produzindo a satisfação total das necessidades dos clientes,
com a perspectiva de geração de novos empregos;
•
Preparar os acadêmicos para a inserção num mercado de trabalho
diversificado, amplo, emergente, crescente e em contínua transformação;
•
Habilitar cientificamente os alunos a fim de que possam submeter-se
a uma especialização dentro da área de Engenharia de Alimentos.
35
6.2 Perfil Profissional do Graduado em Engenharia de Alimentos
O profissional formado no Curso de Engenharia de Alimentos, para
atuar num mercado de trabalho tão complexo e diversificado, deverá,
primeiramente apresentar uma formação sólida e generalista dos princípios
e teorias da Engenharia de Alimentos, principalmente as relacionadas aos
fundamentos da engenharia e tecnologia, priorizando a verticalização dos
conteúdos. Com vistas ao mercado de trabalho deverá também possuir
conhecimentos específicos nas áreas de controle de qualidade e
agronegócios e capacidade para relacionar estas quatro áreas na rotina
diária.
Além deste aspecto fundamental, o concluinte do Curso, para obter
um diferencial no mercado de trabalho deverá possuir o seguinte perfil
profissional:
-
Ser capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias,
estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e
resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos,
econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e
humanística, em atendimento às demandas da sociedade;
-
Possuir uma determinação empreendedora que, posta a serviço
de qualquer organização, conduza suas decisões sempre a ações
subseqüentes, produzindo a satisfação total das necessidades dos
clientes, através da capacidade de trabalho interdisciplinar,
implementando qualidade em todas as etapas do processo
produtivo;
-
Possuir habilidade científica que lhe dê condições de especializarse dentro da área com base suficiente para produzir inovações
científicas através do uso de técnicas e, desta forma, impulsionar
o progresso tecnológico.
36
Além do perfil técnico estabelecido, o Engenheiro de Alimentos da
URI deverá possuir, como complementação à sua formação profissional:
- Formação humanística, crítica e reflexiva;
- Capacidade de expressão oral e escrita;
- Habilidade de aprendizagem permanente;
- Espírito empreendedor, inquisidor e de liderança e senso crítico que
permitam a rápida tomada de decisões que o mercado exige;
- Capacidade para resolver problemas, conflitos e gerenciar pessoas.
6.3 Competências e Habilidades
Com base e em plena concordância com as Diretrizes Curriculares
para Cursos de Engenharia, o Curso de Engenharia de Alimentos da URI
prevê que o Engenheiro de Alimentos formado deverá possuir as seguintes
habilidades e competências técnicas:
-
Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e
instrumentais à engenharia;
-
Projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;
-
Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de
engenharia;
-
Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
-
Identificar, formular e resolver problemas de engenharia;
-
Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;
-
Supervisionar a operação e a manutenção de sistemas;
-
Avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas;
-
Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
-
Atuar em equipes multidisciplinares;
-
Compreender e aplicar a ética e a responsabilidade profissionais;
-
Avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto
social e ambiental;
-
Avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia.
37
Aliado a estas, o profissional formado em Engenharia de Alimentos
da URI deverá:
-
Pautar-se por princípios de ética democrática: responsabilidade
social e ambiental, direito à vida, justiça, respeito mútuo,
participação, diálogo e solidariedade;
-
Atuar em pesquisa básica e aplicada na área de Engenharia de
Alimentos, comprometendo-se com a divulgação dos resultados
das pesquisas em veículos adequados para ampliar a difusão do
conhecimento;
-
Portar-se como cidadão-educador, consciente de seu papel na
formação de cidadãos, inclusive na perspectiva sócio-ambiental;
-
Estabelecer relações entre ciência, tecnologia e engenharia;
-
Aplicar
a
metodologia
científica
para
o
planejamento,
gerenciamento e execução de processos e técnicas, visando o
desenvolvimento de projetos, consultorias, emissão de laudos e
pareceres relacionados à área;
-
Utilizar os conhecimentos da engenharia de alimentos para
compreender e transformar o contexto sócio-político e as relações
nas quais está inserida a prática profissional, conhecendo a
legislação pertinente;
-
Desenvolver ações estratégicas capazes de ampliar e aperfeiçoar
as formas de atuação profissional, preparando-se para a inserção
no mercado de trabalho em contínua transformação;
-
Orientar
escolhas
e
decisões
em
valores
e
pressupostos
metodológicos alinhados com a democracia, com respeito à
diversidade étnica e cultural e à biodiversidade;
-
Atuar multi e interdisciplinarmente, interagindo com diferentes
especialidades
e
diversos
profissionais,
de
modo
a
estar
preparado à contínua mudança do mundo produtivo;
-
Avaliar
o
impacto
potencial
ou
real
de
novos
conhecimentos/tecnologias/serviços e produtos resultantes da
38
atividade profissional, considerando os aspectos éticos, sociais e
epistemológicos;
-
Comprometer-se com o desenvolvimento profissional constante,
assumindo
uma
postura
de
flexibilidade
para
mudanças
contínuas, esclarecido quanto às opções sindicais e corporativas,
inerentes ao exercício profissional.
6.4 Campo de Atividade Profissional
Levando
em
consideração
as
competências
e
habilidades
adquiridas durante o Curso de Engenharia de Alimentos da URI, o egresso
poderá atuar nas seguintes áreas:
-
Produção
Devido aos seus conhecimentos dos processos tecnológicos e dos
equipamentos envolvidos na industrialização de alimentos, o Engenheiro
de Alimentos é o profissional indicado para ser o responsável pela área de
produção.
-
Controle de Qualidade
O Engenheiro de Alimentos pode atuar desde a recepção da
matéria-prima até o produto acabado. Estas atividades necessitam de um
profissional com sólida formação em Microbiologia, Bioquímica, Química,
Tecnologia de Alimentos, Análise de Alimentos e Estatística. Este preparo
profissional lhe permite desenvolver, planejar e gerenciar laboratórios de
controle de qualidade.
-
Planejamento e Projeto Industrial
O Engenheiro de Alimentos é essencial na definição dos processos,
equipamentos e instalações industriais, bem como no estudo da
viabilidade econômico-financeira do projeto.
39
-
Gerenciamento e Administração
O Engenheiro de Alimentos possui competência para atuar na
solução de problemas administrativos relacionados à cadeia agroindustrial.
-
Marketing e Vendas
Devido aos conhecimentos básicos em todos as áreas que
compreendem a Engenharia de Alimentos (matéria-prima, processamento,
aditivos, embalagens e equipamentos) este profissional tem sido bastante
requisitado neste setor, tanto no âmbito nacional como no comércio
exterior.
-
Desenvolvimento de Novos Produtos
A partir de estudos da necessidade de determinados produtos no
mercado, o Engenheiro de Alimentos possui competência adquirida para
desenvolver novos produtos alimentícios, utilizando os conhecimentos em
matérias-primas, processos e equipamentos, fornecendo os subsídios
necessários para o lançamento de um novo produto e propondo
argumentos de vendas e bases para cálculos de custos.
-
Equipamentos
Destaca-se a participação do Engenheiro de Alimentos nos projetos
e adaptação de equipamentos. Esta atuação tem permitido um melhor
desempenho dos equipamentos utilizados na indústria de alimentos.
-
Fiscalização de Alimentos e Bebidas
Neste setor, sua contribuição tem sido relevante, atuando no
estabelecimento de padrões de qualidade e identidade e na fiscalização
da aplicação destes padrões.
-
Armazenagem
O Engenheiro de Alimentos pode atuar na área de armazenagem,
desenvolvendo sua programação e utilizando técnicas adequadas para
40
evitar
perdas
e
manter
a
qualidade
da
matéria-prima
até
sua
industrialização ou consumo “in natura”.
-
Consultoria
O Engenheiro de Alimentos, com os conhecimentos e experiências
adquiridos no decorrer do Curso, pode atuar prestando consultoria técnica
às indústrias de alimentos a fim de propor soluções aos problemas
apresentados.
6.5 Organização Curricular
6.5.1 – Conteúdos básicos e profissionalizantes e respectivos núcleos
O Curso de Engenharia de Alimentos da URI, através de sua
organização curricular e atividades oferecidas aos acadêmicos, possui
como ênfases: “Engenharia”, “Tecnologia” e “Gestão e Qualidade
Agroindustrial”. Estas foram definidas pelos docentes que atuam no Curso e
em contato direto com egressos do Curso e outros profissionais de
empresas, donde ficou evidenciada a formação diferenciada dos
acadêmicos da Engenharia de Alimentos da URI, principalmente no que se
refere à sua imediata inserção no mercado de trabalho. Para atingir a
formação profissional desejada, o acadêmico cursará 10 (dez) semestres,
contemplando disciplinas obrigatórias e eletivas, Trabalho de Conclusão de
Curso, Estágio Curricular Supervisionado e Atividades Complementares.
O primeiro semestre do Curso tem por objetivo promover o
nivelamento dos ingressantes em conteúdos básicos da engenharia de
alimentos, quer seja matemática, física, química e biologia, bem como
propiciar
um
primeiro
contato
com
a
Engenharia
de
Alimentos
propriamente dita.
A partir do segundo semestre, o aluno começa a adquirir
conhecimentos relacionados aos conteúdos básicos de engenharia. O
núcleo de conteúdos básicos definidos nas Diretrizes Curriculares para
41
Cursos de Engenharia, contemplado através de disciplinas da Grade
Curricular, é apresentado na Tabela 2.
Cabe salientar que, além das disciplinas específicas, conteúdos
relacionados às matérias definidas nas Diretrizes Curriculares serão enfoque
de várias disciplinas, demonstrando o caráter de conteúdos básicos e
contemplando a definição de matéria em oposição à disciplina, podendose citar Metodologia Científica e Tecnológica, Comunicação e Expressão,
Informática, Expressão Gráfica, Administração, Economia e Humanidades,
Ciências Sociais e Cidadania. Têm-se em mente que o aprendizado de tais
matérias constitui-se num processo construtivo, onde cada disciplina possui
sua relevância.
Convém ressaltar que em disciplinas que contemplem conteúdos de
física, química, informática, fenômenos de transporte e ciência e
tecnologia de materiais ficam estabelecidas como obrigatórias a existência
de atividades de laboratório, conforme evidenciado posteriormente
quando da apresentação do Currículo Pleno Semestralizado.
A partir do conhecimento básico e sólido em engenharia adquirido,
o aluno passa a cursar as matérias do núcleo profissionalizante e específico
da Engenharia de Alimentos. O núcleo de conteúdos profissionalizantes
relacionados à Engenharia de Alimentos definido nas Diretrizes Curriculares
para Cursos de Engenharia, contemplados através de disciplinas da Grade
Curricular é apresentado na Tabela 3. Neste ponto cabe mencionar as
disciplinas de Introdução à Engenharia de Alimentos, Fundamentos de
Engenharia de Alimentos I e Fundamentos de Engenharia de Alimentos II. As
referidas disciplinas têm por objetivos proporcionar aos ingressantes um
contato direto com o Curso nos primeiros semestres bem como oferecer um
embasamento geral necessário ao entendimento do curso como um todo.
42
Tabela 2: Núcleo de conteúdos básicos do Curso de Engenharia de Alimentos da
URI.
TÓPICO
DISCIPLINA (S)
Metodologia Científica e Metodologia da Pesquisa
Tecnológica
Comunicação
e Português Instrumental
Expressão
Informática
Introdução
a
Algoritmos
e
Programação Matemática
Expressão Gráfica
Geometria Descritiva e Desenho
Técnico I A
Geometria Descritiva e Desenho
Técnico II
Matemática
Básica
para
Engenharia
Cálculo Diferencial e Integral I
Matemática
Cálculo Diferencial e Integral II A
Cálculo Diferencial e Integral III B
Geometria Analítica e Álgebra
Linear
Estatística Geral
Física Básica
Física
Física I
Física II B
Física III B
Fenômenos
de Mecânica dos Fluidos A
Transporte
Transferência de Calor e Massa
Mecânica dos Sólidos
Mecânica e Resistência dos
Materiais
Eletricidade Aplicada
Eletrotécnica A
Química
Química Geral Teórica
Química Geral Experimental
Ciência e Tecnologia dos Materiais e Embalagens A
Materiais
Administração
e Economia IA
Economia
Economia IIA
Ciência do Ambiente
Ciência do Ambiente
Humanidades, Ciências Psicologia das Relações Humanas
Sociais e Cidadania
TOTAL
CRÉDITOS
HORAS-AULA
02
30
03
45
03
45
02
30
02
30
04
60
04
04
04
04
60
60
60
60
03
03
03
04
03
04
06
04
45
45
45
60
45
60
90
60
03
04
02
03
45
60
30
45
03
03
03
04
45
45
45
60
87
1305
43
Tabela 3: Núcleo de conteúdos profissionalizantes do Curso de Engenharia de
Alimentos da URI.
TÓPICO
Bioquímica
DISCIPLINA (S)
Bioquímica
Bioquímica de Alimentos A
Ergonomia e Segurança Higiene, Legislação e Segurança
do Trabalho
do Trabalho
Estratégia e Organização Engenharia Econômica A
Físico-Química
Físico-Química I A
Físico-Química II
Gestão Ambiental
Engenharia de Alimentos e Meio
Ambiente A
Gestão Econômica
Gestão Agroindustrial
Instrumentação e Controle de
Processos
Instrumentação
Instalações
Industriais
e
Instrumentais
Planejamento e Projeto de
Indústria de Alimentos
Métodos Numéricos
Cálculo
Numérico
Computacional
Biologia
Microbiologia
Microbiologia Básica
Microbiologia de Alimentos
Modelagem, Análise e Modelagem e Simulação de
Simulação de Sistemas
Processos
Operações Unitárias I A
Operações Unitárias II A
Operações Unitárias III A
Laboratório para Engenharia de
Operações Unitárias
Alimentos I
Laboratório para Engenharia de
Alimentos II
Introdução à Engenharia de
Alimentos A
Fundamentos de Engenharia de
Alimentos I
Processos de Fabricação Fundamentos de Engenharia de
Alimentos II
Matérias-Primas Alimentícias A
Processos Tecnológicos I
Processos Tecnológicos II A
Processos Tecnológicos III A
Processos Tecnológicos IV A
Processos
Químicos
e Balanço Material e Energético A
Bioquímicos
Engenharia Bioquímica
Planejamento de Experimentos
Qualidade
Análise de Alimentos
Análise de Alimentos (Sensorial)
Nutrição
CRÉDITOS
HORAS-AULA
04
05
04
60
75
60
03
03
03
03
45
45
45
45
03
04
45
60
03
45
04
60
04
60
02
04
05
03
30
60
75
45
03
04
04
03
45
60
60
45
04
60
02
30
02
30
02
30
03
04
04
03
03
03
03
03
05
03
03
45
60
60
45
45
45
45
45
75
45
45
44
(continuação)
Química Analítica Qualitativa
Química Analítica Quantitativa
Química Orgânica IE
Química Orgânica II
e Cinética Química e Reatores
Química Analítica
Química Orgânica
Reatores
Químicos
Bioquímicos
Termodinâmica Aplicada
Termodinâmica A
TOTAL
04
04
03
04
03
60
60
45
60
45
03
140
45
2100
Uma análise aprofundada das tabelas anteriores permite definir as
principais ênfases do Curso de Engenharia de Alimentos da URI, as quais
permitirão compor o perfil generalista definido ao egresso. Para elucidar
este fato, os conteúdos obrigatórios ministrados ao longo do Curso serão
apresentados (Tabelas 4, 5 e 6) em função das ênfases estabelecidas:
Tecnologia de Alimentos, Engenharia de Alimentos e Gestão e Qualidade
Agroindustrial.
Um elenco de disciplinas eletivas foi elaborado em torno de cada
núcleo temático, visando à complementação da formação do aluno que
vir a se interessar especialmente por uma determinada área. Estes
conjuntos de disciplinas podem ser visualizados nas tabelas abaixo,
agrupados
normalmente
por
área
de
representam
conhecimento.
oportunidades
Como
de
estas
disciplinas
aprofundar
os
conhecimentos sobre uma base já traçada nas disciplinas obrigatórias, foi
adotada uma estratégia de oferecer estas disciplinas com 02 (dois)
créditos. Ao adotar esta estratégia, pretende-se facilitar ao aluno cursar um
maior número de disciplinas optativas e facilitar a oferta em horários com
menor sobreposição com as disciplinas obrigatórias. A listagem das
disciplinas eletivas é apresentada na Tabela 7. Os acadêmicos, nos
semestres pré-definidos na Grade Curricular deverão cursar, no mínimo 04
(quatro) disciplinas eletivas, definidas em função dos anseios dos mesmos.
45
Tabela 4: Disciplinas profissionalizantes que compõem a ênfase em Tecnologia
de Alimentos.
DISCIPLINA
Introdução à Engenharia de Alimentos A
Fundamentos de Engenharia de Alimentos I
Fundamentos de Engenharia de Alimentos II
Química Orgânica IE
Química Orgânica II
Bioquímica
Bioquímica de Alimentos A
Matérias-Primas Alimentícias A
Processos Tecnológicos I
Processos Tecnológicos II A
Processos Tecnológicos III A
Processos Tecnológicos IV A
TOTAL
CRÉDITOS
HORAS-AULA
02
02
02
03
04
04
05
03
04
04
03
03
39
30
30
30
45
60
60
75
45
60
60
45
45
585
Tabela 5: Disciplinas profissionalizantes que compõem a ênfase em Engenharia de
Alimentos.
DISCIPLINA
Físico-Química I A
Físico-Química II
Engenharia de Alimentos e Meio Ambiente A
Instrumentação e Controle de Processos
Instalações Industriais e Instrumentais
Planejamento e Projeto de Indústria de Alimentos
Cálculo Numérico para Engenharia
Modelagem e Simulação de Processos
Operações Unitárias I A
Operações Unitárias II A
Operações Unitárias III A
Laboratório para Engenharia de Alimentos I
Laboratório para Engenharia de Alimentos II
Cinética Química e Reatores
Engenharia Bioquímica
Balanço Material e Energético A
Termodinâmica A
TOTAL
CRÉDITOS
HORAS-AULA
03
03
03
04
03
04
04
03
03
04
04
03
04
03
03
03
03
57
45
45
45
60
45
60
60
45
45
60
60
45
60
45
45
45
45
855
A seqüência das disciplinas obrigatórias (apresentadas no item
relativo a semestralização) foi elaborada de maneira a proporcionar a
construção de conhecimentos, conforme discutido anteriormente. Ao
mesmo tempo, cada disciplina é responsável, explicitamente, por
desenvolver determinados aspectos de competências e habilidades que
46
são visados no Curso. Em muitos casos, um novo conceito, técnica ou
habilidade é introduzida pela primeira vez numa disciplina, a título de
preparar o aluno para a aprendizagem, mostrando uma demanda ou
utilidade da competência ou habilidade, antes que a mesma seja
apresentada
em
detalhe.
Por
ocasião
do
tratamento
formal
da
competência ou habilidade, deve ser discutida com o aluno toda a
fundamentação teórica para a aquisição da mesma.
Tabela 6: Disciplinas profissionalizantes que compõem a ênfase em Gestão e
Qualidade Agroindustrial.
DISCIPLINA
Higiene, Legislação e Segurança do Trabalho
Biologia
Microbiologia Básica
Microbiologia de Alimentos
Planejamento de Experimentos
Análise de Alimentos
Análise de Alimentos (Sensorial)
Nutrição
Química Analítica Qualitativa
Química Analítica Quantitativa
Engenharia Econômica A
Gestão Agroindustrial
TOTAL
CRÉDITOS
HORAS-AULA
04
02
04
05
03
05
03
03
04
04
03
03
43
60
30
60
75
45
75
45
45
60
60
45
45
645
Como forma de contribuir para a formação profissional qualificada
em engenharia de alimentos bem como atingir o perfil desejado, o
acadêmico do Curso de Engenharia de Alimentos da URI-Campus de
Erechim deverá, como forma de integralização da Grade Curricular,
desenvolver um projeto de pesquisa sob a orientação de um docente do
Curso e apresentá-lo (Trabalho de Conclusão de Curso) e realizar o Estágio
Curricular Supervisionado de, no mínimo, 330 horas, preferencialmente em
indústria
de
alimentos.
complementares
(300
Cabe
horas)
são
ainda
frisar
um
requisito
que
as
atividades
necessário
para
a
integralização do currículo.
47
Tabela 7: Disciplinas eletivas do Curso de Engenharia de Alimentos.
DISCIPLINA
Aditivos e Coadjuvantes na Indústria de Alimentos
Administração de Recursos Materiais no Agronegócio
Alimentos de origem animal fermentados e maturados
Análise Instrumental para Engenharia de Alimentos
Ciência e Tecnologia de Polímeros
Conservação de Alimentos pelo Frio
Controle Estatístico de Processos
Engenharia Genética aplicada a Alimentos
Estimação de Parâmetros e Planejamento de Experimentos II
Estratégia Tecnológica com ênfase no Agronegócio
Gestão de Custos no Agronegócio
Gestão de Qualidade no Agronegócio I
Gestão de Qualidade no Agronegócio II
Gestão e Empreendedorismo no Agronegócio
Inteligência Competitiva no Agronegócio
Microbiologia Industrial
Modelagem e Simulação de Processos II
Modelagem Termodinâmica
Otimização de Processos
Processos Avançados para Tratamento de Resíduos
Processos de Separação com Membranas
Propriedades Físicas e Químicas de Alimentos
Realidade Brasileira
Tecnologia de Processos Enzimáticos
Tecnologia de Processos Fermentativos
Tecnologia Supercrítica
Tópicos Avançados em Cálculo Numérico
Tópicos Avançados em Controle de Processos
Tópicos Especiais em Agronegócios
Tópicos Especiais em Catálise
Tópicos Especiais em Engenharia de Alimentos
Toxicologia de Alimentos
CRÉDITOS
HORAS-AULA
02
02
02
02
02
02
02
02
02
02
02
02
02
02
02
02
02
02
02
02
02
02
04
02
02
02
02
02
02
02
02
02
30
30
30
30
30
30
30
30
30
30
30
30
30
30
30
30
30
30
30
30
30
30
60
30
30
30
30
30
30
30
30
30
48
6.5.2 – Currículo pleno semestralizado
CÓDIGO
DISCIPLINA
CRÉDITOS
C.H.
PRÉ-REQUISITO
T.
P.
04
04
02
03
03
02
02
03
02
60
60
30
45
30
30
30
45
30
15
-
-
04
04
03
03
02
02
04
02
60
60
45
30
30
30
30
30
15
30
-
10-226
10-226
10-230
10-390
30-202
10-390; 10-391
-
04
04
04
04
03
03
02
60
30
45
60
30
30
30
30
15
15
15
-
15-121
10-390; 10-391
10-392
10-226
10-391
-
03
04
04
04
04
04
03
03
30
45
60
60
45
30
45
45
15
15
15
30
-
15-131
24-119
15-131
10-226
30-203
15-131
03
04
04
05
03
03
03
03
45
45
45
45
30
45
45
30
15
15
30
15
15
10-233
30-205
10-392
20-241
10-227
15-213
1O SEMESTRE
10-226
10-391
10-390
10-230
10-227
50-175
30-202
80-132
24-119
Matemática Básica para Engenharia
Química Geral Teórica
Química Geral Experimental
Física Básica
Estatística Geral
Introdução à Engenharia de Alimentos A
Geometria Descritiva e Desenho Técnico IA
Português Instrumental
Biologia
25 créditos
2O SEMESTRE
15-121
10-227
10-231
10-392
39-105
72-378
15-253
50-176
Cálculo Diferencial e Integral I
Geometria Analítica e Álgebra Linear
Física I
Química Orgânica IE
Geometria Descritiva e Desenho Técnico II
Metodologia da Pesquisa
Química Analítica Qualitativa
Fundamentos em Engenharia de Alimentos I
24 créditos
3O SEMESTRE
15-131
15-254
15-240
15-212
30-203
10-232
50-177
Cálculo Diferencial e Integral II A
Química Analítica Quantitativa
Química Orgânica II
Física IIB
Introdução a Algoritmos e Programação Matemática
Físico-Química I A
Fundamentos em Engenharia de Alimentos II
24 créditos
4O SEMESTRE
10-233
20-241
10-403
30-204
15-213
10-415
24-130
30-205
Físico-Química II
Microbiologia Básica
Cálculo Diferencial e Integral IIIA
Mecânica e Resistência dos Materiais
Física IIIB
Cálculo Numérico Computacional
Ciência do Ambiente
Balanço Material e Energético A
29 créditos
5O SEMESTRE
30-206
30-210
24-163
50-178
30-208
50-179
50-180
30-209
Termodinâmica A
Mecânica dos Fluidos A
Bioquímica
Microbiologia de Alimentos
Planejamento de Experimentos
Nutrição
Matérias Primas Alimentícias A
Eletrotécnica A
28 créditos
49
6O SEMESTRE
50-103
30-211
50-181
50-111
30-212
60-367
Análise de Alimentos
Operações Unitárias IA
Bioquímica de Alimentos A
Higiene, Legislação de Alimentos e Segurança do
Trabalho
Transferência de Calor e Massa
Economia I A
Optativa
05
03
05
04
30
30
30
60
45
15
45
-
15-254
30-210
24-163
-
06
03
02
60
45
30
30
-
30-205
-
30-206; 30-212
50-178; 50-181;
50-103
10-227
30-205; 10-232
28 créditos
7O SEMESTRE
30-213
50-106
Operações Unitárias IIA
Processos Tecnológicos I
04
04
45
45
15
15
50-101
30-214
30-215
60-368
50-182
Análise de Alimentos (Sensorial)
Cinética Química e Reatores
Optativa
Engenharia de Alimentos e Meio Ambiente A
Economia II A
Processos Tecnológicos II A
03
03
02
03
03
04
30
45
30
30
45
30
15
15
30
30-216
Laboratório para Engenharia de Alimentos I
03
-
45
24-130
60-367
50-178; 50-181;
50-103
30-211; 30-212
29 créditos
8O SEMESTRE
30-217
50-185
50-183
Operações Unitárias IIIA
Materiais e Embalagens A
Processos Tecnológicos III A
04
03
03
45
30
30
15
15
15
50-184
Processos Tecnológicos IV A
03
30
15
50-121
30-218
30-219
30-220
50-186
Instalações Industriais e Instrumentais
Modelagem e Simulação de Processos
Engenharia Bioquímica
Engenharia Econômica A
Trabalho de Graduação I
03
03
03
03
02
45
30
30
45
30
15
15
-
30-206; 30-212
50-178; 50-181;
50-103
50-178; 50-181;
50-103
30-213
30-213; 10-415
30-214
2000h/a
cursadas
27 créditos
9O SEMESTRE
30-217
72-352
39-159
Instrumentação e Controle de Processos
Psicologia das Relações Humanas
Planejamento e Projeto de Indústrias de Alimentos
04
04
04
45
60
45
15
15
60-369
Gestão Agroindustrial
Optativa
Trabalho de Graduação II
Laboratório para Engenharia de Alimentos II
Optativa
03
02
02
04
02
45
30
30
30
60
-
22
-
330
50-187
30-222
30-218
50-121; 30-211;
30-213;
30-217
60-367
50-186
30-217
25 créditos
10O SEMESTRE
50-114
Estágio Supervisionado
2500h/a
cursadas
22 créditos
50
DISCIPLINAS OPTATIVAS
50-193
Aditivos e Coadjuvantes na Indústria de Alimentos
02
15
15
60-370
50-192
Administração de Recursos Materiais no Agronegócio
Alimentos de Origem Animal Fermentados e Maturados
02
02
15
15
15
15
50-194
30-223
30-224
30-225
50-196
30-226
Análise Instrumental para Engenharia de Alimentos
Ciência e Tecnologia de Polímeros
Conservação de Alimentos pelo Frio
Controle Estatístico de Processos
Engenharia Genética aplicada a Alimentos
Estimação de Parâmetros e Planejamento
Esperimentos II
Estratégia Tecnológica com ênfase no Agronegócio
Gestão de Custos no Agronegócio
Gestão de Qualidade no Agronegócio I
Gestão de Qualidade no Agronegócio II
Gestão e Empreendedorismo no Agronegócio
Inteligência Competitiva no Agronegócio
Microbiologia Industrial
Modelagem e Simulação de Processos II
Modelagem Termodinâmica
Otimização de Processos
Processos Avançados para Tratamento de Resíduos
Processos de Separação com Membranas
Propriedades Físicas e Químicas de Alimentos
Realidade Brasileira
Tecnologia de Processos Enzimáticos A
Tecnologia de Processos Fermentativos
Tecnologia Supercrítica
Tópicos Avançados em Cálculo Numérico
Tópicos Avançados em Controle de Processos
Tópicos Especiais em Agronegócios
Tópicos Especiais em Catálise
Tópicos Especiais em Engenharia de Alimentos
Toxicologia de Alimentos A
02
02
02
02
02
02
15
15
15
15
15
15
15
15
15
15
15
15
50-106; 50-182;
50-183; 50-184
60-367
50-181; 50-178;
50-182
15-254
15-240
30-205
30-208; 10-227
20-241; 50-180
30-208; 10-415
02
02
02
02
02
02
02
02
02
02
02
02
02
04
02
02
02
02
02
02
02
02
02
30
30
30
30
30
30
15
15
15
15
30
15
15
60
15
15
15
30
15
30
30
30
30
15
15
15
15
15
15
15
15
15
15
-
60-367
60-367
60-367
60-367
60-367
60-367
20-241
30-218
30-206; 10-415
10-415
30-215
30-211
30-206; 30-210
30-219
30-219
30-206
10-415
30-218
60-367
10-391
50-183; 50-184
50-103
60-373
60-375
60-371
60-372
60-376
60-374
50-190
30-227
30-228
30-229
30-230
30-231
50-191
73-400
50-188
50-189
30-232
10-416
30-233
60-376
30-234
30-235
50-195
de
51
DISCIPLINAS DO 1° SEMESTRE
52
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
30-202 – GEOMETRIA DESCRITIVA E DESENHO TÉCNICO I A
CARGA HORÁRIA: 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Geometria Descritiva; Projeção ortogonal; Métodos descritivos, Problemas métricos e de
posição; Notação; Sistemas de Representação; Vistas Ortográficas Principais; Noções de
axometria e perspectiva.
OBJETIVOS
Fornecer ao aluno, através do estudo da Geometria Descritiva e do
Desenho Técnico, condições de entendimento da representação de pontos,
linhas e objetos, buscando desenvolver a sua percepção espacial/tridimensional
dos ambientes cotidianos tendo, ao final do período de estudo proposto,
condições de visualização e acompanhamento técnico da disciplina.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
GEOMETRIA DESCRITIVA
1. Generalidades: Definição; Classificação dos sistemas projetivos; Método
Mongeano: planos de projeção, linha de terra, projetante, linha de chamada,
épura. Convenções: pontos, retas, planos, projeções verticais e horizontais.
2. Estudo do Ponto: Coordenadas do ponto; projeções de um ponto; épura;
representação nos diedros; planos ortogonais, rebatimentos.
- Diedros: pontos contidos nos planos verticais e horizontais, projeção simultânea a
dois planos do diedro, representação projetiva nos quatro diedros.
- Triedros: Planos ortogonais de projeção, plano lateral auxiliar.
3. Estudo da Reta: Projeção ortogonal de uma reta sobre um plano e de um ponto
sobre uma reta; Condições, representações, posições coordenadas, rebatimentos
e épuras. Traços da reta; Tipos de reta; Diedros que uma reta atravessa;
4. Métodos Descritivos: O que são e quais são; Método da mudança de planos:
estudo do ponto; estudo da reta: épura e posição espacial.
53
DESENHO TÉCNICO
1. Introdução: Histórico; Fundamentos. Classificação dos desenhos técnicos.
2. Sistemas de Representação.
Consideração quanto aos planos de projeção, objeto e observador. Posições
relativas das vistas ortográficas principais. Sistema adotado pela ABNT.
2.1. Sistema alemão – do 1º diedro.
2.2. Sistema americano – do 3º diedro.
3. Leitura e interpretação de figuras:
3.1. Vistas Ortográficas Principais. Desenho das vistas. Utilização de materiais e
instrumentos para desenho.
4. Noções de des0enho em Perspectiva:
Tipos de perspectivas: isométrica, dimétrica e trimétrica, perspectiva oblíqua
cavaleira e perspectiva linear cônica.
4.1. Perspectiva Axonométrica – Isométrica.
4.2. Perspectiva Cavaleira 45º.
AVALIAÇÃO:
A avaliação será feita através de provas e trabalhos de geometria
descritiva e desenho técnico.
METODOLOGIA
Aulas expositivas (teóricas); recursos: quadro de giz (giz colorido), projeção
de transparências e cartazes;
Aulas práticas em laboratório;
Trabalhos práticos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BORGES, GLADYS C.M. e outros - Noções de Geometria Descritiva -Teoria e
Exercícios São Paulo 7ª edição Sagra - DC Luzzato, 1995.
SOUZA JÚNIOR, HUGO A. – Geometria Descritiva e Perspectiva. São Paulo, Pioneira,
1975
THOMAS, E.F. Desenho Técnico. . Porto Alegre: Globo, 1969.
SPECK, J.H. e PEIXOTO, V.V. Manual Básico de Desenho Técnico. 2ª edição. Editora
da UFSC – Florianópolis 2001.
PROVENZA, F. Desenhista de máquinas – Protec. 71 ed. São Paulo: Provenza 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LACOURT, H. Noções e fundamentos de geometria descritiva. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1995.
PRÍNCIPE JÚNIOR. A.R. Noções de Geometria Descritiva. Vol. I, São Paulo: Livraria
Nobel, 1987.
NORMAS TÉCNICAS DA A.B.N.T. – Associação Brasileira de Normas Técnicas.
54
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
10-390 - QUÍMICA GERAL EXPERIMENTAL
CARGA HORÁRIA: 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Estrutura Atômica, Tabela Periódica, Ligações Químicas, Funções Inorgânicas,
Formulações, Soluções, Sistema Internacional de Unidades, Reações Químicas,
Estequiometria; Cinética Química e Equilíbrio Químico.
OBJETIVOS
Proporcionar um aprendizado geral sobre a matéria sob os aspectos de
transformações, interações, obtenções e equilíbrios.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Técnicas de aquecimento em laboratórios.
2. Medidas de volumes (aproximados e precisos).
3. Determinação do teor de unidade de sais.
4. Processos gerais de separação de misturas.
5. Determinação da composição percentual de misturas.
6. Determinação da densidade de sólidos, líquidos e gases.
7. Construção da curva de solubilidade de um sal.
8. Determinação da solubilidade de um sólido em um líquido.
9. Funções Inorgânicas (Ácidos e Bases).
10. Propriedades funcionais.
11. Determinação do número de hidratação de um sal.
12. Preparação de soluções.
13. Padronização de soluções.
14. Reações químicas.
METODOLOGIA
Aulas experimentais, dialogadas e questionadas. Pesquisa bibliográfica.
AVALIAÇÃO
O desempenho acadêmico será avaliado em todas as dimensões:
participação, contribuição e interesse nas aulas e mediante provas práticas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ATKINS, Peter, Princípios de Química, Editora Artmed, São Paulo, 2001.
55
MASTERTON, Willian L. Princípios de química. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1985.
RUSSEL, John Boir. Química geral. 2 ed. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1994.
SILVA, Ronaldo Henrique da. Curso de química. 2 ed. São Paulo: Harbra, 1992.
QUAGLIANO, J. V. Química. 3 ed. São Paulo: Guanabara, 1973.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHOLNES, Jeronek. Introduction to general chemistry. C. V. Moshy Compy, Saint
Louis, 1976.
HADJA, Clara. Química. 3 ed. São Paulo: Marco, 1983.
MOREILLO, J. Temas Básicos de Química. Madrid: Alhambra, 1977.
NEKRASON, B. V. Química geral. 4 ed. Moscou: Mir, 1981.
NOVAIS, Vera Lucia Duarte de. Química Geral. 3 ed. São Paulo: Atual, 1983.
56
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
10-226 – MATEMÁTICA BÁSICA PARA ENGENHARIA
CARGA HORÁRIA: 60 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 04
EMENTA
Conjuntos Numéricos. Noções básicas de geometria plana e espacial métrica.
Funções. Matrizes, Determinantes e Sistemas Lineares.
OBJETIVOS
Apresentar ao aluno uma revisão dos principais conceitos sobre
matemática básica preparando-o para as disciplinas de cálculo diferencial e
integral ministradas ao longo do curso.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. CONJUNTOS DE NÚMEROS
1.1. Conjunto dos números naturais;
1.2. Conjunto dos números inteiros;
1.3. Conjunto dos números reais e complexos;
1.4. Operações com números reais e complexos;
1.5. Valores absolutos.
2. GEOMETRIA PLANA E ESPACIAL
2.1. Área de polígonos: triângulos, quadrado, retângulo, paralelogramo, losango,
e trapézio;
2.2. Área e volume de prismas, pirâmides, cilindros, cones e esferas.
3. FUNÇÕES
3.1. Definição e representação;
3.2. Função linear
- Noções básicas;
- Representação gráfica.
3.3. Função quadrática
- Noções básicas;
- Representação gráfica.
3.4. Função exponencial
- Noções básicas;
- Representação gráfica.
3.5. Função logarítmica
- Propriedades dos logaritmos.
3.6. Função modular;
3.7. Funções trigonométricas
- Seno, cosseno e tangente;
- Noções básicas;
57
-
Representação gráfica.
4. MATRIZES E DETERMINANTES
4.1. Definição e classificação;
4.2. Igualdade e operações: adição e subtração;
4.3. Multiplicação de matriz por um número real;
4.4. Multiplicação de matrizes;
4.5. Determinantes
- Resolução de determinantes de ordem 2 e 3;
- Resolução de determinantes de ordem n.
4.6. Inversão de matrizes.
5. SISTEMAS LINEARES.
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através de provas e trabalhos escritos.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, trabalhos individuais e em grupos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOULOS, P. Pré-Cálculo. Editora Makron Books do Brasil. 1999.
IEZZI, G.; DOLCE, O. DEGENSZAJN, D.M.; PÉRIGO, R. Fundamentos de Matemática.
Elementar, Volumes 1, 2, 5 e 9, Editora Atual. 1993.
SIGMOREcLLI, C.F. Matemática. Editora Ática, 1992.
SMOLE, K.S., DINIZ, M.I. Matemática – Ensino Médio. Ed. Saraiva. 3ª Edição. 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PAIVA, M. Matemática. Editora Moderna. 1950.
SMOLE, K.S. e KIYUKAWA, R. Matemática. Editora Saraiva. 1998.
58
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA:
24-119 – BIOLOGIA
CARGA HORÁRIA: 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Introdução e Histórico. Características gerais dos seres vivos. Citologia (descrição e
funções). Diferenciação entre células. Divisão celular. Ácidos nucléicos. Histologia
(descrição e funções). Botânica. Nutrição animal. Genética.
OBJETIVOS
Apresentar ao aluno uma revisão dos diferentes tópicos de biologia, dando
assim nivelamento básico e suporte para as disciplinas relacionadas, como:
microbiologia, bioquímica, matérias primas alimentícias e processos tecnológicos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. INTRODUÇÃO E HISTÓRICO
1.1. Histórico da evolução da biologia;
1.2. Teorias de origem da vida;
1.3. Classificação dos reinos;
1.4. Nomenclatura científica.
2. CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS SERES VIVOS
2.1. Composição química inorgânica e orgânica;
2.2. Reprodução; Evolução; Metabolismo; Diferenciação celular; Movimento;
Crescimento; Organização celular.
3. CITOLOGIA (descrição e funções)
3.1. Parede celular;
3.2. Membranas e transporte através de membranas;
3.3. Citoplasma e organelas;
3.4. Núcleo.
4. DIFERENCIAÇÃO ENTRE CÉLULAS
4.1. Procariotos e eucariotos;
4.2. Célula animal e célula vegetal.
5. DIVISÃO CELULAR
5.1. Ciclo celular;
5.2. Mitose;
5.3. Meiose.
6. ÁCIDOS NUCLÉICOS
6.1. Composição do DNA e RNA;
59
6.2. Duplicação do DNA;
6.3. Transcrição e tradução do DNA;
6.4. Código genético universal;
6.5. Mutações de ponto no DNA.
7. HISTOLOGIA (descrição e funções)
7.1. Tecido epitelial;
7.2. Tecido conjuntivo;
7.3. Tecido muscular;
7.4. Tecido nervoso.
8. BOTÂNICA
8.1. Classificação vegetal;
8.2. Morfologia externa de angiospermas;
8.3. Diferenças entre monocotiledôneas e dicotiledôneas;
8.4. Nutrição de plantas;
8.5. Fotossíntese x respiração;
8.6. Reguladores de crescimento vegetal.
9. NUTRIÇÃO ANIMAL E APARELHO DIGESTIVO
10. GENÉTICA
10.1. 1ª Lei de Mendel;
10.2. 2ª Lei de Mendel;
10.3. Epistasias.
4. AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através de provas e trabalhos escritos.
5. METODOLOGIA
Aulas expositivas, trabalhos individuais e em grupos.
6. BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALBERTS, B. BRAY, D.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K.; WATSON, J. Biologia Molecular
da Célula. Porto Alegre, Artes Médicas, 1997.
AMABIS &MARTHO. Biologia. Vol. 1, 2, 3. São Paulo, Ed. Moderna, 1995.
LINHARES, S.; GEWANDSGNAJDER, F. Biologia Hoje. Vol. 1, 2, 3. São Paulo. Ed. Ática,
1995.
LOPES, S. Bio. Vol. 1, 2, 3. São Paulo. Ed. Saraiva, 1994.
7. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LEHNINGER, A. et al. Princípios de Bioquímica. São Paulo. Sarvier, 1995.
60
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA:
10-227 - ESTATÍSTICA GERAL
CARGA HORÁRIA: 45 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA
Conceitos Introdutórios sobre Estatística; Tabelas de Freqüência e Histogramas; Medidas de
Posição e de Dispersão; Introdução à Probabilidade; Distribuição Normal; Amostragem em
Distribuições Normais; Combinação linear de variáveis normais. Introdução à inferência
estatística; Comparação de duas médias; análise de variância. Introdução às técnicas de
Planejamentos de Experimentos.
OBJETIVOS
- Dar subsídios aos alunos para observarem, descreverem e analisarem os
fenômenos que os cercam.
- Desenvolver a compreensão da estatística e do raciocínio estatístico.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. ASPECTOS BÁSICOS DA ESTATÍSTICA:
1.1. Conceito e aplicações;
1.2. População e amostra;
1.3. Instrumental matemático: arredondamento, regra de três, percentagem.
2. SÉRIES ESTATÍSTICAS:
2.1. Conceito e classificação;
2.2. Representação gráfica e aplicações.
3. DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA:
3.1. Organização e distribuição de freqüências;
3.2. Representação gráfica.
4. MEDIDAS DE TENDÊNCIA CENTRAL:
4.1. Médias, mediana e moda.
5. AMOSTRAGEM:
5.1. Importância da técnica de amostragem na coleta de dados;
5.2. Amostragem aleatória e outros tipos.
6. MEDIDAS DE DISPERSÃO:
6.1. Desvios: desvio padrão, variância.
6.2. Coeficiente de variação.
7. TESTES DE HIPÓTESES:
7.1. Noções de correlação e regressão;
7.2. Correlação e regressão linear;
61
7.3. Testes envolvendo médias, diferença de médias;
7.3. Análise de variância;
8. INTRODUÇÃO ÀS TÉCNICAS DE PLANEJAMENTO DE EXPERIMENTOS
8.1. Conceito e importância do Planejamento de Experimentos;
8.2. Procedimentos clássicos.
AVALIAÇÃO
Provas, trabalhos.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, trabalhos individuais e em grupos, apresentação dos
trabalhos, pesquisas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AZEVEDO, Amílcar Gomes. Paulo Henrique Borges de Campos. Estatística Básica.
Rio de Janeiro: LTC, 1976.
CRESPO, Antonio Arnot. Estatística. Porto Alegre: Saraiva, 1991.
SPIEGEL, Murray Ralph. Estatística. São Paulo. McGraw Hill do Brasil, 1993.
STEVENSON, Willian J. Estatística Aplicada a Administração. São Paulo. Harbra.
1981.
SILVA, Elio Medeiros. GONÇALVES, Válter. SILVA, Ermes Medeiros. MUROLO, Afrânio
Carlos. Estatística (para os cursos de Economia, Administração e Ciências
Contábeis). São Paulo: Atlas, 1995.
Barros Neto, B.; Scarminio, I. S. e Bruns, R. E. Como fazer experimentos: pesquisa e
desenvolvimento na ciência e na indústria. Editora da UNICAMP. 2.ed. 401p.
Campinas, SP, 2002
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BUSSAB, Wilton O. MORETTIN, edro A. Estatística Básica. São Paulo: Atual, 1987.
COSTA, Sérgio Francisco. Introdução Ilustrada à Estatística. São Paulo: Harbra,
1992.
FONSECA, Jairo Simon da. MARTINS, Gilberto de Andrade. Curso de Estatística. São
Paulo. Atlas, 1982.
MORETTIN, Luiz Gonzaga. Estatística Básica. São Paulo: McGraw-Hill, 1994
62
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA:
10-391 - QUÍMICA GERAL TEÓRICA
CARGA HORÁRIA: 60 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 04
EMENTA
Estrutura Atômica, Tabela Periódica, Ligações Químicas, Funções Inorgânicas,
Formulações, Soluções, Sistema Internacional de Unidades, Reações Químicas,
Estequiometria; Cinética Química e Equilíbrio Químico.
OBJETIVOS
Proporcionar um aprendizado geral sobre a matéria sob os aspectos de
transformações, interações, obtenções, equilíbrios, bem como o de vivenciar os
métodos utilizados pelas ciências.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Matéria e formas de medida; Sistema Internacional de Unidades
2. Átomos, moléculas e íons
3. Tabela Periódica e propriedades
4. Ligação química; Estrutura molecular
5. Funções inorgânicas: ácidos, bases, sais e óxidos
6. Fórmulas e equações químicas
7. Tipos de reações químicas
8. Estequiometria
9. Soluções
10. Leis químicas
11. Cinética química
12. Equilíbrio químico
13. Equilíbrio Ácido - Base, pH.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, dialogadas e questionadas. Aulas experimentais. Pesquisa
bibliográfica.
AVALIAÇÃO
O desempenho acadêmico será avaliado em todas as dimensões:
participação, contribuição e interesse nas aulas e por duas provas escritas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
63
ATKINS, Peter, Principios de Química, Editora Artmed, São Paulo, 2001.
MASTERTON, Willian L. Princípios de química. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1985.
RUSSEL, John Boir. Química geral. 2 ed. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1994.
SILVA, Ronaldo Henrique da. Curso de química. 2 ed. São Paulo: Harbra, 1992.
QUAGLIANO, J. V. Química. 3 ed. São Paulo: Guanabara, 1973.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHOLNES, Jeronek. Introduction to general chemistry. C. V. Moshy Compy, Saint
Louis, 1976.
HADJA, Clara. Química. 3 ed. São Paulo: Marco, 1983.
MOREILLO, J. Temas Básicos de Química. Madrid: Alhambra, 1977.
NEKRASON, B. V. Química geral. 4 ed. Moscou: Mir, 1981.
NOVAIS, Vera Lucia Duarte de. Química Geral. 3 ed. São Paulo: Atual, 1983.
64
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
50-175 - INTRODUÇÃO A ENGENHARIA DE ALIMENTOS A
CARGA HORÁRIA: 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
O caráter interdisciplinar do Currículo do Curso de Engenharia de Alimentos. O papel do
Engenheiro de Alimentos na indústria e instituições de pesquisa. Áreas de atuação do
Engenheiro de Alimentos. Postura do Engenheiro de Alimentos com relação à sociedade e
ao mercado de trabalho.
OBJETIVOS
Dar uma visão geral sobre o profissional e a profissão de Engenheiro de
Alimentos, procurando inter-relacionar a formação com as responsabilidades e
direitos profissionais.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1) O CARÁTER INTERDISCIPLINAR DO CURSO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS
Os problemas na Engenharia e na Engenharia de Alimentos;
Criação dos Cursos de Engenharia de Alimentos no País;
Conceito de Engenharia, Ciência e Tecnologia de Alimentos;
As ciências fundamentais no Currículo de Engenharia de Alimentos;
As ciências básicas no Currículo de Engenharia de Alimentos;
As ciências de formação geral no Currículo de Engenharia de Alimentos;
Formação profissional específica: Microbiologia de Alimentos, Bioquímica de
Alimentos, Análise de Alimentos, Análise Sensorial, Controle de Processos
Alimentícios;
O Currículo do Curso de Engenharia de Alimentos da URI-Campus de Erechim.
2) O PAPEL DO ENGENHEIRO DE ALIMENTOS NA INDÚSTRIA E INSTITUIÇÕES DE
PESQUISA
Mercado de trabalho;
Atributos do engenheiro de alimentos: habilitação, atitudes e comportamentos
profissionais;
Papel social;
Campo de atuação do profissional.
65
3) INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE ALIMENTOS
Evolução dos processos tecnológicos na preservação dos alimentos;
Tipos de indústrias de alimentos e processos tecnológicos envolvidos no
processamento;
Visitas técnicas à indústrias de alimentos.
AVALIAÇÃO:
A avaliação do aluno será feita através de:
a) Apresentação de seminários;
b) Participação em sala de aula;
c) Relatórios de visitas técnicas à indústrias de alimentos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Sites:
www.confea.org.br
www.abea.com.br
www.abia.org.br
www.ital.org.br
www.google.com.br
ASSOCIAÇÕES - Brasil
ABAM - Assoc. Brasileira dos Produtores de Amido de Mandioca
ABCQ - Assoc. Brasileira dde Controle de Qualidade
ABECITRUS - Assoc. Brasileira dos Exportadores de Citrus
ABIA - Assoc. Brasileira das Indústrias de Alimentação
ABIAM - Assoc. Brasileira das Indústrias de Ingredientes para Alimentos
ABIC - Assoc. Brasileira da Indústria do Café
ABIMA - Assoc. Brasileira das Indústrias de Massas Alimentícias
ABIMAQ - Assoc. Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos
ABIOVE - Assoc. Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais
ABIQ - Assoc. Brasileira das Indústrias de Queijo
ABITRIGO - Assoc. Brasileira da Indústria do Trigo
ABML - Assoc. Brasileira de Movimentação e Logística
ABNT - Assoc. Brasileira de Normas Técnicas
ABRASEG - Assoc. Bras. dos Distrib. de Equip. de Segurança e Proteção ao
Trabalho
ABRE - Assoc. Brasileira de Embalagem
SBCTA - Sociedade Brasileira de Ciencia e Tecnologia de Alimentos
BASES DE DADOS
Nutrient Data Base - USDA
Tabela Brasileira de Composição de Alimentos - USP
Tabla de Composición de Alimentos de America Latina - FAO
INSTITUTOS, ORGÃOS DE GOVÊRNO e OUTROS - Brasil
Alimento Seguro
ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde
66
Centro de Tecnologia de Produtos Alimentares - SENAI
EMBRAPA - CTAA - Centro Nac. de Pesquisa de Tecn.Agroindustrial de Alimentos
INMETRO - Instituto Nacional de Metrologia, Normatização e Qualidade Industrial
INPI - Instituto Nacional de Propriedade Industrial
ITAL - Instituto de Tecnologia de Alimentos
Livraria Varela
Min. da Agricultura
SEBRAE NACIONAL
Periódicos da área.
67
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
10-230 – FÍSICA BÁSICA
CARGA HORÁRIA: 45 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA
Vetores. Movimento em uma dimensão. Movimento em duas dimensões.
OBJETIVOS
Apresentar ao aluno uma revisão dos principais conceitos sobre física
básica preparando-o para as disciplinas de física e suas derivações ministradas ao
longo do curso.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1) INTRODUÇÃO
1.1) Grandezas mecânicas: comprimento, massa, tempo;
1.2) Sistemas de unidades;
1.3) Dimensões;
1.4) Precisão e algoritmos significativos;
1.5) Representação gráfica de funções.
2) VETORES
2.1) Escalares e vetores;
2.2) Operações com vetores
Método gráfico;
Método analítico;
Componentes de um vetor;
Vetores unitários;
Extensão ao caso de três dimensões.
3) MOVIMENTO EM UMA DIMENSÃO
3.1) Distância percorrida e deslocamento;
3.2) Velocidade
Velocidade escalar e velocidade vetorial;
Velocidade média;
Velocidade instantânea;
Movimento com velocidade vetorial constante.
3.3) Aceleração
Aceleração média;
Aceleração instantânea;
Movimento com aceleração constante.
3.4) Queda livre e lançamento vertical
A aceleração da gravidade.
4) MOVIMENTO EM DUAS DIMENSÕES
4.1) Movimento circular uniforme
68
Aceleração centrípeta
4.2) Lançamento horizontal
4.3) Lançamento oblíquo.
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através de provas escritas e trabalho em grupo.
METODOLOGIA
As aulas serão expositivas e dialogadas, com resolução de exercícios em
grupo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HALLIDAY, D. & RESNICK, R. Fundamentos da Física - Gravitação, Ondas e
Termodinâmica. Vol 2, Rio de Janeiro: LTC, 1994.
HALLIDAY, D. & RESNICK, R. Fundamentos da Física - Óptica e Física Moderna. Vol
4, Rio de Janeiro: LTC, 1994.
SEARS, F. W. & ZEMANSKI, M. W. Física - Calor, Ondas, Óptica. Vol. 2, Riod e Janeiro:
LTC, 1981.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
RAMALHO, F. et al. Os Fundamentos da Física. Vol. 1, São Paulo: Moderna, 1983.
SEARS, F. W. ZEMANSKI, M. W. Física - Mecânica e Hidrodinâmica. Vol. 1, Rio de
Janeiro: LTC, 1981.
TIPLER, P. A. Física. Vol. 2, Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1978.
69
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
80-132 – PORTUGUÊS INSTRUMENTAL
CARGA HORÁRIA: 45 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 03
1. EMENTA
Aprimoramento da leitura compreensiva, interpretativa e crítica de textos
persuasivos, informativos e técnicos, tendo em vista a produção dessa tipologia
textual em conformidade com a gramática de uso.
2. OBJETIVOS
- Oferecer subsídios de Língua Portuguesa aos estudantes afim de que
possam pensar, falar e escrever com mais clareza, concisão, coerência e ênfase.
- Auxiliar os estudantes no sentido de saberem usar a língua para estruturar
melhor seus pensamentos, nas falas e suas escritas, enfim na comunicação.
3. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. PRÁTICA DA LEITURA PARA:
1.1. Perceber idéias básicas do texto.
1.2. Interpretar fatos e fazer relações;
1.3. Desvelar contradições subjacentes ao texto;
1.4. Posicionar-se frente ao texto lido;
1.5. Preparar a produção de texto oral e escrito.
2. TIPOLOGIA TEXTUAL:
2.1. Textos formativos;
2.2. Textos informativos;
2.3. Textos técnicos.
3. PRODUÇÃO TEXTUAL (ORAL E ESCRITA):
3.1. Produção de textos adequados à finalidade, à situação e ao destinatário;
3.2. Produção de textos:
3.2.1. Narrativos;
3.2.2. Descritivos;
3.2.3. Dissertativos;
3.3. Produção de textos que circulam no meio social:
3.3.1. Textos publicitários;
3.3.2. Textos instrucionais;
3.3.3. Textos técnicos.
4. ANÁLISE LINGUÍSTICA DO TEXTO PRODUZIDO PELO ALUNO, COMPREENDENDO:
4.1. Aspectos da estrutura textual interna;
4.2. Aspectos de ordem morfossintática;
4.3. Aspectos de ordem fonológica.
70
4. METODOLOGIA
Aulas expositivas.
5. AVALIAÇÃO
O aluno será avaliado através do seu desempenho oral, escrito, nas
produções textuais propostas. Será avaliado ainda pelos progressos apresentados
ao avaliar o próprio texto e os textos de outrem, à luz da análise lingüística textual.
6. BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AQUINO, Dilma Pires de. & Outros. A Motivação e as Condições de Produção de
Textos. São Paulo: Editora da PUC, 1986.
CITELLI, Adilson. Linguagem e Persuasão. São Paulo: Ática, 1985.
FIORIN, José Luiz & SAVIOLI, Francisco Platão. Para entender o texto: Leitura e
Redação. São Paulo: Ática, 1990.
INFANTE, Ulisses. Curso de Gramática Aplicada aos Textos. 2 ed. São Paulo:
Scipione, 1995.
7. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GARCIA, Othon M. Comunicação em Prosa Moderna. 6 ed. Rio de Janeiro:
Fundação Getúlio Vargas, 1977.
INFANTE, Ulisses. Do Texto ao Texto: Curso Prático de Leitura e Redação. São Paulo:
Scipione Ltda, 1991.
KASPARI, Adalberto José. Redação Oficial: normas e modelos. 10 ed. Porto Alegre:
PRODIL, 1996.
71
DISCIPLINAS DO 2° SEMESTRE
72
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
39-105 – GEOMETRIA DESCRITIVA E DESENHO TÉCNICO II
CARGA HORÁRIA: 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Normalização; Entidades Normativas; Normas Técnicas; Desenho não projetivo: Gráficos,
Diagramas e fluxogramas; Esquemas e croquis técnicos; Projeção de peças e equipamentos
industriais (tubulações, roscas, etc.) Edificações: Projeto Arquitetônico Industrial – planta
baixa, cortes, fachada.; Instalações elétricas e hidráulicas.
OBJETIVOS
A disciplina objetiva desenvolver a participação tridimensional do aluno, a
apresentação dos símbolos e sinais iniciais na concepção e entendimento do
projeto arquitetônico e os demais recursos de representação normatizada a
disposição do engenheiro para a apresentação de seus projetos e/ou
intervenções nas relações multidisciplinares que compõe o futuro exercício
profissional do aluno.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. NORMAS TÉCNICAS DE DESENHO
1.1. O que são e para que serve, qual sua importância.
1.2. Entidades Normativas – O Conmetro, Inmetro, ISO.
1.3. Normas Fundamentais: escalas; traçados; linhas; representação de letras e
algarismos; procedimentos; materiais e instrumentos de desenho; notações e as
convenções geralmente utilizadas.
2. GRÁFICOS, DIAGRAMAS, FLUXOGRAMAS E ORGANOGRAMAS
2.1. Gráficos em linhas e em curvas;
2.2. Gráficos de colunas e barras;
2.3. Gráficos de setores e gráficos polares.
3. EDIFICAÇÕES E O PROJETO ARQUITETÔNICO INDUSTRIAL
73
3.1. O projeto arquitetônico e suas finalidades, plantas baixas, cortes, elevação,
plantas de situação e localização, orientação solar dos compartimentos
conforme sua utilização.
4. PROJETO ELÉTRICO
4.1. Desenho do projeto elétrico;
4.2. Simbologia;
4.3. Desenho de condutos e principais símbolos e sinais;
4.4. Noção geral de eletricidade baixa tensão.
5. PROJETO HIDROSSANITÁRIO
5.1. Desenho do projeto hidrossanitário;
5.2. Disposição das instalações de água quente e fria e redes de esgoto cloacal e
pluvial;
5.3. Noção geral sobre sistemas de abastecimento de água; nomenclatura e tipo
de canalização utilizada.
6. NOÇÕES SOBRE PROJETOS ESPECIAIS
6.1. Proteção de incêndio.
7. Trabalho de campo “Levantamento Gráfico e Descritivo de uma Indústria de
Alimentos”.
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através de provas e trabalhos desenvolvidos em
sala de aula e atividades práticas de campo.
METODOLOGIA
Aulas expositivas (teóricas); recursos: quadro de giz (giz colorido), projeção
de transparências e cartazes.
Aulas práticas em laboratório;
Trabalhos práticos desenvolvidos em sala de aula e fora dela.
74
Trabalho de campo que busca a contextualização dos conteúdos
apresentados pelos alunos e professor com a realidade dentro de uma indústria
de alimentos. Esta atividade tem acessoramento constante pelo professor e é
desenvolvida em pequenos grupos praticamente durante todo o semestre dando
liberdade de apresentação com os mais diversos recursos que os grupos
buscarem ou criarem.
Obs: A disciplina será integrada com o suporte informático existente e
plenamente acessível aos alunos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
THOMAS, E.F. Desenho Técnico. . Porto Alegre: Globo, 1969.
SPECK, J.H. e PEIXOTO, V.V. Manual Básico de Desenho Técnico. 2ª edição. Editora
da UFSC – Florianópolis 2001.
NORMAS TÉCNICAS DA A.B.N.T. – Associação Brasileira de Normas Técnicas.
(Normas de desenho, inst. elétrica, hidráulica, esgoto; prevenção de
incêndio).
TESCH. Normas e Elementos para o Desenho Arquitetônico. São Paulo: Editora
Tecnoprint, 1979.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PROVENZA, F. Desenhista de máquinas – Protec. 71 ed. São Paulo: Provenza 1996.
BORGES, A.C. Prática das Pequenas Construções. São Paulo: Editora Edgar
Blücher, 1978.
MONTENEGRO, Gildo. Desenho Arquitetônico. São Paulo: Editora Edgar Blücher.
75
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
15-121 - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I
CARGA HORÁRIA: 60 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 04
EMENTA
Limites; Continuidade; Derivação de funções de uma variável; Aplicação das derivadas;
Integração indefinida e definida; Interação por partes e por substituição.
OBJETIVOS
Fornecer ao aluno conceitos introdutórios de cálculo diferencial e integral,
como limite, continuidade, derivação e integração de funções de uma variável.
CONTEÚDO PORGRAMÁTICO
1. LIMITES E CONTINUIDADE:
1.1. Limite de uma função;
1.2. Teoremas fundamentais;
1.3. Limites no infinito;
1.4. Continuidade de funções.
2. DERIVAÇÃO
2.1. Definição e interpretação geométrica;
2.2. Derivação das funções elementares;
2.3. Derivação das funções: composta, logarítmicas, trigonométricas, diretas e
inversas;
2.4. Diferencial de uma função de uma variável;
2.5. Taxas de variação.
3. APLICAÇÕES DAS DERIVADAS:
3.1. Velocidade e aceleração no movimento retilíneo e curvilíneo;
3.2. Cálculo de limites: Regra de L’Hôpital;
3.3. Máximos e mínimos de uma função;
3.4. Teorema de Rolle e do Valor médio;
3.5. Aplicações gerais.
4. INTEGRAÇÃO:
4.1. Integral Indefinida;
4.2. Regras de Integração;
4.3. Integral Definida;
4.4. Integração por Substituição e por partes;
AVALIAÇÃO
76
A avaliação será feita através de provas, trabalhos e tarefas em classe e
extra-classe.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, trabalhos individuais e em grupos, utilização de software
matemáticos (Mathcad, Scilab, MatLab) no laboratório de informática.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANTON, Howard. Cálculo, um novo horizonte. 6 ed. Volumes I e II. Porto Alegre. Editora
Bookman, 2000.
FLEMMING, Diva Maria, GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A - Funções, Limites, Derivação
e Integração. 5 ed. São Paulo: Editora McGraw-Hill Ltda., 1992.
HOFFMANN, Laurence D. Cálculo 1. Vol. 1., 2. ed. Rio de Janeiro: LTC Editora, 1994.
LEITHOLD, Louis. O Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 1 São Paulo: Harbra. 1994.
MUNEM-FOULIS - Cálculo. Vol I. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan S.A., 1978.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AYRES, Frank. Cálculo Diferencial e Integral. São Paulo: Coleção Schaum McGraw-Hill, 1994.
GRANVILLE, Smith. Elementos de Cálculo Diferencial e Integral. Rio de Janeiro:
Científica, 1961.
LANG, Serge. Cálculo I. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1976.
SWOKOWSKI, Earl Willian, Cálculo com Geometria Analítica, 2 ed., Volumes I e II,
São Paulo: Editora Makron Books, 1994.
77
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
10-227 - GEOMETRIA ANALÍTICA E ÁLGEBRA LINEAR
CARGA HORÁRIA: 60 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 04
EMENTA
Estudo da reta no plano e no espaço. Equações vetoriais. Estudo do plano. Estudo da
circunferência. Espaço vetorial. Transformações lineares. Espaços com produto interno.
Autovalores e autovetores.
OBJETIVOS
Identificar as coordenadas na reta, no plano e no espaço. Calcular
distância entre dois pontos e entre um Ponto e uma Reta, Ponto Médio.
Reconhecer colinearidade, paralelismo e perpendicularismo. Identificar Equação
Geral e Reduzida da Reta e da Circunferência. Utilizar conhecimentos de geometria
analítica para resolver problemas de aplicação. Reconhecer Vetores e suas
propriedades. Efetuar operações entre vetores. Representar graficamente os
vetores. Resolver problemas envolvendo vetores.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 - VETORES NO R2 E R3
1.1 – Noção, classificação, representação;
1.2 – Igualdade e operações;
1.3 – Produto escalar;
1.4 – Módulo de vetores;
1.5 – Ângulo entre dois vetores;
1.6 – Produto vetorial;
1.7 – Produto misto;
1.8 – Interpretação geométrica do produto vetorial e misto;
1.9 – Problemas de aplicação.
2. GEOMETRIA ANALÍTICA
2.1 – Distância entre dois pontos;
2.2 – Ponto médio;
2.3 – Condição de alinhamento de três pontos;
2.4 – Equação da reta
- Equação geral e reduzida da reta;
- Intersecção entre duas retas;
- Condição de paralelismo e perpendicularismo de retas.
3. SISTEMAS LINEARES
3.1 – Equações lineares;
3.2 – Resolução de sistemas lineares;
3.3 – Transformações lineares.
78
METODOLOGIA
Aulas expositivas e dialogadas.
Trabalhos individuais e em grupos.
Utilização de softwares matemáticos para resolução de problemas na
Engenharia de Alimentos
AVALIAÇÃO
Trabalhos individuais e em grupos.
Provas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MACHADO, A. S. Álgebra e Geometria analítica. São Paulo: Atual, 1982.
KOLMAN, B. Introdução à Álgebra Linear com aplicações. Rio de Janeiro: LTC,
1999.
ANTON, H. Álgebra linear com aplicações. Porto Alegre: Bookman, 2002.
BOLDRINI. J. L. Algebra Linear. 3.ed. São Paulo: Harbra, 1980.
STEINBRUCH, A.; WINTERLE, P. Introdução à Álgebra linear. São Paulo: MacGraw-Hill,
1990.
VENTURI, J. J. Álgebra Vetorial e Geometria Analítica. Curitiba: Artes Gráficas, 1989.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
STEINBRUCH, A. Álgebra linear. São Paulo: MacGraw-Hill. 1987.
LIMA, E.L. et al. A matemática do ensino médio. Vol. 3. Rio de Janeiro: SBM, 1999.
STEINBRUCH, Alfredo & WINTERLE, Paulo. Geometria Analítica. São Paulo: Makron
Books, 1987.
IEZZI, Gelson. Fundamentos de Matemática Elementar. Vol. 7. (Geometria
Analítica). São Paulo: Atual, 1993.
MACHADO, A. dos S. Álgebra linear e geometria analítica. 2ª ed. São Paulo: Atual,
1996.
79
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
10-392 – QUÍMICA ORGÂNICA I E
CARGA HORÁRIA: 45 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA
Compostos de carbono e ligações químicas. Grupos funcionais. Isomeria.
Propriedades de hidrocarbonetos, álcoois, éteres e ésteres. Compostos
aromáticos. Aldeídos e cetonas. Ácidos carboxílicos e seus derivados. Aminas.
Fenóis.
OBJETIVOS
Fornecer ao aluno os conhecimentos teóricos e práticos sobre os principais
compostos de carbono, de modo que ele possa identificar a estrutura dos
principais compostos orgânicos, sua nomenclatura e suas propriedades físicas.
Estes conhecimentos servirão de base para a disciplina de Bioquímica e,
conseqüentemente, para outras disciplinas de formação profissional geral e
específica.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 - ESTRUTURA E PROPRIEDADES
1.1 - Estrutura atômica: orbitais e configurações eletrônicas;
1.2 - Orbitais moleculares;
1.3 - Ligações químicas: ligações iônicas e covalentes;
1.4 - Ligações covalentes polares: eletronegatividade; momento de dipolo;
1.5 - Orbitais híbridas. Hibridização sp3, sp2 e sp;
1.6 - Estruturas de Lewis e fórmulas estruturais;
1.7 - Forças intermoleculares;
1.8 - Estrutura e propriedades físicas. Ponto de fusão e ebulição. Solubilidade;
1.9 - Ácidos e bases.
2 - INTRODUÇÃO A QUÍMICA ORGÂNICA
2.1 - O átomo de carbono: Teoria de Kekulé;
2.2 - Ligações simples e múltiplas;
2.3 - Cadeias carbônicas e sua classificação;
2.4 - Funções orgânicas.
3 - ALCANOS E CICLO-ALCANOS
3.1 - Classificação segundo a estrutura: famílias de compostos;
3.2 – Rotação livre em torno da ligação singela carbono-carbono. Conformações.
Tensão torsional;
3.3 – Alcanos superiores. Séries homólogas;
3.4 – Nomenclatura. Grupos alquilo;
3.5 – Propriedades físicas. Obtenção industrial;
80
3.6 – Nomenclatura de compostos cíclicos;
3.7 – Conformações de cicloalcanos. Ligações equatoriais e axiais no cicloHexano;
3.8 – Esterioisomeria em compostos cíclicos: isomeria cis e trans.
4 - ESTERIOISÔMEROS
4.1 - Isomerismo; atividade ótica; rotação específica;
4.2 - Enantiômeros e moléculas quirais;
4.3 - Compostos mesógiros;
4.4 - Misturas racêmicas;
4.5 - Propriedades físicas e nomenclatura dos estereoisômeros;
4.6 - Fórmulas de projeção de Fischer.
5 – ALCENOS E ALCINOS
5.1 - Nomenclatura de hidrocarbonetos insaturados;
5.2 - Propriedades físicas;
5.3 – Isomeria.
6 – AROMATICIDADE
6.1 – Compostos alifáticos e aromáticos;
6.2 – Estrutura do benzeno;
6.3 – Nomenclatura dos derivados do benzeno;
6.4 - Hidrocarbonetos aromáticos polianelares;
6.5 – Propriedades físicas. Obtenção industrial dos alquilbenzenos.
7 – ÁLCOOIS E ÉTERES
7.1 – Estrutura dos álcoois;
7.2 – Classificação dos álcoois e nomenclatura;
7.3 – Propriedades físicas dos álcoois;
7.4 – Obtenção industrial;
7.5 – Estrutura e nomenclatura dos éteres;
7.6 – Propriedades físicas dos éteres.
8 - ALDEÍDOS E CETONAS
8.1 – Estrutura;
8.2 – Nomenclatura;
8.3 – Propriedades físicas.
9 - ÁCIDOS CARBOXÍLICOS E SEUS DERIVADOS
9.1 – Estrutura;
9.2 - Nomenclatura ;
9.3 - Propriedades físicas;
9.4 – Obtenção industrial;
9.5 – Sais de ácidos carboxílicos;
9.6 – Ácidos dicarboxílicos;
9.7 – Derivados de ácidos carboxílicos;
9.8 - Anidridos de ácidos carboxílicos;
9.9 – Ésteres;
10 – AMIDAS
10.1 – Nomenclatura;
10.2 – Propriedades físicas.
81
11 - AMINAS
11.1 – Estrutura;
11.2 – Classificação. Nomenclatura;
11.3 - Propriedades físicas;
11.4 - Sais de amina;
11.5 - Aminas biologicamente importantes.
12 -FENÓIS
12.1 – Estrutura e nomenclatura;
12.2 - Propriedades físicas;
12.3 - Fenóis de ocorrência natural;
12.4 – Obtenção industrial.
AVALIAÇÃO
Serão realizadas duas provas parciais e uma prova de recuperação.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, trabalhos individuais e em grupos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MORRISON, R., BOYD, R., Química Orgânica. Lisboa: LTC, 13a ed., 1996
ALLINGER, N.L., CAVA, M.P. JONGH, D.C., JOHNSON, C.R., LEBEL, N.A., STEVENS, C.L.
Química Orgânica. Rio de Janeiro: LTC, 2a ed., 1976.
McMURRY, J. Química Orgânica. Rio de Janeiro: LTC, 4a ed., V.1, 1996.
SOLOMONS, T.W.G. Química Orgânica. Rio de Janeiro: LTC, V.1, 6a ed., 1996.
SOLOMONS, T.W.G. Química Orgânica. Rio de Janeiro: LTC, V.2, 6a ed., 1996.
82
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CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
50-176 - FUNDAMENTOS EM ENGENHARIA DE ALIMENTOS I
CARGA HORÁRIA: 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Introdução aos princípios tecnológicos utilizados na preservação dos alimentos.
Apresentação de fluxogramas de produção de diversos produtos alimentícios, inserindo a
participação do engenheiro de alimentos no processo de produção. Operações de préprocessamento de alimentos.
OBJETIVOS
Introdução aos princípios tecnológicos utilizados na preservação dos
alimentos, procurando dar exemplos de produção industrial de vários produtos,
visando estimular o estudante na sua formação de engenheiro de alimentos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1) INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS TECNOLÓGICOS NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS.
2) FLUXOGRAMA DE PRODUÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS.
3) OPERAÇÕES DE PRÉ-PROCESSAMENTO DE ALIMENTOS
3.1) Recepção;
3.2) Classificação;
3.3) Limpeza;
3.4) Lavagem;
3.5) Secagem;
3.6) Moagem.
4) OUTRAS OPERAÇÕES DE PRÉ-PROCESSAMENTO.
5) RESÍDUOS E SUBPRODUTOS.
6) HIGIENE, LIMPEZA E SANITIZAÇÃO NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS.
7) CONTROLE DE QUALIDADE.
AVALIAÇÃO
A avaliação do aluno será feita através de:
Apresentação de seminários;
Participação em sala de aula;
Relatórios de visitas técnicas à indústrias de alimentos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
83
GAVA, A. J. Princípios de Tecnologia de Alimentos. São Paulo: Livraria Nobel, 1984.
BARUFFALDI, R. e OLIVEIRA, M.N. Fundamentos de Tecnologia de Alimentos
EVANGELISTA, J.Tecnologia de Alimentos
FELLOWS, P. Tecnologia del Procesado de los Alimentos
BRENNAN, J.G., BUTTERS, J.R., COWELL, D. e LILLEY, AE.V. Las Operaciones de la
Ingeniería de los Alimentos
Madrid, A., Cenzano, I. e Vicente, J.M. Manual de Indústrias dos Alimentos
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Sites:
www.confea.org.br
www.abea.com.br
www.abia.org.br
www.ital.org.br
www.google.com.br
Periódicos da área.
84
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CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
72-378 - METODOLOGIA DA PESQUISA
CARGA HORÁRIA: 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
O método científico e a prática da pesquisa. Função social da pesquisa. Tipos e
características da pesquisa. Instrumentalização metodológica. Projeto de pesquisa. Relatório
de pesquisa.
OBJETIVOS
- Compreender o que é conhecimento e seus diversos tipos;
- Despertar no aluno o espírito científico;
- Compreender o significado de pesquisa científica;
- Realizar um ensaio de pesquisa científica;
- Conhecer e utilizar normas técnicas para os trabalhos científicos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. A CIÊNCIA E O CONHECIMENTO
1.1 O que é ciência e suas características;
1.2 As atitudes e o Espírito Científico;
1.3 Tipos de conhecimento;
1.4 O Método Científico.
2. INICIAÇÃO AO TRABALHO CIENTÍFICO
2.1 Técnicas de estudo, de leitura;
2.2 Formas de trabalho científico: didático, resumo de textos, monografias.
3. A PESQUISA CIENTÍFICA
3.1 Tipos de pesquisa;
3.2 A pesquisa bibliográfica e seu planejamento (o projeto);
3.3 O relatório da pesquisa;
3.4 Normas para redação;
3.5 Apresentação dos trabalhos: aspectos exteriors.
85
AVALIAÇÃO
Terá caráter diagnóstico permanente e as formas serão discutidas no início
do semestre com os alunos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico.
São Paulo: Atlas, 1993.
CERVO, A. L. & BERVIAN, P. A. Metodologia Científica. 4 ed. São Paulo: Makron
Bocks do Brasil, 1996.
RUIZ, João Álvaro. Metodologia Científica. 3 ed. São Paulo: Atlas, 1995.
SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. 20 ed. Ver.
Ampl. São Paulo: Cortez, 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BECKER, Fernando et al. Apresentação de Trabalhos Escolares. 13 ed. rev. E atual.
Porto Alegre: Multilivro, 1993.
GALLIANO, A. Guilherme. O Método Científico: Teoria e Prática. São Paulo: Harbra,
1986.
LUCKESI, Cipriano et al. Fazer Universidade: Uma proposta metodológica. 3 ed.
São Paulo: Cortez, 1986.
86
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CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
15-253 - QUÍMICA ANALÍTICA QUALITATIVA
CARGA HORÁRIA: 60 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 04
EMENTA
Introdução à análise qualitativa; Aplicações, fontes de erro e princípios de cada técnica;
Fenômenos de equilíbrio; Reações características de cátions e de ânions; Isolamento,
caracterização e respectivas técnicas de separação e identificação; Análises de sais minerais.
OBJETIVOS:
a) Geral:
Apresentar as bases teóricas e práticas da análise qualitativa e
proporcionar a identificação de cátions e ânions em seus respectivos grupos de
estudo.
b) Específicos:
- Proporcionar o entendimento comportamental de um íon em solução
considerando o seu ambiente;
- Apresentar aspectos físico-químicos básicos das reações utilizadas nas
análises qualitativas;
- Possibilitar o conhecimento das reações entre íons observando a
formação de precipitados na forma complexa e coloidal;
- Conectar conhecimentos teóricos com os conhecimentos práticos;
- A partir da visualização do experimento analítico prático, interpretar,
explicar e deduzir.
- Preparar amostras de cátions e ânions e familiarizar-se com o
comportamento dos reagentes frente aos reativos de grupo.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
1. TEORIA DA DISSOCIAÇÃO ELETROLÍTICA
1.1. Eletrólitos e não eletrólitos;
1.2. Eletrólise e íons.
2. PROPRIEDADES DAS SOLUÇÕES AQUOSAS
3. REAÇÕES ENTRE ÍONS
4. DISSOCIAÇÃO DE ÁCIDOS E BASES EM SOLUÇÃO
4.1. Determinação Experimental do Grupo de Dissociação.
5. MIGRAÇÃO INDEPENDENTE DE ÍONS
6. TEORIA DA DISSOCIAÇÃO TOTAL
6.1.Teoria da Atração Interiônica de Debye-Hückel-Onsager.
7. LEI DA AÇÃO DAS MASSAS
7.1. Aplicação para soluções de eletrólitos.
8. FORÇA DOS ÁCIDOS E DAS BASES
9. ATIVIDADE E FATOR DE ATIVIDADE
10. DISSOCIAÇÃO DE ÁCIDOS POLIBÁSICOS
87
11. EFEITO DO ÍON COMUM
12. PRODUTO DE SOLUBILIDADE (APLICAÇÕES)
13. SOLUBILIDADE DE SAIS DE ÁCIDOS DÉBEIS POUCO SOLÚVEIS EM ÁCIDOS FORTES
14. PRECIPITAÇÃO FRACIONÁRIA
15. SOLUBILIZAÇÃO DE INSOLÚVEIS
16. ÍONS COMPLEXOS
17. FÓRMULAS E EQUAÇÕES QUÍMICAS
18. ESTUDO DA OXIDAÇÃO E REDUÇÃO
18.1. Método da oxidação-redução
18.2. Método do íon-elétron
18.3. Agentes oxidantes e Redutores tópicos
19. CONCENTRAÇÕES DOS REATIVOS. SOLUÇÕES MOLARES E NORMAIS
20. PRODUTO IÔNICO DA ÁGUA
21. CONCENTRAÇÃO DO ÍON HIDROGENADO
21.1. Método Colorimétrico
21.2. Método Potenciométrico
22. HIDRÓLISE DE SAIS
23. CONSTANTES DE HIDRÓLISE E GRAU DE HIDRÓLISE
24. LEI DA DISTRIBUIÇÃO
25. ESTADO COLOIDAL
METODOLOGIA:
Aulas expositivas, Dialogadas, Questionadas. Seminários. Aulas PráticoExperimentais. Pesquisa bibliográfica. Lâminas e Retroprojetor.
AVALIAÇÃO:
O desempenho do acadêmico será avaliado em todas as dimensões:
Participação, interesse pelo assunto, assiduidade, pontualidade e contribuição.
Serão realizadas no mínimo duas provas práticas e duas provas teóricas, em datas
a serem combinadas. Além de relatórios das aulas práticas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
VOGEL, A. I. Química Analítica Qualitativa. São Paulo: Ed. Mestre Jou, 1981.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BURRIEL, F, LUCENA, F, ARRIBA, S. Química Analítica Qualitativa. Madrid, 1967.
DA CUNHA, A. A. V. Manual de Práticas de Química Analítica. Pelotas/RS: Editora
da Universidade, 1984.
KING, J. K. Análise Qualitativa - Reações, Separações e Experiências. Rio de
Janeiro: Interamericana, 1981.
LEPREVOST, A. Química Analítica dos Minerais. São Paulo: LTC Editora S.A., 1975.
88
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CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
10-231 – FÍSICA I
CARGA HORÁRIA: 45 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA
Leis de Newton. Trabalho e Energia. Equilíbrio de um corpo. Momento linear. Rotação.
OBJETIVOS
a) Geral:
Desenvolvimento do pensamento científico no campo da Mecânica
Racional Newtoniana (Mecânica Clássica), bem como desenvolver a
capacidade de raciocínio lógico.
b) Específico:
Dotar o aluno de conhecimentos de cinemática, estática, dinâmica,
conservação de energia mecânica e conservação da quantidade de
movimento, com solução de problemas práticos, pertinentes ao campo de
conhecimento da Engenharia.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1) LEIS DE NEWTON
1.1) A primeira lei de Newton: Equilíbrio;
1.2) A segunda lei de Newton: Força e massa;
1.3) A terceira lei de Newton: Forças de contato – a força normal e a força de
atrito;
1.4) O peso e a força gravitacional: Comparação entre massa e peso.
2) TRABALHO E ENERGIA
2.1) Trabalho de uma força constante;
2.2) Trabalho de uma força variável;
2.3) Trabalho e produto escalar;
2.4) Teorema trabalho-energia mecânica
Energia cinética e energia potencial;
Potência.
3) EQUILÍBRIO DE UM CORPO
3.1) Torque;
3.2) Condições de equilíbrio;
3.3) Torque e produto vetorial.
4) MOMENTO LINEAR
4.1) Centro de massa
De um sistema de partículas;
De um objeto extenso;
89
4.2) Centro de gravidade;
4.3) Conservação do momento linear;
4.4) Colisões.
5) ROTAÇÃO
5.1) Cinemática da rotação;
5.2) Energia cinética rotacional
Momento de inércia;
5.3) Dinâmica da rotação
Momento angular.
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através de provas escritas e trabalho em grupo.
METODOLOGIA
As aulas serão expositivas e dialogadas, com resolução de exercícios em
grupo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HALLIDAY, D. & RESNICK, R. Fundamentos da Física - Gravitação, Ondas e
Termodinâmica. Vol 2, Rio de Janeiro: LTC, 1994.
HALLIDAY, D. & RESNICK, R. Fundamentos da Física - Óptica e Física Moderna. Vol
4, Rio de Janeiro: LTC, 1994.
SEARS, F. W. & ZEMANSKI, M. W. Física - Calor, Ondas, Óptica. Vol. 2, Riod e Janeiro:
LTC, 1981.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
RAMALHO, F. et alii. Os Fundamentos da Física. Vol. 1, São Paulo: Moderna, 1983.
SEARS, F. W. ZEMANSKI, M. W. Física - Mecânica e Hidrodinâmica. Vol. 1, Rio de
Janeiro: LTC, 1981.
TIPLER, P. A. Física. Vol. 2, Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1978.
90
DISCIPLINAS DO 3° SEMESTRE
91
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DA DISCIPLINA
10-232 - FÍSICO-QUÍMICA I A
CARGA HORÁRIA: 45H/A
No DE CRÉDITOS: 03
EMENTA
Termoquímica; Cinética Química; Equilíbrio Químico; Propriedades Coligativas;
Eletroquímica; Processos em Superfícies Sólidas.
OBJETIVOS
Fornecer ao aluno conhecimentos básicos das leis da física, que se aplicam
diretamente aos processos químicos, bem como, iniciá-los em cálculos e
exercícios inerentes aos citados conhecimentos, que possibilitem a resolução de
problemas químicos, tanto de ordem teórica como de aplicação industrial.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1) TERMOQUÍMICA
1.1) Revisão de Conceitos;
1.2) Calor de Reação;
1.3) Lei de Hess;
1.4) Entalpia de formação. Energia de Ligação;
1.5) Espontaneidade de Reações Químicas;
1.6) Lei de Kirchhoff;
1.7) Aula Prática: Verificação experimental da Lei de Hess.
2) CINÉTICA QUÍMICA
2.1) Ordem e Molecularidade;
2.2) Velocidade das reações;
2.3) Cinética de 1o, 2o, 3o e zero ordem;
2.4) Catálise Homogênea;
2.5) Aula Prática: Determinação experimental da ordem da reação.
3) EQUILÍBRIO QUÍMICO
3.1) Equilíbrio Homogêneo;
3.2) Equilíbrio Heterogêneo;
3.3) Regra de Fases;
3.4) Aula Prática: Deslocamento do equilíbrio químico ou Princípio de Lê Chatelier.
4) PROPRIEDADES DAS SOLUÇÕES
4.1) Propriedades Coligativas.
5) ELETROQUÍMICA
5.1) Pilhas e eletrodos;
5.2) Potenciais de oxidação-redução;
5.3) Medidas da força eletromotriz de uma pilha;
5.4) Pilhas Padrão;
92
5.5) Eletrodos Simples;
5.6) Aula Prática: Reatividades de Metais ou Determinação de Faraday.
6) PROCESSOS EM SUPERFÍCIES SÓLIDAS
6.1) Crescimento e a estrutura de superfícies sólidas;
6.2) Adsorção Física e Química;
6.3) Isotermas de Adsorção;
6.4) Velocidade dos processos nas superfícies;
6.5) Atividade catalítica nas superfícies.
METODOLOGIA
Aulas
expositivas,
dialogadas,
experimentais, pesquisa bibliográfica.
questionadas,
seminários,
aulas
AVALIAÇÃO
Serão realizadas 3 provas durante o semestre, sendo a média das provas:
M =
P1 + P 2 + P3
.
3
Se M ≥ 7,0 o aluno está aprovado.
Se M < 7,0 o aluno tem direito a recuperar a nota de menor valor. A
nota obtida na prova de recuperação substituirá a prova correspondente e se
efetuará novamente o cálculo da média M.
Se M ≥ 7,0 o aluno está aprovado.
Se M < 5 o aluno está reprovado.
Se 5,0 ≤ M < 7,0 o aluno tem direito a ir para o exame onde o
conteúdo da prova será toda a matéria desenvolvida no semestre. A nota final
(NF) será a média entre a nota do exame e a média anterior:
NF =
M + EXAME
2
Se NF ≥ 5,0 o aluno está aprovado.
Se NF < 5,0 o aluno está reprovado.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CASTELLAN,L. Fundamentos de Físico-Química. Rio de Janeiro: Livros Técnicos
Científicos, 1986.
PILLA,L. Físico-Química vol. 1 e 2. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 1979.
ATKINS,P.W.. Físico-Química vol 1, 2 e 3. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos,
1999.
CROCKFORD,H.O. Fundamentos de Físico-Química. Rio de Janeiro: Livros Técnicos
Científicos, 1977.
MACEDO,H. Fundamentos de Físico-Química. Rio de Janeiro: Guanabara Dois,
1981.
MOORE,W. Físico-Química. São Paulo: Edgar Blücher, 1990.
RANGEL,R.N. Práticas de Físico-Química. Vol 1 e 2. São Paulo: Edgar Blücher, 1988.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LEVINE,I.N. Physical Chemistry. New York: Mcgraw Hill, 1995.
MASTERTON, W.L. princípios da Química. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1994.
93
NABUCO,J.R.P. Físico-Química. Rio de janeiro: Livros Técnicos Científicos, 1979.
SMITH,V.N. Introdução à Termodinâmica da Engenharia Química. Rio de Janeiro:
Guanabara Dois, 1980.
RUSSEL,J.B. Química Geral. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1994.
94
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
15-131 - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II A
CARGA HORÁRIA: 60 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 04
EMENTA
Técnicas de Integração; Aplicações de Integrais; Funções de duas ou mais variáveis;
Limites; Continuidade e Derivados Parciais; Integração Múltipla.
OBJETIVOS
O curso visa abordar as técnicas de integração para funções de uma
variável, bem como apresentar conceitos relativos a funções de mais de uma
variável como: limites, derivação e integração múltipla.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. TÉCNICAS DE INTEGRAÇÃO
1.1. Integração por substituições trigonométricas;
1.2. Integração por frações parciais.
2. FUNÇÕES DE DUAS OU MAIS VARIÁVEIS
2.1. Limites e continuidade de funções de duas ou mais variáveis;
2.2. Derivadas parciais;
2.3. Diferenciais e diferencial total;
2.4. Derivada direcional e gradiente;
2.5. Extremos de funções de duas variáveis;
2.6. Aplicações das derivadas parciais.
3. INTEGRAÇÃO MULTIPLA
3.1. A Integral Dupla;
3.2. Cálculo de Integrais Duplas e Integrais Interadas;
3.3. Aplicações Elementares das Integrais Duplas;
3.5. A integral Dupla em Coordenadas Polares;
3.6. Integrais Triplas;
3.7. A Integral Tripla em Coordenadas Cilíndricas e Esféricas;
3.8. Aplicações Elementares de Integrais Triplas;
3.9. Integrais de Linhas e Teoremas de Green;
3.10. Área de Superfície e Integrais de Superfície;
3.11. O Teorema da Divergência e o Teorema de Stokes.
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através de provas e trabalhos escritos.
METODOLOGIA
95
Aulas expositivas, trabalhos individuais e em grupos, utilização de software
matemáticos (Mathcad, Scilab, MatLab) no laboratório de informática.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANTON, Howard. Cálculo, um novo horizonte. 6 ed. Volumes I e II. Porto Alegre. Editora
Bookman, 2000.
FLEMMING, Diva Maria, GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A - Funções, limites,
derivação e integração. 5 ed. São Paulo: McGraw-Hill Ltda, 1992.
HOFFMANN, Laurence D. Cálculo 1. Vol.1 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC Editora, 1994.
LEITHOLD, Louis. O Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 1. São Paulo: Harbra, 1994.
MUNEM-FOULIS. Cálculo 1. Vol. I. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A., 1978.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AYRES, Frank. Cálculo Diferencial e Integral. Coleção Schaum. São Paulo:
McGraw-Hill, 1994.
GRANVILLE, Smith. Elementos de Cálculo Diferencial e Integral. Rio de Janeiro:
Científica, 1961.
LANG, Serge. Cálculo I. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1976.
SWOKOWSKI, Earl Willian, Cálculo com Geometria Analítica, 2 ed., Volumes I e II,
São Paulo: Editora Makron Books, 1994.
WEBER, Jean E. Matemática para a Economia e Administração. São Paulo: Harbra,
1986.
96
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA:
30-203 – INTRODUÇÃO A ALGORITMOS E PROGRAMAÇÃO MATEMÁTICA
CARGA HORÁRIA: 45 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA
Lógica de programação. Estrutura de seleção e repetição. Estrutura de programação.
Introdução ao compilador Fortran.
OBJETIVOS
Desenvolvimento de lógica de programação computacional.
Capacitar o aluno a utilizar estruturas lógicas de seleção e repetição.
Apresentar ao aluno os principais comandos para programação em
linguagem Fortran.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Tipos De Variáveis
2. Lógica De Programação
3. Processo Iterativo
4. Algoritmos - Diagrama De Blocos
5. Algoritmos – Estruturas De Entrada E Saída De Dados, Repetição E Seleção
6. Comandos De Programação Em Fortran: Declaração De Variáveis, Entrada E
Saída De Dados, Repetição E Seleção
7. Subrotinas E Funções Em Linguagem Fortran
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através de provas e trabalhos escritos.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, trabalhos individuais e em grupos, utilização do
compilador Fortran em laboratório de informática.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FORBELLONE, A E EBERSPACHER, H. Lógica de Programação. Makron, 1ª ed.. 1999.
FORSYTHE, C. Contemporany Computing: For Engineers and Scientists using Fortran
90. PWS Publishing Company. 1997.
OLIVEIRA, J.F. E MANZANO, J.A.N.G. Algoritmos: Lógica para o Desenvolvimento
da Programação. Erica. 11ª ed. 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
97
BARROSO, M. M. de Araújo et al. Cálculo Numérico. São Paulo: Harbra, 1987.
MANBER, U. Introduction to Algorithms. Addison-Wesley Publishing Company. 1st
Edition. 1989.
98
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
15-240 – QUÍMICA ORGÂNICA II
CARGA HORÁRIA: 60 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 04
EMENTA
Mecanismos de principais reações. Substituição eletrofílica aromática, alifática,
cinética. Estudo das funções orgânicas. Relacionamento entre estruturas e
propriedades físicas dos compostos orgânicos, seus principais métodos de
obtenção e reações.
OBJETIVOS
Estudar e compreender mecanismos de reações orgânicas
Identificar processos de preparação/obtenção de compostos orgânicos
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. UMA INTRODUÇÃO ÀS REAÇÕES ORGÂNICAS: ÁCIDOS E BASES
1.1. Reações e seus mecanismos: substituições, adições, eliminações. Homólise e
heterólise de ligações covalentes;
1.2. Reações ácido-base. Definição de Bronsted-Lowry e Lewis;
1.3. Heterólise de ligações de Carbono: Carbocátions e carboânions;
1.4. Forças dos ácidos e bases Ka e pKa;
Previsão da força dos ácidos e bases;
1.5 Previsão do resultado das reações Ácido – Base;
1.6.Relação entre a estrutura e acidez. O efeito da hibridização, efeitos indutivos;
1.7.Acidez dos ácidos carboxílicos: efeito de ressonância e efeitos indutivos;
1.8.Efeitos indutivos de outros grupos.O efeito de solvente sobre acidez;
1.9.Compostos orgânicos como bases;
1.10.Ácidos e bases em soluções não aquosas.
2. REAÇÕES E PROPRIEDADES QUÍMICAS DOS ALCANOS
2.1. Oxidação;
2.2. Reações de radicais: halogenação do metano. Inibidores. Orientação de
halogenação. Reatividade;
2.3. Pirólise ou crecking;
3. REAÇÕES DE ALETOS DE ALQUILA
3.1.Reações de substituição nucleofílica;
99
3.2.Cinética de uma reação de substituição nucleofílica: Uma reação SN2 e o
mecanismo;
3.3.A esterioquímica das reações SN2;
3.4.A reação do cloreto de terc-butila com íon hidróxido: Uma reação SN1 e o
mecanismo;
3.5.A esterioquímica das reações SN1;
3.6.Reações de eliminação E1 e E2.
4. ALDEÍDOS E CETONAS
4.1.Adição nucleofílica a ligação dupla C=O;
4.2. A adição de álcoois: Hemiacetais e Acetais;
4.3. Hidratos de aldeídos: Gem-Dióis;
4.4. Acetais;
4.5. Oxidação de aldeídos e cetonas.
5. ÁCIDOS CARBOXÍLICOS E DERIVADOS
5.1. Reações de substituição do OH (transformação em cloretos de acilo, ésteres,
amidas);
5.2. Redução dos ácidos;
5.3. Halogenação dos ácidos alifáticos. Ácidos substituídos;
5.4. Anidridos de ácidos carboxílicos;
5.5. Aspectos gerais dos mecanismos de reações de derivados de ácidos
carboxílicos;
5.6. Reações de hidrólise de derivados de ácidos carboxílicos;
5.7. Ocorrência e composição das gorduras;
5.7. Sabões e detergentes.
6. BENZENO E AROMATICIDADE
6.1. Mecanismo da substituição eletrofílica em aromáticos: halogenação,
nitração, sulfonação, reações de Friedel-Crafts.
7. REAÇÕES DE COMPOSTOS NITROGENADOS
7.1. Reações de arilaminas com ácido nitroso. Sais de arenodiazônio;
7.2. Reações de acoplamento de sais de arenodiazônio. Corantes.
AVALIAÇÃO
Serão realizadas duas provas parciais e uma prova de recuperação..
METODOLOGIA
Aulas expositivas, trabalhos individuais e em grupos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MORRISON, R., BOYD, R., Química Orgânica. Lisboa: LTC, 13a ed., 1996
ALLINGER, N.L., CAVA, M.P. JONGH, D.C., JOHNSON, C.R., LEBEL, N.A., STEVENS, C.L.
Química Orgânica. Rio de Janeiro: LTC, 2a ed., 1976.
McMURRY, J. Química Orgânica. Rio de Janeiro: LTC, 4a ed., V.1, 1996.
SOLOMONS, T.W.G. Química Orgânica. Rio de Janeiro: LTC, V.1, 6a ed., 1996.
SOLOMONS, T.W.G. Química Orgânica. Rio de Janeiro: LTC, V.2, 6a ed., 1996.
100
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
50-177 - FUNDAMENTOS EM ENGENHARIA DE ALIMENTOS II
CARGA HORÁRIA: 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Industrialização de alimentos pelo uso de métodos físicos, químicos e biológicos.
Conservação de alimentos pelo uso do calor, frio, sal, açúcar, defumação, aditivos,
fermentação e radiação.
OBJETIVOS
Dar uma visão geral sobre a industrialização de alimentos, tornando a
aluno apto a indicar a melhor técnica de conservação de alimentos, através do
conhecimento básico das operações e processos unitários utilizados no
processamento de alimentos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1) INTRODUÇÃO À TECNOLOGIA DE ALIMENTOS
2) INDUSTRIALIZAÇÃO DE ALIMENTOS
3) CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS
3.1) Principais Operações e Processos Unitários;
3.2) Calor: Apertização, Secagem e Concentração;
3.3) Defumação;
3.4) Radiação;
3.5) Frio;
3.6) Fermentação;
3.7) Osmose;
3.8) Adição de Elementos;
3.9) Embalagem de Alimentos.
AVALIAÇÃO
A avaliação do aluno será feita através de:
Apresentação de seminários;
Participação em sala de aula;
Relatórios de visitas técnicas à indústrias de alimentos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GAVA, A. J. Princípios de Tecnologia de Alimentos. São Paulo: Livraria Nobel, 1984.
101
BARUFFALDI, R. e OLIVEIRA, M.N. Fundamentos de Tecnologia de Alimentos
EVANGELISTA, J.Tecnologia de Alimentos
FELLOWS, P. Tecnologia del Procesado de los Alimentos
BRENNAN, J.G., BUTTERS, J.R., COWELL, D. e LILLEY, AE.V. Las Operaciones de la
Ingeniería de los Alimentos
Madrid, A., Cenzano, I. e Vicente, J.M. Manual de Indústrias dos Alimentos
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Sites:
www.confea.org.br
www.abea.com.br
www.abia.org.br
www.ital.org.br
www.google.com.br
Periódicos da área.
102
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
15-254 - QUÍMICA ANALÍTICA QUANTITATIVA
CARGA HORÁRIA: 60 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 04
EMENTA
Introdução à análise quantitativa; Descrição dos princípios e dos equipamentos;
Amostragem; Tratamento dos dados analíticos; Técnicas gerais de análise quantitativa;
Análises gravimétricas, volumétricas e instrumentais de elementos e compostos minerais;
Análise instrumental e química para identificação e quantificação de compostos.
OBJETIVOS
a) Geral:
Apresentar as bases teóricas e práticas da análise quantitativa e permitir
com variados métodos e técnicas, determinar as quantidades relativas dos
componentes e avaliar as extensões das transformações químicas sofridas pelos
sistemas materiais.
b) Específicos:
- Familiarizar o aluno com as teorias fundamentais da análise quantitativa, com
os problemas que a análise apresenta e as possibilidades que os diferentes métodos,
desde os clássicos aos instrumentais, oferecem para soluções de tais problemas;
- Proporcionar o entendimento das técnicas básicas de laboratório na Análise
Quantitativa;
- Conectar conhecimentos teóricos com os conhecimentos práticos, buscando
o desenvolvimento de suas aptidões e instituição química;
- A partir da visualização do experimento analítico prático, interpretar, explicar e
deduzir.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Aparelhagem Corrente E Técnicas Básicas.
2. Erros E Estatística Na Análise Quantitativa.
3. Amostragem E Preparação De Amostras E Soluções Para Análise.
4. Métodos Gerais De Separação.
5. Análise Gravimétrica.
6. Análise Volumétrica.
7. Volumetria De Oxidação-Redução.
8. Permanganimetria E Iodimetria.
9. Introdução Aos Métodos Analíticos Instrumentais.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, dialogadas, questionadas. Seminário. Aulas práticoexperimentais. Pesquisa bibliográfica.
AVALIAÇÃO
103
O desempenho do acadêmico será avaliado em todas as dimensões:
participação, interesse, assiduidade, pontualidade e contribuição e interesses
pelos assuntos, e por duas provas escritas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
OHLWEILLER, O. A. Química Analítica Quantitativa. Vol. 1, 2 e 3. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 1994.
VOGEL, A. I. Análise Química Quantitativa. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1992.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CUNHA, A. A. V. e Outros. Manual de Práticas de Química Analítica. Pelotas:
Editora da Universidade, 1984.
MACHADO, G. B. Análise Química. Porto Alegre: SAGRA, 1982.
104
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
15-212 - FÍSICA II B
CARGA HORÁRIA: 60 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 04
EMENTA
Hidrostática; Hidrodinâmica e Viscosidade; Temperatura: calor, medidas de calor,
transmissão de calor; Propriedades térmicas da matéria; Leis da Termodinâmica; Natureza e
propagação da luz; Reflexão e refração em superfícies planas;, Formação de imagens;
Lentes; Instrumentos ópticos.
OBJETIVOS
Proporcionar ao aluno a fundamentação teórica da Física nas áreas
acima referidas, bem com a demonstração de suas leis de forma prática dando
condições para que o aluno possa identificar e interpretar qualitativa e
quantitativamente os fenômenos físicos relacionados com a Mecânica de Fluídos,
Termologia e Termodinâmica e óptica e possam aplicar o conhecimento
adquirido em situações de trabalho que surjam futuramente.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. HIDROESTÁTICA
1.1. Introdução à hidroestática;
1.2. Pressão em fluídos;
1.3. Princípios de Pascal;
1.4. Princípios de Arquimedes.
2. HIDRODINÂMICA
2.1. Equação de continuidade;
2.2. Equação de Bernoulli;
2.3. Viscosidade;
2.4. Lei de Pouiseuille;
2.5. Lei de Stokes;
2.6. Número de Reynolds.
3. TERMINOLOGIA
3.1. Lei zero da termodinâmica;
3.2. Dilatação térmica;
3.3. Calor;
3.4. Calor específico;
3.5. Calor latente;
3.6. Transferência de calor;
3.7. Condução, convenção, radiação.
3.8. Primeira lei da termodinâmica.
4. TEORIA CINÉTICA DOS GASES:
105
4.1. Lei dos gases ideais;
4.2. Natureza molecular da pressão e temperatura;
4.3. Transformações gasosas;
4.4. Segunda lei da termodinâmica.
5. ÓPTICA
5.1. Natureza e propagação da luz;
5.2. Leis da reflexão e refração;
5.3. Imagens formadas em espelhos planos e curvos;
5.4. Lentes esféricas delgadas;
5.5. Instrumentos ópticos;
5.6. Interferência e difração;
5.7. Polarização da luz.
METODOLOGIA
Aulas expositivas e dialogadas, aulas de laboratório.
AVALIAÇÃO
Trabalhos escritos e provas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HALLIDAY, D. & RESNICK, R. Fundamentos da Física - Gravitação, Ondas e
Termodinâmica. Vol 2, Rio de Janeiro: LTC, 1994.
HALLIDAY, D. & RESNICK, R. Fundamentos da Física - Óptica e Física Moderna. Vol
4, Rio de Janeiro: LTC, 1994.
SEARS, F. W. & ZEMANSKI, M. W. Física - Calor, Ondas, Óptica. Vol. 2, Riod e Janeiro:
LTC, 1981.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
RAMALHO, F. et alii. Os Fundamentos da Física. Vol. 1, São Paulo: Moderna, 1983.
SEARS, F. W. ZEMANSKI, M. W. Física - Mecânica e Hidrodinâmica. Vol. 1, Rio de
Janeiro: LTC, 1981.
TIPLER, P. A. Física. Vol. 2, Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1978.
106
DISCIPLINAS DO 4° SEMESTRE
107
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
15-213 - FÍSICA III B
CARGA HORÁRIA: 45 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA
Lei de Coulomb. Lei de Gauss. Potencial elétrico, Capacitância; Corrente, resistência e
força eletromotriz, circuitos e instrumentos de corrente contínua, força magnética sobre
condutores de corrente, força magnética de uma corrente, força eletromotriz induzida,
indutância, propriedades magnéticas da matéria, correntes alternadas. Noções de
Física Moderna.
OBJETIVOS
- Proporcionar ao aluno a fundamentação teórica da Física nas áreas acima
referidas, bem como a demonstração de suas leis de forma prática;
- Dar condições para que o aluno possa identificar e interpretar qualitativa e
quantitativamente os fenômenos físicos relacionados com a eletricidade e magnetismo
para que possam utilizar o conhecimento adquirido em situações de trabalho que
surjam futuramente.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. ELETROSTÁTICA
1.1. Cargas elétricas;
1.2. Condutores isolantes;
1.3. Eletrização;
1.4. Lei de Coulomb;
1.5. Potencial Elétrico;
1.6. Capacitância;
1.7. Associação de Capacitores;
1.8. Dielétricos.
2. ELETRODINÂMICA
2.1. Corrente elétrica;
2.2. Resistência Elétrica;
2.3. Resistividade e Lei de Ohm;
2.4. Potência em Circuitos Elétricos;
2.5. Associação de Resistores em Série e em Paralelo;
2.6. Associação Mista de Resistores;
2.7. Força eletro-motriz;
2.8. Circuitos elétricos - Lei de Pouillet;
2.9. Associação de geradores;
2.10. Medições Elétricas;
2.11. Lei de Kirchoff.
3. MAGNETISMO
3.1. Campo Magnético;
108
3.2. Força Magnética;
3.3. Indução Eletromagnética.
4. NOÇÔES DE FÍSICA MODERNA
4.1. Espectro eletromagnético;
4.2. Radiações nucleares e suas aplicações.
METODOLOGIA
Aulas expositivas e dialogadas, aulas de laboratório.
AVALIAÇÃO
Trabalhos escritos e Provas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HALLIDAY, D. RESNICK, R. Fundamentos da Física – Eletricidade e
Eletromagnetismo. Vol. 3, Rio de Janeiro: LTC, 1991.
KITTEL, C., et alii. Curso de Física Berkceley - Eletricidade. Vol. 3, Brasília: Edgard
Blücher, 1973.
SEARS, F. W., et alii. Física I. Vol 1, Rio de Janeiro: LTC, 1985.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FERENCE, Jr., et alii Curso de Física - Mecânica. São Paulo: Edgard Blücher, 1969.
GAMOW, G., CLEVELAND, J. M. Física. Madrid: Aguilar, 1974.
GOLDEMBERG, J. Física Geral e Experimental. Vol. 1, São Paulo: Nacional e USP, 1968.
McKELVEY, J. P., GROTCH, H. Física. São Paulo: Harbra, 1979.
TIPLER, P. A. Física I. Vol. 1. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1978.
109
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
24-130 – CIÊNCIA DO AMBIENTE
CARGA HORÁRIA: 45 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA
Ecossistemas, biodiversidade, evolução, fluxo de energia, ciclos biogeoquímicos, dinâmica
de populações, gestão ambiental, o engenheiro e o meio ambiente.
OBJETIVOS
Apresentar ao aluno uma revisão dos principais conceitos de ecologia e
meio ambiente preparando-o para atuar de maneira consciente e responsável
nas questões ambientais como profissional e cidadão.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1) ECOSSISTEMAS
1.1) Conceitos, tipos, estrutura e funções;
1.2) Biodiversidade;
1.3) Visão reducionista e hipótese de Gaia;
1.4) Fluxo de Energia;
1.5) Cadeias tróficas;
1.6) Ciclos Biogeoquímicos;
1.7) Fatores ecológicos nos ecossistemas terrestres e aquáticos;
1.8) Fatores limitantes e níveis de tolerância;
1.9) Evolução.
2) DINÂMICA DE POPULAÇÕES
2.1) Conceitos;
2.2) Crescimento populacional;
2.3) Flutuações populacionais.
3) GESTÃO AMBIENTAL
3.1) Certificação (ISO 14000);
3.2) Legislação ambiental.
4) O HOMEM E O MEIO AMBIENTE
4.1) Histórico;
4.2) Ação antrópica nos ecossistemas;
110
4.3) Qualidade das águas;
4.4) O engenheiro de alimentos e o meio ambiente;
4.5) Desenvolvimento sustentável;
4.6) Agenda 21.
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através de provas e trabalhos apresentados na
forma de seminários.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, trabalhos individuais e em grupos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALMEIDA, L. R. de et al. Gestão Ambiental: planejamento, avaliação,
implantação, operação e verificação. Rio de Janeiro: Trex, 2000, 259p.
ROCCO, R. Legislação Brasileira do meio ambiente. Rio de Janeiro: DP&A. 2002.
283p.
RICKLEFS, R. E. 1996. A economia da natureza: um livro-texto em ecologia básica.
3a edição. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan. 470 p.
ODUM, E. P. 1988. Ecologia. 2a edição. Rio de Janeiro, Editora Guanabara. 434 p.
ODUM, E. P. 1997. Fundamentos de ecologia. 5a edição. Lisboa, Fundação
Calouste Gulbenkian. 927 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDRADE, R.O.B. de et al. Gestão Ambiental: enfoque estratégico aplicado ao
desenvolvimento sustentável. São Paulo: Makron Books do Brasil, 2000. 206p.
CAJAZEIRA, J. E. ISO 14001 – Manual de implantação. Rio de Janeiro:Qualitymark,
1997, 118p.
GILBERT, M. J. ISO 14001/BS7750: Sistema de Gerenciamento Ambiental. São
Paulo:IMAM, 1995, 255p.
MACHADO, P.L.A. Direito Ambiental Brasileiro. São Paulo:Malheiros. 1998.
SILVA, J. A. Direito Ambiental Constitucional. São Paulo: Malheiros. 1997. 243p
111
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
10-233 - FÍSICO-QUÍMICA II
CARGA HORÁRIA: 45H/A
N0 DE CRÉDITOS: 03
EMENTA
Postulados ou Leis da Termodinâmica: caracterização de sistemas
termodinâmicos e entropia. Equilíbrio e processos em termodinâmica –
reversibilidade e irreversibilidade. Relações P-V-T de sustâncias puras: diagramas
de fases, modelagem via teoria dos estados correspondentes e equações de
estado semi-empíricas.
OBJETIVOS
Fornecer ao aluno conhecimentos básicos de um ramo da física,
preparatórios às disciplinas de termodinâmica e de fenômenos de transporte.
Explorar com maiores detalhes as relações existentes entre temperatura, pressão e
volume para substâncias puras, abordando aspectos qualitativos (descrição de
diagramas), teóricos (modelagem) e experimentais (práticas em laboratório).
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. CONCEITOS BÁSICOS E POSTULADOS DA TERMODINÂMICA
1.1. 1o Postulado ou 1a Lei da Termodinâmica;
1.2. Paredes e restrições;
1.3. Definição de Calor e Trabalho;
1.4. 2o e 3 o Postulados ou 2a Lei da Termodinâmica;
1.5. 4o Postulado ou 3a Lei da Termodinâmica.
2. CONDIÇÕES DE EQUILÍBRIO
2.1. Equilíbrio Térmico;
2.2. Equilíbrio Mecânico;
2.3. Equilíbrio com relação ao fluxo de matéria.
3. RELAÇÕES FORMAIS
3.1. Relação de Euler e de Gibbs-Duhem;
3.2. Equações de Estado na representação entrópica;
3.3. Definição de calor específico e outras propriedades derivativas.
4. PROCESSOS EM TERMODINÂMICA
4.1. Diagramas de equilíbrio na representação entrópica;
4.2. Processos quase-estáticos, reversíveis e irreversíveis;
4.3. Fontes de calor e trabalho;
4.4. Ciclo de Carnot.
5. TRANSFORMADA DE LEGENDRE E FORMULAÇÕES ALTERNATIVAS
5.1. Definição intuitiva e formal da transformada de Legendre;
112
5.2. Definição de Entalpia, Energia Livre de Helmholtz e de Gibbs;
5.3. Variações diferenciais dos potenciais termodinâmicos;
5.4. Dependência funcional dos potenciais termodinâmicos.
6. RELAÇÕES DE MAXWELL
6.1. Conceito de diferencial exata;
6.2. Relações de Maxwell através dos potenciais termodinâmicos;
6.3. Identidades termodinâmicas;
6.4. Aplicações.
7. RELAÇÃO PVT DE SUBSTÂNCIAS PURAS
7.1. Diagramas PV e PT para substâncias puras;
7.2. Expansão em série de potencias – exemplos para funções mono-variáveis;
7.3. Equação do virial;
7.4. Interpretação física dos coeficientes da equação do virial;
7.5. Modelos de energia potencial intermolecular;
7.6. Determinação experimental e teórica dos coeficientes do virial;
7.7. Práticas de laboratório:
Expansão/calibração de volumes
Medida de pressão de vapor (saturação) de substâncias voláteis
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através de provas, trabalhos escritos e relatórios das
práticas de laboratório.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, trabalhos individuais e em grupos e realização de práticas
de laboratório.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ATKINS, P.W. Físico-Química, Volume 1, LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora
S.A., 6a Edição, 1999.
CALLEN, H. B. Thermodynamics and an Introduction to Thermostatistics, John Wiley
& Sons, 2nd Edition, 1987.
SMITH, J.M.; VAN NESS, H.C.; ABBOTT, M.M. Introdução à Termodinâmica da
Engenharia Química, LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 5a Edição,
2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
SANDLER, S.I. Chemical and Engineering Thermodynamics, John Wiley & Sons, 3rd
Edition, 1999.
POLING, B.E.; PRAUSNITZ, J.M.; O´CONNELL, J.P. The Properties of Gases and Liquids,
McGraw-Hill Book Company, 5th edition, 2001.
113
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
10-403 - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III A
CARGA HORÁRIA: 60 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 04
EMENTA
Seqüências. Séries. Transformada de Laplace e Fourier. Equações Diferenciais.
OBJETIVOS
Apresentar uma introdução ao aluno sobre séries, focando Série de Taylor
e MacLaurin.
Introdução aos tipos de equações diferenciais de primeira e segunda
ordem e estratégias de soluções analíticas de tais equações.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. EQUAÇÕES DIFERENCIAIS DE 1ª ORDEM
1.1. Equações Lineares e não-lineares;
1.2. Equações de variáveis separáveis;
1.3. Equações exatas;
1.4. Fatores integrantes;
1.5. Equações homogêneas;
1.6. Equações diferenciais não-homogênas.
2. EQUAÇÕES DIFERENCIAIS DE ORDEM SUPERIOR
2.1. A equação diferencial linear geral de ordem n;
2.2. Obtenção da solução complementar;
2.3. Obtenção da solução particular (Método dos coeficientes a determinar);
2.4. Equações homogêneas e não-homogêneas de ordem superior.
2.5. Redução de ordem.
3. SÉRIES
3.1. Seqüências;
3.2. Séries Infinitas;
3.3. Séries de Potenciais;
3.4. Séries de Taylor e Mac Laurin;
3.5. Resoluções de equações diferenciais por séries.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, trabalhos individuais e em grupos.
AVALIAÇÃO
Trabalhos e Provas.
114
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AYRES, Jr., Frank. Cálculo Diferencial e Integral. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1981.
BOYCE, W.E. e DIPRIMA, R.C. Equações Diferenciais Elementares e Problemas de
Valores de Contorno. 3 ed. Editora Guanabara Dois, 1979.
LEITHOLD, Louis. O Cálculo com Geometria Analítica. 3 ed. São Paulo: Harbra Ltda,
1994.
LONGLEY, Grandille. Elementos de Cálculo Diferencial e Integral. Rio de Janeiro:
Científica, 1961.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HOFFMANN, Laurence D. Cálculo 1 - Um Curso Moderno e Suas Aplicações. Rio de
Janeiro: McGraw Hill, 1986.
_________. Cálculo 2 - Um Curso Moderno e Suas Aplicações. Rio de Janeiro:
McGraw Hill, 1986.
FOULIS, Munen. Cálculo 1. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A., 1982.
FOULIS, Munen. Cálculo 2. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A., 1982.
THOMAS, Jr., George B. Cálculo 2. Rio de Janeiro: Livro Técnico S.A., 1965.
115
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
10-415 - CÁLCULO NUMÉRICO COMPUTACIONAL
CARGA HORÁRIA: 60 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 04
EMENTA
Erros e Incertezas. Zeros de funções. Interpolação polinomial. Sistemas lineares: Métodos
para solução de equações e sistemas não-lineares. Integração numérica. Introdução a
soluções de Equações Diferenciais Ordinárias.
OBJETIVOS
Capacitar o aluno a compreender, interpretar, generalizar e operar com
elementos, tais como: Erros nas aproximações lineares, inversão de matrizes,
integração numérica, resolução numérica de sistemas de equações lineares e
não-lineares e introduzir métodos de soluções para EDO’s.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. ERROS E INCERTEZAS
1.1. Origem das Incertezas;
1.2. Erros e Representação de Números.
2. SISTEMAS LINEARES
2.1. Sistemas Triangulares;
2.2. Método de Gauss;
2.3. Método da Pivotação Completa;
2.4. Decomposição LU;
2.5. Refinamento de Soluções.
3. EQUAÇÕES NÃO-LINEARES
3.1. Método da Secante;
3.2. Método da Bisseção;
3.3. Método de Newton;
3.4. Método de Newton para Sistemas Não-lineares.
4. INTEGRAÇÃO NUMÉRICA
4.1. Método dos Trapézios;
4.2. Método de Simpson.
5. INTRODUÇÃO A SOLUÇÕES DE EDO’s
5.1. Método das Diferenças Finitas;
5.2. Método de Runge-Kutta;
5.3. Introdução ao Método de Volumes Finitos.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, trabalhos individuais e em grupos, utilização de software
matemáticos (Fortran, Scilab) no laboratório de informática.
116
AVALIAÇÃO
Trabalhos escritos e Provas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARROSO, M. M. de Araújo et alii. Cálculo Numérico. São Paulo: Harbra, 1987.
CAMPOS, Rui, J. A. Cálculo Numérico Básico. São Paulo: Atlas, 1978.
CUNHA, C. Métodos Numéricos para as Engenharias e Ciências Aplicadas.
Campinas – SP. Editora da UNICAMP, 3ª edição, 2000.
MIRSHAWKA, Victor. Cálculo Numérico. São Paulo: Nobel, 1979.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CLÁUDIO, Dalcidio M., MARINS, J. M. Cálculo Numérico Computacional. São
Paulo: Atlas, 1989.
MARTINS, HUMES, MELO, YOSHIDA. Noções de Cálculo Numérico. São Paulo:
McGraw-Hill, 1984.
MCCRACKEN, Daniel D., DORN, W. S. Cálculo Numérico com estudos de Casos em
Fortran IV. Rio de Janeiro: Campus Ltda, 1978.
117
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
20-241– MICROBIOLOGIA BÁSICA
CARGA HORÁRIA: 60 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 04
EMENTA
Áreas de aplicação da microbiologia. Classificação, nomeclatura, isolamento, morfologia,
estrutura, fisiologia e genética de bactérias e fungos. Controle de microrganismos por
agentes físicos e químicos. Principais microrganismos de importância industrial e alimentos.
Microbiologia da água e do solo.
OBJETIVOS
Apresentar ao aluno uma revisão dos principais conceitos sobre
microbiologia básica preparando-o para as disciplinas de microbiologia de
alimentos, tópicos avançados em microbiologia e processos tecnológicos que
serão ministradas ao longo do curso.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1) INTRODUÇÃO À MICROBIOLOGIA
2) CLASSIFICAÇÃO GERAL DOS MICRORGANISMOS
2.1) Principais características de identificação de microrganismos;
2.2) Meios de cultura e sua composição;
2.3) Métodos de isolamento de culturas;
2.4) Manutenção e conservação de culturas.
3) CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS E ESTRUTURAIS
3.1) Morfologia de bactérias e fungos;
3.2) Estrutura celular de microrganismos;
3.3) Divisão celular.
4) METABOLISMO MICROBIANO
4.1) Crescimento microbiano e relações com a conservação de alimentos;
4.2) Sistemas metabólicos;
4.3) Fundamentos da cinética de fermentações;
4.4) Processos respiratórios e fermentativos.
5) GENÉTICA MICROBIANA
5.1) Sistemas de recombinação;
5.2) Sistemas OPERONs.
6) CONTROLE DE MICRORGANISMOS
6.1) Importância;
6.2) Padrão e taxa de morte de microrganismos;
118
6.3) Mecanismos de ação de agentes antimicrobianos;
6.4) Mecanismos de ação de agentes físicos: temperatura, umidade, pressão
osmótica, radiações, outros;
6.5) Mecanismos de ação de agentes químicos: fenóis, álcoois, iodo, cloro, metais
pesados detergentes, compostos de amônio quaternário, ácidos e bases, outros.
7) PRINCIPAIS MICRORGANISMOS DE IMPORTÂNCIA INDUSTRIAL E ALIMENTOS
7.1) Bactérias de interesse industrial e em alimentos;
7.2) Fungos e leveduras de interesse industrial e em alimentos.
8) MICROBIOLOGIA DA ÁGUA E DO SOLO
9) PRÁTICAS
9.1) Preparo de meios de cultura;
9.2) Métodos de esterilização de material de laboratório;
9.3) Técnicas de isolamento de microrganismos;
9.4) Métodos de manutenção de células;
9.5) Técnicas de coloração e identificação de microrganismos;
9.6) Microscopia.
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através de duas (02) provas e trabalhos que serão
apresentados na forma oral e debate. A participação, interesse e freqüência do
aluno também serão avaliados.
METODOLOGIA
A disciplina será ministrada em sala de aula, na forma expositiva e
dialogada com a utilização de recursos audiovisuais, e em laboratório, na forma
de aulas práticas relacionadas à teoria.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIER, O. Microbiologia e Imunologia. São Paulo: Melhoramentos, 1992.
JAY, J.M. Microbiologia Moderna de Los Alimentos. Zaragoza, Espanha: Editorial
Acribia, 1994.
LARPENT, J.P.; GOURGNAD, M.L. Microbiologia prática. São Paulo: Edgard Blücher,
1975.
PELCZAR, M.J.; CHAN, E.C.S.; KREIG, N.R. Microbiologia – Conceitos e Aplicações. 2
ed. São Paulo: Makron Books, 1996.
PELCZAR, M.J. Microbiologia. Vol 1 e 2. 2 ed. São Paulo: McGraw Hill do Brasil, 1996.
TORTORA, G.J.; FUNKE, B.R.; CASE, C.L. Microbiologia. 6 ed. Porto Alegre: Artmed,
2000.
LEVINSON, W.; JAWETZ, E. Microbiologia Médica e Imunologia. 4 ed. Porto Alegre:
Artmed, 1998.
TRABULSI, L.R. Microbiologia. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
KONEMANN, G.W.; ALLEN, S.D.; DOWELL, V.R.; SOMMER, H.M. DIAGNÓSTICO
MICROBIOLÓGICO. 3 ED. MÉXICO: ED. MÉDICA PANAMERICANA, 1997.
119
LEITÃO, M.F.F.; HAGLER, L.C.S.M.; HAGLER, A .N.; MENEZES, T. J . B. TRATADO DE
MICROBIOLOGIA. VOL.1. SÃO PAULO: MANOLE, 1988.
LENNETE, E.H.; SHADOMU, H.J. MANUAL DE MICROBIOLOGIA CLÍNICA. 4 ED.
BUENOS AIRES: PANAMERICANA, 1985.
MONTES, A.L. MICROBIOLOGIA DE LOS ALIMENTOS. VOL I E II. SÃO PAULO: ED.
RESENHA UNIVERSITÁRIA, 1977.
STAINER, R.Y.; DOUDOROFF, M. MUNDO DOS MICRÓBIOS. SÃO PAULO:
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO, 1969.
NEDER, R. N. MICROBIOLOGIA – MANUAL DE LABORATÓRIO. NOBEL, 1992.
120
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
30-205 - BALANÇO MATERIAL E ENERGÉTICO A
CARGA HORÁRIA: 45H/A
Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA
Balanço material. Balanço de energia. Balanço de Entropia. Aplicações de
Balanços Materiais, Energia e Entropia combinados. Balanço Material e energético
em estado não estacionário.
OBJETIVOS
Capacitar o discente a efetuar, com destreza, balanços de massa, de energia e
entropia em equipamentos ou processos da Indústria Alimentícia.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. BALANÇO MATERIAL
1.1. O Balanço Material;
1.2. Problemas de Balanço Materiais com Resolução Direta;
1.3. Balanços materiais por Técnicas Algébricas;
1.4. Problemas que envolvem componentes de amarração;
1.5. Cálculos de Reciclo, By Pass e Purga.
2. BALANÇO ENERGÉTICO
2.1. Variações de entalpia com e sem mudança de fase;
2.2. Capacidade calorífica;
2.3. O Balanço Geral de Energia;
2.4. Balanços de Energia sem reação química;
2.5. Balanços de Energia com reação química.
3. BALANÇO DE ENTROPIA
3.1. Geração de Entropia e Eficiência em Processos;
3.2. Balanço Geral de Entopia;
3.3. Diagrama de Mollier.
4. APLICAÇÕES DE BALANÇOS MATERIAIS E ENERGIA COMBINADOS.
4.1. Aplicação combinada dos balanços de massa, energia e entropia em
processos alimentícios.
5. BALANÇO MATERIAL E ENERGÉTICO EM ESTADO NÃO ESTACIONÁRIO
5.1. Balanço Diferencial;
121
5.2. Balanço Integral;
5.1. Problemas de Balanço Material e Energético em estado não estacionário.
METODOLOGIA
Para alcançar os objetivos enunciados, serão empregadas aulas
expositivas de conceitos e resoluções de casos práticos.
AVALIAÇÃO
Trabalhos escritos, apresentação de seminários e provas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BALZHISER, R.E.; SAMUELS, M.R.; ELIASSEN, J.D. Chemical Engineering
Thermodynamics. Prentice-Hall, Inc. , New Jersey, 1972
FELDER, R. M.; ROUSSEAU, R. Elementary Principles of Chemical Process, John Wiley
& Sons, New York, 1986.
HIMMELBLAU, D. M., Engenharia Química – Princípios e Cálculos. 4ª ed., Rio de
Janeiro – RJ, Prentice Hall do Brasil, 1982.
SINGH, R. P.; HELDMAN, D. R. Introduction to Food Engineering. 2 ed. New York.
Academic Press, 1993.
VALIENTE, A., Problemas de Balance de Materia y Energia em la Industria
Alimentaria. 1ª ed., México, Limusa Editora, 1998.
Bibliografia Complementar
BARTHOLOMAT, Alfred. Fábrica de Alimentos: processos, equipamentos, custos.
Zaragoza, Editorial Acribia, 1991.
GOMIDE, Reynaldo. Manual de operações unitárias. São Paulo: Cenpro, s.d.
HOUGEN, O. A; WATSON, K. M.; RAGATZ. Princípios dos Processos Químicos. I Parte:
Balanços Materiais e Energéticos. Porto: Livraria Lopes da Silva Editora, 1984.88
PERRY E CHILTON. Manual de Engenharia Química. 5.ed. Editora Guanabara Dois
S.A., 1980.
SHREVE, R., Novris. Indústrias de processos químicos. 4 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1977.
THOMPSON E. V. CECKLER, W. H. Introduction to Chemical Engineering. McGrawHill Internactional Book Company. 1978.
122
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
30-204 - MECÂNICA E RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS
CARGA HORÁRIA: 60H/A
No DE CRÉDITOS: 04
EMENTA
Apresentação; Introdução do estudo da Mecânica Newtoniana; Estática dos
pontos materiais no plano e no espaço; Estática dos corpos rígidos no plano e no
espaço; Equilíbrio dos corpos rígidos – sistemas de forças equivalents; Forças
distribuídas; Fundamentos da resistência dos materiais. Elastotécnica:
tensões e deformações. Estado de tensões. Cisalhamento. Torção e flexão
normal e simples.
OBJETIVOS
Os objetivos da disciplina são:
- Iniciar a transição entre as disciplina de Física do ciclo básico e as disciplinas
profissionalizantes;
- Desenvolver no estudante de Engenharia a capacidade de análise de numa
forma simples e lógica, para isso aplicando uns poucos princípios básicos da física
apresentados através de expressões matemáticas.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1) APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA
Conteúdo, objetivos, metodologia das aulas, material didático, regras de
avaliação, nota do semestre, freqüência, apresentação de provas, bibliografia
básica e complementar.
2) INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA MECÂNICA
Conceituação, classificação, fundamentos, teorizações, princípios fundamentais,
sistemas de unidades, grandezas físicas, equivalência e igualdade de vetores.
3) ESTÁTICA DOS PONTOS MATERIAIS NO PLANO E NO ESPAÇO
Natureza, efeitos, tipos, classificação e elementos de transmissão de força
mecânica, elementos de álgebra vetorial, força sobre pontos materiais, equilíbrio
do ponto material.
4) ESTÁTICA DOS CORPOS RÍGIDOS NO PLANO E NO ESPAÇO
Sistemas equivalentes de forças, forças internas e forças externas, forças
equivalentes, momento de uma força, expressões do momento de uma força,
teorema de Varignon, momento de um binário.
5) EQUILÍBRIO DOS CORPOS RÍGIDOS
Condições de equilíbrio, diagrama de corpo de livre, graus de liberdade, apoios,
conexões ou vínculos, reações de apoio numa estrutura bidimensional, padrões
de reação nos apoios, conexões ou vínculos, análise do equilíbrio do corpo rígido
123
em duas dimensões, reações
estaticamente indeterminadas.
estaticamente
determinadas,
reações
6. NOÇÕES SOBRE MATERIAIS E SUAS PROPRIEDADES, CONCEITOS FUNDAMENTAIS
EM MECÂNICA DOS SÓLIDOS DEFORMÁVEIS (Lei de Hooke):
Resistência dos Materiais ou Mecânica dos Sólidos Deformáveis; Diagrama de
corpo livre, vínculos, cargas atuantes e cálculo de reações; Tensões; Lei de Hooke,
diagrama tensão-deformação; Resistência, rigidez, estabilidade; Propriedades
mecânicas e classificação dos materiais; Princípio da superposição de efeitos;
Condição de Resistência.
7. PROPRIEDADES DAS FIGURAS PLANAS
Momento Estático de Área; Centróide de Área; Momento de Inércia; Raio de
Giração; Teorema de Transposição de Eixos.
8. TENSÕES E DEFORMAÇÕES NA SOLICITAÇÃO AXIAL DE TRAÇÃO DE COMPRESSÃO
Esforço Axial ou Normal – Tração e Compressão; Determinação de Tensões e
Deformações; Condição de Resistência e Dimensionamento; Sistemas
Estaticamente Indeterminados – Compatibilidade de Deformações; Contração
Transversal – Coeficiente de Poisson.
9. TENSÕES NA FLEXÃO (Momento Fletor)
Flexão Pura, Flexão Simples e Flexão Composta; Diagrama de Momento Fletor;
Determinação de Tensões na Flexão e a hipótese de Bernoulli-Navier; Condição de
Resistência e Dimensionamento; Curvatura, ângulo unitário de Flexão; Vigas
compostas com dois ou mais materiais.
10. TENSÕES NO CISALHAMENTO PURO E NO CISALHAMENTO DA FLEXÃO SIMPLES
(Esforço Cortante)
Esforço Cortante; Cisalhamento puro, determinação de tensões; Propriedade das
tesões tangenciais – Princípio da dualidade das tensões; Cisalhamento na Flexão
Simples – Determinação de tensões; Condição de Resistência e
Dimensionamento.
11. TENSÕES E DEFORMAÇÕES NA TORÇÃO (Momento Torçor)
Torção; Diagrama de Momento Torçor; Determinação de Tensões e Deformações
na Torção; Condição de Resistência e Dimensionamento; Sistemas Estaticamente
Indeterminados – Compatibilidade de Deformações; Eixos de Transmissão.
12. SOLICITAÇÕES COMBINADAS (Compostas) DE TRAÇÃO, COMPRESSÃO,
FLEXÃO, CISALHAMENTO E TORÇÃO (Superposição de Efeitos)
Determinação de Tensões para efeitos combinados.
13. CÍRCULO DE MOHR
Estado Plano de Tensões; Tensões Principais e Cisalhamento nos Planos Principais;
Tensões Máximas de Cisalhamento; Tensão Normal nos Planos de Cisalhamento
Máximo; Círculo Mohr.
124
14. DEFLEXÃO EM VIGAS RETAS (Equação Diferencial da Linha Estática)
Equação Diferencial da Linha Estática; Determinação de Flechas e Flechas usuais
admissíveis; Analogia de Mohr para determinação de deformações da flexão
simples.
15. ESTADO HIDROESTÁTICO DE TENSÕES
Pressão; Variação de Pressão em um Fluído em Repouso; Diagramas de Pressão
em Vasos e Tanques.
16. SOLDA E REBITE
Maneiras de efetuar a solda; Fixação de corpos com rebites.
METODOLOGIA
Durante o semestre será observada a seguinte metodologia:
- Aulas expositivas, cujo tema será apresentado pelo Professor e o respectivo
conteúdo explicado, comentado e interpretado através de exemplos teóricos e
práticos.
- No decorrer de cada aula, está aberto o diálogo através de questionamentos,
comentários, dúvidas e observações de parte dos Acadêmicos, bem como a
necessidade de reapresentar o conteúdo quando o mesmo não estiver
suficientemente claro aos Acadêmicos.
AVALIAÇÃO
Será obtida pela realização de três provas escritas, constituídas de uma
parte com questões teóricas e outra com questões práticas, ou seja, problemas
propostos cuja solução deve ser desenvolvida pelo Acadêmico.
O número de questões é variável, assim como o valor atribuído a cada
questão, sendo estes dois itens definidos pelo Professor.
A nota do semestre será, então, calculada pela soma das notas de cada
prova realizada, divida por três. Se o resultado obtido for igual ou superior a 7
(sete), o Acadêmico estará aprovado sem necessidade de prestar exame.
As notas compreendidas em 5,0 (cinco) e 6,9 (seis vírgula nove), observado
o critério da freqüência, possibilitam ao Acadêmico realizar o exame final.
Nessa situação, a soma da nota do semestre com a nota obtida no exame
final será divida por dois. Se o resultado for igual ou superior a 5,0 (cinco) o
Acadêmico estará aprovado na disciplina.
Toda a nota atribuída seja em provas ou no cálculo de médias, serão
consideradas até a primeira casa decimal, sem arredondamentos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BEER/JOHNSTON. Resistência dos Materiais. São Paulo: McGraw Hill do Brasil, 1994.
NASH, Willian Arthur. Resistência dos Materiais. 2 ed. São Paulo: McGraw Hill do
Brasil, 1982.
125
TIMOSHENKO, Mecânica dos Sólidos. Vol. 1 e 2. São Paulo: Livros Técnicos e
Científicos, 1992.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BELLUZZI, Ciência de la Construcion.
POPOV, Egor P. Introdução à Mecânica dos Sólidos. São Paulo: Edgar Blücher,
1978.
126
DISCIPLINAS DO 5° SEMESTRE
127
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
50-180 - MATÉRIAS PRIMAS ALIMENTÍCIAS A
CARGA HORÁRIA: 45 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA
Nomenclatura
dos
produtos
agropecuários;
Agroquímicos;
Armazenamento de grãos; Micotoxinas; Matérias primas de origem vegetal;
Propriedades fisiológicas físicas, químicas e mecânicas; Características
agronômicas das culturas, cultivo, colheita, transporte, armazenamento,
comercialização e aproveitamento industrial; Obtenção de matérias
primas de origem animal; classificação comercial; produção, transporte,
armazenagem e aproveitamento industrial.
OBJETIVOS
a) Geral:
Gerar atitude crítica no discente sobre as relações entre o processo agrícola de
geração de matérias primas e o processo industrial de produção de alimentos,
evidenciando a interdependência entre essas, quando se objetiva a produção
racional de alimentos de alta qualidade.
b) Específicos:
- Identificar as características da matéria prima de origem agrícola que afetam o
processo industrial de alimentos;
- Conhecer os principais vegetais utilizados pela indústria de alimentos, definindo
suas características, forma de produção, colheita, transporte, armazenamento e
comercialização.
- Conhecer as principais matérias primas de origem animal utilizadas pela indústria
de alimentos, definindo suas características, forma de produção e
aproveitamento.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. CLASSIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS GERAIS DAS MATÉRIAS PRIMAS
2. AGROQUÍMICOS
2.1) Classificação, utilização e cuidados.
128
3. ARMAZENAMENTO DE GRÃOS
3.1) Princípios de armazenamento e controle de pragas.
4. MICOTOXINAS
4.1) Classificação, efeitos, análise e controle.
5. MATÉRIAS PRIMAS DE ORIGEM VEGETAL
Importância econômica, cultivo, comercialização, botânica, composição
química, propriedades físicas, maturação, colheita, armazenamento e
aproveitamento.
5.1. Grãos;
5.2. Hortaliças;
5.3. Frutas;
5.4. Outras (café, cana etc.).
6- MATÉRIAS PRIMAS DE ORIGEM ANIMAL
Composição e propriedades, sistema de produção, comercialização, transporte e
aproveitamento industrial.
6.1- Carnes (suínos, bovinos e aves);
6.2- Leite;
6.3- Ovos.
METODOLOGIA
Exposição da matéria, pesquisas teórico-práticas com apresentação na
forma de seminários das principais culturas e visitas técnicas.
AVALIAÇÃO
Provas teóricas, pesquisa bibliográfica e relatórios.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANDREI, Edmondo. Compendio de Defensivos Agrícolas: guia prático de produtos
fitossanitários para uso agrícola. Organização Andrei, São Paulo, 1999.
CASTRO, Paulo Roberto et alii. Ecofisiologia da produção agrícola. Piracicaba:
Associação Brasileira para Pesquisa do Potássio e do Fosfato, 1987.
FILQUEIRA, Fernando Antônio Reis. Novo Manual de Olericultura: agrotecnologia
moderna na produção e comercialização de hortaliças. Ed. da UFV, Viçosa,
2000.
MURAYAMA, Shizuto. Fruticultura. Instituto Campineiro de Ensino Agrícola,
Campinas, 1984.
SEIZI, Oga. Fundamentos de toxicologia. Ed. Atheneu, São Paulo, 1996.
129
SILVA, Joares deSouza e. Secagem e Armazenamento de Produtos Agrícolas. Ed.
Aprenda Fácil, Viçosa, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LAZZARINI, Silvio Neto. Reprodução e melhoramento genético. Viçosa: Aprenda
Facil, 2000.
Centrais
de
abastecimento
www.ceasacampinas.com.br/;
www.pr.gov.br/ceasa/; www.ceasa.rs.gov.br.
Englert, Sérgio Inácio. Avicultura: tudo sobre raças, manejo e nutrição. Guaíba:
Agropecuária, 1998.
UPNMOOR, Ilka. Produção de Suínos: crescimento, terminação e abate. Guaíba:
Agropecuária, 2000.
130
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
50-179 – NUTRIÇÃO
CARGA HORÁRIA: 45 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA
Princípios de Nutrição e de Alimentos. Necessidades energéticas, plásticas,
(proteínas,vitaminas e minerais) do organismo. A variabilidade das quotas
de nutrientes por faixa etária e em situações patológicas.
OBJETIVOS
Levar o acadêmico a perceber a interrelação da nutrição com as demais
disciplinas do curso, capacitando-o a distinguir alimentação normal e especial,
possibilitando a compreensão dos alimentos como imprescindíveis para o
desenvolvimento, crescimento e manutenção da saúde, bem como no
tratamento de doenças crônicas.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1) Conceitos De Nutrição: Definições, Fases Da Nutrição, Alimentação E Saúde.
2) Nutrientes: Tipos, Fontes Alimentares, Funções No Organismo E Doenças
Carenciais.
3) Planejamento Da Ração Alimentar: Gráficos De Alimentação, Quantidades,
Alternativas Alimentares.
4) Alimentação Por Faixa Etária: Necessidades Nutricionais E Regime Alimentar,
Alimentos Indicados Para Bebês, Crianças, Adolescentes, Adultos E Idosos.
5) Alimentação Ideal Nas Doenças Carenciais Mais Comuns Na Comunidade.
6) Alimentos Permitidos E Proibidos Nas Doenças Agudas E Crônicas.
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através de prova escrita e trabalho de pesquisa
escrito e oral.
METODOLOGIA
As aulas serão expositivas e dialogadas, com utilização de retro-projetor.
Com leituras individuais e em grupo, em sala de aula, com debate dos temas.
Elaboração de trabalho de pesquisa escrito e apresentação oral.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANDERSON, M.P.H.LINNEA & Col. Nutrição Ed. Guanabara, Rio de Janeiro, 1988.
BURTON, Benjamin. Nutrição Humana , Ed.Mcgraw, São Paulo, 1992.
131
FRANCO, Guilherme. Nutrição: Texto Básico e Tabela de Composição Química dos
Alimentos, Ed. Ateneu Rio de Janeiro. 1997.
KRAUSE E MAHAN. Alimentos, Nutrição e Dietoterapia Ed. Roca São Paulo, 1997.
TAGLE, Maria Angélica. Nutrição. Ed. Artes Médicas, Porto Alegre, 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DUARTE, Varo. Dieta – Vida e saúde. Ed. Sulina. Porto Alegre, 1990.
MARCONDES, Eduardo & Col. Desnutrição. Ed. Artes Médicas, Porto Alegre, 1976.
CHAVES, Nelson. Nutrição Básica e Aplicada. Ed.Guanabara Koogan, Rio de
Janeiro, 1995.
132
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES CAMPUS
DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
24-163 – BIOQUÍMICA
CARGA HORÁRIA: 60 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 04
EMENTA
Principais constituintes dos alimentos: água, proteínas, aminoácidos,
enzimas, carboidratos, lipídios, vitaminas, ácidos nucléicos. Metabolismo de
proteínas, lipídios e carboidratos. Regulação metabólica.
OBJETIVOS
Oferecer ao aluno condições de aprendizagem para que ele possa
explicar a forma e a função biológica através da química, identificando
elementos e substâncias químicas nas células, proporções e mecanismos
metabólicos de síntese e degradação de tais substâncias.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1.INTRODUÇÃO A BIOQUÍMICA
2. OS AMINOÁCIDOS
2.1. Conformação; Solubilidade; Classificação; Propriedades ácido-básicas;
Curvas de titulação;
2.2. Pk e PI; Poder tampão.
3. AS PROTEÍNAS
3.1. Definição;
3.2. Classificação;
3.3. Organização estrutural;
3.4. Propriedades.
4. AS ENZIMAS
4.1. Definição;
4.2. Nomenclatura e classificação;
4.3. Estrutura;
4.4. Coenzima, grupo prostético e cofator;
4.5. Centro ativo e centro alostérico;
4.6. Fatores que afetam a atividade enzimática: pH; temperatura, Km; etc.
4.7. Ativação e Inibição enzimática.
5. BIOQUÍMICA DOS CARBOIDRATOS
5.1. Ocorrência; Estrutura; Classificação;
5.2. Isomeria ótica;
5.3. Estrutura cíclica dos monossacarídeos; Ligações glicosídicas;
5.4. Digestão; Absorção; Destino;
133
5.5. Metabolismo do glicogênio;
5.6. Uso intracelular da glicose;
5.7. Glicogenólise;
5.8. Glicólise;
5.9. Cíclo de Krebs;
5.10.Cadeia respiratória.
6. BIOQUÍMICA DOS LIPÍDIOS
6.1. Estrutura de triglicerídios;
6.2. Estrutura de terpenos;
6.3. Componentes de lipídios;
6.4. Digestão e absorção dos lipídios;
6.5. Lipoproteínas;
6.6. Destinação dos ácidos graxos do plasma;
6.7. Beta oxidação dos ácidos graxos;
6.8. Biossíntese dos triglicerídios.
7. METABOLISMO DAS PROTEÍNAS E DOS AMINOÁCIDOS
7.1. Digestão e absorção;
7.2. Destino dos aminoácidos absorvidos;
7.3. Equilíbrio dinâmico das proteínas;
7.4. Pool de aminoácidos circulantes;
7.5. Ressíntese de proteínas corporais;
7.6. Desaminação e Transaminação;
7.7. Metabolismo da amônia.
8. REGULAÇÃO METABÓLICA
8.1. Regulação estequiométrica;
8.2. Regulação alostérica;
8.3. Regulação hormonal;
8.4. Regulação por ligações química.
9. ÁCIDOS NUCLEICOS
AVALIAÇÃO
A avaliação será efetuada através de provas, seminários, interpretação
de artigos, dicussão e contribuição oral de informações.
METODOLOGIA
grupos.
Aulas expositivas, dialogadas questionadas, trabalhos individuais e em
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
RIEGAL, R. E. Bioquímica. 2 ed. São Leopoldo/RS: Unisinos, 2002.
MARZZOLO, Anita. Bioquímica Básica. 1 ed. Rio de Janeiro: Koogan, 1990
HARPER. Química Fisiológica. 7 ed. São Paulo: Atheneu, 2000..
LEHNINGER, Albert L. Bioquímica. 2 ed. São Paulo: Sarvier, 2002
CAMPBELL, M. K. Bioquímica. Ed. Artmed, 2ª ed. Porto Alegre 2001,752p.
134
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHAMPE, Panela C.; HARNEY, Richard A. Bioquímica Ilustrada. 21 ed. Porto Alegre:
Artes Médicas, 1996.
LAGUNA, José. Bioquímica. 1 ed. São Paulo: Mestre Jou, 1978.
RAW, Isaias. Fundamentos de Bioquímica. São Paulo: McGrawHill do Brasil, 1972.
_______. Bioquímica: Fundamentos para Ciências Biomédicas. 1 ed. São Paulo:
McGraw Hill do Brasil, 1981.
SMITH, Emil L. Bioquímica - Aspectos Gerais. 11 ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1985.
VILLELA, Gilberto G. Bioquímica. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1978.
135
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
30-206 – TERMODINÂMICA A
CARGA HORÁRIA: 45H/A
N0 DE CRÉDITOS: 03
EMENTA
Escopo e conceitos do equilíbrio de fases. Função geradora de Gibbs
residual: fugacidade, coeficiente de fugacidade. Equações de estado:
virial e suas extensões; van der Waals e suas extensões. Função geradora
de Gibbs em excesso: coeficiente de atividade, atividade e estados
padrões. Aplicação de métodos de contribuição de grupos à estimativa
de propriedades físico-químicas. Cálculo e métodos experimentais de
determinação de dados de equilíbrio de fases em sistemas bifásicos e
multifásicos. Noções de engenharia molecular.
OBJETIVOS
Fornecer ao aluno conhecimentos básicos de um ramo da física,
preparatórios às disciplinas de operações unitárias e de fenômenos de transporte.
Explorar com maiores detalhes as relações existentes entre temperatura, pressão e
volume para substâncias puras e misturas, abordando aspectos qualitativos
(descrição de diagramas), teóricos (modelagem) e experimentais (práticas em
laboratório).
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. CONCEITOS BÁSICOS
1.1. Revisão sobre os critérios de equilíbrio;
1.2. Formulação do equilíbrio via potencial químico;
1.3. Critério de equilíbrio via funções auxiliares – definição de fugacidade,
coeficiente de fugacidade e atividade em substâncias puras e misturas.
2. RELAÇÃO P-V-T E FUNÇÃO GERADORA DE GIBBS RESIDUAL PARA SUBSTÂNCIAS
PURAS
2.1. Desenvolvimento do formalismo da função geradora residual de Gibbs;
2.2. Diagramas de fase (P-V-T) de substâncias puras;
2.3. Equação do virial e métodos de avaliação de seus coeficientes;
2.4. Modelos de energia potencial intermolecular;
2.5. Teoria dos Estados Correspondentes;
2.6. Equações de estado cúbicas: van der Waals e suas extensões;
136
2.7. Cálculo do coeficiente de fugacidade via equação do virial e equações de
estado cúbicas;
2.8. Construção de Maxwell;
2.9. Estimativa da pressão de saturação via equação de Clapeyron e emprego de
relações semi-empíricas.
3. RELAÇÃO P-V-T E FUNÇÃO GERADORA DE GIBBS RESIDUAL PARA MISTURAS
3.1. Propriedade parcial molar;
3.2. Equação de Gibbs-Duhem e testes de coerência termodinâmica;
3.3. Expressão da função geradora residual de Gibbs para misturas;
3.4. Expressões para o coeficiente de fugacidade de um componente numa
mistura;
3.5. Avaliação dos coeficientes do virial para misturas;
3.6. Regras de mistura e combinação para os parâmetros de equações de estado
cúbicas;
3.7. Diagramas de fase (P-V-T-composição) para misturas;
3.8. Algoritmos para o cálculo do equilíbrio líquido-vapor via equações de estado
cúbicas (notação “φ-φ”).
4. PROPRIEDADES DE MISTURAS LÍQUIDAS E FUNÇÃO GERADORA DE GIBBS EM
EXCESSO
4.1. Definição de propriedade em excesso;
4.2. Função geradora de Gibbs em excesso;
4.3. Atividade, coeficiente de atividade, estados padrões. Modelos de solução
ideal: Regra de Lewis-Randall e Lei de Henry;
4.4. Notações e inter-relação entre convenções simétrica e assimétrica;
4.5. Conexão entre função geradora de Gibbs em excesso e fugacidade;
4.6. Modelos de coeficiente de atividade: Margules, Wilson, NRTL, UNIQUAC, etc.
5. CÁLCULO DO EQUILÍBRIO DE FASES
5.1. Algoritmos para o cálculo do equilíbrio líquido-vapor via notação “φ-γ”;
5.2. Exercícios computacionais de aplicação das notações “φ-φ”, “φ-γ” e “γ-γ” para
o equilíbrio líquido-vapor, gás-líquido, sólido-gás e líquido-líquido;
5.3. Métodos de contribuição de grupos para a estimativa de propriedades
críticas e coeficiente de atividade;
5.4. Definição, conceitos e aplicações da engenharia molecular.
6. PRÁTICAS DE LABORATÓRIO
6.1. Equilíbrio líquido-vapor a baixas pressões;
6.2. Equilíbrio líquido-líquido a baixas pressões;
6.3. Solubilidade de gases em líquidos.
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através de provas, trabalhos escritos e relatórios das
práticas de laboratório.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, trabalhos individuais e em grupos e realização de práticas
de laboratório.
137
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SMITH, J.M.; VAN NESS, H.C.; ABBOTT, M.M. Introdução à Termodinâmica da
Engenharia Química, LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 5a Edição,
2000.
SANDLER, S.I. Chemical and Engineering Thermodynamics, John Wiley & Sons, 3rd
Edition, 1999.
HILLERT, M. Phase Equilibria, Phase Diagrams and Phase Transformations,
Cambridge University Press, 1998.
POLING, B.E.; PRAUSNITZ, J.M.; O´CONNELL, J.P. The Properties of Gases and Liquids,
McGraw-Hill Book Company, 5th edition, 2001.
PRAUNSNITZ, J.M.; LICHTENTHALER, R.N.; GOMES DE AZEVEDO, E. Molecular
Thermodynamics of Fluid Phase Equilibria, Prentice Hall, 3rd Edition, 1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
VAN NESS, H.C.; ABBOTT, M.M. Classical Thermodynamics of Nonelectrolyte
Solutions, McGraw-Hill Book Company, 1982.
CHAO, K.C.; GREENKORN, R.A. Thermodynamics of Fluids, Marcel Dekker, Inc., 1975.
138
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
30-210 – MECÂNICA DOS FLUIDOS A
CARGA HORÁRIA: 60 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 04
EMENTA
Introdução: definição de um fluido; o fluido como um meio contínuo; Estática dos
fluidos; Viscosidade e mecanismo de transporte de quantidade de movimento;
Distribuição de velocidade em escoamento laminar; Equações diferenciais de
escoamento de fluidos: Equação da Continuidade e do Movimento; Transferência
de quantidade de movimento em regime transiente; Análise dimensional;
Experimento de Reynolds; Força de arraste; Conceito da Camada Limite; O efeito
da turbulência sobre a transferência de quantidade de movimento; Escoamento
em condutos fechados; Medidores de vazão e de velocidade; Aplicações gerais.
OBJETIVOS
Apresentar os fundamentos básicos de estática dos fluidos e de
transferência de quantidade de movimento de forma a reunir conceitos físicos e
matemáticos e realizar estudos com aplicações em Engenharia de Alimentos para
embasar as disciplinas que envolvam cálculo de equipamentos nas operações
unitárias e reatores.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1 – INTRODUÇÃO GERAL
1.1 Objetivos da estática e dinâmica dos fluidos;
1.2 Definição de um fluido;
1.3 O fluido como um meio contínuo;
1.4 Objetivos das operações unitárias;
1.5 Sistemas de Unidades.
2 – PROPRIEDADES
2.1. Massa específica, densidade relativa, peso específico, volume específico,
consulta em tabela de propriedades físicas de sólidos, líquidos e gases;
2.2. Pressão de vapor;
2.3. Tensão superficial;
2.4. Capilaridade.
3 – ESTÁTICA DOS FLUIDOS
3.1. Equações gerais da estática dos fluidos: gradiente de pressão;
3.2. – Lei de Pascal; Lei de Stevin, Fluido incompressível, unidades de pressão,
pressão absoluta e relativa;
3.3. Fluidos compressíveis, atmosfera padrão, atmosfera politrópica (gradiente
vertical de temperatura);
139
3.4. Manometria: exercícios envolvendo manômetros, vacuômetros, barômetros;
3.5. Noções de empuxo, flutuação e equilíbrio (aplicação em densímetros: escala
brix e baumé).
4 – VISCOSIDADE E MECANISMO DE TRANSPORTE DE QUANTIDADE DE MOVIMENTO
4.1 Lei de Newton da Viscosidade;
4-2 Analogia entre os transportes de momento, calor e massa;
4-3 Estimativa de viscosidades de gases e líquidos;
4-4 Fluidos Não-Newtonianos;
4.5. Classificação de escoamento de fluidos (ideal e real).
5 – DISTRIBUIÇÃO DE VELOCIDADE EM ESCOAMENTO LAMINAR.
5-1 Balanço de quantidade de movimento;
5.2 Escoamento através de um tubo circular.
6– EQUAÇÕES DIFERENCIAIS DE ESCOAMENTO DE FLUIDOS
6.1 Equação da continuidade e aplicações;
6.2 Equação do movimento e aplicações;
6.3. Transferência de quantidade de movimento em regime transiente;
6.4 Conceito de vazão e velocidade média. Equação de Euler (divergente da
velocidade). Equação de Bernoulli para fluido ideal. Equação de Torricelli;
6.5. Aplicações da equação de Bernoulli (Fluido ideal)
a)
Tubo venturi
b)
tubo sifão
c)
Tubo pitot
d)
Bocais e medidores teóricos ideais.
7 – ESCOAMENTO DE FLUIDO REAL
7.1. Experimento de Stokes, força de arraste; Experimento de Reynolds;
Escoamento laminar, de transição e turbulento. Número de Reynolds; Conceito da
Camada limite: noções de camada limite hidrodinâmica; espessura da camada
limite em placa plana; camada limite na entrada de dutos; arraste e sustentação:
princípio do vôo;. O efeito da turbulência sobre a transferência de quantidade de
movimento;
7.2. Análise Dimensional.
8 – ESCOAMENTO EM CONDUTOS FECHADOS
8.1. Escoamento de fluido viscoso e incompressível. Equação de Darcy –
Weisbach; Conceito de perda de carga em tubos lisos e rugosos;
8.2. Perda de carga distribuída, diagrama de Moody. Equações do Coef. de
atrito: Blasius, Nikuradse, Colebrook. Exemplos práticos: escoamento de líquidos:
dutos de distribuição de água;
8.3. Perda de carga localizada. Exemplos práticos da importância da perda de
carga localizada;
8.4. Vazão e potência para movimentação de fluido real em dutos e tubos.
Exemplos práticos: dutos de distribuição de ar de ventilação;
8.5. Medidores de vazão de fluido real
a) Medidor venturi
b) Placas de orifício
c) Medidores e transdutores
d) Anemômetros térmicos e hélice.
140
METODOLOGIA
Aulas expositivas, trabalhos individuais e em grupos.
AVALIAÇÃO
Trabalhos escritos e provas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BENNETT, C. O. Fenômenos de Transporte: quantidade de movimento, calor e
massa. São Paulo: McGraw Hill, 1978.
BIRD, R. Byron. Transport Phenomena. New York: John Wiley & Sons, 1960.
FAHIEN, R. W. Fundamentals of Transport Phenomena. New York: McGraw-Hill.
Company, 1983.
FOX, Alan T. McDonald. Introdução à Mecânica dos Fluídos. 4 ed. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 1995.
SISSOM, L. E.; PITTS, D. R. Fenômenos de Transporte. Rio de Janeiro: Guanabara,
1988.
WELTY, J. R.; WICKS, C. E.; WILSON, R. E. Fundamentals of Momentum, Heat and
Mass Transfer. New York: John Wiley & Sons. 1984. 803 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MAHAN, Bruce N. Química de um curso universitário. São Paulo: Edgard Blucher,
1996.
141
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
50-178 – MICROBIOLOGIA DE ALIMENTOS
CARGA HORÁRIA: 75 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 05
EMENTA
Importância dos microrganismos nos alimentos. Grupos de bactérias importantes
em bacteriologia de alimentos. Microrganismos indicadores. Microrganismos
patogênicos de importância em alimentos. Fatores intrínsecos e extrínsecos que
controlam o desenvolvimento microbiano. Alterações químicas causadas por
microrganismos. Princípios gerais de conservação dos alimentos. Deterioração
microbiana de alimentos. Critérios microbiológicos para avaliação da qualidade
de alimentos. Programas de controle de qualidade. Perspectivas de uso de
engenharia genética em microrganismos.
OBJETIVOS
Levar o corpo discente a utilizar seu conhecimento básico em
microbiologia na análise microbiológica de diferentes alimentos. Introduzir novos
métodos e conceitos teóricos na avaliação da qualidade microbiológica de
diferentes tipos de alimentos. Destacar a importância da microbiologia na solução
de problemas originários da contaminação por microrganismos na fase de
produção, industrialização, distribuição e armazenamento dos diversos tipos de
alimentos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. IMPORTÂNCIA DOS MICRORGANISMOS NOS ALIMENTOS
1.1. Histórico;
1.2. Fontes de contaminação;
1.3. Causas de alterações em alimentos;
1.4. Microrganismos de interesse (bolores, leveduras e bactérias).
2. GRUPOS DE BACTÉRIAS IMPORTANTES EM BACTERIOLOGIA DE ALIMENTOS
2.1. Bactérias Láticas, Acéticas, Proteolíticas, Lipolíticas, Butíricas, Propiônicas,
Sacarolíticas, Pectinolíticas, Halofíticas, Osmófilas, Termófilas, Termodúricas,
Psicrófilas.
3. MICRORGANISMOS INDICADORES
3.1. Coliformes totais, fecais (termotolerantes) e Escherichia coli;
3.2. Bactérias heterotróficas;
3.3. Detecção e contagem de microrganismos patogênicos.
4. MICRORGANISMOS PATOGÊNICOS DE IMPORTÂNCIA EM ALIMENTOS
142
5. FATORES INTRÍNSECOS E EXTRÍNSECOS QUE CONTROLAM O DESENVOLVIMENTO
MICROBIANO
5.1. Atividade de água; Acidez (pH); Potencial de Oxi-redução; Composição
química; Fatores antimicrobianos naturais; Interações entre microrganismos;
5.2. Temperatura ambiental; Umidade relativa; Composição gasosa;
5.3. Obstáculos de Leistner.
6. ALTERAÇÕES QUÍMICAS CAUSADAS POR MICRORGANISMOS
6.1. Em carboidratos;
6.2. Em proteínas;
6.3. Em lipídios.
7. PRINCÍPIOS GERAIS DE CONSERVAÇÃO DOS ALIMENTOS
7.1. Assepsia;
7.2. Eliminação dos microrganismos;
7.3. Atmosfera modificada;
7.4. Temperaturas elevadas;
7.5. Temperaturas baixas;
7.6. Dessecação;
7.7. Radiações;
7.8. Conservantes químicos;
7.9. Outros.
8. DETERIORAÇÃO MICROBIANA DE ALIMENTOS
8.1. Leite e derivados;
8.2. Carne e derivados;
8.3. Aves e pescados;
8.4. Ovos e derivados;
8.5. Açúcares e derivados;
8.6. Cereais e derivados;
8.7. Frutas e vegetais;
8.8. Alimentos envasados ou enlatados.
9. CRITÉRIOS MICROBIOLÓGICOS PARA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE ALIMENTOS
9.1. Planos de amostragem;
9.2. Metodologias;
9.3. Padrões e normas (Legislação).
10. PROGRAMAS DE CONTROLE DE QUALIDADE
10.1. Boas práticas de fabricação;
10.2. Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle;
10.3. Outros programas.
11. PERSPECTIVAS DE USO DE ENGENHARIA GENÉTICA EM MICRORGANISMOS
12. AULAS PRÁTICAS
12.1. Métodos de análise: amostragem, Preparação de amostras, contagem por
plaqueamento, determinação do Número Mais Provável, Métodos indiretos,
Técnicas Imunológicas e genéticas;
12.2. Contagem total de bactérias mesófilas;
12.3. Contagem total de bactérias termófilas;
143
12.4. Contagem total de bactérias psicrófilas;
12.5. Contagem total de bolores e leveduras;
12.6. Número Mais Provável de Coliformes Totais;
12.7. Número Mais Provável de coliformes fecais (termotolerantes) e Escherichia
coli;
12.8. Contagem de Staphylococcus aureus;
12.9. Contagem de clostridios sulfito redutores;
12.10. Detecção de salmonela.
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através de provas, trabalhos escritos e das aulas
práticas (participação e relatórios).
METODOLOGIA
Aulas expositivas, aulas práticas com trabalhos individuais e em grupos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FRANCO, B.D.G.M.; LANDGRAF, M. Microbiologia dos Alimentos. São Paulo:
Atheneu, 1996.
FRAZIER, W.C.; WESTHOFF, D.C. Microbiologia de los Alimentos. Zaragoza, Espanha:
Editorial Acribia, 1993.
JAY, J.M. Microbiologia Moderna de los Alimentos. Zaragoza, Espanha: Editorial
Acribia, 1995.
SILVA, N.; JUNQUEIRA, V.C.A.; SILVEIRA, N.F.A. Manual de Métodos de Análise
Microbiológica de Alimentos. São Paulo: Livraria Varela, 1997.
ANVISA. Legislações vigentes sobre Padrões Microbiológicos para Alimentos.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FORSYTHE, S.J. Microbiologia da Segurança Alimentar. São Paulo: Livraria Varela,
2002.
LIGHTFOOT, N.F.; MAIER, E.A. Análisis microbiológico de alimentos y aguas.
Directrices para el aseguramiento de la calidad. Ed. Acribia, 2002.
APPCC na Qualidade e Segurança Microbiológica de Alimentos. São Paulo:
Livraria Varela, 1997.
144
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
30-208 - PLANEJAMENTO DE EXPERIMENTOS
CARGA HORÁRIA: 45H/A
Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA
Planejamento Fatorial (completo e fracionário). Ajuste de modelos. Verificação de
validade de modelos. Análise de superfície de resposta. "Screening Design". Estudo
de casos.
OBJETIVOS
Fornecer conhecimento teórico e prático da metodologia de
Planejamento Experimental Fatorial e Otimização de Processos, como ferramenta
estatística para avaliação e otimização de parâmetros de processos,
formulações, “design” de equipamentos, aumento da sensibilidade analítica, etc,
tanto em desenvolvimento de processos como em processos industriais.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. INTRODUÇÃO
1.1. Importância do uso da metodologia em processos multivariáveis;
1.2. Vantagens dos experimentos fatoriais em relação aos experimentos do tipo
univariável;
1.3. Potencial de aplicação na Engenharia de Processos.
2. CONCEITOS BÁSICOS DE ESTATÍSTICA
3. ESTRATÉGIAS DE DEFINIÇÃO DO PLANEJAMENTO MAIS ADEQUADO SEGUNDO O
PROCESSO EM ESTUDO
4. PLANEJAMENTO FATORIAL COMPLETO
4.1.Definição da função objetivo;
4.2. Definição das variáveis do processo em estudo e suas restrições;
4.3.
Elaboração
do
Planejamento
Fatorial
Completo;
4.4.
Análise
dos
efeitos
dos
fatores
nas
respostas
desejadas;
4.5. Análise estatística e interpretação dos resultados.
5. PLANEJAMENTO FATORIAL FRACIONAL
5.1. Definição das variáveis do processo em estudo e suas restrições;
5.2. Definição da resolução mais adequada.;
5.3. Elaboração do Planejamento Fatorial Fracional;
5.4. Análise dos efeitos dos fatores nas respostas desejadas;
6. AJUSTE DE MODELOS
7. MODELO DE PRIMEIRA ORDEM
8. MODELO DE SEGUNDA ORDEM
145
9. VERIFICAÇÃO DA VALIDADE DOS MODELOS: ANOVA
10. ANÁLISE DE SUPERFÍCIE DE RESPOSTA: DEFINIÇÃO DAS FAIXAS ÓTIMAS DE
OPERAÇÃO
11. "SCREENING DESIGN": PLANEJAMENTOS FATORIAIS ONDE UM GRANDE NÚMERO
DE VARIÁVEIS ESTEJAM ENVOLVIDAS - PLACKETT-BURMAN
12. EXEMPLOS DE APLICAÇÃO: AULAS PRÁTICAS EM COMPUTADOR, ESTUDOS DE
CASO (PROCESSOS ALIMENTÍCIOS, QUÍMICOS, BIOTECNOLÓGICOS).
AVALIAÇÃO
Prova, trabalhos.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, aulas práticas em computador, trabalhos em duplas,
apresentação dos trabalhos, pesquisas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Crespo, A. A. Estatística. Porto Alegre: Saraiva, 1991.
Spiegel, M. R. Estatística. São Paulo. McGraw Hill do Brasil, 1993.
Barros Neto, B.; Scarminio, I. S. e Bruns, R. E. Como fazer experimentos: pesquisa e
desenvolvimento na ciência e na indústria. Editora da UNICAMP. 2.ed. 401p.
Campinas, SP, 2002
Montgomery, Douglas C. Design and analysis of experiments. John Wiley & Sons,
5th ed. 684p. New York, USA, 2001.
Wu, C. J.; Hamada, M. Experiments: planning, analysis, and parameter design
optimization. John Wiley & Sons, 630p. New York, USA, 2000.
146
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
30-209 – ELETROTÉCNICA A
CARGA HORÁRIA: 45 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA
Elementos e Leis dos circuitos em C.C. e C.A.; Potência e Energia. Circuitos
monofásicos e trifásicos; Transformadores; Máquinas elétricas e indução,
sincronas e de correntes contínua; Instalações elétricas e dispositivos de
proteção. Componentes e equipamentos elétricos e eletrônicos.
OBJETIVOS
- Capacitar o aluno à compreensão e análise dos circuitos elétricos;
- Apresentar ao aluno, tanto na teoria quanto na prática, os principais
elementos e componentes presentes no sistema elétrico e indústrias em geral.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1.
CIRCUITOS TRANSITÓRIOS
1.1 Análise de malhas;
1.2 Circuito RC;
1.3 Circuito RL.
2.
CORRENTE ALTERNADA
2.1 Diagrama fasorial;
2.2 Valor eficaz.
3.
ANÁLISE DE CIRCUITOS EM C.A
3.1 Circuito em C.A. com indutância pura;
3.2.Circuito RL série;
3.3 Fator de potência;
3.4 Circuito RL paralelo;
3.5 Circuito C.A. com capacitância pura;
3.6 Circuito RC série;
3.7 Circuito RC paralelo;
3.8 Circuito RLC série;
3.9 Circuito RLC paralelo.
147
4.
CIRCUITOS TRIFÁSICOS
4.1 Sistema trifásico;
4.2 Ligação estrela;
4.3 Ligação em triângulo;
4.4 Potência em sistemas trifásicos.
5.
MOTORES ELÉTRICOS
5.1 Princípio de funcionamento do motor de corrente contínua;
5.2 Princípio de funcionamento do motor de corrente alternada.
6.
TRANSFORMADORES
6.1 Funcionamento do transformador;
6.2 Tipos de transformadores.
7.
COMPONENTES E EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS.
7.1 Dispositivos de partida de motores elétricos (interruptores automáticos;
bobinas, fusíveis, disjuntor dispositivos de partida automática);
7.2 Solenóides e eletroimãs;
7.3 Medidores: voltímetro; amperímetro; wattímetro;
7.4 Tipos de transformadores.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, aulas de laboratório, trabalhos individuais e em grupos,
apresentação de trabalhos, visitas técnicas.
AVALIAÇÃO
Provas, trabalhos, exposições.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALBUQUERQUE, Romulo O. Análise de Circuitos de Corrente Alternadas.
COTRIM, A. M. B. Instalações Elétricas. São Paulo: McGraw Hill do Brasil, 1987.
GRAY, A.; WALLACE, G. A. Eletrotécnica Princípios e Aplicações. 7ª ed. Rio de
Janeiro: Ao Livro Técnico. 1971. 702 p.
GUSSOW, Milton. Eletricidade Básica. São Paulo: Makron Books, 1985.
MILLMAN, Jacob. Eletrônica: dispositivos e circuitos. São Paulo: Mc Graw – Hill do
Brasil, 1981.
O’MAILLEU, John. Análise de Circuitos. 2 ed. São Paulo: Makron Books, 1993.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CREDER, H. Instalações Elétricas. NB-B da ABNT.
148
FERRARO, Nicolau Gilberto. Eletricidade: história e aplicações. São Paulo:
Moderna, 1991.
FOWLER, Richard J. Eletricidade: princípios e aplicações BSP 10 - eletricidade
básica. s.1. Festo Didactic, 1991.
HALLIDAY, David. Física: eletricidade, magnetismo e óptica. Rio de Janeiro: Ao
Livro Técnico, 1971.
HAYT Jr., William Hart. Análise de circuitos em engenharia. São Paulo: McGraw Hill
do Brasil, 1975.
KOSOW, Irving L. Máquinas elétricas e transformadores. 11 ed. São Paulo: Globo,
1995.
MAMED Filho, João. Manual de Equipamentos Elétricos. Vol. I e II. Rio de Janeiro:
LTC, 1994.
RESNICK, Robert. Física. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1996.
TIPLER, Paul A. Física para cientistas e engenheiros: eletricidade e magnetismo. Rio
de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1995.
149
DISCIPLINAS DO 6° SEMESTRE
150
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
50-181 - BIOQUÍMICA DE ALIMENTOS A
CARGA HORÁRIA: 75 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 05
EMENTA
Estudo nos alimentos da atividade de água, escurecimento não enzimático
e enzimático, enzimas, oxidação lipídica, bioquímica da maturação das
frutas, bioquímica da carne e sistema coloidal.
OBJETIVOS
Possibilitar ao aluno a constatação de que a matéria-prima é algo
dinâmico e que suas transformações devem ser conhecidas e dirigidas visando à
obtenção de produtos industrializados de elevada qualidade.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1) ÁGUA
1.1)Importância da água;
1.2)Conteúdo de água em diversos alimentos;
1.3)Classificação dos tipos de interação da água nos alimentos;
1.4)Grupos químicos que estabelecem interações com a água;
1.5)Estrutura dos aminoácidos e suas influencias na retenção de água.
2 ) ATIVIDADE DE ÁGUA (aw)2.1) Conceito;
2.2)Isoterma sorção;
2.3)Forma de interação da água nos alimentos;
2.4)Histerese;
2.5)Importância da isoterma de adsorção;
2.6) Velocidades relativas das reações de alterações em alimentos em relação
aos valores de aw.
3) ESCURECIMENTO NÃO ENZIMÁTICO
3.1)Conceito;
3.2)Etapas do escurecimento;
3.3)Mecanismos das reações;
3.4)Fatores que influenciam;
3.5)Prevenção do escurecimento.
4) ESCURECIMENTO ENZIMÁTICO
4.1)Conceito;
4.2)Ocorrência;
4.3)Substratos fenólicos e pigmentos;
151
4.4)Enzimas e mecanismos das reações;
4.5)Funções da PPO;
4.6) Prevenção do escurecimento.
5) ENZIMAS EM ALIMENTOS
5.1)Peroxidase
Localização, Ação, Mecanismo de ação, Em que alimentos se encontra,
Inativação, Reversibilidade;
5.2) Pectinesterase
Estrutura da pectina, PME, Ação da PME, Ação da PMG, Temperaturas de
inativações em suco de laranja;
5.3) Papaína e Bromelaína
Tipos de enzimas, Emprego, pH de ação, Centro ativo, Mecanismo de ação
e inibidores.
5.4) Proteinases (hidrolases)
Tipos, Mecanismo de ação, Emprego em alimentos, Estrutura da caseína,
Coagulação da caseína, Efeito da temperatura, pH e cloreto de cálcio.
6) VITAMINA C
6.1) Fontes;
6.2) Necessidades;
6.3) Absorção;
6.4) Fatores que afetam a estabilidade da Vitamina C;
6.5) Teor de Vitamina C em suco de laranja.
7) BIOQUÍMICA DA MATURAÇÃO DAS FRUTAS
7.1) Introdução;
7.2) Características organolépticas;
7.3) Composição das frutas;
7.4) Frutas climatéricas e não climatéricas;
7.5) Metabolismo e fisiologia das frutas;
7.6) Respiração;
7.7) Maturação fisiológica e organoléptica das frutas.
8) PIGMENTOS VEGETAIS
8.1) Introdução;
8.2) Tipos de pigmento;
8.3) Estrutura dos pigmentos;
8.4) Influência do pH e da temperatura nos pigmentos.
9) SISTEMA COLOIDAL
9.1) Gel
Conceito, Amido, Solubilidade, Composição, Formação do gel,
Retrogradação, Amidos modificados;
9.2) Espuma
O que é?, Quais as características que a película deve ter?, Tipos de
espumas em alimentos, Quais fatores estabilizam as espumas?, Quais as fontes
estabilizantes?, De que depende a capacidade das proteínas de formarem
espumas?, Como forma-se a espuma?, Fatores ambientais que afetam a
estabilidade da espuma.
9.3) Emulsão
152
O que é emulsão?, Tipos de emulsões presentes nos alimentos, Tensão
superficial, Agente emulsificante, Fatores que afetam a estabilidade da espuma.
10) BIOQUÍMICA DA CARNE
10.1) Sistema protéico muscular;
10.2) Fibras musculares;
10.3) Bioquímica da contração celular;
10.4) Sistema protéico muscular após a morte;
10.5) Rigidez cadavérica;
10.6) Maturação da carne;
10.7) Pigmentos da carne fresca, cozida e curada.
11) OXIDAÇÃO DOS LIPÍDIOS
11.1) Introdução;
11.2) Mecanismos;
11.3) Produtos de oxidação;
11.4) Fatores que influenciam na oxidação dos lipídios na carne;
11.5) Antioxidantes.
AVALIAÇÃO
Duas provas escritas e participação e interesse em aula demonstrado pelo
aluno.
METODOLOGIA
Aulas teóricas e práticas, relacionando a teoria com a prática. Nas aulas
práticas cada grupo trabalha com um alimento diferente analisando o mesmo
fundamento e no final quando todos os grupos têm os resultados os mesmos são
interpretados e discutidos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LEHNINGER, A.L. Principles of Biochemistry. Ed. Worth Publishers, 2 ed., 1993.
CHEFTEL, J.C.; CHEFTEL, H.; BESANSON, P. Introduction a la Bioquímica y Tecnologia
de los Alimentos. Ed. Acribia, Zaragoza, V.II 1977.
FENNEMA, O.R. Química de los alimentos. Editora Acribia, Zaragoza, 1993.
ARAÚJO, J. M. Química de Alimentos. Editora UFV, 1995.
BOBBIO, F.; BOBBIO, P. Química do Processamento de Alimentos. Ed. Varela, 2 ed.,
1992.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
REVISTA DO SBCTA. Publicação bimestral.
FOOD MICROBIOLOGY. Publicação mensal.
JOURNAL FOOD SCIENCE. Publicação mensal.
JOURNAL OF FOOD PROTECTION. Publicação mensal.
FOOD CHEMISTRY. Publicação mensal.
153
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
60-367 – ECONOMIA IA
CARGA HORÁRIA – 45 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA
Noções dos conceitos básicos de economia e suas implicações no
agronegócio, enfatizando a inter-relação entre os fatores de produção na
produção e realização da atividade econômica.
OBJETIVOS
Conhecer conceitos e metodologias utilizados nas análises econômicas
da atividade agronegocial. Compreender as inter-conexões ente os fatores de
produção e sua influência no resultado da atividade agronegocial.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. CONCEITOS BÁSICOS
1.1 O problema econômico;
1.2 O Sistema Econômico;
1.3 Funções de um Sistema Econômico;
1.4 Organização de um Sistema Econômico Capitalista.
2. NOÇÕES DE MACROECONOMIA
2.1 A “Micro e a Macroeconomia”;
2.2 Medindo o “Produto” do País;
2.3 O Modelo Macroeconômico Keynesiano
A Teoria Clássica do Emprego;
A Teoria do Emprego, na Versão Keynesiana;
As Variáveis da Abordagem Keynesiana;
O Encadeamento Lógico da Análise Keynesiana;
2.4. Políticas Econômicas
Instrumentos de Política Econômica.
3. DEMANDA DE PRODUTOS
3.1 Teoria do Comportamento do Consumidor;
3.2. Curva de Demanda de Mercado
Fatores Determinantes da Lei de Procura;
Elasticidade – Preço de Procura;
Flexibilidade – Preço de Demanda;
Relação entre Elasticidade-Preço e Receita;
3.3. Fatores Deslocadores da Curva de Demanda
Aspectos Demográficos;
Renda dos Consumidores;
154
Preço de Produtos Substitutos e Complementares;
Outros Fatores que Afetam a Procura;
3.4. Demanda em Nível de Produtor
4. OFERTA DE PRODUTOS
4.1. Relação entre Produção e Custos;
4.2. O Nível Ótimo de Produção;
4.3. A Curva de Oferta da Firma no Curto Prazo;
4.4. Agricultura: A Fixidez dos Ativos Afeta a Oferta;
4.5. Curva de Oferta de Mercado;
4.6. Elasticidade Preço de Oferta;
4.7. Fatores Deslocadores da Oferta
Preços dos Insumos;
Tecnologia;
4.8. Curva de Resposta Versus Curva de Oferta;
4.9. Oferta a Nível de Consumidor;
4.10. A Produção Agrícola Brasileira.
5. ANÁLISE DE MERCADO
5.1. Estrutura de Mercado;
5.2. Formação de Preço em Concorrência Perfeita;
5.3. O Monopólio e a Formação de Preço;
5.4. A Competição Monopolística;
5.5.Oligopólio;
5.6. Monopsônio;
5.7. Oligopsônio;
5.8. Conduta e Eficiência de Mercado;
5.9. Equilíbrio na Produção e Consumo.
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através de provas e trabalhos escritos.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, trabalhos individuais e em grupos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ROSSETI, José Paschoal. Introdução à Economia. São Paulo, Atlas,1985
MENDES, Judas Tadeu Grassi. Economia Agrícola. Curitiba, ZNT, 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARBOSA, Eraldo Sérgio . Introdução à Economia . São Paulo. FTD , 1996
PEREIRA, Wlademir (Coord.) Manual de Introdução à Economia São Paulo,
Saraiva, 1981.
155
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
50-111 – HIGIENE, LEGISLAÇAO DE ALIMENTOS E SEGURANÇA DO TRABALHO
CARGA HORÁRIA: 60 H/A Nº DE CRÉDITOS: 04
EMENTA
Higiene industrial: Agentes e processos de limpeza e sanitização; Controle
sanitário e contaminação; Terminologia dos detergentes; Estudo do uso de
aditivos e coadjuvantes em processamento de alimentos em geral; Importância
tecnológica, funcional, nutricional e legislação dos mesmos; Estudos das medidas
de prevenção de acidentes de trabalho; Normas de Segurança – Normas
Regulamentadoras n. 1 a 26; Comissão Interna de Prevenção de Acidentes –
CIPA; Proteção contra incêndios; Primeiros socorros.
OBJETIVOS
Proporcionar ao acadêmico noções básicas de segurança do trabalho,
prevenção de acidentes adotando medidas de proteção coletivas e individuais
de agentes e processos de limpeza e sanitização e de uso de aditivos e
coadjuvantes em processamento de alimentos em geral.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. ADITIVOS E INGREDIENTES UTILIZADOS NA FABRICAÇÃO DE ALIMENTOS
1.1 Definição;
1.2 Legislação brasileira;
1.3 Códigos de rotulagem;
1.4 Importância tecnológica;
1.5 Mecanismos de ação;
1.6 Limites de utilização em alimentos.
2. REGISTROS DE PRODUTOS JUNTO AOS MINISTÉRIOS DE AGRICULTURA E SAÚDE
3. HIGIENE INDUSTRIAL
3.1 Processos de limpeza e desinfecção;
3.2 Conceitos de detergentes e sanitizantes;
3.3 Mecanismos de ação e forma de utilização dos detergentes e desinfetantes;
4. CONTROLE DE INSETOS E ROEDORES
156
5. POLÍTICA DE SEGURANÇA DO TRABALHO – NORMAS REGULAMENTADORAS
RELATIVAS A SEGURANÇA DO TRABALHO
5.1 NR 1 –Disposições Gerais
5.2 NR 2 – Inspeção Prévia
5.3 NR 3 – embargo ou interdição
5.4 NR 4 – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e Medicina do
Trabalho - SESMT
5.5 NR 5 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA
5.6 NR 6 – Equipamentos de Proteção Individual
5.7 NR 7 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO
5.8 NR 8 – Edificações
5.9 NR 9 – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA
j5.10 NR 10 – Instalações e Serviços em Eletricidade.
5.11 NR 11 – Transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais.
5.12 NR 12 – Máquinas e equipamentos.
5.13 NR 13 – Caldeiras e Vasos de Pressão.
5.14 NR 14 – Fornos
5.15 NR 15 – Atividades e operações insalubres.
5.16 NR 16 – Atividades e operações perigosas.
5.17 NR 17 – Ergonomia
5.18 NR 20 – Líquidos combustíveis e inflamáveis.
5.19 NR 23 – Proteção contra incêndios.
5.20 NR 24 – Condições sanitárias e de conforto nos locais de trabalho.
5.21 NR 25 – Resíduos industriais.
5.22 NR 26 – Sinalização de segurança
6. INSPEÇÃO DE SEGURANÇA – IMPORTÂNCIA, TIPOS, LEVANTAMENTOS DOS RISCOS
DE ACIDENTES, RELATÓRIO DE INSPEÇÃO E SIMULAÇÃO DE INSPEÇÃO DE
SEGURANÇA.
7. INVESTIGAÇÃO DE ACIDENTES – PROCURA DAS CAUSAS DOS ACIDENTES, AGENTE
DE LESÃO, FATOR PESSOAL DE INSEGURANÇA, NATUREZA E LOCALIZAÇÃO DA
LESÃO.
157
8. ANÁLISE DOS ACIDENTES – CLASSIFICAÇÃO DOS ACIDENTES QUANTO A SUA
CONSEQÜÊNCIA, ACIDENTES COM E SEM AFASTAMENTO, INCAPACIDADE, DIAS
PERDIDOS, ESTATÍSTICA, CADASTRO DE ACIDENTES.
9. PRIMEIROS SOCORROS – MATERIAL NECESSÁRIO PARA EMERGÊNCIA, TIPOS DE
EMERGÊNCIA E COMO PRESTAR OS PRIMEIROS SOCORROS, RESPIRAÇÃO
ARTIFICIAL, PARADA CARDÍACA, HEMORRAGIA, ENVENENAMENTOS, QUEIMADURAS
E FRATURAS.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, vídeos e visitas técnicas.
AVALIAÇÃO
Provas teóricas e trabalhos bibliográficos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANTUNES, A. J.; CANHOS, V.P. Aditivos em alimentos. São Paulo: Secretaria da
Indústria, Comércio, Ciência e Tecnologia.
BRASIL, Ministério da Agricultura. Regulamento da Agricultura. Regulamento da
inspeção industrial e sanitária de produtos de origem animal, Brasília, 1980
SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO, Manuais de Legislação Atlas,
MENDES, René. Patologia do Trabalho. Rio de Janeiro: Atheneu, 2003
SALIBA, Messias T. Insalubridade e Periculosidade. São Paulo: LTr, 2003
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AYRES, Dennis de Oliveira e outro. Manual de Prevenção de Acidentes do
Trabalho, São Paulo, Atlas, 2001
BURGESS, William A. Identificação de possíveis riscos à saúde do trabalhador, Belo
Horizonte, Ergo Editora, 1995
158
GERGES, Samir N. Y. Ruído: Fundamentos e controle. Florianópolis: S.N.Y. Gerges,
1992
YOKOYA, F. Controle de qualidade, higiene e sanitização nas fábricas de
alimentos. São Paulo: Secretaria da Indústria, Comércio, Ciência e Tecnologia.
BRITO Fº, Dilermando. Toxicologia Humana e Geral, 2 ed. Rio de Janeiro: Atheneu,
1988.
GERGES, Samir N.Y. Ruído: Fundamentos e Controle, S.N.Y Gerges, Florianópolis,
1992.
GOES, Roberto C., Toxicologia Industrial-um guia prático para prevenção e
primeiros socorros, RJ, Previnter, 1997.
MALTA, Cyntia G. Tostes. Vade mecum legal do perito de insalubridade e
periculosidade, São Paulo: LTr, 2000.
MARTINEZ, Wlademir Novaes. Aposentadoria Especial, 3 ed. São Paulo: LTr,
2000.
PATNAIK, Pradyot. Propriedades nocivas das substâncias químicas. Belo Horizonte,
Ergo Editora, 2003 – 2 volumes
SALIBA, Messias T. Insalubridade e Periculosidade – Aspectos Técnicos e Práticos, 5ª
ed. São Paulo: LTr, 2000.
Idem, Manual Prático de avaliação e controle de poeira e outros particulados,
São Paulo: LTr, 2000
Idem, Higiene do Trabalho e Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, 2 ed.
São Paulo: LTr, 1998.
SHREVE, R.N. e outro. Insústrias de Processos Químicos, Rio de Janeiro, Guanabara,
1997
VIEIRA, Sebastião Ivone - coordenador. Medicina Básica do Trabalho vol. I a VI,
Curitiba: Gênesis, 1999.
159
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
30-212 – TRANSFERÊNCIA DE CALOR E MASSA
CARGA HORÁRIA: 90 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 06
EMENTA
Introdução à transferência de calor; Mecanismos de transferência de calor;
Distribuição de temperatura em sólidos e em fluidos em regime estacionário e
transiente e em escoamento laminar. A Equação de energia; Convecção natural
e forçada; Ebulição, condensasão e resfriamento; Radiação; Teorias do filme, da
camada limite e da penetração; Analogias e aplicações.
Fundamentos
de
transferência
de
massa;
transferência
de
massa
unidirecional em escoamento laminar ou em um sólido; Equações da
conservação da massa e das espécies química: a equação da
continuidade para uma espécie química e para diversos sistemas de
coordenadas; Transferência em escoamento laminar de um fluido ou em
sólidos com duas variáveis independentes; Transferência convectiva de
massa; Transferência de massa entre fases; equipamentos de transferência
de massa.
Apresentar os fundamentos básicos de Transferência de Calor e Massa de
forma a reunir os conceitos físicos e matemáticos e realizar estudos com
aplicações em Engenharia de Alimentos para embasar as disciplinas que
envolvam cálculo de equipamentos onde acontece transferência de massa e
simultânea de calor e massa; indicando analogias com transferência de
quantidade de movimento
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1– INTRODUÇÃO À TRANSFERÊNCIA DE CALOR
1.1. Lei de Fourier da condução de calor;
1.2. Determinação da condutividade térmica de gases líguidos e sólidos;
1.3. Transferência de calor por convecção;
1.4. Transferência de calor por radiação;
1.5. Aplicações da transferência de calor na Engenharia de Alimentos.
160
2 – DISTRIBUIÇÃO DE TEMPERATURA EM SÓLIDOS E EM FLUIDOS ESCOANDO EM
REGIME LAMINAR
2.1. Balanço de energia; determinação do perfil de temperatura em sólidos e em
fluídos em escoamento em regime laminar; aplicações;
2.2. Condução de calor, unidirecional, em paredes simples e compostas em
regime estacionário – distribuição da temperatura;
2.3. Resistência térmica e circuitos térmicos;
2.4. Difusividade térmica das substâncias;
2.5. Condutividade térmica variável;
2.6. Extensões de superfícies; Sistemas aletados;
2.9. Introdução à condução de calor, bidimesional ou tridimensional, em regime
estacionário;
2.10. Introdução à Equação de Energia;
2.11 Análise dimensional.
3 – LEI DE RESFRIAMENTO DE NEWTON (CONVECÇÃO)
3.1. Mecanismo da transferência de calor por convecção. Revisão de mecânica
de fluídos: camada limite;
3.2. Lei de resfriamento de Newton;
3.3 Camada limite térmica;
3.4 Analogias entre transferência de Quantidade de movimento e calor: Reynolds;
Colburn;
3.5 Coeficiente de convecção – equações simplificadas;
3.6. Resistência térmica por convecção. Circuitos térmicos de convecção;
3.7. Convecção natural. Número de Grashof. Regime laminar e turbulento.
Número de Nusselt. Equações empíricas da convecção natural. Exercícios:
placas, cilindros, esferas;
3.8. Transferência de calor em fluidos escoando em regime turbulento,
difusividade turbulenta de calor; Número de Prandtl de turbulência;
3.9. Convecção forçada. Número de Reynolds. Regime laminar e turbulento.
Equações empíricas da convecção forçada. Exercícios: placas, cilindros,
esferas;
3.10. Convecção mista. Equações empíricas;
3.11. Análise de situações onde ocorre simultaneamente condução e convecção
de calor.
4 – TRANSFERÊNCIA DE CALOR EM SISTEMA PLANO CILÍNDRICO E ESFÉRICO
4.1. Equação de Fourier em coordenadas cilíndricas. Distribuição de temperatura
em cilindros com condução, convecção e radiação térmica. Resistência
térmica em parede cilíndrica. Exemplos práticos;
4.2. Equação de Fourier em coordenadas esféricas. Distribuição temperatura em
esferas com condução, convecção e radiação térmica. Resistência térmica
em parede esférica. Exemplos práticos;
4.3. Raio crítico de convecção.
5 – TRANSFERÊNCIA DE CALOR EM REGIME TRANSIENTE
5.1. Equação geral da difusão do calor;
5.2. Método da análise concentrada: capacidade térmica;
5.3. Módulos de Biot, Fourier, constante térmica de tempo;
5.4. Cartas de Heisler para sistemas multidimensionais de geometria simples.
6 – TRANSFERÊNCIA DE CALOR NA CONDENSAÇÃO E EBULIÇÃO
161
6.1. Condensação em película e em goats;
6.2. Regimes de ebulição.
7 – TRANSFERÊNCIA DE CALOR POR RADIAÇÃO
7.1. Mecanismo da transferência de calor por radiação. Teoria do corpo negro.
Absortividade, Refletividade, Transmissividade, Emissividade. Propriedades
físicas dos materiais;
7.2. Equação de Stefan – Boltzmann da radiação térmica. Fator de forma da
radiação térmica;
7.3. Resistência térmica por radiação. Circuitos térmicos da radiação térmica
simultânea com condução e convecção;
7.4. Radiação solar e radiação ambiental;
7.5. Blindagem de radiação térmica.
8 –FUNDAMENTOS DE TRANSFERÊNCIA DE MASSA
8.1 Importância da transferência de massa nos processos industriais;
8.2 Equipamentos de transferência de massa;
8.3 Maneiras de expressar concentração, e velocidade das espécies químicas;
8.4 Primeira Lei de Fick da difusão (fluxo mássico e molar);
8.5 Equações para obtenção do coeficiente de difusão em gases, líquidos e
sólidos;
8.6 Aplicações em situações de interesse na Engenharia de Alimentos.
9 –FUNDAMENTOS DE TRANSFERÊNCIA DE MASSA
9.1. Transferência unidirecional em escoamento laminar ou em um sólido;
9.2. Difusão equimolar através de um filme estagnado,; Lei de Stefan;
9.3. Aplicações em situações de interesse na Engenharia de Alimentos, como por
exemplo na psicrometria, na difusão de vapor de água no ar.
10 –EQUAÇÕES DE CONSERVAÇÃO DA MASSA E DE ESPÉCIES QUÍMICA
10.1. Equação da continuidade para um fluido puro;
10.2. Equação da continuidade para uma espécie química;
10.3. Equação da continuidade em diversos sistemas de coordenadas;
10.4 A equação da difusão;
10.5. Aplicações das equações de conservação em situações de interesse para a
Engenharia de Alimentos, caso de uma variável independente.
162
11 –TRANSFERÊNCIA EM ESCOAMENTO LAMINAR OU EM SÓLIDOS COM DUAS
VARIÁVEIS INDEPENDENTES
11.1. Transferência de massa com duas variáveis independentes;
11.2. Difusão em sólidos;
11.3. Cartas de concentração em função do tempo (Cartas de Gurney-Lurie);
11.4. Aplicações para situações de interesse para a Engenharia de Alimentos.
12 –COEFICIENTES CONVECTIVOS DE TRANSFERÊNCIADS DE MASSA
12.1. Conceito de coeficientes convectivos;
12.2. Grupos adimensionais de transferência de massa: Número de Schmidt,
número de Lewis, número de Sherwood, número de Colburn;
12.3. Analise dimensional;
12.4. Teoria da camada limite mássica;
12.5. analogias entre massa, energia e quantidade de movimento;
12.6. Equações simplificadas para o coeficiente convectivo de massa;
12.7. Modelos para coeficientes de transferência de massa;
12.8. Aplicações para situações de interesse para a Engenharia de alimentos.
13 –TRANSFERÊNCIA DE MASSA ENTRE FASES
13.1. Equilíbrio;
13.2. Teoria das duas resistências;
13.3. Coeficientes individuais de transferência de massa;
13.4. Coeficientes globais de transferência de massa;
13.5. Aplicações de interesse para a Engenharia de Alimentos.
14 - DISTRIBUIÇÃO DE CONCENTRAÇÃO EM ESCOAMENTO TURBULENTO
14.1. Viscosidade de turbulência;
14.2. Cumprimento de mistura de Prandtl;
14.3. Perfil de Concentração.
15 – CONCEITUAÇÃO DE TRANSFERÊNCIA SIMULTÂNEA DE CALOR E MASSA
15.1. Processos de secagem – noções operacionais;
15.2. Processos de evaporação de um fluído em um gás.
16 – EQUIPAMENTOS DE TRANSFERÊNCIA DE MASSA
16.1. Tipos de equipamentos de transferência demassa;
16.2. Sistemas em batelada;
16.3. Sistemas em múltiplas etapas;
163
16.4. Operação em contracorrente.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, trabalhos individuais e em grupos.
AVALIAÇÃO
Trabalhos escritos e provas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BENNETT, C. O; MYERS, J. E. Fenômenos de Transporte: quantidade de movimento
calor e massa. São Paulo: McGrawHill, 1978. 812 p.
BIRD, R. B.; STEWART, W. E.; LIGHTFOOT, E. N. Transport Phenomena. New York: John
Wiley & Sons. 1960. 780 p.
FAHIEN, R. W. Fundamentals of Transport Phenomena. New York: McGrawHill. 1983.
614 p.
TREYBAL, R. E. Mass Transfer. Operations. 3ª ed. Singapore. McGraw-Hill Book
Company. 1981. 284 p.
KERN, Donald A. Processos de transmissão de calor. Rio de Janeiro: Guanabara
Coogan, 1987.
KREITH, Frank. Princípio da transmissão de calor. 6ª ed. São Paulo: Edgard Blucher,
1977.
MOURA, Reinaldo Aparecido. Manual de Movimentação de Materiais. V. 1 e 2. 3ª
ed. São Paulo: IMAM, 1990.
SISSOM, L E.e PITTS D. R. Fenômenos de transporte. Rio de Janeiro: Guanabara,
1988.
WELTY, J. R.; WICKS, C. E.; WILSON, R. E. Fundamentals of Momentam, Heat, and
Mass Transfer. 3ª ed. New York. John Wiley &sens. 1984. 803 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HIMMELBLAU, David M. Engenharia química: princípios e cálculos. RJ: Prentice – Hall do
Brasil, 1984.
___________. Basic principles anda claculation in chemical engineering. Rio de Janeiro:
Pretice – Hall do Brasil, 1989.
MARQUEZ MARTINEZ, Manuel. Combustion e Queimadores. Barcelona: Marcombo, 1989.
PERA, Hildo. Geradores de Vapor. 2ª ed. São Paulo: Fama, 1990.
POVON, Egor P. Introdução a Mecânica dos Sólidos. São Paulo: Edegard Blucher,
1978.
OZINIK, M. Necoti. Transferência de calor. Um texto básico. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1985.
164
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUSDE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
50-103 - ANÁLISE DE ALIMENTOS
CARGA HORÁRIA – 75H
CRÉDITOS – 05
EMENTA
Controle de qualidade na indústria de alimentos. Métodos instrumentais de
análise. Análise de produtos da indústria de alimentos e bebidas. Legislação sobre
alimentos. Normas técnicas relativas a alimentos e bebidas. Amostragem e
preparo de amostras. Determinação química e física dos constituintes principais
(umidade, conteúdo mineral, proteínas, lipídios, fibras, sais minerais e vitaminas).
Acidez e pH. Contaminantes. Micotoxinas. Pesticidas e outros. Refratometria,
densitometria. Métodos avançados de análise de alimentos por cromatografia,
espectrofotometria, etc.
OBJETIVO
Dar conhecimentos ao aluno sobre os fundamentos da análise de
alimentos, capacitando-o para estruturar um laboratório de análise de alimentos,
com vistas a resolver problemas específicos na indústria ou na pesquisa.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1) Análise de alimentos: Conceito; Relação da análise de alimentos com outras
ciências.
2) Métodos de Análise
Amostragem e preparo da amostra.
Métodos analíticos
3) Composição centesimal dos alimentos: proteína, lipídios, carboidratos,
umidade, cinzas, fibra alimentar, valor calórico.
4) Alimentos de origem animal
Papel na alimentação: Carne - estrutura e características, composição e
alterações;
Determinações analíticas de produtos cárneos: Preparo de extratos, análise de
cloretos, nitrato e nitritos, amido.
Produtos lácteos
Importância na alimentação; Composição, variações e alterações no leite.
Determinações analíticas para o controle de qualidade de produtos lácteos: a)
Leite: características físicas e químicas - acidez (°D), densidade de gordura;
extrato seco total e desengordurado, análise de enzimas (peroxidase, redutase),
análise qualitativa: amido, urina e sacarose; b) Queijo: Classificação;
determinações analíticas: gordura, cloretos e lactose.
5) Gorduras alimentícias
165
Papel na alimentação. Classificação.
Composição e características mais
importantes;
Análise de óleos e gorduras: propriedades físicas e químicas - índice de refração;
índice de iodo; índice de saponificação; índice de peróxidos; ìndice de esteres,
etc
6) Cereais e leguminosas alimentícias
Importância na alimentação. Tipos de cereais (classificação, estrutura,
composição, alterações);
Determinações analíticas das farinhas.
7) Produtos açucarados (mel, melado, etc)
Características químicas; Qualidade do mel;
Determinações analíticas mel e/ou melado: umidade, acidez, insolúveis, reação
de fiehe; reação de lugol, reação de lund, glicose, sacarose, hidroximetilfurfural,
prova do alcool etílico e metílico, análise qualitativa de conservantes.
8) Produtos de frutas
Características e composição da matéria-prima para produção de geléias,
geleados, néctar, etc; Valor nutritivo;
Determinações analíticas em geléias, geleados, etc:: glicídios redutores e nãoredutores; sólidos solúveis, vitamina C; acidez; sólidos solúveis, sólidos totais,
identificação de corantes artificiais, etc.
9) Bebidas estimulantes
Noções Gerais de Processamento de café , erva-mate e chás; composição
química
Determinações analíticas de bebidas estimulantes: cafeína, taninos, extrato
aquoso, etéreo e alcoólico, determinações de sujidades,
Água potável
Características físico-químicas; Métodos de tratamentos e especificações.
Determinações analíticas para estabelecer a potabilidade da água: alcalinidade,
pH, dureza, cloro, cloretos, determinação de metais; DBO, etc ;
Bebidas não-alcoólicas
Características químicas e noções gerais de processamento de bebidas
refrescantes, carbonatadas e bebidas de frutas;
Determinações analíticas: vitamina C, sólidos solúveis, sólidos totais, acidez,
determinação de açúcares redutores e não redutores, etc.
10) Bebidas alcoólicas
Características, composição e princípio de elaboração de vinhos, cerveja e
aguardentes; Determinações analíticas: grau alcoólico, acidez livre e fixa, teor de
anidrido sulfuroso, componentes secundários (ésteres, aldeídos, furfural, álcoois
superiores), teor de cobre, extrato real, extrato primitivo, etc.
Determinações analíticas específicas
Separação e identificação de corantes artificiais (refrigerantes) por cromatografia
em papel; Determinação de conservadores (nitratos, nitritos), alcalóides (cafeína)
e taninos em alimentos por espectrometria de absorção ultravioleta;
Determinação de macro/micronutrientes (Ca, K, P, Na, etc) em alimentos por
absorção atômica e emissão de chama;
11) Análise qualitativa e quantitativa de óleos essenciais de plantas por
cromatografia gasosa/espectrometria de massa.
12) Legislação Brasileira. Normas Técnicas Nacionais e internacional.
METODOLOGIA
166
Aulas teóricas, aulas práticas e seminários (artigos relacionados aos
assuntos das aulas teóricas).
AVALIAÇÃO
Avaliação será realizada mediante 2 provas escritas (conhecimentos
teóricos), relatórios das aulas práticas e apresentação de seminários (artigo
técnico).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHEFTEL, J. G. Introducción a la bioquímica e tecnología de los alimentos.
Zaragoza: Ed. Acribia, 1983.
EVANGELISTA, J. Tecnologia de Alimentos. São Paulo: Atheneu, 1994.
FERREIRA, C. L. F. Tecnologia de produtos lácteos fermentados. Viçosa:
Universidade de Viscosa, 1981.
FREITAS, R. J. S. et all. Técnicas analíticas de alimentos. Curitiba: Instituto de
Tecnologia do Paraná, 1979.
HART, F. L. & FISCHER, H. J. Analisis moderno de alimentos. Zaragoza: Ed. Acribia,
1987.
INSTITUTO ADOLFO LUTZ. Determinações gerais In: Normas analíticas do instituto
Adolfo Lutz. São Paulo: 1985.
PEARSON, D. Tecnicas de laboratorio para analísis de alimentos. Zaragoza: Ed.
Acribia, 1986.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BELITZ, H. D. & GROSCH, W. Química de los alimentos. Zaragoza: Acribia, 1988.
BOBBIO, F. O. Introdução a química dos alimentos. São Paulo: Varela, 1995.
________. Introdução a química dos alimentos. São Paulo: Varela, 1992.
________. Química do processamento de alimentos. São Paulo: Varela, 1995.
GAVA, A. J. Princípios de Tecnologia de Alimentos. São Paulo: Nobel S.A., 1985.
HOSENEY, R. C. Principios de ciencia Y tecnologia de los cereal. Zaragoza: Acribia,
1991.
HOBINSON, D. S. Bioquimica y valor nutritivo de los alimentos. Zaragoza: Acribia,
1991.
167
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
30-211 - OPERAÇÕES UNITÁRIAS I A
CARGA HORÁRIA: 45 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA
Caracterização e Fluidodinâmica de partículas sólidas; Interações SólidoFluido. Separações Sólido-Fluido. Separações por Membranas. Separações
Sólido-Sólido. Tratamento de Sólidos. Agitação e mistura; Transporte de
fluidos por bombeamento.
OBJETIVOS
Dar ao aluno uma visão genérica das diversas Operações Unitárias da
Indústrias Alimentícias e Químicas e que um processo industrial é uma seqüência
de operações unitárias coordenadas e organizadas para atender a um objetivo:
produção do produto desejado pela transformação da matéria-prima em
produtos mais nobres.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. CARACTERIZAÇÃO E FLUIDODINÂMICA DE PARTÍCULAS SÓLIDAS
1.1. Métodos de medida de dimensões de partículas;
1.2. Análise granulomérica, Curvas acumulativas de distribuição de tamanhos;
1.3. Histograma e métodos de representar a distribuição de tamanhos;
1.4. Diâmetro médio de um conjunto de partículas;
1.5. Modelos de distribuição de Partículas;
1.6. Superfície específica;
1.7. Equação da dinâmica da partícula sólida.
2. TRATAMENTO DE SÓLIDOS
2.1.Moagem;
2.2.Transporte Mecânico;
2.3.Estocagem.
3. SEPARAÇÃO SÓLIDO-SÓLIDO
3.1. Peneiramento;
3.2. Flotação;
168
3.3. Separação magnética.
4. INTERAÇÕES SÓLIDO-FLUIDO
4.1. Escoamento em meios porosos - Leito Fixo;
4.2. Fluidização.
5. SEPARAÇÕES SÓLIDO-FLUIDO
5.1. Câmara de Poeira;
5.2. Sedimentação Gravitacional e Centrífuga;
5.3. Ciclones e Hidrociclones;
5.4. Filtração.
6. SEPARAÇÃO POR MEMBRANAS
6.1. Conceituação; comparação entre possibilidades de separação com
membranas e outros métodos de separação;
6.2. Eletrodiálise; Osmose reversa; Pressão osmótica;
6.3. Performance de membranas;
6.4. Sistemas de ultrafiltração em membranas;
6.5. Fluxo do soluto separado; correlações para o número de Sherwood;
6.6 Dimensionamento de dispositivos de separação por membranas.
7. AGITAÇÃO E MISTURA
7.1 Misturas de Líquidos – tipos e princípios;
7.2. Consumo de potência e “scale-up”;
7.3. Misturas de Pastas;
7.4. Misturas de Sólidos.
8. TRANSPORTE DE FLUIDOS POR BOMBEAMENTO
8.1. Definição e caracterização de Bombas;
8.2. Seleção do tipo e tamanho da bomba;
8.3. Cálculo da altura manométrica – balanço energético e perda de carga;
8.4. Estimativa da potência motriz;
8.5. Dimensionamento dos encanamentos de aspiração e recalque;
8.6. Curvas características de bombas;
8.7. Curvas características de tubulações;
8.8 Cavitação.
METODOLOGIA
Para alcançar os objetivos enunciados, serão empregadas aulas
expositivas de conceitos e resoluções de casos práticos
169
AVALIAÇÃO
Trabalhos escritos e provas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COULSON, J. M.; RICHARDSON, J. F. Chemical Engineering. Oxford Pergamon Press.
1968. Volume 2.
HELDMAN, D. R. Food Process Engineering. Westport. Avi Plublishing Company.
1975.
McCABE, W. L.; SMITH, J. C.; HARRIOTT, P. Unit Operations of Chemical Engineering.
4 ed. New York McGraw Book Company. 1985.
PERRY, R. H.; CHILTON, C. H. Chemical Engineers. Hand Book, Tokyo, 1973.
SVAROVSKY, L Solid-Liqid Separation. London. Butterworts. 1977.
VIAN, As.; OCÓN, J. Elementos da Ingeniería Química (Operaciones Básicas).
Madrid. Aguilar, 1972.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COULSON, J. M. Tecnologia química: operações unitárias. 2 ed. Lisboa: Fundação
Calouste Gulbenkian, 1968.
POMBEIRO, Armando J. Lataurrette O. Técnicas e operações unitárias em química
laboratorial. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1980.
SINGH, R.P.; HELDMAN, D. R. Introduction to Food Engineering. Academic Press.
1993.
170
DISCIPLINAS DO 7° SEMESTRE
171
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
50-101 - ANÁLISE DE ALIMENTOS (SENSORIAL)
CARGA HORÁRIA – 45H
CRÉDITOS – 03
EMENTA
Os órgãos dos sentidos e a percepção sensorial; Limites mínimos de sensibilidade;
Amostra e seu preparo; Laboratório e equipamentos; Métodos sensoriais;
Questionários; Correlação entre análise sensorial e análise reológica dos alimentos;
Delineamentos estatísticos e experimentais; Estudos de aceitação pelo
consumidor; Seleção de equipe de provadores.
OBJETIVO
Dar conhecimentos ao aluno sobre os fundamentos da análise sensorial,
capacitando-o para estruturar um laboratório de análise sensorial, selecionar e
treinar equipe de provadores, aplicar e selecionar testes sensoriais com vistas a
resolver problemas específicos na indústria ou na pesquisa.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
1) PRINCÍPIOS DA ANÁLISE SENSORIAL E CONDIÇÕES DE TESTE
2) SISTEMATIZAÇÃO DA ANÁLISE SENSORIAL; CONTROLE DO TESTE, PRODUTO E
EQUIPE
Percepção sensorial: Atributos sensoriais; fatores que influenciam a avaliação
sensorial; Funcionamento e faixa de percepção dos sentidos humanos: visão;
audição; gustação; olfato; sensibilidade cutânea.
3)PAINEL SENSORIAL
Fatores que afetam o julgamento sensorial: Amostra e seu preparo;
Temperatura; Uniformidade; Recipientes; Codificação; Condições de teste:
local do teste, iluminação, horário de testes, lay-out do laboratório.
4) SELEÇÃO E TREINAMENTO DE PROVADORES PARA TESTES DESCRITIVOS E
DISCRIMINATIVOS
Recrutamento e pré-seleção de julgadores; Seleção de julgadores: Teste de
identificação, habilidade para testes discriminativos, testes para discriminação
entre níveis de intensidade de estímulo, teste de acuidade sensorial;
Procedimentos e métodos para treinamento de equipe de provadores: seleção
final de julgadores; avaliação e desempenho e validação da equipe.
5) MÉTODOS SENSORIAIS
Testes discriminativos: teste triangular, teste duo-trio, comparação pareada,
simples diferença, dois em cinco, ordenação, diferença do controle; Escalas;
172
Técnicas de análise Descritiva: Componentes de uma análise descritiva
quantitativa; Etapas relacionadas com a aplicação da ADQ; Análise Descritiva
Quantitativa Simplificada; Perfil Livre; Tempo-Intensidade.
Testes afetivos: Testes de laboratório, testes de localização central, testes de uso
doméstico, testes de preferência, testes de aceitação.
6) ANÁLISE ESTATÍSTICA DOS DADOS
Obtenção de dados, testes estatísticos: análise de variância, teste de
comparação das médias, coeficiente de correlação, análise
de regressão.
METODOLOGIA
Aulas teóricas e práticas de análise sensorial.
AVALIAÇÃO
Trabalhos práticos (metodologia científica) e provas escritas: teóricas e
práticas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHAVES, J.,B.,P Métodos de diferença em avaliação sensorial de alimentos e
bebidas. Viçosa: UFV, 1998.
CHAVES, J.,B., P. Práticas de laboratório de análise sensorial de alimentos. Viçosa:
UFV, 1998.
FARIA, E. Técnicas de análise sensorial. Campinas: ITAL/LAFISE, 2002, 116P.
MORAES, M. A. C. Métodos para avaliação sensorial dos alimentos. Campinas:
editora da UNICAP, 1988.
MONTEIRO, C. Técnicas de avaliação sensorial. Curitiba, 1984.
MORALES, A. La Evaluación Sensorial de los Alimentos - en la teoria y la práctica.
Zaragoza: Editorial Acribia, 1994.
TEIXEIRA, E. Análise Sensorial de Alimentos.Florianópolis: Editora UFSC, 1987.
173
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DA DISCIPLINA
30-214 - CINÉTICA QUÍMICA E CALCULO DE REATORES
CARGA HORÁRIA: 45H/A
No DE CRÉDITOS: 03
EMENTA
Cinética Química Aplicada e Cálculo de Reatores.
OBJETIVOS
Fornecer ao aluno uma visão sobre Cinética Química direcionada para
Reatores e condições de projetar reatores.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1) BALANÇOS MOLARES
1.1) Definição de velocidade de reação, -rA;
1.2) A equação geral do balanço molar;
1.3) Reatores Batelada;
1.4) Reatores com Escoamento Contínuo: Reator Tanque agitado contínuo, reator
tubular e reator de leito recheado;
1.5) Reatores Industriais.
2) CONVERSÃO E DIMENSIONAMENTO DE REATORES
2.1) Definição de conversão;
2.2) Equações de projeto: sistemas em batelada e sistemas em escoamento
contínuo;
2.3) Aplicações das equações de projeto para reatores de escoamento contínuo;
2.4) Reatores em série.
3) LEIS DA VELOCIDADE E ESTEQUIOMETRIA
3.1) Definições básicas: constante de velocidade de reação; ordem de reação;
leis de velocidade elementares e molecularidade; reações reversíveis e reações e
leis de velocidade não elementares;
3.2) Tabela Estequiométrica, expressando concentrações em outros termos alem
da conversão.
4) OBTENÇÃO E ANALISE DE DADOS CINETICOS
4.1) Dados de Reator Batelada;
4.2) Método das Velocidades iniciais;
4.3) Método das meias-vidas;
4.4) Reatores diferenciais;
4.5) Análise dos Mínimos quadrados.
5) PROJETO DE REATOR ISOTÉRMICO
5.1) Estrutura de Projeto de Reatores Isotérmicos;
174
5.2) Ampliação de Escala com dados de reator batelada em fase líquida para o
projeto de um CSTR;
5.3) Reatores Tubulares.
METODOLOGIA
Aulas expositivas,
bibliográfica.
dialogadas,
questionadas,
seminários,
pesquisa
AVALIAÇÃO
Serão realizadas 3 provas durante o semestre, sendo a média das provas:
M =
P1 + P 2 + P3
3
Se M ≥ 7,0 o aluno está aprovado.
Se M < 7,0 o aluno tem direito a recuperar a nota de menor valor. A
nota obtida na prova de recuperação substituirá a prova correspondente e se
efetuará novamente o cálculo da média M.
Se M ≥ 7,0 o aluno está aprovado.
Se M < 5 o aluno está reprovado.
Se 5,0 ≤ M < 7,0 o aluno tem direito a ir para o exame onde o
conteúdo da prova será toda a matéria desenvolvida no semestre. A nota final
(NF) será a média entre a nota do exame e a média anterior:
NF =
M + EXAME
2
Se NF ≥ 5,0 o aluno está aprovado.
Se NF < 5,0 o aluno está reprovado.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FOGLER, H. S. – Elementos de Engenharia das Reações Químicas. Rio de Janeiro:
LTC, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LEVENSPIEL, O. Engenharia das reações químicas: cinética aplicada. São Paulo:
Edgar Blucher, 1994.
LEVENSPIEL, O. Engenharia das reações químicas: calculo de reatores. São Paulo:
Edgar Blucher, 1994.
SANTOS, A. M. Nunes dos. Reatores químicos: conceitos básicos e projeto de
reatores ideais. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 1990.
SCHMAL, Martin. Cinética Homogenean aplicada e calculo de reatores. Editora
Guanabara Dois.
175
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
50-182 – PROCESSOS TECNOLÓGICOS II A
CARGA HORÁRIA: 60 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 04
EMENTA
Estudo da obtenção higiênica, transporte, composição química, processos de conservação,
tecnologias de elaboração de produtos, controle de qualidade e alterações do leite e da
carne e de seus derivados.
OBJETIVOS
Proporcionar aos alunos conhecimentos a respeito da matéria-prima,
métodos de conservação, tecnologias de elaboração de produtos , alterações e
processamento.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1) CARNE
1.1) Transporte dos animais;
1.2) Recepção na indústria;
1.3) Fases de sacrifício;
1.4) Conversão do músculo em carne;
1.5) Operações utilizadas no processamento da carne;
1.6) Embutidos crus;
1.7) Embutidos cozidos;
1.8) Presunto cozido;
1.9) Produtos cárneos fermentados curados e maturados.
2) LEITE
2.1) Obtenção e conservação higiênica do leite;
2.2) Composição do leite;
2.3) Purificação do leite;
2.4 Centrifugação
2.5) Desnatamento;
2.6) Homogeneização;
2.7) Pasteurização;
2.8) Esterilização;
2.9) Produtos derivados do leite;
2.10) Queijo;
2.11) Iogurte.
3) ATUALIDADES EM PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL
AVALIAÇÃO
176
Duas provas escritas e participação e interesse em aula demonstrado pelo
aluno.
METODOLOGIA
Aulas teóricas e práticas, relacionando a teoria com a prática. Nas aulas
práticas cada grupo trabalhará com alimentos diferentes analisando o mesmo
fundamento e depois discutirão os resultados obtidos. Nas aulas teóricas, que são
expositivas, ilustra-se os conceitos com projeções de transparências e ilustrações
com periódicos da área.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
VEISSEYRE, R. Lactología técnica. Zaragoza: Editorial Acribia, 1988.
SPREER, E. Lactología Industrial. Zaragoza: Editorial Acribia, 1991.
PRANDL, OSKAR. Tecnologia e Higiene de la Carne. 1 ed. Zaragoza: Editorial
Acribia, 1994.
PRICE, James F. Ciência de la carnbe y de los productos carnicos. 2 ed. Zaragoza:
Editorial Acribia, 1994.
LAWRIE, R. A. Ciência de la carne. 2 ed. Zaragoza: Editorial Acribia, 1974.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MADRID, A.; CENZANO, I.; VICENTE, J. M. Manual de indústria dos alimentos. Livraria
Varela, 1996.
VARNAM, A. H. Milk and Milk products, technology, chemistry and microbiology.
Chapman & Hall, 1994.
LUQUET, F. M. Leche y productos lácteos. Zaragoza: Editorial Acribia.
VARNAM, A. H. Meat and meat products technology, chemistry and microbiology.
Chapman & Hall, London, 1 ed. 1995.
SCHIFFNER, Eberhard. Elaboracion casera de carne y embutidos. Zaragoza:
Acribia, 1 ed. 1996.
GIRARD, J. P. Tecnologia de la carne y de los productos carnicos. Zaragoza:
Editorial Acribia, 1996.
REVISTA NACIONAL DA CARNE. Publicação mensal. Brasil.
REVISTA CARNETEC. Publicação bimensal, Estados Unidos.
177
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
60-368 – ECONOMIA II A
CARGA HORÁRIA – 45 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA
Comercialização no agronegócio: conceitos, funções e instituições. Formação de
preços e margens de comercialização. Estrutura, conduta e desempenho dos
mercados. Condições que afetam a oferta e a demanda de produtos
agroindustriais. Alocação de recursos nas dimensões espacial, temporal e vertical.
O funcionamento dos mercados no contexto de transformações no cenário
internacional: protecionismo, liberalização dos mercados e integração regional.
Efeitos distributivos.
OBJETIVOS
Analisar o funcionamento dos mercados de produtos agroindustriais. Discutir os
principais aspectos relacionados à comercialização de produtos agroindustriais e ao
processo de formação de preços. Analisar as transformações recentes no cenário
internacional e os efeitos sobre os mercados agroindustriais.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Comercialização: Conceitos, Funções E Instituições
2. Intervenção Governamental: Crédito Para Comercialização, Suporte De
Preços, Formação De Estoques
3. Mercados Futuros E De Opções
4. Logística: Modelos De Alocação Espacial, Temporal E Vertical
5. Os Mercados Internacionais: Protecionismo E Liberalização
6. Acordos Multilaterais: GATT; OMC
7. Acordos De Integração Regional: MERCOSUL, EU, NAFTA, ALCA.
8. O Efeito Do Câmbio Sobre O Funcionamento Dos Mercados.
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através de provas, seminários e trabalhos escritos.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, trabalhos individuais e em grupos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BATALHA, Mário Otávio (Coordenador) . Gestão Agro-industrial. São Paulo, Atlas,
2001.
MENDES, Judas Tadeu Grassi. Economia Agrícola. Curitiba, ZNT, 1998.
178
ZYLBERSZTAJN, D. e NEVES, M. (Orgs.)
Economia e Gestão dos Negócios
Agroalimentares. São Paulo: Pioneira, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRANDT, S. Comercialização Agrícola. Piracicaba: Livroceres, 1980.
MARQUES, P. e AGUIAR, D. Comercialização de Produtos Agrícolas São Paulo:
EDUSP, 1993. (Coleção Campi, v.13).
179
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
30-215 – ENGENHARIA DE ALIMENTOS E O MEIO AMBIENTE A
CARGA HORÁRIA: 45 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA
Introdução às estratégias de minimização e tratamento de resíduos.
Características dos resíduos na indústria de alimentos. Tratamento de resíduos
gasosos: características dos gases residuais, sistemas para o tratamento de gases.
Tratamento de resíduos líquidos: características das águas residuais; sistemas de
tratamento de água (primário, secundário e terciário). Reciclagem e reuso de
água. Tratamento de resíduos sólidos: características dos resíduos sólidos; sistemas
de classificação e tratamento de resíduos sólidos. Reciclagem de resíduos sólidos.
OBJETIVOS
Mostrar aos alunos os principais problemas ambientais e suas soluções
tecnológicas. Evidenciar a importância do desenvolvimento autosustentado e
ecodesenvolvimento. Apresentar os principais problemas ambientais e suas
soluções, relacionados com a indústria de alimentos. Capacitar o aluno de
engenharia de alimentos a realizar estudos de impacto ambiental para a indústria
de alimentos. Desenvolver o conceito de ética ambiental a ser aplicado no
sistema de gestão da indústria de alimentos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1) INTRODUÇÃO
Os principais problemas ambientais no mundo, no Brasil e no RS. A indústria
de alimentos X problemas ambientais, Engenheiro de alimentos X problemas
ambientais, Ambiente como oportunidade de trabalho.
2) RESÍDUOS GASOSOS
Principais poluentes atmosféricos e seus efeitos no homem e ambiente;
Monitoramento e controle da qualidade do ar; Sistemas de controle de poluição,
Indústria de alimentos e a poluição do ar.
3) RESÍDUOS LÍQUIDOS
Monitoramento e controle da qualidade da água; Sistemas de tratamento
de efluentes líquidos industriais e urbanos: Tratamento primário, secundário e
terciário; Processos de tratamento físicos, químicos e biológicos; Reciclagem e
reuso da água.
4) RESÍDUOS SÓLIDOS
Problemas ambientais gerados pela má disposição de resíduos, Sistemas de
gerenciamento de resíduos sólidos, Destinação de resíduos sólidos gerados pela
indústria de alimentos. Análise de impacto ambiental. Fundamentos de AIA,
180
Importância da AIA, Aplicação da AIA na indústria de alimentos, Elaboração do
RIMA.
5) INTRODUÇÃO À LEGISLAÇÃO AMBIENTAL
Lei de política ambiental; Principais leis ambientais. Seus fundamentos e
apicações.
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através de provas e trabalhos escritos.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, trabalhos individuais e em grupos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANDREOLI, C.V., Lodos de Esgotos: tratamento e disposição final, DESA/UFMG,
2001.
AQUARONE, E., Biotecnologia: tópicos em microbiologia industrial, USP, 1975.
C. P. Leslie Grady Jr., Glen T. Daigger e Henry C. Lim., Biological wastewater
treatment, 2nd ed., New York (USA), Marcel Dekker, 1999.
CAJAZEIRA, J.E., ISO14001: manual de implantação, Qualitymark, 1997.
CAMPOS, J.R., Tratamento de esgotos sanitários por processo anaeróbio e
disposição controlada no solo, PROSAB, 2000.
CHERNICHARO, C.A.L., Reatores Anaeróbios, DESA/UFMG, 1997.
Código estadual do meio ambiente, Governo do Estado do RS, Secretaria de
Meio Ambiente
DAVIS, M.L., CORNWELL, D.A., Introduction to Environmental Engineering, 2nd ed.,
McGraw Hill, 1991
IMHOFF, K.R. e IMHOFF, K., Manual de tratamento de águas residuárias, Edgar
Blücher Ltda., 1986
LÉON, G. e CAVALLINI, J.M., Tratamento e uso de águas residuárias, UFPB, 1999.
LIMA, M.L.Q., Tratamento de Lixo, Hemus, 1991.
MMA, IBAMA, Avaliação de Impacto Ambiental, 1995.
NBR10004, Resíduos Sólidos, ABNT, 1987.
NBR1264, Armazenamento de resíduos classes II - não inertes e III - inertes, ABNT,
1989
RICHTER, C.A., Tratamento de água:tecnologia atualizada, Edgar Blucher, 1991.
RICHTER, C.A., Tratamento de lodos de estações de tratamento de água, Edgar
Blucher, 2001.
TAUK-TORNISIELO, S.M. et al., Análise ambiental, ed. T.A. Queroz, 1995.
TCHOBANOGLOUS, G. e BURTON, F.L., Wastewater Engineering: treatment, disposal
and reuse, Metcaff&Eddy, 1991.
Von Sperling, M., Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos,
DESA/UFMG, 1996.
VON SPERLING, M., Lagoas de Estabilização, DESA/UFMG, 1996.
181
VON SPERLING, M., Princípios Básicos de Tratamento de Esgotos, DESA/UFMG, 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ABES, Tratamento de águas de abastecimento por filtração em múltiplas etapas,
ABES, 1999.
ALMEIDA, J.R., Gestão Ambiental, Thex, 2000.
FRANKENBERG, C.L.C, et al., Gerenciamento de resíduos e certificação ambiental,
EDIPUCRS, 2000.
GILBERT, M.J., ISO14001/BS7750: sistema de gerenciamento ambiental, IMAM, 1995.
TIBOR, T., ISO 14000: um guia para as normas de gestão ambiental, Futura, 1996.
VALLE, C.E., Qualidade ambiental: o desafio de ser competitivo protegendo o
meio ambiente, Pioneira, 1995.
182
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
30-213 - OPERAÇÕES UNITÁRIAS II A
CARGA HORÁRIA: 60 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 04
EMENTA
Propriedades térmicas dos alimentos; Tratamento térmico de alimentos; Trocadores de
calor: tubo duplo, serpentina; casco-tubo; placas. Evaporadores. Refrigeradores.
Congelamento de Alimentos; Aquecimento por microondas.
OBJETIVOS
Dar ao aluno uma visão genérica das diversas Operações Unitárias das
indústrias Alimentícias e Químicas associadas à transferência de calor. Ainda, que
um processo industrial é uma seqüência de operações unitárias coordenadas e
organizadas para atender a um objetivo: produto desejado pela transformação
da matéria-prima em produtos mais nobres.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. PROPRIEDADES TÉRMICAS DOS ALIMENTOS
1.1. Calor específico de alimentos em função da composição dos constituintes;
1.2. Condutividade térmica de alimentos específicos.
2. TRATAMENTO TÉRMICO DE ALIMENTOS
2.1. Tempo de Redução Decimal;
2.2. Constante de Resistência Térmica de esporos de bactérias;
2.2. Condutividade térmica de alimentos específicos;
2.3. Tempo de morte térmica;
2.4. Probabilidade de deterioração;
2.5) Relações entre cinética química e parâmetros de processamento térmico.
3. TROCADORES DE CALOR
3.1. Tipo de Trocadores de Calor: tubo duplo; serpentina; placas; casco-tubo;
3.2. Coeficiente global de transferência de calor;
3.3. Resistência de depósitos no trocador de calor;
3.4. Distribuições típicas de temperatura;
3.5. Diferença média logarítmica de temperatura;
183
3.6. Correção da temperatura média logarítmica para geometrias especiais de
trocadores de calor, o fator F;
3.7. Nomenclatura dos componentes de trocadores de calor;
3.8. Tubos de trocadores de calor e arranjos;
3.9. Escolha do fluido do lado do casco;
3.10. Perda de pressão no trocador de calor;
3.11. Projeto e análise de trocadores de calor.
4. EVAPORAÇÃO:
4.1. Fundamentos e Definições;
4.2. Classificação dos evaporadores;
4.3. Tipos de evaporadores;
4.4. Cálculo dos evaporadores;
4.5. E.P.E., Regra de During;
4.6. Balanço Material nos Evaporadores;
4.7. Evaporadores de Múltiplo Efeito, Sistemas de Alimentação;
4.8. Cálculo de Evaporadores de Múltiplo efeito;
4.9. Coeficiente Global Médio de Transmissão de Calor;
4.10. Cálculo da Área de Troca Térmica do Equipamento.
5. REFRIGERAÇÃO
5.1.Introdução;
5.2. Seleção de um refrigerante; salmouras de sal; compostos orgânicos;
5.3.Componentes de um sistema de refrigeração;
5.4. Cartas pressão-entalpia;
5.5. Expressões matemáticas úteis para a análise de sistemas de refrigeração com
compressão de vapor;
5.6. Coeficiente de performance;
5.7. Taxa de escoamento do refrigerante;
5.8. Prevenção contra corrosão;
5.9. Tópicos e aplicações de sistemas de refrigeração.
6. CONGELAMENTO DE ALIMENTOS
6.1.Introdução;
6.2. Sistemas de congelamento;
6.3.Sistemas de contato direto;
184
6.4. Propriedades do alimento congelado: densidade, condutividade térmica;
entalpia, calor específico, difusividade;
6.5. Tempo de congelamento;
6.6. Fatores que afetam o tempo de congelamento;
6.7. Mudança de Qualidade de alimentos congelados durante a estocagem
7.ISOLAMENTO TÉRMICO
7.1.Introdução;
7.2. Materiais usados para o isolamento térmico externo;
7.3. Aplicação do isolamento;
7.4. Espessuras dos isolamentos térmicos;
7.5. Dimensionamento da espessura do isolamento térmico.
8. AQUECIMENTO POR MICROONDAS
8.1.Conceituação da técnica;
8.2. Mecanismos do aquecimento por microondas; polarizaçao iônica e
rotação do dipolo;
8.3. Propriedades dos dielétricos;
8.4..Conversão da energia de microonda em calor;
8.5. Componentes do equipamento com gerador de microondas;
8.6. Aquecimento de alimento por microondas.
METODOLOGIA
Para se alcançar os objetivos enunciados, serão empregadas aulas
expositivas de conceitos e resoluções de casos práticos.
AVALIAÇÃO
Trabalhos escritos e provas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FOUST A. S; WENZEL, L.A.; CLUMP, C.W.; MAUS, l.; ANDERSEN, L.B.. Princípios das
Operações Unitárias. Editora Guanabara Dois S.A., 1982.
HELDMAN, D. R. Food Process Engineering. Westport. Avi Plublishing Company.
1975.
KERN, Donald Q. Processos de Transmissão de Calor. Editora Guanabara Dois,
1982.
185
McCABE, W. L.; SMITH, J. C.; HARRIOTT, P. Unit Operations of Chemical Engineering.
4 ed. New York McGraw Book Company. 1985.
PERRY, R. H.; CHILTON, C. H. Chemical Engineers. Hand Book, Tokyo, 1973.
SINGH, R. P.; HELDMAN, D. R. Introduction to Food Engineering. 2 ed. New York.
Academic Press, 1993.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COULSON, J. M. Tecnologia química: operações unitárias. 2 ed. Lisboa: Fundação
Calouste Gulbenkian, 1968.
GOMIDE, Reynaldo. Manual de Operações Unitárias. Volumes I, II, III e IV. São
Paulo: R. Gomide, 1979.
HIMMENBLAU, M. David. Engenharia Química: Princípios e Cálculos. Rio de Janeiro:
Editora Principe – Hall do Brasil, 1984.
LANGE, N. A. Handbook of Chemistry.
PERRY E CHILTON. Manual de Engenharia Química. 5.ed. Ed. Guanabara Dois S.A.,
1980.
MACINTYRE, Archibakd Joseph. Ventilação Industrial e Controle da Poluição.
Editora Guanabara Koogan S.A., 1990.
POMBEIRO, Armando J. Lataurrette O. Técnicas e operações unitárias em química
laboratorial. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1980.
186
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
50-106 - PROCESSOS TECNOLÓGICOS I
CARGA HORÁRIA – 60H
CRÉDITOS – 04
EMENTA
Processos biotecnológicos. Desenvolvimento de processos fermentativos.
Tecnologia de produção de cervejas, vinhos, aguardentes e similares; Bebidas
destiladas; Fermentação acética, láctica e similares; Tecnologia de fabricação de
bebidas não alcoólicas; Bebidas refrescantes e estimulantes; Bebidas
carbonatadas e não carbonatadas.
OBJETIVOS
Desenvolver com o aluno, através do estudo aplicado de microbiologia,
bioquímica e engenharia, o conhecimento dos principais processos fermentativos,
bem como, as medidas e técnicas de controle processual e dos equipamentos
necessários.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1) PRODUÇÃO DE VINHOS
Preparo das Instalações vinárias; Tipos de dornas; Variedades de uvas;
Composição física e química da uva e vinhos; Tipos de vinificações: correções
no mosto, equipamentos, microbiologia do vinho, fermentação, clarificação e
tratamentos especiais, envelhecimento de vinhos, alterações e controle.
2) PRODUÇÃO DE VINHOS ESPUMANTES, GASEIFICADOS E SIDRA
Preparo do vinho base; Controle do processo: fermentação, estabilização,
clarificação, filtração; Equipamentos; Características físicas e químicas do
produto final.
3) PRODUÇÃO DE VINAGRE
Padronização e legislação; Tratamentos iniciais e de acetificação: fatores que
afetam a qualidade; Microrganismos; Bioquímica da fermentação acética;
Processos de fabricação; Tratamento final; Equipamentos; Envelhecimento;
Alterações e defeitos.
4) PRODUÇÃO DE SUCOS
Processo de elaboração de sucos cítricos, uva, maçã e abacaxi: Tratamentos e
equipamentos.
5) PRODUÇÃO DE BEBIDAS CARBONATADAS
Tratamento de água; Preparo dos xaropes; Engarrafamento e carbonatação;
Características físicas e químicas do produto final.
187
6) PRODUÇÃO DE BEBIDAS ESTIMULANTES
Processo de elaboração de chá preto, café, erva-mate: Tratamentos e
equipamentos.
7) PRODUÇÃO DE CERVEJAS
Legislação brasileira; Matérias-primas; Maltagem; Processo de elaboração da
cerveja: mosturação, fervura, resfriamento, fermentação, maturação,
pasteurização, engarrafamento; Qualidade da cerveja.
8) PRODUÇÃO DE AGUARDENTES
Bebidas fermento-destiladas: Preparo da matéria-prima, Fermentação e
Destilação para a produção de aguardente de cana, aguardente de melaço,
conhaque, graspa, uísque, tequila, tiquira e rum;
Bebidas destilo-refificadas: Preparo da matéria-prima, Fermentação, Destilação,
Retificação para a produção de vodca, gin, genebra e stanheiger. Padrão de
identidade.
9)PRODUÇÃO DE PICLES FERMENTADOS
11)Produtos fermentados; Microbiologia da fermentação; Processo de
fermentação lática; Preparo da matéria-prima; Fermentação; Armazenamento.
METODOLOGIA
Aulas teóricas, aulas práticas, visitas técnicas as indústrias e seminários
(artigos relacionados aos assuntos das aulas teóricas).
AVALIAÇÃO
A avaliação será realizada mediante 2 provas escritas (conhecimentos
teóricos), relatórios das aulas práticas e apresentação de seminários (artigo
técnico).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AQUARONE, E.; DE ALMEIDA, U.; BORZANI, W; SCHMIDELL, W. Biotecnologia na
produção de alimentos, v.4, SP: Edgar Blucher, 2001.
______ Alimentos e bebidas produzidos por fermentação. v.5, SP: Edgar Blucher,
2001.
______Tecnologia das fermentações. v.1, SP: Edgar Blucher, 2001.
VARNAM, A.; SUTHERLAND, J. Bebidas, Tecnologia, Química, Microbiologia. Editorial
Acribia, 1997.
REINOLD, M. Manual prático de cervejaria, SP:Aden editora, 1997.
OUGH, C.S. Tratado básico de enologia. Zaragoza: editorial acribia, 1996.
ROSA, T de. Tecnologia del vino tinto. Madrid:Ediciones Mundi prensa, 1995.
188
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
30-216 – LABORATÓRIO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS I
CARGA HORÁRIA: 45 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA
Realização de práticas de laboratório envolvendo conceitos de fenômenos de transferência
de quantidade de movimento e calor e operações unitárias relacionadas à quantidade de
movimento.
OBJETIVOS
Consolidar conceitos relativos a diversas áreas da Engenharia de Alimentos,
por meio de aulas práticas em laboratório.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. INTRODUÇÃO A TÉCNICAS DA PESQUISA EXPERIMENTAL
Conceitos fundamentais sobre metrologia. Erros de Medição. Fontes de erro. Características
do sistema de medição: faixa de indicação, faixa de operação, divisão de escala, incremento
digital, resolução, erro sistemático, dispersão da medição, função de transferência nominal e
real, curva de erro, incerteza da medição, sensibilidade, flutuação da sensibilidade,
flutuação do zero, histerese. Precisão e exatidão. Resultado da medição. Erros e tratamento
de dados. Propagação de erros.
2. REALIZAÇÃO DE EXPERIMENTOS NOS DOMÍNIOS DOS FENôMENOS
TRANSFERÊNCIA DE QUANTIDADE DE MOVIMENTO E CALOR
2.1. Medida de viscosidade
2.2. Experiência de Reynolds
2.3. Perfil de temperatura em sólidos
2.4. Transferência de calor em sólidos submersos
2.5. Determinação do coeficiente de TM com a célula de Arnold
2.6. Transferência de Massa em embalagens alimentícias
2.7. Determinação de propriedades físico-químicas dos alimentos
DE
3. REALIZAÇÃO DE EXPERIMENTOS NOS DOMÍNIOS DAS OPERAÇÕES UNITÁRIAS DE
QUANTIDADE DE MOVIMENTO
3.1. Sedimentação
3.2. Bombas
3.3. Moagem e Peneiramento
3.4. Perda de carga em conexões
189
3.5. Fluidização
METODOLOGIA
Aulas práticas em laboratório.
AVALIAÇÃO
Relatórios relativos às aulas práticas e provas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
APOSTILA DE LABORATÓRIO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS I
Cada experimento possui um “roteiro base”, o qual menciona a bibliografia
específica.
BIRD, R. Byron. Transport Phenomena. New York: John Wiley & Sons, 1960.
FOUST, Alan S. Princípios das operações unitárias. 2 ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 1982.
GOMIDE, Reynaldo. Manual de operações unitárias. São Paulo: Cepro, s.d., 1979.
LEWIS, M.J. Propriedades físicas de los alimentos y los sistemas de processado. Ed.
Acribia, 1993.
SISSOM, L E.e PITTS D. R. Fenômenos de transporte. Rio de Janeiro: Guanabara,
1988.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HIMMELBLAU, David M. Engenharia química: princípios e cálculos. RJ: Prentice – Hall do
Brasil, 1984.
McCABE, W. L.; SMITH, J. C.; HARRIOTT, P. Unit Operations of Chemical Engineering.
4 ed. New York McGraw Book Company. 1985.
SINGH, R. P.; HELDMAN, D. R. Introduction to Food Engineering. 2 ed. New York.
Academic Press, 1993.
OZINIK, M. Necoti. Transferência de calor. Um texto básico. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1985.
190
DISCIPLINAS DO 8° SEMESTRE
191
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
50-184 – PROCESSOS TECNOLÓGICOS IV A
CARGA HORÁRIA: 45 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA
Processamento para conservas de frutas e hortaliças. Processamento de
frutas cristalizadas. Desidratação de frutas e hortaliças. Congelamento de
frutas e hortaliças. Produção de geléias e doces em pastas. Processamento
de balas e chocolate.
OBJETIVOS
Proporcionar aos alunos conhecimentos a respeito da matéria-prima,
métodos de conservação, tecnologias de elaboração de produtos, alterações e
processamento.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1) Colheita e armazenamento;
2) Principais operações utilizadas em tecnologia de frutas e hortaliças;
3) Conservação de frutas e hortaliças;
4) Doce em pasta e geléias;
5) Processos que usam calor para conservar frutas e hortaliças;
6) Conservação de frutas e hortaliças pela desidratação;
7) Frutas em calda;
8) Frutas cristalizadas;
9) Conservação de frutas e hortaliças pelo frio;
10) Tecnologia na fabricação de balas mastigáveis, balas duras e caramelos;
11) Tecnologia na fabricação de chocolates.
AVALIAÇÃO
Duas provas escritas e participação e interesse em aula demonstrado pelo
aluno.
METODOLOGIA
Aulas teóricas e práticas, relacionando a teoria com a prática. Nas aulas
práticas cada grupo trabalhará com alimento diferente analisando o mesmo
fundamento e depois discutirão os resultados obtidos. Nas aulas teóricas
expositivas ilustra-se os conceitos com projeções de transparências e ilustrações
com periódicos da área.
192
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HOLDSWORTH, S.D. Conservacion de Frutas e Hortalizas. Editorial Acribia 1988.
WILLS, R.H.H.; LEE, T.H.; McGLASSON, W.B.; HALL, E.G.; GRAHAM,D.
Fisiologia y Manipulacion de frutas y hortalizas post-recolección. Editorial Acribia
1984.
SOUTHGATE. D Conservación de frutas y hortalizas. Editorial Acribia 1992
ITAL Manual Técnico n0 8 Industrialização de frutas. Campinas 1991.
ITAL Manual Técnico n0 4 Processamento de Hortaliças. Campinas 1994.
FIDLER, J.C. y MANN, G. Refrigeración de manzanas y peras. Editorial Acribia
1984.
JACKIX, M.H. Doces, Geléias e Frutas em calda. Ícone Editora 1988.
GROSSO, A. L. Técnica de elaboracion moderna de confituras. 2ª edición,
Refinerías de maiz, Tucumán 117, Buenos Aires, Argentina, 1972, 252p.
MEINERS, A.; KREITEN, K.; JOKIE, H. Silesia Confiserie Manual n°3. 1ª edição, KDruck, Viersen, Alemanha, 1985, 888p.
PANCOAST, M. H. & JUNK, W. R. Handbook of sugar, 2° edition, Avi Publishing
Company, Inc. Westport, Connecticut.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
REVISTA HIGIENE ALIMENTAR. Publicação mensal.
FOOD MICROBIOLOGY. Publicação mensal.
JOURNAL FOOD SCIENCE. Publicação mensal.
JOURNAL OF FOOD PROTECTION. Publicação mensal.
FOOD CHEMISTRY. Publicação mensal.
193
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
39-188 – ENGENHARIA ECONÔMICA A
CARGA HORÁRIA – 45 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA
Introdução à Engenharia Econômica. Noções Fundamentais; Matemática
Financeira; Depreciação de Equipamentos; Comparação de Alternativas
de Investimento; Financiamento de Empreeendimentos; Ênfase na interrelação entre os conceitos de cadeia produtiva e análise de projetos
agroindustriais
OBJETIVOS
Proporcionar ao aluno conhecimentos de Engenharia Econômica. Dar ao
aluno conhecimentos para que possam tomar decisões no campo de
investimentos agroindustriais. Fazer com que o aluno compreenda a importância
e a responsabilidade de sua profissão na empresa e na comunidade em relação
ao estudo e implantação de projetos agroindustriais.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
Elementos De Matemática Financeira
Análise de custos
Depreciação
A noção de investimento
Critérios de rentabilidade
Risco e incerteza nas decisões de investimento
Projetos agroindustriais
7.1. Visão Geral De Projetos Agroindustriais;
7.2. O Fator Marketing;
7.3. O Fator Compras;
7.4. O Fator Processo.
8. Elaboração De Projetos Agroindustriais.
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através de provas, trabalhos escritos e apresentação
de trabalhos.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, seminários, trabalhos individuais e em grupos.
194
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AUSTIN, James E. Agroindustrial Project Analysis Washington, Economic
Development Institute, 1987.
GALESNE, Alain. FENSTERSEIFER, Jaime. LAMB, Roberto. Decisões de Investimentos
da Empresa . São Paulo, Atlas,1999.
NOGUEIRA, Edemilson. Análise de Investimento In: BATALHA, Mário Otávio
(Coordenador) . Gestão Agro-industrial. São Paulo, Atlas, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRITO, Paulo. Análise e Viabilidade de Projetos de Inverstimentos. São Paulo, Atlas,
2003.
Casarotto Filho, Nelson. Análise de Investimentos. São Paulo, Atlas, 1996.
195
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
50-121 – INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS E INSTRUMENTAIS
CARGA HORÁRIA: 45 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA
Apresentação das diversas instalações necessárias para o desenvolvimento de
um processo industrial de alimentos: Equipamentos e dimensionamento;
Tubulações, válvulas e acessórios; Setores de apoio; Instrumentação.
OBJETIVOS
Dar ao acadêmico uma visão genérica das instalações industriais
necessárias e suficientes para a operação de uma indústria e capacitá-lo a definir
as instalações mais adequadas.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. SETORES DE APOIO A INDÚSTRIA
1.1.Tratamento de água industrial;
1.2. Geração e distribuição de vapor;
1.3 Energia elétrica.
2. TRANSPORTE DE FLUIDOS
2.1. Bombas;
2.2. Ventiladores;
2.3. Tubulações, válvulas e acessórios;
2.4. Perdas de carga;
2.5. Isolamento térmico;
2.6. Identificação de tubulações.
3. TRANSPORTE DE SÓLIDOS
3.1. Transportadores helicoidais;
3.2. Transportadores de fluxo contínuo a corrente;
3.3. Elevadores de canecas;
3.4. Correias Transportadoras;
3.5. Transporte Pneumático.
4. INSTALAÇÕES
4.1. Instalações hidráulicas;
4.2. Instalações de ar comprimido;
4.3. Instalações de vácuo;
4.4. Instalações de gases;
4.5. Instalações elétricas;
4.6. Iluminação, Sinalização, proteção e controle;
4.7. Instrumentação.
196
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através de provas.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, trabalhos individuais e em grupos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BENETT, C. O. Fenômeno dos Transportes. São Paulo: MCGraw Hill, 1978.
FOUST, Wenzel, CLUMP. Maus. ANDERSEN. Princípios das Operações Unitárias. Rio
de Janeiro: Guanabara Dois SA, 1982.
GOMIDE. Reynaldo. Estequiometria Industrial. São Paulo: R. Gomide,1979.
HIMMELBLAU, M. David, Engenharia Química: Princípios e Cálculos. Traduzido por
Jossyl de Suza Peixoto. Rio de Janeiro: Principe. – Hall do Brasil, 1984.
KERN, Donald Q. Processos de Transmissão de Calor. Rio de Janeiro: Guanabara
Dois, 1982.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BLACKADDER, Nedderman. Manual de Operações Unitárias. Hemus Editora Ltda.
GOMIDE, Reynaldo. Manual de Operações Unitárias. São Paulo: R. Gornide. 1979.
PERRY E CHILTON. Manual de Engenharia Química. 5. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Dois SA, 1980.
STREET, Vennard. Elementos de Mecânica dos Fluídos. Rio de Janeiro: Guanabara
Dois SA.
SILVEIRA D’AVILA, Edlar. Processos Industriais. Universidade Federal do Paraná.
Setor de Tecnologia. Departamento de Engenharia Química, 1978.
197
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
30-217 - OPERAÇÕES UNITÁRIAS III A
CARGA HORÁRIA: 60 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 04
EMENTA
Operações de transferência de massa ou simultâneas de calor e massa.
aplicadas aos processos da indústria alimentícia: Absorção de gases;
Destilação; Psicrometria e Umidificação; Secagem; Cristalização; Adsorção;
Extração Sólido-líquido; Extração líquido-líquido.
OBJETIVOS
Dar ao aluno uma visão sólida das diversas Operações Unitárias da Indústria
Alimentícia e Química associadas com a transferência de massa (ou simultânea
de calor e massa) e que um processo industrial é uma seqüência de operações
unitárias coordenadas e organizadas para atender a produção do produto
desejado pela transformação da matéria-prima em produtos mais nobres.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. ABSORÇÃO DE GASES
1.1.Conceituação da operação; tipos de aparelhos;
1.2.Solubilidade; escolha do solvente; recheio da torre;
1.3 Queda de pressão em colunas recheadas;
1.4. Ponto de inundação;
1.5. Balanço material; linha de operação e de equilíbrio;
1.6. Taxa de absorção de solutos;
1.7. Dimensionamento da coluna recheada: cálculo da secção transversal e
altura da secção de recheio.
2. DESTILAÇÃO
1.1. Conceituação; equilíbrio líquido-vapor; volatilidade relativa;
1.2. Velocidade e períodos de secagem;
1.3. Soluções ideais e não ideais;
1.4. Destilação com vapor de água; Destilação “flash”;
198
1.5. Destilação diferencial ou simples;
1.6. Destilação com retificação: Método de McCabe-Thiele, para cálculo do
número de pratos teóricos; eficiência dos pratos; cálculo do consumo de vapor e
da água de refrigeração;
1.7. Relação de refluxo ótima (otimização);
1.8. Dimensionamento de colunas de destilação.
3. PSICROMETRIA E UMIDIFICAÇÃO
1.1. Parâmetros fundamentais: umidade absoluta e relativa; volume e calor
específico; temperatura de bulbo seco e bulbo úmido;
1.2.Entalpia do ar úmido; temperatura de saturação adiábatica; Cartas
psicrométricas;
1.3. Equações fundamentais; dimensionamento de torres de resfriamento de água
e de umidificadores de ar.
4. FUNDAMENTOS DA SECAGEM DE SÓLIDOS
4.1. Condições externas que modificam o tempo de secagem;
4.2. Velocidade e períodos de secagem;
4.3. Umidade de equilíbrio, livre, ligada e desligada;
4.4. Balanço material para o processo;
4.5. Balanço térmico dos secadores de aquecimento direto;
4.6. Cálculo das perdas de água na secagem;
4.7. Psicrometria: Terminologia e Uso da Carta Psicrométrica;
4.8. Equipamentos para a secagem;
4.9. Princípios da secagem de cereais;
4.10. Princípios de resfriamento de sólidos;
4.10. Dimensionamento de secadores.
5. CRISTALIZAÇÃO
5.1.Conceituação da operação; Curva de saturação e de supersaturação;
regiões: estável; metaestável e instável;
5.2. Diagramas de fases entalpia-concentração;
5.2. Tipos de cristalizadores;
5.3. Dimensionamento de cristalizadores.
6. ADSORÇÃO
6.1. Conceituação da operação; aplicações industriais;
6.2 Isotermas de adsorção; Equação de Freundlich;
199
6.3. Cálculos tecnológicos relativos à adsorção;
6.4. Equipamentos de adsorção;
6.5. Dimensionamento de equipamentos de adsorção.
7. EXTRAÇÃO SÓLIDO-LÍQUIDO
7.1 Conceituação; equipamentos de extração;
7.2 Métodos de cálculo;
7.3 Eficiência de etapas para sistemas em múltiplas etapas;
7.4. Equilíbrio experimental;
7.5. Equações aplicáveis e métodos gráficos;
7.6. Sistemática de dimensionamento de extratores.
8. EXTRAÇÃO LÍQUIDO-LÍQUIDO
8.1. Conceituação; equilíbrio em fase líquida;
8.2. Escolha do solvente;
8.3. Contato por etapas;
8.4. Extratores em tanques agitados: potência para agitação; fase dispersa
(“holdup”); área interfacial e tamanho das gotas;
8.5. Coeficientes de transferência de massa;
8.6. Eficiência de etapas;
8.7. Dimensionamento de extratores em fase líquida.
METODOLOGIA
Para se alcançar os objetivos enunciados, serão empregadas aulas
expositivas de conceitos e resoluções de casos práticos.
AVALIAÇÃO
Trabalhos escritos e provas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FOUST, Alan S. Princípios das operações unitárias. 2 ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 1982.
GOMIDE, Reynaldo. Manual de operações unitárias. São Paulo: Cepro, s.d., 1979.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
200
COULSON, J. M. Tecnologia química: operações unitárias. 2 ed. Lisboa: Fundação
Calouste Gulbenkian, 1968.
FOUST, WENZEL, CLUMP, MAUS, ANDERSEN. Princípios das Operações Unitárias.
Editora Guanabara Dois S.A., 1982.
GOMIDE, Reynaldo. Manual de Operações Unitárias. Volumes I, II, III e IV. São
Paulo: R. Gomide, 1979.
HIMMENBLAU, M. David. Engenharia Química: Princípios e Cálculos. Rio de Janeiro:
Editora Principe – Hall do Brasil, 1984.
KERN, Donald Q. Processos de Transmissão de Calor. Editora Guanabara Dois, 1982.
LANGE, N. A. Handbook of Chemistry.
PERRY E CHILTON. Manual de Engenharia Química. 5.ed. Ed. Guanabara Dois S.A.,
1980.
MACINTYRE, Archibald Joseph. Ventilação Industrial e Controle da Poluição.
Editora Guanabara Koogan S.A., 1990.
POMBEIRO, Armando J. Lataurrette O. Técnicas e operações unitárias em química
laboratorial. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1980.
201
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
30-218 – MODELAGEM E SIMULAÇÃO DE PROCESSOS
CARGA HORÁRIA: 45 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA
Introdução a modelos fenomenológicos e modelos empíricos. Técnicas de
simulação de processos. Introdução a técnicas de otimização.
OBJETIVOS
Capacitar o aluno ao desenvolvimento e análise de modelos matemáticos,
aplicados a processos industriais alimentícios. Apresentar técnicas e mecanismos
de simulação de processos. Capacitar o aluno a formular/estruturar problemas
básicos de otimização de processos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1.MODELOS MATEMÁTICOS DE SISTEMAS DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS
1.1. Classificação de Modelos;
1.2. Modelos para Regime Permanente;
1.3. Modelos para Regime Transiente;
1.4. Modelos Fenomenológicos;
1.5. Modelos Empíricos.
2. SIMULAÇÃO DE PROCESSOS
2.1. Introdução à Simulação de Processos Industriais;
2.2. Simulação Estática e Dinâmica de Processos;
2.3. Determinação de Pontos Estacionários;
2.4. Análise de Processos.
3. OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS
3.1. Noções Básicas de otimização de processos;
3.2. Formulação de um problema de otimização;
3.3. Problemas Restritos e Irrestritos;
3.4. Introdução a técnicas/ferramentas de otimização.
202
METODOLOGIA
Aulas expositivas, trabalhos individuais e em grupos, utilização de software
matemáticos (Fortran, Scilab, MatLab) no laboratório de informática.
AVALIAÇÃO
Trabalhos escritos e provas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
OZILGEN, M., Food Process Modeling and Control: Chemical Engineering
Applications. Gordon and Breach Science Publishers. 1998.
BEQUETTE, B.W. Process Dynamics – Modeling, Analysis and Simulation. Prentice Hall
PTR, 1998.
RICE, R. G. , DO, D.D., Applied Mathematics and Modelling for Chemical Engineers,
John Wiley & Sons, 1995.
EDGAR, T. F., HIMMELBLAU, D. Optimization of Chemical Processes. McGraw Hill,
2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COUGHANOWR, Donald R. e KOPPEL, Lowell P. Análise e Controle de Processos.
São Paulo: Editora Guanabara Dois, 1978.
MARLIN, T. E., Process Control: Designing Processes and Control Systems for
Dynamic Performance. Editora McGraw-Hill, 2a edição, 2000.
203
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
30-219 - ENGENHARIA BIOQUÍMICA
CARGA HORÁRIA: 45 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA
Engenharia bioquímica. Cinética enzimática. Reatores ideais e reatores
reais. Estequiometria e Cinética microbiana. Bioreatores. Tecnologia de
bioreatores. Reatores com células e enzimas imobilizadas.
OBJETIVOS
Fornecer ao aluno uma visão geral sobre a relevância da Engenharia
Bioquímica e dos Processos Biotecnológicos na indústria de alimentos e
conhecimentos específicos acerca dos conteúdos abordados no decorrer da
disciplina.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. ENGENHARIA BIOQUÍMICA
Importância do estudo dos processos bioquímicos no contexto da Engenharia de
Alimentos.
2. CINÉTICA ENZIMÁTICA
2.1 Reação com um substrato;
2.2 Cinética de Michaelis Menten;
2.3 Inibição enzimática;
2.4 Reação com dois substratos;
2.5 Enzimas alostéricas;
2.6 Influência do pH;
2.7 Influência da temperatura;
2.8 Inativação de enzimas;
2.9 Técnicas de medida das atividades enzimáticas;
2.10 Aula prática: Determinação experimental dos parâmetros cinéticos;
2.11 Aula prática: Determinação da atividade enzimática.
3. REATORES IDEAIS E REATORES REAIS
3.1 Reatores ideais
204
Reator em batelada;
Reator contínuo perfeitamente agitado;
Reator contínuo com fluxo pistão.
3.2 Reatores reais
Distribuição do tempo de residência;
Modelo de escoamento tubular disperso;
Modelo de tanques em série;
Modelo de múltiplos parâmetros;
Macro e micro mistura;
Tempo de mistura.
4. ESTEQUIOMETRIA E CINÉTICA MICROBIANA
4.1 Estequiometria da reação microbiana;
4.2Cinética microbiana não estruturada;
4.3 Cinética de crescimento;
4.4 Cinética de utilização de substratos;
4.5 Cinética de síntese de produtos;
4.6 Cinética de culturas mistas;
4.7 Introdução à cinética microbiana estruturada;
4.8 Aula prática: Determinação da concentração celular;
4.9 Aula prática: Determinação dos parâmetros cinéticos de Monod;
4.10 Aula prática: Condução de um processo fermentativo em batelada.
5. PRODUTIVIDADE E OTIMIZAÇÃO DE REATORES BIOQUÍMICOS
5.1 Reatores não contínuos;
5.2 Produção em batelada;
5.3 Produção com alimentação programada;
5.4 Reatores contínuos;
5.5 Produção sem manutenção de células;
5.6 Produção com manutenção de células;
5.7 Produção com reciclo de células.
6. TECNOLOGIA DE REATORES BIOQUÍMICOS
6.1 Reologia dos meios de fermentação;
6.2 Agitação-aeração;
6.3 Esterilização do equipamento;
6.4 Esterilização do meio de fermentação;
205
6.5 Esterilização do ar;
6.6 Scale-up.
7. REATORES COM CATALISADORES IMOBILIZADOS
7.1 Reatores com enzimas e/ou células imobilizadas;
7.2 Comparação de desempenho dos reatores com catalisadores livres e
imobilizados.
METODOLOGIA
Para se alcançar os objetivos enunciados, serão empregadas aulas
expositivas de conceitos e resoluções de casos práticos, apresentação de
seminários e aulas práticas em laboratório.
AVALIAÇÃO
A avaliação do aluno será feita através de:
a) avaliações teóricas;
b) relatórios das aulas práticas;
c) apresentação de seminários.
d)
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BAILEY, J. E.; OLLIS, D. F. Biochemical Engineering Fundamentals. Tokyo. McGrawHill Kogakusha Ltd. 2nd edition. 1986.
WISEMAN, A. (editor), Handbook of Enzyme Biotechnology, Ellis Horwood limited,
England, 1985.
CRUEGER, W. and CRUEGER, A., Biotechnology: A Textbook of Industrial
Microbiology, 2nd edition, 1990.
ALMEIDA LIMA, U., AQUARONE, E., BORZANI, W. e SCHMIDELL, W. (Coordenadores).
Biotecnologia Industrial, volume 2. Editora Edgar Blücher, 2001.
SCRIBAN, René (Coordenador). Biotecnologia. Editora Manole. 1985.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HARTMEIER, W., Immobilized Biocatalysts: An Introduction, Springer-Verlag, 1988.
UHLIG, H., Industrial Enzymes and their Applications, John Wiley & Sons, 1998.
NEWAY, J.O. Fermentation process development of industrial organisms, ed. Marcel
Dekker, 1989.
VOLESKY, B., VOTRUBA, J., Modeling and optimization of fermentation processes,
Elsevier, 1992.
ALMEIDA LIMA, U., AQUARONE, E., BORZANI, W. e SCHMIDELL, W. (Coordenadores).
Biotecnologia Industrial, volume 3. Editora Edgar Blücher, 2001.
206
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
50-183 - PROCESSOS TECNOLÓGICOS III A
CARGA HORÁRIA - 45H
CRÉDITOS – 03
EMENTA
Processos para obtenção de farinhas: Operações e equipamentos;
Processamento de pães, biscoitos e pastas alimentícias; Processo de fabricação
de óleos e gorduras vegetais, refino; Hidrogenação; Margarinas, farelos
alimentícios de oleaginosas.
OBJETIVO
Dar ao aluno os fundamentos da fabricação de produtos derivados de
cereais e oleoginosas mais importantes da alimentação humana, assim como a
sua base química e os equipamentos necessários para cada tipo de
processamento.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1)PRODUÇÃO DE ÓLEOS E GORDURAS
Industrialização das sementes oleaginosas; Produção de óleos brutos; Refinação;
Cristalização e fracionamento; Gorduras hidrogenadas; Produção de margarina.
2)PRODUÇÃO DE FARINHA DE TRIGO
Sistemas de limpeza dos grãos; Acondicionamento; Sistema de moagem;
Classificação e composição de farinhas; Agentes melhoradores; Agentes
branqueadores; Enzimas e acondicionadores na panificação; Medidas da
qualidade das farinhas: farinógrafo, alveográfo, amilógrafo, extensiografo e Falling
Number.
3)PROCESSAMENTO DE BISCOITOS
Matérias-primas; Biscoitos rotativos; Biscoitos estampados.; Biscoitos cortados por
fio; Biscoitos de deposição; Biscoitos fermentados; Tipos de fornos; Embalagens.
4)Produção de pães
Matéria-prima; Métodos de mistura; Fermentação; Tipos de fornos; Tipo de pães;
Defeitos e alterações.
5)Massas alimentícias
Matéria prima; Equipamentos utilizados no processo descontínuo; Equipamentos
utilizados no processo contínuo; Embalagens.
METODOLOGIA
207
Aulas teóricas, aulas práticas, visitas técnicas as indústrias e seminários
(artigos relacionados aos assuntos das aulas teóricas).
AVALIAÇÃO
A avaliação será realizada mediante 2 provas escritas (conhecimentos
teóricos), relatórios das aulas práticas e apresentação de seminários (artigo
técnico).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HOLDSWORTH, S. D. Conservacion de Frutas e Hortalizas. Zaragoza: Editorial
Acribia, 1988.
SOUTHGATE, D. Conservación de frutas y hortalizas. Zaragoza: Editorial Acribia,
1992.
WILLS, R. H. H.; LEE, T. H.; McGLASSON, W. B.; HALL, E. G.; GRAHAM, D. Fisiologia y
Manipulacion de frutas y hortalizas post-recolección. Zaragoza: Editorial Acribia,
1984.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ITAL. Manual Técnico n.º 8. Industrialização de frutas. Campinas: 1991.
ITAL. Manual Técnico n.º 4. Processamento de Hortaliças. Campinas: 1994.
FIDLER, J. C. y MANN, G. Refrigeración de manzanas y peras. Zaragoza: Editorial
Acribia, 1984.
JACKIX, M. H. Doces, geléias e frutass em calda. Ícone Editora, 1988.
208
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
50-185 - MATERIAIS E EMBALAGENS A
CARGA HORÁRIA: 45 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA
Introdução (histórico, conceitos e funções) Elementos de ciências dos
materiais; Tecnologia e materiais utilizados em instalações e equipamentos
e suas funções na preservação dos alimentos; Embalagens plásticas;
Embalagens
flexíveis
(laminadas,
simples
e
múltiplas);
Embalagens
metálicas; Recipientes de vidro; Embalagens celulósicas; Vácuo; Adesivo;
Aerossóis; Controle de qualidade dos materiais e das embalagens;
Máquinas e equipamentos; Planejamento e legislação.
OBJETIVOS
Fornecer ao aluno conhecimentos sobre transporte e movimentação,
produção de embalagens para a Indústria Alimentícia, utilização de embalagens
na Indústria Alimentícia, sistemas de envasamento, critérios para a seleção de
embalagens, desenvolvimento de novas embalagens, legislação brasileira e
internacional.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
PARTE I – MATERIAIS
INTRODUÇÃO
Ciência dos Materiais;
Propriedades dos Materiais;
Esforços que atuam sobre os materiais.
FATORES QUE INFLUENCIAM A SELEÇÃO DOS MATERIAIS
Influência da Temperatura;
Influência da Pressão;
Roteiro para Seleção de um Material;
Considerações sobre custos.
CORROSÃO
209
Tipos de corrosão;
Métodos de Controle da Corrosão;
Revestimentos Anticorrosivos.
MATERIAIS METÁLICOS
Ferrosos
Ferros fundidos;
Aço carbono;
Aço inoxidável.
Não Ferrosos
Cobre e ligas;
Alumínio e ligas;
Níquel e ligas;
Outros metais e suas ligas.
MATERIAIS PLÁSTICOS
Polietileno;
Polipropileno;
PVC;
Nylon;
Policarbonato;
Outros.
ELASTÔMEROS
Naturais;
Sintéticos;
Composições e Formulações;
Aplicações Especiais.
REFRATÁRIOS
ISOLANTES TÉRMICOS
VIDROS
CELULOSE E PAPEL
MADEIRA E AGLOMERADOS
CONCRETO
PARTE II – EMBALAGENS
210
TRANSPORTE E MOVIMENTAÇÃO
Transporte durante o processo industrial;
Transporte após a industrialização;
Embalagem para consumo final.
FABRICAÇÃO DE EMBALAGENS
Papel;
Madeira;
Vidro e Fibra de Vidro;
Metálicas;
Plásticas Rígidas;
Plásticas Flexíveis;
Multicamadas.
UTILIZAÇÃO DE EMBALAGENS NA INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA
Função, Características e Objetivo;
Unitização;
Paletização;
Conteinerização.
SISTEMAS DE ENVAZAMENTO
CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DE EMBALAGENS
PROJETO DE NOVAS EMBALAGENS
LEGISLAÇÃO
Aspectos de Segurança;
Rotulagem e Marcações;
Legislação Brasileira;
Legislação Internacional.
ASPECTOS MERCADOLÓGICOS
Custos;
Cliente;
Meio-Ambiente.
METODOLOGIA
211
Exposição
técnicas.
da
matéria, exercícios, pesquisa
teórico-práticas, visitas
AVALIAÇÃO
Elaboração e apresentação de projetos relacionados a embalagem de
alimentos e apresentação de seminário.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BUREAU, G. Embalaje de los alimentos de gran consumo. Zaragoza: Acribia, 1995.
COUTINHO, Carlos Bothel. Materiais metálicos para Engenharia. Belo Horizonte: Fundação Christiano Ottoni, 1997.
HEISS, R. Princípios de Envasa de los alimentos: guia internacional. Zaragoza:
Editorial Acribia, 1970.
MOURA, Reinaldo A. e BANZATTO, José Maurício. Manual de Movimentação de
Materiais. São Paulo: IMAM, 1990.
OLIVEIRA, Lea Mariza de. Ensaios para a avaliação de embalagens plásticas
flexíveis. Campinas: Centro de Tecnologia de Embalagens, 1996.
RICHTER, Ernesto et alii. Tecnologia de Acondicionamento e Embalagem de
Transporte. São Paulo: IPT, 1982.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALVES, Rosa Maria Varcelina. Embalagem para produtos lacticíneos. Campinas:
Instituto de Tecnologia de Alimentos, 1994.
ARDITO, E. Embalagens de papel, cartão e papelão ondulado para alimentos.
Campinas: ITAL, 1988.
BRASIL, LEIS, DECRETOS, etc. Indicação da quantidade de mercadorias
acondicionadas, decreto n.º 52.916 de 22/11/63. Rio de Janeiro: Ins, de pesos
e medidas, 1966.
CANTO, Eduardo Leite. Plástico: bem supérfluo ou mal necessário. São Paulo:
Moderna, 1995.
CENTRO DE TECNOLOGIA DE EMBALAGENS DE ALIMENTOS. Seminário de
embalagens de aço para alimentos: Compilação de palestras. Campinas:
Companhia Siderúrgica Nacional, 1994.
CEREDA, M. P. Manual de Armazenamento e embalagem: Produtos
Agropecuários. Botucatu: FEPAP, 1983.
COUTINHO, Carlos Bottel. Materiais Metálicos para Engenharia. Belo Horizonte:
FCO, 1992.
EMBALAGENS E MEIO AMBIENTE. Campinas: CETEA/ITAL, 1992.
EMBALAGENS PARA PRODUTOS CÁRNEOS. Campinas: Instituto de Tecnologia de
Alimentos, 1991.
GARCIA, Eloísa Elena Corrêa. Embalagens plásticas: propriedades de barreira.
Campinas: Instituto de Tecnologia dos Alimentos, 1989.
GENTIL, Vicente. Corrosão. 3ª ed. RJ: LTC, 1996.
GOAMAN, J. F. Seleccion y empaquetado de manzanas. Zaragoza: Acribia, 1965.
HIGGINS, Raymond A. Propriedades e Estrutura dos Materiais em Engenharia.
KUHNE & GUNTHER, Envases y embalajes plásticas. Barcelona: G. Gill, 1976.
MADI, L. F. Técnicas de laboratório de embalagens para alimentos: embalagens
metálicas. Campinas: ITAL, 1976.
212
SOLER, Roger Marcel. Curso sobre a vida de prateleira de alimentos enlatados.
Campinas: Seção de Embalagens e Acondicionamento, 1981.
PAINE, Frank A. Manual de errosão de alimentos. Madrid: A. Madrid Vicente, 1994.
213
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
50-186 - TRABALHO DE GRADUAÇÃO I
CARGA HORÁRIA: 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Desenvolvimento de trabalho de pesquisa individual sob orientação de um
docente do Curso de Engenharia de Alimentos, constando de desenvolvimento
teórico e prático sobre um tema específico da área de Engenharia de Alimentos.
OBJETIVOS
Oportunizar ao acadêmico a iniciação à pesquisa científica tendo como
base os conhecimentos construídos durante o curso e complementados com a
investigação no decorrer do trabalho.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
O acadêmico deve elaborar sob a orientação do professor responsável pela
disciplina, o projeto e encaminhá-lo à congregação do curso para apreciação
antes de iniciar o desenvolvimento do mesmo.
Estas etapas compreendem os requisitos mínimos necessários para
aprovação na disciplina trabalho de Graduação I.
NORMAS PARA ELABORAÇÃO DO TRABALHO DE GRADUAÇÃO
1 - IDENTIFICAÇÃO
Neste item são apresentados os dados essenciais à identificação do
projeto, como:
a) título;
b) subtítulo (quando houver);
c) entidade a qual se destina o projeto (quando for o caso);
d) entidade executora (com endereço);
e) coordenação;
f) clientela;
g) local;
h) data;
i) apoio (quando for o caso)
De acordo com a finalidade do projeto, outros dados poderão ser
incluídos, mas de um modo geral, esta apresentação não exige mais do que uma
página.
2 - JUSTIFICATIVA - (por que?)
214
A justificativa consiste na apresentação, de forma clara e sucinta, das
razões de ordem teórica e/ou prática que justificam a realização do projeto.
Compreende:
a) a descrição da situação atual;
b) o exame do processo histórico recente;
c) o diagnóstico que consiste no julgamento da situação e a indicação
dos aspectos a serem melhorados;
d) solução proposta - uma vez identificada a situação e delineados os
problemas e os fatores intervenientes, as soluções alternativas são
delineadas.
3 - OBJETIVOS - O que?
Nesta parte, indica-se o que é pretendido com o desenvolvimento de
projeto e quais os resultados que se procura alcançar.
A apresentação dos objetivos varia significativamente em função da
natureza do projeto.
Nos projetos de pesquisa rigidamente científica, assim, como naqueles
elaborados para fins acadêmicos, cabe identificar claramente o problema,
apresentar sua delimitação (em termos de conceituação espaciais e temporais),
bem como apresentar as hipóteses a serem testadas (quando for o caso).
Nos projetos destinados à resolução de problemas mais práticos,
geralmente, procede-se à apresentação do objetivo geral e dos objetivos
específicos.
Nos projetos para atividades de extensão, envolvem-se objetivos que
visem ao alcance do tema a ser trabalhado.
Objetivos Gerais
É, em termos amplos, o ponto culminante, o resultado final que se
pretende atingir. É a descrição sucinta do que se quer alcançar, em termos
globais.
Objetivos Específicos
Consiste no desdobramento dos objetivos gerais em situações
particulares, seja para o esclarecimento detalhado da idéia geral, seja para a
especificação das atividades propostas no decorrer do trabalho em função do
resultado final desejado.
4 - METODOLOGIA (Como?)
A parte mais complexa na redação de um projeto é constituída,
geralmente, pela especificação da metodologia a ser adotada.
Este item exige que se determinem, de forma descritiva, as atividades a
serem desenvolvidas na fase efetivamente produtiva do projeto.
215
Entende-se por atividade toda a ação ou conjunto de ações, cuja
execução consome tempo e recursos. Uma distribuição precisa e lógica das
atividades é importante para definir claramente o trabalho, auxiliando na
previsão e controle do tempo e recursos materiais e humanos. Nos projetos de
pesquisa acadêmica, de maneira bem abrangente, podem ser considerados os
seguintes componentes:
- tipo de delineamento (bibliográfico, experimental, estudo de caso, etc);
- operacionalização das hipóteses;
- amostragem;
- técnicas de coleta de dados;
- tabulação;
- análise dos dados;
- forma do relatório.
Conforme a extensão, a complexidade e a abrangência da atividade de
extensão pode-se estabelecer as possíveis estratégias (ações) que serão utilizadas
dentro do programa do evento.
5 - RECURSOS (Com o que?)
Este item deve ser desdobrado em:
- Recursos Humanos
- Recursos Físicos ou Infra-Estrutura
A especificação desses recursos auxilia na determinação dos itens
orçamentários.
6 - CRONOGRAMA (Em que tempo?)
Como a pesquisa se desenvolve em várias etapas, é necessário fazer a
previsão do tempo necessário para se passar de uma fase para outra. Como,
também, determinadas fases são desenvolvidas simultaneamente, é necessário
ter a indicação de quando isto ocorre.
Para tanto, convém definir em cronograma que indique com clareza o
tempo de execução previsto para as diversas fases, bem como os momentos em
que estas se interpõem.
Este cronograma, numa representação bastante prática é constituído por
linhas que indicam as fases do Projeto e, por colunas que indicam o tempo
previsto (meses, quinzenas ou dias).
Exemplo:
TEMPO- MESES
ATIVIDADES
1 - Especificação dos objetivos
2 - Operacionalização dos conceitos
3 - Elaboração do questionário
4 - Pré-teste do questionário
5 - Seleção da amostra
6 - Impressão dos questionários
7 - Seleção dos pesquisadores
8 - Treinamento dos pesquisadores
AGO
SET
OUT
NOV
DEZ
216
9 - Coleta de dados
10 - Análise e Interpretação dos dados
11 - Redação do relatório e publicações
7 - ORÇAMENTO (Quanto?)
Para se ter uma estimativa dos gastos com a pesquisa/atividade, convém
que seja elaborado um orçamento. Para ser adequado, o orçamento deverá
considerar os custos referentes a cada fase dos trabalhos, sendo itens de despesa.
Estes itens, por sua vez, podem ser agrupados em duas grandes
categorias: custos de pessoal e custos de material. Os custos de pessoal são
geralmente calculados segundo o trabalho dos colaboradores em dias, exceto no
caso de consultores, cujos trabalhos freqüentemente são remunerados de acordo
com as horas despendidas.
O orçamento deve ser elaborado em bases realistas, ou seja, considerar,
com a precisão possível, os vários gastos.
8 - ACOMPANHAMENTO, CONTROLE E AVALIAÇÃO
A colocação do acompanhamento e controle como penúltimo item
decorre de uma simples posição de ordem descritiva ou de apresentação, uma
vez que o acompanhamento e controle deverão ser desenvolvidos em todas as
etapas. É um processo de realimentação pelo qual devem passar todas as etapas
do projeto, facilitando os ajustes necessários.
Este item deve ser apresentado de forma descritiva, com linguagem
simples e clara, contendo elementos que possibilitem uma Avaliação.
9 - BIBLIOGRAFIA
Todo o projeto deve seguir as normas da ABNT, os livros, artigos e outras
publicações consultadas, bem como todas as fontes bibliográficas de potencial
interesse para o desenvolvimento da pesquisa.
Exemplo:
SHAW, P. E. TATUM, J. H. BERRY, R. E. Bax - cotalysed sucrose degradation
Studies. J. Agnie. FD Chem. 17, 907 (1969).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BELITZ, J. D. Química de los alimentos. Zaragoza: Editorial Acribia, 1988.
FELLOWS, Peter. Tecnologia del processamento de los alimentos. Zaragoza:
Acribia, 1994.
FEMMEMA, Owen R. Química de los alimentos. Zaragoza: Acribia, 1993.
LINDER, Ernest. Toxicologia de los alimentos. 2 ed. Zaragoza: Acribia, 1990.
MAFART, Pierre. Ingenharia industrial Alimentos, processos físicos de conservação.
Zaragoza: Acribia, 1994.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Periódicos científicos relacionados à área de desenvolvimento do trabalho, tais como:
217
Brazilian Journal of Chemical Engineering
Ciência e Tecnologia de Alimentos
Coletânea do Ital
Biotechnology and Bioengineering
Aplied Biochemistry and Biotechnology
Biotechnology Letters
Bioresource Technology
Brazilian Journal of Food Technology
Chemical Engineering Science
Food Chemistry
Food Control
Food Technology
Journal of Food Science
Phytochemistry
The Journal of Supercritical Fluids
218
DISCIPLINAS DO 9° SEMESTRE
219
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
60-369 –GESTÃO AGROINDUSTRIAL
CARGA HORÁRIA – 45 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 03
EMENTA
Introdução à Gestão Agroindustrial. Noções Fundamentais: Cadeias Produtivas;
Competitividade e Globalização; Gerenciamento de Tecnologia e Inovação em Sistemas
Agroindustriais; Logística Agro-industrial; Concorrência no Agronegócio; Gestão
Estratégica do Comércio Varejista de Alimentos; Planejamento e Controle da Produção;
Sistema de Apuração de Custos, Agronegócio Cooperativo.
OBJETIVOS
Conhecer conceitos e metodologias utilizados na Gestão Agroindustrial.
Compreender as inter-conexões entre as áreas de engenharia e gestão agroindustrial. Fortalecer a visão sistêmica e multi-disciplinar, característica do
agronegócio.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. CADEIAS PRODUTIVAS: DEFINIÇÕES E CORRENTES METODOLÓGICAS
1.1.Noção de Commodity System Approach e Conceito de Agribusiness;
1.2. Análise de Filière;
1.3. Níveis de Análise do Sistema Agroindustrial;
1.4 Sistema Agroindustrial, Visão Sistêmica e Mesoanálise.
2.COMPETITIVIDADE E GLOBALIZAÇÃO
2.1. Globalização no Agronegócio;
2.2. Competitividade no Agronegócio.
3.GERENCIAMENTO DE TECNOLOGIA E INOVAÇÃO
3.1.Ciclo de Vida de Tecnologias;
3.2. Inovação;
3.3 Gestão de Tecnologia em Sistemas Agroindustriais;
3.4. Estratégia Tecnológica.
4. LOGÍSTICA AGRO-INDUSTRIAL
4.1. Cadeia de Suprimento
4.2. Sistema Logístico
4.3. Áreas de Atuação: Suprimento, Apoio à Produção e Distribuição Física;
4.4. Desempenho Logístico;
4.5. Estratégias Logísticas;
4.6. Componentes do Sistema Logístico.
5.CONCORRÊNCIA NO AGRONEGÓCIO
220
5.1. Concorrência e Competitividade;
5.2. Estratégias de Concorrência;
5.3 Estratégias de Crescimento.
6.GESTÃO ESTRATÉGICA DO COMÉRCIO VAREJISTA DE ALIMENTOS
6.1. Critérios de Classificação dos Canais de Distribuição;
6.2. Formas de Organização do Comércio Varejista;
6.3 Concorrência Transacional: Relações à Montante e à Jusante;
6.4. Estratégias das Firmas.
7.PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO
7.1. Conceitos Gerais de Planejamento;
7.2. Tipologia dos Sistemas de Produção;
7.3. Enquadramento dos Empreendimentos Agroindustriais na Tipologia dos
Sistemas de Produção;
7.4. Planejamento no Empreendimento Rural;
7.5. Planejamento na Agroindústria;
7.6. Planejamento na Comercialização.
8. SISTEMA DE APURAÇÃO DE CUSTOS
8.1.Conceitos Fundamentais e Propósitos de um Sistema de Apuração de Custos;
8.2. Procedimento Básico para a Apuração de Custos;
8.3. Custeio Baseado em Atividades;
8.4. Custos Conjuntos;
8.5. Custo-padrão.
9. AGRONEGÓCIO COOPERATIVO
9.1. Agronegócio Cooperativo;
9.2. História, Doutrina e Empresa Cooperativista;
9.3. Economia do Cooperativismo;
9.4. Tópicos de Gestão de Cooperativas;
9.5. Tendências e Conceitos;
9.6. Negócio Cooperativo.
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através de provas, trabalhos escritos e apresentação
de trabalhos.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, seminários, trabalhos individuais e em grupos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BATALHA, Mário Otávio (Coordenador) . Gestão Agro-industrial. São Paulo, Atlas,
2001.
ZYLBERSZTAJN, D. e NEVES, M. (Orgs.)
Economia e Gestão dos Negócios
Agroalimentares. São Paulo: Pioneira, 2000.
221
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARAUJO, Ney Bittencourt de; Wedekin, lvan & Pinazza, Luis Antonio. Complexo
Agroindustrial: O “Agribusiness Brasileiro”. São Paulo: Agroceres, 1990.
CASAROTTO FILHO, Nelson & PIRES, Luis Henrique. Redes de Pequenas e Médias
Empresas e Desenvolvimento Local: São Paulo: Atlas, 1998.
222
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
39-159 – PLANEJAMENTO E PROJETO DE INDÚSTRIA DE ALIMENTOS
CARGA HORÁRIA: 60 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 04
EMENTA
Generalidades sobre planejamento industrial e Engenharia de Produção; Desenvolvimento
do Projeto; Estudo do Processo; Seleção de Equipamentos para o Processo; Estudo do
Arranjo Físico; Elaboração do anteprojeto de uma Indústria.
OBJETIVOS
Apresentar as diversas instalações necessárias ao desenvolvimento de um
processo industrial de alimentos e implantação de uma indústria, para que o
Acadêmico tenha o conhecimento necessário para desenvolver um projeto de
uma indústria.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. GENERALIDADES SOBRE PLANEJAMENTO
PRODUÇÃO
1.1. Constituição da emprEsa e seus objetivos;
1.2. Análise de mercado;
1.3. Previsão de vendas;
1.4. Edifícios, Instalações e sua localização;
1.5. Planejamento do produto e do processo;
1.6. Planejamento da fábrica;
1.7. Planejamento da Produção;
1.8. Organização administrativa;
1.9. Custos de produção;
1.10. Análise econômica dos resultados;
1.11. Previsão financeira;
1.12.Análise de mão de obra;
1.13.Compras,
1.14.Estoque.
INDUSTRIAL
E
ENGENHARIA
DA
2. PLANEJAMENTO DO PRODUTO E DO PROCESSO
2.1. Considerações sobre o Produto;
2.2. Adaptação do produto ao processo;
2.3. Processo de Produção;
2.4. Matérias Primas;
2.5. Equipamentos;
2.6. Energia, utilidades e periféricos.
3. LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS
3.1. Importância;
3.2. Fatores de decisão;
223
3.3. Avaliação de alternativas.
4. PRÉDIOS INDUSTRIAIS
4.1. Características dos prédios industriais;
4.2. Tipo de edifício;
4.3. Materiais de construção;
4.4. Areas de apoio;
4.5. Arranjo Físico.
5. APRESENTAÇÃO E DEFESA DO ANTE-PROJETO
5.1 Apresentação e defesa do ante-projeto elaborado durante o semestre.
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através de apresentação e defesa do ante-projeto
em duas etapas.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, trabalhos individuais e em grupos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Manual da Administração da Produção – Vol 1 - (658.5 M136m2v.1)
Manual de Eng. De Produção – (658.5 M422m2)
Administração da Produção e Operações – (658.5 M838a3)
Implantação de Indústrias – (658 V243i)
Avaliação Social de Projetos – (658 C776a)
Decisões Financeiras e Análise de Investimentos – (658.1 S713d)
224
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
30-217 - INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE DE PROCESSOS
CARGA HORÁRIA: 60 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 04
EMENTA
Instrumentação: sensores e atuadores. Dinâmica de processos. Função de transferência.
Estratégias de controle. Ação de controladores. Sintonia de controladores.
OBJETIVOS
Dar ao aluno uma visão genérica dos diversos instrumentos utilizados para o
controle de processos industriais. Fornecer ferramentas de projeto, análise e
sintonia de sistemas de controle de processos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. INSTRUMENTAÇÃO DE PROCESSOS
1.1. Sensores de Vazão;
1.2. Sensores de Pressão;
1.3. Sensores de Temperatura;
1.4. Sensores de Nível;
1.5. Sensores específicos: º Brix, umidade, concentração, pH, turbidez.
1.6. Atuadores: válvulas de controle e motores elétricos.
2. DINÂMICA DE PROCESSOS
2.1. Sistemas de 1ª Ordem e de 2ª Ordem;
2.2. Transformada de Laplace;
2.3. Função de Transferência.
3. CONTROLE DE PROCESSOS
3.1. Elementos do laço de controle;
3.2. Diagrama de Blocos;
3.3. Estratégias de Controle de Processos;
3.4. Ação de Controladores: P, PI e PID;
3.5. Métodos clássicos para Sintonia de Controladores;
225
3.6. Análise de Estabilidade e Performance de Sistemas em Malha Fechada.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, trabalhos individuais e em grupos, utilização de software
matemáticos (Scilab, MatLab) no laboratório de informática.
AVALIAÇÃO
Trabalhos escritos e provas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SEBORG, D.E., Process Dynamics and Control, John Wiley Professional, 2003.
STEPHANOPOULOS, G., Chemical Process Control: an introduction to theory and
practice. PTR Prentice Hall, 1984.
LUYBEN, M. L. e LUYBEN, W. L., Essentials of Process Control, McGraw-Hill company,
1997.
MARLIN, T. E., Process Control: Designing Processes and Control Systems for
Dynamic Performance. Editora McGraw-Hill, 2a edição, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MCFARLANE, I., Automatic Control of Food Manufacturing Process, Kluwer
Academic, 1995.
JOHNSON, C.D., Controle de Processos: tecnololgia da instrumentação, Fundacao
Calouste Gulbenkian, 1990.
COUGHANOWR, Donald R. e KOPPEL, Lowell P. Análise e Controle de Processos.
São Paulo: Editora Guanabara Dois, 1978.
226
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
30-222 – LABORATÓRIO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS II
CARGA HORÁRIA: 60 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 04
EMENTA
Realização de práticas de laboratório envolvendo conceitos de fenômenos de transferência
de massa e operações unitárias de quantidade de calor e massa, com montagem, medição e
análise dos resultados.
OBJETIVOS
Consolidar conceitos relativos a diversas áreas da Engenharia de Alimentos, por meio de
aulas práticas em laboratório.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. REALIZAÇÃO DE EXPERIMENTOS NOS DOMÍNIOS DE TRANSFERÊNCIA DE MASSA: E
OPERAÇÕES UNITÁRIAS
1.1. Trocadores de calor Casco e Tubo;
1.2. Trocadores de calor a Placas;
1.3. Sistemas de Refrigeração;
1.4. Secagem;
1.5. Spray-Dryer;
1.6. Destilação;
1.7. Evaporação;
1.8. Extração;
1.9. Liofilização.
METODOLOGIA
Aulas práticas em laboratório.
AVALIAÇÃO
Relatórios relativos às aulas práticas e provas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIRD, R. Byron. Transport Phenomena. New York: John Wiley & Sons, 1960.
GOMIDE, Reynaldo. Manual de operações unitárias. São Paulo: Cepro, s.d., 1979.
227
McCABE, W. L.; SMITH, J. C.; HARRIOTT, P. Unit Operations of Chemical Engineering.
4 ed. New York McGraw Book Company. 1985.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FOUST, Alan S. Princípios das operações unitárias. 2 ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 1982.
HIMMELBLAU, David M. Engenharia química: princípios e cálculos. RJ: Prentice – Hall do
Brasil, 1984.
SINGH, R. P.; HELDMAN, D. R. Introduction to Food Engineering. 2 ed. New York.
Academic Press, 1993.
OZINIK, M. Necoti. Transferência de calor. Um texto básico. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1985.
228
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
50-187 - TRABALHO DE GRADUAÇÃO II
CARGA HORÁRIA: 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Desenvolvimento de trabalho de pesquisa individual sob orientação de um
docente do Curso de Engenharia de Alimentos, constando de desenvolvimento
teórico e prático sobre um tema específico da área de Engenharia de Alimentos.
OBJETIVOS
Oportunizar ao acadêmico a iniciação à pesquisa científica tendo como
base os conhecimentos construídos durante o curso e complementados com a
investigação no decorrer do trabalho.
O trabalho de Graduação é obrigatório para a conclusão do curso de
Engenharia de Alimentos, faz parte do currículo pleno do curso. A atividade
didática desta disciplina deve ser totalmente do acadêmico, que deve
desenvolver pesquisa ou aperfeiçoar, em laboratório ou em forma industrial de
projetos, um produto, uma técnica, um processo ou um projeto.
CARACTERIZAÇÃO
O trabalho de graduação a ser apresentado a partir do 7º período é
obrigatório para a conclusão do curso e tem como finalidade desenvolver no
aluno a capacidade de análise, síntese, aplicação e aprimoramento dos
conhecimentos básicos e tecnológicos construídos durante o curso.
O trabalho deve versar sobre análise de matérias primas e processadas e
melhoria de Processos na elaboração de projetos industriais e, ou
desenvolvimento de novos produtos.
O trabalho de graduação será orientado por um professor vinculado à
Universidade, que tenha conhecimentos na linha de trabalho pretendida pelo
acadêmico, desde que esta faça parte das linhas de trabalho do Departamento.
AVALIAÇÃO
A avaliação deve acontecer em dois momentos a saber:
- o primeiro na defesa oral, perante banca, do relatório dos resultados do
projeto de pesquisa.
- o segundo pela apresentação escrita do relatório de pesquisa
(monografia).
A média aritmética das notas atribuídas resultará na nota final da
disciplina. Será considerado aprovado, o acadêmico que obtiver nota final igual
ou superior a 5,0 (cinco vírgula zero).
229
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BELITZ, J. D. Química de los alimentos. Zaragoza: Editorial Acribia, 1988.
FELLOWS, Peter. Tecnologia del processamento de los alimentos. Zaragoza:
Acribia, 1994.
FEMMEMA, Owen R. Química de los alimentos. Zaragoza: Acribia, 1993.
LINDER, Ernest. Toxicologia de los alimentos. 2 ed. Zaragoza: Acribia, 1990.
MAFART, Pierre. Ingenharia industrial Alimentos, processos físicos de conservação.
Zaragoza: Acribia, 1994.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Periódicos científicos relacionados à área de desenvolvimento do trabalho, tais como:
Brazilian Journal of Chemical Engineering
Ciência e Tecnologia de Alimentos
Coletânea do Ital
Biotechnology and Bioengineering
Aplied Biochemistry and Biotechnology
Biotechnology Letters
Bioresource Technology
Brazilian Journal of Food Technology
Chemical Engineering Science
Food Chemistry
Food Control
Food Technology
Journal of Food Science
Phytochemistry
The Journal of Supercritical Fluids
230
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES - CAMPUS
DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
72-352 - PSICOLOGIA DAS RELAÇÕES HUMANAS
CARGA HORÁRIA: 60 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 04
EMENTA
Fundamentos de Filosofia e Política de Legislação; Envolver relações humanas e
Psicologia de Empresa; Ética Profissional e sanções disciplinares; Despertar no
profissional o sentido de responsabilidade, a consciência profunda do dever e
também o conhecimento e respeito aos valores humanos como fundamentos
essenciais à vida do homem.
OBJETIVOS
Ao final destes estudos, os alunos deverão ser capazes de:
a) Reconhecer a importância dos conhecimentos da Psicologia, como ciência do
comportamento, nas relações interpessoais;
b) Identificar os fatores psicológicos que interferem no relacionamento
interpessoal e nos grupos;
c) Reconhecer a importância das características de personalidade,
comportamento, motivação, habilidades, aptidões, interesse, diferenças
individuais nas relações interpessoais e profissionais;
d) Identificar algumas características pessoais (auto-conhecimento), quais as que
facilitam e quais as que dificultam a participação nos diferentes grupos;
e) Desenvolver consultas e estudos posteriores que aprofundem seu
conhecimento nesta área.
CONTEÙDO PROGRAMÁTICO
1. CARACTERIZAÇÃO DA PSICOLOGIA
2. DESENVOLVIMENTO DA PERSONALIDADE
3. TEORIA PSICOSSOCIAL DO DESENVOLVIMENTO DE ERIKSON
4. TAREFAS EVOLUTIVAS
5. CICLO VITAL INDIVIDUAL
6. ANSIEDADE
7. MECANISMOS DE DEFESA DO EGO
8. DIFERENÇAS INDIVIDUAIS
9. MOTIVAÇÃO
10. LÍDER E LIDERANÇA
231
11. COMUNICAÇÃO
12. PERCEPÇÃO
13. GRUPOS
14. RELAÇÕES HUMANAS NO TRABALHO
15. QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO
METODOLOGIA
Pretende-se utilizar os seguintes métodos:
- Aulas expositivo-dialogadas;
- Trabalhos em grupo;
- Trabalhos individuais;
- Estudo dirigido;
- Técnicas de Dinâmica de Grupo.
AVALIAÇÃO
- Uma prova individual;
- Um trabalho individual;
- Participação nas aulas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BEAL, George et al. Liderança e Dinâmica de Grupo. Rio de Janeiro: Zahar, 1970.
BERGAMINI, Cecilia Whitaker. Desenvolvimento de Recursos Humanos. São Paulo:
Atlas, 1987.
MINICUCCI, Agostinho. Psicologia Aplicada à Administração. São Paulo: Atlas, 1980.
RODRIGUES, Marcus V. C. Qualidade de Vida no Trabalho. 2 ed. Petrópolis: Vozes,
1994.
ROTTER, J. & HOCHREICH. Personalidade. Rio de Janeiro: Interamericana, 1980.
WEIL, Pierre et al. Dinâmica de Grupo e Desenvolvimento em Relações Humanas.
Belo Horizonte: Itatiaia, 1967.
WEIL, Pierre. Relações Humanas na Família e no Trabalho. Petrópolis: Vozes, 1980.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BALCÃO, Iolanda F. & CORDEIRO, Laerte Leite. O Comportamento Humano na
Empresa. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1973.
BLEGER, José. Temas de Psicologia. Buenos Aires: Nueva Vision, 1979.
DUBIN, Robert. Relações Humanas na Administração. São Paulo: Atlas, 1971.
FERREIRA, Valdir. Chefia, liderança e Relações Humanas. Porto Alegre: 1984.
GELLERMANN, S. Motivação e Produtividade. São Paulo: Melhoramentos, 1976.
232
DISCIPLINAS DO 10° SEMESTRE
233
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
50-114 - ESTÁGIO SUPERVISIONADO
CARGA HORÁRIA: 330 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 22
EMENTA
Relacionamento entre o aluno e a indústria; Seleção de candidatos para
uma vaga; Entrevista: o início das atividades como profissional, atuação do
profissional Engenheiro de Alimentos, conforme regulamentação do CONFEA;
Organização das associações, sindicatos e conselhos profissionais; Legislação
profissional. Realização de estágio de 330 horas em indústrias do setor de
alimentos ou em outros órgãos credenciados pela Coordenação do Curso de
Engenharia de Alimentos.
OBJETIVOS
Oportunizar ao acadêmico a experiência profissional em indústria de
alimentos para que ele possa associar a informação acadêmica com a
aplicação prática.
REGIMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE ENGENHARIA DE
ALIMENTOS
DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 1º - O estágio Supervisionado é obrigatório para a conclusão do curso de
Engenharia de Alimentos conforme a Lei nº 5.540/68 e decreto de
Regulamentação nº 4.807/75 do Ministério de Educação e Cultura e
Resolução nº 48/76 e 50/76 do Conselho Federal de Educação, Parecer
1898/75 e 2911/76 que tratam dos conteúdos de Engenharia.
CARACTERIZAÇÃO
Art. 2º - O Estágio Supervisionado consiste no trabalho a ser desempenhado pelo
aluno do curso de Engenharia de Alimentos, dentro de suas áreas de
formação, a ocorrer em uma empresa do setor Alimentício ou
relacionada a este.
Art. 3º - O Estágio Supervisionado será orientado por um professor vinculado a
Universidade que tenha conhecimentos na área de trabalho do estagiário
e, na falta deste, será aceita a orientação de um profissional de nível
superior e comprovada especialização desde que previamente concorde
com as exigências legais de sua função.
Art. 4º - O Estágio Supervisionado terá duração mínima de 330 horas/aula,
efetivamente comprovadas dentro da empresa, durante um período de
seis meses.
234
Parágrafo 1º - É permitido o afastamento temporário do acadêmico desde que:
a) comunique no máximo após dois dias úteis de sua ausência, seu
orientador e a empresa onde realiza o trabalho; b) retome as atividades
em um prazo inferior a vinte dias úteis; c) não ocorram outros
afastamentos que somados perpassem o prazo supracitado.
Parágrafo 2º - Todas as faltas e atrasos serão compensados, devendo o estagiário
adaptar-se as normas e horários vigentes na empresa onde o mesmo
realiza seu estágio, desde que não superem 10% das horas trabalhadas a
cada mês e não ultrapassem a três dias úteis consecutivos.
OBJETIVO
Art. 5º - Os objetivos do Estágio Supervisionado são: a) proporcionar ao formando
o confronto dos conhecimentos acadêmicos com sua aplicabilidade no
mercado de trabalho; b) moldar o perfil do profissional para que busque
na Universidade os conhecimentos complementares a sua futura
profissão; c) permitir ao futuro engenheiro a experimentação de suas
habilidades pessoais e de relacionamento interpessoal.
HABILITAÇÃO
Art. 6º - Poderá habilitar-se à Disciplina de Estágio Supervisionado o aluno que
atender aos seguintes pré-requisitos:
a) terem sido aprovados em 8/9 das disciplinas do currículo pleno
b) ter concluído todas as disciplinas de formação geral
c) ter concluído todas as disciplinas de formação específica diretamente
relacionadas ao estágio a realizar
PLANO DE ESTÁGIO E RELATÓRIO DE ESTÁGIO
Art. 7º - O acadêmico deverá apresentar ao professor orientador do estágio, o
plano de estágio, em um prazo de no máximo 30 dias úteis após o início
do estágio, em 3 vias (1-estagiário, 1-orientador e 1-arquivo da disciplina)
com o aval do responsável técnico da empresa concedente do mesmo.
Parágrafo Único - O professor orientador emitirá em 24 horas um parecer sobre o
plano de estágio e, caso este não seja favorável, caberá ao professor
elaborar sugestões e o acadêmico deverá reelaborar o mesmo em um
prazo de 10 dias úteis.
Art. 8º - O Relatório Técnico de estágio deverá ser elaborado durante o período
de estágio, conforme as etapas constantes do cronograma e
apresentado ao final do mesmo, obedecidos os prazos citados.
Parágrafo Único - O Relatório Técnico será entregue sem encadernação final, em
duas vias, para o professor orientador da disciplina, no prazo determinado
no cronograma.
AVALIAÇÃO FINAL
235
Art. 9º - A avaliação final do estágio deverá ser feita pela banca constituída por 3
professores da congregação, convidados pelo Professor Coordenador da
Disciplina ou, eventualmente, especialistas externos a Universidade, desde
que em concordância com a Coordenação e o Orientador.
Parágrafo Primeiro - A empresa preencherá um relatório final onde será fornecido
um conceito ao Acadêmico, sendo que este conceito será responsável
por 40% do Grau Final enquanto a avaliação da banca totalizará os 60%
do Grau Final.
Parágrafo Segundo - O acadêmico realizará, perante a banca, uma defesa oral
de seu Relatório, que será responsável por 30% da Nota Final, enquanto os
70% serão resultantes da avaliação do Relatório, por parte da mesma.
Art. 10º - Será considerado aprovado, o acadêmico que obtiver nota final igual ou
superior a 5,0 (cinco virgula zero).
ATRIBUIÇÕES DO ACADÊMICO ESTAGIÁRIO
Art. 10º - Comunicar ao professor orientador do estágio, dificuldades surgidas de
origem técnica ou pessoal, de forma a evitar que o andamento do
trabalho seja prejudicado.
Art. 11º - Guardar sigilo sobre informações que venha a ter acesso na empresa
onde realiza o estágio, sob pena de sofrer sanções, por parte da mesma e
da Universidade.
Art. 12º - Relatar somente informações previamente autorizadas pela empresa.
Art. 13º - Zelar pelo bom nome da Universidade e da empresa onde estagia,
agindo com seriedade e profissionalismo durante a realização do estágio.
Art. 14º - Custear todas as despesas decorrentes do estágio, salvo se a empresa
espontaneamente conceder eventuais benefícios.
ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR ORIENTADOR DE ESTÁGIO
Art. 15º - Dispor de tempo, para atendimento aos acadêmicos orientados e de
seus trabalhos durante o período de estágio.
Parágrafo Único - Cada professor orientador poderá assessorar no máximo 3
acadêmicos, em um mesmo semestre.
Art. 16º - Fornecer fontes bibliográficas para fundamentação do trabalho dos
acadêmicos estagiários.
Art. 17º - Estabelecer metas para o desenvolvimento do trabalho de cada
orientado, em consonância ao calendário geral da disciplina.
236
Art. 18º - Manter canal de comunicação com a empresa onde o acadêmico
estagia, de forma a permanecer informado sobre o andamento do
trabalho.
ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR COORDENADOR
Art. 19º - Visitar empresas do setor de forma a pleitear vagas para estágios.
Art. 20º - Consolidar convênios com as empresas que se disponibilizarem a aceitar
os acadêmicos em estágio supervisionado.
Art. 21º - Realizar a intermediação empresa-estagiário, de forma a permitir a
máxima conciliação de interesses.
Art. 22º - Apresentar o calendário e o manual da disciplina, na primeira reunião
com os estagiários.
Art. 23º - Elaborar e propor lista de professores orientadores aos alunos, desde que
previamente aceitos pelo Departamento.
Art. 24º - Orientar devidamente os alunos que encontrarem dificuldade em
conciliar suas áreas de estágio com a especialização dos orientadores
disponíveis.
Parágrafo Único - Caberá ao Professor Coordenador da Disciplina de Estágio
Supervisionado a indicação, em caso de divergências, quanto ao
professor orientador do Estágio Supervisionado.
Art. 25º - Acompanhar o trabalho dos professores orientadores, interferindo,
sempre que necessário para permitir o bom andamento da disciplina.
Art. 26º - Definir, junto à Congregação, a formação das bancas examinadoras da
disciplina de estágio.
ATRIBUIÇÕES DA BANCA EXAMINADORA
Art. 27º - Avaliar distintamente o estágio e o trabalho de estágio, conforme os
seguintes quesitos:
1 - Estágio
1.1 - Escolha do Tema de Estágio
1.2 - Postura Profissional do Estagiário
1.3 - Aproveitamento do período de Estágio para crescimento
profissional
1.4 - Contribuição para a empresa cedente do Estágio
2 - Trabalho de Estágio
2.1 - Obediência a Normas Técnicas
2.2 - Fundamentação Teórica
2.3 - Tema Técnico e Conclusões
2.4 - Cumprimento de Prazos da disciplina
ATRIBUIÇÕES DA EMPRESA
237
Art. 28º - Oferecer condições ambientais ao acadêmico para desenvolvimento de
seu trabalho, formalizadas na assinatura de um CONTRATO DE ESTÁGIO,
entre si e o estagiário, com ausência da Universidade
Parágrafo Único - O referido contrato não gerará qualquer vínculo empregatício
entre as partes de acordo com a Lei.
Art. 29º - Designar um orientador interno, que proporcione, ao acadêmico,
orientação e apoio em assuntos de ordem interna da empresa, bem
como interlocução e supervisão com relação a difusão de informações
da mesma.
DISPOSIÇÕES LEGAIS
Art. 30º - Situações excepcionais de ordem específica do estágio serão resolvidas
em consenso pelo professor coordenador da disciplina, pelo professor
orientador do estágio e pelo estagiário.
Art. 31º - Situações excepcionais de ordem geral da disciplina serão resolvidas em
consenso pelo coordenador do curso e pelo coordenador da disciplina
de Estágio Supervisionado.
Art. 32º - Todas as reuniões de trabalho da disciplina deverão ficar registradas em
um livro-ata de responsabilidade do Coordenador do Estágio.
238
MODELO DO CONTRATO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO
CONTRATO DE ESTÁGIO DE COMPLEMENTAÇÃO EDUCACIONAL
SEM VINCULAÇÃO EMPREGATÍCIA
______________________________________________ (empresa), estabelecida na
cidade de ____________________________ , Estado ___________ , na rua
__________________________________ , doravante dominada EMPRESA, por seu
representante
abaixo,
autoriza
o
_________________________________
_________________________________________________________________
(Nome do Acadêmico)
aluno do curso de Engenharia de Alimentos da Universidade Regional Integrada
do Alto Uruguai e das Missões - URI, a seguir denominado ESTAGIÁRIO, a realizar
um período de estágio em sua dependências que regerá pelas normas seguintes:
1. À EMPRESA caberá a fixação dos locais, datas e horários em que se realizarão
as atividades expressas no plano de estágio, elaborado pelos estagiário e pela
empresa, que deverá coincidir com a programação dos trabalhos, a que está
sujeito o aluno.
2. O ESTAGIÁRIO deverá fazer ___________________ horas de estágio por
_________________________ (semana/mês)
3. O estágio será realizado _______________________ (setor/departamento), sito a
Rua __________________________ número _________ , em ________________ (cidade)
___________________ (estado).
4. O estagiário se obriga a cumprir fielmente a programação do estágio,
comunicando, em tempo hábil, a impossibilidade de fazê-lo.
5. Pelas reais e recíprocas vantagens técnicas e administrativas, a EMPRESA
designará um orientador interno de estágio.
6. O ESTAGIÁRIO se obriga a cumprir as normas internas da EMPRESA, as quais
declara expressamente conhecer.
7. O estágio terá duração de ______________ (mes (es) ) e pode ser rescindido (por
motivo justificado) pela empresa ou pelo estagiário, mediante comunicação por
escrita feita com 5 (cinco) dias de antecedência no mínimo.
8. O estagiário declara concordar com as normas internas da empresa quanto à
supervisão e à avaliação de desempenho.
9. O estagiário declara concordar com as normas internas da empresa quanto à
supervisão e avaliação de desempenho.
10. Para clareza é firmado o presente, em _________ vias de igual teor.
Erechim, ____________ de _____________________ de 19 ________.
Empresa
Estagiário (s)
239
ROTEIRO DE ELABORAÇÃO DO PLANO DE ESTÁGIO
MODELO (Sugestão)
PLANO DE ESTÁGIO
1. Acadêmico
1.1. Nome Completo
1.2. Endereço particular (fone)
2. Empresa
2.1. Nome
2.2. Endereço
2.3. Ramo de atividade
2.4. Nome dos dirigentes
2.5. Nome do orientador dentro da empresa
2.6. Pequeno Curriculum do orientador (se possível)
3. Etapas em que desenvolver-se-ão as atividades de estágio
(Cronograma de desenvolvimento)
3.1. Estudo preliminar da empresa (briefing)
3.2. Estudo em áreas específicas do Campo de Engenharia de Alimentos
4. Período em que se realizará o estágio
4.1. Tempo de duração do estágio (total)
4.1.1. Número de horas semanais por etapas (elaborar cronograma
especificando o horário de trabalho)
5. Nome do supervisor de estágio
6. Bibliografia a ser consultada em função do estágio
240
ROTEIRO DE ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO FINAL
DISCIPLINA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO
(MODELO)
CAPA
AGRADECIMENTOS
SUMÁRIO - RESUMO, APRESENTAÇÃO
CAPÍTULO I - INTRODUÇÃO - ÁREA, JUSTIFICATIVA, IMPORTÂNCIA DO PROBLEMA,
PROBLEMA, OBJETIVO ESPECÍFICO, METODOLOGIA,
CAPÍTULO II - REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
CAPÍTULO III - A EMPRESA - CARACTERÍSTICAS DA ORGANIZAÇÃO, ATIVIDADE,
HISTÓRICO
CAPÍTULO IV - INSTRUMENTO DE PESQUISA
CAPÍTULO V - APRESENTAÇÃO DE DADOS E INFORMAÇÕES LEVANTADAS
CAPÍTULO VI - ANÁLISE DO PROBLEMA
CAPÍTULO VII - CONSTATAÇÕES
CAPÍTULO VIII CONCLUSÃO/AVALIAÇÃO
BIBLIOGRAFIA
ANEXOS
241
CRONOGRAMA DE ATIVIDADES
SUPERVISIONADO
RELATIVAS
A
DISCIPLINA
ATIVIDADES
DE
ESTÁGIO
PERÍODO
• Entrega do requerimento solicitando a matrícula na disciplina
de Prática Profissional junto ao Setor de Protocolo do Campus
•
• Despacho do requerimento
•
• Entrega do Plano de Desenvolvimento dos Trabalhos
•
• Estudo e aprovação do Plano
•
• Realização dos trabalhos
•
• Entrega do Relatório Final
•
• Avaliação do Relatório Final
•
• Argüição final
•
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BELITZ, Hans - Diretor. Química de los alimentos. 2 ed. Zaragoza: Editorial Acribia,
1988.
BENNETTI, C. O. Fenômenos de transporte: quantidade de movimento, calor e
massa. São Paulo: McGraw-Hill, 1978.
BRENNAN, J. G. Las operaciones de la ingenieria de los alimentos. Zaragoza:
Acribia, 1980.
CHEFTEL, Jean Claude. Introdução a la bioquímica y tecnologia de los alimentos.
Zaragoza: Acribia, 1992.
FOUST, Alan S. Princípios das Operações Unitárias. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 1992.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARTHOLOMAI, Alfred. Fábrica de alimentos: processos, equipamentos, custos.
Zaragoza: Acribia, 1991.
BARTKOWIAK, Robert A. Circuitos elétricos. São Paulo: Makron Books, 1994.
COTIM, Dermarco A. M. B. Instalações elétricas. 3 ed. São Paulo: Mokron Books,
1992.
CUNNIF, Patricia. Official methods of analysis: of ADAC internacional. 16 ed.
Virginai Luisa, AOAC, Internacional, 1995.
DERRICE, R. Toxicologia y seguridad de los alimentos. Barcelona: Omega, 1990.
EARLE, R. L. Ingeniaria de los alimentos; las operaciones basicas del processado de
los alimentos. Zaragoza: Acribia, 1988.
242
DISCIPLINAS OPTATIVAS
243
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
50-188– TECNOLOGIA DE PROCESSOS ENZIMÁTICOS A
CARGA HORÁRIA: 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Enzimas: Conceituação e Classificação. Obtenção de enzimas de interesse para a
indústria de alimentos. Técnicas de extração e purificação de enzimas. Métodos
de determinação da atividade enzimática. Técnicas de imobilização de enzimas.
Utilização de enzimas para o processamento de alimentos.
OBJETIVOS
Fornecer ao aluno conhecimentos específicos acerca da tecnologia de
processos enzimáticos e sua aplicação na indústria de alimentos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Conceituação e classificação de enzimas.
2. Características gerais das enzimas.
3. Especificidade enzimática.
4. Produção de enzimas microbianas.
5. Extração de enzimas de origem animal e vegetal.
6. Métodos de purificação de enzimas.
7. Métodos para determinação de atividade enzimática.
8. Métodos de imobilização de enzimas.
9. Aplicação de enzimas na indústria de alimentos.
10. Aulas práticas.
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através da apresentação de seminários em temas
relacionados ao conteúdo teórico e relatórios das aulas práticas, bem como pela
participação e envolvimento dos alunos em sala de aula.
METODOLOGIA
Aulas expositivas (teóricas) e práticas em laboratório.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Wiseman, A. (editor), Handbook of Enzyme Biotechnology, Ellis Horwood limited,
England, 1985.
Hartmeier, W., Immobilized Biocatalysts: An Introduction, Springer-Verlag, 1988.
Crueger, W. and Crueger, A., Biotechnology: A Textbook of Industrial Microbiology,
2nd edition, 1990.
Uhlig, H., Industrial Enzymes and their Applications, John Wiley & Sons, 1998.
244
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Artigos de periódicos relacionados ao tema da disciplina.
245
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
50-189– TECNOLOGIA DE PROCESSOS FERMENTATIVOS
CARGA HORÁRIA: 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Tipos de fermentação e fermentadores. Modos de operação de biorreatores. Pré
e pós-tratamentos: esterilização e assepsia industrial. Recuperação de produtos.
Monitoramento de processos: Introdução a técnicas de controle e modelagem
de processos fermentativos. Aplicações de processos fermentativos na indústria de
alimentos: fermentação alcoólica, acética, cítrica e láctica. Produção de
aminoácidos, vitaminas, polissacarídeos e biomassa.
OBJETIVOS
Fornecer ao aluno conhecimentos específicos acerca da tecnologia de
processos fermentativos e sua aplicação na indústria de alimentos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1.Processos fermentativos: fundamentos, cinética e aplicações na Engenharia de
Alimentos.
2.Fases de uma fermentação industrial.
3.Tipos de fermentação.
4.Fermentadores.
5.Pré-tratamentos e pós-tratamentos: esterilização e assepsia industrial.
6.Recuperação de produtos.
7.Aplicações de fermentações em Indústrias de Alimentos.
8.Separação e purificação de produtos obtidos por via fermentativa e enzimática.
9.Aulas práticas.
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através da apresentação de seminários em temas
relacionados ao conteúdo teórico e relatórios das aulas práticas, bem como pela
participação e envolvimento dos alunos em sala de aula.
METODOLOGIA
Aulas expositivas (teóricas) e práticas em laboratório.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Borzani, W., Biotecnologia Industrial, Ed. Edgar Blücher, v. 3, 20001.
Crueger, W. and Crueger, A., Biotechnology: a textbook of industrial microbiology,
2nd edition, Sinauer Associates, 1990.
Madigan, M., Martinko, J.M., Parker, J., Biology of microorganisms, 9th ed., Ed.
Prentice Hall, 1999.
246
Neway, J.O. Fermentation process development of industrial organisms, ed. Marcel
Dekker, 1989.
Volesky, B., Votruba, J., Modeling and optimization of fermentation processes,
Elsevier, 1992.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Artigos de periódicos relacionados ao tema da disciplina.
247
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
50-190– MICROBIOLOGIA INDUSTRIAL
CARGA HORÁRIA: 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Classificação dos microrganismos de importância industrial. Nutrição, crescimento
e metabolismo microbiano. Técnicas de manutenção de microrganismos.
Melhoramento genético de microrganismos industriais. Seleção e aplicação de
microrganismos na produção de biocompostos e no tratamento e
aproveitamento de resíduos. Controle de microrganismos na indústria de
alimentos.
OBJETIVOS
Fornecer ao aluno conhecimentos específicos acerca da classificação,
manutenção, seleção e melhoramento genético de microrganismos de interesse
para a indústria de alimentos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Classificação dos microrganismos de importância industrial.
2. Nutrição, crescimento e metabolismo microbiano.
3. Técnicas de manutenção de microrganismos.
4. Melhoramento genético de microrganismos industriais.
5. Seleção e aplicação de microrganismos na produção de biocompostos e no
tratamento e aproveitamento de resíduos.
6. Controle de microrganismos na indústria de alimentos.
7. Aulas práticas.
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através da apresentação de seminários em temas
relacionados ao conteúdo teórico e relatórios das aulas práticas, bem como pela
participação e envolvimento dos alunos em sala de aula.
METODOLOGIA
Aulas expositivas (teóricas) e práticas em laboratório.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Borzani, W., Biotecnologia Industrial, Ed. Edgar Blücher, v. 1, 20001.
Stanbury, P.F., Principles of Fermentation Technology, Ed. Butterworth-Heinemann,
2nd edition, 2000.
Demain, A.L. and Davies, J.E., Manual of Industrial Microbiology and
Biotechnology, ASM Press, 2nd edition, 1999.
248
Hershberger, C.L. and Queene, G.H., Genetics and Molecular Biology of Industrial
Microorganisms, ASM Press, 1999.
Sambrook, J.; Fritsch, E.F. and Maniatis, T. Molecular Cloning: A laboratory manual,
Ed. Cold Spring Harbor Laboratory Press, 2nd edition, 1989.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Artigos de periódicos relacionados ao tema da disciplina.
249
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
30-235 TÓPICOS ESPECIAIS EM ENGENHARIA DE ALIMENTOS
CARGA HORÁRIA: 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Disciplina de ementa variável, abordando assuntos atuais em Ciência e
Tecnologia de Alimentos, segundo as especialidades de professores ministrantes.
OBJETIVOS
Fornecer ao aluno conhecimentos em assuntos atuais relevantes à área de
Ciência e Tecnologia de Alimentos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Disciplina de conteúdo programático variável, abordando assuntos atuais
em Ciência e Tecnologia de Alimentos, segundo as especialidades de professores
ministrantes.
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através da apresentação de seminários em temas
relacionados ao conteúdo teórico bem como pela participação e envolvimento
dos alunos em sala de aula.
METODOLOGIA
Aulas expositivas (teóricas) e apresentação de seminários.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Periódicos e livros da área relacionados ao tema abordado pelo docente ministrante.
250
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
50-191– PROPRIEDADES FÍSICAS E QUÍMICAS DE ALIMENTOS
CARGA HORÁRIA: 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Métodos experimentais e de previsão de propriedades físicas de alimentos e
embalagens: atividade de água, difusividade da água, isoterma de sorção,
temperatura de transição vítrea, diagrama de estados, propriedades térmicas e
reológicas. Transformações químicas em alimentos correlacionadas com a cor,
textura e aroma dos mesmos. Natureza e propriedades dos compostos
responsáveis pela cor e sabor dos alimentos. Mecanismos e fatores que influem na
perda de cor e sabor durante processamento e estocagem de alimentos.
OBJETIVOS
Fornecer ao aluno conhecimentos específicos acerca de propriedades
físicas e químicas de importância na composição e processamento dos alimentos,
bem como de métodos de determinação das mesmas.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Métodos para determinação da atividade de água de produtos alimentícios.
2. Métodos para determinação da difusividade de água de produtos alimentícios.
3. Métodos para determinação da isoterma de sorção.
4. Determinação da temperatura de transição vítrea em alimentos.
5. Propriedades térmicas e reológicas de produtos alimentícios.|
6. Transformações químicas responsáveis por alteração de cor, textura e aroma de
alimentos.
7. Compostos responsáveis pela cor e sabor de alimentos.
8. Aulas práticas.
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através da apresentação de seminários em temas
relacionados ao conteúdo teórico e relatórios das aulas práticas, bem como pela
participação e envolvimento dos alunos em sala de aula.
METODOLOGIA
Aulas expositivas (teóricas) e práticas em laboratório.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Lewis, M.J., Propriedades Físicas de Los Alimentos y Los Sistemas de Processado. Ed.
Acribia, 1993.
Poling, B.E., Prausnitz, J.M. and O’Connel, J.P., The Properties fo Gases and Liquids.
Ed. McGraw-Hill Book Company, 5th edition, 2001.
251
Rao, M.A and Rizvi, S.S.H., Engineering Properties of Foods. Ed. Marcel Dekker, 2nd
edition, 1995.
Singh, R.P. and Heldman, D.R., Introduction to Food Engineering. Ed. Academic
Press, 2nd edition, 1993.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Artigos de periódicos relacionados ao tema da disciplina.
252
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
30-233 – TÓPICOS AVANÇADOS EM CONTROLE DE PROCESSOS
CARGA HORÁRIA: 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Controle Feedforward. Controle Preditivo. Controle Multivariável. Controle da
Planta Industrial.
OBJETIVOS
Apresentar ao aluno ferramentas específicas para projeto e utilização de
controladores em uma planta industrial, complementando sua formação.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. CONTROLE FEEDFORWARD
1.1.Critério de Projeto para Controle Feedforward;
1.2.Algoritmo do Controlador e Sintonia;
1.3. Questões de Implementação.
2. CONTROLE PREDITIVO
2.1. A Estrutura do Controlador Preditivo;
2.2. O Controlador IMC;
2.3. Seleção do Algoritmo e Implementação.
3. CONTROLE MULTIVARIÁVEL
3.1. Efeitos de Interação;
3.2. Estabilidade;
3.3. Análise de Performance;
3.4. Projeto de Controladores para Processos Multivariáveis.
4. CONTROLE DA PLANTA INDUSTRIAL
4.1. Efeito de Reciclo nas Constantes de Tempo;
4.2. Efeitos Acumulativos em Unidades de Reciclo;
4.3. Análise de Sensibilidade em Regime Permanente;
4.4. Procedimento para Projeto de Controle na Planta.
253
METODOLOGIA
Aulas expositivas, aulas práticas, trabalhos individuais e em grupos,
utilização de softwares matemáticos (Scilab, Maple) no laboratório de
modelagem, simulação e controle de processos.
AVALIAÇÃO
Trabalhos escritos, apresentação de seminários e provas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LUYBEN, M. L. e LUYBEN, W. L., Essentials of Process Control, McGraw-Hill company,
1997.
MARLIN, T. E., Process Control: Designing Processes and Control Systems for
Dynamic Performance. Editora McGraw-Hill, 2a edição, 2000.
RAY, W.H., Advanced Process Control, McGraw-Hill Company, 1981.
SEBORG, D.E., Process Dynamics and Control, John Wiley Professional, 2003.
STEPHANOPOULOS, G., Chemical Process Control: an introduction to theory and
practice. PTR Prentice Hall, 1984.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Coughanowr, Donald R. e Koppel, Lowell P. Análise e Controle de Processos. São
Paulo: Editora Guanabara Dois, 1978.
Johnson, C.D., Controle de Processos: tecnologia da instrumentação, Fundação
Calouste Gulbenkian, 1990.
Mcfarlane, I., Automatic Control of Food Manufacturing Process, Kluwer
Academic, 1995.
Artigos em Periódicos Especializados.
254
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
30-227 – MODELAGEM E SIMULAÇÃO DE PROCESSOS II
CARGA HORÁRIA: 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Introdução às Redes Neurais. Modelos Fenomenológicos. Modelos Empíricos. Simulação
de Sistemas em Engenharia de Alimentos.
OBJETIVOS
Abordar técnicas empíricas e semi-empíricas, com ênfase em redes
neurais, para modelagem matemática de processos industriais alimentícios. Ainda,
apresentar técnicas para simular sistemas em Engenharia de Alimentos em
Regime Transiente e com variação espacial.
CONTEUDO PROGRAMÁTICO
1. INTRODUÇÃO ÀS REDES NEURAIS
1.1. Definição e tipos de Redes Neurais;
1.2. Arquitetura;
1.3. Métodos de Treinamento.
2. MODELOS FENOMENOLÓGICOS
2.1. Balanço de Massa;
2.2. Balanço de Energia;
2.3. Relações Constitutivas.
3. MODELOS EMPÍRICOS
3.1. Regressão Linear e Não-Linear;
3.1. Modelos Caixa-Preta;
3.2. Modelos Caixa-Cinza.
4. SIMULAÇÃO DE SISTEMAS EM ENGENHARIA DE ALIMENTOS
4.1. Sistemas descritos por EDOs;
255
4.2. Sistemas descritos por EDPs.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, trabalhos individuais e em grupos, utilização de
softwares matemáticos (Scilab, Maple) no laboratório de modelagem, simulação
e controle de processos.
AVALIAÇÃO
Trabalhos escritos, apresentação de seminários e provas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Baughman, D. R. Liu, Y.A., Neural Networks in Bioprocessing and Chemical
Engineering, Academic Press, 1996.
Bequette, B.W. Process Dynamics – Modeling, Analysis and Simulation. Prentice Hall
PTR, 1998.
Edgar, T. F., Himmelblau, D. Optimization of Chemical Processes. McGraw Hill, 2001.
Norgaard, M.; Ravn, O; Poulsen, N. K.; Hansen, L. K., 2000, Neural Networks for
Modelling and Control of Dynamic Systems – A Practitioner’s Handbook, 1st ed.,
Great Britain, Springer.
Ozilgen, M., Food Process Modeling and Control: Chemical Engineering
Applications. Gordon and Breach Science Publishers. 1998.
Rice, R. G., Do, D.D., Applied Mathematics and Modelling for Chemical Engineers,
John Wiley & Sons, 1995.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Bishop, C.M., Bishop, C., Neural Network for Pattern Recognition, Oxford University
Press, 1996.
Coughanowr, Donald R. e Koppel, Lowell P. Análise e Controle de Processos. São
Paulo: Editora Guanabara Dois, 1978.
Marlin, T. E., Process Control: Designing Processes and Control Systems for Dynamic
Performance. Editora McGraw-Hill, 2a edição, 2000.
Artigos em Periódicos Especializados.
256
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
10-416 – TÓPICOS AVANÇADOS EM CÁLCULO NUMÉRICO
CARGA HORÁRIA: 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Problemas de Valor Inicial. Problemas de Valor de Contorno. Métodos de discretização e
resolução de equações diferenciais ordinárias e parciais. Resolução das equações de NavierStokes.
OBJETIVOS
O curso visa apresentar conceitos aprofundados para resolução de EDO’s e EDP’s,
bem como, capacitar o aluno a formular e resolver problemas de valor inicial e de
contorno, usando técnicas e pacotes computacionais avançados.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. SOLUÇÕES APROXIMADAS PARA EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ORDINÁRIAS
1.1. Método de Diferenças Finitas;
1.2. Método da Série de Taylor;
1.3. Os Métodos de Runge-Kutta;
1.4. Conceito de Estabilidade;
1.5. Algumas Dificuldades com Métodos Numéricos.
2. SOLUÇÕES APROXIMADAS PARA EQUAÇÕES DIFERENCIAIS PARCIAIS
2.1. Condições de Contorno;
2.2. Definição da Malha e Discretização do Laplaciano;
2.3. Problemas de Equilíbrio;
2.4. Problemas Transientes;
2.5. Volumes Finitos;
2.6. Consistência, convergência e estabilidade.
3. MÉTODOS NUMÉRICOS PARA AS EQUAÇÕES DE NAVIER-STOKES
3.1. As Equações de Navier-Stokes;
3.2. Discretização de Equações;
3.3. Um Método Explícito;
3.4. Um Método Implícito;
3.5. Volumes Finitos;
257
3.6. Extensões para Três Dimensões.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, trabalhos individuais e em grupos, utilização de
softwares matemáticos (Fortran, Maple, Scilab) no laboratório de informática.
AVALIAÇÃO
Trabalhos escritos, apresentação de seminários e provas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CUNHA, C. Métodos Numéricos para as Engenharias e Ciências Aplicadas.
Campinas – SP. Editora da UNICAMP, 3ª edição, 2000.
FORTUNA, A.O. Técnicas Computacionais para Dinâmica dos Fluidos: Conceitos
Básicos e Aplicações. Editora da USP. São Paulo. 2000.
BOYCE, W.E. e DIPRIMA, R.C. Equações Diferenciais Elementares e Problemas de
Valores de Contorno. 3 ed. Editora Guanabara Dois, 1979.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Cláudio, Dalcidio M. e Marins, J. M. Cálculo Numérico Computacional. São Paulo:
Atlas, 1989.
Kaplan, W. Cálculo Avançado. Editora USP. 1972.
Leithold, Louis. O Cálculo com Geometria Analítica. 3 ed. São Paulo: Harbra Ltda,
1994.
Artigos em Periódicos Especializados.
258
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
30-229 – OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS
CARGA HORÁRIA: 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Fundamentos de otimização analítica. Otimização unidimensional. Otimização
multidimensional restrita e irrestrita. Aplicações de programação linear e nãolinear.
OBJETIVOS
O curso visa capacitar o aluno a formular problemas de otimização, selecionar e
usar pacotes (rotinas) computacionais de otimização, aplicados a problemas de
engenharia de alimentos e de processos químicos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. INTRODUÇÃO À OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS
1.1. Definições, Terminologia e Representação Matemática;
1.2. Formulação da Função Objetivo;
1.3. Convexidade e Concavidade;
1.4. Caracterização de Pontos Estacionários;
1.5. Restrições de Igualdade e Desigualdade.
2. OTIMIZAÇÃO UNIDIMENSIONAL
2.1. Método da Bisseção;
2.2. Método de Newton;
2.3. Método da Secante.
3. OTIMIZAÇÃO MULTIVARIÁVEL IRRESTRITA
3.1. Método Simplex;
3.2. Método de Hooke-Jeeves;
3.3. Método de Newton;
3.4. Quasi-Newton;
3.5. Levenberg-Marquardt.
4. OTIMIZAÇÃO MULTIVARIÁVEL COM RESTRIÇÃO
4.1. Variável artificial e slack;
4.3. Técnica de função penalidade;
259
4.4. Multiplicadores de Lagrange;
4.5. Condições de Kuhn-Tuker.
5. ESTIMAÇÃO DE PARÂMETROS
5.1. Regressão Linear;
5.2. Regressão Não-linear.
6. TÓPICOS ESPECIAIS
6.1. Simulated Annealing;
6.2. Algoritmo Genético.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, trabalhos individuais e em grupos, utilização de
softwares matemáticos (Scilab, Fortran, Maple) no laboratório de informática.
AVALIAÇÃO
Trabalhos escritos, apresentação de seminários e provas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Edgar T.F.; Himmelblau D.M.; and Lasdon L.S. Optimization of Chemical Processes,
2nd Edition, McGraw-Hill Book Co., 2001.
Press, W.H.; Teukolsky, S.A.; Vetterling, W.T.; Flannery, B.P. Numerical Recipes in
FORTRAN: The Art of Scientific Computing. Cambridge University Press, Second
Edition, 1992.
Rardin, R.L. Optimization in Operations Research. Prentice Hall. 1998
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Pham, D.T. e Karaboga, D. Intelligent Optimization Techniques. Springer, First
Edition, 2000.
Bazaraa, M.S. e Shetty C.M.. Nonlinear Programming: Theory and Algorithms. John
Wiley & Sons, Inc., 1979
Artigos em Periódicos Especializados.
260
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
30-224 – CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS PELO FRIO
CARGA HORÁRIA: 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Alimentos e a cadeia do frio. Influência de baixas temperaturas em alimentos. Carga
térmica. Resfriamento e congelamento de alimentos. Perda de peso e controle de umidade
na estocagem. Câmaras frigoríficas. Conservação do frio.
OBJETIVOS
O curso visa fornecer ao aluno uma visão geral sobre a importância e utilização
de sistemas de refrigeração e congelamento na conservação de alimentos. A
disciplina ainda contempla aspectos relativos à conservação do frio e aos efeitos
das condições de processo sobre os alimentos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. ALIMENTOS E A CADEIA DO FRIO
2. INFLUÊNCIA DE BAIXAS TEMPERATURAS EM ALIMENTOS
2.1. Água e soluções;
2.2. Água e alimentos;
2.3. Temperatura de estocagem;
2.4. Aspectos microbiológicos.
3. CARGA TÉRMICA
3.1. Dados Iniciais;
3.2. Transmissão;
3.3. Infiltração;
3.4. Produto;
3.5. Outras fontes;
3.6. Carga térmica total.
4. RESFRIAMENTO E CONGELAMENTO DE ALIMENTOS
4.1. Pré-processamento;
4.2. Água e congelamento;
4.3. Resfriamento e carga térmica;
261
4.4. Tempo e velocidade de congelamento;
4.5. Sistemas de congelamento.
5. PERDA DE PESO E CONTROLE DE UMIDADE NA ESTOCAGEM
5.1. Propriedades do ar;
5.2. Propriedades do produto;
5.3. Transpiração;
5.4. Influência da temperatura, umidade relativa e circulação de ar;
5.5. Umidificação;
5.6. Controle com e sem umidificação.
6. CÂMARAS FRIGORÍFICAS
6.1. Dimensões;
6.2. Construção;
6.3. isolamento;
6.4. Barreira de vapor.
7. CONSERVAÇÃO DO FRIO
7.1. Isolantes usados na técnica de refrigeração;
7.2. Cálculo da espessura do isolamento;
7.3. Isolamento de equipamentos e canalizações;
7.4.Portas frigoríficas;
7.5. Recipientes e recintos para conservação do frio.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, aulas práticas (indústrias), trabalhos individuais e em
grupos.
AVALIAÇÃO
Trabalhos escritos, apresentação de seminários e provas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Boast, M., Refrigeración, Acribia, 1997
Costa, E. C., Refrigeração, Ed. Edgard Blucher Ltda, 3a ed., 1982.
Neves Filho, L. C., Apostila: Refrigeração e Alimentos, FEA/UNICAMP, IBF, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Granet, I., Termodinâmica e energia térmica, Prentice-Hall do Brasil, 4ª ed., 1995.
262
Singh, R. P.; Heldman, D. R. Introduction to Food Engineering, 2 ed. New York.
Academic Press, 1993.
Artigos em Periódicos Especializados.
263
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CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
30-231– PROCESSOS DE SEPARAÇÃO COM MEMBRANAS
CARGA HORÁRIA: 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Introdução aos Processos de Separação com Membranas. Preparo e
caracterização de membranas. Módulos de permeação. Caracterização dos
processos que utilizam a diferença de pressão, diferença de concentração e
pressão parcial como força motriz. Aplicações dos processos com membranas na
Indústria de Alimentos.
OBJETIVOS
Fornecer ao aluno conhecimentos específicos acerca da tecnologia de
processos de separação com membranas e sua aplicação na indústria de
alimentos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Conceituação e classificação de membranas.
2. Características dos processos de separação com membranas.
3. Classificação dos processos com membranas.
4. Técnicas de preparo e obtenção de membranas.
5. Caracterização de membranas.
6. Tipos de módulos de permeação.
7. Caracterização dos processos que utilizam a diferença de pressão como força
motriz: microfiltração, ultrafiltração, nanofiltração, osmose inversa e
diafiltração.
8. Caracterização dos processos que utilizam a diferença de concentração e de
pressão parcial como força motriz: diálise, perxtração, separação de gases,
pervaporação.
9. Principais aplicações dos processos de separação com membranas.
10. Reatores a membrana.
11. Aplicações de PSM em Indústrias de Alimentos.
12. Aulas práticas.
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através da apresentação de seminários em temas
relacionados ao conteúdo teórico e relatórios das aulas práticas, bem como pela
participação e envolvimento dos alunos em sala de aula.
METODOLOGIA
Aulas expositivas (teóricas) e práticas em laboratório.
264
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Mulder, M.,Basic principles of membrane technology, 2nd ed., : Kluwer Academic
Publishers, Dordrecht, 2000.
Bartsch, R. A. and Way, J. D. (Eds.) , Chemical separations with liquid membranes,
ACS Symposium Series, American Chemical Society, Washington (USA),1996.
Colação: x, 422p.: il.; 24cm.
Bélafi-Bakó, K., Gubicza, L., Mulder, M.( Eds.), Integration of membrane processes
into bioconversions, Kluwer Academic Publishers, New York (USA): 2000.
Wang, W. K. (Ed.), Membrane separations in biotechnology, 2nd ed., Marcel
Dekker, New York (USA), 2001.
Ho, W. S. W. and Sirkar, K. K., Membrane handbook, Kluwer Academic Publishers,
Norwell (USA), 2001.
Autorias: Pinnau, I. and Freeman, B. D. (Eds.), Membrane formation and
modification, ACS Symposium Series v.744, American Chemical Society,
Washigton (USA): 2000.
Zeman, L. J. and Zydney, A. L., Microfiltration and ultrafiltration: principles and
applications, Marcel Dekker, New York (USA), 1996.
Huang, Robert Y. M., Pervaporation membrane separation processes, Membrane
Science and Technology Series, Amsterdam: Elsevier, 1991.
Yalpani, Manssur (Ed.), Science for the Food Industry of the 21st Century:
biotechnology, supercritical fluids, membranes and other advanced
technologies for low calorie, healthy food alternatives, Frontiers in Foods and
Food Ingredients; ATL Press, Mount Prospect (USA): 1993.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Artigos de periódicos relacionados ao tema da disciplina.
265
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
50-192 – ALIMENTOS DE ORIGEM ANIMAL FERMENTADOS E MATURADOS
CARGA HORÁRIA: 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Ocorrência, metabolismos e características das bactérias lácticas e
representantes da família Micrococcaceae. Importância no processamento de
alimentos de origem animal (carne, leite e derivados). Uso de cultura iniciadora
em alimentos.
OBJETIVO
Proporcionar uma visão geral sobre as características das bactérias lácticas
e representantes da família Micrococcaceae. Importância em vários alimentos
quando presentes naturalmente e quando adicionados.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Alimentos fermentados.
2. Ação benéfica e deterioradora dos microrganismos.
3. Habitat das bactérias lácticas.
4. Classificação das bactérias lácticas e de alguns representantes da família
Micrococcaceae.
5. Como escolher uma cultura iniciadora.
6. Características bioquímicas.
7. Fermentação com método de conservação de alimento.
8. Produção de bacteriocinas.
9. Bactérias lácticas e bactérias representantes da família Micrococcaceae no
processamento de carne, leite e derivados.
AVALIAÇÃO
Prova escrita e apresentação de seminário.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Terra, N. N. Apontamentos de tecnologia de carnes. Editora Unisinos, 216p. 1998.
Terra, N.N. Particularidades na fabricação de salame. Livraria Varela, 2004.
266
Varnam, A. L.; Sutherland, J. P. Carne y productos cárnicos - tecnologia, química y
microbiologia. Editoral Acribia, S.A. 423p. 1998.
Varnam, A. L.; Sutherland, J. P. Leche y productos lácteos - tecnologia, química y
microbiologia. Editoral Acribia, S.A. 476p. 1995.
Casp, A.; Abril, J. Processos de conservación de alimentos. Ediciones Mundi-Prensa.
493p. 1999.
Canobell-Plant, G.; COOK, P.E. Fermented meats. Blackie Academic e Professional.
242p. 1995.
BERGEY'S MANUAL OF DETERMINATIVE BACTERIOLOGY-9. John G. Holt; Noel R.
Krieg; Peter H.A.; Sneath, H.; James t. Philadelphia, USA; Lippincott Willians & Wilkins;
9° Edição; p.544-551; 1994.
Jay, J.M. Microbiología Moderna de los Alimentos. 2 edición. Acribia, Zaragoza,
Espanha. 1994. 804p.
Eskin, M. N. A. Biochemistry of foods. Second edition. Academic Press. 557p. 1990.
Salminen, S.; Wright, A. Lactic acid bacteria. Marcel Dekker, Inc. 442p. 1993.
Fox, P.F. Cheese chemistry, physics and microbiology vol.1, 601p., 1993.
Fox, P.F. Cheese chemistry, physics and microbiology vol.2, 577p. 1993.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Lücke, F. K. Cap. 14 Fermented Sausages. Microbiology of Fermented Foods,
London: Elsevier Applied Science, 2° edition, 1998. vol.2, p. 441- 483.
Journal Food Micribiology
Journal of Dairy Science
Journal Food Science
Meat Science
Dairy Science
Food Chemistry
Fleischwirtschaft International
Revista Nacional da Carne
267
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
30-225 – CONTROLE ESTATÍSTICO DE PROCESSOS
CARGA HORÁRIA: 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Melhoria da Qualidade no Contexto da Empresa; Gráficos de Controle para
Variáveis e para Atributos; Capacidade de Processos; Amostragem de Aceitação.
OBJETIVOS
Apresentar ao aluno ferramentas específicas relativas ao Controle Estatístico de
Processos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. MELHORIA DA QUALIDADE NO CONTEXTO DA EMPRESA
1.1.Significado de Qualidade e Melhoria da Qualidade;
1.2. Método e Conceito do Controle Estatístico do Processo;
1.3. Base estatística do Gráfico de Controle;
1.4. As “sete ferramentas” para o controle da qualidade.
2. GRÁFICOS DE CONTROLE PARA VARIÁVEIS
2.1. Gráficos de Controle para x e R;
2.2. Gráficos de Controle para x e S;
2.3. Gráficos de Controle de Shewart.
3. GRÁFICOS DE CONTROLE PARA ATRIBUTOS
3.1. Gráficos de Controle para Fração Não-Conforme;
3.2. Escolha entre Gráfico de Controle de Variável e de Atributos.
4. ANÁLISE DE CAPACIDADE DE PROCESSOS
4.1. Análise da Capacidade empregando histogramas ou gráficos de
probabilidades;
4.2. Razões da Capacidade de um Processo: Uso e Interpretação de Cp.
5. AMOSTRAGEM DE ACEITAÇÃO
5.1 Amostragem de aceitação para Atributos e por Variáveis;
268
5.2 Tipos de Planos de Amostragem;
5.3 Formação de Lotes;
5.4 Amostragem aleatória.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, trabalhos individuais e em grupos, utilização de software
específico (Statistica) no laboratório de informática.
AVALIAÇÃO
Trabalhos escritos, apresentação de seminários e provas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
D.C. Montgomery, Introdução ao Controle Estatístico da Qualidade, Livros
Técnicos e Científicos S.A., Rio de Janeiro, 2004.
B.B. Neto; I.S. Scarminio e R.E. Bruns. Como Fazer Experimentos, Campinas, SP:
Editora da Unicamp, 2001.
D.C. Montgomery, Design and Analysis of Experiments; New York; Ed. John Wiley &
Sons, 2001.
H.Wonnacott e J. Honnacot. Introdução à Estatística; Rio de Janeiro, RJ: Livros
Técnicos e Científicos, 1980.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
J.C. Pinto; Estimação de Parâmetros e Otimização de Experimentos; Rio de
Janeiro, RJ; Apostila (PEQ-COPPE-UFRJ), 1998.
V. Calado, e D.C. Montgomery, Planejamento de Experimentos usando o
Statistica, e-papers, Rio de Janeiro, 2003.
Artigos em Periódicos Especializados.
269
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
30-226 – ESTIMAÇÃO DE PARÂMETROS E PLANEJAMENTO DE EXPERIMENTOS II
CARGA HORÁRIA: 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Planejamento Seqüencial de Experimentos; Técnicas de Minimização de Função
Objetivo; Planejamento de Experimentos para Discriminação de Modelos;
Planejamento de Experimentos para Estimativa Ótima de Parâmetros.
OBJETIVOS
Abordar técnicas avançadas de planejamento de experimentos em
sistemas não lineares da Indústria de Alimentos. É objetivo também da disciplina
apresentar aos discentes técnicas de minimização de funções objetivos
(otimização de processos).
CONTEUDO PROGRAMÁTICO
1. PLANEJAMENTO SEQUENCIAL DE EXPERIMENTOS
1.1. O planejamento rotativo;
1.2. A idéia do planejamento sequencial;
1.3. Categorias de planos experimentais.
2. TÉCNICAS DE MINIMIZAÇÃO DE FUNÇÃO OBJETIVO
2.1. Métodos derivativos e não-derivativos;
2.2. Método do Passo Descendente e Newton-Raphson Multivariável;
2.3. Métodos estocásticos.
3. PLANEJAMENTO DE EXPERIMENTOS PARA DISCRIMINAÇÃO DE MODELOS
2.1. Critério de Hunter-Reiner;
2.2. O Parâmetro de Tsallis para tomada de decisão.
4. PLANEJAMENTO DE EXPERIMENTOS PARA DISCRIMINAÇÃO DE MODELOS
4.1. O conceito de estimativa ótima de parâmetros;
4.2. Funções objetivo para estimativa ótima de parâmetros.
270
METODOLOGIA
Aulas expositivas, trabalhos individuais e em grupos, utilização de
softwares matemáticos (Maple e Statistica) no laboratório de modelagem,
simulação e controle de processos.
AVALIAÇÃO
Trabalhos escritos, apresentação de seminários e provas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
J.C. Pinto; Estimação de Parâmetros e Otimização de Experimentos; Rio de
Janeiro, RJ; Apostila (PEQ-COPPE-UFRJ); 1998.
B.B. Neto; I.S. Scarminio e R.E. Bruns. Como Fazer Experimentos, Campinas, SP:
Editora da Unicamp; 2001.
D.C. Montgomery, Design and Analysis of Experiments, Ed. John Wiley & Sons; 2001.
V. Calado e D.C. Montgomery, Planejamento de Experimentos usando o Statistica,
e-papers, Rio de Janeiro, 2003.
D.M. Himmelblau, Process Analysis by Statistical Methods, Ed. John Wiley & Sons;
1970.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
H.Wonnacott e J. Honnacot. Introdução à Estatística; Rio de Janeiro, RJ: Livros
Técnicos e Científicos; 1980.
D.C. Montgomery, Introdução ao Controle Estatístico da Qualidade, Livros
Técnicos e Científicos S.A., Rio de Janeiro, 2004.
Artigos em Periódicos Especializados.
271
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
30-232 – TECNOLOGIA SUPERCRÍTICA
CARGA HORÁRIA: 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Propriedades dos Fluidos Supercríticos; Extração de Produtos Naturais;
Fracionamento com Fluidos Supercríticos; Fluidos Supercríticos como Meio
Reacional; Encapsulamento de Aromas e Pigmentos.
OBJETIVOS
O curso visa apresentar conceitos fundamentais sobre os fluidos supercríticos e as
mais diversas aplicações destes na Indústria de Alimentos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. PROPRIEDADES DOS FLUIDOS SUPERCRÍTICOS
1.1. Diagrama PVT de substâncias puras;
1.2. O ponto crítico;
1.3. Propriedades da região supercrítica.
2. EXTRAÇÃO DE PRODUTOS NATURAIS
2.1. Vantagens e Desvantagens;
2.2. A escolha do solvente;
2.3. Curvas de extração;
3. FRACIONAMENTO COM FLUIDOS SUPERCRÍTICOS
3.1. Colunas em Contra-Corrente;
3.2. Medidas da capacidade do fracionamento.
4. FLUIDOS SUPERCRÍTICOS COMO MEIO REACIONAL
4.1. Reações enzimáticas a alta pressão;
4.2. O efeito da pressão e densidade sobre cinética de reações.
5. ENCAPSULAMENTO DE AROMAS E PIGMENTOS
5.1. O método da Rápida Expansão de Soluções Supercríticas;
5.2. Fluidos supercríticos como anti-solventes;
5.3. Aplicações para a Indústria de Alimentos.
METODOLOGIA
272
Aulas expositivas, trabalhos individuais e em grupos, aulas práticas no
laboratório de Termodinâmica Aplicada.
AVALIAÇÃO
Trabalhos escritos, apresentação de seminários e provas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
M. MC Hugh e V. Krukonis Supercritical Fluid Extraction – Principles and Practice,
Butterworths, 1994.
G.R. Stuart, Estudo do Fracionamento do Óleo de Laranja por Destilação a Vácuo
e Dióxido de Carbono Supercrítico, Tese de Doutorado, PEQ/COPPE/UFRJ,
1999.
L.A.F. Coelho, Extração Supercrítica do Óleo Essencial de Rosmarinus Officinalis L
Dados Experimentais, Modelagem do Processo e Predição da Solubilidade,
Dissertação de Mestrado, DEQ/UFSC, 1996.
S. A. B. Vieira de Mello, Desterpenação do Óleo Essencial de Laranja empregando
CO2 Supercrítico, Tese de Doutorado, PEQ/COPPE/UFRJ, 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
K.P. Jonhston e J.M. Penninger, Supercritical Fluid Science and Technology, ACS
Series, Washington, 1989.
E. Kiran e J F. Brennecke, Supercritical Fluid Engineering Science, ACS Series,
Washington, 1991.
Artigos em Periódicos Especializados.
273
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
30-228 – MODELAGEM TERMODINÂMICA
CARGA HORÁRIA: 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Termodinâmica do Equilíbrio de Fases; Diagramas de Equilíbrio; Modelagem do
Equilíbrio Líquido-Vapor, Líquido-Líquido e envolvendo fase sólida; Estimação de
Parâmetros em Modelos Termodinâmicos.
OBJETIVOS
O curso visa capacitar o aluno na formulação termodinâmica de problemas de
equilíbrio. Busca-se também a capacitação do discente no uso de pacotes
computacionais para resolução de problemas de equilíbrio aplicados a Indústria
de Alimentos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. TERMODINÂMICA DO EQUILÍBRIO DE FASES
1.1. A formulação do problema de equilíbrio;
1.2. Pontos de bolha e de orvalho.
2. DIAGRAMAS DE EQUILÍBRIO
2.1. Diagrama PT;
2.2. Diagrama Px.
3. MODELAGEM DO EQUILÍBRIO
3.1. Abordagens para descrição do equilíbrio;
3.2. Equilíbrio líquido-vapor;
3.3. Equilíbrio líquido-líquido;
3.4. Equilíbrio de fases em sistemas contendo sólidos.
4. ESTIMAÇÃO DE PARÂMETROS
4.1. Parâmetros em modelos termodinâmicos;
4.3. Funções Objetivos;
4.4. Pacotes computacionais para estimação de parâmetros.
METODOLOGIA
274
Aulas expositivas, trabalhos individuais e em grupos, utilização de
softwares matemáticos (Fortran, Maple) no laboratório de informática.
AVALIAÇÃO
Trabalhos escritos, apresentação de seminários e provas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
H. Orbey e S. I. Sandler, Modeling Vapor-Liquid Equilibria, Cambridge Series, 1998.
S. I. Sandler, Chemical and Engineering Thermodynamics, John Wiley & Sons, 1999.
J.M. Prausnitz, R.C. Lichtenthaler e E. Gomes Azevedo, Molecular Thermodynamics
of Fluid-Phase Equilibria, Prentice Hall, 1999.
J.M. Smith, H.C. van Ness e M.M. Abbott, Introdução à Termodinâmica da
Engenharia Química, Livros Técnicos e Científicos, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
L. Stragevitch, Equilíbrio Líquido-Líquido de Misturas de Não Eletrólitos, Tese de
Doutorado, FEQ/Unicamp, 1997.
L.A.F Coelho, Extração Supercrítica do öleo Essencial de Rosmarinus Officinalis I
Dados Experimentais, Modelagem do Processo e Predição da Solubilidade,
Dissertação de Mestrado, DEQ/UFSC, 1996.
M.L. Corazza, Comportamento de Fases SLV a Altas Pressões, Tese de Doutorado,
DEQ/UEM, 2004.
Artigos em Periódicos Especializados.
275
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
60-370 – ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS NO AGRONEGÓCIO
CARGA HORÁRIA – 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Abordagem organizacional e situacional da Administração de Recursos Materiais.
Aquisição de materiais. Negociação em compras. Identificação, codificação,
classificação e catalogação de material. Dimensionamento e controle de
estoques. Administração de Recursos patrimoniais.
OBJETIVOS
Analisar e discutir os fundamentos e objetivos da administração de recursos
materiais, promovendo uma visão que propicie capacitar à solução dos
problemas inerentes à atividade empresarial voltada ao agronegócio.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. ABORDAGEM HISTÓRICA DA ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS
1.1. Início da atividade de material;
1.2. Evolução da administração de recursos materiais.
2. ABORDAGEM ORGANIZACIONAL E SITUACIONAL NA ADMINISTRAÇÃO DE
RECURSOS MATERIAIS
2.1. Estrutura Organizacional;
2.2. Funções do Administrador de Recursos Materiais.
3. AQUISIÇÃO DE MATERIAIS
3.1. A função compra;
3.2. Qualificação de compradores;
3.3. Operações e documentação do sistema de compras;
3.4. Negociação em compras: conceitos básicos, fases de negociação, táticas de
negociação.
4. IDENTIFICAÇÃO, CODIFICAÇÃO,
MATERIAL
4.1. Parâmetros de identificação;
4.2. Codificação de materiais;
4.3. Catalogação de materiais;
4.4. Curva abc de estoques.
CLASSIFICAÇÃO
E
CATALOGAÇÃO
DE
5. DIMENSIONAMENTO E CONTROLE DE ESTOQUES
276
5.1. Funções e objetivos de estoques;
5.2. Políticas de estoques;
5.3. Custos de estoques;
5.4. Níveis de estoques;
5.5. Lote econômico de compra;
5.6. Sistemas de controle de estoques;
5.7. Avaliação dos estoques.
6. ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS
6.1 Conceituação de bens;
6.2. Propriedade industrial: marcas e patentes;
6.3. Sistema de marcas;
6.4. Sistema de patentes.
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através de provas, trabalhos escritos e
apresentação de trabalhos.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, seminários, trabalhos individuais e em grupos.
BIBLIOGRAFIA BÀSICA
Dias, M. A. P. Administração de Materiais: Uma abordagem logística. São Paulo:
Atlas, 2000.
Messias, S. Manual de Administração de Materiais; São Paulo: Atlas, 2001.
Viana, J. J. Administração de Materiais: Um Enfoque Prático. São Paulo: Atlas, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Ching, H. Y. Gestão de Estoque na Cadeia de Logística Integrada – Supply Chain.
São Paulo: Atlas, 1999.
Arnold, J.R. Administração de Materiais. São Paulo: Atlas, 1999.
Gurgel, F. do A. Administração dos Fluxos de Materiais e Produtos. São Paulo: Atlas,
1996.
277
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
60-372 – GESTÃO DA QUALIDADE NO AGRONEGÓCIO II
CARGA HORÁRIA – 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Qualidade aplicada ao Agronegócio: Conceitos, ferramentas (Qualidade de
Vida; Programa de Alimento Seguro – 5S; POP’S; PPHO; ISO-9000; BPA; BPF; APCC),
sistemas e certificações.
OBJETIVOS
Capacitar os alunos para avaliar e implantar ferramentas, sistemas e
certificações utilizadas nas cadeias agroindustriais.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
8. QUALIDADE DE VIDA
1.1.Conceito;
1.2. Aplicação.
9. PROGRAMA DE ALIMENTO SEGURO
2.1. Programa 5S
2.1.1. Conceito;
2.1.2. Aplicação.
2.2. POP’S – Procedimentos Operacionais Padronizados
2.2.1. Conceito;
2.2.2. Aplicação.
2.3. PPHO
2.3.1. Conceito;
2.3.2. Aplicação.
2.4. BPA – Boas Práticas Agrícolas
2.4.1 Conceito;
2.4.2. Aplicação.
2.5. BPF – Boas Práticas de Fabricação
2.5.1. Conceito;
2.5.2 Aplicação.
3. APPCC – ANÁLISE DE PERIGOS E PONTOS CRÍTICOS DE CONTROLE
3.1. Conceitos;
3.2. Aplicações.
4.0 CERTIFICAÇÃO DE PRODUTOS E EMPRESAS
4.1. Conceitos;
4.2. Aplicações.
278
5. RASTREABILIDADE DE PRODUTOS
5.1. Conceitos;
5.2. Aplicações.
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através de provas, trabalhos escritos e
apresentação de trabalhos.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, seminários, trabalhos individuais e em grupos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Brandão, S. Manual de boas práticas para a indústria de laticínios. Viçosa: UFV.
1996. 33p.
BRYAN, F.L. Análise de riscos nas empresas de alimentos. Higiene Alimentar, São
Paulo, v.3, n.2, p. 92-94, jun. 1984.
Bryan, F.L. HACCP systems for retail food and restaurant operations. Journal of Food
Protection, Ames, v.35, n.11, p.978-983, nov. 1990.
CODEX ALIMENTARIUS COMMISSION: Código Internacional Recomendado de
Práticas – Princípios gerais de Higiene dos Alimentos. CAC/RCP 1-1969, Revisão 3,
1997.
CODEX ALIMENTARIUS COMMISSION: HACCP System and Guidelines for its
application.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANEXO do CAC/RCP 1-1969, Revisão 3, 1997.
Delazari,I. Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle – APPCC. Curso de
higiene e sanificação em estabelecimentos de produção e industrialização de
carnes e derivados. Campinas, ITAL, 1995.
Gelli, D.S. Análise de Perigos, Pontos e Controle Críticos – HACCP. São Paulo,
Instituto Adolfo Lutz, 1997.
Hajdenwurcel, J.R. Leitão, M.F.F. Apostila do curso de análise de perigos e pontos
críticos de controle na indústria de laticínios. II Encontro DIVITAL de Tecnologia de
Laticínios. Juiz de Fora: EPAMIG, 1996.
Kuaye, A.Y. Análise de perigos e pontos críticos de controle: garantia e controle
de qualidade no processamento de alimentos. Boletim Sociedade Brasileira de
Ciência e Tecnologia de Alimentos, Campinas, n.2,v.29, p.151-154, jul/dez. 1995.
Silva, V.L.N. Controle de salmonelas em cozinhas industriais. Campinas: Unicamp,
1992. 22p.(Apostila).
Silva Jr., E. A.; Manual de controle higiênico-sanitário em alimentos. 2 ed. São
Paulo. Varela, 1996. 385p.
279
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
60-373 – ESTRATÉGIA TECNOLÓGICA COM ÊNFASE NO AGRONEGÓCIO
CARGA HORÁRIA – 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
A dinâmica competitiva das indústrias. Tecnologia e estratégia competitiva.
Tecnologia e competitividade nos agronegócios. Implementação de estratégias
tecnológicas.
OBJETIVOS
•
•
•
•
•
Compreender o papel da tecnologia na dinâmica competitiva das indústrias.
Analisar a importância de inovações tecnológicas em produtos e processos na
estratégia competitiva da empresa.
Analisar criticamente a literatura sobre os desenvolvimentos recentes em
tecnologia e competitividade em agronegócios.
Compreender as inter-conexões entre as áreas de engenharia e gestão agroindustrial.
Fortalecer a visão sistêmica e multidisciplinar característica do agronegócio.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. EVOLUÇÃO TECNOLÓGICA DA INDÚSTRIA: ESTRATÉGIA TECNOLÓGICA
1.1. A abordagem Neo-Schumpeteriana;
1.2. A teoria dinâmica da estratégia;
1.3. Tecnologia e Estratégia Competitiva: A Integração Conceitual;
1.4 As vantagens do Inovador e do Seguidor Tecnológico.
2. TECNOLOGIA E ESTRATÉGIA COMPETITIVA; CADEIA DE VALOR,
TECNOLOGIA E VANTAGEM COMPETITIVA
2.1. Introduzindo Tecnologia na Estratégia;
2.2. Tecnologia e Vantagem Competitiva;
2.3. O Conceito de Competitividade e Cadeia de Valor.
3. TECNOLOGIA E COMPETITIVIDADE EM AGRONEGÓCIOS
3.1. P& D e a Articulação do Agrobusiness;
3.2. Gestão Tecnológica em Sistemas Agroindustriais;
3.3. O Processo Inovativo na Agricultura;
3.4. Tecnologia e Competitividade em Agronegócios;
3.5. Impacto da Tecnologia de Informação no Supply Chain Management.
AVALIAÇÃO
280
A avaliação será feita através de provas, trabalhos escritos e
apresentação de trabalhos.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, seminários, trabalhos individuais e em grupos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Batalha, Mário Otávio (Coordenador) . Gestão Agro-industrial. São Paulo, Atlas,
2001.
Velloso, J. P. Nova Estratégia Industrial e Tecnológica. São Paulo; José Olympio, 1990.
Zylbersztajn, D. e Neves, M. (Orgs.) Economia e Gestão dos Negócios
Agroalimentares. São Paulo: Pioneira, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Artigos Científicos Diversos.
281
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
60-374 - INTELIGÊNCIA COMPETITIVA NO AGRONEGÓCIO
CARGA HORÁRIA: 30 HORAS
N0 DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
A gestão estratégica da informação e do conhecimento aplicada ao
Agronegócio: dados, informações, inteligência, conhecimento e processo
decisório.
OBJETIVOS
•
•
•
•
•
•
Compreender o funcionamento e a finalidade do processo de Inteligência
Competitiva numa empresa ou organização.
Distinguir métodos e ferramentas utilizados em Inteligência Competitiva para a
seleção, o tratamento e análise de informações;
Identificar a aplicabilidade da Gestão do Conhecimento e ações objetivas
passíveis de serem desenvolvidas nas empresas;
Utilizar e explorar informações para obtenção de vantagens competitivas;
Observar casos práticos de exploração de informações para a obtenção de
vantagens competitivas para empresas;
Aplicar o conhecimento adquirido em um projeto ao final da disciplina.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Noções de base: dados, informação, conhecimento, inteligência.
2. Tipos de informação (Informação interna e externa, informação formal e
informal; informação tecnológica, concorrencial, científica).
3. Informação, análise e processo decisório.
4. Conceituação da inteligência competitiva.
5. Análise Competitiva como ferramenta do processo de inteligência.
6. AnáliSe competitiva e a estruturação de um serviço de inteligência
competitiva na empresa ou organização (grande/pequena).
7. Processos de “escaneamento” (scanning) da informação: estratégico,
tecnológico e concorrencial.
8. Métodos e tecnologias utilizadas em inteligência competitiva.
9. Inteligência competitiva e Gestão do conhecimento para a cadeia produtiva
– aplicações práticas.
10. A Internet como um instrumento de inteligência competitiva para o
agronegócio.
METODOLOGIA
Aulas expositivas dialogadas com utilização de recursos audio-visuais
diversos. Seminários (trabalhos em grupo).
282
AVALIAÇÃO
Avaliação individual: prova escrita (domínio de conteúdo, capacidade de
análise e síntese).
Avaliação em grupo: apresentação (escrita e oral), conteúdo, consistência
científica, argumentação e síntese.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Cassarro, Antônio Carlos Sistemas de informações para tomada de decisões /
Antônio Carlos Cassarro.- 2.ed. São Paulo: Pioneira, 1994
Cornella, A Los Resursos de Informacion. Madrid: McGraw Hill, 1994.
Davenport, T; Prusak, L. O Conhecimento Empresarial. Rio de Janeiro: Campus,
1998.
Vaitsman, H. S. Inteligênica Empresarial – Atacando e Defendendo. Rio de Janeiro.
Interciência; 2001.
Miller, S.J.H.; Prescott, J. Inteligência Competitiva na Prática Campus Rio de
Janeiro: Campus; 2002
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Artigos Científicos Diversos.
283
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
60-371 – GESTÃO DA QUALIDADE NO AGRONEGÓCIO I
CARGA HORÁRIA – 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Qualidade: histórico e conceitos básicos. As principais ferramentas para a
operacionalização do gerenciamento da qualidade. Aspectos humanos e
estratégicos do gerenciamento da qualidade. Gestão da qualidade e a
satisfação de clientes. Gestão da Qualidade em serviços. Gestão do
Conhecimento. Gestão da Inovação.
OBJETIVOS
Capacitar os alunos a avaliar o estado e as práticas da qualidade em uma
empresa e formular planos e programas de melhoria da qualidade. Apresentar
técnicas para implementação e avaliação de planos e programas da qualidade.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
A evolução do conceito da qualidade.
Gerenciamento da qualidade total.
Custo da qualidade.
Os efeitos do gerenciamento da qualidade sobre a produtividade.
Qualidade e o papel da administração da empresa.
A melhoria da qualidade e o papel dos empregados.
Diretrizes da qualidade e seus desdobramentos.
Desdobramentos da função qualidade: qualidade dos sistemas de
gerenciamento; gerenciamento pelas diretrizes; gerenciamento por processos;
gerenciamento da rotina.
9. Tendências atuais e modelos para gerenciamento da qualidade.
10. Gestão da qualidade na cadeia de suprimentos.
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através de provas, trabalhos escritos e
apresentação de trabalhos.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, seminários, trabalhos individuais e em grupos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
284
Administração da qualidade e da produtividade: abordagens do processo
administrativo / Coordenação de María Esmeralda Ballestero-Alvarez. - São Paulo:
Atlas, 2001. 484p
Hiebeler, Robert Best practices: construindo seu negócio com as melhores práticas
globais / Robert Hiebeler, Thomas B. Kelly e Charles Ketteman; tradução de Geni
G. Goldschmidt; revisão técnica de Ricardo Lemos.: São Paulo: Atlas, Arthur
Andersen, 2000. 177p.; 24cm.
Rebelo, Antonio Raimundo Coutinho Auditorias da qualidade / Antonio R. C.
Rebelo. - Rio de Janeiro: Qualitymark, 1999., 182p.: il.; 23cm.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Confederação Nacional da Indústria Total quality control: a gestão da qualidade
total / Imprenta: Rio de Janeiro: CNI, 1993. 48p. il.: 29 cm.
Gabor, Andrea O homem que descobriu a qualidade: as histórias da Ford, da
Xerox e da Florida Power & Light/ Andrea Gabor; tradução de Nilcéa Feres Monte
Alto. - Imprenta: Rio de Janeiro: Qualitymark, 1994 Colação: 317p. 23cm
Gestão de operações: a engenharia de produção à serviço da modernização da
empresa / coordenado por José Celso Contador. - Edição: 2.ed. São Paulo:
Edgard Blucher, 1998.
ISO 9001:2000 - Sistema de gestão da qualidade para operações de produção e
serviços / Carlos Henrique Pereira Mello... [et al.]. - São Paulo: Atlas, 2002. 224p.: il.;
24cm.
Rodrigues, Marcus Vinicius Título: Processos de melhoria nas organizações
brasileiras / Marcus Vinicius Rodrigues. - Imprenta: Rio de Janeiro: Qualitymark,
1999. Colação: 248p.: il.; 23cm.
285
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
60-375 - GESTÃO DE CUSTOS NO AGRONEGÓCIO
CARGA HORÁRIA – 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
A Contabilidade de custos, a contabilidade financeira e a contabilidade
gerencial; princípios contábeis aplicados a custos; esquema básico da
contabilidade de custos; custos para decisão; custeio baseado em atividades;
custos para controle.
OBJETIVOS
Analisar e discutir as técnicas e instrumentos usuais da metodologia de
custos. Capacitar os alunos para a estruturação de sistemas de custos e a sua
aplicação no processo decisório empresarial.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. INTRODUÇÃO À CONTABILIDADE DE CUSTOS
1.1. A contabilidade de custos, a contabilidade financeira e a contabilidade
gerencial;
1.2. A terminologia contábil e implantação de sistemas de custos.
2. PRINCÍPIOS PARA AVALIAÇÃO DE ESTOQUES
2.1. Classificação e nomenclatura de custos;
2.2. Esquema básico da contabilidade de custos, departamentalização;
2.3. Critérios de Rateios dos CIF;
2.4. Abordagem inicial do ABC;
2.5. Aplicação de CIF;
2.6. Materiais diretos, mão de obra direta.
10. CUSTOS PARA DECISÃO
3.1 Custo Fixo, lucro e margem de contribuição;
3.2. Contribuição marginal e limitações na capacidade de produção;
3.3 Custeio Variável ou Direto;
3.4. Margem de Contribuição, custos fixos identificados e retorno sobre o
investimento;
3.5. Fixação do preço de venda e decisão sobre compra ou produção;
3.6. Custo de reposição e mão-de-obra direta como custo variável;
3.7. Relação custo/volume/lucro.
4.CUSTOS BASEADOS EM ATIVIDADE
4.1. Custeio baseado em atividade – abordagem gerencial;
4.2. Gestão baseada em custeio por atividades.
286
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através de provas, trabalhos escritos e
apresentação de trabalhos.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, seminários, trabalhos individuais e em grupos.
BIBLIOGRAFIA BÀSICA
Athinson, A. , Basnker, R. D., Kaplan, R.S. & Young, S. M. Contabilidade Gerencial
São Paulo, Atlas, 2000, 812p.
Batalha, Mário Otávio (Coordenador) Gestão Agro-industrial. São Paulo, Atlas,
2001.
Berliner, C. & Brimson, J. Gerenciamento de Custos em Indústrias Avançadas São
Paulo, T.A. Queiroz, 1992, 256 p.
Martins, E. Contabilidade de Custos – inclui ABC. 6ª ed. São Paulo, Atlas, 1998,
388p.
Shank, J. & Govindarajan, V. A Revolução dos Custos 2ª ed., Rio de Janeiro,
Campus, 1997, 341p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Artigos Científicos Diversos.
287
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
60-376 – TÓPICOS ESPECIAIS EM AGRONEGÓCIOS
CARGA HORÁRIA – 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Temas atuais e emergentes em agronegócios e áreas afins.
OBJETIVOS
Permitir a flexibilização na discussão de conteúdos pertinentes ao
agronegócio com o objetivo de atualizar os acadêmicos em temas relevantes.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
(Em aberto)
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através de provas, trabalhos escritos e
apresentação de trabalhos.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, seminários, trabalhos individuais e em grupos.
BIBLIOGRAFIA BÀSICA
(Em aberto)
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
(Em aberto)
288
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
60-376 - GESTÃO E EMPREENDEDORISMO NO AGRONEGÓCIO
CARGA HORÁRIA – 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Desenvolver conceitos de empreendedorismo voltados ao agronegócio.
Estratégias de Gestão Agronegocial. Teorias básicas da administração nos
métodos de gestão. Desenvolver o capital humano para se tornar empreendedor.
Estilos gerenciais das organizações na era do conhecimento.
OBJETIVOS:
Proporcionar aos alunos a oportunidade de discutir e reconhecer as
características do empreendedor na gestão agronegocial, oportunidades de
novos negócios e/ou empresas e possibilitar um melhor entendimento sobre o seu
próprio comportamento como pessoa e/ou empreendedor.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
História da gestão e empreendedorismo.
Perfil do empreendedor.
Busca de oportunidade e iniciativa.
Análise de risco.
Plano de negócios.
Busca de informações.
Qualidade e eficiência.
Persistência e comprometimento.
Plano de marketing.
Planejamento e monitoramento.
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através de provas, trabalhos escritos e
apresentação de trabalhos.
METODOLOGIA
Aulas expositivas, seminários, trabalhos individuais e em grupos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Dornelas, J. C. A. Empreendedorismo, Tornando Idéias em Negócios Rio de Janeiro
: Campus, 2001.
Druker, P. Inovação e Empreendedorismo; São Paulo, Pioneira,1991.
Rodrigues, L. C. Empreendedorismo, construi8ndo empresas vencedoras.
Blumenau: Acadêmica, 2001.
289
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Caldeira, J.M. Empresa do Império. São Paulo: Cia. das Letras, 1995.
Fadiman, J. e Frager, R. Teorias da Personalidade. São Paulo: Harbra, 1986.
Davidoff, L.L. Introdução à Psicologia. São Paulo: Makron, 1983.
Bomfin, D. Pedagogia no Treinamento: Correntes Pedagógicas no Treinamento
Empresarial. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1995.
290
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
30-230– PROCESSOS AVANÇADOS PARA TRATAMENTO DE RESÍDUOS
CARGA HORÁRIA: 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Introdução aos processos avançados de tratamento de resíduos. Processos de
adsorção, absorção e de separação com membranas. Processos de oxidação
avançados: oxidação química e fotocatálise. Processos enzimáticos. Aplicação
dos processos avançados no tratamento de resíduos de indústria de alimentos.
OBJETIVOS
Fornecer ao aluno conhecimentos específicos acerca dos avanços
tecnológicos na área de tratamento de resíduos industriais.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1.
Introdução aos processos avançados de tratamento de resíduos (patr):
conceituação e classificação de processos.
2.
Vantagens e desvantagens dos processos avançados frente aos processos
clássicos de tratamento de resíduos.
3.
Processo de adsorção: conceitos básicos do fenômeno da adsorção,
isotermas de adsorção (langmuir, bet). Principais adsorventes utilizados na indústria
para adsorção de solutos presentes em fase gasosa e em fase líquida .
4.
Processo de absorção: conceitos básicos das operações de absorção com
solventes inertes e com soluções. Projeto e operação de colunas de absorção.
Soluções e solventes mais utilizados em diversas aplicações industriais.
5.
Processos de separação com membranas (psm): conceituação básica.
Principais processos utilizados no tratamento de efluentes líquidos e gasosos.
Estratégias de operação e problemas encontrados nas aplicações industriais de
psm.
6.
Processos de oxidação química de efluentes: conceitos básicos. Vantagens
e desvantagens da oxidação química. Sistemas industriais de oxidação: cloro,
hipoclorito de sódio, ozônio, peróxidos.
7.
Processos de oxidação fotoquímica de efluentes: princípios básicos de
fotocatálise. Fotocatálise homogênea: foto-fenton, peróxidos e ultravioleta.
Fotocatálise
heterogênea:
principais
fotocatalisadores.
Vantagens
e
desvantagens frente à catálise homogênea.
8.
Processos enzimáticos: definição. Estratégias e requisitos básicos para a
minimização de resíduos utilizando enzimas. Principais enzimas utilizadas em
tratamento de resíduos.
9.
Aplicações de patr em indústrias de alimentos.
10.
Aulas práticas.
291
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através da apresentação de seminários em temas
relacionados ao conteúdo teórico e relatórios das aulas práticas, bem como pela
participação e envolvimento dos alunos em sala de aula.
METODOLOGIA
Aulas expositivas (teóricas) e práticas em laboratório.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Cheremisinoff, P.N., Air pollution control and design for industry, Marcel Dekker, NY,
1993.
Davis, M.L., Cornwell, D.A., Introduction to Environmental Engineering, 2nd ed.,
McGraw Hill, 1991
Foust, A.S., Wenzel, L.A., Clump, C.W., Maus, L., Andersen, L.B., Princípios das
Operações Unitárias, Segunda Edição, Ed. Guanabara Dois, Rio de Janeiro,
RJ, 1982.
Keith, L.H., Principles of Environmental Sampling, 2nd, ACS Professional Reference
Book, ACS, Washington, DC., 1996.
Rafson, H.J., Odor and VOC Control Handbook, McGrawHill, 1998.
Ramalho, R.S., Introduction to wastewater treatment processes, Academic Press,
London, UK, 1983.
Tchobanoglous, G. e Burton, F.L., Wastewater Engineering: treatment, disposal and
reuse, Metcaff&Eddy, 1991.
Von Sperling, M., Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos,
DESA/UFMG, 1996.
Watson, J.S., Separation methods for waste and environmental applications,
Marcel Dekker, Inc., NY, USA, 1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Artigos de periódicos relacionados ao tema da disciplina.
292
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
30-234 – TÓPICOS ESPECIAIS EM CATÁLISE
CARGA HORÁRIA: 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Conceitos básicos em catálise heterogênea. Adsorção e modelos cinéticos.
Preparação e caracterização de catalisadores. Principais processos catalíticos
heterogêneos. Desativação de catalisadores.
OBJETIVOS
Estudar os princípios básicos da catálise heterogênea; catalisadores
heterogêneos: preparação, estrutura e propriedades; algumas aplicações em
processos industriais.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Introdução à Catálise – Definição. Adsorção química e física. Energia de
ativação e catálise. Atividade. Seletividade. Envenenamento. Importância
industrial da catálise.
2. Adsorção e Modelos Cinéticos – Introdução. Isotermas de adsorção. Isotermas
de Freundlich. Isotermas de Temkin. Isotermas de Langmuir. Estudos cinéticos.
Equação da velocidade. Mecanismo de Langmuir-Hinshelwood. Mecanismo
de Rideal-Eley.
3. Preparação de Catalisadores – Métodos de precipitação, impregnação,
ancoragem, sol-gel. Catalisadores mássicos e suportados. Tipos de suporte.
Promotores.
4. Caracterização de Catalisadores – Composição química: espectrometria de
absorção, fluorescência de raios-X. Composição de superfície: área
superficial e porosidade, métodos espectrométricos. Adsorção seletiva.
Acidez.
5. Principais processos catalíticos heterogêneos – Oxidação catalítica. Mecanismo
redox. Processamento de petróleo e hidrocarbonetos. Transformação de
óleos vegetais: hidrogenação. Abatimento de poluentes gasosos.
6. Desativação de catalisadores – Desativação: envenenamento, entupimento e
sinterização. Velocidade de desativação.
METODOLOGIA
Aulas expositivas e dialogadas. Seminário. Aulas práticas.
AVALIAÇÃO
293
O desempenho acadêmico será avaliado por prova escrita, apresentação
de seminário, e avaliação do professor quanto a participação, assiduidade e
interesse.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Ciola, R. Fundamentos da catálise, Editora Moderna e Edusp, São Paulo, 1981.
Figueiredo, J. L. e Ribeiro, F. R. Catálise heterogênea, Fundação Caloustre
Gulbenkian, Lisboa, 1987.
Gates, B.C. Catalytic chemistry, John Wiley & Sons, Inc., New York, 1991.
Froment, G. F. and Bischoff, K. B. Chemical Reactor Analysis and Design, John Wiley
& Sons, New York, 2ª edição, 1990.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Thomas, J.M.; Thomas, W.J. Introduction to the principles of heterogeneous
catalysis, Academic Press, 1967.
Bond, G. C. Heterogeneous catalysis-Principles and applications, Clarendon Press,
Oxford, 1974.
Tanabe K., Misono M., Ono Y., Hattori H., New Solid Acids and Bases - their catalytic
properties, Studies in Surface Science and Catalysis, vol. 51, Elsevier, 1989.
Satterfield, C.N. Heterogeneous Catalysis in Practice, 2ª edição, McGraw Hill, 1977.
Fogler, H.S. Elements of Chemical Reaction Engineering, Prentice-Hall, 1992.
http://www.uyseg.org/catalysis/pages/cat_frames.htm
http://www.schoolscience.co.uk/content/5/chemistry/catalysis/catsch6pg1.html
http://www.aue.auc.dk/~stoltze/catal/book/main.htm
294
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
50-193 – ADITIVOS E COADJUVANTES NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS
CARGA HORÁRIA: 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Estudo da síntese e aplicação de aditivos e coadjuvantes em processamento de
alimentos em geral. Importância tecnológica, funcional e nutricional deles.
OBJETIVOS
Fornecer ao aluno conhecimentos específicos acerca dos avanços
tecnológicos na área de aditivos e coadjuvantes de importância para a indústria
de alimentos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Estudo Da Síntese E Aplicação De Aditivos E Coadjuvantes Em Processamento De
Alimentos Em Geral.
2. Importância Tecnológica, Funcional E Nutricional.
METODOLOGIA
Aulas expositivas e dialogadas. Seminários.
AVALIAÇÃO
O desempenho acadêmico será avaliado por prova escrita, apresentação
de seminário e avaliação do professor quanto à participação, assiduidade e
interesse.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Salinas, Rolando D. Alimentos e Nutrição - Introdução à Bromatologia. Artmed. 3º
ed., SP, 2002.
Bobbio, Florinda Orsatti. Introdução À Química de Alimentos. Varela. 3ª ed., SP,
2003.
Fennema, Owen R. Quimica de los alimentos. Acribia - Espanha, 2000.
Fisher, Carolyn. Flavores de los alimentos - Biologia y quimica. Acribia - Espanha,
2000.
Multon, J.-L. Aditivos y auxiliares de fabricacion en las industrias agroalimentares.
Acribia - Espanha, 1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Artigos de periódicos relacionados ao tema da disciplina.
295
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
50-194 – ANÁLISE INSTRUMENTAL PARA ENGENHARIA DE ALIMENTOS
CARGA HORÁRIA: 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Amostragem e preparo de amostra em análise de alimentos. Confiabilidade dos
resultados. Métodos de análise de alimentos por cromatografia, espectrometria
de massa, fluorimetria, espectrometria de absorção no visível, ultravioleta e
infravermelho e espectrometria de emissão e absorção atômicas.
OBJETIVOS
Fornecer ao aluno conhecimentos específicos
instrumental aplicada à engenharia de alimentos.
acerca
da
análise
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Amostragem E Preparo De Amostra Em Análise De Alimentos.
2. Confiabilidade Dos Resultados.
3. Métodos De Análise De Alimentos Por Cromatografia, Espectrometria De Massa,
Fluorimetria, Espectrometria De Absorção No Visível, Ultravioleta E Infravermelho E
Espectrometria De Emissão E Absorção Atômicas.
METODOLOGIA
Aulas expositivas e dialogadas. Seminários.
AVALIAÇÃO
O desempenho acadêmico será avaliado por prova escrita, apresentação
de seminário e avaliação do professor quanto à participação, assiduidade e
interesse.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Fennema, Owen R. Quimica de los alimentos. Acribia - Espanha, 2000.
Vaitsman, Delmo Santiago; Cienfuegos, Freddy. Análise instrumental. Interciencia,
SP, 2000.
Skoog, Douglas A.; Holler, F. James; Nieman, Timothy. Principios de analise
instrumental. Interciência, SP, 2002.
Ciola Remolo, Fundamentos da cromatografia a líquido de alto desempenho:
HPLC. Edgard Blücher, SP, 1998.
296
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Artigos de periódicos relacionados ao tema da disciplina.
297
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
50-195 – TOXICOLOGIA DE ALIMENTOS A
CARGA HORÁRIA: 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Fundamentos de toxicologia. Delineamento de estudos de toxicidade.
Carcinogênese química. Compostos tóxicos naturais de origem vegetal e animal.
Aditivos, pesticidas, nitrosaminas, metais tóxicos e micotoxinas em alimentos.
Contaminantes ambientais e compostos tóxicos formados durante o
processamento de alimentos.
OBJETIVOS
Fornecer ao aluno conhecimentos específicos em engenharia genética
com enfoque especial na aplicação na área de alimentos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Fundamentos De Toxicologia.
2. Delineamento De Estudos De Toxicidade.
3. Carcinogênese Química.
4. Compostos Tóxicos Naturais De Origem Vegetal E Animal.
5. Aditivos, Pesticidas, Nitrosaminas, Metais Tóxicos E Micotoxinas Em Alimentos.
6. Contaminantes ambientais e compostos tóxicos formados durante
processamento.
o
METODOLOGIA
Aulas expositivas e dialogadas. Seminários.
AVALIAÇÃO
O desempenho acadêmico será avaliado por prova escrita, apresentação
de seminário e avaliação do professor quanto à participação, assiduidade e
interesse.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Midio, Antonio Flavio. Toxicologia de Alimentos. Varela, SP, 2000.
Midio, Antonio Flavio; Martins, Deolinda Izumida. Herbicidas em alimentos.Varela,
SP, 1997.
Hobbs. Higiene y toxicologia de los alimentos. Acribia- Espanha, 1997
298
Bjeldanes; Shibamoto, Takayuki. Introduccion a la toxicologia de los alimentos.
Acribia - Espanha, 1996.
Scussel, Vildes Maria. Micotoxinas em alimentos. Insular, SP, 1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Artigos de periódicos relacionados ao tema da disciplina.
299
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
50-196 – ENGENHARIA GENÉTICA APLICADA A ALIMENTOS
CARGA HORÁRIA: 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
DNA, RNA e síntese protéica. Genética bacteriana. Engenharia genética: vetores
de clonagem, bancos de cDNA e DNA genômico, métodos de clonagem.
Transgênicos: aplicações e riscos.
OBJETIVOS
Fornecer ao aluno conhecimentos específicos acerca dos avanços
tecnológicos na área de aditivos e coadjuvantes de importância para a indústria
de alimentos.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Dna, Rna e Síntese protéica.
2. Genética Bacteriana.
3. Engenharia Genética: vetores de clonagem, bancos de cDNA e DNA
genômico, métodos de clonagem.
4. Transgênicos: aplicações e riscos.
METODOLOGIA
Aulas expositivas e dialogadas. Seminários.
AVALIAÇÃO
O desempenho acadêmico será avaliado por prova escrita, apresentação
de seminário e avaliação do professor quanto à participação, assiduidade e
interesse.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Alberts, B.; Bray, D.; Lewis, J.; Raff, M.; Roberts, K; Watson, J. Biologia Molecular da
Célula. Porto Alegre, Artes Médicas, 1997.
Brown, T.A. Genética: um enfoque molecular. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan,
1999.
Darnell, J. E. Lodisch, H. Baltimore, D. Molecular Cell Biology. 2a. Ed. Scientific Amer,
1990.
Melo, I.S.; Valadares-IngliS, M.C.; Nass, L.L.; Valois, A.C.C. Recursos genéticos e
melhoramento: microrganismos. Jaguariúna, SP. Embrapa Meio Ambiente, 2002.
300
Torres, A.C.; Caldas, L.S.; Buso, J.A. Cultura de tecidos e transformação genética
de plantas. Brasília, EMBRAPA, 1998.
Zaha, A. et al. Biologia Molecular Básica. Porto Alegre: Ed. Mercado Aberto, 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Artigos de periódicos relacionados ao tema da disciplina.
301
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
30-223– CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE POLÍMEROS
CARGA HORÁRIA: 30 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 02
EMENTA
Conceitos Básicos. Síntese de Polímeros. Características e propriedades de
polímeros. Fabricação e Transformação de Polímeros. Biopolímeros. Polímeros
biodegradáveis. Reciclagem de Plásticos.
OBJETIVOS
•
•
Introduzir ao aluno os conceitos fundamentais dos materiais poliméricos
mais comuns, suas características, principais propriedades de engenharia,
bem como algumas noções sobre a síntese, caracterização e processos de
transformação.
Mostrar a importância da reciclagem dos polímeros tem para sua
sobrevivência como materiais de engenharia e como torná-la técnica e
economicamente viável.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1. Introdução à Ciência de Polímeros: Definição e classificação dos polímeros.
Propriedades específicas. Breve histórico. Principais tipos. Produção brasileira de
plásticos.
2. Síntese de polímeros: Matérias primas. Características de um Monômero. Tipos
de reações químicas de polimerização. Processos de polimerização: massa,
solução, emulsão, suspensão e interfacial.
3. Características de polímeros: Forças de Ligação nos Polímeros. Ligações
covalentes e de Van der Waals. Influência da Temperatura. Arranjo cristalino das
moléculas de polímero. Conseqüências das forças de ligação e intermoleculares
sobre as características dos polímeros. A Transição Vítrea. Temperatura de fusão
cristalina (Tf) e de transição vítrea (Tv). Cristalinidade dos Polímeros.
4. Propriedades dos Polímeros: Propriedades mecânicas, térmicas, elétricas, óticas,
químicas; físico-químicas. Ensaios e normas utilizadas.
5. Aditivos para Polímeros: Formulações. Cargas, plastificantes, modificadores de
impacto, anti-oxidantes, retardantes de chama, lubrificantes, estabilizadores de
ultra-violeta, estabilizadores térmicos, pigmentos, corantes, agentes de cura,
agentes de expansão, agentes anti-estáticos.
6. Fabricação e Transformação de Polímeros: Preparação das Formulações.
Dosagem. Mistura. Plastificação. Granulação. Moagem. Extrusão e co-extrusão.
Moldagem por Sopro. Moldagem por Injeção. Termoformagem. Calandragem.
7. Características dos biopolímeros. Fontes naturais de biopolímeros. Produção de
biopolímeros por via fermentativa: conceitos básicos e principais microrganismos
produtores. Fatores que influenciam a produção de biopolímeros. Aplicação na
Indústria de Alimentos.
8. Reciclagem de polímeros: Motivação. Aspectos econômicos. Tipos de
reciclagem. Limitações técnicas
302
9. Aplicações de polímeros e biopolímeors em Indústrias de Alimentos.
10. Aulas práticas.
AVALIAÇÃO
A avaliação será feita através da apresentação de seminários em temas
relacionados ao conteúdo teórico e relatórios das aulas práticas, bem como pela
participação e envolvimento dos alunos em sala de aula.
METODOLOGIA
Aulas expositivas (teóricas) e práticas em laboratório.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Michaeli, W. e outros. Tecnologia dos Plásticos. Editora Edgard Blücher Ltda., São
Paulo, 1995
Mano, E.B. Introdução aos Polímeros. Editora Edgard Blücher Ltda., São Paulo,
1985.
Mano, E.B. Polímeros como Materiais de Engenharia. Editora Edgard Blücher Ltda.,
São Paulo, 1991.
Guedes, B. & Filauskas, M. O Plástico. Livros Érica Editora, São Paulo, 1991.
Alfrey, T. & Gurnee, E.F. Polímeros Orgânicos. Editora Edgard Blücher Ltda., São
Paulo, 1971.
Rodrigues, F. Principles of Polymer Systems. Taylor & Francis, Washington, 1996.
Billmeyer, F.W. Textbook of Polymer Science. Wiley-Interscience, New York, 1971.
Strong, A.B. Plastics: Materials and Processing. Prentice-Hall, Columbus, 1996.
Ogorkiewicz, R.M. Engineering Properties of Thermoplastics. Wiley-Insterscience,
London, 1970.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Artigos de periódicos relacionados ao tema da disciplina.
303
UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
CAMPUS DE ERECHIM
CURSO: ENGENHARIA DE ALIMENTOS
PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA
73-400– REALIDADE BRASILEIRA
CARGA HORÁRIA: 60 H/A
Nº DE CRÉDITOS: 04
EMENTA
O curso está dedicado a uma introdução das relações entre ciências, tecnologia
e a sociedade contemporânea. Será dada ênfase especial ao caso brasileiro,
tentando mostrar como se concretizam essas relações num contexto específico. A
abordagem será interdisciplinar, através de uma contribuição da antropologia da
ciência da história e da sociologia.
OBJETIVOS
Identificar, analisar e avaliar criticamente os principais
apresentados pelo modelo de desenvolvimento adotado pelo Brasil.
problemas
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
1.
2.
3.
4.
5.
A QUESTÃO DA FOME.
CIDADANIA.
EDUCAÇÃO.
TRABALHO.
CIÊNCIA E TECNOLOGIA.
METODOLOGIA
O conteúdo programático será desenvolvido através do estudo e discussão
de obras constantes na bibliografia.
AVALIAÇÃO
Será feita através da exposição oral e análise escrita da problemática ou
tema discutido.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COSTA, Homero de Oliveira. A Lei de Patentes e os Interesses Nacionais. Cadernos
do Ceas, n.º 149. jan/fev/94.
CHAMIN, Philippe. Políticas Agrícolas. Cadernos do Ceas, n.º 154, nov/dez/94.
FILGUEIRAS, Luis. O Plano Econômico-político FHC e as Eleições Presidenciais.
Cadernos do Ceas, n.º 152, jul/ago/94.
JOVINIANO NETO. Conjuntura Internacional e Direitos Humanos. Cadernos do
Ceas, n.º 151, maio/junho/94.
OLIVEIRA, Nelson. Notas sobre o Estado e Pequena Produção. Cadernos do Ceas,
n.º 143, jan/fev/93.
PLANO NACIONAL DE REFORMA AGRÁRIA. 1985
304
SECHER, Heinz. Narcotráfico: A Economia Viciada da Colômbia. Cadernos do
Ceas, n.º 144. mar/abr./93.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BUENO, Ricardo. Por que Faltam Alimentos no Brasil? Porto Alegre: Vozes, 1985.
CASTRO, Mary G. Violência contra a Mulher. Cadernos do Ceas, n.º 150, mar/abr/94.
CPT. O Campo Brasileiro em 1993. Cadernos do Ceas, n.º 148, nov/dez/93.
Depoimento de D. Augusto Alves da Rocha à CPI da pistolagem. Cadernos do
Ceas, n.º 146, jul/ago/93.
KRAYCHETE, Gabriel. Brasil: Refazendo um Retrato. Cadernos do Ceas, n.º 147,
set/out/93.
RIBEIRO, Lúcia. A Experiência do Aborto entre Mulheres Católicas. Cadernos do
Ceas, n.º 153, set/out/94.
RUBIM, Antonio R. C. Mídia, Política e Eleições Brasileiras de 1989 a 1994. Cadernos
do Ceas, n.º 154, nov/dez/94.
SPOSITO, Maurício P. Luta pela Terra em dois Assentamentos em São Paulo.
Cadernos do Ceas, n.º 145, maio/jun/93.
305
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PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE ENGENHARIA DE ALIMENTOS