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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL
DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO E DE PLANEJAMENTO
DPO - REITORIA
,
MEMORIAL DESCRITIVO
Construção da SUBESTAÇÃO do Campus Farroupilha.
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GENERALIDADES
O presente Memorial Descritivo refere-se aos serviços necessários
para a construção da Subestação do Instituto Federal de Educação,
Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul – Campus Farroupilha,
situado na Av. São Vicente, 785 Bairro Cinquentenário – Farroupilha
-RS. Os serviços contemplam movimentação de terra, fundações,
estrutura de concreto armado, alvenarias, instalações elétricas
(transformador e QGBT), revestimentos, esquadrias, pavimentações,
pinturas e complementos. Os serviços serão regidos pelo presente
Memorial Descritivo e projetos anexos, em acordo com as Normas
Técnicas Brasileiras.
Os materiais especificados serão de primeira qualidade,
atendendo os requisitos das Especificações Brasileiras. Serão
considerados como similares os materiais que apresentarem as mesmas
características e propriedades que os materiais especificados, cabendo à
Contratada a prova das mesmas por instituição idônea.
Todo o material a ser adquirido para a obra deverá ser
previamente apresentado à fiscalização para apreciação e análise
por meio de amostra múltipla, em tempo hábil para que, caso a
utilização do mesmo seja vetada, sua reposição não venha a afetar o
cronograma preestabelecido. As despesas decorrentes de tal
providência serão da Contratada.
A Contratada deverá efetuar um rigoroso controle tecnológico dos
materiais utilizados na obra, bem como verificar e ensaiar os elementos
da obra ou serviço onde forem realizados processos de
impermeabilização, a fim de garantir a adequada execução da mesma.
Impostos Federais, Estaduais ou Municipais, bem como taxa de
seguro, Responsabilidade Civil, contratos, deverão estar incluídos nos
preços a serem apresentados.
As multas impostas à Contratada pelo Poder Público e Órgãos da
Fiscalização, decorrentes de transgressões cometidas pela mesma ao
desenvolver os serviços contratados, serão de sua responsabilidade. A
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contratada deverá providenciar a expedição do Habite-se Parcial para as
edificações.
Os serviços deverão ser dirigidos por encarregado da Contratada,
funcionário desta, o qual ficará responsável pelos funcionários da
Empresa e será, à exceção dos Responsáveis Técnicos, Arquiteto e/ou
Engenheiro Civil ou Titulares da Contratada a única pessoa autorizada a
estabelecer contatos com a Fiscalização.
A Contratada deverá permitir aos seus funcionários atuantes em
serviços relacionados ao objeto da Licitação o atendimento das medidas
preventivas de Segurança do Trabalho, conforme NR-6, NR-8 e NR-18,
sob pena de suspensão dos serviços pela Fiscalização, durante o prazo
de execução, no caso de não cumprimento dessas medidas.
A Contratada colocará uma placa para identificação da obra em
execução, conforme padrão definido pelo IFRS.
Será de responsabilidade da Contratada o projeto e execução de
galpões, depósitos e barracões necessários à obra, bem como sua
manutenção, devendo os mesmos ter a aprovação da fiscalização.
As ligações provisórias de água e luz deverão atender aos padrões
exigidos pelas concessionárias locais e sua instalação será de
responsabilidade da Contratada. Os custos referentes ao consumo
mensal durante o período de execução da obra, bem como a solicitação
de desligamento ao final desta, serão de responsabilidade da empresa
Contratada.
As instalações sanitárias provisórias da obra deverão ser
providenciadas e custeadas pela Contratada. A localização destas
instalações dentro do canteiro de obras deverá ser aprovada pela
Fiscalização. Sua construção e condições de manutenção deverão
garantir condições de higiene satisfatórias de acordo com as exigências
da saúde pública e atender as Normas Regulamentadoras do Ministério
do Trabalho.
1 – SERVIÇOS INICIAIS
Consiste na preparação da área para locação e execução da
edificação. Inicialmente será retirada toda a cobertura vegetal
existente, com o cuidado na obtenção do licenciamento ambiental,
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quando da retirada de espécies nativas e de espessura definidas pela
legislação pertinente. Após inicia-se a preparação do canteiro de obras,
com a construção do barracão para alojamento e depósito de materiais.
É obrigatório a delimitação da área do canteiro coma utilização de
tapumes. A edificação será marcada no terreno conforme a planta de
locação aprovada. Todos os serviços acima deverão ter o
acompanhamento e orientação da fiscalização.
2 – INFRAESTRUTURA
Compreende a execução de fundações superficiais da Subestação
e outros elementos estruturais necessários, conforme especificações de
projeto e determinações das Normas Técnicas.
2.1 ESCAVAÇÕES MECÂNICAS
Serão necessárias escavações para a execução de fundações,
terraplanagem para nivelamento de terreno. O material resultante das
escavações, impróprio para reúso, deverá ser retirado para fora da
Unidade. O restante do material deverá ser aproveitado para aterro,
reaterro ou depositado na área da obra conforme indicação da
Fiscalização.
2.2 FORMA DE FUNDAÇÃO
Executada com guias de pinho, de boa qualidade, permitindo
reaproveitamento das mesmas, nas dimensões constantes no projeto
de fundações.
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2.3 ARMADURA
Utilização de aço CA 50 e/ou CA 60, conforme especificado nos
projetos estruturais. Será executado lastro de brita, com espessura de
10 cm, sempre que a estrutura estiver em contato com o solo.
2.4 CONCRETO
Será utilizado concreto usinado (pré-misturado), fck 30Mpa,
slump adequado para a estrutura. A altura máxima de queda nunca
superior a 2 metros e com a conformação de corpos de prova para cada
partida de concreto. A Contratada deverá fornecer à Fiscalização, cópia
do Laudo de Ruptura dos corpos de prova.
2.5 REATERRO MECÂNICO
Deverá ser feito reaterro mecânico para o preenchimento das
escavações realizadas (sapatas e valas), com mesmo material ou de
empréstimo, mantendo o terreno plano e nivelado para outros serviços.
3 – SUPRAESTRUTURA
Deverá ser executada conforme o Projeto Estrutural e
especificações da NBR-6118. A Contratada deverá apresentar,
juntamente com a etapa de instalação do canteiro, para apreciação da
Fiscalização, o Plano de Concretagem (indicando inclusive o traço,
granulometria e aditivos) que pretende executar. Chama-se a atenção
de que não deverão ser previstos remendos ou nateamento de
superfícies para fins de retoque, devendo ser obedecido o cobrimento
indicado. A concretagem somente será executada após verificação e
autorização por escrito da Fiscalização.
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3.1 ATERRO E LASTRO
Os aterros deverão satisfazer as cotas indicadas em projeto,
executados com material indicado e sua composição aprovada pela
Fiscalização. Serão executados com material local em camadas com
espessura máxima de vinte (20) centímetros, bem compactados e
irrigados.
Após o aterro descrito acima, será estendida uma camada de brita
nº 1 e 2, com espessura de dez (10) centímetros, servindo de lastro
para posteriores estruturas.
3.2 FORMAS
Poderão ser utilizadas formas de madeira galgadas, bitoladas e
aplainadas em uma face, chapas de compensado ou chapas metálicas,
dispensando-se o aplainamento nos elementos que não vierem a ter
contato direto com o concreto.
Deverá ser utilizado desformador a base de resina, tipo Separol
ou equivalente.
As formas obedecerão aos níveis, eixos e faces indicados em
planta.
Passagem de dutos deverá ser previsto nos pontos indicados nos
desenhos, com a utilização de tacos de madeira revestidos de isopor.
Reitera-se especial atenção quanto aos níveis indicados em
planta, contraventamento, prumos e alinhamentos.
3.3 ARMADURA
Constitui-se de barras de aço de classe CA-50 e/ou CA-60, em
conformidade com a EB-3/80, e armadas de acordo com o projeto
Estrutural e determinações da NBR-6118, especialmente item 9.
É obrigatória a utilização de espaçadores plásticos para garantir o
cobrimento estabelecido em projeto. A colocação dos espaçadores
deverá ser feita anteriormente ao pedido de verificação e liberação para
concretagem.
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3.4 CONCRETO
Será utilizado concreto pré-misturado, atendendo o fck
especificado no projeto estrutural e na falta de indicação, o fck será de
30 Mpa. Será feita a verificação do Slump, antes da concretagem, com
abatimento adequado para cada tipo de estrutura.
Vetar o uso de concreto bombeado caso não houver plano de
concretagem e consequente reforço do escoramento, estanqueidade
das formas e cuidados com armadura negativa.
O uso de aditivos especiais será permitido somente sob consulta
prévia à Fiscalização, acompanhada de justificativa por escrito.
A cura será feita por aspersão, iniciada logo após a concretagem,
por um período de 10 dias, duas vezes por dia (manhã e tarde).
A contratada solicitará à Fiscalização a liberação da concretagem,
conforme Plano aprovado. Caberá à Fiscalização a conferência da
estrutura para posterior liberação.
A vibração será obrigatoriamente mecânica, com disponibilidade
mínima na obra de dois vibradores mecânicos de imersão.
Será exigida a confecção de corpos de prova para cada partida de
concreto, moldados no local e na presença da Fiscalização. A
Contratada deverá fornecer cópias dos Laudos de Ruptura dos corpos
de prova à Fiscalização.
4 – IMPERMEABILIZAÇÃO
Vigas baldrame
Previamente à execução das alvenarias, executar pintura sobre
superfície seca e limpa, com Igolflex, no mínimo quatro demãos,
seguido de aspersão de areia grossa e seca.
Aplicação: Em todas as vigas do pav. Térreo (baldrame).
Laje de forro
Sobre a laje da Subestação, será executada uma camada de
regularização de cimento e areia, traço 1:3, com no mínimo 2,5cm de
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espessura. Deverá ser deixado uma inclinação mínima de 1%.
A seguir, executar impermeabilização com manta asfáltica de
quatro milímetros de espessura, padrão Viapol ou similar.
Antes de colocar a manta, a superfície deverá apresentar-se
regularizada, limpa, seca, isenta de partículas soltas e as trincas se
houverem, deverão ser tratadas com mastique à base de poliuretano.
Após rigorosa limpeza.
Aplicação: na laje de forro da Subestação.
5 - PAREDES E DIVISÓRIAS
5.1 ALVENARIAS
Será exigida a identificação do fornecedor, além das
características seguintes: bem queimado, isento de trincas, dimensões
uniformes e com resistência mecânica e porosidade satisfazendo a NBR
7171, e necessariamente peso específico não superior a 1.400Kg/m3.
O assentamento será com argamassa de cal, areia e cimento,
traço 1:2:8, perfeitamente alinhados, contrafiados e aprumados,
obedecendo as espessuras indicadas em planta. Será exigida a
execução de verga e contraverga nas aberturas, quando o fechamento
não coincidir com a viga da estrutura. Na falta de indicação em planta.
A Fiscalização orientará a execução das mesmas.
6- REVESTIMENTOS
6.1. CHAPISCO
Será aplicada massa de cimento e areia, traço 1:3 em todas as
paredes e tetos que receberão massa única.
Aplicação: Sobre todas as alvenarias, vigas e lajes que receberão
revestimentos.
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6.2. MASSA ÚNICA
Será utilizada argamassa de revestimento com cal hidráulica e
areia média, traço 1:5 com 20% ci, desempenado e fratachado,
espessura não superior a 1,5 cm.
Aplicação: Sobre todas as alvenarias, vigas e lajes que receberão
revestimentos.
7 – PINTURAS
7.1 BASE ACRÍLICA
Onde for rebocado, deverá ser aplicada uma demão de selador
acrílico. Antes da aplicação do selador acrílico as superfícies deverão ser
lixadas e limpas. Todas as superfícies receberão pintura acrílica com
tinta de primeira linha (Premium) em tantas demãos quantas forem
necessárias ao perfeito cobrimento das superfícies e uniformidade de
coloração, sendo no mínimo 2 demãos, padrão Suvinil, na coloração a
ser especificada pela Fiscalização.
Aplicação: em todos os revestimentos de parede e esquadrias.
8 – ESQUADRIAS
8.1 ESQUADRIAS DE FERRO
As portas e janelas externas serão de ferro, executadas conforme
dimensões constantes no projeto. Serão tipo veneziana fixa, aço 14
USG. As dimensões da veneziana deverão obedecer ao prescrito no
Manual RIC – Anexo C, item 2.1 e 2.2 (RGE). As portas serão dotadas
de trincos com abertura somente interna. Todos os acessos internos às
celas serão protegidos com tela metálica tipo OTIS até o teto, malha
1,5x1,5 cm, arame 14 BWG, com portas munidas de cadeado mestrado,
fixadas em cantoneiras. Obedecer as dimensões constantes no projeto
arquitetônico e elétrico. Todas as esquadrias serão instaladas e após
receberão proteção com pintura acrílica nas cores definidas pela
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fiscalização.
9 – PPCI
9.1 EXTINTORES
Será instalado 01 extintor tipo CO2, 6 kg, em local definido no
projeto elétrico, com placa fotoluminescente indicativa do extintor e de
saída.
9.2 SISTEMA DE ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA
O sistema de iluminação de emergência será constituído por dois
blocos autônomos de 220VCA – 2 x 8 W posicionados conforme
indicação em projeto.
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INSTALAÇÕES
TRANSFORMADOR E QGBT.
ELÉTRICAS
DA
SUBESTAÇÃO,
10.1 ENTRADA PRIMÁRIA DE ENERGIA
A entrada será subterrânea, tensão primária 15 kV, para tanto
deverão ser instalados 4 (quatro) cabos condutores do tipo EPR, tensão
de isolamento 15 kV, # 35 mm². Um desses cabos serve como reserva
técnica.
Os condutores de entrada serão protegidos por um eletroduto
fabricado em PVC rígido, diâmetro 4”. O eletroduto que ficar fixado no
poste deverá ser em aço galvanizado c/ 3 m, diâmetro 4”, devendo seu
extremo ser vedado com massa de calafetar.
A entrada será provida de caixas de passagem em alvenaria de
tijolos maciços dimensões 800x800x800mm, caixilho de cantoneira com
tampa de concreto, ou conforme exigência da concessionária.
As tubulações que atravessarem locais de trânsito de veículos
deverão receber um envelope de concreto nas dimensões 40x40mm.
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O poste do ramal de ligação será em concreto circular, com
12(4kN)m sendo que os demais também deverão ser de concreto
cônico com altura e capacidade de carga (kN) a ser definida quando da
apresentação do projeto da rede pública definitivo.
As estruturas (cruzetas) no topo do poste, assim como as chaves
seccionadoras e demais equipamentos da subestação, deveram
obedecer as especificações conforme projeto que será apresentado e
aprovado pela Concessionária e pelo IFRS.
Deverá ser previsto toda a estrutura necessária para a perfeita
instalação e funcionamento da rede.
Medição de Energia:
A medição de energia será do tipo única, direta em Média Tensão,
conforme os padrões da Concessionária. Os transformadores de
corrente (TC’s) utilizados na medição serão fornecidos pela
concessionária e instalados pela contratada em cubículo próprio na
subestação.
A caixa para instalação dos medidores será em chapa, com
dimensões 600 x 850 x 400mm (padrão atualizado da Concessionária),
conforme detalhe em projeto. A demanda a ser contratada será definida
pela Contratante no momento da solicitação da ligação.
Subestação Transformadora:
O projeto prevê a montagem de uma cabine de medição em
média tensão e de uma Subestação para um transformador de 500kVA,
tensões primária 15 kV e secundária 380/220 V, 60HZ, em cabine
abrigada.
A Subestação será construída com paredes em alvenaria de tijolos
maciços com espessura mínima de 25cm, piso e teto em concreto.
O acabamento será:
- Paredes: reboco pintado em PVA cor branca;
- Piso (concreto armado): cimento queimado;
- Teto (concreto armado): pintado em PVA cor branca.
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As portas e janelas deverão possuir venezianas fixas do tipo duplo
invertida. As portas deverão abrir para fora, possuir fechadura padrão
da Concessionária e assim como nas janelas, deverá ter fixada placa de
advertência, com a inscrição “Perigo de Morte – Alta Tensão”.
O gradil de proteção, na Subestação, será em tela metálica do
tipo OTIS, articulável, construída com arame 14 BWG, malha de no
máximo 15 x 15 mm, estrutura em cantoneira de ferro 2” x 2” x 1/4”.
Todas as ferragens, sejam estruturas do gradil ou para
sustentação de equipamentos deverão receber tratamento anticorrosivo
e estarem ligadas à malha de aterramento, assim como as aberturas.
No cubículo do transformador, na chave seccionadora deverá ser
previsto intertravamento elétrico, além de ralo para a drenagem de
óleo do transformador, conforme projeto. Todas as características do
Disjuntor de MT bem como bitola de condutores de aterramento da
subestação deverão ser conforme definição apresentada em projeto
aprovado.
Quadro Geral de Baixa Tensão (QGBT):
Ficará instalado dentro de uma sala projetada junto ao cubículo
da Subestação, contendo todos os disjuntores gerais dos blocos.
O quadro deverá ser montado em armário de chapa de aço
resistente, com porta e dispositivo de fecho rápido, tratamento e
pintura na cor cinza, barramentos nas cores branca, preta e vermelha,
de cobre eletrolítico, fixado por meio de isoladores epóxi, com os
circuitos de distribuição protegidos através de disjuntores tripolares
termomagnético, capacidade especificada nos quadros geral (QGBT), no
projeto da subestação. Dimensões 1500x1200x800mm. Tipo painel
modular desmontável.
Deverá ser previsto a instalação de equipamentos de medição
(Voltímetros e Amperímetros) na porta do quadro de disjuntores.
Caixas de Passagem:
Na entrada de energia serão confeccionadas em alvenaria, com
tijolos maciços e revestidas internamente com cimento e argamassa,
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nas dimensões de 80x80x80cm, com tampa de concreto em dois
módulos e fundo com brita nº02.
As localizadas em área se circulação deverão ter suas tampas
revestidas com o mesmo material.
11. PAVIMENTAÇÃO - BLOCO INTERTRAVADO
11.1 ESCAVAÇÃO E COMPACTAÇÃO
Deverá ser feita uma regularização do terreno de forma que o
piso acabado fique 25 cm abaixo do piso interno do bloco, sendo que o
material excedente deverá ser todo removido e depositado em área
definida pela fiscalização. Após a decapagem será feita a compactação
da área. Caso surjam pontos de solos-moles, estes deverão ser
removidos e substituídos por areia.
Aplicação: no entorno da edificação.
11.2 BASE DE BRITA GRADUADA
Sob o solo compactado deverá ser executada uma camada de
10cm de Base de Brita Graduada(BBG) e compactada manualmente. A
mistura de agregados para base deve apresentar-se uniforme quando
distribuída, em uma única camada. Deverá ser tomado especial cuidado
a fim de evitar segregação do material.
11.3 BLOCOS DE CONCRETO TIPO UNISTEIN
Os materiais empregados na execução desse revestimento
deverão atender às especificações da NBR-9780 e NBR-9781.
Os blocos do tipo Unistein deverão ter 8cm de espessura, serem
constituídos de cimento Portland, agregados e água. O cimento deverá
obedecer às NBR-5732, NBR-5733, NBR-5735 e NBR-5736. Os
agregados devem ser naturais ou artificiais obedecendo a NBR-7211. A
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água utilizada na fabricação deverá ser isenta de fatores nocivos de
sais, ácidos, álcalis ou materiais orgânicos.
A resistência característica estimada à compressão, calculada de
acordo com o item 6.5 da NBR-9781, deve ser maior ou igual a 35 Mpa.
Os blocos deverão apresentar textura homogênea e lisa, sem
fissuras, trincas, ou quaisquer outras falhas que possam prejudicar o
seu assentamento ou comprometer a sua durabilidade ou desempenho,
não tendo nenhum retoque ou acabamento posterior ao processo de
fabricação.
A face superior do bloco não poderá ultrapassar a área de
350cm2. As arestas da face superior deverão ser bisotadas com um raio
de 3 mm.
O corte das peças deverá ser executado com serra circular,
munida de disco abrasivo. As juntas deverão ser uniformes.
Os blocos deverão ser assentados sob uma camada de areia
média, esparramada e sarrafeada, sem ser compactada, com espessura
uniforme de 5 cm.
O assentamento deverá ser feito do centro para os bordos.
A seguir será feito o rejuntamento de toda a área com areia fina,
bem seca e sem impurezas, espalhada sobre os blocos em uma camada
fina, utilizando uma vassoura até preencher completamente as juntas.
11.4 MEIOS FIOS
Conforme detalhado no projeto deverão ser colocados meios-fios
de concreto. Os meios-fios serão nas dimensões 15x30x100cm. Estes
deverão ser alinhados verticalmente e horizontalmente e as peças
deverão ser rejuntadas com argamassa de cimento e areia fina no traço
1:4.
12 - LIMPEZA TOTAL DA OBRA
Após a conclusão de todos os serviços a Contratada deverá
providenciar uma limpeza de toda a obra. Os vidros e esquadrias
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deverão ser limpos interna e externamente, com a retirada dos restos
de argamassa e tinta, sem danificar a esquadria.
Deverão ser removidos todos os restos de argamassa, tintas e
outros produtos dos eletrodutos aparentes, dos peitoris das janelas, dos
pisos, etc.
A utilização de produtos químicos para esses serviços deverá ser
comunicada à Fiscalização, que deliberará sobre o seu uso.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Todos os serviços deverão ser executados respeitando as
disposições de projeto e atendendo as necessidades previstas pelo
IFRS.
Todos os materiais e equipamentos fornecidos e instalados
deverão estar em conformidade com o relatório de Especificações
Técnicas ou o descrito nos projetos. Na falta destas indicações a
Fiscalização deverá ser comunicada.
Sempre que a FISCALIZAÇÃO tiver dúvidas com relação a
execução dos serviços e/ou materiais empregados, poderá solicitar a
CONTRATADA nova verificação e amostras do material para posterior
decisão.
Todos os serviços entregues pela Contratada deverão ter a
avaliação da Fiscalização para o aceite. Em discordância com as
especificações e/ou projetos, a Contratada será notificada para
regularização. Nenhuma instalação, integrada aos projetos elétricos
e/ou telefônico, seja aparente ou embutida, poderá ser considerada
liberada, sem a prévia verificação, por parte da CONTRATADA e da
FISCALIZAÇÃO, da continuidade e isolação dos circuitos, da segurança e
do acabamento das instalações executadas, das interferências com
outras utilidades.
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As instalações deverão ser entregues com energia elétrica,
testadas e em operação normal. A aceitação pela CONTRATANTE de
qualquer material, equipamento ou serviço, não exime a CONTRATADA
de total responsabilidade sobre qualquer irregularidade porventura
existente.
Bento Gonçalves, ABRIL de 2014.
_______________________
Resp. Técnico
16
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