Coleção “Documentos Normativos da UnP
Série Laranja: Regulamentos e Normas das Atividades Acadêmicas
Título: Regulamento do Hospital Simulado da Escola da Saúde
Volume: 14
REGULAMENTO DO
HOSPITAL SIMULADO
Editora Universidade Potiguar – Edunp
Unidade Salgado Filho, 1610, 3º andar, sala 306 – Lagoa Nova
CEP: 59.056-000 – Natal/RN.
Fone: (84) 3215 1222 – E-mail:[email protected]
NATAL/RN
2011
UNIVERSIDADE POTIGUAR
REGULAMENTO DO
HOSPITAL SIMULADO
NATAL/RN
2011
DIRIGENTES DA UNIVERSIDADE POTIGUAR
Diretor Geral
Dimas Alberto Ferreira
Reitora
Profª Msc. Sâmela Soraya Gomes de Oliveira
Pró-Reitora de Graduação e Ação Comunitária
Profª Sandra Amaral de Araújo
Pró-Reitor de Pesquisa, Extensão e Pós-graduação
Prof. Dr. Aarão Lyra
Diretora da Escola da Saúde
Profa. Dra. Giselle Gasparino Santos-Coluchi
Sumário
CAPÍTULO I
DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS DO HOSPITAL SIMULADO .............5
CURSO DE MEDICINA
CAPÍTULO II
Coordenador
Prof. Dr. Ion Garcia Mascarenhas de Andrade
DA ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DO HOSPITAL.............................5
Diretor
Prof. Msc. Fernando Antônio Brandão Suassuna
DAS CONDIÇÕES DE ACESSO E PERMANÊNCIA ..................................9
Diretora Adjunta
Profª Dra. Maria da Conceição de Mesquita Cornetta
DOS EQUIPAMENTOS E MATERIAL DE CONSUMO ..............................10
Editora Universidade Potiguar – Edunp
Patrícia Gallo e Adriana Evangelista
DOS DIREITOS, DEVERES E NORMAS DISCIPLINARES
DO ALUNO USUÁRIO DO HOSPITAL .......................................................11
CAPITULO III
CAPÍTULO IV
CAPÍTULO V
CAPÍTULO VI
Sistema Integrado de Bibliotecas – SIB-UNP
U58r
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS .......................................................................13
Universidade Potiguar
Regulamento do Hospital Simulado da Escola da Saúde /
Escola da Saúde. – Natal: Edunp, 2011.
29p. – (Coleção Documentos Normativos da UnP. Série Laranja,
Regulamentos e Normas das Atividades Acadêmicas, v.14)
1. Hospital Simulado – UnP – regulamento. I.Título.
RN/UnP/BCSF
CDU 614.253.1
ANEXOS .................................................................................. 15
Regulamento do Hospital Simulado
CAPÍTULO I
DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS DO HOSPITAL SIMULADO
Art. 1º – O Hospital Simulado da Universidade Potiguar
caracteriza-se por apresentar uma estrutura tecnológica que propicia aos estudantes dos cursos de graduação e de pós-graduação,
desde a 1ª série, a vivência de situações que poderiam ser reais,
através de simulações.
Parágrafo único – A simulação é realizada por tarefas e se
utiliza da reprodução parcial ou total dessas tarefas em um modelo
artificial, denominado simulador, e de cenários simulados com pacientes standarizados.
Art. 2º – São objetivos do Hospital:
I – Propiciar ao aluno o aprendizado da área clínica e cirúrgica na
prática hospitalar e clínica.
II – Desenvolver uma visão crítica e construtiva da prática hospitalar e clínica, a partir de múltiplas práticas relacionadas à sua
área de formação acadêmica, as quais envolvem o exame físico e
clínico, desde o histórico inicial da doença, até a sequência de cuidados sistematizados, como também, o plano dos recursos para
cada situação.
CAPÍTULO II
DA ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DO HOSPITAL
Art. 3º – O Hospital Simulado é gerido pela Direção da
Escola da Saúde que, nessa condição, tem como competências:
I – apresentar à Direção da Universidade as medidas necessárias
ao bom funcionamento do Hospital Simulado, assim como propos-
5
6
Regulamento do Hospital Simulado
Regulamento do Hospital Simulado
tas para a aquisição ou manutenção de equipamentos necessários
ao pleno funcionamento do Hospital Simulado;
f) Planejar ações que permitam a efetiva qualidade no
processo ensino-aprendizagem;
II – realizar avaliações periódicas do funcionamento do Hospital
considerando a sistemática de autoavaliação institucional;
g) Promover integração entre os Cursos da Escola da Saúde nas Simulações;
III – promover reuniões mensais com diretores de cursos de
graduação e coordenadores de cursos de pós-graduação, com
vistas ao planejamento e à organização da utilização dos ambientes de simulação;
h) Divulgar as ações realizadas a partir do contato com a
Acessoria de Imprensa da Instituição;
IV – zelar pelo cumprimento deste Regulamento e propor alterações, quando necessário, considerando sugestões dos usuários do Hospital Simulado e resultados das avaliações do seu
funcionamento.
j) Promover a capacitação do corpo docente para a utilização dos espaços e para a criação de cenários;
Art. 4º – A estrutura de pessoal do Hospital é integrada
também pelos professores coordenadores e por técnicos de nível superior.
l) Organizar a agenda das simulações de acordo com as
necessidades dos cursos solicitantes;
§ 1º – Aos professores coordenadores compete:
a) Zelar pelo bom funcionamento do Setor no que diz respeito a limpeza, organização, normas de biossegurança, equipe técnica e manutenção dos equipamentos de
estrutura física;
b) Planejar as ações realizadas pela Equipe do Hospital
Simulado;
i) Realizar reuniões sistemáticas com toda a equipe técnica;
k) Incentivar a produção científica referente às praticas do
Hospital Simulado;
m) Informar à Escola da Saúde a ocorrência de qualquer
intercorrencia para que sejam tomadas as devidas providencias;
Parágrafo Único – Ao professor coordenador fica vedada
qualquer decisão relativa à retirada de equipamentos do Hospital
e à divulgação de informações sobre a sua estrutura e funcionamento sem a prévia autorização da Direção da Escola da Saúde.
§ 2º – Aos técnicos compete:
c) Manter contato sistemático com a Direção da Escola da
Saúde;
Manter atualizado o controle de utilização do Hospital
Simulado;
d) Planejar a compra dos materiais de consumo e solicitá-los com antecedência à Escola da Saúde;
Prever o material necessário para a realização das práticas e, na falta, solicitá-lo aos professores coordenadores do
Hospital Simulado;
e) Acompanhar as manutenções dos equipamentos e da
estrutura física;
7
8
Regulamento do Hospital Simulado
Regulamento do Hospital Simulado
Zelar pela limpeza, organização, conservação e uso correto dos equipamentos e materiais;
VI – Manter o Hospital Simulado devidamente organizado após
utilizá-lo;
a) Responsabilizar-se pelo uso adequado dos equipamentos e materiais.
VII – Comunicar por escrito aos professores coordenadores do
Hospital Simulado, qualquer estrago, avaria ou extravio provocado
no material, para que seja providenciada a reposição.
b) Assessorar o professor nas aulas práticas no Hospital
Simulado quando solicitado.
c) Dirigir-se ao professor da disciplina em caso de dúvidas.
Parágrafo Único – Os docentes só poderão utilizar materiais, equipamentos ou qualquer dependência do Hospital com o
prévio agendamento das atividades junto à coordenação.
d) Organizar pacotes e kits utilizados em aulas práticas.
e) Restringir a entrada de pessoas portando pastas, bolsas,
alimentos e similares nos ambientes do Hospital Simulado.
f) Orientar os alunos para o uso correto de equipamentos.
g) Cumprir e zelar pelo cumprimento deste Regulamento.
Art. 5º – Os docentes das disciplinas cujo desenvolvimento
requer a realização de simulações são responsáveis por:
I – Requisitar aos professores coordenadores, com antecedência
de, pelo menos 48h, a utilização do Hospital Simulado, bem como,
os materiais/kits que pretendam utilizar;
II – Cumprir e fazer cumprir o presente Regulamento, assim como
as normas de biossegurança pertinentes;
III – Seguir os procedimentos de descarte de material conforme
orientação da Equipe do Hospital Simulado;
IV – Solicitar ao professor coordenador do Hospital a reposição de
materiais que tenham sido utilizados no ambiente;
V – Contatar os professores coordenadores para propor eventos
internos e externos, que envolvam o Hospital ou qualquer equipamento ou material contido no mesmo;
CAPITULO III
DAS CONDIÇÕES DE ACESSO E PERMANÊNCIA
Art. 6º – Docentes e alunos dos cursos da Escola da Saúde
da UnP podem utilizar os ambientes do Hospital Simulado desde
que não estejam em manutenção ou tenham sido reservados para
a realização de aulas práticas, ou, ainda, se estiverem em uso.
Parágrafo único – Alunos somente podem permanecer no
Hospital Simulado na presença de um professor ou de um técnico
responsável pelo Hospital Simulado.
Art. 7º – O acesso ao Hospital só pode ocorrer mediante
autorização da equipe técnica, coordenadores e/ou Direção da Escola da Saúde.
§ 1º – Após autorizado, o docente, aluno ou técnico que
queira ter acesso ou usar os ambientes do Hospital deve cumprir
os seguintes requisitos:
a) usar bata ou jaleco, de propriedade pessoal, sempre em
bom estado de conservação e de limpeza;
9
10
Regulamento do Hospital Simulado
Regulamento do Hospital Simulado
b) acondicionar material pessoal (canetas, livros, celulares, entre outros) nos armários existentes na entrada
do Hospital;
ao docente responsável pela disciplina para as devidas providências junto à Coordenação do curso de origem do aluno e também
à Direção da Escola da Sáude.
c) usar, exclusivamente, lápis do tipo grafite;
Parágrafo único – Caso o dano seja provocado por utilização incorreta dos equipamentos, o responsável deverá responder
financeiramente pela reposição dos itens avariados.
d) zelar pelo bom uso e conservação dos equipamentos,
móveis e materiais disponibilizados no Hospital Simulado, assim como por sua organização e conservação;
e) escrever exclusivamente em impressos fornecidos
pelo professor.
§ 2º – Não é permitido alimentar-se, beber e fumar em qualquer dos ambientes do Hospital, assim como filmar ou fotografar
os ambientes, manequins ou simuladores durante as simulações;
§ 3º – Não é permitido manipular os equipamentos sem a
previa autorização dos professores e/ou equipe do Hospital;
Art. 8º – Após a utilização de qualquer ambiente do Hospital Simulado, docentes, alunos e funcionários devem fazer o devido registro especificando data, hora de entrada e de saída, dos
equipamentos e kits de materiais usados e das eventuais faltas de
equipamentos e materiais.
CAPÍTULO IV
DOS EQUIPAMENTOS E MATERIAL DE CONSUMO
Art. 9º – Todo o material de consumo bem como os kits
necessários às diferentes práticas encontram-se armazenados na
sala de almoxarifado, sob responsabilidade dos professores coordenadores e técnicos.
Art. 10 – Qualquer dano a todo e qualquer material permanente do Hospital deve ser comunicado imediatamente pelo aluno
Art. 11 – Não é permitido mudar materiais e equipamentos
do lugar em que se encontram sem a devida autorização do professor coordenador do Hospital.
Art. 12 – Toda e qualquer necessidade de manutenção e/
ou conserto decorrente de qualquer dano deverá ser imediatamente comunicada à Direção da Escola da Saúde.
CAPÍTULO V
DOS DIREITOS, DEVERES E NORMAS DISCIPLINARES
DO ALUNO USUÁRIO DO HOSPITAL
Art. 13 – Constituem direitos do aluno quando presente em
atividades acadêmicas no Hospital:
I – ver salvaguardada a sua segurança e integridade física;
II – ser pronta e adequadamente assistido em caso de acidente
ou doença súbita ocorrido no âmbito das atividades acadêmicas
realizadas nos ambientes de simulação;
III – utilizar as instalações a si destinadas e outras com a devida
autorização;
IV – tomar conhecimento do cronograma de simulação proposto
e previamente agendado pelos docentes responsáveis pela respectiva disciplina.
11
12
Regulamento do Hospital Simulado
V – assinar o termo de consentimento para o ambiente simulador.
VI – ter acesso e cumprir o presente Regulamento e normas de
utilização e de segurança dos materiais e equipamentos do Hospital Simulado.
Art. 14 – São deveres do aluno:
I – seguir as orientações dos docentes relativas à realização das
práticas e ao uso correto dos equipamentos e materiais de simulação;
II – respeitar as instruções do pessoal técnico do Hospital;
III – zelar pela preservação, conservação e asseio do ambiente simulador, nomeadamente no que diz respeito a instalações, material didático, mobiliário e demais espaços, fazendo uso adequado
dos mesmos;
IV – zelar pelo patrimônio científico, cultural e material do Hospital
Simulado;
V – manter-se com vestimenta pessoal e apropriada ao ambiente simulador;
VI – cumprir, com probidade, as tarefas acadêmicas determinadas
pelo professor/facilitador dentro do hospital;
VII – utilizar o material fornecido pelos técnicos do Hospital de forma correta e organizada;
VIII – tratar com respeito e atenção os colegas discentes, servidores técnico-administrativos e docentes em qualquer dependência
do Hospital Simulado;
IX – zelar pela normalidade dos trabalhos, cumprindo as normas
de biossegurança e as definidas no presente Regulamento;
Regulamento do Hospital Simulado
13
Parágrafo Único: Nos casos de descumprimento de qualquer item deste Regulamento deverá ser observado o previsto no
Regimento Geral da Universidade Potiguar, no que for pertinente.
CAPÍTULO VI
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 15 – O presente Regulamento complementa o Regimento Geral da Universidade Potiguar e pode ser alterado a qualquer momento, com vistas a introduzir melhorias no funcionamento do Hospital Sumulado.
Art. 16 – As normas contidas neste documento passam a
vigorar nesta data, com aprovação do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – ConEPE.
Natal, 10 de Dezembro de 2010
14
Regulamento do Hospital Simulado
Regulamento do Hospital Simulado
15
ANEXOS
AGENDAMENTO CENTRO DE SIMULAÇÃO
Instrumento para aula prática com Cenários
CURSO:
DATA:
DISCIPLINA:
HORA DE INÍCIO:
DOCENTE:
HORA DE TÉRMINO:
Nº DE ALUNOS:
TELEFONE DOCENTE:
SOLICITAÇÃO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS
SALA
Auditório
Avançada
Consultório
Habilidades
Hosp.
Tele
Virtual
Simulado Conferência
IV
QTD
MATERIAL DE CONSUMO
QUANTIDADE
ENVIO
DEVOLUÇÃO
Obs: Caso necessite mais equipamentos ou materiais basta ir ao
fim do questionário e preencher nova tabela.
16
Regulamento do Hospital Simulado
Regulamento do Hospital Simulado
17
OBJETIVOS DO CENÁRIO
PREPARAÇÃO DO CENÁRIO
PRIMÁRIOS:
DESCRIÇÃO DETALHADA DO QUE IRÁ ACONTECER NO
CENÁRIO
DADOS DO CASO
SECUNDÁRIOS:
NOME DO PACIENTE
DATA DE NASCIMENTO
DESCRIÇÃO DO CASO:
BREVE DESCRIÇÃO:
QUEIXA PRINCIPAL
____________________________________________________
____________________________________________________
____________________________________________________
____________________________________________________
____________________________________________________
____________________________________________________
____________________________________________________
____________________________________________________
____________________________________________
CONDIÇÕES DE CHEGADA
DO PACIENTE
SINAIS VITAIS
DEBRIEFING:
Obs:
OBSERVAÇÕES
Regulamento do Hospital Simulado
18
Regulamento do Hospital Simulado
19
PREPARAÇÃO DO CENÁRIO
AGENDAMENTO CENTRO DE SIMULAÇÃO
HISTÓRICO:
(EXEMPLO REALIZADO)
Instrumento para aula prática com Cenários
ACHADOS CLÍNICOS SIGNIFICATIVOS:
MEDICAÇÕES:
1–
2–
CURSO:
DATA:
DISCIPLINA:
HORA DE INÍCIO
DOCENTE:
HORA DE TÉRMINO
N° DE ALUNOS:
TELEFONE DOCENTE
SOLICITAÇÃO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS
SALA
3–
4–
5–
6–
7–
EXAMES LABORATORIAIS:
Auditório
Avançada
MATERIAL DE CONSUMO
Ambú
Aspirador
Bomb. Infusão
Carro de parada
Eletrólitos:
ECG:
RX:
Exames complementares: nenhum
Gasometria
Hosp.
Simulado
Tele
Virtual
Conferência
IV
QTD
Campo pequeno
EXAMES COMPLEMENTARES:
Consultório Habilidades
Desfibrilador
Dreno tórax selo H2O
Esparadrapo
Fluxômetro
Fonte de O2
Fonte de Oxig.
Jelcos
QTDE
ENVIO
DEVOLUÇÃO
Regulamento do Hospital Simulado
20
Regulamento do Hospital Simulado
21
Luva Estéril
OBJETIVOS DO CENÁRIO
Luva Procedimento
Exemplo: Assistência de enfermagem ao Portador de Dreno de Tórax.
Micropore
Monitor cardíaco
Oxímetro pulso
Pinça cirúrgica
S.Fisiológico 125
Sonda de aspiração
Obs: Caso necessite mais equipamentos ou materiais basta ir ao
fim do questionário e preencher nova tabela.
PRIMÁRIOS:
Realizar avaliação clinica, julgamento clínico e tomada de decisão relacionado à assistência de enfermagem ao cliente com Diagnóstico de Enfermagem “Troca de Gases
Prejudicada”
SECUNDÁRIOS:
Assistência de enfermagem ao portador de dreno de tórax;
Assistência de Enfermagem ao cliente em ventilação mecânica;
Correlação clínico-laboratorial ao cliente com Diagnóstico de Enfermagem “Troca de
Gases Prejudicada”
DESCRIÇÃO DO CASO: Exemplo para ser utilizado pelo curso de
Enfermagem.
Você é enfermeira do período vespertino da UTI do Hospital X e recebe plantão de um paciente do sexo masculino, Joaquim, 70 que
foi admitido pela manhã proveniente do P.S., portador de DPOC há
15 anos, fazendo acompanhamento ambulatorial neste serviço e
há uma semana iniciou o quadro de exacerbação do DPOC apresentando expectoração e piora da falta de ar, foi atendido no PS,
realizado IOT e passado dreno em HTE, no momento encontra-se
sedado, com secreção traqueobrônquica em grande quantidade e
débito seroso de 300ml no dreno torácico.
BREVE DESCRIÇÃO:
____________________________________________________
____________________________________________________
____________________________________________________
____________________________________________________
DEBRIEFING:
Analisar a tomada de decisão e assistência de enfermagem
prestada ao cliente com Diagnóstico de Enfermagem “Troca de
Gases Prejudicada”.
Regulamento do Hospital Simulado
22
Regulamento do Hospital Simulado
PREPARAÇÃO DO CENÁRIO
PREPARAÇÃO DO CENÁRIO
DESCRIÇÃO DETALHADA DO QUE IRÁ ACONTECER NO
CENÁRIO
HISTÓRICO:
DADOS DO CASO
OBSERVAÇÕES
NOME DO PACIENTE
Joaquim José da Silva
DATA DE NASCIMENTO
05/26/1940
QUEIXA PRINCIPAL
Piora da dispnéia com expectoração amarelada há uma
semana
CONDIÇÕES DE CHEGADA DO PACIENTE
Regular estado geral, taquidispnéico ao repouso, cianótico
++/4+, mucosas descoradas +/4+, pulso 120, rítmico, temperatura de 37,00C e PA 130x80mmHg. Pele quente e úmida e
gânglios não palpáveis. Pulmões com maciço em bases, MV
diminuído em ápice, campo médio e base D e ausência em
base E, presença de roncos e estertores crepitantes difusos
com predominância em ápice e campo médio E. Coração
com bulhas normofonéticas. Abdômen globoso, flácido e
indolor a palpação, fígado palpável a 2cm do R.C.D., borda
romba e consistência normal. Baço não percutível. Segmentos intestinais e membros n.d.n. Giordano ausente. Exame
neurológico normal.
P.A.
Não Invasiva
Pulso
Respiração
T (°C)
SINAIS VITAIS
130x80mmHg
120bpm
VM*
37°
Obs: * Modo A/C com freqüência de 16 e FiO2 50%; IOT com secreção em grande quantidade;
23
Há 15 anos foi diagnosticado DPOC, desde então faz acompanhamento neste serviço utilizando inalação quando necessário refere
que nestes anos teve algumas crises de infecção pulmonar e utilizou antibióticos em domicílio conforme orientação médica. Refere
não ter outros problemas de saúde. Há 1 semana refere que sua
expectoração ficou amarelada com início de dispnéia a médios esforço utilizando para melhora do quadro inalação com Berotec 8gts
e Atrovent 20gts, porém esta melhora durava no máximo 1h, com
isso foi aumentando o número de vezes que utilizava a inalação
(chegando até a 6xpor dia), neste período a expectoração foi aumentando e ficando mais purulenta. Refere que mesmo com as
inalações a dispnéia foi piorando e na ultima noite não conseguiu
dormir, decidindo assim, procurar esse serviço. Na admissão apresentava adinamia, fraqueza, dispnéia ao repouso e dor torácica
ventilatório dependente.
ACHADOS CLÍNICOS SIGNIFICATIVOS:
Taquidispnéico ao repouso; Cianótico ++/4+; Mucosas descoradas
+/4+; Pulso 120bpm; Pulmões com maciço em bases, MV diminuído em ápice, campo médio e base D e ausência em base E,
presença de roncos e estertores crepitantes difusos com predominância em ápice e campo médio E; 300 ml de secreção serosa em
dreno de HTE.
24
Regulamento do Hospital Simulado
MEDICAÇÕES:
Regulamento do Hospital Simulado
25
Plaquetas: 200.000 (150.000 a 400.000)
1 – Manter Jejum
2 – SG5% 500ml
NaCl 20% 10ml
EXAMES COMPLEMENTARES:
EV 8/8h
KCl 19,1% 7ml
Eletrólitos: Na – 150 (137 a 148mEq/L), K – 3.5 (3.5 a 4.5 mEql/L)
ECG: não realizado
3 – Cefriaxona 1g EV 12/12h
5 – Aminofilina 240mg EV 12/12h
RX: opacidade em HTE com infiltrado bronco alveolar em pulmão
D e E, não há evidências radiológicas de lesões de arco costais e
coração de dimensões normais.
6 – Inalação SF0,9% 5ml
Exames complementares: nenhum
4 – Tramadol 100mg EV 12/12h
Fenoterol 8gts
4/4h
Brometro de Ipratrópio 20gts
7 – MetilPrednisolona 500mg EV 1x ao dia
Gasometria
pH → 7.35 (7.35 a 7.45)
pCO2 → 30 (35 a 45)
pO2 → 70 (80 a 100)
EXAMES LABORATORIAIS:
Eritrócitos: 5.500.000mm³ (M: 4.0-5.0 x 106)
Hemoglobina: 17 g/dl (M: 12.0 –15.0 g/dl)
Hematócrito: 50 % (M: 37.0 – 47.0 %)
Neutrófilos: 85 % (45 – 70%)
Bastonetes: 10 % (0 – 6 %)
Eosinófilos: 1 % (1 – 4%)
Linfócitos: 30 % (20 – 45 %)
Monócitos: 4 % (2 – 10%)
HCO3 → 20 (22 a 26)
BE → 3 (-3 a +3)
Publicações Institucionais
Série Documentos Institucionais
• Diretrizes e Procedimentos para os Cursos Superiores de Tecnologia. Natal:
Edições UnP, 2004.
• Auto-Estudo 2004. Natal: Edunp, 2005
• Auto-Estudo 2005. Natal: Edunp, 2006
• Plano Anual de Trabalho – PAT 2006. Natal: Edunp, 2006
• Projeto Pedagógico Institucional. Natal: Edunp, 2007
• Plano de Desenvolvimento Institucional - PDI. Natal: Edunp, 2007
• Diretrizes Institucionais para a Indissociabilidade Ensino, Pesquisa e Extensão.
Natal: Edunp, 2007
• Projeto Pedagógico Institucional - PPI 2006. Natal: Edunp, 2007
• Plano de Desenvolvimento Institucional - PDI 2007 - 2016. Natal: Edunp, 2007
• Plano Anual de Trabalho – PAT 2007. Natal: Edunp, 2007.
• Auto-Estudo 2006. Natal: Edunp, 2007.
• Plano Anual de Trabalho – PAT 2008. Natal: Edunp, 2007.
• Plano Anual de Trabalho – PAT 2009. Natal: Edunp, 2008
• Auto-Estudo 2007-2008.1. Natal: Edunp, 2008.
• Auto-Estudo 2008. Natal: Edunp, 2009.
Coleção Documentos Normativos da UnP
Série Azul: ORGANIZAÇÃO UNIVERSITÁRIA
V. 1 – Estatuto da Universidade Potiguar. 2 ed. Natal: Edunp, 2008
V. 2 – Regimento Geral da Universidade Potiguar. 2 ed. Natal: Edunp, 2008
V. 3 – Regimento Interno dos Colegiados Superiores da UnP: ConSUni e ConEPE
V. 4 – Regimento Interno do Conselho Didático-Pedagógico – CDP
V. 5 – Regimento Interno de Conselho de Curso
V. 6 – Regimento Interno da Reitoria. Natal: Edunp, 2006
V. 7 – Regimento Interno de Diretoria de Curso de Graduação. Natal: Edunp, 2007
V. 8 – Resoluções do Conselho Universitário – ConSUni/1997
V. 9 – Resoluções do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CEPE/1997
V. 10 – Resoluções do Conselho Universitário – ConSUni/1998
V. 11 – Resoluções do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CEPE/1998
V. 12 – Resoluções do Conselho Superior Universitário – ConSUni/1999
V. 13 – Resoluções do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – ConEPE/1999
V. 14 – Resoluções do Conselho Superior Universitário – ConSUni/2000
V. 15 – Resoluções do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – ConEPE/2000
V. 16 – Resoluções do Conselho Superior Universitário – ConSUni/2001
V. 17 – Resoluções do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – ConEPE/2001
V. 18 – Resoluções do Conselho Superior Universitário – ConSUni/2002
V. 19 – Resoluções do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – ConEPE/2002
V. 20 – Resoluções do Conselho Superior Universitário – ConSUni/2003
V. 21 – Resoluções do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – ConEPE/2003
V. 22 – Resoluções do Conselho Superior Universitário – ConSUni/2004. Natal:
Edunp, 2006
V. 23 – Resoluções do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – ConEPE/2004.
Natal: Edunp, 2005
V. 24 - Resoluções do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – ConEPE/2005.
Natal: Edunp, 2006
V.25A – Resoluções do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – ConEPE/2005
V. 25B - Regimento Interno da Comissão Própria de Avaliação da Universidade
Potiguar - CPA/UnP. Natal: Edunp, 2007
V. 26 - Resoluções do Conselho Superior Universitário – ConSUni/2005. Natal:
Edunp, 2006
V. 27 - Resoluções do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – ConEPE/2006.
Natal: Edunp, 2007
V.28 - Resoluções do Conselho Superior Universitário – ConSUni/2006. Natal:
Edunp, 2006
Série Laranja: REGULAMENTOS E NORMAS DAS ATIVIDADES ACADÊMICAS
V.1– Regulamento Interno do Sistema Integrado de Bibliotecas da Universidade
Potiguar – SIB/UnP
V. 2 – Normas para Exame de Proficiência
V. 3 – Regulamento das Atividades de Pesquisa.
V. 4 – Regulamento da Pós-Graduação. Natal: Edunp, 2006
V. 5 – Manual do Aluno 2007. Natal: Edunp, 2007
V. 6 – Regulamento das Atividades de Extensão e Ação Comunitária. Natal:
Edunp, 2006
V. 7 – Regulamento dos Trabalhos de Conclusão de Curso na Graduação e na
Pós-graduação. Natal: Edunp, 2006
V. 8 – Manual de Publicação da Edunp
V. 9 – Regulamento do Núcleo de Prática Jurídica “Professor Otto de Brito Guerra.
Natal: Edunp, 2006
V.10 – Regulamento de Estágios Curriculares. Natal: Edunp, 2006
V. 11 - Regulamento dos Trabalhos de Conclusão de Curso na Graduação e na
Pós-Graduação. 2. ed. Natal: Edunp, 2007.
V. 12 – Regulamento para Elaboração de Projetos de Atividades de Extensão.
Natal: Edunp, 2007.
V. 13 – Regulamento de estágio da Escola da Saúde – Curso de Medicina. Natal:
Edunp, 2011.
V. 14 – Regulamento do Hospital Simulado da Escola da Saúde. Natal: Edunp,
2011.
V. 15 – Regulamento das atividades complementares do curso de Medicina. Natal:
Edunp, 2011.
V.16 – Regulamento do Centro Integrado de Saúde. Natal: Edunp, 2011.
Série Verde: GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS
V. 1 – Plano de Carreira, Cargos e Salários do Pessoal Técnico-Administrativo.
Natal: Edunp, 2006
V. 2 – Plano de Carreira Docente - PCD. Natal: Edunp, 2007
V. 3 – Plano Institucional de Capacitação Docente - PICD. Natal: Edunp, 2006
V. 4 – Regulamento da Premiação pelo Desempenho do Diretor de Curso de Graduação. Natal: Edunp, 2007
V. 5 – Programa de Apoio ao Estudante - PAE. Natal: Edunp, 2006
V. 6 - Plano de Carreira, Cargos e Salários do Pessoal Técnico-Administrativo - 2.
ed. Natal: Edunp, 2007
V. 7 - Plano de Carreira Docente - PCD - 2. ed. Natal: Edunp, 2007
V.8 – Plano de Apoio à Capacitação Docente – PACD. Natal: Edunp, 2008.
Download

REGULAMENTO DO HOSPITAL SIMULADO