MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE MOBILIZAÇÃO DA INDÚSTRIA NACIONAL PETRÓLEO E GÁS NATURAL CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE RECURSOS NATURAIS CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM LICENCIAMENTO AMBIENTAL ON SHORE Plano de Curso Especialização em Licenciamento Ambiental On Shore, em nível de Pós-Graduação Lato Sensu (Aprovado através da Resolução nº 08/2007-CD, de 27 de abril de 2007 e Alterado através das Portarias de nºs 641/2007 e 1022/2008-DG/CEFET-RN, de 11 de dezembro de 2007 e 6 de novembro de 2008) NATAL-RN Abril – 2007 SUMÁRIO 1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO E ÁREA DE CONHECIMENTO...................................... 03 1.1 Instituição...................................................................................................................................03 1.2 Curso e área de conhecimento..................................................................................................03 1.3 Unidade responsável..................................................................................................................03 1.4 Coordenação do curso................................................................................................................03 2 CARACTERIZAÇÃO DO CURSO............................................................................................04 2.1 Período de realização.................................................................................................................04 2.2 Carga horária.............................................................................................................................04 2.3 Nível e Forma de Oferta ............................................................................................................04 2.4 Número de vagas.........................................................................................................................04 2.5 Público-alvo.................................................................................................................................04 3. OBJETIVOS E JUSTIFICATIVAS...........................................................................................05 3.1 Objetivos geral e específicos......................................................................................................05 3.2 Justificativas...............................................................................................................................06 4. ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DO CURSO................................................................08 4.1 Processo Seletivo........................................................................................................................08 5. PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO-ADMISTRATIVO DO CURSO..................................09 5.1 Pessoal Docente..........................................................................................................................09 5.2 Pessoal técnico-administrativo vinculado ao curso.................................................................09 6. ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO.............................................................................10 7 INFRA-ESTRUTURA FÍSICA....................................................................................................14 7.1 Instalações em geral e salas de aula..........................................................................................14 8 SISTEMA DE AVALIAÇÃO.......................................................................................................23 8.1 Avaliação do processo de ensino-aprendizagem......................................................................23 9. CONTROLE DE FREQÜÊNCIA...............................................................................................24 10. TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO........................................................................24 11. CERTIFICADO DE CONCLUSÃO DO CURSO...................................................................25 12. INDICADORES DE DESEMPENHO......................................................................................25 13. ANEXO........................................................................................................................................26 1 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO E ÁREA DE CONHECIMENTO 1.1 Instituição: CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECONLÓGICA DO RIO GRANDE DO NORTE – CEFET-RN PROGRAMA DE MOBILIZAÇÃO DA INDÚSTRIA NACIONAL PETRÓLEO E GÁS NATURAL - PROMINP 1.2 Curso: ESPECIALIZAÇÃO EM LICENCIAMENTO AMBIENTAL ON SHORE Área de Conhecimento: MEIO AMBIENTE 1.3 Departamento: DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE RECURSOS NATURAIS - DAREN 1.4 Coordenador do Curso:ÉRIKA ARAÚJO DA CUNHA PEGADO Mestre em Engenharia da Produção – UFRN – 2004 E-mail: [email protected] 1.5 Vice–Coordenador do Curso: VALDENILDO PEDRO DA SILVA Doutor em Ciências: Geografia – UFRJ – 2005 E-mail: [email protected] 3 2 CARACTERIZAÇÃO DO CURSO 2.1 Período de realização O Curso será realizado pelo Departamento Acadêmico de Recursos Naturais, por meio da Coordenação do Curso de Pós-Graduação em Licenciamento Ambiental On Shore, com a seguinte previsão: INÍCIO: março de 2008 TÉRMINO: junho de 2009 ENTREGA DO TRABALHO FINAL: junho de 2009 As aulas serão realizadas às sextas-feiras e aos sábados, quinzenalmente, no horário das 7h40min às 12h e das 14 às 18h, às sextas-feiras, e das 8h às 12h, aos sábados, nos turnos matutino e vespertino, perfazendo um total de 12 horas por quinzena. 2.2 Carga Horária O curso terá uma carga horária de 370 horas, sendo 360 horas obrigatórias em atividades teóricas e práticas individuais ou em grupos, seminários etc., desenvolvidas pelas disciplinas do curso. Além dessas, serão acrescidas 10 horas para a realização do trabalho de conclusão do curso ou monografia. 2.3 Nível e Forma de Oferta ● Especialização (Pós-Graduação – Lato Sensu – atende à Resolução CNE/CES/MEC nº 1, de 3 de abril de 2001- Anexo A, assim como a LDBEN nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996). ● Presencial e Semi-Presencial, conforme a Portaria nº 4.059/MEC, de 10 de dezembro de 2004, publicada no Diário Oficial da União de 13 de dezembro de 2004, Seção I, página 34. 2.4 Número de vagas 36 (trinta e seis). 2.5 Público-alvo Profissionais do setor público ou privado, com formação superior completa em Geologia, Engenharias, Química, Química Industrial, Biologia, Geografia, Sociologia, Geofísica e Oceanografia. 4 3 OBJETIVOS E JUSTIFICATIVAS 3.1 Objetivos geral e específico: O curso de Especialização em Licenciamento Ambiental On Shore tem como objetivos: especializar profissionais para atuar na área de gestão ambiental, no planejamento, coordenação, gerenciamento e execução das atividades ligadas à área ambiental, atentando-se aos princípios de gestão sustentável; aprofundar os conhecimentos na elaboração de estudos ambientais na atividade petrolífera on shore, visando à otimização dos processos de licenciamento ambiental; contribuir para a melhoria da qualificação profissional, atualização de conhecimentos e incorporação dos princípios da gestão ambiental, promovendo a efetivação de uma prática mais compatível com o uso dos recursos naturais; formar gestores ambientais para prestar consultorias e assessorias a instituições públicas e privadas no licenciamento ambiental on shore; aprofundar os conhecimentos de profissionais que atuam com sistemas de gestão ambiental, plano de resíduos, licenciamento, processos, auditorias e certificações ambientais; capacitar profissionais de diversas áreas do conhecimento, preocupadas com os diagnósticos e análises dos impactos ambientais, com a definição de medidas mitigadoras e com a elaboração de programa de acompanhamento e monitoramento dos impactos positivos e negativos; construir e reconstruir novos conhecimentos sobre sistema de gestão ambiental, no sentido de implementá-los nos setores público e privado e, em particular, na sustentabilidade da sociedade; adquirir conhecimentos sobre as ferramentas de análise de risco; estabelecer medidas e monitoramento de avaliação de desempenho ambiental, por meio de análises químico, físico-químico e biológico; conhecer e aplicar a legislação ambiental em nível federal e estadual; elaborar laudos, exigências e pareceres técnicos ambientais. 5 3.2 Justificativas Nos últimos anos, a agenda ambiental ampliou-se diante das intensas transformações socioeconômicas de toda ordem. Essa dinâmica tem gerado inquietações no processo de formação profissional, requerendo uma permanente atualização e/ou especialização de conhecimentos e incorporação e aprofundamentos de outros. Esse é o caso, por exemplo, da discussão e implementação da questão ambiental, aplicável ao território e às organizações, em virtude de uma legislação que exige cada vez mais medidas que estimulem a proteção ao meio ambiente e de uma crescente preocupação com as questões ambientais e com o desenvolvimento sustentável. A questão ambiental tem se tornado um tema essencial para a formação profissional e imperativo nas organizações de todos os setores e ramos de negócios. Nesse contexto, surge uma ambiência que tem favorecido a necessidade de se verticalizar os conhecimentos de profissionais da área de meio ambiente, mas especificamente em licenciamento ambiental da atividade petrolífera on shore, no sentido de se buscar outros caminhos capazes de responder aos novos desafios postos pela realidade socioespacial e por uma gestão ambiental sustentada. A atividade petrolífera vem se considerando como um dos vetores importantes da economia mundial, proporcionando reflexos nas mais diversas áreas da sociedade. Geradora de riqueza, a atividade de exploração de petróleo, potencialmente poluidora, têm seus impactos minimizados com o cumprimento efetivo das normatizações ambientais vigentes, sendo uma das mais relevantes o licenciamento ambiental. As organizações produtivas têm sofrido impactos provocados pelo freqüente emprego de novas tecnologias que, via de regra, alteram hábitos, valores e tradições que pareciam imutáveis. Os grandes avanços de produtividade são impulsionados pela melhoria da gestão empresarial, assim como pelo progresso científico e tecnológico, com vistas ao desenvolvimento sustentável. Diante dessa realidade, o legislador nacional estabeleceu um procedimento de licenciamento ambiental específico para a atividade, encartado na Resolução nº 237/97 do CONAMA, com base no art. 225 da Constituição Federal Brasileira, que estabelece as normas gerais para o licenciamento ambiental, delimitando os contornos da competência da União, Estados e municípios, no sentido de viabilizar o desenvolvimento sustentável da atividade. 6 O licenciamento ambiental é considerado o mais importante mecanismo de controle do poder público com relação às atividades econômicas que interferem fortemente no meio ambiente. É no licenciamento que o poder público estabelece condições e limites para o exercício de determinadas atividades. A administração, através de alvarás ou autorizações, permite que um particular exercite legalmente determinada atividade, que estará sujeita ao controle público, através da fiscalização. O processo de outorga da licença ambiental se desenvolve em várias etapas. A própria Constituição Federal determina certos procedimentos obrigatórios para o licenciamento de uma atividade potencialmente poluidora, exigindo o estudo prévio de impacto ambiental. A Lei nº 6.938/81, em seu art. 9º, inciso IV, estabelece o licenciamento como instrumento da Política Nacional do Meio Ambiente - PNMA. O Rio Grande do Norte é atualmente o maior campo terrestre produtor de petróleo, ocupando este produto a dianteira da pauta de exportações estaduais, de sorte que a exploração e produção de petróleo tem gerado muitos benefícios para a população, principalmente com relação ao incremento da economia consubstanciado pela arrecadação de impostos e geração de empregos. Este potencial apresenta-se em constante crescimento. Essa realidade impacta a rotina dos órgãos ambientais na medida em que a demanda de licenciamento para a licença prévia de perfuração é unitária e com crescimento médio anual de 250 licenciamentos, gerando a necessidade de igual quantidade de estudos para os referidos licenciamentos. A natureza do processo licitatório e a falta de cultura empreendedora no segmento têm dificultado e até mesmo excluído a oportunidade de empresas elaboradoras de estudos ambientais do Rio Grande do Norte a concorrer para a prestação de serviços. Entende-se como positiva a prestação de serviços por empresas locais, pois levam a otimização de custos, agilidade de deslocamento a campo, aumento de receitas, facilidade na aquisição de dados ambientais, maior conhecimento da realidade e proximidade geográfica relacionada à empresa e ao órgão ambiental quanto ao esclarecimento de dúvidas. Apesar da importância da atividade para o estado, a atividade de elaboração de estudos ambientais para subsidiar o processo de licenciamento ambiental não vem atingindo empresas locais, sendo esta fatia de mercado ocupada por empresas de outros estados, que apesar dos custos operacionais apresentam maior vantagem competitiva. 7 Os órgãos estatais encarregados pela execução e fiscalização dos parâmetros legais estabelecidos muitas vezes encontram dificuldades na aprovação dos estudos ambientais devido ao fato de que estes, apesar de atenderem aos termos de referência, não acrescentam o conteúdo analítico necessário para o entendimento dos impactos e da proposição de medidas mitigadoras. Há também dificuldades quanto à escassez de recursos humanos para análise dos inúmeros estudos e emissão de pareceres ambientais. Por isso, entendem-se importantes e necessárias ações no campo da capacitação de profissionais e empresas que estejam preparados para atuar na atividade de licenciamento ambiental de petróleo e gás natural, que tenham uma visão holística e analítica do processo para que seja possível trabalhar de acordo com os princípios norteadores da normatização ambiental brasileira, em busca do desenvolvimento sustentável no Rio Grande do Norte. Essa proposta de curso dá continuidade à tradição inovadora do CEFET-RN na formação e capacitação de profissionais voltados para atuar com as questões do meio ambiente. Além disso, o curso em tela constitui-se em forte apoio à especialização de profissionais, contribuindo assim com a gestão ambiental em suas múltiplas dimensões regionais e locais, tanto no cerne da sociedade como no das organizações. Por fim, a realização desse curso, num convênio a ser firmado entre CEFET-PROMINP, justifica-se pelas possibilidades de qualificação de recursos humanos para preenchimento de eventuais vagas em empresas privadas no mercado de trabalho nacional, na área de licenciamento ambiental on shore, para a implementação dos empreendimentos do setor de petróleo e gás no Brasil previstos para o período de 2007 a 2011, conforme consta no edital do PROMINP nº 01/2007. 4 ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DO CURSO 4.1 Processo Seletivo O acesso ao curso dar-se-á por meio de processo seletivo público, conforme expresso no Edital 001/2007-PROMINP, disponível no portal de qualificação profissional www.prominp.com.br, para portadores de diploma de curso superior completo, de acordo com o definido no item público-alvo deste plano de curso. As inscrições serão realizadas somente por esse portal, e o processo será realizado pela FUNDAÇÃO CESGRANRIO. Outra forma de acesso ao curso dar-se-á por meio de processo seletivo para 06 (seis) vagas, restrito a servidores do CEFET-RN, seguindo critérios definidos pelo Departamento de Recursos Humanos, em consonância com a Política de Capacitação dos Servidores deste Centro Federal, estabelecida pela Resolução nº. 20/2005-CD, de 26 de outubro de 2005, visando qualificar profissionais para atuar em futuros cursos que venham a ser ofertados em convênios entre CEFETRN e PROMINP. 8 5 PESSOAL DOCENTE E TECNICO-ADMINISTRATIVO DO CURSO 5. Pessoal docente O corpo docente está constituído em consonância com a qualificação expressa pelo Art. 9 da Resolução CNE/CES nº 1, de 3 de abril de 2001 (Anexo A). Docentes Titulação Regime de Trabalho Ph.D Dedicação Exclusiva Carlos Abraham de Knegt Miranda Mestre 20 horas Dália Maria Maia Cavalcanti de Lima Doutora Dedicação Exclusiva Érika Araújo da Cunha Pegado Mestre Dedicação Exclusiva Mary Sorage Praxedes da Silva Mestre 20 horas Especialista 20 horas Germano Melo Júnior Doutor 20 horas Gilson Gomes de Medeiros Doutor Dedicação Exclusiva Iara Verocai Dias Moreira Graduada 20 horas Iracema Miranda da Silveira Mestre 20 horas Luiz de Siqueira Menezes Mestre 20 horas Milton Issashi Aoqui Mestre Dedicação Exclusiva Régia Lúcia Lopes Mestre Dedicação Exclusiva Sergio Luiz Macedo Mestre 20 horas Especialista 20 horas Ph.D 20 horas Doutor Dedicação Exclusiva André Luiz Calado de Araújo Geraldo Furtado Rodrigues Severino Xavier de Menezes Shiniti Ohara Valdenildo Pedro da Silva 5.2 Pessoal técnico-administrativo vinculado ao curso Nome Margareth Míria Rodrigues Olinto Amaral Cargo Regime de Trabalho Coordenadora Pedagógica 40 h 9 6 ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO Lista das Disciplinas DISCIPLINA Legislação Ambiental Fundamentos de Engenharia de Petróleo Procedimentos de Licenciamento Ambiental da Atividade Petrolífera On Shore Métodos e Técnicas de Pesquisa Ecologia e Atividade Petrolífera Diagnóstico Ambiental Avaliação de Impactos Ambientais Recuperação de Áreas Degradadas Análise de Riscos Total de Horas-Aula TCC ou monografia CARGA HORÁRIA TOTAL CARGA HORÁRIA 24 84 12 36 24 36 96 24 24 360 10 370 Ementas das Disciplinas Disciplina Ementa Referências Carga Horária Legislação Ambiental Princípios fundamentais do Direito Ambiental, A Constituição, Meio ambiente e atividade petrolífera. A Norma Jurídica e a Gestão Ambiental. O Licenciamento ambiental disposto na Política Nacional do Meio Ambiente e na Política Estadual do Meio Ambiente: procedimento. Abordagem jurídica do Estudo de Impacto Ambiental. Lei de Crimes Ambientais. ANTUNES, Paulo de Bessa. Direito ambiental. Rio de Janeiro: Lumen Juris. 2005. ALMEIDA, Fernando. O bom negócio da sustentabilidade. Rio de Janeiro: Nova Fronteira. 2002 FARIAS, Paulo José Leite. Competência federativa e proteção ambiental. Porto Alegre: Sérgio Antônio Fabris. 1999. FERNANDES, Paulo Victor. Impacto ambiental: doutrina e jurisprudência.São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2005 FIORILLO, Celso Antônio Pacheco e DIAFÉRIA, Adriana. Biodiversidade e patrimônio genético no Direito ambiental brasileiro. São Paulo: Max Limonad. 1999. FINK, Daniel Roberto. Aspectos jurídicos do licenciamento ambiental / Daniel Roberto Fink, Hamilton Alonso Jr. Marcelo Dawalibi; capítulo I com a colaboração de André Camargo Horta de Macedo. – 3ed. – Rio de Janeiro: forense Universitária, 2004. MACHADO, Paulo Affonso Leme. Direito ambiental brasileiro. 13ª ed. São Paulo: Malheiros.2005. DERANI, Cristiane. Direito ambiental econômico. 2ª ed. São Paulo: Max Limonad . 2001. LEITE, José Rubens Morato e AYALA, Patrick de Araújo Ayala. Direito Ambiental na sociedade de risco. 2ª Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2004. 24h 10 Disciplina Fundamentos de Engenharia de Petróleo Ementa Histórico da atividade petrolífera no Brasil, com ênfase no Rio Grande do Norte. Constituintes, composição, classificação do petróleo. Análises laboratoriais de caracterização. Noções de geologia, prospecção, perfuração e avaliação de formação do Petróleo. Completação de poço petrolífero. Engenharia de reservatório. Métodos de elevação do petróleo. Processamento primário de fluidos. Implantação e operação de outras instalações complementares a produção. Licenciamento ambiental da Atividade Petrolífera no Rio Grande do Norte. Referências RIO GRANDE DO NORTE. Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte - IDEMA. Manual de licenciamento ambiental. Natal: IDEMA, 2006. RODRIGUES, L.R. Condicionamento e processamento de gás natural. Rio de Janeiro: PETROBRAS/Depro, 1990. ROSSI, N. C. M. Fundamentos de produção. Salvador: PETROBRAS, 1991. THOMAS, J. E. (Org.). Fundamentos de engenharia de petróleo. Rio de Janeiro: Interciências/PETROBRAS, 2004. Carga Horária 84 horas Disciplina Procedimentos de Licenciamento Ambiental da Atividade Petrolífera On shore Ementa . Documentações mínimas, instruções técnicas e termos de referencia necessários ao licenciamento ambiental. Estudos de casos. Referências CONSELHO NACIONAL DE MEIO AMBIENTE. Resoluções. Disponível em: http://www.mma.gov.br/port/conama/legi.cfm. Acesso em: 05 abr. 2007. MACHADO, Paulo Affonso Leme. Direito ambiental brasileiro. 13 ed. São Paulo: Malheiros Editora Ltda, 2005. MILARÉ, Édis. Direito do ambiente. 4 ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2005. RIO GRANDE DO NORTE. Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte - IDEMA. Manual de licenciamento ambiental. Natal: IDEMA, 2006. Carga Horária 12h 11 Disciplina Métodos e Técnicas de Pesquisa Ementa O trabalho científico. Método científico: evolução histórica, princípios, estrutura de pensamento. Pesquisa e referências bibliográficas. A execução da pesquisa Organização da monografia e sua normalização. Projetos de pesquisa: organização, conteúdo e finalidades. Análise preliminar de dados. Referências Carga Horária Disciplina Ementa Referências Carga Horária ANDRADE, M. M. de. Introdução à metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 1994. ASTI, V. Metodologia da pesquisa científica. Porto Alegre: Globo, 1983. BASTOS, C.; KELLER, V. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia científica. Petrópolis-RJ: Vozes, 1993. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2000. KIDDER, L. (Org.). Métodos de pesquisa nas relações sociais. São Paulo: EPU, 1987. FACCINA, C, R.; PELUSO, L. A. Metodologia científica: o problema da análise social. São Paulo: Pioneira, 1984. GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1994. MARTINS, G. de A. Manual de elaboração de monografias. São Paulo: Atlas, 1992. SÁ, I. B. de. Apresentação de trabalho acadêmico. Recife: UFPE, 1982. TRUJILLO, A. Metodologia da pesquisa científica. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1982. 36 horas Ecologia e Atividade Petrolífera Conceitos básicos de ecologia. Ecossistemas-biodiversidade onde ocorre atividade petrolífera. Fluxos de energias nos sistemas ecológicos. Ciclos da água, do oxigênio, do carbono e do nitrogênio. CARVALHO, Benjamin A. Ecologia aplicada ao saneamento ambiental. Rio de Janeiro: ABES, 1980. ODUM, Eugene P. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1988. PINTO COELHO, Ricardo Motta. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: ARTMED, 2000. RICKLEFS, Roberts E. A economia da natureza. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996. CORSON, Walter H. Manual global de ecologia. São Paulo: Augustus, 1996. 24 h 12 Disciplina Ementa Referências Carga Horária Diagnóstico Ambiental Requisitos básicos para a caracterização dos meios físico, biótico e antrópico. Grau de aprofundamento e foco. Metodologias e técnicas de levantamento de dados primários e secundários. Inter-relação dos dados dos meios físico, biológico e antrópico. Fontes de pesquisa. Estudos de caso. BANCO DO NORDESTE. Manual de impactos ambientais: orientações básicas sobre aspectos ambientais de atividades produtivas. Fortaleza: BNB, 1999. RIO GRANDE DO NORTE. Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte - IDEMA. Manual de licenciamento ambiental. Natal: IDEMA, 2006. SANCHES, Luiz Enrique. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. São Paulo: Oficina de Textos, 2006. SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE. Manual de avaliação de impactos ambientais. 3 ed. Curitiba: SEMA/IAP/GTZ, 1999. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2000. TOMASI, Luiz Roberto. Estudo de impacto ambiental. 1. ed. São Paulo: CETESB: Terragraph Artes e Informática, 1993. 36 h Disciplina Ementa Referências Carga Horária Avaliação de Impactos Ambientais A Avaliação de Impactos Ambientais (AIA) como instrumento da Política Nacional de Meio Ambiente. Origem e difusão da AIA. Quadro legal e institucional da AIA. Objetivos da AIA. Conceitos e definições de impacto ambiental. Área de Influencia. Instrumentos de AIA. Identificação e previsão de impactos ambientais. Principais métodos de AIA. Medidas Mitigadoras. Programa de Acompanhamento e Monitoramento. Analise de Termos de referencia de estudos ambientais. Estudos de caso. BANCO DO NORDESTE. Manual de impactos ambientais: orientações básicas sobre aspectos ambientais de atividades produtivas. Fortaleza: BNB, 1999. RIO GRANDE DO NORTE. Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte - IDEMA. Manual de licenciamento ambiental. Natal: IDEMA, 2006. ROHDE, G. M. Geoquímica ambiental e estudos de impacto. São Paulo: Dignus Editora, 2000. SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE. Manual de avaliação de impactos ambientais. 3 ed. Curitiba: SEMA/IAP/GTZ, 1999. SANCHES, Luiz Enrique. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. São Paulo: Oficina de Textos, 2006. TOMASI, Luiz Roberto. Estudo de impacto ambiental. 1. ed. São Paulo: CETESB: Terragraph Artes e Informática, 1993. 96 Horas 13 Disciplina Ementa Referências Carga Horária Recuperação de Áreas Degradadas Técnicas básicas de recuperação de áreas degradadas. Estudos de caso. MOERI, E.; COELHO, R.; MARKER, A. Remediação e revitalização de áreas contaminadas: aspectos técnicos, legais e financeiros. São Paulo: Signus Editora, 2004. MOERI, E.; RODRIGUES, D. Áreas contaminadas, remediação e redesenvolvimento: estudos de caso nacionais e internacionais. Signus Editora, 2003. CETESB. Manual de gerenciamento de áreas contaminadas. São Paulo. Disponível em: www.cetesb.sp.gov.br. Acesso em: 10 abr. 2007. 24 h Disciplina Ementa Referências Análise de Riscos Noções de metodologias de análise de riscos: Identificação de perigos. Estimativa de conseqüências e análise de vulnerabilidade. Estimativa de freqüências. Estimativa e avaliação de riscos. Gerenciamento de riscos. Estudo de caso. CETESB. Manual de orientação para a elaboração de estudos de análise de riscos. São Paulo: CETESB, 2003. DUARTE, Moacyr. Riscos industriais: etapas para a investigação e a prevenção de acidentes. Rio de Janeiro: FUNENSEG, 2002. SOUZA JR., Álvaro Bezerra de; SEVA FILHO, Arsênio Oswaldo; MARCHI, Bruna de. Acidentes Industriais ampliados: desafios e perspectivas para o controle e a prevenção. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2000. Carga Horária 24 h 7 INFRA-ESTRUTURA FÍSICA 7.1 Instalações em geral e salas de aula O Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte, em sua Unidade SedeNatal, apresenta infra-estrutura arquitetônica que proporciona acesso facilitador aos portadores de necessidades especiais, em conformidade com a Portaria Ministerial nº 1.679/99. 14 As atividades acadêmicas dessa unidade educacional são desenvolvidas em prédios com ampla área livre. Diversos são os espaços de aprendizagem: salas de aula, laboratórios específicos, ampla circulação, centro de convivência, pátio de alimentação, biblioteca, complexo desportivo e de lazer, assim como estacionamento próprio. Os laboratórios de Informática são devidamente equipados com micro-computadores, ligados em rede e à rede mundial de computadores com a manutenção sistemática e periódica. Os micro-computadores dos laboratórios de uso geral possuem os softwares necessários ao desenvolvimento do curso e o acesso é facultado para realização de trabalhos. As salas de aula disponibilizadas para a realização do curso são dotadas de quadros negros e brancos, tela para projeções por meio de retro projetor e projetor multimídia, computador conectado à rede mundial de computadores. Espaço físico adequado para o funcionamento das aulas do curso de especialização, devido às salas disporem de boa ventilação e iluminação. Os alunos do curso de especialização em Licenciamento Ambiental on shore disporão, ainda, de instalações, de equipamentos e de bibliografias específicas, como os listados abaixo. Instalações e Equipamentos: Qtde. m2 por estação m2 por aluno Laboratório (nº e/ou nome) Área (m2) Laboratório de Mineralogia 84,00 Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados) 40 bancos, 10 mesas, 16 carteiras, 01 mesa, 01 cadeira, 02 aparelhos de ar-condicionado Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Especificações Laboratório (nº e/ou nome) Área (m2) Laboratório de Petrografia 84,00 m2 por bancada m2 por aluno Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados) 40 bancos, 10 mesas, 02 aparelhos de ar-condicionado Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações 15 Laboratório (nº e/ou nome) Área (m2) Laboratório de Pesquisa Mineral 84,00 m2 por bancada m2 por aluno Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados) 27 carteiras, 01 mesa, 01 cadeira, 01 armário, 02 aparelhos de ar-condicionado, 01 ecobatímetro, 01 estação meteorológica Qtde. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Especificações Laboratório (nº e/ou nome) Área (m2) m2 por estação Laboratório de Lavra de Minas 48,00 Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados) m2 por aluno 36 carteiras, 01 mesa, 01 cadeira, 01 armário, 01 aparelho de ar-condicionado Qtde. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Especificações Laboratório (nº e/ou nome) Área (m2) m2 por estação m2 por aluno Laboratório de Prestação de Serviços 84,00 Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados) 01 computador, 01 impressora, 01 geladeira, 01 aparelho de ar condicionado, 01 fotômetro de chama, 02 estufas de secagem, 01 estufa bacteriológica, 01 destilador, 01 espectrofomentro, 01 banho-maria, 01 phmetro, 01 balança de precisão, 01 condutivimetro, 01 seladora, 01 contador de colônia Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações 01 monitor 01 estabilizador 01 gabinete com placa-mãe e fonte 01 impressora matricial Laboratório (nº e/ou nome) Área (m2) m2 por estação Laboratório de Toxicidade e Efluentes 84,00 Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados) m2 por aluno 01 aparelho de ar condicionado, 01 TV 20”, 02 máquinas de titulador automático Qtde. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Especificações Laboratório (nº e/ou nome) Área (m2) m2 por estação m2 por aluno Laboratório de Microbiologia 92,40 Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados) 02 aparelhos de ar condicionado, 01 frigobar, 01 estufa DBO, 02 estufas bacteriológicas, 03 banhos-maria, 11 microscópios, 01 autoclave, 01 contador de colônias, 12 carteiras, 10 bancos, 02 bancadas, 05 lupas binoculares, 01 fotomicroscópio, 01 câmbina de fluxo laminar, 01 incubadeira, 06 microscópios binoculares, 02 botijões de gás, 05 tripés de alumínio, 06 bicos de Bunsen, 01 incubadora, 04 contadores de colônias, 01 medidor de oxigênio (*ENC.), 03 balanças semi-analíticas (*ENC.), 06 filtros (*ENC.), 01 kit coliformes (*ENC.). Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações 16 Laboratório (nº e/ou nome) Área (m2) m2 por estação m2 por aluno Laboratório Físico-Químico 92,40 Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados) 02 aparelhos de ar condicionado, 03 chapas elétricas, 24 carteiras, 03 bancos, 01 cadeira, 03 bancadas, 01 armário, 01 turbidímetro, 01 água-teste, 01 anenômetro, 02 discos p/ análise de água, 01 espectrofotômetro, 01 potenciômetro, 01 destilador, 01 comparador, 03 discos clororímetros p/ flúor, 01 balança digital, 01 turbidímetro, 01 jar teste Tub-Floc, 03 neocomparadores, 02 agitadores magnéticos, 01 espectrofotômetro, 01 oxímetro, 01 balança analítica, 01 autoclave vertical, 01 estufa incubadora, 02 relógio alarme, 01 manta aquecedora, 01 capela, 01 deionizador, 01 aparelho digestor, 04 medidores de condutividade portátil, 03 medidores de oxigênio, 02 medidores (Aquacheck), 02 medidores (Minidigi), 02 medidores de concentração, 01 polímetro de precisão, 01 higrômetro, 01 reator p/ digestão de DQO (*ENC.), 02 turbidímetros (*ENC.), 01 banho-maria (*ENC.), 01 dessecador (*ENC.), 02 estufas de secagem (*ENC.), 01 compressor (*ENC.), 01 destilador (*ENC.), 01 balança digital (*ENC.), 01 amostrador (*ENC.), 05 kit colorímetros (*ENC.), 02 termômetros (*ENC.), 01 estufa, (*ENC.), 01 lupa (*ENC.). Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações Laboratório (nº e/ou nome) Área (m2) m2 por estação m2 por aluno Laboratório de Informática Aplicada 54 2,7 2,7 Descrição (Materiais, Ferramentas e/ou outros dados) 02 aparelhos de ar condicionados, 01 instabilizador, 20 mesas p/ computador, 41 cadeiras, 01 mesa Descrição (Softwares Instalados e/ou outros dados) Sistema Operacional Windows 98, Microsoft Office XP (Word, Excel, PowerPoint, FrontPage e Access), Suite Corel Draw 10, Dicionário de Línguas, Paint Shop Pro, Internet Explorer 6, programas de processamento digital de imagens (Envi e Ermapper), de sistemas de informação geográfica (Arcview e Mapinfo), de desenho auxiliado por computador (AutocadMap e Microstation), de processamento de dados gps (Pathfinder Office e GTM Profissional) e antivírus Vírus Scan Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações Microcomputador, CPU K6-2 400MHz, 64 Mbytes RAM, disco rígido de 6,8 Gbytes, leitor de CD-ROM de 50X, 20 acesso à Internet e à rede Novell do Departamento Acadêmico de Informática do CEFET. Adquiridos em 2000. Microcomputador, CPU 486-DX4 100 MHz, 16 Mbytes RAM, disco rígido de 600Mbytes, acesso à Internet e à 01 rede Novell do Departamento Acadêmico de Informática do CEFET. (Para uso de digitalização de imagens) 01 Scanner de mesa, formato A4, com resolução ótica de 600x1200 dpi 01 HUB de 24 portas Laboratório (nº e/ou nome) Área (m2) m2 por estação Laboratório de Fotogeologia 92,40 Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados) m2 por aluno 02 aparelhos de ar condicionado, 30 esteroscópios de espelho, 15 carteiras, 12 bancos, 01 armário Qtde. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Especificações Laboratório (nº e/ou nome) Área (m2) m2 por estação m2 por aluno Laboratório Instrumentação 92,40 Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados) 02 aparelhos de ar condicionados, 01 espectrofotômetro de absorção atômica, 02 destiladores, 01 cromatógrafo gasoso, 01 computador, 01 impressora. Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações 01 Monitor 01 Estabilizador 17 01 Gabinete com placa-mãe e fonte 01 Impressora Jato de Tinta Laboratório (nº e/ou nome) Área (m2) Laboratório de Tratamento de Minérios 84,60 m2 por estação m2 por aluno Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados) 02 aparelhos de ar condicionado, 02 computadores, 01TV 20”, 01 botijão de gás 13k c/ massarico, 01 lupa c/ câmera, 02 máquinas mufla, 02 máquinas estufa, 01 máquina alimentador vibratório, 01 máquina espessador, 01 máquina separador magnético, 01 máquina flotador, 02 compressores de ar, 06 cilindros da gás oxigênio, 01 máquina britador de mandíbula, 01 máquina britador de martela, 01 compressor de ar (grande), 01 microscópio, 01 máquina jigg, 01 máquina moinho de martelo, 01 máquina moinho de bola, 01 máquina mesa vibratória, 01 máquina laminador, 01 máquina triturador de resíduos, 02 peneiras vibratórias, 01 máquina estufa de secagem, 02 ventiladores, 01 balança, 01 telefone, 01 carrinho de mão, 04 extintores de incêndio, 01 impressora matricial, 01 estufa pequena, 01 alimentador vibratório eletromagnético, 01 concentrador centrífugo (*ENC.) Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações 01 Monitor 01 Estabilizador 01 Gabinete com placa-mãe e fonte 01 Impressora Matricial Laboratório (nº e/ou nome) Área (m2) Sala de Áudio Visual 48,00 m2 por estação m2 por aluno Descrição (Materiais, Ferramentas, Softwares Instalados, e/ou outros dados) 01 televisor 29”, 01 computador, 38 carteiras Equipamentos (Hardwares Instalados e/ou outros) Qtde. Especificações 01 Monitor 01 Estabilizador 01 Gabinete com placa-mãe e fonte Biblioteca: Os alunos do Curso de Especialização em Licenciamento Ambiental on shore podem contar com a infra-estrutura da Biblioteca Sebastião Fernandes do CEFET-RN e do acervo geral e específico da área de conhecimento de meio ambiente, listado a seguir: BARBIERI, José Carlos. Desenvolvimento e meio ambiente: as estratégias de mudanças da agenda 21. Petrópolis(RJ): Vozes, 1997. 18 DEMO, Pedro. Conhecimento moderno: sobre ética e intervenção do conhecimento. Petrópolis (RJ): Vozes, 1997. GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1996. RICHARDSON, R. J. Pesquisa social: métodos e técnicas. São Paulo: Atual, 1985. ROCHA, José Sales Mariano da. Manual de projetos ambientais. Santa Maria: Imprensa Universitária, 1997. RODRIGUES, Arlete Moysés. Produção e consumo do e no espaço: problemática ambiental urbana. São Paulo: Hucitec, 1998. SALVADOR, Ângelo Domingos. Métodos e técnicas de pesquisa bibliográfica. Porto Alegre: Sulina, 1986. GREEN, R. Sampling design and statistical methods for environmental biologists. New York: Wiley & Sons,1979. MARKERT, B. Environmental sampling for Traces analysis. VCH, Weinhein, Germany,1994. SNEDECOR, G.W. COCHRAN, W.G. Statistical methods. London: Chapman & Hall, 1989. SOKAL, R. R. . ROHLF, F.J. Biometry. San Francisco: W.H. Freeman, 1981. HALLIDAY, D. RESNICK, R. WELKER, J. Fundamentos da física. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, v. 1 e 2, 1996. NUSSENZVEIG,H. M. Curso de física básica. Ed. Edgard Bliicher Ltda. v 1 e 2,1997. TYPLER, Paul A. Mecânica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A, v. 1 e 2. 1995. FORTESCUE, J. A. C. Environmental geochemistry. New York: Springer-Verlag, 1980. LANGMUIR, D. Aqueous environmental geochemistry. New Jersey: Prentice Hall, 1997. CAVALCANTI, Clovis (org.). Meio ambiente: desenvolvimento sustentável e políticas públicas. São Paulo: Cortez; Recife: Fundação Joaquim Nabuco, 1997. ______. Desenvolvimento e natureza: estudos para uma sociedade sustentável. São Paulo: Cortez; Recife: Fundação Joaquim Nabuco, 1998. DONAIRE, Denis. Gestão ambiental na empresa. São Paulo: Atlas, 1995. FERNANDES FILHO, A. M. et al. Avaliação de impacto ambiental. João Pessoa: SUDEMA, 1993. MOTA, Suetônio. Preservação e conservação de recursos hídricos. Rio de Janeiro: ABES, 1995. MOURA, Luiz Antônio Abdalla. Qualidade e gestão ambiental: sugestão para implantação das normas ISO-14.000 nas empresas. São Paulo: Oliveira Mendes, 1998. REIS, Maurício J. L. ISO-14.000: gerenciamento ambiental: um novo desafio para sua competitividade. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1995. VALLE, Cyro Eyer do. Qualidade ambiental: o desafio do ser competitivo protegendo o meio ambiente. São Paulo: Pioneira, 1995. VITERBO Júnior,Ênio. Sistema integrado de gestão ambiental. São Paulo: Aquariana, 1998. 19 BARNES, Roger D. Zoologia dos invertebrados. Rocha,1995. DIEGUES, A. Carlos et al. Reserva da biosfera da mata atlântica. Consórcio Mata Atlântica, 1992. JOLY, A. Brandão. Botânica: introdução à taxonomia vegetal. Companhia Ed. Nacional, 1991. POUGH, F. Harvey. HEISSER, John B.. Mc FARLAND, William N. Vida dos vertebrados. Atheneu, 1993. RAVEN, Peter H.. EVERT, Ray F.. CURTIS, Helena. Biologia vegetal. Rio de Janeiro: Guanabara II, 1985. DAJOZ, R. Ecologia geral. São Paulo: EDUSP,1978. ODUM, E. P. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara, 1985. SILVERSTEIN, Michael. 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DEBATE NA ESCOLA, Trabalho, violência, ecologia, saúde, comportamento sexual, identidade nacional, comunicação, educação, jovem adolescente e ciência e tecnologia). São Paulo: Moderna, 1999. LEIS, Héctor Ricardo. Ética ecológica: análise conceitual e histórica de sua evolução. In: vários autores: Reflexão cristã sobre o meio ambiente: São Paulo: Loyola, 1992. VIOLA, Eduardo I. Meio Ambiente, desenvolvimento e cidadania: desafios para as ciências sociais. São Paulo: Cortez, 1995. CRUZ, O. A escala temporal-espacial nos estudos de processos geomorfológicos erosivos atuais. Uma questão de métodos. Geomorfologia IGEOG,1985. MARTINELLI, M. Orientação semiológica para as representações da geografia: mapas e diagramas. Orientação, 1990. ______, Curso de cartografia temática, São Paulo: Contexto, 1991. SOUZA, Maria Adélia A. et al Natureza e sociedade de hoje: uma leitura geográfica. São Paulo: Hucitec, 1994. 21 MOTA, Suetônio. Introdução à engenharia ambiental . Rio de Janeiro:ABES, 1997. 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BUGIN, A.. & REIS, J. L. B. C. – Manual de recuperação de áreas degradadas pela mineração: técnicas de revegetação. Brasília:INTER/IBAMA, 1990. DANA, J.H. Manual de mineralogia. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1984. Vol. I e II. LEINZ, V e AMARAL, S.E. Geologia geral. São Paulo: Ed. Nacional, 1978. LOCZY, l. e LADEIRA, E.A. Geologia estrutural e introduçào à geotectônica. [S.I]: Ed. Edgard Blücher,1980 POPP, J.H. Geologia geral. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1979. SUGUIO, K. Introdução à sedimentologia. São Paulo: Edgard Blúcher,1973. TEIXEIRA, A. Dicionário geológico-geomorfológico. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 1972. ÁVILA, G.S.S. Cálculo I: funções de uma variável, Rio de Janeiro: LTC, 1994. CD – ROM. Teach yourself calculus, Softkey Multimedia Inc.,1995. EWEN, Dale, TOPPER., Michael A. Cálculo Técnico. Hermus Livraria Editora, 1977. LEITHOLD, Louis, O cálculo com geometria analítica. 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Os instrumentos de avaliação que poderão ser utilizados no decorrer do curso são: estudos dirigidos, análises textuais, temáticas e interpretativas, provas, seminários, estudos de caso, elaboração de papers, dentre outros, que contribuam para o aprofundamento dos conhecimentos sobre planejamento e implementação de sistemas de gestão ambiental ou gerenciamento e execução de atividades ligadas à área ambiental. 23 9 CONTROLE DE FREQUÊNCIA 9.1 Freqüência dos alunos e aproveitamento Será considerado aprovado o aluno que obtiver 75% (setenta e cinco por cento) de freqüência da carga horária prevista para o conjunto das disciplinas do curso e, no mínimo, nota 6,0 (seis) de aproveitamento na avaliação das disciplinas. 10 TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO 10.1 Monografia ou trabalho de conclusão O trabalho final (Monografia ou Trabalho de Conclusão do Curso - TCC) compreende a realização de um estudo de pesquisa teórico ou teórico-empírico, que será desenvolvido individualmente ou em dupla, no decorrer do curso. Esse trabalho deve expressar os processos de ensino-aprendizagem realizados no curso, o desempenho pessoal do aluno e o envolvimento do professor-orientador no projeto de investigação do aluno. Desde o início do curso haverá um grupo de professores-orientadores responsáveis pela orientação do trabalho de conclusão do curso. Esse trabalho será examinado por três professores, sendo dois integrantes do corpo docente do curso e um convidado externo. Será considerado aprovado na Monografia ou TCC o aluno que obtiver, após a apresentação à banca examinadora, a nota mínima de 60 (sessenta) pontos. Caso o aluno não obtenha a nota mínima de aprovação, o professor orientador, conjuntamente com o aluno, discutirá novas estratégias de correções das observações realizadas pela banca. 24 11 CERTIFICAÇÃO 11.1 Certificado de Conclusão do Curso O certificado do Curso de Especialização em Licenciamento Ambiental On Shore será expedido pelo Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte, considerando a área de conhecimento do curso e o histórico escolar, em que deve constar obrigatoriamente: relação das disciplinas, carga horária, nota ou conceito obtido pelo aluno e nome e qualificação dos professores por elas responsáveis; período e local em que o curso foi realizado e a sua duração total, em horas de efetivo trabalho acadêmico; título da Monografia ou do TCC e nota ou conceito obtido; declaração da Instituição de que o curso cumpriu todas as disposições da Resolução nº 001/2001- CNE/CES de 3 de abril de 2001 (Ver anexo A); O portador do certificado obterá a habilitação específica em Especialista em Licenciamento Ambiental On Shore, haja vista o curso ter cumprido todas as disposições dessa Resolução. 12 INDICADORES DE DESEMPENHO Número de alunos a serem especializados: 30 Índice máximo de evasão admitido: 25% Produção científica: produção mínima de um artigo por professor/ano. Os alunos deverão elaborar um TCC e apresentá-lo a uma banca examinadora. Média mínima de desempenho de alunos: 60 Número mínimo de alunos para manutenção da turma: 75% do número total de alunos que iniciaram o curso Número máximo de aluno da turma: 40. 25 13 ANEXO Anexo A – Resolução CNE/CES Nº 1, DE 3 DE ABRIL DE 2001. RESOLUÇÃO CNE/CES Nº 1, DE 3 DE ABRIL DE 2001. Estabelece normas para o funcionamento de cursos de pós-graduação. O Presidente da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, no uso de suas atribuições legais, e tendo em vista o disposto no Art. 9º, § 2º, alínea “g”, da Lei 4.024, de 20 dedezembro de 1961, com a redação dada pela Lei 9.131, de 25 de novembro de 1995, e nos artigos 9º, incisos VII e IX, 44, inciso III, 46 e 48, §§ 1º e 3º da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o Parecer CNE/CES 142/2001, homologado pelo Senhor Ministro da Educação em 15 de março de 2001, RESOLVE: Art. 1º Os cursos de pós-graduação stricto sensu, compreendendo programas de mestrado e doutorado, são sujeitos às exigências de autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento previstas na legislação. § 1º A autorização, o reconhecimento e a renovação de reconhecimento de cursos de pósgraduação stricto sensu são concedidos por prazo determinado, dependendo de parecer favorável da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, fundamentado nos resultados da avaliação realizada pela Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES e homologado pelo Ministro de Estado da Educação. § 2º A autorização de curso de pós-graduação stricto sensu aplica-se tão-somente ao projeto aprovado pelo CNE, fundamentado em relatório da CAPES. § 3º O reconhecimento e a renovação do reconhecimento de cursos de pós-graduação stricto sensu dependem da aprovação do CNE, fundamentada no relatório de avaliação da CAPES. § 4º As instituições de ensino superior que, nos termos da legislação em vigor, gozem de autonomia para a criação de cursos de pós-graduação devem formalizar os pedidos de reconhecimento dos novos cursos por elas criados até, no máximo, 12 (doze) meses após o início do funcionamento dos mesmos. § 5º É condição indispensável para a autorização, o reconhecimento e a renovação de reconhecimento de curso de pós-graduação stricto sensu a comprovação da prévia existência de grupo de pesquisa consolidado na mesma área de conhecimento do curso. § 6º Os pedidos de autorização, de reconhecimento e de renovação de reconhecimento de curso de pósgraduação stricto sensu devem ser apresentados à CAPES, respeitando-se as normas e procedimentos de avaliação estabelecidos por essa agência para o Sistema Nacional de Pós- Graduação. Art. 2º Os cursos de pós-graduação stricto sensu oferecidos mediante formas de associação entre instituições brasileiras ou entre estas e instituições estrangeiras obedecem às mesmas exigências de autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento estabelecidas por esta Resolução. Parágrafo único. A emissão de diploma de pós-graduação stricto sensu por instituição brasileira exige que a defesa da dissertação ou da tese seja nela realizada. 26 Art. 3º Os cursos de pós-graduação stricto sensu a distância serão oferecidos exclusivamente por instituições credenciadas para tal fim pela União, conforme o disposto no § 1º do artigo 80 da Lei 9.394, de 1996, obedecendo às mesmas exigências de autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento estabelecidas por esta Resolução. § 1º Os cursos de pós-graduação stricto sensu oferecidos a distância devem, necessariamente, incluir provas e atividades presenciais. § 2º Os exames de qualificação e as defesas de dissertação ou tese dos cursos de pósgraduação stricto sensu oferecidos a distância devem ser presenciais, diante de banca examinadora que inclua pelo menos 1 (um) professor não pertencente ao quadro docente da instituição responsável pelo programa. § 3º Os cursos de pós-graduação stricto sensu oferecidos a distância obedecerão às mesmas exigências de autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento estabelecidas por esta Resolução. § 4º A avaliação pela CAPES dos cursos de pós-graduação stricto sensu a distância utilizará critérios que garantam o cumprimento do preceito de equivalência entre a qualidade da formação assegurada por esses cursos e a dos cursos presenciais. Art. 4º Os diplomas de conclusão de cursos de pós-graduação stricto sensu obtidos de instituições de ensino superior estrangeiras, para terem validade nacional, devem ser reconhecidos e registrados por universidades brasileiras que possuam cursos de pós-graduação reconhecidos e avaliados na mesma área de conhecimento e em nível equivalente ou superior ou em área afim. § 1º A universidade poderá, em casos excepcionais, solicitar parecer de instituição de ensino especializada na área de conhecimento na qual foi obtido o título. § 2º A universidade deve pronunciar-se sobre o pedido de reconhecimento no prazo de 6 (seis) meses da data de recepção do mesmo, fazendo o devido registro ou devolvendo a solicitação ao interessado, com a justificativa cabível. § 3º Esgotadas as possibilidades de acolhimento do pedido de reconhecimento pelas universidades, cabe recurso à Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação. Art. 5º É admitida, excepcionalmente, a obtenção de título de doutor mediante defesa direta de tese, de acordo com o que estabelecerem as normas da universidade onde tal defesa for realizada. § 1º A defesa direta de tese de doutorado só pode ser feita em universidade que ofereça programa de doutorado reconhecido na mesma área de conhecimento. § 2º O diploma expedido após defesa direta de tese de doutorado tem validade nacional. Art. 6º Os cursos de pós-graduação lato sensu oferecidos por instituições de ensino superior ou por instituições especialmente credenciadas para atuarem nesse nível educacional independem de autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento e devem atender ao disposto nesta Resolução. 27 § 1º Incluem-se na categoria de curso de pós-graduação lato sensu os cursos designados como MBA (Master Business Administration) ou equivalentes. § 2º Os cursos de pós-graduação lato sensu são oferecidos para matrícula de portadores de diploma de curso superior. Art. 7º Os cursos de pós-graduação lato sensu ficam sujeitos à supervisão dos órgãos competentes a ser efetuada por ocasião do recredenciamento da instituição. Art. 8º As instituições que ofereçam cursos de pós-graduação lato sensu deverão fornecer informações referentes a esses cursos, sempre que solicitadas pelo órgão coordenador do Censo do Ensino Superior, nos prazos e demais condições estabelecidos. Art. 9º O corpo docente de cursos de pós-graduação lato sensu deverá ser constituído, necessariamente, por, pelo menos, 50% (cinqüenta por cento) de professores portadores de título de mestre ou de doutor obtido em programa de pós-graduação stricto sensu reconhecido. Art. 10 Os cursos de pós-graduação lato sensu têm duração mínima de 360 (trezentos e sessenta) horas, nestas não computado o tempo de estudo individual ou em grupo, sem assistência docente, e o reservado, obrigatoriamente, para elaboração de monografia ou trabalho de conclusão de curso. Art. 11 Os cursos de pós-graduação lato sensu a distância só poderão ser oferecidos por instituições credenciadas pela União, conforme o disposto no § 1º do art. 80 da Lei 9.394, de 1996. Parágrafo único. Os cursos de pós-graduação lato sensu oferecidos a distância deverão incluir, necessariamente, provas presenciais e defesa presencial de monografia ou trabalho de conclusão de curso. Art. 12 A instituição responsável pelo curso de pós-graduação lato sensu expedirá certificado a que farão jus os alunos que tiverem obtido aproveitamento segundo os critérios de avaliação previamente estabelecidos, assegurada, nos cursos presenciais, pelo menos, 75% (setenta e cinco por cento) de freqüência. § 1º Os certificados de conclusão de cursos de pós-graduação lato sensu devem mencionar a área de conhecimento do curso e ser acompanhados do respectivo histórico escolar, do qual devem constar, obrigatoriamente: I - relação das disciplinas, carga horária, nota ou conceito obtido pelo aluno e nome e qualificação dos professores por elas responsáveis; II - período e local em que o curso foi realizado e a sua duração total, em horas de efetivo trabalho acadêmico; III - título da monografia ou do trabalho de conclusão do curso e nota ou conceito obtido; IV - declaração da instituição de que o curso cumpriu todas as disposições da presente Resolução; e V – indicação do ato legal de credenciamento da instituição, no caso de cursos ministrados a distância. 28 § 2º Os certificados de conclusão de cursos de pós-graduação lato sensu devem ter registro próprio na instituição que os expedir. § 3º Os certificados de conclusão de cursos de pós-graduação lato sensu que se enquadrem nos dispositivos estabelecidos nesta Resolução terão validade nacional. Art. 13 Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas a Resolução CFE 5/83, as Resoluções CNE/CES 2/96, 1/97 e 3/99 e demais disposições em contrário. ROBERTO CLÁUDIO FROTA BEZERRA Presidente da Câmara de Educação Superior 29