GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS CURSO DE QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL CAPTAÇÃO E INTERMEDIAÇÃO DE INVESTIMENTOS FINANCEIROS ALUNO (A): ------------------------------------------------------------------------------------- PROFESSOR (A): ---------------------------------------------------------------------------- CETAM SEPLAN Centro de Educação Tecnológica do Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento Econômico Amazonas 1 1. APRESENTAÇÃO Sabemos que no poder executivo as demandas não têm limites, porem os recursos oriundos do tesouro dos estados são limitados, daí a necessidade do poder público estadual buscar constantemente fontes de financiamento para o desenvolvimento dos seus projetos Este material é um instrumento de pesquisa e discussão que coloca em foco a captação de recurso por meio de fontes de financiamento no âmbito do Governo Federal, Bancos Oficiais, Agências de Desenvolvimento e Empresas Estatais. 2. TIPOS DE RECURSOS As dotações orçamentárias destinadas aos convênios e aos contratos de repasses são alocadas no Orçamento Geral da União de duas maneiras: 2.1 Contemplação Nominal Esse tipo de dotação é realizada por meio da proposta do Poder Executivo ou de emenda ao Orçamento, ou seja, em seus primeiros passos, o orçamento é um projeto de lei de iniciativa do Poder Executivo. Durante análise no Congresso, são apresentadas emendas – propostas de alteração a um projeto de lei. Entre agosto, quando a proposta é enviada ao Congresso, e dezembro, quando é encerrada a sessão legislativa, os parlamentares (deputados federais e senadores) podem, mediante apresentação de emendas, remanejar, incluir e cancelar gastos conforme o que consideram necessário para o País. A liberação dar-se-á de acordo com o planejamento do Poder Executivo, observadas as disponibilidades financeiras. 2.2 Não Contemplação Explícita É o Programa orçamentário destinado à captação de recurso, no qual as Entidades Púbicas e Privadas têm a iniciativa de cadastrar uma proposta de projeto mediante um programa disponibilizado pelo órgão público concedente. 3. TIPOS DE REPASSE 3.1 Transferência Fundo a Fundo A Transferência Fundo a Fundo consiste no repasse regular e automático de valores aos Estados, Municípios e Distrito Federal, feito diretamente pelos Fundos Nacionais. Nas Transferências Fundo a Fundo, os recursos financeiros transferidos deverão ser movimentados 2 em conta bancária específica, aberta em nome dos respectivos Fundos estaduais, municipais e do Distrito Federal. 3.2 Convênio O Convênio é um tipo de transferência de recurso financeiro, de dotação consignada no Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União, que tem como participantes, de um lado, órgão ou entidade da administração pública federal direta ou indireta, e do outro lado, órgão ou entidade da administração pública federal, estadual, municipal, distrital ou ainda entidades privadas sem fins lucrativos, visando à execução de programas de governo que envolvem a realização de projeto, atividade, serviço, aquisição de bens ou evento de interesse recíproco, em regime de mútua cooperação. 3.3 Contrato de Repasse O Contrato de Repasse é o instrumento administrativo por meio do qual a transferência dos recursos financeiros acontece por intermédio de instituição ou agente financeiro público federal (Caixa Econômica Federal), atuando como mandatário da União. Ou seja, o órgão público descentraliza o crédito ao agente financeiro, ao qual cabe firmar e acompanhar o contrato com os órgãos federais, municipais, distritais e entidades privadas sem fins lucrativos. 4. OUTROS CONCEITOS 4.1 Concedente É o órgão ou entidade da administração pública federal direta ou indireta responsável pela transferência de recursos financeiros ou pela descentralização dos créditos orçamentários destinados à execução do objeto do convênio. 4.2 Proponente É o órgão ou entidade pública ou privada sem fins lucrativos credenciada que manifeste, por meio de proposta, interesse em firmar instrumento regulado pela Portaria Interministerial nº. 127/2008. 4.3 Contratante É o órgão ou entidade da administração pública direta ou indireta da União que pactua a execução de programa, projeto, atividade ou evento, por intermédio de instituição financeira federal (mandatária), mediante a celebração de contrato de repasse. 3 4.4 Contratado É o órgão ou entidade da administração pública direta e indireta, de qualquer esfera de governo, bem como entidade sem fins lucrativos, com o qual a administração federal pactua a execução de contrato de repasse. 4.5 Interveniente É o órgão ou entidade da administração pública direta ou indireta de qualquer esfera de governo, ou entidade privada, que participa do convênio para manifestar consentimento ou assumir obrigações em nome próprio. 4.6 Responsável pelo Proponente É a pessoa física que responde pelo órgão ou entidade privada sem fins lucrativos, nesse caso, o dirigente máximo. 4.7 Representante do Proponente É a pessoa física que responde pelo órgão ou entidade privada sem fins lucrativos. 4.8 Contrapartida Contrapartida é a participação que o proponente oferece para viabilizar a execução do objeto do convênio, de acordo com a sua capacidade financeira ou operacional. A contrapartida do convenente poderá ser atendida por meio de recursos financeiros, de bens ou de serviços, desde que economicamente mensuráveis. Quando atendida por meio de bens ou de serviços, constará do convênio cláusula que indique a forma de aferição da contrapartida, conforme determinado no art. 7º do Decreto nº. 6.170/2007 e alterações. No caso das Entidades Privadas sem Fins Lucrativos recomenda-se verifi car o disposto no art. 52 da Lei nº. 12.017/2009. 4.9 Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse (SICONV) O SICONV é o sistema informatizado do Governo Federal no qual são registrados todos os atos relativos ao processo de operacionalização de recursos por meio de convênios, contratos de repasses e termos de cooperação, desde a sua proposição e análise, passando por celebração, liberação de recursos e acompanhamento da execução, até a prestação de contas. As informações registradas no SICONV serão abertas à consulta pública na Internet, pelo Portal de 4 Convênios do Governo Federal (www.convenios.gov.br). O mesmo portal apresenta um “passo a passo” para cadastramento de proposta. 4.10 Parceria Público-Privadas – PPP Conforme LEI No 11.079, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2004 define como Parceria públicoprivada o contrato administrativo de concessão, na modalidade patrocinada ou administrativa. Parceria público-privada é quando o parceiro privado assume o compromisso de disponibilizar à administração pública ou à comunidade uma certa utilidade mensurável mediante a operação e manutenção de uma obra por ele previamente projetada, financiada e construída. Em contrapartida a uma remuneração periódica paga pelo Estado e vinculada ao seu desempenho no período de referência. Alguns exemplos de obras realizada por PPPs são vagas prisionais, leitos hospitalares, energia elétrica, autoestrada dentre outras. É vedada a celebração de contrato de parceria público-privada: I – cujo valor do contrato seja inferior a R$ 20.000.000,00 (vinte milhões de reais); anos II – cujo período de prestação do serviço seja inferior a 5 (cinco) anos e não superior a 35 III – que tenha como objeto único o fornecimento de mão-de-obra, o fornecimento e instalação de equipamentos ou a execução de obra pública. 5. FONTES DE FINANCIAMENTO - Ministérios Federais - Empresas Estatais - Bancos Oficiais - Agências Internacionais 6. MINISTÉRIO FEDERAIS 6.1 INDÚSTRIA E COMERCIO EXTERIOR Principais Programas: - Comercio e Serviços; - Desenvolvimento da Produção - Arranjos Produtivos Locais - Programa do Artesanato Brasileiro - Programa Brasil Empreendedor - Telecentros de Informação e Negócios 5 - Prêmio Professor Samuel Benchimol - Prêmio Medalha do Conhecimento Órgãos Vinculados: - Superintendência da Zona franca de Manaus - SUFRAMA - Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI - instituto Nacional de Metrologia, Normatização e Qualidade Industrial – IMETRO - Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES 6.2 TURISMO Macroprogramas e Programas: - MacroPrograma 1: Planejamento e Gestão - Programas: • Implementação e descentralização da política nacional de turismo • Avaliação e monitoramento do plano nacional do turismo • Programa de relações internacionais - MacroPrograma 2: Informação e Estudos Turísticos - Programas: • Sistema de informações do turismo • Competitividade do turismo brasileiro - MacroPrograma 3: Logística de transportes - Programas: • Ampliação da malha aérea internacional • Integração da américa do sul • Integração modal nas regiões turísticas - MacroPrograma 4: Regionalização do Turismo - Programas: • Planejamento e gestão da regionalização 6 • Estruturação dos segmentos turísticos • Estruturação da produção associada ao turismo • Apoio ao desenvolvimento regional do turismo - MacroPrograma 5: Fomento a Iniciativa Privada - Programas: • Atração de investimentos • Financiamento para o turismo - MacroPrograma 6: Infra-Estrutura Pública - Programas: • Articulação interministerial para infra-estrutura de apoio ao turismo • Apoio à infra-estrutura turística - MacroPrograma 7: Qualificação dos Equipamentos e Serviços Turísticos - Programas: • Normatização do turismo • Certificação do turismo • Qualificação profissional - MacroPrograma 8: Promoção e Apoio a Comercialização - Programas: • Promoção nacional do turismo brasileiro • Apoio à comercialização nacional • Promoção internacional do turismo brasileiro • Apoio à comercialização internacional 6.3 CULTURA O MinC apóia todos os projetos culturais, através de Editais ou da Lei Rouanet. Programas: - Artes Cênicas, Visuais e Musicas - Audiovisual 7 - Cultura Afro-brasileira - Cultura Digital - Cultura Viva - Direitos Autorais - Economia da Cultura - Gestão Cultural e Mais Cultura - Livro e Cultura Lei Rouanet O mecanismo de incentivos fiscais da Lei 8.313/91 (Lei Rouanet) é uma forma de estimular o apoio da iniciativa privada ao setor cultural. O proponente apresenta uma proposta cultural ao Ministério da Cultura (MinC) e, caso seja aprovada, é autorizado a captar recursos junto a pessoas físicas pagadoras de Imposto de Renda (IR) ou empresas tributadas com base no lucro real visando à execução do projeto. Os incentivadores que apoiarem o projeto poderão ter o total ou parte do valor desembolsado deduzido do imposto devido, dentro dos percentuais permitidos pela legislação tributária. Para empresas, até 4% do imposto devido; para pessoas físicas, até 6% do imposto devido. A dedução concorre com outros incentivos fiscais federais, sem, contudo, estabelecer limites específicos, o que poderá ser aplicado em sua totalidade no incentivo à cultura. A opção é do contribuinte. Apresentação de propostas De acordo com o art. 5° da Instrução Normativa (IN) nº 01 de 05/10/10, as propostas culturais devem ser apresentadas entre 1º de fevereiro e 30 de novembro de cada ano. Podem apresentar propostas pelo mecanismo de incentivo fiscal pessoas físicas com atuação na área cultural (artistas, produtores culturais, técnicos da área cultural etc.); pessoas jurídicas públicas de natureza cultural da administração indireta (autarquias, fundações culturais etc.); e pessoas jurídicas privadas de natureza cultural, com ou sem fins lucrativos (empresas, cooperativas, fundações, ONG’s, Organizações Culturais etc.). Proponentes pessoas físicas poderão ter até 4 projetos em tramitação no MinC, sendo que o somatório desses projetos não pode ultrapassar a mil salários mínimos, exceto nos casos de restauração/recuperação de bens de valor cultural reconhecido pela área técnica competente do Ministério ou por quem este delegar. 8 Já proponentes pessoas jurídicas poderão ter até 20 projetos em tramitação no MinC, ressalvando à Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) a análise da capacidade de execução do proponente e respeitando os limites de projetos por área cultural: 1. Artes Visuais – 15 projetos; 2. Artes Cênicas – 12 projetos; 3. Artes Integradas – 15 projetos; 4. Audiovisual – 8 projetos limitados a 2 por segmento da área; 5. Humanidades – 20 projetos; 6. Música – 20 projetos; e 7. Patrimônio – 10 projetos. Cadastramento de propostas 1° passo - Cadastramento de usuário do Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura – SalicWeb, disponível no site do Ministério da Cultura (www.cultura.gov.br) 2° passo - Preenchimento dos formulários disponibilizados no SalicWeb e anexação em meio digital (PDF) de documentação obrigatória, de acordo com o objeto da proposta. 3° passo – Enviar a proposta via SaliWeb para análise pelo parecer do Ministério da Cultura. Documentação e informações necessárias O art. 7º da IN n°1 de 05/10/10 define quais documentos e informações mínimas devem ser anexados em meio digital (PDF) ou inseridos em forma de texto nos campos correspondentes no Sistema SalicWeb, quando da apresentação da proposta. Confira na Instrução Normativa (IN) nº 01 de 05/10/10 Tramitação da proposta no Ministério da Cultura 9 No SalicWeb, o proponente poderá acompanhar a tramitação da proposta por meio do Espaço do Proponente. Leituras recomendadas: Lei 8.313/91; Decreto 5.761/06; Versão consolidada da IN n° 01/10; Súmulas administrativas da CNIC Mais informações Divisão de Atendimento ao Proponente Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic) Horário: segunda a sexta, das 9h às 17h Tel: (61) 2024-2082 E-mail: [email protected] 6.4 TRABALHO E EMPREGO Programas: - Plano Nacional de Qualificação - PNQ As ações de qualificação social e profissional são implementadas de forma descentralizada, por meio de: 10 • Planos Territoriais de Qualificação (em parceria com estados, municípios e entidades sem fins lucrativos), com objetivo de atender demandas por qualificação identificadas com base na territorialidade. • Projetos Especiais de Qualificação (em parceria com entidades do movimento social e organizações não-governamentais), por sua vez, destinam-se ao desenvolvimento de metodologias e tecnologias de qualificação social e profissional. • Planos Setoriais de Qualificação (em parceria com sindicatos, empresas, movimentos sociais, governos municipais e estaduais) buscam o atendimento de demandas emergenciais, estruturantes ou setorializadas de qualificação. Juntos, os Planos Territoriais, os Projetos Especiais e os Planos Setoriais constituem o Plano Nacional de Qualificação – PNQ. - Projovem Trabalhador Preparar o jovem para o mercado de trabalho e para ocupações alternativas geradoras de renda são os principais objetivos do ProJovem Trabalhador. Podem participar do programa os jovens desempregados com idades entre 18 e 29 anos, e que sejam membros de famílias com renda per capta de até meio salário mínimo. - Economia Solidária Economia Solidária é um jeito diferente de produzir, vender, comprar e trocar o que é preciso para viver. Sem explorar os outros, sem querer levar vantagem, sem destruir o ambiente. Cooperando, fortalecendo o grupo, cada um pensando no bem de todos e no próprio bem. 6.5 DESENVOLVIMENTO SOCIAL Financiamento da Assistência Social Um dos aspectos mais importantes para a realização de uma política pública é a forma de financiamento. Ou seja, como serão providos, distribuídos e aplicados os recursos necessários para a sua execução. É um processo que deve acontecer de maneira transparente – com prestação de contas à sociedade – e contemplando as regiões abrangidas de forma equivalente, respeitando suas diversidades. - Política Nacional de Assistência Social (PNAS) Para apoiar a execução dos serviços socioassistenciais de caráter continuado da PNAS no Distrito Federal e nos estados e municípios, os recursos do FNAS são transferidos regular e 11 automaticamente aos fundos regionais e locais. Para o apoio a projetos e programas com duração determinada, os recursos são repassados por meio da celebração de convênios e contratos de repasse (este último tem como agente financeiro a Caixa Econômica Federal). - Segurança Alimentar e Nutricional A atuação do MDS segue as diretrizes da Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (PNSAN), com as seguintes ações: Restaurante popular Bancos de Alimentos Cozinhas Comunitárias Feiras e Mercados Populares Programa de Aquisição de Alimentos Segurança Alimentar e Nutricional para Comunidades Tradicionais Acesso a água 6.6 EDUCAÇÃO Desde o lançamento do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), todas as transferências voluntárias e assistência técnica do MEC aos municípios, estados e Distrito Federal estão vinculadas à elaboração do Plano de Ações Articuladas (PAR). No plano, o gestor descreve o tipo de apoio que o estado ou município necessita, ao detalhar um conjunto de ações. Todos os que elaboraram o PAR podem receber assistência técnica e/ou financeira do MEC em diversas áreas, como por exemplo, construção de creches e melhoria do transporte escolar. A partir da aprovação do PAR, os dirigentes assinam termo de cooperação técnica. As ações de assistência técnica serão implementadas pelo Ministério da Educação até 2011. Já as ações de assistência financeira, sendo aprovadas, são realizadas por meio de convênio, um para cada ano. Os gestores devem acessar o Sistema Integrado de Planejamento, Orçamento e Finanças do Ministério da Educação (Simec) periodicamente para acompanhar o trâmite do PAR do seu estado ou município. Em relação às transferências obrigatórias do MEC aos entes federados, como a da merenda escolar, do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e do Programa Dinheiro Direto na Escola, o repasse é direto, feito com base no censo escolar 12 realizado no ano anterior ao do atendimento. Atenção: os estados e municípios precisam apresentar as prestações de contas no prazo pré-determinado para não deixar de receber nenhuma parcela dos recursos. Programas: - Educação infantil - Proinfância - Transporte escolar - Merenda Escolar - Dinheiro Direto na Escola - Caminho da Escola (FNDE) 6.7 CIÊNCIA E TECNOLOGIA Programas: I - Subvenção Econômica para Inovação A subvenção econômica à inovação é um dos principais instrumentos de política de governo largamente utilizado em países desenvolvidos para estimular e promover a inovação, sendo operado de acordo com as normas da Organização Mundial do Comércio – OMC. Essa modalidade de financiamento foi criada a partir da aprovação e da regulamentação da Lei de Inovação (Lei 10.973, de 02.12.2004, regulamentada pelo Decreto 5.563, de 11.10.2005) e da Lei do BEM (Lei 11.196, de 21.11.2005, regulamentada pelo Decreto 5.798 de 07.07.2006). Ela permite a aplicação de recursos públicos não-reembolsáveis diretamente em empresas públicas ou privadas que desenvolvam projetos de inovação estratégicos para o País, compartilhando os custos e os riscos inerentes a tais atividades. Tem por objetivo ampliar as atividades de inovação e incrementar a competitividade das empresas e da economia do País. A subvenção pode ser aplicada no custeio de atividades de pesquisa, de desenvolvimento tecnológico e de inovação em empresas nacionais. II – Programa de Subvenção Econômica A primeira iniciativa brasileira, lançada em agosto de 2006, disponibilizou recursos da ordem de R$ 510 milhões para cobrir o período de 2006 a 2008. 13 A concessão da subvenção econômica é operacionalizada pela FINEP, agência do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), por meio dos instrumentos de convocação de empresas (Chamadas Públicas e Carta-Convite). III-Expansão e Consolidação do Sistema Nacional de C,T&I Um conjunto de ações impulsiona e integra as políticas de Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil. A consolidação deste sistema preconiza sua estruturação junto ao setor empresarial, estados e municípios, tendo em vista as áreas estratégicas para o desenvolvimento do País e a revitalização e consolidação da cooperação internacional. Outras metas importantes neste novo contexto de C,T&I são: o aumento do número de bolsas para formação e capacitação de recursos humanos qualificados e o aperfeiçoamento do sistema de fomento para a consolidação da infraestrutura de pesquisa científica e tecnológica nas diversas áreas do conhecimento. Linhas de ação: 1. Consolidação Institucional do Sistema Nacional de C,T&I 2. Formação de Recursos Humanos para C,T&I 3. Infraestrutura e Fomento da Pesquisa Científica e Tecnológica VI-Promoção da Inovação Tecnológica nas Empresas Desenvolver um ambiente favorável à dinamização do processo de inovação tecnológica nas empresas visando a expansão do emprego, da renda e do valor agregado nas diversas etapas de produção. Este é um dos objetivos desta prioridade, que estimula a inserção de um maior número de pesquisadores no setor produtivo, a difusão da cultura da absorção do conhecimento técnico e científico e a formação de recursos humanos para inovação. Outra meta é a estruturação do Sistema Brasileiro de Tecnologia (SIBRATEC), cujo desafio maior é o apoio ao desenvolvimento das empresas, a oferta da prestação de serviços tecnológicos, principalmente aqueles voltados para a Tecnologia Industrial Básica (TIB). Também existem ações direcionadas à ampliação das incubadoras de empresas e parques tecnológicos, além da viabilização de empresas inovadoras capazes de auto-gestão. Linhas de ação: 4. Apoio à Inovação Tecnológica nas Empresas 5. Tecnologia para a Inovação nas Empresas 14 6. Incentivo à Criação e à Consolidação de Empresas Intensivas em Tecnologia V-Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Áreas Estratégicas As linhas de ação desta prioridade estão voltadas para programas de P&D em áreas consideradas estratégicas para o País. Elas se destinam ao desenvolvimento, pesquisa e inovação para a formação de recursos humanos e cooperação contemplando as áreas portadoras de futuro, envolvendo desde a Biotecnologia e Nanotecnologia àquelas voltadas para o Agronegócio, Amazônia e o Semi-Árido, a Biodiversidade e Recursos Naturais, a Energia Elétrica, Hidrogênio e Energias Renováveis e para o Petróleo, Gás e Carvão Mineral. Outras metas são os programas para as áreas Nuclear e Espacial, de Meteorologia e Mudanças Climáticas, Defesa e Segurança nacionais. • Áreas Portadoras de Futuro: Biotecnologia e Nanotecnologia • Tecnologias da Informação e Comunicação • Insumos para a Saúde • Biocombustíveis • Energia Elétrica, Hidrogênio e Energias Renováveis • Petróleo, Gás e Carvão Mineral • Agronegócio • Biodiversidade e Recursos Naturais • Amazônia e Semi-Árido • Meteorologia e Mudanças Climáticas • Programa Espacial • Programa Nuclear • Defesa Nacional e Segurança Pública VI-Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Social O Desenvolvimento Social é uma das vertentes mais importantes das atuais políticas de Estado. Sua consolidação representa a promoção, a popularização e o aperfeiçoamento do ensino de ciências nas escolas, bem como a produção e a difusão de tecnologias e inovações para a inclusão social. Neste contexto estão a realização da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP), a promoção da Semana Nacional de Ciência e 15 Tecnologia, a implantação de Tecnologias Assistivas, Centros Vocacionais Tecnológicos (CVTs), apoio aos Telecentros e Arranjos Produtivos Locais (APLs), bem como a P&D para a Segurança Alimentar e Nutricional. • Popularização de C,T&I e Melhoria do Ensino • Tecnologias para o Desenvolvimento Social 6.8 JUSTIÇA Programa: - PRONASCI Desenvolvido pelo Ministério da Justiça, o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) marca uma iniciativa inédita no enfrentamento à criminalidade no país. O projeto articula políticas de segurança com ações sociais; prioriza a prevenção e busca atingir as causas que levam à violência, sem abrir mão das estratégias de ordenamento social e segurança pública. Projetos O Pronasci é composto por 94 ações que envolvem a União, estados, municípios e a própria comunidade. Alguns destaques: Bolsa-Formação – Os profissionais de segurança pública receberão novos estímulos para estudar e atuar junto às comunidades. Policiais civis e militares, bombeiros, peritos e agentes penitenciários de baixa renda terão acesso a uma bolsa de até R$ 400. Para ter direito ao benefício, o policial terá que participar e ser aprovado em cursos de capacitação promovidos, credenciados ou reconhecidos pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) do Ministério da Justiça. Formação Policial - A qualificação das polícias inclui práticas de segurança-cidadã, como a utilização de tecnologias não letais; técnicas de investigação; sistema de comando de incidentes; perícia balística; DNA forense; medicina legal; direitos humanos, entre outros. Os cursos serão oferecidos pela Rede Nacional de Altos Estudos em Segurança Pública (Renaesp), que envolve hoje 66 universidades brasileiras, entre públicas e particulares, e ainda telecentros para educação a distância. A meta é chegar a 80 instituições parceiras em todo o país, em 2008. 16 Mulheres da Paz - O projeto capacitará mulheres líderes das comunidades em temas como ética, direitos humanos e cidadania, para agirem como multiplicadoras do Programa, tendo como incumbência aproximar os jovens com os quais o Pronasci trabalhará. Protejo - Jovens bolsistas em território de descoesão social agirão como multiplicadores da filosofia passada a eles pelas Mulheres da Paz e pelas equipes multidisciplinares, a fim de atingir outros rapazes, moças e suas famílias, contribuindo para o resgate da cidadania nas comunidades. Sistema Prisional - A criação de mais de 40 mil vagas no sistema penitenciário do país atenderá a públicos específicos. Os jovens entre 18 e 24 anos terão unidades prisionais diferenciadas. O objetivo do governo federal é separá-los por faixa etária e natureza do delito e impedir aqueles que cometeram pequenas infrações de se contaminarem pela influência dos líderes do crime organizado. Além disso, as mulheres apenadas também terão assistência, como berçário e enfermaria. A reestruturação do sistema prisional envolve ações que visam a qualificação de agentes penitenciários e a formação profissional de presos. Plano Nacional de Habitação para Profissionais de Segurança Pública - A categoria também poderá contar com o Plano Nacional de Habitação para Profissionais de Segurança Pública, com o apoio da Caixa Econômica Federal. Serão disponibilizadas unidades populares para servidores de baixa renda, que recebam até quatro salários mínimos e a cartas de crédito para a compra da casa própria, no valor de até R$ 50 mil, para aqueles que recebam até R$ 4,9 mil. Ministérios e Secretarias Parceiras - Algumas ações previstas no Pronasci são fruto de parcerias com ministérios e secretarias. O Pronasci agirá em conjunto com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) nas regiões em que houver obras de urbanização para recuperação de espaços urbanos e melhoria da infra-estrutura nas comunidades. Outro exemplo é a parceria firmada com a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, da Presidência da República, que ampliará, com o Pronasci, o atendimento do Viva Voz, projeto já existente que visa orientar jovens e famílias em relação às drogas. Pronasci em números Investimento R$ 483 milhões do orçamento do MJ/2007 (descontigenciados) R$ 1,406 bilhões em 2008 17 R$ 1,406 bilhões em 2009 R$ 1,406 bilhões em 2010 R$ 1,406 bilhões em 2011 Total: R$ 6,107 bilhões Destes, R$ 600 milhões/ano são para o Bolsa-Formação, de 2008 a 2012 Ações Comunitárias Mulheres da Paz 1.325 mulheres serão atingidas por ano 5.300 mulheres serão atingidas até 2011 193.500 bolsas no total de R$ 36,765 milhões até 2011 Jovens 425 mil jovens entre 15 e 29 anos serão atingidos pelas diversas ações do Pronasci Reservista Cidadão 63 mil reservistas serão atingidos até 2011 Total de R$ 63,612 milhões disponibilizados em bolsas até 2011 Ações Policiais Bolsa-Formação 225 mil policiais civis, militares, bombeiros, peritos e agentes penitenciários de baixa renda Habitação 41 mil policiais civis, militares, bombeiros, peritos e agentes penitenciários de baixa renda via Caixa Econômica Federal (CEF) Cerca de 19 mil cartas de crédito de R$ 30 a R$ 50 mil para policiais de renda média Sistema Prisional 41 mil vagas novas para homens e 5,4mil para mulheres (atendimento educacional, profissionalizante e de cidadania) R$ 7 milhões para estabelecimento penal feminino (256 vagas) 18 R$ 12 milhões para estabelecimento penal masculino voltado aos jovens entre 18 e 24 anos (421 vagas) Metas Gerais Beneficiar, direta ou indiretamente, 3,5 milhões de pessoas entre profissionais de segurança pública, jovens e suas famílias Buscar a redução do número de homicídios, dos atuais 29 por 100 mil habitantes para 12 homicídios por 100 mil habitantes, nos próximos quatro anos 6.9 DEFESA Programa: - Calha Norte O Programa Calha Norte (PCN) foi criado em 1985, pelo Governo Federal, visando promover a ocupação e o desenvolvimento ordenado da Amazônia Setentrional, respeitando as características regionais, as diferenças culturais e o meio ambiente, em harmonia com os interesses nacionais. Na sua trajetória, o PCN esteve vinculado a diversos órgãos do Governo Federal. Atualmente, está subordinado ao MINISTÉRIO DA DEFESA que considerando a estratégia adequada à região, busca desenvolver ações que colaborem efetivamente para as duas principais vertentes do Programa: ►Contribuir para a Manutenção da Soberania Nacional e da Integridade Territorial da Região do Calha Norte. ►Contribuir para a Promoção do Desenvolvimento Regional. 6.10 ESPORTE Programas: - Praça da Juventude 19 O projeto Praça da Juventude foi criado em 2007 com o objetivo de levar um equipamento esportivo público e qualificado para a população que pudesse, ao mesmo tempo, tornar-se ponto de encontro e referência para a juventude. Mais do que um espaço físico para a prática de esportes, a Praça da Juventude é uma área de convivência comunitária onde são realizadas também atividades culturais, de inclusão digital e de lazer para a população de todas as faixas etárias. - Segundo Tempo O Segundo Tempo como Programa Estratégico do Governo Federal tem por objetivo democratizar o acesso à prática e à cultura do Esporte de forma a promover o desenvolvimento integral de crianças, adolescentes e jovens, como fator de formação da cidadania e melhoria da qualidade de vida, prioritariamente em áreas de vulnerabilidade social. - Pintando a Liberdade O programa promove a ressocialização de internos do Sistema Penitenciário por meio da fabricação de materiais esportivos. Além da profissionalização, os detentos reduzem um dia da pena para cada três dias trabalhados e recebem salário de acordo com a produção. 6.11 SAÚDE O Ministério da Saúde realiza várias ações e programas com a finalidade de trazer a saúde para perto do cidadão e dar, ao profissional, a especialização necessária para que ele possa exercer seu trabalho com mais qualidade. Programas: - Farmacia Popular do Brasil - Unidade de Pronto atendimento – UPA - Saúde da Familia - SAMU 192 6.12 INTEGRAÇÃO NACIONAL O Ministério a Política orienta os orienta a da Integração Nacional de Nacional tem Desenvolvimento programas e ações do formulação e implementação por diretriz Regional Ministério. de maior (PNDR), Nesse grandes de sua atuação instrumento sentido projetos a que PNDR estruturantes 20 macrorregionais, a construção Governo - que resultam, de relações Federal, Estadual na prática, federativas e em resultados entre Municipal - e positivos os três entes de participação para de social ampla dos atores sub-regionais. Programas: Programas e Ações da Secretaria de Programas Regionais • Programa de Sustentabilidade de Espaços Sub-regionais - PROMESO • Programa de Desenvolvimento Integrado e Sustentável do Semi-Árido - CONVIVER • Programa de Desenvolvimento da Faixa de Fronteira Programas e Ações da Secretaria Nacional de Defesa Civil • Programa de Prevenção e Preparação para Emergência e Desastres - PPED • Programa de Resposta aos Desastres - PRD Programas e Ações da Secretaria de Infra-Estrutura Hídrica • Programa Desenvolvimento da Agricultura Irrigada • Programa Drenagem Urbana Sustentável • Programa Eficiência na Agricultura Irrigada • Programa Integração de Bacias Hidrográficas • Programa Proágua Infra-estrutura • Programa Proágua Semi-árido • Programa Transferência da Gestão dos Perímetros Públicos de Irrigação Programas e Ações da Secretaria de Desenvolvimento do Centro-Oeste • Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE/DF) • Espaço sub-regional da Mesorregião de Águas Emendadas • Espaço sub-regional da Faixa de Fronteira 21 • Ações da SCO no Centro-Oeste Programas e Ações da Secretaria de Políticas de Desenvolvimento Regional • Programa de Gestão da Política de Desenvolvimento Regional e Ordenamento Territorial 6.13 CIDADES Programas: - Programas Urbanos O programa possui quatro áreas de atuação: apoio à elaboração de Planos Diretores, regularização fundiária, reabilitação de áreas centrais e prevenção e contenção de riscos associados a assentamentos precários. - Saneamento Ambiental tem como meta promover um significativo avanço, no menor prazo possível, rumo à universalização do abastecimento de água potável, esgotamento sanitário (coleta, tratamento e destinação final), gestão de resíduos sólidos urbanos (coleta, tratamento e disposição final), além do adequado manejo de águas pluviais urbanas, com o consequente controle de enchentes. Já os municípios de menor porte, com população de até 50 mil habitantes, têm seu atendimento viabilizado pelo Ministério da Saúde, por meio da Fundação Nacional de Saúde – Funasa. - Habitação Tem como meta executar o programa Minha Casa Minha Vida - Transporte e Mobilidade O Programa possui três eixos estratégicos: • Promover a cidadania e a inclusão social por meio da universalização do acesso aos serviços públicos de transporte coletivo e do aumento da mobilidade urbana; • Promover o aperfeiçoamento institucional, regulatório e da gestão no setor; e • Coordenar ações para a integração das políticas da mobilidade e destas com as demais políticas de desenvolvimento urbano e de proteção ao meio ambiente. 22 6.14 AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Programas: - Cooperativismo e Associativismo - Desenvolvimento Sustentável - Recuperação de áreas degradadas - Conservação do solo e água 6.15 DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO Programas: - Agricultura Familiar Tem por missão consolidar o conjunto da agricultura familiar de modo a promover o desenvolvimento local sustentável. - Reordenamento Agrarário Atuar na implementação de políticas públicas nacionais para o meio rural por meio de ações complementares à reforma agrária, como a garantia de acesso a terra pelo Crédito Fundiário. - Desenvolvimento Territorial Contribuir para o desenvolvimento harmônico de regiões onde predominam agricultores familiares e beneficiários da reforma e do reordenamento agrários 6.17 PRESIDÊNCIAD DA REPÚBLICA Secretarias Vinculadas: - Secretaria de Políticas para Mulheres • Ações temáticas • Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres • campanhas educativas e não discriminatórias de caráter nacional - Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial • A Cor da Cultura 23 • Programa Brasil quilombola • Saúde na População negra - Secretaria de Direitos Humanos • Crianças e Adolescentes • Pessoas com Deficiência • Pessoa Idosa • Mortos e Desaparecidos Políticos • Combate a Violações • Combate ao Trabalho Escravo • Promoção dos Direitos Humanos • Proteção a Pessoas Ameaçadas 7. EMPRESAS ESTATAIS 7.1 ELETROBRÁS A criação da Centrais Elétricas Brasileiras (Eletrobras) foi proposta em 1954 pelo presidente Getúlio Vargas. O projeto enfrentou grande oposição e só foi aprovado após sete anos de tramitação no Congresso Nacional. Em 25 de abril de 1961, o presidente Jânio Quadros assinou a Lei 3.890-A, autorizando a União a constituir a Eletrobras. A instalação da empresa ocorreu oficialmente no dia 11 de junho de 1962, em sessão solene do Conselho Nacional de Águas e Energia Elétrica (CNAEE), no Palácio Laranjeiras, no Rio de Janeiro. A Eletrobras recebeu a atribuição de promover estudos, projetos de construção e operação de usinas geradoras, linhas de transmissão e subestações destinadas ao suprimento de energia elétrica do país. A nova empresa passou a contribuir decisivamente para a expansão da oferta de energia elétrica e o desenvolvimento do país. Ações - Projetos Sociais A Eletrobrás mantém canais permanentes de comunicação, diálogo e negociação com a sociedade e com as comunidades onde atua, visando a contribuir com soluções para os 24 problemas sociais que afetam os segmentos populacionais em situação de risco social. Neste sentido, a Eletrobrás destina recursos para o apoio e desenvolvimento de projetos sociais, demandados pela sociedade, que preencham os seguintes requisitos: • Estar compreendido nas Diretrizes da Responsabilidade Social da Eletrobrás, aprovadas por resolução específica; • Respeitar a missão, os valores e as estratégias corporativas da Eletrobras; • Estar alinhado com as políticas públicas do governo federal e com os pressupostos das Metas de Desenvolvimento do Milênio e do Pacto Global, da Organização das Nações Unidas (ONU). A Eletrobras apoia projetos de responsabilidade social priorizando as seguintes linhas de atuação: • Geração de emprego e renda; • Educação e qualificação profissional para jovens e adultos; • Atendimento às comunidades atingidas por empreendimentos das empresas da Eletrobras. Os temas transversais desenvolvidos com o apoio da Eletrobras são: • Gênero; • Igualdade racial; • Comunidades tradicionais e rurais; • Direitos Humanos e combate à discriminação; • Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente; • Agricultura familiar; • Promoção da cidadania; • Educação ambiental. Para avaliar e selecionar os projetos sociais encaminhados, a Eletrobras adota os seguintes critérios: • Compatibilidade com a Política de Responsabilidade Social da Eletrobras; • Habilitação da entidade proponente; • Sustentabilidade do projeto; • Relação custo-benefício; • Abrangência do projeto; 25 • Existência de parceiros; • Envolvimento dos beneficiários na formulação e implementação do projeto; • Fortalecimento da imagem institucional da Eletrobras; • Localização das áreas de impacto do projeto; • Compatibilidade com as Metas do Milênio e com o Plano Plurianual (PPA) do governo federal. Centro Comunitário Produtivo - CCP A Eletrobras, empresa de economia mista e holding de um sistema que responde por grande parte da geração, transmissão e distribuição de energia elétrica no país, tem sua atuação voltada para o desenvolvimento e, por delegação de seu acionista majoritário – o governo federal –, a implementação de programas sociais vinculados ao setor elétrico. Experiências anteriores e bem sucedidas motivaram a Eletrobras a desenvolver Projetos Complementares ao Programa de Eletrificação Rural – Luz para Todos – do governo federal, voltados para o uso produtivo da energia elétrica, como os projetos dos Centros Comunitários de Produção (CCPs). Os CCPs são unidades constituídas por um conjunto de máquinas e equipamentos para produção, processamento, conservação e/ou armazenagem de produtos agropecuários, empregando tecnologias apropriadas e utilizando energia elétrica com eficiência. As instalações físicas podem ser simples abrigos, galpões ou edificações que atendem aos requisitos técnicos e exigências legais, sanitárias e ambientais. A implantação destes Centros Comunitários de Produção é uma iniciativa que promove o desenvolvimento brasileiro através de uma ação de responsabilidade social e que resulta numa utilização mais eficiente da energia elétrica, além de colaborar para a viabilização do mercado de distribuição de energia elétrica no meio rural. Tais características integram o elenco de objetivos da Eletrobras. Dessa forma, ao programar essas unidades, a Eletrobras põe em prática sua missão empresarial de "atuar nos mercados de energia de forma integrada, rentável e sustentável". Projetos Apoiados em 2009 26 Projetos Apoiados em 2010 Projetos por Região 2009 27 Projetos por Região 2010 28 Tipo de Instituições Proponentes beneficiadas 2009 Tipo de Instituições Proponentes beneficiadas 2010 29 - Programa Cultural das Empresas Eletrobrás Público Alvo • organismos governamentais • não governamentais • comunitários • entidades públicas • entidades privadas • organizações civis de interesse público, sem fins lucrativos, fundados e legalmente constituídos, com funcionamento regular nos três últimos anos anteriores à data de apresentação∗, devendo ter como foco as seguintes linhas de atuação Linhas de Financiamento: I. Fomento ao Teatro II. Fomento ao Audiovisual III. Fomento ao Patrimônio Imaterial 7.2 PETROBRAS - Desenvolvimento e Cidadania Linhas de Atuação: • Geração de Renda e Oportunidade de Trabalho. • Educação para Qualificação Profissional. • Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente. PROJETOS CONTEMPLADOS NO AMAZONAS_2010 30 - Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente - Espaço Cultural Associação Batukada Busca minimizar o tempo em que crianças e adolescentes carentes do bairro Praça 14 de Janeiro, em Manaus, ficam nas ruas expostos aos riscos sociais. O projeto pretende atender 200 participantes, entre eles 75 crianças de 10 a 14 anos, 75 adolescentes de 15 a 17 anos e 50 jovens de 18 a 29 anos. * Instituição: Associação Batukada - Arte, Cultura, Cidadania e Ação Social Geração de Renda e Oportunidade de Trabalho Comercio Ribeirinho da Cidadania e Solidário AM - Carauari, Itamarati O objetivo é viabilizar oportunidades de geração de renda nas comunidades ribeirinhas de baixa renda do Médio Juruá (AM), elevando os ganhos familiares e promovendo a cidadania na região. Propõe a instalação da infraestrutura e do programa de capacitação com o intuito de aumentar a capacidade produtiva, visando à consolidação das cadeias produtivas locais da agricultura familiar e o manejo dos recursos pesqueiros e não madeireiros. * Instituição: Associação dos Produtores Rurais de Caravari - ASPROC - Petrobras Cultural Linhas de atuação: 1. Produção e Difusão, 2. Preservação e Memória, 3. Formação e Educação para as artes. Em 2010 foram 23 projetos inscritos no Amazonas, somente 01 aprovado - Petrobrás ambiental Linhas de Atuação: Gestão de corpos hídricos superficiais e subterrâneos Recuperação ou conservação de espécies e ambientes costeiros, marinhos e de água doce. 31 Fixação de carbono e emissões evitadas. PROJETOS CONTEMPLADOS NO AMAZONAS_2010 Construção de Casa de Vegetação Linha de Atuação: Fixação de carbono e emissões evitadas Recuperar área desmatada, na região de desenvolvimento do Projeto de Assentamentos Agroextrativistas (PAE) Novo Oriente, através do plantio de mudas para produção de espécies florestais e frutíferas ao longo do igarapé, local caracterizado como Área de Proteção Permanente (APP). - Fixação de carbono e emissões evitadas com base na: - Conservação de florestas e áreas naturais; - Reconversão produtiva de áreas; - Recuperação de áreas degradadas. * Instituição: Associação dos Produtores Agroextrativista do Vale do Índio Tartarugas da Amazônia Linha de Atuação: Recuperação ou conservação de espécies e ambientes costeiros, marinhos e de água doce Conservação de espécies ameaçadas de quelônios amazônicos através de preservação de praias de desova, pesquisas com foco na biologia e fisiologia reprodutiva e monitoramento de adultos, sensibilizando a população e envolvendo escolas e comunidades. Recuperação ou conservação de espécies e ambientes costeiros, marinhos e de água doce. * Instituição: Associação de Ictiólogos e Herpetólogos da Amazônia 8. BANCOS OFICIAIS (NACIONAL E INTERNACIONAL) 8.1 BNDES 32 Atualmente, o BNDES oferece aos órgãos públicos as seguintes modalidades de financiamento: Aquisição de bens e serviços • BNDES Finame - aquisição isolada de máquinas e equipamentos. • BNDES Prosoft - Comercialização - compra isolada de softwares e serviços associados. • PROVIAS - contratação de operações de crédito para aquisição de máquinas e equipamentos novos destinados a intervenções em vias públicas, rodovias e estradas. Desenvolvimento social • BNDES Fundo Social - recursos não-reembolsáveis para projetos de investimentos em assistência social. • Serviços de Educação, Saúde, Assistência Social e Segurança - linha de financiamento para projetos de implantação, modernização e expansão dessas atividades. Desenvolvimento urbano • Apoio a investimentos multissetoriais integrados urbanos - projetos que integram o planejamento e as ações dos agentes municipais em diversos setores com vistas a contribuir para a solução dos problemas estruturais dos centros urbanos. • Apoio a projetos de saneamento ambiental e recursos hídricos - projetos de investimentos que buscam a universalização do acesso aos serviços de saneamento básico. • Apoio a projetos estruturadores de transportes públicos - projetos de transportes públicos, abrangendo todos os investimentos necessários à qualificação do espaço urbano no entorno do empreendimento. Educação • Caminho da Escola - programa de apoio à renovação e ampliação da frota de veículos de transporte escolar de alunos da educação básica da rede pública, prioritariamente da zona rural. • IES - programa de apoio à melhoria da qualidade do ensino das Instituições de Educação Superior. • PROUCA - apoio à inclusão digital nas escolas das redes públicas de ensino estadual, distrital ou municipal, mediante a aquisição de computadores portáteis novos. 33 Gestão • BNDES Estados - apoio à formulação e implantação de programas de desenvolvimento integrado. • BNDES PMAT - apoio à modernização da administração tributária e melhoria da qualidade do gasto público na administração municipal. • PMAE - apoio ao fortalecimento da capacidade gerencial, normativa, operacional e tecnológica das administrações tributárias dos Estados. 8.2 CAIXA ECONOMICA Programa Nacional De Apoio À Modernização Administrativa E Fiscal – PNAFM Para modernizar e fortalecer as administrações municipais, a CAIXA apresenta o PNAFM. O Programa contempla ações que visem a modernização da gestão administrativa e fiscal. Também possibilita ao município a elaboração e implementação de Plano Diretor, Cadastro Multifinalitário e Planta Genérica de Valores. Os recursos são originários do Banco Interamericano de Desenvolvimento - BID. Na primeira etapa, concluída em 2008, foram disponibilizados US$ 300 milhões para contratação. Na segunda fase, iniciada em 2010, estão previstos US$ 166.6 milhões para novas contratações. Tipos de Recursos e sua Utilização No desenvolvimento dos Projetos municipais poderão ser utilizados os seguintes tipos de recursos: • Consultoria – contratação de pessoas físicas ou jurídicas, nacionais ou estrangeiras, para elaborar, apoiar, executar ou desenvolver as atividades do Projeto, inclusive sistemas informatizados. • Capacitação – contratação de cursos, seminários ou outras formas de treinamento e realização de visitas técnicas, nacionais e internacionais; • Serviços técnicos que não configuram consultoria. Implantação ou atualização cadastral; customização de aplicativos, entre outros. • Equipamentos e sistemas de tecnologia de informação e comunicação – aquisição e instalação de hardware, redes de computação, software básico e sistemas aplicativos, instrumentos de comunicação. • Mobiliário, materiais e equipamentos de apoio operacional – aquisição de veículos, e outros bens móveis. 34 • Infra-estrutura – construção, reforma e adequação de ambientes físicos. Limites por Tipo de Recursos % Ações Financiáveis Aplicações Referências (Limites) Contratação de cursos, seminários ou outras formas de treinamentos e realização de visitas I - Capacitação técnicas, nacionais e internacionais, inclusive a 10 a 40% viabilização de Estrutura Própria Permanente de capaciatação. II - Serviços Técnicos que não configuram consultoria Implatação ou atualização cadastral, customização de aplicativos e outros serviços nos quais os aspectos físicos da atividade sejam 0 a 70% predominantes. Contratação de pessoas físicas ou jurídicas, III - Consultoria nacionais ou estrangeiras, para elaborar, apoiar, executar ou desenvolver as atividades do Projeto, 0 a 40% inclusive sistemas informatizados. Aquisição e instalação de Hardware, redes de IV - Equipamentos e computação, software básico e sistemas de sistemas de tecnologia aplicativos, instrumentos de comunicação, de informação e inclusive referentes a agrimensura e atividades de comunicação campo relativas ao controle do ITR e do cadastro 0 a 30% imobiliário. V - Mobiliário, materiais e equipamentos de apoio operacional VI - Infra-estrutura Aquisição de veículos (até 1%), e outros bnes móveis, inclusive referentes a agrimensura e atividades de campo relativas ao controle do ITR e 0 a 10% cdo cadastro imobiliário. Construção, reforma e adequação de ambientes físicos. 0 a 20% 35 Limites de Financiamento Os recursos de financiamento a serem comprometidos com os Projetos municipais serão dimensionados por faixa populacional, de acordo com os seguintes valores de referência: Valores de Faixas População (hab) Referência Até (R$) 1 até 10.000 650.000 2 10.001 a 20.000 900.000 3 20.001 a 30.000 1.250.000 4 30.001 a 50.000 1.750.000 5 50.001 a 70.000 2.450.000 6 70.001 a 90.000 3.400.000 7 90.001 a 150.000 4.750.000 8 150.001 a 250.000 6.600.000 9 250.001 a 400.000 9.200.000 10 400.001 a 550.000 12.900.000 11 550.001 a 700.000 18.000.000 12 700.001 a 1.500.000 25.000.000 13 1.500.001 a 3.000.000 35.000.000 14 Acima de 30.000.001 49.000.000 Condições do Financiamento Prazo de Até 5 anos 36 Execução Prazo de Até 5 anos (incluído o prazo de execução). Neste período serão Carência cobrados juros correspondentes. Prazo de Retorno Até 15 Anos (neste prazo também está incluído o prazo de execução e de carência) Forma de Amortizações semestrais e consecutivas. Sistema de Amortizações Pagamento Constantes (SAC) Taxa de Juros Determinada pelo BID e refixada semestralmente. Atualização do saldo devedor Variação Cambial Até 0,75 % a.a. devida ao BID após 60 dias da data da contratação, e Comissão de calculada sobre o saldo dos recursos não desembolsados. É Crédito determinada pelo BID, podendo ser refixada periodicamente por aquele banco. Comissão de Até 1% a.a., calculada sobre cada liberação. Para os contratos novos a Inspeção e taxa atualmente é zero. É determinada pelo BID, podendo ser refixada Vigilância periodicamente. Encargos por Atraso 1,0% a.m. cobrados sobre os valores em atraso. 8.3 BIRD - BANCO MUNDIAL A sigla BIRD significa "Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento", que forma, em conjunto com a Associação Internacional para o Desenvolvimento (AID), o que é tradicionalmente conhecido como “Banco Mundial”. 37 O BIRD é a parte do Banco que faz empréstimos para os países em desenvolvimento com renda per capita média, como o Brasil. Já a AID, que é menor que o BIRD, faz doações e empréstimos sem juros para os países mais pobres do mundo. O “Grupo Banco Mundial” é formado por BIRD, AID e outras três agências: a Corporação Financeira Internacional - IFC (que trabalha com o setor privado), a Agência Multilateral de Garantia de Investimentos - MIGA (que faz seguros para investimentos nos países em desenvolvimento), e o Centro Internacional para Arbitragem de Disputas sobre Investimentos ICSID (que julga as disputas sobre investimentos). As cinco agências trabalham em conjunto para o objetivo final da redução da pobreza. O Banco Mundial é uma das maiores fontes de conhecimento e financiamento do mundo, que oferece apoio aos governos dos países membros em seus esforços para investir em escolas e centros de saúde, no fornecimento de água e energia, no combate as doenças e na proteção do meio ambiente. O Banco Mundial não é um “banco” no sentido comum, mas uma organização internacional constituída por 186 países desenvolvidos e em desenvolvimento – que são os seus membros. Diretrizes Dos Projetos As Políticas Operacionais estabelecem diretrizes para garantir que os projetos atendam aos critérios do Banco Mundial, como, por exemplo, os padrões sociais e ambientais. São realizadas avaliações dos projetos com o objetivo de aprender e compartilhar lições resultantes de experiências anteriores. Os projetos podem ser desenvolvidos em diferentes áreas temáticas: • Educação, Saúde e Proteção Social • Pobreza Rural • Gestão dos Recursos Hídricos • Meio Ambiente, Manejo do Solo e dos Recursos Naturais • Desenvolvimento Urbano e Saneamento • Infraestrutura • Desenvolvimento Financeiro e Fiscal • Programas Especiais 38 ESTRATÉGIA DE PARCEIRA COM O BRASIL 2008-2011 • Reformas fiscais e do setor público - Superar restrições ao crescimento, ações de curto e longo prazos. • Desenvolvimento do setor privado - Criar um ambiente para o investimento e o crescimento. • Infraestrutura para o Desenvolvimento e Redução da Pobreza - Quadro institucional e investimento. • Desenvolvimento Humano - Reforço do capital humano e da força de trabalho. • Agricultura e Desenvolvimento Rural - Reduzir a disparidade entre o agronegócio e a agricultura familiar. • A Amazônia - Desenvolvimento Econômico e sustentabilidade ambiental. 8.4 BID - BANCO INTERAMERICANO DE DESENVOLVIMENTO O Banco Interamericano de Desenvolvimento ou BID é uma organização financeira internacional com sede na cidade de Washington, E.U.A e tem como propósito financiar projetos viáveis de desenvolvimento econômico, social e institucional e promover a integração comercial regional na área da América Latina e Caribe. O BID colabora com os países para combater a pobreza e promover eqüidade social por meio de programas adequados às condições locais. Trabalhando com governos e também com o setor privado, o Banco procura obter crescimento econômico sustentável, aumentar a competitividade, modernizar as instituições públicas e fomentar o livre comércio e a integração regional. O grupo BID é formado por três instituições, são elas: • O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que apoia o desenvolvimento socieconômico e a integração regional da América Latina e do Caribe, principalmente mediante empréstimos a instituições públicas, mas também financia alguns projetos do setor privado; • A Corporação Interamericana de Investimentos (CII), organização multilateral de financiamento que promove o desenvolvimento econômico da América Latina e Caribe 39 mediante o financiamento de pequenas e médias empresas privadas; e • O Fundo Multilateral de Investimentos (FUMIN), fundo autônomo administrado pelo BID que concentra seu apoio no setor privado brasileiro. Iniciativas Prioritárias A fim de exercer um impacto mais vigoroso sobre o desenvolvimento na América Latina e no Caribe, o BID identificou áreas prioritárias para suas ações e lançou novas iniciativas, voltadas para os desafios que estão surgindo diante da região. http://www.iadb.org/ 8.5 JBIC - BANCO DE COOPERAÇÃO INTERNACIONAL DO JAPÃO O JBIC é um organismo constituído de 100% de capital do governo japonês, com orçamentos sujeitos à aprovação do Congresso e atividades operacionais especificadas na “Lei do JBIC”. Seu principal objetivo é o fornecimento de apoio financeiro para o investimento externo e o comércio internacional das empresas japonesas. Diante dos saldos de investimento e empréstimo do JBIC, o Brasil aparece como o maior beneficiário do Banco entre os países da América Latina. O JBIC atua em áreas bastante amplas, no Brasil, que vão desde o apoio às empresas japonesas até a melhoria da infraestrutura para oferecer ao povo brasileiro uma vida mais digna e confortável. O JBIC se compromete a continuar apoiando o desenvolvimento econômicosocial brasileiro. Áreas Prioritárias O JBIC vai apoiar financeiramente o desenvolvimento econômico brasileiro em parceria, quando for necessário, com o Banco Mundial, o BID, o BNDES, etc. As operações do JBIC sempre considerarão o “Japan Interest”. Apoio ao segmento de energia e recursos naturais A exploração de energia e recursos naturais e a base da economia para todos os países. Especialmente para o Brasil, o desenvolvimento deste segmento é de suma importância. Para o 40 Japão, carente de recursos naturais, a garantia de fornecimento destes recursos pela exploração no exterior é tema sempre importantíssimo. O JBIC estudará com maior afinco os projetos de exploração, produção e transporte dos principais recursos naturais, tais como mineração, petróleo, gás, papel e celulose, etc. Aprimoramento da infra-estrutura Para incrementar a competitividade com outros países é indispensável solucionar os problemas de infra-estrutura que pesam substancialmente no chamado “custo Brasil”. Do ponto de vista da integração regional, a melhoria da infra-estrutura deve ser implementada urgentemente. O JBIC dará apoio a projetos que beneficiem direta e indiretamente tanto às empresas japonesas aqui instaladas quanto às brasileiras, em conseqüência da redução de custo através do aprimoramento da infra-estrutura. E, ainda, o JBIC promoverá, com muita intensidade, os projetos de tecnologia da comunicação e da informação (TCI), imprescindível para a concorrência num mundo altamente informatizado. Apoio a projetos de redução de gases de efeito estufa (projetos mdl) A cada projeto de investimento ou empréstimo, o JBIC preocupa- se com o impacto resultante na questão do meio ambiente. A promoção de projetos de redução de gases de efeito estufa é considerada uma área prioritária para operações do JBIC no Brasil, inclusive projetos de Mecanismos de Desenvolvimento Limpo (MDL), que geram créditos de carbono. http://www.jbic.org.br/ 8.6 NIB - BANCO NÓRDICO DE INVESTIMENTOS O Banco Nórdico de Investimentos - NIB é uma instituição financeira constituída pela Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega e Suécia. O NIB foi criado em 1976 com a finalidade de oferecer empréstimos de longo prazo e garantias para projetos voltados aos setores público e privado, dentro e fora da região nórdica. Porém, a prioridade é para projetos voltados ao meio ambiente e à exportação de produtos dos países da região nórdica. O foco das operações do NIB consiste em Empréstimos para Projetos de Investimento (PIL), geralmente concedidos a governos, mas pode contemplar também o setor privado sem a 41 necessidade de garantia governamental. O Brasil firmou Acordo de Cooperação Financeira com o Banco em 1999, objetivando estabelecer as bases de uma cooperação a longo prazo na utilização dos financiamentos disponibilizados pelo Banco para projetos de interesse do Brasil e dos países nórdicos. http://www.nib.int 8.7 KFW - BANCO ALEMÃO DE DESENVOLVIMENTO KfW Bankengruppe é um grupo de bancos de desenvolvimento concebido para ajudar os países em desenvolvimento e para a economia alemã. O banco empresta para pequenas e médias empresas (PME) e compra carteiras de empréstimo robustas. KfW Bankenpruppe dá impulso para o desenvolvimento econômico mundial, social e ecológico. Linhas de atuação No Brasil, o KfW Bankengruppe financia Projetos de Proteção das Florestas Tropicais (Amazônia e Mata Atlântica) e Projetos de Energias Renováveis. Objeto de cooperação em geral Cooperação Financeira do Governo Alemão por meio do Ministério de Cooperação Econômico e Desenvolvimento (BMZ). Fomenta países em desenvolvimento ou menos desenvolvidos na proteção do meio ambiente e do clima, na promoção ou modernização das casas próprias, no intercâmbio de idéias inovadoras, na ampliação de estruturas municipais, como o saneamento de águas residuais, prestação de serviços de consultoria e o fornecimento de empréstimos a créditos de longo prazo. Áreas Prioritárias: Mudanças Climáticas, Proteção Ambiental, Educação, Energia, Sistema Financeiro de Desenvolvimento, Governança e Descentralização, Saúde, Manejo de Resíduos Sólidos, Água Potável, Telecomunicações, Transporte, Infra-estrutura de energia e projetos industriais ao redor do mundo. http://www.kfw.de/ 42 9. ORGANISMOS E AGENCIAS INTERNACIONAIS 9.1 AECID - AGÊNCIA ESPANHOLA PARA A COOPERAÇÃO INTERNACIONAL A Agência Espanhola para a Cooperação Internaional (AECID) é o órgão executor da política espanhola de cooperação para o desenvolvimento.A Agência compõe a estrutura do Ministério de Assuntos Exteriores e Cooperação. No Brasil, a agência apresenta os seguintes projetos de cooperação: • O governo democrático, participação cidadã e desenvolvimento; • Cobertura das necessidades sociais; • Promoção Comercial do tecido económico; • Cultura e Desenvolvimento; e • Gênero e Desenvolvimento. http://www.aecid.es/web/es http://www.aecid.org.br/portal 9.2 CAF - COOPERAÇÃO ANDINA DE FOMENTO A instituição financeira multilateral denominada Cooperação Andina de Fomento - CAF foi criada em 1968 para apoiar o desenvolvimento sustentável de seus países acionistas e a integração regional. A CAF é constituída por 16 países da América Latina e Caribe e Atende aos setores públicos e privados.Essa instiuição tem como principais acionistas os cinco países da Comunidade Andina de Nações; como sócios 11 países, dentre eles o Brasil, e 18 bancos privados da região andina. A CAF oferece, de maneira geral, os seguintes serviços: empréstimos de curto, médio e longo prazos, estruturação e financiamento de projetos sem recursos ou com garantias limitadas; co43 financiamento com instituições multilaterais; assessoria financeira; garantias e avais; participações acionárias; serviços de tesouraria; cooperação técnica e programas estratégicos. http://www.caf.com http://www.planejamento.gov.br/secretaria.asp?cat=3&sec=3 9.3 CIDA - AGÊNCIA CANADENSE PARA O DESENVOLVIMENTO INTERNACIONAL A Agência Canadense para o Desenvolvimento Internacional (CIDA) é a instituição oficial do Canadá para o apoio ao desenvolvimento internacional. A função da CIDA é apoiar o desenvolvimento sustentável em países em desenvolvimento com o objetivo de reduzir a pobreza e contribuir para um mundo mais seguro, equitativo e próspero. A Agência dispõe de uma série de mecanismos para implementar seu programa. http://www.canadainternational.gc.ca http://www.acdi-cida.gc.ca/index-e.htm Contatos da CIDA no Brasil: Brasília: Programa de Cooperação para o Desenvolvimento Embaixada do Canadá SES – Av. das Nações, Quadra 803, Lote 16 70410-900 Brasília – DF Tel: (61) 3424-5468 Fax: (61) 3424-5490 E-mail: [email protected] 9.4 DFID - DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO INTERNACIONAL DO REINO UNIDO O DFID é o departamento do governo britânico que trabalha em parceria com outros governos e têm como prioridades a promoção do desenvolvimento sustentável e a eliminação da obreza. No Brasil, ele apoia programas de cooperação técnica para promover o desenvolvimento sustentável do meio ambiente natural, principalmente na Amazônia, e Planos de Governo voltados para o fortalecimento dos serviços de saúde. 44 http://www.dfid.gov.uk http://www.dfid.gov.uk/where-we-work/latin-america/brazil 9.5 DGCS - DIREÇÃO GERAL DE COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO O órgão responsável pela cooperação técnica na Itália é a Direção Geral de cooperação técnica para o desenvolvimento (DGCS). A cooperação internacional desta direção baseia-se nos seguintes objetivos: • • • • • • • • Luta contra a pobreza e a fome; Educação primária universal; Eliminação das disparidades de gênero; Melhoria da saúde materna; Redução da mortalidade infantil; Luta contra a AIDS e outras doenças infecciosas; Proteção do meio ambiente; Criar uma pareceria global para o desenvolvimento. Dentre as áreas temáticas da Itália na ajuda ao desenvolvimento temos as seguintes: água e saneamento, agricultura e pesca, ajuda alimentar, meio ambiente, energia, desenvolvimento sustentável. Para mais informações acesse: http://www.cooperazioneallosviluppo.esteri.it http://www.esteri.it/MAE/EN Contatos da embaixada italiana no Brasil: Endereço: S.E.S. Av. das Nações, Quadra 807, Lote 30 70420-900 Brasilia - DF Tel: 0055 61 3442 9900 Fax: 0055 61 3443 1231 E-mail: [email protected] 9.6 FIDA - FUNDO INTERNACIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO DA AGRICULTURA O Fundo Internacional para o Desenvolvimento da Agricultura - FIDA faz parte da Organização para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e foi criado em 1977 com a finalidade de mobilizar recursos financeiros adicionais para o incremento da produção agrícola dos países em desenvolvimento. 45 O Fundo tem como missão específica combater a fome e a pobreza rural nos paíes em desenvolvimento, a melhoria das condições de suprimento alimentar e o alívio da pobreza por meio da elaboração de projetos voltados para o aumento da renda dessas populações. http://www.ifad.org 9.7 FONPLATA - FUNDO FINANCEIRO PARA O DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO PRATA O FONPLATA - Fundo Financeiro para o Desenvolviemento da Bacia do Prata foi criado a partir do Tratado da Bacia do Prata em 1969 entre o Brasil, Argentina, Bolívia, Paraguai e Uruguai. O FONPLATA tem por missão apoiar técnica e financeiramente as iniciativas de desenvolvimento harmônico e de integração dos países membros da Bacia do Prata, que é muito extensa e abrange vários países da América Latina. São as principais funções desse Fundo: • Conceder empréstimos e outorgar fianças e avais; • Gerenciar recursos por demanda de seus membros e exercer todas as atividades necessárias para cumprir com seus objetivos fundamentais; • Apoiar financiamento de estudos de pré - investimento, identificando oportunidades de interesse para a região. http//www.fonplata.org 9.8 GTZ - AGÊNCIA ALEMÃ DE COOPERAÇÃO TÉCNICA A Agência Alemã de Cooperação Técnica (GZT) é o órgão do governo alemão responsável pela cooperação técnica internacional.No Brasil, é vinculada ao Ministério da Cooperação Econômica e Desenvolvimento, o BMZ, além do Ministério Federal Alemão para o Meio ambiente, Conservação da Natureza e Segurança Nuclear (BMU) e, através de acordos de cofinanciamento, com os Países Baixos (DGIS) e o Reino Unido (DFID). No Brasil, são as áreas prioritárias de cooperação técnica da GZT: proteção e uso sustentável das florestas tropicais, energias renováveis e eficiência energética e desenvolcimento regional integrado. 46 http://www.gtz.de/en/index.htm http://www.gtz.de/en/weltweit/lateinamerika-karibik/625.htm http://www.bmz.de/en/ Contato da GTZ no Brasil: Diretor: Mr Ulrich Krammenschneider Endereço: Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Agência da GTZ em Brasília Caixa Postal 01991 70259-970 - Brasília/DF – Brasil Tel: +55 61 21012170 Tel: +55 61 21012170 Fax: +55 61 21012166 Fax: +55 61 21012166 Email: [email protected] 9.9 JICA - AGÊNCIA DE COOPERAÇÃO INTERNACIONAL DO JAPÃO JICA, a Agência de Cooperação Internacional do Japão, é o órgão do governo japonês responsável pela implementação dos programas e projetos de cooperação técnica com os demais países. Apóia atividades nas seguintes modalidades: treinamento, intercâmbio, doação de equipamentos, cooperações técnicas tipo projeto e pesquisa, mini-projetos e estudos de desenvolvimento. No Brasil, as áreas prioritárias são: agricultura, saúde, indústria, meio ambiente, educação e reformas econômicas. http://www.jica.org.br 9.10 MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES FRANCÊS A cooperação técnica na França é coordenada pelo Ministério das Relações Exteriores francês e implementada por institutos como o Institut Français de Recherche Scientifique pour le Development en Cooperation (IRD) e o Centre de Coopération Internationale in Recherche Agronomique pour le Development (CIRAD). O IRD Suas pesquisas estão focalizadas nas relações entre o homem e seu meio ambiente e estão 47 distribuídas em seis grandes prioridades: luta contra a pobreza, migrações, doenças emergentes, mudanças climáticas e riscos naturais, acesso à água e ecossistema. No Brasil, o Instituto, implantado há mais de 50 anos, conduz anualmente de 20 a 30 projetos conjuntos sobre os temas: meio ambiente, recursos vivos e sociedades e saúde. O CIRAD Tem por missão contribuir com o desenvolvimento sustentável das regiões tropicais e subtropicais por meio de pesquisas, realizações experimentais, ações de formação na França e exterior, informação científica e técnica. No Brasil, existem cinco grandes eixos de parceria: • a genômica, a gestão dos recursos genéticos, o melhoramento varietal e a proteção integrada dos cultivos; • o desenvolvimento sustentável e a gestão dos recursos naturais, em particular na região amazônica; • o apoio à agricultura familiar e ao desenvolvimento territorial; • o desenvolvimento de novos sistemas de cultivo para as áreas tropicais úmidas; e • as transformações agroalimentares e a diferenciação dos produtos. http://www.brasil.ird.fr http://en.ird.fr/ http://www.cirad.org.br/ http://www.cirad.fr/ Contatos dos institutos: Representante do IRD no Brasil Jean-Loup Guyot Tel : (55 61) 3248 53 23 Fax: (55 61) 3248 53 78 9.11 PNUD - PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO O PNUD, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, distribui fundos aos países em desenvolvimento, ajudando os países em programas de cooperação mútua. No Brasil, implementa programas no âmbito do Acordo Básico em Assistência Técnica entre o Governo 48 Brasileiro e as Nações Unidas O Programa Apóia projetos nas seguintes áreas: saúde (HIV/AIDS), políticas ambientais, energia, informações e comunicações tecnológicas, políticas de redução de pobreza e gestão democrática. http://www.undp.org 9.12 PNUMA - PROGRAMA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O MEIO AMBIENTE O PNUMA , Programa da Nações Unidas para o Meio Ambiente, presta serviços ao meio ambiente, particularmente na difusão das preocupações ambientais dentro da comunidade internacional. Proporciona apoio aos países no desempenho de seus objetivos na área ambiental, colaborando com os governos no desenvolvimento de projetos e atividades. Atua, também, com instituições acadêmicas e ONG's que possuem reconhecida experiência na área. http://www.unep.org 9.13 UE - UNIÃO EUROPÉIA A União Européia - UE é o órgão executivo responsável pela execução e gestão de acordos de comércio e de cooperação técnica. No Brasil, apoia projetos de cooperação técnica voltados para o meio ambiente, ciência e tecnologia, administração pública, pequenas e médias empresas e redução do desequilíbrio social. Os Programas-Quadro (Framework Programmes) são o principal instrumento de financiamento utilizado pela União Européia para apoiar atividades de pesquisa e desenvolvimento. É proposto pela Comissão Européia e adotado pelo Conselho e Parlamento Europeu, seguindo um procedimento de co-decisão. O 7º Programa-Quadro (Seventh Framework Programme – FP7) é a versão atual de uma série de Programas-Quadro promovidos pela União Européia desde 1984. Até o momento, os Programas tinham a duração de cinco anos, mas no FP7 a duração aumentou para sete anos, de 2007 a 2013. Além disso, o FP7 passou por alterações significativas, como a simplificação do funcionamento. O FP6, versão anterior do Programa, foi concluído no final de 2006. 49 O programa dispõe de um orçamento total de mais de 50,521 bilhões de Euros, o que representa um aumento substancial em comparação com o FP6 (um aumento de 41% a preços de 2004 e de 63% a preços correntes), o que reflete a alta prioridade dada à investigação na Europa. De fato, o FP7 é uma ferramenta essencial para dar resposta às necessidades de emprego e competitividade na Europa e também manter a liderança em uma economia global do conhecimento. Este dinheiro será investido (quase na totalidade) em subsídios concedidos a investigadores e instituições de investigação por toda a Europa e outros países, para co-financiar os projetos de investigação, desenvolvimento tecnológico e demonstração. Os subsídios ou bolsas apoiam-se nas convocatórias de propostas e em um processo de revisão por pares, havendo forte concorrência. 9.14 B.Bice O Bureau Brasileiro para Ampliação da Cooperação Internacional com a União Européia B.Bice foi criado em 2005 com o objetivo de promover e melhorar a cooperação em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT& I) entre o Brasil e os países da União Européia. Com o projeto BB.Bice, espera-se que a cooperação em ciência, tecnologia e inovação entre o Brasil e União Européia tenha uma melhora significativa. O projeto objetiva a ampliação dos serviços de informação oferecidos por sua página web, a implementação de uma base de dados com informações sobre as instituições de pesquisa do Brasil, uma descrição analítica sobre a estrutura científica e tecnológica do Brasil em relação às dez áreas temáticas do FP7 e, também, outros mecanismos com o objetivo principal de reforçar a cooperação internacional em ciência, tecnologia e inovação entre o Brasil e a União Européia. No site do B.Bice poderão ser encontradas informações mais detalhadas sobre 7º ProgramaQuadro e sues subprogramas específicos, como participar do FP7, seus editais, detalhes de como apresentar propostas e outras dicas. Há também indicações de como poderãos ser estabelecidas parcerias, além de de uma relação de Projetos com a participação brasileira. - B.Bice (http://bbice.ibict.br) - Conselho Europeu de Investigação (http://erc.europa.eu/) 50 - Portal EUROPA http://www.europa.eu.int 9.15 USAID INTERNACIONAL AGÊNCIA NORTE-AMERICANA PARA O DESENVOLVIMENTO A Agência norte-americana fornece assistência técnica e financeira nas seguintes áreas: crescimento econômico e desenvolvimento agrícola, meio ambiente, educação e treinamento, assistência humanitária, saúde e nutrição, democracia e governabilidade. No Brasil, apoia ações nas áreas de mudanças climáticas, meio ambiente, uso de energia eficiente e limpa e saúde. http://www.usaid.gov Referências Bibliográficas Portal de Convênios do Governo Federal https://www.convenios.gov.br/portal/ Ministério de Indústria e Comércio http://www.mdic.gov.br/sitio/ Ministério do Turismo http://www.turismo.gov.br/turismo/home.html Ministério da Cultura http://www.cultura.gov.br/site/ Ministério do Trabalho e Emprego 51 http://www.mte.gov.br/ Ministério do Desenvolvimento Social http://www.mdic.gov.br/sitio/ Ministério da Educação http://www.mec.gov.br/ Ministério da Ciência e Tecnologia http://www.mct.gov.br/ Ministério da Justiça http://portal.mj.gov.br/ Ministério da Defesa https://www.defesa.gov.br/ Ministério dos Esportes http://www.esporte.gov.br/ Ministério da Saúde http://www.saude.gov.br/ Ministério da Integração Nacional http://www.integracao.gov.br/ Ministério das Cidades http://www.cidades.gov.br/ Ministério da agricultura, pecuária e abastecimento http://www.agricultura.gov.br/ Ministério do Desenvolvimento Agrário http://www.mda.gov.br/ Secretaria da Presidência da República http://www.secretariageral.gov.br/ ELETROBRAS http://www.eletrobras.com/ 52 Petrobras http://www.petrobras.com.br/ Banco Mundial http://www.bancomundial.org.br/ BID http://www.iadb.org/en/inter-american-development-bank,2837.html 53