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PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium
Araçatuba - SP
MISSÃO SALESIANA DE MATO GROSSO
PROJETO PEDAGÓGICO
Curso de Engenharia da Computação
Grade 3 – (Ingressantes em 2011)
Araçatuba – São Paulo
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PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
Índice Geral do Curso de Engenharia da Computação
1. DADOS GERAIS DO CURSO DE ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO........................3
2. CONCEPÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO .............................3
2.1. Missão / Finalidade do curso........................................................................................................... 5
2.2. Objetivos do curso .......................................................................................................................... 5
2.3. Justificativas do curso ..................................................................................................................... 6
3. CORPO DOCENTE ................................................................................................................7
4. COMPONENTES CURRICULARES ...................................................................................9
4.1. Matriz Curricular – Engenharia da Computação .............................................................................. 9
4.2. Critérios de Aproveitamento e Procedimento de Avaliação de Competências Profissionais
Anteriormente Desenvolvidas ............................................................................................................. 18
4.3. Certificações ................................................................................................................................. 20
4.4. Ementários, objetivos disciplinares e bibliografia básica. .............................................................. 20
5. SINTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO ........................................................................ 50
5.1. Perfil do Curso............................................................................................................................... 50
5.1.1. Programa de Apoio Didático/Pedagógico ao Docente ................................................................. 51
5.2. Perfil do Egresso............................................................................................................................ 52
5.2.1. Áreas de Atuação ......................................................................................................................... 53
5.3. Forma de Acesso ao Curso ............................................................................................................ 53
5.4. Atividades Complementares Institucionais ................................................................................... 56
5.4.1. Atividades Complementares do Curso de Engenharia da Computação....................................... 56
5.5. Estágio Curricular ......................................................................................................................... 58
5.6. Trabalho de Conclusão de Curso .................................................................................................. 60
5.6.1. Avaliações do Projeto Final de Curso ........................................................................................... 60
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PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
1. DADOS GERAIS DO CURSO DE ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO
Denominação do curso: Engenharia da Computação
Tipo: Bacharelado
Modalidade: Presencial
Local de Oferta: Campus de Araçatuba
Nº Total de Vagas ao Ano: 40 diurno e 80 noturno
Carga Horária total do curso: 4.680 horas-aula
Turno de Funcionamento: Diurno e Noturno
Coordenadora do Curso: Professora Msc. Maria Aparecida Teixeira Bicharelli
Regime: Integral Dedicação Exclusiva
2. CONCEPÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO
Os avanços tecnológicos em várias áreas do conhecimento têm introduzido
mudanças radicais em todo o mundo, em um ritmo cada vez mais acelerado. No que diz
respeito à área de computação e informática, o mercado de trabalho tem exigido a
formação de profissionais capacitados a promover o desenvolvimento científico e
tecnológico da computação através de pesquisas inovadoras e da aplicação de
conhecimentos técnicos e científicos adquiridos.
A grande procura por profissionais de informática é uma tendência que vem se
mantendo há vários anos. O desenvolvimento de novas aplicações e a consolidação do
uso do computador em praticamente todos os ramos da atividade humana sinalizam para
a manutenção destas boas perspectivas de colocação profissional. O curso de
Engenharia de Computação visa formar profissionais com bases científicas e
tecnológicas para atuar na área de informática, utilizando e/ou desenvolvendo recursos
computacionais.
A sociedade contemporânea vem sofrendo mudanças estruturais muito
acentuadas, em relação à criação e dependência de novas necessidades de informação e
mudanças no paradigma de atuação profissional. Isto está implicando em uma maior
demanda por profissionais, com formações muito diferenciadas daquelas
tradicionalmente oferecidas. Esse quadro tem propiciado o surgimento de novas
oportunidades profissionais e exigido um nível de qualificação e capacitação de
excelência por parte daquelas pessoas que resolveram se dedicar as atividades da área.
Neste contexto, a maioria das Instituições de Ensino Superior encontra-se,
atualmente, empenhadas numa profunda revisão dos perfis adequados para a formação
do engenheiro do futuro. O espírito de concorrência, também estabelecido entre as
escolas, no sentido da busca da excelência na qualidade do ensino, torna imperativo,
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PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
portanto, rever, com a maior agilidade possível, as modalidades da engenharia que
devem ser oferecidas à sociedade.
Vale considerar que o mundo moderno está inserido num ambiente altamente
complexo, dependente de tecnologias sofisticadas, além da busca incessante por
informação. Tudo isto exige recursos tecnológicos imprescindíveis ao desempenho das
mais diversas atividades sócio-econômicas.
Cabe ressaltar que a computação é uma área em acelerado processo de evolução,
tendo experimentado um assustador crescimento nas últimas décadas, dificilmente
verificado em outra área tecnológica.
As tendências, hoje vislumbradas para o futuro da tecnologia, apontam para um
desenvolvimento cada vez mais intenso de novas tecnologias. A Internet, que se mostra
como uma grande ferramenta para as empresas e de enorme utilidade no uso doméstico
e até mesmo escolar, depende de novos e enormes recursos computacionais e
tecnológicos. O impacto dessa tecnologia está mudando tanto o comportamento das
pessoas quanto as estruturas das empresas.
O desenvolvimento da ciência e da tecnologia nos dias atuais, de um modo geral,
deve-se em muito à utilização, em maior ou menor grau, de recursos computacionais, os
quais têm permitido aos pesquisadores exercitarem incursões em muitas áreas até então
inatingíveis.
Nesse contexto, é inequívoca a existência de um imenso mercado para
profissionais de Engenharia de Computação nos mais variados segmentos da economia,
incluindo os profissionais do ensino.
A grade curricular deste curso cobre os conteúdos básicos da Matemática e da
Computação, mas buscando sempre uma maior ênfase na aplicação das teorias do que
no desenvolvimento das mesmas. São oferecidas também disciplinas na área de Física e
Eletrônica, para permitir o desenvolvimento de conteúdos mais voltados para área de
Automação Industrial, tratados nos últimos anos do curso, em disciplinas como
Microprocessadores, Controle e Servomecanismos, Inteligência Artificial,
Telecomunicações e Tópicos Avançados I. O Projeto de Graduação e o Estágio
Supervisionado, desenvolvidos durante o último ano do curso, possibilitam a aplicação
integrada dos conceitos adquiridos durante a sua formação acadêmica.
A procura pelo curso de Engenharia de Computação advém também da crescente
presença da tecnologia eletrônica de controle em todos os aspectos da vida atual, como
por exemplo: equipamentos mecânicos, industriais, eletrodomésticos, equipamentos
hospitalares, agroindústrias, usinas hidroelétricas, gasodutos, veículos automotores,
semáforos, elevadores, equipamentos de telecomunicações, equipamentos em geral e até
mesmo de prédios ditos inteligentes, incluindo hospitais, com sensores e atuadores para
uma melhor segurança e utilização de energia.
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PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
A automação de todas as atividades, principalmente industriais, é essencial para
o desenvolvimento econômico do país e região. Com o passar dos anos e a crescente
industrialização do estado e da região, inclusive agroindústrias, além das outras áreas de
atuação, cresce a necessidade de profissionais que possam atuar no desenvolvimento,
projeto, instalação e manutenção de tais controladores, bem como na implantação de
projetos de automação comercial.
Assim, faz-se necessária a formação de profissionais com a visão interdisciplinar
indispensável ao processo de automação e com a capacidade de utilizar adequadamente,
neste processo, as novas tecnologias da informática em uma interação com o mundo
físico.
2.1. Missão / Finalidade do curso
O UniSALESIANO de Araçatuba ao oferecer o curso de Engenharia de
Computação se compromete com a comunidade regional e com a sociedade em geral,
em formar um profissional para atuar junto a comunidade usando a tecnologias da
informação para integrar os sistemas computacionais e seus órgãos administrativos e
atuar no desenvolvimento de novas tecnologias computacionais. A nossa missão é
incentivar a cultura e o profissionalismo, buscando o desenvolvimento do ser humano
nas mais variadas áreas do conhecimento.
2.2. Objetivos do curso
São objetivos gerais do curso:
• Proporcionar graduação em Engenharia de Computação aos egressos do ensino
médio regular;
• Proporcionar graduação em Engenharia de Computação aos profissionais, sem
formação específica em nível superior, visando sua qualificação e a melhoria de
seu desempenho profissional;
• Oferecer às empresas oportunidades de parcerias, em projetos voltados a
desenvolvimento de equipamentos ou sistemas, visando aproximar a instituição
de ensino das empresas;
• Proporcionar uma alternativa para os egressos do ensino médio, tendo em vista a
grande demanda por profissionais no setor e a falta de oferta na habilitação
específica;
• Suprir o mercado regional com profissionais mais qualificados aptos a atuarem
nos vários segmentos da área de informática;
• Preparar cidadãos conscientes para o exercício pleno da cidadania;
• Preparar profissionais responsáveis com preceitos de ética e moral e que
respeitem o meio ambiente;
6
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
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Preparar profissionais que conduzam projetos e ações que estejam de pleno
acordo com condições de segurança e com a normalização.
São objetivos específicos do curso:
• Dar condições aos seus egressos de adquirir competências e habilidades para
aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à
engenharia;
• A formação de profissionais capacitados, com visão crítica, voltada para
concepção, planejamento, projetos de sistemas e serviços na área de informática
de um modo geral;
• A profissionalização da mão-de-obra para suprir a demanda na área de
informática;
• Oferecer formação em uma área da engenharia que se mostra como um mercado
de trabalho promissor.
•
2.3. Justificativas do curso
De acordo com os números do IBGE, referente ao Cadastro central de Empresas
de 2009, no Brasil o setor de Informática somava 131.462 empresas, gerando um total
de 598.305 postos de trabalho e envolvendo recursos num total aproximado de 162,2
bilhões de reais. Não foram consideradas nestes números as estimativas da produção dos
autônomos e das unidades produtivas da economia informal.
A partir da análise da evolução do mercado na área da informática se apresenta
de forma evidente o enorme crescimento do setor, com seus efeitos compreendendo
todos os demais setores econômicos, tornando-se condição indispensável para a
evolução dos negócios, talvez para a viabilização destes, num mercado cada vez mais
globalizado.
Outro fator importante a ser citado é o valor acessível da mensalidade, pois esta
instituição é uma entidade filantrópica e como tal além de praticar valores acessíveis
também oferece bolsas de estudo.
A região de abrangência da instituição agrega aproximadamente 45 municípios,
fora a influência exercida em outras regiões. A cidade de Araçatuba possui na sua
totalidade, 63 cursos de Formação Superior, isso a transforma em um potencial pólo de
Educação e Ensino, sendo procurado por estudantes da região e de outras localidades do
estado e do país.
Atualmente, a cidade de Araçatuba possui aproximadamente 18.000 alunos
matriculados em instituições de nível superior, sendo que o total de alunos
matriculados, nos três níveis (Básico, intermediário e Superior), é de 174 mil alunos em
sua região administrativa. (Fonte: Secretaria da Educação)
Cerca de 98% dos estabelecimentos empresariais do município são de pequeno
porte (até 49 funcionários) e o total das empresas de Araçatuba representa apenas 0,6%
7
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do total do Estado, em uma economia onde 41% das empresas tem como atividade o
Comércio. Acreditamos que só será possível reverter esse quadro, quando possuirmos
profissionais qualificados e com aptidão para a geração de novos postos de trabalho,
tendo a tecnologia como ferramenta de trabalho e meio de customização de processos.
(fonte: Ministério do Trabalho)
Embora para o ensino superior, o município tenha oferta expressiva, deve-se
considerar que é indiscutível o fato de que apenas se desenvolvem os países que
investem em educação, nos vários níveis.
Os ensinos fundamentais e médios são indispensáveis para a formação do
cidadão, mas são insuficientes para atender à demanda por profissionais mais
qualificados que, atualmente, são indispensáveis, diante do atual desenvolvimento
econômico, social e político. No nível superior, o indivíduo pode dominar e produzir
conhecimento científico capaz de desenvolver tecnologias que o progresso requer. A
educação superior é um caminho para que o atraso cultural e econômico seja superado.
3. CORPO DOCENTE
NOME
DO
TITULAÇÃO
DOCENTE
Alexandre
Marcelino
Silva
Mestre
REGIME
DE TRABALHO
Integral
DISCIPLINAS
LECIONADAS
Amadeu Zanon Especialista
Neto
Integral
André Rowe
Antonio
Moreira
Carlos
Mestre
Mestre
Integral
Integral
Introdução a Linguagem
para aplicações Internet,
Linguagem para aplicações
Internet,
Redes
e
Comunicação de dados,
Compiladores I e II,
Gerenciamento de Redes,
Inteligência
Artificial,
Computação Gráfica
Programação
de
Dispositivos Móveis
Tópicos Avançados II –
Robótica,
Microprocessadores
Química, Física II
Administração, Economia
Mestre
Parcial
Sistemas Operacionais I e
da
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Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
Eduardo
de
Souza Zambon
Fernando
Eguia Soares
Fernando Rosa
Francis
Martins
de
Souza
Francisco de
Souza
Gabriela
Cristina
Mendes Rahal
Mestre
Integral
Mestre
Especialista
Parcial
Parcial
Especialista
Parcial
Mestre
Integral
Giuliano Pierre Doutor
Estevan
Parcial
Joicimar
Cristina Cozza
José Fernando
Zanon
José
Vital
Ferraz Leão
Karina Mitiko
Toma
Especialista
Parcial
Especialista
Parcial
Mestre
Integral
Mestre
Parcial
de Mestre
Parcial
Lucilena
Lima
II, Tópicos Avançados I –
Computação Paralela
Física I
Legislação e Ética
Desenho, Ferramentas de
Computação
Gráfica
(AutoCad)
Introdução a Banco de
Dados, Banco de Dados,
Projeto de Conclusão de
Curso I e II
Cálculo III, Cálculo IV,
Álgebra Linear, Geometria
Analítica,
Cálculo
Numérico, Lógica
Eletricidade
Básica,
Circuitos Elétricos I e II,
Controle
e
Servomecanismos,Conversã
o de Energia
Metodologia
Eletrônica,
Eletrônica
Industrial
Processamento Digital de
Sinais, Eletrônica Digital
Introdução a Linguagem
Cientifica,
Linguagem
Cientifica, Estrutura de
Dados, Análise de Sistemas
Orientado a Objetos
Análise
de
Sistemas,
Arquitetura
de
Computadores, Análise de
Algoritmos, Engenharia de
Software,
Linguagem
Formais e Autômatos,
9
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Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
Luigi Favero
Marco Antonio
Rodrigues
Fernandes
Marisa Geralda
Barbosa
Nayara
Zago
Basseto
Mestre
Doutor
Integral
Parcial
Cultura Religiosa
Física III, Mecânica Geral,
Eletromagnetismo
Doutora
Integral
Ciências Humanas e Sociais
Mestre
Integral
Introdução a Engenharia da
Computação, Teoria dos
Grafos
Resistência dos materiais,
Fenômenos dos Transportes
Ciências do Ambiente
Introdução a Programação
Orientada
a
Objetos,
Programação Orientada a
Objetos,
Estágio
Supervisionado I e II,
Programação
de
Dispositivos Móveis
Cálculo I e II, Probabilidade
e Estatística
Cabeamento Estruturado
Netúlio Alarcon Mestre
Fioratti
Odilon Caldeira Mestre
Pedro Pereira Especialista
de Souza
Parcial
Simone
de Mestre
Mello Queiroz
Tomiji Odaka
Especialista
Parcial
Parcial
Integral
Parcial
4. Componentes Curriculares
4.1. Matriz Curricular – Engenharia da Computação
1º termo
Disciplina
1
2
3
4
5
Créditos
Teórica
Prática
Total
4
80
---
80
5
60
40
100
4
80
---
80
Geometria Analítica
Química
Cálculo Diferencial e Integral I
Física I – Cinemática
Desenho
5
60
40
100
2
40
---
40
Total
20
320
80
400
PréRequisito
10
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
2º termo
Disciplina
6
7
8
9
10
11
12
13
Créditos
Teórica
Prática
Total
4
40
40
80
2
40
---
40
3
60
---
60
2
40
---
40
2
40
---
40
4
80
---
80
2
40
---
40
2
40
---
40
21
380
40
420
Créditos
Teórica
Prática
Total
Linguagem Cientifica
Circuitos Elétricos I
Cálculo Diferencial e Integral III
Eletrônica
Física III – Óptica e Relatividade
Ferramentas de Computação Gráfica
4
40
40
80
3
60
---
60
4
80
---
80
5
60
40
100
4
40
40
80
2
---
40
40
Total
22
280
160
440
Introdução à Linguagem Cientifica
Lógica
Álgebra Linear
Física II – Termodinâmica
Eletricidade Básica
Cálculo Diferencial e Integral II
Introdução à Engenharia da
Computação
Cultura Religiosa
Total
PréRequisito
3º termo
Disciplina
14
15
16
17
18
19
PréRequisito
6
11
11
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
4º termo
Disciplina
20
21
22
23
24
25
26
Estrutura de Dados
Análise de Sistemas
Eletrônica Digital
Cálculo Diferencial e Integral IV
Circuitos Elétricos II
Introdução a Banco de Dados
Metodologia
Total
Créditos
Teórica
Prática
Total
4
40
40
80
4
40
40
80
4
40
40
80
4
80
---
80
3
60
---
60
2
40
---
40
2
40
---
40
23
340
120
460
Créditos
Teórica
Prática
Total
4
40
40
80
4
40
40
80
4
40
40
80
4
40
40
80
3
60
---
60
4
80
---
80
23
300
160
460
Créditos
Teórica
Prática
Total
4
40
40
80
4
40
40
80
PréRequisito
14
16
5º termo
Disciplina
27
28
29
30
31
32
Análise e Projeto Orientado a Objetos
Int. à Programação Orientada a
Objetos
Banco de Dados
Arquitetura de Computadores
Mecânica Geral
Cálculo V
Total
PréRequisito
25
23
6º termo
Disciplina
31
32
33
34
35
36
37
Eletromagnetismo
Programação Orientada a Objetos
Teoria dos Grafos
Análise de Algoritmos
Eletrônica Industrial
Engenharia de Software
Probabilidade e Estatística
2
40
---
40
4
40
40
80
4
40
40
80
3
60
---
60
2
40
---
40
Total
23
300
160
460
PréRequisito
28
12
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
7º termo
Disciplina
38
39
40
41
42
43
44
45
Linguagens Formais e Autômatos
Sistemas Operacionais
Int. à Linguagem para Aplicações
Internet
Redes e Comunicação de Dados
Resistência dos Materiais
Controle e Servomecanismos
Cálculo Numérico
Materiais Elétricos
Total
Créditos
Teórica
Prática
Total
PréRequisito
4
40
40
80
2
40
---
40
4
40
40
80
4
40
40
80
3
60
---
60
3
60
---
60
2
40
---
40
2
20
20
40
24
340
140
480
Créditos
Teórica
Prática
Total
4
40
40
80
PréRequisito
38
2
---
40
40
39
3
30
30
60
3
60
---
60
2
40
---
40
3
60
---
60
4
40
40
80
4
40
40
80
25
310
190
500
Créditos
Teórica
Prática
Total
4
40
40
80
4
40
40
80
2
---
40
40
4
40
40
80
2
40
---
40
4
---
80
80
8º termo
Disciplina
45
46
47
48
49
50
51
52
Compiladores
Laboratório de Sistemas Operacionais
Gerenciamento de Redes
Processamento Digital de Sinais
Legislação e Ética
Fenômenos dos Transportes
Linguagem para Aplicações Internet
Microprocessadores
Total
9º termo
Disciplina
53
54
55
56
57
58
Laboratório de Compiladores
Inteligência Artificial
Projeto de Conclusão de Curso I
Tóp.Avançados I
Administração
Estágio Supervisionado I
PréRequisito
45
13
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
Conversão de Energia
60 Programação para Dispositivos
Móveis
59
2
40
---
40
2
---
40
40
24
200
280
480
Créditos
Teórica
Prática
Total
Ciência do Ambiente
Ciências Humanas e Sociais
Computação Gráfica
Estágio Supervisionado II
Projeto de Conclusão de Curso II
Tóp.Avançados II (Robótica)
Cabeamento Estruturado
Economia
Libras
2
40
---
40
2
40
---
40
4
40
40
80
4
---
80
80
2
---
40
40
4
40
40
80
2
40
---
40
2
40
---
40
2
40
---
40
Total
24
280
200
480
Total
10º termo
Disciplina
61
62
63
64
65
66
67
68
69
Totais
Horas-aula (sem estágio e TCC)
Estágio e TCC
Atividades Complementares
Total Geral
PréRequisito
55
Créditos
Teórica
Prática
Total
215
12
5
232
3050
--3050
1290
240
100
1630
4340
240
100
4680
Obrigatória a integralização de 4680 h/a
DESCRIÇÃO E JUSTIFICATIVA
Curso: Engenharia de Computação
Carga Horária: 4.680 horas-aula
Integralização: Mínima: 5 anos Máxima: 7,5 anos
A matriz curricular do curso atende a Resolução nº 2, de 13 de junho de 2007, da
Câmara de Educação Superior do CNE, que dispõe sobre a Carga Horária mínima de
14
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
3.600 (três mil, e seiscentas) horas relógio para os Cursos de Engenharias, e
procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação,
bacharelados, na modalidade presencial, com base no Parecer CES/CNE nº8/2007,
homologado pelo ministro da Educação em despacho publicado no DOU de 13/6/2007.
O curso de Engenharia da Computação do UniSALESIANO, está projetado para
ser ministrado em 3900 (três mil e novecentas) horas relógio, e 4.680 (quatro mil,
seiscentos e oitenta) horas aulas.
O currículo foi estruturado de forma a aproximar prática e teoria, evitando
prejuízo na formação geral do engenheiro, suas habilidades e capacidade técnica, e
ainda, de forma a proporcionar aos egressos do curso, visão do geral consistente
proporcionando segurança na atuação de sua formação específica. Todas as aulas
práticas terão auxílio de monitores e estagiários.
A grade curricular ora apresentada segue as seguintes orientações:
1.
Resolução 48/76, do Conselho Federal de Educação, de 27 de abril de 1976, que
fixa os mínimos de conteúdo e de duração do curso de graduação em engenharia e
define suas áreas de habilitação;
2.
Lei 9394/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional;
3.
A proposta de Diretrizes Curriculares para os cursos de Engenharia, elaborada à
partir de discussões das Comissões de Especialistas de Engenharia;
4.
A concepção do curso de Engenharia de Computação e o perfil do profissional
que se pretende formar, a partir das novas realidades sócio-culturais-econômicas e
políticas vivenciadas pelo mundo e, particularmente, pelo Brasil, tais como: as novas
características do mercado de trabalho para o profissional da área, a globalização, e
outros tantos fatores, apresentados no projeto proposto;
5.
A distribuição da carga horária das disciplinas foi feita de acordo com múltiplos
de 20. Este expediente facilita a montagem da grade de horário de aulas ao longo dos
200 dias letivos. Trabalharemos com 20 semanas de cinco dias, por semestre,
totalizando 100 dias letivos por semestre. A carga horária das disciplinas serão
ocupadas, também, com outras atividades presenciais, tais como: eventos científicos,
seminários, palestras, congressos e outros, possibilitando uma flexibilidade curricular
para que atividades complementares possam enriquecer o currículo proposto.
Distribuição de carga horária por área temática de acordo com a Resolução 48/76 de 27
de abril de 1976.:
15
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
1. Formação Básica: 1460 horas
2. Formação Profissional Geral: 920 horas
3. Formação Profissional Específica: 2300 horas
Distribuição de Disciplinas e Carga Horária por área temática de acordo com a
Resolução 48/76:
FORMAÇÃO BÁSICA:
Álgebra Linear;
Geometria Analítica;
Cálculo Diferencial e Integral;
Cálculo Numérico;
Desenho;
Eletricidade;
Física;
Mecânica Geral;
Metodologia e Técnica de Pesquisa;
Probabilidade e Estatística;
Química;
Administração;
Ciências do Ambiente;
Ciências Humanas e Sociais;
Cultura Religiosa
Economia;
Legislação e Ética.
Fenômenos dos Transportes
16
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
Ferramentas de Computação Gráfica (AutoCad)
Libras
FORMAÇÃO PROFISSIONAL GERAL:
Circuitos Elétricos;
Materiais Elétricos;
Controle e Servomecanismos.
Conversão de Energia;
Eletromagnetismo;
Eletrônica Industrial;
Eletrônica Digital;
Eletrônica;
Arquitetura de Computadores
Compiladores;
Sistemas Operacionais;
Mecânica Geral
FORMAÇÃO PROFISSIONAL ESPECÍFICA:
Linguagem Cientifica;
Estrutura de Dados;
Análise e Projeto Orientado a Objetos;
Análise de Sistemas;
Análise dos Algoritmos;
Linguagem para Aplicações Internet;
Banco de Dados;
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PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
Computação Gráfica;
Engenharia de Software;
Estágio Supervisionado;
Instalações Elétricas e Cabeamento Estruturado;
Inteligência Artificial;
Linguagens Formais e Autômatos;
Microprocessadores e Assembler;
Processamento Digital de Sinais;
Programação Orientada a Objetos;
Programação de Dispositivos Móveis;
Projeto de Conclusão de Curso;
Redes e Comunicação de Dados;
Teoria dos Grafos;
Tópicos Avançados;
Atividades Complementares;
Lógica;
Introdução à Engenharia da Computação.
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PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
Núcleos de Conhecimento
Básico
31%
Especifico
49%
Profissionalizante
20%
4.2. Critérios de Aproveitamento e Procedimento de Avaliação de Competências
Profissionais Anteriormente Desenvolvidas
A flexibilização curricular no curso de Engenharia da Computação é obtida
através de mecanismos como: Aproveitamento de Estudos e Prova de Suficiência em
disciplinas da grade.
O aproveitamento de estudos consiste no aproveitamento de disciplinas cursadas
anteriormente em outras instituições ou na própria instituição. É realizado através da
análise do histórico e ementário da disciplina que devem corresponder ao conteúdo e à
carga horária da grade curricular vigente, a análise é realizada pelo professor da
disciplina e/ou coordenador do curso.
A Prova de Suficiência foi regulamentada pelo Conselho de Curso de
Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas desde 2004 e é utilizada nos
mesmos moldes para os cursos de Engenharia da Computação e Tecnologia em Jogos
Digitais. O regulamento está transcrito a seguir.
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PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
REGULAMENTO
PROVAS DE SUFICIÊNCIA
CAPÍTULO I
DAS CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES
Art.1º. O presente Regulamento disciplina o funcionamento das Provas de Suficiência
do Curso de Engenharia da Computação do Centro Universitário Católico Salesiano
Auxilium.
Art.2º. Este mecanismo tem por finalidade a implantação da flexibilização curricular
amplamente recomendada pelos órgãos governamentais na área de avaliação da
educação.
CAPÍTULO II
DA APLICAÇÃO DA PROVA
Art.3º. O Conselho de Curso define como regras gerais para a aplicação da prova:
O candidato a Prova de Suficiência deve protocolar seu pedido junto à secretaria da
instituição apresentando os seguintes documentos:
• se aluno da instituição deve apresentar seu histórico escolar;
• se aluno novo deve apresentar o histórico de curso técnico ou documento que
prove sua comprovada experiência na matéria em que pleiteia a prova;
O pedido será analisado pelo Conselho de curso para a aprovação ou não da aplicação
desta prova, uma vez ouvido o Conselho o pedido é encaminhado ao Diretor
pedagógico.
CAPÍTULO III
DA ELABORAÇÃO E AVALIAÇÃO DA PROVA
Art. 4º. A elaboração da prova fica a cargo do professor titular da disciplina e constará
de todo o conteúdo aplicado regularmente em sala de aula;
Art.5º. A avaliação da prova será feita por uma banca composta pelo professor titular da
disciplina e mais dois professores do curso escolhidos pela coordenação do curso.
Art.6º. A aprovação será obtida mediante a obtenção da média 7,0 (sete) sem direito a
revisões.
20
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
CAPÍTULO IV
DO REGISTRO DA PROVA
Art. 7º. A aplicação desta prova será registrada em Ata que deve ser assinada pelo
aluno e pelos componentes da banca examinadora;
CAPÍTULO V
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 8º. Os casos omissos serão resolvidos pela coordenação do curso ou órgão
superior, de acordo com a competência dos mesmos.
4.3. Certificações
A integralização da grade curricular na sua totalidade (4680 h/a) confere o
direito à titulação em Bacharel em Engenharia da Computação.
4.4. Ementários, objetivos disciplinares e bibliografia básica.
Todas as disciplinas propostas na grade curricular possuem objetivos em
comum: transmitir compromisso, seriedade, responsabilidade, senso crítico, ética,
capacidade para trabalhar em equipe e estímulo a pesquisa e leitura. Nas tabelas abaixo
serão comentados objetivos técnicos e individuais vinculados a cada disciplina.
1o SEMESTRE
GEOMETRIA ANALITICA
Vetores; Cônicas: equações reduzidas, cônicas cujo os eixos são paralelos aos eixos
ordenados; Redução da equação geral da cônica; Superfícies quádricas.
Bibliografia Básica:
STEINBRUCH, Alfredo e WINTERLE, Paulo. Geometria Analítica 2. Ed. São Paulo:
McGraw Hill, 1987.
STEINBRUCH, Alfredo et alli. Introdução a Álgebra linear. São Paulo: McGraw
Hill, 1995.
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PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
LEITHOLD, Louis. O cálculo com Geometria Analítica, Vol 1. 2º edição, São Paulo:
Harper and Row, 1982.
Bibliografia Complementar:
BOULOS, Paulo e CAMARGO, Ivan. Geometria Analítica: um tratamento vetorial.
São Paulo: McGraw Hill.
CALLIOLI, Carlos Alberto et alli. Álgebra Linear e Aplicação. São Paulo: Atual,
1987.
QUÍMICA
Estudo da matéria. Estrutura atômica da matéria. Ligações químicas. Funções
inorgânicas. Medidas e erros. Soluções. Propriedades Físicas dos materiais.
Eletroquímica. Solução. Ácidos e Bases.
Bibliografia Básica:
MASTERTON, William L., SLOWINSKI, Emil J., STANITSKI, Conrad L., Princípios
de química, 6.ed.., Rio de Janeiro : Guanabara, 1990.
KOTZ, John C. Química e reações químicas, 3. ed., Rio de Janeiro : LTC, 1996.
Bibliografia Complementar:
RUSSEL, John B. Química geral. São Paulo : Mcgraw–Hill do Brasil, 1994.
SARDELLA, A., MATEUS, E. Curso de química geral. 24.ed. São Paulo : Ática,
1996.
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I
Teoria dos conjuntos. Conjuntos numéricos. Expressões algébricas.Relações
trigonométricas no triângulo retângulo.
Bibliografia Básica:
SILVA, Sebastião Medeiros, Elio Medeiros da Silva e Ermes Medeiros Silva.
Matemática Básica para Cursos Superiores. Atlas,2002
FLEMING, Diva Maria e Gonçalves, Miriam Buss. Cálculo A funções, Limite,
derivação e integração Makron Books do Brasil Editora Ltda
MURAKAMI, Carlos, Gelson Iezzi. Fundamentos de Matemática Elementar, 8 ed.
Vol1,Ed Atual,2004
Bibliografia complementar:
LEITHOLD, L., O Cálculo com Geometria Analítica, 3. ed. vol.1. São Paulo:
Harbra,. 1994, 426 p.
SIMMONS, George F. O cálculo com Geometria Analítica. Vol 1 e 2. Ed. McGraw
Hill, São Paulo, 1987.
ROCHA, Luiz Mauro; Cálculo 1: Limites, Derivadas, Integrais, Exercícios
Resolvidos, 670 Exercícios Com Respostas; 11ª ed; SP-Ed. Atlas; 1994.
22
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
FÍSICA I – Cinemática
Medidas Físicas e tratamento de dados. Movimento de translação de uma partícula: Leis
de Newton, Trabalho e Energia, Conservação da Energia, Conservação do Momento
Linear. Movimento de rotação da partícula: cinética da rotação, dinâmica da rotação.
Conservação do momento angular. Movimento unidimensional e bidimensional.
Colisões em uma dimensão. Histerese mecânica. Elasticidade. Rotações e momento
angular.
Bibliografia Básica:
RESNICK, Robert, HALLIDAY, David. Física, 4. ed., Rio de Janeiro : Livros Técnicos
e Científicos. 1992. v.1e2.
TIPLER, Paul A. Física. 3. ed. Rio de Janeiro : LTC. 1999. v.1.
Bibliografia Complementar:
MOSCA, Gene; TIPLER, Paul; Física para Cientistas e Engenheiros 1: Mecânica,
Oscilações e Ondas Termodinâmicas; RJ; Ed. LTC; 2000.
TIPLER, Paul; Física para Cientistas e Engenheiros 2: Eletricidade, Magnetismo e
Ótica; RJ; Ed. LTC; 2000.
DESENHO
Informações básicas sobre Desenho Técnico. Emprego dos instrumentos de Desenho.
Desenho geométrico aplicado ao Desenho Técnico. Escalas. Desenho Projetivo. Esboço
cotado. Perspectivas. Representação de sólidos. Convenções elétricas e eletrônicas.
Bibliografia Básica:
CARVALHO, Benjamin. Desenho geométrico. Rio de Janeiro : Ao Livro Técnico,
1987.
SIMMONS, C.H.; MAGUIRE, D.E.; Desenho Técnico: : Problemas e Soluções
Gerais de Desenho; Ed. Hemus; 2004.
Bibliografia Complementar:
MICELI, Maria Teresa; FERREIRA, Patrícia; Desenho Técnico Básico; Ed.Ao Livro
Técnico; 2008.
EDWARDS, B.; Desenhando com o Lado Direito do Cérebro; Ed. Ediouro; 2005.
2o SEMESTRE
INTRODUÇÃO Á LINGUAGEM CIENTIFICA
Conceitos de lógica de programação. Conceitos fundamentais para construção de
algoritmos estruturados. Construção de algoritmos por refinamentos sucessivos.
Linguagem de programação estruturada (Linguagem C). Tipos Primitivos de Dados:
inteiro, real, caracter, lógico e cadeia de caracteres. Entrada e saída - Atribuição Decisão – Repetição. Estruturas de Dados Compostos Homogêneas do tipo Vetor/
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PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
Matriz. Modularização de Algoritmo: Função. Passagem de Parâmetro: Por valor e por
referencia.
Bibliografia Básica:
SHILDT, HERBERT, C Completo e Total, Makron Books, SP, 1991.
MISRAHI, VIVIANE VICTORINE, Treinamento em Linguagem C - Curso
Completo - Módulo 1, MacGraw-Hill, SP, 1990.
MISRAHI, VIVIANE VICTORINE, Treinamento em Linguagem C - Curso
Completo - Módulo 2, MacGraw-Hill, SP, 1990.
Bibliografia Complementar:
MISRAHI, VIVIANE VICTORINE, Treinamento em Linguagem C – Módulo
Profissional, Makron Books, SP, 1993.
SHILDT, HERBERT, Programando em C e C++ com Windows95, Makron Books,
SP, 1995.
SHILDT, HERBERT, Turbo C++: Guia do Usuário, Makron Books, SP, 1992.
LÓGICA
Introdução à Lógica. Lógica Proposicional e Cálculo de Predicados: Sintaxe, Regras de
Inferências, Prova de Teoremas.
Bibliografia Básica:
DAGHLIAN, J. Lógica e álgebra de Boole. São Paulo : Atlas, 1995.
ALENCAR FILHO, Edgard de; Iniciação a Lógica Matemática; SP; Ed. Nobel; 2002.
Bibliografia Complementar:
OLIVA, Alberto et al; Introdução a Lógica; Ed. Zahar, 1980.
GALLIER, J. Logic for computer science. New York : J. Wiley & Sons, 1993.
ÁLGEBRA LINEAR
Matrizes e sistemas lineares. Espaços vetoriais. Espaços vetoriais euclidianos.
Transformações lineares. Operadores lineares. Vetores próprios e valores próprios.
Bibliografia Básica:
STEINBRUCH, Alfredo, WINTERLE, Paulo. Geometria analítica. 2. ed., São Paulo :
Makron Books, 1987.
STEINBRUCH, Alfredo et al. Introdução a álgebra linear. São Paulo : Makron
Books, 1990.
Bibliografia Complementar:
SIMMONS, George F. O cálculo com geometria analítica. São Paulo : Makron
Books, 1987. v.1.
CALLIOLI, Carlos; COSTA, R.F.; Álgebra Linear e Aplicações, Ed. Atual.
24
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
FÍSICA II – Termodinâmica
Temperatura. Dilatação térmica. Gases. Teoria Cinética. Calor e Primeira Lei da
Termodinâmica. Entropia e Segunda Lei da Termodinâmica.
Bibliografia Básica:
HALLIDAY, David, RESNICK, Robert. Física. 4.ed., Rio de Janeiro : Livros
Técnicos e Científicos. 1996. v.2.
TIPLER, Paul. Física. 4.ed. Rio de Janeiro : LTC. 2000. v.1.
Bibliografia Complementar:
YOUNG, D.H., FREEDMAN, R.A. Física II – Termodinâmica e Ondas – Sears &
Zemansky, 10. ed., São Paulo, Addison Wesley, 2003, v.2.
MOSCA, Gene; TIPLER, Paul; Física para Cientistas e Engenheiros 1: Mecânica,
Oscilações e Ondas Termodinâmicas; RJ; Ed. LTC; 2000.
TIPLER, Paul; Física para Cientistas e Engenheiros 2: Eletricidade, Magnetismo e
Ótica; RJ; Ed. LTC; 2000.
ELETRICIDADE BÁSICA
Carga elétrica. Processos de eletrização. Princípios da eletrostática. Lei de Coulomb.
Campo Elétrico. Lei de Gauss. Potencial elétrico. Corrente elétrica. Resistores.
Associação de resistores. Geradores e receptores. Leis Kirchhoff.
Bibliografia Básica:
HALLIDAY, Resnick. Física III, Rio de Janeiro, LTC –Livros Técnicos e Científicos Editora S.A.,
2000, v.3.
TIPLER, Paul; Física para Cientistas e Engenheiros 2: Eletricidade, Magnetismo e Ótica; RJ; Ed.
LTC; 2000.
Bibliografia Complementar:
GUSSOW, Milton. Eletricidade Básica. 2.ed. São Paulo: McGraw –Hill, 1997.
SCHMIDT, Walfredo. Materiais elétricos. 2.ed. São Paulo : Edgard Blucher, 1979.
TIPLER, P., Física 2a .Rio de Janeiro, Editora Guanabara, 1996, v.2.a
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II
Conjuntos numéricos, Funções, Limite, Continuidade, Derivada, Aplicações de
derivada, Integral indefinida.
Bibliografia Básica:
HUGHES-HALLET, D. Cálculo. Rio de Janeiro : LTC, 1997, v. 1 e 2.
SIMMONS, George F. Cálculo com geometria analítica. São Paulo Makron Books,
1987. v.1.
Bibligrafia Complementar:
LEITHOLD, Louis. O Cálculo com geometria analítica. 3.ed. São Paulo: Harbra,
1994. v. 1 e 2.
25
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
SIMMONS, George F. O Cálculo com geometria analítica.
Books, 1987. v.3 e 4.
São Paulo Makron
INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO
Histórico da computação. Evolução tecnológica dos computadores. Classificação dos
computadores. Componentes dos computadores. Conceitos básicos. Modos de
endereçamento. Organização de memória. Representação das informações. Sistemas de
numeração. Tipos de Sistemas de numeração. Conversão de bases. Operações. Outros
códigos. Novas Tecnologias.
Bibliografia Básica:
FEDELI, Ricardo D.; Introdução a Ciência da Computação: Ed. Cengage; 2009.
Clua, Esteban; Introdução a Ciência da Computação com Jogos; Ed. Campus; 2009.
Bibliografia Complementar:
MARQUES, Marcio A.; Introdução a Ciência da Computação; Ed. LCTE; 2005.
CAPUANO, Francisco G; IDOETA, Ivan V.; Elementos em eletrônica digital. São
Paulo : Érica. 2006.
CULTURA RELIGIOSA
A experiência religiosa: fenômeno e evolução histórica. O fenômeno religioso, com sua
linguagem específica e com especial atenção à experiência religiosa individual; O
aspecto social da religião e as funções que ela exerceu e exerce na transformação da
sociedade com especial atenção à crise da religião na modernidade e às perspectivas
contemporâneas.
Bibliografia Básica:
CISALPINO, Murilo. Religiões. São Paulo: Scipione, 1998.
CISALPINO, Murilo. Religiões. São Paulo: Scipione, 2007.
Bibliografia Complementar:
COMBLIN, J. Antropologia Cristã. Petrópolis: Vozes, 1985.
PALEAI, Giorgio. Religiões do Povo. Um Estudo a Inculturação. São Paulo: AM,
1990.
3o SEMESTRE
LINGUAGEM CIENTIFICA
Ponteiros: Declarações e inicializações de variáveis do tipo ponteiro. Trabalhando com
arquivos binários e arquivos texto. Aplicação dessa linguagem à construção de
algoritmos, incluindo ordenação: seleção, inserção, shellsort, quicksort, heapsort.
Depuração e testes de algoritmos. Manipulação de registradores em C, Utilizando
Assembly em C.
Bibliografia Básica:
26
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
SHILDT, HERBERT, C Completo e Total, Makron Books, SP, 1991.
MISRAHI, VIVIANE VICTORINE, Treinamento em Linguagem C - Curso
Completo - Módulo 1, MacGraw-Hill, SP, 1990.
MISRAHI, VIVIANE VICTORINE, Treinamento em Linguagem C - Curso
Completo - Módulo 2, MacGraw-Hill, SP, 1990.
Bibliografia Complementar:
MISRAHI, VIVIANE VICTORINE, Treinamento em Linguagem C – Módulo
Profissional, Makron Books, SP, 1993.
SHILDT, HERBERT, Programando em C e C++ com Windows95, Makron Books,
SP, 1995.
SHILDT, HERBERT, Turbo C++: Guia do Usuário, Makron Books, SP, 1992.
CIRCUITOS ELÉTRICOS I
Métodos e tópicos de análise em corrente contínua. Leis de Kirchhoff (análise
matricial). Condutância. Lei dos nós. Teorema a superposição dos efeitos. Teorema de
Thévenin. Teorema de Norton. Teorema da Máxima transferência de potência. Teorema
de Millman. Capacitores. Capacitância. Rigidez dielétrica. Transitórios em capacitores
(fase de carga e descarga). Associação de capacitores. Energia armazenada no capacitor.
Bibliografia Básica:
MARIOTTO, Paulo A.; Análise de Circuitos Elétricos; Ed. Prentice Hall; 2003.
BOYLESTAD, Introdução à Análise de Circuitos, SP, Prentice-Hall, 2004.
EDMINISTER, J.A. Circuitos Elétricos. São Paulo: Makron Books, 1985.
Bibliografia Complementar:
ORSINI, L.Q., Circuitos Elétricos; Ed. Edgar Blucher; 1975.
ORSINI, L.Q., Exercícios de Circuitos Elétricos; Ed. Edgar Blucher; 1975.
JOHNSON, David. Fundamentos de análise de circuitos elétricos. São Paulo :
Pretince Hall; 2000.
HAYT, William Jr. Análise de circuitos em engenharia.. São Paulo : McGraw Hill.
GUSSOW, Milton. Eletricidade Básica. 2.ed. São Paulo: McGraw –Hill, 1997.
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III
Funções de várias variáveis parciais e aplicações. Derivadas parciais, gradiente,
rotacional, divergente. Integração dupla e tripla. Sequências e Séries de potência. Séries
de Laurent. Séries de Fourier .
Bibliografia Básica:
SIMMONS, George. F. Cálculo com geometria analítica. São Paulo : McGraw-Hill,
1988. 2v.
LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 2 ed., São Paulo
:Harbra,1978, 266p. 2.v.
27
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
Bibliografia Complementar:
LEITHOLD, Louis. O Cálculo com geometria analítica. 3.ed. São Paulo: Harbra,
1994. v. 1 e 2.
SIMMONS, George F. O Cálculo com geometria analítica. São Paulo Makron
Books, 1987. v.3 e 4.
ELETRÔNICA
Estrutura atômica. Dispositivos semicondutores. Diodos semicondutores. Transistores
bipolares e de efeito de campo. Circuitos de aplicação dos dispositivos semicondutores.
Amplificadores em baixas freqüências. Introdução aos amplificadores operacionais.
Aplicações dos dispositivos e eletrônicos .Amplificadores em baixas freqüências.
Aplicações dos amplificadores operacionais. Desenvolvimento de projetos.
Bibliografia Básica:
FILONI, E.; AUIB, JOSÉ E.; Eletrônica, Ed. Érica, 2003
HALKIAS, Christo C.; MILLMAN, J.; Eletrônica; Ed. MacGraw-Hill; 1981.
BOYLESTAD; Nashelsky; Dispositivos Eletrônicos e Teoria de circuitos. Prentice
Hall do Brasil. 2006.
Bibliografia Complementar:
BRAGA, N.; Curso Básico de Eletrônica; Ed. Saber; 2004.
MILLMAN, H., GRABEL, A. Microeletrônica. São Paulo : Prentice Hall do
Brasil.1991.
CIPELLI, A.M.V., SANDRINI, W.J. Teoria e Projeto de Circuitos Eletrônicos. São
Paulo: Érica, 1992.
FINK, D.G., CHRISTIANSEN, D. Electronics Engineers Handbook. New York :
McGraw-Hill, 1982.
FÍSICA III – Óptica e Relatividade
A Natureza da Ondas Eletromagnéticas. Luz. Óptica Geométrica. Óptica Física.
Relatividade. Quantização. Física Nuclear. Ondas mecânicas estacionárias, fenômenos
ondulatórios, comportamento de componentes em circuitos C.A., fenômenos ópticos,
ondas eletromagnéticas, característica de diodo. Semicondutor, sensibilidade espectral
de transistores, estudo de interferência e difração com Laser.
Bibliografia Básica:
HALLIDAY, D., Resnick . Fundamentos de física. 4.ed. Rio de Janeiro : LTC. 1995.
TIPLER, P. Física . 4.ed. Rio de Janeiro : LTC. 1995. v.4.
Bibliografia Complementar:
YOUNG, D.H., FREEDMAN, R.A. Física II – Termodinâmica e Ondas – Sears &
Zemansky, 10. ed., São Paulo, Addison Wesley, 2003, v.2.
28
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
MOSCA, Gene; TIPLER, Paul; Física para Cientistas e Engenheiros 1: Mecânica,
Oscilações e Ondas Termodinâmicas; RJ; Ed. LTC; 2000.
TIPLER, Paul; Física para Cientistas e Engenheiros 2: Eletricidade, Magnetismo e
Ótica; RJ; Ed. LTC; 2000.
TIPLER, Paul; Física para Cientistas e Engenheiros 3: Mecânica Quântica,
Relatividade e a Estrutura da Matéria; RJ; Ed. LTC; 2000.
FERRAMENTAS DE COMPUTAÇÃO GRÁFICA
Introdução à utilização de ferramentas de computação aplicadas a desenho técnico.
Técnicas de Construção, dimensionamento, escalas e formatos. Utilização de ferramenta
gráfica para geração de desenhos em 2D e em 3D.
Bibliografia Básica:
VENDITTI, Marcus Vinicius dos Reis; Desenho Técnico sem prancheta com
AutoCad2008; Ed. Visual Books; 2007.
LIMA, Claudia Campos; Estudo Dirigido de AutoCad2008; Ed.Érica; 2008.
Bibliografia Complementar:
MENEGOTTO, José Luis et al; O Desenho Digital; Ed, Interciência; 2000.
CARVALHO, Benjamin. Desenho geométrico. Rio de Janeiro : Ao Livro Técnico,
1987.
SIMMONS, C.H.; MAGUIRE, D.E.; Desenho Técnico: : Problemas e Soluções
Gerais de Desenho; Ed. Hemus; 2004.
MICELI, Maria Teresa; FERREIRA, Patrícia; Desenho Técnico Básico; Ed.Ao Livro
Técnico; 2008.
EDWARDS, B.; Desenhando com o Lado Direito do Cérebro; Ed. Ediouro; 2005.
4o SEMESTRE
ESTRUTURA DE DADOS
Conceito de estrutura de dados. Distinção entre a especificação de uma estrutura de
dados e a sua implementação. Tipos de dados abstratos. Tipos de dados primitivos.
Conceitos e terminologia para estruturas de dados não primitivas. Listas lineares e suas
generalizações: listas ordenadas, listas encadeadas, pilhas e filas. Aplicações de listas.
Árvores e suas generalizações: árvores binárias, árvores de busca, árvores balanceadas
(AVL), árvores B e B+. Aplicações de árvores. Percursos.
Bibliografia Básica:
TENENBAUM, A., LANGSAM, Y., AUGENSTEIN, M. Estruturas de dados usando
"C". São Paulo: McGraw-Hill, 1995.
GUIMARÃES A. et al. Algoritmos e estrutura de dados. São Paulo : LTC. 1985.
Bibliografia Complementar:
29
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
HOROWITZ, E., SAHNI, S. Fundamentos de estrutura de dados. Rio de Janeiro :
Campus, 1986.
SCHILDT H. C - completo e total. São Paulo : Makron Books, 1997.
CELSO ROBERTO MORAES – Estruturas de Dados e Algoritmos – uma
Abordagem didática – Editora Futura, 2003
ANÁLISE DE SISTEMAS
Conceitos de informação e de sistemas de informação. Ciclo de vida de um sistema de
informação. Atividades da análise de sistemas. Análise de requisitos de um sistema.
Modelagem conceitual de funções e dados. Fundamentos da Análise Essencial.
Ferramentas da Análise Essencial. Passagem do mundo real ao modelo conceitual.
Principais teorias, métodos, técnicas e ferramentas associadas ao projeto de software
enquanto atividade sistemática. Estudo de casos. Projeto e Documentação de um
sistema (simples).
Bibliografia Básica:
PRESSMAN, Roger S. Engenharia de software. São Paulo : Makron Books, 1995.
Tonsig, Sérgio L.; Engenharia de Software: Análise e Projeto de Sistemas; Ed.
Futura; 2003.
POMPILHO, S. Análise Essencial Guia Prático de Análise de Sistemas; Rio de
Janeiro: Ciência Moderna, 2002.
Bibliografia Complementar:
YOURDON, Edward. Análise estruturada moderna. Rio de Janeiro : Campus, 1992.
DEMARCO, T.; Análise Estruturada e Especificação de Sistemas; Ed. Campus;
1989.
ELETRÔNICA DIGITAL
Bases Numéricas, Sistemas de Representações Numéricas, Operações Lógicas, Funções
Lógicas e Equações Booleanas, Álgebra de Boole, Circuitos Combinacionais, Circuitos
Seqüenciais, Projetos em Eletrônica Digital.
Bibliografia Básica:
CAPUANO, Francisco G; IDOETA, Ivan V.; Elementos em eletrônica digital. São
Paulo : Érica. 2006.
WIDMER, N.; TOCCI, .R. J. Sistemas digitais: princípios e aplicações. 5.ed., Rio de
Janeiro : Prentice - Hall do Brasil, 2003.
Bibliografia Complementar:
BRAGA, N.; Curso de Eletrônica Digital; Ed. Saber; 2003.
TOKHEIM, R. Princípios digitais. New York : McGraw-Hill,1996.
30
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL IV
Transformada de Laplace. Equações diferenciais de primeira e segunda ordem. Funções
vetoriais. Cálculo vetorial: integrais curvilíneas e de superfície; teorema de Stokes;
teorema da divergência de Gauss.
Bibliografia Básica:
SIMMONS, George F. Cálculo com geometria analítica. São Paulo : McGraw-Hill,
1986, 2v.
LEITHOLD, Louis. O Cálculo com geometria analítica. 2.ed., São Paulo : Harbra,
1982, 2v.
ZILL, D. G.; CULLEN, M. R.; SILVEIRA, F. H.; Matemática Avançada para
Engenharia V1; Ed. Bookman; 2009.
KREYZEIG, E.; Matemática Superior para Engenharia V1; Ed. LTC; 2009.
Bibliografia Complementar:
ZILL, D. G.; CULLEN, M. R.; SILVEIRA, F. H.; Matemática Avançada para
Engenharia V2; Ed. Bookman; 2009.
ZILL, D. G.; CULLEN, M. R.; SILVEIRA, F. H.; Matemática Avançada para
Engenharia V3; Ed. Bookman; 2009.
ZILL, Dennis G.; CULLEN, M.R.; Equações Diferenciais; Makron Books; 2001.
GLEASON, A. et al; Cálculo; Ed. LTC; 1997.
STEINBRUCH, Alfredo et al. Introdução a álgebra linear. São Paulo : Makron
Books, 1990.
KREYZEIG, E.; Matemática Superior para Engenharia V2; Ed. LTC; 2009.
KREYZEIG, E.; Matemática Superior para Engenharia V3; Ed. LTC; 2009.
CIRCUITOS ELÉTRICOS II
Análise senoidal; Propriedades gerais dos circuitos em C.A.; Fasores. Circuitos CA no
regime da frequência. Análise de circuitos elétricos em regime CA (. Leis de Kirchhoff
(análise matricial). Condutância. Lei dos nós. Teorema a superposição dos efeitos.
Teorema de Thévenin. Teorema de Norton. Teorema da Máxima transferência de
potência. Teorema de Millman.). Potência em regime CA.
Bibliografia Básica:
MARIOTTO, Paulo A.; Análise de Circuitos Elétricos; Ed. Prentice Hall; 2003.
BOYLESTAD, Introdução à Análise de Circuitos, SP, Prentice-Hall, 2004.
EDMINISTER, J.A. Circuitos Elétricos. São Paulo: Makron Books, 1985.
Bibliografia Complementar:
ORSINI, L.Q., Circuitos Elétricos; Ed. Edgar Blucher; 1975.
ORSINI, L.Q., Exercícios de Circuitos Elétricos; Ed. Edgar Blucher; 1975.
JOHNSON, David. Fundamentos de análise de circuitos elétricos. São Paulo :
Pretince Hall; 2000.
31
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
HAYT, William Jr. Análise de circuitos em engenharia.. São Paulo : McGraw Hill.
GUSSOW, Milton. Eletricidade Básica. 2.ed. São Paulo: McGraw –Hill, 1997.
INTRODUÇÃO Á BANCO DE DADOS
Conceito de Banco de dados; Evolução histórica, tipos de bancos de dados, modelagem
de dados, normalização, ferramentas case para automação do processo de definição e
modelagem de dados. Conceito da linguagem SQL; seus principais comandos e
funcionalidades; Instalação, configuração e utilização de um SGDB, Criação de Bancos
e Tabelas, Manipulação de dados e Métodos de Segurança.
Bibliografia Básica:
DATE, C. J. Introdução a sistemas de banco de dados. Rio de Janeiro : Campus,
1991.
TONSIG, Sérgio L.; MYSQL; Ed. Futura; 2006.
COUGO, P.; Modelagem Conceitual e projeto de Banco de Dados; Ed. Papirus;
1997.
RAMALHO, José A.A.; SQL Server 7; Ed. Makron Books; 1999.
Bibliografia complementar:
SILBERSCHATZ, Abrahan, KORT, Henry F.;, SUNDARSHAN, S. Sistemas de
banco de dados. Makron Books, 1999, 3ª Edição.
DATE, C. J. Banco de dados: Fundamentos. Rio de Janeiro : Campus, 1985.
DATE, C. J. Banco de dados: Tópicos Avançados. Rio de Janeiro : Campus, 1988.
ELSMARI, Ramez; NAVATHE, Shamkant B. Sistemas de Banco de Dados. Pearson
Education. 4ª. Edição.
FURMANKIEWICZ, Edson et al; Aprenda em 21 dias Microsoft SQL Server 7; Ed.
Campus; 1999.
UTLEY, Craig; Desenvolvendo Aplicativos para Web com SQL Server 2000: Guia
Prático; Ed. Makron Books; 2002.
METODOLOGIA CIENTIFICA
Ciência: Tipos de Conhecimento, Características da Ciência, Espírito Científico.
Método: Método em Geral, Método Científico, Processos do Método Científico.
Técnicas: Como Anotar, Como Buscar informações, Como Apresentar Trabalhos
Científicos. Pesquisa: Noções Gerais, Projeto de Pesquisa, Prática da Pesquisa.
Bibliografia Básica:
CERVO, A. L., BERVIAN, P. A. Metodologia científica. São Paulo : PrenticeHall,2006.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Maria de Andrade; Fundamentos de
Metodologia Cientifica; Ed. Atlas; 2003.
Bibliografia Complementar:
32
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
BARROS, A. J. P. Fundamentos de metodologia, um guia para a iniciação
científica. São Paulo : McGraw-Hill, 1986.
OLIVEIRA, Sílvio Luiz de. Tratado de metodologia científica: Projetos de
Pesquisas, TGI, TCC, monografias, dissertações e teses. São Paulo : Pioneira, 1997.
5o SEMESTRE
ANÁLISE E PROJETO ORIENTADO A OBJETOS
Conceitos de orientação a objetos; Linguagem de Modelagem Unificada (UML); Uso
de ferramentas CASE para modelagem com UML.
Bibliografia Básica:
BEZERRA, E.; Principios de Análise e projetos de Sistemas com UML; Ed. Campus;
2004.
RUMBAUGH, James. Modelagem e projetos baseados em objetos. Rio de Janeiro:
Campus, 1994.
BOOCH, Grady et AL; UML: Guia do Usuário. Rio de Janeiro. Campus. 2000.
Bibliografia Complementar:
PAGE-JONES, M.; Fundamentos do desenho Orientado a Objetos com UML;
Ed.Makron Books; 2001.
FURLAN, José Davi. Modelagem de objetos através da UML: análise e desenho
orientados à objeto. São Paulo: Makron Books, 1998.
INTRODUÇÃO A PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS
Linguagem C++: construtores/destrutores, sobrecarga de funções/operadores,
referências, encapsulamento, herança múltipla, classes e funções amigas, funções inline,
polimorfismo, E/S.
Bibliografia Básica:
JAMSA, K.; Programando em C/C++ - A Biblia; São Paulo : Makron Books, 1999.
MIZRAHI, V. V. Treinamento em linguagem C++: Módulo I e II. São Paulo :
Makron Books, 1992.
Bibliografia Complementar:
ALVES, William Pereira; C++ Builder 6: Desenvolva Aplicações para Windows; Ed.
Èrica; 2007.
DAWSON, M.; Beginning C++ Through Game Programming; Ed. Thomson; 2007
MIZRAHI, V. V. Treinamento em linguagem C++: Módulo I e II. São Paulo :
Makron Books, 1992.
SCHILDT, Herbert. Turbo C++. São Paulo : McGraw-Hill, 1992.
PAPPAS, C., MURRAY, W.; Turbo C++ Completo e Total; Ed. Makron Books ;
1991.
33
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
BANCO DE DADOS
Conceitos de Orientação a Objetos. Banco de dados orientados a objetos. Modelagem
de banco de dados orientado. Linguagens de descrição e manipulação de dados
orientados a objetos. Banco de dados objeto-relacionais. Banco de dados espaciais,
temporais e espaço-temporais. Banco de dados dedutivos e científicos. Banco de dados
de imagens e multimídia.
Bibliografia Básica:
DATE, C. J. Introdução a sistemas de banco de dados. Rio de Janeiro : Campus,
1991.
TONSIG, Sérgio L.; MYSQL; Ed. Futura; 2006.
COUGO, P.; Modelagem Conceitual e projeto de Banco de Dados; Ed. Papirus;
1997.
RAMALHO, José A.A.; SQL Server 7; Ed. Makron Books; 1999.
Bibliografia complementar:
SILBERSCHATZ, Abrahan, KORT, Henry F.;, SUNDARSHAN, S. Sistemas de
banco de dados. Makron Books, 1999, 3ª Edição.
DATE, C. J. Banco de dados: Fundamentos. Rio de Janeiro : Campus, 1985.
DATE, C. J. Banco de dados: Tópicos Avançados. Rio de Janeiro : Campus, 1988.
ELSMARI, Ramez; NAVATHE, Shamkant B. Sistemas de Banco de Dados. Pearson
Education. 4ª. Edição.
FURMANKIEWICZ, Edson et al; Aprenda em 21 dias Microsoft SQL Server 7; Ed.
Campus; 1999.
UTLEY, Craig; Desenvolvendo Aplicativos para Web com SQL Server 2000: Guia
Prático; Ed. Makron Books; 2002.
ARQUITETURA DE COMPUTADORES
Conceituação de sistemas numéricos e mudança de base. Tecnologias e perspectiva
histórica. Caracterização da organização de sistemas de computação e detalhamento de
subsistemas - memória, processador e barramentos. Caracterização e análise das formas
de tradução de programas de uma linguagem de alto nível para um programa
executável. Projeto básico de um processador formalizando um conjunto de instruções e
de endereçamento utilizados por um sistema de computação. Caminho dos dados (ciclobusca-decodificaçao-execuçao). Modos de Endereçamento. Caracterização de
processamento pipeline e paralelo. Memórias – Subsistema de memórias. Memória
Cachê – Políticas de Substituição de Páginas. Caracterização de arquiteturas RISC e
CISC .
Bibliografia Básica:
TANENBAUM, A. S. Organização Estruturada de Computadores. 4 ed. LTC, 1999.
34
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
WEBER, Raul Fernando, Fundamentos de arquitetura de computadores. Porto
Alegre: Instituto de Informática da UFRGS: Sagra Luzzatto, 2000.
STALLINGS, Willian. Arquitetura e Organização de Computadores. Rio de Janeiro:
Prentice Hall, 2006.
Bibliografia Complementar:
MONTEIRO, Mário, A. Introdução à organização de computadores. Rio de Janeiro:
LTC, 2001.
PATTERSON, D.A., HANNESSY, J.L. Computer Organization and Design; The
Hardware/Software Interface, 1997, 2nd Edition.
TORRES, Gabriel. Hardware. Rio de Janeiro : Axcel Books, 1998.
MECÂNICA GERAL
Estática: Conceitos básicos. Resultantes de Sistemas de Forças. Centróides e Centros de
Gravidade. Equilíbrio. Atrito. Momentos de Inércia. Trabalho Virtual. Cinemática e
Dinâmica . Cinemática das partículas. Cinemática do Corpo Rígido. Força. Massa e
Aceleração. Trabalho e Energia. Impulso e Momento. Vibrações Mecânicas.
Bibliografia Básica:
JOHNSTON JR, E. RUSSEL; BEER, FERDINAND; Mecânica vetorial para
engenheiros: Cinemática e Dinâmica; São Paulo; Ed. Makron Books; 1994.
JOHNSTON JR, E. RUSSEL; BEER, FERDINAND; Mecânica vetorial para
engenheiros: Estática; São Paulo; Ed. Makron Books; 1994
Bibliografia Complementar:
HIBBELER, R.C.; Dinâmica: Mecânica para Engenharia; Ed. Prentice Hall; 2005.
CÁLCULO V
Números complexos.Variáveis complexas limites, derivadas e integrais; gradiente,
divergente, rotacional e laplaciano.Transformada de Fourier.
Bibliografia Básica:
AVILA, Geraldo; Variáveis Complexas e suas aplicações; Ed. LTC; 2008.
CHURCHILL, R.V. Séries de Fourier e Problemas de Valores de Contorno. Mc
Graw do Brasil.
Bibliografia Complementar:
ZILL, D. G.; CULLEN, M. R.; SILVEIRA, F. H.; Matemática Avançada para
Engenharia V2; Ed. Bookman; 2009.
ZILL, D. G.; CULLEN, M. R.; SILVEIRA, F. H.; Matemática Avançada para
Engenharia V3; Ed. Bookman; 2009.
CHURCHILL, R.V. Variáveis complexas e suas aplicações. São Paulo : McGraw-Hill
do Brasil. s.d.
SPIEGEL, M.R. Variáveis Complexas São Paulo : McGraw-Hill do Brasil.
35
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
6o SEMESTRE
ELETROMAGNETISMO
Unidade I - Campo Elétrico Estático, Lei de Coulomb, Lei de Gauss, Divergência do
Campo Elétrico, Potencial Elétrico, Resistência e Capacitância, Equações de Poisson e
Laplace, Campo Magnético Estático, Lei de Biot-Savart, Lei de Ampère, Lei de
Faraday, Indutância, Rotacional do Campo Magnético e Teorema de Stokes. Unidade II
–Campos Eletromagnéticos Variáveis no Tempo, As Equações de Maxwell, A Equação
de Onda e Propagação e reflexão de ondas planas. Unidade III: Linhas de transmissão.
Técnicas de Medição de Campos e Ondas Eletromagnéticas. Técnicas e Medições em
Linhas de Transmissão em altas freqüências. Adaptação de Impedâncias através
métodos gráficos para cálculos em linhas de transmissão. Estudar as técnicas de
medição em linhas de transmissão.
Bibliografia Básica:
HAYT, William. Eletromagnetismo. Rio de Janeiro : LTC, 2003.
WENTWORTH, Stuart M.; Fundamentos de Eletromagnetismo com aplicações em
Engenharia; Ed. LTC; 2006.
Bibliografia Complementar:
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; Fundamentos de Física: Eletromagnetismo;
Ed. LTC; 1991.
MOREIRA, Argus; Eletromagnetismo; 1971.
TIPLER, Paul; Física para Cientistas e Engenheiros 2: Eletricidade, Magnetismo e
Ótica; RJ; Ed. LTC; 2000.
PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS
Linguagem C++: explorando o ambiente gráfico do C++ Builder, programação para o
ambiente Windows com Banco de Dados, programação para a Web.
Bibliografia Básica:
JAMSA, K.; Programando em C/C++ - A Biblia; São Paulo : Makron Books, 1999.
MIZRAHI, V. V. Treinamento em linguagem C++: Módulo I e II. São Paulo :
Makron Books, 1992.
Bibliografia Complementar:
ALVES, William Pereira; C++ Builder 6: Desenvolva Aplicações para Windows; Ed.
Èrica; 2007.
DAWSON, M.; Beginning C++ Through Game Programming; Ed. Thomson; 2007
MIZRAHI, V. V. Treinamento em linguagem C++: Módulo I e II. São Paulo :
Makron Books, 1992.
SCHILDT, Herbert. Turbo C++. São Paulo : McGraw-Hill, 1992.
36
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
PAPPAS, C., MURRAY, W.; Turbo C++ Completo e Total; Ed. Makron Books ;
1991.
TEORIA DOS GRAFOS
Representação de grafos, Conexidade, Caminhos, Árvores, Emparelhamento,
Coloração, Grafos Eulerianos e Hamiltonianos, Grafos Orientados.
Bibliografia Básica;
BOAVENTURA, P., Grafos: Teoria, modelos, algoritmos. São Paulo : Edgar
Blücher, 2003.
HRUSCHKA JUNIOR, Estevam R.; Fundamentos da Teoria dos Grafos para
Computação; Ed. EDUFSCar; 2007.
Bibliografia Complementar:
FURTADO, Antonio Luz; Teoria dos grafos:Algoritmos; Ed. LTC; 1973.
DIVERIO, Tiaruju A.; MENEZES, Paulo B.; Teoria da Computação; Ed. Bookman;
2011.
ANÁLISE DE ALGORÍTMOS
Introdução. TADs. Noções de matemática básica: conjuntos, logaritmos, recursividade,
somatórias e recorrências’. Análise de algoritmos: pior e melhor caso, caso médio,
análise assintótica, notação Big - Oh. Divisão e conquista, balanceamento. Programação
dinâmica, Métodos gulosos. Ordenação e busca. Multiplicação de matrizes. Casamento
de padrões. Algoritmos em grafos. Problemas NP - completos.
Bibliografia Básica:
SCHILDT, H.: C Completo e Total, Editora Makrom Books,1997.
TOSCANI, L.V., VELOSO, Paulo A. S., Complexidade de algoritmos, Ed. SagraLuzzatto.
ZIVIANI, N.; Projeto de Algoritmos com Implementação em Pascal e C; Ed.
Pioneira; 2005.
Bibliografia Complementar:
ZIVIANI, N., Projeto de Algoritmos com Ian Sommerville – Engenharia de
Software 6ª ed, Ed. Addison Wesley, 2003.
ELETRÔNICA INDUSTRIAL
Caracterização da eletrônica de potência. Interruptores estáticos de potência.
Conversores AC/DC e AC/AC: estudo, análise, comando, controle e áreas de aplicação.
Conversores indiretos.
Bibliografia Básica:
NASHELSKY, LOUIS, BOYLESTAD, ROBERT L.; Dispositivos Eletrônicos e
Teoria de Circuitos; Editora Prentice Hall, 2006.
37
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
AHMED, ASHFAQ – Eletrônica de Potência; Editora Prentice Hall, 2000.
Bibliografia Complementar:
LANDER, CYRILL W. – Eletrônica Industrial, Editora Mc Graw-Hill do Brasil;
1996.
RASHID, MUHAMMAD H. – Eletrônica de Potência – Circuitos, Dispositivos e
aplicações; Editora Markus, 1999.
ENGENHARIA DE SOFTWARE
Objetivos e Histórico da Engenharia de Software. Ciclos de Vida do Software.
Caracterização de software enquanto produto e processo. Gerência de projetos de
software: planejamento; métricas; análise e gerência de riscos e acompanhamento de
projetos. Controle de qualidade de software. Testes. Operação e Manutenção de
Software. Custos de Desenvolvimento. Gerenciamento do Processo de Produção do
Software. Projeto e Implementação de um sistema(simples).
Bibliografia Básica:
SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de Software. Addison-Wesley, Oitava Edição,
2007.
PRESSMAN, Roger S.; Engenharia de Software; Ed. Makron Books; 1997.
Bibliografia Complementar:
Tonsig, Sérgio L.; Engenharia de Software: Análise e Projeto de Sistemas; Ed.
Futura; 2003.
KOSCIANSKI, André; SOARES, Michel dos Santos; Qualidade de Software; Ed.
Novatec; 2007.
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA
Probabilidade - Definição. Variáveis aleatórias e árvores de probabilidades. Tabela de
freqüência e Histograma. Distribuição de probabilidades, a média, variância e desviopadrão na curva normal. Estatística – a estatística de dados univariados, estatística de
posição e dispersão.
Bibliografia Básica:
SPIEGEL, Murray R.; Estatística; Ed. MCGRAW-Hill; 1974.
CRESPO, Antonio A.; Estatística Fácil; Ed. Saraiva; 2001.
Bibliografia Complementar:
VIEIRA, Sonia; Elementos de Estatística; Ed. Atlas; 2006.
MORETTIN, Luiz Gonzaga; Estatística Básica; Ed. Mkron BOOKs; 2000.
38
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
7o SEMESTRE
LINGUAGENS FORMAIS E AUTÔMATOS
Gramáticas. Linguagens Regulares, Livres-de-Contexto e Sensíveis-ao-Contexto. Tipos
de Reconhecedores. Operações com Linguagens. Propriedades das Linguagens.
Autômatos de Estados Finitos. Autômatos de Pilha. Máquina de Turing. Funções
Recursivas.
Bibliografia Básica:
MENEZES, P. B. Linguagens formais e autômatos. Porto Alegre : Sagra Luzzatto,
1998.
AHO, A. SETHI, R., ULLMAN, J. Compiladores: princípios, técnicas e
ferramentas. Rio de Janeiro : LCT, 1995.
Bibliografia Complementar:
HOPCROFT, J., ULLMAN, J. Introduction to automata theory, languages and
computation. Reading : Addison Wesley, 1979.
LEWIS, H., PAPADIMITRIOU, C. Elements of the theory of computation. Upper
Saddle River : Prentice - Hall, 1978.
SISTEMAS OPERACIONAIS
Objetivos e evolução do Sistema Operacional/ Estrutura e Contexto do Sistema
Operacional dentro do software básico / Estrutura de Sistema de Computação /
Estruturas de Sistemas Operacionais / Gerenciamento de processos, memória principal,
CPU e arquivos / Processos / Threads.
Bibliografia Básica:
TANENBAUM, Andrew S. Sistemas Operacionais Modernos. Rio de Janeiro:
Prentice-Hall, 2003.
SILBERSCHASTZ, Abraham Sistemas Operacionais : Conceitos e Aplicações / Rio
de Janeiro: Campus, 2000.
Bibliografia Complementar:
SHAY, William A. Sistemas Operacionais. São Paulo: Makron Books, 1996.
BADDINI, Francisco; Windows 2000 Server; Ed. Érica; 2003.
INTRODUÇÃO Á LINGUAGEM PARA APLICAÇÕES INTERNET
Conceitos básicos do paradigma da programação orientada a objetos; sintaxe da
linguagem Java; classes; objetos; métodos e atributos; instanciação; atributos; métodos;
mensagens; abstração; encapsulamento; herança; polimorfismo; especificadores de tipos
de dados; ponteiros para referência de objetos; expressões; métodos de entrada e saída
de dados; classes abstratas; tratamento de exceções; programação para Internet através
de applets; programação visual; banco de dados com Java.
Bibliografia Básica:
39
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
HELLER, P.; ROBERTS, S.; Guia Completo de Estudos para Certificação em Java
2; Ed. Ciência Moderna; 2004.
Deitel, H. M.; Deitel, P. J; Java – Como Programar, SP, Bookman,2002.
Bibliografia Complementar:
Walnum, C.; Java em Exemplos, RJ, Makron Books, 1997.
Thompson, M. A.; Java 2 e Banco de dados, SP, Érica, 2002.
RAMON, F.; Java 2; Ed. Novatec; 2001.
UMRYSH, Cary E.; AHMED, K.Z.; Desenvolvendo Aplicações Comerciais Em Java
com J2eetm E Uml, Ed. Ciência Moderna; 2002.
REDES E COMUNICAÇÃO DE DADOS
Conceitos Básicos sobre Redes de Computadores; Topologias; Arquitetura de Redes de
Computadores; Arquitetura OSI da ISO; Arquitetura INTERNET (TCP/IP); Meios
Físicos de Transmissão ; Protocolos Padrão para Redes Locais; Interconexão de Redes;
Sistemas Operacionais para Redes; Desempenho, Custos e Segurança em Redes de
Computadores; Redes ATM; Projeto Físico e Lógico de uma rede.
Bibliografia Básica:
TANENBAUM, Andrew S., Redes de Computadores. Rio de Janeiro : Campus,
1997.
SOARES, L. F., LEMOS, G., COLCHER, S. Redes de computadores: das Lans,
Mans e Wans às redes ATM. Rio de Janeiro : Campus, 1998.
Bibliografia Complementar:
RUFINO, Nelson Murilo de; Segurança em redes sem Fio; Ed. Novatec; 2005.
SOARES NETO, Vicente; Telecomunicações: Convergência de Redes e Serviços;
Ed.Érica; 2003.
SILVA, Adelson de Paula; Telecomunicações: Redes de Alta Velocidade
Cabeamento Estruturado; Ed. Érica; 2005.
RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS
Tensões e deformações. Princípios gerais da Resistência dos Materiais. Esforços
solicitantes. Análise das peças subordinadas a esforços simples e combinados. Sistemas
isostáticos. Energia de deformação. Propriedades gerais.
Bibliografia Básica:
NASH, William Arthur. Resistência dos materiais. São Paulo: McGraw-Hill, 1976.
BEER, Ferdinand P., JOHNSTON Jr, R. Resistência dos Materiais. s.l.: s.n., s.d.
BEER, Ferdinand P.; JOHNSTON, E. Mecânica Vetorial para Engenheiros Estática. São Paulo: Ed. Mc Graw-Hill do Brasil, 1982
Bibliografia Complementar:
FEODOSIEV, V. I. Resistência dos Materiais. Moscou: Ed. MIR, 1980.
40
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
HIGDON, Ohlsen Styles. Mecânica dos Materiais. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara
Dois
CONTROLE E SERVOMECANISMOS
Teoria de realimentação de sistemas lineares. Funções de transferência de
servomecanismos típicos. Controle de malha fechada e aberta. Lugar da raízes.
Controladores do tipo industrial. Análise de erro em regime permanente, de resposta
transitória e, de estabilidade de sistemas. Teoria de controle moderno. Representação de
sistemas por espaço de estados.
Bibliografia Básica:
OGATA, Katsuhiko. Engenharia de controle moderno. RJ; Prentice-Hall; 2005.
TRAINING,
PUBLICATION
DIVISION;
SINCROS-Servomecanismos
e
Fundamentos de Giro; Ed. Hemus; 2004
Bibliografia Complementar:
NASHELSKY, LOUIS, BOYLESTAD, ROBERT L.; Dispositivos Eletrônicos e
Teoria de Circuitos; Editora Prentice Hall, 2006.
AHMED, ASHFAQ – Eletrônica de Potência; Editora Prentice Hall, 2000.
CÁLCULO NUMÉRICO
Sistemas Numéricos. Erros, Raízes de Funções Reais. Solução de Sistemas de equações
Lineares. Integração Numérica. Interpelação. Ajuste de Curvas. Cálculo de Funções por
Séries de Potência.
Bibliografia Básica:
BARROSO, L. C. et al. Cálculo numérico (com aplicações). São Paulo : Harbra,
l987.
ROQUE, Waldir; Introdução ao Cálculo Numérico: Um texto integrado com
Derive; Ed. Makron Books; 2000.
Bibliografia Complementar:
COBO, Alex Javier Jerves; Elementos de Cálculo Numérico; Ed. Abya-Yala; 2008.
MATSUMOTO, Elia Yathie; Matlab 7 – Fundamentos; Ed. Érica; 2004.
MATERIAIS ELÉTRICOS
Campos em meios materiais. Propriedades elétricas. Polarização de dielétricos. Perdas
em dielétricos em campos alternados. Propriedades magnéticas. Perdas em materiais
magnéticos em campos alternados. Modelos atômicos. Interpretação atômica das
propriedades dos dielétricos. Polarização espontânea. Relaxação dipolar. Mecanismos
de condução e ruptura em dielétricos. Materiais magnéticos. Magnetização espontânea.
Mecanismos de condução em materiais condutores e semicondutores. Aplicações
práticas de materiais usados em engenharia elétrica.
41
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
Bibliografia Básica:
SCHMIDT, Walfredo. Materiais elétricos. 2.ed. São Paulo : Edgard Blucher, 1979.
GUSSOW, Milton. Eletricidade Básica. 2.ed. São Paulo: McGraw –Hill, 1997.
Bibliografia Complementar:
REZENDE, Sérgio M. A física de materiais e dispositivos eletrônicos. Recife :
Universidade Federal de Pernambuco, 1996. 530 p.
ROBERT, Philippe. Electrical and magnetic properties of materials. Norwood :
Artech House, 1988. 458 p.
TIPLER, Paul; Física para Cientistas e Engenheiros 2: Eletricidade, Magnetismo e
Ótica; RJ; Ed. LTC; 2000.
8o SEMESTRE
COMPILADORES
Estrutura de compiladores e interpretadores. Análise Léxica. Tabela de Símbolos.
Análise Sintática. Ferramenta de geração de analisadores (Lex e Yacc). Projeto e
implementação dos analisadores léxico e sintático.
Bibliografia Básica:
AHO, A. SETHI, R., ULLMAN, J. Compiladores: princípios, técnicas e
ferramentas. Rio de Janeiro : LCT, 1995.
PRICE, Ana Maria de Alencar; Implementação de Linguagens de Programação; Ed.
Bookman; 2008.
Bibliografia Complementar:
MENEZES, P. B. Linguagens formais e autômatos. Porto Alegre : Sagra Luzzatto,
1998.
SETZER, V. MELO, I. A construção de um compilador. Rio de Janeiro : Campus,
1983.
LABORATÓRIO DE SISTEMAS OPERACIONAIS
Escalonamento de CPU / Gerenciamento de Memória (real e virtual) / Gerenciamento
de entrada/saída / Deadlocks / Sistemas operacionais distribuídos / Gerência de arquivos
/ Estudos de casos (Linux).
Bibliografia Básica:
TANENBAUM, Andrew S. Sistemas Operacionais Modernos. Rio de Janeiro:
Prentice-Hall, 2003.
BONAN, Adilson R.; LINUX – Fundamentos, Prática e Certificação LPI; Ed. Starli
Alta Consult; 2010.
Bibliografia Complementar:
SHAY, William A. Sistemas Operacionais. São Paulo: Makron Books, 1996.
42
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
SILBERSCHASTZ, Abraham Sistemas Operacionais : Conceitos e Aplicações / Rio
de Janeiro: Campus, 2000.
GERENCIAMENTO DE REDES
Projeto e implantação de cabeamento estruturado, Tipos de cabos: cabo coaxial, par
trançado e fibra ótica; Características do cabo; Configuração da rede física;
Características dos conectores e terminadores; Climpagem dos conectores; Instalação
física e configuração da placa de rede; Demonstração do processo de fusão e clinpagem
da fibra; Equipamentos de Cabeamento Estruturado; Instalação, configuração e
administração de um sistema operacional UNIX em rede; Instalação, configuração e
administração do sistema operacional Windows Server 2003.
Bibliografia Básica:
TANENBAUM, Andrew S., Redes de Computadores. Rio de Janeiro : Campus,
1997.
SOARES, L. F., LEMOS, G., COLCHER, S. Redes de computadores: das Lans,
Mans e Wans às redes ATM. Rio de Janeiro : Campus, 1998.
Bibliografia Complementar:
RUFINO, Nelson Murilo de; Segurança em redes sem Fio; Ed. Novatec; 2005.
SOARES NETO, Vicente; Telecomunicações: Convergência de Redes e Serviços;
Ed.Érica; 2003.
SILVA, Adelson de Paula; Telecomunicações: Redes de Alta Velocidade
Cabeamento Estruturado; Ed. Érica; 2005.
PROCESSAMENTO DIGITAL DE SINAIS
Introdução ao Processamento Digital de Sinais. Sinais de tempo discreto. Sistemas de
tempo discreto. Representação no domínio da Frequência de Sinais e Sistemas
Discretos no Tempo. Amostragem e Reconstrução de Sinais. A Transformada Z.
Análise de SLITs. Projeto de Filtros digitais.
Bibliografia Básica:
DINIZ, Paulo Sergio Ramirez. Processamento digital de sinais : projeto e análise de
sistemas, Porto Alegre: Bookman, 2004.
OPPENHEIM, A. V. Discrete-time signal processing. 2nd edition. New Jersey:
Prentice Hall, 1999.
Bibliografia Complementar:
VAN BEER, Haykin; Sinais e Sistemas; Ed. Bookman; 2001.
CAPUANO, F.G.; IDOETA, Ivan; Elementos de Eletrônica Digital; Ed.Érica; 2006.
43
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
LEGISLAÇÃO E ÉTICA
Noções de Direito Societário; Direito do Trabalho e Direito Tributário nas
Organizações. Direitos Humanos. Ética no Trabalho. Lei geral das Telecomunicações.
Bibliografia Básica:
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. 4.ed. São Paulo: Saraiva,
1990.
BRASIL. Ministério do Trabalho. Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. 24.ed.
São Paulo: Saraiva, 1998.
MORAES, Alexandre de; Direitos Humanos Fundamentais; Ed. Atlas; 2011.
Bibliografia complementar:
VÁSQUEZ, Adolfo Sánchez , SÁNZ, Patrício. Ética. 6 ed. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 1983.
SROUR, Robert Henry. Poder, cultura e ética nas organizações. Rio de Janeiro :
Campus,1998.
FENÔMENOS DOS TRANSPORTES
Mecânica dos Fluidos; Estática; Fundamentos dos escoamentos; Escoamento em
Tubulações e Aplicações. Transferência de Calor: Condução, Convecção e Radiação.
Aplicações. Transferência de Massa: Difusão. Coeficiente de Transferência de Massa;
Teoria da Camada Limite e Aplicações.
BENNETT, C. O. & MEYERS, J. E. Fenômenos de Transportes: quantidade de
movimento, calor e massa. São Paulo, McGraw-Hill do Brasil, 1978. 812 p.
BIRD, R. B.; STEWART, W. E.; LIGHTFOOT, E. N. Fenômenos de Transporte.
Barcelona, Reverté, 1978.
SLATTERY, J.C. Momentum, energy and mass transfer in continua. New York,
McGraw-Hill, 1972.
TREYBAL, R.E. Mass-transfer operations. 3. ed. New York, McGraw-Hill, 1980.
SCHIMIDT, F. W. et all. Introdução às ciências térmicas, São Paulo, Editora Edgard
Blucher Ltda, 2001, 466 p.
BRUNETTI, F. Mecânica dos fluidos, São Paulo, Prentice Hall, 2005, 410 p.
LINGUAGEM PARA APLICAÇÕES INTERNET
Java: tratamento de exceções; programação para Internet através de applets;
programação visual; Banco de dados com Java.
Bibliografia Básica:
HELLER, P.; ROBERTS, S.; Guia Completo de Estudos para Certificação em Java
2; Ed. Ciência Moderna; 2004.
Deitel, H. M.; Deitel, P. J; Java – Como Programar, SP, Bookman,2002.
Bibliografia Complementar:
44
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
Walnum, C.; Java em Exemplos, RJ, Makron Books, 1997.
Thompson, M. A.; Java 2 e Banco de dados, SP, Érica, 2002.
RAMON, F.; Java 2; Ed. Novatec; 2001.
UMRYSH, Cary E.; AHMED, K.Z.; Desenvolvendo Aplicacoes Comerciais Em Java
com J2eetm E Uml, Ed. Ciência Moderna; 2002.
MICROPROCESSADORES
Organização e Arquitetura dos Sistemas Computacionais, Estudo dos
Microprocessadores, Práticas de laboratório: Microprocessador – Software,
Programação em Linguagem de baixo nível.
Bibliografia Básica:
SOUZA, David J. de, Desbravando o PIC ampliado e atualizado PIC16F628A; Ed.
Érica; 2007.
LUZ, Carlos E. S.; Programando Microcontroladores PIC em Linguagem C; Ed.
Ensino profissional; 2011.
Bibliografia Complementar:
ZANCO, Wagner da Silva; Microcontroladores PIC16F628A/648ª: uma abordagem
prática e objetiva; Ed. Érica; 2007.
NICOLOSI, Dennis E. C., Microcontrolador 8051 detalhado, SP, Ed. Érica, 2000.
9o SEMESTRE
LABORATÓRIO DE COMPILADORES
Tratamento de erros sintáticos. Análise Semântica. Projeto e implementação do
analisador semântico.Geração de Código. Introdução à Otimização.
Bibliografia Básica:
AHO, A. SETHI, R., ULLMAN, J. Compiladores: princípios, técnicas e
ferramentas. Rio de Janeiro : LCT, 1995.
PRICE, Ana Maria de Alencar; Implementação de Linguagens de Programação; Ed.
Bookman; 2008.
Bibliografia Complementar:
MENEZES, P. B. Linguagens formais e autômatos. Porto Alegre : Sagra Luzzatto,
1998.
SETZER, V. MELO, I. A construção de um compilador. Rio de Janeiro : Campus,
1983.
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
Introdução - o que é IA, história da IA, subáreas. Linguagens para IA - características
das linguagens típicas da IA, introdução à linguagem Prolog. Resolução de Problemas e
45
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
Busca - Busca Desinformada, Busca Informada. Representação de Conhecimento.
Sistemas de Produção. Sistemas Especialistas. Noções de Redes Neurais
Bibliografia Básica:
RABIN, S.; AI Game Programming Wisdom; Ed. Charles River Media; 2002.
NASCIMENTO JR, Carmo l., YONEYAMA, T., Inteligência Artificial em Controle e
Automação, Edgar Blucher, 2000.
Bibliografia Complementar:
EDELSON, B. et AL; Inteligência Artificial e Sistemas Especialistas; Ed. McGrawHill; 1988.
RICH, Elaine et al; Inteligência Artificial; Ed. Makron Books; 1994.
PAVEL, Carlosoctavio; WINSTON, Patrick Henry; Inteligência Artificial; Ed. LTC;
1988.
PROJETO DE CONCLUSÃO DE CURSO I
Desenvolvimento de um projeto multidisciplinar na área do curso, incorporando
conhecimentos adquiridos ao longo do curso. 1a. Etapa: Levantamento bibliográfico,
pesquisa e elaboração do relatório técnico.
Bibliografia: vide referências bibliográficas de todas as disciplinas ministradas durante
o curso.
TÓPICOS AVANÇADOS I (COMPUTAÇÃO PARALELA)
Introdução à computação paralela, Cluster de computadores, Arquitetura de hardware,
configuração de cluster / programação paralela – Memória compartilhada (OpenMP) e
memória distribuída (MPI), Ferramentas de Análise de Performance e Otimizações,
Escalonamento de Tarefas em Sistemas Distribuídos.
Bibliografia Básica:
TANENBAUM, Andrew S. Sistemas Operacionais Modernos. Rio de Janeiro:
Prentice-Hall, 2003.
QUINN Michael J; Parallel Programming in C with MPI and OpenMP; McGrawHill; 2004.
Bibliografia Complementar:
SHAY, William A. Sistemas Operacionais. São Paulo: Makron Books, 1996.
STALLINGS, Willian. Arquitetura e Organização de Computadores. Rio de Janeiro:
Prentice Hall, 2006.
“MPI – The Complete Reference” -http://www.netlib.org/utk/papers/mpi-book/mpibook.html
46
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
ADMINISTRAÇÃO
Qualidade, Sistemas De Gestão Da Qualidade, Implantação De SGQ, Ferramentas Da
Qualidade, A Norma Iso 9001 V. 2000, Administração Estratégica Da Produção, Gestão
de Estoques,MRP I e II; ERP.
Bibliografia Básica:
O´CONNOR, J.; Liderando; Ed.Record; 2001.
NOCERA, R. J. Gerenciamento de projetos. Ed. Queen Books, 2009.
Bibliografia Complementar:
HAMMER, Michael, CHAMPY, James. Reengenharia. Rio de Janeiro : Campus,
1994.
CERQUEIRA NETO, Edgard P. de, Gestão da Qualidade; Ed.Pioneira; 1991.
CONVERSÃO DE ENERGIA
Circuitos magnéticos. Conversão de energia através de acoplamento magnético em
dispositivos estáticos. Conversão Eletromecânica de Energia. Transdutores
eletromecânicos. Princípios de funcionamento das máquinas elétricas.
Bibliografia Básica:
DEL TORO, V. Fundamentos de Máquinas Elétricas. Rio de Janeiro : Prentice Hall
do Brasil,1994.
SIMONE, Gilio A.; Conversão Eletromecânica de Energia; Ed. Érica; 1999.
Bibliografia Complementar:
FITZGERALD E. A. Máquinas elétricas: Conversão Eletromecânica e Energia,
Processos, Dispositivos e Sistemas; São Paulo : McGraw-Hill; 1975.
OLIVEIRA, J.C., COGO, J.R., ABREU, J.P.G. Transformadores: teoria e ensaios.
São Paulo : Edgard Blucher.
PROGRAMAÇÃO DE DISPOSITIVOS MÓVEIS
Introdução a dispositivos móveis, comunicação sem fio, plataformas de hardware,
plataforma de software, ferramentas de desenvolvimento. Ambiente integrado de
desenvolvimentos pra desenvolvimento de aplicações móveis e sem fio. Componentes
Visuais. Estrutura de um sistema baseado em formulários. Layouts e organização de
formulários compactos. Usabilidade de um sistema. Organização visual de um sistema.
Arquitetura Padrão.
Bibliografia Básica:
DEITEL, P. et al; Android para Programadores; Ed. Bookman; 2012.
FAIRBAIRN, Christopher K. et al; Objective C Fundamental; Ed. Novatec; 2012.
LECHETA, Ricardo R.; Google Android – Aprenda a Criar Aplicações para; Ed.
Novatec; 2010.
Bibliografia Complementar:
47
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
LECHETA, Ricardio R.; Google Android para Tablets; Ed.Novatec; 2012.
KOCHAN, Stephen G.; Programming in Objective C; Ed. Pearson; 2010.
10º SEMESTRE
CIÊNCIAS DO AMBIENTE
Noções básicas de Ecologia. Problemas ambientais atuais. Energia e Meio Ambiente. A
Engenharia como agente de impactos ambientais e como instrumento de mitigação de
seus efeitos. Gerenciamento Ambiental. Legislação Ambiental.
Bibliografia Básica:
ACOT, Pascal. História da ecologia. 2.ed., Rio de Janeiro : Campus, 1990.
LEFF, E. Saber Ambiental: Sustentabilidade, Racionalidade, Complexidade e
Poder; 3ª Ed.; Editora VOZES; Rio de Janeiro; 2001.
Bibliografia Complementar:
DIAS, G.F.; Educação Ambiental: Princípios e Práticas; 8ª Ed. GAIA; São Paulo;
2003.
BRASIL. Ministério do Meio Ambiente/SBF. Sistema nacional de unidades de
Conservação da Natureza - SNUC, Brasília 2002.
ODUM, E.P. Ecologia. Rio de Janeiro, Editora Guanabara, 1988
CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS
História e Cultura Afro-Brasileira. O tráfico atlântico de escravos e a conexão ÁfricaBrasil nos quadros do Sistema Colonial; a diversidade das origens étnicas e culturais
dos escravos africanos na América portuguesa; a “leitura” escrava do cativeiro; o
problema da família escrava. Rebeliões, fugas e formação de quilombos; negociações e
conflitos no interior do sistema escravista; resistências culturais e religiosas:
sincretismos, permanências e releituras; estratégias de obtenção da liberdade e espaços
de exercício de autonomia escrava.
Bibliografia Básica:
MARTINS, José de Souza; Cativeiro da Terra; Ed. Hucitec;2004.
GUIMARÃES, Alberto Passos; Quatro Séculos de Latifúndio; Ed.Paz e Terra; 1989.
PRADO JR, Caio; História Econômica do Brasil; Ed. Brasiliense; 2006.
São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
Bibliografia Complementar:
TIRADENTES, J. A.; Sociedade em Construção/História e Cultura AfroBrasileira/O negro na Formação da Sociedade Brasileira; Ed. Direção Cultural;
48
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
PRIORE, M. & VENÂNCIO, R. P. Ancestrais: uma introdução à história da África,
Rio de Janeiro: Editora Campus, 2004.
RODRIGUES, José Honório. Brasil e África: outro horizonte. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 1983.
COMPUTAÇÃO GRÁFICA
Introdução: Origem e Objetivos. Dispositivos de Entrada e Saída. Conversão matricial
de primitivas gráficas bidimensionais: segmentos de reta, circunferências e elipses.
Preenchimentos de polígonos e círculos. Transformações geométricas 2D, coordenadas
homogêneas e composição de transformações. Transformações em 3D e composição de
transformações. Visualização 3D.
Bibliografia Básica:
BAKER, M. PAULINE; Computação Gráfica em C; Ed. Prentice-Hall.
FOLEY J. D. et al. Introduction to computer graphics. Reading : Addison Wesley,
1995.
Bibliografia complementar:
FOLEY J. D. et al. Computer graphics: principles and practice. Reading : Addison
Wesley, 1990.
SHILDT, HERBERT, C Completo e Total, Makron Books, SP, 1991.
MISRAHI, VIVIANE VICTORINE, Treinamento em Linguagem C - Curso
Completo - Módulo 1, MacGraw-Hill, SP, 1990.
PROJETO DE CONCLUSÃO DE CURSO II
Desenvolvimento de um projeto multidisciplinar na área do curso, incorporando
conhecimentos adquiridos ao longo do curso. 2a. Etapa: Implementações, Simulações e
Relatório Final.
Bibliografia: vide referências bibliográficas de todas as disciplinas ministradas durante
o curso.
TÓPICOS AVANÇADOS II (AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL E ROBÓTICA)
Aspectos gerais de sistemas de medições. Fundamentos físicos de sistemas de
instrumentação. Tratamento de dados experimentais. Sensores Térmicos. Sensores
Mecânicos. Sensores Óticos. Condicionamento de sinais analógicos. Condicionamento
de sinais Digitais. Automação e robótica; histórico da robótica. Conceitos gerais.
Classificação de robôs Atuadores elétricos, hidráulicos e pneumáticos; Componentes de
hardware e software de sistemas de robôs industriais; Configurações de robôs; Análise e
descrição de movimentos; Resistência a esforços mecânicos. Controles. Atuadores.
Programação. Controladores lógicos programáveis. Aplicações.
49
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
Bibliografia Básica:
BONACORSO, N. G., NOLL, V. Automação eletropneumática. São Paulo : Érica,
1997.
NATALE, Ferdinando; Automação Industrial; Ed. Érica; 2000.
GEORGINI, Marcelo; Automação Aplicada; Ed. Érica; 2006.
Bibliografia Complementar:
LANDER, CYRILL W. – Eletrônica Industrial, Editora Mc Graw-Hill do Brasil;
1996.
NASHELSKY, LOUIS, BOYLESTAD, ROBERT L.; Dispositivos Eletrônicos e
Teoria de Circuitos; Editora Prentice Hall, 2006.
CABEAMENTO ESTRUTURADO
Compatibilidade Eletromagnética, Aterramento e Proteção Elétrica para Sistemas
Eletrônicos e de Telecomunicações. Sistemas de Energia de CC para Telecomunicações.
Cabeamento Estruturado. Infraestruturas: Torres, Containers e Abrigos.
Bibliografia Básica:
CCITT – Protection Against Interference-Séries K Recommendation
SOARES NETO, Vicente; SILVA, Adelson de Paula. Redes de alta velocidade:
cabeamento estruturado. São Paulo : Érica, 2005.
SOARES NETO, Vicente; SILVA, Adelson de Paula.
Telecomunicações:
Convergência de Redes e Serviços. São Paulo : Érica, 2003.
Bibliografia Complementar:
LIMA, Valter; Telefonia e Cabeamento de dados; Ed. Érica; 2004.
SOARES NETO, Vicente; Telecomunicações: Redes de Alta Velocidade: Sistemas
PDH e SDH, Ed. Érica; 2002.
ECONOMIA
Gestão Econômico-Financeira de Empresas. Conceitos básicos. Matemática financeira
aplicada a análise de alternativas de Investimentos.
Bibliografia Básica:
ROSSETI, José Pascoal, Introdução a Economia; Ed. Atlas; 2002.
MOCHON, Francisco; THOSTER, Roberto Luis. Introdução à economia. São Paulo :
Makron Books, 2006.
Bibliografia Complementar:
MOURA, Luiz A.A. de, Economia Ambiental; Ed.Juarez de Oliveira; 2006.
LACERDA, Antonio Correa, Economia Brasileira; Ed. Saraiva; 2003.
50
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
LIBRAS
Compreensão do conceito de surdez e identidade surda. Introdução à língua de sinais e seus
aspectos linguísticos.
Bibliografia Básica:
QUADROS, R. e KARNOPP, L. Língua de Sinais Brasileira. Porto Alegre: Artes
Médicas, 2004.
FERREIRA BRITO, L. (1993) Integração Social e Educação de Surdos. Rio de
Janeiro: Babel Editora.
Bibliografia Complementar:
GÓES, M. C. R. (1996) Linguagem, Surdez e Educação. Campinas, SP: Autores
Associados. (Coleção educação contemporânea).
QUADROS, R. M. (1997) Educação de Surdos: A aquisição da linguagem. Porto
Alegre: Artes Médicas.
SKLIAR, C. (Org.) (1998) A Surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre:
Editora Mediação.
5. SINTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO
5.1. Perfil do Curso
Fundamentado nas Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de
Engenharia e na Pedagogia Salesiana que atualiza a tradição educativa de D. Bosco,
sintetizada pelo “Sistema Preventivo”, o curso de Engenharia da Computação do
UniSALESIANO assume como diretriz: formar um engenheiro ético, crítico, reflexivo,
provido de competências e habilidades necessárias para o planejamento, execução,
avaliação e gestão de atividades em sua área de atuação, apoiado nos valores
evangélicos.
Por “Sistema Preventivo” entende-se a racionalidade das posturas, a retidão
interior marcada pela consideração das pessoas como filhas de Deus e pela bondade às
quais D. Bosco chamou de amorevolezza e ainda a relação de cada um com Deus,
chamada de religião.
Essas atitudes constituem a alma, o espírito da Pedagogia Salesiana que devem
perpassar todas as relações na universidade. Pedagogia que se torna expressão do amor
de Deus em meio às ações educativas, tornando-se referencial das virtudes humanas da
alegria, da esperança e da confiabilidade.
O Curso de Engenharia da Computação é semestral, está estruturado em 10
semestres (5 anos), no período diurno e noturno, totalizando 4680 horas-aula horas
sendo 160 horas-aula de Estágio Supervisionado, 100 horas-aula de Atividades
Complementares e 80 horas-aula de Trabalho de Conclusão de Curso e as horas
restantes em disciplinas. Cada hora-aula equivale a um crédito.
51
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
Basicamente o curso de Engenharia da Computação é constituído por disciplinas
práticas, teóricas e teórico-práticas e os docentes usam da combinação de aulas
expositivas e práticas para transmitirem seus conhecimentos técnicos e culturais a seus
discentes.
As aulas expositivas serão utilizadas sempre que o professor precisar transmitir
conceitos novos, explorando assim seus conhecimentos técnicos e didáticopedagógicos, já as aulas práticas serão exploradas sempre que o assunto a ser abordado
não é novidade aos alunos, assim, o professor poderá aplicar o conhecimento já
difundido em sala de aula. Espera-se com isso, que o conteúdo programático proposto
seja ministrado de forma a facilitar o aprendizado pelo aluno.
Para aulas expositivas são usadas salas de aulas convencionais e quando
necessário a utilização de recursos audiovisuais (projetor multimídia, datashow,
projetores de slides, retroprojetores, etc). Quanto às aulas práticas, o UniSALESIANO
conta com um laboratório muito bem equipado e organizado, composto
aproximadamente por 180 microcomputadores que dão o suporte tecnológico necessário
para um ensino com qualidade.
5.1.1. Programa de Apoio Didático/Pedagógico ao Docente
O acompanhamento docente será sistematicamente realizado através de reuniões
ordinárias e extraordinárias, convocadas pela coordenação ou quando solicitadas por
docentes do departamento, visando incentivar e produzir melhorias continuas no ensino
das disciplinas.
Em todo início de período letivo, os docentes devem comunicar à coordenação
sobre os calendários de oferta de cursos de especialização, seminários voltados à área de
atuação, congressos, palestras, workshops, etc., e sua eventual participação como
ouvinte, apresentação de trabalhos, artigos, painéis, custos e tempo de ausência na sala
de aula.
Todas as solicitações são apreciadas pela direção do UniSALESIANO, em
conjunto com os coordenadores de cursos, e aprovados ou não para o custeio e
autorização de ausência sem prejuízo nos seus vencimentos.
O UniSALESIANO conta com mecanismos para que todos os docentes que
cumprem programas de pós-graduação lato-sensu ou stricto-sensu, sejam incentivados
com ajuda de custos para viagens, estadias, mensalidades, e afastamentos temporários,
quando previamente comunicado e autorizados.
Os projetos pedagógicos são elaborados em conjunto entre docentes e
coordenação, através do Núcleo Docente Estruturante – NDE, de forma que melhor
atendam as necessidades do curso e, semestralmente ao final do calendário letivo, os
docentes devem encaminhar à coordenação seus horários de disponibilidades para que
possam ser elaborados o horário de aulas previstos para o período seguinte, dentro das
52
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
possibilidades apresentadas. Facilitando assim seu eventual trabalho de docências em
outros cursos da IES ou em outras IES. Esta consulta prévia visa disponibilizar ao
docente a possibilidade de uma melhor distribuição e maior carga de horas-aulas
semanal.
Os docentes são orientados a realizarem adaptações necessárias dentro das
disciplinas que ministram sempre que houver necessidade visando à melhoria do
aprendizado por parte dos discentes.
5.2. Perfil do Egresso
O egresso do Curso de Engenharia de Computação deverá possuir as seguintes
aptidões:
•
Capacidade de projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;
•
Capacidade de conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
•
Capacidade de planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços
de engenharia;
•
Habilidade para identificar, formular e resolver problemas de engenharia;
•
Capacidade de desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;
•
Habilidade para supervisionar a operação e a manutenção de sistemas;
•
Capacidade de avaliar criticamente ordens de grandeza e significância de
resultados numéricos;
•
Habilidade de comunicação escrita, oral e gráfica;
•
Capacidade de trabalho em equipes multidisciplinares;
•
Visão ética e humanística que lhe permita exercer suas funções de forma
consciente e responsável para com a sociedade e com o meio ambiente;
•
Capacidade de gerenciamento, operação e manutenção de sistemas e processos;
•
Habilidade de resolver problemas com flexibilidade e criatividade face aos
diferentes contextos organizacionais e sociais;
•
Capacidade de desenvolvimento e aplicação de modelos matemáticos e físicos;
•
Capacidade de adaptação à evolução da Computação e de suas tecnologias;
53
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
•
Capacidade de resolver problemas envolvendo:
•
Análise, projeto, implementação e manutenção de aplicativos e software básico;
•
Instalação e manutenção de redes de computadores;
•
Desenvolvimento de software para controladores microprocessados;
•
Elaboração e desenvolvimento de projetos de pesquisa técnica e científica;
5.2.1. Áreas de Atuação
O engenheiro da computação poderá atuar em empresas que prestam serviços na
área de informática, exercendo atividades técnico-administrativas, ou desenvolver
trabalhos em áreas de planejamento e projetos de sistemas, de implantação, de operação
de sistemas, de manutenção de equipamentos e sistemas de computação. Pode ainda,
ingressar em programas de Pós-Graduação e Pesquisa, bem como, atuar na área na área
de ensino, seja no nível técnico ou superior.
Em resumo, as áreas de atuação deste profissional são diversificadas, podendo este
exercer, entre outras, as seguintes funções no mercado de trabalho:
• Programador.
• Analista de Sistemas.
• Analista de Suporte.
• Consultor Técnico.
• Projetista de Hardware Básico.
• Gerente de uma área técnica(Redes, Projeto de Software, Banco de Dados, etc).
• Pesquisador com capacidade de acompanhar a evolução da computação e de
suas tecnologias, pois terá adquirido habilidade necessária para:
• Utilizar a Rede Mundial de Computadores para a aquisição de novos
conhecimentos.
• Interagir com profissionais e pesquisadores da área.
• Manter-se informado através de livros, periódicos, anais, etc.
• Participar de Congressos, Cursos de Extensão e Pós-Graduação, etc.
5.3. Forma de Acesso ao Curso
O curso de Engenharia da Computação, em conformidade com a Lei nº 9.394, de
20 de dezembro de 1996 – LDB, será ofertado a candidatos que tenham concluído o
ensino médio ou equivalente e que tenham sido classificados em processo seletivo
(vestibular) realizado pelo UniSALESIANO. Além do vestibular, o curso de Engenharia
da Computação oferece vagas aos portadores de diploma de curso superior,
54
PROJETO PEDAGÓGICO – Engenharia da Computação
Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium - Araçatuba / SP
transferência (interna ou externa) e reintegração de curso. Estas orientações estão
contidas no Regimento do UniSALESIANO.
CAPÍTULO IV
DO REGIME ACADÊMICO
Seção II
Do Processo Seletivo
Art. 71 – O processo seletivo tem por objetivo classificar os candidatos, no limite das
vagas fixadas para cada curso.
Art. 72 – O processo seletivo, nos cursos de graduação e sequenciais de formação
específica, é aberto a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente.
Art. 73 – O processo seletivo é planejado e executado pelo UNISALESIANO, sempre
precedido de edital, contendo condições e normas para a sua realização.
Seção III
Da Matrícula
Art. 74 – O ingresso no UNISALESIANO faz-se mediante matrícula nos diversos
cursos, obedecido ao número de vagas aprovado para cada curso.
§ 1º - A matrícula deve ser renovada a cada semestre letivo.
§ 2º - A matrícula é feita por disciplina.
§ 3º - As disciplinas são indicadas em requerimento fornecido pela Secretaria atendendo
os limites de carga horária e os pré-requisitos estabelecidos.
§ 4º - É permitido cancelamento de inscrição em uma ou duas disciplinas de qualquer
dos cursos ministrados pelo UNISALESIANO, resguardados os casos de
aproveitamento de estudo.
Art. 75 – É vedada a presença, em sala de aula, de alunos não matriculados.
Art. 76 – É permitida a reopção de cursos de áreas afins, desde que atendidas as normas
fixadas pelo Conselho Universitário.
Art. 77 – Na subsistência de vagas e a critério emanado pelo CONSU, podem ser
admitidos para a matrícula nos cursos de graduação, sem prestar Processo Seletivo, os
portadores de diploma de curso superior, devidamente registrado, desde que apresentem
a documentação exigida.
Art. 78 – Mediante convênio cultural do Brasil com outros países e indicação do
Ministério da Educação, podem ser aceitos alunos estrangeiros.
Art. 79 – Terminado o prazo estabelecido no calendário, não é permitido ao aluno
substituir ou acrescentar disciplinas, exceto quando se tratar de disciplinas oferecidas
em períodos especiais.
Art. 80 – Perde o direito à vaga:
I. definitivamente, o aluno que solicitar o cancelamento de sua matrícula ou tenha
sofrido penalidade que implique em afastamento.
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II. provisoriamente, o aluno que deixar de regularizar formalmente o seu afastamento,
por meio de trancamento de matrícula ou deixar de efetuar a matrícula em período
regulamentar.
Parágrafo único - No caso do inciso II, o retorno dependerá da existência de vaga e, se
necessário, de exame interno classificatório.
Art. 81 – Sem prejuízo das sanções cabíveis e perda de importâncias pagas, é nula, para
todos os efeitos, a matrícula obtida por meios ilícitos, inidôneos ou fraudulentos.
Seção IV
Da Matrícula em Disciplina Isolada
Art. 82 – Observadas as exigências de ordem didático-pedagógica e respeitado o
número de vagas autorizado, o UNISALESIANO abre matrícula em disciplinas dos
cursos ministrados, a alunos em regime especial, que demonstrem capacidade de cursálas com proveito, com a finalidade de propiciar-lhes campo para ampliação e
atualização de conhecimento e técnicas, mediante processo seletivo prévio.
§ 1º - A verificação da aprendizagem, na matrícula em disciplina isolada, obedece às
normas regimentais aplicáveis aos alunos regulares.
§ 2º - Ao concluinte de disciplina isolada é assegurada a declaração específica.
Seção VI
Da Transferência
Art. 84 – O ingresso no UNISALESIANO pode se dar, ainda, por aceitação de
transferência de aluno proveniente de curso idêntico ou afim, reconhecido ou
autorizado, feitas as necessárias adaptações curriculares, conforme normas fixadas pela
Reitoria, obedecida a legislação pertinente.
§ 1º - O UNISALESIANO promove seleção de candidatos às transferências interna
(reopção) ou externa, para o preenchimento de vagas existentes, segundo normas
aprovadas pelo Conselho Universitário.
§ 2º - O UNISALESIANO proporciona ao aluno transferido orientação e
aconselhamento, esclarecendo convenientemente diferenças curriculares e de conteúdo
e as adaptações a que se sujeitará na continuação dos estudos.
Art. 85 – A transferência de aluno para o UNISALESIANO é realizada diretamente
entre as Instituições de Ensino Superior, dependendo de requerimento do interessado,
formalmente apresentado, à Seção de Secretaria Acadêmica de cada Unidade.
Art. 86 – As transferências ex-officio dar-se-ão na forma da lei.
Art. 87 – A transferência para outra Instituição suspende as obrigações financeiras do
aluno para com a Entidade Mantenedora, a partir do mês seguinte ao vincendo.
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5.4. Atividades Complementares Institucionais
Oficinas de Reforço
Forma de estudo com encontros semanais, previstos no calendário acadêmico da
instituição, e quando solicitadas pelo docente e/ou aluno.
Acompanhamento psicopedagógico.
A atenção institucional sistemática está constantemente presente para que os
alunos sintam-se acolhidos e tenham respaldo para as possíveis necessidades.
Através da Pastoral universitária são oferecidas aos acadêmicos, oportunidades da vida
espiritual bem como encontros para a integração sócio-afetiva dos que necessitarem.
O acompanhamento psicopedagógico é feito de acordo com a pedagogia
salesiana. Esse acompanhamento é sistemático e realizado através de orientações
individuais pelos coordenadores e professores. Os alunos sentem-se orientados e
protegidos em suas necessidades psicopedagógicas e sociais.
5.4.1. Atividades Complementares do Curso de Engenharia da Computação
As Atividades Complementares visam complementar a formação em sala de aula,
devendo se pautar, na sua oferta:
• pela finalidade de consolidar a vida acadêmica da Instituição;
• pelo tratamento de temas;
• pela interdisciplinaridade;
• pela contribuição para a formação humanística do aluno.
Serão consideradas Atividades Complementares toda aquela que contribua para a
formação técnica e humanística do estudante, notadamente:
• estágios de observação;
• monitoria;
• iniciação científica;
• participação em grupos de estudo, projetos de pesquisa ou projetos de extensão
coordenados
por professor;
• participação em congressos, conferências, simpósios, seminários e atividades
similares, na área do Curso ou em área afim;
• publicação de artigo;
• cursos de extensão ou atualização, na área do Curso ou em área afim;
• acompanhamento de disciplinas isoladas ou eletivas em outros cursos.
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O controle das Atividades Complementares de Graduação será feito por Coordenador
do Curso, da forma prevista pelo regulamento específico.
NORMAS OPERACIONAIS PARA ACOMPANHAMENTO E REGISTRO DAS
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Art. 1º As Atividades Complementares em Engenharia da Computação são obrigatórias,
devem perfazer 100 horas-aula e categorizam-se em três grupos:
Grupo 1 - Atividades de Ensino;
Grupo 2 - Atividades de Extensão;
Grupo 3 - Atividades de Pesquisa.
Parágrafo único: Os alunos, obrigatoriamente, deverão distribuir a carga horária das
atividades complementares em, pelo menos, dois dos grupos acima indicados.
Art. 2º As Atividades de Ensino compõem-se de:
a)disciplinas oferecidas pela própria Instituição, mas não previstas em seu currículo
pleno;
b)cursos e/ou disciplinas realizados em outras instituições desde que com anuência
prévia da Instituição;
c)monitoria em disciplina da área do curso.
Art. 3º As Atividades de Extensão dividem-se em:
a)participação em seminários, palestras, congressos, conferências, encontros, cursos de
atualização e similares;
b)estágios extracurriculares;
c)participação em ações de extensão patrocinada pela Instituição de Ensino.
Art. 4º As Atividades de Pesquisa incluem:
a)iniciação científica;
b)trabalhos publicados em periódicos da área do curso.
Art.5º As Atividades Complementares serão coordenadas pelo Núcleo de
Acompanhamento Didático Pedagógico ao qual caberá:
a)propor, para aprovação do Conselho de Curso, o Plano de Atividades
Complementares a ser desenvolvido anualmente pela Instituição;
b)propor, para aprovação do Conselho de Curso, normas específicas para cada atividade
detalhando as exigências de certificado de frequência e participação, notas obtidas,
carga horária cumprida, relatórios de desempenho e outros;
c)divulgar o Plano de Atividades Complementares;
d)analisar o documento apresentado pelo aluno para comprovar a realização de cada
atividade complementar e, se considerá-lo suficiente, rubricá-lo e encaminhá-lo ao
Serviço de Ensino.
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Parágrafo único. Os documentos comprobatórios das atividades complementares, após
rubricados pelo Coordenador do curso, que preside o NADP e encaminhados para
registro na ficha curricular do aluno, serão guardados pelo Serviço de Ensino até a
expedição do diploma.
5.5. Estágio Curricular
O estágio curricular, com carga horária de 160 horas, deverá ser realizado nos 9º
e 10º semestres do curso Engenharia da Computação, por todos os alunos regularmente
matriculados. Antes de iniciar o estágio o aluno deverá entregar declaração de
compromisso de estágio especificando o tipo de estágio, o local e o período em que o
mesmo será realizado, em acordo com o Coordenador do Curso e a Comissão de
Estágio Supervisionado do Curso de Engenharia da Computação.
O Estágio Curricular Obrigatório no Curso de Engenharia da Computação é
concebido como uma atividade do processo formativo que se caracteriza pela vivência
do exercício profissional realizado no campo real de trabalho, portanto, em empresas da
área de informática, que ofereçam condições para o desenvolvimento e o
aperfeiçoamento das competências próprias da atuação profissional do engenheiro da
computação e a integração do estudante com profissionais que já atuam na área.
A supervisão/orientação dos estagiários, nos Estágios I e II é realizada
mensalmente por professores do Curso, com conhecimento e experiência na área, e
prevê visitas de supervisão ao local de realização do estágio. Os estagiários contam
também com o acompanhamento, no local de estágio, do orientador, um profissional de
informática, com formação superior, que atua no campo de estágio.
Além do Estágio Curricular Obrigatório, já descrito de forma sucinta, os alunos
do Curso têm a possibilidade de participar de estágios curriculares não-obrigatórios,
conforme os termos da Lei 11778/08, que dispõe sobre as diretrizes nacionais dos
estágios curriculares.
Regulamento de Estágio Curricular
TÍTULO I
DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Art. 1º. Para o desenvolvimento da capacitação técnico-profissional de seus
graduandos, em todos os campos em que possa atuar, o Curso de graduação em
Engenharia da Computação manterá Estágio Curricular obrigatório.
Art. 2º. O estágio curricular se processará com um mínimo de 160h (cento e
sessenta horas) de atividades, incluídas no currículo pleno como atividade regular
formativa.
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Art. 3º. O estágio curricular versará matéria essencialmente prática, de modo a
propiciar aos alunos, adequado conhecimento e treinamento no exercício das atividades,
seus problemas e responsabilidades, especialmente as de ordem ético-profissional.
Art. 4º. O estágio curricular será desenvolvido a partir do 9º (nono) termo do
Curso de graduação, sendo disciplinado por normas de funcionamento específicas,
aprovadas pela Coordenadoria de Estágios.
Art. 5º. As atividades práticas dos alunos serão exercidas em instituições
conveniadas ou não, como empresas de desenvolvimento de software ou hardware,
empresas de criação de infraestrutura e conteúdo para web, entre outras.
Parágrafo único. A carga horária do estágio curricular supervisionado deverá
assegurar a prática de intervenções nos diferentes níveis de atuação do profissional de
Engenharia.
TÍTULO II
COORDENADORIA DE ESTÁGIOS
Art. 6º. É o órgão de disciplina, controle, acompanhamento, supervisão geral e
avaliação final do estágio curricular.
Art. 7º. A Coordenadoria de Estágios do curso, escolhida pela Direção e
Coordenação do curso, disporá de instalações adequadas para treinamento, apresentação
de trabalhos e avaliações.
Parágrafo único. A Coordenadoria contará, para sustentação de seus trabalhos,
com uma sala própria devidamente mobiliada, 01 (um) microcomputador e 01 (uma)
impressora que serão disponibilizados pela direção da Instituição.
Art. 8º. A Coordenadoria de Estágios compor-se-á de 01 (um) professor do
Curso indicado pelo Conselho de Curso.
Art. 9º. Das decisões da Coordenadoria de Estágios cabe recurso, escrito e
fundamentado, para o Conselho de Curso da Instituição.
TÍTULO III
DA AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR
Art. 10. A verificação do rendimento do aluno no estágio curricular levará em
conta:
I - A frequência mínima exigida de 75% (setenta e cinco por cento) aos
expedientes de trabalho nas instituições de estágio;
II – Apresentação de relatório final de conclusão de estágio, baseado nas
informações solicitadas pela Coordenadoria de Estágios e específicas para cada caso.
§ 1º O resultado da avaliação do rendimento em cada período é expresso em
notas, em uma escala numérica de zero (0) a dez (10), com possibilidade de decimal, de
cinco (0,5) décimos.
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§ 2º Em se tratando de estágio, conforme consta do Regimento da Instituição
considera-se aprovado o aluno que obtiver nota igual ou superior a sete (7,0) conforme
determinado no Regimento.
§ 3º Os critérios de avaliação serão previamente estabelecidos e comunicados e
levarão em conta, aspectos qualitativos do período de trabalho do estagiário e o tempo
mínimo curricular fixado para a disciplina.
§ 4º O aluno considerado inabilitado na avaliação final do estágio
supervisionado, deverá refazê-lo no semestre seguinte.
Art. 11. A Instituição manterá, na Coordenadoria de Estágios, um registro
especial para controle e acompanhamento dos estágios e estagiários, cabendo ao órgão
oferecer à Instituição os resultados dos estágios, para efeito de cumprimento das
exigências curriculares plenas do curso.
5.6. Trabalho de Conclusão de Curso
De acordo com o regimento do UNISALESIANO, Capitulo V, Do Regime
Didático, temos:
Seção III
Do Trabalho de Conclusão de Curso
Art. 101 – Os trabalhos de conclusão de curso e/ou monografia, quando exigidos, terão
regulamentação própria aprovada pelo Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão da
Sede/Campus.
O objetivo principal das disciplinas Projeto Final de Curso I e II é oferecer aos
alunos a oportunidade de desenvolver sistemas computacionais, aplicando os
conhecimentos adquiridos no decorrer do curso, possibilitando sua integração junto ao
mercado de trabalho. A carga horária total para as disciplinas é de 80 horas. Os
trabalhos de conclusão do curso são desenvolvidos pelos alunos, com orientação de
professores credenciados para essa atividade, indicados pelo Coordenador de Curso.
5.6.1. Avaliações do Projeto Final de Curso
Todos os alunos serão avaliados da seguinte forma:
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•
•
•
Sistema ou Equipamento Desenvolvido – Este item busca avaliar a funcionalidade e
a integridade do sistema/equipamento desenvolvido pelo aluno de acordo com a
documentação apresentada na disciplina Estágio Supervisionado, bem como, a
complexidade do mesmo.
Assiduidade e Interesse Individual/Entrevista Individual – Estes itens buscam
avaliar o desempenho individual de cada aluno e a entrevista visa verificar o grau de
conhecimento do aluno sobre o sistema desenvolvido, avaliando seu grau de
participação no projeto.
Para aprovação, o aluno deverá ter média final igual ou superior a 7.0 pontos.
Quanto ao trabalho de conclusão de curso, o aluno será avaliado em primeira
instância pelo seu professor orientador que lhe atribuirá uma nota mediante a sua
dedicação na pesquisa proposta e também pelo teor de complexidade abordado pelo
aluno. Em seguida, todos os alunos deverão expor através de um seminário os seus
trabalhos de pesquisa, onde uma banca examinadora composta por pelo menos 3
professores definirão outra nota. A média aritmética entre estas notas será a média final
do aluno, que estará aprovado se obtiver média final maior ou igual a 7,0.
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