PREFEITURA MUNICIPAL DE FLORIANÓPOLIS SECRETARIA MUNICIPAL DE OBRAS PROJETO BÁSICO PARA A RECUPERAÇÃO DA PRAIA DA ARMAÇÃO DO PÂNTANO DO SUL LOCAL: FLORIANÓPOLIS/SC DATA: JULHO/2011 1. ÍNDICE: 1 - Índice.............................................................................................. Página 1 2 - Apresentação.................................................................................... 2 3 - Descrição do Problema....................................................................... 3 4 - Justificativa da Obra........................................................................... 4 5 - Estudos Topográficos, Dados e Sondagens............................................ 5 5 5 5 .1 .2 .3 Estudos Topográficos – Localização da Linha de Erosão Estudos Topográficos – Implantação das Linhas Poligonais Dados e Sondagens 6 - Causas Prováveis da Erosão ............................................................... 6 6 .1 .2 Estudo Morfodinâmico Estudo de Vulnerabilidade de Erosões 7 - Indicação e Defesa da Solução Adotada................................................ 11 7 7 .1 .2 Especificações Técnicas Execução 11 14 8 - Planilha de Quantidades e Preços ........................................................ 15 9 - Cronograma Físico-Financeiro ............................................................. 19 10 - Referências Bibliográficas ................................................................... 20 11 - Anexos ............................................................................................ 21 6 2. Apresentação O presente documento, em volume único, apresenta uma solução técnica para recuperação da Praia da Armação do Pântano do Sul, Município de Florianópolis (Fig. 1), compreendendo os serviços de dragagem, execução de molhe de proteção, recomposição de uma área de praia e, principalmente, dispositivo de retenção para impedir a perda da nova linha de praia através de processos erosivos semelhantes aos ocorridos em 2010. Figura 1 – Mapa de situação: Brasil, Florianópolis/SC, Praia da Armação. Nos meses de Abril e Maio de 2010, esta região sofreu um fenômeno de intensa, rápida e progressiva erosão costeira, causando danos na área urbana e colocando em risco um importante manancial de água doce da Ilha de Santa Catarina (Fig. 2). Figura 2 – Erosão costeira na Praia da Armação (Maio de 2010). 2 Este Projeto Básico de recuperação da faixa de praia complementa a primeira fase de intervenção, onde em caráter emergencial, foi construída uma barreira artificial a partir da utilização de um enrocamento de pedra arrumada mecanicamente, ao longo da área afetada pela ação erosiva das ondas do mar. Figura 3 – Enrocamento de pedra (Junho de 2011). 3. Descrição do Problema O fenômeno de erosão costeira é uma ocorrência natural e comumente associada à variação cíclica (erosão/deposição) da largura da faixa de areia das praias. Contudo, nos últimos 10 anos tem-se observado fenômenos de erosão contínua (sem deposição) em várias praias no Brasil, principalmente no litoral de Santa Catarina (Fig. 4). Esta erosão pode ter diversas causas naturais e/ou antrópicas, causando recuo permanente ou progressivo da linha de costa. Casos graves de recuo progressivo têm sido registrados e estudados na região costeira da Ilha de Santa Catarina, Florianópolis. Figura 4 – Casos de erosão contínua no litoral de Santa Catarina em 2010. 3 O caso da Praia da Armação do Pântano do Sul é um dos mais críticos correspondente a uma rápida e intensa erosão sobre a linha de dunas e de zoneamento urbano na Praia da Armação do Pântano do Sul, sudeste da Ilha de Santa Catarina, município de Florianópolis, cujo processo intensificou-se durante os meses de Abril e Maio de 2010. A fenomenologia do problema pertence à área de estudo da Engenharia Costeira e Oceanográfica. Porém, a elaboração da solução do problema é governada pelas diretrizes da Engenharia Geotécnica, uma sub-área da Engenharia Civil e a base técnica do presente Projeto Básico. A equipe formada para o presente desenvolvimento é constituída por engenheiros geotécnicos, por técnicos de geotecnia e por consultores na área de Engenharia Oceanográfica. Dentre os diversos materiais de referência consultados, os principais guias técnicos foram os compêndios do “US Army Corps of Engineers - USACE”, referência mundial em obras hidráulicas de contenção. 4. Justificativa da obra A obra de contenção executada na Praia da Armação cessou um processo de erosão progressiva e rápida da linha costeira, com taxas de avanço de até 50 m em apenas dois meses. Além dos danos diretos na zona urbana adjacente, havia o risco maior da ocorrência de um grande desastre ambiental se a Lagoa do Peri ou o seu sangradouro fossem atingidos de forma direta (entrada da água do mar) ou indireta (cunha salina). Neste caso, a consequente salinização deste importante manancial de água resultaria em severas consequências para a população do sul e do leste da Ilha de Florianópolis. De acordo com os dados obtidos pelos levantamentos da planimetria e da dinâmica das ondas, e dada a emergência da situação, a melhor solução com base nas diretrizes da Engenharia Geotécnica foi a da construção de um dique de enrocamento longitudinal ao longo dos 1600 m da região especificada com vulnerabilidade alta/muito alta de erosão costeira. Infelizmente, com a construção do imponente dique, composto por pedras de grandes dimensões, a praia perdeu sua beleza característica, beleza esta que já vinha sendo dilapida através do processo erosivo provocado pelas sucessivas ressacas. A segunda fase – o presente Projeto – deverá apresentar soluções econômicas e racionais para a estabilização, a ampliação e a defesa da linha de costa. Estas soluções devem atender às restrições ambientais, minimizando o impacto nas linhas de costa adjacentes, bem como atender às diversas necessidades voltadas ao bem-estar humano e às atividades de pesca, aqüicultura, turismo, esporte e lazer na orla da Praia da Armação. 4 5. Estudos Topográficos, Dados e Sondagens 5.1. Estudos Topográficos - Localização da Linha de Erosão A área que está sendo recuperada da erosão costeira é a da Praia da Armação do Pântano do Sul, situada no sudeste da Ilha de Florianópolis, SC (Fig. 5). Localizada a 25 km do centro de Florianópolis entre as coordenadas geográficas 27°45'02''S/48°30'05''W e 27°43'25''S/48°30'17''W. Esta praia possui uma extensão total de 3560 m, sendo que a faixa crítica abrange uma linha de cerca de 1600 m onde a vulnerabilidade à erosão costeira é considerada alta/muito alta. Figura 5 – Localização da região de estudo do presente Projeto de Recuperação. Além dos danos causados na área de ocupação urbana, com destruição de cerca de 30 casas, o principal risco era a proximidade da linha costeira à Lagoa do Peri. Esta lagoa é o maior manancial de água doce de Florianópolis, sendo utilizada para o abastecimento de água para 113 mil habitantes das regiões sul e leste da Ilha de Santa Catarina. O quadro de gravidade ambiental é ainda maior, pois entre a linha costeira e a lagoa, escoa o sangradouro da Lagoa do Peri. A faixa mais crítica de recuo erosivo situa-se no trecho de 1600 m de extensão entre o ponto média da linha costeira da Praia da Armação e o seu ponto extremo sul, junto ao desemboque do sangradouro da Lagoa do Peri. Neste trecho o mar avançou cerca de até 50 m em menos de dois meses. 5.2. Estudos Topográficos – Implantação das Linhas Poligonais Para a definição precisa das caracterísitcas geométricas do molhe, dragagem e posicionamento das estruturas de retenção do aterro com material dragado foram realizados estudos topográficos, a partir de levantamentos de campo com o uso de equipamentos eletrônicos, como por exemplo, estação total e ecobatímetro. Os dados levantados foram suficientes para a elaboração de um projeto plani-altimétrico, cujo desenvolvimento envolve a implantação de poligonais. 5 5.3. Dados e Sondagens A equipe formada para a elaboração do presente Projeto (Fig. 6) realizou vários levantamentos expeditos com trena e bússola para a determinação da planimetria, do traçado dos perfis longitudinais e transversais atualizados e das características das ondas (altura, frequência, intensidade) ao longo da linha costeira da Praia da Armação. Além disto, também foram realizadas prospecções geotécnicas através de coletas de amostras por meio da execução de cinco furos de sondagem com cavadeira e ponteira, visando à obtenção das características geotécnicas básicas, através de identificação táctil-visual dos solos, bem como do nível do lençol freático correspondente. Figura 6 – Equipe de sondagem e levantamentos expeditos. No que diz respeito às características das ondas, na fase de erosão mais intensa verificou-se que as mesmas movimentam-se de leste para oeste com energia moderada-alta (critério do USACE). De acordo com registros bibliográficos, observações de marcações nas edificações e relatos de moradores, a altura das ondas pode chegar a um valor máximo de 2.5 m. 6. Causas Prováveis da Erosão 6.1. Estudo Morfodinâmico A morfodinâmica das praias (Wright & Thom, 1977) é uma disciplina da oceanografia que estuda o ajuste da linha topográfica costeira devido à influência dos processos hidrodinâmicos (ondas, marés, correntes, vento) e a redistribuição dos sedimentos nas áreas adjacentes a uma praia (deposição e erosão). O presente estudo considera como caracterização dos ambientes praiais a configuração típica definida pelo “US Army Corps of Engineers” (USACE, 1984), para as praias arenosas de enseada expostas a ondas, como é o caso da Praia da Armação. Esta terminologia baseia-se na identificação e divisão das diferentes zonas de fenômenos físicos e dos aspectos morfológicos notáveis (Fig. 7). 6 Figura 7: Aspectos físicos e morfológicos de uma praia arenosa típica. Em condições normais, a forma da praia estabiliza os fenômenos cíclicos de erosão e reposição (Fig. 8a) de forma natural. Por outro lado, em condições de tempestades com elevação do nível do mar e da altura das ondas, podem ocorrer efeitos devastadores de erosão costeira (Sunamura, 1988). Neste caso, as ondas podem ultrapassar a zona subaérea e atingir a região de dunas. Como estas zonas são altamente vulneráveis ao ataque das ondas, um súbito e intenso processo erosivo é deflagrado, carreando materiais em grandes quantidades, depositados no fundo da zona de surfe e da antepraia (Fig. 8b). Dependendo da nova configuração da praia pós-tempestade, a ação normal das ondas pode tanto restaurar a forma original quanto tornar a nova configuração da praia permanente (Fig. 8c). Figura 8 – Alteração da configuração da praia após uma tempestade. 7 Além dos fatores naturais supracitados, as interferências antrópicas ao longo da faixa adjacente à costa destacam-se como influenciadores dos processos morfodinâmicos (Komar, 1998). De fato, a ocupação humana sobre as dunas no sul da Ilha de Florianópolis, bem como modificações na drenagem local, associam-se aos problemas históricos de erosão costeira. Na praia da Armação ocorrem recuos progressivos observados há mais de dez anos (Castilhos, 1995 e Gré et. al., 1997). Os estudos de caracterização das praias do sul da Ilha de Florianópolis (Mazzer, 2007) indicam que, apesar de serem de embaiamento e relativamente próximas umas as outras, essas praias apresentam ampla variação quanto a aspectos relativos à extensão, morfodinâmica, ocupação antrópica, etc (Tab. 1). Praia Ext. (m) Praia da Solidão Praia dos Açores Praia da Armação Praia do 1344,9 2472,4 3563,8 1226,8 Matadeiro Lagoinha do Leste 1276,4 Orient Exposição Direção NESW ENE WSW N-S Média SE, E MédiaBaixa S,SE Alta-Baixa NE,E,SE,S Média E,NE Alta E,E, SE, S,S W NWSE NNE SSW Fisiografia e Geomorfologia Praia de bolso Enseada em espiral Enseada em espiral Praia de bolso Praia de bolso Sistemas Associados Desemb. Rio Pacas Dunas Tipo Morfodinâm. Dissipativa Ocupação Antrópica Alta Dissipativa Desemb. Rio Sangr. Desemb Rio Sangr. Des.lagun. e Dunas ReflectivaIntermediária Dissipativa Alta a baixa Alta a baixa Alta a Média Ausente Intermediária Dissipativa Tabela 1. Características das praias do sul da Ilha de Florianópolis. Observa-se que, comparada às outras praias adjacentes, a praia da Armação é especialmente diferenciada quanto à sua morfodinâmica, tipo reflectivaintermediária e com um pequeno trecho dissipativo no extremo sul (Fig. 9). Tem-se assim uma complexa morfodinâmica na extensão longitudinal da praia da Armação, com trechos de diferentes índices de vulnerabilidade à erosão, onde a erosão aumenta no perfil intermediário e diminui nos trechos de perfis reflexivo e dissipativo. Figura 9 – Variação longitudinal da morfodinâmica da praia da Armação. A morfodinâmica também é fortemente influenciada pela escala temporal (interanual ou interdecadal), podendo apresentar grande variação de acordo com o intervalo de tempo considerado (Mazzer, 2007). No caso da praia da Armação, a escala interdecadal indica a tendência de um processo erosivo permanente. De fato, nas últimas 7 décadas esta praia registrou um recuo médio de 0.52 m/ano, onde alguns trechos sofreram diminuição de mais de 60 m de linha costeira (Fig. 10). 8 Fig. 10 – Variações temporais na linha de costa na praia da Armação (1938-2002). De acordo com o exposto, verifica-se que a praia da Armação possui um complexo ambiente morfodinâmico, com tendência de processos erosivos permanentes. Além disto, as frequentes tempestades recentes na região têm amplificado sobremaneira a erosão e o consequente recuo da linha costeira. Com base no estudo apresentado, o próximo item analisa a questão da vulnerabilidade à erosão na praia da Armação. 6.2. Estudo de Vulnerabilidade de Erosões Dos estudos dos processos morfodinâmicos sobressai-se a importante questão do grau de risco à erosão da linha costeira, caracterizada por métodos de determinação de índices de vulnerabilidade. Há diferentes métodos propostos na literatura sobre o assunto, procurando integrar de forma racional os diversos fatores naturais e antrópicos (Tab. 2) que podem ocasionar a erosão costeira. • • • • • • • Fatores Naturais Fatores Antrópicos Elevação do nível do mar • Redução e remoção dos sedimentos Tempestades • Construção de barragem nos rios Declividade da plataforma continental • Mudança nos canais de marés/barras Disponibil. e tamanho dos sedimentos • Molhes nas desembocaduras de rios Comportam. das ondas e dos ventos • Construção de portos e piers Caracter. das correntes marinhas • Obras de enrocamento Descargas dos rios próximos • Urbanização da orla Tabela 2 – Fatores relacionados à erosão costeira. A Praia da Armação do Pântano do Sul apresenta uma combinação de diversos desses fatores. Porém, um dos principais fatores é a ocorrência de ondas de leste, de até 2.5 m de altura. Com uma freqüência incomum de ocorrência, esta configuração de ondas tem atuado diretamente no trecho intermediário da praia, o mais suscetível à erosão. Uma provável causa da formação das ondas intensas em maio de 2010 foram os ciclones extratropicais no norte da Ilha de Florianópolis, coincidindo com o período de intensificação da erosão registrada na Praia da Armação (Fig. 11). 9 Figura 11 - Causas prováveis: ondas de leste e seqüência de ciclones extratropicais. Existem vários estudos oceanográficos das praias do sul da Ilha de Florianópolis, como os trabalhos de Mazzer et al. (2007, 2008), que apresentam o índice de vulnerabilidade à erosão como sendo alto/muito alto na praia da Armação (Fig. 12a), e também reforçando a tendência de processos erosivos progressivos nestas praias. Porém, estes estudos não consideram a complexa resposta morfodinâmica em situação de tempestades, e muito menos a condição de estabilidade da configuração praial pós-tempestade (restauração, permanência ou intensificação do recuo). Como se verificou nos eventos de erosão abrupta durante os meses de Abril e Maio de 2010, a praia da Armação possui vulnerabilidade muito alta a tempestades, principalmente no trecho centro-sul, onde recuos de até 50 m foram observados no período de 2 meses (Fig. 12b). Figura 12 - Vulnerabilidade à erosão da Praia da Armação: (a) anual (Mazzer, 2008); (b) pós-tempestade, observada após os eventos de Abril e Maio de 2010. 10 De acordo com os estudos e dados levantados sobre a morfodinâmica praial e vulnerabilidade à erosão, verifica-se que o processo erosivo ocorrido na praia da Armação é bastante intenso, complexo e instável. Em face da indeterminação da resposta pós-tempestade (restauração, permanência ou intensificação) e dos elevados riscos ambientais envolvidos (danos na zona urbana e salinização da Lagoa do Peri), a situação da praia da Armação está caracterizada como um problema que requer intervenção contra novas ocorrências de erosão costeira. 7. Indicação e Detalhamento da Solução Adotada Foram consideradas diferentes alternativas para a recuperação e proteção da Praia da Armação. A solução adotada considerou a recuperação de uma faixa de praia com largura de 50 m, apresentando a melhor relação custo/benefício e o menor impacto ambiental na região e nas praias adjacentes. Esta solução recomenda a combinação dos seguintes elementos: • construção de um molhe, de um enrocamento de proteção e de uma passarela de ligação no extremo sul da praia; • dragagem do canal de acesso do rio Quinca Antônio; • engordamento de uma faixa de 50 m de praia ao longo de 1600 m; • proteção do engordamento com geotubos; e • dragagem para enchimento dos geotubos. Além da facilidade executiva e do baixo impacto ambiental, a solução com geotubos promove duas situações: redução da energia de onda que chega a costa; e contenção da areia a ser dragada para o engordamento da praia. 7.1. Especificações Técnicas A concepção da solução adotada para a recuperação da Praia da Armação foi baseada em técnicas modernas, bem estabelecidas, pouco agressivas ao meio ambiente e de execução simplificada. A tabela 3 apresenta uma visão geral dos processos e dispositivos construtivos, relacionando-os às suas finalidades. Processo/Dispositivo Recuperação Localização Engordamento Ao longo de Dragagem e recalque Faixa de 50 m de praia 1600 m Geotubos Molhe Acesso ao rio Quinca Extremo sul Enrocamento de proteção Antônio da Praia Dragagem do canal Tabela 3 – Processos e dispositivos utilizados pela solução adotada. 11 Na recuperação da Praia da Armação, a principal obra a ser realizada é o engordamento da faixa de 50 m de praia. Por sua vez, a proteção desta faixa é obtida com o posicionamento de um sistema de geotubos e tapetes de ancoragem na frente do trecho recuperado (em região submersa), conforme a Fig. 13 ilustra. Figura 13 – Recuperação da faixa de 50 m de praia: sistema de geotubos . A solução proposta recomenda como a especificação mais adequada para o sistema de geotubos a utilização de sacos de 20 m de comprimento e 13.7 m de circunferência. Desta forma, serão necessários 80 sacos para cobrir os 1600 m de proteção do engordamento (Fig. 14). Figura 14 – Disposição de 80 sacos de 20m ao longo do trecho centro-sul da Praia da Armação. Após o preenchimento com areia, a configuração final dos geotubos resulta em uma seção aproximadamente elíptica, com largura de 6 m e altura de 2.5 m. Por sua vez, o tapete de ancoragem deve ser estendido sob o geotubo, deixando um trecho de 1 m no lado montante e de 2 m no lado jusante (Fig. 15). Assim, o tapete deve ter 9 m de largura. Além disto, são acoplados pequenos tubos de ancoragem nas extremidades livres do tapete. 12 Figura 15 – Dimensões da seção transversal do geotubo (6 m x 2.5 m) e do tapete de ancoragem (9 m). As características básicas desejáveis para o geotubo são apresentadas a seguir: • resistência máxima à tração: igual ou maior do que 96,3 kN/m no sentido circunferencial e longitudinal igual ou superior a 70 kN/m (ASTM D 4595); • massa por unidade de área: igual ou maior do que 585 g/m2 (ASTM D 5261) e • deformação máxima (ensaio de faixa larga): igual ou menor do que 20 % nos sentidos longitudinal e circunferencial (ASTM D 4595). Por outro lado, a solução adotada também considerou a recuperação do acesso ao rio Quinca Antônio, um importante trecho para a comunidade dos pescadores da região. Neste caso, recomenda-se a adoção de quatro intervenções (Fig. 16). A primeira delas consiste na construção de um molhe de 150 m a partir do ponto mais externo da Ilha das Campanhas (promontório). Esta estrutura tem por finalidade criar uma região de sombra, facilitando o acesso dos pescadores devido à atenuação das ondas. Já a segunda intervenção consiste da construção de um enrocamento de proteção de 90 m, ligando a Ilha das Campanhas à praia. Este enrocamento tem a finalidade de proteger a margem oposta do Rio Quinca Antônio, que passaria a desembocar apenas na extremidade sul da Praia da Armação. A terceira intervenção corresponde à dragagem do canal de acesso ao rio. Por fim, a quarta intervenção proposta consiste de uma passarela de ligação de 78 m sobre o Rio Quinca Borba, entre a Praia da Armação e a Praia do Matadouro. Figura 16 – Recuperação do acesso ao rio Quinca Antônio: molhe, enrocamento de proteção, dragagem do canal e passarela de ligação. 13 7.2. Execução Na execução da obra de recuperação da praia da armação os serviços mais críticos são aqueles relacionados à instalação dos geotubos. As obras relacionadas à recuperação e o acesso do Rio Quinca Borba requerem procedimentos usuais de dragagem, enrocamento e execução de estrutura de passarela. Assim, aqui serão apenas detalhados os serviços de instalação dos geotubos, que são listados a seguir: • fornecimento dos geotubos; • montagem de canteiro de obra; • mobilização dos equipamentos para execução dos serviços; • suprimento de areia, aproveitando o material arenoso dragado; • inspeção do fundo que servirá de base dos geotubos; e • montagem dos geotubos e do tapete de ancoragem, através do posicionamento, lançamento e enchimento com areia da dragagem. Para a execução destes serviços é prevista a utilização de duas equipes de trabalho sendo que primeiramente faz-se a instalação do tapete de ancoragem, e em seguida dos geotubos. Isto se repete até a finalização dos 1600 m definidos para o projeto de recuperação da Praia da Armação. A instalação dos geotubos requer os seguintes equipamentos (Fig.17): • guindaste de 50 ton de capacidade, com mastro ajustável para sustentar o gabarito metálico de instalação dos geotubos; • gabarito metálico para instalação dos geotubos. Esta estrutura deverá ter 20 m de comprimento, 6 m de largura e 2,80m de altura, e será imprescindível para a locação dos geotubos; • dragagem da areia que é lançada diretamente para os geotubos; • barco de apoio para cada frente de trabalho; • balsa de posicionamento para o suporte do guindaste e para a base de apoio e posicionamento dos geotubos; e • equipe de mergulhadores composta por: - 01 supervisor de mergulho - 04 mergulhadores (sendo 02 em operação e 02 em descanso) - 01 mergulhador auxiliar. 14 Fig. 17 – Instalação de geotubo: a) guindaste; b) gabarito metálico; c) mergulhador. A construção dos 1.600m da estrutura de geotubos requer a seguinte quantidade de material: • 80 unidades de geotubo com 6 m metros de largura, 13.7 m de circunferência e 20 m de comprimento; • 1600 metros lineares de tapete de ancoragem com no mínimo 9m de largura; • 17.600 m3 de volume de areia para enchimento dos geotubos. De acordo com os estudos e dados levantados sobre a morfodinâmica praial e vulnerabilidade à erosão, verifica-se que o processo erosivo ocorrido na praia da Armação é bastante intenso, complexo e instável. Em face da indeterminação da resposta pós-tempestade (restauração, permanência ou intensificação) e dos elevados riscos ambientais envolvidos (danos na zona urbana e salinização da Lagoa do Peri), a situação da praia da Armação está caracterizada como um problema que requer intervenção contra novas ocorrências de erosão costeira. 8. Planilha de Quantidades e Preços Considerando-se a solução adotada para o engordamento da Praia da Armação, incluindo dragagem, aterro hidráulico protegido com estruturas denominadas geotubos, molhe de proteção na Ilha das Campanhas, os seguintes valores de quantidades, preços unitários e totais foram obtidos: 15 ORÇAMENTO PARA RECUPERAÇÃO DA PRAIA DA ARMAÇÃO REFERÊNCIA : SICRO 2 / SICRO 3 (DRAGAGEM) / SINAPI - BDI INCLUSO DE 27,84% - DATA REF. ORÇAMENTO - MAIO/2011 CUSTO CUSTO ITEM DISCRIMINAÇÃO UNID. QUANT. UNITÁRIO PARCIAL (R$) (R$) 1 1.1 1.2 1.3 DRAGAGEM PARA ATERRO HIDRÁULICO COM ESPALHAMENTO DMT < 1,0 KM Dragagem de Areia Fina - Draga Sucção e Recalque 300 HP:-Distância Recalque até 1000m - Rio Quinca Antônio Dragagem de Areia Média com Draga Hopper Cap até 2000 m3: arrastre e recalque para aterro hidráulico Espalhamento e conformação mecânica m³ 61.005,778 8,41 513.058,59 m³ 246.745,140 8,36 2.062.789,37 m³ 292.273,494 0,23 67.222,90 2.643.070,86 2 PROTEÇÃO DA PRAIA COM GEOTUBO 2.1 Geotube ou Similar (20,00m de comprimento, 13,70m de circunferência, largura 6,00m) 2.2 Tapete de ancoragem und m 80,000 1.600,000 39.077,07 600,00 3.126.165,60 960.000,00 4.086.165,60 3 MOLHE 3.1 Enrocamento de pedra detonada m³ 3.2 Transporte Comercial do material ton/km 3.3 Execução mecânica da arrumação m³ 17.600,000 55,21 971.696,00 1.346.400,000 0,48 646.272,00 17.600,000 4,74 83.424,00 1.701.392,00 4 URBANIZAÇÃO 4.1 Calçada de concreto com 8 cm, inclusive transporte m² 11.845,920 44,268 524.395,18 4.2 Pavimentação com lajota 4.3 Plantio de árvores unid m² 5.413,000 62,27 337.067,51 192,000 36,52 7.011,84 4.4 Fornecimento e instalação de posteamento unid 156,000 5.425,00 846.300,00 1.714.774,53 5 DRENAGEM 5.1 Escavação mecânica de valas m³ 12,000 5,58 66,96 5.2 Reaterro e compactação m³ 4,000 28,39 113,56 5.3 Grelha de ferro fundido m 101,000 209,34 21.143,34 5.4 Canaleta de Concreto m 101,000 415,45 41.960,52 5.5 Caixa coletora com grelha unid 24,000 1.582,91 37.989,83 101.274,21 6 ENROCAMENTO DE PROTEÇÃO DAS MARGENS DO RIO QUINCA ANTÔNIO 6.1 Enrocamento de pedra arrumada 6.2 Transporte do material m³ ton/km 2.200,000 158,61 168.300,000 0,48 348.942,00 80.784,00 429.726,00 7 7.1 PASSARELA DE LIGAÇÃO ENTRE A PRAIA DA ARMAÇÃO E MATADEIRO Fornecimento de todos os materiais e Execução da Passarela UNID. 1,00 449.941,40 449.941,40 449.941,40 8 8.1 PASSARELA DE LIGAÇÃO ENTRE A PRAIA DO MATADEIRO E ILHA DAS CAMPANHAS Fornecimento de todos os materiais e Execução da Passarela UNID. 1,00 772.590,90 772.590,90 772.590,90 Subtotal 11.898.935,50 9 Mobilização e Desmobilização % 9,78% 1.164.205,27 10 Instalação e manutenção do canteiro de obra % 0,34% 40.886,91 TOTAL OBRA 11 12 PROJETO DA DRAGAGEM E RECUPERAÇÃO DA FAIXA DE PRAIA PROJETO AMBIENTAL (EIA/RIMA) TOTAL GERAL (OBRA E PROJETOS) 13.104.027,68 1.896.657,79 1.249.314,53 16.250.000,00 PREFEITURA MUNICIPAL DE FLORIANÓPOLIS SECRETARIA MUNICIPAL DE OBRAS Projeto de Recuperação da Faixa de Areia da Praia da Armação do Pântano do Sul Data base: Dez/2010 PROJETO DA DRAGAGEM E RECUPERAÇÃO DA FAIXA DE PRAIA Descrição Unid. N° de Meses Quant. por Quant. mês Total Custo Unitário (R$) Custo Total (R$) 1. PESSOAL A - ESTUDOS TOPOGRÁFICOS, GEOTÉCNICOS, TOPOBATIMÉTRICOS E VULNERABILIDADE DE EROSÕES ENGENHEIRO CHEFE DE EQUIPE - GEOTECNIA (P1) h/mês 10,00 1,00 10,00 R$ 7.723,51 R$ 77.235,10 ENGENHEIRO CHEFE DE EQUIPE - OCEANOGRAFIA (P1) h/mês 10,00 1,00 10,00 R$ 7.723,51 R$ 77.235,10 ENGENHEIRO CHEFE DE EQUIPE - HIDRÁULICA (P1) h/mês 10,00 1,00 10,00 R$ 7.723,51 R$ 77.235,10 ENGENHEIRO CIVIL (P3) h/mês 10,00 0,80 8,00 R$ 4.860,00 R$ 38.880,00 GEÓLOGO (P3) h/mês 10,00 0,50 5,00 R$ 4.860,00 R$ 24.300,00 AUXILIAR TÉCNICO (T3) h/mês 10,00 1,00 10,00 R$ 1.371,53 R$ 13.715,30 R$ 308.600,60 Sub-Total - A B - PROJETO DA OBRA DE RESTAURAÇÃO E DEFESA CONSULTOR ESPECIAL (C) h/dia 10,00 1,00 10,00 R$ 494,77 R$ 4.947,70 ENGENHEIRO CHEFE DE EQUIPE (P1) h/mês 10,00 0,50 5,00 R$ 7.723,51 R$ 38.617,55 ENGENHEIRO (P3) h/mês 10,00 1,00 10,00 R$ 4.860,00 R$ 48.600,00 DESENHISTA (T2) h/mês 10,00 0,20 2,00 R$ 1.922,08 R$ 3.844,16 AUXILIAR TÉCNICO (T3) h/mês 10,00 1,00 10,00 R$ 1.371,53 R$ 13.715,30 R$ 109.724,71 Sub-Total - B C - PROJETO DE TERRAPLENAGEM CONSULTOR ESPECIAL (C) h/dia 10,00 1,00 10,00 R$ 494,77 R$ 4.947,70 ENGENHEIRO CHEFE DE EQUIPE (P1) h/mês 10,00 0,25 2,50 R$ 7.723,51 R$ 19.308,78 ENGENHEIRO CIVIL (P3) h/mês 10,00 0,25 2,50 R$ 4.860,00 R$ 12.150,00 AUXILIAR TÉCNICO (T3) h/mês 10,00 0,25 2,50 R$ 1.371,53 R$ 3.428,83 DESENHISTA (T2) h/mês 10,00 0,25 2,50 R$ 1.922,08 R$ 4.805,20 R$ 44.640,50 Sub-Total - C D - PROJETO DE DRAGAGEM CONSULTOR ESPECIAL (C) h/dia 10,00 1,00 10,00 R$ 494,77 R$ 4.947,70 ENGENHEIRO CHEFE DE EQUIPE (P1) h/mês 10,00 0,50 5,00 R$ 7.723,51 R$ 38.617,55 ENGENHEIRO CIVIL (P3) h/mês 10,00 0,50 5,00 R$ 4.860,00 R$ 24.300,00 AUXILIAR TÉCNICO (T3) h/mês 10,00 0,50 5,00 R$ 1.371,53 R$ 6.857,65 DESENHISTA (T2) h/mês 10,00 0,50 5,00 R$ 1.922,08 R$ 9.610,40 R$ 84.333,30 Sub-Total - D E - PROJETO DE DRENAGEM CONSULTOR ESPECIAL (C) h/dia 5,00 1,00 5,00 R$ 494,77 R$ 2.473,85 ENGENHEIRO CHEFE DE EQUIPE (P1) h/mês 5,00 0,50 2,50 R$ 7.723,51 R$ 19.308,78 ENGENHEIRO CIVIL (P3) h/mês 5,00 0,50 2,50 R$ 4.860,00 R$ 12.150,00 AUXILIAR TÉCNICO (T3) h/mês 5,00 0,50 2,50 R$ 1.371,53 R$ 3.428,83 DESENHISTA (T2) h/mês 5,00 0,50 2,50 R$ 1.922,08 R$ 4.805,20 R$ 42.166,65 Sub-Total - E R$ 589.465,76 Sub-Total Item 1 2 - Encargos Sociais R$ 509.357,36 2.1 - Taxa de 86,41% sobre o item 1 Sub-Total Item 2 R$ 509.357,36 Sub-Total Item 3 R$ 300.627,54 3 - Custos Administrativos R$ 300.627,54 3.1 - Taxa de 51% sobre o item 1 4 - Veículos 4.1 - Automóvel 1.0 mês 10,00 2,00 20,00 R$ 2.358,64 R$ 47.172,80 R$ 47.172,80 Sub-Total Item 4 5 - Serviços Gráficos e material de consumo de escritório em supervisão 5.1 - Serviços gráficos e material de consumo de escritório mês 10,00 Sub-total Item 5 SOMATÓRIO DOS SUB-TOTAIS 1 A 5 2,00 20,00 R$ 274,06 R$ 5.481,20 R$ 5.481,20 R$ 1.452.104,66 6 - Remuneração de Escritório 6.1 - Taxa de 12% sobre a soma dos Sub-Totais 1 a 5 Sub-total Item 6 SOMATÓRIO DOS SUB-TOTAIS 1 A 6 R$ 174.252,56 R$ 174.252,56 R$ 1.626.357,22 7- Despesas Fiscais 7.1 - Taxa de 16,62% sobre a soma dos Sub-Totais 1 a 6 Sub-Total Item 7 TOTAL GERAL R$ 270.300,57 R$ 270.300,57 R$ 1.896.657,79 PREFEITURA MUNICIPAL DE FLORIANÓPOLIS SECRETARIA MUNICIPAL DE OBRAS Projeto de Recuperação da Faixa de Areia da Praia da Armação do Pântano do Sul Data base: Dez/2010 PROJETO AMBIENTAL Descrição Unid. N° de Meses Quant. por Quant. mês Total Custo Unitário (R$) Custo Total (R$) 1. PESSOAL A - ESTUDOS AMBIENTAIS E OBTENÇÃO DE LICENÇA AMBIENTAL h/dia 10,00 1,00 10,00 R$ 494,77 R$ 4.947,70 ENGENHEIRO CHEFE DE EQUIPE (P1) h/mês 10,00 0,50 5,00 R$ 7.723,51 R$ 38.617,55 ENG. CIVIL E/OU GEÓLOGO - MEIO FÍSICO(P3) h/mês 10,00 0,50 5,00 R$ 4.860,00 R$ 24.300,00 0,50 2,50 R$ 3.607,70 R$ 9.019,25 R$ 12.150,00 CONSULTOR ESPECIAL (C) h/mês 5,00 ENG. AGRÔNOMO E/OU FLORESTAL - MEIO BIÓTICO (FLORA) (P3) h/mês 5,00 0,50 2,50 R$ 4.860,00 BIÓLOGO - MEIO BIÓTICO (FAUNA) (P3) h/mês 5,00 0,50 2,50 R$ 3.607,70 R$ 9.019,25 ARQUITETO E/OU URBANISTA - MEIO ANTRÓPICO (P3) h/mês 5,00 0,50 2,50 R$ 4.860,00 R$ 12.150,00 DESENHISTA (T2) h/mês 10,00 0,50 5,00 R$ 1.922,08 R$ 9.610,40 AUXILIAR TÉCNICO (T3) h/mês 10,00 1,00 10,00 R$ 1.371,53 R$ 13.715,30 h/mês 2,00 2,00 4,00 R$ 613,61 OCEANÓGRAFO - MEIO FÍSICO (P3) SERVENTE/OPERÁRIO (A4) R$ 2.454,44 R$ 135.983,89 Sub-Total -A B - LEVANTAMENTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO, ARTÍSTICO E ARQUEOLÓGICO E OBTENÇÃO DE PARECER NO IPHAN h/dia 10,00 2,00 20,00 R$ 494,77 R$ 9.895,40 ARQUEÓLOGO (P3) h/mês 10,00 2,00 20,00 R$ 3.607,70 R$ 72.154,00 ARQUITETO (P3) CONSULTOR ESPECIAL (C) h/mês 8,00 1,00 8,00 R$ 4.860,00 R$ 38.880,00 AUXILIAR TÉCNICO (T3) h/mês 10,00 1,00 10,00 R$ 1.371,53 R$ 13.715,30 SERVENTE/OPERÁRIO (A4) h/mês 2,00 2,00 4,00 R$ 613,61 R$ 2.454,44 R$ 137.099,14 Sub-Total - B C - PLANO BÁSICO AMBIENTAL - PBA h/dia 10,00 1,00 10,00 R$ 494,77 R$ 4.947,70 ENGENHEIRO CHEFE DE EQUIPE (P1) h/mês 10,00 0,50 5,00 R$ 7.723,51 R$ 38.617,55 ENGENHEIRO (P3) h/mês 10,00 1,00 10,00 R$ 4.860,00 R$ 48.600,00 BIÓLOGO (P3) h/mês 5,00 0,50 2,50 R$ 3.607,70 R$ 9.019,25 ENG AGRONOMO E/OU FLORESTAL (P3) h/mês 5,00 0,50 2,50 R$ 4.860,00 R$ 12.150,00 DESENHISTA (T2) h/mês 10,00 0,50 5,00 R$ 1.922,08 R$ 9.610,40 h/mês 10,00 0,50 5,00 R$ 1.371,53 R$ 6.857,65 CONSULTOR ESPECIAL (C) AUXILIAR TÉCNICO (T3) R$ 129.802,55 Sub-Total - C Sub-Total Item 1 R$ 402.885,58 2 - Encargos Sociais R$ 348.133,43 2.1 - Taxa de 86,41% sobre o item 1 Sub-Total Item 2 R$ 348.133,43 Sub-Total Item 3 R$ 205.471,65 3 - Custos Administrativos R$ 205.471,65 3.1 - Taxa de 51% sobre o item 1 SOMATÓRIO DOS SUB-TOTAIS 1 A 3 R$ 956.490,66 4 - Remuneração de Escritório 4.1 - Taxa de 12% sobre a soma dos Sub-Totais 1 a 3 Sub-total Item 4 SOMATÓRIO DOS SUB-TOTAIS 1 A 4 R$ 114.778,88 R$ 114.778,88 R$ 1.071.269,53 5- Despesas Fiscais 5.1 - Taxa de 16,62% sobre a soma dos Sub-Totais 1 a 4 Sub-Total Item 5 TOTAL GERAL R$ 178.045,00 R$ 178.045,00 R$ 1.249.314,53 ESTADO DE SANTA CATARINA PREFEITURA MUNICIPAL DE FLORIANÓPOLIS SECRETARIA DE OBRAS ORÇAMENTO PARA RECUPERAÇÃO DA PRAIA DA ARMAÇÃO DO PÂNTANO DO SUL INCLUINDO DRAGAGEM PARA EXECUÇÃO DE ATERRO HIDRÁULICO, PROTEÇÃO DA PRAIA COM ESTRUTURAS CHAMADAS GEOTUBOS, EXECUÇÃO DE MOLHE DE PROTEÇÃO COM PEDRAS DE GRANDES DIMENSÕES, URBANIZAÇÃO DO MURO DE PROTEÇÃO DA LINHA DE PRAIA, SERVIÇOS DE DRENAGEM, EXECUÇÃO DE PASSARELAS, ENROCAMENTO DE PROTEÇÃO MARGENS DO RIO QUINCA ANTÔNIO E PROJETO EXECUTIVO. LOCAL: PRAIA DA ARMAÇÃO DO PÂNTANO DO SUL - FLORIANÓPOLIS - SC CRONOGRAMA FÍSICO E FINANCEIRO Item Descrição dos serviços MÊS>> 1 2 4 3 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 TOTAL Geral Acum. 18 Total Contratual DRAGAGEM PARA ATERRO HIDRÁULICO COM ESPALHAMENTO DMT < 1,0 KM 1 25,00% 2.643.070,86 660.767,72 2 PROTEÇÃO DA PRAIA COM GEOTUBO 25,00% 660.767,72 10,00% 4.086.165,60 408.616,56 3 MOLHE 25,00% 1.701.392,00 425.348,00 4 URBANIZAÇÃO 50,00% 850.696,00 25,00% 660.767,72 40,00% 1.634.466,24 DRENAGEM ENROCAMENTO DE PROTEÇÃO DAS MARGENS DO RIO QUINCA ANTÔNIO 40,00% 1.634.466,24 PASSARELA DE LIGAÇÃO ENTRE A PRAIA DA ARMAÇÃO E MATADEIRO 100,00% 20,00% 1.714.774,53 20,00% 101.274,21 20,00% 342.954,91 20,00% 20.254,84 25,00% 429.726,00 25,00% 449.941,40 112.485,35 PASSARELA DE LIGAÇÃO ENTRE A PRAIA DO MATADEIRO E ILHA DAS CAMPANHAS 8 25,00% 772.590,90 193.147,73 9 MOBILIZAÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO 100,00% 4.086.165,60 1.701.392,00 107.431,50 7 10,00% 408.616,56 25,00% 20.254,84 6 100,00% 2.643.070,86 425.348,00 342.954,91 5 25,00% 660.767,72 25,00% 112.485,35 25,00% 193.147,73 20,00% 342.954,91 20,00% 20.254,84 50,00% 214.863,00 25,00% 112.485,35 25,00% 193.147,73 20,00% 342.954,91 20,00% 20.254,84 INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DO CANTEIRO DE OBRAS 12,50% 40.886,91 5.110,86 PROJETO DA DRAGAGEM E RECUPERAÇÃO DA FAIXA DE PRAIA 11 1.896.657,79 10,00% 189.665,78 12 PROJETO AMBIENTAL (EIA/RIMA) 1.249.314,53 10,00% 124.931,45 VALORES PARCIAIS (R$) - (PI) PERCENTUAIS PARCIAIS ACUMULADOS (PI) (%) TOTAIS ACUMULADOS (R$) - (PI) TOTAL PERCENTUAIS ACUMULADOS (PI) (%) 11 16.250.000,00 10,00% 189.665,78 10,00% 124.931,45 10,00% 189.665,78 10,00% 124.931,45 10,00% 189.665,78 10,00% 124.931,45 10,00% 189.665,78 10,00% 124.931,45 10,00% 189.665,78 10,00% 124.931,45 10,00% 189.665,78 10,00% 124.931,45 10,00% 189.665,78 10,00% 124.931,45 10,00% 189.665,78 10,00% 124.931,45 100,00% - 449.941,40 - 772.590,90 100,00% 100,00% 50,00% 582.102,63 12,50% 5.110,86 12,50% 5.110,86 12,50% 5.110,86 12,50% 5.110,86 12,50% 5.110,86 12,50% 5.110,86 100,00% 101.274,21 429.726,00 25,00% 193.147,73 100,00% 1.714.774,53 - 25,00% 112.485,35 582.102,63 10 20,00% 20.254,84 25,00% 107.431,50 50,00% 1.164.205,27 20,00% 342.954,91 12,50% 5.110,86 10,00% 100,00% 1.164.205,27 100,00% 40.886,91 100,00% 189.665,78 1.896.657,79 10,00% 100,00% 124.931,45 1.249.314,53 314.597,23 314.597,23 314.597,23 314.597,23 314.597,23 314.597,23 314.597,23 314.597,23 314.597,23 314.597,23 1.012.561,50 1.516.574,58 1.499.843,14 2.969.187,64 3.076.619,14 1.297.433,25 781.385,19 950.423,25 16.250.000,00 1,94% 1,94% 1,94% 1,94% 1,94% 1,94% 1,94% 1,94% 1,94% 1,94% 6,23% 9,33% 9,23% 18,27% 18,93% 7,98% 4,81% 5,85% 100,00% 314.597,23 629.194,46 943.791,70 1.258.388,93 1.572.986,16 1.887.583,39 2.202.180,62 2.516.777,86 2.831.375,09 3.145.972,32 4.158.533,82 5.675.108,40 7.174.951,54 10.144.139,18 13.220.758,32 14.518.191,57 15.299.576,75 16.250.000,00 1,94% 3,87% 5,81% 7,74% 9,68% 11,62% 13,55% 15,49% 17,42% 19,36% 25,59% 34,92% 44,15% 62,43% 81,36% 89,34% 94,15% 100,00% 9. Referências Bibliográficas Castilhos J.A. (1995) Estudo Evolutivo, Sedimentológico e Morfodinâmico da Planície Costeira e Praia da Armação – Ilha de Santa Catarina, SC. Dissertação de Mestrado, UFSC, 134 p. Gré, J.C.R., Castilho, J.A, Horn Filho, N.O. (1997) Quaternary Deposits of the Pântano do Sul Beach, Santa Catarina Island, Brazil. Colóquio FrancoBrasileiro de Manejo Costeiro de Ilha de Santa Catarina, Atas, p. 211-218. Komar, P.D. (1998) Beach Processes and Sedimentation. Englewood Cliffs, New Jersey, Pretice Hall, 544 p. Mazzer, A. M. (2007) Proposta Metodológica de Análise de Vulnerabilidade da Orla Marítima à Erosão Costeira: Aplicação na Costa Sudeste da Ilha de Santa Catarina, Florianópolis-SC, Brasil. Tese de Doutoramento em Geociências, UFRGS, 169p. Mazzer, A. M., Dillenburg, S.R., Souza, C.R.G. (2008) Proposta de método para análise de vulnerabilidade à erosão costeira no sudeste da ilha de Santa Catarina, Brasil. Rev. Bras. Geociênc. v.38 n.2, p. 278-294. Sunamura, T. (1988), Beach Morphologies and Their Changes. Horikawa K. (ed.) Nearshore Dynamics and Coastal Processes. University of Tokyo Press, p. 133-166. USACE (1984), Shore Protection Manual, United States Army Corps of Engineers, 4th Ed., 2 vols. Wright, L. D. & Thom, B. G. (1977) Coastal Depositional Land-Forms: a Morphodynamic Approach. Progress in Physical Geography 1, 412-59. 19 10. Anexos ANEXO 01 - MURO DE PROTEÇÃO EXISTENTE COM ENROCAMENTO DE PEDRAS ANEXO 02 - PLANTA GERAL DA PRAIA (BATIMETRIA E DETALHES) ANEXO 03 - DETALHE 01 ANEXO 04 - DETALHE 02 ANEXO 05 - DETALHE 03 ANEXO 06 - PLANILHAS DO CÁLCULO DO VOLUME NECESSÁRIO PARA EXECUÇÃO DO ATERRO HIDRÁULICO ANEXO 07 - SEÇÕES TRANSVERSAIS DO ATERRO HIDRÁULICO 20 VOLUME DE ATERRO HIDRÁULICO PARA RECUPERAÇÃO DA PRAIA DA ARMAÇÃO (Fator de Perda de Material 1,2) Km Área de Corte (m²) 0+000,000 0+020,000 0+040,000 0+060,000 0+080,000 0+100,000 0+120,000 0+140,000 0+160,000 0+180,000 0+200,000 0+220,000 0+240,000 0+260,000 0+280,000 0+300,000 0+320,000 0+340,000 0+360,000 0+380,000 0+400,000 0+420,000 0+440,000 0+460,000 0+480,000 0+500,000 0+520,000 0+540,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 Volume de Corte Volume de Corte Área de Aterro (m³) Acumulado (m³) (m²) 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 21,155 57,689 83,907 97,087 106,054 106,183 103,655 90,441 87,824 76,658 61,044 90,863 100,653 105,916 106,863 106,306 102,699 97,839 89,350 79,431 97,617 101,642 101,866 96,981 96,863 107,080 112,328 Volume de Aterro (m³) Volume de Aterro Acumulado (m³) Ordenada da Massa 0,000 211,553 788,441 1415,962 1809,943 2031,412 2122,371 2098,376 1940,960 1782,653 1644,821 1377,023 1519,077 1915,160 2065,686 2127,784 2131,689 2090,052 2005,382 1871,894 1687,807 1770,475 1992,592 2035,087 1988,472 1938,440 2039,433 2194,084 0,000 253,864 946,130 1699,155 2171,931 2437,694 2546,845 2518,052 2329,152 2139,183 1973,785 1652,427 1822,893 2298,192 2478,823 2553,341 2558,027 2508,063 2406,459 2246,272 2025,368 2124,570 2391,110 2442,104 2386,166 2326,128 2447,320 2632,901 0,000 ‐253,864 ‐1199,993 ‐2899,148 ‐5071,080 ‐7508,774 ‐10055,619 ‐12573,671 ‐14902,822 ‐17042,006 ‐19015,790 ‐20668,218 ‐22491,111 ‐24789,303 ‐27268,126 ‐29821,467 ‐32379,494 ‐34887,557 ‐37294,016 ‐39540,288 ‐41565,657 ‐43690,227 ‐46081,337 ‐48523,441 ‐50909,607 ‐53235,735 ‐55683,055 ‐58315,956 VOLUME DE ATERRO HIDRÁULICO PARA RECUPERAÇÃO DA PRAIA DA ARMAÇÃO (Fator de Perda de Material 1,2) Km Área de Corte (m²) 0+560,000 0+580,000 0+600,000 0+620,000 0+640,000 0+660,000 0+680,000 0+700,000 0+720,000 0+740,000 0+760,000 0+780,000 0+800,000 0+820,000 0+840,000 0+860,000 0+880,000 0+900,000 0+920,000 0+940,000 0+960,000 0+980,000 1+000,000 1+020,000 1+040,000 1+060,000 1+080,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 Volume de Corte Volume de Corte Área de Aterro (m³) Acumulado (m³) (m²) 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 102,050 98,403 107,829 111,833 112,696 113,032 110,820 112,009 113,439 115,967 121,244 110,552 108,534 113,762 119,246 115,576 112,843 114,024 117,901 116,666 116,891 125,823 129,926 122,932 115,914 123,762 131,041 Volume de Aterro (m³) Volume de Aterro Acumulado (m³) Ordenada da Massa 2143,788 2004,531 2062,313 2196,616 2245,290 2257,277 2238,522 2228,296 2254,480 2294,056 2372,104 2317,957 2190,858 2222,957 2330,078 2348,220 2284,193 2268,671 2319,255 2345,670 2335,564 2427,138 2557,485 2528,580 2388,464 2396,764 2548,034 2572,546 2405,438 2474,775 2635,939 2694,347 2708,733 2686,226 2673,955 2705,376 2752,868 2846,525 2781,548 2629,030 2667,548 2796,094 2817,865 2741,031 2722,406 2783,106 2814,804 2802,677 2912,566 3068,983 3034,296 2866,157 2876,117 3057,641 ‐60888,502 ‐63293,940 ‐65768,716 ‐68404,655 ‐71099,002 ‐73807,735 ‐76493,961 ‐79167,916 ‐81873,292 ‐84626,160 ‐87472,685 ‐90254,233 ‐92883,263 ‐95550,811 ‐98346,905 ‐101164,770 ‐103905,801 ‐106628,206 ‐109411,312 ‐112226,116 ‐115028,793 ‐117941,359 ‐121010,342 ‐124044,638 ‐126910,796 ‐129786,913 ‐132844,554 VOLUME DE ATERRO HIDRÁULICO PARA RECUPERAÇÃO DA PRAIA DA ARMAÇÃO (Fator de Perda de Material 1,2) Km Área de Corte (m²) 1+100,000 1+120,000 1+140,000 1+160,000 1+180,000 1+200,000 1+220,000 1+240,000 1+260,000 1+280,000 1+300,000 1+320,000 1+340,000 1+360,000 1+380,000 1+400,000 1+420,000 1+440,000 1+460,000 1+480,000 1+500,000 1+520,000 1+540,000 1+560,000 1+580,000 1+600,000 1+620,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 Volume de Corte Volume de Corte Área de Aterro (m³) Acumulado (m³) (m²) 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 136,762 146,347 151,633 161,604 175,891 188,914 190,104 189,358 188,082 183,098 173,121 167,526 168,783 171,165 175,328 179,767 180,493 181,689 193,093 210,244 229,618 246,955 254,912 269,145 278,584 279,950 265,902 Volume de Aterro (m³) Volume de Aterro Acumulado (m³) Ordenada da Massa 2678,029 2831,092 2979,806 3132,375 3374,955 3648,055 3790,185 3794,623 3774,405 3711,804 3562,194 3406,476 3363,094 3399,482 3464,935 3550,950 3602,594 3621,815 3747,814 4033,365 4398,614 4765,725 5018,665 5240,565 5477,291 5585,345 5458,519 3213,635 3397,310 3575,767 3758,851 4049,945 4377,666 4548,222 4553,547 4529,286 4454,165 4274,632 4087,771 4035,713 4079,378 4157,922 4261,140 4323,113 4346,178 4497,377 4840,038 5278,337 5718,870 6022,398 6288,678 6572,749 6702,414 6550,223 ‐136058,188 ‐139455,498 ‐143031,265 ‐146790,116 ‐150840,061 ‐155217,728 ‐159765,950 ‐164319,497 ‐168848,783 ‐173302,948 ‐177577,580 ‐181665,351 ‐185701,065 ‐189780,443 ‐193938,364 ‐198199,505 ‐202522,618 ‐206868,795 ‐211366,172 ‐216206,209 ‐221484,546 ‐227203,416 ‐233225,814 ‐239514,493 ‐246087,241 ‐252789,655 ‐259339,878 VOLUME DE ATERRO HIDRÁULICO PARA RECUPERAÇÃO DA PRAIA DA ARMAÇÃO (Fator de Perda de Material 1,2) Km Área de Corte (m²) 1+640,000 1+660,000 1+680,000 1+700,000 1+720,000 1+740,000 1+760,000 1+780,000 1+800,000 1+820,000 1+823,154 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 Volume Total Volume de Corte Volume de Corte Área de Aterro (m³) Acumulado (m³) (m²) 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 0,000 243,186 226,069 224,698 213,513 87,131 84,617 82,475 77,594 0,000 0,000 0,000 0,000 Volume de Aterro (m³) Volume de Aterro Acumulado (m³) Ordenada da Massa 5090,874 4692,546 4507,672 4382,116 3006,438 1717,473 1670,921 1600,697 775,943 0,000 0,000 6109,049 5631,055 5409,207 5258,539 3607,726 2060,968 2005,105 1920,837 931,131 0,000 0,000 ‐265448,927 ‐271079,982 ‐276489,189 ‐281747,728 ‐285355,453 ‐287416,421 ‐289421,526 ‐291342,362 ‐292273,493 ‐292273,493 ‐292273,493 243561,245 292273,494