Sexta-feira – 28/08/2009
N° 153/2009
MEIO AMBIENTE
Gás emitido pela agricultura ameaça camada de
ozônio
(Folha de São Paulo)
O óxido nitroso, ou gás hilariante, não foi banido pelo acordo
internacional que proibiu os CFCs
Parece piada, mas não é: a maior ameaça à camada de ozônio da Terra no
século 21 é o gás hilariante. Conhecido oficialmente como óxido nitroso (N2O),
esse gás produzido principalmente pela agricultura e pelas queimadas já
ultrapassou os clorofluorcarbonos, os infames CFCs, como principal agente de
destruição do ozônio.
A conclusão é de um estudo realizado por três pesquisadores da Noaa
(Agência Nacional de Oceanos e Atmosfera dos EUA) e publicado ontem no
site do periódico "Science".
O químico Akkihebbal Ravishankara e seus colegas John Daniel e Robert
Portmann calcularam pela primeira vez o potencial de aniquilação de ozônio do
N2O. Eles concluíram que, embora ele seja baixo comparado ao dos CFCs, as
emissões crescentes de óxido nitroso por seres humanos compensam esse
fator, e em 2050 esse gás sozinho representaria 30% do potencial de
destruição da camada de ozônio que todos os CFCs (e há dezenas desses
gases) somados em seu pico, nos anos 1980.
O papel dos CFCs e do N2O na destruição do ozônio é conhecido desde
meados da década de 1970, quando os químicos Mario Molina, Sherry
Rowland e Paul Crutzen elucidaram a maneira como esses gases reagem com
o ozônio na estratosfera. Mas ele só se tornou motivo de pânico global em
1985, quando pesquisadores britânicos descobriram um buraco sazonal na
camada de ozônio sobre a Antártida.
Como o ozônio estratosférico protege a Terra da radiação ultravioleta do Sol permitindo que a Terra seja habitável-, sua destruição demandava ação
imediata. Em 1987 as Nações Unidas assinaram o Protocolo de Montréal, que
baniu a produção de CFCs. O gás hilariante, porém, ficou de fora.
"Esse gás é muito estável na atmosfera, e pode durar centenas de anos, o que
aumenta nossa responsabilidade no controle das emissões", disse à Folha
Paulo Artaxo, especialista em química atmosférica da USP e membro do IPCC,
o painel do clima da ONU. Pior ainda, continua Artaxo, "temos o forte efeito do
N2O como gás de efeito estufa, que também terá de ser regulado".
Ravishankara e seus colegas afirmam que, embora o gás hilariante não tenha
impacto sobre o ozônio antártico, ele dificulta a recuperação da camada de
ozônio global, que já foi reduzida em 6%, em média.
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ENERGIA E PETRÓLEO
Energia no país ficou 30% mais suja, diz
ministério
(Folha de São Paulo)
Emissão de carbono do setor cresceu mais do que geração entre 1994 e
2007
Entrada em operação de usinas termelétricas explica aumento; na
indústria, CO2 cresceu 22% mais que o PIB, devido à construção civil
A emissão de gás carbônico na geração de energia elétrica no Brasil cresceu
30% acima da oferta de luz entre 1994 e 2007. O aumento, registrado em
estudo do Ministério do Meio Ambiente, explica-se pela atividade de usinas
térmicas a óleo diesel e carvão no país.
O estudo indica as termelétricas como próximo alvo da política de redução de
emissão de gases de efeito estufa, ao lado dos transportes, da indústria e do
desmatamento. Também acende um sinal amarelo em relação às ambições do
Brasil de posar como potência verde nas negociações do clima em
Copenhague, em dezembro.
"Nossa matriz energética ficou mais suja", comentou o ministro Carlos Minc ao
divulgar as estimativas de emissões de CO2 pela queima de combustíveis
fósseis e processos industriais. "Os dados ainda estão muito bons, comparados
ao resto do mundo, mas a direção é ruim", destacou. Entre 1994 e 2007, a
geração de energia elétrica no país cresceu 71%, enquanto as emissões de
carbono na geração aumentaram 122%.
O percentual de aumento supera o registrado pelo setor de transportes, o que
mais queima combustíveis fósseis no Brasil.
Para ajudar a reduzir as emissões deste setor -que cresceram 56%, sobretudo
devido a veículos movidos a diesel- o Conama (Conselho Nacional do Meio
Ambiente) votará na semana que vem novos limites de emissões para os
carros de passeio e camionetes fabricados a partir de 2013.
Uma resolução em estudo no Conama exigirá a inspeção veicular em todo o
país. Hoje só o Estado do Rio de Janeiro e o município de São Paulo fazem
esse tipo de controle. "São necessárias medidas para conter as emissões em
outros setores e não apenas pelo desmatamento", observou o ministro.
As termelétricas deverão ocupar cada vez mais a matriz energética
relativamente limpa do Brasil. O Plano Decenal de Energia do governo prevê a
construção de 66 térmicas movidas a combustíveis fósseis.
Apesar disso, Minc afirmou que a exigência de compensar o lançamento de
CO2 na atmosfera pelas usinas é objeto de negociação no governo e deverá
ser atenuada. "Tem aquela queda de braço e estamos negociando: a exigência
de plantar árvores aumenta o custo dos empreendimentos", ponderou. Em
maio, ele dissera à Folha que não abriria mão da compensação: "Não tem
volta".
Construção civil
Enquanto a economia brasileira cresceu 45,1% em 13 anos, as emissões da
indústria cresceram 22% a mais entre 1994 e 2007. Os 77% de aumento no
setor não incluem a queima de combustíveis fósseis. O crescimento foi liderado
pela indústria de cimento, insumo da construção civil, um dos setores-chave do
pacote de estímulo do governo federal para conter a crise econômica.
Os efeitos da crise não aparecem nos dados do ministério, no entanto. As
estimativas anunciadas ontem são baseadas em dados do IBGE (Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística), da EPE (Empresa de Pesquisa
Energética) e dados da indústria até 2007.
Os números devem ser atualizados uma vez por ano e não seguem a mesma
metodologia do inventário oficial de emissões, em elaboração pelo Ministério
de Ciência e Tecnologia. O primeiro e único inventário do gênero, que estimou
as emissões totais do Brasil em 1 bilhão de toneladas -colocando o país entre
os seis maiores emissores de CO2 do mundo- usa os dados de 1994. O
próximo, a ser publicado no fim deste ano, tem 2000 como base.
Minc prevê que as emissões da indústria e da queima de combustíveis fósseis
deverão alcançar entre 25% e 30% das emissões totais do país. Esse
crescimento será acompanhado pela redução das emissões do desmatamento
de 75% do total para algo entre 55% e 60%. O desmate segue como principal
emissor do país.
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ECONOMIA
Nova opção para FGTS deve render mais
(Folha de São Paulo)
Se passar no Senado, trabalhador poderá investir até 30% de sua conta
no FGTS em fundo para financiar obras de infraestrutura
Embora sem garantia de rentabilidade, fundo de infraestrutura tem ganho
médio de 9% ao ano, contra cerca de 4,5% do FGTS
O governo espera que os trabalhadores invistam R$ 5 bilhões de seus recursos
depositados no FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) no fundo que
reúne obras de infraestrutura do PAC (Programa de Aceleração do
Crescimento). O valor seria alcançado com a ampliação de 10% para até 30%
no limite que os cotistas podem aplicar no Fundo de Infraestrutura, o FI-FGTS.
O investimento no fundo surge como promessa de um bom negócio para o
trabalhador. A rentabilidade média dos projetos que compõem a carteira do FI
é hoje de 9% ao ano. O rendimento garantido nas contas do FGTS é de 3% ao
ano, mais TR (Taxa Referencial) -o que seria próximo de 4,5% ao ano.
O novo limite de aplicação no FI foi incluído por deputados, após negociação
com a Caixa Econômica Federal, durante votação de uma medida provisória
nesta semana na Câmara.
O texto foi aprovado e agora segue para o Senado. Depois precisará ser
sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para virar lei.
A lei que criou o FI-FGTS já previa a possibilidade de o trabalhador entrar
nesse investimento. Desde o ano passado, o governo vem trabalhando na
definição das regras para participação dos cotistas do FGTS.
A previsão é de que o modelo fique pronto ainda neste ano para que as normas
sejam divulgadas ao investidor.
"Estamos trabalhando firmemente para sair ainda neste ano. O modelo está em
fase final. Será uma forma de aumentar a remuneração do trabalhador",
declarou o vice-presidente de fundos da Caixa, Wellington Moreira Franco.
Técnicos envolvidos na formatação avaliam, no entanto, que será difícil lançar
o programa ainda em 2009 devido à complexidade do investimento. O modelo
estabelecerá regras de entrada e saída para o trabalhador, prazo de
permanência na aplicação, entre outros detalhes.
Apesar da atratividade do negócio, o governo estima que os titulares de menos
de 2% das 81 milhões de contas do FGTS entrem no FI-FGTS. Isso porque
90,5% das contas têm saldo abaixo de R$ 4.650.
Apenas 2,6% das contas têm depósitos que somam R$ 15 mil. "Estamos
fazendo uma estimativa de R$ 5 bilhões com o pé no chão", declarou o vicepresidente.
Das contas com valores a partir de R$ 15 mil, a Caixa ainda considera que não
optarão pelo investimento no FI os trabalhadores que estejam comprando casa
própria ou tenha boa parte do saldo aplicado nos fundos mútuos da Petrobras
(2000) e da Vale (2002).
Rendimento
Pelas regras de aplicação do trabalhador no FI, não há rentabilidade mínima
garantida no investimento. A Caixa pondera, entretanto, que predominam entre
os projetos de investimento as obras no setor elétrico, que são de longo prazo,
com risco próximo de zero porque, entre outras razões, a venda de energia tem
compra antecipada.
Além da ampliação do limite para o trabalhador, os deputados aprovaram
mudanças na regra de aplicação do próprio FGTS no FI. Com a alteração,
outros R$ 6 bilhões deverão ser injetados no fundo de infraestrutura, o que
somaria R$ 11 bilhões.
Hoje, o FI conta com R$ 17 bilhões, sendo que R$ 12 bilhões já estão
contratados. Há demanda de projetos da ordem de R$ 22 bilhões.
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DIVERSOS
Motoristas com mais de 60 anos terão direito a
estacionamento gratuito
(O Dia/RJ)
Rio - A partir desta quinta-feira, os motoristas com mais de 60 anos de idade
também serão beneficiados pelo Cartão Especial de Estacionamento, a ser
utilizado em todos os estacionamentos, públicos ou privados, do estado do Rio.
É o que define a Lei 5.522/09, de autoria do deputado Glauco Lopes (PSDB),
sancionada pelo governador Sérgio Cabral e publicada no Diário Oficial do
Poder Executivo.
A nova determinação altera o primeiro artigo da Lei 4.049/02, que excluía do
benefício as pessoas com idade inferior a 65 anos.
"Esta é uma adequação ao Estatuto do Idoso. Acredito que a iniciativa cria um
importante benefício para os mais velhos", explicou Glauco Lopes.
O motorista que tem direito ao benefício deve entrar em contato com o
Departamento de Trânsito do Estado do Rio de Janeiro (Detran), responsável
pelo fornecimento do cartão, e apresentar os originais e cópias dos seguintes
documentos: carteira de identidade, CPF, certificado de registro e
licenciamento do veículo (CRLV) e comprovante de residência.
A validade do Cartão Especial de Estacionamento terá o mesmo prazo de
validade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do usuário. Para efetuar a
renovação do benefício, o usuário deve solicitar o novo cartão assim que for
renovar a CNH. O descumprimento da lei pode gerar ao concessionário ou
proprietário do estacionamento uma multa de mil Ufirs, a ser aplicada pelo
Detran, a quem caberá, também, fiscalizar os estabelecimentos.
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Saiba o que fazer com seu lixo
(O Globo)
RIO - Garrafas de refrigerante, copos de requeijão, vidros de maionese,
eletrodomésticos com defeito, pilhas, baterias. Sem dúvida, o lixo é o destino
certo para esses materiais que não tem mais vida útil. Mas, na hora do
descarte, surge a questão: o que fazer para que produtos recicláveis não
acabem num lixão?
A coleta seletiva é a primeira resposta que vem à mente. Mas, empresas de
diversos setores têm, cada vez mais, disponibilizado coletores nas lojas ou em
assistências técnicas para que os clientes depositem materiais que demoram a
se decompor.
A ambientalista e presidente do Instituto Gea, ONG que dá orientações sobre o
que pode ser reciclado e como implantar a reciclagem em um condomínio, Ana
Maria Domingues Luz, lembra, no entanto, que, além de pensar no que vai
fazer com o que será descartado, o consumidor deve tentar reduzir a
quantidade de lixo que produz. Ela ressalta que ações simples no dia a dia,
como comprar produtos em embalagens maiores ao invés de mais unidades de
recipientes menores, surtem grande efeito:
- Não nos damos conta de como isso pode ser aplicado na prática. Mas, por
exemplo, o vendedor da banca geralmente coloca a revista, que já vem
embalada, em um saquinho, que não serve para nada depois. Você aceita
porque ele te deu, mas é possível colocar a revista dentro da bolsa e dispensar
o saco. Muitas vezes, isso é confundido como um bom serviço, quando na
verdade não é. O mesmo acontece com as lojas que vendem roupas mais finas
e costumam passar o papel de seda em cada produto, mesmo que não seja
uma embalagem para presente. Isso é desnecessário, mas a gente deixa. É
preciso que as clientes comecem a negar o serviço para mudar a cultura das
lojas - explicou Maria Domingues.
Reutilização de objetos é uma das alternativas para reduzir a produção de
lixo
A reutilização é um segundo passo para a redução da quantidade de lixo. Em
casa, em caso de sobras de comida, o ideal é inventar receitas utilizando esses
restos. Para Maria Domingues, o uso dos atacados saquinhos plásticos, por
exemplo, não deve ser repreendido se eles forem reutilizados como sacos de
lixo. Ela ressalta que o uso do verso do papel também é uma prática simples
que deve ser disseminada.
- Pego mala direta, papel de banco, envelopes, grampeio tudo do lado do verso
e coloco ao lado do telefone para anotar recado. Outra ideia na questão da
reutilização é aproveitar vidros de maionese para guardar compotas e algodão.
Basta um olhar antes de jogar algo fora que, muitas vezes, se encontra uma
nova função para aquilo. É uma vantagem para o meio ambiente e para o
bolso.
" Basta um olhar antes de jogar algo fora que, muitas vezes, se encontra uma
nova função para aquilo. É uma vantagem para o meio ambiente e para o
bolso. "
Dentro da perspectiva da reutilização, a consultora sócio-ambiental Pólita
Gonçalves sugere que antes do descarte, o consumidor pode tentar trocar ou
vender o que não precisa ou não deseja mais. Para quem não deseja fazer um
bazar em casa, uma das opções é o site Freecycle , uma organização sem fins
lucrativos que reúne pessoas interessadas em deixar seus objetos fora dos
depósitos de lixo. As pessoas podem doar, trocar ou até pedir desde objetos
até móveis.
- Desde um celular até um ventilador, todo mundo sempre tem coisas que não
quer mais e não sabe o que fazer a não ser jogar no lixo. Mais do que nunca é
hora de pensarmos em opções alternativas ao lixo - sugere Pólita.
Iniciativa privada recolhe resíduos de clientes
Depois de reduzir a quantidade de lixo e reutilizar os objetos, deve-se separar o
material para reciclar. Maria lembra, no entanto, que essa etapa todo mundo
conhece, mas não é a mais fácil porque é preciso ter alguém para receber o
material.
- Não adianta separar e colocar ao lado do lixo comum se eu não houver a
certeza do destino daquele material. Do contrário, seu esforço se perdeu.
No Rio, desde 1993, a Comlurb desenvolve um programa de coleta seletiva.
Inicialmente baseado na implantação de cooperativas de bairro, em 2002 a
empresa começou a fazer a coleta seletiva porta a porta. No primeiro ano,
foram recolhidas 3.507 toneladas de lixo. Em 2008, a quantidade praticamente
dobrou, passando para 6.218,97 toneladas.
O recolhimento é feito uma vez por semana, em dias alternados ao da coleta
domiciliar. Atualmente, ela é realizada em 42 bairros, atendendo cerca de 30%
das moradias cariocas. Para saber o dia que o caminhão passa em
determinada rua, basta acessar o site da Comlurb ou ligar para o telefone (21)
2204-9999.
Mas, é preciso lembrar que o lixo reciclável deve ser colocado limpo e seco em
sacos plásticos transparentes, para que o gari da coleta seletiva veja o
conteúdo e não misture o material reciclável com o lixo domiciliar.
Além da coleta, a Comlurb montou ecopontos, que são instalações criadas
para o recebimento gratuito de entulhos de obra, galhadas e outros materiais
transportados por catadores, carroceiros e pela população. Nos ecopontos, os
resíduos são depositados em caixas metálicas que, quando cheias, são
removidas para os aterros.
A iniciativa privada também não tem ficado de fora do compromisso com o
descarte do lixo. Pilhas, baterias e resíduos eletroeletrônicos, como
computadores, teclados, telefones celulares têm sido recebidos pelos próprios
fabricantes. Segundo Pólita, este é o princípio da responsabilidade pós
consumo, o que faz com algumas empresas recolham material produzido, nas
lojas ou assistências técnicas. Os supermercados Extra, por exemplo,
montaram, em parceria com a Pepsico, as Estações de Reciclagem Extra
H2OH!. As estações recebem papel, plástico, metal, vidro, além de óleo de
cozinha usado, que deve ser armazenado em garrafa pet e entregue nos
postos de coleta. Todo material arrecadado é doado a cooperativas de
catadores e a renda revertida para seus cooperados. Ações parecidas estão
sendo feitas por outras redes de supermercados, como o Wal-Mart.
Onde deixar:
- Baterias, aparelhos de celular e acessórios:
As operadoras Vivo, Claro, Tim e Oi recebem em todas as lojas aparelhos,
baterias e acessórios de qualquer modelo ou operadora. Não é preciso ser
cliente para depositar os resíduos.
- Pilhas:
Uma resolução do Conama determina que, a partir de novembro de 2010,
fabricantes de pilhas e baterias serão responsáveis pela coleta. Enquanto os
revendedores não aderem à lei, é possível depositar o material usado nas
agências do Banco Real, que disponibiliza os coletores "Papa-Pilhas". Outra
opção são os 500 coletores verdes da Comlurb espalhados pela cidade. Para
conferir os endereços, basta acessar o site da Comlurb
(http://www.rio.rj.gov.br/comlurb/), clicar na aba "Serviços" e depois na opção
"Cestas Coletoras de Pilhas e Baterias".
- Papéis, metal, vidro e óleo de cozinha
Lojas da Rede Wal-Mart: têm as Estações de Reciclagem com recipientes
destinados à coleta seletiva de papel, plástico, metal, vidro e óleo de cozinha,
que beneficia 32 cooperados. No Rio, a coleta funciona no Sam´s Niterói,
Sam´s Linha Amarela, Wal-Mart Barra, Wal-Mart Campinho, Wal-Mart Campos
dos Goytacazes e Wal-Mart Tijuca.
Programa de Estações de Reciclagem - Todo material arrecadado nas
estações é doado a cooperativas de catadores e a renda revertida para seus
cooperados.
Caixa Verde - lançado em março de 2008 como um projeto piloto de reciclagem
pré-consumo em uma loja Pão de Açúcar, o Caixa Verde agradou o público e
ganhou espaço em mais 21 supermercados da rede. A ação faz parte do
programa de responsabilidade ambiental da empresa e tem como objetivo
estimular os clientes a reciclar embalagens (papel, papelão e plástico) antes de
levá-las para casa. Exemplificando: ao invés de levar a pasta de dentes e sua
respectiva caixinha, o cliente leva só o tubo. As doações são voluntárias e o
funcionamento do "Caixa Verde" é exatamente igual ao check-out tradicional.
Hoje 130 mil embalagens já foram recicladas por meio do Caixa Verde.
- Equipamentos eletrônicos:
Comitê para a Democratização da Informática (CDI) - recebe computadores e
periféricos em estado de funcionamento e usa o material doados em
programas de inclusão digital. As máquinas devem ter processador Pentium III
ou superior, com HD e memória. Também são recebidos scanners,
impressoras e laptops com fonte e com as mesmas especificações mínimas do
computador. Para saber qual CDI mais próximo, o interessado deve ligar para
3546-6570 ou mandar e-mail para [email protected]. Em grandes
quantidades, eles buscam os equipamentos.
Dell - O fabricante de computadores recolhe, recondiciona e doa equipamentos
para projetos de inclusão digital. Para saber os locais de recebimento, o site é
www.pensamentodigital.org.br. A Dell também tem outro projeto, que é global e
recolhe computadores e destina para parceiros ambientais. Basta entrar no site
www.dell.com/recycling e clicar na bandeira do Brasil.
HP - Recolhe baterias de notebooks, calculadoras e outros produtos da marca
HP. A coleta deve ser solicitada no site www.hp.com.br/baterias. As baterias
também podem ser entregues na rede de assistência técnica. Também há o
Programa Planet Partners, que faz a coleta de cartuchos e toners para a
reciclagem junto a clientes corporativos e usuários domésticos. Em 2008 mais
de 60 mil toners foram coletados e reciclados através desse programa no Brasil
e mais de 212 mil cartuchos de tinta foram coletados e destinados para
reciclagem. Mais informações pelo e-mail [email protected]. É importante
informar o modelo do seu equipamento, a quantidade e a localidade onde se
encontra.
Canon - Mantém programa de reaproveitamento de impressoras com coleta na
rede de assistência técnica (www.canon.com.br).
- Óleo de cozinha:
- ONG Disk Óleo: faz um processo de purificação e o vende para indústrias de
sabão, biodiesel e asfalto. A ONG paga em dinheiro ou em material de limpeza
pelo óleo recebido. Basta ligar para (21) 2260-3326 e solicitar o recolhimento
do material.
- Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz): troca uma garrafa cheia por uma muda de
planta. O óleo poderá ser entregue apenas em garrafas PET, que serão
encaminhadas para reciclagem. A entrega do óleo deve ser feita sempre às
quintas-feiras, das 8h às 11h30m, em quatro diferentes pontos do campus da
Fiocruz: portarias da Avenida Brasil e da Rua Leopoldo Bulhões; portaria da
Dirac; e na expansão. Mais informações pelo telefone 2209-2175.
- Reciclagem de óleo de cozinha Porto Seguro - nos Centros Automotivos Porto
Seguro e sucursais, o público poderá retirar minigalões para armazenar o óleo
de cozinha usado. Quando o recipiente estiver cheio, é só levá-lo novamente
ao CAPS e despejar o óleo no coletor. A partir de sua reciclagem será
fabricado o biodiesel. Clique aqui para encontrar o centro automotivo mais
perto.
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