Ano III
No 101
25/08/2009
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e conheça também nossa
trincheira de luta on line
Carrascos do Satãder agora também querem passar
o facão no ABN Real
Sindicato protesta e denuncia, mais uma vez, a covardia dos carrascos espanhóis
O Sindicato dos Bancários de Bauru e Região/
Conlutas fez na última sexta-feira, 21, um forte protesto em frente à agência 1º de
Agosto, do ABN Real, contra
duas inaceitáveis demissões
imotivadas, efetuadas, na semana passada, pelo Grupo
Santander.
O protesto serviu para
denunciar as demissões, intensificar a pressão sobre o
carrasco espanhol e exigir a
imediata reintegração dos
bancários a seus postos de
trabalho no ABN-Real. São
mais duas vítimas da ganância, da irresponsabilidade e
da canalhice do Santander,
que usa, abusa e explora seres humanos, para depois
descartá-los como máquinas
velhas e sem valor.
Durante o protesto, o
Sindicato/Conlutas mostrou
também sua indignação com
o governo Lula, que nada faz
para proteger os trabalhadores. Quando comprou o ABNReal, os carrascos espanhóis
do Santander juraram que
não promoveriam demissões.
Mentiram! No entanto, o Sindicato dos Bancários de
Bauru e Região - Conlutas,
que sempre soube do maucaráter desses banqueiros
canalhas, nunca nutriu qualquer ilusão. “Nunca acreditamos nas palavras dos banqueiros, porque já conhecemos a forma sacana e cruel
com a qual esses carrascos
tratam os trabalhadores bancários” , disse Fábio Heubel,
diretor do Sindicato.
Desde que chegou no
Brasil, o Grupo Santander
demitiu mais de 22 mil pais e
mães de família, transformando suas agências em verdadeiras senzalas. Demitiu
impiedosamente no Banespa,
banco que era do povo de São
Paulo e lhes foi dado de graça pelo PSDB. Também pas-
sou seu facão imundo no Banco Geral do Comércio, no Noroeste, no Meridional e no
Bozano Simonsen. E, agora,
esses parasitas do Santander
querem fazer o mesmo massacre contra os bancários do
ABN Real. Todos à luta contra mais esses dois tapas na
cara do povo brasileiro!
Protestos duraram a manhã toda e ganharam forte apoio
popular, demonstrado em várias manifestações
Banqueiros e cutistas iniciam a farsa das negociações
NÃO VALE A PENA VER DE NOVO: A reprise da novela das negociações entre a Fenaban e o pelego Comando Nacional dos Bancários, composto por entidades
cutistas como a Contraf, Fetec e Sindicato dos Bancários de SP, teve início no último dia 18
O teatro já está montado
e a primeira lenga-lenga entre
banqueiros e pelegos da CUT,
mais semelhante a uma reunião
de compadres, limitou-se meramente a definir um pífio calendário de pseudo-negociações:
27/8, debates sobre emprego;
2/9, remuneração e cláusulas
econômicas e 9/9, condições de
trabalho e cláusulas sociais. Ontem, houve uma rodada com o
BB (até o fechamento dessa
edição não havia informações) e
amanhã, 26, haverá outra com
a CEF.
No primeiro encontro, os
cutistas suplicaram o óbvio do
óbvio: que as bancárias grávidas
afastadas por conta da gripe
suína não tivessem quaisquer
prejuízos em seus salários e benefícios. Os banqueiros disseram
que não haverá ônus, mas marcaram o retorno dessas bancárias ao trabalho para o dia 24/8,
com ou sem gripe.
Para o Sindicato dos Bancários de Bauru e Região/
Conlutas, mais uma vez, as
negociações entre banqueiros e
o comando pelego cutista serão
marcadas pela enrolação e pelo
entreguismo da CUT. “ Não se
pode chamar esse teatro entre
banqueiros e sindicalistas governistas de ‘negociação’. Isso não
passa de uma farsa, de um mero
ajuste entre dois segmentos
‘compadres’. Nós, bancários de
luta, temos que virar a mesa!”,
pondera o diretor Beto Castilho,
em consonância com o pensamento dos demais diretores do
Sindicato/Conlutas.
Infelizmente, as entidades
sindicais ligadas ao MNOB/Conlutas, Bauru, Maranhão e Rio
Grande do Norte, que já protocolaram suas pautas de reivindicações junto à Fenaban e às direções petistas do BB e da CEF,
ainda não estão sendo recebidas pelos banqueiros e pelos
bancos públicos para negociar,
sob os parâmetros mais justos
da pauta alternativa. Não deixa
de haver uma lógica suja nessa
preferência em negociar só com
os pelegos da CUT e da Contec,
afinal, para os tubarões do sistema financeiro não interessaria
discutir reposição das perdas salariais, reajuste salarial de 30%
para todos, PLR de 25% do lucro distribuída linearmente, estabilidade no emprego, fim das
metas, licença-maternidade de
seis meses, entre outros importantes itens justamente reivindicados pelos sindicatos da Conlutas.
Para os banqueiros e o governo Lula, obviamente, é muito mais vantajoso fingir que estão negociando com os pelegos
da CUT, por exemplo, sindicalistas mansos, que traem os ban-
cários em troca de benesses e
vantagens pessoais.
Enfim, é quase impossível
distinguir na mesa de enrolação,
quem são os banqueiros e quem
são os pelegos da CUT. Afinal,
os patrões e os sindicalistas governistas, da Contraf, Fetec e
outras entidades do comando
de negociação, ficam quase
idênticos, com seus ternos, laptops e comportamentos distantes da realidade dos bancários.
As ações dos pelegas se pautam
pelo cinismo, pela traição reiterada e pela covardia. Logo, todos acabam ficando iguais, ou
muito parecidos, também em
sua forma de atuar. Nem um,
nem outro, merece a confiança
e o respeito da categoria bancária.
Mas o Sindicato dos Bancários de Bauru e Região/
Conlutas e as demais entidades que compõem o MNOB/Con-
lutas não ficarão calados, nem
imóveis, diante desse grotesco
circo das pseudo-negociações
pelegas, que ocorrem em picadeiros de hotéis cinco estrelas.
Continuaremos mobilizando os
trabalhadores bancários e exigirindo transparência, seriedade e
respeito, em cada passo da campanha salarial 2009, trazendo
sempre à tona, reivindicações
dignas e justas, e denunciando
a política rebaixada de migalhas
do comando cutista pelego, com
seus miseráveis10% de índice de
reajuste salarial. Agora é hora de
fortalecer a luta dos bancários.
Contra os banqueiros e contra
o governo Lula, mas também
contra os pelegos, sindicalistas
governistas que vivem traindo os
trabalhadores.
Todos à luta,
até a vitória!
2
NA TRINCHEIRA
TUDO PELO PODER
Com votos do PT, Conselho de Ética do Senado arquiva
de vez denúncias contra Sarney
Nani / nanihumor.blogspot.com / 20-8-2009
"O PT jogou a ética no lixo
e vai ter de achar outra bandeira. O partido deu as costas
para a sociedade e para o
povo". E que não seja bandeira dos trabalhadores!
Flávio Arns, senador paranaense pelo próprio PT, fez
esse desabafo no dia 19, logo
depois que o Conselho de Ética do Senado decidiu arquivar
as seis denúncias e cinco representações contra José Sarney por quebra de decoro. O
arquivamento só foi possível
porque os três senadores petistas do conselho (Delcídio
Amaral, Ideli Salvatti e João
Pedro) votaram em defesa do
coronel maranhense.
Mercadante, líder petista
no Senado, até que ensaiou
um teatrinho para mostrar que
não concordava com a vergonhosa decisão. Chegou a dizer
que estava renunciando à lide-
rança do partido na casa e que
sua decisão era "irrevogável".
Entretanto, na mesma noite,
depois de uma conversa de cinco horas com o presidente
Lula, viu-se obrigado a engolir
as próprias palavras.
Obcecado pela possibilidade do poder vitalício, Lula está
apostando tudo nas alianças
com os mais reacionários políticos brasileiros, "donos" de grandes áreas do território nacional. Tanto é que mandou o presidente do PT, deputado Ricardo Berzoini, redigir uma nota
de apoio a Sarney para ser lida
antes da votação do Conselho
de Ética. Foi um recado nada
sutil para que a base governista livrasse a cara de Sarney. E,
por coerência ao discurso petista de que todos os crimes
que aparecem não passam de
invenção da imprensa, também
se votou pelo arquivamento da
representação contra o adversário Artur Virgílio (réu confesso), líder do PSDB no Senado.
Silêncio pelego
É verdade que Flávio Arns
demorou para se mostrar decepcionado com seu partido, já
que maus exemplos nunca faltaram. Mesmo assim, o senador
paranaense merece crédito
pela coragem de confrontar o
presidente Lula neste momento em que quase ninguém o
faz. Desde que Lula se mudou
para o Palácio do Planalto, entidades que se diziam combativas, representantes da sociedade operária – como a CUT e
a UNE, por exemplo –, hoje estão ajoelhadas diante do governo Lula, um governo que traiu
criminosamente trabalhadores e
estudantes.
No meio sindical bancário,
o descaramento dos pelegos da
CUT chega a causar repugnân-
cia. Basta ver o vergonhoso papel de
"vaquinha de presépio" que os cutistas
não se cansam de
fazer na Contraf, na
Fetec e no Sindicato dos Bancários de
São Paulo, traindo os
trabalhadores, defendendo o governo e recebendo benesses por
isso. Dentre os pelegos da CUT,
esses traidores que se venderam e continuam se vendendo
para o governo e para os patrões, em troca de cargos, promoções e liberações, vale sempre relembrar alguns casos emblemáticos e vergonhosos,
como a promoção absurda e
fraudulenta do pelego cutista
Marcel Barros, dirigente da Contraf-CUT e "representante" fajuto dos bancários na comissão
de empresa.
Não se pode esquecer
também a liberação "mandrake"
do pelego da CUT e papagaiode-pirata Tadeu (Des) Aparecido Barbosa, que ganhou um
presentinho do patrão, para
continuar tentando disseminar
a política governista e traíra da
Contraf-CUT em Bauru e Região. São apenas dois dos milhares de vergonhosos casos de
favorecimentos do governo em
troca do servicinho sujo que os
pelegos da CUT sempre estão
dispostos a fazer.
BANQUEIRO SEM CRISE
Setor bancário é o mais lucrativo do país
Dias atrás, a consultoria
Economatica divulgou um estudo feito a partir dos resultados semestrais de 303 empresas brasileiras de capital aberto. O levantamento mostrou
que o setor bancário acumulou o maior lucro do período.
Sozinhas, 21 instituições financeiras ficaram com 23,5% do
lucro total das grandes empresas avaliadas. Nenhuma novida-
de para o país que, principalmente sob o governo Lula, se
transformou no paraíso dos
banqueiros.
É importante destacar que
esses excelentes resultados
foram obtidos mesmo com o
brutal aumento das provisões.
Os controladores dos bancos
usam a crise como desculpa
para ampliar as reservas, mas a
verdade é que a crise não afe-
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tou o setor no Brasil. Continuaram ganhando montanhas de
dinheiro, como sempre. O problema é que os bancários, pelas regras atuais da PLR, têm
sido prejudicados com o artifício usado para "maquiar" os lucros.
É hora de lutar
A Campanha Salarial 2009
já começou e o Sindicato dos
Bancários de Bauru e Região/Conlutas está exigindo
reajuste de 30% para todos os
trabalhadores bancários (reposição da inflação mais as perdas salariais impostas pela Fenaban), além da necessária
mudança no cálculo da PLR. Os
banqueiros têm amplas condições de atender essas reivindicações, que são nada mais que
justas. Só não vê - e não exige
- quem não quer. Lamenta-se
a pautinha rebaixada entregue
pela Contraf-CUT, onde os pelegos cometem verdadeiros crimes contra a luta dos trabalha-
dores bancários, ao tentarem,
por exemplo, enterrar a reposição das perdas salariais, com
seu índice vergonhoso de apenas 10%. Agora, nas assembleias dos maiores sindicatos, situados nas capitais, caberá aos
bancários e às oposições, de
todo o país, virar a mesa, deflagrar a greve e retirar os pelegos da CUT e sua pautinha
rebaixada do caminho dos trabalhadores, nessa campanha
salarial. Exigimos 30% já!
Confira na tabela abaixo o lucro líquido e o quanto os maiores bancos brasileiros
reservaram no primeiro semestre como "garantia" contra maus pagadores (entre
parênteses, a variação na comparação com o mesmo período do ano passado).
BANCO
LUCRO LÍQUIDO
PROVISÃO
4 bilhões
6,5 bilhões (+ 94%)
4,6 bilhões
7,2 bilhões (+ 58%)
Bradesco
4 bilhões
7,3 bilhões (+ 109,2%)
Santander / Real
1,6 bilhão
4,9 bilhões (+ 57,9%)
Caixa Econômica Federal
1,2 bilhão
1,5 bilhão (+ 79,3%)
Banco do Brasil
Itaú Unibanco
3
NA TRINCHEIRA
ENROLAÇÃO SEM FIM
JURÍDICO A SERVIÇO DA LUTA
BB pede mais 60 dias
para plano de saúde da
Nossa Caixa
Bancário ganha R$ 220 mil em
ação por horas extras
Há cerca de dois meses,
o Banco do Brasil se comprometeu a apresentar uma proposta de plano de saúde para
os funcionários da Nossa Caixa. Passado todo esse tempo, representantes do banco
voltaram a se reunir com a
pelegada do Sindicato de São
Paulo/CUT e – surpresa! –pediram outros dois meses para
terminar de fazer o que já era
para ter sido feito.
O descaso da direção governista do BB com a saúde
dos funcionários está ficando insuportável. A Cassi,
hoje, não é nem sombra do
que já foi.
Para o Sindicato dos
Bancários de Bauru e Região/Conlutas, o BB deve
manter o Economus para o
funcionalismo da Nossa Caixa. Se não, que se garanta,
no mínimo, um plano de saúde do mesmo nível.
Não dá para aceitar que
toda esta discussão fique
para depois da campanha salarial, como pretendem a direção petista do BB e os pelegos da CUT.
No já longínquo ano de
1998, o Sindicato dos Bancários de Bauru e Região
abriu um processo na Justiça
pleiteando o pagamento das
horas extras que o antigo Banespa devia a um ex-funcionário.
Na ação, o trabalhador
alegou que, em dias considerados normais, sua jornada
era extrapolada em duas horas e 30 minutos; nos dias de
pico, tinha de ficar quatro horas e 15 minutos (de dezembro de 1992 a dezembro de
1995) e três horas e 30 minutos (de dezembro de 1995 a
junho de 1997) a mais na
agência.
Onze anos se passaram
até que, no último mês de junho, o juiz Marcelo Schmidt Simões, da Vara do Trabalho de
Itapeva, colocou um ponto final no processo, condenando
o Banespa – hoje, Santander
– a pagar R$ 321 mil para o
ex-funcionário. Descontados
os impostos, o valor líquido sacado pelo trabalhador ficou na
casa dos R$ 222 mil.
O depósito reúne, além
das horas extras devidas, o pagamento das diferenças das
férias e dos 13os salários compreendidos no período – bem
como do FGTS incidente sobre essas verbas, acrescido de
40% – e os reflexos nas ver-
bas rescisórias integrantes do
programa de desligamento
voluntário.
Exploração sem fim
A extrapolação de jornada é um problema extremamente comum nos bancos brasileiros. Em busca de lucros
cada vez mais altos, eles cortam empregos e acabam por
sobrecarregar os funcionários
que restam. Estes, por sua
vez, são obrigados a ficar
muito mais tempo na agência
ao invés de descansar. É por
isso que essa vitória, apesar
de individual, merece ser comemorada por todos os bancários.
CASO NEBULOSO
BATIDA NA SENZALA
Cassada a liminar que
suspendia o resultado
da assembleia do
Banesprev
Santander é multado outra
vez por desvio de função
Aposentados e funcionários da ativa precisam ficar
atentos às propostas de mudanças no fundo de pensão
Tudo está muito nebuloso em relação aos rumos do
Banesprev. No último dia 21,
o Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região cassou a
liminar que suspendia o resultado da Assembleia Geral
Extraordinária do Banesprev,
que deliberou sobre reforma
estatutária. A anulação da liminar foi feita a pedido do
Banesprev. Além disso, o
conjunto de mudanças estatutárias não foi debatido no
Grupo Técnico, conforme
prevê o Termo de Compromisso do Banesprev.
A referida assembleia
aprovou, depois de várias
propostas repletas de armações, levar a plebiscito uma
reforma estatutária no Banesprev que, numa primeira
análise, poderá trazer prejuízos ao funcionalismo.
O Sindicato dos Bancários de Bauru e Região/
Conlutas está estudando as
implicações destas mudanças, mas orienta os bancários do Banespa a não assinarem nenhuma procuração
para representá-los em assuntos do Banesprev sem antes consultar um diretor sindical.
Carrascos espanhóis não aprenderam a respeitar trabalhadores e clientes
O carrasco espanhol Satãder foi multado novamente
na semana passada em mais
uma fiscalização solicitada
pelo Sindicato dos Bancários de Bauru e Região/
Conlutas junto à DRT (Delegacia Regional do Trabalho), já que no posto de venda da Associação dos Advogados de Bauru havia um coordenador trabalhando no
caixa. E o pior de tudo é que
esse coordenador está efetivado na função, ou seja, vai
trabalhar no caixa todos os
dias do mês, segundo a regional de Bauru.
Mais uma vez essa senzala espanhola no Brasil desrespeita as leis trabalhistas,
pois isso configura-se como
desvio e acúmulo de função.
Os coordenadores que
são obrigados pelo banco a
trabalhar como caixa reali-
zam dupla jornada, pois atendem o público o dia todo, e
depois têm de realizar o seu
serviço que ficou parado, extrapolando a jornada diária.
Devido a esse acúmulo de
serviço existe o risco de perder dinheiro, pois alguns comissionados nem caixa são.
E isso em alguns lugares já
aconteceu. Gostaríamos de
saber quem paga a diferença
de caixa numa situação dessas? Com a palavra a superintendente regional Eliandra
e o diretor de rede Manfrin.
Os clientes também são
prejudicados pela falta de
funcionários e muitos deles
encerram as suas contas e
aplicações devido ao estado
de penúria que se encontram
as agências do Santander
com a falta de funcionários.
Isso mostra a total incompetência da diretoria desse ban-
co, pois desde o começo deste ano mais de novecentos
bancários foram demitidos,
entre eles dezenas de caixas.
Fiscalização
O Sindicato dos Bancários de Bauru/Conlutas
diante deste quadro nefasto
em que se encontra o Santander está solicitando fiscalização diariamente à DRT
para todas as agências e postos de serviço, em especial
esse que foi multado por último, de forma a coibir mais
esse ataque do carrasco espanhol.
Por último, valer lembrar
à diretoria do banco que mesmo a multa sendo por desvio
e não por acúmulo de função,
não significa que o banco não
perderá ao recorrer na Justiça.
4
NA TRINCHEIRA
Santander é o campeão do Futsal 2009
Depois de vencer a forte equipe da CEF/Gilie, por 7 x 4, numa disputada e empolgante final, os bancários do Santander puderam levantar a
taça e comemorar mais um merecido título. Parabéns aos campeões!
Destaques
Confira a classificação final:
Campeão: Santander
Vice-campeão: CEF Gilie
3º) Bradesco Rodrigues
4º) Bradesco Agência
A artilharia ficou com Carlos Eduardo (Bradesco Rod.): 27 gols.
O goleiro menos vazado foi Paulo Tonon (Banco do Brasil): 16 gols.
Luciano do Santander foi eleito o melhor goleiro do campeonato.
CEF/GILIE: VICE-CAMPEÃO
João Colombo
recebe o troféu de
vice-campeão
SANT
ANDER: CAMPEÃO
SANTANDER:
Celinho ergue a
taça de campeão
pelo Santander
BRADESCO AGÊNCIA: 4º LUGAR
BRADESCO RODRIGUES: 3º LUGAR
Fábio recebe o
troféu pelo terceiro
lugar
NA TRINCHEIRA
Jornal do Sindicato dos Bancários e Financiários de Bauru
e Região. Jornalista Responsável: Isabel Carvalho (MTb 22.188). Redação: Isabel Carvalho e Diego Teixeira (MTb 41.429). Periodicidade: Semanal. Sede: R. Marcondes Salgado, 444, Centro - CEP 17010-040 - Bauru/SP. Fone: (14) 3222-7270. Fax: (14) 3222-7853. Subsede
Santa Cruz do Rio Pardo: R. Marechal Bittencourt, 414, Ed. San Rafael, Sala 103. Fone: (14)
3372-5600. Site: www.seebbauru.com.br ou www.seebbauru.org.br E-mail:
[email protected]
Paulo Tonon (BB):
goleiro menos
vazado
O Sindicato dos
Bancários de
Bauru e Região/
Conlutas
parabeniza a
todos os
par
ticipantes e
participantes
a torcida, que
prestigiou os
jogos.
Luciano (Santander):
melhor goleiro
Carlos Eduardo
(Bradesco Rod.):
o
ar
tilheir
artilheir
tilheiro
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