MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO Engenharia de Computação Projeto Pedagógico de Curso de Graduação 2014 a 2019 Campus Universitário Várzea Grande 2014 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia de Computação Comissão de elaboração Prof. Dr. Jésus Franco Bueno (SIAPE 01171523-5) Coordenador de Ensino de Graduação Prof. Me. Raoni Florentino da Silva Teixeira (SIAPE 02135099) Professor do Instituto de Engenharia Prof. Me. Rodrigo Lopes Costa (SIAPE 2135037) Professor do Instituto de Engenharia Prof. Dr. Thiago Miranda Tunes (SIAPE 1010337) Professor do Instituto de Engenharia SUMÁRIO INTRODUÇÃO ............................................................................................................ 1 HISTÓRICO DO CURSO ............................................................................................ 1 JUSTIFICATIVAS PARA A REELABORAÇÃO DO PPC .......................................... 3 I - ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ....................................................... 6 1.1. Contexto educacional, profissional, laboral. ............................................. 6 1.2. Concepção do curso .................................................................................... 8 1.2.1. O curso e as políticas institucionais da UFMT .................................................. 8 1.2.2. Regime acadêmico ......................................................................................... 10 1.2.3. Número de vagas e entrada ........................................................................... 11 1.2.4. Turno de funcionamento ................................................................................. 11 1.2.5. Formas de ingresso no curso ......................................................................... 12 1.2.6. Períodos mínimo e máximo de integralização do curso .................................. 13 1.2.7. Dimensão das turmas ..................................................................................... 13 1.2.8. Objetivos do curso .......................................................................................... 14 1.2.9. Habilidades desejadas para o egresso ........................................................... 16 1.2.10. Competências desejadas para o egresso ....................................................... 16 1.2.11. Perfil do egresso............................................................................................. 18 1.2.12. Matriz curricular .............................................................................................. 21 1.2.13. Fluxo curricular sugerido ................................................................................ 27 1.2.14. Metodologia de ensino e aprendizagem ......................................................... 33 1.2.15. Ementário ....................................................................................................... 36 1.3. Operacionalização do curso ..................................................................... 36 1.3.1. Formas de nivelamento para o ingressante .................................................... 36 1.3.2. Concepção teórico-metodológica do trabalho acadêmico ............................... 37 1.3.3. Estágio Curricular Supervisionado .................................................................. 39 1.3.4. Práticas como atividades acadêmicas ............................................................ 40 1.3.5. Atividades Complementares ........................................................................... 40 1.3.6. Detalhamento das Atividades Complementares ............................................. 41 1.3.7. Requerimento, aprovação e registro ............................................................... 42 1.3.8. Relação com a pós-graduação ....................................................................... 44 1.3.9. Iniciação à pesquisa científica e programas de extensão ............................... 44 I 1.3.10. Trabalho de Conclusão de Curso - TCC ......................................................... 44 1.3.11. Avaliação do ensino e da aprendizagem ........................................................ 45 1.3.12. As TICs no processo de ensino-aprendizagem............................................... 46 1.3.13. Apoio ao discente ........................................................................................... 47 1.3.14. Atividades de tutoria ....................................................................................... 48 1.3.15. Material didático instrucional ........................................................................... 49 1.3.16. Interação docentes-tutores-estudantes ........................................................... 50 II - CORPO DOCENTE, ADMINISTRATIVO E TUTORIAL .................................. 51 2.1. Corpo docente ............................................................................................ 51 2.1.1. Quadro descritivo ........................................................................................... 51 2.1.2. Plano de qualificação docente ........................................................................ 54 2.2. Corpo Técnico-administrativo .................................................................. 55 2.2.1. Quadro descritivo ........................................................................................... 55 2.2.2. Plano de capacitação ..................................................................................... 57 2.3. III - Corpo tutorial ............................................................................................. 57 INFRAESTRUTURA ....................................................................................... 58 3.1. Salas de aula e de apoio ............................................................................ 58 3.1.1. Salas de trabalho para professor em tempo integral ....................................... 58 3.1.2. Sala de coordenação de curso e serviços acadêmicos ................................... 58 3.1.3. Sala de professores ........................................................................................ 58 3.1.4. Salas de aula .................................................................................................. 58 3.1.5. Sala do centro acadêmico .............................................................................. 58 3.1.6. Outras salas ................................................................................................... 59 3.1.7. Ambientes de convivência .............................................................................. 59 3.2. Biblioteca .................................................................................................... 60 3.2.1. Biblioteca Central ........................................................................................... 60 3.2.2. Biblioteca setorial ........................................................................................... 60 3.3. Laboratórios ............................................................................................... 60 3.3.1. Laboratório Didáticos de Ensino de Graduação .............................................. 60 3.3.2. Plataforma de suporte ao AVA ....................................................................... 66 3.4. Infraestrutura existente e demandada...................................................... 66 3.4.1. Infraestrutura física existente e recursos humanos existentes ........................ 66 3.4.2. Demanda de recursos humanos ..................................................................... 67 3.4.3. Demanda de infraestrutura física .................................................................... 67 3.4.4. Demanda de equipamentos ............................................................................ 67 II 3.5. IV - Material didático ......................................................................................... 68 GESTÃO DO CURSO ..................................................................................... 69 4.1. Órgãos colegiados e comitê de ética ....................................................... 69 4.1.1. Núcleo Docente Estruturante .......................................................................... 69 4.1.2. Colegiado do Curso ........................................................................................ 70 4.1.3. Núcleo de apoio pedagógico e experiência docente ....................................... 73 4.1.4. Comitê de ética............................................................................................... 74 4.2. Coordenação e avaliação do curso .......................................................... 74 4.2.1. A coordenação do curso ................................................................................. 74 4.2.2. Avaliação interna e externa do curso .............................................................. 77 4.2.3. Acompanhamento e avaliação do PPC........................................................... 82 4.3. Ordenamentos diversos ............................................................................ 83 4.3.1. Reunião de docentes ...................................................................................... 83 4.3.2. Assembleia da comunidade acadêmica .......................................................... 83 4.3.3. Apoio aos órgãos estudantis........................................................................... 84 4.3.4. Mobilidade estudantil, nacional e internacional ............................................... 84 4.3.5. Eventos acadêmico-científicos relevantes para o curso .................................. 85 V- DISPOSIÇÕES GERAIS ................................................................................. 86 5.1. Equivalência entre fluxo curricular a ser desativado e o proposto ....... 86 5.2. Termos de compromisso direção de unidades acadêmicas envolvidas com o curso .......................................................................................................... 92 5.3. Parcerias e convênios necessários ao desenvolvimento do curso ...... 92 5.4. Outras disposições .................................................................................... 92 APÊNDICE A – EMENTAS DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS .......................... 95 APÊNDICE B – EMENTAS DAS DISCIPLINAS OPTATIVAS ............................... 185 APÊNDICE C – REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ................................................................................................................................ 220 APÊNDICE D – REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO .................. 237 APÊNDICE E – EQUIVALÊNCIA PARA AVALIAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES – AC .................................................................................... 249 APÊNDICE F – REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DIDÁTICOS ............... 252 III APÊNDICE G – CADASTRO INFORMATIVO DE EGRESSOS ............................. 262 APÊNDICE H – AVALIAÇÃO DE DOCENTES ...................................................... 263 APÊNDICE I – ATRIBUIÇÕES DO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO ............. 269 APÊNDICE J – PROTOCOLO DE SEGURANÇA DE AULA DE CAMPO ........... 272 1. ORIENTAÇÕES GERAIS .................................................................................... 273 2. RESPONSABILIDADES DA INSTITUIÇÃO ....................................................... 273 3. RESPONSABILIDADES DO DOCENTE PROPONENTE DA ATIVIDADE DE CAMPO ................................................................................................................... 274 4. RESPONSABILIDADES DO DISCENTE PARTICIPANTE DA ATIVIDADE DE CAMPO ................................................................................................................... 275 5. REQUISITOS PARA A PARTICIPAÇÃO DO DISCENTE NA ATIVIDADE DE CAMPO ................................................................................................................... 276 6. CASOS OMISSOS .............................................................................................. 276 ANEXO I - TERMO DE RESPONSABILIDADE E CIÊNCIA DE RISCO DO PARTICIPANTE ...................................................................................................... 277 ANEXO A – MINUTA DE RESOLUÇÃO ................................................................ 279 IV Bacharelado em Engenharia de Computação INTRODUÇÃO HISTÓRICO DO CURSO O projeto do curso de graduação de Bacharelado em Engenharia de Computação, do Instituto de Engenharia do Campus Universitário de Várzea Grande da Universidade Federal de Mato Grosso (CUVG-UFMT), começou a ser concebido em novembro de 2012. À época a Administração Superior da UFMT, em especial a Reitoria e a PROEG, apresentaram em seminário a proposta de criação de 5 (cinco) novos cursos para as futuras instalações físicas do campus, cujo projeto havia sido aprovado para a execução. Com a presença do Pró-reitor de Ensino de Graduação da UFABC foi apresentado um novo formato de estrutura de componentes curriculares para o projeto dos novos cursos. Os cursos seriam criados em conformidade com o Parecer CNE/CES 1.362 de 12/12/2001 que iniciou a formalização das Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Engenharia e a Resolução CNE/CES N o 11 de 11 de março de 2002 que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia. Para a consecução de todo o processo desde a definição dos cursos até a aprovação dos projetos pedagógicos dos cursos no Pleno do Consepe, diferentes atores participaram nas diversas atividades que podem ser elencadas por etapas. Na etapa de definição dos cursos a serem implantados, estabelecimento das linhas gerais do projeto pedagógico dos cursos de graduação (PPC) e acompanhamento das atividades, a PROEG instituiu a Comissão de Acompanhamento com os membros e atribuições definidos na Portaria 035/PROEG de 13 de março de 2013. Na etapa seguinte, a Portaria No 033/PROEG de 13 de março de 2013, criou a Comissão de Elaboração das propostas dos PPC Graduação em Engenharia de Computação. Desta comissão saiu o coordenador de Ensino de Graduação do novo curso a ser implantado. A Portaria No 827/PROAD, de 21 de março de 2013 designou o Coordenador de Ensino de Graduação em Engenharia de Computação ficando a cargo do mesmo a elaboração do PPC, a partir da definição do núcleo básico pela 1 Bacharelado em Engenharia de Computação Comissão de Acompanhamento, e entrega para análise e parecer do técnico de assuntos educacionais da PROEG. A criação do curso de graduação de Bacharelado em Engenharia de Computação, do Campus Universitário de Várzea Grande foi aprovada no mérito pela Resolução Consepe No 19, de 25 de fevereiro de 2013, a Resolução Consepe No 132, de 29 de outubro de 2013, fixou, ad referendum, a oferta em 60 vagas, a Resolução Consepe No 138, de 04 de novembro de 2013, aprovar, ad referendum, o Projeto Pedagógico do curso de graduação de Bacharelado em Engenharia de Computação, a Resolução Consepe No 145, de 02 de dezembro de 2013, homologou a Resolução Consepe No 132, de 29 de outubro de 2013 e por fim a Resolução Consepe N o 151, de 02 de dezembro de 2013, homologou a Resolução Consepe N o 138, de 04 de novembro de 2013 que aprovou ad referendum o Projeto Pedagógico de Curso de Graduação em Engenharia de Computação, Bacharelado, presencial, do Instituto de Engenharia do Campus Universitário de Várzea Grande, da Universidade Federal de Mato Grosso; com carga horária de 3.600 (três mil e seiscentas) horas; com 60 (sessenta) vagas anuais, sendo 30 (trinta) para o primeiro semestre e 30 (trinta) para o segundo semestre, em turno de funcionamento integral (matutino e vespertino); regime acadêmico crédito semestral; integralização curricular mínima em 10 semestres e máxima em 15 semestres. Considerando o E-MAIL CIRCULAR No 017 de 19/05/2014, encaminhado pela Pró-Reitora de Ensino de Graduação/PROEG/UFMT aos Coordenadores dos cursos de Ensino de Graduação, a Coordenação de Ensino de Graduação do Bacharelado em Engenharia de Computação já havia detectado que alguns componentes curriculares na proposta inicial do núcleo básico não se compatibilizavam com os componentes ofertados, nos cursos de graduação, melhores avaliados na área, e que outros componentes necessários à formação profissional deveriam estar presentes nos núcleos profissionalizantes e específicos. Desta forma, Comissão de Acompanhamento formalizou a proposta de adesão de reformulação do PPC sugerido pela PROEG, por motivos específicos de cada curso. O acerto na decisão de reformulação do PPC do curso de Graduação do Bacharelado em Engenharia de Computação foi ratificado com a publicação recente da Portaria Inep No 245, de 02 de junho de 2014, na qual a Comissão Assessora de 2 Bacharelado em Engenharia de Computação Área de Engenharia de Computação definiu os conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares que servirão de base para a prova do ENADE 2014 que avaliará o desempenho dos estudantes destes cursos, embora as turmas ingressantes estejam dispensadas de realizarem este exame, no momento. O desempenho dos estudantes no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) constitui-se um dos indicadores de qualidade do curso, pois é parte integrante do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). A reformulação do Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia de Computação é de grande relevância para a UFMT, posto que, a avaliação da qualidade da instituição, no ensino de graduação do Bacharelado em Engenharia de Computação, ocorrerá com a avaliação do desempenho dos estudantes no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), uma vez que, os ingressantes, desde a primeira turma do curso se encontram cadastrados no Inep. JUSTIFICATIVAS PARA A REELABORAÇÃO DO PPC A Lei No 10.861, de 14 de abril de 2004, instituiu o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES, que tem como uma de suas finalidades a melhoria da qualidade da educação superior ao promover a avaliação de instituições, de cursos e de desempenho dos estudantes. A Portaria Normativa No 8, de 14 de março de 2014, publicada em 17 de março de 2014, consolidou a disposições sobre os indicadores de qualidade e o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes – ENADE, como parte integrante do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES). Esta portaria determinou que no ano de 2014, seja aplicada a avaliação de desempenho dos estudantes dos cursos que conferem diploma de bacharel em Engenharia de Computação. A prova do ENADE 2014 será composta por componentes curriculares de Formação Geral, do Núcleo de Conteúdos Básicos e do Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes. 3 Bacharelado em Engenharia de Computação A Portaria Inep No 245, de 02 de junho de 2014, publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014, apresenta as definições estabelecidas pela Comissão Assessora de Área de Engenharia de Computação para a elaboração da prova do ENADE. O ENADE tem por objetivo avaliar o desempenho dos estudantes destes cursos em relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares, às habilidades e competências para a atualização permanente e aos conhecimentos sobre a realidade brasileira e mundial, bem como sobre outras áreas do conhecimento, conforme Art. 1o desta Portaria. A Comissão Assessora definiu que a prova do ENADE, com duração total de 4 (quatro) horas, terá a avaliação do componente de Formação Geral comum aos cursos de todas as áreas e dos componentes específicos da área de Engenharia de Computação. Os componentes curriculares de Formação Geral definidos pela Comissão Assessora de Área de Formação Geral estabelecidos na Portaria Inep N o 255, de 02 de junho de 2014, publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014 versarão sobre seguintes temas: I - cultura e arte; II - avanços tecnológicos; III ciência, tecnologia e sociedade; IV - democracia, ética e cidadania; V - ecologia; VI globalização e política internacional; VII - políticas públicas: educação, habitação, saneamento, saúde, transporte, segurança, defesa e desenvolvimento sustentável; VIII - relações de trabalho; IX - responsabilidade social: setor público, privado e terceiro setor; X - sociodiversidade e multiculturalismo: violência, tolerância/intolerância, inclusão/exclusão e relações de gênero; XI - tecnologias de informação e comunicação; XII - vida urbana e rural. Os componentes específicos serão compostos por Núcleo de Conteúdos Básicos e Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes. O Núcleo de Conteúdos Básicos terá como referencial a Resolução CNE/CES No 11, de 11 de março de 2002, e a Portaria Inep No 255 de 2014 da área de Engenharia Geral. Os componentes específicos da área de Computação terão como objetivo avaliar o desempenho dos estudantes dos cursos que conferem diploma de bacharel Engenharia de Computação. 4 Bacharelado em Engenharia de Computação O Núcleo de Conteúdos Básicos terá como referencial os seguintes conteúdos: I- Administração e Economia; II- Ciências do Ambiente; III- Ciência e Tecnologia dos Materiais; IV- Eletricidade Aplicada; V- Expressão Gráfica; VIFenômenos de Transporte; VII- Física; VIII- Informática; IX- Matemática e Estatística; X- Mecânica dos Sólidos; XI- Metodologia Científica e Tecnológica; XII- Química. O Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes tomará como referencial os seguintes conteúdos: - Linguagens formais, autômatos, compiladores e computabilidade; II- Algoritmos e estruturas de dados; III - Fundamentos de programação e linguagens de programação; IV - Engenharia de software, interação humano-computador e banco de dados; V - Inteligência artificial e computacional; VI Computação gráfica e processamento de imagem; VII - Ética, computador e sociedade; VIII - Sistemas operacionais e arquitetura de computadores; IX - Lógica, matemática discreta, probabilidade e estatística; X - Teoria dos grafos, pesquisa operacional e otimização; XI - Sistemas digitais e sistemas embarcados; XII - Circuitos elétricos e eletrônicos; XIII - Análise e processamento de sinais; XIV - Automação industrial e controle de processos; XV - Redes de computadores, sistemas distribuídos e telecomunicações. Pelo exposto, as alterações no Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Engenharia de Computação visam inserir na grade curricular do curso os componentes curriculares de formação dos estudantes para o bom desempenho na prova do ENADE que constitui-se um dos indicadores de qualidade do ensino de graduação na instituição. Além disto, as alterações propostas possibilitam a compatibilidade total da grade curricular do curso com as referidas Portarias da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação e as mais recentes Portarias do Inep. 5 Bacharelado em Engenharia de Computação I- 1.1. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA Contexto educacional, profissional, laboral. O Brasil precisa de aproximadamente 6 milhões de profissionais altamente qualificados que possam atender a demanda da economia brasileira, atualmente e nos próximos anos, segundo a Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) do governo federal. Muitos desses deverão ser estrangeiros, uma vez que não temos atualmente a capacidade de qualificar pessoas, na quantidade e tempo demandados. O problema não é recente, como bem se pode depreender do Plano Nacional de Educação, em elaboração, cuja meta 12 propõe “a elevação da taxa bruta de matrícula na educação superior para cinquenta por cento e a taxa líquida para trinta e três por cento da população de dezoito a vinte e quatro anos”. A realização da meta exigirá esforço gigantesco nos próximos dez anos, pois a taxa líquida de matrícula situa-se ao redor de 14% da população em idade universitária. Para se dimensionar a lacuna existente entre os países em desenvolvimento, Brasil, Rússia, Índia e China (conhecidos por BRICs), percebe-se que enquanto o Brasil forma em torno de 40 mil engenheiros, número bem aquém da média de 600 mil formados pelos demais países do grupo. Segundo a Empresa Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), o país tem hoje seis engenheiros para cada mil pessoas economicamente ativas — nos EUA e no Japão, por exemplo, a proporção é de 25 engenheiros por mil trabalhadores, o que ocasiona o déficit atual de 150 mil profissionais projetado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Estima-se que, pelos investimentos que estão previstos para os próximos cinco anos, o Brasil precisaria de cerca de 300 mil profissionais de engenharia. Pela escassez existente, os que estão trabalhando na área aparecem entre os profissionais mais bem pagos do mercado e mesmo assim, apenas 10% dos universitários brasileiros cursam carreiras ligadas às engenharias. Por outro lado, dados da Confederação Nacional da Indústria revelam que a falta de trabalhadores qualificados ganhou significativa importância no último trimestre de 2012, sendo apontada por 31,8% das empresas pesquisadas como fator limitante 6 Bacharelado em Engenharia de Computação de desenvolvimento, alcançando a terceira posição no ranking dos principais problemas enfrentados pelo setor. O Estado de Mato Grosso caracteriza-se por ser grande exportador de produtos primários como soja, milho e algodão, dentre outros. O Estado é uma das regiões de maior produtividade agrícola do Brasil. Contudo, há necessidade de industrialização para se agregar valor aos produtos, uma vez que o processo de industrialização mato-grossense é muito recente, com acentuado crescimento a partir de 2000. Em 2011, apenas 20% da economia do Estado era formada pela indústria, o que representava pouco mais de 130 mil postos de trabalho. Ou seja, para aumentar o nível de competitividade há necessidade de desenvolvimento tecnológico em mecanização, automação, sistemas de informação, telecomunicações, logística, dentre outras. Este contexto, que não é privilégio apenas de Mato Grosso, a informatização exerce uma importante colaboração nos resultados da indústria, pois melhoram a eficiência dos processos produtivos, diminuindo custos decorrentes de erros e defeitos, aumentam a produtividade e protegem o trabalhador de atividades de risco à sua saúde. Com a evolução dos sistemas computacionais, outros setores da economia também, são beneficiados pela computação, como os de distribuição e agricultura. O Estado do Mato Grosso, em especial a região da Grande Cuiabá, que compreende o município de Várzea Grande, possuí apenas um curso de Engenharia de Computação, oferecido pelo Instituto Federal de Educação de Mato Grosso, cujo no último vestibular, obteve uma das maiores entre os cursos oferecidos. Na região conurbada de Várzea Grande e Cuiabá, segundo o Censo 2010, é residência de pouco mais de 800 mil pessoas, das quais pouco menos de 1/3 em Várzea Grande. As duas cidades, as maiores do Estado em número de habitantes, funcionam como centro gravitacional para toda a população estadual em diversos campos, entre os quais o da educação, especialmente a educação superior. De fato, há expressiva demanda não atendida por educação superior pública, tal como o exemplifica o processo seletivo/2013 da UFMT que contou com 32.321 candidatos com para 5.123 vagas. Em si, este possível desperdício de talentos já justificaria a 7 Bacharelado em Engenharia de Computação ampliação das vagas públicas e a conjugação desta realidade com o contexto de desenvolvimento industrial, carente de mão de obra, fortalece a opção pela ampliação com cursos na área de engenharia, dentre os quais a Engenharia de Computação. 1.2. Concepção do curso O curso graduação de Bacharelado em Engenharia de Computação tem sua concepção fundada na Resolução CNE/CES No 11, de 11 de março de 2002, para a qual, a formação do profissional em Engenharia, contempla: Art. 3º O Curso de Graduação em Engenharia tem como perfil do formando egresso/profissional o engenheiro, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade. 1.2.1. O curso e as políticas institucionais da UFMT A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) ocupa estratégica posição geopolítica em relação às Américas e é o centro da América do Sul e Portal da Amazônia. Com uma população de aproximadamente 2,5 milhões de habitantes e 145 municípios, Mato Grosso é o terceiro estado brasileiro em dimensão territorial, com área de 901,4 mil km2, representando 10,55% do território nacional. A UFMT é uma das poucas universidades brasileiras que está situada em contexto geográfico que envolve três biomas distintos – Pantanal, Cerrado e Amazônia – e as mais importantes bacias hidrográficas do país: a do Paraguai, a do Amazonas e a do Araguaia-Tocantins. Outro aspecto da posição geográfica estratégica da UFMT é a sua importância na formação de professores para o ensino fundamental e médio e de profissionais de nível superior naqueles municípios mais distantes da capital, especialmente no 8 Bacharelado em Engenharia de Computação contexto da região do Araguaia e do norte do Estado. Portanto, nestas regiões mais distantes, com precária infraestrutura de acesso, a UFMT é um canal decisivo, senão o único, de formação universitária para expressiva parcela da população, especialmente aquela localizada em regiões distantes a mais de 500 km da capital. A diversidade de ecossistemas e o seu posicionamento geográfico abrem um leque de oportunidades de investimentos na agricultura, indústria metal-mecânica, pecuária, agroindústria, turismo e infraestrutura. A despeito do crescimento econômico e competitividade agrícola, a região central do país defronta-se ainda com a necessidade premente de aumento da escolaridade média de sua população, de melhoria e consolidação da infraestrutura de transportes e saneamento, de redução das desigualdades sociais e regionais e de preservação ambiental, sob pena de comprometer a auto sustentabilidade econômico-social pretendida pela sociedade local. Uma das preocupações fundamentais da Universidade Federal de Mato Grosso tem sido a de atender a demanda gerada pelo desenvolvimento do Estado onde está inserida. Sua ação, ao longo dos trinta anos de existência, caracteriza-se pela adoção de iniciativas destinadas a contribuir para a busca de soluções dos problemas que dificultam o avanço sócio socioeconômico-cultural do Estado de Mato Grosso. A missão da Universidade Federal de Mato Grosso, por meio do ensino, da pesquisa e da extensão, tem por objetivos essenciais: (a) ministrar educação geral de nível superior, contribuindo para a formação de cidadãos conscientes e comprometidos com a busca democrática de soluções justas para os problemas nacionais e regionais; (b) preparar profissionais com competência científica, social, política e técnica, habilitados ao eficiente desempenho de suas funções. Formar cidadãos é, antes de tudo, o principal objetivo da instituição e o Curso de Engenharia de Computação seguirá esta orientação geral. A segunda grande missão da Universidade e também do Curso diz respeito à preparação profissional. Neste âmbito são elencados os seguintes objetivos específicos do Curso de Engenharia de Computação: Possibilitar ao discente a formação nas habilitações e atribuições 9 Bacharelado em Engenharia de Computação formais próprias da profissão enumeradas pelas resoluções que regem a profissão, do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA); Propiciar conhecimentos técnicos e científicos que, associados às habilidades e competências várias, possam auxiliar na resolução de problemas do campo de atuação, trazendo conforto e bem-estar para as populações atendidas; Desenvolver habilidades relacionadas à otimização, à simulação, à modelagem estimulando a capacidade de criação, contrária à mera aceitação das tecnologias existentes; Estimular o senso crítico, a criatividade, o trabalho multidisciplinar, iniciativa e liderança, dentre outros, ao longo do curso, preparando para uma vida profissional na qual não somente o conhecimento técnico seja importante, mas também os aspectos sociais e políticos envolvidos; Propiciar a visão do aprender a aprender, evidenciando ao estudante que a vida profissional consiste num processo de educação continuada. Neste aspecto, o curso busca propiciar condições para uma formação que permita a continuidade dos estudos em nível de pós-graduação lato e stricto sensu, no Brasil ou no exterior. Neste contexto, o curso de Engenharia de Computação visa formar profissionais que venha a contribuir com o desenvolvimento social e econômico da região, buscando a construção de uma sociedade igualitária. Produzir e disseminar conhecimento através do exercício indissociável entre ensino, pesquisa e extensão de modo a promover o desenvolvimento tecnológico e a preservação da vida de acordo com as políticas institucionais da Universidade Federal do Mato Grosso. 1.2.2. Regime acadêmico A Resolução Consepe No 151, de 02 de dezembro de 2013 definiu o regime acadêmico crédito semestral como se lê na integra em seu Art. 1o: Artigo 1o. Homologar a Resolução Consepe No 138, de 04 de novembro de 10 Bacharelado em Engenharia de Computação 2013, que aprovou, ad referendum, o Projeto Pedagógico de Curso de Graduação em Engenharia de Computação, Bacharelado, presencial, do Instituto de Engenharia do Campus Universitário de Várzea Grande, da Universidade Federal de Mato Grosso; com carga horária de 3.600 (três mil e seiscentas) horas; com 60 (sessenta) vagas anuais, sendo 30 (trinta) para o primeiro semestre e 30 (trinta) para o segundo semestre, em turno de funcionamento integral (matutino e vespertino); regime acadêmico crédito semestral; integralização curricular mínima em 10 semestres e máxima em 15 semestres. (grifo nosso) 1.2.3. Número de vagas e entrada A Resolução Consepe No 151, de 02 de dezembro de 2013 definiu o número de vagas e entrada com 60 (sessenta) vagas anuais, sendo 30 (trinta) para o primeiro semestre e 30 (trinta) para o segundo semestre, como se lê na integra em seu Art. 1o: Artigo 1o. Homologar a Resolução Consepe No 138, de 04 de novembro de 2013, que aprovou, ad referendum, o Projeto Pedagógico de Curso de Graduação em Engenharia de Computação, Bacharelado, presencial, do Instituto de Engenharia do Campus Universitário de Várzea Grande, da Universidade Federal de Mato Grosso; com carga horária de 3.600 (três mil e seiscentas) horas; com 60 (sessenta) vagas anuais, sendo 30 (trinta) para o primeiro semestre e 30 (trinta) para o segundo semestre, em turno de funcionamento integral (matutino e vespertino); regime acadêmico crédito semestral; integralização curricular mínima em 10 semestres e máxima em 15 semestres. (grifo nosso). 1.2.4. Turno de funcionamento A Resolução Consepe No 151, de 02 de dezembro de 2013 definiu o turno de 11 Bacharelado em Engenharia de Computação funcionamento do curso como sendo em turno de funcionamento integral (matutino e vespertino), como se lê na integra em seu Art. 1o: Artigo 1o. Homologar a Resolução Consepe No 138, de 04 de novembro de 2013, que aprovou, ad referendum, o Projeto Pedagógico de Curso de Graduação em Engenharia de Computação, Bacharelado, presencial, do Instituto de Engenharia do Campus Universitário de Várzea Grande, da Universidade Federal de Mato Grosso; com carga horária de 3.600 (três mil e seiscentas) horas; com 60 (sessenta) vagas anuais, sendo 30 (trinta) para o primeiro semestre e 30 (trinta) para o segundo semestre, em turno de funcionamento integral (matutino e vespertino); regime acadêmico crédito semestral; integralização curricular mínima em 10 semestres e máxima em 15 semestres. (grifo nosso) 1.2.5. Formas de ingresso no curso As formas de ingresso no curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia de Computação são as mesmas as formas de acesso para os cursos de graduação do Instituto de Engenharia do Campus Universitário de Várzea Grande, da Universidade Federal de Mato Grosso, sem a exclusão de possíveis outras formas legais, enumera-se: Sistema de Seleção Unificada – SiSU; Processo seletivo específico; Transferência compulsória; Transferência facultativa; Matrícula de graduado; Matrícula em disciplinas isoladas; Mobilidade nacional e internacional; Convênio, Intercâmbio e Acordos culturais; 12 Bacharelado em Engenharia de Computação Cortesia, em decorrência de acordos diplomáticos no âmbito do Ministério das Relações Exteriores. O acesso ao curso mediante qualquer uma das formas mencionadas – ou outras legalmente constituídas – dar-se-á com estrito cumprimento da legislação em vigor, das normas que a regulamentam e dispositivos normativos da UFMT, de forma a assegurar a todos os candidatos, na forma da lei, igualdade de condições no âmbito da forma de acesso na qual se inscreveu e transparência na condução do processo e na efetivação da seleção dos candidatos. Convém ressaltar que a UFMT aderiu às políticas de ação afirmativa do governo federal para ingresso nos cursos ofertados pela instituição. 1.2.6. Períodos mínimo e máximo de integralização do curso A Resolução Consepe No 151, de 02 de dezembro de 2013 definiu os períodos de integralização curricular mínima em 10 semestres e máxima em 15 semestres, como se lê na integra em seu Art. 1o: Artigo 1o. Homologar a Resolução Consepe No 138, de 04 de novembro de 2013, que aprovou, ad referendum, o Projeto Pedagógico de Curso de Graduação em Engenharia de Computação, Bacharelado, presencial, do Instituto de Engenharia do Campus Universitário de Várzea Grande, da Universidade Federal de Mato Grosso; com carga horária de 3.600 (três mil e seiscentas) horas; com 60 (sessenta) vagas anuais, sendo 30 (trinta) para o primeiro semestre e 30 (trinta) para o segundo semestre, em turno de funcionamento integral (matutino e vespertino); regime acadêmico crédito semestral; integralização curricular mínima em 10 semestres e máxima em 15 semestres. (grifo nosso) 1.2.7. Dimensão das turmas A Resolução Consepe No 151, de 02 de dezembro de 2013 definiu a dimensão das turmas ingressantes com 60 (sessenta) vagas anuais, sendo 30 (trinta) para o 13 Bacharelado em Engenharia de Computação primeiro semestre e 30 (trinta) para o segundo semestre, como se lê na integra em seu Art. 1o: Artigo 1o. Homologar a Resolução Consepe No 138, de 04 de novembro de 2013, que aprovou, ad referendum, o Projeto Pedagógico de Curso de Graduação em Engenharia de Computação, Bacharelado, presencial, do Instituto de Engenharia do Campus Universitário de Várzea Grande, da Universidade Federal de Mato Grosso; com carga horária de 3.600 (três mil e seiscentas) horas; com 60 (sessenta) vagas anuais, sendo 30 (trinta) para o primeiro semestre e 30 (trinta) para o segundo semestre, em turno de funcionamento integral (matutino e vespertino); regime acadêmico crédito semestral; integralização curricular mínima em 10 semestres e máxima em 15 semestres. (grifo nosso) As turmas têm dimensão de 30 vagas, no entanto, poderá haver um redimensionamento das turmas conforme estejam os discentes cursando as disciplinas do núcleo básico, profissionalizante ou específico visando otimizar a relação professor/discente. Por exemplo, a disciplina de Algoritmos e Programação do núcleo básico será ofertada em 3 turmas de 50 discentes ingressantes para todos os cursos de engenharia do Instituto. Além disto, em função das práticas em laboratório as turmas podem ser novamente redimensionadas devido à limitação de espaço físico do laboratório ou devido à complexidade do conteúdo a ser ministrado de tal forma que exija a necessidade de acompanhamento pedagógico do discente pelo professor. 1.2.8. Objetivos do curso O curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia de Computação tem por objetivo precípuo a formação profissionalizante e especialista do Engenheiro de Computação, que além de sua formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, possa atuar em um dos setores mais dinâmicos da sociedade atual, onde a tecnologia e inovação exigem do profissional, capacitação continuada e versatilidade para trabalhar nos mais diversos segmentos da sociedade da informação, posto que a computação é hoje ferramenta essencial na indústria, serviços, academia, pesquisas, 14 Bacharelado em Engenharia de Computação e outros segmentos. Para desenvolver as habilidades e competências gerais descritas na Resolução CNE/CES No 11, de 11 de março de 2002, e elencadas a seguir o curso deve propiciar ao estudante a possibilidade de envolvimento em projetos de pesquisa e extensão devidamente cadastrados e aprovados pela UFMT segundo normas internas, integração com a sociedade para divulgação da profissão, inclusão de gêneros e ações afirmativas e integração com a pós-graduação. Entre as definições de Houaiss (Houaiss eletrônico - versão monousuário 3.0 de julho de 2009.) para competência, em uma forma mais ampla e que pode ser correlacionada com a prática pedagógica de formação profissional pode-se extrair que é a capacidade que um indivíduo possui de expressar um juízo de valor sobre algo a respeito de que é versado, ou a soma de conhecimentos ou de habilidades ou ainda, indivíduo de grande autoridade num ramo do saber ou do fazer; notabilidade. Portanto, da própria definição do termo competência nota-se sua ligação com conhecimento e habilidade. Para o termo habilidade, Houaiss apresenta uma das definições como, qualidade ou característica de quem é hábil. E este termo, por sua vez é definido como se referindo à pessoa que tem a mestria de uma ou várias artes ou um conhecimento profundo, teórico e prático de uma ou várias disciplinas. No exercício da profissão em computação, é esperado que o profissional expresse competência, habilidade e atitude, estando associada a execução de suas atividades segundo a ética profissional, a observância de boas práticas e normas técnicas para a obtenção de produtos de qualidade. Partindo da definição de Houaiss que competência é a soma de conhecimentos ou de habilidades, decorre que as práticas pedagógicas docentes devem ser preparadas para que o graduando possa adquira as habilidades necessárias em consonância com a apreensão dos conhecimentos para a execução de determinada tarefa com produtividade e qualidade. 15 Bacharelado em Engenharia de Computação 1.2.9. Habilidades desejadas para o egresso A Resolução CNE/CES No 11, de 11 de março de 2002, em seu Art. 4º define que a formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes habilidades gerais: Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenharia; Supervisionar a operação e a manutenção de sistemas; Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica; Atuar em equipes multidisciplinares; Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional. Considerando que a Portaria Inep nº 245, de 02 de junho de 2014, ao referirse à prova do Enade no componente específico da área de Engenharia de Computação, avaliará se o estudante desenvolveu, no processo de formação, as seguintes habilidades: Construir, testar, verificar e validar sistemas de computação, seguindo métodos, técnicas e procedimentos interdisciplinares; Gerenciar pessoas e infraestrutura de Sistemas de Computação; Perceber as necessidades de inovação e inserção internacional com atitudes criativas e empreendedoras. 1.2.10. Competências desejadas para o egresso A Resolução CNE/CES No 11, de 11 de março de 2002, em seu Art. 4º define que a formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades gerais: Projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados; Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos; 16 Bacharelado em Engenharia de Computação Identificar, formular e resolver problemas de engenharia; Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas; Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia; Avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas; Compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais; Avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental; Avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia. Considerando que a Portaria Inep nº 245, de 02 de junho de 2014, ao referirse à prova do Enade no componente específico da área de Engenharia de Computação, avaliará se o estudante desenvolveu, no processo de formação, as seguintes competências: Antever as implicações humanísticas, sociais, ambientais, éticas, profissionais, legais (inclusive relacionadas à propriedade intelectual) e políticas dos sistemas computacionais; Identificar demandas socioeconômicas e ambientais relevantes, planejar, especificar e projetar sistemas de computação, seguindo teorias, princípios, métodos e procedimentos interdisciplinares; Perceber as necessidades de atualização decorrentes da evolução tecnológica e social; Relacionar problemas do mundo real com suas soluções, considerando aspectos de computabilidade e de escalabilidade; Analisar, desenvolver, avaliar e aperfeiçoar software e hardware em arquiteturas de computadores; Analisar, desenvolver, avaliar e aperfeiçoar sistemas de automação e sistemas inteligentes; Analisar, desenvolver, avaliar e aperfeiçoar sistemas de informação computadorizados; 17 Bacharelado em Engenharia de Computação 1.2.11. Analisar, desenvolver, avaliar e aperfeiçoar circuitos eletroeletrônicos. Perfil do egresso A Resolução CNE/CES No 11, de 11 de março de 2002, refere-se que formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades gerais. Por outro lado, a Portaria Inep nº 245, de 02 de junho de 2014, ao se referir à prova do Enade no componente específico da área de Computação, terá por objetivo avaliar o desempenho dos estudantes dos cursos que conferem diploma de bacharel Engenharia de Computação. Assim, o perfil esperado para o egresso do curso de Engenharia de Computação, como profissional deverá: Possuir conhecimento das questões humanísticas, sociais, ambientais, éticas, profissionais, legais e políticas; Possuir compreensão do impacto da Engenharia de Computação e suas tecnologias no que concerne ao atendimento e à antecipação estratégica das necessidades da sociedade; Possuir atitude crítica, interdisciplinar e criativa na identificação e resolução de problemas; Possuir compreensão das necessidades de contínua atualização e aprimoramento de suas competências e habilidades; Possuir uma sólida formação em Computação, Matemática, Eletrônica, Automação e Telecomunicações. Conhecer a estrutura dos sistemas de computação e os processos envolvidos na sua análise e construção; Considerar os aspectos ambientais, econômicos, financeiros, de gestão e de qualidade, associados a novos produtos e organizações; Considerar fundamental a inovação, a criatividade, a atitude empreendedora e a inserção internacional; 18 Bacharelado em Engenharia de Computação Possuir conhecimentos interdisciplinares para a análise, desenvolvimento, testes e avaliação de sistemas integradores de tecnologias da informação e comunicação; Contribuir com seus conhecimentos para o desenvolvimento de soluções tecnológicas em computação aplicadas ao ambiente, biodiversidade e agronegócio, em função da importância do país no contexto globalizado. Em uma leitura ampla, os Engenheiros de Computação disponibilizam para a sociedade produtos de eletrônica de consumo, de comunicações e de automação (industrial, bancária, comercial e residencial). Eles desenvolvem também sistemas de computação (formados por hardware e software) embarcados em aviões, satélites e automóveis, para realizar funções de controle. Uma grande linha de sistemas tecnologicamente complexos, como sistemas de geração e distribuição de energia elétrica e plantas modernas de processamento e industrial, dependem de sistemas de computação desenvolvidos e projetados por Engenheiros de Computação. Com a integração de diferentes áreas do conhecimento humano pela interdisciplinaridade há uma forte tendência a uma convergência de diversas tecnologias bem estabelecidas envolvendo as Tecnologias de Informação e Comunicação (como tecnologias de televisão, computação, redes de computadores e telecomunicações, para citar alguns) resultando em acesso amplo e rápido a informações em grande escala, em cujo desenvolvimento os Engenheiros de Computação têm uma participação efetiva. Mais recentemente, é relevante destacar a importante participação da Engenharia de Computação em equipes multidisciplinares para atender a crescente demanda por promissoras ferramentas aplicadas a biomedicina e bioinformática, além de apoiar estudos e pesquisas ambientais e de biodiversidade. Os sistemas computacionais têm se tornado ferramenta essencial para todas as áreas do conhecimento humano. O profissional formado terá competência para criar e gerenciar o seu próprio negócio, bem como, desenvolver novas tecnologias e inovações, tornando-se um empreendedor capaz de gerar oportunidades de emprego e melhoria de qualidade de vida para a população, por meio da sua sólida formação crítica e criativa, capaz de considerar sempre os aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, 19 Bacharelado em Engenharia de Computação com visão ética e humanística. 20 Bacharelado em Engenharia de Computação 1.2.12. Matriz curricular A Tabela 1 apresenta a matriz curricular do curso de Engenharia de Computação elaborada de acordo com a Resolução CNE/CES No 11/2002, a Portaria Inep No 245, de 02 de junho de 2014, que elencou os conteúdos definidos pela Comissão Assessora BÁSICO NÚCLEO de Área de Engenharia de Computação, e a Portaria Inep No 255 de 2014 que contempla a área de Engenharia Geral. Natureza U.A.O. (Optativa, Obrigatória) Instituto de Engenharia IEng T P TOTAL T P TOTAL Cálculo I Obrigatória IEng 64 0 64 4 0 4 Física I Obrigatória IEng 48 16 64 3 1 4 Algoritmos e Programação de Computadores Obrigatória IEng 32 32 64 2 2 4 Desenho Técnico e Expressão Gráfica Obrigatória IEng 32 32 64 2 2 4 Meio Ambiente, Sociedade, Ética e Responsabilidade Obrigatória IEng 64 0 64 4 0 4 Comunicação, Expressão e Redação Técnica Obrigatória IEng 32 0 32 2 0 2 Inovação e Tecnologia Obrigatória IEng 32 0 32 2 0 2 Cálculo II Obrigatória IEng 64 0 64 4 0 4 Cálculo I Física II Obrigatória IEng 48 16 64 3 1 4 Física I Química Geral Obrigatória IEng 32 32 64 2 2 4 Álgebra Linear e Geometria Obrigatória IEng 96 0 96 6 0 6 Componente Curricular Carga Horária Créditos Requisitos Pré-requisitos 21 Bacharelado em Engenharia de Computação Analítica Probabilidade e Estatística Obrigatória IEng 64 0 64 4 0 4 Oficina de Iniciação Científica Obrigatória IEng 32 0 32 2 0 2 Cálculo III Obrigatória IEng 64 0 64 4 0 4 Cálculo II Física III Obrigatória IEng 48 16 64 3 1 4 Física II Fundamentos de Engenharia Econômica Obrigatória IEng 32 0 32 2 0 2 Cálculo IV Obrigatória IEng 64 0 64 4 0 4 Cálculo III Fundamentos de Fenômenos de Transporte Obrigatória IEng 32 0 32 2 0 2 Física II Fundamentos da Física do Estado Sólido Obrigatória IEng 32 0 32 2 0 2 Física III Mecânica dos Sólidos Obrigatória IEng 32 0 32 2 0 2 Física I Administração para Engenheiros Obrigatória IEng 32 0 32 2 0 2 976 144 1.120 61 9 70 PROFISSIONALIZANTE SUBTOTAL Algoritmos e Programação de Computadores Estruturas de Dados Obrigatória IEng 64 32 96 4 2 6 Circuitos Elétricos Obrigatória IEng 32 32 64 2 2 4 Eletrônica Analógica e Digital Obrigatória IEng 32 32 64 2 2 4 Fundamentos Matemáticos para Computação Obrigatória IEng 64 0 64 4 0 4 Banco de Dados Obrigatória IEng 64 0 64 4 0 4 Estruturas de Dados Microcontroladores e Sistemas Digitais Obrigatória IEng 64 0 64 4 0 4 Eletrônica Analógica e Digital Programação Orientada a Objetos Obrigatória IEng 32 32 64 2 2 4 Estruturas de Dados Redes de Computadores Obrigatória IEng 64 0 64 4 0 4 Laboratório de Obrigatória IEng 0 32 32 0 2 2 Microcontroladores e Sistemas 22 Bacharelado em Engenharia de Computação Microcontroladores e Sistemas Digitais Digitais Laboratório de Banco de Dados Obrigatória IEng 0 32 32 0 2 2 Banco de Dados Projeto e Desenvolvimento de Software Obrigatória IEng 64 0 64 4 0 4 Banco de Dados Análise e Processamento de Sinais Obrigatória IEng 64 0 64 4 0 4 Cálculo III Sistemas Operacionais Obrigatória IEng 48 16 64 3 1 4 Estruturas de Dados Arquitetura de Computadores Obrigatória IEng 64 0 64 4 0 4 Eletrônica Analógica e Digital Laboratório de Redes de Computadores Obrigatória IEng 0 32 32 0 2 2 Estruturas de Dados, Redes de Computadores Laboratório de Projeto e Desenvolvimento de Software Obrigatória IEng 0 32 32 0 2 2 Projeto e Desenvolvimento de Software Laboratório de Arquitetura de Computadores Obrigatória IEng 0 32 32 0 2 2 Arquitetura de Computadores Teleinformática Obrigatória IEng 48 16 64 3 1 4 Eletrônica Analógica e Digital 704 320 1.024 44 20 64 ESPECÍFICO SUBTOTAL Projeto e Análise de Algoritmos Obrigatória IEng 64 0 64 4 0 4 Fundamentos Matemáticos para Computação, Estruturas de Dados Inteligência Artificial Obrigatória IEng 48 16 64 3 1 4 Estruturas de Dados Computação Gráfica Obrigatória IEng 32 32 64 2 2 4 Álgebra Linear e Geometria Analítica, Estruturas de Dados Teoria das Linguagens Formais e Autômatos Obrigatória IEng 64 0 64 4 0 4 Fundamentos Matemáticos para Computação Sistemas de Controle I Obrigatória IEng 64 32 96 4 2 6 Cálculo III Construção de Compiladores Obrigatória IEng 32 32 64 2 2 4 Teoria das Linguagens Formais e Autômatos Sistemas Embarcados Obrigatória IEng 32 32 64 2 2 4 Microcontroladores e Sistemas 23 Bacharelado em Engenharia de Computação Digitais Engenharia de Software I Obrigatória IEng 32 0 32 2 0 2 Automação Industrial I Obrigatória IEng 48 16 64 3 1 4 Circuitos Elétricos, Eletrônica Analógica e Digital Robótica I Obrigatória IEng 32 32 64 2 2 4 Inteligência Artificial Construção de Interfaces Homem-Máquina Obrigatória IEng 32 32 64 2 2 4 Algoritmos e Programação de Computadores Sistemas Distribuídos Obrigatória IEng 32 32 64 2 2 4 Redes de Computadores, Sistemas Operacionais Robótica II Obrigatória IEng 32 32 64 2 2 4 Pesquisa Operacional e Otimização Obrigatória IEng 48 16 64 3 1 4 Trabalho de Conclusão de Curso Obrigatória IEng 32 32 64 2 2 4 Estágio Supervisionado Obrigatória IEng 0 160 160 0 10 10 624 496 1.120 39 31 70 SUBTOTAL Atividades Complementares 64 Disciplinas Optativas 272 CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO Estruturas de Dados 3.600 ENADE* ENADE: em conformidade com a legislação. 24 Bacharelado em Engenharia de Computação Natureza Rol das disciplinas optativas Componente Curricular U.A.O. (Optativa, Obrigatória) Carga Horária T P Créditos TOTAL T P Requisitos TOTAL Pré-requisito Aprendizado de máquina Optativa IEng 32 32 64 2 2 4 Álgebra Linear e Geometria Analítica, Estruturas de Dados Avaliação de Desempenho de Sistemas Optativa IEng 32 32 64 2 2 4 Probabilidade e Estatística Ciência de Dados Optativa IEng 32 32 64 2 2 4 Probabilidade e Banco de Dados Confiabilidade de Sistemas Optativa IEng 48 16 64 3 1 4 Probabilidade e Estatística Controle Inteligente Optativa IEng 32 32 64 2 2 4 Sistemas de Controle I Engenharia de Segurança Optativa IEng 64 0 64 4 0 4 Engenharia de Software II Optativa IEng 48 0 48 3 0 3 Engenharia de Software I Integração de Sistemas Corporativos Optativa IEng 32 32 64 2 2 4 Projeto e Desenvolvimento de Software Laboratório de Automação Industrial I Optativa IEng 0 32 32 0 2 2 Libras Optativa IEng 16 16 32 1 1 2 Sistemas de Controle II Optativa IEng 48 16 64 3 1 4 Normas Técnicas Optativa IEng 48 0 48 3 0 3 Paradigmas de Programação Optativa IEng 0 48 48 0 3 3 Estruturas de Dados Álgebra Linear e Geometria Analítica, Cálculo III, Algoritmos e Programação de Computadores Processamento Digital de Imagem Optativa IEng 32 32 64 2 2 4 Redes Industriais Optativa IEng 32 32 64 2 2 4 Segurança em Redes de Computadores Optativa IEng 16 32 48 1 2 3 Estatística, Sistemas de Controle I Laboratório de Redes de 25 Bacharelado em Engenharia de Computação Computadores Seminários de Internacionalização Optativa IEng 32 0 32 2 0 2 Técnicas de Computação Paralela Optativa IEng 32 32 64 2 2 4 Tópicos Avançados em Engenharia de Computação I Optativa IEng 32 32 64 2 2 4 Tópicos Avançados em Engenharia de Computação II Optativa IEng 32 32 64 2 2 4 Visão Computacional Optativa IEng 32 32 64 2 2 4 Estruturas de Dados, Sistemas Operacionais Inteligência Artificial Legenda: T – Teórica; P- Prática; U.A.O. – Unidade Acadêmica Ofertante 26 Bacharelado em Engenharia de Computação 1.2.13. Fluxo curricular sugerido O conjunto de disciplinas do curso de graduação de Bacharelado em Engenharia de Computação está aderente à Resolução CNE/CES N o 11, de 11 de março de 2002 em seu Art. 5o que estabelece que o projeto pedagógico do curso deve demonstrar claramente como o conjunto das atividades previstas garantirá o perfil desejado de seu egresso e o desenvolvimento das competências e habilidades esperadas. A Resolução ressalta que Ênfase deve ser dada à necessidade de se reduzir o tempo em sala de aula, favorecendo o trabalho individual e em grupo dos estudantes. Deverão existir os trabalhos de síntese e integração dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso, sendo que, pelo menos, um deles deverá se constituir em atividade obrigatória como requisito para a graduação, neste caso o Trabalho de Final de Curso. Ainda, serão estimuladas atividades complementares, tais como trabalhos de iniciação científica, projetos multidisciplinares, visitas teóricas, trabalhos em equipe, desenvolvimento de protótipos, monitorias, participação em empresas juniores e outras atividades empreendedoras. Em seu Art 6o a Resolução destaca que todo o curso de Engenharia, independentemente de sua modalidade, um núcleo de conteúdos básicos, com cerca de 30% da carga horária mínima, um núcleo de conteúdos profissionalizantes, cerca de 15% de carga horária mínima, um núcleo de conteúdos específicos se constitui em extensões e aprofundamentos dos conteúdos do núcleo de conteúdos profissionalizantes, bem como de outros conteúdos destinados a caracterizar modalidades. Estes conteúdos, consubstanciando o restante da carga horária total, serão propostos exclusivamente pela IES. A formação do engenheiro incluirá, como etapa integrante da graduação, estágios curriculares obrigatórios sob supervisão direta da instituição de ensino, através de relatórios técnicos e acompanhamento individualizado durante o período de realização da atividade. A carga horária mínima do estágio curricular deverá atingir 160 (cento e sessenta) horas. 27 Bacharelado em Engenharia de Computação Fluxo Curricular Natureza Período 1° Componente Curricular U.A.O Requisitos Pré-requisito (Optativa, Obrigatória) Créditos T P Total T P Total Cálculo I Obrigatória IEng 64 0 64 4 0 4 Física I Obrigatória IEng 48 16 64 3 1 4 Algoritmos e Programação de Computadores Obrigatória IEng 32 32 64 2 2 4 Desenho Técnico e Expressão Gráfica Obrigatória IEng 32 32 64 2 2 4 Meio Ambiente, Sociedade, Ética e Responsabilidade Obrigatória IEng 64 0 64 4 0 4 Comunicação, Expressão e Redação Técnica Obrigatória IEng 32 0 32 2 0 2 Inovação e Tecnologia Obrigatória IEng 32 0 32 2 0 2 304 80 384 19 5 24 SUBTOTAL 2° Carga Horária Cálculo II Obrigatória IEng Cálculo I 64 0 64 4 0 4 Física II Obrigatória IEng Física I 48 16 64 3 1 4 Química Geral Obrigatória IEng 32 32 64 2 2 4 Álgebra Linear e Geometria Analítica Obrigatória IEng 96 0 96 6 0 6 Probabilidade e Estatística Obrigatória IEng 64 0 64 4 0 4 Oficina de Iniciação Cientifica Obrigatória IEng 32 0 32 2 0 2 336 48 384 21 3 24 64 0 64 4 0 4 SUBTOTAL Cálculo III Obrigatória IEng Cálculo II 28 Bacharelado em Engenharia de Computação Física III Obrigatória IEng Física II 48 16 64 3 1 4 Estruturas de Dados Obrigatória IEng Algoritmos e Programação de Computadores 64 32 96 4 2 6 Circuitos Elétricos Obrigatória IEng 32 32 64 2 2 4 Eletrônica Analógica e Digital Obrigatória IEng 32 32 64 2 2 4 Fundamentos de Engenharia Econômica Obrigatória IEng 32 0 32 2 0 2 272 112 384 17 7 24 64 0 64 4 0 4 64 0 64 4 0 4 3º SUBTOTAL 4º Cálculo IV Obrigatória IEng Cálculo III Fundamentos Matemáticos para Computação Obrigatória IEng Banco de Dados Obrigatória IEng Estruturas de Dados 64 0 64 4 0 4 Microcontroladores e Sistemas Digitais Obrigatória IEng Eletrônica Analógica e Digital 64 0 64 4 0 4 Programação Orientada a Objetos Obrigatória IEng Estruturas de Dados 32 32 64 2 2 4 Fundamentos de Fenômenos de Transporte Obrigatória IEng Física II 32 0 32 2 0 2 Fundamentos da Física do Estado Sólido Obrigatória IEng Física III 32 0 32 2 0 2 352 32 384 22 2 24 64 0 64 4 0 4 48 16 64 3 1 4 SUBTOTAL 5º Projeto e Análise de Algoritmos Obrigatória IEng Estruturas de Dados, Fudamentos Matemáticos para Computação Inteligência Artificial Obrigatória IEng Estruturas de 29 Bacharelado em Engenharia de Computação Dados Computação Gráfica Obrigatória IEng Redes de Computadores Obrigatória IEng Laboratório de Microcontroladores e Sistemas Digitais Obrigatória IEng Laboratório de Banco de Dados Obrigatória Mecânica dos Sólidos Optativa I Álgebra Linear e Geometria Analítica, Estruturas de Dados 2 2 4 64 0 64 4 0 4 Microcontroladores e Sistemas Digitais 0 32 32 0 2 2 IEng Banco de Dados 0 32 32 0 2 2 Obrigatória IEng Física I 32 0 32 2 0 2 Optativa IEng 16 16 32 1 1 2 256 128 384 16 8 24 Projeto e Desenvolvimento de Software Obrigatória IEng Banco de Dados 64 0 64 4 0 4 Teoria das Linguagens Formais e Autômatos Obrigatória IEng Fundamentos Matemáticos para Computação 64 0 64 4 0 4 Análise e Processamento de Sinais Obrigatória IEng Cálculo III 64 0 64 4 0 4 Sistemas Operacionais Obrigatória IEng Estruturas de Dados 48 16 3 1 4 Arquitetura de Computadores Obrigatória IEng Eletrônica Analógica e Digital 64 0 4 0 4 Laboratório de Redes de Computadores Obrigatória IEng Redes de Computadores, Estrutura de Dados 0 32 0 2 2 Administração para Engenheiros SUBTOTAL 32 64 SUBTOTAL 6º 32 Obrigatória IEng 64 64 32 32 0 32 2 0 2 336 48 384 21 3 24 30 Bacharelado em Engenharia de Computação Sistemas de Controle I 7º Obrigatória IEng Cálculo III 64 32 96 4 2 6 32 32 64 2 2 4 32 32 64 2 2 4 32 0 32 2 0 2 Construção de Compiladores Obrigatória IEng Teoria das Linguagens Formais e Autômatos Sistemas Embarcados Obrigatória IEng Microcontroladores e Sistemas Digitais Engenharia de Software I Obrigatória IEng Laboratório de Projeto e Desenvolvimento de Software Obrigatória IEng Projeto e Desenvolvimento de Software 0 32 32 0 2 2 Laboratório de Arquitetura de Computadores Obrigatória IEng Arquitetura de Computadores 0 32 32 0 2 2 Optativa IEng 32 32 64 2 2 4 192 192 384 12 12 24 Optativa II SUBTOTAL 8º Automação Industrial I Obrigatória IEng Circuitos Elétricos, Eletrônica Analógica e Digital 48 16 64 3 1 4 Robótica I Obrigatória IEng Inteligência Artificial 32 32 64 2 2 4 Construção de Interfaces HomemMáquina Obrigatória IEng Algoritmos e Programação de Computadores 32 32 64 2 2 4 Obrigatória IEng Redes de Computadores, Sistemas Operacionais 32 32 64 2 2 4 Optativa IEng 32 32 64 2 2 4 Sistemas Distribuídos Optativa III 31 Bacharelado em Engenharia de Computação SUBTOTAL 9º 320 11 9 20 48 16 64 3 1 4 32 32 64 2 2 4 48 16 64 3 1 4 Teleinformática Obrigatória IEng Robótica II Obrigatória IEng Pesquisa Operacional e Otimização Obrigatória IEng Optativa IV Optativa IEng 32 32 64 2 2 4 Optativa V Optativa IEng 48 0 48 3 0 3 208 96 304 13 6 19 SUBTOTAL 10º Eletrônica Analógica e Digital 176 144 Estruturas de Dados Trabalho de Conclusão de Curso Obrigatória IEng 32 32 64 2 2 4 Estágio Supervisionado Obrigatória IEng 0 160 160 0 10 10 32 192 224 2 12 14 SUBTOTAL Atividades Acadêmicas Complementares Obrigatória IEng 64 4 ENADE* CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO 3.600 Legenda: T – Teórica; P- Prática; U.A.O – Unidade Acadêmica Ofertante. ENADE: em conformidade com a legislação. 225 32 Bacharelado em Engenharia de Computação 1.2.14. Metodologia de ensino e aprendizagem Parte-se da concepção de que o ensino é eficaz se é ministrado com qualidade e, portanto, organizado em função dos discentes aos quais é dirigido de forma a assegurar que o tempo concedido para o trabalho em sala de aula seja efetivamente dedicado à aprendizagem. Para tal, os professores precisam ter capacidade para orientar a organização do tempo do discente, por meio do planejamento de atividades que orientem os momentos de estudo. Acredita-se na necessidade do discente assumir uma postura de apropriação e compreensão do conteúdo em estudo, o que exige do professor o planejamento das preleções semanais e também de atividades de fixação, reforço e revisão de conteúdo para serem desenvolvidos de forma individualizada, ou em grupos, pelos discentes após cada encontro didático em sala de aula. Neste contexto dá-se ênfase em quatro aspectos da formação. Neste formato de curso, professores de diferentes áreas de conhecimento estão presentes em sala para o mesmo conteúdo. O curso, também, inclui estratégias que levam os discentes a experimentar práticas de produção cooperativa, com a formação de grupos de trabalho interdisciplinar, através de estudos em grupo e pelos laboratórios de prática, a serem oferecidas durante o curso, nos laboratórios, que será criado especificamente para receber os discentes e os docentes, em encontros bimestrais presenciais. A organização do currículo do curso prevê três momentos distintos, porém, complementares: Discentes trabalhando em atividades de ensino junto com o professor: neste momento é o professor quem direciona o processo ou as relações de mediação entre o conteúdo e o discente, no qual o professor, dentre outras coisas, orienta o desenvolvimento de atividades de estudo; Discentes trabalhando sozinhos ou em grupos, em atividades supervisionadas de aprendizagem, ou seja, em contato direto com o objeto de conhecimento: neste momento é o próprio discente quem conduz seu processo de aprender, por meio das relações de estudo e 33 Bacharelado em Engenharia de Computação a partir das orientações recebidas em sala de aula. Discentes trabalhando sozinhos ou em grupos, em atividades não supervisionadas de aprendizagem. Os docentes incentivarão os estudantes a estes momentos de aprendizagem autônoma, na qual a responsabilidade pela escolha dos conteúdos, metodologias e tempos de estudos são atribuições do estudante ou do seu grupo de estudos. Durante o planejamento e organização do curso, foram adotados os princípios da interdisciplinaridade, multidisciplinaridade e flexibilidade, os quais permitiram distinguir quatro conjuntos possíveis de atividades de ensino e de aprendizagem com vistas à formação profissional em nível de graduação: as de formação geral, as de formação básica, profissional/específica e as de formação complementar, conforme apresentado a seguir: FORMAÇÃO GERAL - Refere-se a desenvolver competências que atendam à multidimensionalidade da educação superior. FORMAÇÃO BÁSICA - Refere-se a desenvolver competências que capacitam o entendimento dos instrumentos e conceitos fundamentais a um determinado campo de atuação profissional, partilhadas por áreas de conhecimento. FORMAÇÃO PROFISSIONAL/ESPECÍFICA - Refere-se a desenvolver competências que definem e caracterizam um campo de atuação profissional específico. FORMAÇÃO COMPLEMENTAR - Refere-se a estimular competências que por livre escolha do estudante, podem ter ou não relação direta com o campo de atuação profissional específico. Portanto, optou-se por uma organização curricular globalizada, onde a integração se procede pelo próprio desenho curricular. Esta direção integrativa do conhecimento é decorrente de uma visão diferenciada através da interpenetração, a espontaneidade, auto-organização e criatividade, objetivando evitar, dessa forma, uma estrutura fragmentada do conhecimento, seu ensino e aprendizagem. Portanto, adotaram-se princípios de trans/interdisciplinaridade e flexibilidade articulando os conteúdos curriculares a partir de projetos, pesquisa, extensão, resolução de 34 Bacharelado em Engenharia de Computação problemas, e outras atividades. Estas ações integrativas auxiliam o discente a construir um quadro teórico-prático global mais significativo e mais próximo dos desafios presentes na realidade profissional dinâmica e una, na qual atuará depois de concluída a graduação. A estrutura curricular privilegia a reflexão sistemática sobre a importância de cada tema estudado no contexto da educação básica, sua relação com a prática de sala de aula e a realidade local. Considerando-se as discussões teóricas anteriormente delineadas, propõe-se que os currículos dos cursos de engenharia, Campus Várzea Grande, sejam construídos a partir de três NÚCLEOS de ESTUDOS, interdependentes, alicerçados nos seguintes princípios: interdisciplinaridade, investigação, relação teoria-prática, construção, historicidade, diversidade, conforme Figura a seguir. Núcleos de estudos. Dessa forma, o currículo se centra no princípio de que o discente constrói o conhecimento utilizando-se de uma abordagem relacional do conteúdo de tal forma que lhe possibilite construir, no pensamento e pelo pensamento, buscando a construção contínua e processual de sua própria autonomia. Para auxiliar nesta construção de ações trans/interdisciplinares e de flexibilidade nos vários componentes curriculares do curso, alguns elementos foram considerados, tais como: os estudos e atividades do curso serão realizados por meio de estratégias fundamentadas na autoaprendizagem, em trabalhos colaborativos e na articulação de estudos teóricos com a prática profissional dos próprios estudantes. 35 Bacharelado em Engenharia de Computação 1.2.15. Ementário O ementário das Disciplinas Obrigatórios encontra-se no APÊNDICE A e o ementário das Disciplinas Optativas no APÊNDICE B. A separação das ementas permite maior sistematização na consulta ao texto e melhora a organização do PPC. É relevante observar que as referências bibliográficas foram atualizadas consultas as melhores editoras e distribuidoras de livros da área visando listar as referências mais recentes. 1.3. Operacionalização do curso 1.3.1. Formas de nivelamento para o ingressante É notório que grande parte dos discentes ingressantes nos cursos de engenharia apresentam dificuldades nas disciplinas de matemática, física e química o que resulta em um grande percentual de reprovação nos semestres iniciais. Para preencher esta lacuna de conhecimentos, a cada novo ingresso semestral de em todos os semestres será ofertado um curso de extensão intitulado “Introdução aos conceitos básicos de Engenharia”. Este curso será ofertado para que o discente possa revisar os principais conteúdos de química, matemática e física ensinados no ensino médio com uma visão mais rigorosa e técnica preparando o aluno para as disciplinas que serão estudadas durante o curso de Engenharia de Computação. Além, dos conteúdos básicos de química, física e matemática será inserido no curso de extensão conteúdos relacionados à tecnologia da informação, para que o discente possa estar inserido, desde o início, as ferramentas computacionais do curso de Engenharia de Computação. O “curso” como uma modalidade de extensão é caracterizado como um conjunto articulado de ações pedagógicas, de caráter teórico e/ou prático, presencial ou a distância, planejadas e organizadas de maneira sistemática, com carga horária definida e processo de avaliação formal. Inclui oficina, workshop, laboratório e treinamentos. Ressaltando a importância de um processo de avaliação para aferir a compreensão dos conhecimentos ministrados. 36 Bacharelado em Engenharia de Computação A monitoria deverá ser usada para auxiliar os discentes, principalmente nos 4 primeiros semestres do curso. Os professores das disciplinas que apresentarem maiores problemas deverão elaborar um projeto de monitoria, nas condições exigidas pela Pró-reitoria de Graduação, e apresentar esses projetos ao Colegiado de Curso no início do período letivo. Outro fator importante é conscientizar os ingressantes da importância das disciplinas básicas tais como: matemática, física, química, computação, desenho, ciências do ambiente etc. Por isso, o Colegiado de Curso deve promover palestras para os ingressantes com o objetivo de alcançar essa conscientização. Essas palestras também devem esclarecer os ingressantes das regras do Curso de Engenharia de Computação da UFMT. Esses esclarecimentos e conscientização trarão grandes benefícios para os discentes do curso. 1.3.2. Concepção teórico-metodológica do trabalho acadêmico A cada início de semestre, com amparo nas experiências prévias, o colegiado de curso procurará institucionalizar um programa de nivelamento de forma a que todo discente, com a urgência necessária, supere déficit em relação à aprendizagem esperada na conclusão da educação básica. O programa de nivelamento contemplará, especialmente, as áreas de matemática, física, química e comunicação e expressão. Quanto ao efetivo trabalho acadêmico, realizado por um mínimo de 100 dias letivos, a cada semestre, de forma a cumprir em cada disciplina a carga horária prevista, será realizado de forma presencial, admitida, com a aprovação semestral do Colegiado de Curso, a proposta para a oferta de disciplina, no todo ou em parte com suporte da plataforma do Ambiente Virtual de Aprendizagem – AVA - disponibilizada pela STICAE. Entre as formas de apoio ao trabalho presencial, o colegiado de curso incentivará todos os docentes a utilizarem a plataforma AVA como repositório de material didático organizado pelo próprio docente, quer com textos da própria autoria ou de terceiros. O ambiente virtual de aprendizagem poderá, evidentemente, além do material didático, conter roteiros de atividades de aprendizagem. O ambiente virtual 37 Bacharelado em Engenharia de Computação de aprendizagem será acessado pelo discente, de acordo com as disciplinas em que estiver matriculado. Na sua globalidade, será acessado por todos os docentes, como forma de interlocução pedagógica e como estratégia para fomentar a trans/interdisciplinaridade. A coordenação do curso promoverá, com a frequência apropriada, reuniões específicas de docentes do núcleo de formação profissionalizante/específica com os docentes do núcleo de formação básica com o intuito de promover a “interdisciplinaridade vertical”, compreendida, entre outras coisas, como vinculação explícita das disciplinas do núcleo básico com as disciplinas do núcleo profissionalizante/específico. A título de exemplo, uma das estratégias deste procedimento é a customização, nesse grupo de docentes, de exemplos e exercícios nas disciplinas básicas, aplicados ao campo de estudo das disciplinas profissionalizantes e específicas. Essa mesma intencionalidade norteará o encontro de docentes das disciplinas do núcleo de estudos de formação complementar com os docentes de disciplinas do núcleo de estudos de formação profissionalizante/específica. A pesquisa é uma fonte relevante de desafios intelectuais e, consequentemente uma eficaz estratégia de aprendizagem. Como decorrência, os docentes serão incentivados, pela coordenação e colegiado de curso, a incluir alunos em suas pesquisas, de forma a criar grupos de pesquisa e estudos. Das pesquisas e estudos poderão resultar comunicações – na forma de pôster, comunicação oral, etc. – a serem apresentados na Semana de Integração Acadêmica das Engenharias do campus universitário de Várzea Grande – SIA-EngVG, de periodicidade anual, planejada por Coordenadores e representantes discentes de todos os cursos de engenharia de Várzea Grande. Os colegiados de curso dos diferentes cursos de engenharia – possivelmente constituídos em fórum anual – buscarão criar um programa de extensão das engenharias, de forma a superar atividades isoladas de extensão e, ainda, conferir consistência pedagógica que beneficie os estudantes e a comunidade na extensão dos conhecimentos e a comunidade na extensão de serviços. Quanto ao estágio supervisionado e atividades complementares, por suas 38 Bacharelado em Engenharia de Computação especificidades, são temas dos tópicos seguintes. 1.3.3. Estágio Curricular Supervisionado O Estágio Supervisionado pode ser obrigatório e não obrigatório. De acordo com as normas da UFMT, o curso indicará um coordenador de estágio que poderá coordenar o estágio de um ou mais cursos. O Estágio Supervisionado não obrigatório é opcional e realizado por iniciativa do discente e aprovado pelo coordenador de estágio, mediante plano de estágio, que assegure, particularmente, o “(...) aprendizado de competências próprias da atividade profissional e a contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do educando para a vida cidadã e para o trabalho.” (Lei 11.788, art. 1º, § 2º). No que couber, o coordenador de estágio tomará os cuidados para que o estágio curricular não obrigatório atenda às determinações da Lei do Estágio e regulamentação da UFMT com relação à sua realização. O discente poderá solicitar a realização do estágio não obrigatório após a conclusão do sexto semestre e, mediante processo, devidamente protocolado, solicitar ao colegiado de curso, com aprovação do coordenador de estágio, o “aproveitamento” do estágio não obrigatório para que conste do seu histórico escolar (Lei 11.788, art. 2o, § 2o). O Estágio Supervisionado obrigatório é um componente curricular do 10º semestre, sendo uma atividade obrigatória no Curso de Graduação em Engenharia de Computação e deve atender também à Lei No 11.788, de 25 de setembro de 2008, que regulamenta o estágio de estudantes e as resoluções da UFMT. Não será aceito a realização do estágio supervisionado obrigatório antes do 8º semestre. Conforme § 1o do Art. 5o da Resolução 044/Consepe de 24 de maio de 2010, o estágio supervisionado obrigatório não será objeto de extraordinário aproveitamento nos estudos. A regulamentação do Estágio Supervisionado do curso de Graduação em Engenharia de Computação é apresentada no APÊNDICE D. 39 Bacharelado em Engenharia de Computação 1.3.4. Práticas como atividades acadêmicas As práticas estão inseridas nas disciplinas como atividades acadêmicas didático-pedagógicas de fixação e aperfeiçoamento dos conhecimentos ministrados em aula. As práticas podem ser ofertadas aos discentes como atividades de projetos de extensão ou de pesquisa visando propiciar ao discente a oportunidade de criar uma vivência social e acadêmica de trabalhos em equipes participando de forma colaborativa para a construção do conhecimento. Nos componentes curriculares do curso de Engenharia de Computação estão presentes as práticas de laboratório para a execução de atividades de implementação de projetos de hardware e software, em especial as Atividades Complementares são caracterizadas por compreenderam atividades de laboratório e de campo, que em computação se referem a visitas às empresas da área. 1.3.5. Atividades Complementares A integralização curricular da estrutura proposta prevê que sejam realizadas pelo estudante do Curso de Engenharia de Computação, um mínimo de 64 horas em atividades dessa natureza. São atividades que diferem do ensino clássico das aulas teóricas, de laboratório e de campo. Nestas, o discente não depende do professor, não fica à mercê de provas e sistemas de avaliação, próprios do ensino de engenharia convencional. Podem ser especificadas três classes ou categorias para as Atividades Complementares: (1) palestras e cursos adicionais; (2) participação em projetos de pesquisa e extensão; (3) produção científico-tecnológica (inclui monitoria). Os cursos adicionais são os cursos que interessam à formação do Engenheiro de Computação, não só quanto às especificidades da parte profissional, mas, sobretudo em assuntos de formação geral: tendências tecnológicas, novas tecnologias, aspectos sociais; economia; administração; empreendedorismo, negócios, custos e finanças; questões jurídicas e legislações; questões ambientais; aprimoramento da língua portuguesa e aprendizado de línguas estrangeiras; técnicas de pesquisa e metodologia científica; liderança, dentre outros. 40 Bacharelado em Engenharia de Computação A participação em projetos inclui a participação em programas de iniciação científica e tecnológico-industrial, em projetos comunitários ou de extensão universitária, ou outros projetos ou programas aprovados no regulamento específico das Atividades Complementares (item 5). A simples participação nos projetos é de valor, embora não garanta que o estudante tenha gerado produtos tais como: relatórios técnicos; artigos em periódicos científicos, congressos ou revistas da área; livros e manuais; pôsteres, maquetes ou vídeos apresentados em eventos; sistemas especialistas e programas de computador; técnicas e processos comprovados. Aqui estão incluídos também possíveis prêmios em concursos de engenharia, arquitetura ou outra área de interesse. O Currículo Lattes disponibilizado pelo CNPq fornece a relação completa dos tipos de produção bibliográfica, técnica e artístico-cultural. Aos discentes participantes de projetos de pesquisa e extensão é recomendado o preenchimento do Currículo Lattes. É bom salientar que as horas referentes às Atividades Complementares são como pontos a serem obtidos pelo discente. As horas absolutas desenvolvidas pelos discentes em cursos adicionais e em projetos, bem como a própria produção técnicocientífica, são convertidas em horas equivalentes (funcionando como fatores de redução, na maioria dos casos). Além disso, para cada tipo de atividade complementar prevista, o regulamento prevê um teto de horas. O objetivo evidente de tal limitação é que o discente cumpra a carga total de Atividades Complementares da forma mais variada possível e não somente com um ou dois tipos de atividades. O item 5 do regulamento próprio, além de apresentar o regulamento das Atividades Complementares, mostra os procedimentos práticos para requerimento, aprovação e registro destas atividades nos históricos escolares. Conforme § 1º do Art. 5º da Resolução 040/Consepe de 24 de maio de 2010, as atividades complementares não serão objeto de extraordinário aproveitamento nos estudos. 1.3.6. Detalhamento das Atividades Complementares O caráter das Atividades Complementares é o de flexibilização do currículo do Curso de Graduação em Engenharia de Computação da UFMT, de forma a expandir 41 Bacharelado em Engenharia de Computação sua formação para além da área de concentração do curso. Ao longo dos cinco anos do curso, o discente deverá comprovar 64 horas para estas atividades complementares, equivalente a 1,8% da carga horária total de integralização curricular. O desejável é que o estudante procure diversificar as Atividades Complementares de forma a enriquecer sua formação. Assim, foram definidos critérios para os equivalentes horários e os limites para cada tipo de atividade e as quantidades de horas absolutas são convertidas em quantidades de horas equivalentes. Individualmente, qualquer das atividades fica limitada a, no máximo, 1/3 (um terço) da carga horária total das AC. Ou seja, cada atividade isoladamente será limitada ao máximo de 40 horas. As horas de Estágio Supervisionado e de Trabalho de Conclusão de Curso não poderão contar como AC. Estágios curriculares não obrigatórios também não poderão ser computados, com exceção daqueles desenvolvidos com base em convênios firmados pela UFMT. Os casos não previstos na regulamentação das AC serão avaliados pelo Colegiado de Curso. O quadro de equivalência das AC encontrase no APÊNDICE E – Quadro de Equivalência para validação das AC. 1.3.7. Requerimento, aprovação e registro Uma vez a cada semestre cada discente deverá preencher o formulário específico requerendo ao Colegiado de Curso a validação e o registro de suas horas realizadas em Atividades Complementares. Este formulário deverá apresentar as horas reais e as horas equivalentes para cada atividade a ser validada. As horas de AC (equivalentes) deverão ser sempre arredondadas para baixo em números inteiros, ou seja, só valerão as horas completadas. Junto ao formulário deverão ser anexadas cópias dos documentos comprobatórios. A própria Secretaria do Curso poderá autenticar as cópias, devendo o discente levar os originais para este procedimento. O Colegiado de Curso poderá fixar um período de 30 dias para que os discentes protocolizem o requerimento. É interessante que este período não corresponda ao último mês do semestre letivo, de forma a não prejudicar o período de provas finais. O Colegiado poderá ainda optar em receber esses requerimentos ao longo de todo o ano, em fluxo contínuo. O Colegiado de Curso deverá regulamentar o 42 Bacharelado em Engenharia de Computação procedimento que julgar mais adequado. Sendo de dez semestres a duração do curso e considerando-se a plausibilidade de reservar o 10o semestre apenas para o Estágio Supervisionado obrigatório e para o Trabalho de Conclusão de Curso e ainda que o primeiro semestre é de adaptação à vida universitária, é de se imaginar de antemão que a carga a ser realizada seria de cerca de 8 h em cada um dos outros oito semestres, de forma linear como mostra a Tabela 1. Este seria o cenário ideal, mas, evidentemente, isto é teórico já que a oferta de oportunidades varia, bem como varia a forma de cada discente definir seu currículo. Os discentes poderão optar por integralizar as AC em outros ritmos, mas deverão ser alertados a cumprir quantidades mínimas. Sugere-se que cumpram, até o término do 7o semestre ao menos que 50% da carga total a AC e, idealmente, realizem a totalidade da carga horária até o final do 9 o semestre. Tabela 1 - Carga horária acumulada de Atividades Complementares. Integralização Situação ideal Referenciais para orientação ao discente Semestre 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 8 8 8 8 8 8 16 50% 100% O Colegiado de Curso deverá validar os pedidos antes de serem encaminhados para o Registro Escolar. Na validação, todos os documentos deverão ser conferidos, assim como o cálculo das horas equivalentes. Para envio ao Registro Escolar será suficiente o encaminhamento de um relatório simples com a relação dos discentes e as correspondentes horas de AC, sempre em acordo com as orientações da CAE/GRE. Todos os procedimentos de requerimento, validação e registro das horas de Atividades Complementares deverão ser regulamentados pelo Colegiado de Curso, buscando uma operacionalização simples, rápida e prática, e, ao mesmo tempo, segura. 43 Bacharelado em Engenharia de Computação 1.3.8. Relação com a pós-graduação A relação com a pós-graduação será enfatizada através da inserção dos estudantes de graduação em grupos de estudo da pós-graduação (inicialmente no campus de Cuiabá e, posteriormente, no próprio campus de Várzea Grande ou em ambos), de forma a adquirirem experiência com temas relativos à pesquisa e extensão através do programa de iniciação científica e também com o envolvimento dos estudantes de pós-graduação no programa de tutoria da graduação. 1.3.9. Iniciação à pesquisa científica e programas de extensão O programa de extensão universitária da UFMT tem ênfase na inclusão social, visando aprofundar ações políticas que venham fortalecer a institucionalização da extensão no âmbito das Instituições Federais de Ensino Superior tendo como objetivos dotar as Instituições Federais de melhores condições de gestão de suas atividades acadêmicas de extensão para os fins prioritários; apoiar no desenvolvimento de programas e projetos de extensão; potencializar e ampliar os patamares de qualidade das ações propostas; estimular o desenvolvimento social e o espírito crítico dos estudantes, bem como a atuação profissional pautada na cidadania e na função social da educação superior; contribuir para a melhoria da qualidade de educação brasileira. A disciplina Oficina de iniciação científica visa encorajar os estudantes do curso de Engenharia de Computação em projetos de extensão e pesquisa, razão pela qual a ementa do componente curricular propõe a realização da interface pesquisa e extensão e, simultaneamente, objetiva aproximar estudantes, já no segundo semestre, de desafios que as realidades natural e social propõem aos profissionais das engenharias. 1.3.10. Trabalho de Conclusão de Curso - TCC No APÊNDICE C do presente projeto pedagógico consta o regulamento do componente curricular: “Trabalho de Conclusão de Curso”. Tem-se a carga horária de 64 horas de aulas ministradas pelo Coordenador de Trabalho de Conclusão de Curso 44 Bacharelado em Engenharia de Computação no 10o semestre e a necessidade de um professor orientador para cada discente, onde se recomenda carga horária mínima de 10 horas de orientação por semestre, correspondendo para ambos, professores e discentes 2 h por semana. O objetivo do Trabalho de Conclusão de Curso é desenvolver no estudante as habilidades de investigação e desenvolvimento de um trabalho de caráter de iniciação científica. Além das habilidades de pesquisa, desenvolve a escrita e apresentação oral, complementando sua formação e propiciando subsídios importantes aos que desejam seguir seus estudos em nível de pós-graduação. O Trabalho de Conclusão de Curso é reconhecidamente de grande importância para o currículo do curso, devendo assim, ser permanentemente monitorado e avaliado pelo Colegiado de Curso. 1.3.11. Avaliação do ensino e da aprendizagem Avaliação Diagnóstica: busca demonstrar o estado atual de um fenômeno para possibilitar um “tratamento” futuro, vê o acadêmico enquanto produtor quer conhecer suas aptidões, interesses, capacidades e competências enquanto prérequisitos para trabalhos futuros. Tem como objetivo orientar, explorar, identificar, adaptar e predizer. A avaliação diagnóstica pode ser realizada através de tarefas de sondagens, pré-testes, questionários, observações, tanto em relação aos calouros – por iniciativa do colegiado e coordenação de curso –, quanto em relação aos discentes, em cada disciplina – por iniciativa do docente da disciplina. Avaliação Formativa: tem como meta comprovar se as atividades que estão sendo desenvolvidas estão de acordo com o planejado, documentando como estão ocorrendo, apontando sucessos e fracassos, identificando áreas problemáticas e fazendo recomendações. Vê o discente em processo de produção. A avaliação formativa pode ser realizada através de pareceres escritos ou orais do professor sobre seminários, artigos, etc. desenvolvidos pelos discentes. Ocorre, sobretudo, por iniciativa do docente da disciplina. Avaliação Somativa: não enfoca processos e sim resultados, vendo o discente enquanto produto final. Busca observar comportamentos globais, socialmente significativos, e determinar conhecimentos adquiridos. A avaliação 45 Bacharelado em Engenharia de Computação formativa pode ser realizada através de testes e provas ou outros instrumentos de avaliação. Ocorre por exigência institucional e é, usualmente, realizada pelo professor da disciplina, admitindo-se avaliações somativas externas, como o ENADE. A Resolução Consepe No 27, de 01 de março de 1999 regulamenta o processo de avaliação da aprendizagem na UFMT e estabelece que: Artigo 4º. Os resultados das avaliações realizadas durante o período letivo deverão ser sistematicamente registrados pelo professor, de forma a permitir o acompanhamento do desempenho do aluno, bem como a orientação de sua aprendizagem. Artigo 5º. Além das avaliações de que trata o Artigo 4º, poderá ser realizado uma prova final, após os cem dias letivos, prevista nos Planos de Ensino, cujo resultado deverá ser apresentado ao aluno pelo professor. 1.3.12. As TICs no processo de ensino-aprendizagem O Ambiente Virtual de Aprendizagem em apoio ao ensino presencial (plataforma Moodle) é um sistema formado por soluções integradas de gerenciamento de conteúdo e aprendizagem online, que proporcionam a interação entre discentes e tutores. Por meio desta, serão disponibilizados aos discentes: textos, vídeo aulas e questionários que deverão ser desenvolvidos no decorrer do semestre. Por meio dos questionários, os discentes acompanham e avaliam o seu progresso no processo de ensino-aprendizagem. O Moodle conta com as principais funcionalidades disponíveis nos Ambientes Virtuais de Aprendizagem. É composto por ferramentas de avaliação, comunicação, disponibilização de conteúdo, administração e organização. Por meio dessas funcionalidades é possível dispor de recursos que permitem a interação e a comunicação entre o alunado e a tutoria, publicação do material de estudo em diversos formatos de documentos, administração de acessos e geração de relatórios. No Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle, o discente tem acesso ao material pedagógico disponibilizado por disciplina, além dos recursos de interação que 46 Bacharelado em Engenharia de Computação permite o diálogo entre os discentes e o professor da disciplina através de mensagens. A estrutura de Tecnologia da Informação será composta por um laboratório de Informática, com acesso à Internet. 1.3.13. Apoio ao discente Conforme o Art. 26, parágrafo 1o, da Declaração Universal de Direitos Humanos, o acesso à Educação Superior deve ser baseado no mérito, capacidade, esforços, perseverança e determinação mostradas pelos que a buscam. A Educação Superior deve ser oferecida em qualquer idade e para quaisquer pessoas, com base nas competências adquiridas anteriormente. Uma vez que se contemple a importância, na missão da UFMT, da formação de cidadãos éticos e profissionais competentes para o contexto atual, é lógico que se passe a pensar em termos acesso e permanência dos egressos da educação básica na Instituição. A igualdade de acesso, pois, não admite qualquer discriminação em termos de raça, sexo, idioma, religião, ou de condições sociais e de deficiências físicas. Por outro lado, além do acesso é preciso pensar na permanência dos discentes. Para tanto entra em pauta o desenvolvimento de soluções educacionais que minimizem as variáveis que interferem nas condições de permanência. A democratização da permanência, a integração, a participação e o apoio devido aos discentes nos remetem aos seguintes objetivos: Identificar e minimizar as lacunas que os discentes trazem de sua formação anterior, promovendo mecanismos de nivelamento e oferecendo condições para aprendizagens significativas na Educação Superior; Identificar e minimizar os problemas de ordem psicológica ou psicopedagógico que interfiram na aprendizagem; Investir nas potencialidades e disponibilidades evidenciadas pelos discentes, através do estímulo à canalização desse diferencial em monitorias de ensino ou encaminhamento para as bolsas acadêmicas 47 Bacharelado em Engenharia de Computação da Pró-reitoria de Pesquisa e Extensão; Encontrar alternativas para os problemas de ordem financeira que impossibilitam, muitas vezes, a permanência nos cursos em que lograram obter acesso (Programa Bolsa Permanência); Oferecer um acolhimento especial aos discentes novos, ingressantes por processo seletivo ou por transferência viabilizando sua integração ao meio universitário; Incluir os discentes com necessidades educacionais especiais advindas de deficiências físicas, visuais e auditivas, através de ações específicas (Programa Pró-Inclusão); Enfatizar a representação estudantil (Diretório Central de Estudantes (DCE), Diretórios Acadêmicos (DAs), Discentes-Representantes de Turmas) como forma de participação dos discentes na gestão institucional e de manutenção de um bom clima de trabalho institucional, através da ação dos Fóruns de Representação Estudantil (FORES) dos Cursos (serão implementados na plataforma Moodle); Apoiar aos discentes concluintes de cursos de graduação na elaboração do seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e orientálos nos preparativos para a solenidade de colação de grau. 1.3.14. Atividades de tutoria O Programa de Tutoria na UFMT é relevante e necessário para assegurar um espaço para a experiência da aprendizagem orientada e sistematizada para discentes que apresentam problemas de aprendizagem em seus cursos de graduação. Em 2010, a Pró-reitoria de Ensino de Graduação (PROEG) criou o Programa de Tutoria de apoio didático para atender, inicialmente, ás áreas de Língua Portuguesa, Matemática, Química, Física e Biologia. A tutoria em Língua Portuguesa possibilitará um melhor desempenho na interpretação e produção de textos, podendo, assim, contribuir para a melhoria da aprendizagem das demais disciplinas cursadas. Como se vê, a tutoria discente, na qual os tutores são universitários, não deve 48 Bacharelado em Engenharia de Computação ser confundida com a tutoria acadêmica, a qual mantém, no entanto, estreita relação com a tutoria discente. 1.3.15. Material didático instrucional O material didático será concebido de acordo com os princípios epistemológicos, metodológicos e políticos explicitados no projeto pedagógico, de modo a facilitar a construção do conhecimento e mediar a interlocução entre estudante e professor, devendo passar, com o objetivo de identificar necessidades de ajustes, visando o seu aperfeiçoamento. Em consonância com o projeto pedagógico do curso, o material didático, deve desenvolver habilidades e competências específicas, recorrendo a um conjunto de mídias compatível com a proposta e com o contexto socioeconômico do público-alvo. Uma vez concebido e desenvolvido o material didático, com os conteúdos a serem ministrados, poderá ser disponibilizado no AVA, i.e. no ambiente da Plataforma Moodle e deve seguir as seguintes considerações: Orientar o estudante quanto às características do curso e quanto aos direitos, deveres e normas de estudo a serem adotadas durante o curso; Dar a conhecer as informações gerais sobre o curso (organização curricular, ementas, etc.); Informar, de maneira clara e precisa, que materiais serão colocados à disposição do estudante (livros-texto, cadernos de atividades, leituras complementares, roteiros, obras de referência, CD ROM, Web sites, vídeos, ou seja, um conjunto - impresso e/ou disponível na rede - que se articula com outras tecnologias de comunicação e informação para garantir flexibilidade e diversidade); Definir as formas de interação com professores, tutores e colegas; Apresentar o sistema de acompanhamento, avaliação e todas as demais orientações que darão segurança durante o processo 49 Bacharelado em Engenharia de Computação educacional. Ressaltar que todas as disciplinas podem e serão incentivadas, pelo colegiado de curso, a inserir material didático na plataforma Moodle, como recurso de apoio à aprendizagem, sem que isto se configure como utilização formal da Educação a Distância, mas como forma de ampliar o tempo de contato do aluno com as práticas pedagógicas de ensino. 1.3.16. Interação docentes-tutores-estudantes A ferramenta utilizada no Ambiente Virtual de Aprendizagem para proporcionar suporte ao professor como forma de disponibilizar conteúdos programáticos e materiais didáticos para acesso permanente pelo discente. Como a plataforma AVA não se caracteriza como ambiente de EaD, não haverá tutoria online. No entanto, o professor da disciplina, para a qual houver um monitor, poderá cadastrálo como participante e permitir que o mesmo possa dar suporte aos discentes na solução de exercícios. O professor poderá propor um Fórum de Discussão que possibilite a comunicação entre os pares, incentivando a aprendizagem colaborativa e a interação entre discentes. A troca de conhecimento e informações é feita através da ferramenta de e-mail, telefone e um fórum no Ambiente Virtual específico para troca de informação online. 50 Bacharelado em Engenharia de Computação II - 2.1. CORPO DOCENTE, ADMINISTRATIVO E TUTORIAL Corpo docente A Tabela 2, a seguir, relaciona o quadro original de docentes a serem contratados para os cinco cursos de Engenharia do Campus de Várzea Grande, os quais serão lotados no Instituto de Engenharia do Campus Universitário de Várzea Grande. Tabela 2 – Proposta original do corpo docente a contratar Categoria Funcional 2013 2014 2015 2016 2017 Total Docentes 0 25 33 25 0 83 TOTAL 0 25 53 83 0 83 2.1.1. Quadro descritivo A tabela a seguir relaciona os professores contratados e/ou remanejados para o Campus Universitário de Várzea Grande onde ficarão lotados na Pró-reitoria ou no Instituto de Engenharia do campus. 51 Bacharelado em Engenharia de Computação Tabela 3 – Corpo docente atuando nos cursos do Campus Universitário de Várzea Grande Componente Curricular Área de formação requerida para ministrar o componente curricular Docente Responsável Titulação Regime de Trabalho Unidade acadêmica de origem 1 Comunicação, Expressão e Redação técnica Engenharia Civil Adnauer Tarquino Dalto Doutor 40hDE IEng-VG 2 Química Geral Química Adriano Buzutti de Siqueira Doutor 40hDE IEng-VG 3 (em processo de remoção para CUVG) Engenharia Agronômica Aline Regina Piedade Doutora 40hDE IEng-VG 4 Desenho Técnico e Expressão Gráfica Geologia Flávia Regina Pereira Santos Mestre 40hDE IEng-VG 5 Meio Ambiente, Sociedade, Ética e Responsabilidade Geociências/Geologia Gabrielle Aparecida de Lima Doutoranda 40hDE IEng-VG Engenharia da Computação Gustavo Post Sabin Mestre 40hDE IEng-VG Algoritmos e Programação, 6 Introdução à Tecnologia da Informação (curso de extensão) 7 (em processo de remoção para CUVG) Engenharia Química Jânio Alves Ribeiro Doutor 40hDE IEng-VG 8 Algoritmos e Programação, Introdução à Tecnologia da Informação (curso de extensão) Ciência Computação Jésus Franco Bueno Doutor 40hDE IEng-VG 9 Engenharia Civil Luiz Miguel de Miranda Doutor Colaborad or IEng-VG 10 Engenharia Química Mauro Lúcio Naves Oliveira Doutor 40hDE IEng-VG 52 Bacharelado em Engenharia de Computação 11 Algoritmos e Programação Introdução à Tecnologia da Informação (curso de extensão) 12 Ciência Computação Raoni Florentino da Silva Teixeira Doutorando 40hDE IEng-VG Geologia Ricardo Kalikowski Weska Doutor 40hDE IEng-VG Mestre 40hDE IEng-VG Doutor 40hDE IEng-VG 13 Cálculo I, Cálculo II, Álgebra Linear e Geometria Analítica Matemática 14 Física I, Física II Física Geral Rodrigo Lopes Costa Thiago Miranda Tunes IEng – Instituto de Engenharia do Campus Universitário de Várzea Grande 53 Bacharelado em Engenharia de Computação 2.1.2. Plano de qualificação docente O Instituto de Engenharia elaborara em conjunto com as Coordenações dos cursos um Plano de Capacitação de forma a atender a Resolução CONSEPE No 142, de 02 de dezembro de 2013, que dispõe sobre normas para a qualificação stricto sensu dos docentes da UFMT: Artigo 2o – As Unidades elaborarão seu Plano Anual de Qualificação Stricto Sensu Docente, que deverá ser aprovado por suas instâncias Colegiadas e encaminhado a Pró-Reitoria de Ensino de Graduação e a Pró-Reitoria de Ensino de Pós-Graduação para manifestação conforme os seguintes itens: Prioridade às áreas nas quais existam necessidade de melhoria, manutenção e criação de cursos de Pós-graduação stricto sensu na Instituição; Atendimento integral das atividades de ensino de graduação e de pósgraduação, considerando os afastamentos existentes e os propostos no Plano. O conteúdo do Plano Anual de Qualificação Stricto Sensu Docente está definido, em sua essência, no § 2o da mesma resolução: § 2o - O Plano Anual de Qualificação Stricto Sensu Docente deverá conter: Metas a serem atingidas na formação dos docentes da Unidade; Critérios previamente aprovados pelo colegiado do instituto/faculdade para elaboração da relação dos candidatos à pós-graduação stricto sensu para os diferentes níveis (mestrado, doutorado e pós-doutorado); Quadro da situação atual de qualificação dos docentes da Unidade; Relação dos docentes da Unidade afastados para qualificação em cursos de pós-graduação stricto sensu na UFMT e em outras Instituições de Ensino do país e do exterior; Relação dos candidatos da Unidade à pós-graduação stricto sensu, na UFMT ou em outras Instituições de Ensino Superior no País e exterior, 54 Bacharelado em Engenharia de Computação observando a relação direta da área de qualificação com a respectiva área de atuação. E ainda deverá observar todos os requisitos constantes na referida resolução para compor o referido plano. 2.2. Corpo Técnico-administrativo A tabela, a seguir, relaciona o quadro de técnicos a serem contratados para o Campus de Várzea Grande, os quais serão lotados na Pró-reitoria e no Instituto de Engenharia do Campus Universitário de Várzea Grande. Tabela 4 - Corpo técnico administrativo a contratar. Categoria Funcional 2013 2014 2015 2016 2017 Total Técnicos Administrativos - Classe E - 20 10 10 - 40 Técnicos Administrativos - Classe D - 30 15 15 - 60 TOTAL - 50 75 100 - 100 2.2.1. Quadro descritivo A tabela a seguir relaciona os técnicos já contratados para o Campus Universitário de Várzea Grande, mas temporariamente atuando nas instalações provisórias do CUVG no campus de Cuiabá. 55 Bacharelado em Engenharia de Computação Tabela 5 - Corpo técnico administrativo já contratado. Área de atuação Área de formação requerida do técnico Engenheira de Transportes Técnico Responsável Andrea Regina Kobayashi Kaneko Titulação Regime de Trabalho Unidade de lotação Mestrado 40 h IEng-VG 1 Engenharia de Transportes 2 Engenharia de Minas Engenheiro de Minas Cramer Moraes de Almeida Graduação 40 h IEng-VG 3 Engenharia Química Engenheiro Químico Daniel Ippolito Pelufo Graduação 40 h IEng-VG 4 Secretaria Secretária Executiva Danielle da Trindade Silva Santos Graduação 40 h IEng-VG 5 Secretaria Secretária Executiva Denize da Silva Mesquita Graduação 40 h Pró-reitoria-VG 6 Secretaria Técnico em Secretariado Greice de Souza Arruda Especialização 40 h Pró-reitoria-VG 7 Engenharia de Automação Engenheiro de Automação Jefferson Leone e Silva Mestrado 40 h IEng-VG 8 Secretaria Técnico em Secretariado Miriam Rosa Alves Técnica 40 h Pró-reitoria-VG 9 Secretaria Técnico em Secretariado Renata Aparecida Dorileo Especialização 40 h Pró-reitoria-VG 10 Secretaria Técnico em Secretariado Vanessa Pereira de Araújo Técnica 40 h IEng-VG 11 Redes de Computadores Tecnólogo em Redes William José dos Reis Técnica 40 h IEng-VG Ribeiro 56 Bacharelado em Engenharia de Computação 2.2.2. Plano de capacitação O Plano de Capacitação dos técnicos será elaborado anualmente em conjunto com a Coordenação de Desenvolvimento Humano/PROAD atendendo às demandas da Pró-reitoria e da Direção do Instituto de Engenharia do Campus Universitário de Várzea Grande, tomando-se como exemplo a Resolução No 06 Consuni de 26 de março de 2014. 2.3. Corpo tutorial O corpo de tutores será composto a posteriori, mas pretende-se contemplar os estudantes de pós-graduação matriculados na disciplina de pós-graduação "Estágio Docência", a qual poderá subsidiar em partes a demanda de tutores do curso de Engenharia de Computação. A expectativa é de que este procedimento seja o embrião do aprofundamento do relacionamento graduação/pós-graduação. 57 Bacharelado em Engenharia de Computação III - 3.1. INFRAESTRUTURA Salas de aula e de apoio 3.1.1. Salas de trabalho para professor em tempo integral Os professores estarão instalados no pavimento térreo do bloco I que possui 900 m2 onde se concentrará toda a área administrativa do Campus. O objetivo de concentrar os professores em um mesmo local irá permitir uma maior integração. Cada sala abrigará 3 professores e ainda contará com uma sala de reunião e convívio. 3.1.2. Sala de coordenação de curso e serviços acadêmicos As coordenações dos cursos terão os espaços individualizados no bloco da administração e contarão com uma secretaria comum aos cursos. 3.1.3. Sala de professores Conforme descrito acima o Bloco 1 abrigará as salas de docentes e uma sala de reunião e convívio docente. 3.1.4. Salas de aula Serão disponibilizadas 12 salas de 74 m2 e 20 salas de 96 m2. 3.1.5. Sala do centro acadêmico Será disponibilizada na área de conveniência espaço para abrigar os centros acadêmicos. 58 Bacharelado em Engenharia de Computação 3.1.6. Outras salas Os Blocos contam com espaços internos de vivência onde os discentes podem conviver e estudar individualmente ou em grupo. 3.1.7. Ambientes de convivência Estrutura das Edificações: Inicialmente serão construídos 3 módulos contando com as seguintes estruturas: Bloco 1 - onde se encontram distribuídos 12 laboratórios, 8 salas de aula; Bloco 2 – estão as 24 salas de aulas; Bloco 3 - localiza as unidades administrativas e as salas dos professores. De forma a permitir uma maior integração entre os alunos dos cursos, os laboratórios estarão concentrados em um único bloco e as salas de aulas também propiciando, assim, a convivência e ainda a Biblioteca. 59 Bacharelado em Engenharia de Computação 3.2. Biblioteca 3.2.1. Biblioteca Central A Biblioteca Central ocupará uma área de 1.200 m 2 no piso superior do Bloco administrativo. 3.2.2. Biblioteca setorial Inicialmente, não há projeto de biblioteca setorial, pois os cincos cursos podem usufruir de da Biblioteca Central. 3.3. Laboratórios 3.3.1. Laboratório Didáticos de Ensino de Graduação Considerando a implantação de alguns laboratórios específicos para o Curso de Engenharia de Computação para atendimento das disciplinas do núcleo profissionalizante e do núcleo específico a estrutura deve atender às demandas de formação das habilidades e competências definidas para as áreas da Engenharia de Computação como sendo: Desenvolvimento de Software, Desenvolvimento de Hardware, Automação e Robótica, Inteligência Artificial e por fim Administração de Redes de Computadores. Portanto, é recomendado o uso de softwares para criação de ambientes de simulação, de desenvolvimento de software e hardware e de redes de computadores. Os laboratórios terão uma área de 96 m2 e conterão estrutura de projeção e quadro branco. O uso de softwares de simulação e de desenvolvimento de aplicações possibilita a redução de investimento em estruturas físicas de laboratórios, como 60 Bacharelado em Engenharia de Computação bancadas, instrumentação e almoxarifado de componentes, além da segurança de operar com o ambiente virtual, sem os riscos de trabalhar com energia elétrica, estes ambientes permitem a reprodução, gravação do experimento e dados de resultados e se o ambiente de instalação for baseado em servidores de simulação, os discentes podem realizar a simulação e desenvolvimento em seu local de estudos, como por exemplo, em casa, no trabalho, e outros locais. A estrutura de Laboratórios Didáticos do Curso de Graduação em Engenharia de Computação é composta por laboratórios que se situam no mesmo espaço físico, mas que se constituem laboratórios de uso por diferentes disciplinas. 61 Bacharelado em Engenharia de Computação A figura a seguir mostra esquematicamente a estrutura e denominação dos laboratórios. Laboratórios Didáticos do Curso de Graduação em Engenharia de Computação Laboratório de Tecnologia da Informação LTI Laboratório de Eletrônica Digital e Circuitos Analógicos LED Laboratório de Sistemas Digitais e Arquiteturas LDA Laboratório de Redes de Computadores e Teleinformática LRT Laboratório de Desenvolvimento de Software LDS Laboratórios de Sistemas Inteligentes LSI Laboratório de Automação LA Laboratório de Inteligência Artificial LIA Laboratório de Robótica LR 62 Bacharelado em Engenharia de Computação A descrição detalhada dos componentes do LDEG para as disciplinas do curso de Engenharia de Computação é formada por: 1 - Laboratório de Tecnologia da Informação – LTI O Laboratório de Tecnologia da Informação – LTI é de uso comum por todos os cursos do Instituto de Engenharia atendendo prioritariamente às disciplinas do núcleo básico. O Laboratório terá área de 96 m2 e contará com máquinas disponíveis para atender até 55 alunos que cursarão as disciplinas do ciclo básico das cinco engenharias (Computação, Controle e Automação, Minas, Química e Transportes). 2 - Laboratório de Eletrônica Digital e Circuitos Analógicos – LED O LED atende às disciplinas de cunho profissionalizante como profissionalizante. Para atender a esta demanda o LED deve ser equipado com: 30 computadores (com configuração atualizada contendo processador, memória, armazenamento híbrido em memória SSD e disco rígido com placa de vídeo. Todos estes componentes com desempenho suficiente e rodar os softwares de simulação e desenvolvimento de projetos). Licenças de softwares na modalidade acadêmica (EDA – Eletronic Design Automation) de simulação de circuitos e sistemas digitais com biblioteca de componentes atualizada Almoxarifado de componentes eletrônicos para a bancada de montagem Instrumentação eletrônica digital para a bancada de montagem Kits de montagem de microcontrolares e arquitetura de processamento Ferramentas de uso nas montagens. 3 - Laboratório de Sistemas Digitais e Arquiteturas – LDA O LDA atende às disciplinas relacionadas a organização de computadores, microcontroladores e sistemas digitais baseados em hardware digital. Neste laboratório também podem ser implementados sistemas embarcados. 63 Bacharelado em Engenharia de Computação Para atender a esta demanda o LED deve ser equipado com: 30 computadores (com configuração atualizada contendo processador, memória, armazenamento híbrido em memória SSD e disco rígido com placa de vídeo. Todos estes componentes com desempenho suficiente e rodar os softwares de simulação e desenvolvimento de projetos). Licenças de softwares na modalidade acadêmica (EDA – Eletronic Design Automation) de simulação de circuitos e sistemas digitais com biblioteca de componentes atualizada Almoxarifado de componentes eletrônicos para a bancada de montagem Instrumentação eletrônica digital Kits de montagem de microcontrolares e arquitetura de processamento em bancada Kits de computação embarcada Ferramentas de uso nas montagens. 4 - Laboratório de Redes de Computadores e Teleinformática - LRT O LRT atende às disciplinas que tratem de comunicação entre computadores via rede física ou sem fio e a aplicação da computação nas telecomunicações. Em geral, o aspecto principal envolvido é o hardware de comunicação, mas o LRT pode comportar os estudos de desenvolvimento de software para estas áreas. Compõem o LRT: 15 computadores para montagem de redes de computadores Licenças de softwares na modalidade acadêmica para simulação, gerenciamento, segurança e auditoria de redes de computadores Equipamentos de redes de computadores para montagem de toda a estrutura de conectividade de redes com cabeamento estruturado, sem fio, e gerenciável. Equipamentos de telecomunicações em versão educacional e 64 Bacharelado em Engenharia de Computação portáteis. Softwares de desenvolvimento de projetos de comunicação, testes de desempenho e verificação de carga. 5 - Laboratório de Desenvolvimento de Software – LDS No LDS podem ser projetados e desenvolvidos softwares para as mais diversas aplicações como comercial, industrial, computação móvel e etc. O LDS deve ser equipado com: 30 computadores (com configuração atualizada contendo processador, memória, armazenamento híbrido em memória SSD e disco rígido com placa de vídeo. Todos estes componentes com desempenho suficiente e rodar os softwares de simulação e desenvolvimento de projetos). Licenças de softwares na modalidade acadêmica de ferramentas de modelagem, documentação e desenvolvimento de projetos de softwares. 6 - Laboratório de Sistemas Inteligentes – LSI composto por: (6.1) Laboratório de Inteligência Artificial – LIA, (6.2) Laboratório de Automação – LA, (6.3) Laboratório de Robótica – LR. O principal aspecto envolvendo estes laboratórios é o uso de técnicas de IA em dispositivos fixos ou móveis. Neste contexto, podem ser elaborados projetos que embarquem hardware e software nos dispositivos. São equipamentos essenciais para os laboratórios do LSI: 15 computadores para projetos integrados de IA Licenças de softwares na modalidade acadêmica para projetos de IA 15 computadores para montagem de simulações usando automação, industrial, comercial e predial. Kits de automação. 15 computadores para montagem de simulações usando robótica 65 Bacharelado em Engenharia de Computação Kits de robótica. 3.3.2. Plataforma de suporte ao AVA A plataforma de suporte ao uso do Ambiente Virtual de Aprendizado será disponibilizado pela STICAE-UFMT. A manutenção e atualização de dados na plataforma é de responsabilidade dos técnicos lotados na STICAE-UFMT, uma vez que os sistemas e os bancos de dados de alunos e professores se encontram armazenados neste setor da instituição. 3.4. Infraestrutura existente e demandada 3.4.1. Infraestrutura física existente e recursos humanos existentes Toda a estrutura física de implantação do curso de graduação Engenharia de Computação está sendo disponibilizada inicialmente no campus de Cuiabá para recepção das turmas iniciais nas salas do Bloco Didático I, onde a Proplan disponibilizou cinco salas de aula. A demanda de laboratório será atendida pelos laboratórios dos cursos implantados em Cuiabá, especificamente, os discentes do curso de graduação Engenharia de Computação poderão utilizar os laboratórios existentes para os cursos da área de computação em período matutino, pois estes cursos têm turno de funcionamento vespertino e noturno. Para a direção, professores, e técnicos está sendo preparado um espaço físico de 415,00 m2 de área na parte inferior do Bloco didático II com toda a infraestrutura de trabalho. O quadro de docentes da tabela supra será preenchido com os concursos para o magistério superior, como o previsto para ocorrer ainda em 2014 com a contratação de 43 novos professores para completar a oferta de disciplinas do núcleo básico e profissionalizante dos cursos. Em especial, espera-se que o curso de graduação Engenharia de Computação seja contemplado com até 8 vagas para 66 Bacharelado em Engenharia de Computação concurso. No entanto, é conveniente ressaltar todas as disciplinas do núcleo básico do curso de graduação Engenharia de Computação poderão ser atendidas com o quadro atual de docentes que estão atuando nas instalações provisórias em Cuiabá. A Proad/SGP está contratando os técnicos que foram selecionados em concursos anteriormente realizados, completando o quadro de técnicos previsto acima, ainda em 2014. Ademais, as obras previstas no projeto original do campus de Várzea Grande, com a construção de 3 Blocos, Administrativo, Didático e de Laboratórios, estão sendo executados de forma acelerada e tem previsão de entrega para ocupação e uso pelos professores e técnicos em 2016. 3.4.2. Demanda de recursos humanos O funcionamento do curso de graduação Engenharia de Computação contará com os professores que estão relacionados no quadro supra citados e um novo concurso para o magistério superior possibilitará a contratação de docentes, conforme supracitado. Os técnicos de laboratórios serão oportunamente designados à medida que a Proad/SGP for contratando-os. 3.4.3. Demanda de infraestrutura física Conforme supracitado, o curso de graduação Engenharia de Computação utilizará a estrutura física existente no campus de Cuiabá, não havendo, portanto demanda de espaço físico adicional. 3.4.4. Demanda de equipamentos Os equipamentos a serem usadas pelo curso de graduação Engenharia de Computação, nas turmas iniciais a demanda é por laboratório com computadores, e 67 Bacharelado em Engenharia de Computação que podem ser compartilhadas com o uso dos laboratórios dos cursos de computação do campus de Cuiabá, no período matutino. Portanto, neste momento, não haverá demanda por equipamentos adicionais. 3.5. Material didático As "Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Engenharia" enfatizam que o modelo atual para o ensino de engenharia é inviável e ineficaz e que para melhorá-lo deve-se tomá-lo interdisciplinar. Atualmente, espera-se que os professores, de todas as áreas, tenham uma atitude interdisciplinar frente ao conhecimento, apesar de existir uma grande carência de materiais didáticos com estas características, dificultando o desenvolvimento de tal atitude. Porém, neste cenário de carência de material didático com característica interdisciplinar revela uma oportunidade para elaborar um material didático interdisciplinar no primeiro momento (curto prazo) em uma versão eletrônica na plataforma Moodle. Em um segundo momento (médio e longo prazo) após o amadurecimento das ideias e metodologias tornar o material em livros didáticos que poderão ser editados pela editora da UFMT. Parte do material didático para as disciplinas de circuitos elétricos, eletrônica digital e microcontroladores e sistemas digitais, formado por material de consumo, instrumentação, softwares de simulação está sendo especificado e preparado para aquisição. 68 Bacharelado em Engenharia de Computação IV - 4.1. GESTÃO DO CURSO Órgãos colegiados e comitê de ética 4.1.1. Núcleo Docente Estruturante Os Núcleos Docentes Estruturantes (NDE’s) constituem grupos de apoio locais, aos colegiados de curso, voltados para a reflexão sobre a qualidade acadêmica do curso e cujas atribuições são: Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso; Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades constantes do currículo; Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão oriundas das necessidades de graduação, de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento o curso; Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Engenharia. Para assegurar os processos de continuada “concepção, consolidação, atualização” e harmonização dos projetos pedagógicos dos cinco cursos de Engenharia, haverá um único NDE dos cursos de Engenharia de Controle e Automação, Minas, Química, Transportes e Computação. O NDE das Engenharias é composto por 11 professores dos cursos, dez dos quais indicados pelos Colegiados dos Cursos e um indicado pelo Diretor do Instituto, a quem cabem formalizar as designações, desde que obedecidos os seguintes requisitos: Cada colegiado de curso indica dois docentes ao NDE, sendo um 69 Bacharelado em Engenharia de Computação docente de disciplinas do Núcleo Básico e outro de disciplinas do Núcleo Profissionalizante/Específico; O diretor do Instituto de Engenharias indica um Docente, dentre o corpo docente do Instituto; Ao menos sete dos designados para o NDE devem ter titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu. Ao menos cinco docentes devem ser contratados em regime de dedicação exclusiva, os demais em regime de 40 ou 20 horas. Cada membro do NDE deverá permanecer no grupo por, no mínimo, três anos, exceto no primeiro período de funcionamento do NDE, no qual os docentes de disciplinas do Núcleo Básico terão mandato de dois anos, de forma a assegurar, periodicamente, a renovação parcial dos participantes, como estratégia para ensejar a renovação e a continuidade nos processos de acompanhamento dos cursos. Cabe ao primeiro NDE redigir e submeter à aprovação da Congregação do Instituto, após parecer dos colegiados dos cinco cursos, o regimento do NDE das engenharias. 4.1.2. Colegiado do Curso Ao compete, além do que prevê a Resolução CONSEPE No 29/1994 ou outras normas da UFMT que a venham substituir ou complementar: Propor e executar atividades e promover a articulação a nível interno e em nível das relações entre os cursos afins; Aprovar o plano das atividades de curso; Promover a articulação e integração das atividades docentes; Propor providências de ordem didática, científica e administrativa aos órgãos da Administração Superior; Opinar sobre a realização de programas de ensino, pesquisa ou extensão; 70 Bacharelado em Engenharia de Computação Responsabilizar-se pela elaboração de projetos de pesquisa de extensão na área de sua competência, coordenar e supervisionar sua execução; Desenvolver e aperfeiçoar metodologias próprias para o ensino das disciplinas de sua competência; Distribuir aos membros do corpo docente encargos de ensino, pesquisa e extensão; Responsabilizar-se pelo oferecimento das disciplinas relacionadas com o setor específico do saber que define o âmbito de sua competência; Elaborar as ementas, os programas e os planos de ensino para as disciplinas de sua competência; Avaliar o desempenho individual de cada docente; Participar de programa ou projetos de pesquisa e extensão de natureza interdisciplinar; Promover e coordenar seminários, grupos de estudos e outros programas para o aperfeiçoamento de seu quadro docente; Avaliar, ao final do semestre, os programas, relativos ao curso; Constituir comissões especiais para assuntos específicos; Acompanhar a expansão do conhecimento nas áreas de sua competência através de intercâmbio com centros de pesquisadores que desenvolvam trabalhos inovadores e através do incentivo à participação dos docentes em eventos científicos e culturais nas respectivas áreas de especialização; Exercer as demais atribuições que se incluam, de maneira expressa ou implícita, no âmbito de sua competência; Fazer indicação para admissão do pessoal docente. A fim de dinamizar as condutas do Colegiado consideram-se as competências, que são sintetizadas a seguir: Quanto ao curso 71 Bacharelado em Engenharia de Computação Organizá-lo; Orientar, supervisionar e coordenar sua realização. Quanto ao currículo Definir as disciplinas optativas a serem ofertadas em cada período; Estabelecer os pré-requisitos, se necessário; Propor modificações. Quanto aos programas e planos de ensino Traçar as diretrizes gerais para o Curso; Integrar os programas e planos elaborados pelos professores; Sugerir alterações quando apresentados ou mesmo quando estiverem em execução; Aprovar os programas e planos de ensino. Quanto ao Corpo Docente Supervisionar suas atividades; Apreciar a avaliação do desempenho em disciplinas, com vistas a propor procedimentos de qualificação da docência; Propor intercâmbio de professores ou de auxiliares de ensino e pesquisa; Propor a substituição ou desenvolvimento de professores ou providências de outra natureza necessárias à melhoria do ensino ministrado; Representar aos órgãos competentes em caso de infração disciplinar; Apreciar recomendações dos órgãos da UFMT e requerimentos dos docentes sobre assuntos de interesse do curso. Quanto ao Corpo Discente Opinar sobre trancamento de matrícula; Opinar sobre transferências; Conhecer recursos dos discentes sobre matéria do curso, 72 Bacharelado em Engenharia de Computação inclusive trabalhos escolares e promoção; Cumprir e fazer cumprir as normas da UFMT em relação ao corpo discente; Representar ao órgão competente, no caso de infração disciplinar; Quanto às Unidades Recomendar ao Diretor da Unidade as providências adequadas à melhor utilização do espaço, bem como do pessoal e do material; Colaborar com os Órgãos Colegiados das Unidades; Quanto à Universidade: Colaborar com os Órgãos Colegiados da Universidade e com a Reitoria 4.1.3. Núcleo de apoio pedagógico e experiência docente É o órgão de apoio aos coordenadores dos cursos de graduação do Campus Várzea Grande que tem por competências acompanhar e supervisionar a execução do projeto pedagógico dos cursos e atuar junto aos discentes e docentes com vistas ao cumprimento do projeto pedagógico dos cursos. Formado por profissionais da área de educação dos diversos campos da pedagogia e psicopedagogia a equipe do Núcleo acompanha o discente desde o momento de seu ingresso no curso até a sua conclusão O acompanhamento da vida acadêmica do estudante através do contato pessoal visa minimizar as inquietações naturais de jovens que ingressam no ensino superior, criando melhores condições pedagógicas para seu amadurecimento e aproveitamento intelectual e reduzindo significativamente as taxas de evasão e fracasso encontradas geralmente nos cursos superiores. Além disso, o Núcleo deverá adotar uma postura ativa de busca das manifestações dos discentes sobre sua experiência ao longo das atividades escolares, suas dúvidas, sugestões e necessidades especiais. As atribuições do Núcleo de Apoio Pedagógico estão 73 Bacharelado em Engenharia de Computação descritas no APÊNDICE I. 4.1.4. Comitê de ética O Comitê de ética da UFMT com sede em Cuiabá será solicitado quando surgir alguma demanda relativa a este assunto no campus Universitário de Várzea Grande. 4.2. Coordenação e avaliação do curso 4.2.1. A coordenação do curso São definidas as funções, as responsabilidades, as atribuições e os encargos do Coordenador do curso, distribuindo-os em quatro áreas distintas, a saber: FUNÇÕES POLÍTICAS Ser um líder reconhecido na área de conhecimento do Curso. No exercício da liderança na sua área de conhecimento, o Coordenador poderá realizar atividades complementares, mediante oferta de seminários, encontros, jornadas, tríduos e palestras ministrados por grandes luminares do saber, relacionados com a área de conhecimento pertinente. Ser um “animador” de professores e discentes. Sintetiza-se um “animador”, pelas características pessoais do Coordenador, que deve ser reconhecido no exercício de seu mister por sua atitude estimuladora, proativa, congregativa, participativa, articuladora. Ser o representante de seu curso. Quando assim se intitula, imagina-se que, dirigindo o Curso, o Coordenador realmente o represente interna corporis, na própria instituição e, externa corporis, fora dela. A representatividade se faz consequente da liderança que o Coordenador exerça em sua área de atuação profissional. 74 Bacharelado em Engenharia de Computação Ser o “fazedor” do marketing do curso. O Coordenador deve dominar por inteiro as “diferenças” essenciais de seu curso, o diferencial que ele procurará sempre ressaltar em relação aos cursos concorrentes. O Coordenador deve ser um promotor permanente do desenvolvimento e do conhecimento do curso no âmbito da IES e na sociedade. Ser responsável pela vinculação do Curso com os anseios e desejos do mercado. O Coordenador de Curso deverá manter articulação com empresas e organizações de toda natureza, públicas e particulares, que possam contribuir para o desenvolvimento do curso, para o desenvolvimento da prática profissional dos discentes, para o desenvolvimento e enriquecimento do próprio currículo do curso. FUNÇÕES GERENCIAIS São as funções gerenciais, por revelarem a competência do Coordenador na gestão intrínseca do curso que dirige. Ser o responsável pela supervisão das instalações físicas, laboratórios e equipamentos do Curso. Ser o responsável pela indicação da aquisição de livros, materiais especiais e assinatura de periódicos necessários ao desenvolvimento do Curso. Conhecer o movimento da biblioteca quanto aos empréstimos e às consultas, seja por parte dos professores, seja por parte dos funcionários vinculados ao curso, seja enfim, relativamente aos discentes. Ser responsável pelo estímulo e controle da frequência discente. Ser responsável pelo processo decisório de seu Curso. O Coordenador de Curso deve tomar a si a responsabilidade do despacho célere dos processos que lhe chegarem às mãos, discutindo com seu diretor de centro ou de instituto, se for o caso, ou outro superior existente na instituição de ensino, quanto às dúvidas que os pleitos apresentarem. 75 Bacharelado em Engenharia de Computação FUNÇÕES ACADÊMICAS As funções acadêmicas sempre estiveram mais próximas das atenções do Coordenador de Curso. Todavia, as atribuições, os encargos e as responsabilidades do Coordenador não se limitam a tais funções: Ser o responsável pela elaboração e execução do Projeto Pedagógico do Curso. Ser responsável pelo desenvolvimento atrativo das atividades escolares. Ser responsável pela qualidade e pela regularidade das avaliações desenvolvidas em seu Curso. O Coordenador de Curso deve ser responsável pela orientação e acompanhamento dos monitores. O Coordenador de Curso deve ser responsável pelo engajamento de professores e discentes em programas e projetos de extensão universitária. O Coordenador de Curso deve ser responsável pelos estágios supervisionados e não supervisionados. A realização, o acompanhamento e o recrutamento de novas oportunidades de estágio têm de ser objeto de séria preocupação do Coordenador de Curso. FUNÇÕES INSTITUCIONAIS Relacionam-se, algumas funções entendidas como de natureza institucional: O Coordenador de Curso deve ser responsável pelo sucesso dos discentes de seu Curso no ENADE. O Coordenador de Curso deve ser responsável pelo acompanhamento dos egressos do Curso 76 Bacharelado em Engenharia de Computação O Coordenador de Curso deve ser responsável pelo reconhecimento de seu Curso e pela renovação periódica desse processo por parte do MEC. 4.2.2. Avaliação interna e externa do curso Regulação e Avaliação dos Cursos de Graduação1 A Supervisão de Avaliação, integrada à Coordenação de Ensino de Graduação da PROEG, deflagra e acompanha os processos de regulação dos cursos de graduação da UFMT (atos autorizativos, de reconhecimento e de renovação de reconhecimento), bem como a avaliação de desempenho dos estudantes (Enade), de acordo com a Lei No 10.861/2004 (SINAES). SINAES Criado pela Lei No 10.861, de 14 de abril de 2004, o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) é formado por três componentes principais: a avaliação das instituições, dos cursos e do desempenho dos estudantes. O Sinaes avalia todos os aspectos que giram em torno desses três eixos: o ensino, a pesquisa, a extensão, a responsabilidade social, o desempenho dos alunos, a gestão da instituição, o corpo docente, as instalações e vários outros aspectos. Ele possui uma série de instrumentos complementares: autoavaliação, avaliação externa, Enade, Avaliação dos cursos de graduação e instrumentos de informação (censo e cadastro). Os resultados das avaliações possibilitam traçar um panorama da qualidade dos cursos e instituições de educação superior no País. Os processos avaliativos são coordenados e supervisionados pela Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (Conaes). A operacionalização é de responsabilidade do Inep. As informações obtidas com o Sinaes são utilizadas pelas IES, para orientação da sua eficácia institucional e efetividade acadêmica e social; pelos órgãos governamentais para orientar políticas públicas e pelos estudantes, pais de alunos, instituições acadêmicas e público em geral, para orientar suas decisões quanto à 1 Disponível em: http://www.ufmt.br/ufmt/un/secao/3601/PROEG 77 Bacharelado em Engenharia de Computação realidade dos cursos e das instituições. I - OBJETIVOS Identificar mérito e valor das instituições, áreas, cursos e programas, nas dimensões de ensino, pesquisa, extensão, gestão e formação; Melhorar a qualidade da educação superior, orientar a expansão da oferta; Promover a responsabilidade social das IES, respeitando a identidade institucional e a autonomia. II - COMPONENTES O SINAES está fundamentado nas avaliações Institucional, de Cursos e de Estudantes. 2.1 - Avaliação Institucional (interna e externa) considera 10 dimensões: 1 - Missão e PDI 2 - Política para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação e a extensão 3 - Responsabilidade social da IES 4 - Comunicação com a sociedade 5 - As políticas de pessoal, as carreiras do corpo docente e técnicoadministrativo 6 - Organização de gestão da IES 7 - Infraestrutura física 8 - Planejamento de avaliação 9 - Políticas de atendimento aos estudantes 10 - Sustentabilidade financeira 2.2 - Avaliação dos Cursos (realizada sob 3 dimensões): 1 - Organização Didático-Pedagógica 2 - Perfil do Corpo Docente 78 Bacharelado em Engenharia de Computação 3 - Instalações físicas 2.3 A avaliação dos estudantes, através do ENADE, será aplicada periodicamente aos alunos de todos os cursos de graduação, no primeiro e no último ano de curso. A avaliação será expressa por meio de conceitos, tomando por base padrões mínimos estabelecidos por especialistas das diferentes áreas do conhecimento. 2.4 Coletas de informações: a) Censo da Educação Superior (integrado ao SINAES e incluindo informações sobre atividades de extensão) b) Cadastro de Cursos e Instituições (integrado ao SINAES) c) CPA: Comissão Própria de Avaliação (criadas nas IES com a atribuição de conduzir os processos de avaliação interna da instituição, de sistematização e de coleta de informações) III - INSTRUMENTOS Processos de avaliação: O SINAES propõe uma avaliação institucional integrada por diversos instrumentos complementares: 1 - Autoavaliação – conduzida pela CPA (Comissão Própria de Avaliação) Cada instituição realizará uma autoavaliação, que será o primeiro instrumento a ser incorporado ao conjunto de instrumentos constitutivos do processo global de regulação e avaliação. A autoavaliação articula um autoestudo segundo o roteiro geral proposto em nível nacional, acrescido de indicadores específicos, projeto pedagógico, institucional, cadastro e censo. O relatório da autoavaliação deve conter todas as informações e demais elementos avaliativos constantes do roteiro comum de base nacional, análises 79 Bacharelado em Engenharia de Computação qualitativas e ações de caráter administrativo, político, pedagógico e técnico-científico que a IES pretende empreender em decorrência do processo de autoavaliação, identificação dos meios e recursos necessários para a realização de melhorias, assim como uma avaliação dos acertos e equívocos do próprio processo de avaliação. 2- Avaliação externa Essa avaliação é feita por membros externos, pertencentes à comunidade acadêmica e científica, reconhecidos pelas suas capacidades em suas áreas e portadores de ampla compreensão das instituições universitárias. 3- Censo O Censo é um instrumento independente que carrega um grande potencial informativo, podendo trazer importantes elementos de reflexão para a comunidade acadêmica, o Estado e a população em geral. Por isso, é desejável que os instrumentos de coleta de informações censitárias integrem também os processos de avaliação institucional, oferecendo elementos úteis à compreensão da instituição e do sistema. Os dados do Censo também farão parte do conjunto de análises e estudos da avaliação institucional interna e externa, contribuindo para a construção de dossiês institucionais e de cursos a serem publicados no Cadastro das Instituições de Educação Superior. 4- Cadastro De acordo com as orientações do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) e da CONAES, também serão levantadas e disponibilizadas para acesso público as informações do Cadastro das IES e seus respectivos cursos. Essas informações, que também serão matéria de análise por parte das comissões de avaliação, nos processos internos e externos de avaliação institucional, formarão a base para a orientação permanente de pais, alunos e da sociedade em geral sobre o desempenho de cursos e instituições. Resultados O Ministério da Educação tornará público e disponível o resultado da avaliação das instituições de ensino superior e de seus cursos. 80 Bacharelado em Engenharia de Computação A divulgação abrange tanto instrumentos de informação (dados do censo, do cadastro, CPC e IGC) quanto os conceitos das avaliações para os atos de Renovação de Reconhecimento e de Recredenciamento (ciclo trienal do SINAES – com base nos cursos contemplados no ENADE de cada ano). No Sinaes a integração dos instrumentos (auto-avaliação, avaliação externa, avaliação das condições de ensino, Enade, censo e cadastro) permite a atribuição de conceitos, ordenados numa escala com cinco níveis, a cada uma das dimensões e ao conjunto das dimensões avaliadas. 5- Enade O Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), que integra o SINAES, tem o objetivo de aferir o rendimento dos alunos dos cursos de graduação em relação aos conteúdos programáticos, suas habilidades e competências. Legislação e Normas da Educação Superior Regulação, avaliação e supervisão da Educação Superior - Lei n° 10.861, de 14 de abril de 2004, que institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - Sinaes - Decreto Nº 5.773, de 9 de maio de 2006, que dispõe sobre o exercício das funções de regulação, supervisão e avaliação de instituições de educação superior e cursos superiores de graduação e sequenciais no sistema federal de ensino. - Portaria Normativa n º 40, de 12 de dezembro de 2007 - Republicada em 29 de dezembro de 2010, que Institui o e-MEC, sistema eletrônico de fluxo de trabalho e gerenciamento de informações relativas aos processos de regulação, avaliação e supervisão da educação superior no sistema federal de educação, e o Cadastro eMEC de Instituições e Cursos Superiores e consolida disposições sobre indicadores de qualidade, banco de avaliadores (Basis) e o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) e outras disposições. - Nota Técnica 2011 (Instrumentos novos em consulta) – propõe a reformulação dos instrumentos de avaliação dos cursos de graduação da educação 81 Bacharelado em Engenharia de Computação superior para operacionalização do sistema nacional de avaliação da educação superior – Sinaes. Instrumento de Avaliação de Curso de Graduação Bacharelado, Licenciatura e Tecnológico - Presencial e EAD (Autorização, Reconhecimento e Renovação de Reconhecimento) Instrumento de Avaliação de Curso de Graduação em Direito – Presencial e EAD (Autorização, Reconhecimento e Renovação de Reconhecimento) Instrumento de Avaliação de Curso de Graduação em Medicina – (Autorização, Reconhecimento e Renovação de Reconhecimento) - Portaria Normativa nº 8, de 15 de abril de 2011, que regulamenta o ENADE 2011 4.2.3. Acompanhamento e avaliação do PPC A avaliação do Projeto Político Pedagógico dar-se-á a partir de reuniões envolvendo o Colegiado de Curso e professores convidados, semestralmente, com pauta específica para avaliação do processo de ensino aprendizagem e da eficácia das metodologias e estratégias utilizadas. Tal procedimento possibilitará a criação de indicadores que possibilitarão avaliar a atual situação do curso, bem como planejar novas ações em prol da melhoria do projeto. Os indicadores relacionados ao corpo docente serão levantados através da aplicação de questionários que serão submetidos tanto aos discentes quanto aos próprios docentes. Espera-se com essa metodologia poder confrontar os diferentes pontos de vista e discutir alternativas para solução de deficiências na qualificação do corpo docente. No início de cada semestre o Colegiado de Curso se reunirá com o conjunto de professores no intuito de divulgar os indicadores coletados e fomentar a discussão de ações proativas de melhorias, bem como reflexão das atividades docentes no diaa-dia acadêmico. 82 Bacharelado em Engenharia de Computação 4.3. Ordenamentos diversos É relevante ressaltar que as normas institucionais relativas ao vínculo acadêmico institucional dos estudantes nos cursos de graduação da UFMT, bem como a vivência interna são regulamentadas pelos órgãos colegiados: Consuni e Consepe. Todas estas normas podem ser consultadas no link: http://sistemas.ufmt.br/ufmt.resolucao/FrmConsultarResolucao.aspx?pageIndex=&txt Criterio. 4.3.1. Reunião de docentes A reunião de docentes é uma atividade que ocorre nos Colegiados e na Congregação, cuja composição e estruturação serão definidos em Regimento Interno. Os colegiados serão órgãos de decisões de interesse comum e as reuniões terão agenda pré-definida com reuniões ordinárias e extraordinárias excepcionalmente. Para esta atividade o Instituto terá uma sala de reunião apropriada ou será feita em espaço maior que possa comportar esta demanda. A convivência dos docentes pode acontecer nos espaços de vivência internos nos Blocos I, II e II. 4.3.2. Assembleia da comunidade acadêmica As assembleias serão objeto de definição em Regimento da UFMT, para o qual a Administração Superior está envidando esforços para elaboração de um documento resultante de discussões no seio da comunidade acadêmica. A partir deste documento poderá tornar-se a semente para a definição dos Regimentos Internos das Unidades da UFMT. 83 Bacharelado em Engenharia de Computação 4.3.3. Apoio aos órgãos estudantis A UFMT atende à política de atenção estudantil através da PRAE – PróReitoria de Assistência Estudantil. A PRAE é a responsável pela proposição e acompanhamento da política de assistência estudantil e de ações afirmativas da UFMT, com o objetivo de garantir o acesso e a permanência dos estudantes na UFMT, com qualidade. Na PRAE o estudante encontra apoio e acompanhamento para as suas necessidades ao longo de sua trajetória acadêmica, sendo que há especial atenção aos que precisam de atendimento socioeconômico e psicopedagógico. A Pró-Reitoria de Assistência Estudantil é um espaço de articulação e promoção da vivência universitária na UFMT, com qualidade. Nosso objetivo é desenvolver ações institucionais no âmbito da assistência estudantil, que garantam o acesso, a permanência e o sucesso acadêmico, desde o ingresso até a conclusão do curso. Orientada por essa premissa, a PRAE recepciona os estudantes calouros e veteranos a cada novo ano acadêmico. 4.3.4. Mobilidade estudantil, nacional e internacional O Curso, através de seus vários órgãos de gestão – docentes, coordenação, docentes tutores, etc. – incentivará a mobilidade acadêmica nacional e internacional, como estratégias adequadas ao alargamento da concepção de formação profissional e horizonte profissional dos discentes do curso e, ainda, como forma de fazer circular diferentes experiências de organização curricular e formação acadêmica. Com relação à mobilidade acadêmica internacional, a UFMT ofertará no Campus Várzea Grande, programas de apoio à formação de nossos estudantes voltados para o ensino de línguas. O acesso ao aprendizado de uma língua estrangeira: inglês, espanhol ou francês ampliará as possibilidades de nossos estudantes não só em termos de suas práticas de ensino, de pesquisa e de extensão, mas também permitirá que os mesmos tenham maiores possibilidades na participação dos programas de mobilidade internacional. Pretendemos, também, ofertar o curso de 84 Bacharelado em Engenharia de Computação português para estrangeiros, de modo a permitir uma melhor formação a esses estudantes, tanto de graduação quanto de pós-graduação. 4.3.5. Eventos acadêmico-científicos relevantes para o curso Os cursos de Engenharia de Computação juntamente com os outros cursos de engenharia do Campus Várzea Grande realizarão a semana acadêmica das Engenharias com o objetivo de promover intercambio de conhecimento entre os estudantes de engenharia assim como realizar workshops e minicursos que permitam aos estudantes obterem novos conhecimentos e competências no contexto das atividades complementares. 85 Bacharelado em Engenharia de Computação V- 5.1. DISPOSIÇÕES GERAIS Equivalência entre fluxo curricular a ser desativado e o proposto Núcleos Disciplinas da Proposta Anterior BÁSICO Cálculo Diferencial e Física I CH Disciplinas da Nova Proposta CH Cálculo I 64 Física I 64 Química Geral 64 96 Química Geral 64 Inovação, Tecnologia e Sociedade 64 Tecnologia da Informação 64 Meio Ambiente, Ética e Responsabilidade 64 Meio Ambiente, Sociedade, Ética e Responsabilidade 64 Comunicação, Expressão e Redação Técnica 32 Comunicação, Expressão e Redação Técnica 32 Nivelamento I 32 Cálculo II 64 Cálculo Integral e Física II 96 Física II 64 Álgebra Linear e Geometria Analítica 96 Desenho Técnico e Expressão Gráfica 64 Inovação e Tecnologia Álgebra Linear e Geometria Analítica Desenho Técnico e Expressão Gráfica 32 96 64 64 Algoritmos e Programação de Computadores 64 Oficina de Iniciação Cientifica 32 Oficina de Iniciação Cientifica 32 Probabilidade e Estatística 64 Probabilidade e Estatística 64 Cálculo III 64 Cálculo Integral e Física III 96 Física III 64 Estrutura de Dados 96 Algoritmos e Programação Física Experimental 32 Algoritmos e Estrutura de Dados 64 Fundamentos de Circuitos Elétricos 64 Circuitos Elétricos 64 86 Bacharelado em Engenharia de Computação Resistência dos Materiais Equações Diferenciais e Física IV Subtotal PROFISSIONALIZANTE 96 32 Mecânica dos Sólidos 32 Cálculo IV 64 Fundamentos da Física do Estado Sólido 32 1.248 Subtotal 1.216 Gerenciamento de Projetos 64 Eletrônica Digital 64 Eletrônica Analógica e Digital 64 Engenharia de Software 64 Engenharia de Software I 32 Construção de Interfaces Homem-Computador 64 Construção de Interfaces HomemMáquina 64 Arquitetura de Computadores 64 Laboratório de Arquitetura de Computadores 32 Arquitetura de Computadores ESPECÍFICO 64 Fundamentos de Fenômenos de Transporte 64 Banco de Dados 64 Banco de Dados 64 Laboratório de Banco de Dados 32 Laboratório de Banco de Dados 32 Rede de Computadores 64 Rede de Computadores 64 Laboratório de Redes de Computadores 32 Laboratório de Redes de Computadores 32 Programação Orientada a Objetos 64 Programação Orientada a Objetos 64 Projeto e Desenvolvimento de Software 64 Projeto e Desenvolvimento de Software 64 Laboratório de Projeto e Desenvolvimento de Software 32 Laboratório de Projeto e Desenvolvimento de Software 32 Fundamentos Matemáticos para Computação 64 Microcontroladores e Sistemas Digitais 64 Laboratório de Microcontroladores e Sistemas Digitais 32 Subtotal 672 Subtotal 768 Sistemas Operacionais 64 Sistemas Operacionais 64 Projeto e Análise de Algoritmos 64 Projeto e Análise de Algoritmos 64 Inteligência Artificial 64 Inteligência Artificial 64 Teoria das Linguagens Formais e Autômatos 64 Teoria das Linguagens Formais e Autômatos 64 87 Bacharelado em Engenharia de Computação Computação Gráfica 64 Computação Gráfica 64 Construção de Compiladores 64 Construção de Compiladores 64 Sistemas Distribuídos 64 Sistemas Distribuídos 64 Sistemas de Controle 64 Sistemas de Controle I 96 Sistemas de Apoio à Decisão 64 Automação Industrial 96 Automação Industrial I 64 Robótica I 64 Robótica I 64 Sistemas Embarcados 64 Sistemas Embarcados 64 Robótica II 64 Robótica II 64 Administração para Engenheiros 32 Fundamentos de Engenharia Econômica 32 Empreendedorismo 64 Estágio Supervisionado 192 Estágio Supervisionado 160 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) 64 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) 64 Análise e Processamento de Sinais 64 Teleinformática 64 Pesquisa Operacional e Otimização 64 Subtotal 1.184 Subtotal 1.280 Disciplinas optativas 384 Disciplinas optativas 272 Atividades Complementares 112 Atividades Complementares 64 Subtotal 2.752 Subtotal Total 3.600 Total 336 3.600 O destaque na Tabela permite visualizar as alterações realizadas no fluxo curricular, onde estão assinaladas as disciplinas que foram objeto de alterações. Como descrito nas justificativas no início deste PPC as alterações têm objetivo precípuo de atender às seguintes normativas emitidas pelo órgão de regulamentação do Ensino Superior: Resolução CNE/CES No 11, de 11 de março de 2002, que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia; 88 Bacharelado em Engenharia de Computação Portaria Inep No 245, de 02 de junho de 2014, que definiu os componentes curriculares em Engenharia de Computação para o ENADE, Portaria Inep No 255, de 02 de junho de 2014, que estabeleceu os componentes curriculares de Formação Geral em Engenharia para o ENADE. Parecer CNE/CES No 153. Consulta sobre a carga horária mínima do curso de Engenharia da Computação. Aprovado em: 7/8/2008 No contexto global do PPC é conveniente ressaltar que a carga horária total de 3.600 horas foi mantida, como pode ser vista no quadro comparativo acima, sendo considerada a carga horária mínima para os cursos de Engenharia. É relevante ressaltar também que o quadro comparativo acima foi construído tomando-se como base o quadro dos núcleos de disciplinas do PPC antigo e as disciplinas novas inseridas na linha comparativa. Com este procedimento as disciplinas do novo PPC podem não estar em correspondência com a definição real das disciplinas nos núcleos atuais. Manter a carga horária mínima tem sido a solicitação da Administração da UFMT e para tanto, algumas disciplinas tiveram suas cargas horárias reduzidas, para possibilitar a inserção de novas disciplinas no fluxo curricular, a saber: Estágio Supervisionado a carga horária foi reduzida para a carga horária mínima de 160 horas (Parecer CNE/CES No 153 supracitado); As disciplinas Optativas tiveram sua carga horária total reduzida para 272 horas e sendo no total 5 disciplinas no fluxo curricular; As Atividades Complementares tiveram sua carga horária fixada em 64 horas em função das pontuações propostas para cada atividade, as quais exigiam do discente um elevado número de horas atividades para obter a carga horária anterior. No Núcleo Básico e no Núcleo Profissionalizante as alterações permitiram desmembrar as disciplinas de Cálculo e Física I, II, III e IV cada uma com carga horária de 96 horas em disciplinas de Cálculo I, II, III e IV com carga horária de 64 horas cada 89 Bacharelado em Engenharia de Computação uma e Física I, II e III com carga horária de 64 horas cada uma. A justificativa desta alteração deve-se ao fato que todos os coordenadores de curso vislumbraram a impossibilidade de operar as disciplinas de Cálculo e Física em uma mesma disciplina, com carga horária inferior, às disciplinas isoladas. Além disto, as instituições de ensino superior oferecem estas disciplinas sempre individualmente. A disciplina de Nivelamento I, com carga horária de 32 horas, foi retirada para ser ofertado o nivelamento na forma de projeto de extensão. A disciplina de Física Experimental com carga horária de 32 horas foi incorporada nas disciplinas de Física I, II e III. A disciplina de Física IV foi retirada da grade, pois só parcialmente seu conteúdo é de interesse para o curso de Engenharia de Computação. Com foco nos componentes curriculares de interesse para a formação do Engenheiro da área foi inserido a disciplina de Fundamentos da Física do Estado Sólido com carga horária de 32 horas e que trata da matéria de constituição física de componentes eletrônicos como transistor, circuitos integrados, processadores. No Núcleo Básico, a disciplina de Inovação, Tecnologia e Sociedade teve seu conteúdo disponibilizado nas disciplinas de Inovação e Tecnologia com carga horária de 32 horas e na disciplina de Meio Ambiente, Sociedade, Ética e Responsabilidade com carga horária de 64 horas. A Resolução CNE/CES No 11 cita os conteúdos a serem ofertados nas Engenharias no Núcleo Básico, como as disciplinas de Administração para Engenheiros e Fundamentos de Engenharia Econômica, que foram inseridas no novo fluxo curricular com carga horária de 32 horas cada uma. Ainda no Núcleo Básico, a disciplina de Tecnologia da Informação com carga horária de 64 horas foi retirada, posto que seu conteúdo pode ser ministrado em cursos de extensão e via de regra, este conteúdo proposto inicialmente é em parte, dominado pela maioria dos usuários de computador pessoal. A retirada da disciplina originalmente ofertada de Resistência dos Materiais possibilitou a oferta de seu conteúdo inserido em disciplinas relacionadas na Resolução CNE/CES No 11, como sendo de conteúdos obrigatórios para as 90 Bacharelado em Engenharia de Computação Engenharias, a saber: Fundamentos de Fenômenos de Transporte e Mecânica dos Sólidos, ficando cada uma com carga horária de 32 horas. Ainda no Núcleo Básico, a disciplina de Estrutura de Dados teve a sua carga horária elevada para 96 horas em face de sua importância para os cursos de Computação, pois seu conteúdo programático constitui-se um dos fundamentos para implementação de estruturas para programação e operacionalização de todos os tipos de dados para processamento computacional. No Núcleo Profissionalizante e Núcleo Específico, algumas disciplinas não citadas pelos documentos da Resolução CNE/CES No 11 e da Portaria Inep No 245 foram retirados para inserção de novas disciplinas visando manter total compatibilidade com estes documentos. As disciplinas retiradas foram: Gerenciamento de Projetos, Sistemas de Apoio à Decisão e Empreendedorismo. A retirada das disciplinas supracitadas possibilitou a inserção nos Núcleo Profissionalizante e Núcleo Específico das disciplinas a seguir, bem como a inserção de práticas de laboratórios, considerados fundamentais para a aplicação dos conhecimentos. As disciplinas do Núcleo Profissionalizante inseridas foram: Arquitetura de Computadores com carga horária de 64 horas e Laboratório de Arquitetura de Computadores com carga horária de 32 horas Microcontroladores e Sistemas Digitais com carga horária de 64 horas conjugado com Laboratório de Microcontroladores e Sistemas Digitais com carga horária de 32 horas. A disciplina de Fundamentos Matemáticos para Computação com carga horária de 64 horas foi inserida para fornecer aos graduandos os conteúdos matemáticos de embasam a fundamentação da computação como ciência exata e a disciplina de Análise e Processamento de Sinais com carga horária de 64 horas é essencial para fornecer os conteúdos para futuras disciplinas que trabalham com sinais digitais. No Núcleo Específico forma inseridas as disciplinas de Teleinformática, e Pesquisa Operacional e Otimização ambas com 64 horas de carga horária cada uma. A disciplina de Engenharia de Software teve a sua carga horária fixada em 32 horas posto que os conteúdos podem ser ministrados dentro desta carga. 91 Bacharelado em Engenharia de Computação Para manter a compatibilidade de ofertas de disciplinas comuns com o Curso de Engenharia de Controle e Automação, algumas disciplinas tiveram a carga horária revisada, a saber, a disciplina de Sistemas de Controle teve sua carga horária fixada em 96 horas devido ao conteúdo extenso a ser ministrado e o enfoque em hardware e software, a disciplina de Automação Industrial I será ofertada com carga horária de 64 horas. 5.2. Termos de compromisso direção de unidades acadêmicas envolvidas com o curso Todas as disciplinas do curso de graduação em Engenharia de Computação serão ofertadas por docentes lotados no Instituto de Engenharia do campus Universitário de Várzea Grande (IEng-CUVG) que congregará um corpo docente multidisciplinar capacitado, conforme citado no item Corpo Docente descrito antes. 5.3. Parcerias e convênios necessários ao desenvolvimento do curso Para o aperfeiçoamento da formação do graduando em Engenharia de Computação poderão ser firmados convênios e parcerias com empresas e instituições nacionais e internacionais, posto que o profissional em Computação pode atuar, em termos de competências e habilidades, em qualquer país do mundo globalizado. Utilizando-se de órgão de fomento nacionais e internacionais poderão serem formalizados acordos multilaterais para intercâmbios e formação internacionalizada em componentes curriculares de áreas de interesse comum. Neste âmbito, pode-se buscar a implementação entre instituições de ensino superior para projetos de pesquisa e a formação superior com duplo diploma. 5.4. Outras disposições O campus Universitário de Várzea Grande (IEng-CUVG) tem estrutura 92 Bacharelado em Engenharia de Computação administrativa de Pró-reitoria e Direção do Instituto de Engenharia, no qual são ofertados 5 (cinco) cursos de graduação em Engenharias. A Resolução CD No 11, de 19 de outubro de 2012 redefiniu a estrutura administrativa e acadêmica e o quadro distributivo dos cargos de direção e funções gratificadas da UFMT, na qual se encontra a estrutura do CUVG, como mostrado na tabela a seguir. 33) Campus Universitário de Várzea Grande - CUVG 33) Campus Universitário de Várzea Grande - CUVG 33.1) Pró-Reitoria 33.1) Pró-Reitoria Pró-Reitor Secretaria da Pró-Reitoria Gerência de Administração e Planejamento Chefe de Secretaria da Pró-Reitoria Gerente de Administração e Planejamento Prefeitura do Campus Prefeito do Campus Supervisão de Compras e Patrimônio Supervisor de Compras e Patrimônio Gerência de Graduação e Extensão Gerente de Graduação e Extensão Supervisão da Biblioteca Supervisor da Biblioteca Supervisão de Registro Escolar Supervisor de Registro Escolar Supervisão de Assistência Estudantil Supervisor de Assistência Estudantil Gerência de Pós-Graduação e Pesquisa Gerente de Pós-Graduação e Pesquisa 33.2) Instituto de Engenharia 33.2) Instituto de Engenharia Diretor Secretaria do Instituto Chefe da Secretaria do Instituto Coordenação de Ensino de Graduação em Engenharia de Automação e Controle Coordenação de Ensino de Graduação em Engenharia de Automação e Controle Coordenação de Ensino de Graduação em Engenharia de Computação Coordenação de Ensino de Graduação em Engenharia de Computação Coordenação de Ensino de Graduação em Engenharia de Minas Coordenação de Ensino de Graduação em Engenharia de Minas Coordenação de Ensino de Graduação em Engenharia Química Coordenação de Ensino de Graduação em Engenharia Química Coordenação de Ensino de Graduação em Engenharia de Transportes Coordenação de Ensino de Graduação em Engenharia de Transportes 93 Bacharelado em Engenharia de Computação VI – REFERÊNCIAS ILLERIS, Knud (Orgs.). Teorias contemporâneas da aprendizagem. Trad.: Ronaldo Cataldo Costa. Porto Alegre: Penso. 2013. 278 p. LOWMAN, Joseph. Dominando as técnicas de ensino. Trad.: Harue Ohara Avritscher. São Paulo: Atlas. 2007. 309 p. PERRENOUD, Philippe. Dez novas competências para ensinar. Trad.: Patrícia Chittoni Ramos. Porto Alegre: Artmed. 2000. 192 p. SILVA, Janssen Felipe da; HOFFMANN, Jussara; ESTEBAN, Maria Teresa. (Orgs.) Práticas avaliativas e aprendizagens em diferentes áreas do currículo. 8a ed. Porto Alegre: Mediação. 2010. 109 p. SUZIGAN, Wilson; ALBUQUERQUE, Eduardo Mota e; CARIO, Silvio Antonio Ferraz (Orgs.). Em busca da inovação: interação universidade-empresa no Brasil. (Economia Política e Sociedade, 3). Belo Horizonte: Autêntica. 2011. 463 p. VEIGA, Ilma Passos Alencastro; FONSECA, Maria Fonseca (Orgs.). As dimensões do projeto politico-pedagógico: Novos desafios para a escola. 8a ed. (Coleção Magistério: Formação e Trabalho Pedagógico). Campinas, SP: Papirus. 2001. 256 p. CNE/CES. Resolução CNE/CES No 11 de 11 de março de 2002 que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia. INEP. Portaria Inep No 245, de 02 de junho de 2014 define os componentes curriculares em Engenharia de Computação para o ENADE. INEP. Portaria Inep No 255, de 02 de junho de 2014 define os componentes curriculares de Formação Geral em Engenharia para o ENADE. 94 Bacharelado em Engenharia de Computação APÊNDICE A – EMENTAS DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS CÓDIGO Carga horária: COMPONENTE CURRICULAR: Cálculo I 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: SIGLA: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Apresentar ao aluno de maneira rigorosa e sistemática os primeiros conceitos de Matemática Superior. Fazer com que o aluno desenvolva o pensamento lógicodedutivo inerente às Ciências Exatas em geral. Desenvolver técnicas de resolução de problemas em Engenharia aplicando os conhecimentos matemáticos. EMENTA O corpo dos números Reais. Funções Reais de uma variável Real. Limite e Continuidade. Cálculo Diferencial. Estudo qualitativo de funções reais de uma variável Real: estudo dos máximos e mínimos. Teoremas básicos de diferenciabilidade. Aplicações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA STEWART, J. Cálculo. vol. 1. 5. ou 6. ed. São Paulo: Pioneira /Thomson Learning. ANTON, H. Cálculo: um novo horizonte. vol. 1. Porto Alegre: Bookman, 2000. THOMAS, G. B. Cálculo. vol. 1. 10. ed. São Paulo: Addison-Wesley/Pearson, 2002. 95 Bacharelado em Engenharia de Computação BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. vol. 1. 5. ed. Rio de Janeiro, LTC, 2001. EDWARDS, C. H.; PENNEY, D. E. Cálculo com geometria analítica. vol. São Paulo, Prentice-Hall, 1997. SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica. vol. 1. Rio de Janeiro, McGrawHill, 1987. LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. vol. 1. 3. ed. São Paulo, Harbra, 1994. SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com geometria analítica. 2.v. 1. ed. São Paulo: Makron Books, 1994. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Física I 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Permitir ao aluno entender e descrever o movimento dos corpos. EMENTA Vetores e Cinemática em duas e três dimensões. Dinâmica da partícula. Trabalho e energia. Conservação de energia. Momento linear e sua conservação. 96 Bacharelado em Engenharia de Computação Dinâmica de rotações. Momento angular e sua conservação. Equilíbrio de corpos rígidos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HALLIDAY, D.; RESNICK, R. Fundamentos de Física. 8. ed. v. 1. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2009. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica. 4. ed. v. 1. São Paulo: Edgard Blücher, 2002. SEARS, F.; YOUNG, H.; FREEDMAN, R.; ZEMANSKY, M. Física I. 12. ed. São Paulo: Addison Wesley, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR TIPLER, P. A. Física: para cientistas e engenheiros. 6. ed. v. 1. Rio de janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2009. ALONSO, M.; FINN, E. J. Um curso universitário. 12. ed. v. 1. São Paulo: Blüncher, 2005. CHAVES, A.; SAMPAIO, J. F. Física Básica Mecânica. Ed. 1. São Paulo: Livros Técnicos e Científicos, 2007. SERWAY, R. A.; JEWETT JR, J. W. Princípios de Física – Mecânica Clássica, Vol. 1, Ed. Pioneira Thomson Learning, 2003. CUTNELL, J. D.; JOHNSON, K. W. Física. Vol. 1. 1. ed. LCT, 2006. 97 Bacharelado em Engenharia de Computação COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Algoritmos e Programação de Computadores 64 CÓDIGO UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Apresentar ao aluno uma visão geral sobre o projeto e a implementação de algoritmos. Fazer com que o aluno desenvolva capacidade para analisar problemas e criar soluções lógico-formais. Apresentar técnicas computacionais para resolução de problemas em Engenharia. EMENTA Conceitos básicos de organização de computadores. Construção de algoritmos e sua representação em pseudocódigo e linguagens de alto nível. Desenvolvimento sistemático e implementação de programas. Algoritmos Iterativos e Recursivos. Estruturação, depuração, testes e documentação de programas. Resolução de problemas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PIVA JR, D.; ENGELBRECHT, A. M.; NAKAMITI, G. S.; BIANCHI, F. Algoritmos e Programação de Computadores. Campus, 2012. FEOFILOFF, P. Algoritmos em Linguagem C, Campus, 2009. SCHNEIDER, G. M.; GERSTING, J. Invitation to Computer Science. 6. ed., 2013. BIBLIOGRAFIA 98 Bacharelado em Engenharia de Computação COMPLEMENTAR CORMEN, T. H. Desmistificando Algoritmos. Campus, 2013. DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J. C: Como Programar, Prentice Hall, 2011. MOKARZE, F.; SOMA, N. Introdução à Ciência da Computação, Campus, 2008. ZIVIANI, N. Projeto de Algoritmos, Thomson, 2004. HAREL, D.; FELDMAN, Y. Algorithmics - The Spirit of Computing, Addison Wesley, 2004. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Desenho Técnico e Expressão Gráfica 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Dominar as técnicas de representação gráfica com vistas a interpretar e executar desenhos no campo das Engenharias. Realizar e reconhecer traços técnicos gráficos de um desenho, considerando as instruções das normas para desenho técnico. EMENTA Desenho técnico. Normas técnicas, convenções, legendas e escalas. Desenho arquitetônico de estruturas e engenharia. Desenho de curvas de nível. Desenho de detalhes técnicos, projeções, vistas ortográficas, cortes e secções. Mapas: conceitos, tipos, símbolos e construção. Aplicações através de computadores. 99 Bacharelado em Engenharia de Computação BIBLIOGRAFIA BÁSICA FRENCH, T. E.; VIERCK, C. J. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. Editora Globo, 2005. 1093 p. RIBEIRO, A. C.; PERES, M. P., IZIDORO, N. Curso de Desenho Técnico e Autocad. Editora Pearson Brasil, 2013. 384 p. PEREIRA, N. C. Desenho Técnico. Editora do Livro Técnico, 2012. 128p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MICELI, M. T.; FERREIRA, P. Desenho Técnico Básico. Editora Ao Livro Técnico, 2001. 143 p. MACHADO, S. R. B. Expressão Gráfica Instrumental. Editora Ciência Moderna, 2014. 256p. VENDITTI, M. V. R. Desenho Técnico sem Prancheta com AutoCAD 2010. Editora Visual Books, 2010. 346 p. SILVA, A.; RIBEIRO, C. T.; DIAS, J.; SOUSA, L. Desenho Técnico Moderno. Editora LTC, 2006. 496 p. ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. Coletânea de Normas de Desenho Técnico. São Paulo: SENAI-DTE-DMD, 1990. 86 p. 100 Bacharelado em Engenharia de Computação CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Meio Ambiente, Sociedade, Ética e Responsabilidade. 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: SIGLA: Instituto de Engenharia – Campus VG IEng Carga horária da aula de campo CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Capacitar o aluno a realizar, como sujeito, através de reflexões e práticas, uma análise das intervenções reais da sociedade no ambiente e as consequentes questões sociais, econômicas, políticas, de ética profissional, de gestão e responsabilidade e de sustentabilidade fundamentais para a formação dos engenheiros. Habilitar o aluno para avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental e conhecer os problemas e possíveis soluções que priorizem a melhoria da qualidade do meio ambiente e, consequentemente, da qualidade de vida da sociedade. EMENTA Impactos ambientais; Legislação ambiental; Gestão e responsabilidade; Recursos naturais renováveis e não renováveis; Ética profissional; Meio ambiente e sustentabilidade. Relações étnico-raciais, história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros. Políticas públicas da acessibilidade e inclusão social. Conhecimentos de acessibilidade e mobilidade urbana. BIBLIOGRAFI A BÁSICA 101 Bacharelado em Engenharia de Computação ABRAHAM, M. Sustainable Engineering for Engineers. Environmental Progress, v. 24, n. 1, p. 10-11, 2005. ALMEIDA, Fernando. O bom negócio da sustentabilidade. Rio de Janeiro; Nova Fronteira; 2002 ALMEIDA, Filipe. Ética Valores Humanos e Responsabilidades. Parede, Portugal: Principia Editora 2010. MUNANGA, Kabengele. Origens africanas do Brasil contemporâneo: histórias, línguas, culturas e civilizações. São Paulo: Global, 2009. BIBLIOGRAFI A COMPLEMENTAR ARRUDA, Maria Cecília Coutinho de. Código de Ética: um instrumento que adiciona valor. São Paulo: Negócio Editora, 2002. ASHLEY, Patricia Almeida. Ética e Responsabilidade Social nos Negócios. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2006. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 26000: Diretrizes sobre responsabilidade social. Rio de Janeiro, dezembro de 2010. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 9001: Sistemas de gestão da qualidade - Requisitos. Rio de Janeiro, dezembro de 2008. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 14001: Sistema da gestão ambiental: requisitos com orientações para uso. 2ª edição, dezembro de 2004. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 14004: Sistema de gestão ambiental : Diretrizes gerais sobre princípios, sistemas e técnicas de apoio. Outubro de 1996. BARBIERI, José Carlos. Gestão ambiental empresarial: conceitos, modelos e instrumentos. São Paulo, Ed. Saraiva, 2004. BARTHOLO, Roberto, Jr et al. A difícil sustentabilidade: política energética e conflitos ambientais. Rio de Janeiro: Editora Garamond, 2001. BOFF, Leonardo. Ética e Moral: a busca de fundamentos. Petrópolis: Vozes, 2004. 102 Bacharelado em Engenharia de Computação BOYLE, C.; COATES, G. Sustainability principles and practice for Engineers. IEEE Technology and Society Magazine, p. 32-39, Fall, 2005. COIMBRA, José de Ávila Aguiar. O outro lado do meio ambiente. Campinas: millennium, 2002. CRUICKSHANK, M. H. J. The Roles and Responsibilities of Engineers towards Implementing Sustainable Development. In. International Conference on Sustainability Engineering and Science, 2004, Auckland. Proceedings… New Zealand, NZSSES, 2004. Educação Ambiental e sustentabilidade. Editores: Arlindo Philippi Jr. E Maria Cecília Focesi Pelicioni. Barueri, São Paulo: Manole, 2005. Coleção Ambiental. ENCINAS, Cristiane Gantus. Possibilidades de futuro: educação ambiental, cidadania e projetos de transformação. São Paulo, Editora TECMEDD, 2004. FANG , Liping; BAPTISTA, Manuel Victor da Silva e BARDECKI, Michal. Sistema de gestão ambiental. Brasilia, SENAI, 2001. FIGUEIREDO, Guilherme José Purvin de. Direito ambiental e a saúde dos trabalhadores. São Paulo: LTR, 2000. GALLO, Silvio (Coord.). Ética e Cidadania: Caminhos da Filosofia. 11ª ed. Campinas: Papirus, 2003. INSTITUTO ETHOS. Formulação e implantação de código de ética em empresas – reflexões e sugestões. São Paulo: Instituto Ethos, agosto de 2000. INSTITUTO ETHOS. Instituto Ethos Reflexão – A ética nas organizações. São Paulo: Instituto Ethos, ano 2, no. 4, mar.2001. INSTITUTO ETHOS. O compromisso das empresas com o meio ambiente. São Paulo: Instituto Ethos, maio de 2005. INSTITUTO ETHOS. Publicação da Rede Ethos de Jornalistas – Conceitos Básicos e Indicadores de Responsabilidade Social Empresarial. São Paulo: Instituto Ethos, 5ª edição, junho de 2007. IRÍAS, Luiz José Maria; PANTANO FILHO, Rubens; ROSA, Derval dos Santos. Desenvolvimento Sustentável. Itatiba: BERTO, 2008. 103 Bacharelado em Engenharia de Computação KUNG, Hans; SCHMIDT, Helmut. Ética Mundial e Responsabilidades Globais duas Declarações. São Paulo: Editora Loyola, 2001. LEROY, Jean Pierre. Territórios do Futuro:Educação, Meio Ambiente e Ação Coletiva. Editora Lamparina, 2010. LIMA E SILVA, Pedro Paulo de, et al. Dicionário brasileiro de ciências do meio ambiente. Rio de Janeiro: THEX Editora, 1999. MACHADO FILHO, C. P. M. Responsabilidade Social e Governança: O Debate e as Implicações. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2006. Meio Ambiente e Sustentabilidade, Organizadores: Andre Henrique Rosa, Leonardo Fernandes Fraceto e Viviane Moschini Carlos, Editora Bookman, 2012. MORANDI, S. e GIL, I. C. Tecnologia e Ambiente. São Paulo: Copidart, 2000. NASH, Laura L. Ética nas empresas: guia prático para soluções de problemas éticos nas empresas. São Paulo: Makron Books, 2001. PHILLIPI, Arlindo, Jr. et al. Meio ambiente, direito e cidadania. São Paulo: Signus, 2002. RAENG, The Royal Academy of Engineering. 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Educação para o Desenvolvimento Sustentável - EDS: aspectos epistemológicos, metodológicos e socioambientais nos projetos desenvolvidos em Boa Vista/RR. Universidade Aberta do Brasil – UAB / Universidade Federal de Roraima (UFRR). http://www.uab.ufrr.br/index.php/artigos-publicados. Acessso em 14/02/2011. WEC, World Engineer’s Convention. The Brasilia Declaration: Engineering and Innovation for Development with Social Responsibility. Brasilia, Brazil, 2008. Luciano, Gersem dos Santos; O Índio Brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje; Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade; LACED/Museu Nacional, 2006. BELLUCCI, Beluce. Introdução à História da África e da Cultura Afro-brasileira. Rio de Janeiro: UCAM / CCBB, 2003. ABNT. Associação Brasileira de Norma Técnicas – NBR 9058/2004 – Acessibilidade a edificações, mobiliários, espaços e equipamentos urbanos. Disponível em http://www.mj.gov.br/sedh/ct/corde/dpdh/corde/normas_abnt.asp MELO, S. N. O direito ao trabalho da pessoa portadora de deficiência: ação afirmativa e princípio constitucional da igualdade. São Paulo: Ltr, 2004. 105 Bacharelado em Engenharia de Computação COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Comunicação, Expressão e Redação Técnica 32 CÓDIGO UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS A disciplina tem como objetivo geral capacitar o aluno a realizar, como sujeito, através de reflexões e práticas, uma análise do processo de produção, expressão e apreensão do conhecimento humano, bem como, propiciar maior habilidade no acesso às informações e a documentos para o desenvolvimento de pesquisas e fornecer elementos para apresentação oral de trabalhos e para a elaboração escrita de artigos científicos e diferentes trabalhos monográficos. EMENTA A ciência como forma de construção do conhecimento. Produção e transmissão do conhecimento através da pesquisa científica e tecnológica. Métodos de estudo e pesquisa bibliográfica. Elaboração de projeto de pesquisa. Disseminação ou publicação dos resultados da pesquisa. Elaboração de trabalho monográfico. Redação técnica e científica. Técnicas de redação. Interpretação e aplicação de normas técnicas da ABNT. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ABRAHAMSOHN, P. Redação científica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004, 269 p. ANDERY, M. A. et al. Para Compreender a Ciência: Uma Perspectiva Histórica. 12. ed. São Paulo: Educ, 2003. 106 Bacharelado em Engenharia de Computação ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 5892. Norma para datar. Rio de Janeiro: ABNT, 1989 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR NBR 6022:2003. Informação e documentação – artigo em publicação periódica científica impressa – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. NBR 6023:2002. Informação e documentação – referências – elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, 2002. NBR 6024:2003. Informação e documentação – numeração progressiva das seções de um documento escrito – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. NBR 6027:2003. Informação e documentação – sumário – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. NBR 6028:2003. Informação e documentação – resumo – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. NBR 6029:1993. Apresentação de livros. Rio de Janeiro: ABNT, 1993. BR 6033:1989. Ordem alfabética. Rio de Janeiro: ABNT, 1989. NBR 6034:2004. Informação e documentação – índice - apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2004. NBR 10520:2002. Informação e documentação – citações em documentos apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2002. NBR 10523:1988. Entrada para nomes de língua portuguesa em registros bibliográficos. Rio de Janeiro: ABNT, 1988. NBR 10526:1988. Editoração de traduções. Rio de Janeiro: ABNT, 1988. NBR 10719:1989. Apresentação de relatórios técnicos-científicos. Rio de Janeiro: ABNT, 1989. NBR 12225:2004. Informação e documentação – lombada – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2004. NBR 12256:1992. Apresentação de originais. Rio de Janeiro: ABNT, 1992. 107 Bacharelado em Engenharia de Computação NBR 14724:2005. Informação e documentação – trabalhos acadêmicos – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2005. NBR 15287:2005. Informação e documentação – projeto de pesquisa – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2005. CRESSWELL, J. W. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. MARTINS, G. A. Estudo de caso: uma estratégia de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2006. MEDEIROS, J. B.; TOMASI, C. Redação Técnica - Elaboração de Relatórios Técnico Científicos e Técnica de Normalização Textual. São Paulo: Atlas, 2010. MEDEIROS, J. B. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos e resenhas. 8 ed. São Paulo: Atlas, 2006. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Inovação e Tecnologia 32 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: SIGLA: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Compreender a relação dos conceitos de inovação e tecnologia, desenvolvimento tecnológico e os fundamentos da gestão tecnológica. Além disso, permitir ao aluno conhecer as áreas de atuação das engenharias: minas, controle e automação, transporte, química e computação, e suas implicações (política, econômica) para a sociedade. 108 Bacharelado em Engenharia de Computação EMENTA Ciência e tecnologia. Inovação tecnológica. Indicadores de inovação tecnológica. Gestão tecnológica. Estratégias Tecnológicas. As novas tecnologias e suas implicações sociais. Áreas de atuação das engenharias: transporte, química, computação, controle e automação e minas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SOUZA NETO, J. A. et al. Gestão da inovação tecnológica. Brasília: Paralelo 15 – ABIPTI, 2006. TIGRE, P. B. Gestão da Inovação: a economia da tecnologia no Brasil. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. TARAPANOFF, K. Inteligência Organizacional e competitiva. Brasília: Editora UNB, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CORAL, E.; OGLIARI, A.; ABREU, A. F. Gestão integrada da inovação: estratégia, organização e desenvolvimento de produtos. São Paulo: Atlas, 2008. LIANZA, S.; ADDOR, F. Tecnologia e desenvolvimento social e solidário. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2005. WARSCHAUER, M. Tecnologia e inclusão social: a exclusão digital em debate. São Paulo: Editora Senac, 2006. BRUNO, L. Organização, trabalho e tecnologia. São Paulo: Atlas, 1986. HESSELBEIN, F. A organização do futuro. São Paulo: Editora Futura, 2000. 109 Bacharelado em Engenharia de Computação CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Cálculo II 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Continuar o desenvolvimento dos primeiros conceitos de Matemática Superior fazendo o estudo da Integral de funções reais de uma variável real e aplicar as técnicas aprendidas na resolução de problemas que surgem em Engenharia. EMENTA A Antiderivada de uma função. Integral indefinida e Definida. Técnicas de Integração. Cálculo de Áreas e Volumes. Aplicações BIBLIOGRAFIA BÁSICA J. STEWART. Cálculo. Vol. II, Pioneira Thompson Learning, 2001. GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. vol. 1, 2, 3 e 4. 5.ed. Rio de Janeiro, LTC, 2001. BOYCE, W.E. E DIPRIMA, R. C. Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Valores de Contorno. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 2003 BIBLIOGRAFIA 110 Bacharelado em Engenharia de Computação COMPLEMENTAR EDWARDS JR., C. H.; PENNEY, D. E. Cálculo com Geometria Analítica. Vols. 2 e 3, Prentice Hall do Brasil, 1997. AL SHENK. Cálculo e Geometria Analítica. Vol. 2. Editora Campus, 1995. LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Vol. II, 3. Edição, Harbra 1994. SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. Vol. II, 2. Edição, Makron Books, 1995. KAPLAN & LEWIS. Cálculo e Álgebra Linear. Vol. 4 Edgar Blutcher, 1982. DE FIGUEIREDO, D. G., Equações Diferenciais Aplicadas. Rio de Janeiro: SBM - Coleção Matemática Universitária, 2001. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Física II 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Permitir ao aluno conhecer e interpretar os fenômenos que envolvem a termodinâmica, oscilação e ondas. EMENTA Fluidos. Calor e temperatura. Leis da termodinâmica. Teoria cinética dos gases. Oscilações e ondas. 111 Bacharelado em Engenharia de Computação BIBLIOGRAFIA BÁSICA HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Fundamentos de Física: Gravitalção, Ondas, Termodinâmica. 8.ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2012. v. 2. NUSSENZVEIG, Hersh M. Curso de Física Básica: Fluidos, Oscilações e Ondas Calor. 5.ed. São Paulo: Edgar Blucher, 2014. v. 2. SEARS, Francis Weston; ZEMANSKY, Mark Waldo; YOUNG, Hugh D.; FREEDMAN, Roger A. Física II: Termodinâmica e Ondas. 12. ed. São Paulo, SP: Pearson Addison Wesley, 2008. vol 2. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR TIPLER, P. A. Física: para cientistas e engenheiros. 6. ed. Rio de janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2009. v. 2. ALONSO, M.; FINN, E. J. Física: um curso universitário. São Paulo: E. Blucher, 2001. v. 2. CUTNELL, J. D.; JOHNSON, K. W. Física .Vol. 2. 1. ed. LCT, 2006. MCKELVEY, J. P., GROTCH, H. Física. São Paulo, HARBRA, 1979, v.2. FEYNMAN, R. P.; LEIGHTON, R. B.; SANDS, M. The Feynman Lectures on Physics. Vol. 1, Ed. Addison-Wesley Publishing Company, 1966. 112 Bacharelado em Engenharia de Computação CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Química Geral 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Introduzir conceitos de química, com ênfase na correlação entre estrutura da matéria e suas propriedades físico-químicas. Descrever e interpretar as propriedades dos elementos e seus principais compostos, possibilitando o estabelecimento de relações entre estruturas e as propriedades das substâncias químicas, principalmente as de caráter inorgânico. EMENTA Teoria atômica e Molecular. Química dos Sólidos, Líquidos e Gases. Equilíbrio Químico e Cálculos Estequiométricos. Reações Químicas e Soluções. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ATKINS, P., JONES L., Princípios de Química Questionando a Vida Moderna e o Meio Ambiente. Peter Atkins, Loretta Jones, Editora Bookman Companhia, 2011. MAHAN, B. M., MYERES, R. J. Química um curso universitário. São Paulo: editora Edgard Blucher, 1998. BROWN, L. S.; HOLME, T. A. Química Geral Aplicada a Engenharia. Editora Cengage, 2009. 113 Bacharelado em Engenharia de Computação BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Química - A Ciência Central. Bursten, Brown, Lemay, Editora Prentice Hall Brasil, 2008. JOESTEN, M. D., et al. World of Chemistry, USA: Saunders Colege Publishing, 1991. BRADY, J. E., HUMISTON, G. E., Química Geral. Volume 1 e 2, Rio de Janeiro: Editora Livros Técnicos e Científicos, 1986. KOTZ, J. C.; TREICHEL, P. J. Química e Reações Química. 3. ed. Rio de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos, v. 1, 1998, 1 – 458 p. RUSSEL, J. B. Química Geral. vols. 1 e 2, trad. Maria Guekezian, et. al., 2. ed., São Paulo: Editora McGraw-Hill do Brasil, 1994. 114 Bacharelado em Engenharia de Computação COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Álgebra Linear e Geometria Analítica 96 CÓDIGO UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Apresentar ao aluno os conteúdos básicos de geometria analítica com um tratamento vetorial e os conceitos básicos de Álgebra Linear. EMENTA Vetores. Operação com Vetores. Dependência e independência linear. Produtos escalar, vetorial e misto. Estudo da reta. Estudo do plano. Espaços Vetoriais. Base. Dimensão. Transformações Lineares. Diagonalização de Operadores. Cônicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOULOS, P.; CAMARGO, I. Geometria Analítica. Um Tratamento Vetorial, Makron Books do Brasil Editora, 1987, São Paulo. CAROLI, A.; CALLIOLI, C. A.; FEITOSA, M. O. Matrizes, Vetores e Geometria Analítica. 9. edição, Nobel, 1978, São Paulo. Simmons, G. F., Cálculo com Geometria Analítica. Volume 1, Makron Books do Brasil Editora, São Paulo. WINTERLE, P. Vetores e Geometria Analítica, Makron Books do Brasil. Editora, 115 Bacharelado em Engenharia de Computação 2000, São Paulo. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR WEXLER, C. Analitic Geometry a Vector Approach, Addison-Wesley, 1964. BOLDRINI, J. L.; COSTA, S. I. R.; FIGUEIREDO, V. L.; WETZLER, H. G. Álgebra linear, Harbra. São Paulo, 3. edição, 1986. BANCHOFF, T.; WERMER, J. Linear Algebra Through Geometry, 2nd ed., Springer, 1991. LANG, S. Álgebra Linear. Editora Edgard Blücher Ltda, Editora da Universidade de Brasília, 1971. SANTOS, R. J. Matrizes Vetores e Geometria Analítica, Imprensa Universitária da UFMG - Belo Horizonte - março /2006. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Probabilidade e Estatística 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Apresentar ao aluno os conceitos básicos de estatística e teoria das probabilidades. EMENTA 116 Bacharelado em Engenharia de Computação Estatística descritiva: Resumo de Dados. Medidas de Posição. Medidas de Dispersão. Técnicas de Amostragem. Probabilidade: Variáveis aleatórias discretas e contínuas. Teorema de Bayes. Distribuições de probabilidades discretas. Distribuições de probabilidade contínuas. Estimação. Teoria da decisão. Regressão e correlação linear. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MAGALHÃES, M. N.; LIMA, A. C. P. L. Noções de probabilidade e estatística. São Paulo EDUSP 2005. USSAB, W. O.; MORETTIN, P. A. Estatística Básica. Saraiva (preferencialmente a 6. Edição). WALPOLE, R. E.; MYERS, R. H.; MYERS, S. L.; YE, K. Probabilidade e Estatística p/Engenharia e Ciências. 8. ed., 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MEYER, P. Probabilidade: Aplicação à Estatística, 1983 (2. edição), Livros Técnicos e Científicos Editora. MONTGOMERY, D. C.; GOLDSMAN, D. M.; HINES, W. W. Probabilidade e Estatística na Engenharia. 4. ed., Editora LTC, 2006. HINES, W. W.; MONTGOMERY, D. C.; GOLDSMAN, D. M. Probabilidade e Estatística na Engenharia. 2011, Grupo GEN – LTC. BERTSEKAS, D. P.; TSITSIKLIS, J. N. Introduction to Probability. 2. ed. Belmont, Mass: Athena Scientific. ASH, R. Basic Probability Theory. Dover Publications, 2008. 117 Bacharelado em Engenharia de Computação CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Oficina de Iniciação Cientifica 32 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Introduzir os estudantes nas atividades científicas e engajá-los na pesquisa; dessa forma incentivando potenciais talentos mediante a participação dos jovens em diversos projetos científicos. EMENTA Pesquisa Científica. Projetos de Extensão. O Método Científico. Ciência e Desenvolvimento. Atividades Práticas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GONÇALVES, E. P. Conversas Sobre Iniciação a Pesquisa Científica. Editora ALINEA, Edição: 5, 2011. QUEIROZ, S. L.; MASSI, L. Iniciação Cientifica no Ensino Superior: Funcionamento e Contribuições. Editora: ATOMO, 2010. LACEY, H. Valores e Atividade Científica. V. 2 Coleção: Estudos Sobre a Ciência e a Tecnologia. Editora 34, 2010. 118 Bacharelado em Engenharia de Computação BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Calazans, M. J. C. Iniciação Científica: Construindo o Pensamento Crítico. Editora: CORTEZ, 1999. RUDIO, F. V. Introdução ao Projeto de Pesquisa Científica. Petrópolis: Vozes, 1981. LAKATOS, E. M.; MARCONI ANDRADE, M. Metodologia Científica. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1991. DEMO, P. Pesquisa e Construção do Conhecimento. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1994. MEDEIROS, J. B. Redação Científica. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2006. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Cálculo III 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Desenvolver no aluno a habilidade de raciocinar com quantidades infinitesimais. Dar continuidade ao estudo do cálculo apresentando sequências e séries bem como introduzir o cálculo de funções reais de várias variáveis reais. EMENTA 119 Bacharelado em Engenharia de Computação Sequencias de números reais. Séries de números reais. Séries de potência. Funções de várias variáveis. Limite e Continuidade. Gradientes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. vol. 1, 2, 3 e 4. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. THOMAS, G. B. Cálculo. V.2, 10. ed., Addison-Wesley, São Paulo, (2002). STEWART, J. Cálculo. vol. 2, 4 ed, São Paulo:Pioneira, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ÁVILA, G.: Cálculo. (3 volumes). LTC, 1994. AVRITZER, D.; CARNEIRO, M. J. D. Lições de Cálculo Integral em Várias Variáveis. CAED-UFMG, 2012. LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. (2 volumes). Harbra, 1994. MARSDEN, J.E.; TROMBA, A. J. Vector Calculus. 4. edição. W. H. Freeman and Co., 1996. PINTO, D.; MORGADO, M. C. F. Cálculo Diferencial e Integral de Funções de Várias Variáveis. Editora UFRJ, 1999. PISKUNOV, N. Cálculo Diferencial e Integral. (2 volumes), 6. edição. MIR, 1983. SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria Analítica. (2 volumes). McGraw-Hill, 1987. PIVAK, M. Calculus. 3. ed. Publish or Perish, 1994. 120 Bacharelado em Engenharia de Computação CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Física III 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Permitir ao aluno conhecer e interpretar os fenômenos que envolvem a eletricidade e magnetismo. EMENTA Carga elétrica e Campo elétrico. Potencial elétrico. Capacitância e dielétricos. Corrente elétrica e resistência elétrica. Campo magnético e força magnética. Indução eletromagnética. Noções de magnetismo da matéria. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HALLIDAY, D.; RESNICK, R. Fundamentos de Física. 8.ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2009. v. 3. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica: Eletromagnetismo. 4.ed. São Paulo: Edgar Blucher, 1997. v. 3. SEARS, F. W.; ZEMANSKY, M. W.; YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física III: eletromagnetismo. 12. ed. São Paulo, SP: Pearson Addison Wesley, 2009. v 3. 121 Bacharelado em Engenharia de Computação BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHAVES, A. Física básica: eletromagnetismo. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2007; SERWAY, R. A.; JEWETT, J. W. Princípios de física. Eletromagnetismo. São Paulo, SP: Pioneira Thomson Learning, c2004-c2005. v. 3. CUTNELL, J. D.; JOHNSON, K. W. Física. Vol.3. 1.ed. LCT, 2006. ALONSO, M.; FINN, E. J. Física: um curso universitário. São Paulo: E. Blucher, 2001. v. 2. FEYNMAN, R. P., LEIGHTON, R. B., SANDS, M. The Feynman Lectures on Physics II: The New Millennium Edition: Mainly Electromagnetism and Matter. Basic Books, New York, USA, 2011. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Estruturas de Dados 96 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Apresentar as principais estruturas de dados e mostrar suas aplicações em problemas em Engenharia. Desenvolver habilidades úteis à análise e ao projeto de algoritmos que manipulam estes tipos abstratos de dados. EMENTA Estruturas básicas para representação de informações: listas, pilhas, filas, mapas, árvores e suas generalizações. Algoritmos para construção, consulta e 122 Bacharelado em Engenharia de Computação manipulação de tais estruturas. Desenvolvimento, implementação e testes de programas usando tais estruturas em aplicações específicas. Recursividade, Retrocesso e enumeração. Algoritmos de Ordenação. Técnicas de Compactação de Cadeias. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ZIVIANI, N. Projeto de Algoritmos: com implementações em Pascal e C. Cengage Learning, 2010. SZWARCTER, J. L. MARKENZON, L. Estruturas de Dados e Seus Algoritmos. Editora LTC, 2010. CELES, W.; CERQUEIRA, R. RANGEL, J. L. Introdução a Estrutura de Dados. Campus, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SEDGEWICK, R. Algorithms in C, 3rd. edition, vol. 1, Addison Wesley Longman, 1998. SEDGEWICK, R. Algorithms. 4th ed. Addison-Wesley, 2011. ROBERTS, E. The Art and Science of C. Addison-Wesley, 1995. TENENBAUM, A. M. LANGSAM, Y. AUGENSTEIN, M. J. Estruturas de Dados Usando C. Makron Books, 1995. AHO, A.V. HOPCROFT, J. E. ULLMANN, J. Data Structures and Algorithms. Addison-Wesley 1983. WEISS, M. A. Data Structures & Algorithm Analysis in C++. Prentice Hall, 2013 DORZDEK, A. Estrutura de Dados e Algoritmos em C++, Thomson, 2002. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: 123 Bacharelado em Engenharia de Computação Circuitos Elétricos UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo 64 SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Capacitar o discente a analisar o funcionamento de circuitos elétricos, bem com realizar montagem práticas em laboratórios. EMENTA Fundamentos de eletricidade. Estrutura da teoria dos circuitos: elementos ativos e passivos. Regras fundamentais do circuito. Leis de Kirchhoff – método de nós e método de malhas. Teoremas – circuitos equivalentes. Medidas elétricas e magnéticas. Fundamentos da análise de circuitos. Elementos armazenadores de energia. Circuitos de 1ª ordem RL e RC. Simulação em computador e experimentos em bancada. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HAYT, Jr. WILLIAM, H. KEMMERLY, Jack E. DURBIN, Steven M. Análise de Circuitos em Engenharia. 8ª ed. McGraw-Hill. 2014. 864 p. BOYLESTAD, Robert L. Introdução à análise de circuitos. 12ª ed. 2012. 976 p. SADIKU, Matthew N. O. MUSA, Sarhan. ALEXANDER, Charles K. Análise de Circuitos Elétricos com Aplicações. McGraw-Hill. 2014. 616 p. BIBLIOGRAFIA 124 Bacharelado em Engenharia de Computação COMPLEMENTAR BURIAN, Yaro Jr. LYRA, Ana Cristina C. Circuitos elétricos. 1ª ed. Prentice Hall. 2006. O'MALLEY, John. Análise de Circuitos. Coleção Schaum. 2ª ed. Bookman. 432 p. 2014. NILSSON, James W. RIEDEL, Susan A. Circuitos elétricos. 8ª ed. 592 p. 2009. NAHVI, Mahmood. EDMINISTER, Joseph A. Circuitos Elétricos. Coleção Schaum. 4ª ed. Bookman. 2005. 487 p. IRWIN, J. David. Análise Básica de Circuitos Para Engenharia. 10ª ed. LTC. 700 p. 2013. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Eletrônica Analógica e Digital 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Permitir ao aluno compreender o funcionamento dos principais componentes eletrônicos e sua atuação em circuitos analógicos e digitais. Fazer com que o aluno desenvolva capacidade para descrever, analisar e realizar pequenos projetos envolvendo aplicações de sistemas eletrônicos. EMENTA Sistemas de Numeração e Códigos. Dispositivos semicondutores. Circuitos 125 Bacharelado em Engenharia de Computação Integrados Lineares. Sensores. Atuadores. Transdutores. Conceitos fundamentais de circuitos lógicos. Família lógicas e circuitos integrados. Circuitos Combinacionais lógicos e aritméticos. Circuitos Sequenciais. Flip-flop e dispositivos correlatos. Registradores. Interfaces analógico-digital. Conversores A/D e D/A. Dispositivos de memória. Projeto de sistema digital usando HDL. Simulação e montagem de circuitos digitais em bancada. BIBLIOGRAFIA BÁSICA TOCCI, R. J. WIDNER, N. S. MOSS, G. L. Sistemas Digitais. 11º ed. Pearson. 2011. MALVINO, A.; BATES, D. J. Eletrônica. Diodos, Transistores e Amplificadores. 7ª ed. McGraw-Hill. 429 p. 2011. PEDRONI, V. Eletrônica Digital Moderna e VHDL. Campus, 2010. AGARWAL, A. LANG, J. Foundations of Analog and Digital Electronic Circuits. 1. Ed. Morgan Kaufmann, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAPUANO, F. G. IDOETA, I. V. Elementos de Eletrônica Digital. Érica. 2008. BROWN, S.; VRANESIC, Z. Fundamentals of Digital Logic with VHDL Design. 3 ed. McGraw-Hill. 960 p. 2008. WAKERLY, J. F. Digital Design: Principles and Practices Package. Prentice Hall, 4ª ed. 2005. CATHEY, J. J. Dispositivos e Circuitos Eletrônicos. Coleção Schaum. 2ª ed. 2003. 304 p. MAINI, A. K. Digital Electronics - principles, devices and applications. Wiley, 2007. VAHID, F. Digital Design. Wiley, 2007. 126 Bacharelado em Engenharia de Computação CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Fundamentos de Engenharia Econômica 32 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Habilitar os participantes a tomarem decisões econômicas e financeiras utilizando matemática financeira e métodos de análises na seleção de alternativas quantitativas e qualitativas. Estudar métodos de avaliação e de análise do valor. Desenvolver os elementos de análise e síntese na avaliação de projetos. Ressaltar a relevância da análise econômico-financeira nos projetos da área de forma ética e socialmente responsável. Desenvolver a capacidade de avaliação econômicofinanceira e conscientização de um estudo contínuo e sistemático da disciplina. Realizar trabalhos individuais e em grupos. Desenvolver capacidade para: (a) análise e desenvolvimento de produtos, projetos, e empresas; (b) análise crítica dos modelos técnicos e econômicos empregados e (c) capacidade de formulação e de avaliação técnica e econômica de sistemas de engenharia. EMENTA Variável tempo: juros simples, juros compostos. Matemática financeira. Métodos de amortização. Equivalência de métodos. Métodos de Decisão. Renovação e substituição de equipamentos. Depreciação. Análise de Projetos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 127 Bacharelado em Engenharia de Computação ADLER, H. A. Avaliação econômica dos projetos de transportes. Tradução de Heitor Lisboa de Araújo. Livros Técnicos e Científicos Editora S/A. Rio de Janeiro, 1978. FERREIRA, R. G. Engenharia Econômica e Avaliação de Projetos de Investimento – Critérios de Avaliação, Financiamentos e Benefícios Fiscais e Análise de Sensibilidade e Risco. São Paulo, Editora Atlas S. A. São Paulo, 2009. SAMANEZ, C. P. Engenharia Econômica. Editora Prentice Hall. São Paulo, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRUNI, A. L.; FAMA, R. Matemática Financeira com HP 12 e Excel. Ed. Atlas. São Paulo, 2004. BRUNSTEIN, I. Economia de empresas. Ed. Atlas. São Paulo, 2005 CÔRTES, J. G. P. Análise e Previsão da Procura. Escola de Engenharia de Produção/UFRJ. Rio de Janeiro, 1995. CÔRTES, J. G. P. & outros. Técnicas qualitativas de previsão- metodologia e aplicações. Programa de Engenharia de Produção COPPE/UFRJ. Rio de Janeiro, 1992. CURY, M. V. Q. Matemática Financeira. MBA em Gestão Empresarial. FGV. Rio de Janeiro, 2000. CURY, M. V. Q. Análise de projetos. MBA Executivo em Finanças. FGV. Rio de Janeiro, 2001. HIRSCHFELD, H. Engenharia Econômica e Análise de Custos. Ed Atlas. São Paulo, 2000. WOILER, S.; MATHIAS, W. F. Projetos – Planejamento, Elaboração e Análise. 2. Edição – Editora Atlas S.A. São Paulo, 2010. PILÃO, N. E.; HUMMEL, P. R. V. Matemática Financeira e Engenharia Econômica. Ed. Thomson. São Paulo, 2004. 128 Bacharelado em Engenharia de Computação CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Cálculo IV 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: SIGLA: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Apresentar ao aluno os conteúdos de cálculo diferencial de várias variáveis. EMENTA Revisão de funções de várias variáveis reais. Transformações. Fórmula de Taylor. Integrais Múltiplas. Teorema de Green. Teorema de Stokes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GUIDORIZZI, H.L., Um curso de cálculo, 5ed, vol. 2, 3, Rio de Janeiro: Livros técnicos e científicos editora, 2002. STEWART, J,.Cálculo, vol. 1, 2, 4 ed. São Paulo: Pioneira, 2001. THOMAS, G.B. Cálculo, vol. 2, 10 ed. São Paulo: Addison-Wesley, 2002 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 129 Bacharelado em Engenharia de Computação GUIDORIZZI, H.L., Um Curso de Cálculo, vol. 4, 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. THOMAS, G.B. Cálculo, V.2, 10ª ed., Addison-Wesley, São Paulo, (2002). STEWART, J., Cálculo, vol. 2, 4 ed. São Paulo: Pioneira, 2001. ÁVILA, G.: Cálculo (3 volumes). LTC, 1994. AVRITZER, D. & CARNEIRO, M. J. D. : Lições de Cálculo Integral em Várias Variáveis. CAED-UFMG, 2012. GUIDORIZZI, H.: Um Curso de Cálculo (4 volumes). LTC, 2001. LEITHOLD, L.: O Cálculo com Geometria Analítica (2 volumes). Harbra, 1994. MARSDEN, J.E. and TROMBA, A.J.: Vector Calculus, 4ª ed. W.H.Freeman and Co., 1996. PINTO, D. e MORGADO, M.C.F. : Cálculo Diferencial e Integral de Funções de Várias Variáveis. Editora UFRJ, 1999 PISKUNOV, N.: Cálculo Diferencial e Integral (2 volumes), 6ª ed. MIR, 1983. SIMMONS, G. F.: Cálculo com geometria Analítica (2 volumes). McGraw-Hill, 1987. SPIVAK, M.: Calculus. 3 l, 1ção. Publish or Perish, 1994. 130 Bacharelado em Engenharia de Computação CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Fundamentos Matemáticos para Computação 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Apresentar ao aluno uma visão geral sobre a escrita formal matemática. Fazer com que o aluno desenvolva capacidade para analisar, entender e modelar problemas em matemática discreta. EMENTA Conceitos básicos de matemática discreta e de lógica para computação. Técnicas de provas e indução matemática. Relações e conceitos de teoria de grafos. Modelagem de problemas usando grafos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GERSTING, J. Fundamentos Matemáticos para a Ciência da Computação. 5th ed. LTC, 2004. VELLEMAN, D. J. How to Prove It: A Structured Approach. Cambridge University Press; 2 ed. 2006. CHARTRAND, G. POLIMENI, A. D. ZHANG, P. Mathematical Proofs: A Transition to Advanced Mathematics. 3rd ed. Pearson, 2012. 131 Bacharelado em Engenharia de Computação BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR EPP.S. S. Discrete Mathematics with Applications. Cengage Learning, 2010. ROSEN, K. Discrete Mathematics and Its Applications. McGraw-Hill Science/Engineering/Math, 2011. MANBER, U. Introduction to Algorithms, 1ª.ed. Addison-Wesley, 1989. KNUTH, D. E. GRAHAN, J. Matemática Concreta: Fundamentos para Ciência da Computação. 2ª.ed. LTC, 2011. HUNTER, D. Essentials Of Discrete Mathematics. Jones & Bartlett Learning, 2010. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Banco de Dados 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Expor os principais fundamentos de banco de dados e os sistemas gerenciadores que administram sua utilização. Permitir ao aluno entender técnicas de modelagem e implementação de bancos de dados. EMENTA Modelagem e projeto de banco de dados; Banco de dados relacional e orientado a objetos. Linguagens de consulta e manipulação de dados; Sistemas de 132 Bacharelado em Engenharia de Computação Gerência de Banco de Dados: arquitetura, gerenciamento de transações, controle de concorrência, recuperação, processamento e otimização de consultas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ELMASRI, R.; NAVATHE, S. B. Sistemas de Bancos de Dados. 6a. Ed. Addison-Wesley, 2011. RAMAKRISHNAN, R.; GEHRKE, J. Database Management Systems, 3a. Ed. McGraw-Hill, 2002. SILBERSCHATZ, A.; KORF, H. F.; SUDARSHAN, S. Sistemas de Banco de Dados, 6a. Ed. Elsevier, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DATE, C. J. Introdução a Sistemas de Bancos de Dados, Editora Campus, 2004. GARCIA-MOLINA, H.; ULLMAN, J. D.; WIDOM, J. Database Systems: The Complete Book, 2. ed. Prentice Hall, 2008. HEUSER, C. A. Projeto de Banco de Dados, 5a. ed. Sagra Luzzato, 2004. CORONEL, C.; MORRIS, S.; ROB, P.. Database Systems: Design, Implementation, and Management. Cengage Learning, 2012. JUKIC, N.; VRBSKY S.; NESTOROV, S. Database Systems: Introduction to Databases and Data Warehouses. Prentice Hall, 2013. 133 Bacharelado em Engenharia de Computação COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Microcontroladores e Sistemas Digitais 64 CÓDIGO UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: SIGLA: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Permitir ao aluno compreender o funcionamento dos principais componentes e arquiteturas dos microcontroladores modernos. Fazer com que o aluno desenvolva capacidade para descrever, analisar e realizar simulações e pequenos projetos envolvendo Hardware, Software e Firmware. EMENTA Microcontroladores: arquitetura e programação. Memória. Dispositivos de entrada e saída. Dispositivos lógicos programáveis: PLD e CPLD. Projeto digital usando HDL e VHDL. Aplicações e Projeto Integrado de Hardware, Software e Firmware. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FLOYD, T. Sistemas Digitais: Fundamentos e Aplicações. 7 ed. Artmed. 2007. PEDRONI, V. A. Eletrônica Digital Moderna e VHDL. Campus/Elsevier, 2010. BROWN, S.; VRANESIC, Z. Fundamentals of Digital Logic with VHDL Design. 3 ed. McGraw-Hill, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 134 Bacharelado em Engenharia de Computação TOCCI, R. J. WIDNER, N. S. MOSS, G. L. Sistemas Digitais. 11º ed. Pearson. 2011. WEST, N.; HARRIS, D. CMOS VLSI Design: A Circuits and Systems Perspective. 3 ed. Addison Wesley, 2003. WAKERLY, J. F. Digital Design: Principles and Practices Package. Prentice Hall, 4ª ed, 2005. MAINI, A. K. Digital Electronics - principles, devices and applications. Wiley, 2007. VAHID, F. Digital Design. Wiley, 2007. COSTA, C.; MESQUITA, L.; PINHEIRO, E. Elementos de Lógica Programável com VHDL e DSP - Teoria e Prática. 1.a ed. Érica, 2011. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Programação Orientada a Objetos 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Permitir ao aluno entender os conceitos básicos, técnicas e problemas relacionados à programação orientada a objetos. EMENTA Conceitos básicos e avançados de programação orientada a objetos. 135 Bacharelado em Engenharia de Computação Aplicação dos conceitos usando uma linguagem orientada a objetos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA VAREJÃO, F. Linguagens de Programação - Conceitos e Técnicas. Campus Elsevier, 2004. GOODRICH, M. T.; TAMASSIA, R. Estruturas de Dados e Algoritmos em JAVA. Bookman, 2007. MEYER, Bertrand. Object-Oriented Software Construction, 2a ed. Prentice Hall, 2000. BARNES, J. D.; KÖLLING, M. Programação Orientada a Objetos com Java. Pearson, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR RUMBAUGH et. al. Object-Oriented Modeling and Design; Prentice-Hall, 1991. DEITEL, H. M., DEITEL, P. J. Java: Como Programar. Pearson Brasil, 2005. ECKEL, B. Thinking in Java. Prentice Hall, 2005. GAMMA et. al. Padrões de Projeto. Bookman, 2002. BUDD, T.. An Introduction to Object Oriented Programming, Addison-Wesley, 1996. 136 Bacharelado em Engenharia de Computação CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Fundamentos de Fenômenos de Transporte 32 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Desenvolver no estudante o entendimento de conceitos físicos, equações básicas de difusão, fenomenologia dos escoamentos, equações diferenciais de conservação, equações microscópicas de conservação, analogias com outras disciplinas. Desenvolver no estudante as habilidades: analíticas, matemáticas, numéricas e experimentais. Estabelecer relações entre os tópicos abordados e o comportamento de sistema termo/fluido/dinâmicos e metodologia de projeto. EMENTA Transporte de quantidade de movimento. Transporte de energia-calor. Transporte de massa. Aplicação da análise dimensional aos fenômenos de transporte. Resultados empíricos em fenômenos de transporte. Problemas de transientes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRUNETTI, F. Mecânica dos Fluídos. PEARSON EDUCATION DO BRASIL. 2 Ed., 2008. BOHN, M. S.; KREITH, F. Princípios de Transferência de Calor. Thomson Pioneira. 1 Ed. 2003. BENNET, C. O.; MYERS, T. E. Fenômenos de Transporte. São Paulo, McGraw- 137 Bacharelado em Engenharia de Computação Hill do Brasil.1980. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GILES, R V. Mecânica dos Fluídos e Hidráulica. São Paulo, McGraw-Hill do Brasil Ltda.1982. BARRY, A. B. Construction measurementes. John Wiley e Sons, 1988. SHAMES, I. H. Mecânica dos Fluídos, vols. 1 e 2, São Paulo, Edgard Blücher.1980. STREETER, V. L. Mecânica dos Fluídos. São Paulo, McGraw-Hill do Brasil Ltda.1980. BIRD, R. B.; STEWART, W. E.; LIGHTFOO E. N.. Transport Phenomena, 2 ed. Revisada. John Wiley & Sons, 2006. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Fundamentos da Física do Estado Sólido 32 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Permitir ao aluno conhecer e interpretar os fenômenos que envolvem óptica, a mecânica quântica e a física do estado sólido. EMENTA 138 Bacharelado em Engenharia de Computação Introdução à Física quântica. Introdução à Física do Estado sólido. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KITTEL, C. Introdução à Física do Estado Sólido. São Paulo: Editora LTC, 2006. OLIVEIRA, I. S. JESUS, V. L. B. Introdução à Física do Estado Sólido. São Paulo: Editora Livraria da Física, 1°ed., 2005. HALLIDAY, D. RESNICK, R. WALKER, J. Fundamentos de Física. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1995. v. 4.. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SEARS, F. W.; ZEMANSKY, M. W.; YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física IV: Óptica e Física Moderna. 12.ed NUSSENZVEIG, M. H. Física básica: Ótica, Relatividade, Física quântica. São Paulo: Editora Blucher, 1°.ed, 1998. EISBERG, R. RESNICK, R. Quantum Physics of Atoms, Molecules, Solids, Nuclei and Particles, 2nd edition, John Wiley & Sons, 1985. 139 Bacharelado em Engenharia de Computação CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Projeto e Análise de Algoritmos 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Apresentar ao aluno uma visão geral sobre projeto e análise de algoritmos. Fazer com que o aluno desenvolva capacidade para projetar algoritmos eficientes e analisá-los. Apresentar técnicas para provar a correção de algoritmos. EMENTA Técnicas de projeto e análise de algoritmos. Análise de Recorrências. Indução e Invariantes de laços. Programação dinâmica e algoritmos gulosos. Algoritmos para problemas em Grafos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CORMEN, T. H.; LEISERSON, C.; RIVEST, R.; STEIN, C. Algoritmos - Teoria e Prática. 3 ed. Editora Campus, 2012. MANBER, U. Introduction to Algorithms. 1 ed. Addison-Wesley, 1989. DASGUPTA, S.; PAPADIMITRIOU, C; VAZIRANI, U. Algorithms. McGraw-Hill, 2006. BIBLIOGRAFIA 140 Bacharelado em Engenharia de Computação COMPLEMENTAR SEDGEWICK, R. An Introduction to the Analysis of Algorithms. Addison-Wesley Professional, 2013. ZIVIANI, N. Projeto de Algoritmos: com implementações em Pascal e C. Cengage Learning, 2010. SEDGEWICK, R.; WAYNE, K. Algorithms, 4 ed. Addison-Wesley, 2011 KLEINBERG, J. Algorithm Design. Addison-Wesley, 2005. MCCONNELL, J. Analysis Of Algorithms. Jones & Bartlett Learning, 2007. AHO, A. V.; HOPCROFT, J. E.; ULLMAN, J. D. The Design and Analysis of Computer Algorithms. Addison-Wesley, 1974. KNUTH, D. E. The Art of Computer Programming, Vol I: Fundamental Algorithms. Addison-Wesley, 2011. KNUTH, D. E. The Art of Computer Programming, Vol II: Seminumerical Algorithms. Addison-Wesley, 2011. KNUTH, D. E. The Art of Computer Programming, Vol III: Sorting and Searching. Addison-Wesley, 2011. KNUTH, D. E. The Art of Computer Programming, Vol IV: Combinatorial Algorithms. Addison-Wesley, 2011. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Inteligência Artificial 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS 141 Bacharelado em Engenharia de Computação Permitir ao aluno entender as ideias fundamentais da Inteligência Artificial e algumas características relacionadas à implementação desse tipo de sistemas. EMENTA Agentes inteligentes. Resolução de problemas por meio de busca. Busca informada e por exploração. Satisfação de restrições. Agentes que raciocinam logicamente. Planejamento. Conhecimento incerto. Sistemas de Raciocínio Probabilístico. Aprendizagem por Observações. Aprendizagem estatística. Aprendizagem por reforço. Agentes que Comunicam. Princípios de Robótica Inteligente. Percepção. BIBLIOGRAFIA BÁSICA NORVIG, P.; RUSSEL , S. Inteligência Artificial, Elsevier - Campus, 3. ed. 2013. LUGER, G. F.. Inteligência Artificial - Estruturas e Estratégias para a Solução de Problemas Complexos. 4a. Ed. Bookman. 2004. NILSSON, N. Artificial Intelligence: A New Synthesis. Morgan Kaufmann, 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRATKO, I. Prolog Programming for Artificial Intelligence. Addison Wesley, 3rd. ed. 2001. GENENSERETH, M.; NILSSON, N. Logical Foundations of Artificial Intelligence. Morgan Kaufmann, 1988. BRACHMAN, R.; LEVESQUE, H. Knowledge Representation and Reasoning. Morgan Kaufmann, 2004. BISHOP, C. M. Pattern Recognition and Machine Learning. Springer Verlag Publishing, 2006. 142 Bacharelado em Engenharia de Computação FACELI, K.; LORENA, A. C.; GAMA, J. A. C. de CARVALHO P. L. F. Inteligência Artificial: Uma Abordagem de Aprendizado de Máquina. Genio. (2011). CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Computação Gráfica 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Introduzir conceitos de computação gráfica, fornecendo conhecimento teórico para a criação de imagens sintéticas e também experiência prática no desenvolvimento de programas gráficos interativos. EMENTA Origem e objetivos da Computação Gráfica. Dispositivos Gráficos. Transformações geométricas 2D e 3D. Conversão Matricial e Preenchimento. Modelagem. Iluminação. Tonalização. Aplicação de Texturas. Técnicas de antiserrilhado. BIBLIOGRAFIA BÁSICA VELHO, L.; GOMES, J. - Sistemas Gráficos 3D, Rio de Janeiro, IMPA, 2001. 330p. (Série de Computação e Matemática) ISBN 85-224-0167-2. 143 Bacharelado em Engenharia de Computação AZEVEDO, E.; CONCI, A. Computação Gráfica - Teoria e Prática, Editora Campus. 2003. HUGHES, J. F.; DAM, A.; MCGUIRE, M.; SKLAR, D. F.. Computer Graphics: Principles and Practice. 3 ed. Addison-Wesley Professional, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GORTLER, S. J. Foundations of 3D Computer Graphics. The MIT Press, 2012. COHEN, M.; MANSSOUR, LH. - OpenGL - Uma abordagem prática e Objetiva, Novatec, 2005. ANGEL E. - lnteractive computer graphics with WebGL. Pearson, 2005. ANGEL. E. – OpenGL: A Primer. 3.a ed. Pearson, 2008. HEARN, D. D.; BAKER, M. P.; CARITHERS, W. Computer Graphics with Open GL. Prentice Hall, 2010. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Redes de Computadores 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Permitir ao aluno entender os conceitos básicos de redes de computadores. Habilitar o aluno para projetar, instalar e configurar redes locais. 144 Bacharelado em Engenharia de Computação EMENTA Noções básicas de redes de computadores: tipos de enlace, códigos, modos e meios de transmissão. Redes de computadores: locais, metropolitanas e de longa distância. Terminologia e aplicações, topologias, modelos de arquitetura e protocolos. Interconexão de redes. Níveis de transporte e de aplicação. Redes sem Fio e Redes Móveis. BIBLIOGRAFIA BÁSICA TANENBAUM, A. S. Redes de Computadores. Editora Campus, 2003. KUROSE, J. F.; ROSS, K. W. Redes de Computadores e a Internet. Addison Wesley Brasil, 2010. DERSLER, F. J. Guia para Interligação de Redes Locais. Editora Campos, 1993. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DERSLER, F. J. Guia de Conectividade. Editora Campos, 1993. COMER, D. Internetworking with TCP/IP. V.1, Prentice Hall, 1992. STALLINGS, W. High Speed Networks and Internets: Performance and Quality of Service, Prentice Hall, 2001. MATTHEWS, J. Computer Networking: Internet Protocols in Action. Wiley, 2005. FOROUZAN, B. Data Communications and Networking. McGraw-Hill, 2006.. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Laboratório de Microcontroladores e Sistemas Digitais 32 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: SIGLA: 145 Bacharelado em Engenharia de Computação Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Apresentar conhecimentos que permitem ao aluno desenvolver aplicações utilizando microcontroladores. Fazer com que o aluno desenvolva capacidade para desenvolver e realizar pequenos projetos envolvendo Hardware, Software e Firmware. EMENTA Aplicação prática do conteúdo programático da disciplina de Microcontroladores e Sistemas Digitais. Projetos, desenvolvimento e simulação em microcontroladores. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FLOYD, T. Sistemas Digitais: Fundamentos e Aplicações. 7 ed. Artmed. 2007. PEDRONI, V. A. Eletrônica Digital Moderna e VHDL. Campus/Elsevier, 2010. BROWN, S.; VRANESIC, Z. Fundamentals of Digital Logic with VHDL Design. 3 ed. McGraw-Hill, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR TOCCI, R. J. WIDNER, N. S. MOSS, G. L. Sistemas Digitais. 11º ed. Pearson. 2011. WEST, N.; HARRIS, D. CMOS VLSI Design: A Circuits and Systems Perspective. 3 ed. Addison Wesley, 2003. WAKERLY, J. F. Digital Design: Principles and Practices Package. Prentice Hall, 146 Bacharelado em Engenharia de Computação 4ª ed, 2005. MAINI, A. K. Digital Electronics - principles, devices and applications. Wiley, 2007. VAHID, F. Digital Design. Wiley, 2007. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Laboratório de Banco de Dados 32 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Permitir ao aluno entender e desenvolver um projeto lógico e físico de bancos de dados utilizando sistemas de gerenciamento de bancos de dados relacionais e/ou objetos-relacionais. Consolidar os principais fundamentos apresentados na disciplina teórica de bancos de dados. EMENTA Ferramentas e técnicas utilizadas na solução de problemas de sistemas de informação, utilizando bancos de dados. Modelagem. Tradução do projeto lógico para o projeto físico. Desenvolvimento de aplicações. Comandos de definição, indexação e manipulação de dados. Integridade e segurança de bases de dados: conceitos e comandos. Comandos analíticos. Visões, gatilhos (triggers) e procedimentos armazenados (stored procedures). Acesso multiusuário em bases de dados. 147 Bacharelado em Engenharia de Computação BIBLIOGRAFIA BÁSICA ELMASRI, R.; NAVATHE, S. B. Sistemas de Bancos de Dados. 6a. ed. AddisonWesley, 2011. RAMAKRISHNAN, R.; GEHRKE, J. Database Management Systems, 3a. Ed. McGraw-Hill, 2002. SILBERSCHATZ, A.; KORF, H. F.; SUDARSHAN, S. Sistemas de Banco de Dados, 6a. ed. Elsevier, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DATE, C. J. Introdução a Sistemas de Bancos de Dados, Editora Campus, 2004. GARCIA-MOLINA, H.; ULLMAN, J. D.; WIDOM, J. Database Systems: The Complete Book, 2. ed. Prentice Hall, 2008. HEUSER, C. A. Projeto de Banco de Dados, 5a. ed. Sagra Luzzato, 2004. CORONEL, C.; MORRIS, S.; ROB, P. Database Systems: Design, Implementation, and Management. Cengage Learning, 2012. JUKIC, N.; VRBSKY, S.; NESTOROV, S. Database Systems: Introduction to Databases and Data Warehouses. Prentice Hall, 2013. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Mecânica dos Sólidos 32 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular 148 Bacharelado em Engenharia de Computação OBJETIVOS Apresentar os conceitos introdutórios sobre o comportamento das estruturas para atividades de projeto e análise de sistemas estruturais e seus componentes, capacitando os alunos na compreensão dos conceitos físico-matemáticos utilizados no estudo da estática do corpo rígido, bem como, as características geométricas de perfis estruturais. EMENTA Forças no plano. Forças no espaço. Sistema Equivalente de Forças; Estática dos Corpos Rígidos em duas Dimensões. Estática dos Corpos Rígidos em três Dimensões. Forças Distribuídas. Estruturas. Vigas. Cabos. Atrito. Momento de Inércia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BEER, F. P. Mecânica vetorial para engenheiros: estática. 5. ed. São Paulo: Makron, 1994. HIBBELER, R. C. Estática. 10. ed. São Paulo: Pearson, 2005. MERIAM, J. L.; KRAIGE, L. G. Mecânica: estática. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABRIADES, E. Mecânica. São Paulo: Hamburg, 1971. BORESI, A. P.; SCHIMIDT, Richard J. Estática. São Paulo: Pioneira, 2003. SHAMES, I. H. Estática: mecânica para engenharia. 4. ed. São Paulo: PrenticeHall. 2002. v. 1. SINGER, F. L. Mecânica para engenheiros. São Paulo: Harbra, c1978. 149 Bacharelado em Engenharia de Computação SONNINO, S. Mecânica Geral I: cinemática e dinâmica. São Paulo: Nobel, 1995. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Projeto e Desenvolvimento de Software 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Compreender o processo de desenvolvimento de software como produto com qualidade, de acordo com os princípios da Engenharia de Software. Conhecer as técnicas de gerência e desenvolvimento de projetos em Equipe. EMENTA Gerenciamento e desenvolvimento de um projeto que acompanhe as etapas do ciclo de vida do software com ênfase em: documentação, determinação dos requisitos, projeto lógico, projeto físico, implementação e testes. Projeto de software orientado a objeto e uso de padrões de projeto. Modelagem, projeto e desenvolvimento de aplicações cliente-servidor, web. Conceitos de gestão de projetos, métricas e qualidade de software. Questões de integração de banco de dados e sistema. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BLAHA, M.; RUMBAUGH, J. Modelagem e Projetos Baseados em Objetos com 150 Bacharelado em Engenharia de Computação UML 2. 2 ed. Rio de Janeiro: Campus. 2006. FOWLER, M. Padrões de Arquitetura de Aplicações Corporativas. Bookman. 2006. 492 p. HORSTMANN, C. Padrões e Projeto Orientados a Objetos. 2 ed. Bookman. 424 p. 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR RUMBAUGH, J.; BOOCH, G.; JACOBSON, I. UML -Guia Do Usuário. 2 ed. Rio de Janeiro: Campus. 2006. MOREIRA FILHO, T. R.; RIOS, E. Projeto & Engenharia de Software: Teste de Software. Alta Books, 2003. WAZLAWICK, R. S. Análise e Projeto de Sistemas de Informação Orientados a Objetos. 2 ed. Rio de Janeiro: Elsevier. 2010. BECK, K. Padrões de Implementação. Um Catálogo de Padrões Indispensável para o Dia a Dia do Programador. Bookman. 2013. 168 p. MARINESCU, F. Padrões de Projeto EJB. Padrões Avançados, Processos e Idiomas. Bookman. 220 p. 2004. KERIEVSKY, J. Refatoração para padrões. Bookman. 2008. 400 p. COHN, M. Desenvolvimento de Software com Scrum. Aplicando métodos ágeis com sucesso. Bookman. 201. 1496 p. PRIKLADNICKI, R.; WILLI, R.; MILANI, F. Métodos Ágeis para Desenvolvimento de Software. Bookman. 2014. 312 p. DATE, C. J. Introdução a sistemas de bancos de dados. Trad. da 8a ed. americana. Rio de Janeiro: Elsevier. 2004. 865 p. KORTH, H. F.; SILBERSCHATZ, A; SUDARSHAN, S. Sistema de Banco de Dados. Editora Campus, 2006. 808 p. 151 Bacharelado em Engenharia de Computação CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Teoria das Linguagens Formais e Autômatos 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Tratar aspectos técnicos da teoria da computação. Apresentar mecanismos e formalismos que permitem ao aluno descrever, analisar e sintetizar máquinas computáveis. EMENTA Revisão de conceitos básicos; alfabetos e linguagens; linguagens regulares; linguagens livres de contexto; linguagens recursivas e linguagens recursivamente enumeráveis. Computabilidade e decidibilidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SIPSER, M. Introdução à Teoria da Computação. Thompson, 2007 HOPCROFT, J. E. ULLMAN, J. D. Introdução à Teoria de Autômatos, Linguagens e Computação. 2 ed. Campus, 2002. MENEZES, P. F. B. Linguagens Formais e Autômatos. Sagra Luzzatto, UFRGS, 1997. BIBLIOGRAFIA 152 Bacharelado em Engenharia de Computação COMPLEMENTAR VIEIRA. N. J. Introdução aos Fundamentos da Computação: Linguagens e Máquinas. Thompson, 2006. LEWIS, H.; PAPADIMITRIOU. C. H. Elements of the Theory of Computation. 2nd ed. Prentice Hall, 1997 KELLEY. D. Automata and Formal Languages: An Introduction. Prentice Hall, 1995. COPELAND, B. J.; POSY, C. J.; SHAGRIR, O. Computability: Turing, Gödel, Church, and Beyond. The MIT Press, 2013. HENNIE, F. Introduction to Computability. Addison-Wesley, 1977. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Análise e Processamento de Sinais 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Apresentar técnicas de análise e modelagem de sistemas lineares. Permitir ao aluno conhecer e interpretar os conceitos de sinais, sistemas lineares, métodos de análise no domínio do tempo e da frequência. EMENTA Sinais contínuos e discretos. Sistemas lineares e invariantes no Tempo. Análise de Fourier de sinais contínuos e discretos. Filtragem através de sistemas 153 Bacharelado em Engenharia de Computação lineares e invariantes no tempo. Transformada de Laplace e Transformada Z. Amostragem, Quantização, Decimação e Interpolação. Convolução e Modulação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. 5. ed. Pearson, 2011. OPPENHEIM, A. P.; WILLSKY, A. S.; NAWAB, S. H. Sinais e Sistemas. 2. ed. Pearson, 2010. DINIZ, P. S. R.; SILVA, A. B.; NETTO, S. L. Processamento Digital de Sinais: Projeto e Análise de Sistemas. - 2.ed. Bookman, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ROBERTS, M. J. Fundamentos de Sinais e Sistemas. McGraw Hill Brasil, 2009. DORF, R. C.; BISHOP, R. H. Modern Control Systems. Prentice Hall, 2010. HAYKIN, S. S.; VEEN, B. V. Sinais e Sistemas. Bookman, 2001. NISE, N. S. Control Systems Engineering. Wiley, 2010. FRIEDLAND. Control System Design: An Introduction to State-Space Methods. Dover Publications, 2005. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Sistemas Operacionais 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS 154 Bacharelado em Engenharia de Computação Fornecer ao aluno uma visão detalhada dos principais mecanismos envolvidos na concepção de um sistema operacional moderno. Apresentar conhecimentos que permitem ao aluno desenvolver aplicações considerando sincronização, virtualização, gerência de processos e threads, bem como o gerenciamento de memória, entrada e saída e sistemas de arquivos locais e distribuídos. EMENTA Histórico e evolução, tipos, serviços e estrutura de um sistema operacional. Conceitos de processos: concorrência, regiões críticas, escalonamento. Conceitos de espaços de endereçamento e de gerenciamento de memória, memória virtual, paginação, segmentação. Sistemas de arquivos: Hierarquia, proteção, organização, segurança. Gerenciamento de entrada/saída. Estudo de casos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA TANENBAUM, A. S. Sistemas Operacionais Modernos. 3. ed. Prentice Hall, 2010. SILBERSCHATZ, A.; GALVIN, P. B.; GAGNE, G. Sistemas Operacionais com Java. 7. ed. Elsevier Campus, 2008. DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J.; CHOFFNES, D. R. Sistemas Operacionais. 3. Ed. Prentice Hall, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DOWNEY, A. B. The Litte Book of Semaphores: The Ins and Outs of Concurrency Control and Common Mistakes. 2 ed. CreateSpace Independent Publishing Platform, 2009. BOVET, D. P.; CESATI, M. Understanding the Linux Kernel. O’Reilly, 2005. DOEPPNER, T. W. Operating Systems In Depth: Design and Programming. 155 Bacharelado em Engenharia de Computação Wiley, 2010. STALLINGS, W. Operating Systems: Internals and Design Principles. 8. ed. Prentice Hall, 2014. BACH, M. J. The Design of the UNIX Operating System. Prentice Hall, 1996. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Arquitetura de Computadores 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Fornecer ao aluno uma visão geral da arquitetura básica de processadores e microcomputadores. Apresentar conhecimentos que permitem ao aluno desenvolver aplicações em linguagens de máquina. EMENTA Introdução à organização de computadores e representação de informação na memória. Estudo do conjunto de instruções de processadores RISCs e CISCs. Desenvolvimento, implementação e testes de programas usando linguagens de montagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 156 Bacharelado em Engenharia de Computação PANNAIN, R.; BEHRENS, F. H.; PIVA JR, D. Organização Básica de Computadores e Linguagem de Montagem. Editora Campus, 2012. TANENBAUM A. S. Organização Estruturada de Computadores. 5a ed. PrenticeHall, 2007. HENNESSY, J. L.; PATTERSON, D. A. Organização e Projeto de Computadores. Elsevier, 2014. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GOODMAN, J.; MILLER, K. A Programmer's View of Computer Architecture. Oxford University Press, 1993. HENNESSY, J. L.; PATTERSON, D. A. Computer Architecture, Fifth Edition: A Quantitative Approach. Morgan Kaufmann, 2011. HARRIS, D.; HARRIS, S. Digital Design and Computer Architecture. 2 ed. Morgan Kaufmann, 2012. NISAN, N.; SCHOCKEN, S. The Elements of Computing Systems: Building a Modern Computer from First Principles. The MIT Press, 2005. SHEN, J. P. Modern Processor Design: Fundamentals of Superscalar Processors. Waveland Press, 2013. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Laboratório de Redes de Computadores 32 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular 157 Bacharelado em Engenharia de Computação OBJETIVOS Desenvolver prática em projetos envolvendo programação em redes e na utilização de equipamentos de rede, tais como: roteadores, hubs e switches; e na instalação e configuração de sistemas operacionais de rede e serviços de rede. EMENTA Cabeamento de rede local. Equipamentos de rede: adaptadores de rede, hubs, switches, pontes e roteadores. Roteamento: algoritmos e protocolos de roteamento. Redes ATM. Protocolo IP. Protocolo TCP. Sistemas operacionais de rede e serviços de rede: DHCP, DNS, FTP. Noções sobre gerenciamento e segurança de rede. Aplicações de rede: cliente/servidor. Programação em redes (sockets). Servidor Web. BIBLIOGRAFIA BÁSICA STEVENS, W. R.; FENNER, B.; RUDOFF, A. M. Unix Network Programming, Volume 1: The Sockets Networking API. 3.a ed. Addison-Wesley Professional, 2003. KUROSE, J. F.; ROSS, K. W. Redes de Computadores e a Internet. Addison Wesley Brasil, 2010. STEVENS, W. R. Unix Network Programming, Volume 2: Interprocess Communications. 2.a ed. Addison-Wesley Professional, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DERSLER, F. J. Guia de Conectividade. Editora Campos, 1993. COMER, D. Internetworking with TCP/IP. V.1, Prentice Hall, 1992. STALLINGS, W. High Speed Networks and Internets: Performance and Quality of Service, Prentice Hall, 2001. 158 Bacharelado em Engenharia de Computação MATTHEWS, J. Computer Networking: Internet Protocols in Action. Wiley, 2005. FOROUZAN, B. Data Communications and Networking. McGraw-Hill, 2006. TANENBAUM, A. S. Redes de Computadores. Editora Campus, 2003. DERSLER, F. J. Guia para Interligação de Redes Locais. Editora Campos, . CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Administração para Engenheiros 32 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Capacitar os discentes para aplicar as técnicas mais atuais de gestão e mostrar a importância de desenvolver habilidades de liderança. Expor os conhecimentos e técnicas necessárias para o entendimento e participação da gestão corporativa. Compreender a participação nas tomadas de decisões estratégicas num mundo globalizado. Conhecer as características do empreendedorismo no Brasil. EMENTA O conceito de administração; papéis, habilidades e competências dos administradores. A globalização e seus efeitos sobre a economia e reflexos no planejamento das empresas. A organização das empresas e o fator humano nas organizações, estilos de liderança e teorias comportamentais aplicadas à administração. Administração pública e privada. Princípios de empreendedorismo. 159 Bacharelado em Engenharia de Computação BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHIAVENATO, I. Princípios da Administração. O Essencial em Teoria Geral da Administração. Elsevier. 2006. 408 p. CHIAVENATO, I. Iniciação à Teoria das Organizações. Editora Manole. 2010. SALIM, C. S. Introdução ao empreendedorismo: despertando a atitude empreendedora. Rio de Janeiro: Elsevier. 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BAZZO, W.; TEIXEIRA, L. Introdução à Engenharia: Conceitos, Ferramentas e Comportamentos. 4ª ed. Editora UFSC. 2013. 296 p. CHIAVENATO, I. Introdução à Teoria Geral da Administração. 8ª Ed. Editora Campus. 2011. 640 p. PILÃO, N. E.; HUMMEL, P. R. V. Matemática Financeira e Engenharia Econômica. Editora Thomson. 2002. CHIAVENATO, I. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor. 3a ed. São Paulo: Saraiva. 2008. PILÃO, N. E.; HUMMEL, P. R. V.. Matemática Financeira e Engenharia Econômica. Editora Thomson. 2002. CHIAVENATO, I. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor. 3a ed. São Paulo: Saraiva. 2008. MOTTA, R. R.; CALÔBA G. M. Análise de Investimentos. Atlas. 2002. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Sistemas de Controle I 96 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG SIGLA: IEng 160 Bacharelado em Engenharia de Computação Carga horária da aula de campo CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Permitir ao aluno entender os principais conceitos de análise, projeto e simulação de sistemas de controle. EMENTA Conceitos básicos de controle: malha aberta, malha fechada. Ações de controle básicas e respostas de sistemas controle: controle liga-desliga, proporcional, integral, derivativo. Método do Lugar das Raízes. Método de resposta em freqüência: diagramas de Bode, gráficos polares, critério de estabilidade de Nyquist, estabilidade relativa. Análise e Projeto de Controladores Industriais PID. Projeto pelo Método Lugar das Raízes. Projeto pelo Método da Resposta em Frequência; Introdução ao Controle Digital. Amostragem. Discretização de Sistemas Contínuos. Estabilidade de Sistemas em Tempo Discreto; Lugar das Raízes de Sistemas em Tempo Discreto. Projeto de Sistemas de Controle Digitais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA OGATA, K. Engenharia de controle moderno. 5. ed. São Paulo, Pearson Prentice Hall, 2010. DORF, R. C.; BISHOP, R. H. Sistemas de controle modernos. 12. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013. NISE, N. S. Engenharia de sistemas de controle. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. 161 Bacharelado em Engenharia de Computação BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KUO, B. C.; GOLNARAGHI, F. Sistemas de Controle Automático. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. FRANKLIN, G. F.; POWELL, J. D.; EMAMI-NAEINI, A. Sistemas de controle para engenharia. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2013. OGATA, K. Matlab for control engineers. 1th ed. São Paulo, Pearson Prentice Hall, 2008. FRANKLIN, G. F.; POWELL, J. D.; EMAMI-NAEINI, A. Feedback control of dynamic systems. 6th ed. New York: Pearson, 2010. COELHO, A. A. R.; COELHO, L. S. Identificação de sistemas dinâmicos lineares. Florianópolis: UFSC, 2004. CHEN, Chi-Tsong. Analog and digital control system design: transfer-function, state-space, and algebraic methods. New York: Oxford University, 1993. D’AZZO, J. J. Análise e projeto de sistemas de controle lineares. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1978. CASTRUCCI, P. B. L.; BITTAR, A.; SALES, R. M. Controle Automático. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011. HAYKIN, S.; VAN VEEN, B. Sinais e sistemas. Porto Alegre: Bookman, 2003. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Construção de Compiladores 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS 162 Bacharelado em Engenharia de Computação Permitir ao aluno entender as noções básicas sobre linguagens de programação e técnicas de construção de compiladores para linguagens de programação de alto nível. EMENTA Métodos de análise léxica, sintática e semântica. Sistemas de execução. Geração e otimização de códigos. Recuperação de erros. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AHO, A. V.; LAM, M. S., SETHI R.; ULLMAN, J. D. Compiladores: Princípios, Técnicas e Ferramentas. 2a ed. Pearson, 2007. MOGENSEN, APPEL, T. E. Introduction to Compiler Design. Springer, 2011. A. W.. Modern Compiler Implementation in Java. Cambridge University Press, 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COOPER, K.; TORCZON, L. Engineering a Compiler, 2 Ed. Morgan Kaufmann, 2011. MUCHNICK, S. Advanced Compiler Design and Implementation. 1 ed. Morgan Kaufmann, 1997. MAK, R. Writing Compilers and Interpreters: A Software Engineering Approach. Wiley, 2009. GRUNE, D.; REEUWIJK K.; BAL, H. E.; JACOBS, C. J. H. Modern Compiler Design. Springer, 2012. 163 Bacharelado em Engenharia de Computação PARR, T. Language Implementation Patterns: Create Your Own Domain- Specific and General Programming Languages. Pragmatic Bookshelf, 2010. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Sistemas Embarcados 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: SIGLA: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Permitir ao aluno entender os principais conceitos, metodologias e arquiteturas utilizadas em sistemas embarcados. Fazer com que o aluno desenvolva habilidade para realizar pequenos projetos que envolvem implementação e desenvolvimento de soluções para ambientes embarcados. EMENTA Conceituação e arquiteturas de sistemas embarcados. Programação em linguagens de alto e baixo nível. Interfaces seriais e paralelas. Temporizadores, relógios e watchdog timer. Interrupções. Firmware embarcado. Programação concorrente e em tempo real. Aplicações em sistemas embarcados. Sistemas com comunicação sem fio. Dispositivos Móveis: Categorização e Programação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA OSHANA, R.; KRAELING, M. Software Engineering for Embedded Systems: Methods, Practical Techniques, and Applications. 1 ed. Newnes, 2013. 164 Bacharelado em Engenharia de Computação NOERGAARD, T. Embedded Systems Architecture, Second Edition: A Comprehensive Guide for Engineers and Programmers. 2 ed. Newnes, 2012. LAPLANTE, P. A. Real-Time Systems Design and Analysis: Tools for the Practitioner. 4 ed. Wiley-IEEE Press, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KOPETZ, H. Real-Time Systems: Design Principles for Distributed Embedded Applications (Real-Time Systems Series). 2 ed. Springer, 2011. BARR, M. Embedded C Coding Standard Paperback. 1 ed. CreateSpace Independent Publishing Platform, 2008. GRENNING, J. W. Test Driven Development for Embedded C (Pragmatic Programmers). 1. Ed. Pragmatic Bookshelf, 2011. DICE, P. Quick Boot: A Guide for Embedded Firmware Developers. Intel Press, 2013. BARRY, P. Modern Embedded Computing: Designing Connected, Pervasive, Media-Rich Systems. Morgan Kaufmann, 2012. VALVANO, J. Embedded Systems: Real-Time Operating Systems for Arm Cortex M Microcontrollers. CreateSpace Independent Publishing Platform, 2012. WHITE, E. Making Embedded Systems: Design Patterns for Great Software. 1.a ed. O'Reilly Media, 2011. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Engenharia de Software I UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo Carga horária: 32 SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular 165 Bacharelado em Engenharia de Computação OBJETIVOS Oferecer ao aluno uma visão geral do processo de desenvolvimento de Software e das técnicas que podem ser utilizadas em cada fase do ciclo de vida do Software. EMENTA Introdução e objetivos de engenharia de Software. Ciclo de Vida de Desenvolvimento de Software. Noções de Qualidade de Software. Técnicas de Gerenciamento de Software. Planejamento, Métricas e Gerenciamento de Configuração de Software. Técnicas e Métodos de Análise e Especificação de requisitos: características, problemas e conceitos básicos. Noções sobre verificação, validação e testes de software. Manutenção de software. Padrões de desenvolvimento e documentação de software. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PRESSMAN, R. S. Engenharia de Software. Uma Abordagem Profissional. 7 genharia de Software. SOMMERVILLE, I. Engenharia de Software. 9ª Ed. Pearson Education. 2011. RUMBAUGH, J.; BOOCH, G.; JACOBSON, I. UML -Guia Do Usuário. 2 ed. Rio de Janeiro: Campus. 2006. BLAHA, M. RUMBAUGH, J. Modelagem e Projetos Baseados em Objetos com UML 2. 2 ed. Rio de Janeiro: Campus. 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MOREIRA FILHO, T. R.; RIOS, E. Projeto & Engenharia de Software: Teste de 166 Bacharelado em Engenharia de Computação Software. Alta Books, 2003. WAZLAWICK, R. S. Análise e Projeto de Sistemas de Informação Orientados a Objetos. 2 ed. Rio de Janeiro: Elsevier. 2010. DATE, C. J. Introdução a sistemas de bancos de dados. Trad. da 8a ed. americana. Rio de Janeiro: Elsevier. 2004. 865 p. KORTH, H. F.; SILBERSCHATZ, A.; SUDARSHAN, S. Sistema de Banco de Dados. Editora Campus, 2006. 808 p. CARVALHO, A. M. B. R.; CHIOSSI, T. C. S. Introdução à Engenharia de Software. Campinas: Ed. Unicamp, 2001. 148 p. WHITTEN, J. L.; BENTLEY, L. D. Systems Analysis & Design Methods. 7 ed. 2007. COHN, M. Desenvolvimento de Software com Scrum - Aplicando Métodos Ágeis Com Sucesso. Bookman, 2011. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Laboratório de Projeto e Desenvolvimento de Software 32 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Desenvolver as habilidades desejadas para um profissional engajado no processo desenvolvimento de software. 167 Bacharelado em Engenharia de Computação EMENTA Aplicar na prática o processo de software visto na disciplina de Projeto e Desenvolvimento de Software. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BLAHA, M.; RUMBAUGH, J. Modelagem e Projetos Baseados em Objetos com UML 2. 2a ed. Rio de Janeiro: Campus. 2006. WAZLAWICK, R. S. Análise e Projeto de Sistemas de Informação Orientados a Objetos. 2a ed. Rio de Janeiro: Elsevier. 2010. MOREIRA FILHO, T. R.; RIOS, E. Projeto & Engenharia de Software: Teste de Software. Alta Books, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PRESSMAN, R. S. Engenharia de Software. 6ª. ed. Porto Alegre: AMGH. 2010. 752 p. SOMMWEVILLE, I. Engenharia de Software. 8ª. ed. Pearson. 2007. 522p. RUMBAUGH, J.; BOOCH, G.; JACOBSON, I. UML -Guia Do Usuário. 2ª. ed. Rio de Janeiro: Campus. 2006. DATE, C. J. Introdução a sistemas de bancos de dados. Trad. da 8ª. ed. americana. Rio de Janeiro: Elsevier. 2004. 865 p. KORTH, H. F.; SILBERSCHATZ, A.; SUDARSHAN, S. Sistema de Banco de Dados. Editora Campus, 2006. 808 p. CARVALHO, A. M. B. R.; CHIOSSI, T. C. S. Introdução à Engenharia de Software. Campinas: Editora da Unicamp, 2001. 148 p. WHITTEN, J. L.; BENTLEY, L. D. Systems Analysis & Design Methods. 7ª ed. 168 Bacharelado em Engenharia de Computação 2007. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Laboratório de Arquitetura de Computadores 32 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Apresentar conhecimentos que permitem ao aluno desenvolver aplicações em linguagens de máquina, realizar de simulações e montar bancadas de componentes. EMENTA Aplicação prática do conteúdo programático da disciplina de Arquitetura de Computadores. Experimentos simulados em software e montagem de bancada de componentes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PANNAIN, R.; BEHRENS, F. H.; PIVA JR, D. Organização Básica de Computadores e Linguagem de Montagem. Editora Campus, 2012. TANENBAUM, A. S. Organização Estruturada de Computadores. 5ª. ed. PrenticeHall, 2007. 169 Bacharelado em Engenharia de Computação HENNESSY, J. L.; PATTERSON, D. A. Organização e Projeto de Computadores. Elsevier, 2014. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GOODMAN, J.; MILLER, A. K. Programmer's View of Computer Architecture. Oxford University Press, 1993. HENNESSY, J. L.; PATTERSON. D. A. Computer Architecture. Fifth Edition: A Quantitative Approach. Morgan Kaufmann, 2011. HARRIS, D.; HARRIS, S. Digital Design and Computer Architecture. 2 ed. Morgan Kaufmann, 2012. NISAN, N.; SCHOCKEN, S. The Elements of Computing Systems: Building a Modern Computer from First Principles. The MIT Press, 2005. SHEN, J. P. Modern Processor Design: Fundamentals of Superscalar Processors. Waveland Press, 2013. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Automação Industrial I 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Apresentar os conceitos principais sobre projeto de automação industrial. 170 Bacharelado em Engenharia de Computação EMENTA Conceitos históricos, estado-da-arte, e tendências da automação industrial. Modelagem de processos sequenciais. Controladores Programáveis. Noções de Redes Industriais BIBLIOGRAFIA BÁSICA GEORGINI, M. Automação aplicada: descrição e implementação de sistemas sequenciais com PLCs. 4. ed. São Paulo: Érica, 2003. NATALE, F. Automação industrial. 3. ed. São Paulo: Érica, 2001. SILVEIRA, P. R.; SANTOS, W. E. Automação e controle discreto. 8. ed. São Paulo: Érica, 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAPELLI, A. Automação industrial: controle do movimento e processos contínuos. São Paulo: Érica, 2006. FRANKLIN, G. F.; POWELL, J. D.; EMAMI-NAEINI, A. Sistemas de controle para engenharia. 6. ed. Porto Alegre: Bookman. 2013. ROSÁRIO, J. M. Princípios de mecatrônica. São Paulo: Prentice-Hall, 2005. 356 p. ALVES, J. L. L. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. Editora LTC, 1ª ed., 2005. CAMARGO, V. L. A.; FRANCHI, C. M. Controladores Programáveis. São Paulo: Érica, 1ª ed, 2008. 171 Bacharelado em Engenharia de Computação CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Robótica I 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Apresentar conhecimentos que permitem ao aluno consolidar técnicas de inteligência artificial, sistemas de computação e sensoriamento na estruturação de robôs móveis. EMENTA Arquiteturas de Controle de Robôs Autônomos. Sistemas de Percepção. Sistemas de Navegação. Atuadores e Sensores. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ROSÁRIO, J. M. Princípios de mecatrônica. São Paulo: Prentice-Hall, 2005. x, 356 p. SANTOS, I. F. Dinâmica de sistemas mecânicos: modelagem, simulação, visualização, verificação. São Paulo: Makron, 2001. 272 p. THRUN, S.; BURGARD, W.; FOX, D. Probabilistic Robotics. Intelligent Robotics and Autonomous Agents Series. MIT Press, Cambridge, MA, 2005. 172 Bacharelado em Engenharia de Computação BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SICILIANO, B.; SCIAVICCO, L.; VILLANI, L.; ORIOLO, G. Robotics: Robotics Modelling, Planning and Control. 2nd. Springer. 2009. CHOSET, H.; LYNCH, K. M.; HUTCHINSON, S.; KANTOR, G.; BURGARD, W.; KAVRAKI, L. E.; THRUN, S. Principles of Robot Motion: Theory, Algorithms, and Implementations. MIT Press. 2005. DAHLHOFF, H. Fundamentos da robótica: BSP70. São Paulo: Festo Didactic, 1993. PAZOS, Fernando. Automação de sistemas & robótica. Rio de Janeiro: Axcel, 2002. ROBÓTICA industrial: aplicação na indústria de manufatura e de processos. São Paulo: E. Blücher, 2002. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Construção de Interfaces Homem-Máquina 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Apresentar ao aluno conceitos fundamentais de interação entre o usuário e o computador, oferecendo os subsídios necessários para o projeto e avaliação de interfaces. EMENTA 173 Bacharelado em Engenharia de Computação Fundamentos de interação usuário computador. Levantamento de requisitos. Aspectos humanos e tecnológicos. Design. Princípios e heurísticas para usabilidade. Métodos de avaliação da usabilidade. Padrões para interface. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SHNEIDERMAN, B.; PLAISANT, C.; COHEN, M.; JACOBS, S. Designing the User Interface: Strategies for Effective Human-Computer Interaction. 5 ed. Prentice Hall. 2010. 624 p. TORRES, R. J. Practitioner's Handbook for User Interface Design and Development. Prentice Hall. 2002. 400 p. FISET, Jean-Yves. Human-Machine Interface Design for Process Control Applications. ISA. 2008. 171 p. ROCHA, H. V. BARANAUSKAS, M. C. C. Design e Avaliação de Interfaces Humano-Computador. NIED/Unicamp. 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR NIELSEN, J. Usability Engineering. Academic Press, 1993. BAECKER, R.M. GRUDIN, T. BRIXTON, W. A. GREENBERG, S. Readings in Hunan Computer Interation: Toward the year 2000, 2ª ed. Morgan Kaufmann, 1995. DIX, A.; FINLAY, J.; ABOWD, G.; BEALE, R. Human-Computer Interaction. 2ª ed. Prentice-Hall. 1998. PREECE, J.; ROGERS, Y.; SHARP, H. - Interaction Design, Wiley; 1 edition (January 17, 2002), 544 pages, ISBN: 0471492787. PRESSMAN, R. S. Engenharia de Software: Uma abordagem Profissional. Amgh Editora, 2011. 174 Bacharelado em Engenharia de Computação SOMMERVILLE, I. Engenharia De Software. 9ª ed. Pearson Education - Br, 2011. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Sistemas Distribuídos 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: SIGLA: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Habilitar o discente a compreender os conceitos básicos de sistemas computacionais distribuídos e as principais técnicas utilizadas na sua implementação. EMENTA Conceitos de Sistemas Distribuídos. Comunicação e Sincronização em Sistemas Distribuídos. Modelos e Arquitetura de Sistemas Distribuídos. Sistema de Arquivos: organização, segurança, confiabilidade e desempenho. Aspectos de projeto e implementação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COULOURIS, G.; KINDBERG, T.; DOLLIMORE, J. Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto. 5 ed. Bookman, 2013. 175 Bacharelado em Engenharia de Computação TANENBAUM, A. S.; STEEN, M. V. Sistemas Distribuídos. Prentice Hall, 2007. KSHEMKALYANI, A. D.; SINGHAL, M. Distributed computing: principles, algorithms, and systems. Cambridge University Press, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR VARELA, C. A.; AGHA, G. Programming Distributed Computing Systems: A Foundational Approach. The MIT Press, 2013. FOKKINK, W. Distributed Algorithms: An Intuitive Approach. The MIT Press, 2013. HWANG, K.; DONGARRA, J.; FOX, G. C. Distributed and Cloud Computing: From Parallel Processing to the Internet of Things. Morgan Kaufmann, 2011. HERLIHY, M.; KOZLOV, D.; RAJSBAUM, S. Distributed Computing Through Combinatorial Topology. Morgan Kaufmann, 2013. CORRÊA, R. D.; DUTRA, I. C.; FIALLOS, M.; SILVA, L. F. G. Models for Parallel and Distributed Computation: Theory, Algorithmic Techniques and Applications. Kluwer Academic Publishers, 2002. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Teleinformática 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS 176 Bacharelado em Engenharia de Computação Habilitar o discente a compreender a integração de tecnologias dos sistemas de computação e telecomunicações para provimento de serviços de comunicação. EMENTA Introdução às Telecomunicações; Princípios da Teoria da Informação. Transmissão da Informação e Modelagem do Sistema de Transmissão, Transmissão Analógica e Digital, Técnicas de Modulação: Amplitude, Frequência, Fase e Mistas, Comunicações Sem Fio, Comunicação Ótica: Dispositivos e Sistemas, Tecnologias de Acesso. Central por Programa Armazenado. Comutação Digital, BIBLIOGRAFIA BÁSICA STALLINGS, W. Data and Computer Communications. Prentice Hall. 10ª ed. 2013. 912 p. GUIMARÃES, D. A.; SOUZA, R. A. A. Transmissão Digital - Princípios e Aplicações. 2ª ed. Editora Érica. 2014. 320 p. NETO, Vicente Soares. Telecomunicações - Sistemas de Modulação - Uma Visão Sistêmica. 3ª ed. Editora Érica. 2012. 224 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FRENZEL Jr., L. E. Modulação, Demodulação e Recepção. Fundamentos de Comunicação Eletrônica. 3ª ed. McGraw-Hill. 2013. 362 p. ALENCAR, M. S. Telefonia Digital. 5ª ed. Editora Érica. 2011. 424 p. SVERZUT, J. U. Redes GSM, GPRS, EDGE e UMTS - Evolução a Caminho da Quarta Geração (4G). 3ª Ed. Editora Érica. 2011. 456 p. MEDEIROS, J. C. O. Princípios de Telecomunicações - Teoria e Prática. 4ª ed. Editora Érica. 2012. 320 p. ALENCAR, M. S. Telefonia Celular Digital. 3ª ed. Editora Érica. 2013. 488 p. 177 Bacharelado em Engenharia de Computação RIBEIRO, J. A. J. Engenharia de Antenas - Fundamentos, Projetos e Aplicações. 1ª ed. Editora Érica. 2012. 584 p. FRENZEL Jr., L. E. Linhas, Micro-Ondas e Antenas. Fundamentos de Comunicação Eletrônica. 3ª ed. McGraw-Hill. 2013. 256 p. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Robótica II 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Habilitar o discente a compreender os principais conceitos e técnicas utilizados no posicionamento e controle de robôs industriais. EMENTA Conceitos matemáticos aplicados à engenharia; Modelagem geométrica, cinemática e dinâmica de manipuladores mecânicos. Geração de trajetória, controle em posição e controle em força; Métodos e linguagens de programação de controle de robôs industriais. Sensores e atuadores. Controle adaptativo e inteligente. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 178 Bacharelado em Engenharia de Computação PAZOS, F. Automação de sistemas & robótica. Rio de Janeiro: Axcel, 2002. BARRIENTOS, A. Fundamentos de robótica. 2. ed. MCGRAW-HILL / INTERAMERICANA DE ESPAÑA, 2007. ROMANO, V. F. Robótica Industrial Aplicação na Indústria de Manufatura e de Processos. Edgard Blücher, São Paulo, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SANTOS, I. F. Dinâmica de sistemas mecânicos: modelagem, simulação, visualização, verificação. São Paulo: Makron, 2001. SCIAVICCO, L.; SICILIANO, B. Modelling and control of robot manipulators. 2nd.ed. London: Springer, 2000. ROBÓTICA industrial: aplicação na indústria de manufatura e de processos. São Paulo: E. Blücher, 2002. ROSÁRIO, J. M. Princípios de mecatrônica. São Paulo: Prentice-Hall, 2005. DAHLHOFF, H. Fundamentos da robótica: BSP70. São Paulo: Festo Didactic, 1993. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Pesquisa Operacional e Otimização 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS 179 Bacharelado em Engenharia de Computação Habilitar o discente a compreender os modelos matemáticos e as principais técnicas de otimização e de pesquisa operacional. Familiarizar o aluno com técnicas modernas de programação matemática, para capacitá-lo a desenvolver ferramentas para solucionar problemas de otimização em engenharia. EMENTA Classes de problemas. Problemas NP-completos. Modelagem de problemas lineares e não-lineares. Programação Inteira. Método Simplex. Análise de Sensibilidade. Paradigmas de Otimização. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GOLBARG, M. C. LUNA, H. P. L. Otimização Combinatória e Programação Linear. 2 ed. Editora Campus, 2005. MOREIRA, D. A. Pesquisa Operacional - Curso Introdutório. 2 ed. Cengage Learning, 2011. ARENALES, M. ARMENTANO, V. MORABITO, R. YANASSE, H. Pesquisa Operacional para Cursos de Engenharia. Editora Elsevier /Campus-Abepro, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HILLIER, F.; LIEBERMAN, G. Introdução à Pesquisa Operacional. 8 ed. Editora McGraw-Hill, 2006. PASSOS, E. J. P. F. Programação Linear - Como Instrumento da Pesquisa Operacional. Atlas, 2008. LACHTERMACHER, G. Pesquisa Operacional. Prentice Hall, 2009. TAHA, H. A. Operations Research - An Introduction. 8a ed., editora Prentice- Hall, 2007. 180 Bacharelado em Engenharia de Computação SCHRAGE, L. Optimization Modeling with Lingo. Lindo Systems Inc, 2006. . CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Trabalho de Conclusão de Curso 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Fornecer ao aluno uma visão geral do processo de elaboração de um trabalho técnico. Apresentar conhecimentos que permitem ao aluno desenvolver um trabalho técnico em respeito às orientações éticas e às normas técnicas de elaboração. EMENTA Projeto teórico ou prático orientado por um ou mais docentes do Instituto de Engenharia, acompanhado por trabalho técnico redigido pelo aluno. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ABNT. NBR 14724:2001 Informação e documentação - Trabalhos acadêmicos – Apresentação. ABNT. NBR 10520:2001 Informação e documentação - Apresentação de citações 181 Bacharelado em Engenharia de Computação em documentos. ABNT. NBR 6023:2000 Informação e documentação- Referências- Elaboração. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CERVO, A. L. Metodologia Científica. 4ª edição. São Paulo: Makron Books, 1996. DELUIZ, N. Manual para Elaboração de Projetos e Relatórios de Pesquisa, Teses, Dissertações e Monografias. 4ª edição Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1993. ECO, H. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 1997. SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. 24ª edição. São Paulo: Atlas, 2000. VICTORIANO, B. A. D. Produzindo Monografia: Para Trabalho de Conclusão de Curso. São Paulo: Publisher Brasil, 1996. 182 Bacharelado em Engenharia de Computação CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Estágio Supervisionado 160 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Possibilitar ao discente vivenciar práticas de sua área de formação profissional objetivando o desenvolvimento de competências que possam auxiliá-lo em sua inserção no trabalho. EMENTA Trabalho prático que seja válido de acordo com as normas internas definidas pelas Resoluções da UFMT e do Instituto de Engenharia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BIANCHI, Ana Cecília de Moraes et al. Manual de orientação: estágio supervisionado. 2. ed. São Paulo. LIMA, M. C; OLIVO, S. (orgs.). Estágio Supervisionado e Trabalho de Conclusão de Curso. Cengage Learning. 2006. 334 p. LIMA, M.C. & OLIVO, Silvio. Estágio Supervisionado. São Paulo: Thomson Pioneira, 2006 183 Bacharelado em Engenharia de Computação BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Coordenação de Ensino de Graduação em Engenharia de Computação. Modelo de Plano de Estágio Supervisionado. Coordenação de Ensino de Graduação em Engenharia de Computação. Modelo de Relatório de Estágio Supervisionado. BIANCHI, Roberto. Manual de Orientação - Estágio Supervisionado. Cengage Learning. 2009. 112 p. PORTELA, K.C.A. & SCHUMACHER, A.J. Estágio Supervisionado: teoria e prática. Coleção Secretarial, Editora Alexandre Schumacher, 2007. DEPRESBITERIS, L & DEFFUNE, D. Competências, Habilidades e Currículos de Educação Profissional. São Paulo: SENAC, 2000. MORAES, I. N. (1985). Elaboração da pesquisa científica. (2. ed.). São Paulo: Álamo, Faculdade Ibero-Americana. MINISTÉRIO DO TRABALHO (2008). Lei 11.788/2008. Lei do estágio. Brasília. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS-ABNT (2009). NBR 14.724Apresentação de trabalhos acadêmicos. Rio de Janeiro. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS- ABNT (2009). NBR 6023 – Informação e documentação – Referências – Elaboração. Rio de Janeiro. MEDEIROS, João Bosco. Redação cientifica. São Paulo: Atlas, 2008. 184 Bacharelado em Engenharia de Computação APÊNDICE B – EMENTAS DAS DISCIPLINAS OPTATIVAS CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Aprendizado de Máquina 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: SIGLA: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Permitir ao aluno entender e descrever conceitos, técnicas e ferramentas relevantes na área de aprendizado de máquina, análise estatística e reconhecimento de padrões. EMENTA Técnicas de aprendizado de máquina e reconhecimento de padrões. Redução de dimensionalidade. Descritores. Classificadores. Técnicas de agrupamento e detecção de outliers. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Hastie, T.; Tibshirani, R.; Friedman, J. The Elements of Statistical Learning: Data Mining, Inference, and Prediction. 2 ed. Springer Verlag Publishing, 2009. FACELI, K.; LORENA, A. C.; GAMA, J. CARVALHO, A. C. P. L. F. Inteligência Artificial: Uma Abordagem de Aprendizado de Máquina. Genio. (2011). 185 Bacharelado em Engenharia de Computação A. R. Webb, K. D. Copsey. Statistical Pattern Recognition, 3rd Ed. Wiley, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRAGA, A. P. Redes Neurais Artificiais: Teoria e Prática. LTC, 2010. DUDA, R. O.; HART, P. E.; STORK, D. G. Pattern Classification. WilleyInterscience, 2000. BISHOP, C. M. Pattern Recognition and Machine Learning. Springer Verlag Publishing, 2006. MITCHELL, T. Machine Learning. McGraw-Hill, 1997. SILVA, I. N.; SPATTI, D. H.; FLAUZINO, R. A. Redes Neurais Artificiais para Engenharia e Ciências Aplicadas. ARTLIBER, 2010. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Avaliação de Desempenho de Sistemas 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Proporcionar aos alunos um conjunto de conhecimentos teóricos e práticos sobre as técnicas e métodos associados à modelagem, simulação discreta e avaliação de sistemas. 186 Bacharelado em Engenharia de Computação EMENTA Metodologia para construção de modelos de simulação. Simulação manual e computacional. Variabilidade dos sistemas. Testes de verificação e validação. Coleta e tratamento de dados. Distribuição de probabilidade. Estimação de parâmetros, testes de aderência. Análise de resultados. Sistemas terminais e não-terminais. Sistemas de manufatura automatizados. Medidas de avaliação de desempenho. Avaliação de impactos e Análise de riscos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA NEELY, A. Avaliação de Desempenho de Sistemas. Ed. Caminho, 2002. FREITAS FILHO, P. Introdução à Modelagem e Simulação de Sistemas. Visual Books, 2008. KELTON et al. Simulation with Arena, McGraw-Hill, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ROSS, S. M. Introduction to probability models. Academic Press, 2009. LAW, A. M.; KELTON, W. D., Simulation Modeling and Analysis, McGraw-Hill, 1991. Banks, J.; Carson, J. Discrete-Event System Simulation, Prentice-Hall, 1996. FISHWICK, P. Simulation Model Design and Execution – Building Digital Worlds. Prendice-Hall, 1995. PRADO, D. Usando o ARENA em Simulação, Editora DG, 1999. 187 Bacharelado em Engenharia de Computação CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Ciência de Dados 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: SIGLA: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Capacitar o aluno a compreender o processo de descoberta de conhecimento a partir dos dados, desde as exigências para o armazenamento de dados até a prospecção. Apresentar um conjunto de algoritmos e técnicas para o desenvolvimento de modelos de entendimento e previsão. Habilitar o aluno a entender as métricas de desempenho e as limitações das abordagens de prospecção da informação. EMENTA O processo de Descoberta do Conhecimento (Knowledge Discovery in Database - KDD). Tratamento dos dados nas fases de um processo KDD. Compreensão e prospecção de informação (Mineração de Dados). Entendimento, previsão e interpretação dos dados utilizando regras de associação, OLAP, técnicas de agrupamento, dentre outras. BIBLIOGRAFIA BÁSICA TORGO, L. Data Mining with R: Learning with Case Studies. Chapman & Hall, 2010. HAMEL, L. H. Knowledge Discovery with Support Vector Machines. WileyInterscience, 2011. 188 Bacharelado em Engenharia de Computação LEDOLTER, J. Data Mining and Business Analytics with R. Wiley, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR TAN, P. Introduction to Data Mining. Addison-Wesley, 2005. Hastie, T.; Tibshirani, R.; Friedman, J. The Elements of Statistical Learning: Data Mining, Inference, and Prediction. 2 ed. Springer Verlag Publishing, 2009. SHALEV-SHWARTZ, S. Understanding machine learning: from theory to algorithms. Cambridge University Press, 2014. WITTEN, I. H.; FRANK, E.; HALL, M. A. Data Mining: Practical Machine Learning Tools and Techniques, Third Edition, 2011. A. R. Webb, K. D. Copsey. Statistical Pattern Recognition, 3rd Ed. Wiley, 2011. 189 Bacharelado em Engenharia de Computação CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Confiabilidade de Sistemas 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Capacitar o aluno a compreender, derivar e aplicar diferentes medidas de análise de confiabilidade de sistemas. EMENTA Teoria básica de probabilidade. Aplicação da distribuição binomial. Modelagem e avaliação de sistemas simples. Modelagem e avaliação de sistemas complexos. Distribuições de probabilidade na avaliação da confiabilidade. Avaliação da confiabilidade de sistemas usando distribuições de probabilidade. Cadeias de Markov. Processos de Markov. Técnicas de frequência e duração. Avaliação aproximada da confiabilidade de sistemas. Sistemas com distribuições não exponenciais. Simulação Monte Carlo. Principais índices de confiabilidade: definições e métodos de avaliação. Sistemas de geração: capacidade estática e reserva operativa. Sistemas compostos: geração e transmissão. Sistemas de distribuição e subestações. Valor da confiabilidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA RAUSAND, M.; HØYLAND, A. System Reliability Theory: Models, Statistical 190 Bacharelado em Engenharia de Computação Methods, and Applications. 2nd ed. Wiley, 2003. RAUSAND, M. Reliability of Safety-Critical Systems: Theory and Applications. Wiley, 2014. BILLINTON, R.; ALLAN, R.N. Reliability Evaluation of Engineering Systems: Concepts and Techniques. Plenum Publishing - USA - (2nd. edition), 1992. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR van Lieshout, M. N. M. Markov Point Process and their Applications. Imperial College Press, 2000. BILLINTON, R.; ALLAN, R.N. Reliability Evaluation of Power Systems. Plenum Publishing - USA ,1996. LAFRAIA, J.R.B. Manual de confiabilidade, mantenabilidade e disponibilidade. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2001. 374 p. LEEMIS, L.M. Reliability – Probabilistic models and statistical methods. Englewood Cliffs (NJ): Prentice-Hall, 1995. ELSAYED, E. A. System reliability engineering: lecture notes. Porto Alegre: UFRGS, 1992. 191 Bacharelado em Engenharia de Computação CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Controle Inteligente 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Capacitar o aluno a compreender as principais técnicas de sistemas controle inteligente. Fazer com que o aluno desenvolva habilidade para projetar, descrever e analisar controladores aplicando conceitos de otimização e inteligência artificial. EMENTA Introdução às características do controle inteligente. Controladores fuzzy: lógica fuzzy, variáveis linguísticas, projeto de controladores. Controladores Neuronais: modelos de neurônios, perceptrons, arquiteturas de redes neuronais, algoritmos de treinamento, controle usando redes neuronais. Outros paradigmas: Computação evolutiva e algoritmos genéticos, sistemas especialistas. Estudo de casos de todas as técnicas anteriores e seus híbridos, por exemplo, otimização de controladores fuzzy utilizando algoritmos genéticos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CORRIOU, J. P. Process Control: Theory and Applications. Springer, 2004. BOULLART, L.; KRIJGSMAN, A.; VINGERHOEDS, R. A. Application of Artificial 192 Bacharelado em Engenharia de Computação Intelligence in process Control. Pergamon Press, 1993. Klir, G. J.; Yuan, B. Fuzzy Sets and Fuzzy Logic: Theory and Applications. Prentice Hall, 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KOSKO, B. Neural Networks and Fuzzy Systems. Prentice-Hall, 1992. YAGER, R. R.; FILEV, D.P. Essentials of Fuzzy Modeling and Control. John Wiley & Sons, Inc., 1994. ROSS. T. J. Fuzzy Logic with Engineering Applications, Third Edition. Wiley, 2010. KLIR, G. J.; FOLGER, T. A. Fuzzy Sets, Uncertainty, and Information. Prentice Hall, Englewood Cliffs, N.J, 1988. Zadeh, L. Kacprzyk, J. Fuzzy Logic for the Management of Uncertainty. WileyInterscience, 1992. 193 Bacharelado em Engenharia de Computação CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Engenharia de Segurança 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Proporcionar aos alunos uma visão geral e integrada das áreas do conhecimento relacionadas à segurança, medicina e higiene do trabalho. EMENTA A evolução da engenharia de segurança do trabalho. Aspectos políticos, éticos, econômicos e sociais. A história do prevencionismo. Entidades públicas e privadas. A engenharia de segurança do trabalho no contexto capital-trabalho. O papel e as responsabilidades do engenheiro de segurança do trabalho. Acidentes: Conceituação e classificação. Causas de acidentes: fator pessoal de insegurança, ato inseguro, condição ambiente de insegurança. Consequências do acidente: lesão pessoal e prejuízo material. Agente do acidente e fonte de lesão. Riscos das principais atividades laborais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LATEANCE Jr., S. CIPA – Norma Regulamentadora NR 5 – Comentada e analisada. São Paulo: LTC, 2001. 194 Bacharelado em Engenharia de Computação MANUAIS DE LEGISLAÇÃO ATLAS. Segurança e Medicina do Trabalho. 64ª. ed. São Paulo: Atlas, 2009. SALIBA, T. M.; SALIBA, S. C. R. Legislação de segurança, acidente do trabalho e saúde do trabalhador. 2. ed. São Paulo: LTr, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SAAD, E. G. et. al. Introdução à engenharia de segurança do trabalho. Textos básicos para e estudantes / Fundacentro,1981. CARVALHO, H. V.; SAGRE, M. Medicina social e do trabalho. São Paulo, Mcgraw Hill do Brasil Ltda, 1977 Vieira, S. I. Manual de saúde e segurança do trabalho. 2. ed. São Paulo: Editora LTr, 2008. SALIBA, Tuffi Messias et al. Insalubridade e Periculosidade: Aspectos Técnicos e Práticos. 2 ed. São Paulo: Editora LTR, 1998. ATLAS - Manuais de Legislação Atlas. Segurança e medicina do trabalho. 48.ed. São Paulo: Atlas, 2000. DELA COLETA, J. A. Acidentes de trabalho. São Paulo: Atlas, 1989. TORREIRA, R. P. Manual de segurança industrial. Marques Publicações, 1999. 195 Bacharelado em Engenharia de Computação CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Engenharia de Software II 48 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Oferecer ao aluno uma visão mais aprofundada sobre o processo de desenvolvimento de Software. Capacitar o aluno a compreender técnicas que podem ser utilizadas no projeto, análise de qualidade, validação e testes de softwares. EMENTA Qualidade de Software. Princípios, Métodos e Critérios para verificação, validação e testes de software. Desenvolvimento orientado a testes. Manutenção de software. Padrões de projeto (design patterns). BIBLIOGRAFIA BÁSICA SOMMERVILLE, I. Engenharia de Software. 9ª Ed. Pearson Education. 2011. BECK, K. Test Driven Development: By Example. Addison-Wesley Professional, 2002. GAMMA, E.; HELM, R.; JOHNSON, R.; VLISSIDES, J. Design Patterns: Elements of Reusable Object-Oriented Software. Addison-Wesley Professional, 1994 196 Bacharelado em Engenharia de Computação BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PRESSMAN, R. S. Engenharia de Software: Uma Abordagem Profissional. 7 ed. ALEXANDER, C. A Pattern Language: Towns, Buildings, Construction. Oxford University Press, 1997. MOREIRA FILHO, T. R.; RIOS, E. Projeto & Engenharia de Software: Teste de Software. Alta Books, 2003. CARVALHO, A. M. B. R.; CHIOSSI, T. C. S. Introdução à Engenharia de Software. Campinas: Ed. Unicamp, 2001. 148 p. WHITTEN, J. L.; BENTLEY, L. D. Systems Analysis & Design Methods. 7 ed. 2007. COHN, M. Desenvolvimento de Software com Scrum - Aplicando Métodos Ágeis Com Sucesso. Bookman, 2011. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Integração de Sistemas Corporativos 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Fazer com que o aluno desenvolva capacidade teórica e prática para a implantação e integração de sistemas corporativos. EMENTA 197 Bacharelado em Engenharia de Computação A automação da manufatura. Filosofia da Produção Integrada pelo Computador (CIM). Sistemas CIM & ERP. A Metodologia IDEF0. Sistemas flexíveis de manufatura: conceitos. Comércio Eletrônico. Logística integrada. Organizações virtuais. Internet, Intranet, Extranet. Sistemas de Informação e de Armazenamento: Banco de dados, Web-Servers. Integração de sistemas e de processos. Modelos de Referência. Interoperação de sistemas: CORBA & DCOM. Interoperação de dados: XML & XMI. Sistemas de auxílio ao trabalho em grupo (Groupware e Workgroup). CRM & E-Procurement. Sistemas de suporte à decisão. Aplicações distribuídas, móveis e wireless. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FERREIRA, D. R. Enterprise Systems Integration: A Process-Oriented Approach. Springer, 2013. HOHPE, G.; WOOLF, B. Enterprise Integration Patterns: Designing, Building, and Deploying Messaging Solutions. Addison-Wesley Professional, 2003. MARAKAS, G.; O'BRIEN, J. Introduction to Information Systems: Loose Leaf Loose Leaf. McGraw-Hill/Irwin, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FOWLER, M. Patterns of Enterprise Application Architecture. Addison-Wesley Professional, 2002. E. TURBA et al., Administração de Tecnologia de Informação. Ed. Saraiva, 2003. W. MEIRA Jr. et al., Sistemas de Comércio Eletrônico. Ed. Campus, 2002. DEITELL; DEITELL. Java: Como Programar. 3a edição - Porto Alegre, Ed. Bookman, 2001. ERL, T. Service-Oriented Architecture (SOA): Concepts, Technology, and Design. Prentice Hall, 2005. ERL, T. Service-Oriented Architecture: A Field Guide to Integrating XML and 198 Bacharelado em Engenharia de Computação Web Services. Prentice Hall, 2004. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Libras 32 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Propiciar ao aluno a aquisição de conhecimentos sobre o funcionamento da Língua Brasileira de Sinais e sobre contextos de minorias. EMENTA Aspectos da Língua de Sinais e sua importância: cultura e história. Identidade surda. Introdução aos aspectos linguísticos na Língua Brasileira de sinais: fonologia, morfologia, sintaxe. Noções básicas de escrita de sinais. Processo de aquisição da Língua de Sinais observando as diferenças e similaridades existentes entre esta e a língua Portuguesa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAVALCANTI, M.C. – Estudos sobre Educação Bilíngue e Escolarização em Contextos de Minorias Linguísticas no Brasil. D.E.L.T.A. vol. 15, no especial, 199 Bacharelado em Engenharia de Computação 1999 (385-417). FELIPE, T. A. Introdução à Gramática da LIBRAS. In: Educação Especial, vol. III. Série Atualidades Pedagógicas, 4. Brasil, SEESP, MEC, 1997. FELIPE, T. Bilinguismo e Surdez. Trab. Ling. Apl., Campinas, (14), jul/Dez., 1989. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FERREIRA-BRITO, L.. Por uma gramática da Língua de Sinais. Ed. Tempo Brasileiro 2002. QUADROS, R.M. Aquisição da Linguagem. In: Educação de Surdos a aquisição da linguagem. Ed. Artes Médicas, 1997. QUADROS, R. M.; KARNOPP, L.B. Língua de sinais brasileira. Estudos Lingüísticos. Ed. Artmed. 2004. Karnopp, L.B. Aquisição fonológica nas línguas de sinais. In: Letras Hoje. PUCRS, no 1. Porto Alegre, Edipucrs, 1997. Karnopp, L. B. Produções do Período Pré-linguístico. In: Atualidades da educação bilíngüe para surdos. Vol. 2. Carlos Skliar (org). Ed. 1999. 200 Bacharelado em Engenharia de Computação CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Sistemas de Controle II 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Capacitar o aluno para realizar cálculos e sintonia de controladores industriais programáveis. Fazer com que o aluno desenvolva habilidades para aplicar procedimentos de planejamento e controle da produção industrial. Habilitar o aluno a modelar, analisar, projetar e realizar simulações em sistemas de automação utilizando ferramentas computacionais. EMENTA Análise e Simulação de sistemas dinâmicos; Modelagem no espaço de estados. Identificação e sintonia pelo método de Ziegler-Nichols; Identificação e sintonia pelo método de Broída; Métodos de discretização e do lugar das raízes no plano Z; Diagramas de Bode (no plano W) o critério de Jury e o erro de quantização; Controladores PID discretos; filtros digitais; Simular sistemas discretos, Pólos e Zeros Multivariáveis. Realimentação de estados. Alocação de pólos. Observadores de estado e Controle moderno. BIBLIOGRAFIA BÁSICA OGATA, K. Engenharia de controle moderno. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000. ADADE F., A. Análise de Sistemas Dinâmicos. 3a Ed. S. José dos Campos-SP, CTA-ITA-IEMP. 2003. 201 Bacharelado em Engenharia de Computação D’AZZO, J. J. Analise e projeto de sistemas de controle lineares. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1978. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BROWN, F.T. Engineering System Dynamics. Marcel-Dekker, 2001. DORNY, C.N. Understanding Dynamic Systems: Approaches to Modeling, Analysis, and Design. NJ, Prentice-Hall, 1993. JOHANSSON, R. System Modeling & Identification. NJ, Prentice-Hall, 1993. DORF, R. C. Sistemas de controle. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. NISE, N. S. Engenharia de sistemas de controle. Rio de Janeiro: LTC, 2002. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Normas Técnicas 48 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Capacitar o aluno para realizar projetos computacionais e de automação e controle seguindo a legislação nacional e internacional vigente. Habilitar o aluno a modelar, analisar, projetar sistemas computacionais e de controle e automação de acordo com as normas e modelos de processo, qualidade e governança. EMENTA 202 Bacharelado em Engenharia de Computação Legislação. Conceituação: constituição, lei, decreto, portaria. Hierarquia: legislação federal, estadual, municipal. Atribuições do engenheiro de computação e do engenheiro de controle e automação. Responsabilidade profissional, trabalhista, civil e criminal. Normas técnicas sobre o processo de desenvolvimento de software. Normas técnicas sobre a qualidade de software. Modelos de governança em tecnologia da informação. Normas técnicas sobre instalações elétricas de baixa e média tensão. Normas técnicas sobre painéis e comandos de automação. Normas técnicas sobre instalações industriais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BORIA, J.; RUBINSTEIN, V.; RUBINSTEIN, A. A História da Tahini-Tahini: Melhoria de Processos de Software com Métodos Ágeis e Modelo MPS. Ministério da Ciência. Tecnologia e Inovação, 2013. MATOS, M. P.; BERMEJO, P. H. S.; SALM JÚNIOR, J. F. Gerência de Riscos em Projetos de Software: Baseada nos modelos de processos de referência PMBOK, CMMI, MPS.BR, TenStep e ISO 12207. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2010, v.1. p.94. SOFTEX. MPS - Melhoria de Processo de Software e Serviços: Guia Geral MPS de Serviços. SOFTEX, 2012. CREA/CONFEA. Resoluções vigentes sobre atribuições e regulamentação das profissões de engenheiro de computação e controle e automação. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABNT. NBR ISO/IEC 60439: Conjuntos de manobra e controle de baixa tensão. ABNT, 2003. ABNT. NBR ISO/IEC 60898: Disjuntores para proteção de sobrecorrentes para instalações domésticas e similares. ABNT, 2004. ABNT. NBR ISSO/IEC 14039: Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. ABNT, 2005. ABNT. NBR ISSO/IEC 15358: Rede de distribuição interna para gás combustível 203 Bacharelado em Engenharia de Computação em instalações de uso não residencial de até 400 kPa — Projeto e execução. ABNT, 2014. ABNT. NBR ISO/IEC 12119: Tecnologia de informação - Pacotes de software Teste e requisitos de qualidade. Comitê Brasileiro de Computadores e Processamento de Dados, 1998. ABNT. NBR ISO/IEC 9126-1: Engenharia de software - Qualidade de produto. Comitê Brasileiro de Computadores e Processamento de Dados, 2002. ABNT. ISO/IEC 9126: Engenharia de Software - Qualidade de Produto de Software. Comitê Brasileiro de Computadores e Processamento de Dados, 2003. BARBACCI, M et al. Quality Attribute. Carnegie Mellon University, 1995. CMMI. Capability Maturity Model Integration, Version 1.1 CMU. Carnegie Mellon University, SEI: Software Engineering Institute, 2001. ISACA. Management Guidelines. ISACA Information Systems Audit and Control Association & Foundation, 2000. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Paradigmas de Programação 48 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Permitir ao aluno conhecer e caracterizar os principais paradigmas de programação. Desenvolver habilidades para desenvolvimento de soluções utilizando os paradigmas de programação funcional e lógica. 204 Bacharelado em Engenharia de Computação EMENTA Visão comparativa de paradigmas de programação. Programação funcional e lógica. Prática de programação utilizando linguagens funcionais e lógicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SEBESTA, R. W. Conceitos de Linguagens de Programação. 9 ed. Bookman, 2010. ABELSON, H.; SUSSMAN, G. J.; SUSSMAN, J. Structure and Interpretation of Computer Programs. MIT Press, 1996. BRATKO, I. Prolog Programming for Artificial Intelligence. Addison-Wesley, 1990. BIRD, R.; WADLER, P. Introduction to Functional Programming. Prentice-Hall International, 1988. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SEIBEL, P. Practical Common Lisp. Apress, 2005. HUTTON, G. Programming in Haskell. Cambridge University Press, 2007. CLOCKSIN, W.; MELLISH, C. S. Programming in Prolog: Using the ISO Standard. Springer, 2013. O'KEEF, R. The Craft of Prolog. The MIT Press, 1990. GRAHAM, P. ANSI Common LISP. Prentice Hall, 1995. 205 Bacharelado em Engenharia de Computação CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Processamento Digital de Imagem 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Fornecer ao discente os subsídios necessários para a manipulação de imagens via computador, indicando as áreas de aplicação e as principais técnicas utilizadas. EMENTA Origem e objetivos do processamento de imagens. Fundamentos de visão computacional e seu relacionamento com a visão humana. Dispositivos e formas de aquisição de imagens. Amostragem e Quantização. Sistemas de cores. Técnicas de modificação da escala de cinza. Suavização. Aguçamento de bordas. Transformada no domínio da frequência: Fourier. Segmentação de imagens. Análise de imagens: extração de características e noções de representação e classificação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PEDRINI, H.; SCHWARTZ, W. R. Análise de Imagens Digitais: Princípios, Algoritmos e Aplicações. Editora Thomson Learning, 2007. GONZALEZ, R. C.; WOODS, R. E. Processamento Digital de Imagens. Pearson, 2011. 206 Bacharelado em Engenharia de Computação GONZALEZ, R. C.; WOODS, R. E.; EDDINS, S. L. Digital Image Processing Using MATLAB. Gatesmark Publishing, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SZELISKI, R. Computer Vision: Algorithms and Applications. Springer, 2011. JÄHNE, B. Digital Image Processing. Springer, 2002. MASCARENHAS, N. D. A.; VELASCO, F. R. D. Processamento Digital de Imagens. Editora Kapelusz S.A, 1989. JAIN, R.; KASTURI R.; SCHUNCK, B. G. Machine Vision. McGraw Hill, Inc, 1995. CASTLEMAN, K. R. Digital Image Processing. Prentice Hall, 1995. PRATT, W. K. Image Processing Algorithms. John Wiley & Sons, 1991. PITAS, I. Digital Image Processing Algorithms. Wiley-Interscience, 2007. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Redes Industriais 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Permitir ao aluno conhecer e caracterizar os problemas de comunicação em ambientes fabris. Desenvolver habilidades para desenvolvimento de soluções utilizando ambientes de redes industriais e seus protocolos. 207 Bacharelado em Engenharia de Computação EMENTA Diferença entre redes comerciais e industriais. Infraestrutura de Redes Industriais. Estruturas de cabeamento de redes. Técnicas de Telemetria. Padrão Foundation. Padrão Profibus PA, DP e FMS. Padrão Modbus Padrão AS-i. Padrão Devicenet. Padrão Ethernet industrial. Padrão Interbus. Modelamento de aplicações em rede. Programas de configuração de rede. Programas de tecnologia SCADA. Redundância de subsistemas. Tratamento de erros. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALDABÓ, R. Sistemas de redes para controle e automação. Rio de Janeiro: Book Express, c2000. LUGLI, A.L e SANTOS, M. M. D. Redes Industriais - Características, Padrões e Aplicações. São Paulo: Érica, 2014. LUGLI, A.L e SANTOS, M.M.D . Sistemas Fieldbus para Automação Industrial DeviceNET, CANopen, SDS e Ethernet. São Paulo: Érica, 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SOARES, L. F. G.; LEMOS, G.; COLCHER, S. Redes de computadores: das LANs, MANs e WANs às redes ATM. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1995. LUGLI, A.L.; SANTOS, M. M. D. Redes Industriais para Automação Industrial: AS-I, PROFIBUS e PROFINET. São Paulo: Érica, 2010. LUGLI, A. L.; SANTOS, M. M. D . Redes sem Fio para Automação Industrial. São Paulo: Érica, 2013. TORRES, G. Redes de computadores: curso completo. Rio de Janeiro: Axcel, 2001. TANENBAUM, A. S. Redes de computadores. Rio de Janeiro: Campus, c1997 208 Bacharelado em Engenharia de Computação CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Segurança em Redes de Computadores 48 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Habilitar o docente a aplicar estratégias de defesa contra os riscos, falhas e ataques frequentemente explorados em sistemas computacionais em redes. Fazer com que o aluno desenvolva habilidades que permitem aplicar tecnologias, mecanismos e protocolos de segurança em sistemas de informação. EMENTA Políticas de segurança. Planejamento e gerência de redes. Vulnerabilidade em redes TCP/IP. Tipos de ataque. Arquiteturas e configuração de Firewalls. Internet e Intranets. Técnicas Criptográficas. Sistemas de Detecção de Intrusão. BIBLIOGRAFIA BÁSICA NAKAMURA, E. T.; GEUS, P. L. Segurança de redes em ambientes cooperativos. 4.a ed. Novatec, 2007. LIMONCELLI, T. A.; HOGAN, C. J.; CHALUP, S. R. The Practice of System and Network Administration. 2 ed. Addison-Wesley Professional, 2007. FALL, K. R.; STEVENS, R. W. TCP/IP Illustrated, Volume 1: The Protocols. 2 ed. Addison-Wesley Professional, 2011. 209 Bacharelado em Engenharia de Computação STEVENS, R. W. TCP/IP Illustrated, Volume 3: TCP for Transactions, HTTP, NNTP, and the UNIX Domain Protocols. 1 ed. Addison-Wesley Professional, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHESWICK, W. R.; BELLOVIN, S. M.; RUBIN, A. D. Firewalls and Internet Security: Repelling the Wily Hacker. 2a ed. Addison-Wesley Professional, 2003 ZWICKY, E. D.; COOPER, S.; CHAPMAN, D. B. Building Internet Firewalls. O'Reilly Media, 2000. STALLINGS, W. Criptografia e segurança de redes: princípios e práticas. 4ª ed. São Paulo: Prentice-Hall, 2008. NEMETH, E.; SNYDER, G.; SEEBASS, S.; HEIN, T. Unix System Administration Handbook. 4 ed. Prentice Hall, 2010. WRIGHT, G. R.; STEVENS, R. W. TCP/IP Illustrated, Volume 2: The Implementation. 1 ed. Addison-Wesley Professional, 1995. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Seminários de Internacionalização 32 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Fornecer ao graduando em Engenharia de Computação a visão da importância de sua inserção no contexto do mercado de trabalho global, posto que o profissional formado nas áreas de Computação pode atuar em todo o mundo e os 210 Bacharelado em Engenharia de Computação produtos destas áreas têm características de localização e globalização. Propiciar ao discente a informações relevantes para que conheça os programas das agências de fomento nacionais e internacionais para a sua formação EMENTA A internacionalização do Ensino Superior. Países do mundo, comunidades e blocos: uma visão geral da globalização, línguas, leis, usos e costumes no mundo. O impacto da globalização no mercado de trabalho nas áreas de Computação e as competências do profissional. Características de construção de produtos internacionalizados em Engenharia de Computação. Programas e agências nacionais e internacionais promotoras da internacionalização do ensino superior. Palestras e seminários sobre temas de interesse para a disciplina. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MOROSINI, M.C. Internacionalização da Educação Superior e Qualidade. Inovações e qualidade na Universidade. Jorge Nicolas Audy, Marília Costa Morosini(ORG.)-Porto Alegre: EDIPUCRS,2008.640 p. DALE, R. Globalization and education: demonstrating a common world educational culture or locating a globally structured educational agenda? Educational Theory, 50 (4), p. 427 – 448. 1999. HARVEY, Lee. New Realities: the relationship between higher education and employment. European Association of Institutional Research. Lund: August, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Anais do II Seminário Internacional sobre Ensino Superior nos Países da CPLP: Qualidade do Ensino Superior: Isomorfismo, Diversidade e Equidade. Portugal, 2012. GARCIA, Augusto T. Educação Universitária e qualidade. In: Anais do II Seminário Internacional sobre Ensino Superior nos Países da CPLP: Qualidade do Ensino 211 Bacharelado em Engenharia de Computação Superior: Isomorfismo, Diversidade e Equidade. Portugal, 2012. CHAVES, Vera Lúcia J. Internacionalização/Mercantilização da Educação Superior no Brasil: tendências atuais. In: Anais do II Seminário Internacional sobre Ensino Superior nos Países da CPLP: Qualidade do Ensino Superior: Isomorfismo, Diversidade e Equidade. Portugal, 2012. INEP/MEC. Enciclopédia de pedagogia universitária: glossário. vol. 2 / Editorachefe: Marilia Costa Morosoni. – Brasília: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, 2006 CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Técnicas de Programação Paralela 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Fornecer ao aluno os subsídios necessários para o desenvolvimento de soluções utilizando metodologias de programação paralela (multi-core e cloud). EMENTA Metodologias de programação para ambientes multi-core e cloud. Arquiteturas Multi-core. Práticas de programação paralela. 212 Bacharelado em Engenharia de Computação BIBLIOGRAFIA BÁSICA PACHECO, P. S. An Introduction to Parallel Programming. Morgan Kauffman, 2010. KIRK, D. B.; HWU, W. W. Programming Massively Parallel Processors: A Handson Approach. Morgan Kauffman, 2010. HERLIHY, M.; SHAVIT, N. The Art of Multiprocessor Programming. Revised Reprint. Morgan Kauffman, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR M. McCool, J. Reinders, A. Robison. Structured Parallel Programming: Patterns for Efficient Computation. Morgan Kaufmann, 2012. MINER, D.; SHOOK, A. MapReduce Design Patterns: Building Effective Algorithms and Analytics for Hadoop and Other Systems. O'Reilly Media, 2012. QUINN, M. J. Parallel Programming in C with MPI and OPenMP. McGraw-Hill, 2004. PACHECO, P. Parallel Programming with MPI. Morgan Kaufmann, 1997. NICHOLS, B.; BUTTLAR, D.; FARRELL, J. P. Pthreads Programming. O'Reilly, 1996. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Tópicos Avançados em Engenharia de Computação I 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular 213 Bacharelado em Engenharia de Computação OBJETIVOS Oferecer ao aluno uma visão geral sobre resultados de pesquisas e tendências na área de Engenharia de Computação. EMENTA Apresentar e discutir recentes resultados de pesquisas e tendências na área de Engenharia de Computação. Mais detalhes sobre tópicos a serem abordados serão divulgados no oferecimento da disciplina. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Periódicos de Interesse da área de Engenharia de Computação publicadas pelo IEEE - Institute of Electrical and Electronics Engineers, Elsevier ou outras editoras. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Periódicos de Interesse da área de Engenharia de Computação publicadas pelo IEEE - Institute of Electrical and Electronics Engineers, Elsevier ou outras editoras. 214 Bacharelado em Engenharia de Computação COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Tópicos Avançados em Engenharia de Computação II 64 CÓDIGO UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Oferecer ao aluno uma visão geral sobre resultados de pesquisas e tendências na área de Engenharia de Computação. EMENTA Apresentar e discutir recentes pesquisas e tendências na área de Engenharia de Computação. Mais detalhes sobre tópicos a serem abordados serão divulgados no oferecimento da disciplina. BIBLIOGRAFIA BÁSICA Periódicos de Interesse da área de Engenharia de Computação publicadas pelo IEEE - Institute of Electrical and Electronics Engineers, Elsevier ou outras editoras. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 215 Bacharelado em Engenharia de Computação Periódicos de Interesse da área de Engenharia de Computação publicadas pelo IEEE - Institute of Electrical and Electronics Engineers, Elsevier ou outras editoras. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Visão Computacional 64 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Capacitar o aluno a compreender os princípios e os métodos fundamentais da área de visão computacional. Fazer com que o aluno compreenda o processo de formação de imagens, calibração de câmeras e estereopsia. Habilitar o aluno a aplicar técnicas de identificação e classificação de objetos em imagens e vídeos. EMENTA Introdução à visão computacional. Formação de imagens e modelos de câmera. Ruídos e filtragem de ruídos. Extração de características visuais e segmentação de imagem. Rastreamento visual. Calibração de câmeras. Visão estéreo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FORSYTH, D. A.; PONCE, J. Computer Vision: A Modern Approach. Prentice 216 Bacharelado em Engenharia de Computação Hall, 2003. SZELISKI, R. Computer Vision: Algorithms and Applications. Springer, 2011. DUDA, R. O.; HART, P. E.; STORK, D. G Pattern Classification. WilleyInterscience, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR TRUCCO, E.; VERRI, A. Introductory Techniques for 3-D Computer Vision. Prentice Hall, 1998. MA Y.; SOATO, S.; KOSECKA, J.; SAASTRY, S. An Invitation to 3D Vision: From images to Geometric Models, 2006. HORN, B. K. P. Robot Vision, MIT Press, 1986. BALLARD, D.; BROWN, C. Computer Vision. Prentice Hall, 1982. BRADSKI, G.; KAEHLER, A. Learning OpenCV: Computer Vision with the OpenCV Library. O'Reilly, 2008. CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR: Carga horária: Laboratório de Automação Industrial I 32 UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE: Instituto de Engenharia – Campus VG Carga horária da aula de campo SIGLA: IEng CH da Prática Como Componente Curricular OBJETIVOS Capacitar o aluno para projetar, interpretar, simular e implementar técnicas de controle lógico programável. Fazer com que o aluno desenvolva habilidades para 217 Bacharelado em Engenharia de Computação Identificar, analisar e controlar as variáveis contidas no processo industrial. EMENTA Aplicação prática do conteúdo programático da disciplina de Automação Industrial I. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GEORGINI, M. Automação aplicada: descrição e implementação de sistemas seqüenciais com PLCs. 4. ed. São Paulo: Érica, 2003. NATALE, F. Automação industrial. 3. ed. São Paulo: Érica, 2001. SILVEIRA, P. R.; SANTOS, W. E. Automação e controle discreto. 8. ed. São Paulo: Érica, 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAPELLI, A. Automação industrial: controle do movimento e processos contínuos. São Paulo: Érica, 2006. FRANKLIN, G. F.; POWELL, J. D.; EMAMI-NAEINI, A. Sistemas de controle para engenharia. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2013. ROSÁRIO, J. M. Princípios de mecatrônica. São Paulo: Prentice-Hall, 2005. ALVES, J. L. L. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. 1ª ed. Editora LTC, 2005. CAMARGO, V. L. A.; FRANCHI, C. M. Controladores Programáveis. São Paulo: Érica, 1ª Ed, 2008. 218 Bacharelado em Engenharia de Computação 219 Bacharelado em Engenharia de Computação APÊNDICE C – REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO A ORGANIZAÇÃO E O SISTEMA DE AVALIAÇÃO DA DISCIPLINA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO CAPÍTULO I OBJETIVOS 1. No nono semestre do curso, o aluno deverá iniciar um trabalho de pesquisa denominado Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), a ser feito individualmente, sobre um tema de livre escolha dentro de área pertinente à Engenharia de Computação e concluí-lo no fim do 10o semestre. O objetivo do Trabalho de Conclusão de Curso é desenvolver no estudante as habilidades de investigação e desenvolvimento de um trabalho de caráter de iniciação científica. CAPÍTULO II ASSUNTOS DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 2. Serão aceitos temas de Trabalho de Conclusão de Curso em qualquer uma das grandes áreas de formação, desde que tenha o foco em Engenharia de Computação ou, ainda, temas que tratem de algum aspecto da Engenharia de Computação aplicadas às áreas do conhecimento humano, para que possa gerar um produto que seja aplicado ou teórico, como por exemplo, Engenharia de Computação aplicada ao Meio Ambiente, Biodiversidade ou Agronegócio. 3. Serão considerados válidos os temas de pesquisa que proporcionem ao aluno condições de exercer competências e desenvolver habilidades tais como: Compreender o método científico, utilizando técnicas de pesquisa; Utilizar normas técnicas e recomendações para a elaboração de trabalhos científicos; 220 Bacharelado em Engenharia de Computação Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à Engenharia de Computação; Projetar, conduzir experimentos e interpretar resultados; Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos; Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de Engenharia de Computação; Identificar, formular e resolver problemas de Engenharia de Computação; Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas; Supervisionar a operação e a manutenção de sistemas operacionais; Avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas; Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica; Compreender e aplicar a ética e as responsabilidades profissionais; Avaliar o impacto das atividades da Engenharia de Computação no contexto social e ambiental; Avaliar a viabilidade econômica de projetos de Engenharia de Computação; Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional; Atuar em equipes multidisciplinares. 4. A critério do aluno, o tema do Trabalho de Conclusão de Curso poderá estar vinculado às atividades do Estágio Supervisionado. Isso pode propiciar a oportunidade de coleta de dados, facilitando o desenvolvimento do TCC. 5. Opcionalmente o aluno poderá desenvolver seu Trabalho de Conclusão de Curso na modalidade de Projeto de Engenharia. Neste caso deverá apresentar não somente os desenhos, plantas, cálculos e memoriais descritivos, mas também textos que mostrem a(s) aplicação(ões), razões para sua elaboração, as vantagens, as contribuições da proposta e a defesa das soluções adotadas. CAPÍTULO III 221 Bacharelado em Engenharia de Computação ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA 6. A administração do processo deve contar com o Coordenador de Trabalho de Conclusão de Curso, professor oriundo obrigatoriamente, do Curso de Engenharia de Computação. 7. Além do Coordenador de Trabalho de Conclusão de Curso, cada aluno deverá ter obrigatoriamente um orientador docente para o TCC. 8. A política didático-pedagógica da disciplina e as regras complementares deverão ser definidas e propostas pelo Coordenador de Trabalho de Conclusão de Curso (Trabalho de Graduação) em conjunto com a Coordenação de Ensino de Graduação em Engenharia de Computação. Toda e qualquer revisão neste regulamento deverá ser submetida à aprovação e homologação do Colegiado de Curso. CAPÍTULO IV FUNÇÕES DO COORDENADOR DE TRABALHO DE CONLUSÃO DE CURSO E DOS ORIENTADORES 9. O Coordenador de Trabalho de Conclusão de Curso tem a função de acompanhar e supervisionar as atividades dos alunos e docentes orientadores da Universidade no que se refere ao desenvolvimento do TCC. O Coordenador de TCC ministrará aulas semanais para informação de aspectos técnicos, científicos, conceituais, metodológicos, administrativos e operacionais, e apresentação de diretrizes e procedimentos de métodos de pesquisas, normas técnicas para a produção das monografias, além dos aspectos ligados à estruturação, redação e apresentação visual dos planos, projetos e relatórios finais. O professor com esta atribuição organizará a programação dos seminários de apresentação dos trabalhos, organizará a definição de bancas examinadoras em conjunto com os docentes orientadores e procederá à avaliação final do aluno nesta disciplina. 10. O docente orientador na Universidade tem como função básica orientar e acompanhar o aluno quanto nos aspectos específicos do Trabalho de Conclusão de Curso: definição do tema, objetivos, justificativa, problema e hipóteses reunidos no 222 Bacharelado em Engenharia de Computação Plano Inicial de Pesquisa, Projeto de Pesquisa (Exame de Qualificação), revisão bibliográfica, definição de métodos e técnicas de coleta e análise de dados, orientações para estruturação e redação do relatório final, relatório do Trabalho de Conclusão de Curso, além da apresentação oral no seminário de defesa. Cada orientador definirá com a grade horária da sua orientação, e os horários de atendimento. O docente orientador participará do processo de avaliação do desempenho do estudante ao longo de todo o período de orientação e na apresentação final. CAPÍTULO V CARGA HORÁRIA 11. Para a orientação do TCC feita na universidade, o orientador deverá combinar com seus alunos os horários de atendimento na semana. Para cada orientando, deve ser prevista uma carga horária máxima de 2 (duas) hora por semana para este trabalho. CAPÍTULO VI PLANO INICIAL DE TRABALHO (PIT) E TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO VERSÃO PARCIAL (TCCp) 13. Até o final do segundo mês de aulas da disciplina “Trabalho de Conclusão de Curso”, cada aluno deverá entregar ao Coordenador de TCC o Plano Inicial de Trabalho (PIT), informando qual professor é responsável por sua orientação. A não entrega do PIT acarreta a reprovação automática do aluno na disciplina. 14. No Plano Inicial de Trabalho, além da definição do docente orientador e da área de trabalho, deverá constar um esboço sucinto do que pretende pesquisar, incluindo o tema ou título provisório, a importância, a delimitação do tema, área de estudo, os objetivos, a justificativa, o problema a ser investigado, as hipóteses, suas possíveis contribuições, e cronograma de atividades. A análise do PIT é responsabilidade do Coordenador de TCC, que deverá apresentar no primeiro dia de aula a programação da disciplina até o evento da defesa do TCC. 223 Bacharelado em Engenharia de Computação 15. Na primeira aula do 8o semestre, o aluno deverá entregar na Coordenação de Ensino uma via do Trabalho de Conclusão de Curso versão parcial (TCCp). Este relatório deverá seguir as regras de formatação e apresentação gráficas fornecidas pela Coordenação de TCC. O coordenador e mais dois ou três membros comporão a comissão de avaliação do Seminário de Qualificação para avaliar o TCCp, programado sob a responsabilidade do Coordenador do TCC. A não entrega do TCCp acarreta a reprovação automática do aluno. 16. O Trabalho de Conclusão de Curso versão parcial (TCCp) constitui relatório bem mais detalhado que o Plano Inicial de Trabalho (PIT) e deverá conter todos os elementos essenciais do projeto. O tema deverá estar muito bem definido e delimitado, o problema da pesquisa deverá estar bem caracterizado e deverão estar definidas as hipóteses a serem testadas, além de uma definição bem detalhada do método empregado. Nesta fase a revisão da literatura deverá estar concluída e também organizada no relatório, juntamente com a relação completa de referências das fontes consultadas. Não devem ser apresentados resultados parciais da aplicação do método. O Coordenador de TCC baixará as normas específicas para elaboração do PIT, TCCp. e TCC. CAPÍTULO VII TRABALHO DE FINAL DE CURSO 17. O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é o relatório final, agora completo, e deve conter dados e resultados, incluindo as análises, interpretações, conclusões e sugestões para trabalhos futuros, além de eventuais anexos e apêndices. 18. O TCC deverá apresentar a estrutura de uma monografia, seguindo os capítulos e partes definidas por norma da ABNT e Normas específicas do TCC. Deverá ser escrito em língua portuguesa, seguindo as regras gramaticais em vigor, além das recomendações comuns de metodologia de trabalhos científicos quanto à formatação e outros elementos gráficos. O Coordenador de TCC deverá fornecer aos alunos regras adicionais específicas e elementos de padronização dos trabalhos, incluindo detalhes de encadernação e leiaute da capa dura do relatório do TCC e na 224 Bacharelado em Engenharia de Computação versão digital. Todos os custos para produção do TCC, seja na versão para a defesa final, seja na versão definitiva em capa dura, correrão por conta do aluno. 19. O Trabalho de Conclusão de Curso deverá, obrigatoriamente, ser divulgado também na forma oral, por meio do Seminário de Defesa Final. O Coordenador de TCC e o orientador decidirão se o trabalho tem ou não condições de ser defendido. CAPÍTULO VIII SEMINÁRIO DE QUALIFICAÇÃO 20. O Seminário de Qualificação (Exame de Qualificação) deverá ocorrer na primeira ou segunda semana do 10º semestre. A programação das apresentações deverá ser preparada pelo Coordenador de TCC que, juntamente com mais dois ou três docentes, formará uma comissão examinadora. É obrigatória a participação do orientador nas bancas dos seus orientandos. A escolha e o convite destes membros ficarão a cargo do Coordenador TCC. Cada aluno terá no máximo 15 minutos para sintetizar sua proposta de trabalho. Cada membro da comissão deverá receber uma via do TCCp, nessa etapa de avaliação com antecedência mínima de 7 (sete) dias. 21. O Coordenador de TCC deverá divulgar as notas do Seminário de Qualificação dentro de no máximo 15 (quinze) dias após a realização do Seminário de Qualificação. 22. Não existirá segunda chamada para a etapa de Qualificação. 225 Bacharelado em Engenharia de Computação CAPÍTULO IX SEMINÁRIO DE DEFESA FINAL 23. O Seminário de Defesa Final deverá ser programado pelo Coordenador de TCC num período que não exceda uma semana de duração, devendo ocorrer antes da quinzena final do semestre letivo, de tal modo que haja um período de tempo mínimo para correções e preparo da via final encadernada. Esta programação deverá conter título definitivo do trabalho, nome do orientador e demais membros da banca, além de local, data e horário de início. 24. O processo de defesa consistirá na avaliação do trabalho escrito acrescido da avaliação da apresentação oral de um seminário preparado pelo aluno. Portanto, a defesa começará na leitura do trabalho pelo membro avaliador. 25. A avaliação do Seminário de Defesa Final de cada aluno será feita por uma banca examinadora constituída por três membros. Comporão a banca examinadora o docente orientador e mais dois membros convidados (membros A e B). A escolha dos membros participantes será feita pelo Coordenador de TCC em comum acordo com o docente orientador. 26. No caso da ausência de um dos membros A ou B, a defesa será realizada normalmente e a avaliação será feita por apenas dois membros. O docente orientador deverá ter presença obrigatória. Se a ausência for justificada, sua avaliação (com exceção da apresentação oral) poderá ser encaminhada posteriormente ao Coordenador de TCC. Já no caso de ausência, justificada ou não, dos dois membros A e B, simultaneamente, o seminário de defesa ficará inviabilizado e, nesse caso, o orientador marcará de comum acordo com o Coordenador e o aluno, nova data para sua realização. 27. No caso de ausência não justificada pelo aluno, o mesmo será considerado desistente, sendo atribuída a pontuação ZERO para a defesa final. A tolerância para espera do estudante será de 15 minutos. 28. Para o Seminário de Defesa Final o aluno deverá entregar diretamente as vias do orientador e dos membros A e B, com no mínimo sete dias de antecedência de sua data de defesa, além de um CD com a íntegra do trabalho, sem qualquer 226 Bacharelado em Engenharia de Computação proteção. Entende-se por minuta do TCC, o trabalho pronto, completo, digitado e revisado pelo docente orientador do aluno. Nesta etapa é suficiente encadernação simples com capa plástica e espiral. 29. O aluno deverá preparar seu seminário de defesa com os recursos audiovisuais que desejar. O tempo para exposição será de 30 minutos, não devendo haver interrupção do aluno pela banca dentro deste período. Se necessário, a banca poderá autorizar estender este tempo em mais 10 minutos. Depois será previsto um período de 20 a 30 minutos para eventuais arguições e considerações por parte dos membros da banca. Sugere-se que o tempo total não ultrapasse 60 minutos. 30. As defesas devem ser públicas, como nos programas de pós-graduação. Não poderá ser marcada defesa em horários diferentes dos horários normais de aula. Sugere-se que as defesas sejam realizadas em horários entre 7h30min e 11h30min pela manhã. Pela tarde iniciando às 13h30min, podendo se estender até 20h30min, no máximo. CAPÍTULO X SISTEMA DE AVALIAÇÃO 31. A média final referente ao Trabalho de Conclusão de Curso (NTCC), será uma nota de 0 a 10 que resultará de uma média geométrica assim definida: onde: Q é a média de 0 a 10 obtida no Seminário de Qualificação; e, Di é a nota de 0 a 10 dos membros da banca no Seminário de Defesa Final 32. O TCCp receberá uma nota de 0 a 10 a ser obtida na etapa de realização do Seminário de Qualificação, sendo resultante da seguinte média ponderada: onde: N1, N2 e N3 (Ni) são notas de 0 a 10 dadas pelos membros da Comissão de Avaliação para o Seminário de Qualificação e NCoordenador é a nota do Coordenador de TCC; 33. Para que ocorra uma maior uniformização no critério de notas dos 227 Bacharelado em Engenharia de Computação membros da Comissão de Avaliação, ficam estabelecidas as seguintes faixas: Nota 10: se o TCCp for considerado muito bom sem ressalvas; Nota 9: projeto muito bom com pequenas ressalvas; Nota 7 a 8: projeto considerado bom; Nota 5 ou 6: projeto considerado regular e/ou incompleto, havendo vários itens a reformular ou completar; Nota 1, 2, 3 ou 4: projeto considerado ruim e/ou muito incompleto, e requer nova apresentação e defesa; Nota ZERO: o aluno não participou do Seminário de Qualificação. 34. O intervalo de aceitação entre as notas atribuídas pelos membros da banca deve ser menor ou igual a 2,0 (dois). Caso essa diferença supere esse valor a banca deve buscar consenso. No caso de nota inferior a 4,0 (quatro) o aluno tem que refazer o seu projeto e defendê-lo novamente perante a banca para se qualificar. 35. Não poderão ser atribuídos valores intermediários em 0,5 ponto. Em caso de haver uma variação de notas maior que 2,0 pontos obtidos pela simples subtração entre a maior ou menor nota das quatro obtidas pelos membros e a média, a Comissão de Avaliação deve proceder à nova avaliação. 36. O TCC receberá uma nota de 0 a 10 a ser obtida na etapa de realização do Seminário de Defesa Final, sendo resultante da média aritmética simples das notas dos membros da banca examinadora, com uma decimal (v. Anexo B). 37. O preenchimento da ficha de avaliação pelo docente orientador será feito diferentemente dos demais membros, A e B, da banca examinadora. O orientador, além das notas referentes à defesa, irá avaliar aspectos outros do aluno tais como responsabilidade, participação e interesse, seriedade, entrega de tarefas dentro do prazo, presença nos dias marcados para orientação, dentre outros itens que o orientador julgar importante com relação ao período completo de produção do Trabalho de Conclusão de Curso (v. Anexo X). 228 Bacharelado em Engenharia de Computação 38. A aprovação final do TCC é da responsabilidade do Coordenador de Trabalho de Conclusão de Curso. O trabalho não será aceito enquanto não atender às exigências feitas pela banca, cabendo ao aluno a revisão gramatical, exatidão ortográfica, acentuação, pontuação, crase, concordâncias, tempo do verbo e formatação de acordo com as normas de TCC definidas pelo Coordenador de TCC. 39. É responsabilidade do aluno repassar para o professor orientador todas as normas e regulamentos a serem cumpridos para todas as fases do Trabalho de Conclusão de Curso. CAPÍTULO XI DISPOSIÇÕES COMPLEMENTARES 40. Ao final do ano letivo, o Coordenador de Trabalho de Conclusão de Curso, encaminhará os trabalhos encadernados ou em via digital para a Biblioteca do Campus Várzea Grande e outra para o Campus Cuiabá. O aluno deverá fazer a entrega de uma via em capa dura para a Coordenação de Trabalho de Conclusão de Graduação, que ficará encarregada de montar o Centro de Documentação - CEDOC do Curso de Engenharia de Computação, além de uma via em meio digital. 41. É importante que a Coordenação do Curso mantenha um cadastro informatizado de modo que, para cada aluno, haja as seguintes informações: título do Trabalho de Graduação, área, orientador, ano da matrícula, data da defesa, local da defesa, membros da banca examinadora e a nota do TCC. 42. Os casos omissos ou duvidosos deste regulamento deverão ser submetidos à análise do Colegiado de Curso. 43. Esta regulamentação deverá ser aplicada a partir do período letivo de 2014. Os documentos que integram a metodologia descrita para a disciplina Trabalho de Conclusão de Curso estão descritos a seguir. 229 Bacharelado em Engenharia de Computação ATA DE DEFESA DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Nome do Aluno: Data da defesa: ........../.........../............. Banca examinadora: Orientador Membro Membro Membro Título da monografia: ______________________________________________________ __________________________________________________________________ __________________________________________________________________ Local: _______________________________ Hora de início: _________________ Em sessão pública, após exposição de cerca de _____________minutos, o candidato foi arguido oralmente pelos membros da banca tendo como resultado: ( ) Aprovação por unanimidade sem exigências; ( ) Aprovação condicionada ao atendimento das exigências constantes na folha de modificações no prazo fixado pela banca de .......... (........................) dias; ( ) Reprovação. Na forma regulamentar foi lavrada a presente ata que é assinada abaixo pelos membros da banca na ordem acima determinada e pelo aluno. Várzea Grande, / / Orientador Membro Membro Membro Aluno ___________________________________ Coordenador de Trabalho de Conclusão de Curso 230 Bacharelado em Engenharia de Computação CORREÇÕES DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Nome do Aluno: A banca examinadora condicionou a aprovação do Trabalho de Conclusão de Curso às seguintes correções: ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ O prazo para o cumprimento é de ...... (.................................) dias corridos, sendo responsável pela verificação do atendimento às exigências da banca o orientador. Ciente: ______________________________________________________________ Orientador Membro Membro Membro Várzea Grande, ........./............./........... _____________________________________ Coordenador de Trabalho de Conclusão de Curso 231 Bacharelado em Engenharia de Computação FICHA DE AVALIAÇÃO DA BANCA ALUNO: _______________________________________________________ 1. Exatidão, correção gramatical, clareza; linguagem científica APRESENTAÇÃO, adequada, objetiva e estilo direto; uso correto de terminologia; ESTRUTURA E REDAÇÃO. 2. Equilíbrio e estética na disposição e tamanho das partes (introdução, desenvolvimento e conclusão); organização geral; ESCOLHA DO ASSUNTO 3. Relevância, importância, originalidade na área de atuação e ao nível do autor; revelação de contribuição pessoal/profissional; 4. Delimitação do tema; apresentação da motivação, INTRODUÇÃO justificativa e importância do assunto escolhido; formulação do problema; apresentação de objetivos (geral e específicos) e hipóteses; REVISÃO BIBLIOGRÁFICA MÉTODO E MATERIAIS 5. Referencial bibliográfico suficiente e adequado; quantidade, qualidade e atualidade das fontes utilizadas; 6. Descrição detalhada do método; adequação ao problema da pesquisa e ao atendimento dos objetivos; descrição do campo de observação, amostra, variáveis e instrumentos; ANÁLISE DOS 7. Sequência lógica; estruturação dos itens e subitens; clareza na descrição, análise e interpretação dos dados e resultados; RESULTADOS CONCLUSÕES E SUGESTÕES apresentação de discussões; equilíbrio entre teoria e prática. 8. Conclusões relacionadas com as hipóteses e os objetivos; demonstração de capacidade de síntese; apresentação de sugestões, contribuições, e possibilidades de pesquisas futuras; APRESENTAÇÃO DO TRABALHO 9. Forma de apresentação; estratégias e recursos audiovisuais para apresentação do trabalho; clareza e objetividade; ênfase nos resultados e contribuições; apresentação dentro do tempo; 232 Bacharelado em Engenharia de Computação 10. Segurança e domínio dos conteúdos OBS: o item 11 deve 11. PARTICIPAÇÃO, INTERESSE E ser avaliado apenas RESPONSABILIDADE ao longo de todo o período (ano pelo docente letivo) de orientação. orientador Cálculo da média (membros da banca examinadora): Nota = Cálculo da média (docente orientador): Nota = Várzea Grande, / / / ________________________________________ Membro da Banca 233 Bacharelado em Engenharia de Computação DECLARAÇÃO DE NÃO VIOLAÇÃO DE DIREITOS AUTORAIS DE TERCEIROS Eu, ________________ (nome _______________________________, completo do CPF:_________________, aluno) Número de Matrícula: ____________________, aluno do Curso de Engenharia de Computação da UFMT, declaro para os devidos fins: a) que o ( ) Exame de Qualificação ( ) Trabalho de Conclusão de Curso: “___________________________________________________________________ ___________________________________________________________________ _______________________________________”, de minha autoria, não viola os direitos autorais de terceiros, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas; b) que a ( ) Projeto de Pesquisa-Qualificação ( ) Trabalho de Conclusão de Curso ora submetido ao Corpo Docente do Instituto de Engenharia do Campus de Várzea Grande da UFMT não se constitui reprodução de obra alheia, ainda com direitos autorais protegidos ou já em domínio público; c) que em havendo textos, tabelas e figuras transcritos de obras de terceiros com direitos autorais protegidos ou de domínio público tal como ideias e conceitos de terceiros, mesmo que sejam encontrados na Internet, os mesmos estão com os devidos créditos aos autores originais e estão incluídas apenas com o intuito de deixar o trabalho autocontido; d) que os originais das autorizações para inclusão dos materiais do item c) emitidas pelos proprietários dos direitos autorais, se for o caso, estão em meu poder; e) que tenho ciência das Diretrizes e Normas Regulamentadoras de Pesquisas descritas na Resolução CNS No 196/1996 e da obrigação de cumprir as disposições previstas na Constituição Federativa do Brasil de 1988 e na legislação brasileira relativa à violação de direitos autorais como Código do Consumidor, Código Civil e Código Penal Brasileiro. Várzea Grande, _____/______/________ Assinatura:_____________________________________ (Nome do aluno) 234 Bacharelado em Engenharia de Computação TERMO DE AUTORIZAÇÃO PARA PUBLICAÇÃO DE TESES E DISSERTAÇÕES ELETRÔNICAS (TDE) NA BIBLIOTECA DIGITAL DE TESES E DISSERTAÇÕES (BDTD) Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a UFMT a disponibilizar através do site www.ufmt.br, sem ressarcimento dos direitos autorais, de acordo com a Lei No 9610/98, o texto integral da obra abaixo citada, conforme permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data. 1. IDENTIFICAÇÃO DO MATERIAL BIBLIOGRÁFICO: ( ) Tese ( ) Dissertação ( ) Trabalho de Conclusão de Curso 2. IDENTIFICAÇÃO: Autor: RG: CPF: Email: Tel: Seu email pode ser disponibilizado para consulta: Sim Não Filiação: (Instituição de vínculo empregatício do Autor) Data da defesa: ____/____/________ Tíitulo: Faculdade: Departamento: Área de conhecimento 235 Bacharelado em Engenharia de Computação 3- Dados pessoais dos membros da banca Orientador: RG: CPF: Email: Tel: Membro da banca: RG: CPF: Email: Tel: Membro da banca: RG: CPF: Email: Tel: Membro da banca: RG: CPF: Email: Tel: Várzea Grande, ______ /_____/__________ ____________________________________________ (nome do aluno por extenso) 236 Bacharelado em Engenharia de Computação APÊNDICE D – REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO COLEGIADO DE CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO O Colegiado de Curso de Engenharia de Computação, Campus Várzea Grande da Universidade Federal de Mato Grosso, em reunião realizada no dia __/__/____, no uso de suas atribuições legais, decide regulamentar as: NORMAS GERAIS DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE GRADUAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO TÍTULO I ESTÁGIO CAPÍTULO I DA NATUREZA E DAS FINALIDADES Art. 1o Estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo dos estudantes que estejam frequentando o ensino regular. § 1o Considera-se estágio as atividades supervisionadas de estudantes da Universidade, desenvolvidas no ambiente de trabalho, que visem à preparação para o trabalho produtivo, sendo realizadas junto à parte concedente do estágio. § 2o Poderão ser concedentes de estágio pessoas jurídicas de direito privado, órgãos da Administração Pública direta, autárquica e fundacional de quaisquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios, bem como profissional liberal de nível superior devidamente registrado em seus respectivos conselhos de fiscalização profissional. I – A própria UFMT poderá tornar-se parte concedente de estágio a estudantes de seus cursos de graduação ou de outras instituições de ensino, desde que os setores onde se realizarão os estágios apresentem condições para o pleno desenvolvimento acadêmico do estudante, de acordo com o projeto pedagógico; II – é facultado à UFMT celebrar com entes públicos e privados convênios de concessão 237 Bacharelado em Engenharia de Computação de estágio; e III – a intermediação para captação de partes concedentes é de responsabilidade dos coordenadores de estágio de cada curso. § 3o O estágio visa ao aprendizado de competências próprias da atividade profissional e à contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do educando para a vida cidadã e para o trabalho. § 4o O estágio poderá ser obrigatório ou não obrigatório, conforme determinação das diretrizes curriculares do curso e do projeto pedagógico do curso. § 5o O estágio obrigatório é componente curricular do curso, sendo requisito para sua conclusão. § 6o O estágio não obrigatório é aquele desenvolvido como atividade opcional e complementar, acrescida à carga horária regular e obrigatória, dependendo do projeto pedagógico e das normas complementares de estágio aprovadas pelo Colegiado de Curso. Parágrafo único. Caso previsto nas normas complementares de estágio do curso, o estágio não obrigatório, desde que cumpra os requisitos estabelecidos, poderá ser considerado como estágio obrigatório. § 7o É vedado o exercício de atividade sob a denominação “estágio” que não tenha afinidade, de ordem prática e didática, com a área de formação do estudante, e que não atendam ao disposto nos artigos 16 a 19 desta Resolução. § 8o O estágio não estabelece vínculo empregatício entre o estudante e a parte concedente do estágio. § 9o Não se aplicam as disposições desta Resolução a outros tipos de estágios, que não os de graduação. Art. 2o O estágio requer planejamento, acompanhamento e avaliação constantes por parte da Universidade, por intermédio dos coordenadores de estágio. Art. 3o O estágio deve obedecer, além da legislação vigente, ao Estatuto e ao Regimento Geral desta Universidade, às Normas Gerais da Graduação da UFMT, a esta Resolução e aos critérios estabelecidos pelo curso de graduação em Engenharia de Computação por meio de normas complementares. Art. 4o Caso o estudante tenha vínculo empregatício em área correlata ao curso, o trabalho poderá ser considerado como estágio obrigatório. Parágrafo único. Para o caso previsto no caput deste artigo, é necessário que a atividade 238 Bacharelado em Engenharia de Computação profissional seja supervisionada, possua carga horária mínima e plano de atividades equivalentes à do estágio, e seja essa possibilidade prevista nas normas complementares de estágio aprovadas pelo Colegiado de Curso. Art. 5o Caso o estudante participe de projeto de iniciação científica ou de iniciação à docência na área de seu curso, esta atividade poderá ser convalidada como estágio obrigatório desde que possua carga horária mínima equivalente e seja essa possibilidade prevista nas normas complementares de estágio aprovadas pelo Colegiado de Curso. Art. 6o Não pode, sob nenhuma hipótese, ser considerado como estágio obrigatório trabalho voluntário de qualquer natureza. Art. 7o Para formalização e início da atividade de estágio, obrigatório ou não obrigatório, o estudante deverá ter necessariamente cursado o primeiro e o segundo semestres (para cursos semestrais) ou primeiro ano (para cursos anuais) do curso. Art. 8o São requisitos indispensáveis para a formalização e início de atividades de estágio os documentos “termo de compromisso”, ou “contrato de trabalho” no caso previsto no art. 4º, e “plano de atividades”, além de outros conforme as normas de estágio do curso, em quatro vias impressas. § 1o O termo de compromisso deve ser assinado pelo representante legal da parte concedente, pelo aluno e pela Universidade, através de seu Setor de Estágio. § 2o O plano de atividades deve ser assinado pelo aluno, pelo supervisor de estágio da parte concedente, e pelo professor orientador do estágio ou pelo coordenador de estágios do curso ao qual se vincula o aluno. § 3o Os documentos impressos poderão ser substituídos por versão eletrônica quando este recurso for implementado pela UFMT. Art. 9o É requisito indispensável para a formalização da conclusão de estágio a apresentação de relatório de atividades por parte do estagiário, em periodicidade nunca superior a seis meses, além de um relatório final, bem como a avaliação deste(s) relatório(s) por parte do professor orientador, do supervisor na parte concedente e do coordenador de estágio. Parágrafo único. A formalização da avaliação do(s) relatório(s) de estágio será definida pelas normas complementares de estágio do curso. CAPÍTULO II 239 Bacharelado em Engenharia de Computação DA ORGANIZAÇÃO Art. 11. O colegiado do curso de graduação deverá elaborar as suas normas complementares de estágio, conforme diretrizes do Capítulo III, Título II deste documento. Art. 12. O curso terá um coordenador de estágio, cuja função é explicitada no Título II deste documento. Art. 13. Para cada estagiário haverá um professor orientador indicado pelo coordenador de estágio, conforme normas complementares de estágio do curso, seja o estágio obrigatório ou não- obrigatório. Art. 14. Para cada estagiário haverá um supervisor indicado pela parte concedente de estágio, seja o estágio obrigatório ou não-obrigatório. Art. 15. Todo candidato a estágio deverá atender aos requisitos mínimos exigidos pelas normas complementares de estágio de seu curso. Art. 16. Todo candidato a estágio deverá apresentar, antes do início das atividades de estágio, um plano de atividades a ser aprovado pelo coordenador de estágios, em conformidade com as normas complementares de estágio e com o projeto pedagógico do curso. Art. 17. Todo candidato a estágio deverá assinar, juntamente com a parte cedente e a Universidade, por meio do Setor de Estágio, termo de compromisso, antes do início das atividades de estágio, onde deve haver comprovação da contratação de seguro contra acidentes pessoais em favor do candidato. Art. 18. Durante o estágio, o aluno deverá cumprir com o plano de atividades aprovado e com o disposto no art. 9º destas Normas. Art. 19. O estágio é considerado concluído após cumpridos todos os requisitos de tempo e atividades conforme o plano de trabalho de estágio e conforme as normas de estágio do curso, incluindo a entrega do relatório final de estágio. TÍTULO II DAS ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES CAPÍTULO I DA INSTITUIÇÃO CONCEDENTE Art. 20. A parte concedente deverá: 240 Bacharelado em Engenharia de Computação I – indicar funcionário de seu quadro de pessoal, com formação ou experiência profissional na área de conhecimento do curso do estudante, para supervisioná-lo; II – contratar às suas expensas seguro contra acidentes pessoais para o estagiário; e III – ofertar instalações que tenham condições de proporcionar ao estagiário atividades de aprendizagem social, profissional e cultural. Parágrafo único. No caso de estágio obrigatório, a responsabilidade pela contratação do seguro de que trata o inciso II deste artigo poderá, alternativamente, ser assumida pela UFMT. CAPÍTULO II DO SETOR DE ESTÁGIO Art. 21. Caberá ao Setor de Estágio, da Diretoria de Ensino, da Pró-Reitoria de Graduação da UFMT: I – formalizar convênios; II – elaborar os termos de compromissos de estágio; III – promover a tramitação de documentos, viabilizando agilidade no processo de formalização dos estágios; IV – manter contato, de forma permanente, com as coordenações de estágio, buscando a interação e a atualização de informações dos processos em desenvolvimento; V – prestar apoio na divulgação de possíveis oportunidades de estágios, juntamente com as coordenações de estágio dos cursos; VI – emitir certificado para os estudantes que realizaram estágio no âmbito da UFMT; VII – formalizar eventuais desligamentos por meio de rescisão de estágio; e VIII – manter registro de todos estágios realizados na UFMT para fins de acompanhamento e controle. CAPÍTULO III DO COLEGIADO E DA COORDENAÇÃO DE CURSO Art. 22. Caberá ao Colegiado de Curso elaborar as normas complementares que deverão reger os seus respectivos estágios obrigatórios e não-obrigatórios, obedecendo ao disposto nas leis que versam sobre a matéria e às diretrizes da UFMT, além de fiscalizar a atuação do coordenador de estágio. 241 Bacharelado em Engenharia de Computação § 1º Observado o que dispõe a legislação pertinente e as Normas Gerais da Graduação, caberá ao Colegiado de Curso, aprovar e publicar as normas complementares de estágio do curso. § 2º As normas complementares de estágio deverão garantir: I – a elaboração de planos de atividades coerentes com os princípios e objetivos do curso de graduação; II – o acompanhamento e fiscalização do coordenador de estágios do curso; III – as definições quanto à carga horária, duração e jornada de estágio, de acordo com as Normas Gerais da Graduação, leis e resoluções específicas; IV – o detalhamento de atores e suas competências; V – as especificações quanto ao acompanhamento e avaliações do estágio; VI – o estabelecimento de requisitos complementares para acesso do estudante ao estágio, além daqueles previstos em lei, nas Normas Gerais da Graduação e nestas Normas Gerais de Estágio; e VII – a determinação de limite máximo de estagiários por orientador, sendo que essa quantidade limite não poderá ser superior a 20 estudantes. Art. 23. Caberá ao Coordenador de Curso assegurar que o estudante, ao realizar o estágio obrigatório, esteja matriculado no respectivo componente curricular. Parágrafo único. Caso o estágio obrigatório tenha duração superior ao período letivo, o estudante deverá solicitar a renovação de sua matrícula neste componente curricular a cada período letivo. Art. 24. Caberá ao Coordenador de Curso, de acordo com o projeto pedagógico do curso, quando do término do estágio obrigatório, enviar ao registro escolar da UFMT a ficha de conclusão de estágio para o registro do componente curricular. CAPÍTULO IV DO COORDENADOR DE ESTÁGIOS Art. 25. Os Conselhos das Unidades Acadêmicas nomearão os responsáveis pela coordenação dos estágios no âmbito de seus cursos de graduação, designados pelos colegiados dos cursos. 242 Bacharelado em Engenharia de Computação § 1º Compete ao Colegiado de Curso definir os critérios de escolha do coordenador de estágio. § 2º A Unidade Acadêmica deve alocar carga horária específica ao(s) coordenador(es) de estágios a ela vinculado(s). Art. 26. São atribuições do coordenador de estágio no âmbito do curso: I – orientar, previamente ao início do estágio, o estudante quanto: a) à formalização do estágio; b) às leis e normas de estágio da UFMT e do curso de graduação; c) às obrigações da parte concedente; d) aos seus direitos e deveres junto à parte concedente e junto à UFMT; e e) à ética profissional. II – aprovar, previamente ao início das atividades de estágio, a realização do mesmo, obrigatório ou não obrigatório, por meio do deferimento do plano de atividades e assinatura do termo de compromisso; III – supervisionar, receber, emitir e encaminhar a documentação dos processos de estágios; IV – convocar os estudantes, sempre que houver necessidade, a fim de esclarecer ou solucionar problemas atinentes ao estágio; V – esclarecer professores orientadores, estudantes e supervisores de estágio quanto à necessidade de apresentação do plano de atividades e do relatório de atividades de estágio; VI – organizar e manter atualizado, permanentemente, o cadastro das atividades de estágios referente ao seu curso; VII – avaliar o relatório final de estágio e o parecer final do orientador, estabelecendo sua aprovação ou reprovação; VIII – submeter ao Coordenador de Curso a avaliação final de cada estágio; IX – manter comunicação com o Coordenador de Curso para encaminhamento dos procedimentos relativos ao estágio; X – encaminhar uma via do relatório de atividades de estágio, após a assinatura do professor orientador e do supervisor de estágio; e 243 Bacharelado em Engenharia de Computação XI – apresentar um relatório anual de suas atividades como coordenador. Parágrafo único. Os relatórios de atividades de estágio, sob responsabilidade do coordenador de estágio, deverão ficar à disposição por dois anos na coordenação de curso. CAPÍTULO V DO PROFESSOR ORIENTADOR Art. 27. Pode ser professor orientador de estágio o professor de carreira do magistério superior da UFMT. Art. 28. São atribuições do professor orientador de estágio: I – orientar o estudante, juntamente com o supervisor da parte concedente, na elaboração do plano de atividades e acompanhar sua execução; II – aprovar previamente a realização do estágio, obrigatório ou não-obrigatório, por meio do deferimento do plano de atividades; III – manter contatos com o supervisor de estágio da parte concedente e com o coordenador de estágios do curso para acompanhamento das atividades desenvolvidas pelo estagiário; IV – acompanhar, receber e avaliar os relatórios de atividades de estágio, apresentando sugestões que contribuam para o aprimoramento do estudante e dando o direcionamento que as normas complementares de estágio do curso definirem; e V – elaborar e encaminhar ao coordenador de estágio um parecer sobre o relatório final de estágio, indicando sua aprovação ou reprovação. CAPÍTULO VI DO ESTUDANTE Art. 29. São condições para que o estudante possa realizar o estágio: I – estar regularmente matriculado e frequente em curso de graduação da UFMT; II – atender à legislação vigente, estas diretrizes e às normas complementares de estágio do curso de graduação; e III – observar os procedimentos relativos à sua formalização, especialmente as assinaturas do plano de atividade e do termo de compromisso. Parágrafo único. Conforme disposto no art. 7º, para formalização e início da atividade 244 Bacharelado em Engenharia de Computação de estágio, obrigatório ou não obrigatório, o estudante deverá ter necessariamente cursado o primeiro e o segundo semestres. Art. 30. São obrigações do estudante: I – escolher o local do estágio; II – participar das atividades de orientação do estágio; III – observar sempre os regulamentos da parte concedente; IV – redigir, juntamente com o supervisor de estágio, seu plano de atividades; V – após deferimento do plano de atividades, entregar uma das vias ao coordenador de estágios do curso, e outra à parte concedente, fazendo o mesmo com o termo de compromisso assinado por todas as partes e guardando uma cópia para si; VI – desenvolver o trabalho previsto no plano de atividades, conforme o cronograma estabelecido; VII – enviar, em tempo hábil, os documentos solicitados pela parte concedente; VIII – zelar pelo nome da parte concedente e da UFMT; IX – manter um clima harmonioso com a equipe de trabalho no âmbito da parte concedente e da UFMT; X – quando necessário ou quando solicitado, dirigir-se ao seu professor orientador de estágio, mantendo sempre uma conduta condizente com sua formação profissional; XI – elaborar periodicamente, em prazo não superior a dois meses os relatórios de atividades de estágio; XII – encaminhar duas vias do relatório parcial de atividades de estágio para o coordenador de estágios do curso, após a assinatura do professor orientador e do supervisor de estágio; e XIII – entregar ao coordenador de estágios do curso um relatório final de atividades de estágio, apresentando sugestões que contribuam para o aprimoramento das atividades formativas e atendendo, ainda, às normas complementares do curso. Art. 31. O estudante deverá informar, de imediato e por escrito, à parte concedente, ao coordenador de estágio do curso, qualquer fato que interrompa, suspenda ou cancele a sua matrícula na UFMT, ficando ele responsável por quaisquer despesas causadas pela ausência 245 Bacharelado em Engenharia de Computação dessa informação. CAPÍTULO VII DO SUPERVISOR DE ESTÁGIO Art. 32. Constituem atribuições do supervisor do estágio na parte concedente: I – auxiliar o estudante na elaboração do plano de atividades e acompanhar sua execução; II – manter contato com o coordenador de estágio do curso e com o professor orientador de estágio; III – oferecer ao estudante a oportunidade de vivenciar situações de aprendizagem que permitam uma visão real da profissão; IV – avaliar o desempenho do estagiário durante execução das atividades, apresentando relatório avaliativo à UFMT, quando solicitado; e V – observar a legislação e os regulamentos da UFMT relativos a estágios. § 1º No caso de a própria UFMT ser a parte concedente, o supervisor de estágio pode acumular a atribuição de orientador de estágio, caso seja docente da UFMT. § 2º Caso a UFMT seja parte concedente e ocorra pagamento indevido por causa da negligência do supervisor de estágio, este estará sujeito a sanções administrativas, conforme o Regimento Geral da UFMT. TÍTULO III DURAÇÃO E JORNADA DO ESTÁGIO CAPÍTULO I JORNADA DE ATIVIDADES DE ESTÁGIO Art. 33. A jornada de atividades de estágio deverá ser definida em comum acordo entre o coordenador de estágios, a parte concedente e o estudante, sendo compatível com as atividades acadêmicas e respeitando o limite de 30 (trinta) horas semanais. § 1o Quando o estudante estiver matriculado somente no componente curricular de estágio, a jornada de estágio poderá ter até 40 (quarenta) horas semanais. § 2o Se a UFMT adotar verificações de aprendizagem periódicas ou finais, nos períodos de avaliação, a carga horária do estágio será reduzida pelo menos à metade, segundo estipulado 246 Bacharelado em Engenharia de Computação no termo de compromisso, para garantir o bom desempenho do estudante. Art. 34. O horário de realização do estágio deve ser estabelecido em acordo com as conveniências mútuas, ressalvadas as limitações previstas nas normas complementares de estágio do curso. CAPÍTULO II DURAÇÃO DO ESTÁGIO Art. 35. A duração do estágio não poderá exceder um ano na mesma parte concedente, exceto quando se tratar de estudante com deficiência. TÍTULO IV BENEFÍCIOS DO ESTUDANTE Art. 36. O estudante poderá receber bolsa ou outra forma de contraprestação que venha a ser acordada, sendo compulsória a sua concessão, bem como a do auxílio-transporte, na hipótese de estágio não obrigatório. Parágrafo único. É vedado qualquer desconto não autorizado pelo estagiário. Art. 37. Sempre que o estágio tiver duração igual ou superior a um ano, é assegurado ao estudante um período de recesso de 30 trinta dias, a ser gozado preferencialmente durante suas férias escolares. § 1o O recesso de que trata este artigo deverá ser remunerado quando o estudante receber bolsa ou outra forma de contraprestação. § 2o Os dias de recesso previstos neste artigo serão concedidos de maneira proporcional, no caso de o estágio ter duração inferior a um ano. TÍTULO V ESTÁGIOS EM MOBILIDADE Art. 40. A responsabilidade pelos estágios realizados em outros países será compartilhada entre a Diretoria de Relações Internacionais e Interinstitucionais e o coordenador de estágio, sendo efetivados por meio desses, respeitando-se os acordos internacionais e as normas complementares de estágio do curso. § 1º Cópia da documentação relativa ao estágio no exterior deverá permanecer na coordenação do Curso para fins de registro e acompanhamento, no que couber. § 2º Ressalvadas as peculiaridades do estágio no exterior, ao mesmo se aplicam as regras contidas nesta Resolução, no que couber. 247 Bacharelado em Engenharia de Computação Art. 41. Para os estágios realizados por meio de acordos nacionais e internacionais de Mobilidade Acadêmica, o Colegiado de Curso avaliará seu aproveitamento como estágio obrigatório, de acordo com as determinações das normas complementares de estágio do curso. Parágrafo único. Para o aproveitamento de estágio devem-se considerar os termos do acordo de Mobilidade, as normas complementares de estágio do curso e as exigências desta Resolução. TÍTULO VI DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 42. A falta de atendimento por parte do concedente a qualquer dispositivo normativo pertinente ao estágio, ou sua desvirtuação, torna nulo o termo de compromisso firmado, ficando a UFMT isenta de responsabilidade de qualquer natureza, seja trabalhista, previdenciária, civil ou tributária. Art. 43. Esta regulamentação só poderá ser modificada mediante proposta apresentada pelo Colegiado de Curso. Art. 44. Os casos omissos referentes a estas Normas serão analisados e apreciados pelo Colegiado de Curso de Engenharia de Computação. 248 Bacharelado em Engenharia de Computação APÊNDICE E – EQUIVALÊNCIA PARA AVALIAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES – AC Grupo I: Palestras e Cursos Adicionais Neste grupo estão previstas as atividades do Grupo I, com as correspondentes horas equivalentes. Máximo de atividades computadas para o Grupo I: 40 horas. Atividade Disciplinas de outros cursos de outras IES. Em todos os casos as instituições e cursos devem ser devidamente reconhecidos pelo MEC e cursados com aproveitamento. Participação em cursos de extensão universitária organizados pela UFMT ou por outra IES, com avaliação de frequência e desempenho. Horas computadas em AC 1 hora a cada 3 horas de curso 1 hora a cada 2 horas de curso Participação efetiva e comprovada em semanas acadêmicas, palestras, programas de treinamento, jornadas, simpósios, seminários, congressos, encontros, conferências, fóruns e outros eventos de ciência e tecnologia em áreas diretas e correlatas à Engenharia de Computação, promovidas pela UFMT, outras IES ou por órgãos públicos, conselhos, entidades da sociedade civil ou associações de classe. Participação em viagens de estudo no Brasil, organizadas pela UFMT ou por outra IES. Participação em viagens de estudo para o exterior organizadas pela UFMT ou por outra IES. 1 hora a cada 2 horas de participação 10h a cada dia de atividades nas instituições cadas 15h a cada dia de atividades nas instituições visitadas Outras atividades propostas pelo discente, em qualquer campo do conhecimento afim ao universo acadêmico, sujeitas à avaliação do Colegiado de Curso de Engenharia de Computação quanto ao mérito para o discente e para o curso e ao tempo de duração. Definição de acordo com a atividade a ser avaliada. 249 Bacharelado em Engenharia de Computação Grupo II: Representação e Participação em Projetos Neste grupo estão previstas as atividades do Grupo II, com as correspondentes horas equivalentes. Máximo de atividades computadas para o Grupo II: 40 horas. Atividade Representação discente junto a órgãos da UFMT, com comprovação de, no mínimo, 75% de participação efetiva, desde que o mandato representativo tenha, no mínimo, 12 horas de mandato. Bolsista remunerado ou voluntário de extensão da UFMT, com o devido registro na Pró-Reitoria de Extensão. Participação em comissão coordenadora ou executora de evento de extensão isolado, registrada na Pró-Reitoria de Extensão. Horas computadas em AC 1 hora a cada 4 horas de atividade de representação. 1 hora a cada 20 horas de atividades 1 hora a cada 20 horas de participação Bolsista remunerado ou voluntário de iniciação científica realizada no âmbito da UFMT, com o devido registro na Pró-Reitoria de Pesquisa e/ou participação no Seminário de Iniciação Científica. 1 hora a cada 20 horas de atividades Monitoria em disciplinas da UFMT com a devida comprovação do Departamento ou do professor responsável e registro pela Pró-Reitoria de Ensino de Graduação. Atividades desenvolvidas como Bolsa PET (Programa de Educação Tutorial), Bolsa EaD (Educação à Distância) e demais bolsas acadêmicas. Atividades desenvolvidas como Bolsa Trabalho (ou similar) no âmbito da UFMT. 1 hora a cada 20 horas de atividades 1 hora a cada 20 horas de atividades 1 hora a cada 80 horas Outras atividades propostas pelo discente, em qualquer campo do conhecimento afim ao universo acadêmico, sujeitas à avaliação do Colegiado de Curso de Engenharia de Computação quanto ao mérito para o discente e para o curso e ao tempo de duração. Definição de acordo com a atividade a ser avaliada. 250 Bacharelado em Engenharia de Computação Grupo III: Produção Científico-Tecnológica Neste grupo estão previstas as atividades do Grupo III, com as correspondentes horas equivalentes. Máximo de atividades computadas para o Grupo II: 40 horas. Atividade Publicação de artigo em periódico científico com ISSN, ou capítulo de livro com ISBN. Publicação de livro ou manual técnico com ISBN. Publicação de artigo ou resumo expandido em anais de eventos científicos. Publicação de resumo simples em anais de eventos científicos. Publicação de artigo em periódicos não científicos (magazines) ou em jornais Apresentação oral de trabalhos em eventos científicos Apresentação de trabalhos, por meio de pôster, banner, vídeo ou maquete, em eventos científicos. Horas computadas em AC 30 horas por artigo 30 horas por livro 10 horas por trabalho 5 horas por trabalho 5 horas por artigo 15 horas por apresentação 10 horas por apresentação Prêmio em concursos de projetos, inovação tecnológica ou outra modalidade, em níveis internacional, nacional ou regional. Prêmio em concursos de projetos, inovação tecnológica ou outra modalidade, em nível local. 30 horas 20 horas Outras produções apresentadas pelo discente, em qualquer campo do conhecimento afim ao universo acadêmico, sujeitas à avaliação do Colegiado de Curso de Engenharia de Computação quanto ao mérito para o discente e para o curso e ao tempo de duração. Definição de acordo com a atividade a ser avaliada. 251 Bacharelado em Engenharia de Computação APÊNDICE F – REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DIDÁTICOS MINUTA REGULAMENTO DOS LABO RATÓRIOS DIDÁTICOS DOS CURSOS DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO E ENGE NHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Prof. Me. Gustavo Post Sabin Coordenador de Ensino de Graduação em Engenharia de Controle e Automação Prof. Dr. Jésus Franco Bueno Coordenador de Ensino de Graduação em Engenharia de Computação Prof. Me. Raoni Florentino da Silva Teixeira Professor do Curso de Graduação em Engenharia de Computação CUIABÁ, MT AGOSTO DE 2014 252 Bacharelado em Engenharia de Computação Capítulo I - Das denominações Art. 1o Fica denominada, “Supervisão dos Laboratórios Didáticos” dos Cursos Graduação em Engenharia de Computação e Engenharia de Controle e Automação do Instituto de Engenharia (IEng) do campus Universitário de Várzea Grande da Universidade Federal de Mato Grosso (CUVG), a atividade de administração dos laboratórios didáticos disponibilizados aos usuários da comunidade acadêmica. I – São denominados usuários da comunidade acadêmica, os discentes, professores, técnicos e pessoas autorizadas que estejam nas dependências dos laboratórios, fazendo ou/não uso de equipamentos da instituição, pessoais ou de outra procedência. II - A atividade de administração dos laboratórios compreende qualquer atividade relativa a gerencia do espaço físico e infraestrutura, instalação, manutenção e atualização dos equipamentos. III – Os equipamentos sob administração do Supervisor são os que estão no espaço físico dos laboratórios didáticos e que pertençam ao patrimônio da UFMT ou estejam sob a responsabilidade de algum membro da comunidade acadêmica. IV – Ficam denominadas coordenações de curso, as coordenações dos cursos de Bacharelado em Engenharia de Computação e Bacharelado em Engenharia de Controle e Automação do IEng-CUVG. Art. 2o Ficam os Laboratórios Didáticos dos Cursos de Graduação em Engenharia de Computação e Engenharia de Controle e Automação denominados: (1) Laboratório de Tecnologia da Informação – LTI, (2) Laboratório de Eletrônica Digital e Circuitos Analógicos – LED, (3) Laboratório de Desenvolvimento de Software – LDS, (4) Laboratório de Sistemas Inteligentes – LSI composto por: (4.1) Laboratório de Inteligência Artificial – LIA, (4.2) Laboratório de Automação – LA, (4.3) Laboratório de Robótica – LR, (6) Laboratório de Sistemas Digitais e Arquiteturas – LDA, (7) Laboratório de Redes de Computadores - LRC. (8) Laboratório de Eletricidade Industrial – LEI (8.1) Laboratório de Máquinas Elétricas (8.2) Laboratório de Comandos Elétricos (8.3) Laboratório de Eletrônica de Potência (9) Laboratório de Controle e Instrumentação (9.1) Laboratório de Instrumentação Industrial (9.2) Laboratório de Controle de Processos 253 Bacharelado em Engenharia de Computação A sala de servidores de rede e de conectividade será denominada sala de Servidores de Rede e a sala de manutenção de equipamentos será denominada sala de Suporte Técnico. Art. 3o Os equipamentos das salas de professores, de laboratórios de grupos de pesquisas, ou de particulares em uso no Instituto de Engenharia são denominados “equipamentos pessoais” e são de responsabilidade exclusiva do proprietário ou portador dos mesmos. O Supervisor avaliará a viabilidade e disponibilidade de solicitação suporte técnico para manutenção. Capítulo II – Das normas de boa conduta Art. 4o As normas de boa conduta nos Laboratórios Didáticos dos Cursos de Graduação em Engenharia de Computação e Engenharia de Controle e Automação devem refletir a boa conduta da vida em sociedade e regidas por códigos que as definem. Art. 5o É proibido comer, beber, fumar ou praticar quaisquer atos que não sejam compatíveis com as normas de boa conduta dentro dos espaços físicos dos laboratórios. Art. 6o É recomendado que o uso de celular dentro dos espaços físicos dos laboratórios seja limitado ao aceite da ligação e que o usuário se retire deste espaço físico para conversação. Capítulo III - Dos usuários Art. 7o Os Laboratórios Didáticos dos Cursos de Graduação em Engenharia de Computação e Engenharia de Controle e Automação são de uso exclusivo para as atividades de Ensino, Pesquisa ou Extensão correlacionadas à formação dos graduandos. Compete ao Colegiado do curso de graduação, com homologação pela Congregação do Instituto, apreciar e aprovar as solicitações para: I - Autorizar o uso do laboratório por pessoa ou grupo de pessoas que não se incluam no caput deste artigo. II - Cessão de empréstimo de laboratórios para atividades acadêmicas dos discentes e de outros órgãos da UFMT ou de outra instituição. Art. 8o O usuário é responsável pelo equipamento dentro do horário reservado por ele para uso. Art. 9o A permanência do usuário no laboratório só será permitida dentro de seu horário de reserva e estando estritamente ligada à observância dos artigos deste Regimento. 254 Bacharelado em Engenharia de Computação Capítulo IV – Das atividades acadêmicas Art. 10 São “atividades acadêmicas” aquelas relacionadas ao ensino, pesquisa e extensão definidas por normas institucionais e executadas sob a gestão da Coordenação de Curso e da Congregação do Instituto no que compete a cada um destes colegiados. Art. 11 É expressamente proibido o uso de equipamentos dos laboratórios para atividades que não sejam acadêmicas. I - O acesso à Internet será exclusivo para atividades acadêmicas, estando sujeito o usuário às sanções definidas neste Regimento. Capítulo V - Do funcionamento Art. 12 Cabe a Congregação do Instituto de Engenharia definir o horário de funcionamento regular e excepcional dos laboratórios nos períodos de aulas e de recesso escolar. Art. 13 Os laboratórios funcionam sob o regime de silêncio para propiciar a concentração dos estudos e o aproveitamento do uso dos recursos. Art. 14 Fica proibido aos usuários abrir os equipamentos dos laboratórios, desconectar cabos e modificar quaisquer instalações e configurações já definidas. Art. 15 Enquadram-se ainda nas proibições a modificação e instalação de software(s) sem devida regulamentação e autorização do Supervisor. Art. 16 É expressamente proibido ao usuário remover qualquer equipamento ou componente dos laboratórios. Art. 17 A manutenção dos equipamentos ocorrerá no laboratório onde se encontra ou será removido para a sala de Suporte Técnico somente pelo Técnico de Suporte. Para manutenção geral dos equipamentos o Supervisor comunicará com antecedência de 48 horas aos usuários. Art. 18 O uso dos equipamentos dos laboratórios será feito mediante reserva antecipada. Art. 19 A reserva para utilização dos equipamentos nos laboratórios é condicionada ao cadastro de usuários realizado pela secretaria das Coordenações dos Cursos para todos os usuários. Art. 20 O uso de equipamentos pessoais, de qualquer tipo e tecnologia, pela comunidade acadêmica dentro dos espaços físicos dos laboratórios, podem depender da autorização do Supervisor e sujeita os usuários à observância deste Regulamento. I – O uso destes equipamentos pessoais dentro dos espaços físicos dos laboratórios didáticos se restringe às atividades descritas neste Regulamento e são de responsabilidade exclusiva do usuário. Art. 21 Os pertences pessoais, como bolsas, mochilas, maletas e outros devem ser colocados nos armários na entrada dos laboratórios, somente materiais didáticos são 255 Bacharelado em Engenharia de Computação permitidos próximos aos equipamentos. Art. 22 Não será permitido afixar qualquer tipo de comunicação (avisos, folders, cartazes, e outros) nas dependências dos laboratórios. Compete ao Diretor do Instituto de Engenharia e/ou aos Coordenadores de curso a definição dos locais e prazos apropriados para esta finalidade conforme Regimento do Instituto. Capítulo VI - Da reserva para uso do laboratório Art. 23 Para efeito de cadastramento nos laboratórios serão considerados os seguintes procedimentos: I - O discente do curso de graduação deve procurar a Secretaria dos Cursos e preencher um formulário de cadastramento para utilização de laboratórios ou em sistema computacional disponibilizado para esta finalidade. II - Discentes de cursos de extensão terão seu cadastramento efetuado mediante a efetivação de sua matrícula no referido curso, e terá validade durante a vigência do mesmo. Parágrafo Único: Os horários de utilização por parte destes discentes serão definidos por ocasião do planejamento dos cursos pelos seus instrutores e regulamentados na aprovação do projeto de extensão na Congregação do Instituto de Engenharia. Art. 24 As reservas têm caráter personalíssimo e devem ser efetuadas pelos usuários. Quando se tratar de uso para disciplina o professor é o responsável pela reserva. Art. 25 A utilização dos Laboratórios obedecerão às seguintes prioridades de uso: I – Para as disciplinas de Ensino de Graduação que possuam carga horária de prática de laboratório pré-definida, sendo que a reserva prioritária de uso dos laboratórios didáticos será sistematizada pelas Coordenações dos Cursos em conjunto com o Supervisor a cada semestre. II – Para as demais atividades a reserva dos laboratórios obedecerá à prioridade considerando a finalidade precípua de cada laboratório e serão definidas pelos Coordenadores dos Cursos em conjunto com a Direção do Instituto, observadas as regras citadas neste Regulamento. Art. 26 A data da reserva não pode ser superior a 48 (quarenta e oito) horas do dia de sua solicitação e segue os critérios abaixo: I – Contam-se para efeitos da reserva apenas os horários de funcionamento do laboratório nos períodos letivos. II – Uma reserva corresponde ao período de 2 (duas) horas, limitado ao máximo de 2 reservas. Sendo o período mínimo de duração da reserva de 1 hora. III – Vencido o período de reserva e caso não haja reserva para aquele equipamento, o usuário poderá utilizá-lo por mais de um período, mediante reserva, e assim consecutivamente. IV – As reservas para aulas de laboratório nas disciplinas que possuam carga 256 Bacharelado em Engenharia de Computação horária prática deverão ser feitas através de requerimento do professor da disciplina, no começo de cada semestre, aos Coordenadores dos Cursos com 7 (sete) dias de antecedência no mínimo, respeitando sempre o limite máximo de aulas de laboratório que é a carga horária prática correspondente à disciplina. V – As reservas para cursos de extensão deverão ser feitas com 15 (quinze) dias de antecedência pelo proponente do projeto de extensão aprovado na Congregação do Instituto de Engenharia. VI – O usuário pode liberar a reserva antes do final do prazo agendado, devendo comunicar a disponibilidade do equipamento. Art. 27 Os discentes de curso de extensão poderão solicitar reserva de horário para utilização dos laboratórios didáticos desde que previsto no projeto de extensão. Art. 28 O usuário poderá cancelar sua reserva, sem aplicação da penalidade, se o fizer com pelo menos 1 (uma) hora de antecedência, visando disponibilizar para nova reserva. Capítulo VII - Da segurança no uso do laboratório Art. 29 Compete ao usuário zelar pela segurança pessoal, dos equipamentos e da estrutura do laboratório em uso. Art. 30 O comportamento do usuário dos Laboratórios Didáticos deve obedecer às regras de segurança relativas ao uso de equipamentos energizados, sendo de responsabilidade exclusiva do usuário a observância das normas das instituições regulamentadoras. I – Em caso de dúvida sobre o manuseio de equipamentos o usuário deve solicitar orientação do professor da disciplina, e se for o caso, o acompanhamento do técnico de laboratório. Capítulo VIII - Das atribuições dos Coordenadores dos Cursos Art. 31 Compete ao Supervisor dos Laboratórios Didáticos em conjunto com os Coordenadores de Ensino dos Cursos de Graduação em Engenharia de Computação e Engenharia de Controle e Automação com o Diretor do Instituto de Engenharia as seguintes atribuições: I – Gerenciar os Laboratórios de acordo com este Regulamento. II – Gerenciar os recursos computacionais e os recursos humanos envolvidos com o funcionamento dos laboratórios. III – Relatar as ocorrências, os problemas e necessidades dos Laboratórios aos Coordenadores dos Cursos de Graduação em Engenharia de Computação e Engenharia de Controle e Automação ou ao Diretor do Instituto de Engenharia, conforme a ocorrência. 257 Bacharelado em Engenharia de Computação IV – Apresentar ao final de cada semestre letivo o Relatório de Atividades de Supervisão objetivando principalmente a administração do funcionamento dos laboratórios e atualização das instalações para atendimento às disciplinas dos cursos de graduação. Art. 32 Implementar em conjunto com os Coordenadores de Ensino dos Cursos de Graduação em Engenharia de Computação e Engenharia de Controle e Automação a escala de horários dos técnicos dos laboratórios para assegurar o pleno funcionamento. Art. 33 Apresentar as Coordenações dos Cursos de Graduação de Engenharia de Computação e Engenharia de Controle e Automação as necessidades de aprimorar este Regulamento adequando-o a realidade de uso dos laboratórios e das normas acadêmicas. Compete aos Coordenadores dos cursos aprová-lo no Colegiado de Curso e encaminhar à homologação da Congregação do Instituto de Engenharia. Art. 34 Não se enquadram nas atribuições do Supervisor de Laboratórios, da equipe de apoio ou dos atendentes, a responsabilidade pelos dados armazenados em quaisquer mídias dos laboratórios ou das salas dos professores. Apenas o proprietário dos dados é responsável por assegurar sua existência e sua integridade, mesmo durante os procedimentos de manutenção ou translado dos equipamentos. Capítulo IX - Das atribuições dos técnicos Art. 35 Os técnicos têm suas atividades designados pelo Supervisor dos Laboratórios Didáticos, mas estão administrativamente subordinados à Direção do Instituto de Engenharia. Art. 36 Cabe aos técnicos as seguintes atribuições: I – Garantir a segurança do patrimônio do Instituto de Engenharia colocado nos laboratórios, permitindo somente a entrada de pessoas autorizadas ao uso dos mesmos. II – Efetuar reservas de horários dos usuários de acordo com as normas deste Regimento interno. III – Fiscalizar o cumprimento deste Regimento dos Laboratórios. IV – Não se ausentar dos laboratórios, sob hipótese alguma, em seu horário de trabalho, cumprindo integralmente o Regimento Interno. V – Manter um controle dos materiais de utilização nos Laboratórios VI – Fiscalizar as condições ambientais e higiênicas nos laboratórios. VII – Observar as condições de funcionamento dos equipamentos dos laboratórios e da sala de Suporte Técnico, repassando ao Supervisor dos Laboratórios as necessidades de manutenção. VIII – Controlar o uso dos recursos dos laboratórios e as instalações (elétricas, móveis, utensílios, etc.). IX – Assegurar que os aparelhos de ar condicionado estejam funcionando 258 Bacharelado em Engenharia de Computação adequadamente para manter a temperatura e umidade dos laboratórios em conformidade com as normas técnicas. A manutenção das portas e janelas fechadas quando necessário à segurança e ao condicionamento adequado do ar no ambiente. X – Operar o sistema de estabilização da energia elétrica dentro dos padrões para pleno funcionamento dos equipamentos. XI – Zelar pela manutenção do estado de conservação e organização da sala de Suporte Técnico. Capítulo X - Das atribuições da equipe de apoio Art. 37 As atividades do pessoal de apoio, monitores, bolsistas e estagiários serão determinadas pelas Coordenações de Ensino de Graduação dos Cursos de Engenharia de Computação e Engenharia de Controle e Automação. Art. 38 O horário de trabalho com os mesmos será definido em conjunto com o Supervisor dos Laboratórios Didáticos visando à compatibilidade com outras atividades acadêmicas e o atendimento da escala de horários. Art. 39 O horário de funcionamento dos Laboratórios deverá compreender todos os turnos dos cursos ofertados e as atividades designadas para os laboratórios. A presença de monitores e bolsistas para atendimento aos usuários será definida em uma escala de horários em conjunto com as Coordenações dos Cursos. Capítulo XI - Das infrações e das penalidades Art. 40 A ausência injustificada do usuário no horário reservado acarretará a seguinte penalidade: I – Após 10 minutos do início da reserva será liberado para uso de novo interessado. Art. 41 A violação deste Regimento sujeita os usuários às seguintes penalidades: I - Na primeira ocorrência, o infrator será advertido formalmente. II - Na segunda ocorrência, o infrator será penalizado com suspensão por 2 (dois) dias úteis de seus direitos de usuário. III – Na terceira ocorrência, o mesmo será penalizado com suspensão de 7 dias de seus direitos de usuário e anotação apropriada em seu histórico escolar. Parágrafo único: É facultado ao usuário apelar solicitando revisão da penalidade às Coordenações de Ensino de Graduação dos Cursos de Engenharia de Computação ou Engenharia de Controle e Automação. Art. 42 Os usuários são diretamente responsáveis por qualquer violação das normas da sociedade civil ocorrida durante a utilização dos laboratórios, sendo sujeitos às penalidades previstas na legislação vigente. 259 Bacharelado em Engenharia de Computação Capítulo XII - Das disposições finais Art. 43 Este regulamento se aplica a todos os usuários dos Laboratórios Didáticos dos Cursos de Graduação em Engenharia de Computação e Engenharia de Controle e Automação indistintamente, ficando o Supervisor de Laboratórios encarregado de registrar a ocorrência e comunicá-la por escrito: I – Quando o infrator for discente a comunicação supracitada será feita aos Coordenadores dos Cursos que determinaram as providencias a serem tomadas. II – Quando o usuário infrator for de outra categoria a comunicação será feita ao Diretor do Instituto que determinará as providencias a serem tomadas. Art. 44 As Coordenações dos Cursos de Graduação em Engenharia de Computação e Engenharia de Controle e Automação são os responsáveis por definir a Minuta deste Regulamento, aprová-lo nos Colegiados dos respectivos Cursos e encaminhar ao Diretor do Instituto para homologação na Congregação. Art. 45 Os Colegiados dos Cursos são as primeiras instâncias de apelação e julgamento de recursos. Art. 46 Fica designado a Congregação do Instituto de Engenharia como órgão para recursos máximos. Prof. Dr. Presidente da Congregação do Instituto de Engenharia Prof. Dr. Presidente Colegiado do Curso de Graduação em Engenharia de Computação Prof. Dr. Presidente Colegiado do Curso de Graduação em Engenharia de Controle e Automação Discente: Representante dos discentes na Congregação do Instituto de Engenharia __/__/____ Data __/__/____ Data __/__/____ Data __/__/____ Data 260 Bacharelado em Engenharia de Computação Prof. Dr. Supervisor dos Laboratórios Didáticos do curso de Graduação em Engenharia de Computação __/__/____ Data Cuiabá, dd de mês de 201x. 261 Bacharelado em Engenharia de Computação APÊNDICE G – CADASTRO INFORMATIVO DE EGRESSOS O questionário inicia com um bloco com as seguintes informações como: ano de formatura; cidade onde trabalha atualmente; está atuando como Engenheiro de Computação? Em seguida deverão ser identificados aspectos segundo a organização descrita a seguir. a) Trabalho - Está atuando como Engenheiro de Computação? - Qual a área de atuação? - Quais atividades que realiza? - Que funções que desempenha? -Que cargo ocupa? - O trabalho (ou emprego) atual é continuidade de estágio realizado ainda na fase de graduação? - Já possui alguma ART registrada no CREA (elaboração de projeto e/ou responsabilidade técnica)? - Quais são os projetos que elaborou como profissional? - Outras questões, como, por exemplo, em que cidade ou local reside e trabalha? - Que dificuldades têm enfrentado no trabalho? - Que habilidades têm sido necessárias? - O Curso de Engenharia de Computação contribuiu quanto à formação necessária nessa área de atuação? b) Educação continuada - Está matriculado em algum curso de extensão, atualização, treinamento ou pós-graduação latu ou stricto sensu, ou outro curso de graduação? - Se a resposta é afirmativa, dedica-se integralmente aos estudos ou realiza o curso paralelamente ao trabalho? - Que curso realiza? Em qual instituição? - Em que cidade ou local realiza o curso de pós-graduação? - Que dificuldades têm enfrentado nos estudos de pós-graduação? - Que conteúdos têm sido necessárias? - O Curso de Engenharia de Computação contribuiu quanto à formação necessária no campo de estudo escolhido? c) Perspectivas ou metas - Quais as perspectivas futuras de trabalho? - Quais as perspectivas futuras de estudo? 262 Bacharelado em Engenharia de Computação APÊNDICE H – AVALIAÇÃO DE DOCENTES 01. O planejamento da disciplina contendo ementa, objetivos, conteúdo programático, sistema de avaliação e bibliografia da disciplina foi fornecido e comentado pelo professor no início do curso? A - sim; B - sim, foi fornecido, mas poderia ser melhor explicado; C - não. 02. Quanto à ementa e ao programa da disciplina, ficou visível ao final do curso que estes foram desenvolvidos: A - de forma completa; B - em sua maior parte; C - apenas em parte. 03. No seu julgamento, o professor conseguiu trazer motivação mostrando a importância da disciplina no contexto curricular (conexão com outras disciplinas de séries anteriores e posteriores), bem como a sua aplicação ou inserção na formação profissional do Engenheiro de Computação? A - sim, amplamente; B - sim, embora apenas razoavelmente; C - não. 04. No que se refere aos assuntos da disciplina é possível julgar que o professor: A - tem ótimo domínio (discute bem as questões, ou ainda, propõe questões para discussão em grupo ou em conjunto); B - tem bom domínio; C - tem domínio apenas regular. 05. Pode-se afirmar também que o professor: A - é seguro (fica aberto a questionamentos durante a aula, responde as perguntas de forma satisfatória sempre elucidando as dúvidas); B - às vezes demonstra certa insegurança; C - é inseguro. 06. No que se refere ao processo de aprendizagem estimulado pelo professor através das aulas, posso dizer como aluno que: frequentemente saía das aulas. A - entendendo a matéria, a tal ponto de não ter tido dificuldades para estudar em casa, além de ter conseguido elaborar perguntas ao professor visando aprofundamento, extensão ou aplicabilidade dos assuntos; 263 Bacharelado em Engenharia de Computação B - com entendimento parcial, com dúvidas e com certa dificuldade para estudar em casa, sozinho; C - sem entender a matéria, com muita dificuldade para estudar em casa, sozinho. 07. Quanto à bibliografia indicada pelo professor, pode-se dizer que a mesma foi: A - variada; B - pouco variada; C - escassa. 08. Ainda no que se refere à bibliografia, pode-se dizer também que a maioria das fontes foi: A - acessível (disponível nas bibliotecas da universidade, fácil de adquirir, ou ainda, disponibilizada pelo professor para cópia); B - acessível, porém com alguma dificuldade; C - inacessível. As questões 9 a 17 visam avaliar os aspectos que não têm tanto a ver com a disciplina específica, mas sim com características e comportamentos que o professor tende a apresentar em qualquer disciplina ou curso. 09. Quanto à frequência às aulas, o professor demonstrou ser: A - sempre assíduo; B - nem sempre assíduo; C - muito faltoso, comprometendo a sequência de aprendizagem e o cumprimento do programa. 10. Quanto aos horários das aulas, o professor demonstrou ser: A - sempre pontual para iniciar e terminar as aulas; B - algumas vezes impontual; C - impontual, quase sempre. 11. O professor apresentou expressão em português: A - sempre correta; B - nem sempre correta; C - ruim. 12. O professor possui voz: A - clara; B - não muito clara; C - sem clareza. 264 Bacharelado em Engenharia de Computação 13. A organização do quadro-negro foi: A - boa; B - regular; C - ruim. 14. A grafia era: A - sempre legível; B - às vezes ilegível; C - quase sempre ilegível. 15. Os recursos audiovisuais utilizados foram: A - interessantes e variados em todo o decorrer do período letivo, motivando as aulas e despertando o interesse e participação dos alunos; B - foram válidos, mas poderiam ter sido melhores em qualidade ou variedade; C - desinteressantes ou inexistentes. 16. A disponibilidade do professor para consultas ou assistência fora dos horários de aula foi: A - completa ou satisfatória; B - pouca; C - nenhuma. 17. Quanto ao relacionamento, você considera que o professor: A - é aberto ao diálogo e respeita a opinião dos alunos, tendo havido bom relacionamento; B - relaciona-se com alguma dificuldade; C - não respeita a opinião dos alunos, ou não admite diálogo, prejudicando o relacionamento. Quatro questões (de 18 a 21) referem-se à sistemática de avaliação, um aspecto sempre muito questionado pelos alunos, seja qual for o método adotado. São questões sobre a variedade das formas de avaliação utilizadas, sobre a manutenção ou não do sistema ao longo do período letivo, sobre o cumprimento de prazos para entrega dos resultados e sobre a adequação do tempo dado para a realização das provas. 18. Para verificação da aprendizagem foram utilizadas: A - formas variadas de avaliação, tais como provas escritas ou orais, trabalhos e exercícios de aplicação (individuais ou em equipe), seminários, participação em sala de aula, 265 Bacharelado em Engenharia de Computação frequência, etc.); B - pelo menos duas formas de avaliação; C - uma única forma de avaliação. 19. O sistema de avaliação da disciplina, apresentado no início do período, incluindo o procedimento para determinação das médias e nota final: A - foi mantido no decorrer do período letivo; B - foi alterado com apresentação de justificativa; C - foi alterado sem que os alunos fossem informados. 20. Os resultados das avaliações: A - foram divulgados de acordo com as normas da UFMT; B - foram divulgados com atraso, porém antes de aplicar outras avaliações; C - foram divulgados apenas no final. 21. O tempo dado para realização das provas escritas: A - foi sempre suficiente; B - nem sempre foi suficiente; C - sempre foi insuficiente. As duas últimas questões desta parte do questionário buscam sintetizar o resultado geral. Aqui o aluno aponta o grau de interesse demonstrado pelo professor e faz também uma análise geral sobre o seu próprio desempenho na disciplina, considerando como fator principal o fato de o professor ter gerado ou não motivação. 22. De modo geral, a demonstração de interesse pela aprendizagem dos alunos por parte do professor, pode ser considerada: A - boa; B - regular; C - ruim ou inexistente. 23. Fazendo uma análise geral, é possível afirmar que: A - o professor conseguiu gerar motivação nas aulas dadas; sinto que consegui compreender a matéria, tive um bom desempenho na disciplina, ampliei conhecimentos e desenvolvi habilidades; B - a motivação gerada pelo professor foi apenas regular; independentemente dos resultados que alcancei, penso que o desenvolvimento da disciplina poderia ser 266 Bacharelado em Engenharia de Computação melhorado; C - a motivação gerada foi ruim ou inexistente; independentemente dos resultados que alcancei, penso que o professor deveria rever seus métodos, uma vez que, no meu julgamento, há muito a melhorar. 24. Quanto aos horários de atendimento da secretaria da Coordenação de Ensino de Graduação você está: A - satisfeito, nada tenho a reclamar, pois sempre fui atendido quando precisei; B - razoavelmente satisfeito; C - insatisfeito. 25. O atendimento dado pelos funcionários da secretaria do curso pode ser qualificado como: A - bom, sempre fui bem atendido(a) e orientado(a), saindo sempre com minhas necessidades resolvidas e dúvidas esclarecidas; B - satisfatório, embora algumas vezes eu não tenha sido atendido(a) a contento; C - ruim, quase sempre. 26. Das vezes que necessitei da orientação do professor Coordenador de Ensino de Graduação, posso dizer que este atendimento foi: A - bom, fui bem atendido(a) e orientado(a) saindo sempre com minhas necessidades resolvidas e dúvidas esclarecidas; demonstra muito interesse pelos alunos e pelo bom andamento do curso; B - satisfatório, fui atendido normalmente. C - ruim, parece não ter se interessado ou se importado com minhas dificuldades e dúvidas; ou ainda, tive muitas dificuldades para poder ser atendido. 27. Os murais e quadros de avisos da Coordenação do Curso de Engenharia de Computação: A - são bem organizados e completos apresentando informações importantes tais como: calendário escolar, resultados de avaliações, eventos, oferta de estágios e bolsas, dentre outras; B - são organizados, mas incompletos: nem sempre encontro as informações que preciso; C - são desorganizados e incompletos, tornando sempre necessário me dirigir ao secretário ou ao Coordenador do Curso para me informar. 28. A home-page do Curso: 267 Bacharelado em Engenharia de Computação A - é interessante, bem organizada e completa disponibilizando informações importantes sobre o curso, sua história, projeto pedagógico, grade curricular, ementas e programas das disciplinas, normas e resoluções, dados dos professores, links de interesse, formulários para download, etc.; B - é organizada, mas poderia ser mais completa em termos de informações e apoio ao estudante; C - deixa a desejar em informações e apoio ao estudante. 268 Bacharelado em Engenharia de Computação APÊNDICE I – ATRIBUIÇÕES DO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO Prestar apoio didático-pedagógico às áreas de apoio ao ensino, aos coordenadores e diretores de cursos de graduação em Engenharia de Computação, no sentido de aprimorar e desenvolver as atividades docentes e discentes, acompanhando e supervisionando a execução do projeto pedagógico dos cursos; Entrevistar os alunos ingressantes e acompanhar o processo de matrícula junto à Secretaria de Registros Acadêmicos; Planejar e coordenar as atividades da SEMANA DE INTEGRAÇÃO de novos alunos, promovida a cada semestre pelas coordenações dos cursos; Analisar os perfis das turmas e orientar professores sobre demandas específicas de conteúdo, alterações curriculares ou situações didáticopedagógicas diferenciadas; Elaborar manuais de orientação para docentes e discentes, em acordo com as coordenações dos cursos, e implantá-los após validação junto aos coordenadores e Colegiado/Congregação; Informar e orientar alunos e professores sobre o regulamento do curso, direitos e deveres de docentes e discentes, sistemas de avaliação, regime disciplinar e critérios de desligamento do curso, dentre outras, bem como adotar e proceder à aplicação das medidas administrativas cabíveis, observando o regimento e regulamentos específicos, encaminhando à direção dos cursos os casos que extrapolem sua esfera de competência. Auxiliar os professores, quando demandado, sobre a didática utilizada em suas aulas; Realizar acompanhamento pedagógico, individual ou em grupo, aos alunos, desenvolvendo métodos de estudo que facilitem ao processo de ensino-aprendizagem; Orientar e aprovar o plano de estudo dos alunos, de acordo com as 269 Bacharelado em Engenharia de Computação diretrizes estipuladas pelas coordenações dos cursos; Analisar os resultados do desempenho dos alunos no EXAME NACIONAL DE CURSOS (ENADE/Provão) e em outros testes e exames assemelhados, de forma a fornecer subsídios aos coordenadores de cursos e contribuir para a qualificação das escolas; Monitorar o desempenho acadêmico dos alunos, através de sistema específico, analisando resultados dos desempenhos dos alunos no semestre, de forma a subsidiar decisões e correções por parte dos professores, coordenações e/ou direção dos cursos; Elaborar, validar e implantar o REGULAMENTO e MANUAL DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES, em acordo com as coordenações de cada curso, gerando os instrumentos de acompanhamento necessários para o cumprimento das horas exigidas por cada curso; Coordenar e acompanhar as atividades complementares curriculares e extracurriculares de acordo com as demandas exigidas pelas coordenações dos cursos; Organizar, a partir das demandas dos coordenadores de cursos, os calendários acadêmicos letivos e a sequência de provas e exames; Acompanhar e supervisionar o cumprimento do calendário anual dos cursos, observando os prazos estabelecidos e providenciando a reposição de aulas, quando couber; Acompanhar o trabalho desenvolvido pelos monitores de disciplinas ou projetos de tutorias, com vistas ao melhor desempenho das turmas em geral e de alunos que apresentam dificuldades; Resolver, no âmbito de sua competência, questões disciplinares e encaminhá-las, aos coordenadores de cursos e às direções das escolas, para a aplicação das regras estabelecidas nos regulamentos dos cursos; Participar, conforme a política interna da Instituição, de projetos, cursos, eventos, convênios e programas de ensino, pesquisa e extensão, bem como de programa de treinamento, quando convocado; 270 Bacharelado em Engenharia de Computação Comunicar à Secretaria de Registros Acadêmicos quaisquer mudanças relativas à matriz curricular, procedimentos para equivalências e outras medidas, para implantação em prazo e condições adequadas; Promover integração entre família, escola e comunidade, de acordo com os critérios estabelecidos pelas coordenações dos cursos; Avaliar e elaborar, com as coordenações dos cursos, instrumentos de avaliação de desempenhos docente e discente, com os objetivos de aprimorar os sistemas de avaliação interna e externa; Submeter à coordenação e direção dos cursos as demandas para a provisão dos recursos humanos necessários. 271 Bacharelado em Engenharia de Computação APÊNDICE J – PROTOCOLO DE SEGURANÇA DE AULA DE CAMPO MINUTA PROTOCOLO DE SEGURANÇA DE AULA DE CAMPO CUIABÁ, MT AGOSTO DE 2014 272 Bacharelado em Engenharia de Computação 1. ORIENTAÇÕES GERAIS 1.1 O proponente da atividade de campo poderá ser um ou mais de um docente em atividade no IEng, levando-se em consideração a natureza da atividade. 1.2 Os discentes, docentes e motoristas envolvidos nas atividades de campo deverão acatar as normas de segurança gerais da legislação vigente, bem como aquelas dispostas neste protocolo e as especificadas no projeto da atividade. 1.3 Todos os discentes envolvidos nas atividades de campo deverão estar cobertos pelo seguro contra acidentes pessoais a ser providenciado pela Universidade. 1.4 Nas atividades de campo não é permitido o transporte e a participação de pessoas que não sejam integrantes da comunidade acadêmica do IEng, ressalvadas aquelas cuja participação se dê em decorrência de convênios e parcerias institucionais de qualquer ordem, desde que tenham seguro contra acidentes pessoais e que sejam indicados pelo proponente da atividade de campo e autorizados pelo dirigente da unidade. Em caso de participante autorizado que não tenha seguro contra acidentes pessoais, este deverá assinar um termo de responsabilidade individual. 1.5 A participação de monitores na atividade de campo deverá ser justificada pelo docente responsável e submetida à aprovação prévia da Coordenação de Curso, ouvidos os docentes da área. 2. RESPONSABILIDADES DA INSTITUIÇÃO 2.1 É de responsabilidade da Universidade a manutenção dos veículos da instituição utilizados nas atividades de campo, bem como a formalização de reclamação quanto ao estado de conservação e uso dos veículos contratados. É de responsabilidade do Instituto garantir auxílio aos discentes e diárias aos servidores e colaboradores, em conformidade com o orçamento e autorização da autoridade competente. 2.2 É de responsabilidade da Universidade providenciar seguro contra acidentes pessoais a todos os discentes envolvidos nas atividades de campo. 2.3 É de responsabilidade do Instituto fornecer ao docente proponente da atividade de campo e aos motoristas uma lista de telefones para contato em caso de urgência ou emergência, bem como notificar os órgãos competentes, indicados pelo docente proponente, sobre a realização da atividade. 2.4 É de responsabilidade da Coordenação de Curso apreciar os projetos de atividade de campo, ouvidos os docentes da área, e encaminhá-los à Direção da Unidade para avaliação. 2.4.1 Após a aprovação das atividades pela Direção da Unidade, a Coordenação de Curso divulgará as datas de realização das atividades para a comunidade acadêmica. 2.5 É de responsabilidade do Instituto fornecer os equipamentos de primeiros socorros para as atividades de campo. 2.6 É de responsabilidade do Instituto fornecer os equipamentos básicos necessários à realização das atividades de campo, bem como os equipamentos de proteção individual (EPIs) listados no projeto da atividade. 273 Bacharelado em Engenharia de Computação 2.7 É de responsabilidade do Instituto o acompanhamento das atividades de campo, prestando eventual suporte logístico. 2.8 É de responsabilidade do Instituto solicitar apoio externo aos órgãos competentes para capacitação dos docentes, sempre que necessário. 3. RESPONSABILIDADES ATIVIDADE DE CAMPO DO DOCENTE PROPONENTE DA São responsabilidades do docente proponente da atividade de campo: 3.1 Participar das reuniões convocadas pela Unidade para definição das atividades de campo do semestre. 3.2 Elaborar o projeto da atividade de campo, solicitando a viabilização da viagem em compatibilidade com as condições oferecidas pela Universidade, bem como preencher os formulários de solicitação de veículo, de plano de aulas, de solicitação de diárias (para os docentes) e de solicitação de ajudas de custo (para os discentes). A solicitação deverá ser feita com antecedência mínima de 60 (sessenta) dias da realização da atividade de campo ou 15 (quinze) dias da realização da saída técnica. 3.3 Realizar o conhecimento prévio do(s) local(is) de visita, quando necessário. 3.4 Disponibilizar aos discentes no início do semestre letivo a provável data de realização da viagem. 3.5 Informar aos participantes da atividade de campo o itinerário, a programação e os dados relevantes sobre o local de destino, bem como orientá-los durante todo o percurso realizado. 3.6 Oferecer aula(s) expositiva(s) sobre as Normas para Atividades de Campo para os discentes matriculados no componente curricular. 3.7 Orientar os eventuais participantes externos quanto às Normas para Atividades de Campo. 3.8 Informar aos participantes a lista de EPIs que devem ser utilizados nas atividades programadas, em conformidade com a Norma Regulamentadora 6 (NR 6) do Ministério do Trabalho e/ou demais critérios que julgar pertinente. 3.9 Zelar pela segurança dos participantes, orientando acerca das atividades e de seus possíveis riscos. 3.10 Formalizar, com antecedência mínima de 24 horas, pedido de vistoria ao Setor de Patrimônio do Instituto dos equipamentos requeridos para a atividade, assinando o Termo de Responsabilidade sobre os equipamentos retirados. 3.11 Apresentar ao Setor de Patrimônio do Instituto, no retorno, todos os equipamentos retirados, registrando possíveis avarias e/ou perdas. 3.12 Apresentar, no retorno, um relatório simplificado da viagem, contendo a quilometragem total percorrida e a descrição de eventualidades, bem como demais prestações de conta necessárias. 3.12.1 No caso da desistência de discentes, informar neste relatório a lista de desistentes para que possam ser tomadas as providências para a devolução das respectivas ajudas de custo. 274 Bacharelado em Engenharia de Computação 4. RESPONSABILIDADES ATIVIDADE DE CAMPO DO DISCENTE PARTICIPANTE DA São responsabilidades do discente participante da atividade de campo: 4.1 Custear a sua hospedagem e as suas refeições durante a atividade de campo. 4.2 Levar para a atividade de campo protetor solar, água, lanches e demais itens solicitados pelo docente proponente, em quantidade compatível com o número de dias de permanência no campo. 4.3 Utilizar, durante as atividades programadas, os EPIs listados pelo docente proponente. 4.3.1 Providenciar os EPIs de cunho pessoal, tais como vestimentas e calçados adequados, conforme especificado pelo docente proponente. 4.4 Ter cuidado com a utilização de equipamentos disponibilizados pela instituição para a realização da atividade de campo. 4.4.1 O discente ou a equipe de discentes deverá assinar termo de responsabilidade pela utilização do equipamento cedido. 4.4.2 Os equipamentos disponibilizados ao discente ou à equipe de discentes deverão ser devolvidos ao término da atividade de campo. 4.4.3 Em caso de o equipamento cedido não ser devolvido, o(s) discente(s) responsável(is) pelo seu uso deverá(ão) arcar com as despesas de compra e devolução do equipamento perdido à Universidade. 4.5 Procurar o seu médico e consultá-lo sobre a possibilidade de realizar a atividade de campo, em caso de gravidez, amamentação ou de apresentar problemas de saúde. 4.5.1 Informar ao docente proponente, por meio de atestado médico, sobre gravidez, amamentação ou problemas de saúde, bem como levar para a atividade de campo o medicamento apropriado, em quantidade necessária para o seu uso, observando o prazo de validade do mesmo. 4.6 Não portar, consumir ou oferecer a outrem, dentro ou fora do veículo ou nas demais acomodações, qualquer tipo de bebida alcoólica ou droga ilícita. 4.7 Não se afastar do grupo nem sair do roteiro da viagem para fazer turismo ou passeio. Não praticar ato que coloque em risco qualquer membro da equipe ou a si próprio. 4.8 Respeitar o docente, os demais discentes e o disposto neste Protocolo de Segurança para Atividades de Campo. 4.9 Assinar o Termo de Responsabilidade e Ciência de Risco do Participante (Anexo I). 4.9.1 Para o discente menor de idade, o Termo de Responsabilidade e Ciência de Risco do Participante deverá ser assinado pelo seu responsável. 4.10 Apresentar relatório da atividade de campo, quando solicitado pelo docente proponente. 275 Bacharelado em Engenharia de Computação 5. REQUISITOS PARA A PARTICIPAÇÃO DO DISCENTE NA ATIVIDADE DE CAMPO 5.1 Estar matriculado no componente curricular ao qual está vinculada a atividade de campo e não ter ultrapassado o limite de faltas de 25% da carga horária do componente. 5.2 Participar da aula expositiva sobre as Normas para Atividades de Campo, ministrada pelo docente proponente, e assinar a lista de presenças contendo o número de matrícula expedido pela Universidade. 5.2.1 Alunos que não participarem da aula expositiva sobre as Normas para Atividades de Campo poderão participar da atividade quando autorizados pelo docente proponente. 5.3 Cumprir as demais exigências estabelecidas no planejamento da viagem e nas atividades pré-campo, caso estas sejam solicitadas pelo docente proponente. 5.4 Vestir-se de forma adequada à realização das atividades previstas, segundo as normas de segurança. 6. CASOS OMISSOS Os casos omissos à presente norma serão apreciados e resolvidos pela Congregação do IEng. 276 Bacharelado em Engenharia de Computação ANEXO I - TERMO DE RESPONSABILIDADE E CIÊNCIA DE RISCO DO PARTICIPANTE Eu, _________________________________________________________, matrícula nº_________________, declaro estar ciente dos termos contidos no Protocolo de Segurança para Atividades de Campo e Saídas Técnicas e assumo o compromisso de cumprir suas disposições, apresentar conduta proativa de segurança, inclusive prestando informações adicionais sobre características pessoais, geradoras ou potencializadoras de risco, tais como alergias, gravidez, deficiência ou limitação física, dependência de medicamentos, indisposição a determinados agentes físicos, biológicos ou químicos, bem como outras informações relevantes à minha própria segurança e à de terceiros. Fica também firmado o compromisso quanto à postura disciplinada, seguindo as orientações dos organizadores designados pela Universidade, respeitando os roteiros e/ou atividades programadas, sempre utilizando os equipamentos de proteção individual e evitando atitudes ou condutas desrespeitosas às atividades. Além disso, declaro estar ciente de que não posso dirigir veículos da instituição ou de conveniados/contratados, exceto em casos excepcionais previstos na legislação, bem como tomar banho em corpos d’água de qualquer natureza sem a devida autorização do docente proponente. Declaro também não portar nem utilizar substâncias entorpecentes ilícitas. Declaro ainda estar ciente de que, caso necessite de eventual atendimento médico e/ou de primeiros socorros, esses procedimentos dependerão sempre das condições do local onde eu me encontrar. No caso de desobediência às normas de segurança, estou ciente de que poderei ser desligado desta atividade acadêmica imediatamente. Referências externas Pessoa para contato na cidade de origem: Grau de parentesco: Telefones: Outras informações relevantes Obs: descreva as características pessoais relacionadas a gravidez, alergias, limitações físicas ou incapacidades, indisposição a agentes físicos, biológicos ou químicos, bem como administração de medicamentos (nesse caso, anexar cópia do receituário médico). Cuiabá, ____ / ____ / _______. ____________________________________ Assinatura do estudante ou responsável 277 Bacharelado em Engenharia de Computação Prof. Dr. Presidente da Congregação do Instituto de Engenharia __/__/____ Data Prof. Dr. Presidente Colegiado do Curso de Graduação em Engenharia de Minas __/__/____ Data Discente: Representante dos discentes na Congregação do Instituto de Engenharia __/__/____ Data 278 Bacharelado em Engenharia de Computação Anexo A – Minuta de Resolução MINUTA DE RESOLUÇÃO - CONSEPE RESOLUÇÃO CONSEPE No ____, de 201_. Dispõe sobre Alterações na Estrutura Curricular e no Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia de Computação, Bacharelado, presencial, do Instituto de Engenharia do Campus Universitário de Várzea Grande, da Universidade Federal de Mato Grosso, aprovado pela Resolução Consepe nº138/2013, homologada pela Resolução Consepenº151/2013. O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO, no uso de suas atribuições legais, e CONSIDERANDO o que consta nos Processo nº CONSIDERANDO a decisão do Plenário em Sessão realizada no dia __/__/__. R E S O L V E: Artigo 1o. Aprovar as Alterações Curriculares e o Projeto Pedagógico de Curso de Graduação em Engenharia de Computação, Bacharelado, presencial, do Instituto de Engenharia do Campus Universitário de Várzea Grande, da Universidade Federal de Mato Grosso; com carga horária de 3.600 (três mil e seiscentas) horas; com 60 (sessenta) vagas anuais, sendo 30 (trinta) para o primeiro semestre e 30 (trinta) para o segundo semestre; turno de funcionamento integral (matutino e vespertino); regime acadêmico crédito semestral; integralização curricular mínima em 10 semestres e máxima em 15 semestres, conforme Anexos I, II e III. Artigo 2o. Esta Resolução entra em vigor nesta data, revogando-se a Resolução Consepe nº138/2013, homologada pela Resolução Consepenº151/2013. a. SALA DAS SESSÕES DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO, em Cuiabá, de de 2014. 279 Bacharelado em Engenharia de Computação ANEXO I MATRIZ CURRICULAR NÚCLEOS COMPONENTES CURRICULARES CONTEÚDOS BÁSICOS Cálculo I Física I Algoritmos e Programação de Computadores Desenho Técnico e Expressão Gráfica Meio Ambiente, Sociedade, Ética e Responsabilidade Comunicação, Expressão e Redação Técnica Inovação e Tecnologia Cálculo II Física II Química Geral Álgebra Linear e Geometria Analítica Probabilidade e Estatística Oficina de Iniciação Cientifica Cálculo III Física III Fundamentos de Engenharia Econômica Cálculo IV Fundamentos de Fenômenos de Transporte Fundamentos da Física do Estado Sólido Mecânica dos Sólidos Administração para Engenheiros Subtotal CONTEÚDOS PROFISSIONALIZA NTES Estruturas de Dados Circuitos Elétricos Eletrônica Analógica e Digital Fundamentos Matemáticos para Computação Banco de Dados Microcontroladores e Sistemas Digitais Programação Orientada a Objetos Redes de Computadores Laboratório de Microcontroladores e Sistemas Digitais Laboratório de Banco de Dados Projeto e Desenvolvimento de Software Análise e Processamento de Sinais Sistemas Operacionais CARGA HORÁRIA 64 64 64 64 64 32 32 64 64 64 96 64 32 64 64 32 64 32 32 32 32 1.120 96 64 64 64 64 64 64 64 32 32 64 64 64 280 Bacharelado em Engenharia de Computação Arquitetura de Computadores Laboratório de Redes de Computadores Laboratório de Projeto e Desenvolvimento de Software Laboratório de Arquitetura de Computadores Teleinformática Subtotal CONTEÚDOS ESPECÍFICOS Projeto e Análise de Algoritmos Inteligência Artificial Computação Gráfica Teoria das Linguagens Formais e Autômatos Sistemas de Controle I Construção de Compiladores Sistemas Embarcados Engenharia de Software I Automação Industrial I Robótica I Construção de Interfaces Homem-Máquina Sistemas Distribuídos Robótica II Pesquisa Operacional e Otimização Trabalho de Conclusão de Curso Estágio Supervisionado Subtotal CONTEÚDOS DE Atividades Complementares FORMAÇÃO COMPLEMENTAR Disciplinas Optativas Subtotal CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO 64 32 32 32 64 1.024 64 64 64 64 96 64 64 32 64 64 64 64 64 64 64 160 1.120 64 272 336 3.600 281 Bacharelado em Engenharia de Computação Quadro com rol das Disciplinas Optativas Disciplina Créditos Carga Horária T P Total T P Total Aprendizado de máquina 2 2 4 32 32 64 Avaliação de Desempenho de Sistemas 2 2 4 32 32 64 Ciência de Dados 2 2 4 32 32 64 Confiabilidade de Sistemas 3 1 4 48 16 64 Controle Inteligente 2 2 4 32 32 64 Engenharia de Segurança 4 0 4 64 0 64 Engenharia de Software II 3 0 3 48 0 48 Integração de Sistemas Corporativos 2 2 4 32 32 64 Libras 1 1 2 16 16 32 Laboratório de automação industrial I 0 2 2 0 32 32 Sistemas de Controle II 3 1 4 48 16 64 Normas Técnicas 3 0 3 48 0 48 Paradigmas de Programação 0 3 3 0 48 48 Processamento de imagem 2 2 4 32 32 64 Redes Industriais 2 2 4 32 32 64 Segurança em Redes de Computadores 1 2 3 16 32 48 Seminários de Internacionalização 2 0 2 32 0 32 Técnicas de computação paralela 2 2 4 32 32 64 Tópicos Avançados em Engenharia de Computação I 2 2 4 32 32 64 Tópicos Avançados em Engenharia de Computação II 2 2 4 32 32 64 Visão Computacional 2 2 4 32 32 64 282 Bacharelado em Engenharia de Computação ANEXO II FLUXO CURRICULAR SUGERIDO Período letivo Disciplina Cálculo I Física I Algoritmos e Programação de Computadores Desenho Técnico e Expressão Gráfica 1o semestre Meio Ambiente, Sociedade, Ética e Responsabilidade Comunicação, Expressão e Redação Técnica Inovação e Tecnologia Subtotal Cálculo II Física II Química Geral o 2 Álgebra Linear e Geometria semestre Analítica Probabilidade e Estatística Oficina de Iniciação Cientifica Subtotal Cálculo III Física III Estruturas de Dados o 3 Circuitos Elétricos semestre Eletrônica Analógica e Digital Fundamentos de Engenharia Econômica Subtotal Cálculo IV Fundamentos Matemáticos para Computação Banco de Dados 4o Microcontroladores e Sistemas semestre Digitais Programação Orientada a Objetos Fundamentos de Fenômenos de Transporte Créditos Carga Horária T 4 3 P 0 1 Total 4 4 T 64 48 P 0 16 Total 64 64 2 2 4 32 32 64 2 2 4 32 32 64 4 0 4 64 0 64 2 0 2 32 0 32 2 19 4 3 2 0 5 0 1 2 2 24 4 4 4 32 304 64 48 32 0 80 0 16 32 32 384 64 64 64 6 0 6 96 0 96 4 2 21 4 3 4 2 2 0 0 3 0 1 2 2 2 4 2 24 4 4 6 4 4 64 32 336 64 64 32 32 0 0 48 0 16 32 32 32 64 32 384 64 64 96 64 64 2 0 2 32 0 32 17 4 7 0 24 4 272 64 112 0 384 64 4 0 4 64 0 4 0 4 64 0 4 0 4 64 0 2 2 4 32 32 2 0 2 32 0 48 64 64 64 64 32 283 Bacharelado em Engenharia de Computação Fundamentos da Física do Estado Sólido Subtotal Projeto e Análise de Algoritmos Inteligência Artificial Computação Gráfica Redes de Computadores o 5 Laboratório de semestre Microcontroladores e Sistemas Digitais Laboratório de Banco de Dados Mecânica dos Sólidos Optativa I Subtotal Projeto e Desenvolvimento de Software Teoria das Linguagens Formais e Autômatos Análise e Processamento de Sinais o 6 Sistemas Operacionais semestre Arquitetura de Computadores Laboratório de Redes de Computadores Administração para Engenheiros Subtotal Sistemas de Controle I Construção de Compiladores Sistemas Embarcados Engenharia de Software I 7o Laboratório de Projeto e semestre Desenvolvimento de Software Laboratório de Arquitetura de Computadores Optativa II Subtotal Automação Industrial I Robótica I o 8 Construção de Interfaces semestre Homem-Máquina Sistemas Distribuídos Optativa III 2 0 2 32 0 32 22 2 24 352 32 384 4 0 4 64 0 3 2 4 1 2 0 4 4 4 48 32 64 16 32 0 64 64 64 64 0 2 2 0 32 32 0 2 1 16 2 0 1 8 2 2 2 24 0 32 16 256 32 0 16 128 32 32 32 384 4 0 4 64 0 64 4 0 4 64 0 64 4 0 4 64 0 64 3 1 4 48 16 64 4 0 4 64 0 64 0 2 2 0 32 32 2 0 2 32 0 32 21 4 2 2 2 3 2 2 2 0 24 6 4 4 2 336 64 32 32 32 48 32 32 32 0 384 96 64 64 32 0 2 2 0 32 32 0 2 2 0 32 32 2 12 3 2 2 12 1 2 4 24 4 4 32 192 48 32 32 192 16 32 64 384 64 64 2 2 4 32 32 64 2 2 2 2 4 4 32 32 32 32 64 64 284 Bacharelado em Engenharia de Computação Subtotal 11 3 9 1 20 4 176 48 144 16 320 64 Robótica II Pesquisa Operacional e 9o Otimização semestre Optativa IV 2 2 4 32 32 64 3 1 4 48 16 64 2 2 4 32 32 64 Optativa V 3 0 3 48 0 48 Subtotal Trabalho de Conclusão de Curso 13 6 19 208 96 304 2 2 4 32 32 64 0 10 10 0 160 160 2 12 14 32 192 224 Disciplinas obrigatórias 144 60 204 2.304 960 3.264 Disciplinas optativas 10 7 17 160 112 272 Atividades Complementares 2 2 4 32 32 64 Teleinformática 10o semestre Estágio Supervisionado Subtotal Total Geral 156 69 225 2.496 1.104 3.600 Simbologias: T = carga horária teórica e P = carga horária prática 285 Bacharelado em Engenharia de Computação ANEXO III EMENTÁRIO DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS CÁLCULO I – 64 horas Ementa: O corpo dos números Reais. Funções Reais de uma variável Real. Limite e Continuidade. Cálculo Diferencial. Estudo qualitativo de funções reais de uma variável Real: estudo dos máximos e mínimos. Teoremas básicos de diferenciabilidade. Aplicações. FÍSICA I – 64 horas Ementa: Vetores e Cinemática em duas e três dimensões. Dinâmica da partícula. Trabalho e energia. Conservação de energia. Momento linear e sua conservação. Dinâmica de rotações. Momento angular e sua conservação. Equilíbrio de corpos rígidos. ALGORITMOS E PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES – 64 horas Ementa: Conceitos básicos de organização de computadores. Construção de algoritmos e sua representação em pseudocódigo e linguagens de alto nível. Desenvolvimento sistemático e implementação de programas. Algoritmos Iterativos e Recursivos. Estruturação, depuração, testes e documentação de programas. Resolução de problemas. DESENHO TÉCNICO E EXPRESSÃO GRÁFICA – 64 horas Ementa: Desenho técnico. Normas técnicas, convenções, legendas e escalas. Desenho arquitetônico de estruturas e engenharia. Desenho de curvas de nível. Desenho de detalhes técnicos, projeções, vistas ortográficas, cortes e secções. Mapas: conceitos, tipos, símbolos e construção. Aplicações através de computadores. MEIO AMBIENTE, SOCIEDADE, ÉTICA E RESPONSABILIDADE – 64 horas Ementa: Impactos ambientais; Legislação ambiental; Gestão e responsabilidade; Recursos naturais renováveis e não renováveis; Ética profissional; Meio ambiente e sustentabilidade. Relações étnico-raciais, história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros. Políticas públicas da acessibilidade e inclusão social. Conhecimentos de acessibilidade e mobilidade urbana. COMUNICAÇÃO, EXPRESSÃO E REDAÇÃO TÉCNICA – 32 horas Ementa: A ciência como forma de construção do conhecimento. Produção e transmissão do 286 Bacharelado em Engenharia de Computação conhecimento através da pesquisa científica e tecnológica. Métodos de estudo e pesquisa bibliográfica. Elaboração de projeto de pesquisa. Disseminação ou publicação dos resultados da pesquisa. Elaboração de trabalho monográfico. Redação técnica e científica. Técnicas de redação. Interpretação e aplicação de normas técnicas da ABNT. INOVAÇÃO E TECNOLOGIA – 32 horas Ementa: Ciência e tecnologia. Inovação tecnológica. Indicadores de inovação tecnológica. Gestão tecnológica. Estratégias Tecnológicas. As novas tecnologias e suas implicações sociais. Áreas de atuação das engenharias: transporte, química, computação, controle e automação e minas. CÁLCULO II – 64 horas Ementa: A Antiderivada de uma função. Integral indefinida e Definida. Técnicas de Integração. Cálculo de Áreas e Volumes. Aplicações FÍSICA II – 64 horas Ementa: Fluidos. Calor e temperatura. Leis da termodinâmica. Teoria cinética dos gases. Oscilações e ondas. QUÍMICA GERAL – 64 horas Ementa: Teoria atômica e Molecular. Química dos Sólidos, Líquidos e Gases. Equilíbrio Químico e Cálculos Estequiométricos. Reações Químicas e Soluções. ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA – 96 horas Ementa: Vetores. Operação com Vetores. Dependência e independência linear. Produtos escalar, vetorial e misto. Estudo da reta. Estudo do plano. Espaços Vetoriais. Base. Dimensão. Transformações Lineares. Diagonalização de Operadores. Cônicas. PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA – 64 horas Ementa: Estatística descritiva: Resumo de Dados. Medidas de Posição. Medidas de Dispersão. Técnicas de Amostragem. Probabilidade: Variáveis aleatórias discretas e contínuas. Teorema de Bayes. Distribuições de probabilidades discretas. Distribuições de probabilidade contínuas. Estimação. Teoria da decisão. Regressão e correlação linear. OFICINA DE INICIAÇÃO CIENTIFICA – 32 horas 287 Bacharelado em Engenharia de Computação Ementa: Pesquisa Científica. Projetos de Extensão. O Método Científico. Ciência e Desenvolvimento. Atividades Práticas. CÁLCULO III – 64 horas Ementa: Sequencias de números reais. Séries de números reais. Séries de potência. Funções de várias variáveis. Limite e Continuidade. Gradientes. FÍSICA III – 64 horas Ementa: Carga elétrica e Campo elétrico. Potencial elétrico. Capacitância e dielétricos. Corrente elétrica e resistência elétrica. Campo magnético e força magnética. Indução eletromagnética. Noções de magnetismo da matéria. ESTRUTURAS DE DADOS – 96 horas Ementa: Estruturas básicas para representação de informações: listas, pilhas, filas, mapas, árvores e suas generalizações. Algoritmos para construção, consulta e manipulação de tais estruturas. Desenvolvimento, implementação e testes de programas usando tais estruturas em aplicações específicas. Recursividade, Retrocesso e enumeração. Algoritmos de Ordenação. Técnicas de Compactação de Cadeias. CIRCUITOS ELÉTRICOS – 64 horas Ementa: Fundamentos de eletricidade. Estrutura da teoria dos circuitos: elementos ativos e passivos. Regras fundamentais do circuito. Leis de Kirchhoff – método de nós e método de malhas. Teoremas – circuitos equivalentes. Medidas elétricas e magnéticas. Fundamentos da análise de circuitos. Elementos armazenadores de energia. Circuitos de 1ª ordem RL e RC. Simulação em computador e experimentos em bancada. ELETRÔNICA ANALÓGICA E DIGITAL – 64 horas Ementa: Sistemas de Numeração e Códigos. Dispositivos semicondutores. Circuitos Integrados Lineares. Sensores. Atuadores. Transdutores. Conceitos fundamentais de circuitos lógicos. Família lógicas e circuitos integrados. Circuitos Combinacionais lógicos e aritméticos. Circuitos Sequenciais. Flip-flop e dispositivos correlatos. Registradores. Interfaces analógicodigital. Conversores A/D e D/A. Dispositivos de memória. Projeto de sistema digital usando HDL. Simulação e montagem de circuitos digitais em bancada. 288 Bacharelado em Engenharia de Computação FUNDAMENTOS DE ENGENHARIA ECONÔMICA – 32 horas Ementa: Variável tempo: juros simples, juros compostos. Matemática financeira. Métodos de amortização. Equivalência de métodos. Métodos de Decisão. Renovação e substituição de equipamentos. Depreciação. Análise de Projetos. CÁLCULO IV – 64 horas Ementa: Revisão de funções de várias variáveis reais. Transformações. Fórmula de Taylor. Integrais Múltiplas. Teorema de Green. Teorema de Stokes. FUNDAMENTOS MATEMÁTICOS PARA COMPUTAÇÃO – 64 horas Ementa: Conceitos básicos de matemática discreta e de lógica para computação. Técnicas de provas e indução matemática. Relações e conceitos de teoria de grafos. Modelagem de problemas usando grafos. BANCO DE DADOS – 64 horas Ementa: Modelagem e projeto de banco de dados; Banco de dados relacional e orientado a objetos. Linguagens de consulta e manipulação de dados; Sistemas de Gerência de Banco de Dados: arquitetura, gerenciamento de transações, controle de concorrência, recuperação, processamento e otimização de consultas. MICROCONTROLADORES E SISTEMAS DIGITAIS – 64 horas Ementa: Microcontroladores: arquitetura e programação. Memória. Dispositivos de entrada e saída. Dispositivos lógicos programáveis: PLD e CPLD. Projeto digital usando HDL e VHDL. Aplicações e Projeto Integrado de Hardware, Software e Firmware. PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS – 64 horas Ementa: Conceitos básicos e avançados de programação orientada a objetos. Aplicação dos conceitos usando uma linguagem orientada a objetos. FUNDAMENTOS DE FENÔMENOS DE TRANSPORTE – 32 horas Ementa: Transporte de quantidade de movimento. Transporte de energia-calor. Transporte de massa. Aplicação da análise dimensional aos fenômenos de transporte. Resultados empíricos em fenômenos de transporte. Problemas de transientes. 289 Bacharelado em Engenharia de Computação FUNDAMENTOS DA FÍSICA DO ESTADO SÓLIDO – 32 horas Ementa: Introdução à Física quântica. Introdução à Física do Estado sólido. PROJETO E ANÁLISE DE ALGORITMOS – 64 horas Ementa: Técnicas de projeto e análise de algoritmos. Análise de Recorrências. Indução e Invariantes de laços. Programação dinâmica e algoritmos gulosos. Algoritmos para problemas em Grafos. INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL – 64 horas Ementa: Agentes inteligentes. Resolução de problemas por meio de busca. Busca informada e por exploração. Satisfação de restrições. Agentes que raciocinam logicamente. Planejamento. Conhecimento incerto. Sistemas de Raciocínio Probabilístico. Aprendizagem por Observações. Aprendizagem estatística. Aprendizagem por reforço. Agentes que Comunicam. Princípios de Robótica Inteligente. Percepção. COMPUTAÇÃO GRÁFICA – 64 horas Ementa: Origem e objetivos da Computação Gráfica. Dispositivos Gráficos. Transformações geométricas 2D e 3D. Conversão Matricial e Preenchimento. Modelagem. Iluminação. Tonalização. Aplicação de Texturas. Técnicas de anti-serrilhado. REDES DE COMPUTADORES – 64 horas Ementa: Noções básicas de redes de computadores: tipos de enlace, códigos, modos e meios de transmissão. Redes de computadores: locais, metropolitanas e de longa distância. Terminologia e aplicações, topologias, modelos de arquitetura e protocolos. Interconexão de redes. Níveis de transporte e de aplicação. Redes sem Fio e Redes Móveis. LABORATÓRIO DE MICROCONTROLADORES E SISTEMAS DIGITAIS – 32 horas Ementa: Aplicação prática do conteúdo programático da disciplina de Microcontroladores e Sistemas Digitais. Projetos, desenvolvimento e simulação em microcontroladores. LABORATÓRIO DE BANCO DE DADOS – 32 horas Ementa: Ferramentas e técnicas utilizadas na solução de problemas de sistemas de informação, utilizando bancos de dados. Modelagem. Tradução do projeto lógico para o projeto físico. Desenvolvimento de aplicações. Comandos de definição, indexação e manipulação de dados. 290 Bacharelado em Engenharia de Computação Integridade e segurança de bases de dados: conceitos e comandos. Comandos analíticos. Visões, gatilhos (triggers) e procedimentos armazenados (stored procedures). Acesso multiusuário em bases de dados. MECÂNICA DOS SÓLIDOS – 32 horas Ementa: Forças no plano. Forças no espaço. Sistema Equivalente de Forças; Estática dos Corpos Rígidos em duas Dimensões. Estática dos Corpos Rígidos em três Dimensões. Forças Distribuídas. Estruturas. Vigas. Cabos. Atrito. Momento de Inércia. PROJETO E DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE – 64 horas Ementa: Gerenciamento e desenvolvimento de um projeto que acompanhe as etapas do ciclo de vida do software com ênfase em: documentação, determinação dos requisitos, projeto lógico, projeto físico, implementação e testes. Projeto de software orientado a objeto e uso de padrões de projeto. Modelagem, projeto e desenvolvimento de aplicações cliente-servidor, web. Conceitos de gestão de projetos, métricas e qualidade de software. Questões de integração de banco de dados e sistema. TEORIA DAS LINGUAGENS FORMAIS E AUTÔMATOS – 64 horas Ementa: Revisão de conceitos básicos; alfabetos e linguagens; linguagens regulares; linguagens livres de contexto; linguagens recursivas e linguagens recursivamente enumeráveis. Computabilidade e decidibilidade. ANÁLISE E PROCESSAMENTO DE SINAIS – 64 horas Ementa: Sinais contínuos e discretos. Sistemas lineares e invariantes no Tempo. Análise de Fourier de sinais contínuos e discretos. Filtragem através de sistemas lineares e invariantes no tempo. Transformada de Laplace e Transformada Z. Amostragem, Quantização, Decimação e Interpolação. Convolução e Modulação. SISTEMAS OPERACIONAIS – 64 horas Ementa: Histórico e evolução, tipos, serviços e estrutura de um sistema operacional. Conceitos de processos: concorrência, regiões críticas, escalonamento. Conceitos de espaços de endereçamento e de gerenciamento de memória, memória virtual, paginação, segmentação. Sistemas de arquivos: Hierarquia, proteção, organização, segurança. Gerenciamento de entrada/saída. Estudo de casos. 291 Bacharelado em Engenharia de Computação ARQUITETURA DE COMPUTADORES – 64 horas Ementa: Introdução à organização de computadores e representação de informação na memória. Estudo do conjunto de instruções de processadores RISCs e CISCs. Desenvolvimento, implementação e testes de programas usando linguagens de montagem. LABORATÓRIO DE REDES DE COMPUTADORES – 32 horas Ementa: Cabeamento de rede local. Equipamentos de rede: adaptadores de rede, hubs, switches, pontes e roteadores. Roteamento: algoritmos e protocolos de roteamento. Redes ATM. Protocolo IP. Protocolo TCP. Sistemas operacionais de rede e serviços de rede: DHCP, DNS, FTP. Noções sobre gerenciamento e segurança de rede. Aplicações de rede: cliente/servidor. Programação em redes (sockets). Servidor Web. ADMINISTRAÇÃO PARA ENGENHEIROS – 32 horas Ementa: O conceito de administração; papéis, habilidades e competências dos administradores. A globalização e seus efeitos sobre a economia e reflexos no planejamento das empresas. A organização das empresas e o fator humano nas organizações, estilos de liderança e teorias comportamentais aplicadas à administração. Administração pública e privada. Princípios de empreendedorismo. SISTEMAS DE CONTROLE I – 96 horas Ementa: Conceitos básicos de controle: malha aberta, malha fechada. Ações de controle básicas e respostas de sistemas controle: controle liga-desliga, proporcional, integral, derivativo. Método do Lugar das Raízes. Método de resposta em frequência: diagramas de Bode, gráficos polares, critério de estabilidade de Nyquist, estabilidade relativa. Análise e Projeto de Controladores Industriais PID. Projeto pelo Método Lugar das Raízes. Projeto pelo Método da Resposta em Frequência; Introdução ao Controle Digital. Amostragem. Discretização de Sistemas Contínuos. Estabilidade de Sistemas em Tempo Discreto; Lugar das Raízes de Sistemas em Tempo Discreto. Projeto de Sistemas de Controle Digitais. CONSTRUÇÃO DE COMPILADORES – 64 horas Ementa: Métodos de análise léxica, sintática e semântica. Sistemas de execução. Geração e otimização de códigos. Recuperação de erros. SISTEMAS EMBARCADOS – 64 horas 292 Bacharelado em Engenharia de Computação Ementa: Conceituação e arquiteturas de sistemas embarcados. Programação em linguagens de alto e baixo nível. Interfaces seriais e paralelas. Temporizadores, relógios e watchdog timer. Interrupções. Firmware embarcado. Programação concorrente e em tempo real. Aplicações em sistemas embarcados. Sistemas com comunicação sem fio. Dispositivos Móveis: Categorização e Programação. ENGENHARIA DE SOFTWARE I – 32 horas Ementa: Introdução e objetivos de engenharia de Software. Ciclo de Vida de Desenvolvimento de Software. Noções de Qualidade de Software. Técnicas de Gerenciamento de Software. Planejamento, Métricas e Gerenciamento de Configuração de Software. Técnicas e Métodos de Análise e Especificação de requisitos: características, problemas e conceitos básicos. Noções sobre verificação, validação e testes de software. Manutenção de software. Padrões de desenvolvimento e documentação de software. LABORATÓRIO DE PROJETO E DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE – 32 horas Ementa: Aplicar na prática o processo de software visto na disciplina de Projeto e Desenvolvimento de Software. LABORATÓRIO DE ARQUITETURA DE COMPUTADORES - 32 horas Ementa: Aplicação prática do conteúdo programático da disciplina de Arquitetura de Computadores. Experimentos simulados em software e montagem de bancada de componentes. AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL I – 64 horas Ementa: Conceitos históricos, estado-da-arte, e tendências da automação industrial. Modelagem de processos sequenciais. Controladores Programáveis. Noções de Redes Industriais. ROBÓTICA I – 64 horas Ementa: Arquiteturas de Controle de Robôs Autônomos. Sistemas de Percepção. Sistemas de Navegação. Atuadores e Sensores. CONSTRUÇÃO DE INTERFACES HOMEM-MÁQUINA – 64 horas Ementa: Fundamentos de interação usuário computador. Levantamento de requisitos. Aspectos humanos e tecnológicos. Design. Princípios e heurísticas para usabilidade. Métodos de 293 Bacharelado em Engenharia de Computação avaliação da usabilidade. Padrões para interface. SISTEMAS DISTRIBUÍDOS – 64 horas Ementa: Conceitos de Sistemas Distribuídos. Comunicação e Sincronização em Sistemas Distribuídos. Modelos e Arquitetura de Sistemas Distribuídos. Sistema de Arquivos: organização, segurança, confiabilidade e desempenho. Aspectos de projeto e implementação. TELEINFORMÁTICA – 64 horas Ementa: Introdução às Telecomunicações; Princípios da Teoria da Informação. Transmissão da Informação e Modelagem do Sistema de Transmissão, Transmissão Analógica e Digital, Técnicas de Modulação: Amplitude, Frequência, Fase e Mistas, Comunicações Sem Fio, Comunicação Ótica: Dispositivos e Sistemas, Tecnologias de Acesso. Central por Programa Armazenado. Computação Digital. ROBÓTICA II – 64 horas Ementa: Conceitos matemáticos aplicados à engenharia; Modelagem geométrica, cinemática e dinâmica de manipuladores mecânicos. Geração de trajetória, controle em posição e controle em força; Métodos e linguagens de programação de controle de robôs industriais. Sensores e atuadores. Controle adaptativo e inteligente. PESQUISA OPERACIONAL E OTIMIZAÇÃO – 64 horas Ementa: Classes de problemas. Problemas NP-completos. Modelagem de problemas lineares e não-lineares. Programação Inteira. Método Simplex. Análise de Sensibilidade. Paradigmas de Otimização. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – 64 horas Ementa: Projeto teórico ou prático orientado por um ou mais docentes do Instituto de Engenharia, acompanhado por trabalho técnico redigido pelo aluno. ESTÁGIO SUPERVISIONADO – 160 HORAS Ementa: Trabalho prático que seja válido de acordo com as normas internas definidas pelas Resoluções da UFMT e do Instituto de Engenharia. 294 Bacharelado em Engenharia de Computação EMENTÁRIO DISCIPLINAS OPTATIVAS APRENDIZADO DE MÁQUINA- 64 horas Ementa: Técnicas de aprendizado de máquina e reconhecimento de padrões. Redução de dimensionalidade. Descritores. Classificadores. Técnicas de agrupamento e detecção de outliers. AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DE SISTEMAS - 64 horas Ementa: Metodologia para construção de modelos de simulação. Simulação manual e computacional. Variabilidade dos sistemas. Testes de verificação e validação. Coleta e tratamento de dados. Distribuição de probabilidade. Estimação de parâmetros, testes de aderência. Análise de resultados. Sistemas terminais e não-terminais. Sistemas de manufatura automatizados. Medidas de avaliação de desempenho. Avaliação de impactos e Análise de riscos. CIÊNCIA DE DADOS- 64 horas Ementa: O processo de Descoberta do Conhecimento (Knowledge Discovery in Database KDD). Tratamento dos dados nas fases de um processo KDD. Compreensão e prospecção de informação (Mineração de Dados). Entendimento, previsão e interpretação dos dados utilizando regras de associação, OLAP, técnicas de agrupamento, dentre outras. CONFIABILIDADE DE SISTEMAS- 64 horas Ementa: Teoria básica de probabilidade. Aplicação da distribuição binomial. Modelagem e avaliação de sistemas simples. Modelagem e avaliação de sistemas complexos. Distribuições de probabilidade na avaliação da confiabilidade. Avaliação da confiabilidade de sistemas usando distribuições de probabilidade. Cadeias de Markov. Processos de Markov. Técnicas de frequência e duração. Avaliação aproximada da confiabilidade de sistemas. Sistemas com distribuições não exponenciais. Simulação Monte Carlo. Principais índices de confiabilidade: definições e métodos de avaliação. Sistemas de geração: capacidade estática e reserva operativa. Sistemas compostos: geração e transmissão. Sistemas de distribuição e subestações. Valor da confiabilidade. 295 Bacharelado em Engenharia de Computação CONTROLE INTELIGENTE - 64 horas Ementa: Introdução às características do controle inteligente. Controladores fuzzy: lógica fuzzy, variáveis linguísticas, projeto de controladores. Controladores Neuronais: modelos de neurônios, perceptrons, arquiteturas de redes neuronais, algoritmos de treinamento, controle usando redes neuronais. Outros paradigmas: Computação evolutiva e algoritmos genéticos, sistemas especialistas. Estudo de casos de todas as técnicas anteriores e seus híbridos, por exemplo, otimização de controladores fuzzy utilizando algoritmos genéticos. ENGENHARIA DE SEGURANÇA- 64 horas Ementa: A evolução da engenharia de segurança do trabalho. Aspectos políticos, éticos, econômicos e sociais. A história do prevencionismo. Entidades públicas e privadas. A engenharia de segurança do trabalho no contexto capital-trabalho. O papel e as responsabilidades do engenheiro de segurança do trabalho. Acidentes: Conceituação e classificação. Causas de acidentes: fator pessoal de insegurança, ato inseguro, condição ambiente de insegurança. Consequências do acidente: lesão pessoal e prejuízo material. Agente do acidente e fonte de lesão. Riscos das principais atividades laborais. ENGENHARIA DE SOFTWARE II - 48 horas Ementa: Qualidade de Software. Princípios, Métodos e Critérios para verificação, validação e testes de software. Desenvolvimento orientado a testes. Manutenção de software. Padrões de projeto (design patterns). INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS CORPORATIVOS - 64 horas Ementa: A automação da manufatura. Filosofia da Produção Integrada pelo Computador (CIM). Sistemas CIM & ERP. A Metodologia IDEF0. Sistemas flexíveis de manufatura: conceitos. Comércio Eletrônico. Logística integrada. Organizações virtuais. Internet, Intranet, Extranet. Sistemas de Informação e de Armazenamento: Banco de dados, Web-Servers. Integração de sistemas e de processos. Modelos de Referência. Interoperação de sistemas: CORBA & DCOM. Interoperação de dados: XML & XMI. Sistemas de auxílio ao trabalho em grupo (Groupware e Workgroup). CRM & E-Procurement. Sistemas de suporte à decisão. Aplicações distribuídas, móveis e wireless. LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS (LIBRAS) - 32 horas Ementa: Aspectos da Língua de Sinais e sua importância: cultura e história. Identidade surda. 296 Bacharelado em Engenharia de Computação Introdução aos aspectos linguísticos na Língua Brasileira de sinais: fonologia, morfologia, sintaxe. Noções básicas de escrita de sinais. Processo de aquisição da Língua de Sinais observando as diferenças e similaridades existentes entre esta e a língua Portuguesa. SISTEMAS DE CONTROLE II - 64 horas Ementa: Análise e Simulação de sistemas dinâmicos; Modelagem no espaço de estados. Identificação e sintonia pelo método de Ziegler-Nichols; Identificação e sintonia pelo método de Broída; Métodos de discretização e do lugar das raízes no plano Z; Diagramas de Bode (no plano W) o critério de Jury e o erro de quantização; Controladores PID discretos; filtros digitais; Simular sistemas discretos, Pólos e Zeros Multivariáveis. Realimentação de estados. Alocação de pólos. Observadores de estado e Controle moderno. NORMAS TÉCNICAS - 48 horas Ementa: Legislação. Conceituação: constituição, lei, decreto, portaria. Hierarquia: legislação federal, estadual, municipal. Atribuições do engenheiro de computação e do engenheiro de controle e automação. Responsabilidade profissional, trabalhista, civil e criminal. Normas técnicas sobre o processo de desenvolvimento de software. Normas técnicas sobre a qualidade de software. Modelos de governança em tecnologia da informação. Normas técnicas sobre instalações elétricas de baixa e média tensão. Normas técnicas sobre painéis e comandos de automação. Normas técnicas sobre instalações industriais. PARADIGMAS DE PROGRAMAÇÃO - 48 horas Ementa: Visão comparativa de paradigmas de programação. Programação funcional e lógica. Prática de programação utilizando linguagens funcionais e lógicas. PROCESSAMENTO DIGITAL DE IMAGEM - 64 horas Ementa: Origem e objetivos do processamento de imagens. Fundamentos de visão computacional e seu relacionamento com a visão humana. Dispositivos e formas de aquisição de imagens. Amostragem e Quantização. Sistemas de cores. Técnicas de modificação da escala de cinza. Suavização. Aguçamento de bordas. Transformada no domínio da frequência: Fourier. Segmentação de imagens. Análise de imagens: extração de características e noções de representação e classificação. REDES INDUSTRIAIS - 64 horas 297 Bacharelado em Engenharia de Computação Ementa: Diferença entre redes comerciais e industriais. Infra-estrutura de Redes Industriais. Estruturas de cabeamento de redes. Técnicas de Telemetria. Padrão Foundation. Padrão Profibus PA, DP e FMS. Padrão Modbus Padrão AS-i. Padrão Devicenet. Padrão Ethernet industrial. Padrão Interbus. Modelamento de aplicações em rede. Programas de configuração de rede. Programas de tecnologia SCADA. Redundância de subsistemas. Tratamento de erros. SEGURANÇA EM REDES DE COMPUTADORES - 48 horas Ementa: Políticas de segurança. Planejamento e gerência de redes. Vulnerabilidade em redes TCP/IP. Tipos de ataque. Arquiteturas e configuração de Firewalls. Internet e Intranets. Técnicas Criptográficas. Sistemas de Detecção de Intrusão. SEMINÁRIOS DE INTERNACIONALIZAÇÃO - 32 horas Ementa: A internacionalização do Ensino Superior. Países do mundo, comunidades e blocos: uma visão geral da globalização, línguas, leis, usos e costumes no mundo. O impacto da globalização no mercado de trabalho nas áreas de Computação e as competências do profissional. Características de construção de produtos internacionalizados em Engenharia de Computação. Programas e agências nacionais e internacionais promotoras da internacionalização do ensino superior. Palestras e seminários sobre temas de interesse para a disciplina. TÉCNICAS DE PROGRAMAÇÃO PARALELA - 64 horas Ementa: Metodologias de programação para ambientes multi-core e cloud. Arquiteturas Multicore. Práticas de programação paralela. TÓPICOS AVANÇADOS EM ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO I - 64 horas Ementa: Apresentar e discutir recentes resultados de pesquisas e tendências na área de Engenharia de Computação. Mais detalhes sobre tópicos a serem abordados serão divulgados no oferecimento da disciplina. TÓPICOS AVANÇADOS EM ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO II - 64 horas Ementa: Apresentar e discutir recentes pesquisas e tendências na área de Engenharia de Computação. Mais detalhes sobre tópicos a serem abordados serão divulgados no oferecimento da disciplina. 298 Bacharelado em Engenharia de Computação VISÃO COMPUTACIONAL – 64 horas Ementa: Introdução à visão computacional. Formação de imagens e modelos de câmera. Ruídos e filtragem de ruídos. Extração de características visuais e segmentação de imagem. Rastreamento visual. Calibração de câmeras. Visão estéreo. LABORATÓRIO DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL I – 32 horas Ementa: Aplicação prática do conteúdo programático da disciplina de Automação Industrial I. 299