MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
Engenharia de Computação
Projeto Pedagógico de Curso de Graduação
2014 a 2019
Campus Universitário Várzea Grande
2014
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação
em Engenharia de Computação
Comissão de elaboração
Prof. Dr. Jésus Franco Bueno (SIAPE 01171523-5)
Coordenador de Ensino de Graduação
Prof. Me. Raoni Florentino da Silva Teixeira (SIAPE 02135099)
Professor do Instituto de Engenharia
Prof. Me. Rodrigo Lopes Costa (SIAPE 2135037)
Professor do Instituto de Engenharia
Prof. Dr. Thiago Miranda Tunes (SIAPE 1010337)
Professor do Instituto de Engenharia
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO ............................................................................................................ 1
HISTÓRICO DO CURSO ............................................................................................ 1
JUSTIFICATIVAS PARA A REELABORAÇÃO DO PPC .......................................... 3
I - ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ....................................................... 6
1.1.
Contexto educacional, profissional, laboral. ............................................. 6
1.2.
Concepção do curso .................................................................................... 8
1.2.1.
O curso e as políticas institucionais da UFMT .................................................. 8
1.2.2.
Regime acadêmico ......................................................................................... 10
1.2.3.
Número de vagas e entrada ........................................................................... 11
1.2.4.
Turno de funcionamento ................................................................................. 11
1.2.5.
Formas de ingresso no curso ......................................................................... 12
1.2.6.
Períodos mínimo e máximo de integralização do curso .................................. 13
1.2.7.
Dimensão das turmas ..................................................................................... 13
1.2.8.
Objetivos do curso .......................................................................................... 14
1.2.9.
Habilidades desejadas para o egresso ........................................................... 16
1.2.10. Competências desejadas para o egresso ....................................................... 16
1.2.11. Perfil do egresso............................................................................................. 18
1.2.12. Matriz curricular .............................................................................................. 21
1.2.13. Fluxo curricular sugerido ................................................................................ 27
1.2.14. Metodologia de ensino e aprendizagem ......................................................... 33
1.2.15. Ementário ....................................................................................................... 36
1.3.
Operacionalização do curso ..................................................................... 36
1.3.1.
Formas de nivelamento para o ingressante .................................................... 36
1.3.2.
Concepção teórico-metodológica do trabalho acadêmico ............................... 37
1.3.3.
Estágio Curricular Supervisionado .................................................................. 39
1.3.4.
Práticas como atividades acadêmicas ............................................................ 40
1.3.5.
Atividades Complementares ........................................................................... 40
1.3.6.
Detalhamento das Atividades Complementares ............................................. 41
1.3.7.
Requerimento, aprovação e registro ............................................................... 42
1.3.8.
Relação com a pós-graduação ....................................................................... 44
1.3.9.
Iniciação à pesquisa científica e programas de extensão ............................... 44
I
1.3.10. Trabalho de Conclusão de Curso - TCC ......................................................... 44
1.3.11. Avaliação do ensino e da aprendizagem ........................................................ 45
1.3.12. As TICs no processo de ensino-aprendizagem............................................... 46
1.3.13. Apoio ao discente ........................................................................................... 47
1.3.14. Atividades de tutoria ....................................................................................... 48
1.3.15. Material didático instrucional ........................................................................... 49
1.3.16. Interação docentes-tutores-estudantes ........................................................... 50
II -
CORPO DOCENTE, ADMINISTRATIVO E TUTORIAL .................................. 51
2.1.
Corpo docente ............................................................................................ 51
2.1.1.
Quadro descritivo ........................................................................................... 51
2.1.2.
Plano de qualificação docente ........................................................................ 54
2.2.
Corpo Técnico-administrativo .................................................................. 55
2.2.1.
Quadro descritivo ........................................................................................... 55
2.2.2.
Plano de capacitação ..................................................................................... 57
2.3.
III -
Corpo tutorial ............................................................................................. 57
INFRAESTRUTURA ....................................................................................... 58
3.1.
Salas de aula e de apoio ............................................................................ 58
3.1.1.
Salas de trabalho para professor em tempo integral ....................................... 58
3.1.2.
Sala de coordenação de curso e serviços acadêmicos ................................... 58
3.1.3.
Sala de professores ........................................................................................ 58
3.1.4.
Salas de aula .................................................................................................. 58
3.1.5.
Sala do centro acadêmico .............................................................................. 58
3.1.6.
Outras salas ................................................................................................... 59
3.1.7.
Ambientes de convivência .............................................................................. 59
3.2.
Biblioteca .................................................................................................... 60
3.2.1.
Biblioteca Central ........................................................................................... 60
3.2.2.
Biblioteca setorial ........................................................................................... 60
3.3.
Laboratórios ............................................................................................... 60
3.3.1.
Laboratório Didáticos de Ensino de Graduação .............................................. 60
3.3.2.
Plataforma de suporte ao AVA ....................................................................... 66
3.4.
Infraestrutura existente e demandada...................................................... 66
3.4.1.
Infraestrutura física existente e recursos humanos existentes ........................ 66
3.4.2.
Demanda de recursos humanos ..................................................................... 67
3.4.3.
Demanda de infraestrutura física .................................................................... 67
3.4.4.
Demanda de equipamentos ............................................................................ 67
II
3.5.
IV -
Material didático ......................................................................................... 68
GESTÃO DO CURSO ..................................................................................... 69
4.1.
Órgãos colegiados e comitê de ética ....................................................... 69
4.1.1.
Núcleo Docente Estruturante .......................................................................... 69
4.1.2.
Colegiado do Curso ........................................................................................ 70
4.1.3.
Núcleo de apoio pedagógico e experiência docente ....................................... 73
4.1.4.
Comitê de ética............................................................................................... 74
4.2.
Coordenação e avaliação do curso .......................................................... 74
4.2.1.
A coordenação do curso ................................................................................. 74
4.2.2.
Avaliação interna e externa do curso .............................................................. 77
4.2.3.
Acompanhamento e avaliação do PPC........................................................... 82
4.3.
Ordenamentos diversos ............................................................................ 83
4.3.1.
Reunião de docentes ...................................................................................... 83
4.3.2.
Assembleia da comunidade acadêmica .......................................................... 83
4.3.3.
Apoio aos órgãos estudantis........................................................................... 84
4.3.4.
Mobilidade estudantil, nacional e internacional ............................................... 84
4.3.5.
Eventos acadêmico-científicos relevantes para o curso .................................. 85
V-
DISPOSIÇÕES GERAIS ................................................................................. 86
5.1.
Equivalência entre fluxo curricular a ser desativado e o proposto ....... 86
5.2.
Termos de compromisso direção de unidades acadêmicas envolvidas
com o curso .......................................................................................................... 92
5.3.
Parcerias e convênios necessários ao desenvolvimento do curso ...... 92
5.4.
Outras disposições .................................................................................... 92
APÊNDICE A – EMENTAS DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS .......................... 95
APÊNDICE B – EMENTAS DAS DISCIPLINAS OPTATIVAS ............................... 185
APÊNDICE C – REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
................................................................................................................................ 220
APÊNDICE D – REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO .................. 237
APÊNDICE E – EQUIVALÊNCIA PARA AVALIAÇÃO DAS ATIVIDADES
COMPLEMENTARES – AC .................................................................................... 249
APÊNDICE F – REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DIDÁTICOS ............... 252
III
APÊNDICE G – CADASTRO INFORMATIVO DE EGRESSOS ............................. 262
APÊNDICE H – AVALIAÇÃO DE DOCENTES ...................................................... 263
APÊNDICE I – ATRIBUIÇÕES DO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO ............. 269
APÊNDICE J – PROTOCOLO DE SEGURANÇA DE AULA DE CAMPO ........... 272
1. ORIENTAÇÕES GERAIS .................................................................................... 273
2. RESPONSABILIDADES DA INSTITUIÇÃO ....................................................... 273
3. RESPONSABILIDADES DO DOCENTE PROPONENTE DA ATIVIDADE DE
CAMPO ................................................................................................................... 274
4. RESPONSABILIDADES DO DISCENTE PARTICIPANTE DA ATIVIDADE DE
CAMPO ................................................................................................................... 275
5. REQUISITOS PARA A PARTICIPAÇÃO DO DISCENTE NA ATIVIDADE DE
CAMPO ................................................................................................................... 276
6. CASOS OMISSOS .............................................................................................. 276
ANEXO I - TERMO DE RESPONSABILIDADE E CIÊNCIA DE RISCO DO
PARTICIPANTE ...................................................................................................... 277
ANEXO A – MINUTA DE RESOLUÇÃO ................................................................ 279
IV
Bacharelado em Engenharia de Computação
INTRODUÇÃO
HISTÓRICO DO CURSO
O projeto do curso de graduação de Bacharelado em Engenharia de
Computação, do Instituto de Engenharia do Campus Universitário de Várzea Grande
da Universidade Federal de Mato Grosso (CUVG-UFMT), começou a ser concebido
em novembro de 2012. À época a Administração Superior da UFMT, em especial a
Reitoria e a PROEG, apresentaram em seminário a proposta de criação de 5 (cinco)
novos cursos para as futuras instalações físicas do campus, cujo projeto havia sido
aprovado para a execução. Com a presença do Pró-reitor de Ensino de Graduação
da UFABC foi apresentado um novo formato de estrutura de componentes curriculares
para o projeto dos novos cursos. Os cursos seriam criados em conformidade com o
Parecer CNE/CES 1.362 de 12/12/2001 que iniciou a formalização das Diretrizes
Curriculares Nacionais dos Cursos de Engenharia e a Resolução CNE/CES N o 11 de
11 de março de 2002 que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de
Graduação em Engenharia.
Para a consecução de todo o processo desde a definição dos cursos até a
aprovação dos projetos pedagógicos dos cursos no Pleno do Consepe, diferentes
atores participaram nas diversas atividades que podem ser elencadas por etapas. Na
etapa de definição dos cursos a serem implantados, estabelecimento das linhas gerais
do projeto pedagógico dos cursos de graduação (PPC) e acompanhamento das
atividades, a PROEG instituiu a Comissão de Acompanhamento com os membros e
atribuições definidos na Portaria 035/PROEG de 13 de março de 2013.
Na etapa seguinte, a Portaria No 033/PROEG de 13 de março de 2013, criou
a Comissão de Elaboração das propostas dos PPC Graduação em Engenharia de
Computação. Desta comissão saiu o coordenador de Ensino de Graduação do novo
curso a ser implantado. A Portaria No 827/PROAD, de 21 de março de 2013 designou
o Coordenador de Ensino de Graduação em Engenharia de Computação ficando a
cargo do mesmo a elaboração do PPC, a partir da definição do núcleo básico pela
1
Bacharelado em Engenharia de Computação
Comissão de Acompanhamento, e entrega para análise e parecer do técnico de
assuntos educacionais da PROEG.
A criação do curso de graduação de Bacharelado em Engenharia de
Computação, do Campus Universitário de Várzea Grande foi aprovada no mérito pela
Resolução Consepe No 19, de 25 de fevereiro de 2013, a Resolução Consepe No 132,
de 29 de outubro de 2013, fixou, ad referendum, a oferta em 60 vagas, a Resolução
Consepe No 138, de 04 de novembro de 2013, aprovar, ad referendum, o Projeto
Pedagógico do curso de graduação de Bacharelado em Engenharia de Computação,
a Resolução Consepe No 145, de 02 de dezembro de 2013, homologou a Resolução
Consepe No 132, de 29 de outubro de 2013 e por fim a Resolução Consepe N o 151,
de 02 de dezembro de 2013, homologou a Resolução Consepe N o 138, de 04 de
novembro de 2013 que aprovou ad referendum o Projeto Pedagógico de Curso de
Graduação em Engenharia de Computação, Bacharelado, presencial, do Instituto de
Engenharia do Campus Universitário de Várzea Grande, da Universidade Federal de
Mato Grosso; com carga horária de 3.600 (três mil e seiscentas) horas; com 60
(sessenta) vagas anuais, sendo 30 (trinta) para o primeiro semestre e 30 (trinta) para
o segundo semestre, em turno de funcionamento integral (matutino e vespertino);
regime acadêmico crédito semestral; integralização curricular mínima em 10
semestres e máxima em 15 semestres.
Considerando o E-MAIL CIRCULAR No 017 de 19/05/2014, encaminhado pela
Pró-Reitora de Ensino de Graduação/PROEG/UFMT aos Coordenadores dos cursos
de Ensino de Graduação, a Coordenação de Ensino de Graduação do Bacharelado
em Engenharia de Computação já havia detectado que alguns componentes
curriculares na proposta inicial do núcleo básico não se compatibilizavam com os
componentes ofertados, nos cursos de graduação, melhores avaliados na área, e que
outros componentes necessários à formação profissional deveriam estar presentes
nos núcleos profissionalizantes e específicos. Desta forma, Comissão de
Acompanhamento formalizou a proposta de adesão de reformulação do PPC sugerido
pela PROEG, por motivos específicos de cada curso.
O acerto na decisão de reformulação do PPC do curso de Graduação do
Bacharelado em Engenharia de Computação foi ratificado com a publicação recente
da Portaria Inep No 245, de 02 de junho de 2014, na qual a Comissão Assessora de
2
Bacharelado em Engenharia de Computação
Área de Engenharia de Computação definiu os conteúdos programáticos previstos nas
diretrizes curriculares que servirão de base para a prova do ENADE 2014 que avaliará
o desempenho dos estudantes destes cursos, embora as turmas ingressantes estejam
dispensadas de realizarem este exame, no momento. O desempenho dos estudantes
no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) constitui-se um dos
indicadores de qualidade do curso, pois é parte integrante do Sistema Nacional de
Avaliação da Educação Superior (Sinaes).
A reformulação do Projeto Pedagógico do Curso de Graduação de
Bacharelado em Engenharia de Computação é de grande relevância para a UFMT,
posto que, a avaliação da qualidade da instituição, no ensino de graduação do
Bacharelado em Engenharia de Computação, ocorrerá com a avaliação do
desempenho dos estudantes no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes
(Enade), uma vez que, os ingressantes, desde a primeira turma do curso se encontram
cadastrados no Inep.
JUSTIFICATIVAS PARA A REELABORAÇÃO DO PPC
A Lei No 10.861, de 14 de abril de 2004, instituiu o Sistema Nacional de
Avaliação da Educação Superior – SINAES, que tem como uma de suas finalidades a
melhoria da qualidade da educação superior ao promover a avaliação de instituições,
de cursos e de desempenho dos estudantes.
A Portaria Normativa No 8, de 14 de março de 2014, publicada em 17 de março
de 2014, consolidou a disposições sobre os indicadores de qualidade e o Exame
Nacional de Desempenho dos Estudantes – ENADE, como parte integrante do
Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES). Esta portaria
determinou que no ano de 2014, seja aplicada a avaliação de desempenho dos
estudantes dos cursos que conferem diploma de bacharel em Engenharia de
Computação.
A prova do ENADE 2014 será composta por componentes curriculares de
Formação Geral, do Núcleo de Conteúdos Básicos e do Núcleo de Conteúdos
Profissionalizantes.
3
Bacharelado em Engenharia de Computação
A Portaria Inep No 245, de 02 de junho de 2014, publicada no Diário Oficial
da União em 04 de junho de 2014, apresenta as definições estabelecidas pela
Comissão Assessora de Área de Engenharia de Computação para a elaboração da
prova do ENADE.
O ENADE tem por objetivo avaliar o desempenho dos estudantes destes
cursos em relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes
curriculares, às habilidades e competências para a atualização permanente e aos
conhecimentos sobre a realidade brasileira e mundial, bem como sobre outras áreas
do conhecimento, conforme Art. 1o desta Portaria.
A Comissão Assessora definiu que a prova do ENADE, com duração total de
4 (quatro) horas, terá a avaliação do componente de Formação Geral comum aos
cursos de todas as áreas e dos componentes específicos da área de Engenharia de
Computação.
Os componentes curriculares de Formação Geral definidos pela Comissão
Assessora de Área de Formação Geral estabelecidos na Portaria Inep N o 255, de 02
de junho de 2014, publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014
versarão sobre seguintes temas: I - cultura e arte; II - avanços tecnológicos; III ciência, tecnologia e sociedade; IV - democracia, ética e cidadania; V - ecologia; VI globalização e política internacional; VII - políticas públicas: educação, habitação,
saneamento, saúde, transporte, segurança, defesa e desenvolvimento sustentável;
VIII - relações de trabalho; IX - responsabilidade social: setor público, privado e
terceiro
setor;
X
-
sociodiversidade
e
multiculturalismo:
violência,
tolerância/intolerância, inclusão/exclusão e relações de gênero; XI - tecnologias de
informação e comunicação; XII - vida urbana e rural.
Os componentes específicos serão compostos por Núcleo de Conteúdos
Básicos e Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes. O Núcleo de Conteúdos Básicos
terá como referencial a Resolução CNE/CES No 11, de 11 de março de 2002, e a
Portaria Inep No 255 de 2014 da área de Engenharia Geral.
Os componentes específicos da área de Computação terão como objetivo
avaliar o desempenho dos estudantes dos cursos que conferem diploma de bacharel
Engenharia de Computação.
4
Bacharelado em Engenharia de Computação
O Núcleo de Conteúdos Básicos terá como referencial os seguintes
conteúdos: I- Administração e Economia; II- Ciências do Ambiente; III- Ciência e
Tecnologia dos Materiais; IV- Eletricidade Aplicada; V- Expressão Gráfica; VIFenômenos de Transporte; VII- Física; VIII- Informática; IX- Matemática e Estatística;
X- Mecânica dos Sólidos; XI- Metodologia Científica e Tecnológica; XII- Química.
O Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes tomará como referencial os
seguintes
conteúdos:
-
Linguagens
formais,
autômatos,
compiladores
e
computabilidade; II- Algoritmos e estruturas de dados; III - Fundamentos de
programação e linguagens de programação; IV - Engenharia de software, interação
humano-computador e banco de dados; V - Inteligência artificial e computacional; VI Computação gráfica e processamento de imagem; VII - Ética, computador e
sociedade; VIII - Sistemas operacionais e arquitetura de computadores; IX - Lógica,
matemática discreta, probabilidade e estatística; X - Teoria dos grafos, pesquisa
operacional e otimização; XI - Sistemas digitais e sistemas embarcados; XII - Circuitos
elétricos e eletrônicos; XIII - Análise e processamento de sinais; XIV - Automação
industrial e controle de processos; XV - Redes de computadores, sistemas distribuídos
e telecomunicações.
Pelo exposto, as alterações no Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado
em Engenharia de Computação visam inserir na grade curricular do curso os
componentes curriculares de formação dos estudantes para o bom desempenho na
prova do ENADE que constitui-se um dos indicadores de qualidade do ensino de
graduação na instituição.
Além disto, as alterações propostas possibilitam a compatibilidade total da
grade curricular do curso com as referidas Portarias da Câmara de Educação Superior
do Conselho Nacional de Educação e as mais recentes Portarias do Inep.
5
Bacharelado em Engenharia de Computação
I-
1.1.
ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
Contexto educacional, profissional, laboral.
O Brasil precisa de aproximadamente 6 milhões de profissionais altamente
qualificados que possam atender a demanda da economia brasileira, atualmente e
nos próximos anos, segundo a Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) do governo
federal. Muitos desses deverão ser estrangeiros, uma vez que não temos atualmente
a capacidade de qualificar pessoas, na quantidade e tempo demandados. O problema
não é recente, como bem se pode depreender do Plano Nacional de Educação, em
elaboração, cuja meta 12 propõe “a elevação da taxa bruta de matrícula na educação
superior para cinquenta por cento e a taxa líquida para trinta e três por cento da
população de dezoito a vinte e quatro anos”. A realização da meta exigirá esforço
gigantesco nos próximos dez anos, pois a taxa líquida de matrícula situa-se ao redor
de 14% da população em idade universitária.
Para se dimensionar a lacuna existente entre os países em desenvolvimento,
Brasil, Rússia, Índia e China (conhecidos por BRICs), percebe-se que enquanto o
Brasil forma em torno de 40 mil engenheiros, número bem aquém da média de 600
mil formados pelos demais países do grupo. Segundo a Empresa Financiadora de
Estudos e Projetos (FINEP), o país tem hoje seis engenheiros para cada mil pessoas
economicamente ativas — nos EUA e no Japão, por exemplo, a proporção é de 25
engenheiros por mil trabalhadores, o que ocasiona o déficit atual de 150 mil
profissionais projetado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Estima-se que,
pelos investimentos que estão previstos para os próximos cinco anos, o Brasil
precisaria de cerca de 300 mil profissionais de engenharia. Pela escassez existente,
os que estão trabalhando na área aparecem entre os profissionais mais bem pagos
do mercado e mesmo assim, apenas 10% dos universitários brasileiros cursam
carreiras ligadas às engenharias.
Por outro lado, dados da Confederação Nacional da Indústria revelam que a
falta de trabalhadores qualificados ganhou significativa importância no último trimestre
de 2012, sendo apontada por 31,8% das empresas pesquisadas como fator limitante
6
Bacharelado em Engenharia de Computação
de desenvolvimento, alcançando a terceira posição no ranking dos principais
problemas enfrentados pelo setor.
O Estado de Mato Grosso caracteriza-se por ser grande exportador de
produtos primários como soja, milho e algodão, dentre outros. O Estado é uma das
regiões de maior produtividade agrícola do Brasil. Contudo, há necessidade de
industrialização para se agregar valor aos produtos, uma vez que o processo de
industrialização mato-grossense é muito recente, com acentuado crescimento a partir
de 2000. Em 2011, apenas 20% da economia do Estado era formada pela indústria, o
que representava pouco mais de 130 mil postos de trabalho. Ou seja, para aumentar
o nível de competitividade há necessidade de desenvolvimento tecnológico em
mecanização, automação, sistemas de informação, telecomunicações, logística,
dentre outras.
Este contexto, que não é privilégio apenas de Mato Grosso, a informatização
exerce uma importante colaboração nos resultados da indústria, pois melhoram a
eficiência dos processos produtivos, diminuindo custos decorrentes de erros e
defeitos, aumentam a produtividade e protegem o trabalhador de atividades de risco
à sua saúde. Com a evolução dos sistemas computacionais, outros setores da
economia também, são beneficiados pela computação, como os de distribuição e
agricultura.
O Estado do Mato Grosso, em especial a região da Grande Cuiabá, que
compreende o município de Várzea Grande, possuí apenas um curso de Engenharia
de Computação, oferecido pelo Instituto Federal de Educação de Mato Grosso, cujo
no último vestibular, obteve uma das maiores entre os cursos oferecidos.
Na região conurbada de Várzea Grande e Cuiabá, segundo o Censo 2010, é
residência de pouco mais de 800 mil pessoas, das quais pouco menos de 1/3 em
Várzea Grande. As duas cidades, as maiores do Estado em número de habitantes,
funcionam como centro gravitacional para toda a população estadual em diversos
campos, entre os quais o da educação, especialmente a educação superior. De fato,
há expressiva demanda não atendida por educação superior pública, tal como o
exemplifica o processo seletivo/2013 da UFMT que contou com 32.321 candidatos
com para 5.123 vagas. Em si, este possível desperdício de talentos já justificaria a
7
Bacharelado em Engenharia de Computação
ampliação das vagas públicas e a conjugação desta realidade com o contexto de
desenvolvimento industrial, carente de mão de obra, fortalece a opção pela ampliação
com cursos na área de engenharia, dentre os quais a Engenharia de Computação.
1.2.
Concepção do curso
O curso graduação de Bacharelado em Engenharia de Computação tem sua
concepção fundada na Resolução CNE/CES No 11, de 11 de março de 2002, para a
qual, a formação do profissional em Engenharia, contempla:
Art. 3º O Curso de Graduação em Engenharia tem como perfil do formando
egresso/profissional o engenheiro, com formação generalista, humanista,
crítica e reflexiva, capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias,
estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de
problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais,
ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às
demandas da sociedade.
1.2.1. O curso e as políticas institucionais da UFMT
A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) ocupa estratégica posição
geopolítica em relação às Américas e é o centro da América do Sul e Portal da
Amazônia. Com uma população de aproximadamente 2,5 milhões de habitantes e 145
municípios, Mato Grosso é o terceiro estado brasileiro em dimensão territorial, com
área de 901,4 mil km2, representando 10,55% do território nacional.
A UFMT é uma das poucas universidades brasileiras que está situada em
contexto geográfico que envolve três biomas distintos – Pantanal, Cerrado e
Amazônia – e as mais importantes bacias hidrográficas do país: a do Paraguai, a do
Amazonas e a do Araguaia-Tocantins.
Outro aspecto da posição geográfica estratégica da UFMT é a sua importância
na formação de professores para o ensino fundamental e médio e de profissionais de
nível superior naqueles municípios mais distantes da capital, especialmente no
8
Bacharelado em Engenharia de Computação
contexto da região do Araguaia e do norte do Estado. Portanto, nestas regiões mais
distantes, com precária infraestrutura de acesso, a UFMT é um canal decisivo, senão
o único, de formação universitária para expressiva parcela da população,
especialmente aquela localizada em regiões distantes a mais de 500 km da capital.
A diversidade de ecossistemas e o seu posicionamento geográfico abrem um
leque de oportunidades de investimentos na agricultura, indústria metal-mecânica,
pecuária, agroindústria, turismo e infraestrutura. A despeito do crescimento
econômico e competitividade agrícola, a região central do país defronta-se ainda com
a necessidade premente de aumento da escolaridade média de sua população, de
melhoria e consolidação da infraestrutura de transportes e saneamento, de redução
das desigualdades sociais e regionais e de preservação ambiental, sob pena de
comprometer a auto sustentabilidade econômico-social pretendida pela sociedade
local.
Uma das preocupações fundamentais da Universidade Federal de Mato
Grosso tem sido a de atender a demanda gerada pelo desenvolvimento do Estado
onde está inserida. Sua ação, ao longo dos trinta anos de existência, caracteriza-se
pela adoção de iniciativas destinadas a contribuir para a busca de soluções dos
problemas que dificultam o avanço sócio socioeconômico-cultural do Estado de Mato
Grosso.
A missão da Universidade Federal de Mato Grosso, por meio do ensino, da
pesquisa e da extensão, tem por objetivos essenciais: (a) ministrar educação geral de
nível superior, contribuindo para a formação de cidadãos conscientes e
comprometidos com a busca democrática de soluções justas para os problemas
nacionais e regionais; (b) preparar profissionais com competência científica, social,
política e técnica, habilitados ao eficiente desempenho de suas funções.
Formar cidadãos é, antes de tudo, o principal objetivo da instituição e o Curso
de Engenharia de Computação seguirá esta orientação geral. A segunda grande
missão da Universidade e também do Curso diz respeito à preparação profissional.
Neste âmbito são elencados os seguintes objetivos específicos do Curso de
Engenharia de Computação:

Possibilitar ao discente a formação nas habilitações e atribuições
9
Bacharelado em Engenharia de Computação
formais próprias da profissão enumeradas pelas resoluções que regem
a profissão, do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia
(CONFEA);

Propiciar conhecimentos técnicos e científicos que, associados às
habilidades e competências várias, possam auxiliar na resolução de
problemas do campo de atuação, trazendo conforto e bem-estar para
as populações atendidas;

Desenvolver habilidades relacionadas à otimização, à simulação, à
modelagem estimulando a capacidade de criação, contrária à mera
aceitação das tecnologias existentes;

Estimular o senso crítico, a criatividade, o trabalho multidisciplinar,
iniciativa e liderança, dentre outros, ao longo do curso, preparando para
uma vida profissional na qual não somente o conhecimento técnico seja
importante, mas também os aspectos sociais e políticos envolvidos;

Propiciar a visão do aprender a aprender, evidenciando ao estudante
que a vida profissional consiste num processo de educação continuada.
Neste aspecto, o curso busca propiciar condições para uma formação
que permita a continuidade dos estudos em nível de pós-graduação
lato e stricto sensu, no Brasil ou no exterior.
Neste contexto, o curso de Engenharia de Computação visa formar
profissionais que venha a contribuir com o desenvolvimento social e econômico da
região, buscando a construção de uma sociedade igualitária. Produzir e disseminar
conhecimento através do exercício indissociável entre ensino, pesquisa e extensão
de modo a promover o desenvolvimento tecnológico e a preservação da vida de
acordo com as políticas institucionais da Universidade Federal do Mato Grosso.
1.2.2. Regime acadêmico
A Resolução Consepe No 151, de 02 de dezembro de 2013 definiu o regime
acadêmico crédito semestral como se lê na integra em seu Art. 1o:
Artigo 1o. Homologar a Resolução Consepe No 138, de 04 de novembro de
10
Bacharelado em Engenharia de Computação
2013, que aprovou, ad referendum, o Projeto Pedagógico de Curso
de Graduação em Engenharia de Computação, Bacharelado,
presencial, do Instituto de Engenharia do Campus Universitário de
Várzea Grande, da Universidade Federal de Mato Grosso; com
carga horária de 3.600 (três mil e seiscentas) horas; com 60
(sessenta) vagas anuais, sendo 30 (trinta) para o primeiro semestre
e 30 (trinta) para o segundo semestre, em turno de funcionamento
integral (matutino e vespertino); regime acadêmico crédito
semestral; integralização curricular mínima em 10 semestres e
máxima em 15 semestres. (grifo nosso)
1.2.3. Número de vagas e entrada
A Resolução Consepe No 151, de 02 de dezembro de 2013 definiu o número
de vagas e entrada com 60 (sessenta) vagas anuais, sendo 30 (trinta) para o
primeiro semestre e 30 (trinta) para o segundo semestre, como se lê na integra
em seu Art. 1o:
Artigo 1o. Homologar a Resolução Consepe No 138, de 04 de novembro
de 2013, que aprovou, ad referendum, o Projeto Pedagógico
de Curso de Graduação em Engenharia de Computação,
Bacharelado, presencial, do Instituto de Engenharia do
Campus Universitário de Várzea Grande, da Universidade
Federal de Mato Grosso; com carga horária de 3.600 (três mil
e seiscentas) horas; com 60 (sessenta) vagas anuais,
sendo 30 (trinta) para o primeiro semestre e 30 (trinta)
para o segundo semestre, em turno de funcionamento
integral (matutino e vespertino); regime acadêmico crédito
semestral; integralização curricular mínima em 10 semestres
e máxima em 15 semestres. (grifo nosso).
1.2.4. Turno de funcionamento
A Resolução Consepe No 151, de 02 de dezembro de 2013 definiu o turno de
11
Bacharelado em Engenharia de Computação
funcionamento do curso como sendo em turno de funcionamento integral
(matutino e vespertino), como se lê na integra em seu Art. 1o:
Artigo 1o. Homologar a Resolução Consepe No 138, de 04 de novembro
de 2013, que aprovou, ad referendum, o Projeto Pedagógico
de Curso de Graduação em Engenharia de Computação,
Bacharelado, presencial, do Instituto de Engenharia do
Campus Universitário de Várzea Grande, da Universidade
Federal de Mato Grosso; com carga horária de 3.600 (três mil
e seiscentas) horas; com 60 (sessenta) vagas anuais, sendo
30 (trinta) para o primeiro semestre e 30 (trinta) para o
segundo semestre, em turno de funcionamento integral
(matutino
e
vespertino);
regime
acadêmico
crédito
semestral; integralização curricular mínima em 10 semestres
e máxima em 15 semestres. (grifo nosso)
1.2.5. Formas de ingresso no curso
As formas de ingresso no curso de Graduação de Bacharelado em
Engenharia de Computação são as mesmas as formas de acesso para os cursos de
graduação do Instituto de Engenharia do Campus Universitário de Várzea Grande, da
Universidade Federal de Mato Grosso, sem a exclusão de possíveis outras formas
legais, enumera-se:

Sistema de Seleção Unificada – SiSU;

Processo seletivo específico;

Transferência compulsória;

Transferência facultativa;

Matrícula de graduado;

Matrícula em disciplinas isoladas;

Mobilidade nacional e internacional;

Convênio, Intercâmbio e Acordos culturais;
12
Bacharelado em Engenharia de Computação

Cortesia, em decorrência de acordos diplomáticos no âmbito do
Ministério das Relações Exteriores.
O acesso ao curso mediante qualquer uma das formas mencionadas – ou
outras legalmente constituídas – dar-se-á com estrito cumprimento da legislação em
vigor, das normas que a regulamentam e dispositivos normativos da UFMT, de forma
a assegurar a todos os candidatos, na forma da lei, igualdade de condições no âmbito
da forma de acesso na qual se inscreveu e transparência na condução do processo e
na efetivação da seleção dos candidatos.
Convém ressaltar que a UFMT aderiu às políticas de ação afirmativa do
governo federal para ingresso nos cursos ofertados pela instituição.
1.2.6. Períodos mínimo e máximo de integralização do curso
A Resolução Consepe No 151, de 02 de dezembro de 2013 definiu os períodos
de integralização curricular mínima em 10 semestres e máxima em 15 semestres,
como se lê na integra em seu Art. 1o:
Artigo 1o. Homologar a Resolução Consepe No 138, de 04 de novembro de
2013, que aprovou, ad referendum, o Projeto Pedagógico de Curso
de Graduação em Engenharia de Computação, Bacharelado,
presencial, do Instituto de Engenharia do Campus Universitário de
Várzea Grande, da Universidade Federal de Mato Grosso; com
carga horária de 3.600 (três mil e seiscentas) horas; com 60
(sessenta) vagas anuais, sendo 30 (trinta) para o primeiro semestre
e 30 (trinta) para o segundo semestre, em turno de funcionamento
integral (matutino e vespertino); regime acadêmico crédito
semestral; integralização curricular mínima em 10 semestres e
máxima em 15 semestres. (grifo nosso)
1.2.7. Dimensão das turmas
A Resolução Consepe No 151, de 02 de dezembro de 2013 definiu a dimensão
das turmas ingressantes com 60 (sessenta) vagas anuais, sendo 30 (trinta) para o
13
Bacharelado em Engenharia de Computação
primeiro semestre e 30 (trinta) para o segundo semestre, como se lê na integra
em seu Art. 1o:
Artigo 1o. Homologar a Resolução Consepe No 138, de 04 de novembro de
2013, que aprovou, ad referendum, o Projeto Pedagógico de Curso
de Graduação em Engenharia de Computação, Bacharelado,
presencial, do Instituto de Engenharia do Campus Universitário de
Várzea Grande, da Universidade Federal de Mato Grosso; com
carga horária de 3.600 (três mil e seiscentas) horas; com 60
(sessenta) vagas anuais, sendo 30 (trinta) para o primeiro
semestre e 30 (trinta) para o segundo semestre, em turno de
funcionamento integral (matutino e vespertino); regime acadêmico
crédito semestral;
integralização curricular mínima em 10
semestres e máxima em 15 semestres. (grifo nosso)
As turmas têm dimensão de 30 vagas, no entanto, poderá haver um
redimensionamento das turmas conforme estejam os discentes cursando as
disciplinas do núcleo básico, profissionalizante ou específico visando otimizar a
relação professor/discente. Por exemplo, a disciplina de Algoritmos e Programação
do núcleo básico será ofertada em 3 turmas de 50 discentes ingressantes para todos
os cursos de engenharia do Instituto. Além disto, em função das práticas em
laboratório as turmas podem ser novamente redimensionadas devido à limitação de
espaço físico do laboratório ou devido à complexidade do conteúdo a ser ministrado
de tal forma que exija a necessidade de acompanhamento pedagógico do discente
pelo professor.
1.2.8. Objetivos do curso
O curso de Graduação de Bacharelado em Engenharia de Computação tem
por objetivo precípuo a formação profissionalizante e especialista do Engenheiro de
Computação, que além de sua formação generalista, humanista, crítica e reflexiva,
possa atuar em um dos setores mais dinâmicos da sociedade atual, onde a tecnologia
e inovação exigem do profissional, capacitação continuada e versatilidade para
trabalhar nos mais diversos segmentos da sociedade da informação, posto que a
computação é hoje ferramenta essencial na indústria, serviços, academia, pesquisas,
14
Bacharelado em Engenharia de Computação
e outros segmentos.
Para desenvolver as habilidades e competências gerais descritas na
Resolução CNE/CES No 11, de 11 de março de 2002, e elencadas a seguir o curso
deve propiciar ao estudante a possibilidade de envolvimento em projetos de pesquisa
e extensão devidamente cadastrados e aprovados pela UFMT segundo normas
internas, integração com a sociedade para divulgação da profissão, inclusão de
gêneros e ações afirmativas e integração com a pós-graduação.
Entre as definições de Houaiss (Houaiss eletrônico - versão monousuário 3.0
de julho de 2009.) para competência, em uma forma mais ampla e que pode ser
correlacionada com a prática pedagógica de formação profissional pode-se extrair que
é a capacidade que um indivíduo possui de expressar um juízo de valor sobre algo a
respeito de que é versado, ou a soma de conhecimentos ou de habilidades ou ainda,
indivíduo de grande autoridade num ramo do saber ou do fazer; notabilidade. Portanto,
da própria definição do termo competência nota-se sua ligação com conhecimento e
habilidade.
Para o termo habilidade, Houaiss apresenta uma das definições como,
qualidade ou característica de quem é hábil. E este termo, por sua vez é definido como
se referindo à pessoa que tem a mestria de uma ou várias artes ou um conhecimento
profundo, teórico e prático de uma ou várias disciplinas.
No exercício da profissão em computação, é esperado que o profissional
expresse competência, habilidade e atitude, estando associada a execução de suas
atividades segundo a ética profissional, a observância de boas práticas e normas
técnicas para a obtenção de produtos de qualidade.
Partindo da definição de Houaiss que competência é a soma de
conhecimentos ou de habilidades, decorre que as práticas pedagógicas docentes
devem ser preparadas para que o graduando possa adquira as habilidades
necessárias em consonância com a apreensão dos conhecimentos para a execução
de determinada tarefa com produtividade e qualidade.
15
Bacharelado em Engenharia de Computação
1.2.9. Habilidades desejadas para o egresso
A Resolução CNE/CES No 11, de 11 de março de 2002, em seu Art. 4º define
que a formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional dos
conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes habilidades gerais:

Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e
instrumentais à engenharia;

Supervisionar a operação e a manutenção de sistemas;

Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;

Atuar em equipes multidisciplinares;

Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.
Considerando que a Portaria Inep nº 245, de 02 de junho de 2014, ao referirse à prova do Enade no componente específico da área de Engenharia de
Computação, avaliará se o estudante desenvolveu, no processo de formação, as
seguintes habilidades:

Construir, testar, verificar e validar sistemas de computação, seguindo
métodos, técnicas e procedimentos interdisciplinares;

Gerenciar pessoas e infraestrutura de Sistemas de Computação;

Perceber as necessidades de inovação e inserção internacional com
atitudes criativas e empreendedoras.
1.2.10.
Competências desejadas para o egresso
A Resolução CNE/CES No 11, de 11 de março de 2002, em seu Art. 4º define
que a formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional dos
conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades
gerais:

Projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;

Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
16
Bacharelado em Engenharia de Computação

Identificar, formular e resolver problemas de engenharia;

Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;

Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de
engenharia;

Avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas;

Compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais;

Avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e
ambiental;

Avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia.
Considerando que a Portaria Inep nº 245, de 02 de junho de 2014, ao referirse à prova do Enade no componente específico da área de Engenharia de
Computação, avaliará se o estudante desenvolveu, no processo de formação, as
seguintes competências:

Antever as implicações humanísticas, sociais, ambientais, éticas,
profissionais, legais (inclusive relacionadas à propriedade intelectual) e
políticas dos sistemas computacionais;

Identificar demandas socioeconômicas e ambientais relevantes,
planejar, especificar e projetar sistemas de computação, seguindo
teorias, princípios, métodos e procedimentos interdisciplinares;

Perceber as necessidades de atualização decorrentes da evolução
tecnológica e social;

Relacionar problemas do mundo real com suas soluções, considerando
aspectos de computabilidade e de escalabilidade;

Analisar, desenvolver, avaliar e aperfeiçoar software e hardware em
arquiteturas de computadores;

Analisar, desenvolver, avaliar e aperfeiçoar sistemas de automação e
sistemas inteligentes;

Analisar, desenvolver, avaliar e aperfeiçoar sistemas de informação
computadorizados;
17
Bacharelado em Engenharia de Computação

1.2.11.
Analisar, desenvolver, avaliar e aperfeiçoar circuitos eletroeletrônicos.
Perfil do egresso
A Resolução CNE/CES No 11, de 11 de março de 2002, refere-se que
formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos
requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades gerais. Por
outro lado, a Portaria Inep nº 245, de 02 de junho de 2014, ao se referir à prova do
Enade no componente específico da área de Computação, terá por objetivo avaliar o
desempenho dos estudantes dos cursos que conferem diploma de bacharel
Engenharia de Computação.
Assim, o perfil esperado para o egresso do curso de Engenharia de
Computação, como profissional deverá:

Possuir conhecimento das questões humanísticas, sociais, ambientais,
éticas, profissionais, legais e políticas;

Possuir compreensão do impacto da Engenharia de Computação e
suas tecnologias no que concerne ao atendimento e à antecipação
estratégica das necessidades da sociedade;

Possuir atitude crítica, interdisciplinar e criativa na identificação e
resolução de problemas;

Possuir compreensão das necessidades de contínua atualização e
aprimoramento de suas competências e habilidades;

Possuir uma sólida formação em Computação, Matemática, Eletrônica,
Automação e Telecomunicações.

Conhecer a estrutura dos sistemas de computação e os processos
envolvidos na sua análise e construção;

Considerar os aspectos ambientais, econômicos, financeiros, de
gestão e de qualidade, associados a novos produtos e organizações;

Considerar fundamental a inovação, a criatividade, a atitude
empreendedora e a inserção internacional;
18
Bacharelado em Engenharia de Computação

Possuir
conhecimentos
interdisciplinares
para
a
análise,
desenvolvimento, testes e avaliação de sistemas integradores de
tecnologias da informação e comunicação;

Contribuir com seus conhecimentos para o desenvolvimento de
soluções tecnológicas em computação aplicadas ao ambiente,
biodiversidade e agronegócio, em função da importância do país no
contexto globalizado.
Em uma leitura ampla, os Engenheiros de Computação disponibilizam para a
sociedade produtos de eletrônica de consumo, de comunicações e de automação
(industrial, bancária, comercial e residencial). Eles desenvolvem também sistemas de
computação (formados por hardware e software) embarcados em aviões, satélites e
automóveis, para realizar funções de controle. Uma grande linha de sistemas
tecnologicamente complexos, como sistemas de geração e distribuição de energia
elétrica e plantas modernas de processamento e industrial, dependem de sistemas de
computação desenvolvidos e projetados por Engenheiros de Computação.
Com a integração de diferentes áreas do conhecimento humano pela
interdisciplinaridade há uma forte tendência a uma convergência de diversas
tecnologias bem estabelecidas envolvendo as Tecnologias de Informação e
Comunicação (como tecnologias de televisão, computação, redes de computadores e
telecomunicações, para citar alguns) resultando em acesso amplo e rápido a
informações em grande escala, em cujo desenvolvimento os Engenheiros de
Computação têm uma participação efetiva. Mais recentemente, é relevante destacar
a
importante
participação
da
Engenharia
de
Computação
em
equipes
multidisciplinares para atender a crescente demanda por promissoras ferramentas
aplicadas a biomedicina e bioinformática, além de apoiar estudos e pesquisas
ambientais e de biodiversidade. Os sistemas computacionais têm se tornado
ferramenta essencial para todas as áreas do conhecimento humano.
O profissional formado terá competência para criar e gerenciar o seu próprio
negócio, bem como, desenvolver novas tecnologias e inovações, tornando-se um
empreendedor capaz de gerar oportunidades de emprego e melhoria de qualidade de
vida para a população, por meio da sua sólida formação crítica e criativa, capaz de
considerar sempre os aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais,
19
Bacharelado em Engenharia de Computação
com visão ética e humanística.
20
Bacharelado em Engenharia de Computação
1.2.12.
Matriz curricular
A Tabela 1 apresenta a matriz curricular do curso de Engenharia de Computação elaborada de acordo com a Resolução
CNE/CES No 11/2002, a Portaria Inep No 245, de 02 de junho de 2014, que elencou os conteúdos definidos pela Comissão Assessora
BÁSICO
NÚCLEO
de Área de Engenharia de Computação, e a Portaria Inep No 255 de 2014 que contempla a área de Engenharia Geral.
Natureza
U.A.O.
(Optativa,
Obrigatória)
Instituto de
Engenharia IEng
T
P
TOTAL
T
P
TOTAL
Cálculo I
Obrigatória
IEng
64
0
64
4
0
4
Física I
Obrigatória
IEng
48
16
64
3
1
4
Algoritmos e Programação de
Computadores
Obrigatória
IEng
32
32
64
2
2
4
Desenho Técnico e Expressão
Gráfica
Obrigatória
IEng
32
32
64
2
2
4
Meio Ambiente, Sociedade, Ética
e Responsabilidade
Obrigatória
IEng
64
0
64
4
0
4
Comunicação, Expressão e
Redação Técnica
Obrigatória
IEng
32
0
32
2
0
2
Inovação e Tecnologia
Obrigatória
IEng
32
0
32
2
0
2
Cálculo II
Obrigatória
IEng
64
0
64
4
0
4
Cálculo I
Física II
Obrigatória
IEng
48
16
64
3
1
4
Física I
Química Geral
Obrigatória
IEng
32
32
64
2
2
4
Álgebra Linear e Geometria
Obrigatória
IEng
96
0
96
6
0
6
Componente Curricular
Carga Horária
Créditos
Requisitos
Pré-requisitos
21
Bacharelado em Engenharia de Computação
Analítica
Probabilidade e Estatística
Obrigatória
IEng
64
0
64
4
0
4
Oficina de Iniciação Científica
Obrigatória
IEng
32
0
32
2
0
2
Cálculo III
Obrigatória
IEng
64
0
64
4
0
4
Cálculo II
Física III
Obrigatória
IEng
48
16
64
3
1
4
Física II
Fundamentos de Engenharia
Econômica
Obrigatória
IEng
32
0
32
2
0
2
Cálculo IV
Obrigatória
IEng
64
0
64
4
0
4
Cálculo III
Fundamentos de Fenômenos de
Transporte
Obrigatória
IEng
32
0
32
2
0
2
Física II
Fundamentos da Física do Estado
Sólido
Obrigatória
IEng
32
0
32
2
0
2
Física III
Mecânica dos Sólidos
Obrigatória
IEng
32
0
32
2
0
2
Física I
Administração para Engenheiros
Obrigatória
IEng
32
0
32
2
0
2
976
144
1.120
61
9
70
PROFISSIONALIZANTE
SUBTOTAL
Algoritmos e Programação de
Computadores
Estruturas de Dados
Obrigatória
IEng
64
32
96
4
2
6
Circuitos Elétricos
Obrigatória
IEng
32
32
64
2
2
4
Eletrônica Analógica e Digital
Obrigatória
IEng
32
32
64
2
2
4
Fundamentos Matemáticos para
Computação
Obrigatória
IEng
64
0
64
4
0
4
Banco de Dados
Obrigatória
IEng
64
0
64
4
0
4
Estruturas de Dados
Microcontroladores e Sistemas
Digitais
Obrigatória
IEng
64
0
64
4
0
4
Eletrônica Analógica e Digital
Programação Orientada a
Objetos
Obrigatória
IEng
32
32
64
2
2
4
Estruturas de Dados
Redes de Computadores
Obrigatória
IEng
64
0
64
4
0
4
Laboratório de
Obrigatória
IEng
0
32
32
0
2
2
Microcontroladores e Sistemas
22
Bacharelado em Engenharia de Computação
Microcontroladores e Sistemas
Digitais
Digitais
Laboratório de Banco de Dados
Obrigatória
IEng
0
32
32
0
2
2
Banco de Dados
Projeto e Desenvolvimento de
Software
Obrigatória
IEng
64
0
64
4
0
4
Banco de Dados
Análise e Processamento de
Sinais
Obrigatória
IEng
64
0
64
4
0
4
Cálculo III
Sistemas Operacionais
Obrigatória
IEng
48
16
64
3
1
4
Estruturas de Dados
Arquitetura de Computadores
Obrigatória
IEng
64
0
64
4
0
4
Eletrônica Analógica e Digital
Laboratório de Redes de
Computadores
Obrigatória
IEng
0
32
32
0
2
2
Estruturas de Dados, Redes de
Computadores
Laboratório de Projeto e
Desenvolvimento de Software
Obrigatória
IEng
0
32
32
0
2
2
Projeto e Desenvolvimento de
Software
Laboratório de Arquitetura de
Computadores
Obrigatória
IEng
0
32
32
0
2
2
Arquitetura de Computadores
Teleinformática
Obrigatória
IEng
48
16
64
3
1
4
Eletrônica Analógica e Digital
704
320
1.024
44
20
64
ESPECÍFICO
SUBTOTAL
Projeto e Análise de Algoritmos
Obrigatória
IEng
64
0
64
4
0
4
Fundamentos Matemáticos para
Computação, Estruturas de
Dados
Inteligência Artificial
Obrigatória
IEng
48
16
64
3
1
4
Estruturas de Dados
Computação Gráfica
Obrigatória
IEng
32
32
64
2
2
4
Álgebra Linear e Geometria
Analítica, Estruturas de Dados
Teoria das Linguagens Formais e
Autômatos
Obrigatória
IEng
64
0
64
4
0
4
Fundamentos Matemáticos para
Computação
Sistemas de Controle I
Obrigatória
IEng
64
32
96
4
2
6
Cálculo III
Construção de Compiladores
Obrigatória
IEng
32
32
64
2
2
4
Teoria das Linguagens Formais e
Autômatos
Sistemas Embarcados
Obrigatória
IEng
32
32
64
2
2
4
Microcontroladores e Sistemas
23
Bacharelado em Engenharia de Computação
Digitais
Engenharia de Software I
Obrigatória
IEng
32
0
32
2
0
2
Automação Industrial I
Obrigatória
IEng
48
16
64
3
1
4
Circuitos Elétricos, Eletrônica
Analógica e Digital
Robótica I
Obrigatória
IEng
32
32
64
2
2
4
Inteligência Artificial
Construção de Interfaces
Homem-Máquina
Obrigatória
IEng
32
32
64
2
2
4
Algoritmos e Programação de
Computadores
Sistemas Distribuídos
Obrigatória
IEng
32
32
64
2
2
4
Redes de Computadores,
Sistemas Operacionais
Robótica II
Obrigatória
IEng
32
32
64
2
2
4
Pesquisa Operacional e
Otimização
Obrigatória
IEng
48
16
64
3
1
4
Trabalho de Conclusão de Curso
Obrigatória
IEng
32
32
64
2
2
4
Estágio Supervisionado
Obrigatória
IEng
0
160
160
0
10
10
624
496
1.120
39
31
70
SUBTOTAL
Atividades Complementares
64
Disciplinas Optativas
272
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO
Estruturas de Dados
3.600
ENADE*
ENADE: em conformidade com a legislação.
24
Bacharelado em Engenharia de Computação
Natureza
Rol das disciplinas optativas
Componente Curricular
U.A.O.
(Optativa,
Obrigatória)
Carga Horária
T
P
Créditos
TOTAL T
P
Requisitos
TOTAL
Pré-requisito
Aprendizado de máquina
Optativa
IEng
32
32
64
2
2
4
Álgebra Linear e Geometria
Analítica, Estruturas de Dados
Avaliação de Desempenho de Sistemas
Optativa
IEng
32
32
64
2
2
4
Probabilidade e Estatística
Ciência de Dados
Optativa
IEng
32
32
64
2
2
4
Probabilidade e
Banco de Dados
Confiabilidade de Sistemas
Optativa
IEng
48
16
64
3
1
4
Probabilidade e Estatística
Controle Inteligente
Optativa
IEng
32
32
64
2
2
4
Sistemas de Controle I
Engenharia de Segurança
Optativa
IEng
64
0
64
4
0
4
Engenharia de Software II
Optativa
IEng
48
0
48
3
0
3
Engenharia de Software I
Integração de Sistemas Corporativos
Optativa
IEng
32
32
64
2
2
4
Projeto e Desenvolvimento de
Software
Laboratório de Automação Industrial I
Optativa
IEng
0
32
32
0
2
2
Libras
Optativa
IEng
16
16
32
1
1
2
Sistemas de Controle II
Optativa
IEng
48
16
64
3
1
4
Normas Técnicas
Optativa
IEng
48
0
48
3
0
3
Paradigmas de Programação
Optativa
IEng
0
48
48
0
3
3
Estruturas de Dados
Álgebra Linear e Geometria
Analítica,
Cálculo
III,
Algoritmos e Programação de
Computadores
Processamento Digital de Imagem
Optativa
IEng
32
32
64
2
2
4
Redes Industriais
Optativa
IEng
32
32
64
2
2
4
Segurança em Redes de Computadores
Optativa
IEng
16
32
48
1
2
3
Estatística,
Sistemas de Controle I
Laboratório
de
Redes
de
25
Bacharelado em Engenharia de Computação
Computadores
Seminários de Internacionalização
Optativa
IEng
32
0
32
2
0
2
Técnicas de Computação Paralela
Optativa
IEng
32
32
64
2
2
4
Tópicos Avançados em Engenharia de
Computação I
Optativa
IEng
32
32
64
2
2
4
Tópicos Avançados em Engenharia de
Computação II
Optativa
IEng
32
32
64
2
2
4
Visão Computacional
Optativa
IEng
32
32
64
2
2
4
Estruturas de Dados, Sistemas
Operacionais
Inteligência Artificial
Legenda: T – Teórica; P- Prática; U.A.O. – Unidade Acadêmica Ofertante
26
Bacharelado em Engenharia de Computação
1.2.13.
Fluxo curricular sugerido
O conjunto de disciplinas do curso de graduação de Bacharelado em
Engenharia de Computação está aderente à Resolução CNE/CES N o 11, de 11 de
março de 2002 em seu Art. 5o que estabelece que o projeto pedagógico do curso deve
demonstrar claramente como o conjunto das atividades previstas garantirá o perfil
desejado de seu egresso e o desenvolvimento das competências e habilidades
esperadas.
A Resolução ressalta que Ênfase deve ser dada à necessidade de se reduzir
o tempo em sala de aula, favorecendo o trabalho individual e em grupo dos
estudantes. Deverão existir os trabalhos de síntese e integração dos conhecimentos
adquiridos ao longo do curso, sendo que, pelo menos, um deles deverá se constituir
em atividade obrigatória como requisito para a graduação, neste caso o Trabalho de
Final de Curso. Ainda, serão estimuladas atividades complementares, tais como
trabalhos de iniciação científica, projetos multidisciplinares, visitas teóricas, trabalhos
em equipe, desenvolvimento de protótipos, monitorias, participação em empresas
juniores e outras atividades empreendedoras.
Em seu Art 6o a Resolução destaca que todo o curso de Engenharia,
independentemente de sua modalidade, um núcleo de conteúdos básicos, com cerca
de 30% da carga horária mínima, um núcleo de conteúdos profissionalizantes, cerca
de 15% de carga horária mínima, um núcleo de conteúdos específicos se constitui em
extensões
e
aprofundamentos
dos
conteúdos
do
núcleo
de
conteúdos
profissionalizantes, bem como de outros conteúdos destinados a caracterizar
modalidades. Estes conteúdos, consubstanciando o restante da carga horária total,
serão propostos exclusivamente pela IES.
A formação do engenheiro incluirá, como etapa integrante da graduação,
estágios curriculares obrigatórios sob supervisão direta da instituição de ensino,
através de relatórios técnicos e acompanhamento individualizado durante o período
de realização da atividade. A carga horária mínima do estágio curricular deverá atingir
160 (cento e sessenta) horas.
27
Bacharelado em Engenharia de Computação
Fluxo Curricular
Natureza
Período
1°
Componente Curricular
U.A.O
Requisitos
Pré-requisito
(Optativa,
Obrigatória)
Créditos
T
P
Total
T
P
Total
Cálculo I
Obrigatória
IEng
64
0
64
4
0
4
Física I
Obrigatória
IEng
48
16
64
3
1
4
Algoritmos e Programação de
Computadores
Obrigatória
IEng
32
32
64
2
2
4
Desenho Técnico e Expressão Gráfica
Obrigatória
IEng
32
32
64
2
2
4
Meio Ambiente, Sociedade, Ética e
Responsabilidade
Obrigatória
IEng
64
0
64
4
0
4
Comunicação, Expressão e Redação
Técnica
Obrigatória
IEng
32
0
32
2
0
2
Inovação e Tecnologia
Obrigatória
IEng
32
0
32
2
0
2
304
80
384
19
5
24
SUBTOTAL
2°
Carga Horária
Cálculo II
Obrigatória
IEng
Cálculo I
64
0
64
4
0
4
Física II
Obrigatória
IEng
Física I
48
16
64
3
1
4
Química Geral
Obrigatória
IEng
32
32
64
2
2
4
Álgebra Linear e Geometria Analítica
Obrigatória
IEng
96
0
96
6
0
6
Probabilidade e Estatística
Obrigatória
IEng
64
0
64
4
0
4
Oficina de Iniciação Cientifica
Obrigatória
IEng
32
0
32
2
0
2
336
48
384
21
3
24
64
0
64
4
0
4
SUBTOTAL
Cálculo III
Obrigatória
IEng
Cálculo II
28
Bacharelado em Engenharia de Computação
Física III
Obrigatória
IEng
Física II
48
16
64
3
1
4
Estruturas de Dados
Obrigatória
IEng
Algoritmos e
Programação de
Computadores
64
32
96
4
2
6
Circuitos Elétricos
Obrigatória
IEng
32
32
64
2
2
4
Eletrônica Analógica e Digital
Obrigatória
IEng
32
32
64
2
2
4
Fundamentos de Engenharia Econômica
Obrigatória
IEng
32
0
32
2
0
2
272 112
384
17
7
24
64
0
64
4
0
4
64
0
64
4
0
4
3º
SUBTOTAL
4º
Cálculo IV
Obrigatória
IEng
Cálculo III
Fundamentos Matemáticos para
Computação
Obrigatória
IEng
Banco de Dados
Obrigatória
IEng
Estruturas de
Dados
64
0
64
4
0
4
Microcontroladores e Sistemas Digitais
Obrigatória
IEng
Eletrônica
Analógica e Digital
64
0
64
4
0
4
Programação Orientada a Objetos
Obrigatória
IEng
Estruturas de
Dados
32
32
64
2
2
4
Fundamentos de Fenômenos de
Transporte
Obrigatória
IEng
Física II
32
0
32
2
0
2
Fundamentos da Física do Estado Sólido
Obrigatória
IEng
Física III
32
0
32
2
0
2
352
32
384
22
2
24
64
0
64
4
0
4
48
16
64
3
1
4
SUBTOTAL
5º
Projeto e Análise de Algoritmos
Obrigatória
IEng
Estruturas de
Dados,
Fudamentos
Matemáticos para
Computação
Inteligência Artificial
Obrigatória
IEng
Estruturas de
29
Bacharelado em Engenharia de Computação
Dados
Computação Gráfica
Obrigatória
IEng
Redes de Computadores
Obrigatória
IEng
Laboratório de Microcontroladores e
Sistemas Digitais
Obrigatória
IEng
Laboratório de Banco de Dados
Obrigatória
Mecânica dos Sólidos
Optativa I
Álgebra Linear e
Geometria
Analítica,
Estruturas de
Dados
2
2
4
64
0
64
4
0
4
Microcontroladores
e Sistemas Digitais
0
32
32
0
2
2
IEng
Banco de Dados
0
32
32
0
2
2
Obrigatória
IEng
Física I
32
0
32
2
0
2
Optativa
IEng
16
16
32
1
1
2
256 128
384
16
8
24
Projeto e Desenvolvimento de Software
Obrigatória
IEng
Banco de Dados
64
0
64
4
0
4
Teoria das Linguagens Formais e
Autômatos
Obrigatória
IEng
Fundamentos
Matemáticos para
Computação
64
0
64
4
0
4
Análise e Processamento de Sinais
Obrigatória
IEng
Cálculo III
64
0
64
4
0
4
Sistemas Operacionais
Obrigatória
IEng
Estruturas de
Dados
48
16
3
1
4
Arquitetura de Computadores
Obrigatória
IEng
Eletrônica
Analógica e Digital
64
0
4
0
4
Laboratório de Redes de Computadores
Obrigatória
IEng
Redes de
Computadores,
Estrutura de Dados
0
32
0
2
2
Administração para Engenheiros
SUBTOTAL
32
64
SUBTOTAL
6º
32
Obrigatória
IEng
64
64
32
32
0
32
2
0
2
336
48
384
21
3
24
30
Bacharelado em Engenharia de Computação
Sistemas de Controle I
7º
Obrigatória
IEng
Cálculo III
64
32
96
4
2
6
32
32
64
2
2
4
32
32
64
2
2
4
32
0
32
2
0
2
Construção de Compiladores
Obrigatória
IEng
Teoria das
Linguagens
Formais e
Autômatos
Sistemas Embarcados
Obrigatória
IEng
Microcontroladores
e Sistemas Digitais
Engenharia de Software I
Obrigatória
IEng
Laboratório de Projeto e
Desenvolvimento de Software
Obrigatória
IEng
Projeto e
Desenvolvimento
de Software
0
32
32
0
2
2
Laboratório de Arquitetura de
Computadores
Obrigatória
IEng
Arquitetura de
Computadores
0
32
32
0
2
2
Optativa
IEng
32
32
64
2
2
4
192 192
384
12
12
24
Optativa II
SUBTOTAL
8º
Automação Industrial I
Obrigatória
IEng
Circuitos Elétricos,
Eletrônica
Analógica e Digital
48
16
64
3
1
4
Robótica I
Obrigatória
IEng
Inteligência
Artificial
32
32
64
2
2
4
Construção de Interfaces HomemMáquina
Obrigatória
IEng
Algoritmos e
Programação de
Computadores
32
32
64
2
2
4
Obrigatória
IEng
Redes de
Computadores,
Sistemas
Operacionais
32
32
64
2
2
4
Optativa
IEng
32
32
64
2
2
4
Sistemas Distribuídos
Optativa III
31
Bacharelado em Engenharia de Computação
SUBTOTAL
9º
320
11
9
20
48
16
64
3
1
4
32
32
64
2
2
4
48
16
64
3
1
4
Teleinformática
Obrigatória
IEng
Robótica II
Obrigatória
IEng
Pesquisa Operacional e Otimização
Obrigatória
IEng
Optativa IV
Optativa
IEng
32
32
64
2
2
4
Optativa V
Optativa
IEng
48
0
48
3
0
3
208
96
304
13
6
19
SUBTOTAL
10º
Eletrônica
Analógica e Digital
176 144
Estruturas de
Dados
Trabalho de Conclusão de Curso
Obrigatória
IEng
32
32
64
2
2
4
Estágio Supervisionado
Obrigatória
IEng
0
160
160
0
10
10
32
192
224
2
12
14
SUBTOTAL
Atividades Acadêmicas
Complementares
Obrigatória
IEng
64
4
ENADE*
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO
3.600
Legenda: T – Teórica; P- Prática; U.A.O – Unidade Acadêmica Ofertante. ENADE: em conformidade com a legislação.
225
32
Bacharelado em Engenharia de Computação
1.2.14.
Metodologia de ensino e aprendizagem
Parte-se da concepção de que o ensino é eficaz se é ministrado com
qualidade e, portanto, organizado em função dos discentes aos quais é dirigido de
forma a assegurar que o tempo concedido para o trabalho em sala de aula seja
efetivamente dedicado à aprendizagem. Para tal, os professores precisam ter
capacidade para orientar a organização do tempo do discente, por meio do
planejamento de atividades que orientem os momentos de estudo. Acredita-se na
necessidade do discente assumir uma postura de apropriação e compreensão do
conteúdo em estudo, o que exige do professor o planejamento das preleções
semanais e também de atividades de fixação, reforço e revisão de conteúdo para
serem desenvolvidos de forma individualizada, ou em grupos, pelos discentes após
cada encontro didático em sala de aula. Neste contexto dá-se ênfase em quatro
aspectos da formação. Neste formato de curso, professores de diferentes áreas de
conhecimento estão presentes em sala para o mesmo conteúdo.
O curso, também, inclui estratégias que levam os discentes a experimentar
práticas de produção cooperativa, com a formação de grupos de trabalho
interdisciplinar, através de estudos em grupo e pelos laboratórios de prática, a serem
oferecidas durante o curso, nos laboratórios, que será criado especificamente para
receber os discentes e os docentes, em encontros bimestrais presenciais.
A organização do currículo do curso prevê três momentos distintos, porém,
complementares:

Discentes trabalhando em atividades de ensino junto com o professor:
neste momento é o professor quem direciona o processo ou as
relações de mediação entre o conteúdo e o discente, no qual o
professor, dentre outras coisas, orienta o desenvolvimento de
atividades de estudo;

Discentes trabalhando sozinhos ou em grupos, em atividades
supervisionadas de aprendizagem, ou seja, em contato direto com o
objeto de conhecimento: neste momento é o próprio discente quem
conduz seu processo de aprender, por meio das relações de estudo e
33
Bacharelado em Engenharia de Computação
a partir das orientações recebidas em sala de aula.

Discentes trabalhando sozinhos ou em grupos, em atividades não
supervisionadas de aprendizagem. Os docentes incentivarão os
estudantes a estes momentos de aprendizagem autônoma, na qual a
responsabilidade pela escolha dos conteúdos, metodologias e tempos
de estudos são atribuições do estudante ou do seu grupo de estudos.
Durante o planejamento e organização do curso, foram adotados os princípios
da interdisciplinaridade, multidisciplinaridade e flexibilidade, os quais permitiram
distinguir quatro conjuntos possíveis de atividades de ensino e de aprendizagem com
vistas à formação profissional em nível de graduação: as de formação geral, as de
formação básica, profissional/específica e as de formação complementar, conforme
apresentado a seguir:
FORMAÇÃO GERAL - Refere-se a desenvolver competências que atendam
à multidimensionalidade da educação superior.
FORMAÇÃO BÁSICA - Refere-se a desenvolver competências que
capacitam o entendimento dos instrumentos e conceitos fundamentais a um
determinado campo de atuação profissional, partilhadas por áreas de conhecimento.
FORMAÇÃO PROFISSIONAL/ESPECÍFICA - Refere-se a desenvolver
competências que definem e caracterizam um campo de atuação profissional
específico.
FORMAÇÃO COMPLEMENTAR - Refere-se a estimular competências que
por livre escolha do estudante, podem ter ou não relação direta com o campo de
atuação profissional específico.
Portanto, optou-se por uma organização curricular globalizada, onde a
integração se procede pelo próprio desenho curricular. Esta direção integrativa do
conhecimento é decorrente de uma visão diferenciada através da interpenetração, a
espontaneidade, auto-organização e criatividade, objetivando evitar, dessa forma,
uma estrutura fragmentada do conhecimento, seu ensino e aprendizagem. Portanto,
adotaram-se princípios de trans/interdisciplinaridade e flexibilidade articulando os
conteúdos curriculares a partir de projetos, pesquisa, extensão, resolução de
34
Bacharelado em Engenharia de Computação
problemas, e outras atividades. Estas ações integrativas auxiliam o discente a
construir um quadro teórico-prático global mais significativo e mais próximo dos
desafios presentes na realidade profissional dinâmica e una, na qual atuará depois de
concluída a graduação. A estrutura curricular privilegia a reflexão sistemática sobre a
importância de cada tema estudado no contexto da educação básica, sua relação com
a prática de sala de aula e a realidade local.
Considerando-se as discussões teóricas anteriormente delineadas, propõe-se
que os currículos dos cursos de engenharia, Campus Várzea Grande, sejam
construídos a partir de três NÚCLEOS de ESTUDOS, interdependentes, alicerçados
nos seguintes princípios: interdisciplinaridade, investigação, relação teoria-prática,
construção, historicidade, diversidade, conforme Figura a seguir.
Núcleos de estudos.
Dessa forma, o currículo se centra no princípio de que o discente constrói o
conhecimento utilizando-se de uma abordagem relacional do conteúdo de tal forma
que lhe possibilite construir, no pensamento e pelo pensamento, buscando a
construção contínua e processual de sua própria autonomia. Para auxiliar nesta
construção de ações trans/interdisciplinares e de flexibilidade nos vários componentes
curriculares do curso, alguns elementos foram considerados, tais como: os estudos e
atividades do curso serão realizados por meio de estratégias fundamentadas na
autoaprendizagem, em trabalhos colaborativos e na articulação de estudos teóricos
com a prática profissional dos próprios estudantes.
35
Bacharelado em Engenharia de Computação
1.2.15.
Ementário
O ementário das Disciplinas Obrigatórios encontra-se no APÊNDICE A e o
ementário das Disciplinas Optativas no APÊNDICE B. A separação das ementas
permite maior sistematização na consulta ao texto e melhora a organização do PPC.
É relevante observar que as referências bibliográficas foram atualizadas consultas as
melhores editoras e distribuidoras de livros da área visando listar as referências mais
recentes.
1.3.
Operacionalização do curso
1.3.1. Formas de nivelamento para o ingressante
É notório que grande parte dos discentes ingressantes nos cursos de
engenharia apresentam dificuldades nas disciplinas de matemática, física e química o
que resulta em um grande percentual de reprovação nos semestres iniciais. Para
preencher esta lacuna de conhecimentos, a cada novo ingresso semestral de em
todos os semestres será ofertado um curso de extensão intitulado “Introdução aos
conceitos básicos de Engenharia”. Este curso será ofertado para que o discente possa
revisar os principais conteúdos de química, matemática e física ensinados no ensino
médio com uma visão mais rigorosa e técnica preparando o aluno para as disciplinas
que serão estudadas durante o curso de Engenharia de Computação. Além, dos
conteúdos básicos de química, física e matemática será inserido no curso de extensão
conteúdos relacionados à tecnologia da informação, para que o discente possa estar
inserido, desde o início, as ferramentas computacionais do curso de Engenharia de
Computação.
O “curso” como uma modalidade de extensão é caracterizado como um
conjunto articulado de ações pedagógicas, de caráter teórico e/ou prático, presencial
ou a distância, planejadas e organizadas de maneira sistemática, com carga horária
definida e processo de avaliação formal. Inclui oficina, workshop, laboratório e
treinamentos. Ressaltando a importância de um processo de avaliação para aferir a
compreensão dos conhecimentos ministrados.
36
Bacharelado em Engenharia de Computação
A monitoria deverá ser usada para auxiliar os discentes, principalmente nos 4
primeiros semestres do curso. Os professores das disciplinas que apresentarem
maiores problemas deverão elaborar um projeto de monitoria, nas condições exigidas
pela Pró-reitoria de Graduação, e apresentar esses projetos ao Colegiado de Curso
no início do período letivo.
Outro fator importante é conscientizar os ingressantes da importância das
disciplinas básicas tais como: matemática, física, química, computação, desenho,
ciências do ambiente etc. Por isso, o Colegiado de Curso deve promover palestras
para os ingressantes com o objetivo de alcançar essa conscientização. Essas
palestras também devem esclarecer os ingressantes das regras do Curso de
Engenharia de Computação da UFMT. Esses esclarecimentos e conscientização
trarão grandes benefícios para os discentes do curso.
1.3.2. Concepção teórico-metodológica do trabalho acadêmico
A cada início de semestre, com amparo nas experiências prévias, o colegiado
de curso procurará institucionalizar um programa de nivelamento de forma a que todo
discente, com a urgência necessária, supere déficit em relação à aprendizagem
esperada na conclusão da educação básica. O programa de nivelamento
contemplará, especialmente, as áreas de matemática, física, química e comunicação
e expressão.
Quanto ao efetivo trabalho acadêmico, realizado por um mínimo de 100 dias
letivos, a cada semestre, de forma a cumprir em cada disciplina a carga horária
prevista, será realizado de forma presencial, admitida, com a aprovação semestral do
Colegiado de Curso, a proposta para a oferta de disciplina, no todo ou em parte com
suporte da plataforma do Ambiente Virtual de Aprendizagem – AVA - disponibilizada
pela STICAE.
Entre as formas de apoio ao trabalho presencial, o colegiado de curso
incentivará todos os docentes a utilizarem a plataforma AVA como repositório de
material didático organizado pelo próprio docente, quer com textos da própria autoria
ou de terceiros. O ambiente virtual de aprendizagem poderá, evidentemente, além do
material didático, conter roteiros de atividades de aprendizagem. O ambiente virtual
37
Bacharelado em Engenharia de Computação
de aprendizagem será acessado pelo discente, de acordo com as disciplinas em que
estiver matriculado. Na sua globalidade, será acessado por todos os docentes, como
forma
de
interlocução
pedagógica
e
como
estratégia
para
fomentar
a
trans/interdisciplinaridade.
A coordenação do curso promoverá, com a frequência apropriada, reuniões
específicas de docentes do núcleo de formação profissionalizante/específica com os
docentes do núcleo de formação básica com o intuito de promover a
“interdisciplinaridade vertical”, compreendida, entre outras coisas, como vinculação
explícita das disciplinas do núcleo básico com as disciplinas do núcleo
profissionalizante/específico. A título de exemplo, uma das estratégias deste
procedimento é a customização, nesse grupo de docentes, de exemplos e exercícios
nas
disciplinas
básicas,
aplicados
ao
campo
de
estudo
das
disciplinas
profissionalizantes e específicas.
Essa mesma intencionalidade norteará o encontro de docentes das disciplinas
do núcleo de estudos de formação complementar com os docentes de disciplinas do
núcleo de estudos de formação profissionalizante/específica.
A
pesquisa
é
uma
fonte
relevante
de
desafios
intelectuais
e,
consequentemente uma eficaz estratégia de aprendizagem. Como decorrência, os
docentes serão incentivados, pela coordenação e colegiado de curso, a incluir alunos
em suas pesquisas, de forma a criar grupos de pesquisa e estudos. Das pesquisas e
estudos poderão resultar comunicações – na forma de pôster, comunicação oral, etc.
– a serem apresentados na Semana de Integração Acadêmica das Engenharias do
campus universitário de Várzea Grande – SIA-EngVG, de periodicidade anual,
planejada por Coordenadores e representantes discentes de todos os cursos de
engenharia de Várzea Grande.
Os colegiados de curso dos diferentes cursos de engenharia – possivelmente
constituídos em fórum anual – buscarão criar um programa de extensão das
engenharias, de forma a superar atividades isoladas de extensão e, ainda, conferir
consistência pedagógica que beneficie os estudantes e a comunidade na extensão
dos conhecimentos e a comunidade na extensão de serviços.
Quanto ao estágio supervisionado e atividades complementares, por suas
38
Bacharelado em Engenharia de Computação
especificidades, são temas dos tópicos seguintes.
1.3.3. Estágio Curricular Supervisionado
O Estágio Supervisionado pode ser obrigatório e não obrigatório. De acordo
com as normas da UFMT, o curso indicará um coordenador de estágio que poderá
coordenar o estágio de um ou mais cursos.
O Estágio Supervisionado não obrigatório é opcional e realizado por iniciativa
do discente e aprovado pelo coordenador de estágio, mediante plano de estágio, que
assegure, particularmente, o “(...) aprendizado de competências próprias da atividade
profissional e a contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do
educando para a vida cidadã e para o trabalho.” (Lei 11.788, art. 1º, § 2º). No que
couber, o coordenador de estágio tomará os cuidados para que o estágio curricular
não obrigatório atenda às determinações da Lei do Estágio e regulamentação da
UFMT com relação à sua realização. O discente poderá solicitar a realização do
estágio não obrigatório após a conclusão do sexto semestre e, mediante processo,
devidamente protocolado, solicitar ao colegiado de curso, com aprovação do
coordenador de estágio, o “aproveitamento” do estágio não obrigatório para que
conste do seu histórico escolar (Lei 11.788, art. 2o, § 2o).
O Estágio Supervisionado obrigatório é um componente curricular do 10º
semestre, sendo uma atividade obrigatória no Curso de Graduação em Engenharia
de Computação e deve atender também à Lei No 11.788, de 25 de setembro de 2008,
que regulamenta o estágio de estudantes e as resoluções da UFMT.
Não será aceito a realização do estágio supervisionado obrigatório antes do
8º semestre. Conforme § 1o do Art. 5o da Resolução 044/Consepe de 24 de maio de
2010, o estágio supervisionado obrigatório não será objeto de extraordinário
aproveitamento nos estudos.
A regulamentação do Estágio Supervisionado do curso de Graduação em
Engenharia de Computação é apresentada no APÊNDICE D.
39
Bacharelado em Engenharia de Computação
1.3.4. Práticas como atividades acadêmicas
As práticas estão inseridas nas disciplinas como atividades acadêmicas
didático-pedagógicas de fixação e aperfeiçoamento dos conhecimentos ministrados
em aula. As práticas podem ser ofertadas aos discentes como atividades de projetos
de extensão ou de pesquisa visando propiciar ao discente a oportunidade de criar uma
vivência social e acadêmica de trabalhos em equipes participando de forma
colaborativa para a construção do conhecimento. Nos componentes curriculares do
curso de Engenharia de Computação estão presentes as práticas de laboratório para
a execução de atividades de implementação de projetos de hardware e software, em
especial as Atividades Complementares são caracterizadas por compreenderam
atividades de laboratório e de campo, que em computação se referem a visitas às
empresas da área.
1.3.5. Atividades Complementares
A integralização curricular da estrutura proposta prevê que sejam realizadas
pelo estudante do Curso de Engenharia de Computação, um mínimo de 64 horas em
atividades dessa natureza. São atividades que diferem do ensino clássico das aulas
teóricas, de laboratório e de campo. Nestas, o discente não depende do professor,
não fica à mercê de provas e sistemas de avaliação, próprios do ensino de engenharia
convencional.
Podem ser especificadas três classes ou categorias para as Atividades
Complementares: (1) palestras e cursos adicionais; (2) participação em projetos de
pesquisa e extensão; (3) produção científico-tecnológica (inclui monitoria).
Os cursos adicionais são os cursos que interessam à formação do Engenheiro
de Computação, não só quanto às especificidades da parte profissional, mas,
sobretudo em assuntos de formação geral: tendências tecnológicas, novas
tecnologias,
aspectos
sociais;
economia;
administração;
empreendedorismo,
negócios, custos e finanças; questões jurídicas e legislações; questões ambientais;
aprimoramento da língua portuguesa e aprendizado de línguas estrangeiras; técnicas
de pesquisa e metodologia científica; liderança, dentre outros.
40
Bacharelado em Engenharia de Computação
A participação em projetos inclui a participação em programas de iniciação
científica e tecnológico-industrial, em projetos comunitários ou de extensão
universitária, ou outros projetos ou programas aprovados no regulamento específico
das Atividades Complementares (item 5).
A simples participação nos projetos é de valor, embora não garanta que o
estudante tenha gerado produtos tais como: relatórios técnicos; artigos em periódicos
científicos, congressos ou revistas da área; livros e manuais; pôsteres, maquetes ou
vídeos apresentados em eventos; sistemas especialistas e programas de computador;
técnicas e processos comprovados. Aqui estão incluídos também possíveis prêmios
em concursos de engenharia, arquitetura ou outra área de interesse. O Currículo
Lattes disponibilizado pelo CNPq fornece a relação completa dos tipos de produção
bibliográfica, técnica e artístico-cultural. Aos discentes participantes de projetos de
pesquisa e extensão é recomendado o preenchimento do Currículo Lattes.
É bom salientar que as horas referentes às Atividades Complementares são
como pontos a serem obtidos pelo discente. As horas absolutas desenvolvidas pelos
discentes em cursos adicionais e em projetos, bem como a própria produção técnicocientífica, são convertidas em horas equivalentes (funcionando como fatores de
redução, na maioria dos casos). Além disso, para cada tipo de atividade complementar
prevista, o regulamento prevê um teto de horas. O objetivo evidente de tal limitação é
que o discente cumpra a carga total de Atividades Complementares da forma mais
variada possível e não somente com um ou dois tipos de atividades. O item 5 do
regulamento
próprio,
além
de
apresentar
o
regulamento
das
Atividades
Complementares, mostra os procedimentos práticos para requerimento, aprovação e
registro destas atividades nos históricos escolares.
Conforme § 1º do Art. 5º da Resolução 040/Consepe de 24 de maio de 2010,
as atividades complementares não serão objeto de extraordinário aproveitamento nos
estudos.
1.3.6. Detalhamento das Atividades Complementares
O caráter das Atividades Complementares é o de flexibilização do currículo do
Curso de Graduação em Engenharia de Computação da UFMT, de forma a expandir
41
Bacharelado em Engenharia de Computação
sua formação para além da área de concentração do curso.
Ao longo dos cinco anos do curso, o discente deverá comprovar 64 horas para
estas atividades complementares, equivalente a 1,8% da carga horária total de
integralização curricular. O desejável é que o estudante procure diversificar as
Atividades Complementares de forma a enriquecer sua formação. Assim, foram
definidos critérios para os equivalentes horários e os limites para cada tipo de
atividade e as quantidades de horas absolutas são convertidas em quantidades de
horas equivalentes. Individualmente, qualquer das atividades fica limitada a, no
máximo, 1/3 (um terço) da carga horária total das AC. Ou seja, cada atividade
isoladamente será limitada ao máximo de 40 horas.
As horas de Estágio Supervisionado e de Trabalho de Conclusão de Curso
não poderão contar como AC. Estágios curriculares não obrigatórios também não
poderão ser computados, com exceção daqueles desenvolvidos com base em
convênios firmados pela UFMT. Os casos não previstos na regulamentação das AC
serão avaliados pelo Colegiado de Curso. O quadro de equivalência das AC encontrase no APÊNDICE E – Quadro de Equivalência para validação das AC.
1.3.7. Requerimento, aprovação e registro
Uma vez a cada semestre cada discente deverá preencher o formulário
específico requerendo ao Colegiado de Curso a validação e o registro de suas horas
realizadas em Atividades Complementares. Este formulário deverá apresentar as
horas reais e as horas equivalentes para cada atividade a ser validada. As horas de
AC (equivalentes) deverão ser sempre arredondadas para baixo em números inteiros,
ou seja, só valerão as horas completadas. Junto ao formulário deverão ser anexadas
cópias dos documentos comprobatórios. A própria Secretaria do Curso poderá
autenticar as cópias, devendo o discente levar os originais para este procedimento.
O Colegiado de Curso poderá fixar um período de 30 dias para que os
discentes protocolizem o requerimento. É interessante que este período não
corresponda ao último mês do semestre letivo, de forma a não prejudicar o período
de provas finais. O Colegiado poderá ainda optar em receber esses requerimentos ao
longo de todo o ano, em fluxo contínuo. O Colegiado de Curso deverá regulamentar o
42
Bacharelado em Engenharia de Computação
procedimento que julgar mais adequado.
Sendo de dez semestres a duração do curso e considerando-se a
plausibilidade de reservar o 10o semestre apenas para o Estágio Supervisionado
obrigatório e para o Trabalho de Conclusão de Curso e ainda que o primeiro semestre
é de adaptação à vida universitária, é de se imaginar de antemão que a carga a ser
realizada seria de cerca de 8 h em cada um dos outros oito semestres, de forma linear
como mostra a Tabela 1. Este seria o cenário ideal, mas, evidentemente, isto é teórico
já que a oferta de oportunidades varia, bem como varia a forma de cada discente
definir seu currículo. Os discentes poderão optar por integralizar as AC em outros
ritmos, mas deverão ser alertados a cumprir quantidades mínimas. Sugere-se que
cumpram, até o término do 7o semestre ao menos que 50% da carga total a AC e,
idealmente, realizem a totalidade da carga horária até o final do 9 o semestre.
Tabela 1 - Carga horária acumulada de Atividades Complementares.
Integralização
Situação ideal
Referenciais para
orientação ao discente
Semestre
1º
2º
3º
4º
5º
6º
7º
8º
9º
8
8
8
8
8
8
16
50%
100%
O Colegiado de Curso deverá validar os pedidos antes de serem
encaminhados para o Registro Escolar. Na validação, todos os documentos deverão
ser conferidos, assim como o cálculo das horas equivalentes. Para envio ao Registro
Escolar será suficiente o encaminhamento de um relatório simples com a relação dos
discentes e as correspondentes horas de AC, sempre em acordo com as orientações
da CAE/GRE.
Todos os procedimentos de requerimento, validação e registro das horas de
Atividades Complementares deverão ser regulamentados pelo Colegiado de Curso,
buscando uma operacionalização simples, rápida e prática, e, ao mesmo tempo,
segura.
43
Bacharelado em Engenharia de Computação
1.3.8. Relação com a pós-graduação
A relação com a pós-graduação será enfatizada através da inserção dos
estudantes de graduação em grupos de estudo da pós-graduação (inicialmente no
campus de Cuiabá e, posteriormente, no próprio campus de Várzea Grande ou em
ambos), de forma a adquirirem experiência com temas relativos à pesquisa e extensão
através do programa de iniciação científica e também com o envolvimento dos
estudantes de pós-graduação no programa de tutoria da graduação.
1.3.9. Iniciação à pesquisa científica e programas de extensão
O programa de extensão universitária da UFMT tem ênfase na inclusão social,
visando aprofundar ações políticas que venham fortalecer a institucionalização da
extensão no âmbito das Instituições Federais de Ensino Superior tendo como
objetivos dotar as Instituições Federais de melhores condições de gestão de suas
atividades
acadêmicas
de
extensão
para
os
fins
prioritários;
apoiar
no
desenvolvimento de programas e projetos de extensão; potencializar e ampliar os
patamares de qualidade das ações propostas; estimular o desenvolvimento social e o
espírito crítico dos estudantes, bem como a atuação profissional pautada na cidadania
e na função social da educação superior; contribuir para a melhoria da qualidade de
educação brasileira.
A disciplina Oficina de iniciação científica visa encorajar os estudantes do
curso de Engenharia de Computação em projetos de extensão e pesquisa, razão pela
qual a ementa do componente curricular propõe a realização da interface pesquisa e
extensão e, simultaneamente, objetiva aproximar estudantes, já no segundo
semestre, de desafios que as realidades natural e social propõem aos profissionais
das engenharias.
1.3.10.
Trabalho de Conclusão de Curso - TCC
No APÊNDICE C do presente projeto pedagógico consta o regulamento do
componente curricular: “Trabalho de Conclusão de Curso”. Tem-se a carga horária de
64 horas de aulas ministradas pelo Coordenador de Trabalho de Conclusão de Curso
44
Bacharelado em Engenharia de Computação
no 10o semestre e a necessidade de um professor orientador para cada discente, onde
se recomenda carga horária mínima de 10 horas de orientação por semestre,
correspondendo para ambos, professores e discentes 2 h por semana.
O objetivo do Trabalho de Conclusão de Curso é desenvolver no estudante
as habilidades de investigação e desenvolvimento de um trabalho de caráter de
iniciação científica. Além das habilidades de pesquisa, desenvolve a escrita e
apresentação oral, complementando sua formação e propiciando subsídios
importantes aos que desejam seguir seus estudos em nível de pós-graduação. O
Trabalho de Conclusão de Curso é reconhecidamente de grande importância para o
currículo do curso, devendo assim, ser permanentemente monitorado e avaliado pelo
Colegiado de Curso.
1.3.11.
Avaliação do ensino e da aprendizagem
Avaliação Diagnóstica: busca demonstrar o estado atual de um fenômeno
para possibilitar um “tratamento” futuro, vê o acadêmico enquanto produtor quer
conhecer suas aptidões, interesses, capacidades e competências enquanto prérequisitos para trabalhos futuros. Tem como objetivo orientar, explorar, identificar,
adaptar e predizer. A avaliação diagnóstica pode ser realizada através de tarefas de
sondagens, pré-testes, questionários, observações, tanto em relação aos calouros –
por iniciativa do colegiado e coordenação de curso –, quanto em relação aos
discentes, em cada disciplina – por iniciativa do docente da disciplina.
Avaliação Formativa: tem como meta comprovar se as atividades que estão
sendo desenvolvidas estão de acordo com o planejado, documentando como estão
ocorrendo, apontando sucessos e fracassos, identificando áreas problemáticas e
fazendo recomendações. Vê o discente em processo de produção. A avaliação
formativa pode ser realizada através de pareceres escritos ou orais do professor sobre
seminários, artigos, etc. desenvolvidos pelos discentes. Ocorre, sobretudo, por
iniciativa do docente da disciplina.
Avaliação Somativa: não enfoca processos e sim resultados, vendo o
discente enquanto produto final. Busca
observar comportamentos globais,
socialmente significativos, e determinar conhecimentos adquiridos. A avaliação
45
Bacharelado em Engenharia de Computação
formativa pode ser realizada através de testes e provas ou outros instrumentos de
avaliação. Ocorre por exigência institucional e é, usualmente, realizada pelo professor
da disciplina, admitindo-se avaliações somativas externas, como o ENADE.
A Resolução Consepe No 27, de 01 de março de 1999 regulamenta o processo
de avaliação da aprendizagem na UFMT e estabelece que:
Artigo 4º. Os resultados das avaliações realizadas durante o período
letivo deverão ser sistematicamente registrados pelo professor, de
forma a permitir o acompanhamento do desempenho do aluno, bem
como a orientação de sua aprendizagem.
Artigo 5º. Além das avaliações de que trata o Artigo 4º, poderá ser
realizado uma prova final, após os cem dias letivos, prevista nos
Planos de Ensino, cujo resultado deverá ser apresentado ao aluno
pelo professor.
1.3.12.
As TICs no processo de ensino-aprendizagem
O Ambiente Virtual de Aprendizagem em apoio ao ensino presencial
(plataforma Moodle) é um sistema formado por soluções integradas de gerenciamento
de conteúdo e aprendizagem online, que proporcionam a interação entre discentes e
tutores. Por meio desta, serão disponibilizados aos discentes: textos, vídeo aulas e
questionários que deverão ser desenvolvidos no decorrer do semestre. Por meio dos
questionários, os discentes acompanham e avaliam o seu progresso no processo de
ensino-aprendizagem.
O Moodle conta com as principais funcionalidades disponíveis nos Ambientes
Virtuais de Aprendizagem. É composto por ferramentas de avaliação, comunicação,
disponibilização de conteúdo, administração e organização. Por meio dessas
funcionalidades é possível dispor de recursos que permitem a interação e a
comunicação entre o alunado e a tutoria, publicação do material de estudo em
diversos formatos de documentos, administração de acessos e geração de relatórios.
No Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle, o discente tem acesso ao
material pedagógico disponibilizado por disciplina, além dos recursos de interação que
46
Bacharelado em Engenharia de Computação
permite o diálogo entre os discentes e o professor da disciplina através de mensagens.
A estrutura de Tecnologia da Informação será composta por um laboratório de
Informática, com acesso à Internet.
1.3.13.
Apoio ao discente
Conforme o Art. 26, parágrafo 1o, da Declaração Universal de Direitos
Humanos, o acesso à Educação Superior deve ser baseado no mérito, capacidade,
esforços, perseverança e determinação mostradas pelos que a buscam. A Educação
Superior deve ser oferecida em qualquer idade e para quaisquer pessoas, com base
nas competências adquiridas anteriormente. Uma vez que se contemple a
importância, na missão da UFMT, da formação de cidadãos éticos e profissionais
competentes para o contexto atual, é lógico que se passe a pensar em termos acesso
e permanência dos egressos da educação básica na Instituição.
A igualdade de acesso, pois, não admite qualquer discriminação em termos
de raça, sexo, idioma, religião, ou de condições sociais e de deficiências físicas.
Por outro lado, além do acesso é preciso pensar na permanência dos
discentes. Para tanto entra em pauta o desenvolvimento de soluções educacionais
que minimizem as variáveis que interferem nas condições de permanência.
A democratização da permanência, a integração, a participação e o apoio
devido aos discentes nos remetem aos seguintes objetivos:

Identificar e minimizar as lacunas que os discentes trazem de sua
formação anterior, promovendo mecanismos de nivelamento e
oferecendo condições para aprendizagens significativas na Educação
Superior;

Identificar e minimizar os problemas de ordem psicológica ou
psicopedagógico que interfiram na aprendizagem;

Investir nas potencialidades e disponibilidades evidenciadas pelos
discentes, através do estímulo à canalização desse diferencial em
monitorias de ensino ou encaminhamento para as bolsas acadêmicas
47
Bacharelado em Engenharia de Computação
da Pró-reitoria de Pesquisa e Extensão;

Encontrar alternativas para os problemas de ordem financeira que
impossibilitam, muitas vezes, a permanência nos cursos em que
lograram obter acesso (Programa Bolsa Permanência);

Oferecer um acolhimento especial aos discentes novos, ingressantes
por processo seletivo ou por transferência viabilizando sua integração
ao meio universitário;

Incluir os discentes com necessidades educacionais especiais
advindas de deficiências físicas, visuais e auditivas, através de ações
específicas (Programa Pró-Inclusão);

Enfatizar a representação estudantil (Diretório Central de Estudantes
(DCE), Diretórios Acadêmicos (DAs), Discentes-Representantes de
Turmas) como forma de participação dos discentes na gestão
institucional e de manutenção de um bom clima de trabalho
institucional, através da ação dos Fóruns de Representação Estudantil
(FORES) dos Cursos (serão implementados na plataforma Moodle);

Apoiar aos discentes concluintes de cursos de graduação na
elaboração do seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e orientálos nos preparativos para a solenidade de colação de grau.
1.3.14.
Atividades de tutoria
O Programa de Tutoria na UFMT é relevante e necessário para assegurar um
espaço para a experiência da aprendizagem orientada e sistematizada para discentes
que apresentam problemas de aprendizagem em seus cursos de graduação. Em
2010, a Pró-reitoria de Ensino de Graduação (PROEG) criou o Programa de Tutoria
de apoio didático para atender, inicialmente, ás áreas de Língua Portuguesa,
Matemática, Química, Física e Biologia. A tutoria em Língua Portuguesa possibilitará
um melhor desempenho na interpretação e produção de textos, podendo, assim,
contribuir para a melhoria da aprendizagem das demais disciplinas cursadas.
Como se vê, a tutoria discente, na qual os tutores são universitários, não deve
48
Bacharelado em Engenharia de Computação
ser confundida com a tutoria acadêmica, a qual mantém, no entanto, estreita relação
com a tutoria discente.
1.3.15.
Material didático instrucional
O material didático será concebido de acordo com os princípios
epistemológicos, metodológicos e políticos explicitados no projeto pedagógico, de
modo a facilitar a construção do conhecimento e mediar a interlocução entre estudante
e professor, devendo passar, com o objetivo de identificar necessidades de ajustes,
visando o seu aperfeiçoamento.
Em consonância com o projeto pedagógico do curso, o material didático, deve
desenvolver habilidades e competências específicas, recorrendo a um conjunto de
mídias compatível com a proposta e com o contexto socioeconômico do público-alvo.
Uma vez concebido e desenvolvido o material didático, com os conteúdos a
serem ministrados, poderá ser disponibilizado no AVA, i.e. no ambiente da Plataforma
Moodle e deve seguir as seguintes considerações:

Orientar o estudante quanto às características do curso e quanto aos
direitos, deveres e normas de estudo a serem adotadas durante o
curso;

Dar a conhecer as informações gerais sobre o curso (organização
curricular, ementas, etc.);

Informar, de maneira clara e precisa, que materiais serão colocados à
disposição do estudante (livros-texto, cadernos de atividades, leituras
complementares, roteiros, obras de referência, CD ROM, Web sites,
vídeos, ou seja, um conjunto - impresso e/ou disponível na rede - que
se articula com outras tecnologias de comunicação e informação para
garantir flexibilidade e diversidade);

Definir as formas de interação com professores, tutores e colegas;

Apresentar o sistema de acompanhamento, avaliação e todas as
demais orientações que darão segurança durante o processo
49
Bacharelado em Engenharia de Computação
educacional.

Ressaltar que todas as disciplinas podem e serão incentivadas, pelo
colegiado de curso, a inserir material didático na plataforma Moodle,
como recurso de apoio à aprendizagem, sem que isto se configure
como utilização formal da Educação a Distância, mas como forma de
ampliar o tempo de contato do aluno com as práticas pedagógicas de
ensino.
1.3.16.
Interação docentes-tutores-estudantes
A ferramenta utilizada no Ambiente Virtual de Aprendizagem para
proporcionar suporte ao professor como forma de disponibilizar conteúdos
programáticos e materiais didáticos para acesso permanente pelo discente. Como a
plataforma AVA não se caracteriza como ambiente de EaD, não haverá tutoria online.
No entanto, o professor da disciplina, para a qual houver um monitor, poderá cadastrálo como participante e permitir que o mesmo possa dar suporte aos discentes na
solução de exercícios. O professor poderá propor um Fórum de Discussão que
possibilite a comunicação entre os pares, incentivando a aprendizagem colaborativa
e a interação entre discentes. A troca de conhecimento e informações é feita através
da ferramenta de e-mail, telefone e um fórum no Ambiente Virtual específico para troca
de informação online.
50
Bacharelado em Engenharia de Computação
II -
2.1.
CORPO DOCENTE, ADMINISTRATIVO E TUTORIAL
Corpo docente
A Tabela 2, a seguir, relaciona o quadro original de docentes a serem
contratados para os cinco cursos de Engenharia do Campus de Várzea Grande, os
quais serão lotados no Instituto de Engenharia do Campus Universitário de Várzea
Grande.
Tabela 2 – Proposta original do corpo docente a contratar
Categoria Funcional
2013
2014
2015
2016
2017
Total
Docentes
0
25
33
25
0
83
TOTAL
0
25
53
83
0
83
2.1.1. Quadro descritivo
A tabela a seguir relaciona os professores contratados e/ou remanejados para
o Campus Universitário de Várzea Grande onde ficarão lotados na Pró-reitoria ou no
Instituto de Engenharia do campus.
51
Bacharelado em Engenharia de Computação
Tabela 3 – Corpo docente atuando nos cursos do Campus Universitário de Várzea Grande
Componente
Curricular
Área de formação
requerida para
ministrar o
componente curricular
Docente Responsável
Titulação
Regime
de
Trabalho
Unidade
acadêmica
de origem
1
Comunicação, Expressão e
Redação técnica
Engenharia Civil
Adnauer Tarquino Dalto
Doutor
40hDE
IEng-VG
2
Química Geral
Química
Adriano Buzutti de Siqueira
Doutor
40hDE
IEng-VG
3
(em processo de remoção para
CUVG)
Engenharia Agronômica
Aline Regina Piedade
Doutora
40hDE
IEng-VG
4
Desenho Técnico e Expressão
Gráfica
Geologia
Flávia Regina Pereira Santos
Mestre
40hDE
IEng-VG
5
Meio Ambiente, Sociedade, Ética e
Responsabilidade
Geociências/Geologia
Gabrielle Aparecida de Lima
Doutoranda
40hDE
IEng-VG
Engenharia da
Computação
Gustavo Post Sabin
Mestre
40hDE
IEng-VG
Algoritmos e Programação,
6
Introdução à Tecnologia da
Informação (curso de extensão)
7
(em processo de remoção para
CUVG)
Engenharia Química
Jânio Alves Ribeiro
Doutor
40hDE
IEng-VG
8
Algoritmos e Programação,
Introdução à Tecnologia da
Informação (curso de extensão)
Ciência Computação
Jésus Franco Bueno
Doutor
40hDE
IEng-VG
9
Engenharia Civil
Luiz Miguel de Miranda
Doutor
Colaborad
or
IEng-VG
10
Engenharia Química
Mauro Lúcio Naves Oliveira
Doutor
40hDE
IEng-VG
52
Bacharelado em Engenharia de Computação
11
Algoritmos e Programação
Introdução à Tecnologia da
Informação (curso de extensão)
12
Ciência Computação
Raoni Florentino da Silva
Teixeira
Doutorando
40hDE
IEng-VG
Geologia
Ricardo Kalikowski Weska
Doutor
40hDE
IEng-VG
Mestre
40hDE
IEng-VG
Doutor
40hDE
IEng-VG
13
Cálculo I, Cálculo II, Álgebra
Linear e Geometria Analítica
Matemática
14
Física I, Física II
Física Geral
Rodrigo Lopes Costa
Thiago Miranda Tunes
IEng – Instituto de Engenharia do Campus Universitário de Várzea Grande
53
Bacharelado em Engenharia de Computação
2.1.2. Plano de qualificação docente
O Instituto de Engenharia elaborara em conjunto com as Coordenações dos
cursos um Plano de Capacitação de forma a atender a Resolução CONSEPE No 142,
de 02 de dezembro de 2013, que dispõe sobre normas para a qualificação stricto
sensu dos docentes da UFMT:
Artigo 2o – As Unidades elaborarão seu Plano Anual de Qualificação Stricto
Sensu Docente, que deverá ser aprovado por suas instâncias Colegiadas e
encaminhado a Pró-Reitoria de Ensino de Graduação e a Pró-Reitoria de Ensino de
Pós-Graduação para manifestação conforme os seguintes itens:

Prioridade às áreas nas quais existam necessidade de melhoria,
manutenção e criação de cursos de Pós-graduação stricto sensu na
Instituição;

Atendimento integral das atividades de ensino de graduação e de pósgraduação, considerando os afastamentos existentes e os propostos
no Plano.
O conteúdo do Plano Anual de Qualificação Stricto Sensu Docente está
definido, em sua essência, no § 2o da mesma resolução:
§ 2o - O Plano Anual de Qualificação Stricto Sensu Docente deverá conter:

Metas a serem atingidas na formação dos docentes da Unidade;

Critérios previamente aprovados pelo colegiado do instituto/faculdade
para elaboração da relação dos candidatos à pós-graduação stricto
sensu para os diferentes níveis (mestrado, doutorado e pós-doutorado);

Quadro da situação atual de qualificação dos docentes da Unidade;

Relação dos docentes da Unidade afastados para qualificação em
cursos de pós-graduação stricto sensu na UFMT e em outras
Instituições de Ensino do país e do exterior;

Relação dos candidatos da Unidade à pós-graduação stricto sensu, na
UFMT ou em outras Instituições de Ensino Superior no País e exterior,
54
Bacharelado em Engenharia de Computação
observando a relação direta da área de qualificação com a respectiva
área de atuação.
E ainda deverá observar todos os requisitos constantes na referida resolução
para compor o referido plano.
2.2.
Corpo Técnico-administrativo
A tabela, a seguir, relaciona o quadro de técnicos a serem contratados para o
Campus de Várzea Grande, os quais serão lotados na Pró-reitoria e no Instituto de
Engenharia do Campus Universitário de Várzea Grande.
Tabela 4 - Corpo técnico administrativo a contratar.
Categoria Funcional
2013
2014
2015
2016
2017
Total
Técnicos Administrativos - Classe
E
-
20
10
10
-
40
Técnicos Administrativos - Classe
D
-
30
15
15
-
60
TOTAL
-
50
75
100
-
100
2.2.1. Quadro descritivo
A tabela a seguir relaciona os técnicos já contratados para o Campus
Universitário de Várzea Grande, mas temporariamente atuando nas instalações
provisórias do CUVG no campus de Cuiabá.
55
Bacharelado em Engenharia de Computação
Tabela 5 - Corpo técnico administrativo já contratado.
Área de atuação
Área de formação
requerida do técnico
Engenheira de Transportes
Técnico Responsável
Andrea
Regina
Kobayashi
Kaneko
Titulação
Regime de
Trabalho
Unidade de
lotação
Mestrado
40 h
IEng-VG
1
Engenharia de
Transportes
2
Engenharia de Minas Engenheiro de Minas
Cramer Moraes de Almeida
Graduação
40 h
IEng-VG
3
Engenharia Química
Engenheiro Químico
Daniel Ippolito Pelufo
Graduação
40 h
IEng-VG
4
Secretaria
Secretária Executiva
Danielle da Trindade Silva
Santos
Graduação
40 h
IEng-VG
5
Secretaria
Secretária Executiva
Denize da Silva Mesquita
Graduação
40 h
Pró-reitoria-VG
6
Secretaria
Técnico em Secretariado
Greice de Souza Arruda
Especialização
40 h
Pró-reitoria-VG
7
Engenharia de
Automação
Engenheiro de Automação
Jefferson Leone e Silva
Mestrado
40 h
IEng-VG
8
Secretaria
Técnico em Secretariado
Miriam Rosa Alves
Técnica
40 h
Pró-reitoria-VG
9
Secretaria
Técnico em Secretariado
Renata Aparecida
Dorileo
Especialização
40 h
Pró-reitoria-VG
10 Secretaria
Técnico em Secretariado
Vanessa Pereira de Araújo
Técnica
40 h
IEng-VG
11 Redes de
Computadores
Tecnólogo em Redes
William José dos Reis
Técnica
40 h
IEng-VG
Ribeiro
56
Bacharelado em Engenharia de Computação
2.2.2. Plano de capacitação
O Plano de Capacitação dos técnicos será elaborado anualmente em conjunto
com a Coordenação de Desenvolvimento Humano/PROAD atendendo às demandas
da Pró-reitoria e da Direção do Instituto de Engenharia do Campus Universitário de
Várzea Grande, tomando-se como exemplo a Resolução No 06 Consuni de 26 de
março de 2014.
2.3.
Corpo tutorial
O corpo de tutores será composto a posteriori, mas pretende-se contemplar
os estudantes de pós-graduação matriculados na disciplina de pós-graduação
"Estágio Docência", a qual poderá subsidiar em partes a demanda de tutores do curso
de Engenharia de Computação. A expectativa é de que este procedimento seja o
embrião do aprofundamento do relacionamento graduação/pós-graduação.
57
Bacharelado em Engenharia de Computação
III -
3.1.
INFRAESTRUTURA
Salas de aula e de apoio
3.1.1. Salas de trabalho para professor em tempo integral
Os professores estarão instalados no pavimento térreo do bloco I que possui
900 m2 onde se concentrará toda a área administrativa do Campus. O objetivo de
concentrar os professores em um mesmo local irá permitir uma maior integração.
Cada sala abrigará 3 professores e ainda contará com uma sala de reunião e convívio.
3.1.2. Sala de coordenação de curso e serviços acadêmicos
As coordenações dos cursos terão os espaços individualizados no bloco da
administração e contarão com uma secretaria comum aos cursos.
3.1.3. Sala de professores
Conforme descrito acima o Bloco 1 abrigará as salas de docentes e uma sala
de reunião e convívio docente.
3.1.4. Salas de aula
Serão disponibilizadas 12 salas de 74 m2 e 20 salas de 96 m2.
3.1.5. Sala do centro acadêmico
Será disponibilizada na área de conveniência espaço para abrigar os centros
acadêmicos.
58
Bacharelado em Engenharia de Computação
3.1.6. Outras salas
Os Blocos contam com espaços internos de vivência onde os discentes
podem conviver e estudar individualmente ou em grupo.
3.1.7. Ambientes de convivência
Estrutura das Edificações:
Inicialmente serão construídos 3 módulos contando com as seguintes
estruturas:

Bloco 1 - onde se encontram distribuídos 12 laboratórios, 8 salas de
aula;

Bloco 2 – estão as 24 salas de aulas;

Bloco 3 - localiza as unidades administrativas e as salas dos
professores.
De forma a permitir uma maior integração entre os alunos dos cursos, os
laboratórios estarão concentrados em um único bloco e as salas de aulas também
propiciando, assim, a convivência e ainda a Biblioteca.
59
Bacharelado em Engenharia de Computação
3.2.
Biblioteca
3.2.1. Biblioteca Central
A Biblioteca Central ocupará uma área de 1.200 m 2 no piso superior do Bloco
administrativo.
3.2.2. Biblioteca setorial
Inicialmente, não há projeto de biblioteca setorial, pois os cincos cursos
podem usufruir de da Biblioteca Central.
3.3.
Laboratórios
3.3.1. Laboratório Didáticos de Ensino de Graduação
Considerando a implantação de alguns laboratórios específicos para o Curso
de Engenharia de Computação para atendimento das disciplinas do núcleo
profissionalizante e do núcleo específico a estrutura deve atender às demandas de
formação das habilidades e competências definidas para as áreas da Engenharia de
Computação como sendo: Desenvolvimento de Software, Desenvolvimento de
Hardware, Automação e Robótica, Inteligência Artificial e por fim Administração de
Redes de Computadores. Portanto, é recomendado o uso de softwares para criação
de ambientes de simulação, de desenvolvimento de software e hardware e de redes
de computadores.
Os laboratórios terão uma área de 96 m2 e conterão estrutura de projeção e
quadro branco.
O uso de softwares de simulação e de desenvolvimento de aplicações
possibilita a redução de investimento em estruturas físicas de laboratórios, como
60
Bacharelado em Engenharia de Computação
bancadas, instrumentação e almoxarifado de componentes, além da segurança de
operar com o ambiente virtual, sem os riscos de trabalhar com energia elétrica, estes
ambientes permitem a reprodução, gravação do experimento e dados de resultados e
se o ambiente de instalação for baseado em servidores de simulação, os discentes
podem realizar a simulação e desenvolvimento em seu local de estudos, como por
exemplo, em casa, no trabalho, e outros locais.
A estrutura de Laboratórios Didáticos do Curso de Graduação em Engenharia
de Computação é composta por laboratórios que se situam no mesmo espaço físico,
mas que se constituem laboratórios de uso por diferentes disciplinas.
61
Bacharelado em Engenharia de Computação
A figura a seguir mostra esquematicamente a estrutura e denominação dos laboratórios.
Laboratórios Didáticos do Curso de
Graduação em Engenharia de Computação
Laboratório de
Tecnologia da
Informação
LTI
Laboratório de Eletrônica
Digital e Circuitos
Analógicos
LED
Laboratório de Sistemas
Digitais e Arquiteturas
LDA
Laboratório de Redes
de Computadores e
Teleinformática
LRT
Laboratório de
Desenvolvimento
de Software
LDS
Laboratórios de
Sistemas Inteligentes
LSI
Laboratório de
Automação
LA
Laboratório de
Inteligência Artificial
LIA
Laboratório de
Robótica
LR
62
Bacharelado em Engenharia de Computação
A descrição detalhada dos componentes do LDEG para as disciplinas do
curso de Engenharia de Computação é formada por:
1 - Laboratório de Tecnologia da Informação – LTI
O Laboratório de Tecnologia da Informação – LTI é de uso comum por todos
os cursos do Instituto de Engenharia atendendo prioritariamente às disciplinas do
núcleo básico. O Laboratório terá área de 96 m2 e contará com máquinas disponíveis
para atender até 55 alunos que cursarão as disciplinas do ciclo básico das cinco
engenharias (Computação, Controle e Automação, Minas, Química e Transportes).
2 - Laboratório de Eletrônica Digital e Circuitos Analógicos – LED
O
LED
atende
às
disciplinas
de
cunho
profissionalizante
como
profissionalizante.
Para atender a esta demanda o LED deve ser equipado com:

30 computadores (com configuração atualizada contendo processador,
memória, armazenamento híbrido em memória SSD e disco rígido com
placa de vídeo. Todos estes componentes com desempenho suficiente
e rodar os softwares de simulação e desenvolvimento de projetos).

Licenças de softwares na modalidade acadêmica (EDA – Eletronic
Design Automation) de simulação de circuitos e sistemas digitais com
biblioteca de componentes atualizada

Almoxarifado de componentes eletrônicos para a bancada de
montagem

Instrumentação eletrônica digital para a bancada de montagem

Kits de montagem de microcontrolares e arquitetura de processamento

Ferramentas de uso nas montagens.
3 - Laboratório de Sistemas Digitais e Arquiteturas – LDA
O LDA atende às disciplinas relacionadas a organização de computadores,
microcontroladores e sistemas digitais baseados em hardware digital. Neste
laboratório também podem ser implementados sistemas embarcados.
63
Bacharelado em Engenharia de Computação
Para atender a esta demanda o LED deve ser equipado com:

30 computadores (com configuração atualizada contendo processador,
memória, armazenamento híbrido em memória SSD e disco rígido com
placa de vídeo. Todos estes componentes com desempenho suficiente
e rodar os softwares de simulação e desenvolvimento de projetos).

Licenças de softwares na modalidade acadêmica (EDA – Eletronic
Design Automation) de simulação de circuitos e sistemas digitais com
biblioteca de componentes atualizada

Almoxarifado de componentes eletrônicos para a bancada de
montagem

Instrumentação eletrônica digital

Kits de montagem de microcontrolares e arquitetura de processamento
em bancada

Kits de computação embarcada

Ferramentas de uso nas montagens.
4 - Laboratório de Redes de Computadores e Teleinformática - LRT
O LRT atende às disciplinas que tratem de comunicação entre computadores
via rede física ou sem fio e a aplicação da computação nas telecomunicações. Em
geral, o aspecto principal envolvido é o hardware de comunicação, mas o LRT pode
comportar os estudos de desenvolvimento de software para estas áreas.
Compõem o LRT:

15 computadores para montagem de redes de computadores

Licenças de softwares na modalidade acadêmica para simulação,
gerenciamento, segurança e auditoria de redes de computadores

Equipamentos de redes de computadores para montagem de toda a
estrutura de conectividade de redes com cabeamento estruturado, sem
fio, e gerenciável.

Equipamentos de telecomunicações em versão educacional e
64
Bacharelado em Engenharia de Computação
portáteis.

Softwares de desenvolvimento de projetos de comunicação, testes de
desempenho e verificação de carga.
5 - Laboratório de Desenvolvimento de Software – LDS
No LDS podem ser projetados e desenvolvidos softwares para as mais
diversas aplicações como comercial, industrial, computação móvel e etc.
O LDS deve ser equipado com:

30 computadores (com configuração atualizada contendo processador,
memória, armazenamento híbrido em memória SSD e disco rígido com
placa de vídeo. Todos estes componentes com desempenho suficiente
e rodar os softwares de simulação e desenvolvimento de projetos).

Licenças de softwares na modalidade acadêmica de ferramentas de
modelagem, documentação e desenvolvimento de projetos de
softwares.
6 - Laboratório de Sistemas Inteligentes – LSI composto por:
(6.1) Laboratório de Inteligência Artificial – LIA,
(6.2) Laboratório de Automação – LA,
(6.3) Laboratório de Robótica – LR.
O principal aspecto envolvendo estes laboratórios é o uso de técnicas de IA em
dispositivos fixos ou móveis. Neste contexto, podem ser elaborados projetos que
embarquem hardware e software nos dispositivos.
São equipamentos essenciais para os laboratórios do LSI:

15 computadores para projetos integrados de IA

Licenças de softwares na modalidade acadêmica para projetos de IA

15 computadores para montagem de simulações usando automação,
industrial, comercial e predial.

Kits de automação.

15 computadores para montagem de simulações usando robótica
65
Bacharelado em Engenharia de Computação

Kits de robótica.
3.3.2. Plataforma de suporte ao AVA
A plataforma de suporte ao uso do Ambiente Virtual de Aprendizado será
disponibilizado pela STICAE-UFMT. A manutenção e atualização de dados na
plataforma é de responsabilidade dos técnicos lotados na STICAE-UFMT, uma vez
que os sistemas e os bancos de dados de alunos e professores se encontram
armazenados neste setor da instituição.
3.4.
Infraestrutura existente e demandada
3.4.1. Infraestrutura física existente e recursos humanos existentes
Toda a estrutura física de implantação do curso de graduação Engenharia de
Computação está sendo disponibilizada inicialmente no campus de Cuiabá para
recepção das turmas iniciais nas salas do Bloco Didático I, onde a Proplan
disponibilizou cinco salas de aula. A demanda de laboratório será atendida pelos
laboratórios dos cursos implantados em Cuiabá, especificamente, os discentes do
curso de graduação Engenharia de Computação poderão utilizar os laboratórios
existentes para os cursos da área de computação em período matutino, pois estes
cursos têm turno de funcionamento vespertino e noturno.
Para a direção, professores, e técnicos está sendo preparado um espaço físico
de 415,00 m2 de área na parte inferior do Bloco didático II com toda a infraestrutura
de trabalho.
O quadro de docentes da tabela supra será preenchido com os concursos
para o magistério superior, como o previsto para ocorrer ainda em 2014 com a
contratação de 43 novos professores para completar a oferta de disciplinas do núcleo
básico e profissionalizante dos cursos. Em especial, espera-se que o curso de
graduação Engenharia de Computação seja contemplado com até 8 vagas para
66
Bacharelado em Engenharia de Computação
concurso. No entanto, é conveniente ressaltar todas as disciplinas do núcleo básico
do curso de graduação Engenharia de Computação poderão ser atendidas com o
quadro atual de docentes que estão atuando nas instalações provisórias em Cuiabá.
A Proad/SGP está contratando os técnicos que foram selecionados em
concursos anteriormente realizados, completando o quadro de técnicos previsto
acima, ainda em 2014.
Ademais, as obras previstas no projeto original do campus de Várzea Grande,
com a construção de 3 Blocos, Administrativo, Didático e de Laboratórios, estão sendo
executados de forma acelerada e tem previsão de entrega para ocupação e uso pelos
professores e técnicos em 2016.
3.4.2. Demanda de recursos humanos
O funcionamento do curso de graduação Engenharia de Computação contará
com os professores que estão relacionados no quadro supra citados e um novo
concurso para o magistério superior possibilitará a contratação de docentes, conforme
supracitado.
Os técnicos de laboratórios serão oportunamente designados à medida que a
Proad/SGP for contratando-os.
3.4.3. Demanda de infraestrutura física
Conforme supracitado, o curso de graduação Engenharia de Computação
utilizará a estrutura física existente no campus de Cuiabá, não havendo, portanto
demanda de espaço físico adicional.
3.4.4. Demanda de equipamentos
Os equipamentos a serem usadas pelo curso de graduação Engenharia de
Computação, nas turmas iniciais a demanda é por laboratório com computadores, e
67
Bacharelado em Engenharia de Computação
que podem ser compartilhadas com o uso dos laboratórios dos cursos de computação
do campus de Cuiabá, no período matutino. Portanto, neste momento, não haverá
demanda por equipamentos adicionais.
3.5.
Material didático
As "Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Engenharia"
enfatizam que o modelo atual para o ensino de engenharia é inviável e ineficaz e que
para melhorá-lo deve-se tomá-lo interdisciplinar. Atualmente, espera-se que os
professores, de todas as áreas, tenham uma atitude interdisciplinar frente ao
conhecimento, apesar de existir uma grande carência de materiais didáticos com
estas características, dificultando o desenvolvimento de tal atitude. Porém, neste
cenário de carência de material didático com característica interdisciplinar revela uma
oportunidade para elaborar um material didático interdisciplinar no primeiro momento
(curto prazo) em uma versão eletrônica na plataforma Moodle. Em um segundo
momento (médio e longo prazo) após o amadurecimento das ideias e metodologias
tornar o material em livros didáticos que poderão ser editados pela editora da UFMT.
Parte do material didático para as disciplinas de circuitos elétricos, eletrônica
digital e microcontroladores e sistemas digitais, formado por material de consumo,
instrumentação, softwares de simulação está sendo especificado e preparado para
aquisição.
68
Bacharelado em Engenharia de Computação
IV -
4.1.
GESTÃO DO CURSO
Órgãos colegiados e comitê de ética
4.1.1. Núcleo Docente Estruturante
Os Núcleos Docentes Estruturantes (NDE’s) constituem grupos de apoio
locais, aos colegiados de curso, voltados para a reflexão sobre a qualidade acadêmica
do curso e cujas atribuições são:

Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do
curso;

Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes
atividades constantes do currículo;

Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa
e extensão oriundas das necessidades de graduação, de exigências do
mercado de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à
área de conhecimento o curso;

Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os
Cursos de Engenharia.
Para assegurar os processos de continuada “concepção, consolidação,
atualização” e harmonização dos projetos pedagógicos dos cinco cursos de
Engenharia, haverá um único NDE dos cursos de Engenharia de Controle e
Automação, Minas, Química, Transportes e Computação.
O NDE das Engenharias é composto por 11 professores dos cursos, dez dos
quais indicados pelos Colegiados dos Cursos e um indicado pelo Diretor do Instituto,
a quem cabem formalizar as designações, desde que obedecidos os seguintes
requisitos:

Cada colegiado de curso indica dois docentes ao NDE, sendo um
69
Bacharelado em Engenharia de Computação
docente de disciplinas do Núcleo Básico e outro de disciplinas do
Núcleo Profissionalizante/Específico;

O diretor do Instituto de Engenharias indica um Docente, dentre o corpo
docente do Instituto;

Ao menos sete dos designados para o NDE devem ter titulação
acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu.

Ao menos cinco docentes devem ser contratados em regime de
dedicação exclusiva, os demais em regime de 40 ou 20 horas.
Cada membro do NDE deverá permanecer no grupo por, no mínimo, três
anos, exceto no primeiro período de funcionamento do NDE, no qual os docentes de
disciplinas do Núcleo Básico terão mandato de dois anos, de forma a assegurar,
periodicamente, a renovação parcial dos participantes, como estratégia para ensejar
a renovação e a continuidade nos processos de acompanhamento dos cursos.
Cabe ao primeiro NDE redigir e submeter à aprovação da Congregação do
Instituto, após parecer dos colegiados dos cinco cursos, o regimento do NDE das
engenharias.
4.1.2. Colegiado do Curso
Ao compete, além do que prevê a Resolução CONSEPE No 29/1994 ou outras
normas da UFMT que a venham substituir ou complementar:

Propor e executar atividades e promover a articulação a nível interno e
em nível das relações entre os cursos afins;

Aprovar o plano das atividades de curso;

Promover a articulação e integração das atividades docentes;

Propor providências de ordem didática, científica e administrativa aos
órgãos da Administração Superior;

Opinar sobre a realização de programas de ensino, pesquisa ou
extensão;
70
Bacharelado em Engenharia de Computação

Responsabilizar-se pela elaboração de projetos de pesquisa de
extensão na área de sua competência, coordenar e supervisionar sua
execução;

Desenvolver e aperfeiçoar metodologias próprias para o ensino das
disciplinas de sua competência;

Distribuir aos membros do corpo docente encargos de ensino, pesquisa
e extensão;

Responsabilizar-se pelo oferecimento das disciplinas relacionadas com
o setor específico do saber que define o âmbito de sua competência;

Elaborar as ementas, os programas e os planos de ensino para as
disciplinas de sua competência;

Avaliar o desempenho individual de cada docente;

Participar de programa ou projetos de pesquisa e extensão de natureza
interdisciplinar;

Promover e coordenar seminários, grupos de estudos e outros
programas para o aperfeiçoamento de seu quadro docente;

Avaliar, ao final do semestre, os programas, relativos ao curso;

Constituir comissões especiais para assuntos específicos;

Acompanhar a expansão do conhecimento nas áreas de sua
competência através de intercâmbio com centros de pesquisadores
que desenvolvam trabalhos inovadores e através do incentivo à
participação dos docentes em eventos científicos e culturais nas
respectivas áreas de especialização;

Exercer as demais atribuições que se incluam, de maneira expressa ou
implícita, no âmbito de sua competência;

Fazer indicação para admissão do pessoal docente.
A fim de dinamizar as condutas do Colegiado consideram-se as
competências, que são sintetizadas a seguir:

Quanto ao curso
71
Bacharelado em Engenharia de Computação
 Organizá-lo;
 Orientar, supervisionar e coordenar sua realização.

Quanto ao currículo
 Definir as disciplinas optativas a serem ofertadas em cada
período;
 Estabelecer os pré-requisitos, se necessário;
 Propor modificações.

Quanto aos programas e planos de ensino
 Traçar as diretrizes gerais para o Curso;
 Integrar os programas e planos elaborados pelos professores;
 Sugerir alterações quando apresentados ou mesmo quando
estiverem em execução;
 Aprovar os programas e planos de ensino.

Quanto ao Corpo Docente
 Supervisionar suas atividades;
 Apreciar a avaliação do desempenho em disciplinas, com vistas
a propor procedimentos de qualificação da docência;
 Propor intercâmbio de professores ou de auxiliares de ensino e
pesquisa;
 Propor a substituição ou desenvolvimento de professores ou
providências de outra natureza necessárias à melhoria do ensino
ministrado;
 Representar aos órgãos competentes em caso de infração
disciplinar;
 Apreciar recomendações dos órgãos da UFMT e requerimentos
dos docentes sobre assuntos de interesse do curso.

Quanto ao Corpo Discente
 Opinar sobre trancamento de matrícula;
 Opinar sobre transferências;
 Conhecer recursos dos discentes sobre matéria do curso,
72
Bacharelado em Engenharia de Computação
inclusive trabalhos escolares e promoção;
 Cumprir e fazer cumprir as normas da UFMT em relação ao
corpo discente;
 Representar ao órgão competente, no caso de infração
disciplinar;

Quanto às Unidades
 Recomendar ao Diretor da Unidade as providências adequadas
à melhor utilização do espaço, bem como do pessoal e do
material;
 Colaborar com os Órgãos Colegiados das Unidades;

Quanto à Universidade:
 Colaborar com os Órgãos Colegiados da Universidade e com a
Reitoria
4.1.3. Núcleo de apoio pedagógico e experiência docente
É o órgão de apoio aos coordenadores dos cursos de graduação do Campus
Várzea Grande que tem por competências acompanhar e supervisionar a execução
do projeto pedagógico dos cursos e atuar junto aos discentes e docentes com vistas
ao cumprimento do projeto pedagógico dos cursos. Formado por profissionais da área
de educação dos diversos campos da pedagogia e psicopedagogia a equipe do
Núcleo acompanha o discente desde o momento de seu ingresso no curso até a sua
conclusão
O acompanhamento da vida acadêmica do estudante através do contato
pessoal visa minimizar as inquietações naturais de jovens que ingressam no ensino
superior, criando melhores condições pedagógicas para seu amadurecimento e
aproveitamento intelectual e reduzindo significativamente as taxas de evasão e
fracasso encontradas geralmente nos cursos superiores. Além disso, o Núcleo deverá
adotar uma postura ativa de busca das manifestações dos discentes sobre sua
experiência ao longo das atividades escolares, suas dúvidas, sugestões e
necessidades especiais. As atribuições do Núcleo de Apoio Pedagógico estão
73
Bacharelado em Engenharia de Computação
descritas no APÊNDICE I.
4.1.4. Comitê de ética
O Comitê de ética da UFMT com sede em Cuiabá será solicitado quando
surgir alguma demanda relativa a este assunto no campus Universitário de Várzea
Grande.
4.2.
Coordenação e avaliação do curso
4.2.1. A coordenação do curso
São definidas as funções, as responsabilidades, as atribuições e os encargos
do Coordenador do curso, distribuindo-os em quatro áreas distintas, a saber:
FUNÇÕES POLÍTICAS
Ser um líder reconhecido na área de conhecimento do Curso. No
exercício da liderança na sua área de conhecimento, o Coordenador
poderá realizar atividades complementares, mediante oferta de
seminários, encontros, jornadas, tríduos e palestras ministrados por
grandes luminares do saber, relacionados com a área de conhecimento
pertinente.
Ser um “animador” de professores e discentes. Sintetiza-se um
“animador”, pelas características pessoais do Coordenador, que deve
ser reconhecido no exercício de seu mister por sua atitude estimuladora,
proativa, congregativa, participativa, articuladora.
Ser o representante de seu curso. Quando assim se intitula,
imagina-se que, dirigindo o Curso, o Coordenador realmente o
represente interna corporis, na própria instituição e, externa corporis,
fora dela. A representatividade se faz consequente da liderança que o
Coordenador exerça em sua área de atuação profissional.
74
Bacharelado em Engenharia de Computação
Ser o “fazedor” do marketing do curso. O Coordenador deve
dominar por inteiro as “diferenças” essenciais de seu curso, o diferencial
que ele procurará sempre ressaltar em relação aos cursos concorrentes.
O Coordenador deve ser um promotor permanente do desenvolvimento
e do conhecimento do curso no âmbito da IES e na sociedade.
Ser responsável pela vinculação do Curso com os anseios e
desejos do mercado. O Coordenador de Curso deverá manter
articulação com empresas e organizações de toda natureza, públicas e
particulares, que possam contribuir para o desenvolvimento do curso,
para o desenvolvimento da prática profissional dos discentes, para o
desenvolvimento e enriquecimento do próprio currículo do curso.
FUNÇÕES GERENCIAIS
São as funções gerenciais, por revelarem a competência do
Coordenador na gestão intrínseca do curso que dirige.
Ser o responsável pela supervisão das instalações físicas,
laboratórios e equipamentos do Curso.
Ser o responsável pela indicação da aquisição de livros, materiais
especiais e assinatura de periódicos necessários ao desenvolvimento do
Curso.
Conhecer o movimento da biblioteca quanto aos empréstimos e
às consultas, seja por parte dos professores, seja por parte dos
funcionários vinculados ao curso, seja enfim, relativamente aos
discentes.
Ser responsável pelo estímulo e controle da frequência discente.
Ser responsável pelo processo decisório de seu Curso. O
Coordenador de Curso deve tomar a si a responsabilidade do despacho
célere dos processos que lhe chegarem às mãos, discutindo com seu
diretor de centro ou de instituto, se for o caso, ou outro superior existente
na instituição de ensino, quanto às dúvidas que os pleitos apresentarem.
75
Bacharelado em Engenharia de Computação
FUNÇÕES ACADÊMICAS
As funções acadêmicas sempre estiveram mais próximas das
atenções do Coordenador de Curso. Todavia, as atribuições, os
encargos e as responsabilidades do Coordenador não se limitam a tais
funções:
Ser o responsável pela elaboração e execução do Projeto
Pedagógico do Curso.
Ser responsável pelo desenvolvimento atrativo das atividades
escolares.
Ser responsável pela qualidade e pela regularidade das
avaliações desenvolvidas em seu Curso.
O Coordenador de Curso deve ser responsável pela orientação e
acompanhamento dos monitores.
O Coordenador de Curso deve ser responsável pelo engajamento
de professores e discentes em programas e projetos de extensão
universitária.
O Coordenador de Curso deve ser responsável pelos estágios
supervisionados
e
não
supervisionados.
A
realização,
o
acompanhamento e o recrutamento de novas oportunidades de estágio
têm de ser objeto de séria preocupação do Coordenador de Curso.
FUNÇÕES INSTITUCIONAIS
Relacionam-se, algumas funções entendidas como de natureza
institucional:
O Coordenador de Curso deve ser responsável pelo sucesso dos discentes de
seu Curso no ENADE.
O
Coordenador
de
Curso
deve
ser
responsável
pelo
acompanhamento dos egressos do Curso
76
Bacharelado em Engenharia de Computação
O Coordenador de Curso deve ser responsável pelo reconhecimento de seu
Curso e pela renovação periódica desse processo por parte do MEC.
4.2.2. Avaliação interna e externa do curso
Regulação e Avaliação dos Cursos de Graduação1
A Supervisão de Avaliação, integrada à Coordenação de Ensino de
Graduação da PROEG, deflagra e acompanha os processos de regulação dos cursos
de graduação da UFMT (atos autorizativos, de reconhecimento e de renovação de
reconhecimento), bem como a avaliação de desempenho dos estudantes (Enade), de
acordo com a Lei No 10.861/2004 (SINAES).
SINAES
Criado pela Lei No 10.861, de 14 de abril de 2004, o Sistema Nacional de
Avaliação da Educação Superior (Sinaes) é formado por três componentes principais:
a avaliação das instituições, dos cursos e do desempenho dos estudantes. O Sinaes
avalia todos os aspectos que giram em torno desses três eixos: o ensino, a pesquisa,
a extensão, a responsabilidade social, o desempenho dos alunos, a gestão da
instituição, o corpo docente, as instalações e vários outros aspectos.
Ele possui uma série de instrumentos complementares: autoavaliação,
avaliação externa, Enade, Avaliação dos cursos de graduação e instrumentos de
informação (censo e cadastro). Os resultados das avaliações possibilitam traçar um
panorama da qualidade dos cursos e instituições de educação superior no País. Os
processos avaliativos são coordenados e supervisionados pela Comissão Nacional de
Avaliação
da
Educação
Superior
(Conaes).
A
operacionalização
é
de
responsabilidade do Inep.
As informações obtidas com o Sinaes são utilizadas pelas IES, para orientação
da sua eficácia institucional e efetividade acadêmica e social; pelos órgãos
governamentais para orientar políticas públicas e pelos estudantes, pais de alunos,
instituições acadêmicas e público em geral, para orientar suas decisões quanto à
1
Disponível em: http://www.ufmt.br/ufmt/un/secao/3601/PROEG
77
Bacharelado em Engenharia de Computação
realidade dos cursos e das instituições.
I - OBJETIVOS

Identificar mérito e valor das instituições, áreas, cursos e programas,
nas dimensões de ensino, pesquisa, extensão, gestão e formação;

Melhorar a qualidade da educação superior, orientar a expansão da
oferta;

Promover a responsabilidade social das IES, respeitando a identidade
institucional e a autonomia.
II - COMPONENTES
O SINAES está fundamentado nas avaliações Institucional, de Cursos e de
Estudantes.
2.1 - Avaliação Institucional (interna e externa) considera 10 dimensões:
1 - Missão e PDI
2 - Política para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação e a extensão
3 - Responsabilidade social da IES
4 - Comunicação com a sociedade
5 - As políticas de pessoal, as carreiras do corpo docente e técnicoadministrativo
6 - Organização de gestão da IES
7 - Infraestrutura física
8 - Planejamento de avaliação
9 - Políticas de atendimento aos estudantes
10 - Sustentabilidade financeira
2.2 - Avaliação dos Cursos (realizada sob 3 dimensões):
1 - Organização Didático-Pedagógica
2 - Perfil do Corpo Docente
78
Bacharelado em Engenharia de Computação
3 - Instalações físicas
2.3 A avaliação dos estudantes, através do ENADE, será aplicada
periodicamente aos alunos de todos os cursos de graduação, no primeiro e
no último ano de curso. A avaliação será expressa por meio de conceitos,
tomando por base padrões mínimos estabelecidos por especialistas das
diferentes áreas do conhecimento.
2.4 Coletas de informações:
a) Censo da Educação Superior (integrado ao SINAES e incluindo
informações sobre atividades de extensão)
b) Cadastro de Cursos e Instituições (integrado ao SINAES)
c) CPA: Comissão Própria de Avaliação (criadas nas IES com a
atribuição de conduzir os processos de avaliação interna da instituição,
de sistematização e de coleta de informações)
III - INSTRUMENTOS
Processos de avaliação:
O SINAES propõe uma avaliação institucional integrada por diversos
instrumentos complementares:
1 - Autoavaliação – conduzida pela CPA (Comissão Própria de
Avaliação)
Cada instituição realizará uma autoavaliação, que será o primeiro instrumento
a ser incorporado ao conjunto de instrumentos constitutivos do processo global de
regulação e avaliação.
A autoavaliação articula um autoestudo segundo o roteiro geral proposto em
nível nacional, acrescido de indicadores específicos, projeto pedagógico, institucional,
cadastro e censo.
O relatório da autoavaliação deve conter todas as informações e demais
elementos avaliativos constantes do roteiro comum de base nacional, análises
79
Bacharelado em Engenharia de Computação
qualitativas e ações de caráter administrativo, político, pedagógico e técnico-científico
que a IES pretende empreender em decorrência do processo de autoavaliação,
identificação dos meios e recursos necessários para a realização de melhorias, assim
como uma avaliação dos acertos e equívocos do próprio processo de avaliação.
2- Avaliação externa
Essa avaliação é feita por membros externos, pertencentes à comunidade
acadêmica e científica, reconhecidos pelas suas capacidades em suas áreas e
portadores de ampla compreensão das instituições universitárias.
3- Censo
O Censo é um instrumento independente que carrega um grande potencial
informativo, podendo trazer importantes elementos de reflexão para a comunidade
acadêmica, o Estado e a população em geral. Por isso, é desejável que os
instrumentos de coleta de informações censitárias integrem também os processos de
avaliação institucional, oferecendo elementos úteis à compreensão da instituição e do
sistema. Os dados do Censo também farão parte do conjunto de análises e estudos
da avaliação institucional interna e externa, contribuindo para a construção de dossiês
institucionais e de cursos a serem publicados no Cadastro das Instituições de
Educação Superior.
4- Cadastro
De acordo com as orientações do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais Anísio Teixeira (INEP) e da CONAES, também serão levantadas e
disponibilizadas para acesso público as informações do Cadastro das IES e seus
respectivos cursos. Essas informações, que também serão matéria de análise por
parte das comissões de avaliação, nos processos internos e externos de avaliação
institucional, formarão a base para a orientação permanente de pais, alunos e da
sociedade em geral sobre o desempenho de cursos e instituições.
Resultados
O Ministério da Educação tornará público e disponível o resultado da
avaliação das instituições de ensino superior e de seus cursos.
80
Bacharelado em Engenharia de Computação
A divulgação abrange tanto instrumentos de informação (dados do censo, do
cadastro, CPC e IGC) quanto os conceitos das avaliações para os atos de Renovação
de Reconhecimento e de Recredenciamento (ciclo trienal do SINAES – com base nos
cursos contemplados no ENADE de cada ano).
No Sinaes a integração dos instrumentos (auto-avaliação, avaliação externa,
avaliação das condições de ensino, Enade, censo e cadastro) permite a atribuição de
conceitos, ordenados numa escala com cinco níveis, a cada uma das dimensões e ao
conjunto das dimensões avaliadas.
5- Enade
O Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), que integra o
SINAES, tem o objetivo de aferir o rendimento dos alunos dos cursos de graduação
em relação aos conteúdos programáticos, suas habilidades e competências.
Legislação e Normas da Educação Superior
Regulação, avaliação e supervisão da Educação Superior
- Lei n° 10.861, de 14 de abril de 2004, que institui o Sistema Nacional de
Avaliação da Educação Superior - Sinaes
- Decreto Nº 5.773, de 9 de maio de 2006, que dispõe sobre o exercício das
funções de regulação, supervisão e avaliação de instituições de educação superior e
cursos superiores de graduação e sequenciais no sistema federal de ensino.
- Portaria Normativa n º 40, de 12 de dezembro de 2007 - Republicada em 29
de dezembro de 2010, que Institui o e-MEC, sistema eletrônico de fluxo de trabalho e
gerenciamento de informações relativas aos processos de regulação, avaliação e
supervisão da educação superior no sistema federal de educação, e o Cadastro eMEC de Instituições e Cursos Superiores e consolida disposições sobre indicadores
de qualidade, banco de avaliadores (Basis) e o Exame Nacional de Desempenho de
Estudantes (ENADE) e outras disposições.
- Nota Técnica 2011 (Instrumentos novos em consulta) – propõe a
reformulação dos instrumentos de avaliação dos cursos de graduação da educação
81
Bacharelado em Engenharia de Computação
superior para operacionalização do sistema nacional de avaliação da educação
superior – Sinaes.
Instrumento de Avaliação de Curso de Graduação Bacharelado, Licenciatura
e Tecnológico - Presencial e EAD (Autorização, Reconhecimento e Renovação de
Reconhecimento)
Instrumento de Avaliação de Curso de Graduação em Direito – Presencial e
EAD (Autorização, Reconhecimento e Renovação de Reconhecimento)
Instrumento de Avaliação de Curso de Graduação em Medicina –
(Autorização, Reconhecimento e Renovação de Reconhecimento)
- Portaria Normativa nº 8, de 15 de abril de 2011, que regulamenta o ENADE
2011
4.2.3. Acompanhamento e avaliação do PPC
A avaliação do Projeto Político Pedagógico dar-se-á a partir de reuniões
envolvendo o Colegiado de Curso e professores convidados, semestralmente, com
pauta específica para avaliação do processo de ensino aprendizagem e da eficácia
das metodologias e estratégias utilizadas. Tal procedimento possibilitará a criação de
indicadores que possibilitarão avaliar a atual situação do curso, bem como planejar
novas ações em prol da melhoria do projeto.
Os indicadores relacionados ao corpo docente serão levantados através da
aplicação de questionários que serão submetidos tanto aos discentes quanto aos
próprios docentes. Espera-se com essa metodologia poder confrontar os diferentes
pontos de vista e discutir alternativas para solução de deficiências na qualificação do
corpo docente.
No início de cada semestre o Colegiado de Curso se reunirá com o conjunto
de professores no intuito de divulgar os indicadores coletados e fomentar a discussão
de ações proativas de melhorias, bem como reflexão das atividades docentes no diaa-dia acadêmico.
82
Bacharelado em Engenharia de Computação
4.3.
Ordenamentos diversos
É relevante ressaltar que as normas institucionais relativas ao vínculo
acadêmico institucional dos estudantes nos cursos de graduação da UFMT, bem
como a vivência interna são regulamentadas pelos órgãos colegiados: Consuni e
Consepe.
Todas
estas
normas
podem
ser
consultadas
no
link:
http://sistemas.ufmt.br/ufmt.resolucao/FrmConsultarResolucao.aspx?pageIndex=&txt
Criterio.
4.3.1. Reunião de docentes
A reunião de docentes é uma atividade que ocorre nos Colegiados e na
Congregação, cuja composição e estruturação serão definidos em Regimento Interno.
Os colegiados serão órgãos de decisões de interesse comum e as reuniões terão
agenda pré-definida com reuniões ordinárias e extraordinárias excepcionalmente.
Para esta atividade o Instituto terá uma sala de reunião apropriada ou será
feita em espaço maior que possa comportar esta demanda.
A convivência dos docentes pode acontecer nos espaços de vivência internos
nos Blocos I, II e II.
4.3.2. Assembleia da comunidade acadêmica
As assembleias serão objeto de definição em Regimento da UFMT, para o
qual a Administração Superior está envidando esforços para elaboração de um
documento resultante de discussões no seio da comunidade acadêmica. A partir deste
documento poderá tornar-se a semente para a definição dos Regimentos Internos das
Unidades da UFMT.
83
Bacharelado em Engenharia de Computação
4.3.3. Apoio aos órgãos estudantis
A UFMT atende à política de atenção estudantil através da PRAE – PróReitoria de Assistência Estudantil. A PRAE é a responsável pela proposição e
acompanhamento da política de assistência estudantil e de ações afirmativas da
UFMT, com o objetivo de garantir o acesso e a permanência dos estudantes na UFMT,
com qualidade. Na PRAE o estudante encontra apoio e acompanhamento para as
suas necessidades ao longo de sua trajetória acadêmica, sendo que há especial
atenção aos que precisam de atendimento socioeconômico e psicopedagógico.
A Pró-Reitoria de Assistência Estudantil é um espaço de articulação e
promoção da vivência universitária na UFMT, com qualidade.
Nosso objetivo é desenvolver ações institucionais no âmbito da assistência
estudantil, que garantam o acesso, a permanência e o sucesso acadêmico, desde o
ingresso até a conclusão do curso.
Orientada por essa premissa, a PRAE recepciona os estudantes calouros e
veteranos a cada novo ano acadêmico.
4.3.4. Mobilidade estudantil, nacional e internacional
O Curso, através de seus vários órgãos de gestão – docentes, coordenação,
docentes tutores, etc. – incentivará a mobilidade acadêmica nacional e internacional,
como estratégias adequadas ao alargamento da concepção de formação profissional
e horizonte profissional dos discentes do curso e, ainda, como forma de fazer circular
diferentes experiências de organização curricular e formação acadêmica.
Com relação à mobilidade acadêmica internacional, a UFMT ofertará no
Campus Várzea Grande, programas de apoio à formação de nossos estudantes
voltados para o ensino de línguas. O acesso ao aprendizado de uma língua
estrangeira: inglês, espanhol ou francês ampliará as possibilidades de nossos
estudantes não só em termos de suas práticas de ensino, de pesquisa e de extensão,
mas também permitirá que os mesmos tenham maiores possibilidades na participação
dos programas de mobilidade internacional. Pretendemos, também, ofertar o curso de
84
Bacharelado em Engenharia de Computação
português para estrangeiros, de modo a permitir uma melhor formação a esses
estudantes, tanto de graduação quanto de pós-graduação.
4.3.5. Eventos acadêmico-científicos relevantes para o curso
Os cursos de Engenharia de Computação juntamente com os outros cursos
de engenharia do Campus Várzea Grande realizarão a semana acadêmica das
Engenharias com o objetivo de promover intercambio de conhecimento entre os
estudantes de engenharia assim como realizar workshops e minicursos que permitam
aos estudantes obterem novos conhecimentos e competências no contexto das
atividades complementares.
85
Bacharelado em Engenharia de Computação
V-
5.1.
DISPOSIÇÕES GERAIS
Equivalência entre fluxo curricular a ser desativado e o
proposto
Núcleos
Disciplinas da Proposta
Anterior
BÁSICO
Cálculo Diferencial e Física I
CH
Disciplinas da Nova Proposta
CH
Cálculo I
64
Física I
64
Química Geral
64
96
Química Geral
64
Inovação, Tecnologia e
Sociedade
64
Tecnologia da Informação
64
Meio Ambiente, Ética e
Responsabilidade
64
Meio Ambiente, Sociedade, Ética e
Responsabilidade
64
Comunicação, Expressão e
Redação Técnica
32
Comunicação, Expressão e Redação
Técnica
32
Nivelamento I
32
Cálculo II
64
Cálculo Integral e Física II
96
Física II
64
Álgebra Linear e Geometria
Analítica
96
Desenho Técnico e Expressão
Gráfica
64
Inovação e Tecnologia
Álgebra Linear e Geometria Analítica
Desenho Técnico e Expressão Gráfica
32
96
64
64
Algoritmos e Programação de
Computadores
64
Oficina de Iniciação Cientifica
32
Oficina de Iniciação Cientifica
32
Probabilidade e Estatística
64
Probabilidade e Estatística
64
Cálculo III
64
Cálculo Integral e Física III
96
Física III
64
Estrutura de Dados
96
Algoritmos e Programação
Física Experimental
32
Algoritmos e Estrutura de Dados
64
Fundamentos de Circuitos
Elétricos
64
Circuitos Elétricos
64
86
Bacharelado em Engenharia de Computação
Resistência dos Materiais
Equações Diferenciais e Física
IV
Subtotal
PROFISSIONALIZANTE
96
32
Mecânica dos Sólidos
32
Cálculo IV
64
Fundamentos da Física do Estado
Sólido
32
1.248 Subtotal
1.216
Gerenciamento de Projetos
64
Eletrônica Digital
64
Eletrônica Analógica e Digital
64
Engenharia de Software
64
Engenharia de Software I
32
Construção de Interfaces
Homem-Computador
64
Construção de Interfaces HomemMáquina
64
Arquitetura de Computadores
64
Laboratório de Arquitetura de
Computadores
32
Arquitetura de Computadores
ESPECÍFICO
64
Fundamentos de Fenômenos de
Transporte
64
Banco de Dados
64
Banco de Dados
64
Laboratório de Banco de Dados
32
Laboratório de Banco de Dados
32
Rede de Computadores
64
Rede de Computadores
64
Laboratório de Redes de
Computadores
32
Laboratório de Redes de
Computadores
32
Programação Orientada a Objetos
64
Programação Orientada a Objetos
64
Projeto e Desenvolvimento de
Software
64
Projeto e Desenvolvimento de
Software
64
Laboratório de Projeto e
Desenvolvimento de Software
32
Laboratório de Projeto e
Desenvolvimento de Software
32
Fundamentos Matemáticos para
Computação
64
Microcontroladores e Sistemas
Digitais
64
Laboratório de Microcontroladores
e Sistemas Digitais
32
Subtotal
672
Subtotal
768
Sistemas Operacionais
64
Sistemas Operacionais
64
Projeto e Análise de Algoritmos
64
Projeto e Análise de Algoritmos
64
Inteligência Artificial
64
Inteligência Artificial
64
Teoria das Linguagens Formais e
Autômatos
64
Teoria das Linguagens Formais e
Autômatos
64
87
Bacharelado em Engenharia de Computação
Computação Gráfica
64
Computação Gráfica
64
Construção de Compiladores
64
Construção de Compiladores
64
Sistemas Distribuídos
64
Sistemas Distribuídos
64
Sistemas de Controle
64
Sistemas de Controle I
96
Sistemas de Apoio à Decisão
64
Automação Industrial
96
Automação Industrial I
64
Robótica I
64
Robótica I
64
Sistemas Embarcados
64
Sistemas Embarcados
64
Robótica II
64
Robótica II
64
Administração para Engenheiros
32
Fundamentos de Engenharia
Econômica
32
Empreendedorismo
64
Estágio Supervisionado
192
Estágio Supervisionado
160
Trabalho de Conclusão de Curso
(TCC)
64
Trabalho de Conclusão de Curso
(TCC)
64
Análise e Processamento de Sinais
64
Teleinformática
64
Pesquisa Operacional e Otimização
64
Subtotal
1.184 Subtotal
1.280
Disciplinas optativas
384
Disciplinas optativas
272
Atividades Complementares
112
Atividades Complementares
64
Subtotal
2.752 Subtotal
Total
3.600 Total
336
3.600
O destaque na Tabela permite visualizar as alterações realizadas no fluxo
curricular, onde estão assinaladas as disciplinas que foram objeto de alterações.
Como descrito nas justificativas no início deste PPC as alterações têm objetivo
precípuo de atender às seguintes normativas emitidas pelo órgão de regulamentação
do Ensino Superior:

Resolução CNE/CES No 11, de 11 de março de 2002, que instituiu as
Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em
Engenharia;
88
Bacharelado em Engenharia de Computação

Portaria Inep No 245, de 02 de junho de 2014, que definiu os
componentes curriculares em Engenharia de Computação para o
ENADE,

Portaria Inep No 255, de 02 de junho de 2014, que estabeleceu os
componentes curriculares de Formação Geral em Engenharia para o
ENADE.

Parecer CNE/CES No 153. Consulta sobre a carga horária mínima do
curso de Engenharia da Computação. Aprovado em: 7/8/2008
No contexto global do PPC é conveniente ressaltar que a carga horária total
de 3.600 horas foi mantida, como pode ser vista no quadro comparativo acima, sendo
considerada a carga horária mínima para os cursos de Engenharia.
É relevante ressaltar também que o quadro comparativo acima foi construído
tomando-se como base o quadro dos núcleos de disciplinas do PPC antigo e as
disciplinas novas inseridas na linha comparativa. Com este procedimento as
disciplinas do novo PPC podem não estar em correspondência com a definição real
das disciplinas nos núcleos atuais.
Manter a carga horária mínima tem sido a solicitação da Administração da
UFMT e para tanto, algumas disciplinas tiveram suas cargas horárias reduzidas, para
possibilitar a inserção de novas disciplinas no fluxo curricular, a saber:

Estágio Supervisionado a carga horária foi reduzida para a carga
horária mínima de 160 horas (Parecer CNE/CES No 153 supracitado);

As disciplinas Optativas tiveram sua carga horária total reduzida para
272 horas e sendo no total 5 disciplinas no fluxo curricular;

As Atividades Complementares tiveram sua carga horária fixada em 64
horas em função das pontuações propostas para cada atividade, as
quais exigiam do discente um elevado número de horas atividades para
obter a carga horária anterior.
No Núcleo Básico e no Núcleo Profissionalizante as alterações permitiram
desmembrar as disciplinas de Cálculo e Física I, II, III e IV cada uma com carga horária
de 96 horas em disciplinas de Cálculo I, II, III e IV com carga horária de 64 horas cada
89
Bacharelado em Engenharia de Computação
uma e Física I, II e III com carga horária de 64 horas cada uma.
A justificativa desta alteração deve-se ao fato que todos os coordenadores de
curso vislumbraram a impossibilidade de operar as disciplinas de Cálculo e Física em
uma mesma disciplina, com carga horária inferior, às disciplinas isoladas. Além disto,
as instituições de ensino superior oferecem estas disciplinas sempre individualmente.
A disciplina de Nivelamento I, com carga horária de 32 horas, foi retirada para ser
ofertado o nivelamento na forma de projeto de extensão.
A disciplina de Física Experimental com carga horária de 32 horas foi
incorporada nas disciplinas de Física I, II e III. A disciplina de Física IV foi retirada da
grade, pois só parcialmente seu conteúdo é de interesse para o curso de Engenharia
de Computação. Com foco nos componentes curriculares de interesse para a
formação do Engenheiro da área foi inserido a disciplina de Fundamentos da Física
do Estado Sólido com carga horária de 32 horas e que trata da matéria de constituição
física
de
componentes
eletrônicos
como
transistor,
circuitos
integrados,
processadores.
No Núcleo Básico, a disciplina de Inovação, Tecnologia e Sociedade teve seu
conteúdo disponibilizado nas disciplinas de Inovação e Tecnologia com carga horária
de 32 horas e na disciplina de Meio Ambiente, Sociedade, Ética e Responsabilidade
com carga horária de 64 horas.
A Resolução CNE/CES No 11 cita os conteúdos a serem ofertados nas
Engenharias no Núcleo Básico, como as disciplinas de Administração para
Engenheiros e Fundamentos de Engenharia Econômica, que foram inseridas no novo
fluxo curricular com carga horária de 32 horas cada uma.
Ainda no Núcleo Básico, a disciplina de Tecnologia da Informação com carga
horária de 64 horas foi retirada, posto que seu conteúdo pode ser ministrado em
cursos de extensão e via de regra, este conteúdo proposto inicialmente é em parte,
dominado pela maioria dos usuários de computador pessoal.
A retirada da disciplina originalmente ofertada de Resistência dos Materiais
possibilitou a oferta de seu conteúdo inserido em disciplinas relacionadas na
Resolução CNE/CES No 11, como sendo de conteúdos obrigatórios para as
90
Bacharelado em Engenharia de Computação
Engenharias, a saber: Fundamentos de Fenômenos de Transporte e Mecânica dos
Sólidos, ficando cada uma com carga horária de 32 horas.
Ainda no Núcleo Básico, a disciplina de Estrutura de Dados teve a sua carga
horária elevada para 96 horas em face de sua importância para os cursos de
Computação, pois seu conteúdo programático constitui-se um dos fundamentos para
implementação de estruturas para programação e operacionalização de todos os tipos
de dados para processamento computacional.
No Núcleo Profissionalizante e Núcleo Específico, algumas disciplinas não
citadas pelos documentos da Resolução CNE/CES No 11 e da Portaria Inep No 245
foram retirados para inserção de novas disciplinas visando manter total
compatibilidade
com
estes
documentos.
As
disciplinas
retiradas
foram:
Gerenciamento de Projetos, Sistemas de Apoio à Decisão e Empreendedorismo.
A retirada das disciplinas supracitadas possibilitou a inserção nos Núcleo
Profissionalizante e Núcleo Específico das disciplinas a seguir, bem como a inserção
de práticas de laboratórios, considerados fundamentais para a aplicação dos
conhecimentos.
As disciplinas do Núcleo Profissionalizante inseridas foram: Arquitetura de
Computadores com carga horária de 64 horas e Laboratório de Arquitetura de
Computadores com carga horária de 32 horas Microcontroladores e Sistemas Digitais
com carga horária de 64 horas conjugado com Laboratório de Microcontroladores e
Sistemas Digitais com carga horária de 32 horas. A disciplina de Fundamentos
Matemáticos para Computação com carga horária de 64 horas foi inserida para
fornecer aos graduandos os conteúdos matemáticos de embasam a fundamentação
da computação como ciência exata e a disciplina de Análise e Processamento de
Sinais com carga horária de 64 horas é essencial para fornecer os conteúdos para
futuras disciplinas que trabalham com sinais digitais.
No Núcleo Específico forma inseridas as disciplinas de Teleinformática, e
Pesquisa Operacional e Otimização ambas com 64 horas de carga horária cada uma.
A disciplina de Engenharia de Software teve a sua carga horária fixada em 32 horas
posto que os conteúdos podem ser ministrados dentro desta carga.
91
Bacharelado em Engenharia de Computação
Para manter a compatibilidade de ofertas de disciplinas comuns com o Curso
de Engenharia de Controle e Automação, algumas disciplinas tiveram a carga horária
revisada, a saber, a disciplina de Sistemas de Controle teve sua carga horária fixada
em 96 horas devido ao conteúdo extenso a ser ministrado e o enfoque em hardware
e software, a disciplina de Automação Industrial I será ofertada com carga horária de
64 horas.
5.2.
Termos de compromisso direção de unidades acadêmicas
envolvidas com o curso
Todas as disciplinas do curso de graduação em Engenharia de Computação
serão ofertadas por docentes lotados no Instituto de Engenharia do campus
Universitário de Várzea Grande (IEng-CUVG) que congregará um corpo docente
multidisciplinar capacitado, conforme citado no item Corpo Docente descrito antes.
5.3.
Parcerias e convênios necessários ao desenvolvimento do
curso
Para o aperfeiçoamento da formação do graduando em Engenharia de
Computação poderão ser firmados convênios e parcerias com empresas e instituições
nacionais e internacionais, posto que o profissional em Computação pode atuar, em
termos de competências e habilidades, em qualquer país do mundo globalizado.
Utilizando-se de órgão de fomento nacionais e internacionais poderão serem
formalizados acordos multilaterais para intercâmbios e formação internacionalizada
em componentes curriculares de áreas de interesse comum. Neste âmbito, pode-se
buscar a implementação entre instituições de ensino superior para projetos de
pesquisa e a formação superior com duplo diploma.
5.4.
Outras disposições
O campus Universitário de Várzea Grande (IEng-CUVG) tem estrutura
92
Bacharelado em Engenharia de Computação
administrativa de Pró-reitoria e Direção do Instituto de Engenharia, no qual são
ofertados 5 (cinco) cursos de graduação em Engenharias.
A Resolução CD No 11, de 19 de outubro de 2012 redefiniu a estrutura
administrativa e acadêmica e o quadro distributivo dos cargos de direção e funções
gratificadas da UFMT, na qual se encontra a estrutura do CUVG, como mostrado na
tabela a seguir.
33) Campus Universitário de Várzea
Grande - CUVG
33) Campus Universitário de Várzea
Grande - CUVG
33.1) Pró-Reitoria
33.1) Pró-Reitoria
Pró-Reitor
Secretaria da Pró-Reitoria
Gerência de Administração e
Planejamento
Chefe de Secretaria da Pró-Reitoria
Gerente de Administração e
Planejamento
Prefeitura do Campus
Prefeito do Campus
Supervisão de Compras e Patrimônio
Supervisor de Compras e Patrimônio
Gerência de Graduação e Extensão
Gerente de Graduação e Extensão
Supervisão da Biblioteca
Supervisor da Biblioteca
Supervisão de Registro Escolar
Supervisor de Registro Escolar
Supervisão de Assistência Estudantil
Supervisor de Assistência Estudantil
Gerência de Pós-Graduação e Pesquisa
Gerente de Pós-Graduação e Pesquisa
33.2) Instituto de Engenharia
33.2) Instituto de Engenharia
Diretor
Secretaria do Instituto
Chefe da Secretaria do Instituto
Coordenação de Ensino de Graduação em
Engenharia de Automação e Controle
Coordenação de Ensino de Graduação em
Engenharia de Automação e Controle
Coordenação de Ensino de Graduação em
Engenharia de Computação
Coordenação de Ensino de Graduação em
Engenharia de Computação
Coordenação de Ensino de Graduação em
Engenharia de Minas
Coordenação de Ensino de Graduação em
Engenharia de Minas
Coordenação de Ensino de Graduação em
Engenharia Química
Coordenação de Ensino de Graduação em
Engenharia Química
Coordenação de Ensino de Graduação em
Engenharia de Transportes
Coordenação de Ensino de Graduação em
Engenharia de Transportes
93
Bacharelado em Engenharia de Computação
VI – REFERÊNCIAS
ILLERIS, Knud (Orgs.). Teorias contemporâneas da aprendizagem. Trad.: Ronaldo
Cataldo Costa. Porto Alegre: Penso. 2013. 278 p.
LOWMAN, Joseph. Dominando as técnicas de ensino. Trad.: Harue Ohara Avritscher. São Paulo: Atlas. 2007. 309 p.
PERRENOUD, Philippe. Dez novas competências para ensinar. Trad.: Patrícia Chittoni Ramos. Porto Alegre: Artmed. 2000. 192 p.
SILVA, Janssen Felipe da; HOFFMANN, Jussara; ESTEBAN, Maria Teresa. (Orgs.)
Práticas avaliativas e aprendizagens em diferentes áreas do currículo. 8a ed. Porto Alegre: Mediação. 2010. 109 p.
SUZIGAN, Wilson; ALBUQUERQUE, Eduardo Mota e; CARIO, Silvio Antonio Ferraz
(Orgs.). Em busca da inovação: interação universidade-empresa no Brasil. (Economia Política e Sociedade, 3). Belo Horizonte: Autêntica. 2011. 463 p.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro; FONSECA, Maria Fonseca (Orgs.). As dimensões
do projeto politico-pedagógico: Novos desafios para a escola. 8a ed. (Coleção
Magistério: Formação e Trabalho Pedagógico). Campinas, SP: Papirus. 2001. 256 p.
CNE/CES. Resolução CNE/CES No 11 de 11 de março de 2002 que instituiu as
Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia.
INEP. Portaria Inep No 245, de 02 de junho de 2014 define os componentes
curriculares em Engenharia de Computação para o ENADE.
INEP. Portaria Inep No 255, de 02 de junho de 2014 define os componentes
curriculares de Formação Geral em Engenharia para o ENADE.
94
Bacharelado em Engenharia de Computação
APÊNDICE A – EMENTAS DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS
CÓDIGO
Carga
horária:
COMPONENTE CURRICULAR:
Cálculo I
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
SIGLA:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Apresentar ao aluno de maneira rigorosa e sistemática os primeiros conceitos
de Matemática Superior. Fazer com que o aluno desenvolva o pensamento lógicodedutivo inerente às Ciências Exatas em geral. Desenvolver técnicas de resolução
de problemas em Engenharia aplicando os conhecimentos matemáticos.
EMENTA
O corpo dos números Reais. Funções Reais de uma variável Real. Limite e
Continuidade. Cálculo Diferencial. Estudo qualitativo de funções reais de uma
variável
Real:
estudo
dos
máximos
e
mínimos.
Teoremas
básicos
de
diferenciabilidade. Aplicações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
STEWART, J. Cálculo. vol. 1. 5. ou 6. ed. São Paulo: Pioneira /Thomson Learning.
ANTON, H. Cálculo: um novo horizonte. vol. 1. Porto Alegre: Bookman, 2000.
THOMAS, G. B. Cálculo. vol. 1. 10. ed. São Paulo: Addison-Wesley/Pearson, 2002.
95
Bacharelado em Engenharia de Computação
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. vol. 1. 5. ed. Rio de Janeiro, LTC, 2001.
EDWARDS, C. H.; PENNEY, D. E. Cálculo com geometria analítica. vol.
São
Paulo, Prentice-Hall, 1997.
SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica. vol. 1. Rio de Janeiro, McGrawHill, 1987.
LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. vol. 1. 3. ed. São Paulo, Harbra,
1994.
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com geometria analítica. 2.v. 1. ed. São Paulo:
Makron Books, 1994.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Física I
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Permitir ao aluno entender e descrever o movimento dos corpos.
EMENTA
Vetores e Cinemática em duas e três dimensões. Dinâmica da partícula.
Trabalho e energia. Conservação de energia. Momento linear e sua conservação.
96
Bacharelado em Engenharia de Computação
Dinâmica de rotações. Momento angular e sua conservação. Equilíbrio de corpos
rígidos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HALLIDAY, D.; RESNICK, R. Fundamentos de Física. 8. ed. v. 1. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 2009.
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica. 4. ed. v. 1. São Paulo: Edgard
Blücher, 2002.
SEARS, F.; YOUNG, H.; FREEDMAN, R.; ZEMANSKY, M. Física I. 12. ed. São
Paulo: Addison Wesley, 2008.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
TIPLER, P. A. Física: para cientistas e engenheiros. 6. ed. v. 1. Rio de janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 2009.
ALONSO, M.; FINN, E. J. Um curso universitário. 12. ed. v. 1. São Paulo: Blüncher,
2005.
CHAVES, A.; SAMPAIO, J. F. Física Básica Mecânica. Ed. 1. São Paulo: Livros
Técnicos e Científicos, 2007.
SERWAY, R. A.; JEWETT JR, J. W. Princípios de Física – Mecânica
Clássica, Vol. 1, Ed. Pioneira Thomson Learning, 2003.
CUTNELL, J. D.; JOHNSON, K. W. Física. Vol. 1. 1. ed. LCT, 2006.
97
Bacharelado em Engenharia de Computação
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Algoritmos e Programação de Computadores
64
CÓDIGO
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Apresentar ao aluno uma visão geral sobre o projeto e a implementação de
algoritmos. Fazer com que o aluno desenvolva capacidade para analisar problemas
e criar soluções lógico-formais. Apresentar técnicas computacionais para resolução
de problemas em Engenharia.
EMENTA
Conceitos básicos de organização de computadores. Construção de algoritmos
e sua representação em pseudocódigo e linguagens de alto nível. Desenvolvimento
sistemático e implementação de programas. Algoritmos Iterativos e Recursivos.
Estruturação, depuração, testes e documentação de programas. Resolução de
problemas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
PIVA JR, D.; ENGELBRECHT, A. M.; NAKAMITI, G. S.; BIANCHI, F. Algoritmos
e Programação de Computadores. Campus, 2012.
FEOFILOFF, P. Algoritmos em Linguagem C, Campus, 2009.
SCHNEIDER, G. M.; GERSTING, J. Invitation to Computer Science. 6. ed., 2013.
BIBLIOGRAFIA
98
Bacharelado em Engenharia de Computação
COMPLEMENTAR
CORMEN, T. H. Desmistificando Algoritmos. Campus, 2013.
DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J. C: Como Programar, Prentice Hall, 2011.
MOKARZE, F.; SOMA, N. Introdução à Ciência da Computação, Campus, 2008.
ZIVIANI, N. Projeto de Algoritmos, Thomson, 2004.
HAREL, D.; FELDMAN, Y. Algorithmics - The Spirit of Computing, Addison
Wesley, 2004.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Desenho Técnico e Expressão Gráfica
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Dominar as técnicas de representação gráfica com vistas a interpretar e
executar desenhos no campo das Engenharias. Realizar e reconhecer traços
técnicos gráficos de um desenho, considerando as instruções das normas para
desenho técnico.
EMENTA
Desenho técnico. Normas técnicas, convenções, legendas e escalas. Desenho
arquitetônico de estruturas e engenharia. Desenho de curvas de nível. Desenho de
detalhes técnicos, projeções, vistas ortográficas, cortes e secções. Mapas:
conceitos, tipos, símbolos e construção. Aplicações através de computadores.
99
Bacharelado em Engenharia de Computação
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FRENCH, T. E.; VIERCK, C. J. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. Editora
Globo, 2005. 1093 p.
RIBEIRO, A. C.; PERES, M. P., IZIDORO, N. Curso de Desenho Técnico e
Autocad. Editora Pearson Brasil, 2013. 384 p.
PEREIRA, N. C. Desenho Técnico. Editora do Livro Técnico, 2012. 128p.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
MICELI, M. T.; FERREIRA, P. Desenho Técnico Básico. Editora Ao Livro Técnico,
2001. 143 p.
MACHADO, S. R. B. Expressão Gráfica Instrumental. Editora Ciência Moderna,
2014. 256p.
VENDITTI, M. V. R. Desenho Técnico sem Prancheta com AutoCAD 2010.
Editora Visual Books, 2010. 346 p.
SILVA, A.; RIBEIRO, C. T.; DIAS, J.; SOUSA, L. Desenho Técnico Moderno.
Editora LTC, 2006. 496 p.
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. Coletânea de Normas de
Desenho Técnico. São Paulo: SENAI-DTE-DMD, 1990. 86 p.
100
Bacharelado em Engenharia de Computação
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga horária:
Meio Ambiente, Sociedade, Ética e
Responsabilidade.
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
SIGLA:
Instituto de Engenharia – Campus VG
IEng
Carga horária da aula de campo
CH da Prática Como Componente
Curricular
OBJETIVOS
Capacitar o aluno a realizar, como sujeito, através de reflexões e práticas, uma
análise das intervenções reais da sociedade no ambiente e as consequentes questões
sociais, econômicas, políticas, de ética profissional, de gestão e responsabilidade e
de sustentabilidade fundamentais para a formação dos engenheiros. Habilitar o aluno
para avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental e
conhecer os problemas e possíveis soluções que priorizem a melhoria da qualidade
do meio ambiente e, consequentemente, da qualidade de vida da sociedade.
EMENTA
Impactos ambientais; Legislação ambiental; Gestão e responsabilidade;
Recursos naturais renováveis e não renováveis; Ética profissional; Meio ambiente e
sustentabilidade. Relações étnico-raciais, história e cultura afro-brasileira e dos povos
indígenas brasileiros. Políticas públicas da acessibilidade e inclusão social.
Conhecimentos de acessibilidade e mobilidade urbana.
BIBLIOGRAFI A BÁSICA
101
Bacharelado em Engenharia de Computação
ABRAHAM, M. Sustainable Engineering for Engineers. Environmental Progress, v. 24,
n. 1, p. 10-11, 2005.
ALMEIDA, Fernando. O bom negócio da sustentabilidade. Rio de Janeiro; Nova
Fronteira; 2002
ALMEIDA, Filipe. Ética Valores Humanos e Responsabilidades. Parede, Portugal:
Principia Editora 2010.
MUNANGA, Kabengele. Origens africanas do Brasil contemporâneo: histórias,
línguas, culturas e civilizações. São Paulo: Global, 2009.
BIBLIOGRAFI A
COMPLEMENTAR
ARRUDA, Maria Cecília Coutinho de. Código de Ética: um instrumento que
adiciona valor. São Paulo: Negócio Editora, 2002.
ASHLEY, Patricia Almeida. Ética e Responsabilidade Social nos Negócios. 2. ed.
São Paulo: Saraiva, 2006.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 26000: Diretrizes
sobre responsabilidade social. Rio de Janeiro, dezembro de 2010.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 9001: Sistemas de
gestão da qualidade - Requisitos. Rio de Janeiro, dezembro de 2008.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 14001: Sistema da
gestão ambiental: requisitos com orientações para uso. 2ª edição, dezembro de 2004.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 14004: Sistema de
gestão ambiental : Diretrizes gerais sobre princípios, sistemas e técnicas de apoio.
Outubro de 1996.
BARBIERI, José Carlos. Gestão ambiental empresarial: conceitos, modelos e
instrumentos. São Paulo, Ed. Saraiva, 2004.
BARTHOLO, Roberto, Jr et al. A difícil sustentabilidade: política energética e
conflitos ambientais. Rio de Janeiro: Editora Garamond, 2001.
BOFF, Leonardo. Ética e Moral: a busca de fundamentos. Petrópolis: Vozes, 2004.
102
Bacharelado em Engenharia de Computação
BOYLE, C.; COATES, G. Sustainability principles and practice for Engineers.
IEEE Technology and Society Magazine, p. 32-39, Fall, 2005.
COIMBRA, José de Ávila Aguiar. O outro lado do meio ambiente. Campinas:
millennium, 2002.
CRUICKSHANK, M. H. J. The Roles and Responsibilities of Engineers towards
Implementing
Sustainable
Development.
In.
International
Conference
on
Sustainability Engineering and Science, 2004, Auckland. Proceedings… New Zealand,
NZSSES, 2004.
Educação Ambiental e sustentabilidade. Editores: Arlindo Philippi Jr. E Maria Cecília
Focesi Pelicioni. Barueri, São Paulo: Manole, 2005. Coleção Ambiental.
ENCINAS, Cristiane Gantus. Possibilidades de futuro: educação ambiental,
cidadania e projetos de transformação. São Paulo, Editora TECMEDD, 2004.
FANG , Liping; BAPTISTA, Manuel Victor da Silva e BARDECKI, Michal. Sistema de
gestão ambiental. Brasilia, SENAI, 2001.
FIGUEIREDO, Guilherme José Purvin de. Direito ambiental e a saúde dos
trabalhadores. São Paulo: LTR, 2000.
GALLO, Silvio (Coord.). Ética e Cidadania: Caminhos da Filosofia. 11ª ed.
Campinas: Papirus, 2003.
INSTITUTO ETHOS. Formulação e implantação de código de ética em empresas
– reflexões e sugestões. São Paulo: Instituto Ethos, agosto de 2000.
INSTITUTO ETHOS. Instituto Ethos Reflexão – A ética nas organizações. São
Paulo: Instituto Ethos, ano 2, no. 4, mar.2001.
INSTITUTO ETHOS. O compromisso das empresas com o meio ambiente. São
Paulo: Instituto Ethos, maio de 2005.
INSTITUTO ETHOS. Publicação da Rede Ethos de Jornalistas – Conceitos Básicos
e Indicadores de Responsabilidade Social Empresarial. São Paulo: Instituto Ethos,
5ª edição, junho de 2007.
IRÍAS, Luiz José Maria; PANTANO FILHO, Rubens; ROSA, Derval dos Santos.
Desenvolvimento Sustentável. Itatiba: BERTO, 2008.
103
Bacharelado em Engenharia de Computação
KUNG, Hans; SCHMIDT, Helmut. Ética Mundial e Responsabilidades Globais
duas Declarações. São Paulo: Editora Loyola, 2001.
LEROY, Jean Pierre. Territórios do Futuro:Educação, Meio Ambiente e Ação
Coletiva. Editora Lamparina, 2010.
LIMA E SILVA, Pedro Paulo de, et al. Dicionário brasileiro de ciências do meio
ambiente. Rio de Janeiro: THEX Editora, 1999.
MACHADO FILHO, C. P. M. Responsabilidade Social e Governança: O
Debate e as Implicações. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2006.
Meio Ambiente e Sustentabilidade, Organizadores: Andre Henrique Rosa, Leonardo
Fernandes Fraceto e Viviane Moschini Carlos, Editora Bookman, 2012.
MORANDI, S. e GIL, I. C. Tecnologia e Ambiente. São Paulo: Copidart, 2000.
NASH, Laura L. Ética nas empresas: guia prático para soluções de problemas éticos
nas empresas. São Paulo: Makron Books, 2001.
PHILLIPI, Arlindo, Jr. et al. Meio ambiente, direito e cidadania. São Paulo: Signus,
2002.
RAENG, The Royal Academy of Engineering. Engineering for Sustainable
Development: Guiding Principles. 52 p. Dodds, R. & Venables, R. (Ed). London,
Sep. 2005.
SCHNAID, F.; BARBOSA, F. F.; TIMM, M. I. O Perfil do Engenheiro ao longo da
História. In: Congresso Brasileiro de Engenharia, Cobenge, XXI, 2001. Anais... Porto
Alegre: PUC, 2001, DTC 87-96.
SROUR, Robert Henry. Ética empresarial: a gestão da reputação. Rio de Janeiro:
Campus, 2003.
UNESCO. Década das Nações Unidas da Educação para o Desenvolvimento
Sustentável,2005-2014: documento final do plano internacional de implementação.
Brasília: UNESCO, OREALC, 2005.
VARGAS, Ricardo. Os meios justificam os fins. Gestão baseada em valores: da
ética individual à ética empresarial. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005.
104
Bacharelado em Engenharia de Computação
VELOSO, Maria Sonia Silva de Oliveira; OLIVEIRA, Daniele Vasconcelos de;
NASCIMENTO, Marlise Silveira do; OAIGEN, Edson Roberto. Educação para o
Desenvolvimento Sustentável - EDS: aspectos epistemológicos, metodológicos
e socioambientais nos projetos desenvolvidos em Boa Vista/RR. Universidade
Aberta
do
Brasil
–
UAB
/
Universidade
Federal
de
Roraima
(UFRR).
http://www.uab.ufrr.br/index.php/artigos-publicados. Acessso em 14/02/2011.
WEC, World Engineer’s Convention. The Brasilia Declaration: Engineering and
Innovation for Development with Social Responsibility. Brasilia, Brazil, 2008.
Luciano, Gersem dos Santos; O Índio Brasileiro: o que você precisa saber sobre
os povos indígenas no Brasil de hoje; Brasília: Ministério da Educação, Secretaria
de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade; LACED/Museu Nacional,
2006.
BELLUCCI, Beluce. Introdução à História da África e da Cultura Afro-brasileira.
Rio de Janeiro: UCAM / CCBB, 2003.
ABNT. Associação Brasileira de Norma Técnicas – NBR 9058/2004 – Acessibilidade
a edificações, mobiliários, espaços e equipamentos urbanos. Disponível
em http://www.mj.gov.br/sedh/ct/corde/dpdh/corde/normas_abnt.asp
MELO, S. N. O direito ao trabalho da pessoa portadora de deficiência: ação
afirmativa e princípio constitucional da igualdade. São Paulo: Ltr, 2004.
105
Bacharelado em Engenharia de Computação
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Comunicação, Expressão e Redação Técnica
32
CÓDIGO
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
A disciplina tem como objetivo geral capacitar o aluno a realizar, como sujeito,
através de reflexões e práticas, uma análise do processo de produção, expressão e
apreensão do conhecimento humano, bem como, propiciar maior habilidade no
acesso às informações e a documentos para o desenvolvimento de pesquisas e
fornecer elementos para apresentação oral de trabalhos e para a elaboração escrita
de artigos científicos e diferentes trabalhos monográficos.
EMENTA
A ciência como forma de construção do conhecimento. Produção e transmissão
do conhecimento através da pesquisa científica e tecnológica. Métodos de estudo e
pesquisa bibliográfica. Elaboração de projeto de pesquisa. Disseminação ou
publicação dos resultados da pesquisa. Elaboração de trabalho monográfico.
Redação técnica e científica. Técnicas de redação. Interpretação e aplicação de
normas técnicas da ABNT.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABRAHAMSOHN, P. Redação científica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004,
269 p.
ANDERY, M. A. et al. Para Compreender a Ciência: Uma Perspectiva Histórica.
12. ed. São Paulo: Educ, 2003.
106
Bacharelado em Engenharia de Computação
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 5892. Norma para
datar. Rio de Janeiro: ABNT, 1989
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
NBR 6022:2003. Informação e documentação – artigo em publicação periódica
científica impressa – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003.
NBR 6023:2002. Informação e documentação – referências – elaboração. Rio de
Janeiro: ABNT, 2002.
NBR 6024:2003. Informação e documentação – numeração progressiva das
seções de um documento escrito – apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003.
NBR 6027:2003. Informação e documentação – sumário – apresentação. Rio de
Janeiro: ABNT, 2003.
NBR 6028:2003. Informação e documentação – resumo – apresentação. Rio de
Janeiro: ABNT, 2003.
NBR 6029:1993. Apresentação de livros. Rio de Janeiro: ABNT, 1993.
BR 6033:1989. Ordem alfabética. Rio de Janeiro: ABNT, 1989.
NBR 6034:2004. Informação e documentação – índice - apresentação. Rio de
Janeiro: ABNT, 2004.
NBR 10520:2002. Informação e documentação – citações em documentos apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2002.
NBR 10523:1988. Entrada para nomes de língua portuguesa em registros
bibliográficos. Rio de Janeiro: ABNT, 1988.
NBR 10526:1988. Editoração de traduções. Rio de Janeiro: ABNT, 1988.
NBR 10719:1989. Apresentação de relatórios técnicos-científicos. Rio de
Janeiro: ABNT, 1989.
NBR 12225:2004. Informação e documentação – lombada – apresentação. Rio
de Janeiro: ABNT, 2004.
NBR 12256:1992. Apresentação de originais. Rio de Janeiro: ABNT, 1992.
107
Bacharelado em Engenharia de Computação
NBR 14724:2005. Informação e documentação – trabalhos acadêmicos –
apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2005.
NBR 15287:2005. Informação e documentação – projeto de pesquisa –
apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2005.
CRESSWELL, J. W. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e
misto. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2007.
MARTINS, G. A. Estudo de caso: uma estratégia de pesquisa. São Paulo: Atlas,
2006.
MEDEIROS, J. B.; TOMASI, C. Redação Técnica - Elaboração de Relatórios
Técnico Científicos e Técnica de Normalização Textual. São Paulo: Atlas, 2010.
MEDEIROS, J. B. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos e
resenhas. 8 ed. São Paulo: Atlas, 2006.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Inovação e Tecnologia
32
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
SIGLA:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Compreender
a
relação
dos
conceitos
de
inovação
e
tecnologia,
desenvolvimento tecnológico e os fundamentos da gestão tecnológica. Além disso,
permitir ao aluno conhecer as áreas de atuação das engenharias: minas, controle e
automação, transporte, química e computação, e suas implicações (política,
econômica) para a sociedade.
108
Bacharelado em Engenharia de Computação
EMENTA
Ciência e tecnologia. Inovação tecnológica. Indicadores de inovação
tecnológica. Gestão tecnológica. Estratégias Tecnológicas. As novas tecnologias e
suas implicações sociais. Áreas de atuação das engenharias: transporte, química,
computação, controle e automação e minas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SOUZA NETO, J. A. et al. Gestão da inovação tecnológica. Brasília: Paralelo 15 –
ABIPTI, 2006.
TIGRE, P. B. Gestão da Inovação: a economia da tecnologia no Brasil. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2006.
TARAPANOFF, K. Inteligência Organizacional e competitiva. Brasília: Editora
UNB, 2001.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
CORAL, E.; OGLIARI, A.; ABREU, A. F. Gestão integrada da inovação: estratégia,
organização e desenvolvimento de produtos. São Paulo: Atlas, 2008.
LIANZA, S.; ADDOR, F. Tecnologia e desenvolvimento social e solidário. Porto
Alegre: Editora da UFRGS, 2005.
WARSCHAUER, M. Tecnologia e inclusão social: a exclusão digital em debate.
São Paulo: Editora Senac, 2006.
BRUNO, L. Organização, trabalho e tecnologia. São Paulo: Atlas, 1986.
HESSELBEIN, F. A organização do futuro. São Paulo: Editora Futura, 2000.
109
Bacharelado em Engenharia de Computação
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Cálculo II
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Continuar o desenvolvimento dos primeiros conceitos de Matemática Superior
fazendo o estudo da Integral de funções reais de uma variável real e aplicar as
técnicas aprendidas na resolução de problemas que surgem em Engenharia.
EMENTA
A Antiderivada de uma função. Integral indefinida e Definida. Técnicas de
Integração. Cálculo de Áreas e Volumes. Aplicações
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
J. STEWART. Cálculo. Vol. II, Pioneira Thompson Learning, 2001.
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. vol. 1, 2, 3 e 4. 5.ed. Rio de Janeiro,
LTC, 2001.
BOYCE, W.E. E DIPRIMA, R. C. Equações Diferenciais Elementares e Problemas
de Valores de Contorno. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 2003
BIBLIOGRAFIA
110
Bacharelado em Engenharia de Computação
COMPLEMENTAR
EDWARDS JR., C. H.; PENNEY, D. E. Cálculo com Geometria Analítica. Vols. 2
e 3, Prentice Hall do Brasil, 1997.
AL SHENK. Cálculo e Geometria Analítica. Vol. 2. Editora Campus, 1995.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Vol. II, 3. Edição, Harbra 1994.
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. Vol. II, 2. Edição, Makron
Books, 1995.
KAPLAN & LEWIS. Cálculo e Álgebra Linear. Vol. 4 Edgar Blutcher, 1982.
DE FIGUEIREDO, D. G., Equações Diferenciais Aplicadas. Rio de Janeiro: SBM
- Coleção Matemática Universitária, 2001.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Física II
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Permitir ao aluno conhecer e interpretar os fenômenos que envolvem a
termodinâmica, oscilação e ondas.
EMENTA
Fluidos. Calor e temperatura. Leis da termodinâmica. Teoria cinética dos gases.
Oscilações e ondas.
111
Bacharelado em Engenharia de Computação
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Fundamentos de Física: Gravitalção,
Ondas, Termodinâmica. 8.ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2012.
v. 2.
NUSSENZVEIG, Hersh M. Curso de Física Básica: Fluidos, Oscilações e Ondas
Calor. 5.ed. São Paulo: Edgar Blucher, 2014. v. 2.
SEARS, Francis Weston; ZEMANSKY, Mark Waldo; YOUNG, Hugh D.;
FREEDMAN, Roger A. Física II: Termodinâmica e Ondas. 12. ed. São Paulo, SP:
Pearson Addison Wesley, 2008. vol 2.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
TIPLER, P. A. Física: para cientistas e engenheiros. 6. ed. Rio de janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 2009. v. 2.
ALONSO, M.; FINN, E. J. Física: um curso universitário. São Paulo: E. Blucher,
2001. v. 2.
CUTNELL, J. D.; JOHNSON, K. W. Física .Vol. 2. 1. ed. LCT, 2006.
MCKELVEY, J. P., GROTCH, H. Física. São Paulo, HARBRA, 1979, v.2.
FEYNMAN, R. P.; LEIGHTON, R. B.; SANDS, M. The Feynman Lectures on
Physics. Vol. 1, Ed. Addison-Wesley Publishing Company, 1966.
112
Bacharelado em Engenharia de Computação
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Química Geral
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Introduzir conceitos de química, com ênfase na correlação entre estrutura da
matéria e suas propriedades físico-químicas. Descrever e interpretar as
propriedades dos elementos e seus principais compostos, possibilitando o
estabelecimento de relações entre estruturas e as propriedades das substâncias
químicas, principalmente as de caráter inorgânico.
EMENTA
Teoria atômica e Molecular. Química dos Sólidos, Líquidos e Gases. Equilíbrio
Químico e Cálculos Estequiométricos. Reações Químicas e Soluções.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ATKINS, P., JONES L., Princípios de Química Questionando a Vida Moderna e
o Meio Ambiente. Peter Atkins, Loretta Jones, Editora Bookman Companhia, 2011.
MAHAN, B. M., MYERES, R. J. Química um curso universitário. São Paulo: editora
Edgard Blucher, 1998.
BROWN, L. S.; HOLME, T. A. Química Geral Aplicada a Engenharia. Editora
Cengage, 2009.
113
Bacharelado em Engenharia de Computação
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
Química - A Ciência Central. Bursten, Brown, Lemay, Editora Prentice Hall Brasil,
2008.
JOESTEN, M. D., et al. World of Chemistry, USA: Saunders Colege Publishing,
1991.
BRADY, J. E., HUMISTON, G. E., Química Geral. Volume 1 e 2, Rio de Janeiro:
Editora Livros Técnicos e Científicos, 1986.
KOTZ, J. C.; TREICHEL, P. J. Química e Reações Química. 3. ed. Rio de Janeiro,
Livros Técnicos e Científicos, v. 1, 1998, 1 – 458 p.
RUSSEL, J. B. Química Geral. vols. 1 e 2, trad. Maria Guekezian, et. al., 2. ed., São
Paulo: Editora McGraw-Hill do Brasil, 1994.
114
Bacharelado em Engenharia de Computação
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Álgebra Linear e Geometria Analítica
96
CÓDIGO
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Apresentar ao aluno os conteúdos básicos de geometria analítica com um
tratamento vetorial e os conceitos básicos de Álgebra Linear.
EMENTA
Vetores. Operação com Vetores. Dependência e independência linear.
Produtos escalar, vetorial e misto. Estudo da reta. Estudo do plano. Espaços
Vetoriais.
Base.
Dimensão.
Transformações
Lineares.
Diagonalização
de
Operadores. Cônicas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOULOS, P.; CAMARGO, I. Geometria Analítica. Um Tratamento Vetorial, Makron
Books do Brasil Editora, 1987, São Paulo.
CAROLI, A.; CALLIOLI, C. A.; FEITOSA, M. O. Matrizes, Vetores e Geometria
Analítica. 9. edição, Nobel, 1978, São Paulo.
Simmons, G. F., Cálculo com Geometria Analítica. Volume 1, Makron Books do
Brasil Editora, São Paulo.
WINTERLE, P. Vetores e Geometria Analítica, Makron Books do Brasil. Editora,
115
Bacharelado em Engenharia de Computação
2000, São Paulo.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
WEXLER, C. Analitic Geometry a Vector Approach, Addison-Wesley, 1964.
BOLDRINI, J. L.; COSTA, S. I. R.; FIGUEIREDO, V. L.; WETZLER, H. G. Álgebra
linear, Harbra. São Paulo, 3. edição, 1986.
BANCHOFF, T.; WERMER, J. Linear Algebra Through Geometry, 2nd ed.,
Springer, 1991.
LANG, S. Álgebra Linear. Editora Edgard Blücher Ltda, Editora da Universidade de
Brasília, 1971.
SANTOS, R. J. Matrizes Vetores e Geometria Analítica, Imprensa Universitária
da UFMG - Belo Horizonte - março /2006.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Probabilidade e Estatística
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Apresentar ao aluno os conceitos básicos de estatística e teoria das
probabilidades.
EMENTA
116
Bacharelado em Engenharia de Computação
Estatística descritiva: Resumo de Dados. Medidas de Posição. Medidas de
Dispersão. Técnicas de Amostragem. Probabilidade: Variáveis aleatórias discretas e
contínuas. Teorema de Bayes. Distribuições de probabilidades discretas.
Distribuições de probabilidade contínuas. Estimação. Teoria da decisão. Regressão
e correlação linear.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MAGALHÃES, M. N.; LIMA, A. C. P. L. Noções de probabilidade e estatística. São
Paulo EDUSP 2005.
USSAB, W. O.; MORETTIN, P. A. Estatística Básica. Saraiva (preferencialmente a
6. Edição).
WALPOLE, R. E.; MYERS, R. H.; MYERS, S. L.; YE, K. Probabilidade e Estatística
p/Engenharia e Ciências. 8. ed., 2009.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
MEYER, P. Probabilidade: Aplicação à Estatística, 1983 (2. edição), Livros
Técnicos e Científicos Editora.
MONTGOMERY, D. C.; GOLDSMAN, D. M.; HINES, W. W. Probabilidade e
Estatística na Engenharia. 4. ed., Editora LTC, 2006.
HINES, W. W.; MONTGOMERY, D. C.; GOLDSMAN, D. M. Probabilidade e
Estatística na Engenharia. 2011, Grupo GEN – LTC.
BERTSEKAS, D. P.; TSITSIKLIS, J. N. Introduction to Probability. 2. ed. Belmont,
Mass: Athena Scientific.
ASH, R. Basic Probability Theory. Dover Publications, 2008.
117
Bacharelado em Engenharia de Computação
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Oficina de Iniciação Cientifica
32
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Introduzir os estudantes nas atividades científicas e engajá-los na pesquisa;
dessa forma incentivando potenciais talentos mediante a participação dos jovens em
diversos projetos científicos.
EMENTA
Pesquisa Científica. Projetos de Extensão. O Método Científico. Ciência e
Desenvolvimento. Atividades Práticas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GONÇALVES, E. P. Conversas Sobre Iniciação a Pesquisa Científica. Editora
ALINEA, Edição: 5, 2011.
QUEIROZ, S. L.; MASSI, L. Iniciação Cientifica no Ensino Superior:
Funcionamento e Contribuições. Editora: ATOMO, 2010.
LACEY, H. Valores e Atividade Científica. V. 2 Coleção: Estudos Sobre a Ciência
e a Tecnologia. Editora 34, 2010.
118
Bacharelado em Engenharia de Computação
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
Calazans, M. J. C. Iniciação Científica: Construindo o Pensamento Crítico.
Editora: CORTEZ, 1999.
RUDIO, F. V. Introdução ao Projeto de Pesquisa Científica. Petrópolis: Vozes,
1981.
LAKATOS, E. M.; MARCONI ANDRADE, M. Metodologia Científica. 2. ed. São
Paulo: Atlas, 1991.
DEMO, P. Pesquisa e Construção do Conhecimento. Rio de Janeiro: Tempo
Brasileiro, 1994.
MEDEIROS, J. B. Redação Científica. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Cálculo III
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Desenvolver no aluno a habilidade de raciocinar com quantidades
infinitesimais. Dar continuidade ao estudo do cálculo apresentando sequências e
séries bem como introduzir o cálculo de funções reais de várias variáveis reais.
EMENTA
119
Bacharelado em Engenharia de Computação
Sequencias de números reais. Séries de números reais. Séries de potência.
Funções de várias variáveis. Limite e Continuidade. Gradientes.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. vol. 1, 2, 3 e 4. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC,
2002.
THOMAS, G. B. Cálculo. V.2, 10. ed., Addison-Wesley, São Paulo, (2002).
STEWART, J. Cálculo. vol. 2, 4 ed, São Paulo:Pioneira, 2001.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
ÁVILA, G.: Cálculo. (3 volumes). LTC, 1994.
AVRITZER, D.; CARNEIRO, M. J. D. Lições de Cálculo Integral em Várias
Variáveis. CAED-UFMG, 2012.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. (2 volumes). Harbra, 1994.
MARSDEN, J.E.; TROMBA, A. J. Vector Calculus. 4. edição. W. H. Freeman and
Co., 1996.
PINTO, D.; MORGADO, M. C. F. Cálculo Diferencial e Integral de Funções de
Várias Variáveis. Editora UFRJ, 1999.
PISKUNOV, N. Cálculo Diferencial e Integral. (2 volumes), 6. edição. MIR, 1983.
SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria Analítica. (2 volumes). McGraw-Hill,
1987.
PIVAK, M. Calculus. 3. ed. Publish or Perish, 1994.
120
Bacharelado em Engenharia de Computação
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Física III
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Permitir ao aluno conhecer e interpretar os fenômenos que envolvem a
eletricidade e magnetismo.
EMENTA
Carga elétrica e Campo elétrico. Potencial elétrico. Capacitância e dielétricos.
Corrente elétrica e resistência elétrica. Campo magnético e força magnética. Indução
eletromagnética. Noções de magnetismo da matéria.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HALLIDAY, D.; RESNICK, R. Fundamentos de Física. 8.ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 2009. v. 3.
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica: Eletromagnetismo. 4.ed. São
Paulo: Edgar Blucher, 1997. v. 3.
SEARS, F. W.; ZEMANSKY, M. W.; YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física III:
eletromagnetismo. 12. ed. São Paulo, SP: Pearson Addison Wesley, 2009. v 3.
121
Bacharelado em Engenharia de Computação
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
CHAVES, A. Física básica: eletromagnetismo. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2007;
SERWAY, R. A.; JEWETT, J. W. Princípios de física. Eletromagnetismo. São
Paulo, SP: Pioneira Thomson Learning, c2004-c2005. v. 3.
CUTNELL, J. D.; JOHNSON, K. W. Física. Vol.3. 1.ed. LCT, 2006.
ALONSO, M.; FINN, E. J. Física: um curso universitário. São Paulo: E. Blucher,
2001. v. 2.
FEYNMAN, R. P., LEIGHTON, R. B., SANDS, M. The Feynman Lectures on
Physics II: The New Millennium Edition: Mainly Electromagnetism and Matter.
Basic Books, New York, USA, 2011.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Estruturas de Dados
96
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Apresentar as principais estruturas de dados e mostrar suas aplicações em
problemas em Engenharia. Desenvolver habilidades úteis à análise e ao projeto de
algoritmos que manipulam estes tipos abstratos de dados.
EMENTA
Estruturas básicas para representação de informações: listas, pilhas, filas,
mapas, árvores e suas generalizações. Algoritmos para construção, consulta e
122
Bacharelado em Engenharia de Computação
manipulação de tais estruturas. Desenvolvimento, implementação e testes de
programas usando tais estruturas em aplicações específicas. Recursividade,
Retrocesso e enumeração. Algoritmos de Ordenação. Técnicas de Compactação de
Cadeias.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ZIVIANI, N. Projeto de Algoritmos: com implementações em Pascal e C.
Cengage Learning, 2010.
SZWARCTER, J. L. MARKENZON, L. Estruturas de Dados e Seus Algoritmos.
Editora LTC, 2010.
CELES, W.; CERQUEIRA, R. RANGEL, J. L. Introdução a Estrutura de Dados.
Campus, 2004.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
SEDGEWICK, R. Algorithms in C, 3rd. edition, vol. 1, Addison Wesley Longman,
1998.
SEDGEWICK, R. Algorithms. 4th ed. Addison-Wesley, 2011.
ROBERTS, E. The Art and Science of C. Addison-Wesley, 1995.
TENENBAUM, A. M. LANGSAM, Y. AUGENSTEIN, M. J. Estruturas de Dados
Usando C. Makron Books, 1995.
AHO, A.V. HOPCROFT, J. E. ULLMANN, J. Data Structures and Algorithms.
Addison-Wesley 1983.
WEISS, M. A. Data Structures & Algorithm Analysis in C++. Prentice Hall, 2013
DORZDEK, A. Estrutura de Dados e Algoritmos em C++, Thomson, 2002.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
123
Bacharelado em Engenharia de Computação
Circuitos Elétricos
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
64
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Capacitar o discente a analisar o funcionamento de circuitos elétricos, bem
com realizar montagem práticas em laboratórios.
EMENTA
Fundamentos de eletricidade. Estrutura da teoria dos circuitos: elementos
ativos e passivos. Regras fundamentais do circuito. Leis de Kirchhoff – método de
nós e método de malhas. Teoremas – circuitos equivalentes. Medidas elétricas e
magnéticas. Fundamentos da análise de circuitos. Elementos armazenadores de
energia. Circuitos de 1ª ordem RL e RC. Simulação em computador e experimentos
em bancada.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
HAYT, Jr. WILLIAM, H. KEMMERLY, Jack E. DURBIN, Steven M. Análise de
Circuitos em Engenharia. 8ª ed. McGraw-Hill. 2014. 864 p.
BOYLESTAD, Robert L. Introdução à análise de circuitos. 12ª ed. 2012. 976 p.
SADIKU, Matthew N. O. MUSA, Sarhan. ALEXANDER, Charles K. Análise de
Circuitos Elétricos com Aplicações. McGraw-Hill. 2014. 616 p.
BIBLIOGRAFIA
124
Bacharelado em Engenharia de Computação
COMPLEMENTAR
BURIAN, Yaro Jr. LYRA, Ana Cristina C. Circuitos elétricos. 1ª ed. Prentice Hall.
2006.
O'MALLEY, John. Análise de Circuitos. Coleção Schaum. 2ª ed. Bookman. 432 p.
2014.
NILSSON, James W. RIEDEL, Susan A. Circuitos elétricos. 8ª ed. 592 p. 2009.
NAHVI, Mahmood. EDMINISTER, Joseph A. Circuitos Elétricos. Coleção Schaum.
4ª ed. Bookman. 2005. 487 p.
IRWIN, J. David. Análise Básica de Circuitos Para Engenharia. 10ª ed. LTC. 700
p. 2013.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Eletrônica Analógica e Digital
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Permitir ao aluno compreender o funcionamento dos principais componentes
eletrônicos e sua atuação em circuitos analógicos e digitais. Fazer com que o aluno
desenvolva capacidade para descrever, analisar e realizar pequenos projetos
envolvendo aplicações de sistemas eletrônicos.
EMENTA
Sistemas de Numeração e Códigos. Dispositivos semicondutores. Circuitos
125
Bacharelado em Engenharia de Computação
Integrados Lineares. Sensores. Atuadores. Transdutores. Conceitos fundamentais
de circuitos lógicos. Família lógicas e circuitos integrados. Circuitos Combinacionais
lógicos e aritméticos. Circuitos Sequenciais. Flip-flop e dispositivos correlatos.
Registradores. Interfaces analógico-digital. Conversores A/D e D/A. Dispositivos de
memória. Projeto de sistema digital usando HDL. Simulação e montagem de circuitos
digitais em bancada.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
TOCCI, R. J. WIDNER, N. S. MOSS, G. L. Sistemas Digitais. 11º ed. Pearson. 2011.
MALVINO, A.; BATES, D. J. Eletrônica. Diodos, Transistores e Amplificadores.
7ª ed. McGraw-Hill. 429 p. 2011.
PEDRONI, V. Eletrônica Digital Moderna e VHDL. Campus, 2010.
AGARWAL, A. LANG, J. Foundations of Analog and Digital Electronic Circuits.
1. Ed. Morgan Kaufmann, 2005.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
CAPUANO, F. G. IDOETA, I. V. Elementos de Eletrônica Digital. Érica. 2008.
BROWN, S.; VRANESIC, Z. Fundamentals of Digital Logic with VHDL Design. 3
ed. McGraw-Hill. 960 p. 2008.
WAKERLY, J. F. Digital Design: Principles and Practices Package. Prentice Hall,
4ª ed. 2005.
CATHEY, J. J. Dispositivos e Circuitos Eletrônicos. Coleção Schaum. 2ª ed. 2003.
304 p.
MAINI, A. K. Digital Electronics - principles, devices and applications. Wiley,
2007.
VAHID, F. Digital Design. Wiley, 2007.
126
Bacharelado em Engenharia de Computação
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Fundamentos de Engenharia Econômica
32
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Habilitar os participantes a tomarem decisões econômicas e financeiras
utilizando matemática financeira e métodos de análises na seleção de alternativas
quantitativas e qualitativas. Estudar métodos de avaliação e de análise do valor.
Desenvolver os elementos de análise e síntese na avaliação de projetos. Ressaltar
a relevância da análise econômico-financeira nos projetos da área de forma ética e
socialmente responsável. Desenvolver a capacidade de avaliação econômicofinanceira e conscientização de um estudo contínuo e sistemático da disciplina.
Realizar trabalhos individuais e em grupos. Desenvolver capacidade para: (a) análise
e desenvolvimento de produtos, projetos, e empresas; (b) análise crítica dos modelos
técnicos e econômicos empregados e (c) capacidade de formulação e de avaliação
técnica e econômica de sistemas de engenharia.
EMENTA
Variável tempo: juros simples, juros compostos. Matemática financeira.
Métodos de amortização. Equivalência de métodos. Métodos de Decisão.
Renovação e substituição de equipamentos. Depreciação. Análise de Projetos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
127
Bacharelado em Engenharia de Computação
ADLER, H. A. Avaliação econômica dos projetos de transportes. Tradução de
Heitor Lisboa de Araújo. Livros Técnicos e Científicos Editora S/A. Rio de Janeiro,
1978.
FERREIRA, R. G. Engenharia Econômica e Avaliação de Projetos de
Investimento – Critérios de Avaliação, Financiamentos e Benefícios Fiscais e
Análise de Sensibilidade e Risco. São Paulo, Editora Atlas S. A. São Paulo, 2009.
SAMANEZ, C. P. Engenharia Econômica. Editora Prentice Hall. São Paulo, 2009.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
BRUNI, A. L.; FAMA, R. Matemática Financeira com HP 12 e Excel. Ed. Atlas. São
Paulo, 2004.
BRUNSTEIN, I. Economia de empresas. Ed. Atlas. São Paulo, 2005
CÔRTES, J. G. P. Análise e Previsão da Procura. Escola de Engenharia de
Produção/UFRJ. Rio de Janeiro, 1995.
CÔRTES, J. G. P. & outros. Técnicas qualitativas de previsão- metodologia e
aplicações. Programa de Engenharia de Produção COPPE/UFRJ. Rio de Janeiro,
1992.
CURY, M. V. Q. Matemática Financeira. MBA em Gestão Empresarial. FGV. Rio de
Janeiro, 2000.
CURY, M. V. Q. Análise de projetos. MBA Executivo em Finanças. FGV. Rio de
Janeiro, 2001.
HIRSCHFELD, H. Engenharia Econômica e Análise de Custos. Ed Atlas. São
Paulo, 2000.
WOILER, S.; MATHIAS, W. F. Projetos – Planejamento, Elaboração e Análise. 2.
Edição – Editora Atlas S.A. São Paulo, 2010.
PILÃO, N. E.; HUMMEL, P. R. V. Matemática Financeira e Engenharia
Econômica. Ed. Thomson. São Paulo, 2004.
128
Bacharelado em Engenharia de Computação
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Cálculo IV
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
SIGLA:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Apresentar ao aluno os conteúdos de cálculo diferencial de várias
variáveis.
EMENTA
Revisão de funções de várias variáveis reais. Transformações. Fórmula de
Taylor. Integrais Múltiplas. Teorema de Green. Teorema de Stokes.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GUIDORIZZI, H.L., Um curso de cálculo, 5ed, vol. 2, 3, Rio de Janeiro: Livros
técnicos e científicos editora, 2002.
STEWART, J,.Cálculo, vol. 1, 2, 4 ed. São Paulo: Pioneira, 2001.
THOMAS, G.B. Cálculo, vol. 2, 10 ed. São Paulo: Addison-Wesley, 2002
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
129
Bacharelado em Engenharia de Computação
GUIDORIZZI, H.L., Um Curso de Cálculo, vol. 4, 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
THOMAS, G.B. Cálculo, V.2, 10ª ed., Addison-Wesley, São Paulo, (2002).
STEWART, J., Cálculo, vol. 2, 4 ed. São Paulo: Pioneira, 2001.
ÁVILA, G.: Cálculo (3 volumes). LTC, 1994.
AVRITZER, D. & CARNEIRO, M. J. D. : Lições de Cálculo Integral em Várias
Variáveis. CAED-UFMG, 2012.
GUIDORIZZI, H.: Um Curso de Cálculo (4 volumes). LTC, 2001.
LEITHOLD, L.: O Cálculo com Geometria Analítica (2 volumes). Harbra, 1994.
MARSDEN, J.E. and TROMBA, A.J.: Vector Calculus, 4ª ed. W.H.Freeman and Co.,
1996.
PINTO, D. e MORGADO, M.C.F. : Cálculo Diferencial e Integral de Funções de
Várias Variáveis. Editora UFRJ, 1999
PISKUNOV, N.: Cálculo Diferencial e Integral (2 volumes), 6ª ed. MIR, 1983.
SIMMONS, G. F.: Cálculo com geometria Analítica (2 volumes). McGraw-Hill,
1987.
SPIVAK, M.: Calculus. 3 l, 1ção. Publish or Perish, 1994.
130
Bacharelado em Engenharia de Computação
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Fundamentos Matemáticos para Computação
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Apresentar ao aluno uma visão geral sobre a escrita formal matemática.
Fazer com que o aluno desenvolva capacidade para analisar, entender e modelar
problemas em matemática discreta.
EMENTA
Conceitos básicos de matemática discreta e de lógica para computação.
Técnicas de provas e indução matemática. Relações e conceitos de teoria de
grafos. Modelagem de problemas usando grafos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GERSTING, J. Fundamentos Matemáticos para a Ciência da Computação. 5th
ed. LTC, 2004.
VELLEMAN, D. J. How to Prove It: A Structured Approach. Cambridge University
Press; 2 ed. 2006.
CHARTRAND, G. POLIMENI, A. D. ZHANG, P. Mathematical Proofs: A Transition
to Advanced Mathematics. 3rd ed. Pearson, 2012.
131
Bacharelado em Engenharia de Computação
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
EPP.S. S. Discrete Mathematics with Applications. Cengage Learning, 2010.
ROSEN,
K.
Discrete
Mathematics
and
Its
Applications.
McGraw-Hill
Science/Engineering/Math, 2011.
MANBER, U. Introduction to Algorithms, 1ª.ed. Addison-Wesley, 1989.
KNUTH, D. E. GRAHAN, J. Matemática Concreta: Fundamentos para Ciência da
Computação. 2ª.ed. LTC, 2011.
HUNTER, D. Essentials Of Discrete Mathematics. Jones & Bartlett Learning,
2010.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Banco de Dados
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Expor os principais fundamentos de banco de dados e os sistemas
gerenciadores que administram sua utilização. Permitir ao aluno entender técnicas
de modelagem e implementação de bancos de dados.
EMENTA
Modelagem e projeto de banco de dados; Banco de dados relacional e
orientado a objetos. Linguagens de consulta e manipulação de dados; Sistemas de
132
Bacharelado em Engenharia de Computação
Gerência de Banco de Dados: arquitetura, gerenciamento de transações, controle
de concorrência, recuperação, processamento e otimização de consultas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ELMASRI,
R.; NAVATHE, S. B. Sistemas de Bancos de Dados. 6a. Ed.
Addison-Wesley, 2011.
RAMAKRISHNAN, R.; GEHRKE, J. Database Management Systems, 3a. Ed.
McGraw-Hill, 2002.
SILBERSCHATZ,
A.; KORF, H. F.; SUDARSHAN, S. Sistemas de Banco de
Dados, 6a. Ed. Elsevier, 2012.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
DATE, C. J. Introdução a Sistemas de Bancos de Dados, Editora Campus,
2004.
GARCIA-MOLINA, H.; ULLMAN, J. D.; WIDOM, J. Database Systems: The
Complete Book, 2. ed. Prentice Hall, 2008.
HEUSER,
C. A. Projeto de Banco de Dados, 5a. ed. Sagra Luzzato, 2004.
CORONEL, C.;
MORRIS,
S.;
ROB,
P..
Database
Systems:
Design,
Implementation, and Management. Cengage Learning, 2012.
JUKIC,
N.; VRBSKY S.; NESTOROV, S. Database Systems: Introduction to
Databases and Data Warehouses. Prentice Hall, 2013.
133
Bacharelado em Engenharia de Computação
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Microcontroladores e Sistemas Digitais
64
CÓDIGO
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
SIGLA:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Permitir
ao
aluno
compreender
o
funcionamento
dos
principais
componentes e arquiteturas dos microcontroladores modernos. Fazer com que o
aluno desenvolva capacidade para descrever, analisar e realizar simulações e
pequenos projetos envolvendo Hardware, Software e Firmware.
EMENTA
Microcontroladores: arquitetura e programação. Memória. Dispositivos de
entrada e saída. Dispositivos lógicos programáveis: PLD e CPLD. Projeto digital
usando HDL e VHDL. Aplicações e Projeto Integrado de Hardware, Software e
Firmware.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FLOYD, T. Sistemas Digitais: Fundamentos e Aplicações. 7 ed. Artmed. 2007.
PEDRONI, V. A. Eletrônica Digital Moderna e VHDL. Campus/Elsevier, 2010.
BROWN, S.; VRANESIC, Z. Fundamentals of Digital Logic with VHDL Design. 3
ed. McGraw-Hill, 2008.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
134
Bacharelado em Engenharia de Computação
TOCCI, R. J. WIDNER, N. S. MOSS, G. L. Sistemas Digitais. 11º ed. Pearson. 2011.
WEST, N.; HARRIS, D. CMOS VLSI Design: A Circuits and Systems Perspective.
3 ed. Addison Wesley, 2003.
WAKERLY, J. F. Digital Design: Principles and Practices Package. Prentice Hall,
4ª ed, 2005.
MAINI, A. K. Digital Electronics - principles, devices and applications. Wiley,
2007.
VAHID, F. Digital Design. Wiley, 2007.
COSTA, C.; MESQUITA, L.; PINHEIRO, E. Elementos de Lógica Programável
com VHDL e DSP - Teoria e Prática. 1.a ed. Érica, 2011.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Programação Orientada a Objetos
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Permitir ao aluno entender os conceitos básicos, técnicas e problemas
relacionados à programação orientada a objetos.
EMENTA
Conceitos básicos e avançados de programação orientada a objetos.
135
Bacharelado em Engenharia de Computação
Aplicação dos conceitos usando uma linguagem orientada a objetos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
VAREJÃO, F. Linguagens de Programação - Conceitos e Técnicas. Campus
Elsevier, 2004.
GOODRICH,
M. T.; TAMASSIA, R. Estruturas de Dados e Algoritmos em
JAVA. Bookman, 2007.
MEYER, Bertrand. Object-Oriented Software Construction, 2a ed. Prentice Hall,
2000.
BARNES, J. D.; KÖLLING, M. Programação Orientada a Objetos com Java.
Pearson, 2004.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
RUMBAUGH et. al. Object-Oriented Modeling and Design; Prentice-Hall, 1991.
DEITEL, H. M., DEITEL, P. J. Java: Como Programar. Pearson Brasil, 2005.
ECKEL, B. Thinking in Java. Prentice Hall, 2005.
GAMMA et. al. Padrões de Projeto. Bookman, 2002.
BUDD, T.. An Introduction to Object Oriented Programming, Addison-Wesley,
1996.
136
Bacharelado em Engenharia de Computação
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Fundamentos de Fenômenos de Transporte
32
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Desenvolver no estudante o entendimento de conceitos físicos, equações
básicas de difusão, fenomenologia dos escoamentos, equações diferenciais de
conservação, equações microscópicas de conservação, analogias com outras
disciplinas. Desenvolver no estudante as habilidades: analíticas, matemáticas,
numéricas e experimentais. Estabelecer relações entre os tópicos abordados e o
comportamento de sistema termo/fluido/dinâmicos e metodologia de projeto.
EMENTA
Transporte de quantidade de movimento. Transporte de energia-calor.
Transporte de massa. Aplicação da análise dimensional aos fenômenos de
transporte. Resultados empíricos em fenômenos de transporte. Problemas de
transientes.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRUNETTI, F. Mecânica dos Fluídos. PEARSON EDUCATION DO BRASIL. 2 Ed.,
2008.
BOHN, M. S.; KREITH, F. Princípios de Transferência de Calor. Thomson
Pioneira. 1 Ed. 2003.
BENNET, C. O.; MYERS, T. E. Fenômenos de Transporte. São Paulo, McGraw-
137
Bacharelado em Engenharia de Computação
Hill do Brasil.1980.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
GILES, R V. Mecânica dos Fluídos e Hidráulica. São Paulo, McGraw-Hill do Brasil
Ltda.1982.
BARRY, A. B. Construction measurementes. John Wiley e Sons, 1988.
SHAMES, I. H. Mecânica dos Fluídos, vols. 1 e 2, São Paulo, Edgard Blücher.1980.
STREETER, V. L. Mecânica dos Fluídos. São Paulo, McGraw-Hill do Brasil
Ltda.1980.
BIRD, R. B.; STEWART, W. E.; LIGHTFOO E. N.. Transport Phenomena, 2 ed.
Revisada. John Wiley & Sons, 2006.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Fundamentos da Física do Estado Sólido
32
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Permitir ao aluno conhecer e interpretar os fenômenos que envolvem óptica,
a mecânica quântica e a física do estado sólido.
EMENTA
138
Bacharelado em Engenharia de Computação
Introdução à Física quântica. Introdução à Física do Estado sólido.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KITTEL, C. Introdução à Física do Estado Sólido. São Paulo: Editora LTC, 2006.
OLIVEIRA, I. S. JESUS, V. L. B. Introdução à Física do Estado Sólido. São Paulo:
Editora Livraria da Física, 1°ed., 2005.
HALLIDAY, D. RESNICK, R. WALKER, J. Fundamentos de Física. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 1995. v. 4..
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
SEARS, F. W.; ZEMANSKY, M. W.; YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física IV:
Óptica e Física Moderna. 12.ed
NUSSENZVEIG, M. H. Física básica: Ótica, Relatividade, Física quântica. São
Paulo: Editora Blucher, 1°.ed, 1998.
EISBERG, R. RESNICK, R. Quantum Physics of Atoms, Molecules, Solids,
Nuclei and Particles, 2nd edition, John Wiley & Sons, 1985.
139
Bacharelado em Engenharia de Computação
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Projeto e Análise de Algoritmos
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Apresentar ao aluno uma visão geral sobre projeto e análise de algoritmos.
Fazer com que o aluno desenvolva capacidade para projetar algoritmos eficientes e
analisá-los. Apresentar técnicas para provar a correção de algoritmos.
EMENTA
Técnicas de projeto e análise de algoritmos. Análise de Recorrências. Indução
e Invariantes de laços. Programação dinâmica e algoritmos gulosos. Algoritmos para
problemas em Grafos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CORMEN, T. H.; LEISERSON, C.; RIVEST, R.; STEIN, C. Algoritmos - Teoria e
Prática. 3 ed. Editora Campus, 2012.
MANBER, U. Introduction to Algorithms. 1 ed. Addison-Wesley, 1989.
DASGUPTA, S.; PAPADIMITRIOU, C; VAZIRANI, U. Algorithms. McGraw-Hill,
2006.
BIBLIOGRAFIA
140
Bacharelado em Engenharia de Computação
COMPLEMENTAR
SEDGEWICK, R. An Introduction to the Analysis of Algorithms. Addison-Wesley
Professional, 2013.
ZIVIANI, N. Projeto de Algoritmos: com implementações em Pascal e C.
Cengage Learning, 2010.
SEDGEWICK, R.; WAYNE, K. Algorithms, 4 ed. Addison-Wesley, 2011
KLEINBERG, J. Algorithm Design. Addison-Wesley, 2005.
MCCONNELL, J. Analysis Of Algorithms. Jones & Bartlett Learning, 2007.
AHO, A. V.; HOPCROFT, J. E.; ULLMAN, J. D. The Design and Analysis of
Computer Algorithms. Addison-Wesley, 1974.
KNUTH, D. E. The Art of Computer Programming, Vol I: Fundamental Algorithms.
Addison-Wesley, 2011.
KNUTH, D. E. The Art of Computer Programming, Vol II: Seminumerical
Algorithms. Addison-Wesley, 2011.
KNUTH, D. E. The Art of Computer Programming, Vol III: Sorting and Searching.
Addison-Wesley, 2011.
KNUTH, D. E. The Art of Computer Programming, Vol IV: Combinatorial
Algorithms. Addison-Wesley, 2011.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Inteligência Artificial
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
141
Bacharelado em Engenharia de Computação
Permitir ao aluno entender as ideias fundamentais da Inteligência Artificial e
algumas características relacionadas à implementação desse tipo de sistemas.
EMENTA
Agentes inteligentes. Resolução de problemas por meio de busca. Busca
informada e por exploração. Satisfação de restrições. Agentes que raciocinam
logicamente. Planejamento. Conhecimento incerto. Sistemas de Raciocínio
Probabilístico.
Aprendizagem
por
Observações.
Aprendizagem
estatística.
Aprendizagem por reforço. Agentes que Comunicam. Princípios de Robótica
Inteligente. Percepção.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
NORVIG, P.; RUSSEL , S. Inteligência Artificial, Elsevier - Campus, 3. ed. 2013.
LUGER, G. F.. Inteligência Artificial - Estruturas e Estratégias para a Solução
de Problemas Complexos. 4a. Ed. Bookman. 2004.
NILSSON,
N. Artificial Intelligence: A New Synthesis. Morgan Kaufmann,
1998.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
BRATKO,
I. Prolog Programming for Artificial Intelligence. Addison Wesley,
3rd. ed. 2001.
GENENSERETH, M.;
NILSSON,
N.
Logical
Foundations
of
Artificial
Intelligence. Morgan Kaufmann, 1988.
BRACHMAN,
R.;
LEVESQUE,
H.
Knowledge
Representation
and
Reasoning. Morgan Kaufmann, 2004.
BISHOP,
C. M. Pattern Recognition and Machine Learning. Springer Verlag
Publishing, 2006.
142
Bacharelado em Engenharia de Computação
FACELI,
K.; LORENA, A. C.; GAMA, J. A. C. de CARVALHO
P. L. F.
Inteligência Artificial: Uma Abordagem de Aprendizado de Máquina. Genio.
(2011).
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Computação Gráfica
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Introduzir conceitos de computação gráfica, fornecendo conhecimento teórico
para a criação de imagens sintéticas e também experiência prática no
desenvolvimento de programas gráficos interativos.
EMENTA
Origem e objetivos da Computação Gráfica. Dispositivos Gráficos.
Transformações geométricas 2D e 3D. Conversão Matricial e Preenchimento.
Modelagem. Iluminação. Tonalização. Aplicação de Texturas. Técnicas de antiserrilhado.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
VELHO, L.; GOMES, J. - Sistemas Gráficos 3D, Rio de Janeiro, IMPA, 2001. 330p.
(Série de Computação e Matemática) ISBN 85-224-0167-2.
143
Bacharelado em Engenharia de Computação
AZEVEDO, E.; CONCI, A. Computação Gráfica - Teoria e Prática, Editora
Campus. 2003.
HUGHES,
J. F.; DAM, A.; MCGUIRE, M.; SKLAR, D. F.. Computer Graphics:
Principles and Practice. 3 ed. Addison-Wesley Professional, 2013.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
GORTLER, S. J. Foundations of 3D Computer Graphics. The MIT Press, 2012.
COHEN, M.; MANSSOUR, LH. - OpenGL - Uma abordagem prática e Objetiva,
Novatec, 2005.
ANGEL E. - lnteractive computer graphics with WebGL. Pearson, 2005.
ANGEL. E. – OpenGL: A Primer. 3.a ed. Pearson, 2008.
HEARN,
D. D.; BAKER, M. P.; CARITHERS, W. Computer Graphics with Open
GL. Prentice Hall, 2010.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Redes de Computadores
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Permitir ao aluno entender os conceitos básicos de redes de computadores.
Habilitar o aluno para projetar, instalar e configurar redes locais.
144
Bacharelado em Engenharia de Computação
EMENTA
Noções básicas de redes de computadores: tipos de enlace, códigos, modos
e meios de transmissão. Redes de computadores: locais, metropolitanas e de longa
distância. Terminologia e aplicações, topologias, modelos de arquitetura e
protocolos. Interconexão de redes. Níveis de transporte e de aplicação. Redes sem
Fio e Redes Móveis.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
TANENBAUM, A. S. Redes de Computadores. Editora Campus, 2003.
KUROSE, J. F.; ROSS, K. W. Redes de Computadores e a Internet. Addison
Wesley Brasil, 2010.
DERSLER, F. J. Guia para Interligação de Redes Locais. Editora Campos, 1993.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
DERSLER, F. J. Guia de Conectividade. Editora Campos, 1993.
COMER, D. Internetworking with TCP/IP. V.1, Prentice Hall, 1992.
STALLINGS, W. High Speed Networks and Internets: Performance and Quality
of Service, Prentice Hall, 2001.
MATTHEWS, J. Computer Networking: Internet Protocols in Action. Wiley, 2005.
FOROUZAN, B. Data Communications and Networking. McGraw-Hill, 2006..
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Laboratório de Microcontroladores e Sistemas
Digitais
32
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
SIGLA:
145
Bacharelado em Engenharia de Computação
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Apresentar conhecimentos que permitem ao aluno desenvolver aplicações
utilizando microcontroladores. Fazer com que o aluno desenvolva capacidade para
desenvolver e realizar pequenos projetos envolvendo Hardware, Software e
Firmware.
EMENTA
Aplicação
prática
do
conteúdo
programático
da
disciplina
de
Microcontroladores e Sistemas Digitais. Projetos, desenvolvimento e simulação em
microcontroladores.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FLOYD, T. Sistemas Digitais: Fundamentos e Aplicações. 7 ed. Artmed. 2007.
PEDRONI, V. A. Eletrônica Digital Moderna e VHDL. Campus/Elsevier, 2010.
BROWN, S.; VRANESIC, Z. Fundamentals of Digital Logic with VHDL Design. 3
ed. McGraw-Hill, 2008.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
TOCCI, R. J. WIDNER, N. S. MOSS, G. L. Sistemas Digitais. 11º ed. Pearson. 2011.
WEST, N.; HARRIS, D. CMOS VLSI Design: A Circuits and Systems Perspective.
3 ed. Addison Wesley, 2003.
WAKERLY, J. F. Digital Design: Principles and Practices Package. Prentice Hall,
146
Bacharelado em Engenharia de Computação
4ª ed, 2005.
MAINI, A. K. Digital Electronics - principles, devices and applications. Wiley,
2007.
VAHID, F. Digital Design. Wiley, 2007.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Laboratório de Banco de Dados
32
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Permitir ao aluno entender e desenvolver um projeto lógico e físico de bancos
de dados utilizando sistemas de gerenciamento de bancos de dados relacionais e/ou
objetos-relacionais. Consolidar os principais fundamentos apresentados na
disciplina teórica de bancos de dados.
EMENTA
Ferramentas e técnicas utilizadas na solução de problemas de sistemas de
informação, utilizando bancos de dados. Modelagem. Tradução do projeto lógico
para o projeto físico. Desenvolvimento de aplicações. Comandos de definição,
indexação e manipulação de dados. Integridade e segurança de bases de dados:
conceitos e comandos. Comandos analíticos. Visões, gatilhos (triggers) e
procedimentos armazenados (stored procedures). Acesso multiusuário em bases de
dados.
147
Bacharelado em Engenharia de Computação
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ELMASRI, R.; NAVATHE, S. B. Sistemas de Bancos de Dados. 6a. ed. AddisonWesley, 2011.
RAMAKRISHNAN, R.; GEHRKE, J. Database Management Systems, 3a. Ed.
McGraw-Hill, 2002.
SILBERSCHATZ, A.; KORF, H. F.; SUDARSHAN, S. Sistemas de Banco de
Dados, 6a. ed. Elsevier, 2012.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
DATE, C. J. Introdução a Sistemas de Bancos de Dados, Editora Campus, 2004.
GARCIA-MOLINA, H.; ULLMAN, J. D.; WIDOM, J. Database Systems: The
Complete Book, 2. ed. Prentice Hall, 2008.
HEUSER, C. A. Projeto de Banco de Dados, 5a. ed. Sagra Luzzato, 2004.
CORONEL,
C.;
MORRIS,
S.;
ROB,
P.
Database
Systems:
Design,
Implementation, and Management. Cengage Learning, 2012.
JUKIC, N.; VRBSKY, S.; NESTOROV, S. Database Systems: Introduction to
Databases and Data Warehouses. Prentice Hall, 2013.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Mecânica dos Sólidos
32
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
148
Bacharelado em Engenharia de Computação
OBJETIVOS
Apresentar os conceitos introdutórios sobre o comportamento das estruturas
para atividades de projeto e análise de sistemas estruturais e seus componentes,
capacitando os alunos na compreensão dos conceitos físico-matemáticos utilizados
no estudo da estática do corpo rígido, bem como, as características geométricas de
perfis estruturais.
EMENTA
Forças no plano. Forças no espaço. Sistema Equivalente de Forças; Estática
dos Corpos Rígidos em duas Dimensões. Estática dos Corpos Rígidos em três
Dimensões. Forças Distribuídas. Estruturas. Vigas. Cabos. Atrito. Momento de
Inércia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BEER, F. P. Mecânica vetorial para engenheiros: estática. 5. ed. São Paulo:
Makron, 1994.
HIBBELER, R. C. Estática. 10. ed. São Paulo: Pearson, 2005.
MERIAM, J. L.; KRAIGE, L. G. Mecânica: estática. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
ABRIADES, E. Mecânica. São Paulo: Hamburg, 1971.
BORESI, A. P.; SCHIMIDT, Richard J. Estática. São Paulo: Pioneira, 2003.
SHAMES, I. H. Estática: mecânica para engenharia. 4. ed. São Paulo: PrenticeHall. 2002. v. 1.
SINGER, F. L. Mecânica para engenheiros. São Paulo: Harbra, c1978.
149
Bacharelado em Engenharia de Computação
SONNINO, S. Mecânica Geral I: cinemática e dinâmica. São Paulo: Nobel, 1995.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Projeto e Desenvolvimento de Software
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Compreender o processo de desenvolvimento de software como produto com
qualidade, de acordo com os princípios da Engenharia de Software. Conhecer as
técnicas de gerência e desenvolvimento de projetos em Equipe.
EMENTA
Gerenciamento e desenvolvimento de um projeto que acompanhe as etapas
do ciclo de vida do software com ênfase em: documentação, determinação dos
requisitos, projeto lógico, projeto físico, implementação e testes. Projeto de software
orientado a objeto e uso de padrões de projeto. Modelagem, projeto e
desenvolvimento de aplicações cliente-servidor, web. Conceitos de gestão de
projetos, métricas e qualidade de software. Questões de integração de banco de
dados e sistema.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BLAHA, M.; RUMBAUGH, J. Modelagem e Projetos Baseados em Objetos com
150
Bacharelado em Engenharia de Computação
UML 2. 2 ed. Rio de Janeiro: Campus. 2006.
FOWLER, M. Padrões de Arquitetura de Aplicações Corporativas. Bookman.
2006. 492 p.
HORSTMANN, C. Padrões e Projeto Orientados a Objetos. 2 ed. Bookman. 424
p. 2007.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
RUMBAUGH, J.; BOOCH, G.; JACOBSON, I. UML -Guia Do Usuário. 2 ed. Rio de
Janeiro: Campus. 2006.
MOREIRA FILHO, T. R.; RIOS, E. Projeto & Engenharia de Software: Teste de
Software. Alta Books, 2003.
WAZLAWICK, R. S. Análise e Projeto de Sistemas de Informação Orientados a
Objetos. 2 ed. Rio de Janeiro: Elsevier. 2010.
BECK, K. Padrões de Implementação. Um Catálogo de Padrões Indispensável
para o Dia a Dia do Programador. Bookman. 2013. 168 p.
MARINESCU, F. Padrões de Projeto EJB. Padrões Avançados, Processos e
Idiomas. Bookman. 220 p. 2004.
KERIEVSKY, J. Refatoração para padrões. Bookman. 2008. 400 p.
COHN, M. Desenvolvimento de Software com Scrum. Aplicando métodos ágeis
com sucesso. Bookman. 201. 1496 p.
PRIKLADNICKI, R.; WILLI, R.; MILANI, F. Métodos Ágeis para Desenvolvimento
de Software. Bookman. 2014. 312 p.
DATE, C. J. Introdução a sistemas de bancos de dados. Trad. da 8a ed.
americana. Rio de Janeiro: Elsevier. 2004. 865 p.
KORTH, H. F.; SILBERSCHATZ, A; SUDARSHAN, S. Sistema de Banco de Dados.
Editora Campus, 2006. 808 p.
151
Bacharelado em Engenharia de Computação
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Teoria das Linguagens Formais e Autômatos
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Tratar aspectos técnicos da teoria da computação. Apresentar mecanismos e
formalismos que permitem ao aluno descrever, analisar e sintetizar máquinas
computáveis.
EMENTA
Revisão de conceitos básicos; alfabetos e linguagens; linguagens regulares;
linguagens livres de contexto; linguagens recursivas e linguagens recursivamente
enumeráveis. Computabilidade e decidibilidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SIPSER, M. Introdução à Teoria da Computação. Thompson, 2007
HOPCROFT, J. E. ULLMAN, J. D. Introdução à Teoria de Autômatos, Linguagens
e Computação. 2 ed. Campus, 2002.
MENEZES, P. F. B. Linguagens Formais e Autômatos. Sagra Luzzatto, UFRGS,
1997.
BIBLIOGRAFIA
152
Bacharelado em Engenharia de Computação
COMPLEMENTAR
VIEIRA. N. J. Introdução aos Fundamentos da Computação: Linguagens e
Máquinas. Thompson, 2006.
LEWIS, H.; PAPADIMITRIOU. C. H. Elements of the Theory of Computation. 2nd
ed. Prentice Hall, 1997
KELLEY. D. Automata and Formal Languages: An Introduction. Prentice Hall,
1995.
COPELAND, B. J.;
POSY, C. J.; SHAGRIR, O. Computability: Turing, Gödel,
Church, and Beyond. The MIT Press, 2013.
HENNIE, F. Introduction to Computability. Addison-Wesley, 1977.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Análise e Processamento de Sinais
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Apresentar técnicas de análise e modelagem de sistemas lineares. Permitir
ao aluno conhecer e interpretar os conceitos de sinais, sistemas lineares, métodos
de análise no domínio do tempo e da frequência.
EMENTA
Sinais contínuos e discretos. Sistemas lineares e invariantes no Tempo.
Análise de Fourier de sinais contínuos e discretos. Filtragem através de sistemas
153
Bacharelado em Engenharia de Computação
lineares e invariantes no tempo. Transformada de Laplace e Transformada Z.
Amostragem, Quantização, Decimação e Interpolação. Convolução e Modulação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. 5. ed. Pearson, 2011.
OPPENHEIM, A. P.; WILLSKY, A. S.; NAWAB, S. H. Sinais e Sistemas. 2. ed.
Pearson, 2010.
DINIZ, P. S. R.; SILVA, A. B.; NETTO, S. L. Processamento Digital de Sinais:
Projeto e Análise de Sistemas. - 2.ed. Bookman, 2010.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
ROBERTS, M. J. Fundamentos de Sinais e Sistemas. McGraw Hill Brasil, 2009.
DORF, R. C.; BISHOP, R. H. Modern Control Systems. Prentice Hall, 2010.
HAYKIN, S. S.; VEEN, B. V. Sinais e Sistemas. Bookman, 2001.
NISE, N. S. Control Systems Engineering. Wiley, 2010.
FRIEDLAND. Control System Design: An Introduction to State-Space Methods.
Dover Publications, 2005.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Sistemas Operacionais
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
154
Bacharelado em Engenharia de Computação
Fornecer ao aluno uma visão detalhada dos principais mecanismos
envolvidos na concepção de um sistema operacional moderno.
Apresentar
conhecimentos que permitem ao aluno desenvolver aplicações considerando
sincronização, virtualização, gerência de processos e threads, bem como o
gerenciamento de memória, entrada e saída e sistemas de arquivos locais e
distribuídos.
EMENTA
Histórico e evolução, tipos, serviços e estrutura de um sistema operacional.
Conceitos de processos: concorrência, regiões críticas, escalonamento. Conceitos
de espaços de endereçamento e de gerenciamento de memória, memória virtual,
paginação, segmentação. Sistemas de arquivos: Hierarquia, proteção, organização,
segurança. Gerenciamento de entrada/saída. Estudo de casos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
TANENBAUM, A. S. Sistemas Operacionais Modernos. 3. ed. Prentice Hall, 2010.
SILBERSCHATZ, A.; GALVIN, P. B.; GAGNE, G. Sistemas Operacionais com
Java. 7. ed. Elsevier Campus, 2008.
DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J.; CHOFFNES, D. R. Sistemas Operacionais. 3. Ed.
Prentice Hall, 2005.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
DOWNEY, A. B. The Litte Book of Semaphores: The Ins and Outs of
Concurrency Control and Common Mistakes. 2 ed. CreateSpace Independent
Publishing Platform, 2009.
BOVET, D. P.; CESATI, M. Understanding the Linux Kernel. O’Reilly, 2005.
DOEPPNER, T. W. Operating Systems In Depth: Design and Programming.
155
Bacharelado em Engenharia de Computação
Wiley, 2010.
STALLINGS, W. Operating Systems: Internals and Design Principles. 8. ed.
Prentice Hall, 2014.
BACH, M. J. The Design of the UNIX Operating System. Prentice Hall, 1996.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Arquitetura de Computadores
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Fornecer ao aluno uma visão geral da arquitetura básica de processadores e
microcomputadores. Apresentar conhecimentos que permitem ao aluno desenvolver
aplicações em linguagens de máquina.
EMENTA
Introdução à organização de computadores e representação de informação
na memória. Estudo do conjunto de instruções de processadores RISCs e CISCs.
Desenvolvimento, implementação e testes de programas usando linguagens de
montagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
156
Bacharelado em Engenharia de Computação
PANNAIN, R.; BEHRENS, F. H.; PIVA JR, D. Organização Básica de
Computadores e Linguagem de Montagem. Editora Campus, 2012.
TANENBAUM A. S. Organização Estruturada de Computadores. 5a ed. PrenticeHall, 2007.
HENNESSY, J. L.; PATTERSON, D. A. Organização e Projeto de Computadores.
Elsevier, 2014.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
GOODMAN, J.; MILLER, K. A Programmer's View of Computer Architecture.
Oxford University Press, 1993.
HENNESSY, J. L.; PATTERSON, D. A. Computer Architecture, Fifth Edition: A
Quantitative Approach. Morgan Kaufmann, 2011.
HARRIS, D.; HARRIS, S. Digital Design and Computer Architecture. 2 ed. Morgan
Kaufmann, 2012.
NISAN, N.; SCHOCKEN, S. The Elements of Computing Systems: Building a
Modern Computer from First Principles. The MIT Press, 2005.
SHEN, J. P. Modern Processor Design: Fundamentals of Superscalar
Processors. Waveland Press, 2013.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Laboratório de Redes de Computadores
32
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
157
Bacharelado em Engenharia de Computação
OBJETIVOS
Desenvolver prática em projetos envolvendo programação em redes e na
utilização de equipamentos de rede, tais como: roteadores, hubs e switches; e na
instalação e configuração de sistemas operacionais de rede e serviços de rede.
EMENTA
Cabeamento de rede local. Equipamentos de rede: adaptadores de rede,
hubs, switches, pontes e roteadores. Roteamento: algoritmos e protocolos de
roteamento. Redes ATM. Protocolo IP. Protocolo TCP. Sistemas operacionais de
rede e serviços de rede: DHCP, DNS, FTP. Noções sobre gerenciamento e
segurança de rede. Aplicações de rede: cliente/servidor. Programação em redes
(sockets). Servidor Web.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
STEVENS, W. R.; FENNER, B.; RUDOFF, A. M. Unix Network Programming,
Volume 1: The Sockets Networking API. 3.a ed. Addison-Wesley Professional,
2003.
KUROSE, J. F.; ROSS, K. W. Redes de Computadores e a Internet. Addison
Wesley Brasil, 2010.
STEVENS, W. R. Unix Network Programming, Volume 2: Interprocess
Communications. 2.a ed. Addison-Wesley Professional, 2003.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
DERSLER, F. J. Guia de Conectividade. Editora Campos, 1993.
COMER, D. Internetworking with TCP/IP. V.1, Prentice Hall, 1992.
STALLINGS, W. High Speed Networks and Internets: Performance and Quality
of Service, Prentice Hall, 2001.
158
Bacharelado em Engenharia de Computação
MATTHEWS, J. Computer Networking: Internet Protocols in Action. Wiley, 2005.
FOROUZAN, B. Data Communications and Networking. McGraw-Hill, 2006.
TANENBAUM, A. S. Redes de Computadores. Editora Campus, 2003.
DERSLER, F. J. Guia para Interligação de Redes Locais. Editora Campos,
.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Administração para Engenheiros
32
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Capacitar os discentes para aplicar as técnicas mais atuais de gestão e
mostrar a importância de desenvolver habilidades de liderança. Expor os
conhecimentos e técnicas necessárias para o entendimento e participação da gestão
corporativa. Compreender a participação nas tomadas de decisões estratégicas num
mundo globalizado. Conhecer as características do empreendedorismo no Brasil.
EMENTA
O conceito de administração; papéis, habilidades e competências dos
administradores. A globalização e seus efeitos sobre a economia e reflexos no
planejamento das empresas. A organização das empresas e o fator humano nas
organizações, estilos de liderança e teorias comportamentais aplicadas à
administração. Administração pública e privada. Princípios de empreendedorismo.
159
Bacharelado em Engenharia de Computação
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHIAVENATO, I. Princípios da Administração. O Essencial em Teoria Geral da
Administração. Elsevier. 2006. 408 p.
CHIAVENATO, I. Iniciação à Teoria das Organizações. Editora Manole. 2010.
SALIM, C. S. Introdução ao empreendedorismo: despertando a atitude
empreendedora. Rio de Janeiro: Elsevier. 2010.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
BAZZO, W.; TEIXEIRA, L. Introdução à Engenharia: Conceitos, Ferramentas e
Comportamentos. 4ª ed. Editora UFSC. 2013. 296 p.
CHIAVENATO, I. Introdução à Teoria Geral da Administração. 8ª Ed. Editora
Campus. 2011. 640 p.
PILÃO, N. E.; HUMMEL, P. R. V. Matemática Financeira e Engenharia
Econômica. Editora Thomson. 2002.
CHIAVENATO, I. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor. 3a
ed. São Paulo: Saraiva. 2008.
PILÃO, N. E.; HUMMEL, P. R. V.. Matemática Financeira e Engenharia
Econômica. Editora Thomson. 2002.
CHIAVENATO, I. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor. 3a
ed. São Paulo: Saraiva. 2008.
MOTTA, R. R.; CALÔBA G. M. Análise de Investimentos. Atlas. 2002.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Sistemas de Controle I
96
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
SIGLA:
IEng
160
Bacharelado em Engenharia de Computação
Carga horária da aula de campo
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Permitir ao aluno entender os principais conceitos de análise, projeto e
simulação de sistemas de controle.
EMENTA
Conceitos básicos de controle: malha aberta, malha fechada. Ações de
controle básicas e respostas de sistemas controle: controle liga-desliga,
proporcional, integral, derivativo. Método do Lugar das Raízes. Método de resposta
em freqüência: diagramas de Bode, gráficos polares, critério de estabilidade de
Nyquist, estabilidade relativa. Análise e Projeto de Controladores Industriais PID.
Projeto pelo Método Lugar das Raízes. Projeto pelo Método da Resposta em
Frequência; Introdução ao Controle Digital. Amostragem. Discretização de Sistemas
Contínuos. Estabilidade de Sistemas em Tempo Discreto; Lugar das Raízes de
Sistemas em Tempo Discreto. Projeto de Sistemas de Controle Digitais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
OGATA, K. Engenharia de controle moderno. 5. ed. São Paulo, Pearson Prentice
Hall, 2010.
DORF, R. C.; BISHOP, R. H. Sistemas de controle modernos. 12. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2013.
NISE, N. S. Engenharia de sistemas de controle. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
161
Bacharelado em Engenharia de Computação
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
KUO, B. C.; GOLNARAGHI, F. Sistemas de Controle Automático. 9. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2012.
FRANKLIN, G. F.; POWELL, J. D.; EMAMI-NAEINI, A. Sistemas de controle para
engenharia. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2013.
OGATA, K. Matlab for control engineers. 1th ed. São Paulo, Pearson Prentice Hall,
2008.
FRANKLIN, G. F.; POWELL, J. D.; EMAMI-NAEINI, A. Feedback control of
dynamic systems. 6th ed. New York: Pearson, 2010.
COELHO, A. A. R.; COELHO, L. S. Identificação de sistemas dinâmicos lineares.
Florianópolis: UFSC, 2004.
CHEN, Chi-Tsong. Analog and digital control system design: transfer-function,
state-space, and algebraic methods. New York: Oxford University, 1993.
D’AZZO, J. J. Análise e projeto de sistemas de controle lineares. 2. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Dois, 1978.
CASTRUCCI, P. B. L.; BITTAR, A.; SALES, R. M. Controle Automático. 1. ed. Rio
de Janeiro: LTC, 2011.
HAYKIN, S.; VAN VEEN, B. Sinais e sistemas. Porto Alegre: Bookman, 2003.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Construção de Compiladores
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
162
Bacharelado em Engenharia de Computação
Permitir ao aluno entender as noções básicas sobre linguagens de
programação e técnicas de construção de compiladores para linguagens de
programação de alto nível.
EMENTA
Métodos de análise léxica, sintática e semântica. Sistemas de execução.
Geração e otimização de códigos. Recuperação de erros.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AHO, A. V.; LAM, M. S., SETHI R.; ULLMAN, J. D. Compiladores: Princípios,
Técnicas e Ferramentas. 2a ed. Pearson, 2007.
MOGENSEN,
APPEL,
T. E. Introduction to Compiler Design. Springer, 2011.
A. W.. Modern Compiler Implementation in Java. Cambridge
University Press, 1998.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
COOPER,
K.; TORCZON, L. Engineering a Compiler, 2 Ed. Morgan Kaufmann,
2011.
MUCHNICK,
S. Advanced Compiler Design and Implementation. 1 ed.
Morgan Kaufmann, 1997.
MAK, R. Writing Compilers and Interpreters: A Software Engineering
Approach. Wiley, 2009.
GRUNE,
D.; REEUWIJK K.; BAL, H. E.; JACOBS, C. J. H. Modern Compiler
Design. Springer, 2012.
163
Bacharelado em Engenharia de Computação
PARR,
T. Language Implementation Patterns: Create Your Own Domain-
Specific and General Programming Languages. Pragmatic Bookshelf, 2010.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Sistemas Embarcados
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
SIGLA:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Permitir ao aluno entender os principais conceitos, metodologias e
arquiteturas utilizadas em sistemas embarcados. Fazer com que o aluno desenvolva
habilidade para realizar pequenos projetos que envolvem implementação e
desenvolvimento de soluções para ambientes embarcados.
EMENTA
Conceituação e arquiteturas de sistemas embarcados. Programação em
linguagens de alto e baixo nível. Interfaces seriais e paralelas. Temporizadores,
relógios e watchdog timer. Interrupções. Firmware embarcado. Programação
concorrente e em tempo real. Aplicações em sistemas embarcados. Sistemas com
comunicação sem fio. Dispositivos Móveis: Categorização e Programação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
OSHANA, R.; KRAELING, M. Software Engineering for Embedded Systems:
Methods, Practical Techniques, and Applications. 1 ed. Newnes, 2013.
164
Bacharelado em Engenharia de Computação
NOERGAARD, T. Embedded Systems Architecture, Second Edition: A
Comprehensive Guide for Engineers and Programmers. 2 ed. Newnes, 2012.
LAPLANTE, P. A. Real-Time Systems Design and Analysis: Tools for the
Practitioner. 4 ed. Wiley-IEEE Press, 2011.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
KOPETZ, H. Real-Time Systems: Design Principles for Distributed Embedded
Applications (Real-Time Systems Series). 2 ed. Springer, 2011.
BARR, M. Embedded C Coding Standard Paperback. 1 ed. CreateSpace
Independent Publishing Platform, 2008.
GRENNING, J. W. Test Driven Development for Embedded C (Pragmatic
Programmers). 1. Ed. Pragmatic Bookshelf, 2011.
DICE, P. Quick Boot: A Guide for Embedded Firmware Developers. Intel Press,
2013.
BARRY, P. Modern Embedded Computing: Designing Connected, Pervasive,
Media-Rich Systems. Morgan Kaufmann, 2012.
VALVANO, J. Embedded Systems: Real-Time Operating Systems for Arm
Cortex M Microcontrollers. CreateSpace Independent Publishing Platform, 2012.
WHITE, E. Making Embedded Systems: Design Patterns for Great Software. 1.a
ed. O'Reilly Media, 2011.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Engenharia de Software I
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
Carga
horária:
32
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
165
Bacharelado em Engenharia de Computação
OBJETIVOS
Oferecer ao aluno uma visão geral do processo de desenvolvimento de
Software e das técnicas que podem ser utilizadas em cada fase do ciclo de vida do
Software.
EMENTA
Introdução e objetivos de engenharia de Software. Ciclo de Vida de
Desenvolvimento de Software. Noções de Qualidade de Software. Técnicas de
Gerenciamento de Software. Planejamento, Métricas e Gerenciamento de
Configuração de Software. Técnicas e Métodos de Análise e Especificação de
requisitos: características, problemas e conceitos básicos.
Noções sobre
verificação, validação e testes de software. Manutenção de software. Padrões de
desenvolvimento e documentação de software.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
PRESSMAN, R. S. Engenharia de Software. Uma Abordagem Profissional. 7
genharia de Software.
SOMMERVILLE, I. Engenharia de Software. 9ª Ed. Pearson Education. 2011.
RUMBAUGH, J.; BOOCH, G.; JACOBSON, I. UML -Guia Do Usuário. 2 ed. Rio de
Janeiro: Campus. 2006.
BLAHA, M. RUMBAUGH, J. Modelagem e Projetos Baseados em Objetos com
UML 2. 2 ed. Rio de Janeiro: Campus. 2006.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
MOREIRA FILHO, T. R.; RIOS, E. Projeto & Engenharia de Software: Teste de
166
Bacharelado em Engenharia de Computação
Software. Alta Books, 2003.
WAZLAWICK, R. S. Análise e Projeto de Sistemas de Informação Orientados a
Objetos. 2 ed. Rio de Janeiro: Elsevier. 2010.
DATE, C. J. Introdução a sistemas de bancos de dados. Trad. da 8a ed.
americana. Rio de Janeiro: Elsevier. 2004. 865 p.
KORTH, H. F.; SILBERSCHATZ, A.; SUDARSHAN, S. Sistema de Banco de
Dados. Editora Campus, 2006. 808 p.
CARVALHO, A. M. B. R.; CHIOSSI, T. C. S. Introdução à Engenharia de Software.
Campinas: Ed. Unicamp, 2001. 148 p.
WHITTEN, J. L.; BENTLEY, L. D. Systems Analysis & Design Methods. 7 ed.
2007.
COHN, M. Desenvolvimento de Software com Scrum - Aplicando Métodos
Ágeis Com Sucesso. Bookman, 2011.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Laboratório de Projeto e Desenvolvimento de
Software
32
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Desenvolver as habilidades desejadas para um profissional engajado no
processo desenvolvimento de software.
167
Bacharelado em Engenharia de Computação
EMENTA
Aplicar na prática o processo de software visto na disciplina de Projeto e
Desenvolvimento de Software.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BLAHA, M.; RUMBAUGH, J. Modelagem e Projetos Baseados em Objetos com
UML 2. 2a ed. Rio de Janeiro: Campus. 2006.
WAZLAWICK, R. S. Análise e Projeto de Sistemas de Informação Orientados a
Objetos. 2a ed. Rio de Janeiro: Elsevier. 2010.
MOREIRA FILHO, T. R.; RIOS, E. Projeto & Engenharia de Software: Teste de
Software. Alta Books, 2003.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
PRESSMAN, R. S. Engenharia de Software. 6ª. ed. Porto Alegre: AMGH. 2010.
752 p.
SOMMWEVILLE, I. Engenharia de Software. 8ª. ed. Pearson. 2007. 522p.
RUMBAUGH, J.; BOOCH, G.; JACOBSON, I. UML -Guia Do Usuário. 2ª. ed. Rio de
Janeiro: Campus. 2006.
DATE, C. J. Introdução a sistemas de bancos de dados. Trad. da 8ª. ed.
americana. Rio de Janeiro: Elsevier. 2004. 865 p.
KORTH, H. F.; SILBERSCHATZ, A.; SUDARSHAN, S. Sistema de Banco de
Dados. Editora Campus, 2006. 808 p.
CARVALHO, A. M. B. R.; CHIOSSI, T. C. S. Introdução à Engenharia de Software.
Campinas: Editora da Unicamp, 2001. 148 p.
WHITTEN, J. L.; BENTLEY, L. D. Systems Analysis & Design Methods. 7ª ed.
168
Bacharelado em Engenharia de Computação
2007.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Laboratório de Arquitetura de Computadores
32
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Apresentar conhecimentos que permitem ao aluno desenvolver aplicações
em linguagens de máquina, realizar de simulações e montar bancadas de
componentes.
EMENTA
Aplicação prática do conteúdo programático da disciplina de Arquitetura de
Computadores. Experimentos simulados em software e montagem de bancada de
componentes.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
PANNAIN, R.; BEHRENS, F. H.; PIVA JR, D. Organização Básica de
Computadores e Linguagem de Montagem. Editora Campus, 2012.
TANENBAUM, A. S. Organização Estruturada de Computadores. 5ª. ed. PrenticeHall, 2007.
169
Bacharelado em Engenharia de Computação
HENNESSY, J. L.; PATTERSON, D. A. Organização e Projeto de Computadores.
Elsevier, 2014.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
GOODMAN, J.; MILLER, A. K. Programmer's View of Computer Architecture.
Oxford University Press, 1993.
HENNESSY, J. L.; PATTERSON. D. A. Computer Architecture. Fifth Edition: A
Quantitative Approach. Morgan Kaufmann, 2011.
HARRIS, D.; HARRIS, S. Digital Design and Computer Architecture. 2 ed. Morgan
Kaufmann, 2012.
NISAN, N.; SCHOCKEN, S. The Elements of Computing Systems: Building a
Modern Computer from First Principles. The MIT Press, 2005.
SHEN, J. P. Modern Processor Design: Fundamentals of Superscalar
Processors. Waveland Press, 2013.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Automação Industrial I
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Apresentar os conceitos principais sobre projeto de automação industrial.
170
Bacharelado em Engenharia de Computação
EMENTA
Conceitos históricos, estado-da-arte, e tendências da automação industrial.
Modelagem de processos sequenciais. Controladores Programáveis. Noções de
Redes Industriais
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GEORGINI, M. Automação aplicada: descrição e implementação de sistemas
sequenciais com PLCs. 4. ed. São Paulo: Érica, 2003.
NATALE, F. Automação industrial. 3. ed. São Paulo: Érica, 2001.
SILVEIRA, P. R.; SANTOS, W. E. Automação e controle discreto. 8. ed. São
Paulo: Érica, 1998.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
CAPELLI, A. Automação industrial: controle do movimento e processos
contínuos. São Paulo: Érica, 2006.
FRANKLIN, G. F.; POWELL, J. D.; EMAMI-NAEINI, A. Sistemas de controle para
engenharia. 6. ed. Porto Alegre: Bookman. 2013.
ROSÁRIO, J. M. Princípios de mecatrônica. São Paulo: Prentice-Hall, 2005. 356
p.
ALVES, J. L. L. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. Editora
LTC, 1ª ed., 2005.
CAMARGO, V. L. A.; FRANCHI, C. M. Controladores Programáveis. São Paulo:
Érica, 1ª ed, 2008.
171
Bacharelado em Engenharia de Computação
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Robótica I
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Apresentar conhecimentos que permitem ao aluno consolidar técnicas de
inteligência artificial, sistemas de computação e sensoriamento na estruturação de
robôs móveis.
EMENTA
Arquiteturas de Controle de Robôs Autônomos. Sistemas de Percepção.
Sistemas de Navegação. Atuadores e Sensores.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ROSÁRIO, J. M. Princípios de mecatrônica. São Paulo: Prentice-Hall, 2005. x, 356
p.
SANTOS, I. F. Dinâmica de sistemas mecânicos: modelagem, simulação,
visualização, verificação. São Paulo: Makron, 2001. 272 p.
THRUN, S.; BURGARD, W.; FOX, D. Probabilistic Robotics. Intelligent Robotics
and Autonomous Agents Series. MIT Press, Cambridge, MA, 2005.
172
Bacharelado em Engenharia de Computação
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
SICILIANO, B.; SCIAVICCO, L.; VILLANI, L.; ORIOLO, G. Robotics: Robotics
Modelling, Planning and Control. 2nd. Springer. 2009.
CHOSET, H.; LYNCH, K. M.; HUTCHINSON, S.; KANTOR, G.; BURGARD, W.;
KAVRAKI, L. E.; THRUN, S. Principles of Robot Motion: Theory, Algorithms, and
Implementations. MIT Press. 2005.
DAHLHOFF, H. Fundamentos da robótica: BSP70. São Paulo: Festo Didactic,
1993.
PAZOS, Fernando. Automação de sistemas & robótica. Rio de Janeiro: Axcel,
2002.
ROBÓTICA industrial: aplicação na indústria de manufatura e de processos.
São Paulo: E. Blücher, 2002.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Construção de Interfaces Homem-Máquina
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Apresentar ao aluno conceitos fundamentais de interação entre o usuário e o
computador, oferecendo os subsídios necessários para o projeto e avaliação de
interfaces.
EMENTA
173
Bacharelado em Engenharia de Computação
Fundamentos de interação usuário computador. Levantamento de requisitos.
Aspectos humanos e tecnológicos. Design. Princípios e heurísticas para usabilidade.
Métodos de avaliação da usabilidade. Padrões para interface.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SHNEIDERMAN, B.; PLAISANT, C.; COHEN, M.; JACOBS, S. Designing the User
Interface: Strategies for Effective Human-Computer Interaction. 5 ed. Prentice
Hall. 2010. 624 p.
TORRES, R. J. Practitioner's Handbook for User Interface Design and
Development. Prentice Hall. 2002. 400 p.
FISET, Jean-Yves. Human-Machine Interface Design for Process Control
Applications. ISA. 2008. 171 p.
ROCHA, H. V. BARANAUSKAS, M. C. C. Design e Avaliação de Interfaces
Humano-Computador. NIED/Unicamp. 2003.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
NIELSEN, J. Usability Engineering. Academic Press, 1993.
BAECKER, R.M. GRUDIN, T. BRIXTON, W. A. GREENBERG, S. Readings in
Hunan Computer Interation: Toward the year 2000, 2ª ed. Morgan Kaufmann,
1995.
DIX, A.; FINLAY, J.; ABOWD, G.; BEALE, R. Human-Computer Interaction. 2ª ed.
Prentice-Hall. 1998.
PREECE, J.; ROGERS, Y.; SHARP, H. - Interaction Design, Wiley; 1 edition
(January 17, 2002), 544 pages, ISBN: 0471492787.
PRESSMAN, R. S. Engenharia de Software: Uma abordagem Profissional. Amgh
Editora, 2011.
174
Bacharelado em Engenharia de Computação
SOMMERVILLE, I. Engenharia De Software. 9ª ed. Pearson Education - Br, 2011.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Sistemas Distribuídos
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
SIGLA:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Habilitar o discente a compreender os conceitos básicos de sistemas
computacionais
distribuídos
e
as
principais
técnicas
utilizadas
na
sua
implementação.
EMENTA
Conceitos de Sistemas Distribuídos.
Comunicação e Sincronização em
Sistemas Distribuídos. Modelos e Arquitetura de Sistemas Distribuídos. Sistema de
Arquivos: organização, segurança, confiabilidade e desempenho.
Aspectos de
projeto e implementação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COULOURIS, G.; KINDBERG, T.; DOLLIMORE, J. Sistemas Distribuídos:
Conceitos e Projeto. 5 ed. Bookman, 2013.
175
Bacharelado em Engenharia de Computação
TANENBAUM, A. S.; STEEN, M. V. Sistemas Distribuídos. Prentice Hall, 2007.
KSHEMKALYANI, A. D.; SINGHAL, M. Distributed computing: principles,
algorithms, and systems. Cambridge University Press, 2011.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
VARELA, C. A.; AGHA, G. Programming Distributed Computing Systems: A
Foundational Approach. The MIT Press, 2013.
FOKKINK, W. Distributed Algorithms: An Intuitive Approach. The MIT Press,
2013.
HWANG, K.; DONGARRA, J.; FOX, G. C. Distributed and Cloud Computing: From
Parallel Processing to the Internet of Things. Morgan Kaufmann, 2011.
HERLIHY, M.; KOZLOV, D.; RAJSBAUM, S. Distributed Computing Through
Combinatorial Topology. Morgan Kaufmann, 2013.
CORRÊA, R. D.; DUTRA, I. C.; FIALLOS, M.; SILVA, L. F. G. Models for Parallel
and
Distributed
Computation:
Theory,
Algorithmic
Techniques
and
Applications. Kluwer Academic Publishers, 2002.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Teleinformática
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
176
Bacharelado em Engenharia de Computação
Habilitar o discente a compreender a integração de tecnologias dos sistemas
de computação e telecomunicações para provimento de serviços de comunicação.
EMENTA
Introdução às Telecomunicações; Princípios da Teoria da Informação.
Transmissão da Informação e Modelagem do Sistema de Transmissão, Transmissão
Analógica e Digital, Técnicas de Modulação: Amplitude, Frequência, Fase e Mistas,
Comunicações Sem Fio, Comunicação Ótica: Dispositivos e Sistemas, Tecnologias
de Acesso. Central por Programa Armazenado. Comutação Digital,
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
STALLINGS, W. Data and Computer Communications. Prentice Hall. 10ª ed.
2013. 912 p.
GUIMARÃES, D. A.; SOUZA, R. A. A. Transmissão Digital - Princípios e
Aplicações. 2ª ed. Editora Érica. 2014. 320 p.
NETO, Vicente Soares. Telecomunicações - Sistemas de Modulação - Uma Visão
Sistêmica. 3ª ed. Editora Érica. 2012. 224 p.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
FRENZEL Jr., L. E. Modulação, Demodulação e Recepção. Fundamentos de
Comunicação Eletrônica. 3ª ed. McGraw-Hill. 2013. 362 p.
ALENCAR, M. S. Telefonia Digital. 5ª ed. Editora Érica. 2011. 424 p.
SVERZUT, J. U. Redes GSM, GPRS, EDGE e UMTS - Evolução a Caminho da
Quarta Geração (4G). 3ª Ed. Editora Érica. 2011. 456 p.
MEDEIROS, J. C. O. Princípios de Telecomunicações - Teoria e Prática. 4ª ed.
Editora Érica. 2012. 320 p.
ALENCAR, M. S. Telefonia Celular Digital. 3ª ed. Editora Érica. 2013. 488 p.
177
Bacharelado em Engenharia de Computação
RIBEIRO, J. A. J. Engenharia de Antenas - Fundamentos, Projetos e Aplicações.
1ª ed. Editora Érica. 2012. 584 p.
FRENZEL Jr., L. E. Linhas, Micro-Ondas e Antenas. Fundamentos de
Comunicação Eletrônica. 3ª ed. McGraw-Hill. 2013. 256 p.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Robótica II
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Habilitar o discente a compreender os principais conceitos e técnicas
utilizados no posicionamento e controle de robôs industriais.
EMENTA
Conceitos matemáticos aplicados à engenharia; Modelagem geométrica,
cinemática e dinâmica de manipuladores mecânicos. Geração de trajetória, controle
em posição e controle em força; Métodos e linguagens de programação de controle
de robôs industriais. Sensores e atuadores. Controle adaptativo e inteligente.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
178
Bacharelado em Engenharia de Computação
PAZOS, F. Automação de sistemas & robótica. Rio de Janeiro: Axcel, 2002.
BARRIENTOS, A. Fundamentos de robótica. 2. ed. MCGRAW-HILL /
INTERAMERICANA DE ESPAÑA, 2007.
ROMANO, V. F. Robótica Industrial Aplicação na Indústria de Manufatura e de
Processos. Edgard Blücher, São Paulo, 2002.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
SANTOS, I. F. Dinâmica de sistemas mecânicos: modelagem, simulação,
visualização, verificação. São Paulo: Makron, 2001.
SCIAVICCO, L.; SICILIANO, B. Modelling and control of robot manipulators.
2nd.ed. London: Springer, 2000.
ROBÓTICA industrial: aplicação na indústria de manufatura e de processos.
São Paulo: E. Blücher, 2002.
ROSÁRIO, J. M. Princípios de mecatrônica. São Paulo: Prentice-Hall, 2005.
DAHLHOFF, H. Fundamentos da robótica: BSP70. São Paulo: Festo Didactic,
1993.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Pesquisa Operacional e Otimização
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
179
Bacharelado em Engenharia de Computação
Habilitar o discente a compreender os modelos matemáticos e as principais
técnicas de otimização e de pesquisa operacional. Familiarizar o aluno com técnicas
modernas de programação matemática, para capacitá-lo a desenvolver ferramentas
para solucionar problemas de otimização em engenharia.
EMENTA
Classes de problemas. Problemas NP-completos. Modelagem de problemas
lineares e não-lineares. Programação Inteira.
Método Simplex. Análise de
Sensibilidade. Paradigmas de Otimização.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GOLBARG, M. C. LUNA, H. P. L. Otimização Combinatória e Programação
Linear. 2 ed. Editora Campus, 2005.
MOREIRA, D. A. Pesquisa Operacional - Curso Introdutório. 2 ed. Cengage
Learning, 2011.
ARENALES, M. ARMENTANO, V. MORABITO, R. YANASSE, H. Pesquisa
Operacional para Cursos de Engenharia. Editora Elsevier /Campus-Abepro, 2007.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
HILLIER, F.; LIEBERMAN, G. Introdução à Pesquisa Operacional. 8 ed. Editora
McGraw-Hill, 2006.
PASSOS, E. J. P. F. Programação Linear - Como Instrumento da Pesquisa
Operacional. Atlas, 2008.
LACHTERMACHER, G. Pesquisa Operacional. Prentice Hall, 2009.
TAHA, H. A. Operations Research - An Introduction. 8a ed., editora Prentice- Hall,
2007.
180
Bacharelado em Engenharia de Computação
SCHRAGE, L. Optimization Modeling with Lingo. Lindo Systems Inc, 2006.
.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Trabalho de Conclusão de Curso
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Fornecer ao aluno uma visão geral do processo de elaboração de um trabalho
técnico. Apresentar conhecimentos que permitem ao aluno desenvolver um trabalho
técnico em respeito às orientações éticas e às normas técnicas de elaboração.
EMENTA
Projeto teórico ou prático orientado por um ou mais docentes do Instituto de
Engenharia, acompanhado por trabalho técnico redigido pelo aluno.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABNT. NBR 14724:2001 Informação e documentação - Trabalhos acadêmicos –
Apresentação.
ABNT. NBR 10520:2001 Informação e documentação - Apresentação de citações
181
Bacharelado em Engenharia de Computação
em documentos.
ABNT. NBR 6023:2000 Informação e documentação- Referências- Elaboração.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
CERVO, A. L. Metodologia Científica. 4ª edição. São Paulo: Makron Books, 1996.
DELUIZ, N. Manual para Elaboração de Projetos e Relatórios de Pesquisa,
Teses, Dissertações e Monografias. 4ª edição Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1993.
ECO, H. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 1997.
SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. 24ª edição. São Paulo:
Atlas, 2000.
VICTORIANO, B. A. D. Produzindo Monografia: Para Trabalho de Conclusão de
Curso. São Paulo: Publisher Brasil, 1996.
182
Bacharelado em Engenharia de Computação
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Estágio Supervisionado
160
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Possibilitar ao discente vivenciar práticas de sua área de formação
profissional objetivando o desenvolvimento de competências que possam auxiliá-lo
em sua inserção no trabalho.
EMENTA
Trabalho prático que seja válido de acordo com as normas internas definidas
pelas Resoluções da UFMT e do Instituto de Engenharia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BIANCHI, Ana Cecília de Moraes et al. Manual de orientação: estágio
supervisionado. 2. ed. São Paulo.
LIMA, M. C; OLIVO, S. (orgs.). Estágio Supervisionado e Trabalho de Conclusão
de Curso. Cengage Learning. 2006. 334 p.
LIMA, M.C. & OLIVO, Silvio. Estágio Supervisionado. São Paulo: Thomson
Pioneira, 2006
183
Bacharelado em Engenharia de Computação
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
Coordenação de Ensino de Graduação em Engenharia de Computação. Modelo de
Plano de Estágio Supervisionado.
Coordenação de Ensino de Graduação em Engenharia de Computação. Modelo de
Relatório de Estágio Supervisionado.
BIANCHI, Roberto. Manual de Orientação - Estágio Supervisionado. Cengage
Learning. 2009. 112 p.
PORTELA, K.C.A. & SCHUMACHER, A.J. Estágio Supervisionado: teoria e
prática. Coleção Secretarial, Editora Alexandre Schumacher, 2007.
DEPRESBITERIS, L & DEFFUNE, D. Competências, Habilidades e Currículos de
Educação Profissional. São Paulo: SENAC, 2000.
MORAES, I. N. (1985). Elaboração da pesquisa científica. (2. ed.). São Paulo:
Álamo, Faculdade Ibero-Americana.
MINISTÉRIO DO TRABALHO (2008). Lei 11.788/2008. Lei do estágio. Brasília.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS-ABNT (2009). NBR 14.724Apresentação de trabalhos acadêmicos. Rio de Janeiro.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS- ABNT (2009). NBR 6023 –
Informação e documentação – Referências – Elaboração. Rio de Janeiro.
MEDEIROS, João Bosco. Redação cientifica. São Paulo: Atlas, 2008.
184
Bacharelado em Engenharia de Computação
APÊNDICE B – EMENTAS DAS DISCIPLINAS OPTATIVAS
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Aprendizado de Máquina
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
SIGLA:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Permitir ao aluno entender e descrever conceitos, técnicas e ferramentas
relevantes na área de aprendizado de máquina, análise estatística e reconhecimento
de padrões.
EMENTA
Técnicas de aprendizado de máquina e reconhecimento de padrões. Redução
de dimensionalidade. Descritores. Classificadores. Técnicas de agrupamento e
detecção de outliers.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Hastie, T.; Tibshirani, R.; Friedman, J. The Elements of Statistical Learning: Data
Mining, Inference, and Prediction. 2 ed. Springer Verlag Publishing, 2009.
FACELI, K.; LORENA, A. C.; GAMA, J. CARVALHO, A. C. P. L. F. Inteligência
Artificial: Uma Abordagem de Aprendizado de Máquina. Genio. (2011).
185
Bacharelado em Engenharia de Computação
A. R. Webb, K. D. Copsey. Statistical Pattern Recognition, 3rd Ed. Wiley, 2011.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
BRAGA, A. P. Redes Neurais Artificiais: Teoria e Prática. LTC, 2010.
DUDA, R. O.; HART, P. E.; STORK, D. G. Pattern Classification. WilleyInterscience, 2000.
BISHOP, C. M. Pattern Recognition and Machine Learning. Springer Verlag
Publishing, 2006.
MITCHELL, T. Machine Learning. McGraw-Hill, 1997.
SILVA, I. N.; SPATTI, D. H.; FLAUZINO, R. A. Redes Neurais Artificiais para
Engenharia e Ciências Aplicadas. ARTLIBER, 2010.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Avaliação de Desempenho de Sistemas
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Proporcionar aos alunos um conjunto de conhecimentos teóricos e práticos
sobre as técnicas e métodos associados à modelagem, simulação discreta e
avaliação de sistemas.
186
Bacharelado em Engenharia de Computação
EMENTA
Metodologia para construção de modelos de simulação. Simulação manual e
computacional. Variabilidade dos sistemas. Testes de verificação e validação. Coleta
e tratamento de dados. Distribuição de probabilidade. Estimação de parâmetros,
testes de aderência. Análise de resultados. Sistemas terminais e não-terminais.
Sistemas de manufatura automatizados. Medidas de avaliação de desempenho.
Avaliação de impactos e Análise de riscos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
NEELY, A. Avaliação de Desempenho de Sistemas. Ed. Caminho, 2002.
FREITAS FILHO, P. Introdução à Modelagem e Simulação de Sistemas. Visual
Books, 2008.
KELTON et al. Simulation with Arena, McGraw-Hill, 2007.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
ROSS, S. M. Introduction to probability models. Academic Press, 2009.
LAW, A. M.; KELTON, W. D., Simulation Modeling and Analysis, McGraw-Hill,
1991.
Banks, J.; Carson, J. Discrete-Event System Simulation, Prentice-Hall, 1996.
FISHWICK, P. Simulation Model Design and Execution – Building Digital
Worlds. Prendice-Hall, 1995.
PRADO, D. Usando o ARENA em Simulação, Editora DG, 1999.
187
Bacharelado em Engenharia de Computação
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Ciência de Dados
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
SIGLA:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Capacitar o aluno a compreender o processo de descoberta de conhecimento
a partir dos dados, desde as exigências para o armazenamento de dados até a
prospecção.
Apresentar
um
conjunto
de
algoritmos
e
técnicas
para
o
desenvolvimento de modelos de entendimento e previsão. Habilitar o aluno a
entender as métricas de desempenho e as limitações das abordagens de
prospecção da informação.
EMENTA
O processo de Descoberta do Conhecimento (Knowledge Discovery in
Database - KDD). Tratamento dos dados nas fases de um processo KDD.
Compreensão e prospecção de informação (Mineração de Dados). Entendimento,
previsão e interpretação dos dados utilizando regras de associação, OLAP, técnicas
de agrupamento, dentre outras.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
TORGO, L. Data Mining with R: Learning with Case Studies. Chapman & Hall,
2010.
HAMEL, L. H. Knowledge Discovery with Support Vector Machines. WileyInterscience, 2011.
188
Bacharelado em Engenharia de Computação
LEDOLTER, J. Data Mining and Business Analytics with R. Wiley, 2013.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
TAN, P. Introduction to Data Mining. Addison-Wesley, 2005.
Hastie, T.; Tibshirani, R.; Friedman, J. The Elements of Statistical Learning: Data
Mining, Inference, and Prediction. 2 ed. Springer Verlag Publishing, 2009.
SHALEV-SHWARTZ, S. Understanding machine learning: from theory to
algorithms. Cambridge University Press, 2014.
WITTEN, I. H.; FRANK, E.; HALL, M. A. Data Mining: Practical Machine Learning
Tools and Techniques, Third Edition, 2011.
A. R. Webb, K. D. Copsey. Statistical Pattern Recognition, 3rd Ed. Wiley, 2011.
189
Bacharelado em Engenharia de Computação
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Confiabilidade de Sistemas
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Capacitar o aluno a compreender, derivar e aplicar diferentes medidas de
análise de confiabilidade de sistemas.
EMENTA
Teoria básica de probabilidade. Aplicação da distribuição binomial.
Modelagem e avaliação de sistemas simples. Modelagem e avaliação de sistemas
complexos. Distribuições de probabilidade na avaliação da confiabilidade. Avaliação
da confiabilidade de sistemas usando distribuições de probabilidade. Cadeias de
Markov. Processos de Markov. Técnicas de frequência e duração. Avaliação
aproximada da confiabilidade de sistemas. Sistemas com distribuições não
exponenciais. Simulação Monte Carlo. Principais índices de confiabilidade:
definições e métodos de avaliação. Sistemas de geração: capacidade estática e
reserva operativa. Sistemas compostos: geração e transmissão. Sistemas de
distribuição e subestações. Valor da confiabilidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
RAUSAND, M.; HØYLAND, A. System Reliability Theory: Models, Statistical
190
Bacharelado em Engenharia de Computação
Methods, and Applications. 2nd ed. Wiley, 2003.
RAUSAND, M. Reliability of Safety-Critical Systems: Theory and Applications.
Wiley, 2014.
BILLINTON, R.; ALLAN, R.N. Reliability Evaluation of Engineering Systems:
Concepts and Techniques. Plenum Publishing - USA - (2nd. edition), 1992.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
van Lieshout, M. N. M. Markov Point Process and their Applications. Imperial
College Press, 2000.
BILLINTON, R.; ALLAN, R.N. Reliability Evaluation of Power Systems. Plenum
Publishing - USA ,1996.
LAFRAIA, J.R.B. Manual de confiabilidade, mantenabilidade e disponibilidade.
Rio de Janeiro: Qualitymark, 2001. 374 p.
LEEMIS, L.M. Reliability – Probabilistic models and statistical methods. Englewood Cliffs (NJ): Prentice-Hall, 1995.
ELSAYED, E. A. System reliability engineering: lecture notes. Porto Alegre:
UFRGS, 1992.
191
Bacharelado em Engenharia de Computação
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Controle Inteligente
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Capacitar o aluno a compreender as principais técnicas de sistemas controle
inteligente. Fazer com que o aluno desenvolva habilidade para projetar, descrever e
analisar controladores aplicando conceitos de otimização e inteligência artificial.
EMENTA
Introdução às características do controle inteligente. Controladores fuzzy:
lógica fuzzy, variáveis linguísticas, projeto de controladores. Controladores
Neuronais: modelos de neurônios, perceptrons, arquiteturas de redes neuronais,
algoritmos de treinamento, controle usando redes neuronais. Outros paradigmas:
Computação evolutiva e algoritmos genéticos, sistemas especialistas. Estudo de
casos de todas as técnicas anteriores e seus híbridos, por exemplo, otimização de
controladores fuzzy utilizando algoritmos genéticos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CORRIOU, J. P. Process Control: Theory and Applications. Springer, 2004.
BOULLART, L.; KRIJGSMAN, A.; VINGERHOEDS, R. A. Application of Artificial
192
Bacharelado em Engenharia de Computação
Intelligence in process Control. Pergamon Press, 1993.
Klir, G. J.; Yuan, B. Fuzzy Sets and Fuzzy Logic: Theory and Applications.
Prentice Hall, 1995.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
KOSKO, B. Neural Networks and Fuzzy Systems. Prentice-Hall, 1992.
YAGER, R. R.; FILEV, D.P. Essentials of Fuzzy Modeling and Control. John Wiley
& Sons, Inc., 1994.
ROSS. T. J. Fuzzy Logic with Engineering Applications, Third Edition. Wiley,
2010.
KLIR, G. J.; FOLGER, T. A. Fuzzy Sets, Uncertainty, and Information. Prentice
Hall, Englewood Cliffs, N.J, 1988.
Zadeh, L. Kacprzyk, J. Fuzzy Logic for the Management of Uncertainty. WileyInterscience, 1992.
193
Bacharelado em Engenharia de Computação
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Engenharia de Segurança
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Proporcionar aos alunos uma visão geral e integrada das áreas do
conhecimento relacionadas à segurança, medicina e higiene do trabalho.
EMENTA
A evolução da engenharia de segurança do trabalho. Aspectos políticos,
éticos, econômicos e sociais. A história do prevencionismo. Entidades públicas e
privadas. A engenharia de segurança do trabalho no contexto capital-trabalho. O
papel e as responsabilidades do engenheiro de segurança do trabalho. Acidentes:
Conceituação e classificação. Causas de acidentes: fator pessoal de insegurança,
ato inseguro, condição ambiente de insegurança. Consequências do acidente: lesão
pessoal e prejuízo material. Agente do acidente e fonte de lesão. Riscos das
principais atividades laborais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LATEANCE Jr., S. CIPA – Norma Regulamentadora NR 5 – Comentada e
analisada. São Paulo: LTC, 2001.
194
Bacharelado em Engenharia de Computação
MANUAIS DE LEGISLAÇÃO ATLAS. Segurança e Medicina do Trabalho. 64ª. ed.
São Paulo: Atlas, 2009.
SALIBA, T. M.; SALIBA, S. C. R. Legislação de segurança, acidente do trabalho
e saúde do trabalhador. 2. ed. São Paulo: LTr, 2003.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
SAAD, E. G. et. al. Introdução à engenharia de segurança do trabalho. Textos
básicos para e estudantes / Fundacentro,1981.
CARVALHO, H. V.; SAGRE, M. Medicina social e do trabalho. São Paulo, Mcgraw
Hill do Brasil Ltda, 1977
Vieira, S. I. Manual de saúde e segurança do trabalho. 2. ed. São Paulo: Editora
LTr, 2008.
SALIBA, Tuffi Messias et al. Insalubridade e Periculosidade: Aspectos Técnicos e
Práticos. 2 ed. São Paulo: Editora LTR, 1998.
ATLAS - Manuais de Legislação Atlas. Segurança e medicina do trabalho. 48.ed.
São Paulo: Atlas, 2000.
DELA COLETA, J. A. Acidentes de trabalho. São Paulo: Atlas, 1989.
TORREIRA, R. P. Manual de segurança industrial. Marques Publicações, 1999.
195
Bacharelado em Engenharia de Computação
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Engenharia de Software II
48
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Oferecer ao aluno uma visão mais aprofundada sobre o processo de
desenvolvimento de Software. Capacitar o aluno a compreender técnicas que podem
ser utilizadas no projeto, análise de qualidade, validação e testes de softwares.
EMENTA
Qualidade de Software. Princípios, Métodos e Critérios para verificação,
validação e testes de software. Desenvolvimento orientado a testes. Manutenção de
software. Padrões de projeto (design patterns).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SOMMERVILLE, I. Engenharia de Software. 9ª Ed. Pearson Education. 2011.
BECK, K. Test Driven Development: By Example. Addison-Wesley Professional,
2002.
GAMMA, E.; HELM, R.; JOHNSON, R.; VLISSIDES, J. Design Patterns: Elements
of Reusable Object-Oriented Software. Addison-Wesley Professional, 1994
196
Bacharelado em Engenharia de Computação
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
PRESSMAN, R. S. Engenharia de Software: Uma Abordagem Profissional. 7 ed.
ALEXANDER, C. A Pattern Language: Towns, Buildings, Construction. Oxford
University Press, 1997.
MOREIRA FILHO, T. R.; RIOS, E. Projeto & Engenharia de Software: Teste de
Software. Alta Books, 2003.
CARVALHO, A. M. B. R.; CHIOSSI, T. C. S. Introdução à Engenharia de Software.
Campinas: Ed. Unicamp, 2001. 148 p.
WHITTEN, J. L.; BENTLEY, L. D. Systems Analysis & Design Methods. 7 ed.
2007.
COHN, M. Desenvolvimento de Software com Scrum - Aplicando Métodos
Ágeis Com Sucesso. Bookman, 2011.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Integração de Sistemas Corporativos
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Fazer com que o aluno desenvolva capacidade teórica e prática para a
implantação e integração de sistemas corporativos.
EMENTA
197
Bacharelado em Engenharia de Computação
A automação da manufatura. Filosofia da Produção Integrada pelo
Computador (CIM). Sistemas CIM & ERP. A Metodologia IDEF0. Sistemas flexíveis
de manufatura: conceitos. Comércio Eletrônico. Logística integrada. Organizações
virtuais. Internet, Intranet, Extranet. Sistemas de Informação e de Armazenamento:
Banco de dados, Web-Servers. Integração de sistemas e de processos. Modelos de
Referência. Interoperação de sistemas: CORBA & DCOM. Interoperação de dados:
XML & XMI. Sistemas de auxílio ao trabalho em grupo (Groupware e Workgroup).
CRM & E-Procurement. Sistemas de suporte à decisão. Aplicações distribuídas,
móveis e wireless.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FERREIRA, D. R. Enterprise Systems Integration: A Process-Oriented
Approach. Springer, 2013.
HOHPE, G.; WOOLF, B. Enterprise Integration Patterns: Designing, Building,
and Deploying Messaging Solutions. Addison-Wesley Professional, 2003.
MARAKAS, G.; O'BRIEN, J. Introduction to Information Systems: Loose Leaf
Loose Leaf. McGraw-Hill/Irwin, 2012.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
FOWLER, M. Patterns of Enterprise Application Architecture. Addison-Wesley
Professional, 2002.
E. TURBA et al., Administração de Tecnologia de Informação. Ed. Saraiva, 2003.
W. MEIRA Jr. et al., Sistemas de Comércio Eletrônico. Ed. Campus, 2002.
DEITELL; DEITELL. Java: Como Programar. 3a edição - Porto Alegre, Ed.
Bookman, 2001.
ERL, T. Service-Oriented Architecture (SOA): Concepts, Technology, and
Design. Prentice Hall, 2005.
ERL, T. Service-Oriented Architecture: A Field Guide to Integrating XML and
198
Bacharelado em Engenharia de Computação
Web Services. Prentice Hall, 2004.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Libras
32
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Propiciar ao aluno a aquisição de conhecimentos sobre o funcionamento da
Língua Brasileira de Sinais e sobre contextos de minorias.
EMENTA
Aspectos da Língua de Sinais e sua importância: cultura e história. Identidade
surda. Introdução aos aspectos linguísticos na Língua Brasileira de sinais: fonologia,
morfologia, sintaxe. Noções básicas de escrita de sinais. Processo de aquisição da
Língua de Sinais observando as diferenças e similaridades existentes entre esta e a
língua Portuguesa.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAVALCANTI, M.C. – Estudos sobre Educação Bilíngue e Escolarização em
Contextos de Minorias Linguísticas no Brasil. D.E.L.T.A. vol. 15, no especial,
199
Bacharelado em Engenharia de Computação
1999 (385-417).
FELIPE, T. A. Introdução à Gramática da LIBRAS. In: Educação Especial, vol. III.
Série Atualidades Pedagógicas, 4. Brasil, SEESP, MEC, 1997.
FELIPE, T. Bilinguismo e Surdez. Trab. Ling. Apl., Campinas, (14), jul/Dez., 1989.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
FERREIRA-BRITO, L.. Por uma gramática da Língua de Sinais. Ed. Tempo
Brasileiro 2002.
QUADROS, R.M. Aquisição da Linguagem. In: Educação de Surdos a aquisição
da linguagem. Ed. Artes Médicas, 1997.
QUADROS, R. M.; KARNOPP, L.B. Língua de sinais brasileira. Estudos
Lingüísticos. Ed. Artmed. 2004.
Karnopp, L.B. Aquisição fonológica nas línguas de sinais. In: Letras Hoje.
PUCRS, no 1. Porto Alegre, Edipucrs, 1997.
Karnopp, L. B. Produções do Período Pré-linguístico. In: Atualidades da educação
bilíngüe para surdos. Vol. 2. Carlos Skliar (org). Ed. 1999.
200
Bacharelado em Engenharia de Computação
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Sistemas de Controle II
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Capacitar o aluno para realizar cálculos e sintonia de controladores industriais
programáveis. Fazer com que o aluno desenvolva habilidades para aplicar
procedimentos de planejamento e controle da produção industrial. Habilitar o aluno
a modelar, analisar, projetar e realizar simulações em sistemas de automação
utilizando ferramentas computacionais.
EMENTA
Análise e Simulação de sistemas dinâmicos; Modelagem no espaço de
estados. Identificação e sintonia pelo método de Ziegler-Nichols; Identificação e
sintonia pelo método de Broída; Métodos de discretização e do lugar das raízes no
plano Z; Diagramas de Bode (no plano W) o critério de Jury e o erro de quantização;
Controladores PID discretos; filtros digitais; Simular sistemas discretos, Pólos e
Zeros Multivariáveis. Realimentação de estados. Alocação de pólos. Observadores
de estado e Controle moderno.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
OGATA, K. Engenharia de controle moderno. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000.
ADADE F., A. Análise de Sistemas Dinâmicos. 3a Ed. S. José dos Campos-SP,
CTA-ITA-IEMP. 2003.
201
Bacharelado em Engenharia de Computação
D’AZZO, J. J. Analise e projeto de sistemas de controle lineares. 2. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Dois, 1978.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
BROWN, F.T. Engineering System Dynamics. Marcel-Dekker, 2001.
DORNY, C.N. Understanding Dynamic Systems: Approaches to Modeling,
Analysis, and Design. NJ, Prentice-Hall, 1993.
JOHANSSON, R. System Modeling & Identification. NJ, Prentice-Hall, 1993.
DORF, R. C. Sistemas de controle. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
NISE, N. S. Engenharia de sistemas de controle. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Normas Técnicas
48
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Capacitar o aluno para realizar projetos computacionais e de automação e
controle seguindo a legislação nacional e internacional vigente. Habilitar o aluno a
modelar, analisar, projetar sistemas computacionais e de controle e automação de
acordo com as normas e modelos de processo, qualidade e governança.
EMENTA
202
Bacharelado em Engenharia de Computação
Legislação. Conceituação: constituição, lei, decreto, portaria.
Hierarquia:
legislação federal, estadual, municipal. Atribuições do engenheiro de computação e
do engenheiro de controle e automação. Responsabilidade profissional, trabalhista,
civil e criminal. Normas técnicas sobre o processo de desenvolvimento de software.
Normas técnicas sobre a qualidade de software. Modelos de governança em
tecnologia da informação. Normas técnicas sobre instalações elétricas de baixa e
média tensão. Normas técnicas sobre painéis e comandos de automação. Normas
técnicas sobre instalações industriais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BORIA, J.; RUBINSTEIN, V.; RUBINSTEIN, A. A História da Tahini-Tahini:
Melhoria de Processos de Software com Métodos Ágeis e Modelo MPS.
Ministério da Ciência. Tecnologia e Inovação, 2013.
MATOS, M. P.; BERMEJO, P. H. S.; SALM JÚNIOR, J. F. Gerência de Riscos em
Projetos de Software: Baseada nos modelos de processos de referência
PMBOK, CMMI, MPS.BR, TenStep e ISO 12207. Rio de Janeiro: Ciência Moderna,
2010, v.1. p.94.
SOFTEX. MPS - Melhoria de Processo de Software e Serviços: Guia Geral MPS
de Serviços. SOFTEX, 2012.
CREA/CONFEA. Resoluções vigentes sobre atribuições e regulamentação das
profissões de engenheiro de computação e controle e automação.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
ABNT. NBR ISO/IEC 60439: Conjuntos de manobra e controle de baixa tensão.
ABNT, 2003.
ABNT. NBR ISO/IEC 60898: Disjuntores para proteção de sobrecorrentes para
instalações domésticas e similares. ABNT, 2004.
ABNT. NBR ISSO/IEC 14039: Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a
36,2 kV. ABNT, 2005.
ABNT. NBR ISSO/IEC 15358: Rede de distribuição interna para gás combustível
203
Bacharelado em Engenharia de Computação
em instalações de uso não residencial de até 400 kPa — Projeto e execução.
ABNT, 2014.
ABNT. NBR ISO/IEC 12119: Tecnologia de informação - Pacotes de software Teste e requisitos de qualidade. Comitê Brasileiro de Computadores e
Processamento de Dados, 1998.
ABNT. NBR ISO/IEC 9126-1: Engenharia de software - Qualidade de produto.
Comitê Brasileiro de Computadores e Processamento de Dados, 2002.
ABNT. ISO/IEC 9126: Engenharia de Software - Qualidade de Produto de
Software. Comitê Brasileiro de Computadores e Processamento de Dados, 2003.
BARBACCI, M et al. Quality Attribute. Carnegie Mellon University, 1995.
CMMI. Capability Maturity Model Integration, Version 1.1 CMU. Carnegie Mellon
University, SEI: Software Engineering Institute, 2001.
ISACA. Management Guidelines. ISACA Information Systems Audit and Control
Association & Foundation, 2000.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Paradigmas de Programação
48
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Permitir ao aluno conhecer e caracterizar os principais paradigmas de
programação.
Desenvolver habilidades para desenvolvimento de soluções
utilizando os paradigmas de programação funcional e lógica.
204
Bacharelado em Engenharia de Computação
EMENTA
Visão comparativa de paradigmas de programação. Programação funcional e
lógica. Prática de programação utilizando linguagens funcionais e lógicas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SEBESTA, R. W. Conceitos de Linguagens de Programação. 9 ed. Bookman,
2010.
ABELSON, H.; SUSSMAN, G. J.; SUSSMAN, J. Structure and Interpretation of
Computer Programs. MIT Press, 1996.
BRATKO, I. Prolog Programming for Artificial Intelligence. Addison-Wesley,
1990.
BIRD, R.; WADLER, P. Introduction to Functional Programming. Prentice-Hall
International, 1988.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
SEIBEL, P. Practical Common Lisp. Apress, 2005.
HUTTON, G. Programming in Haskell. Cambridge University Press, 2007.
CLOCKSIN, W.; MELLISH, C. S. Programming in Prolog: Using the ISO
Standard. Springer, 2013.
O'KEEF, R. The Craft of Prolog. The MIT Press, 1990.
GRAHAM, P. ANSI Common LISP. Prentice Hall, 1995.
205
Bacharelado em Engenharia de Computação
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Processamento Digital de Imagem
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Fornecer ao discente os subsídios necessários para a manipulação de
imagens via computador, indicando as áreas de aplicação e as principais técnicas
utilizadas.
EMENTA
Origem e objetivos do processamento de imagens. Fundamentos de visão
computacional e seu relacionamento com a visão humana. Dispositivos e formas de
aquisição de imagens. Amostragem e Quantização. Sistemas de cores. Técnicas de
modificação da escala de cinza. Suavização. Aguçamento de bordas. Transformada
no domínio da frequência: Fourier. Segmentação de imagens. Análise de imagens:
extração de características e noções de representação e classificação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
PEDRINI, H.; SCHWARTZ, W. R. Análise de Imagens Digitais: Princípios,
Algoritmos e Aplicações. Editora Thomson Learning, 2007.
GONZALEZ, R. C.; WOODS, R. E. Processamento Digital de Imagens. Pearson,
2011.
206
Bacharelado em Engenharia de Computação
GONZALEZ, R. C.; WOODS, R. E.; EDDINS, S. L. Digital Image Processing Using
MATLAB. Gatesmark Publishing, 2009.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
SZELISKI, R. Computer Vision: Algorithms and Applications. Springer, 2011.
JÄHNE, B. Digital Image Processing. Springer, 2002.
MASCARENHAS, N. D. A.; VELASCO, F. R. D. Processamento Digital de
Imagens. Editora Kapelusz S.A, 1989.
JAIN, R.; KASTURI R.; SCHUNCK, B. G. Machine Vision. McGraw Hill, Inc, 1995.
CASTLEMAN, K. R. Digital Image Processing. Prentice Hall, 1995.
PRATT, W. K. Image Processing Algorithms. John Wiley & Sons, 1991.
PITAS, I. Digital Image Processing Algorithms. Wiley-Interscience, 2007.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Redes Industriais
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Permitir ao aluno conhecer e caracterizar os problemas de comunicação em
ambientes fabris. Desenvolver habilidades para desenvolvimento de soluções
utilizando ambientes de redes industriais e seus protocolos.
207
Bacharelado em Engenharia de Computação
EMENTA
Diferença entre redes comerciais e industriais. Infraestrutura de Redes
Industriais. Estruturas de cabeamento de redes. Técnicas de Telemetria. Padrão
Foundation. Padrão Profibus PA, DP e FMS. Padrão Modbus Padrão AS-i. Padrão
Devicenet. Padrão Ethernet industrial. Padrão Interbus. Modelamento de aplicações
em rede. Programas de configuração de rede. Programas de tecnologia SCADA.
Redundância de subsistemas. Tratamento de erros.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALDABÓ, R. Sistemas de redes para controle e automação. Rio de Janeiro: Book
Express, c2000.
LUGLI, A.L e SANTOS, M. M. D. Redes Industriais - Características, Padrões e
Aplicações. São Paulo: Érica, 2014.
LUGLI, A.L e SANTOS, M.M.D . Sistemas Fieldbus para Automação Industrial DeviceNET, CANopen, SDS e Ethernet. São Paulo: Érica, 2009.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
SOARES, L. F. G.; LEMOS, G.; COLCHER, S. Redes de computadores: das
LANs, MANs e WANs às redes ATM. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1995.
LUGLI, A.L.; SANTOS, M. M. D. Redes Industriais para Automação Industrial:
AS-I, PROFIBUS e PROFINET. São Paulo: Érica, 2010.
LUGLI, A. L.; SANTOS, M. M. D . Redes sem Fio para Automação Industrial. São
Paulo: Érica, 2013.
TORRES, G. Redes de computadores: curso completo. Rio de Janeiro: Axcel,
2001.
TANENBAUM, A. S. Redes de computadores. Rio de Janeiro: Campus, c1997
208
Bacharelado em Engenharia de Computação
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Segurança em Redes de Computadores
48
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Habilitar o docente a aplicar estratégias de defesa contra os riscos, falhas e
ataques frequentemente explorados em sistemas computacionais em redes. Fazer
com que o aluno desenvolva habilidades que permitem aplicar tecnologias,
mecanismos e protocolos de segurança em sistemas de informação.
EMENTA
Políticas de segurança. Planejamento e gerência de redes. Vulnerabilidade em
redes TCP/IP. Tipos de ataque. Arquiteturas e configuração de Firewalls. Internet e
Intranets. Técnicas Criptográficas. Sistemas de Detecção de Intrusão.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
NAKAMURA, E. T.; GEUS, P. L. Segurança de redes em ambientes cooperativos.
4.a ed. Novatec, 2007.
LIMONCELLI, T. A.; HOGAN, C. J.; CHALUP, S. R. The Practice of System and
Network Administration. 2 ed. Addison-Wesley Professional, 2007.
FALL, K. R.; STEVENS, R. W. TCP/IP Illustrated, Volume 1: The Protocols. 2 ed.
Addison-Wesley Professional, 2011.
209
Bacharelado em Engenharia de Computação
STEVENS, R. W. TCP/IP Illustrated, Volume 3: TCP for Transactions, HTTP,
NNTP, and the UNIX Domain Protocols. 1 ed. Addison-Wesley Professional, 1996.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
CHESWICK, W. R.; BELLOVIN, S. M.; RUBIN, A. D. Firewalls and Internet
Security: Repelling the Wily Hacker. 2a ed. Addison-Wesley Professional, 2003
ZWICKY, E. D.; COOPER, S.; CHAPMAN, D. B. Building Internet Firewalls.
O'Reilly Media, 2000.
STALLINGS, W. Criptografia e segurança de redes: princípios e práticas. 4ª ed.
São Paulo: Prentice-Hall, 2008.
NEMETH, E.; SNYDER, G.; SEEBASS, S.; HEIN, T. Unix System Administration
Handbook. 4 ed. Prentice Hall, 2010.
WRIGHT, G. R.; STEVENS, R. W. TCP/IP Illustrated, Volume 2: The
Implementation. 1 ed. Addison-Wesley Professional, 1995.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Seminários de Internacionalização
32
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Fornecer ao graduando em Engenharia de Computação a visão da
importância de sua inserção no contexto do mercado de trabalho global, posto que
o profissional formado nas áreas de Computação pode atuar em todo o mundo e os
210
Bacharelado em Engenharia de Computação
produtos destas áreas têm características de localização e globalização. Propiciar
ao discente a informações relevantes para que conheça os programas das agências
de fomento nacionais e internacionais para a sua formação
EMENTA
A internacionalização do Ensino Superior. Países do mundo, comunidades e
blocos: uma visão geral da globalização, línguas, leis, usos e costumes no mundo.
O impacto da globalização no mercado de trabalho nas áreas de Computação e as
competências do profissional. Características de construção de produtos
internacionalizados em Engenharia de Computação.
Programas e agências
nacionais e internacionais promotoras da internacionalização do ensino superior.
Palestras e seminários sobre temas de interesse para a disciplina.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MOROSINI, M.C. Internacionalização da Educação Superior e Qualidade.
Inovações e qualidade na Universidade. Jorge Nicolas Audy, Marília Costa
Morosini(ORG.)-Porto Alegre: EDIPUCRS,2008.640 p.
DALE, R. Globalization and education: demonstrating a common world
educational culture or locating a globally structured educational agenda?
Educational Theory, 50 (4), p. 427 – 448. 1999.
HARVEY, Lee. New Realities: the relationship between higher education and
employment. European Association of Institutional Research. Lund: August, 1999.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
Anais do II Seminário Internacional sobre Ensino Superior nos Países da CPLP:
Qualidade do Ensino Superior: Isomorfismo, Diversidade e Equidade. Portugal,
2012.
GARCIA, Augusto T. Educação Universitária e qualidade. In: Anais do II Seminário
Internacional sobre Ensino Superior nos Países da CPLP: Qualidade do Ensino
211
Bacharelado em Engenharia de Computação
Superior: Isomorfismo, Diversidade e Equidade. Portugal, 2012.
CHAVES, Vera Lúcia J. Internacionalização/Mercantilização da Educação
Superior no Brasil: tendências atuais. In: Anais do II Seminário Internacional sobre
Ensino Superior nos Países da CPLP: Qualidade do Ensino Superior: Isomorfismo,
Diversidade e Equidade. Portugal, 2012.
INEP/MEC. Enciclopédia de pedagogia universitária: glossário. vol. 2 / Editorachefe: Marilia Costa Morosoni. – Brasília: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais Anísio Teixeira, 2006
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Técnicas de Programação Paralela
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Fornecer ao aluno os subsídios necessários para o desenvolvimento de
soluções utilizando metodologias de programação paralela (multi-core e cloud).
EMENTA
Metodologias
de
programação
para
ambientes multi-core
e
cloud.
Arquiteturas Multi-core. Práticas de programação paralela.
212
Bacharelado em Engenharia de Computação
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
PACHECO, P. S. An Introduction to Parallel Programming. Morgan Kauffman,
2010.
KIRK, D. B.; HWU, W. W. Programming Massively Parallel Processors: A Handson Approach. Morgan Kauffman, 2010.
HERLIHY, M.; SHAVIT, N. The Art of Multiprocessor Programming. Revised
Reprint. Morgan Kauffman, 2012.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
M. McCool, J. Reinders, A. Robison. Structured Parallel Programming: Patterns
for Efficient Computation. Morgan Kaufmann, 2012.
MINER, D.; SHOOK, A. MapReduce Design Patterns: Building Effective
Algorithms and Analytics for Hadoop and Other Systems. O'Reilly Media, 2012.
QUINN, M. J. Parallel Programming in C with MPI and OPenMP. McGraw-Hill,
2004.
PACHECO, P. Parallel Programming with MPI. Morgan Kaufmann, 1997.
NICHOLS, B.; BUTTLAR, D.; FARRELL, J. P. Pthreads Programming. O'Reilly,
1996.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Tópicos Avançados em Engenharia de
Computação I
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
213
Bacharelado em Engenharia de Computação
OBJETIVOS
Oferecer ao aluno uma visão geral sobre resultados de pesquisas e tendências
na área de Engenharia de Computação.
EMENTA
Apresentar e discutir recentes resultados de pesquisas e tendências na área
de Engenharia de Computação. Mais detalhes sobre tópicos a serem abordados
serão divulgados no oferecimento da disciplina.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Periódicos de Interesse da área de Engenharia de Computação publicadas pelo
IEEE - Institute of Electrical and Electronics Engineers, Elsevier ou outras editoras.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
Periódicos de Interesse da área de Engenharia de Computação publicadas pelo
IEEE - Institute of Electrical and Electronics Engineers, Elsevier ou outras editoras.
214
Bacharelado em Engenharia de Computação
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Tópicos Avançados em Engenharia de
Computação II
64
CÓDIGO
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Oferecer ao aluno uma visão geral sobre resultados de pesquisas e tendências
na área de Engenharia de Computação.
EMENTA
Apresentar e discutir recentes pesquisas e tendências na área de Engenharia
de Computação. Mais detalhes sobre tópicos a serem abordados serão divulgados
no oferecimento da disciplina.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Periódicos de Interesse da área de Engenharia de Computação publicadas pelo
IEEE - Institute of Electrical and Electronics Engineers, Elsevier ou outras editoras.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
215
Bacharelado em Engenharia de Computação
Periódicos de Interesse da área de Engenharia de Computação publicadas pelo
IEEE - Institute of Electrical and Electronics Engineers, Elsevier ou outras editoras.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Visão Computacional
64
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Capacitar o aluno a compreender os princípios e os métodos fundamentais da
área de visão computacional. Fazer com que o aluno compreenda o processo de
formação de imagens, calibração de câmeras e estereopsia. Habilitar o aluno a
aplicar técnicas de identificação e classificação de objetos em imagens e vídeos.
EMENTA
Introdução à visão computacional. Formação de imagens e modelos de
câmera. Ruídos e filtragem de ruídos. Extração de características visuais e
segmentação de imagem. Rastreamento visual. Calibração de câmeras. Visão
estéreo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FORSYTH, D. A.; PONCE, J. Computer Vision: A Modern Approach. Prentice
216
Bacharelado em Engenharia de Computação
Hall, 2003.
SZELISKI, R. Computer Vision: Algorithms and Applications. Springer, 2011.
DUDA, R. O.; HART, P. E.; STORK, D. G Pattern Classification. WilleyInterscience, 2000.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
TRUCCO, E.; VERRI, A. Introductory Techniques for 3-D Computer Vision.
Prentice Hall, 1998.
MA Y.; SOATO, S.; KOSECKA, J.; SAASTRY, S. An Invitation to 3D Vision: From
images to Geometric Models, 2006.
HORN, B. K. P. Robot Vision, MIT Press, 1986.
BALLARD, D.; BROWN, C. Computer Vision. Prentice Hall, 1982.
BRADSKI, G.; KAEHLER, A. Learning OpenCV: Computer Vision with the
OpenCV Library. O'Reilly, 2008.
CÓDIGO
COMPONENTE CURRICULAR:
Carga
horária:
Laboratório de Automação Industrial I
32
UNIDADE ACADÊMICA OFERTANTE:
Instituto de Engenharia – Campus VG
Carga horária da aula de campo
SIGLA:
IEng
CH da Prática Como Componente Curricular
OBJETIVOS
Capacitar o aluno para projetar, interpretar, simular e implementar técnicas
de controle lógico programável. Fazer com que o aluno desenvolva habilidades para
217
Bacharelado em Engenharia de Computação
Identificar, analisar e controlar as variáveis contidas no processo industrial.
EMENTA
Aplicação prática do conteúdo programático da disciplina de Automação
Industrial I.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GEORGINI, M. Automação aplicada: descrição e implementação de sistemas
seqüenciais com PLCs. 4. ed. São Paulo: Érica, 2003.
NATALE, F. Automação industrial. 3. ed. São Paulo: Érica, 2001.
SILVEIRA, P. R.; SANTOS, W. E. Automação e controle discreto. 8. ed. São
Paulo: Érica, 1998.
BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
CAPELLI, A. Automação industrial: controle do movimento e processos
contínuos. São Paulo: Érica, 2006.
FRANKLIN, G. F.; POWELL, J. D.; EMAMI-NAEINI, A. Sistemas de controle para
engenharia. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2013.
ROSÁRIO, J. M. Princípios de mecatrônica. São Paulo: Prentice-Hall, 2005.
ALVES, J. L. L. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. 1ª ed.
Editora LTC, 2005.
CAMARGO, V. L. A.; FRANCHI, C. M. Controladores Programáveis. São Paulo:
Érica, 1ª Ed, 2008.
218
Bacharelado em Engenharia de Computação
219
Bacharelado em Engenharia de Computação
APÊNDICE C – REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO
DE CURSO
A ORGANIZAÇÃO E O SISTEMA DE AVALIAÇÃO DA DISCIPLINA
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE GRADUAÇÃO EM
ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO
CAPÍTULO I
OBJETIVOS
1.
No nono semestre do curso, o aluno deverá iniciar um trabalho de
pesquisa denominado Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), a ser feito
individualmente, sobre um tema de livre escolha dentro de área pertinente à
Engenharia de Computação e concluí-lo no fim do 10o semestre. O objetivo do
Trabalho de Conclusão de Curso é desenvolver no estudante as habilidades de
investigação e desenvolvimento de um trabalho de caráter de iniciação científica.
CAPÍTULO II
ASSUNTOS DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
2.
Serão aceitos temas de Trabalho de Conclusão de Curso em qualquer
uma das grandes áreas de formação, desde que tenha o foco em Engenharia de
Computação ou, ainda, temas que tratem de algum aspecto da Engenharia de
Computação aplicadas às áreas do conhecimento humano, para que possa gerar um
produto que seja aplicado ou teórico, como por exemplo, Engenharia de Computação
aplicada ao Meio Ambiente, Biodiversidade ou Agronegócio.
3.
Serão considerados válidos os temas de pesquisa que proporcionem ao
aluno condições de exercer competências e desenvolver habilidades tais como:

Compreender o método científico, utilizando técnicas de pesquisa;

Utilizar normas técnicas e recomendações para a elaboração de trabalhos
científicos;
220
Bacharelado em Engenharia de Computação

Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e
instrumentais à Engenharia de Computação;

Projetar, conduzir experimentos e interpretar resultados;

Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;

Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de
Engenharia de Computação;

Identificar, formular e resolver problemas de Engenharia de Computação;

Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;

Supervisionar a operação e a manutenção de sistemas operacionais;

Avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas;

Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;

Compreender e aplicar a ética e as responsabilidades profissionais;

Avaliar o impacto das atividades da Engenharia de Computação no
contexto social e ambiental;

Avaliar a viabilidade econômica de projetos de Engenharia de
Computação;

Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional;

Atuar em equipes multidisciplinares.
4.
A critério do aluno, o tema do Trabalho de Conclusão de Curso poderá
estar vinculado às atividades do Estágio Supervisionado. Isso pode propiciar a
oportunidade de coleta de dados, facilitando o desenvolvimento do TCC.
5.
Opcionalmente o aluno poderá desenvolver seu Trabalho de Conclusão
de Curso na modalidade de Projeto de Engenharia. Neste caso deverá apresentar não
somente os desenhos, plantas, cálculos e memoriais descritivos, mas também textos
que mostrem a(s) aplicação(ões), razões para sua elaboração, as vantagens, as
contribuições da proposta e a defesa das soluções adotadas.
CAPÍTULO III
221
Bacharelado em Engenharia de Computação
ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA
6.
A administração do processo deve contar com o Coordenador de
Trabalho de Conclusão de Curso, professor oriundo obrigatoriamente, do Curso de
Engenharia de Computação.
7.
Além do Coordenador de Trabalho de Conclusão de Curso, cada aluno
deverá ter obrigatoriamente um orientador docente para o TCC.
8.
A política didático-pedagógica da disciplina e as regras complementares
deverão ser definidas e propostas pelo Coordenador de Trabalho de Conclusão de
Curso (Trabalho de Graduação) em conjunto com a Coordenação de Ensino de
Graduação em Engenharia de Computação. Toda e qualquer revisão neste
regulamento deverá ser submetida à aprovação e homologação do Colegiado de
Curso.
CAPÍTULO IV
FUNÇÕES DO COORDENADOR DE TRABALHO DE CONLUSÃO DE CURSO E
DOS ORIENTADORES
9.
O Coordenador de Trabalho de Conclusão de Curso tem a função de
acompanhar e supervisionar as atividades dos alunos e docentes orientadores da
Universidade no que se refere ao desenvolvimento do TCC. O Coordenador de TCC
ministrará aulas semanais para informação de aspectos técnicos, científicos,
conceituais, metodológicos, administrativos e operacionais, e apresentação de
diretrizes e procedimentos de métodos de pesquisas, normas técnicas para a
produção das monografias, além dos aspectos ligados à estruturação, redação e
apresentação visual dos planos, projetos e relatórios finais. O professor com esta
atribuição organizará a programação dos seminários de apresentação dos trabalhos,
organizará a definição de bancas examinadoras em conjunto com os docentes
orientadores e procederá à avaliação final do aluno nesta disciplina.
10.
O docente orientador na Universidade tem como função básica orientar
e acompanhar o aluno quanto nos aspectos específicos do Trabalho de Conclusão de
Curso: definição do tema, objetivos, justificativa, problema e hipóteses reunidos no
222
Bacharelado em Engenharia de Computação
Plano Inicial de Pesquisa, Projeto de Pesquisa (Exame de Qualificação), revisão
bibliográfica, definição de métodos e técnicas de coleta e análise de dados,
orientações para estruturação e redação do relatório final, relatório do Trabalho de
Conclusão de Curso, além da apresentação oral no seminário de defesa. Cada
orientador definirá com a grade horária da sua orientação, e os horários de
atendimento. O docente orientador participará do processo de avaliação do
desempenho do estudante ao longo de todo o período de orientação e na
apresentação final.
CAPÍTULO V
CARGA HORÁRIA
11.
Para a orientação do TCC feita na universidade, o orientador deverá
combinar com seus alunos os horários de atendimento na semana. Para cada
orientando, deve ser prevista uma carga horária máxima de 2 (duas) hora por semana
para este trabalho.
CAPÍTULO VI
PLANO INICIAL DE TRABALHO (PIT) E TRABALHO DE CONCLUSÃO DE
CURSO VERSÃO PARCIAL (TCCp)
13.
Até o final do segundo mês de aulas da disciplina “Trabalho de
Conclusão de Curso”, cada aluno deverá entregar ao Coordenador de TCC o Plano
Inicial de Trabalho (PIT), informando qual professor é responsável por sua orientação.
A não entrega do PIT acarreta a reprovação automática do aluno na disciplina.
14.
No Plano Inicial de Trabalho, além da definição do docente orientador e
da área de trabalho, deverá constar um esboço sucinto do que pretende pesquisar,
incluindo o tema ou título provisório, a importância, a delimitação do tema, área de
estudo, os objetivos, a justificativa, o problema a ser investigado, as hipóteses, suas
possíveis contribuições, e cronograma de atividades. A análise do PIT é
responsabilidade do Coordenador de TCC, que deverá apresentar no primeiro dia de
aula a programação da disciplina até o evento da defesa do TCC.
223
Bacharelado em Engenharia de Computação
15.
Na primeira aula do 8o semestre, o aluno deverá entregar na
Coordenação de Ensino uma via do Trabalho de Conclusão de Curso versão parcial
(TCCp). Este relatório deverá seguir as regras de formatação e apresentação gráficas
fornecidas pela Coordenação de TCC. O coordenador e mais dois ou três membros
comporão a comissão de avaliação do Seminário de Qualificação para avaliar o TCCp,
programado sob a responsabilidade do Coordenador do TCC. A não entrega do TCCp
acarreta a reprovação automática do aluno.
16.
O Trabalho de Conclusão de Curso versão parcial (TCCp) constitui
relatório bem mais detalhado que o Plano Inicial de Trabalho (PIT) e deverá conter
todos os elementos essenciais do projeto. O tema deverá estar muito bem definido e
delimitado, o problema da pesquisa deverá estar bem caracterizado e deverão estar
definidas as hipóteses a serem testadas, além de uma definição bem detalhada do
método empregado. Nesta fase a revisão da literatura deverá estar concluída e
também organizada no relatório, juntamente com a relação completa de referências
das fontes consultadas. Não devem ser apresentados resultados parciais da aplicação
do método. O Coordenador de TCC baixará as normas específicas para elaboração
do PIT, TCCp. e TCC.
CAPÍTULO VII
TRABALHO DE FINAL DE CURSO
17.
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é o relatório final, agora
completo, e deve conter dados e resultados, incluindo as análises, interpretações,
conclusões e sugestões para trabalhos futuros, além de eventuais anexos e
apêndices.
18.
O TCC deverá apresentar a estrutura de uma monografia, seguindo os
capítulos e partes definidas por norma da ABNT e Normas específicas do TCC.
Deverá ser escrito em língua portuguesa, seguindo as regras gramaticais em vigor,
além das recomendações comuns de metodologia de trabalhos científicos quanto à
formatação e outros elementos gráficos. O Coordenador de TCC deverá fornecer aos
alunos regras adicionais específicas e elementos de padronização dos trabalhos,
incluindo detalhes de encadernação e leiaute da capa dura do relatório do TCC e na
224
Bacharelado em Engenharia de Computação
versão digital. Todos os custos para produção do TCC, seja na versão para a defesa
final, seja na versão definitiva em capa dura, correrão por conta do aluno.
19.
O Trabalho de Conclusão de Curso deverá, obrigatoriamente, ser
divulgado também na forma oral, por meio do Seminário de Defesa Final. O
Coordenador de TCC e o orientador decidirão se o trabalho tem ou não condições de
ser defendido.
CAPÍTULO VIII
SEMINÁRIO DE QUALIFICAÇÃO
20.
O Seminário de Qualificação (Exame de Qualificação) deverá ocorrer na
primeira ou segunda semana do 10º semestre. A programação das apresentações
deverá ser preparada pelo Coordenador de TCC que, juntamente com mais dois ou
três docentes, formará uma comissão examinadora. É obrigatória a participação do
orientador nas bancas dos seus orientandos. A escolha e o convite destes membros
ficarão a cargo do Coordenador TCC. Cada aluno terá no máximo 15 minutos para
sintetizar sua proposta de trabalho. Cada membro da comissão deverá receber uma
via do TCCp, nessa etapa de avaliação com antecedência mínima de 7 (sete) dias.
21.
O Coordenador de TCC deverá divulgar as notas do Seminário de
Qualificação dentro de no máximo 15 (quinze) dias após a realização do Seminário de
Qualificação.
22.
Não existirá segunda chamada para a etapa de Qualificação.
225
Bacharelado em Engenharia de Computação
CAPÍTULO IX
SEMINÁRIO DE DEFESA FINAL
23.
O Seminário de Defesa Final deverá ser programado pelo Coordenador
de TCC num período que não exceda uma semana de duração, devendo ocorrer antes
da quinzena final do semestre letivo, de tal modo que haja um período de tempo
mínimo para correções e preparo da via final encadernada. Esta programação deverá
conter título definitivo do trabalho, nome do orientador e demais membros da banca,
além de local, data e horário de início.
24.
O processo de defesa consistirá na avaliação do trabalho escrito
acrescido da avaliação da apresentação oral de um seminário preparado pelo aluno.
Portanto, a defesa começará na leitura do trabalho pelo membro avaliador.
25.
A avaliação do Seminário de Defesa Final de cada aluno será feita por
uma banca examinadora constituída por três membros. Comporão a banca
examinadora o docente orientador e mais dois membros convidados (membros A e
B). A escolha dos membros participantes será feita pelo Coordenador de TCC em
comum acordo com o docente orientador.
26.
No caso da ausência de um dos membros A ou B, a defesa será
realizada normalmente e a avaliação será feita por apenas dois membros. O docente
orientador deverá ter presença obrigatória. Se a ausência for justificada, sua avaliação
(com exceção da apresentação oral) poderá ser encaminhada posteriormente ao
Coordenador de TCC. Já no caso de ausência, justificada ou não, dos dois membros
A e B, simultaneamente, o seminário de defesa ficará inviabilizado e, nesse caso, o
orientador marcará de comum acordo com o Coordenador e o aluno, nova data para
sua realização.
27.
No caso de ausência não justificada pelo aluno, o mesmo será
considerado desistente, sendo atribuída a pontuação ZERO para a defesa final. A
tolerância para espera do estudante será de 15 minutos.
28.
Para o Seminário de Defesa Final o aluno deverá entregar diretamente
as vias do orientador e dos membros A e B, com no mínimo sete dias de antecedência
de sua data de defesa, além de um CD com a íntegra do trabalho, sem qualquer
226
Bacharelado em Engenharia de Computação
proteção. Entende-se por minuta do TCC, o trabalho pronto, completo, digitado e
revisado pelo docente orientador do aluno. Nesta etapa é suficiente encadernação
simples com capa plástica e espiral.
29.
O aluno deverá preparar seu seminário de defesa com os recursos
audiovisuais que desejar. O tempo para exposição será de 30 minutos, não devendo
haver interrupção do aluno pela banca dentro deste período. Se necessário, a banca
poderá autorizar estender este tempo em mais 10 minutos. Depois será previsto um
período de 20 a 30 minutos para eventuais arguições e considerações por parte dos
membros da banca. Sugere-se que o tempo total não ultrapasse 60 minutos.
30.
As defesas devem ser públicas, como nos programas de pós-graduação.
Não poderá ser marcada defesa em horários diferentes dos horários normais de aula.
Sugere-se que as defesas sejam realizadas em horários entre 7h30min e 11h30min
pela manhã. Pela tarde iniciando às 13h30min, podendo se estender até 20h30min,
no máximo.
CAPÍTULO X
SISTEMA DE AVALIAÇÃO
31.
A média final referente ao Trabalho de Conclusão de Curso (NTCC), será
uma nota de 0 a 10 que resultará de uma média geométrica assim definida:
onde:
Q é a média de 0 a 10 obtida no Seminário de Qualificação; e,
Di é a nota de 0 a 10 dos membros da banca no Seminário de Defesa
Final
32.
O TCCp receberá uma nota de 0 a 10 a ser obtida na etapa de realização
do Seminário de Qualificação, sendo resultante da seguinte média ponderada:
onde: N1, N2 e N3 (Ni) são notas de 0 a 10 dadas pelos membros da Comissão
de Avaliação para o Seminário de Qualificação e NCoordenador é a nota do Coordenador
de TCC;
33.
Para que ocorra uma maior uniformização no critério de notas dos
227
Bacharelado em Engenharia de Computação
membros da Comissão de Avaliação, ficam estabelecidas as seguintes faixas:
Nota 10: se o TCCp for considerado muito bom sem ressalvas;
Nota 9: projeto muito bom com pequenas ressalvas;
Nota 7 a 8: projeto considerado bom;
Nota 5 ou 6: projeto considerado regular e/ou incompleto, havendo vários
itens a reformular ou completar;
Nota 1, 2, 3 ou 4: projeto considerado ruim e/ou muito incompleto, e
requer nova apresentação e defesa;
Nota ZERO: o aluno não participou do Seminário de Qualificação.
34.
O intervalo de aceitação entre as notas atribuídas pelos membros da
banca deve ser menor ou igual a 2,0 (dois). Caso essa diferença supere esse valor a
banca deve buscar consenso. No caso de nota inferior a 4,0 (quatro) o aluno tem que
refazer o seu projeto e defendê-lo novamente perante a banca para se qualificar.
35.
Não poderão ser atribuídos valores intermediários em 0,5 ponto. Em
caso de haver uma variação de notas maior que 2,0 pontos obtidos pela simples
subtração entre a maior ou menor nota das quatro obtidas pelos membros e a média,
a Comissão de Avaliação deve proceder à nova avaliação.
36.
O TCC receberá uma nota de 0 a 10 a ser obtida na etapa de realização
do Seminário de Defesa Final, sendo resultante da média aritmética simples das notas
dos membros da banca examinadora, com uma decimal (v. Anexo B).
37.
O preenchimento da ficha de avaliação pelo docente orientador será feito
diferentemente dos demais membros, A e B, da banca examinadora. O orientador,
além das notas referentes à defesa, irá avaliar aspectos outros do aluno tais como
responsabilidade, participação e interesse, seriedade, entrega de tarefas dentro do
prazo, presença nos dias marcados para orientação, dentre outros itens que o
orientador julgar importante com relação ao período completo de produção do
Trabalho de Conclusão de Curso (v. Anexo X).
228
Bacharelado em Engenharia de Computação
38.
A aprovação final do TCC é da responsabilidade do Coordenador de
Trabalho de Conclusão de Curso. O trabalho não será aceito enquanto não atender
às exigências feitas pela banca, cabendo ao aluno a revisão gramatical, exatidão
ortográfica, acentuação, pontuação, crase, concordâncias, tempo do verbo e
formatação de acordo com as normas de TCC definidas pelo Coordenador de TCC.
39.
É responsabilidade do aluno repassar para o professor orientador todas
as normas e regulamentos a serem cumpridos para todas as fases do Trabalho de
Conclusão de Curso.
CAPÍTULO XI
DISPOSIÇÕES COMPLEMENTARES
40.
Ao final do ano letivo, o Coordenador de Trabalho de Conclusão de
Curso, encaminhará os trabalhos encadernados ou em via digital para a Biblioteca do
Campus Várzea Grande e outra para o Campus Cuiabá. O aluno deverá fazer a
entrega de uma via em capa dura para a Coordenação de Trabalho de Conclusão de
Graduação, que ficará encarregada de montar o Centro de Documentação - CEDOC
do Curso de Engenharia de Computação, além de uma via em meio digital.
41.
É importante que a Coordenação do Curso mantenha um cadastro
informatizado de modo que, para cada aluno, haja as seguintes informações: título do
Trabalho de Graduação, área, orientador, ano da matrícula, data da defesa, local da
defesa, membros da banca examinadora e a nota do TCC.
42.
Os casos omissos ou duvidosos deste regulamento deverão ser
submetidos à análise do Colegiado de Curso.
43.
Esta regulamentação deverá ser aplicada a partir do período letivo de
2014.
Os documentos que integram a metodologia descrita para a disciplina Trabalho
de Conclusão de Curso estão descritos a seguir.
229
Bacharelado em Engenharia de Computação
ATA DE DEFESA DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Nome do Aluno:
Data da defesa: ........../.........../.............
Banca examinadora:
Orientador
Membro
Membro
Membro
Título da monografia:
______________________________________________________
__________________________________________________________________
__________________________________________________________________
Local: _______________________________ Hora de início: _________________
Em sessão pública, após exposição de cerca de _____________minutos, o candidato
foi arguido oralmente pelos membros da banca tendo como resultado:
(
) Aprovação por unanimidade sem exigências;
( ) Aprovação condicionada ao atendimento das exigências constantes na folha de
modificações no prazo fixado pela banca de .......... (........................) dias;
(
) Reprovação.
Na forma regulamentar foi lavrada a presente ata que é assinada abaixo pelos
membros da banca na ordem acima determinada e pelo aluno.
Várzea Grande,
/
/
Orientador
Membro
Membro
Membro
Aluno
___________________________________
Coordenador de Trabalho de Conclusão de Curso
230
Bacharelado em Engenharia de Computação
CORREÇÕES DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
Nome do Aluno:
A banca examinadora condicionou a aprovação do Trabalho de Conclusão de Curso
às seguintes correções:
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
O prazo para o cumprimento é de ...... (.................................) dias corridos, sendo
responsável pela verificação do atendimento às exigências da banca o orientador.
Ciente:
______________________________________________________________
Orientador
Membro
Membro
Membro
Várzea Grande, ........./............./...........
_____________________________________
Coordenador de Trabalho de Conclusão de Curso
231
Bacharelado em Engenharia de Computação
FICHA DE AVALIAÇÃO DA BANCA
ALUNO: _______________________________________________________
1. Exatidão, correção gramatical, clareza; linguagem científica
APRESENTAÇÃO,
adequada, objetiva e estilo direto; uso correto de terminologia;
ESTRUTURA E
REDAÇÃO.
2. Equilíbrio e estética na disposição e tamanho das partes
(introdução, desenvolvimento e conclusão); organização geral;
ESCOLHA DO
ASSUNTO
3. Relevância, importância, originalidade na área de atuação e
ao
nível
do
autor;
revelação
de
contribuição
pessoal/profissional;
4. Delimitação do tema; apresentação da motivação,
INTRODUÇÃO
justificativa e importância do assunto escolhido; formulação do
problema; apresentação de objetivos (geral e específicos) e
hipóteses;
REVISÃO
BIBLIOGRÁFICA
MÉTODO E
MATERIAIS
5. Referencial bibliográfico suficiente e adequado; quantidade,
qualidade e atualidade das fontes utilizadas;
6. Descrição detalhada do método; adequação ao problema da
pesquisa e ao atendimento dos objetivos; descrição do campo
de observação, amostra, variáveis e instrumentos;
ANÁLISE DOS
7. Sequência lógica; estruturação dos itens e subitens; clareza
na descrição, análise e interpretação dos dados e resultados;
RESULTADOS
CONCLUSÕES E
SUGESTÕES
apresentação de discussões; equilíbrio entre teoria e prática.
8. Conclusões relacionadas com as hipóteses e os objetivos;
demonstração de capacidade de síntese; apresentação de
sugestões, contribuições, e possibilidades de pesquisas futuras;
APRESENTAÇÃO
DO TRABALHO
9. Forma de apresentação; estratégias e recursos audiovisuais
para apresentação do trabalho; clareza e objetividade; ênfase
nos resultados e contribuições; apresentação dentro do tempo;
232
Bacharelado em Engenharia de Computação
10. Segurança e domínio dos conteúdos
OBS: o item 11 deve 11. PARTICIPAÇÃO, INTERESSE E
ser avaliado apenas
RESPONSABILIDADE ao longo de todo o período (ano
pelo docente
letivo) de orientação.
orientador
Cálculo da média (membros da banca examinadora):
Nota =
Cálculo da média (docente orientador):
Nota =
Várzea Grande,
/
/
/
________________________________________
Membro da Banca
233
Bacharelado em Engenharia de Computação
DECLARAÇÃO DE NÃO VIOLAÇÃO DE DIREITOS AUTORAIS DE TERCEIROS
Eu,
________________
(nome
_______________________________,
completo
do
CPF:_________________,
aluno)
Número
de
Matrícula: ____________________, aluno do Curso de Engenharia de Computação
da UFMT, declaro para os devidos fins:
a) que o ( ) Exame de Qualificação ( ) Trabalho de Conclusão de Curso:
“___________________________________________________________________
___________________________________________________________________
_______________________________________”, de minha autoria, não viola os
direitos autorais de terceiros, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas;
b) que a ( ) Projeto de Pesquisa-Qualificação ( ) Trabalho de Conclusão de Curso
ora submetido ao Corpo Docente do Instituto de Engenharia do Campus de Várzea
Grande da UFMT não se constitui reprodução de obra alheia, ainda com direitos
autorais protegidos ou já em domínio público;
c) que em havendo textos, tabelas e figuras transcritos de obras de terceiros com
direitos autorais protegidos ou de domínio público tal como ideias e conceitos de
terceiros, mesmo que sejam encontrados na Internet, os mesmos estão com os
devidos créditos aos autores originais e estão incluídas apenas com o intuito de deixar
o trabalho autocontido;
d) que os originais das autorizações para inclusão dos materiais do item c) emitidas
pelos proprietários dos direitos autorais, se for o caso, estão em meu poder;
e) que tenho ciência das Diretrizes e Normas Regulamentadoras de Pesquisas
descritas na Resolução CNS No 196/1996 e da obrigação de cumprir as disposições
previstas na Constituição Federativa do Brasil de 1988 e na legislação brasileira
relativa à violação de direitos autorais como Código do Consumidor, Código Civil e
Código Penal Brasileiro.
Várzea Grande, _____/______/________
Assinatura:_____________________________________
(Nome do aluno)
234
Bacharelado em Engenharia de Computação
TERMO DE AUTORIZAÇÃO PARA PUBLICAÇÃO DE TESES E DISSERTAÇÕES
ELETRÔNICAS (TDE) NA BIBLIOTECA DIGITAL DE TESES E DISSERTAÇÕES (BDTD)
Na qualidade de titular dos direitos de autor da publicação, autorizo a UFMT a
disponibilizar através do site www.ufmt.br, sem ressarcimento dos direitos autorais, de
acordo com a Lei No 9610/98, o texto integral da obra abaixo citada, conforme
permissões assinaladas, para fins de leitura, impressão e/ou download, a título de
divulgação da produção científica brasileira, a partir desta data.
1. IDENTIFICAÇÃO DO MATERIAL BIBLIOGRÁFICO:
( ) Tese
( ) Dissertação
( ) Trabalho de Conclusão de Curso
2. IDENTIFICAÇÃO:
Autor:
RG:
CPF:
Email:
Tel:
Seu email pode ser disponibilizado para consulta: Sim
Não
Filiação: (Instituição de vínculo empregatício do Autor)
Data da defesa:
____/____/________
Tíitulo:
Faculdade:
Departamento:
Área de conhecimento
235
Bacharelado em Engenharia de Computação
3- Dados pessoais dos membros da banca
Orientador:
RG:
CPF:
Email:
Tel:
Membro da
banca:
RG:
CPF:
Email:
Tel:
Membro da
banca:
RG:
CPF:
Email:
Tel:
Membro da
banca:
RG:
CPF:
Email:
Tel:
Várzea Grande, ______ /_____/__________
____________________________________________
(nome do aluno por extenso)
236
Bacharelado em Engenharia de Computação
APÊNDICE D – REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO
COLEGIADO DE CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO
O Colegiado de Curso de Engenharia de Computação,
Campus Várzea Grande da Universidade Federal de Mato
Grosso, em reunião realizada no dia __/__/____, no uso de
suas atribuições legais, decide regulamentar as:
NORMAS GERAIS DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE
GRADUAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO
TÍTULO I
ESTÁGIO
CAPÍTULO I
DA NATUREZA E DAS FINALIDADES
Art. 1o Estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de
trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo dos estudantes que estejam
frequentando o ensino regular.
§ 1o Considera-se estágio as atividades supervisionadas de estudantes da Universidade,
desenvolvidas no ambiente de trabalho, que visem à preparação para o trabalho produtivo,
sendo realizadas junto à parte concedente do estágio.
§ 2o Poderão ser concedentes de estágio pessoas jurídicas de direito privado, órgãos da
Administração Pública direta, autárquica e fundacional de quaisquer dos poderes da União, dos
Estados, do Distrito Federal e dos municípios, bem como profissional liberal de nível superior
devidamente registrado em seus respectivos conselhos de fiscalização profissional.
I – A própria UFMT poderá tornar-se parte concedente de estágio a estudantes de seus
cursos de graduação ou de outras instituições de ensino, desde que os setores onde se realizarão
os estágios apresentem condições para o pleno desenvolvimento acadêmico do estudante, de
acordo com o projeto pedagógico;
II – é facultado à UFMT celebrar com entes públicos e privados convênios de concessão
237
Bacharelado em Engenharia de Computação
de estágio; e
III – a intermediação para captação de partes concedentes é de responsabilidade dos
coordenadores de estágio de cada curso.
§ 3o O estágio visa ao aprendizado de competências próprias da atividade profissional e
à contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do educando para a vida cidadã
e para o trabalho.
§ 4o O estágio poderá ser obrigatório ou não obrigatório, conforme determinação das
diretrizes curriculares do curso e do projeto pedagógico do curso.
§ 5o O estágio obrigatório é componente curricular do curso, sendo requisito para sua
conclusão.
§ 6o O estágio não obrigatório é aquele desenvolvido como atividade opcional e
complementar, acrescida à carga horária regular e obrigatória, dependendo do projeto
pedagógico e das normas complementares de estágio aprovadas pelo Colegiado de Curso.
Parágrafo único. Caso previsto nas normas complementares de estágio do curso, o
estágio não obrigatório, desde que cumpra os requisitos estabelecidos, poderá ser considerado
como estágio obrigatório.
§ 7o É vedado o exercício de atividade sob a denominação “estágio” que não tenha
afinidade, de ordem prática e didática, com a área de formação do estudante, e que não atendam
ao disposto nos artigos 16 a 19 desta Resolução.
§ 8o O estágio não estabelece vínculo empregatício entre o estudante e a parte
concedente do estágio.
§ 9o Não se aplicam as disposições desta Resolução a outros tipos de estágios, que não
os de graduação.
Art. 2o O estágio requer planejamento, acompanhamento e avaliação constantes por
parte da Universidade, por intermédio dos coordenadores de estágio.
Art. 3o O estágio deve obedecer, além da legislação vigente, ao Estatuto e ao Regimento
Geral desta Universidade, às Normas Gerais da Graduação da UFMT, a esta Resolução e aos
critérios estabelecidos pelo curso de graduação em Engenharia de Computação por meio de
normas complementares.
Art. 4o Caso o estudante tenha vínculo empregatício em área correlata ao curso, o
trabalho poderá ser considerado como estágio obrigatório.
Parágrafo único. Para o caso previsto no caput deste artigo, é necessário que a atividade
238
Bacharelado em Engenharia de Computação
profissional seja supervisionada, possua carga horária mínima e plano de atividades
equivalentes à do estágio, e seja essa possibilidade prevista nas normas complementares de
estágio aprovadas pelo Colegiado de Curso.
Art. 5o Caso o estudante participe de projeto de iniciação científica ou de iniciação à
docência na área de seu curso, esta atividade poderá ser convalidada como estágio obrigatório
desde que possua carga horária mínima equivalente e seja essa possibilidade prevista nas
normas complementares de estágio aprovadas pelo Colegiado de Curso.
Art. 6o Não pode, sob nenhuma hipótese, ser considerado como estágio obrigatório
trabalho voluntário de qualquer natureza.
Art. 7o Para formalização e início da atividade de estágio, obrigatório ou não obrigatório,
o estudante deverá ter necessariamente cursado o primeiro e o segundo semestres (para cursos
semestrais) ou primeiro ano (para cursos anuais) do curso.
Art. 8o São requisitos indispensáveis para a formalização e início de atividades de
estágio os documentos “termo de compromisso”, ou “contrato de trabalho” no caso previsto no
art. 4º, e “plano de atividades”, além de outros conforme as normas de estágio do curso, em
quatro vias impressas.
§ 1o O termo de compromisso deve ser assinado pelo representante legal da parte
concedente, pelo aluno e pela Universidade, através de seu Setor de Estágio.
§ 2o O plano de atividades deve ser assinado pelo aluno, pelo supervisor de estágio da
parte concedente, e pelo professor orientador do estágio ou pelo coordenador de estágios do
curso ao qual se vincula o aluno.
§ 3o Os documentos impressos poderão ser substituídos por versão eletrônica quando
este recurso for implementado pela UFMT.
Art. 9o É requisito indispensável para a formalização da conclusão de estágio a
apresentação de relatório de atividades por parte do estagiário, em periodicidade nunca superior
a seis meses, além de um relatório final, bem como a avaliação deste(s) relatório(s) por parte
do professor orientador, do supervisor na parte concedente e do coordenador de estágio.
Parágrafo único. A formalização da avaliação do(s) relatório(s) de estágio será definida
pelas normas complementares de estágio do curso.
CAPÍTULO II
239
Bacharelado em Engenharia de Computação
DA ORGANIZAÇÃO
Art. 11.
O colegiado do curso de graduação deverá elaborar as suas normas
complementares de estágio, conforme diretrizes do Capítulo III, Título II deste documento.
Art. 12. O curso terá um coordenador de estágio, cuja função é explicitada no Título II
deste documento.
Art. 13. Para cada estagiário haverá um professor orientador indicado pelo coordenador
de estágio, conforme normas complementares de estágio do curso, seja o estágio obrigatório ou
não- obrigatório.
Art. 14. Para cada estagiário haverá um supervisor indicado pela parte concedente de
estágio, seja o estágio obrigatório ou não-obrigatório.
Art. 15. Todo candidato a estágio deverá atender aos requisitos mínimos exigidos pelas
normas complementares de estágio de seu curso.
Art. 16. Todo candidato a estágio deverá apresentar, antes do início das atividades de
estágio, um plano de atividades a ser aprovado pelo coordenador de estágios, em conformidade
com as normas complementares de estágio e com o projeto pedagógico do curso.
Art. 17. Todo candidato a estágio deverá assinar, juntamente com a parte cedente e a
Universidade, por meio do Setor de Estágio, termo de compromisso, antes do início das
atividades de estágio, onde deve haver comprovação da contratação de seguro contra acidentes
pessoais em favor do candidato.
Art. 18. Durante o estágio, o aluno deverá cumprir com o plano de atividades aprovado
e com o disposto no art. 9º destas Normas.
Art. 19. O estágio é considerado concluído após cumpridos todos os requisitos de tempo
e atividades conforme o plano de trabalho de estágio e conforme as normas de estágio do curso,
incluindo a entrega do relatório final de estágio.
TÍTULO II
DAS ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES
CAPÍTULO I
DA INSTITUIÇÃO CONCEDENTE
Art. 20. A parte concedente deverá:
240
Bacharelado em Engenharia de Computação
I – indicar funcionário de seu quadro de pessoal, com formação ou experiência
profissional na área de conhecimento do curso do estudante, para supervisioná-lo;
II – contratar às suas expensas seguro contra acidentes pessoais para o estagiário; e
III – ofertar instalações que tenham condições de proporcionar ao estagiário atividades
de aprendizagem social, profissional e cultural.
Parágrafo único. No caso de estágio obrigatório, a responsabilidade pela contratação do
seguro de que trata o inciso II deste artigo poderá, alternativamente, ser assumida pela UFMT.
CAPÍTULO II
DO SETOR DE ESTÁGIO
Art. 21. Caberá ao Setor de Estágio, da Diretoria de Ensino, da Pró-Reitoria de
Graduação da UFMT:
I – formalizar convênios;
II – elaborar os termos de compromissos de estágio;
III – promover a tramitação de documentos, viabilizando agilidade no processo de
formalização dos estágios;
IV – manter contato, de forma permanente, com as coordenações de estágio, buscando
a interação e a atualização de informações dos processos em desenvolvimento;
V – prestar apoio na divulgação de possíveis oportunidades de estágios, juntamente com
as coordenações de estágio dos cursos;
VI – emitir certificado para os estudantes que realizaram estágio no âmbito da UFMT;
VII – formalizar eventuais desligamentos por meio de rescisão de estágio; e
VIII – manter registro de todos estágios realizados na UFMT para fins de
acompanhamento e controle.
CAPÍTULO III
DO COLEGIADO E DA COORDENAÇÃO DE CURSO
Art. 22. Caberá ao Colegiado de Curso elaborar as normas complementares que deverão
reger os seus respectivos estágios obrigatórios e não-obrigatórios, obedecendo ao disposto nas
leis que versam sobre a matéria e às diretrizes da UFMT, além de fiscalizar a atuação do
coordenador de estágio.
241
Bacharelado em Engenharia de Computação
§ 1º Observado o que dispõe a legislação pertinente e as Normas Gerais da Graduação,
caberá ao Colegiado de Curso, aprovar e publicar as normas complementares de estágio do
curso.
§ 2º As normas complementares de estágio deverão garantir:
I – a elaboração de planos de atividades coerentes com os princípios e objetivos do curso
de graduação;
II – o acompanhamento e fiscalização do coordenador de estágios do curso;
III – as definições quanto à carga horária, duração e jornada de estágio, de acordo com
as Normas Gerais da Graduação, leis e resoluções específicas;
IV – o detalhamento de atores e suas competências;
V – as especificações quanto ao acompanhamento e avaliações do estágio;
VI – o estabelecimento de requisitos complementares para acesso do estudante ao
estágio, além daqueles previstos em lei, nas Normas Gerais da Graduação e nestas Normas
Gerais de Estágio; e
VII – a determinação de limite máximo de estagiários por orientador, sendo que essa
quantidade limite não poderá ser superior a 20 estudantes.
Art. 23. Caberá ao Coordenador de Curso assegurar que o estudante, ao realizar o
estágio obrigatório, esteja matriculado no respectivo componente curricular.
Parágrafo único. Caso o estágio obrigatório tenha duração superior ao período letivo, o
estudante deverá solicitar a renovação de sua matrícula neste componente curricular a cada
período letivo.
Art. 24. Caberá ao Coordenador de Curso, de acordo com o projeto pedagógico do
curso, quando do término do estágio obrigatório, enviar ao registro escolar da UFMT a ficha de
conclusão de estágio para o registro do componente curricular.
CAPÍTULO IV
DO COORDENADOR DE ESTÁGIOS
Art. 25. Os Conselhos das Unidades Acadêmicas nomearão os responsáveis pela
coordenação dos estágios no âmbito de seus cursos de graduação, designados pelos colegiados
dos cursos.
242
Bacharelado em Engenharia de Computação
§ 1º Compete ao Colegiado de Curso definir os critérios de escolha do coordenador de
estágio.
§ 2º A Unidade Acadêmica deve alocar carga horária específica ao(s) coordenador(es)
de estágios a ela vinculado(s).
Art. 26. São atribuições do coordenador de estágio no âmbito do curso:
I – orientar, previamente ao início do estágio, o estudante quanto:
a) à formalização do estágio;
b) às leis e normas de estágio da UFMT e do curso de graduação;
c) às obrigações da parte concedente;
d) aos seus direitos e deveres junto à parte concedente e junto à UFMT; e
e) à ética profissional.
II – aprovar, previamente ao início das atividades de estágio, a realização do mesmo,
obrigatório ou não obrigatório, por meio do deferimento do plano de atividades e assinatura do
termo de compromisso;
III – supervisionar, receber, emitir e encaminhar a documentação dos processos de
estágios;
IV – convocar os estudantes, sempre que houver necessidade, a fim de esclarecer ou
solucionar problemas atinentes ao estágio;
V – esclarecer professores orientadores, estudantes e supervisores de estágio quanto à
necessidade de apresentação do plano de atividades e do relatório de atividades de estágio;
VI – organizar e manter atualizado, permanentemente, o cadastro das atividades de
estágios referente ao seu curso;
VII – avaliar o relatório final de estágio e o parecer final do orientador, estabelecendo
sua aprovação ou reprovação;
VIII – submeter ao Coordenador de Curso a avaliação final de cada estágio;
IX – manter comunicação com o Coordenador de Curso para encaminhamento dos
procedimentos relativos ao estágio;
X – encaminhar uma via do relatório de atividades de estágio, após a assinatura do
professor orientador e do supervisor de estágio; e
243
Bacharelado em Engenharia de Computação
XI – apresentar um relatório anual de suas atividades como coordenador.
Parágrafo único. Os relatórios de atividades de estágio, sob responsabilidade do coordenador
de estágio, deverão ficar à disposição por dois anos na coordenação de curso.
CAPÍTULO V
DO PROFESSOR ORIENTADOR
Art. 27. Pode ser professor orientador de estágio o professor de carreira do magistério
superior da UFMT.
Art. 28. São atribuições do professor orientador de estágio:
I – orientar o estudante, juntamente com o supervisor da parte concedente, na elaboração
do plano de atividades e acompanhar sua execução;
II – aprovar previamente a realização do estágio, obrigatório ou não-obrigatório, por
meio do deferimento do plano de atividades;
III – manter contatos com o supervisor de estágio da parte concedente e com o
coordenador de estágios do curso para acompanhamento das atividades desenvolvidas pelo
estagiário;
IV – acompanhar, receber e avaliar os relatórios de atividades de estágio, apresentando
sugestões que contribuam para o aprimoramento do estudante e dando o direcionamento que as
normas complementares de estágio do curso definirem; e
V – elaborar e encaminhar ao coordenador de estágio um parecer sobre o relatório final
de estágio, indicando sua aprovação ou reprovação.
CAPÍTULO VI
DO ESTUDANTE
Art. 29. São condições para que o estudante possa realizar o estágio:
I – estar regularmente matriculado e frequente em curso de graduação da UFMT;
II – atender à legislação vigente, estas diretrizes e às normas complementares de estágio
do curso de graduação; e
III – observar os procedimentos relativos à sua formalização, especialmente as
assinaturas do plano de atividade e do termo de compromisso.
Parágrafo único. Conforme disposto no art. 7º, para formalização e início da atividade
244
Bacharelado em Engenharia de Computação
de estágio, obrigatório ou não obrigatório, o estudante deverá ter necessariamente cursado o
primeiro e o segundo semestres.
Art. 30. São obrigações do estudante:
I – escolher o local do estágio;
II – participar das atividades de orientação do estágio;
III – observar sempre os regulamentos da parte concedente;
IV – redigir, juntamente com o supervisor de estágio, seu plano de atividades;
V – após deferimento do plano de atividades, entregar uma das vias ao coordenador de
estágios do curso, e outra à parte concedente, fazendo o mesmo com o termo de compromisso
assinado por todas as partes e guardando uma cópia para si;
VI – desenvolver o trabalho previsto no plano de atividades, conforme o cronograma
estabelecido;
VII – enviar, em tempo hábil, os documentos solicitados pela parte concedente;
VIII – zelar pelo nome da parte concedente e da UFMT;
IX – manter um clima harmonioso com a equipe de trabalho no âmbito da parte
concedente e da UFMT;
X – quando necessário ou quando solicitado, dirigir-se ao seu professor orientador de
estágio, mantendo sempre uma conduta condizente com sua formação profissional;
XI – elaborar periodicamente, em prazo não superior a dois meses os relatórios de
atividades de estágio;
XII – encaminhar duas vias do relatório parcial de atividades de estágio para o
coordenador de estágios do curso, após a assinatura do professor orientador e do supervisor de
estágio; e
XIII – entregar ao coordenador de estágios do curso um relatório final de atividades de
estágio, apresentando sugestões que contribuam para o aprimoramento das atividades
formativas e atendendo, ainda, às normas complementares do curso.
Art. 31. O estudante deverá informar, de imediato e por escrito, à parte concedente, ao
coordenador de estágio do curso, qualquer fato que interrompa, suspenda ou cancele a sua
matrícula na UFMT, ficando ele responsável por quaisquer despesas causadas pela ausência
245
Bacharelado em Engenharia de Computação
dessa informação.
CAPÍTULO VII
DO SUPERVISOR DE ESTÁGIO
Art. 32. Constituem atribuições do supervisor do estágio na parte concedente:
I – auxiliar o estudante na elaboração do plano de atividades e acompanhar sua
execução;
II – manter contato com o coordenador de estágio do curso e com o professor orientador
de estágio;
III – oferecer ao estudante a oportunidade de vivenciar situações de aprendizagem que
permitam uma visão real da profissão;
IV – avaliar o desempenho do estagiário durante execução das atividades, apresentando
relatório avaliativo à UFMT, quando solicitado; e
V – observar a legislação e os regulamentos da UFMT relativos a estágios.
§ 1º No caso de a própria UFMT ser a parte concedente, o supervisor de estágio pode
acumular a atribuição de orientador de estágio, caso seja docente da UFMT.
§ 2º Caso a UFMT seja parte concedente e ocorra pagamento indevido por causa da
negligência do supervisor de estágio, este estará sujeito a sanções administrativas, conforme o
Regimento Geral da UFMT.
TÍTULO III
DURAÇÃO E JORNADA DO ESTÁGIO
CAPÍTULO I
JORNADA DE ATIVIDADES DE ESTÁGIO
Art. 33. A jornada de atividades de estágio deverá ser definida em comum acordo entre
o coordenador de estágios, a parte concedente e o estudante, sendo compatível com as
atividades acadêmicas e respeitando o limite de 30 (trinta) horas semanais.
§ 1o Quando o estudante estiver matriculado somente no componente curricular de
estágio, a jornada de estágio poderá ter até 40 (quarenta) horas semanais.
§ 2o Se a UFMT adotar verificações de aprendizagem periódicas ou finais, nos períodos
de avaliação, a carga horária do estágio será reduzida pelo menos à metade, segundo estipulado
246
Bacharelado em Engenharia de Computação
no termo de compromisso, para garantir o bom desempenho do estudante.
Art. 34. O horário de realização do estágio deve ser estabelecido em acordo com as
conveniências mútuas, ressalvadas as limitações previstas nas normas complementares de
estágio do curso.
CAPÍTULO II
DURAÇÃO DO ESTÁGIO
Art. 35. A duração do estágio não poderá exceder um ano na mesma parte concedente,
exceto quando se tratar de estudante com deficiência.
TÍTULO IV
BENEFÍCIOS DO ESTUDANTE
Art. 36. O estudante poderá receber bolsa ou outra forma de contraprestação que venha
a ser acordada, sendo compulsória a sua concessão, bem como a do auxílio-transporte, na
hipótese de estágio não obrigatório.
Parágrafo único. É vedado qualquer desconto não autorizado pelo estagiário.
Art. 37. Sempre que o estágio tiver duração igual ou superior a um ano, é assegurado
ao estudante um período de recesso de 30 trinta dias, a ser gozado preferencialmente durante
suas férias escolares. § 1o O recesso de que trata este artigo deverá ser remunerado quando o
estudante receber bolsa ou outra forma de contraprestação. § 2o Os dias de recesso previstos
neste artigo serão concedidos de maneira proporcional, no caso de o estágio ter duração inferior
a um ano.
TÍTULO V
ESTÁGIOS EM MOBILIDADE
Art. 40.
A responsabilidade pelos estágios realizados em outros países será
compartilhada entre a Diretoria de Relações Internacionais e Interinstitucionais e o coordenador
de estágio, sendo efetivados por meio desses, respeitando-se os acordos internacionais e as
normas complementares de estágio do curso.
§ 1º Cópia da documentação relativa ao estágio no exterior deverá permanecer na
coordenação do Curso para fins de registro e acompanhamento, no que couber.
§ 2º Ressalvadas as peculiaridades do estágio no exterior, ao mesmo se aplicam as
regras contidas nesta Resolução, no que couber.
247
Bacharelado em Engenharia de Computação
Art. 41. Para os estágios realizados por meio de acordos nacionais e internacionais de
Mobilidade Acadêmica, o Colegiado de Curso avaliará seu aproveitamento como estágio
obrigatório, de acordo com as determinações das normas complementares de estágio do curso.
Parágrafo único. Para o aproveitamento de estágio devem-se considerar os termos do
acordo de Mobilidade, as normas complementares de estágio do curso e as exigências desta
Resolução.
TÍTULO VI
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 42. A falta de atendimento por parte do concedente a qualquer dispositivo
normativo pertinente ao estágio, ou sua desvirtuação, torna nulo o termo de compromisso
firmado, ficando a UFMT isenta de responsabilidade de qualquer natureza, seja trabalhista,
previdenciária, civil ou tributária.
Art. 43. Esta regulamentação só poderá ser modificada mediante proposta apresentada
pelo Colegiado de Curso.
Art. 44. Os casos omissos referentes a estas Normas serão analisados e apreciados pelo
Colegiado de Curso de Engenharia de Computação.
248
Bacharelado em Engenharia de Computação
APÊNDICE E – EQUIVALÊNCIA PARA AVALIAÇÃO DAS
ATIVIDADES COMPLEMENTARES – AC
Grupo I: Palestras e Cursos Adicionais
Neste grupo estão previstas as atividades do Grupo I, com as correspondentes
horas equivalentes. Máximo de atividades computadas para o Grupo I: 40 horas.
Atividade

Disciplinas de outros cursos de outras IES. Em todos
os casos as instituições e cursos devem ser devidamente
reconhecidos pelo MEC e cursados com aproveitamento.

Participação em cursos de extensão universitária
organizados pela UFMT ou por outra IES, com avaliação
de frequência e desempenho.
Horas computadas em
AC
1 hora a cada 3 horas de
curso
1 hora a cada 2 horas de
curso

Participação efetiva e comprovada em semanas
acadêmicas, palestras, programas de treinamento,
jornadas, simpósios, seminários, congressos, encontros,
conferências, fóruns e outros eventos de ciência e
tecnologia em áreas diretas e correlatas à Engenharia de
Computação, promovidas pela UFMT, outras IES ou por
órgãos públicos, conselhos, entidades da sociedade civil
ou associações de classe.

Participação em viagens de estudo no Brasil,
organizadas pela UFMT ou por outra IES.

Participação em viagens de estudo para o exterior
organizadas pela UFMT ou por outra IES.
1 hora a cada 2 horas de
participação
10h a cada dia de
atividades nas instituições
cadas
15h a cada dia de
atividades nas instituições
visitadas

Outras atividades propostas pelo discente, em qualquer
campo do conhecimento afim ao universo acadêmico,
sujeitas à avaliação do Colegiado de Curso de Engenharia
de Computação quanto ao mérito para o discente e para o
curso e ao tempo de duração.
Definição de acordo com
a atividade a ser avaliada.
249
Bacharelado em Engenharia de Computação
Grupo II: Representação e Participação em Projetos
Neste grupo estão previstas as atividades do Grupo II, com as correspondentes
horas equivalentes. Máximo de atividades computadas para o Grupo II: 40 horas.
Atividade

Representação discente junto a órgãos da UFMT, com
comprovação de, no mínimo, 75% de participação efetiva,
desde que o mandato representativo tenha, no mínimo, 12
horas de mandato.

Bolsista remunerado ou voluntário de extensão da
UFMT, com o devido registro na Pró-Reitoria de
Extensão.

Participação em comissão coordenadora ou executora
de evento de extensão isolado, registrada na Pró-Reitoria
de Extensão.
Horas computadas em
AC
1 hora a cada 4 horas de
atividade de
representação.
1 hora a cada 20 horas de
atividades
1 hora a cada 20 horas de
participação

Bolsista remunerado ou voluntário de iniciação
científica realizada no âmbito da UFMT, com o devido
registro na Pró-Reitoria de Pesquisa e/ou participação no
Seminário de Iniciação Científica.
1 hora a cada 20 horas de
atividades

Monitoria em disciplinas da UFMT com a devida
comprovação do Departamento ou do professor
responsável e registro pela Pró-Reitoria de Ensino de
Graduação.

Atividades desenvolvidas como Bolsa PET (Programa
de Educação Tutorial), Bolsa EaD (Educação à Distância)
e demais bolsas acadêmicas.

Atividades desenvolvidas como Bolsa Trabalho (ou
similar) no âmbito da UFMT.
1 hora a cada 20 horas de
atividades
1 hora a cada 20 horas de
atividades
1 hora a cada 80 horas

Outras atividades propostas pelo discente, em qualquer
campo do conhecimento afim ao universo acadêmico,
sujeitas à avaliação do Colegiado de Curso de Engenharia
de Computação quanto ao mérito para o discente e para o
curso e ao tempo de duração.
Definição de acordo com
a atividade a ser
avaliada.
250
Bacharelado em Engenharia de Computação
Grupo III: Produção Científico-Tecnológica
Neste grupo estão previstas as atividades do Grupo III, com as
correspondentes horas equivalentes. Máximo de atividades computadas para o Grupo
II: 40 horas.
Atividade

Publicação de artigo em periódico científico com
ISSN, ou capítulo de livro com ISBN.

Publicação de livro ou manual técnico com ISBN.

Publicação de artigo ou resumo expandido em anais de
eventos científicos.

Publicação de resumo simples em anais de eventos
científicos.

Publicação de artigo em periódicos não científicos
(magazines) ou em jornais

Apresentação oral de trabalhos em eventos científicos

Apresentação de trabalhos, por meio de pôster, banner,
vídeo ou maquete, em eventos científicos.
Horas computadas em
AC
30 horas por artigo
30 horas por livro
10 horas por trabalho
5 horas por trabalho
5 horas por artigo
15 horas por apresentação
10 horas por apresentação

Prêmio em concursos de projetos, inovação
tecnológica ou outra modalidade, em níveis internacional,
nacional ou regional.

Prêmio em concursos de projetos, inovação
tecnológica ou outra modalidade, em nível local.
30 horas
20 horas

Outras produções apresentadas pelo discente, em
qualquer campo do conhecimento afim ao universo
acadêmico, sujeitas à avaliação do Colegiado de Curso de
Engenharia de Computação quanto ao mérito para o
discente e para o curso e ao tempo de duração.
Definição de acordo com
a atividade a ser avaliada.
251
Bacharelado em Engenharia de Computação
APÊNDICE F – REGULAMENTO DOS LABORATÓRIOS DIDÁTICOS
MINUTA
REGULAMENTO DOS LABO RATÓRIOS
DIDÁTICOS DOS CURSOS DE ENGENHARIA
DE COMPUTAÇÃO E ENGE NHARIA DE
CONTROLE E AUTOMAÇÃO
Prof. Me. Gustavo Post Sabin
Coordenador de Ensino de Graduação em Engenharia de Controle e Automação
Prof. Dr. Jésus Franco Bueno
Coordenador de Ensino de Graduação em Engenharia de Computação
Prof. Me. Raoni Florentino da Silva Teixeira
Professor do Curso de Graduação em Engenharia de Computação
CUIABÁ, MT
AGOSTO DE 2014
252
Bacharelado em Engenharia de Computação
 Capítulo I - Das denominações
Art. 1o Fica denominada, “Supervisão dos Laboratórios Didáticos” dos Cursos
Graduação em Engenharia de Computação e Engenharia de Controle e Automação
do Instituto de Engenharia (IEng) do campus Universitário de Várzea Grande da
Universidade Federal de Mato Grosso (CUVG), a atividade de administração dos
laboratórios didáticos disponibilizados aos usuários da comunidade acadêmica.
I – São denominados usuários da comunidade acadêmica, os discentes,
professores, técnicos e pessoas autorizadas que estejam nas dependências dos
laboratórios, fazendo ou/não uso de equipamentos da instituição, pessoais
ou de outra procedência.
II - A atividade de administração dos laboratórios compreende qualquer
atividade relativa a gerencia do espaço físico e infraestrutura, instalação,
manutenção e atualização dos equipamentos.
III – Os equipamentos sob administração do Supervisor são os que estão no
espaço físico dos laboratórios didáticos e que pertençam ao patrimônio da
UFMT ou estejam sob a responsabilidade de algum membro da comunidade
acadêmica.
IV – Ficam denominadas coordenações de curso, as coordenações dos cursos
de Bacharelado em Engenharia de Computação e Bacharelado em
Engenharia de Controle e Automação do IEng-CUVG.
Art. 2o Ficam os Laboratórios Didáticos dos Cursos de Graduação em Engenharia de
Computação e Engenharia de Controle e Automação denominados:
(1) Laboratório de Tecnologia da Informação – LTI,
(2) Laboratório de Eletrônica Digital e Circuitos Analógicos – LED,
(3) Laboratório de Desenvolvimento de Software – LDS,
(4) Laboratório de Sistemas Inteligentes – LSI composto por:
(4.1) Laboratório de Inteligência Artificial – LIA,
(4.2) Laboratório de Automação – LA,
(4.3) Laboratório de Robótica – LR,
(6) Laboratório de Sistemas Digitais e Arquiteturas – LDA,
(7) Laboratório de Redes de Computadores - LRC.
(8) Laboratório de Eletricidade Industrial – LEI
(8.1) Laboratório de Máquinas Elétricas
(8.2) Laboratório de Comandos Elétricos
(8.3) Laboratório de Eletrônica de Potência
(9) Laboratório de Controle e Instrumentação
(9.1) Laboratório de Instrumentação Industrial
(9.2) Laboratório de Controle de Processos
253
Bacharelado em Engenharia de Computação
A sala de servidores de rede e de conectividade será denominada sala de Servidores
de Rede e a sala de manutenção de equipamentos será denominada sala de Suporte
Técnico.
Art. 3o Os equipamentos das salas de professores, de laboratórios de grupos de
pesquisas, ou de particulares em uso no Instituto de Engenharia são denominados
“equipamentos pessoais” e são de responsabilidade exclusiva do proprietário ou
portador dos mesmos. O Supervisor avaliará a viabilidade e disponibilidade de
solicitação suporte técnico para manutenção.
 Capítulo II – Das normas de boa conduta
Art. 4o As normas de boa conduta nos Laboratórios Didáticos dos Cursos de
Graduação em Engenharia de Computação e Engenharia de Controle e Automação
devem refletir a boa conduta da vida em sociedade e regidas por códigos que as
definem.
Art. 5o É proibido comer, beber, fumar ou praticar quaisquer atos que não sejam
compatíveis com as normas de boa conduta dentro dos espaços físicos dos
laboratórios.
Art. 6o É recomendado que o uso de celular dentro dos espaços físicos dos
laboratórios seja limitado ao aceite da ligação e que o usuário se retire deste espaço
físico para conversação.
 Capítulo III - Dos usuários
Art. 7o Os Laboratórios Didáticos dos Cursos de Graduação em Engenharia de
Computação e Engenharia de Controle e Automação são de uso exclusivo para as
atividades de Ensino, Pesquisa ou Extensão correlacionadas à formação dos
graduandos. Compete ao Colegiado do curso de graduação, com homologação pela
Congregação do Instituto, apreciar e aprovar as solicitações para:
I - Autorizar o uso do laboratório por pessoa ou grupo de pessoas que não se
incluam no caput deste artigo.
II - Cessão de empréstimo de laboratórios para atividades acadêmicas dos
discentes e de outros órgãos da UFMT ou de outra instituição.
Art. 8o O usuário é responsável pelo equipamento dentro do horário reservado por
ele para uso.
Art. 9o A permanência do usuário no laboratório só será permitida dentro de seu
horário de reserva e estando estritamente ligada à observância dos artigos deste
Regimento.
254
Bacharelado em Engenharia de Computação
 Capítulo IV – Das atividades acadêmicas
Art. 10 São “atividades acadêmicas” aquelas relacionadas ao ensino, pesquisa e
extensão definidas por normas institucionais e executadas sob a gestão da
Coordenação de Curso e da Congregação do Instituto no que compete a cada um
destes colegiados.
Art. 11 É expressamente proibido o uso de equipamentos dos laboratórios para
atividades que não sejam acadêmicas.
I - O acesso à Internet será exclusivo para atividades acadêmicas, estando sujeito
o usuário às sanções definidas neste Regimento.
 Capítulo V - Do funcionamento
Art. 12 Cabe a Congregação do Instituto de Engenharia definir o horário de
funcionamento regular e excepcional dos laboratórios nos períodos de aulas e de
recesso escolar.
Art. 13 Os laboratórios funcionam sob o regime de silêncio para propiciar a
concentração dos estudos e o aproveitamento do uso dos recursos.
Art. 14 Fica proibido aos usuários abrir os equipamentos dos laboratórios,
desconectar cabos e modificar quaisquer instalações e configurações já definidas.
Art. 15 Enquadram-se ainda nas proibições a modificação e instalação de software(s)
sem devida regulamentação e autorização do Supervisor.
Art. 16 É expressamente proibido ao usuário remover qualquer equipamento ou
componente dos laboratórios.
Art. 17 A manutenção dos equipamentos ocorrerá no laboratório onde se encontra
ou será removido para a sala de Suporte Técnico somente pelo Técnico de Suporte.
Para manutenção geral dos equipamentos o Supervisor comunicará com antecedência
de 48 horas aos usuários.
Art. 18 O uso dos equipamentos dos laboratórios será feito mediante reserva
antecipada.
Art. 19 A reserva para utilização dos equipamentos nos laboratórios é condicionada
ao cadastro de usuários realizado pela secretaria das Coordenações dos Cursos para
todos os usuários.
Art. 20 O uso de equipamentos pessoais, de qualquer tipo e tecnologia, pela
comunidade acadêmica dentro dos espaços físicos dos laboratórios, podem depender
da autorização do Supervisor e sujeita os usuários à observância deste Regulamento.
I – O uso destes equipamentos pessoais dentro dos espaços físicos dos
laboratórios didáticos se restringe às atividades descritas neste Regulamento
e são de responsabilidade exclusiva do usuário.
Art. 21 Os pertences pessoais, como bolsas, mochilas, maletas e outros devem ser
colocados nos armários na entrada dos laboratórios, somente materiais didáticos são
255
Bacharelado em Engenharia de Computação
permitidos próximos aos equipamentos.
Art. 22 Não será permitido afixar qualquer tipo de comunicação (avisos, folders,
cartazes, e outros) nas dependências dos laboratórios. Compete ao Diretor do
Instituto de Engenharia e/ou aos Coordenadores de curso a definição dos locais e
prazos apropriados para esta finalidade conforme Regimento do Instituto.
 Capítulo VI - Da reserva para uso do laboratório
Art. 23 Para efeito de cadastramento nos laboratórios serão considerados os seguintes
procedimentos:
I - O discente do curso de graduação deve procurar a Secretaria dos Cursos e
preencher um formulário de cadastramento para utilização de laboratórios ou em
sistema computacional disponibilizado para esta finalidade.
II - Discentes de cursos de extensão terão seu cadastramento efetuado mediante
a efetivação de sua matrícula no referido curso, e terá validade durante a vigência
do mesmo.
Parágrafo Único: Os horários de utilização por parte destes discentes serão
definidos por ocasião do planejamento dos cursos pelos seus instrutores e
regulamentados na aprovação do projeto de extensão na Congregação do Instituto
de Engenharia.
Art. 24 As reservas têm caráter personalíssimo e devem ser efetuadas pelos usuários.
Quando se tratar de uso para disciplina o professor é o responsável pela reserva.
Art. 25 A utilização dos Laboratórios obedecerão às seguintes prioridades de uso:
I – Para as disciplinas de Ensino de Graduação que possuam carga horária de
prática de laboratório pré-definida, sendo que a reserva prioritária de uso dos
laboratórios didáticos será sistematizada pelas Coordenações dos Cursos em
conjunto com o Supervisor a cada semestre.
II – Para as demais atividades a reserva dos laboratórios obedecerá à prioridade
considerando a finalidade precípua de cada laboratório e serão definidas pelos
Coordenadores dos Cursos em conjunto com a Direção do Instituto, observadas
as regras citadas neste Regulamento.
Art. 26 A data da reserva não pode ser superior a 48 (quarenta e oito) horas do dia de
sua solicitação e segue os critérios abaixo:
I – Contam-se para efeitos da reserva apenas os horários de funcionamento do
laboratório nos períodos letivos.
II – Uma reserva corresponde ao período de 2 (duas) horas, limitado ao máximo
de 2 reservas. Sendo o período mínimo de duração da reserva de 1 hora.
III – Vencido o período de reserva e caso não haja reserva para aquele
equipamento, o usuário poderá utilizá-lo por mais de um período, mediante
reserva, e assim consecutivamente.
IV – As reservas para aulas de laboratório nas disciplinas que possuam carga
256
Bacharelado em Engenharia de Computação
horária prática deverão ser feitas através de requerimento do professor da
disciplina, no começo de cada semestre, aos Coordenadores dos Cursos com 7
(sete) dias de antecedência no mínimo, respeitando sempre o limite máximo de
aulas de laboratório que é a carga horária prática correspondente à disciplina.
V – As reservas para cursos de extensão deverão ser feitas com 15 (quinze) dias
de antecedência pelo proponente do projeto de extensão aprovado na
Congregação do Instituto de Engenharia.
VI – O usuário pode liberar a reserva antes do final do prazo agendado, devendo
comunicar a disponibilidade do equipamento.
Art. 27 Os discentes de curso de extensão poderão solicitar reserva de horário para
utilização dos laboratórios didáticos desde que previsto no projeto de extensão.
Art. 28 O usuário poderá cancelar sua reserva, sem aplicação da penalidade, se o fizer
com pelo menos 1 (uma) hora de antecedência, visando disponibilizar para nova
reserva.
 Capítulo VII - Da segurança no uso do laboratório
Art. 29 Compete ao usuário zelar pela segurança pessoal, dos equipamentos e da
estrutura do laboratório em uso.
Art. 30 O comportamento do usuário dos Laboratórios Didáticos deve obedecer às
regras de segurança relativas ao uso de equipamentos energizados, sendo de
responsabilidade exclusiva do usuário a observância das normas das instituições
regulamentadoras.
I – Em caso de dúvida sobre o manuseio de equipamentos o usuário deve
solicitar orientação do professor da disciplina, e se for o caso, o
acompanhamento do técnico de laboratório.
 Capítulo VIII - Das atribuições dos Coordenadores dos Cursos
Art. 31 Compete ao Supervisor dos Laboratórios Didáticos em conjunto com os
Coordenadores de Ensino dos Cursos de Graduação em Engenharia de Computação
e Engenharia de Controle e Automação com o Diretor do Instituto de Engenharia as
seguintes atribuições:
I – Gerenciar os Laboratórios de acordo com este Regulamento.
II – Gerenciar os recursos computacionais e os recursos humanos envolvidos com
o funcionamento dos laboratórios.
III – Relatar as ocorrências, os problemas e necessidades dos Laboratórios aos
Coordenadores dos Cursos de Graduação em Engenharia de Computação e
Engenharia de Controle e Automação ou ao Diretor do Instituto de Engenharia,
conforme a ocorrência.
257
Bacharelado em Engenharia de Computação
IV – Apresentar ao final de cada semestre letivo o Relatório de Atividades de
Supervisão objetivando principalmente a administração do funcionamento dos
laboratórios e atualização das instalações para atendimento às disciplinas dos
cursos de graduação.
Art. 32 Implementar em conjunto com os Coordenadores de Ensino dos Cursos de
Graduação em Engenharia de Computação e Engenharia de Controle e Automação a
escala de horários dos técnicos dos laboratórios para assegurar o pleno
funcionamento.
Art. 33 Apresentar as Coordenações dos Cursos de Graduação de Engenharia de
Computação e Engenharia de Controle e Automação as necessidades de aprimorar
este Regulamento adequando-o a realidade de uso dos laboratórios e das normas
acadêmicas. Compete aos Coordenadores dos cursos aprová-lo no Colegiado de
Curso e encaminhar à homologação da Congregação do Instituto de Engenharia.
Art. 34 Não se enquadram nas atribuições do Supervisor de Laboratórios, da equipe
de apoio ou dos atendentes, a responsabilidade pelos dados armazenados em
quaisquer mídias dos laboratórios ou das salas dos professores. Apenas o proprietário
dos dados é responsável por assegurar sua existência e sua integridade, mesmo durante
os procedimentos de manutenção ou translado dos equipamentos.
 Capítulo IX - Das atribuições dos técnicos
Art. 35 Os técnicos têm suas atividades designados pelo Supervisor dos Laboratórios
Didáticos, mas estão administrativamente subordinados à Direção do Instituto de
Engenharia.
Art. 36 Cabe aos técnicos as seguintes atribuições:
I – Garantir a segurança do patrimônio do Instituto de Engenharia colocado nos
laboratórios, permitindo somente a entrada de pessoas autorizadas ao uso dos
mesmos.
II – Efetuar reservas de horários dos usuários de acordo com as normas deste
Regimento interno.
III – Fiscalizar o cumprimento deste Regimento dos Laboratórios.
IV – Não se ausentar dos laboratórios, sob hipótese alguma, em seu horário de
trabalho, cumprindo integralmente o Regimento Interno.
V – Manter um controle dos materiais de utilização nos Laboratórios
VI – Fiscalizar as condições ambientais e higiênicas nos laboratórios.
VII – Observar as condições de funcionamento dos equipamentos dos
laboratórios e da sala de Suporte Técnico, repassando ao Supervisor dos
Laboratórios as necessidades de manutenção.
VIII – Controlar o uso dos recursos dos laboratórios e as instalações (elétricas,
móveis, utensílios, etc.).
IX – Assegurar que os aparelhos de ar condicionado estejam funcionando
258
Bacharelado em Engenharia de Computação
adequadamente para manter a temperatura e umidade dos laboratórios em
conformidade com as normas técnicas. A manutenção das portas e janelas
fechadas quando necessário à segurança e ao condicionamento adequado do ar no
ambiente.
X – Operar o sistema de estabilização da energia elétrica dentro dos padrões para
pleno funcionamento dos equipamentos.
XI – Zelar pela manutenção do estado de conservação e organização da sala de
Suporte Técnico.
 Capítulo X - Das atribuições da equipe de apoio
Art. 37 As atividades do pessoal de apoio, monitores, bolsistas e estagiários serão
determinadas pelas Coordenações de Ensino de Graduação dos Cursos de Engenharia
de Computação e Engenharia de Controle e Automação.
Art. 38 O horário de trabalho com os mesmos será definido em conjunto com o
Supervisor dos Laboratórios Didáticos visando à compatibilidade com outras
atividades acadêmicas e o atendimento da escala de horários.
Art. 39 O horário de funcionamento dos Laboratórios deverá compreender todos os
turnos dos cursos ofertados e as atividades designadas para os laboratórios. A
presença de monitores e bolsistas para atendimento aos usuários será definida em uma
escala de horários em conjunto com as Coordenações dos Cursos.
 Capítulo XI - Das infrações e das penalidades
Art. 40 A ausência injustificada do usuário no horário reservado acarretará a seguinte
penalidade:
I – Após 10 minutos do início da reserva será liberado para uso de novo
interessado.
Art. 41 A violação deste Regimento sujeita os usuários às seguintes penalidades:
I - Na primeira ocorrência, o infrator será advertido formalmente.
II - Na segunda ocorrência, o infrator será penalizado com suspensão por 2 (dois)
dias úteis de seus direitos de usuário.
III – Na terceira ocorrência, o mesmo será penalizado com suspensão de 7 dias
de seus direitos de usuário e anotação apropriada em seu histórico escolar.
Parágrafo único: É facultado ao usuário apelar solicitando revisão da penalidade
às Coordenações de Ensino de Graduação dos Cursos de Engenharia de
Computação ou Engenharia de Controle e Automação.
Art. 42 Os usuários são diretamente responsáveis por qualquer violação das normas
da sociedade civil ocorrida durante a utilização dos laboratórios, sendo sujeitos às
penalidades previstas na legislação vigente.
259
Bacharelado em Engenharia de Computação
 Capítulo XII - Das disposições finais
Art. 43 Este regulamento se aplica a todos os usuários dos Laboratórios Didáticos dos
Cursos de Graduação em Engenharia de Computação e Engenharia de Controle e
Automação indistintamente, ficando o Supervisor de Laboratórios encarregado de
registrar a ocorrência e comunicá-la por escrito:
I – Quando o infrator for discente a comunicação supracitada será feita aos
Coordenadores dos Cursos que determinaram as providencias a serem tomadas.
II – Quando o usuário infrator for de outra categoria a comunicação será feita
ao Diretor do Instituto que determinará as providencias a serem tomadas.
Art. 44 As Coordenações dos Cursos de Graduação em Engenharia de Computação
e Engenharia de Controle e Automação são os responsáveis por definir a Minuta deste
Regulamento, aprová-lo nos Colegiados dos respectivos Cursos e encaminhar ao
Diretor do Instituto para homologação na Congregação.
Art. 45 Os Colegiados dos Cursos são as primeiras instâncias de apelação e julgamento
de recursos.
Art. 46 Fica designado a Congregação do Instituto de Engenharia como órgão para
recursos máximos.
Prof. Dr.
Presidente da Congregação do Instituto de Engenharia
Prof. Dr.
Presidente Colegiado do Curso de Graduação em Engenharia de
Computação
Prof. Dr.
Presidente Colegiado do Curso de Graduação em Engenharia de
Controle e Automação
Discente:
Representante dos discentes na Congregação do Instituto de
Engenharia
__/__/____
Data
__/__/____
Data
__/__/____
Data
__/__/____
Data
260
Bacharelado em Engenharia de Computação
Prof. Dr.
Supervisor dos Laboratórios Didáticos do curso de Graduação
em Engenharia de Computação
__/__/____
Data
Cuiabá, dd de mês de 201x.
261
Bacharelado em Engenharia de Computação
APÊNDICE G – CADASTRO INFORMATIVO DE EGRESSOS
O questionário inicia com um bloco com as seguintes informações como: ano de formatura;
cidade onde trabalha atualmente; está atuando como Engenheiro de Computação?
Em seguida deverão ser identificados aspectos segundo a organização descrita a seguir.
a) Trabalho
- Está atuando como Engenheiro de Computação?
- Qual a área de atuação?
- Quais atividades que realiza?
- Que funções que desempenha?
-Que cargo ocupa?
- O trabalho (ou emprego) atual é continuidade de estágio realizado ainda na fase de
graduação?
- Já possui alguma ART registrada no CREA (elaboração de projeto e/ou responsabilidade
técnica)?
- Quais são os projetos que elaborou como profissional?
- Outras questões, como, por exemplo, em que cidade ou local reside e trabalha?
- Que dificuldades têm enfrentado no trabalho?
- Que habilidades têm sido necessárias?
- O Curso de Engenharia de Computação contribuiu quanto à formação necessária nessa área
de atuação?
b) Educação continuada
- Está matriculado em algum curso de extensão, atualização, treinamento ou pós-graduação
latu ou stricto sensu, ou outro curso de graduação?
- Se a resposta é afirmativa, dedica-se integralmente aos estudos ou realiza o curso
paralelamente ao trabalho?
- Que curso realiza? Em qual instituição?
- Em que cidade ou local realiza o curso de pós-graduação?
- Que dificuldades têm enfrentado nos estudos de pós-graduação?
- Que conteúdos têm sido necessárias?
- O Curso de Engenharia de Computação contribuiu quanto à formação necessária no campo
de estudo escolhido?
c) Perspectivas ou metas
- Quais as perspectivas futuras de trabalho?
- Quais as perspectivas futuras de estudo?
262
Bacharelado em Engenharia de Computação
APÊNDICE H – AVALIAÇÃO DE DOCENTES
01. O planejamento da disciplina contendo ementa, objetivos, conteúdo programático, sistema
de avaliação e bibliografia da disciplina foi fornecido e comentado pelo professor no início do
curso?
A - sim;
B - sim, foi fornecido, mas poderia ser melhor explicado;
C - não.
02. Quanto à ementa e ao programa da disciplina, ficou visível ao final do curso que estes foram
desenvolvidos:
A - de forma completa;
B - em sua maior parte;
C - apenas em parte.
03. No seu julgamento, o professor conseguiu trazer motivação mostrando a importância da
disciplina no contexto curricular (conexão com outras disciplinas de séries anteriores e
posteriores), bem como a sua aplicação ou inserção na formação profissional do Engenheiro de
Computação?
A - sim, amplamente;
B - sim, embora apenas razoavelmente;
C - não.
04. No que se refere aos assuntos da disciplina é possível julgar que o professor:
A - tem ótimo domínio (discute bem as questões, ou ainda, propõe questões para
discussão em grupo ou em conjunto);
B - tem bom domínio;
C - tem domínio apenas regular.
05. Pode-se afirmar também que o professor:
A - é seguro (fica aberto a questionamentos durante a aula, responde as perguntas de
forma satisfatória sempre elucidando as dúvidas);
B - às vezes demonstra certa insegurança;
C - é inseguro.
06. No que se refere ao processo de aprendizagem estimulado pelo professor através das aulas,
posso dizer como aluno que: frequentemente saía das aulas.
A - entendendo a matéria, a tal ponto de não ter tido dificuldades para estudar em casa,
além de ter conseguido elaborar perguntas ao professor visando aprofundamento,
extensão ou aplicabilidade dos assuntos;
263
Bacharelado em Engenharia de Computação
B - com entendimento parcial, com dúvidas e com certa dificuldade para estudar em casa,
sozinho;
C - sem entender a matéria, com muita dificuldade para estudar em casa, sozinho.
07. Quanto à bibliografia indicada pelo professor, pode-se dizer que a mesma foi:
A - variada;
B - pouco variada;
C - escassa.
08. Ainda no que se refere à bibliografia, pode-se dizer também que a maioria das fontes foi:
A - acessível (disponível nas bibliotecas da universidade, fácil de adquirir, ou ainda,
disponibilizada pelo professor para cópia);
B - acessível, porém com alguma dificuldade;
C - inacessível.
As questões 9 a 17 visam avaliar os aspectos que não têm tanto a ver com a disciplina específica,
mas sim com características e comportamentos que o professor tende a apresentar em qualquer
disciplina ou curso.
09. Quanto à frequência às aulas, o professor demonstrou ser:
A - sempre assíduo;
B - nem sempre assíduo;
C - muito faltoso, comprometendo a sequência de aprendizagem e o cumprimento do
programa.
10. Quanto aos horários das aulas, o professor demonstrou ser:
A - sempre pontual para iniciar e terminar as aulas;
B - algumas vezes impontual;
C - impontual, quase sempre.
11. O professor apresentou expressão em português:
A - sempre correta;
B - nem sempre correta;
C - ruim.
12. O professor possui voz:
A - clara;
B - não muito clara;
C - sem clareza.
264
Bacharelado em Engenharia de Computação
13. A organização do quadro-negro foi:
A - boa;
B - regular;
C - ruim.
14. A grafia era:
A - sempre legível;
B - às vezes ilegível;
C - quase sempre ilegível.
15. Os recursos audiovisuais utilizados foram:
A - interessantes e variados em todo o decorrer do período letivo, motivando as aulas e
despertando o interesse e participação dos alunos;
B - foram válidos, mas poderiam ter sido melhores em qualidade ou variedade;
C - desinteressantes ou inexistentes.
16. A disponibilidade do professor para consultas ou assistência fora dos horários de aula foi:
A - completa ou satisfatória;
B - pouca;
C - nenhuma.
17. Quanto ao relacionamento, você considera que o professor:
A - é aberto ao diálogo e respeita a opinião dos alunos, tendo havido bom relacionamento;
B - relaciona-se com alguma dificuldade;
C - não respeita a opinião dos alunos, ou não admite diálogo, prejudicando o
relacionamento.
Quatro questões (de 18 a 21) referem-se à sistemática de avaliação, um aspecto sempre muito
questionado pelos alunos, seja qual for o método adotado. São questões sobre a variedade das
formas de avaliação utilizadas, sobre a manutenção ou não do sistema ao longo do período
letivo, sobre o cumprimento de prazos para entrega dos resultados e sobre a adequação do tempo
dado para a realização das provas.
18. Para verificação da aprendizagem foram utilizadas:
A - formas variadas de avaliação, tais como provas escritas ou orais, trabalhos e exercícios
de aplicação (individuais ou em equipe), seminários, participação em sala de aula,
265
Bacharelado em Engenharia de Computação
frequência, etc.);
B - pelo menos duas formas de avaliação;
C - uma única forma de avaliação.
19. O sistema de avaliação da disciplina, apresentado no início do período, incluindo o
procedimento para determinação das médias e nota final:
A - foi mantido no decorrer do período letivo;
B - foi alterado com apresentação de justificativa;
C - foi alterado sem que os alunos fossem informados.
20. Os resultados das avaliações:
A - foram divulgados de acordo com as normas da UFMT;
B - foram divulgados com atraso, porém antes de aplicar outras avaliações;
C - foram divulgados apenas no final.
21. O tempo dado para realização das provas escritas:
A - foi sempre suficiente;
B - nem sempre foi suficiente;
C - sempre foi insuficiente.
As duas últimas questões desta parte do questionário buscam sintetizar o resultado geral. Aqui
o aluno aponta o grau de interesse demonstrado pelo professor e faz também uma análise geral
sobre o seu próprio desempenho na disciplina, considerando como fator principal o fato de o
professor ter gerado ou não motivação.
22. De modo geral, a demonstração de interesse pela aprendizagem dos alunos por parte do
professor, pode ser considerada:
A - boa;
B - regular;
C - ruim ou inexistente.
23. Fazendo uma análise geral, é possível afirmar que:
A - o professor conseguiu gerar motivação nas aulas dadas; sinto que consegui
compreender a matéria, tive um bom desempenho na disciplina, ampliei
conhecimentos e desenvolvi habilidades;
B - a motivação gerada pelo professor foi apenas regular; independentemente dos
resultados que alcancei, penso que o desenvolvimento da disciplina poderia ser
266
Bacharelado em Engenharia de Computação
melhorado;
C - a motivação gerada foi ruim ou inexistente; independentemente dos resultados que
alcancei, penso que o professor deveria rever seus métodos, uma vez que, no meu
julgamento, há muito a melhorar.
24. Quanto aos horários de atendimento da secretaria da Coordenação de Ensino de Graduação
você está:
A - satisfeito, nada tenho a reclamar, pois sempre fui atendido quando precisei;
B - razoavelmente satisfeito;
C - insatisfeito.
25. O atendimento dado pelos funcionários da secretaria do curso pode ser qualificado como:
A - bom, sempre fui bem atendido(a) e orientado(a), saindo sempre com minhas
necessidades resolvidas e dúvidas esclarecidas;
B - satisfatório, embora algumas vezes eu não tenha sido atendido(a) a contento;
C - ruim, quase sempre.
26. Das vezes que necessitei da orientação do professor Coordenador de Ensino de Graduação,
posso dizer que este atendimento foi:
A - bom, fui bem atendido(a) e orientado(a) saindo sempre com minhas necessidades
resolvidas e dúvidas esclarecidas; demonstra muito interesse pelos alunos e pelo bom
andamento do curso;
B - satisfatório, fui atendido normalmente.
C - ruim, parece não ter se interessado ou se importado com minhas dificuldades e
dúvidas; ou ainda, tive muitas dificuldades para poder ser atendido.
27. Os murais e quadros de avisos da Coordenação do Curso de Engenharia de Computação:
A - são bem organizados e completos apresentando informações importantes tais como:
calendário escolar, resultados de avaliações, eventos, oferta de estágios e bolsas, dentre
outras;
B - são organizados, mas incompletos: nem sempre encontro as informações que preciso;
C - são desorganizados e incompletos, tornando sempre necessário me dirigir ao
secretário ou ao Coordenador do Curso para me informar.
28. A home-page do Curso:
267
Bacharelado em Engenharia de Computação
A - é interessante, bem organizada e completa disponibilizando informações importantes
sobre o curso, sua história, projeto pedagógico, grade curricular, ementas e programas
das disciplinas, normas e resoluções, dados dos professores, links de interesse,
formulários para download, etc.;
B - é organizada, mas poderia ser mais completa em termos de informações e apoio ao
estudante;
C - deixa a desejar em informações e apoio ao estudante.
268
Bacharelado em Engenharia de Computação
APÊNDICE I – ATRIBUIÇÕES DO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO

Prestar apoio didático-pedagógico às áreas de apoio ao ensino, aos
coordenadores e diretores de cursos de graduação em Engenharia de
Computação, no sentido de aprimorar e desenvolver as atividades
docentes e discentes, acompanhando e supervisionando a execução
do projeto pedagógico dos cursos;

Entrevistar os alunos ingressantes e acompanhar o processo de
matrícula junto à Secretaria de Registros Acadêmicos;

Planejar e coordenar as atividades da SEMANA DE INTEGRAÇÃO de
novos alunos, promovida a cada semestre pelas coordenações dos
cursos;

Analisar os perfis das turmas e orientar professores sobre demandas
específicas de conteúdo, alterações curriculares ou situações didáticopedagógicas diferenciadas;

Elaborar manuais de orientação para docentes e discentes, em acordo
com as coordenações dos cursos, e implantá-los após validação junto
aos coordenadores e Colegiado/Congregação;

Informar e orientar alunos e professores sobre o regulamento do curso,
direitos e deveres de docentes e discentes, sistemas de avaliação,
regime disciplinar e critérios de desligamento do curso, dentre outras,
bem como adotar e proceder à aplicação das medidas administrativas
cabíveis, observando o regimento e regulamentos específicos,
encaminhando à direção dos cursos os casos que extrapolem sua
esfera de competência.

Auxiliar os professores, quando demandado, sobre a didática utilizada
em suas aulas;

Realizar acompanhamento pedagógico, individual ou em grupo, aos
alunos, desenvolvendo métodos de estudo que facilitem ao processo
de ensino-aprendizagem;

Orientar e aprovar o plano de estudo dos alunos, de acordo com as
269
Bacharelado em Engenharia de Computação
diretrizes estipuladas pelas coordenações dos cursos;

Analisar os resultados do desempenho dos alunos no EXAME
NACIONAL DE CURSOS (ENADE/Provão) e em outros testes e
exames
assemelhados,
de
forma
a
fornecer
subsídios
aos
coordenadores de cursos e contribuir para a qualificação das escolas;

Monitorar o desempenho acadêmico dos alunos, através de sistema
específico, analisando resultados dos desempenhos dos alunos no
semestre, de forma a subsidiar decisões e correções por parte dos
professores, coordenações e/ou direção dos cursos;

Elaborar, validar e implantar o REGULAMENTO e MANUAL DE
ATIVIDADES COMPLEMENTARES, em acordo com as coordenações
de cada curso, gerando os instrumentos de acompanhamento
necessários para o cumprimento das horas exigidas por cada curso;

Coordenar e acompanhar as atividades complementares curriculares e
extracurriculares de acordo com as demandas exigidas pelas
coordenações dos cursos;

Organizar, a partir das demandas dos coordenadores de cursos, os
calendários acadêmicos letivos e a sequência de provas e exames;

Acompanhar e supervisionar o cumprimento do calendário anual dos
cursos, observando os prazos estabelecidos e providenciando a
reposição de aulas, quando couber;

Acompanhar o trabalho desenvolvido pelos monitores de disciplinas ou
projetos de tutorias, com vistas ao melhor desempenho das turmas em
geral e de alunos que apresentam dificuldades;

Resolver, no âmbito de sua competência, questões disciplinares e
encaminhá-las, aos coordenadores de cursos e às direções das
escolas, para a aplicação das regras estabelecidas nos regulamentos
dos cursos;

Participar, conforme a política interna da Instituição, de projetos,
cursos, eventos, convênios e programas de ensino, pesquisa e
extensão, bem como de programa de treinamento, quando convocado;
270
Bacharelado em Engenharia de Computação

Comunicar à Secretaria de Registros Acadêmicos quaisquer mudanças
relativas à matriz curricular, procedimentos para equivalências e outras
medidas, para implantação em prazo e condições adequadas;

Promover integração entre família, escola e comunidade, de acordo
com os critérios estabelecidos pelas coordenações dos cursos;

Avaliar e elaborar, com as coordenações dos cursos, instrumentos de
avaliação de desempenhos docente e discente, com os objetivos de
aprimorar os sistemas de avaliação interna e externa;

Submeter à coordenação e direção dos cursos as demandas para a
provisão dos recursos humanos necessários.
271
Bacharelado em Engenharia de Computação
APÊNDICE J – PROTOCOLO DE SEGURANÇA DE AULA DE
CAMPO
MINUTA
PROTOCOLO DE SEGURANÇA DE AULA
DE CAMPO
CUIABÁ, MT
AGOSTO DE 2014
272
Bacharelado em Engenharia de Computação
1. ORIENTAÇÕES GERAIS
1.1 O proponente da atividade de campo poderá ser um ou mais de um docente em
atividade no IEng, levando-se em consideração a natureza da atividade.
1.2 Os discentes, docentes e motoristas envolvidos nas atividades de campo deverão
acatar as normas de segurança gerais da legislação vigente, bem como aquelas
dispostas neste protocolo e as especificadas no projeto da atividade.
1.3 Todos os discentes envolvidos nas atividades de campo deverão estar cobertos
pelo seguro contra acidentes pessoais a ser providenciado pela Universidade.
1.4 Nas atividades de campo não é permitido o transporte e a participação de pessoas
que não sejam integrantes da comunidade acadêmica do IEng, ressalvadas aquelas
cuja participação se dê em decorrência de convênios e parcerias institucionais de
qualquer ordem, desde que tenham seguro contra acidentes pessoais e que sejam
indicados pelo proponente da atividade de campo e autorizados pelo dirigente da
unidade. Em caso de participante autorizado que não tenha seguro contra acidentes
pessoais, este deverá assinar um termo de responsabilidade individual.
1.5 A participação de monitores na atividade de campo deverá ser justificada pelo
docente responsável e submetida à aprovação prévia da Coordenação de Curso,
ouvidos os docentes da área.
2. RESPONSABILIDADES DA INSTITUIÇÃO
2.1 É de responsabilidade da Universidade a manutenção dos veículos da instituição
utilizados nas atividades de campo, bem como a formalização de reclamação quanto
ao estado de conservação e uso dos veículos contratados. É de responsabilidade do
Instituto garantir auxílio aos discentes e diárias aos servidores e colaboradores, em
conformidade com o orçamento e autorização da autoridade competente.
2.2 É de responsabilidade da Universidade providenciar seguro contra acidentes
pessoais a todos os discentes envolvidos nas atividades de campo.
2.3 É de responsabilidade do Instituto fornecer ao docente proponente da atividade
de campo e aos motoristas uma lista de telefones para contato em caso de urgência
ou emergência, bem como notificar os órgãos competentes, indicados pelo docente
proponente, sobre a realização da atividade.
2.4 É de responsabilidade da Coordenação de Curso apreciar os projetos de atividade
de campo, ouvidos os docentes da área, e encaminhá-los à Direção da Unidade para
avaliação.
2.4.1 Após a aprovação das atividades pela Direção da Unidade, a Coordenação de
Curso divulgará as datas de realização das atividades para a comunidade acadêmica.
2.5 É de responsabilidade do Instituto fornecer os equipamentos de primeiros socorros
para as atividades de campo.
2.6 É de responsabilidade do Instituto fornecer os equipamentos básicos necessários
à realização das atividades de campo, bem como os equipamentos de proteção
individual (EPIs) listados no projeto da atividade.
273
Bacharelado em Engenharia de Computação
2.7 É de responsabilidade do Instituto o acompanhamento das atividades de campo,
prestando eventual suporte logístico.
2.8 É de responsabilidade do Instituto solicitar apoio externo aos órgãos competentes
para capacitação dos docentes, sempre que necessário.
3. RESPONSABILIDADES
ATIVIDADE DE CAMPO
DO
DOCENTE
PROPONENTE
DA
São responsabilidades do docente proponente da atividade de campo:
3.1 Participar das reuniões convocadas pela Unidade para definição das atividades
de campo do semestre.
3.2 Elaborar o projeto da atividade de campo, solicitando a viabilização da viagem em
compatibilidade com as condições oferecidas pela Universidade, bem como preencher
os formulários de solicitação de veículo, de plano de aulas, de solicitação de diárias
(para os docentes) e de solicitação de ajudas de custo (para os discentes). A
solicitação deverá ser feita com antecedência mínima de 60 (sessenta) dias da
realização da atividade de campo ou 15 (quinze) dias da realização da saída técnica.
3.3 Realizar o conhecimento prévio do(s) local(is) de visita, quando necessário.
3.4 Disponibilizar aos discentes no início do semestre letivo a provável data de
realização da viagem.
3.5 Informar aos participantes da atividade de campo o itinerário, a programação e os
dados relevantes sobre o local de destino, bem como orientá-los durante todo o
percurso realizado.
3.6 Oferecer aula(s) expositiva(s) sobre as Normas para Atividades de Campo para
os discentes matriculados no componente curricular.
3.7 Orientar os eventuais participantes externos quanto às Normas para Atividades de
Campo.
3.8 Informar aos participantes a lista de EPIs que devem ser utilizados nas atividades
programadas, em conformidade com a Norma Regulamentadora 6 (NR 6) do
Ministério do Trabalho e/ou demais critérios que julgar pertinente.
3.9 Zelar pela segurança dos participantes, orientando acerca das atividades e de
seus possíveis riscos.
3.10 Formalizar, com antecedência mínima de 24 horas, pedido de vistoria ao Setor
de Patrimônio do Instituto dos equipamentos requeridos para a atividade, assinando
o Termo de Responsabilidade sobre os equipamentos retirados.
3.11 Apresentar ao Setor de Patrimônio do Instituto, no retorno, todos os
equipamentos retirados, registrando possíveis avarias e/ou perdas.
3.12 Apresentar, no retorno, um relatório simplificado da viagem, contendo a
quilometragem total percorrida e a descrição de eventualidades, bem como demais
prestações de conta necessárias.
3.12.1 No caso da desistência de discentes, informar neste relatório a lista de
desistentes para que possam ser tomadas as providências para a devolução das
respectivas ajudas de custo.
274
Bacharelado em Engenharia de Computação
4. RESPONSABILIDADES
ATIVIDADE DE CAMPO
DO
DISCENTE
PARTICIPANTE
DA
São responsabilidades do discente participante da atividade de campo:
4.1 Custear a sua hospedagem e as suas refeições durante a atividade de campo.
4.2 Levar para a atividade de campo protetor solar, água, lanches e demais itens
solicitados pelo docente proponente, em quantidade compatível com o número de dias
de permanência no campo.
4.3 Utilizar, durante as atividades programadas, os EPIs listados pelo docente
proponente.
4.3.1 Providenciar os EPIs de cunho pessoal, tais como vestimentas e calçados
adequados, conforme especificado pelo docente proponente.
4.4 Ter cuidado com a utilização de equipamentos disponibilizados pela instituição
para a realização da atividade de campo.
4.4.1 O discente ou a equipe de discentes deverá assinar termo de responsabilidade
pela utilização do equipamento cedido.
4.4.2 Os equipamentos disponibilizados ao discente ou à equipe de discentes deverão
ser devolvidos ao término da atividade de campo.
4.4.3 Em caso de o equipamento cedido não ser devolvido, o(s) discente(s)
responsável(is) pelo seu uso deverá(ão) arcar com as despesas de compra e
devolução do equipamento perdido à Universidade.
4.5 Procurar o seu médico e consultá-lo sobre a possibilidade de realizar a atividade
de campo, em caso de gravidez, amamentação ou de apresentar problemas de saúde.
4.5.1 Informar ao docente proponente, por meio de atestado médico, sobre gravidez,
amamentação ou problemas de saúde, bem como levar para a atividade de campo o
medicamento apropriado, em quantidade necessária para o seu uso, observando o
prazo de validade do mesmo.
4.6 Não portar, consumir ou oferecer a outrem, dentro ou fora do veículo ou nas
demais acomodações, qualquer tipo de bebida alcoólica ou droga ilícita.
4.7 Não se afastar do grupo nem sair do roteiro da viagem para fazer turismo ou
passeio. Não praticar ato que coloque em risco qualquer membro da equipe ou a si
próprio.
4.8 Respeitar o docente, os demais discentes e o disposto neste Protocolo de
Segurança para Atividades de Campo.
4.9 Assinar o Termo de Responsabilidade e Ciência de Risco do Participante (Anexo
I).
4.9.1 Para o discente menor de idade, o Termo de Responsabilidade e Ciência de
Risco do Participante deverá ser assinado pelo seu responsável.
4.10 Apresentar relatório da atividade de campo, quando solicitado pelo docente
proponente.
275
Bacharelado em Engenharia de Computação
5. REQUISITOS PARA A PARTICIPAÇÃO DO DISCENTE NA
ATIVIDADE DE CAMPO
5.1 Estar matriculado no componente curricular ao qual está vinculada a
atividade de campo e não ter ultrapassado o limite de faltas de 25% da carga horária
do componente.
5.2 Participar da aula expositiva sobre as Normas para Atividades de Campo,
ministrada pelo docente proponente, e assinar a lista de presenças contendo o
número de matrícula expedido pela Universidade.
5.2.1 Alunos que não participarem da aula expositiva sobre as Normas para Atividades
de Campo poderão participar da atividade quando autorizados pelo docente
proponente.
5.3 Cumprir as demais exigências estabelecidas no planejamento da viagem e nas
atividades pré-campo, caso estas sejam solicitadas pelo docente proponente.
5.4 Vestir-se de forma adequada à realização das atividades previstas, segundo as
normas de segurança.
6. CASOS OMISSOS
Os casos omissos à presente norma serão apreciados e resolvidos pela
Congregação do IEng.
276
Bacharelado em Engenharia de Computação
ANEXO I - TERMO DE RESPONSABILIDADE E CIÊNCIA DE
RISCO DO PARTICIPANTE
Eu,
_________________________________________________________,
matrícula nº_________________, declaro estar ciente dos termos contidos no
Protocolo de Segurança para Atividades de Campo e Saídas Técnicas e assumo o
compromisso de cumprir suas disposições, apresentar conduta proativa de
segurança, inclusive prestando informações adicionais sobre características pessoais,
geradoras ou potencializadoras de risco, tais como alergias, gravidez, deficiência ou
limitação física, dependência de medicamentos, indisposição a determinados agentes
físicos, biológicos ou químicos, bem como outras informações relevantes à minha
própria segurança e à de terceiros.
Fica também firmado o compromisso quanto à postura disciplinada, seguindo as
orientações dos organizadores designados pela Universidade, respeitando os roteiros
e/ou atividades programadas, sempre utilizando os equipamentos de proteção
individual e evitando atitudes ou condutas desrespeitosas às atividades. Além disso,
declaro estar ciente de que não posso dirigir veículos da instituição ou de
conveniados/contratados, exceto em casos excepcionais previstos na legislação, bem
como tomar banho em corpos d’água de qualquer natureza sem a devida autorização
do docente proponente. Declaro também não portar nem utilizar substâncias
entorpecentes ilícitas. Declaro ainda estar ciente de que, caso necessite de eventual
atendimento médico e/ou de primeiros socorros, esses procedimentos dependerão
sempre das condições do local onde eu me encontrar.
No caso de desobediência às normas de segurança, estou ciente de que poderei
ser desligado desta atividade acadêmica imediatamente.
Referências externas
Pessoa para contato na cidade de origem:
Grau de parentesco:
Telefones:
Outras informações relevantes
Obs: descreva as características pessoais relacionadas a gravidez, alergias,
limitações físicas ou incapacidades, indisposição a agentes físicos, biológicos ou
químicos, bem como administração de medicamentos (nesse caso, anexar cópia do
receituário médico).
Cuiabá, ____ / ____ / _______. ____________________________________
Assinatura do estudante ou responsável
277
Bacharelado em Engenharia de Computação
Prof. Dr.
Presidente da Congregação do Instituto de Engenharia
__/__/____
Data
Prof. Dr.
Presidente Colegiado do Curso de Graduação em Engenharia
de Minas
__/__/____
Data
Discente:
Representante dos discentes na Congregação do Instituto de
Engenharia
__/__/____
Data
278
Bacharelado em Engenharia de Computação
Anexo A – Minuta de Resolução
MINUTA DE RESOLUÇÃO - CONSEPE
RESOLUÇÃO CONSEPE No ____, de 201_.
Dispõe sobre Alterações na Estrutura Curricular e no Projeto Pedagógico do
Curso de Graduação em Engenharia de Computação, Bacharelado, presencial, do
Instituto de Engenharia do Campus Universitário de Várzea Grande, da
Universidade Federal de Mato Grosso, aprovado pela Resolução Consepe
nº138/2013, homologada pela Resolução Consepenº151/2013.
O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO, no uso de suas atribuições
legais, e
CONSIDERANDO o que consta nos Processo nº
CONSIDERANDO a decisão do Plenário em Sessão realizada no dia __/__/__.
R E S O L V E:
Artigo 1o. Aprovar as Alterações Curriculares e o Projeto Pedagógico de Curso de
Graduação em Engenharia de Computação, Bacharelado, presencial, do Instituto de Engenharia
do Campus Universitário de Várzea Grande, da Universidade Federal de Mato Grosso; com
carga horária de 3.600 (três mil e seiscentas) horas; com 60 (sessenta) vagas anuais, sendo 30
(trinta) para o primeiro semestre e 30 (trinta) para o segundo semestre; turno de funcionamento
integral (matutino e vespertino); regime acadêmico crédito semestral; integralização curricular
mínima em 10 semestres e máxima em 15 semestres, conforme Anexos I, II e III.
Artigo 2o. Esta Resolução entra em vigor nesta data, revogando-se a Resolução Consepe
nº138/2013, homologada pela Resolução Consepenº151/2013.
a.
SALA DAS SESSÕES DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E
EXTENSÃO, em Cuiabá,
de
de
2014.
279
Bacharelado em Engenharia de Computação
ANEXO I
MATRIZ CURRICULAR
NÚCLEOS
COMPONENTES CURRICULARES
CONTEÚDOS
BÁSICOS
Cálculo I
Física I
Algoritmos e Programação de Computadores
Desenho Técnico e Expressão Gráfica
Meio Ambiente, Sociedade, Ética e
Responsabilidade
Comunicação, Expressão e Redação Técnica
Inovação e Tecnologia
Cálculo II
Física II
Química Geral
Álgebra Linear e Geometria Analítica
Probabilidade e Estatística
Oficina de Iniciação Cientifica
Cálculo III
Física III
Fundamentos de Engenharia Econômica
Cálculo IV
Fundamentos de Fenômenos de Transporte
Fundamentos da Física do Estado Sólido
Mecânica dos Sólidos
Administração para Engenheiros
Subtotal
CONTEÚDOS
PROFISSIONALIZA
NTES
Estruturas de Dados
Circuitos Elétricos
Eletrônica Analógica e Digital
Fundamentos Matemáticos para Computação
Banco de Dados
Microcontroladores e Sistemas Digitais
Programação Orientada a Objetos
Redes de Computadores
Laboratório de Microcontroladores e Sistemas
Digitais
Laboratório de Banco de Dados
Projeto e Desenvolvimento de Software
Análise e Processamento de Sinais
Sistemas Operacionais
CARGA
HORÁRIA
64
64
64
64
64
32
32
64
64
64
96
64
32
64
64
32
64
32
32
32
32
1.120
96
64
64
64
64
64
64
64
32
32
64
64
64
280
Bacharelado em Engenharia de Computação
Arquitetura de Computadores
Laboratório de Redes de Computadores
Laboratório de Projeto e Desenvolvimento de
Software
Laboratório de Arquitetura de Computadores
Teleinformática
Subtotal
CONTEÚDOS
ESPECÍFICOS
Projeto e Análise de Algoritmos
Inteligência Artificial
Computação Gráfica
Teoria das Linguagens Formais e Autômatos
Sistemas de Controle I
Construção de Compiladores
Sistemas Embarcados
Engenharia de Software I
Automação Industrial I
Robótica I
Construção de Interfaces Homem-Máquina
Sistemas Distribuídos
Robótica II
Pesquisa Operacional e Otimização
Trabalho de Conclusão de Curso
Estágio Supervisionado
Subtotal
CONTEÚDOS DE
Atividades Complementares
FORMAÇÃO
COMPLEMENTAR Disciplinas Optativas
Subtotal
CARGA HORÁRIA
TOTAL DO
CURSO
64
32
32
32
64
1.024
64
64
64
64
96
64
64
32
64
64
64
64
64
64
64
160
1.120
64
272
336
3.600
281
Bacharelado em Engenharia de Computação
Quadro com rol das Disciplinas Optativas
Disciplina
Créditos
Carga Horária
T
P
Total
T
P
Total
Aprendizado de máquina
2
2
4
32
32
64
Avaliação de Desempenho de Sistemas
2
2
4
32
32
64
Ciência de Dados
2
2
4
32
32
64
Confiabilidade de Sistemas
3
1
4
48
16
64
Controle Inteligente
2
2
4
32
32
64
Engenharia de Segurança
4
0
4
64
0
64
Engenharia de Software II
3
0
3
48
0
48
Integração de Sistemas Corporativos
2
2
4
32
32
64
Libras
1
1
2
16
16
32
Laboratório de automação industrial I
0
2
2
0
32
32
Sistemas de Controle II
3
1
4
48
16
64
Normas Técnicas
3
0
3
48
0
48
Paradigmas de Programação
0
3
3
0
48
48
Processamento de imagem
2
2
4
32
32
64
Redes Industriais
2
2
4
32
32
64
Segurança em Redes de Computadores
1
2
3
16
32
48
Seminários de Internacionalização
2
0
2
32
0
32
Técnicas de computação paralela
2
2
4
32
32
64
Tópicos Avançados em Engenharia de Computação I
2
2
4
32
32
64
Tópicos Avançados em Engenharia de Computação II
2
2
4
32
32
64
Visão Computacional
2
2
4
32
32
64
282
Bacharelado em Engenharia de Computação
ANEXO II
FLUXO CURRICULAR SUGERIDO
Período
letivo
Disciplina
Cálculo I
Física I
Algoritmos e Programação de
Computadores
Desenho Técnico e Expressão
Gráfica
1o
semestre Meio Ambiente, Sociedade,
Ética e Responsabilidade
Comunicação, Expressão e
Redação Técnica
Inovação e Tecnologia
Subtotal
Cálculo II
Física II
Química Geral
o
2
Álgebra Linear e Geometria
semestre Analítica
Probabilidade e Estatística
Oficina de Iniciação Cientifica
Subtotal
Cálculo III
Física III
Estruturas de Dados
o
3
Circuitos Elétricos
semestre Eletrônica Analógica e Digital
Fundamentos de Engenharia
Econômica
Subtotal
Cálculo IV
Fundamentos Matemáticos para
Computação
Banco de Dados
4o
Microcontroladores e Sistemas
semestre Digitais
Programação Orientada a
Objetos
Fundamentos de Fenômenos de
Transporte
Créditos
Carga Horária
T
4
3
P
0
1
Total
4
4
T
64
48
P
0
16
Total
64
64
2
2
4
32
32
64
2
2
4
32
32
64
4
0
4
64
0
64
2
0
2
32
0
32
2
19
4
3
2
0
5
0
1
2
2
24
4
4
4
32
304
64
48
32
0
80
0
16
32
32
384
64
64
64
6
0
6
96
0
96
4
2
21
4
3
4
2
2
0
0
3
0
1
2
2
2
4
2
24
4
4
6
4
4
64
32
336
64
64
32
32
0
0
48
0
16
32
32
32
64
32
384
64
64
96
64
64
2
0
2
32
0
32
17
4
7
0
24
4
272
64
112
0
384
64
4
0
4
64
0
4
0
4
64
0
4
0
4
64
0
2
2
4
32
32
2
0
2
32
0
48
64
64
64
64
32
283
Bacharelado em Engenharia de Computação
Fundamentos da Física do
Estado Sólido
Subtotal
Projeto e Análise de
Algoritmos
Inteligência Artificial
Computação Gráfica
Redes de Computadores
o
5
Laboratório de
semestre Microcontroladores e Sistemas
Digitais
Laboratório de Banco de Dados
Mecânica dos Sólidos
Optativa I
Subtotal
Projeto e Desenvolvimento de
Software
Teoria das Linguagens Formais
e Autômatos
Análise e Processamento de
Sinais
o
6
Sistemas Operacionais
semestre
Arquitetura de Computadores
Laboratório de Redes de
Computadores
Administração para
Engenheiros
Subtotal
Sistemas de Controle I
Construção de Compiladores
Sistemas Embarcados
Engenharia de Software I
7o
Laboratório de Projeto e
semestre Desenvolvimento de Software
Laboratório de Arquitetura de
Computadores
Optativa II
Subtotal
Automação Industrial I
Robótica I
o
8
Construção de Interfaces
semestre Homem-Máquina
Sistemas Distribuídos
Optativa III
2
0
2
32
0
32
22
2
24
352
32
384
4
0
4
64
0
3
2
4
1
2
0
4
4
4
48
32
64
16
32
0
64
64
64
64
0
2
2
0
32
32
0
2
1
16
2
0
1
8
2
2
2
24
0
32
16
256
32
0
16
128
32
32
32
384
4
0
4
64
0
64
4
0
4
64
0
64
4
0
4
64
0
64
3
1
4
48
16
64
4
0
4
64
0
64
0
2
2
0
32
32
2
0
2
32
0
32
21
4
2
2
2
3
2
2
2
0
24
6
4
4
2
336
64
32
32
32
48
32
32
32
0
384
96
64
64
32
0
2
2
0
32
32
0
2
2
0
32
32
2
12
3
2
2
12
1
2
4
24
4
4
32
192
48
32
32
192
16
32
64
384
64
64
2
2
4
32
32
64
2
2
2
2
4
4
32
32
32
32
64
64
284
Bacharelado em Engenharia de Computação
Subtotal
11
3
9
1
20
4
176
48
144
16
320
64
Robótica II
Pesquisa Operacional e
9o
Otimização
semestre
Optativa IV
2
2
4
32
32
64
3
1
4
48
16
64
2
2
4
32
32
64
Optativa V
3
0
3
48
0
48
Subtotal
Trabalho de Conclusão de
Curso
13
6
19
208
96
304
2
2
4
32
32
64
0
10
10
0
160
160
2
12
14
32
192
224
Disciplinas obrigatórias
144 60
204
2.304
960
3.264
Disciplinas optativas
10
7
17
160
112
272
Atividades Complementares
2
2
4
32
32
64
Teleinformática
10o
semestre Estágio Supervisionado
Subtotal
Total Geral
156 69 225 2.496 1.104 3.600
Simbologias: T = carga horária teórica e P = carga horária prática
285
Bacharelado em Engenharia de Computação
ANEXO III
EMENTÁRIO
DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS
CÁLCULO I – 64 horas
Ementa: O corpo dos números Reais. Funções Reais de uma variável Real. Limite e
Continuidade. Cálculo Diferencial. Estudo qualitativo de funções reais de uma variável Real:
estudo dos máximos e mínimos. Teoremas básicos de diferenciabilidade. Aplicações.
FÍSICA I – 64 horas
Ementa: Vetores e Cinemática em duas e três dimensões. Dinâmica da partícula. Trabalho e
energia. Conservação de energia. Momento linear e sua conservação. Dinâmica de rotações.
Momento angular e sua conservação. Equilíbrio de corpos rígidos.
ALGORITMOS E PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES – 64 horas
Ementa: Conceitos básicos de organização de computadores. Construção de algoritmos e sua
representação em pseudocódigo e linguagens de alto nível. Desenvolvimento sistemático e
implementação de programas. Algoritmos Iterativos e Recursivos. Estruturação, depuração,
testes e documentação de programas. Resolução de problemas.
DESENHO TÉCNICO E EXPRESSÃO GRÁFICA – 64 horas
Ementa: Desenho técnico. Normas técnicas, convenções, legendas e escalas. Desenho
arquitetônico de estruturas e engenharia. Desenho de curvas de nível. Desenho de detalhes
técnicos, projeções, vistas ortográficas, cortes e secções. Mapas: conceitos, tipos, símbolos e
construção. Aplicações através de computadores.
MEIO AMBIENTE, SOCIEDADE, ÉTICA E RESPONSABILIDADE – 64 horas
Ementa: Impactos ambientais; Legislação ambiental; Gestão e responsabilidade; Recursos
naturais renováveis e não renováveis; Ética profissional; Meio ambiente e sustentabilidade.
Relações étnico-raciais, história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros.
Políticas públicas da acessibilidade e inclusão social. Conhecimentos de acessibilidade e
mobilidade urbana.
COMUNICAÇÃO, EXPRESSÃO E REDAÇÃO TÉCNICA – 32 horas
Ementa: A ciência como forma de construção do conhecimento. Produção e transmissão do
286
Bacharelado em Engenharia de Computação
conhecimento através da pesquisa científica e tecnológica. Métodos de estudo e pesquisa
bibliográfica. Elaboração de projeto de pesquisa. Disseminação ou publicação dos resultados
da pesquisa. Elaboração de trabalho monográfico. Redação técnica e científica. Técnicas de
redação. Interpretação e aplicação de normas técnicas da ABNT.
INOVAÇÃO E TECNOLOGIA – 32 horas
Ementa: Ciência e tecnologia. Inovação tecnológica. Indicadores de inovação tecnológica.
Gestão tecnológica. Estratégias Tecnológicas. As novas tecnologias e suas implicações sociais.
Áreas de atuação das engenharias: transporte, química, computação, controle e automação e
minas.
CÁLCULO II – 64 horas
Ementa: A Antiderivada de uma função. Integral indefinida e Definida. Técnicas de Integração.
Cálculo de Áreas e Volumes. Aplicações
FÍSICA II – 64 horas
Ementa: Fluidos. Calor e temperatura. Leis da termodinâmica. Teoria cinética dos gases.
Oscilações e ondas.
QUÍMICA GERAL – 64 horas
Ementa: Teoria atômica e Molecular. Química dos Sólidos, Líquidos e Gases. Equilíbrio
Químico e Cálculos Estequiométricos. Reações Químicas e Soluções.
ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA – 96 horas
Ementa: Vetores. Operação com Vetores. Dependência e independência linear. Produtos
escalar, vetorial e misto. Estudo da reta. Estudo do plano. Espaços Vetoriais. Base. Dimensão.
Transformações Lineares. Diagonalização de Operadores. Cônicas.
PROBABILIDADE E ESTATÍSTICA – 64 horas
Ementa: Estatística descritiva: Resumo de Dados. Medidas de Posição. Medidas de Dispersão.
Técnicas de Amostragem. Probabilidade: Variáveis aleatórias discretas e contínuas. Teorema
de Bayes. Distribuições de probabilidades discretas. Distribuições de probabilidade contínuas.
Estimação. Teoria da decisão. Regressão e correlação linear.
OFICINA DE INICIAÇÃO CIENTIFICA – 32 horas
287
Bacharelado em Engenharia de Computação
Ementa: Pesquisa Científica. Projetos de Extensão. O Método Científico. Ciência e
Desenvolvimento. Atividades Práticas.
CÁLCULO III – 64 horas
Ementa: Sequencias de números reais. Séries de números reais. Séries de potência. Funções de
várias variáveis. Limite e Continuidade. Gradientes.
FÍSICA III – 64 horas
Ementa: Carga elétrica e Campo elétrico. Potencial elétrico. Capacitância e dielétricos.
Corrente elétrica e resistência elétrica. Campo magnético e força magnética. Indução
eletromagnética. Noções de magnetismo da matéria.
ESTRUTURAS DE DADOS – 96 horas
Ementa: Estruturas básicas para representação de informações: listas, pilhas, filas, mapas,
árvores e suas generalizações. Algoritmos para construção, consulta e manipulação de tais
estruturas. Desenvolvimento, implementação e testes de programas usando tais estruturas em
aplicações específicas. Recursividade, Retrocesso e enumeração. Algoritmos de Ordenação.
Técnicas de Compactação de Cadeias.
CIRCUITOS ELÉTRICOS – 64 horas
Ementa: Fundamentos de eletricidade. Estrutura da teoria dos circuitos: elementos ativos e
passivos. Regras fundamentais do circuito. Leis de Kirchhoff – método de nós e método de
malhas. Teoremas – circuitos equivalentes. Medidas elétricas e magnéticas. Fundamentos da
análise de circuitos. Elementos armazenadores de energia. Circuitos de 1ª ordem RL e RC.
Simulação em computador e experimentos em bancada.
ELETRÔNICA ANALÓGICA E DIGITAL – 64 horas
Ementa: Sistemas de Numeração e Códigos. Dispositivos semicondutores. Circuitos
Integrados Lineares. Sensores. Atuadores. Transdutores. Conceitos fundamentais de circuitos
lógicos. Família lógicas e circuitos integrados. Circuitos Combinacionais lógicos e aritméticos.
Circuitos Sequenciais. Flip-flop e dispositivos correlatos. Registradores. Interfaces analógicodigital. Conversores A/D e D/A. Dispositivos de memória. Projeto de sistema digital usando
HDL. Simulação e montagem de circuitos digitais em bancada.
288
Bacharelado em Engenharia de Computação
FUNDAMENTOS DE ENGENHARIA ECONÔMICA – 32 horas
Ementa: Variável tempo: juros simples, juros compostos. Matemática financeira. Métodos de
amortização. Equivalência de métodos. Métodos de Decisão. Renovação e substituição de
equipamentos. Depreciação. Análise de Projetos.
CÁLCULO IV – 64 horas
Ementa: Revisão de funções de várias variáveis reais. Transformações. Fórmula de Taylor.
Integrais Múltiplas. Teorema de Green. Teorema de Stokes.
FUNDAMENTOS MATEMÁTICOS PARA COMPUTAÇÃO – 64 horas
Ementa: Conceitos básicos de matemática discreta e de lógica para computação. Técnicas de
provas e indução matemática. Relações e conceitos de teoria de grafos. Modelagem de
problemas usando grafos.
BANCO DE DADOS – 64 horas
Ementa: Modelagem e projeto de banco de dados; Banco de dados relacional e orientado a
objetos. Linguagens de consulta e manipulação de dados; Sistemas de Gerência de Banco de
Dados: arquitetura, gerenciamento de transações, controle de concorrência, recuperação,
processamento e otimização de consultas.
MICROCONTROLADORES E SISTEMAS DIGITAIS – 64 horas
Ementa: Microcontroladores: arquitetura e programação. Memória. Dispositivos de entrada e
saída. Dispositivos lógicos programáveis: PLD e CPLD. Projeto digital usando HDL e VHDL.
Aplicações e Projeto Integrado de Hardware, Software e Firmware.
PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS – 64 horas
Ementa: Conceitos básicos e avançados de programação orientada a objetos. Aplicação dos
conceitos usando uma linguagem orientada a objetos.
FUNDAMENTOS DE FENÔMENOS DE TRANSPORTE – 32 horas
Ementa: Transporte de quantidade de movimento. Transporte de energia-calor. Transporte de
massa. Aplicação da análise dimensional aos fenômenos de transporte. Resultados empíricos
em fenômenos de transporte. Problemas de transientes.
289
Bacharelado em Engenharia de Computação
FUNDAMENTOS DA FÍSICA DO ESTADO SÓLIDO – 32 horas
Ementa: Introdução à Física quântica. Introdução à Física do Estado sólido.
PROJETO E ANÁLISE DE ALGORITMOS – 64 horas
Ementa: Técnicas de projeto e análise de algoritmos. Análise de Recorrências. Indução e
Invariantes de laços. Programação dinâmica e algoritmos gulosos. Algoritmos para problemas
em Grafos.
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL – 64 horas
Ementa: Agentes inteligentes. Resolução de problemas por meio de busca. Busca informada e
por exploração. Satisfação de restrições. Agentes que raciocinam logicamente. Planejamento.
Conhecimento incerto. Sistemas de Raciocínio Probabilístico. Aprendizagem por Observações.
Aprendizagem estatística. Aprendizagem por reforço. Agentes que Comunicam. Princípios de
Robótica Inteligente. Percepção.
COMPUTAÇÃO GRÁFICA – 64 horas
Ementa: Origem e objetivos da Computação Gráfica. Dispositivos Gráficos. Transformações
geométricas 2D e 3D. Conversão Matricial e Preenchimento. Modelagem. Iluminação.
Tonalização. Aplicação de Texturas. Técnicas de anti-serrilhado.
REDES DE COMPUTADORES – 64 horas
Ementa: Noções básicas de redes de computadores: tipos de enlace, códigos, modos e meios
de transmissão. Redes de computadores: locais, metropolitanas e de longa distância.
Terminologia e aplicações, topologias, modelos de arquitetura e protocolos. Interconexão de
redes. Níveis de transporte e de aplicação. Redes sem Fio e Redes Móveis.
LABORATÓRIO DE MICROCONTROLADORES E SISTEMAS DIGITAIS – 32 horas
Ementa: Aplicação prática do conteúdo programático da disciplina de Microcontroladores e
Sistemas Digitais. Projetos, desenvolvimento e simulação em microcontroladores.
LABORATÓRIO DE BANCO DE DADOS – 32 horas
Ementa: Ferramentas e técnicas utilizadas na solução de problemas de sistemas de informação,
utilizando bancos de dados. Modelagem. Tradução do projeto lógico para o projeto físico.
Desenvolvimento de aplicações. Comandos de definição, indexação e manipulação de dados.
290
Bacharelado em Engenharia de Computação
Integridade e segurança de bases de dados: conceitos e comandos. Comandos analíticos. Visões,
gatilhos (triggers) e procedimentos armazenados (stored procedures). Acesso multiusuário em
bases de dados.
MECÂNICA DOS SÓLIDOS – 32 horas
Ementa: Forças no plano. Forças no espaço. Sistema Equivalente de Forças; Estática dos
Corpos Rígidos em duas Dimensões. Estática dos Corpos Rígidos em três Dimensões. Forças
Distribuídas. Estruturas. Vigas. Cabos. Atrito. Momento de Inércia.
PROJETO E DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE – 64 horas
Ementa: Gerenciamento e desenvolvimento de um projeto que acompanhe as etapas do ciclo
de vida do software com ênfase em: documentação, determinação dos requisitos, projeto lógico,
projeto físico, implementação e testes. Projeto de software orientado a objeto e uso de padrões
de projeto. Modelagem, projeto e desenvolvimento de aplicações cliente-servidor, web.
Conceitos de gestão de projetos, métricas e qualidade de software. Questões de integração de
banco de dados e sistema.
TEORIA DAS LINGUAGENS FORMAIS E AUTÔMATOS – 64 horas
Ementa: Revisão de conceitos básicos; alfabetos e linguagens; linguagens regulares;
linguagens livres de contexto; linguagens recursivas e linguagens recursivamente enumeráveis.
Computabilidade e decidibilidade.
ANÁLISE E PROCESSAMENTO DE SINAIS – 64 horas
Ementa: Sinais contínuos e discretos. Sistemas lineares e invariantes no Tempo. Análise de
Fourier de sinais contínuos e discretos. Filtragem através de sistemas lineares e invariantes no
tempo. Transformada de Laplace e Transformada Z. Amostragem, Quantização, Decimação e
Interpolação. Convolução e Modulação.
SISTEMAS OPERACIONAIS – 64 horas
Ementa: Histórico e evolução, tipos, serviços e estrutura de um sistema operacional. Conceitos
de processos: concorrência, regiões críticas, escalonamento. Conceitos de espaços de
endereçamento e de gerenciamento de memória, memória virtual, paginação, segmentação.
Sistemas de arquivos: Hierarquia, proteção, organização, segurança. Gerenciamento de
entrada/saída. Estudo de casos.
291
Bacharelado em Engenharia de Computação
ARQUITETURA DE COMPUTADORES – 64 horas
Ementa: Introdução à organização de computadores e representação de informação na
memória. Estudo do conjunto de instruções de processadores RISCs e CISCs.
Desenvolvimento, implementação e testes de programas usando linguagens de montagem.
LABORATÓRIO DE REDES DE COMPUTADORES – 32 horas
Ementa: Cabeamento de rede local. Equipamentos de rede: adaptadores de rede, hubs,
switches, pontes e roteadores. Roteamento: algoritmos e protocolos de roteamento. Redes
ATM. Protocolo IP. Protocolo TCP. Sistemas operacionais de rede e serviços de rede: DHCP,
DNS, FTP. Noções sobre gerenciamento e segurança de rede. Aplicações de rede:
cliente/servidor. Programação em redes (sockets). Servidor Web.
ADMINISTRAÇÃO PARA ENGENHEIROS – 32 horas
Ementa: O conceito de administração; papéis, habilidades e competências dos administradores.
A globalização e seus efeitos sobre a economia e reflexos no planejamento das empresas. A
organização das empresas e o fator humano nas organizações, estilos de liderança e teorias
comportamentais aplicadas à administração. Administração pública e privada. Princípios de
empreendedorismo.
SISTEMAS DE CONTROLE I – 96 horas
Ementa: Conceitos básicos de controle: malha aberta, malha fechada. Ações de controle
básicas e respostas de sistemas controle: controle liga-desliga, proporcional, integral,
derivativo. Método do Lugar das Raízes. Método de resposta em frequência: diagramas de
Bode, gráficos polares, critério de estabilidade de Nyquist, estabilidade relativa. Análise e
Projeto de Controladores Industriais PID. Projeto pelo Método Lugar das Raízes. Projeto pelo
Método da Resposta em Frequência; Introdução ao Controle Digital. Amostragem.
Discretização de Sistemas Contínuos. Estabilidade de Sistemas em Tempo Discreto; Lugar das
Raízes de Sistemas em Tempo Discreto. Projeto de Sistemas de Controle Digitais.
CONSTRUÇÃO DE COMPILADORES – 64 horas
Ementa: Métodos de análise léxica, sintática e semântica. Sistemas de execução. Geração e
otimização de códigos. Recuperação de erros.
SISTEMAS EMBARCADOS – 64 horas
292
Bacharelado em Engenharia de Computação
Ementa: Conceituação e arquiteturas de sistemas embarcados. Programação em linguagens de
alto e baixo nível. Interfaces seriais e paralelas. Temporizadores, relógios e watchdog timer.
Interrupções. Firmware embarcado. Programação concorrente e em tempo real. Aplicações em
sistemas embarcados. Sistemas com comunicação sem fio. Dispositivos Móveis: Categorização
e Programação.
ENGENHARIA DE SOFTWARE I – 32 horas
Ementa: Introdução e objetivos de engenharia de Software. Ciclo de Vida de Desenvolvimento
de Software. Noções de Qualidade de Software. Técnicas de Gerenciamento de Software.
Planejamento, Métricas e Gerenciamento de Configuração de Software. Técnicas e Métodos de
Análise e Especificação de requisitos: características, problemas e conceitos básicos. Noções
sobre verificação, validação e testes de software. Manutenção de software. Padrões de
desenvolvimento e documentação de software.
LABORATÓRIO DE PROJETO E DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE – 32 horas
Ementa: Aplicar na prática o processo de software visto na disciplina de Projeto e
Desenvolvimento de Software.
LABORATÓRIO DE ARQUITETURA DE COMPUTADORES - 32 horas
Ementa: Aplicação prática do conteúdo programático da disciplina de Arquitetura de
Computadores. Experimentos simulados em software e montagem de bancada de componentes.
AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL I – 64 horas
Ementa: Conceitos históricos, estado-da-arte, e tendências da automação industrial.
Modelagem de processos sequenciais. Controladores Programáveis. Noções de Redes
Industriais.
ROBÓTICA I – 64 horas
Ementa: Arquiteturas de Controle de Robôs Autônomos. Sistemas de Percepção. Sistemas de
Navegação. Atuadores e Sensores.
CONSTRUÇÃO DE INTERFACES HOMEM-MÁQUINA – 64 horas
Ementa: Fundamentos de interação usuário computador. Levantamento de requisitos. Aspectos
humanos e tecnológicos. Design. Princípios e heurísticas para usabilidade. Métodos de
293
Bacharelado em Engenharia de Computação
avaliação da usabilidade. Padrões para interface.
SISTEMAS DISTRIBUÍDOS – 64 horas
Ementa: Conceitos de Sistemas Distribuídos. Comunicação e Sincronização em Sistemas
Distribuídos. Modelos e Arquitetura de Sistemas Distribuídos. Sistema de Arquivos:
organização, segurança, confiabilidade e desempenho. Aspectos de projeto e implementação.
TELEINFORMÁTICA – 64 horas
Ementa: Introdução às Telecomunicações; Princípios da Teoria da Informação. Transmissão
da Informação e Modelagem do Sistema de Transmissão, Transmissão Analógica e Digital,
Técnicas de Modulação: Amplitude, Frequência, Fase e Mistas, Comunicações Sem Fio,
Comunicação Ótica: Dispositivos e Sistemas, Tecnologias de Acesso. Central por Programa
Armazenado. Computação Digital.
ROBÓTICA II – 64 horas
Ementa: Conceitos matemáticos aplicados à engenharia; Modelagem geométrica, cinemática e
dinâmica de manipuladores mecânicos. Geração de trajetória, controle em posição e controle
em força; Métodos e linguagens de programação de controle de robôs industriais. Sensores e
atuadores. Controle adaptativo e inteligente.
PESQUISA OPERACIONAL E OTIMIZAÇÃO – 64 horas
Ementa: Classes de problemas. Problemas NP-completos. Modelagem de problemas lineares
e não-lineares. Programação Inteira. Método Simplex. Análise de Sensibilidade. Paradigmas
de Otimização.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – 64 horas
Ementa: Projeto teórico ou prático orientado por um ou mais docentes do Instituto de
Engenharia, acompanhado por trabalho técnico redigido pelo aluno.
ESTÁGIO SUPERVISIONADO – 160 HORAS
Ementa: Trabalho prático que seja válido de acordo com as normas internas definidas pelas
Resoluções da UFMT e do Instituto de Engenharia.
294
Bacharelado em Engenharia de Computação
EMENTÁRIO
DISCIPLINAS OPTATIVAS
APRENDIZADO DE MÁQUINA- 64 horas
Ementa: Técnicas de aprendizado de máquina e reconhecimento de padrões. Redução de
dimensionalidade. Descritores. Classificadores. Técnicas de agrupamento e detecção de
outliers.
AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DE SISTEMAS - 64 horas
Ementa: Metodologia para construção de modelos de simulação. Simulação manual e
computacional. Variabilidade dos sistemas. Testes de verificação e validação. Coleta e
tratamento de dados. Distribuição de probabilidade. Estimação de parâmetros, testes de
aderência. Análise de resultados. Sistemas terminais e não-terminais. Sistemas de manufatura
automatizados. Medidas de avaliação de desempenho. Avaliação de impactos e Análise de
riscos.
CIÊNCIA DE DADOS- 64 horas
Ementa: O processo de Descoberta do Conhecimento (Knowledge Discovery in Database KDD). Tratamento dos dados nas fases de um processo KDD. Compreensão e prospecção de
informação (Mineração de Dados). Entendimento, previsão e interpretação dos dados utilizando
regras de associação, OLAP, técnicas de agrupamento, dentre outras.
CONFIABILIDADE DE SISTEMAS- 64 horas
Ementa: Teoria básica de probabilidade. Aplicação da distribuição binomial. Modelagem e
avaliação de sistemas simples. Modelagem e avaliação de sistemas complexos. Distribuições
de probabilidade na avaliação da confiabilidade. Avaliação da confiabilidade de sistemas
usando distribuições de probabilidade. Cadeias de Markov. Processos de Markov. Técnicas de
frequência e duração. Avaliação aproximada da confiabilidade de sistemas. Sistemas com
distribuições não exponenciais. Simulação Monte Carlo. Principais índices de confiabilidade:
definições e métodos de avaliação. Sistemas de geração: capacidade estática e reserva operativa.
Sistemas compostos: geração e transmissão. Sistemas de distribuição e subestações. Valor da
confiabilidade.
295
Bacharelado em Engenharia de Computação
CONTROLE INTELIGENTE - 64 horas
Ementa: Introdução às características do controle inteligente. Controladores fuzzy: lógica
fuzzy, variáveis linguísticas, projeto de controladores. Controladores Neuronais: modelos de
neurônios, perceptrons, arquiteturas de redes neuronais, algoritmos de treinamento, controle
usando redes neuronais. Outros paradigmas: Computação evolutiva e algoritmos genéticos,
sistemas especialistas. Estudo de casos de todas as técnicas anteriores e seus híbridos, por
exemplo, otimização de controladores fuzzy utilizando algoritmos genéticos.
ENGENHARIA DE SEGURANÇA- 64 horas
Ementa: A evolução da engenharia de segurança do trabalho. Aspectos políticos, éticos,
econômicos e sociais. A história do prevencionismo. Entidades públicas e privadas. A
engenharia de segurança do trabalho no contexto capital-trabalho. O papel e as
responsabilidades do engenheiro de segurança do trabalho. Acidentes: Conceituação e
classificação. Causas de acidentes: fator pessoal de insegurança, ato inseguro, condição
ambiente de insegurança. Consequências do acidente: lesão pessoal e prejuízo material. Agente
do acidente e fonte de lesão. Riscos das principais atividades laborais.
ENGENHARIA DE SOFTWARE II - 48 horas
Ementa: Qualidade de Software. Princípios, Métodos e Critérios para verificação, validação e
testes de software. Desenvolvimento orientado a testes. Manutenção de software. Padrões de
projeto (design patterns).
INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS CORPORATIVOS - 64 horas
Ementa: A automação da manufatura. Filosofia da Produção Integrada pelo Computador
(CIM). Sistemas CIM & ERP. A Metodologia IDEF0. Sistemas flexíveis de manufatura:
conceitos. Comércio Eletrônico. Logística integrada. Organizações virtuais. Internet, Intranet,
Extranet. Sistemas de Informação e de Armazenamento: Banco de dados, Web-Servers.
Integração de sistemas e de processos. Modelos de Referência. Interoperação de sistemas:
CORBA & DCOM. Interoperação de dados: XML & XMI. Sistemas de auxílio ao trabalho em
grupo (Groupware e Workgroup). CRM & E-Procurement. Sistemas de suporte à decisão.
Aplicações distribuídas, móveis e wireless.
LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS (LIBRAS) - 32 horas
Ementa: Aspectos da Língua de Sinais e sua importância: cultura e história. Identidade surda.
296
Bacharelado em Engenharia de Computação
Introdução aos aspectos linguísticos na Língua Brasileira de sinais: fonologia, morfologia,
sintaxe. Noções básicas de escrita de sinais. Processo de aquisição da Língua de Sinais
observando as diferenças e similaridades existentes entre esta e a língua Portuguesa.
SISTEMAS DE CONTROLE II - 64 horas
Ementa: Análise e Simulação de sistemas dinâmicos; Modelagem no espaço de estados.
Identificação e sintonia pelo método de Ziegler-Nichols; Identificação e sintonia pelo método
de Broída; Métodos de discretização e do lugar das raízes no plano Z; Diagramas de Bode (no
plano W) o critério de Jury e o erro de quantização; Controladores PID discretos; filtros digitais;
Simular sistemas discretos, Pólos e Zeros Multivariáveis. Realimentação de estados. Alocação
de pólos. Observadores de estado e Controle moderno.
NORMAS TÉCNICAS - 48 horas
Ementa: Legislação. Conceituação: constituição, lei, decreto, portaria. Hierarquia: legislação
federal, estadual, municipal. Atribuições do engenheiro de computação e do engenheiro de
controle e automação. Responsabilidade profissional, trabalhista, civil e criminal. Normas
técnicas sobre o processo de desenvolvimento de software. Normas técnicas sobre a qualidade
de software. Modelos de governança em tecnologia da informação. Normas técnicas sobre
instalações elétricas de baixa e média tensão. Normas técnicas sobre painéis e comandos de
automação. Normas técnicas sobre instalações industriais.
PARADIGMAS DE PROGRAMAÇÃO - 48 horas
Ementa: Visão comparativa de paradigmas de programação. Programação funcional e lógica.
Prática de programação utilizando linguagens funcionais e lógicas.
PROCESSAMENTO DIGITAL DE IMAGEM - 64 horas
Ementa: Origem e objetivos do processamento de imagens. Fundamentos de visão
computacional e seu relacionamento com a visão humana. Dispositivos e formas de aquisição
de imagens. Amostragem e Quantização. Sistemas de cores. Técnicas de modificação da escala
de cinza. Suavização. Aguçamento de bordas. Transformada no domínio da frequência: Fourier.
Segmentação de imagens. Análise de imagens: extração de características e noções de
representação e classificação.
REDES INDUSTRIAIS - 64 horas
297
Bacharelado em Engenharia de Computação
Ementa: Diferença entre redes comerciais e industriais. Infra-estrutura de Redes Industriais.
Estruturas de cabeamento de redes. Técnicas de Telemetria. Padrão Foundation. Padrão
Profibus PA, DP e FMS. Padrão Modbus Padrão AS-i. Padrão Devicenet. Padrão Ethernet
industrial. Padrão Interbus. Modelamento de aplicações em rede. Programas de configuração
de rede. Programas de tecnologia SCADA. Redundância de subsistemas. Tratamento de erros.
SEGURANÇA EM REDES DE COMPUTADORES - 48 horas
Ementa: Políticas de segurança. Planejamento e gerência de redes. Vulnerabilidade em redes
TCP/IP. Tipos de ataque. Arquiteturas e configuração de Firewalls. Internet e Intranets.
Técnicas Criptográficas. Sistemas de Detecção de Intrusão.
SEMINÁRIOS DE INTERNACIONALIZAÇÃO - 32 horas
Ementa: A internacionalização do Ensino Superior. Países do mundo, comunidades e blocos:
uma visão geral da globalização, línguas, leis, usos e costumes no mundo. O impacto da
globalização no mercado de trabalho nas áreas de Computação e as competências do
profissional. Características de construção de produtos internacionalizados em Engenharia de
Computação.
Programas e agências nacionais
e internacionais
promotoras
da
internacionalização do ensino superior. Palestras e seminários sobre temas de interesse para a
disciplina.
TÉCNICAS DE PROGRAMAÇÃO PARALELA - 64 horas
Ementa: Metodologias de programação para ambientes multi-core e cloud. Arquiteturas Multicore. Práticas de programação paralela.
TÓPICOS AVANÇADOS EM ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO I - 64 horas
Ementa: Apresentar e discutir recentes resultados de pesquisas e tendências na área de
Engenharia de Computação. Mais detalhes sobre tópicos a serem abordados serão divulgados
no oferecimento da disciplina.
TÓPICOS AVANÇADOS EM ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO II - 64 horas
Ementa: Apresentar e discutir recentes pesquisas e tendências na área de Engenharia de
Computação. Mais detalhes sobre tópicos a serem abordados serão divulgados no oferecimento
da disciplina.
298
Bacharelado em Engenharia de Computação
VISÃO COMPUTACIONAL – 64 horas
Ementa: Introdução à visão computacional. Formação de imagens e modelos de câmera.
Ruídos e filtragem de ruídos. Extração de características visuais e segmentação de imagem.
Rastreamento visual. Calibração de câmeras. Visão estéreo.
LABORATÓRIO DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL I – 32 horas
Ementa: Aplicação prática do conteúdo programático da disciplina de Automação Industrial I.
299
Download

Engenharia de Computação