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CLIPPING ELETRÔNICO – 11 de fevereiro de 2010 – Edição 238
Veículo: AGRONOTÍCIAS
Embrapa apresenta forrageiras para produção animal e integração lavourapecuária
Um sistema pesquisado por várias unidades da EMBRAPA, a integração lavoura-pecuária (ILP) e
seus principais benefícios poderão ser vistos durante a edição 2010 do Show Rural Coopavel, em
Cascavel (PR). Para este ano, a EMBRAPA Gado de Corte (Campo Grande-MS) apresentará o
potencial de algumas forrageiras utilizadas na ILP associadas às culturas de milho, sorgo, soja e
feijão, seja para produção animal ou como plantas de cobertura para o sistema plantio direto. Tais
materiais ainda são adotados como pastagens para bovinos de corte e leite.
O produtor ao visitar o evento encontrará experimentos de Brachiria brizantha cv. Marandu, Xaraés
e Piatã; Panicum maximum cv. Tanzânia, Mombaça e Massai e a leguminosa Cajanus cajan cv.
Mandarin. As forrageiras são pastagens lançadas pela EMBRAPA e foram plantadas, em sua
maioria, em outubro, com foco na produção animal, mas com resultados positivos na ILP.
Os materiais foram escolhidos de acordo com a realidade do produtor, principalmente, por que a
região é predominantemente agrícola e a adoção da integração lavoura-pecuária e do sistema
plantio direto trará eficiência agronômica e econômica, além de sustentabilidade à propriedade.
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Veículo: AGROSOFT BRASIL
Farinhas versáteis e mais nutritivas no Show Rural Coopavel
O Show Rural Coopavel, uma das maiores e uma das mais tradicionais feiras do setor agropecuário
do país está acontecendo em Cascavel (PR) e vai até amanhã (12/2). Produtores, técnicos e
empresários poderão conferir lançamentos e inovações tecnológicas. No espaço Casa EMBRAPA
estarão 19 Unidades de EMBRAPA com 60 tecnologias, produtos e serviços. Entre elas, a
EMBRAPA Agroindústria de Alimentos (Rio de Janeiro/RJ) que traz a farinha de batata-doce mais
nutritiva e a versatilidade dos extrusados de milho e soja, café e arroz para elaboração produtos
panificados e bebidas lácteas.
A farinha de batata-doce com maiores teores de betacaroteno (pro-vitamina A) é resultado do
melhoramento genético convencional (cruzamento de plantas da mesma espécie), pesquisa
conduzida pela EMBRAPA Hortaliças (Brasília/DF) em parceria com uma rede de pesquisadores no
Brasil e no exterior (projeto BioFORT). Com o apoio da EMBRAPA Agroindústria de Alimentos, os
pesquisadores estão desenvolvendo produtos derivados como a farinha de batata-doce que pode
ser empregada em bolos, biscoitos e massas tornando esses produtos mais nutritivos e benéficos
para a saúde dos olhos devido a presença do betacaroteno.
Outro destaque é a farinha extrusada de soja e milho que agrega a proteína de soja com os
nutrientes do milho resultando num alimento com maior oferta de proteína, lipídeos e carboidratos.
Já a combinação de arroz e pó de café cria uma farinha instantânea com maior teor de fibra e óleos
essenciais com o sabor do café. Essas duas farinhas podem entrar na composição de sopas,
cremes, doces, sorvetes, bolos, biscoitos e bebidas lácteas.
Os interessados em agroindústria não podem perder as palestras do dia 10 sobre as
recomendações de Boas Práticas de Fabricação (BPF) e do dia 12 sobre a produção de de doces em
massa e geléias. As duas serão ministradas por Roberto Machado, mestre em Ciência e Tecnologia
de Alimentos e técnico Área de Comunicação e Negócios da EMBRAPA Agroindústria de Alimentos.
Confira a programação da feira no site do evento.
MAIS INFORMAÇÕES
José Luis Ascheri - Pesquisador
EMBRAPA Agroindústria de Alimentos
Telefone: (21) 3622-9796
FONTE
EMBRAPA Agroindústria de Alimentos
Soraya Pereira - Jornalista
Telefone: (21) 3622-9739
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Veículo: FOLHA DE S. PAULO - SP
Editoria: CIÊNCIA
Novo presidente da CTNBio se diz contra rotular transgênico
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Escolhido ontem presidente da CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança), o agrônomo
Edilson Paiva defendeu a liberação comercial de plantas geneticamente modificadas e criticou a
oposição a esses organismos. "Trabalhamos com a fronteira do conhecimento, e os grupos
contrários são muito eficientes em assustar", disse à Folha.
Cabe à CTNBio analisar pedidos de pesquisas e de liberação comercial de organismos
geneticamente modificados. Nos últimos quatro anos, foram liberadas 20 variedades transgênicas
de milho, algodão e soja. As primeiras aprovações ocorreram depois de constatado o plantio
clandestino de soja e algodão transgênicos.
Atualmente, há oito novos pedidos em pauta, inclusive da primeira variedade de arroz transgênico
no país. Para Paiva, variedades transgênicas "são uma necessidade, uma realidade para a qual não
há retorno".
Pesquisador da EMBRAPA por 35 anos, com doutorado em engenharia genética, ele cita que
culturas geneticamente modificadas já ocupam mais de 140 milhões de hectares no mundo.
Paiva se manifestou contrário à rotulagem de alimentos que contenham transgênicos:
"Pessoalmente, acho que seria desnecessário, porque esses alimentos não causam nenhum risco".
No final do ano passado, na condição de vice-presidente da CTNBio, alinhou-se com o então
presidente Walter Colli na interpretação que desobriga as empresas que comercializam ou usam
transgênicos na produção de alimentos de rastrear esses eventuais efeitos após a liberação
comercial de determinada variedade.
(MARTA SALOMON)
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Veículo: BRASIL ECONÔMICO
Editoria: EMPRESAS
Embrapa lança agência com informações sobre o cultivo da cana-de-açúcar
A página reúne dados socioeconômicos e ambientais, planejamento, manejo, colheita,
processamento e gestão industrial sobre a cadeia produtiva da cana. A agência tem foco nos
produtores rurais, profissionais de assistência técnica e extensionistas. De acordo com o Ministério
da Agricultura, uma planilha de produção permite calcular os custos individuais, a partir das
características de cada empreendimento.
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Veículo: FOLHA DE S. PAULO - SP
Editoria: DINHEIRO
Chuva na uva (Vaivém das commodities)
A safra de uva está em andamento e a colheita mostra que o excesso de chuva afetou a produção
no Sul. A brota da videira foi boa no inverno, mas a chuva durante o ciclo vegetativo da planta -de
setembro a janeiro- prejudicou a floração de algumas variedades.
Enólogo em ação
A avaliação é de Mauro Zanus, chefe de P&D da EMBRAPA Uva e Vinho. Segundo ele, a uva está
mais ácida e com menor teor de açúcar. Passa a ser mais importante o trabalho do enólogo, que
terá de decidir por um vinho mais jovem e de menor tempo de guarda.
Quebra inevitável
Franco Perini, diretor da Casa Perini, diz que a safra de uva deverá ter quebra em torno de 20%. A
Perini processará 12 milhões de quilos, mesmo volume de 2009. Ele destaca, no entanto, que não
há perda de qualidade. Já a Salton deverá processar 18 milhões nesta safra, 20% mais do que em
2009.
Bom para espumantes
Oscar Ló, presidente da Cooperativa Vinícola Garibaldi, destaca que as altas temperaturas dos
últimos dias mudaram o ânimo nas vinícolas gaúchas. Os lotes que estão chegando podem render
bons espumantes e vinhos finos.
PIB agrícola
O PIB do agronegócio caiu 5,7% de janeiro a novembro do ano passado. Os dados são do Cepea,
que aponta recuo de 6,1% na agropecuária e de 4,5% na pecuária. O setor de insumos caiu 9,8%
no período.
Sem suína
A África do Sul volta a comprar carne bovina do Brasil, mas a suína continua na fila. Pedro de
Camargo Neto, da Abipecs, diz que o governo precisa reagir contra essa demora, que já dura cinco
anos.
Ironia
Camargo Neto lembra que a carne suína foi vítima da bovina, responsável pelo reaparecimento da
febre aftosa no país em 2005. Daí a suspensão de compra pela África do Sul.
Reta final
Apenas 36 usinas ainda estão no campo colhendo cana -no início do ano, eram 91. Com isso, a
produção recua drasticamente e os números finais da safra 2009/10 começam a aparecer. Dos 530
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milhões de toneladas processadas, 43% foram para a produção de açúcar, 9% mais do que no ano
anterior.
Política errada
Entidades de classe da Argentina estão elogiando a política brasileira no setor pecuário. A
desastrada intervenção do governo vizinho, com controle de preços para inibir altas no varejo,
prejudicou a evolução do setor por lá. Agora, faltam bois e os preços disparam.
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Veículo: VALOR ECONÔMICO -SP
Editoria: BRASIL
Para analistas, plano para fertilizantes é inviável
Fernando Lopes, de São Paulo
Bandeira do governo Lula desde o início do segundo mandato do presidente, em 2007, o plano de
conquistar a autossuficiência nacional em fertilizantes em um período de três anos é tão ambicioso
quanto impossível de ser cumprido, segundo avaliação de analistas e executivos ouvidos pelo
Valor.
Ambicioso, porque é historicamente elevada a dependência brasileira de produtos importados,
ainda hoje responsáveis por atender, em média, a cerca de 65% da demanda nacional. Impossível,
porque os projetos na área têm prazo de maturação de quatro ou cinco anos, e isso sem
intempéries financeiras ou ambientais, o que é difícil em uma área intensiva em capital e que
envolve mineração.
Do ponto de vista financeiro, afirmam especialistas, os incentivos fiscais prometidos certamente
serão necessários. Planos já "precificados" de exploração de novas jazidas de potássio ou de
fosfato no país deverão exigir aportes da ordem de R$ 2 bilhões. E são projetos anunciados há
anos, que até agora pouco evoluíram, apesar do aumento da pressão do governo.
No caso do potássio, o projeto em questão está nas mãos da Petrobras e envolve uma jazida na
Amazônia, às margens do rio Madeira. A canadense Falcon também faz pesquisas em área
próxima. A Vale, que preferiu não conceder entrevista, está ampliando a capacidade de produção
de cloreto de potássio em Sergipe, de 800 mil toneladas para 2 milhões de toneladas. O projeto
deve ser concluído em três anos, mas já está em curso.
No fosfato, o investimento, em Patrocínio, Minas Gerais, foi anunciado pela Fosfertil, cujo controle
recentemente passou para a Vale quando esta adquiriu os ativos minerais da divisão de adubos da
americana Bunge no país. Há outro plano envolvendo uma jazida de fosfato na região
metropolitana de Florianópolis, que enfrenta forte resistência de ambientalistas.
Potássio e fosfato são duas das três fontes básicas de nutrientes para a produção de fertilizantes
agrícolas. A terceira é o nitrogênio, frente na qual a Petrobras também tem planos. A estatal
promete fazer a terceira Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen) - as outras são na Bahia e
Sergipe -, mas ainda não definiu a localização.
"Quando players do peso de Vale e Petrobras entram no jogo e prometem ampliar investimentos
em expansão da produção brasileira de fertilizantes, ninguém duvida. Mas as coisas não são tão
simples assim. Há projetos que estão por aí há anos e não saíram do papel. E não pela falta de
dinheiro, mas pelas incertezas em relação ao retorno do investimento", afirma um executivo.
Ao vender seus ativos minerais para a Vale, a Bunge reiterou que a nova era de investimentos
globais na exploração de jazidas de fertilizantes, que está começando, é liderada por grandes
mineradoras. A Vale é uma delas. A australiana BHP Billiton é outra, mas até agora o grupo está
concentrado em outros países.
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CLIPPING ELETRÔNICO – 11 de fevereiro de 2010 – Edição 238
Para Carlos Eduardo Lustosa Florence, diretor-executivo da Associação dos Misturadores de Adubos
do Brasil (AMA-Brasil), o mais importante, no momento, é entender exatamente que tipo de
incentivo fiscal será oferecido pelo governo para que as empresas se sintam estimuladas a investir.
Esses incentivos, conforme duas outras fontes, terão de vir associados à isonomia tributária entre
produção nacional e importações, tendo em vista que os fertilizantes que vêm de fora não pagam
ICMS e têm vantagem, uma vez que os preços no país são definidos no mercado internacional.
"Para competir com importados, temos que dar desconto. Em Mato Grosso, o desconto é de 5%;
em São Paulo e Minas Gerais, chega a 8%", afirma um gerente de vendas de uma companhia.
O alinhamento com os preços internacionais, avaliam especialistas, não mudará nem com a
autossuficiência defendida com unhas e dentes pelo ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes,
porque a referência continuará no exterior e os custos de oportunidade seguirão sendo definidos
com os olhos em outros países.
Para o secretário de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais, Sérgio Barroso, não ficou claro
se o benefício fiscal planejado pelo governo valerá para toda a indústria de fertilizantes. O Estado
negocia com a Petrobras a instalação de uma fábrica de amônia, derivada do nitrogênio, no
Triângulo Mineiro. Minas também conta com reservas de fosfato em Patrocínio e Serra do Salitre,
no Alto Paranaíba. (Colaboraram César Felício, de Belo Horizonte, e Josette Goulart)
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Veículo: O ESTADO DE S. PAULO - SP
Editoria: ECONOMIA E NEGÓCIOS
Agronegócio pode ter isenções
Governo estuda retirar incidência de PIS/Cofins do setor
Célia Froufe, BRASÍLIA
O governo sinaliza com a possibilidade de retirar a incidência de PIS e Cofins de toda a cadeia
produtiva do agronegócio, segundo informou ontem a presidente da Confederação da Agricultura e
Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu (DEM-TO).
De acordo com a senadora, a desoneração completa ainda não é algo totalmente definitivo, mas o
setor vem discutindo uma nova política agrícola com representantes dos Ministérios da Agricultura
e da Fazenda.
"O ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços) ainda é um problema para o setor,
mas o governo sinalizou que pode, pelo menos, tirar o PIS e a Cofins", disse a presidente da CNA.
ESTUDOS
Quem acompanha de perto as discussões pela confederação é a economista Rosemeire Santos. Ela
disse que, em um mês, é possível que o grupo de estudo (que é composto também por
representantes do Banco do Brasil, além de técnicos do governo e do setor privado) já apresente
um novo modelo para o setor. "A ideia é trazer as novidades antes do anúncio do Plano Safra
2010/2011."
Segundo a economista da CNA, o grupo dividiu os estudos em duas partes. Uma trata do
gerenciamento de riscos. "Isso está praticamente formatado, há até projetos de lei desenhados",
comentou. A outra parte refere-se à questão tributária. "Já fizemos reuniões na Receita Federal e
simulações das propostas já começaram a ser feitas."
Não haverá necessariamente, de acordo com Rosemeire, queda de arrecadação da Receita. A
intenção é criar uma forma que reduza o pagamento de impostos pelo produtor.
"Sentimos até um certo desejo do governo de fazer alguma coisa diferente para o setor, mas é
uma decisão política, que é complexa. Mas estamos falando "do" negócio do Brasil", enfatizou a
senadora, ao defender uma nova política para o setor.
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Veículo: VALOR ECONÔMICO -SP
Editoria: AGRONEGÓCIOS
PIB do campo diminuiu R$ 45 bi no ano passado
Mauro Zanatta, de Brasília
O Produto Interno Bruto do agronegócio brasileiro encolheu R$ 45 bilhões em 2009. Estudo
divulgado ontem pela Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA) aponta uma retração próxima
de 6% no PIB do setor no ano passado. Em 2010, os resultados negativos devem virar estagnação,
de acordo com previsão da CNA.
Os cálculos, feitos pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea-USP),
mostram que os produtores sofreram um processo de "descapitalização", o que deve exigir do
governo maior oferta de linhas de capital de giro. "Os preços foram bons, a comercialização fluiu,
mas o produtor rural perdeu renda em 2009", disse a presidente da CNA, senadora Kátia Abreu
(DEM-TO).
Para 2010, a CNA já reduziu suas previsões de crescimento de 5% no faturamento bruto da
produção de lavouras e da pecuária para apenas 0,5%. Isso deve afetar diretamente as previsões
para o PIB do agronegócio, afirma a chefe de Assuntos Econômicos da CNA, Rosemeire dos Santos.
Alguns segmentos também enfrentaram, segundo ela, problemas como a quebra de 1 milhão de
toneladas na safra de arroz.
O estudo CNA-Cepea aponta que entre janeiro e novembro de 2009 o PIB acumulava queda de
5,66%. Em novembro, houve uma forte retração de 0,47%, semelhante ao recuo de 0,5% de
outubro. Assim, o PIB do setor voltará ao nível de 2007, quando somou R$ 714 bilhões - em 2008,
a soma foi a R$ 764,6 bilhões.
A análise dos dados mostra que o agronegócio da agricultura, que reúne produção primária,
distribuição, indústria e setor de insumos, apresentou recuo de 6,13% nos onze meses
pesquisados em 2009. No mesmo ritmo negativo, o agronegócio da pecuária encolheu 4,54% no
período. Nas lavouras, as perdas mais significativas ocorreram no algodão, amendoim, café, feijão,
laranja, mamona, milho e trigo. "Houve recuo de preços e volumes comercializados", diz
Rosemeire dos Santos. Na indústria, a área de óleos vegetais sofreu a mais forte retração. A
redução chegou a 17% no PIB ao longo do ano, refletindo os problemas de demanda no mercado
externo.
A presidente da CNA afirmou ontem que um dos efeitos gerados pela queda de renda foi a redução
no volume de entrega de fertilizantes para o plantio da atual safra 2009/2010. Na pecuária, a baixa
rentabilidade na comercialização dos rebanhos de animais levou os produtores a deixar de comprar
os compostos nutricionais para alimentar o gado.
"Eles optaram pelo uso do milho, o que também prejudicou a indústria de rações", disse a
senadora Kátia Abreu. Em tom de alerta ao governo, a presidente afirmou que a queda de renda
do setor rural em 2009 exigirá "atenção especial" da política agrícola no médio prazo.
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CLIPPING ELETRÔNICO – 11 de fevereiro de 2010 – Edição 238
Veículo: VALOR ECONÔMICO -SP
Editoria: AGRONEGÓCIOS
Balança (1)
As exportações totais do agronegócio somaram mais de US$ 4 bilhões em janeiro, recuo de 1,8%
sobre igual período de 2009, segundo o Ministério da Agricultura. O resultado deve-se à queda nas
vendas externas do complexo soja, cuja receita recuou 50,5%. "Normalmente, as exportações de
soja sofrem queda em janeiro, quando ainda não foi colhida a nova safra. Neste ano, essa redução
foi mais expressiva por causa da antecipação das vendas externas do produto que foi recorde no
ano passado", explicou, em nota, Célio Porto, secretário de Relações Internacionais do Agronegócio
do Ministério da Agricultura.
Balança (2)
O setor de carnes liderou as exportações do agronegócio em janeiro, segundo o Ministério da
Agricultura. As vendas do segmento somaram US$ 868,4 milhões, 10,7% a mais que no mesmo
mês de 2009. A carne bovina in natura foi a grande responsável pelo desempenho positivo. As
vendas tiveram alta de 43,1%, para US$ 318 milhões.
Balança (3)
As vendas externas de açúcar e café também subiram em janeiro. O complexo sucroalcooleiro
exportou US$ 845,6 milhões em janeiro, alta de 28,3% em relação ao mesmo mês de 2009. Só o
açúcar registrou alta de 34,3% no volume exportado, segundo o Ministério da Agricultura. Já os
embarques de café somaram US$ 358,9 milhões no mês passado, alta de 13,8% na mesma
comparação.
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CLIPPING ELETRÔNICO – 11 de fevereiro de 2010 – Edição 238
CLIPPING TELEVISIVO 10 DE FEVEREIRO DE 2010
Boletim completo do dia 10/02/2010
Embrapa
1 CPI DO MST CONVIDA MINISTROS DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO
NAC E DA AGRICULTURA PARA DEPOR
23:35 - BANDEIRANTES, JORNAL DA NOITE
A primeira sessão do ano da CPI do MST convidou os ministros do
Desenvolvimento Agrário e da Agricultura para depor. A comissão investiga
denúncia de repasse de verbas federais para entidades ligadas ao Movimento dos
Sem Terra.
* Carlos Sampaio, deputado (PSDB/SP);
* Jilmar Tato, deputado (PT/SP).
Âncora: Bóris Casoy
Reporter: Nenhum reporter cadastrado.
2 UNICA DIZ QUE TEM ETANOL PARA ATENDER MERCADO INTERNO
NAC 19:10 - CANAL RURAL, RURAL NOTíCIAS
A União da Cana-de-Açúcar garante que tem etanol suficiente para atender a
demanda no comércio interno, mas as vendas do combustível caíram.
Âncora: Irineu Guarnier Filho e Alessandra Mello
Reporter: Nenhum reporter cadastrado.
3 CEPEA PREVÊ MENOS ENTREGA DE OPÇÕES DE CAFÉ ARÁBICA
NAC 19:10 - CANAL RURAL, RURAL NOTíCIAS
A entrega dos lotes referentes a contratos de opção de café arábica deve ser menor
neste mês. A projeção é do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada
da Isalq/USP.
Âncora: Irineu Guarnier Filho e Alessandra Mello
Reporter: Nenhum reporter cadastrado.
4 FEBRABAN DIVULGA RELATÓRIO SOBRE O OTIMISMO DOS BANCOS
NAC QUANTO À ECONOMIA BRASILEIRA
19:10 - CANAL RURAL, RURAL NOTíCIAS
Os bancos brasileiros estão mais otimistas quanto à economia brasileira, é o que
mostra o Relatório de Projeções Macroeconômicas, divulgado hoje pela Febraban.
Âncora: Irineu Guarnier Filho e Alessandra Mello
Reporter: Nenhum reporter cadastrado.
5 RURALISTAS INSISTEM NA REDUÇÃO DA TAXA DE IMPORTAÇÃO DO
NAC GLISOFATO
19:10 - CANAL RURAL, RURAL NOTíCIAS
Deputados da Bancada Ruralistas insistem na redução da taxa de importação do
herbicida Glisofato, produzido na China.
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CLIPPING ELETRÔNICO – 11 de fevereiro de 2010 – Edição 238
Âncora: Irineu Guarnier Filho e Alessandra Mello
Reporter: Nenhum reporter cadastrado.
6 MULTINACIONAIS DO SETOR QUÍMICO INVESTEM NO BRASIL
NAC 19:10 - CANAL RURAL, RURAL NOTíCIAS
Com a perspectiva de aumento na produção brasileira de biodiesel, multinacionais
do setor químico estão investindo no país.
Âncora: Irineu Guarnier Filho e Alessandra Mello
Reporter: Nenhum reporter cadastrado.
7 CHUVA DIMINUI PELA METADE RECEITA DE PRODUTORES DE LIMÃO
NAC 19:10 - CANAL RURAL, RURAL NOTíCIAS
O excesso de chuvas no último ano prejudicou a exportação de frutas no Brasil. O
clima afetou os negócios e reduziu o trabalho no campo em plena época de
colheita.
Âncora: Irineu Guarnier Filho e Alessandra Mello
Reporter: Nenhum reporter cadastrado.
8 PESQUISADOR DA EMBRAPA CONCORRE À PRESIDÊNCIA DA CTNBIO
NAC 12:30 - TERRAVIVA, DIA DIA RURAL
A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança elege hoje um novo mandato,
cujo mandato irá até o começo de 2012. Entre os cientistas mais cotados para
suceder o médico bioquímico Walter Cole, que termina hoje o mandato hoje na
Presidência da Entidade, estão os geneticistas e pesquisador da EMBRAPA,
Edilson Paiva, atual vice-presidente, o químico e professor da Universidade
Federal de Alagoas, Antônio Euzébio Goulart Santana, o geneticista da
Universidade Federal de Viçosa, Aluízio Borem, e a bióloga geneticista da Isalq
USP, Maria Lúcia Carneiro Vieira.
Âncora: Otávio Ceschi.
Reporter: Nenhum reporter cadastrado.
9 EMBRAPA
NAC 06:30 - CANAL DO BOI, BOM DIA PRODUTOR
Um grupo de produtores rurais norte-americanos esteve no Brasil para uma visita
técnico-profissional. No âmbito dessa visita que eles fizeram para conhecer a
cadeia produtiva da carne, visitaram vários lugares de referência na produção da
pecuária de corte bovina brasileira, entre eles, a EMBRAPA Gado de Corte.
Âncora: Nenhum âncora cadastrado.
Reporter: Nenhum reporter cadastrado.
10 EMBRAPA
NAC 06:30 - CANAL DO BOI, BOM DIA PRODUTOR
Os produtores rurais que pretendem aumentar e melhorar a alimentação do gado
podem optar por consorciar suas pastagens de graminhas com leguminosas. Na
região Norte, por exemplo, durante essa época do ano, ocorre um grande volume
de chuvas e o plantio de espécies como o amendoim forrageiro pode ser uma boa
oportunidade para se atingir esses objetivos.
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CLIPPING ELETRÔNICO – 11 de fevereiro de 2010 – Edição 238
* Carlos Maurício de Andrade, pesquisador da EMBRAPA.
Âncora: Nenhum âncora cadastrado.
Reporter: Nenhum reporter cadastrado.
11 EMBRAPA
NAC 06:15 - GLOBO, GLOBO RURAL
O Show Rural em Cascavel, no oeste no Paraná, é uma oportunidade para os
produtores conhecerem o que há de novo na agropecuária. Nos estandes têm de
tudo: de dicas para preservar o meio ambiente a modernas tecnologias.
Na EMBRAPA, a geringonça luminosa é um protótipo de bio-reator que faz
clonagem de mudas.
* Luiz Smaniotto, agricultor.
* Ivo Carraro, presidente da Coodetec.
Âncora: Ana Paula Campos.
Reporter: Nenhum reporter cadastrado.
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