P ági n a |1 JETO PEDAGÓGICO CURSO: Curso Superior de Engenharia de Controle e Automação 2013 P ági n a |2 SUMÁRIO DADOS DO CURSO ...............................................................................................................4 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA...............................................................................9 A. Contexto Educacional ...................................................................................................9 1. Implementação das Políticas Institucionais constantes no PDI, no âmbito do curso .9 2. Auto-avaliação do curso ...................................................................................... 14 3. Atuação do Coordenador do Curso....................................................................... 15 B. Projeto Pedagógico..................................................................................................... 16 1. Objetivos do Curso .................................................................................................. 17 2. Perfil do Egresso...................................................................................................... 18 3. Estrutura Curricular ................................................................................................. 21 4. Conteúdos Curriculares............................................................................................ 24 5. Metodologia ........................................................................................................... 62 6. Atendimento ao discente ......................................................................................... 69 6.1. Monitoria.................................................................................................................... 70 6.2. Programa de Iniciação Científica.................................................................................. 71 7. Atividades Acadêmicas articuladas à formação.......................................................... 72 CORPO DOCENTE ............................................................................................................... 85 A. Administração Acadêmica ........................................................................................... 85 1. Núcleo Docente Estruturante – NDE ......................................................................... 85 2. Coordenador do Curso ............................................................................................. 86 3. Colegiado de curso ou equivalente ........................................................................... 88 B. Perfil Docente............................................................................................................. 89 1. Corpo Docente ........................................................................................................ 89 2. Produção Científica.................................................................................................. 91 C. Condições de Trabalho ................................................................................................ 93 INSTALAÇÕES FÍSICAS ........................................................................................................ 94 A. Instalações Gerais....................................................................................................... 94 1. Sala de Professores e Sala de Reuniões ..................................................................... 94 P ági n a |3 2. Gabinete de Trabalho para Professores .................................................................... 94 3. Salas de Aula........................................................................................................... 94 4. Acesso dos alunos a equipamentos de informática .................................................... 94 5. Acessibilidade a portadores com deficiência ............................................................. 94 B. Registros Acadêmicos ................................................................................................. 95 C. Biblioteca ................................................................................................................... 96 1. Política de aquisição de livros da Bibliografia Básica e Complementar......................... 96 2. Periódicos especializados indexados e correntes ....................................................... 96 D. Instalações e Laboratórios específicos.......................................................................... 98 P ági n a |4 DADOS DO CURSO a) b) Mantenedora: A mantenedora da Faculdade Politec – FAP é a Faculdades Integradas Politec. Ltda, com sede em Santa Bárbara D´Oeste - SP, situada à Rua da Agricultura, no 4.000, Bairro Gerivá – 13.454-005 - (0xx19) 3406-7273, e-mail: [email protected] IES Faculdade Politec (FAP) c) Endereço Rua da Agricultura, no 4.000, Bairro Gerivá, Santa Bárbara d’ Oeste d) Perfil e Missão A meta principal da Faculdade Politec é contribuir para o desenvolvimento humano e da comunidade através da educação e tecnologia. Para cumprir sua missão, a Faculdade Politec deverá atender aos interesses das comunidades a que serve, dando formação profissional a seus alunos e buscando sempre e, cada vez mais, a melhoria da qualidade do ensino. A capacidade gerencial de organização, a inovação tecnológica, a interação com a comunidade e a riqueza da experiência acumulada ao longo dos anos nos ensinos Fundamental, Médio e Técnico e, principalmente, o elevado grau de comprometimento de seus dirigentes e funcionários constituem sua força propulsora. Com isso, esta instituição espera inserir no mercado de trabalho o profissional consciente e preparado para o acompanhamento do avanço da ciência e tecnologia, oferecendo formações humanísticas, participantes do processo de ação transformadora, proposta pela sociedade brasileira; oferecer formação voltada para o tripé ensino-pesquisa-extensão, envolvendo padrões éticos, morais e cognitivos que atendam às necessidades do futuro profissional. Enfatizando o ensino, a Faculdade Politec visa formar profissionais com conhecimento técnico-científico que o habilite a desempenhar com excelência suas funções no mercado de trabalho, integrando-se de forma harmônica nas empresas e na comunidade. Pode-se descrever como aspectos do seu perfil: Criar cursos, bem como unidades destinadas ao exercício de atividades técnico científicas, desde que disponha de recursos para tal; Promover pesquisas, planejamento e estimular o trabalho criador; Estender à comunidade os seus recursos de ensino, pesquisa e assistência, através da extensão; Dedicar-se ao ensino através de suas unidades de ensino e pesquisa para a formação de profissionais competentes; Universalizar o campo de ensino; Contribuir para a formação de consciências cívicas, baseadas em princípios éticos e respeitando as diversidades e diferenças; Estudar peculiaridades e necessidades regionais, visando implantação de novos cursos e programas de pesquisa; Oferecer oportunidades para o estudo e análise, proporcionando aos estudantes instrumental teórico-metodológico e prático, relacionado com o ensino, pesquisa e extensão; P ági n a |5 Propor, de forma pedagógica aos cursos, o desenvolvimento de valores éticos e sociais, de preocupação com o ser humano, efeitos ambientais, econômicos, culturais e político-sociais do desenvolvimento; Formar profissionais preparados para os diversos campos de atuação. e) Políticas Institucionais A Faculdade Politec mantém como um dos elementos essenciais de sua política de ensino a elaboração e implantação de Projetos Pedagógicos de Curso pautados nos critérios e padrões de qualidade instituídos pelas Diretrizes Curriculares Nacionais - DCN’s e demais documentos legais pertinentes. Também busca o direcionamento de sua política institucional para o ensino nas aspirações, convicções e necessidades da comunidade interna e externa. A Faculdade Politec – FAP mantém como princípio que os projetos pedagógicos facilitem os processos de articulação e orientação para as ações institucionais; possibilitem definições, quanto às prioridades para a gestão acadêmica; e contribuam para o alcance de maior nível de coesão intra-institucional. Na construção dos projetos pedagógicos adota-se uma concepção que prioriza não só os conteúdos universais, mas também o desenvolvimento de competências e habilidades, na busca do aperfeiçoamento da formação cultural, técnica e científica do aluno. A participação dos docentes através do Núcleo Docente Estruturante, na elaboração dos projetos pedagógicos é condição primordial para a Faculdade Politec – FAP, uma vez que estará proporcionando a integração das equipes; efetivando a responsabilidade e o envolvimento de todos na consecução dos objetivos propostos; e caracterizando tanto o próprio projeto como as ações e metas neles contidas como parâmetro para o direcionamento de todas as atividades, como também para as necessárias avaliações dos respectivos cursos. O processo de elaboração do projeto pedagógico do curso permite a articulação das atividades acadêmicas da Instituição, direcionando objetivos e metas destinadas a promover o desenvolvimento integral do aluno, de maneira a conter núcleos inter e transdisciplinares predispostos à flexibilização e integração. A política de estágio curricular do curso é prevista no projeto pedagógico e, posteriormente, regulamentada pela instância competente, com a devida deliberação da coordenadoria respectiva, conforme a regulamentação e diretrizes próprias. P ági n a |6 Os projetos pedagógicos preveem também a realização e articulação de propostas de monitorias, estudos independentes, atividades complementares, como também as atividades de pesquisa e iniciação científica. Outras atividades acadêmicas implementadas nos projetos pedagógicos dizem respeito à extensão e ação comunitária, cujo direcionamento busca identificar as ne cessidades sociais para a contextualização dos projetos e programas, bem como para intensificar e otimizar o ensino e a pesquisa, para que possam proporcionar também a melhoria da qualidade de vida da comunidade. f) Dados sócio-econômicos da região Conforme a Estimativa Populacional IBGE em 2010, a Região ultrapassou a marca de 3.327.101 milhões de habitantes , em um raio de 55km. Esta região se destaca no Estado de São Paulo pela sua prosperidade, grandiosidade e pela localização privilegiada e próxima da grande Cidade de São Paulo. Está numa das principais regiões do Estado, levando-se em consideração a grande concentração de Indústrias Nacional e Internacional (automação, química, petroquímica, borracha, alimentação, celulose e papel, montadoras, dentre outras); grande pólo da indústria têxtil e de confecção; refinaria de petróleo e usinas produtoras de açúcar e álcool. Na área de Educação, contamos com Universidades Privadas e Estaduais, Centros Universitários, Faculdades Integradas e outras. Na área de Saúde, a região dispõe de renomados Centros de Investigações Científicas; Hospitais de Clínicas, Centros de Investigações Clínicas, além de vários Clubes de Serviços. Um outro fator que devemos levar em consideração é a facilidade de locomoção por meio de rodovias estaduais, intermunicipais e interestaduais, facilitando o transporte de acesso ao local, além de outros fatores que são fundamentais para o crescimento e desenvolvimento da região. Dos 29 municípios da região, apenas dois possuíam, em 2013, população inferior a 20 mil habitantes (Engenheiro Coelho e Holambra). Campinas (1.144.862 habitantes), Sumaré, Americana, Santa Bárbara, Hortolândia e Indaiatuba são os maiores municípios, todos com população superior a 100 mil habitantes, concentram 77% da população regional. A taxa de urbanização metropolitana atingiu, em 2013, 97,3%. Apenas cinco municípios possuem taxas de urbanização inferiores a 90%: Holambra (53,7%), Engenheiro Coelho (77,1%), Itatiba (77,5%), Santo Antônio de Posse (84,9%) e Jaguariúna (89,7%). A região possui dinamismo superior ao de muitas metrópoles nacionais que são capitais estaduais e, nas últimas três décadas, apresentou taxas de crescimento demográfico maiores do que as da RMSP. Campinas, a sede da região, tornou-se um dos 20 maiores municípios brasileiros, abrigando 39,9% dos habitantes da RMC. A evolução sócio-econômica e espacial da região transformou-a em um espaço metropolitano com uma estrutura produtiva moderna, com alto grau de complexidade e grande riqueza concentrada em seu território. P ági n a |7 A infraestrutura de transportes, a proximidade do maior mercado consumidor do país, que é a RMSP, o sofisticado sistema de ciência e tecnologia, a mão-de-obra altamente qualificada, entre outros, deram à RMC vantagens para instalação de novas empresas e para formação de arranjos produtivos nas áreas de petroquímica, têxtil, cerâmica e flores, ent re outros. A localização geográfica e o sistema viário foram fatores primordiais no desenvolvimento da agroindústria, ao permitirem a ligação com regiões produtoras de matérias primas e os grandes mercados consumidores e terminais de exportação. O setor agropecuário tornou-se moderno e diversificado, possuindo forte integração com os complexos agroindustriais e elevada participação de produtos exportáveis ou destinados ao mercado urbano de maior poder aquisitivo. Seus principais produtos são cana-de-açúcar, laranja, suinocultura, avicultura, horticultura, fruticultura e floricultura. A produção regional tem aumentado sua participação no total estadual com a instalação de novas fábricas de setores intensivos em tecnologia, o que indica a posição privilegiada da região para a localização industrial, transformando-a no terceiro maior parque industrial do país, atrás apenas das Regiões Metropolitanas de São Paulo e do Rio de Janeiro. A indústria abriga setores modernos e plantas industriais articuladas em grandes e complexas cadeias produtivas, com relevantes participações na produção estadual. Uma das divisões mais representativas é a de alimentos e bebidas, que responde por cerca de um quarto da produção estadual. Sobressaem, ainda, os ramos mais complexos, como o de material de transporte, químico e petroquímico, de material elétrico e de comunicações, mecânico, de produtos farmacêuticos e perfumaria e de borracha. A indústria regional é bastante diversificada, podendo-se destacar: em Paulínia, o Pólo Petroquímico composto pela Refinaria do Planalto - Replan, da Petrobrás, e por outras empresas do setor químico e petroquímico; em Americana, Nova Odessa e Santa Bárbara d´Oeste, o parque têxtil; em Campinas e Hortolândia, o pólo de alta tecnologia, formado por empresas ligadas à emergente área de tecnologia de informação. A existência das instituições de ensino e pesquisa e de inúmeras escolas técnicas e a consequente disponibilidade de pessoal qualificado foram fundamentais para a presença de grande número de empresas de alta tecnologia, que atuam principalmente nos setores de informática, microeletrônica, telecomunicações, eletrônica e química fina, automobilística, além de um grande número de empresas de pequeno e médio porte fornecedoras de insumos, componentes, partes, peças e serviços. O dinamismo regional assegura ao município de Santa Bárbara d’ Oeste escala para desenvolver um conjunto de atividades tradicionalmente encontradas apenas nas grandes capitais do país: grande rede de serviços educacionais e bancários; hospitais e serviços médicos especializados; setor terciário moderno; comércio diversificado e de grande porte e estrutura hoteleira de ótima qualidade. O setor terciário é dinâmico e avançado, apresentando interação com os demais setores da economia; abrigam modernos equipamentos de comércio, empreendimentos de grande porte em alimentação, entretenimento e hotelaria, além de uma variada gama de serviços, como os profissionais e os voltados para empresas. Na área da saúde, a RMC dispõe de importantes equipamentos públicos e privados, com destaque para o Hospital das Clínicas da Unicamp. P ági n a |8 A economia local se beneficia do suporte técnico propiciado pela presença de importantes instituições de ensino e pesquisa. A região abriga um dos mais importantes sistemas científicos e tecnológicos do país, composto por várias Universidades, destacando -se a Universidade Estadual de Campinas-Unicamp, a Pontifícia Universidade Católica de Campinas – PUCCAMP e a universidade Metodista de Piracicaba – UNIMEP, com seu campus contendo os cursos de Engenharia situado na cidade de Santa Bárbara d’Oeste. Campinas possui a maior concentração de instituições de P&D do interior brasileiro, com a presença do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento - CPqD, com papel estratégico no setor de telecomunicações, do Centro Tecnológico da Informação Renato Archer-CTI, da Fundação Instituto Tecnológico de Logística-FITEL, da Companhia de Desenvolvimento Tecnológico Codetec, do Instituto Agronômico de Campinas-IAC, do Instituto Tecnológico de Alimentos ITAL e do Laboratório Nacional de Luz Sincroton-LNLS. g) Curso Engenharia de Controle e Automação (Portaria de abertura n° 1098 do D.O.U de 18 de dezembro de 2008. h) Modalidade do curso Presencial i) Número de vagas previstas no ato da criação, número atual e formas de ingresso: O curso de graduação em Engenharia de Controle e Automação possui um total de 107 alunos matriculados, distribuídos em 05 turmas. Atualmente o curso aproveita 46% das vagas ofertadas e autorizadas pelo MEC (60 vagas). A forma de acesso ao curso é por vestibular, pelo PROUNI ou transferência. O vestibular ocorre de maneira anual, por meio de processo seletivo, respeitando o número de vagas autorizadas por semestre. A transferência acontece mediante análise curricular e di sponibilidade de vaga. Para a aceitação da transferência o aluno deve, obrigatoriamente, apresentar o atestado de matrícula, o histórico escolar, o conteúdo programático das disciplinas e a comprovação da faculdade de origem de ser autorizada ou reconhecida pelo Ministério da Educação. j) Turno(s) de funcionamento Noturno P ági n a |9 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA A. CONTEXTO EDUCACIONAL 1. Implementação das Políticas Institucionais constantes no PDI, no âmbito do curso O termo projeto vem do latim e, em seu sentido mais estrito, significa ‘lançar para diante’ Estruturar um Projeto Pedagógico é portanto planejar o trabalho de formação humana em seu sentido mais amplo. A Faculdade de POLITEC (FAP) entende que o Projeto Pedagógico dos seus Cursos representa muito mais do um documento estruturado e estático que norteia as ações de formação humana e profissional da instituição. É antes a representação da sua visão acerca de como o futuro se apresenta e a consequente tradução e incorporação desta visão nas ações que norteiam e circunscrevem os seus Projetos Pedagógicos. Em outras palavras a construção das diretrizes para formar as pessoas para o futuro acontece no presente. Daí a importância, ao propor Projetos Pedagógicos, de se levar em conta as condições atuais e de se confrontar as mesmas com o que a instituição julga ser necessário. É nesta perspectiva que se insere a concepção da POLITEC acerca dos seus Projetos Pedagógicos - é do confronto entre as condições atuais e as desejáveis que surge a melhor forma de construir o que é possível na formação humana e profissional. O possível neste âmbito significa a exploração dos limites do real tendo como instrumento de transformação da realidade a identificação de alternativas de ação. A elaboração de um Projeto Pedagógico para a POLITEC implica em analisar o contexto real e o escolar definindo ações, estabelecendo o que alcançar, criando percursos e fases para o trabalho, definindo tarefas para os atores envolvidos e acompanhando e avaliando a trajetória percorrida e os resultados parciais e finais. Esta função não pode ser assumida, na visão da POLITEC, sem que haja uma efetiva articulação com outros instrumentos que sinalizam a direção institucional para o alcance de compromissos sociais. Assim torna-se imprescindível a implementação do Projeto Pedagógico Institucional – PPI e o Plano Desenvolvimento Institucional – PDI que juntos com o Projeto Pedagógico dos Cursos – PPC formam o tripé que sustentam o cumprimento da missão institucional e social da Faculdade. O Projeto Pedagógico Institucional define princípios que orientam os agentes responsáveis pela sua operacionalização. É um instrumento que estabelece o pensamento institucional acerca das concepções da instituição sobre educação é a construção da identidade institucional. Implica numa análise coletiva tanto da sua história (a que lhe deu as características que apresenta no momento) quanto das direções intencionais que serão assumidas em função das definições tomadas pelo Projeto Pedagógico dos Cursos. P á g i n a | 10 O PPI contribui efetivamente para tornar os Projetos Pedagógicos dos Cursos da POLITEC um instrumento de condução do presente e do futuro. O PPI na Faculdade POLITEC é um instrumento que serve de guia para a prática pedagógica dos cursos e promove a unidade pedagógica que expressa a sua filosofia educacional. A Diretoria é o principal agente articulador dos Projetos tanto Institucional quanto Pedagógico. É a partir da atuação destes atores que se está permanentemente ligando e articulando as ações de ambos os projetos visando a potencialização das suas relações e a composição da teia curricular que circunscreve cada um dos Projetos Pedagógicos dos Cursos. A implementação do Projeto Pedagógico Institucional da POLITEC norteia a ação transformadora da realidade e viabiliza as idéias inseridas nos Projetos Pedagógicos dos Cursos. A articulação entre o Projeto Pedagógico Institucional e o Projeto Pedagógico se dá a partir de várias dimensões. De um lado os responsáveis principais da POLITEC articulam ações para promover as relações entre ambos e de outro o compromisso e envolvimento dos Coordenadores dos Cursos e do corpo docente no sentido de tornar concretas as ações consignadas no Projeto Pedagógico dos Cursos. A reflexão permanente e o exercício das ações traçadas em ambos os documentos vão delineando a construção e a re -construção das diretrizes curriculares. A POLITEC entende que tanto o PPI quanto o PPC são frutos de uma reflexão consciente de todos os atores envolvidos na sua implementação. Acredita que esta concepção oferece unidade, singularidade e especificidade aos Cursos que possui. Assim assume o compromisso de promover a contínua construção, avaliação e re-elaboração de ambos visando torná-lo uma expressão atualizada da visão que adquire sobre educação superior, sobre universidade e sua função social, sobre o curso, sobre o ensino, sobre a pesquisa e sua relação com o ensino, sobre a extensão e sua relação com o currículo, sobre a relação teoria e prática. Compromete-se a abrir espaços institucionalizados para a discussão e troca de informações visando a promoção do acompanhamento da articulação entre PPI e PPC. Compromete -se também a gerar instrumentos que efetivamente sinalizem a necessidade de alteração das concepções e ações inseridas no PPI e PPC. Estes compromissos de acompanhamento das ações consignadas em ambos os documentos e sua articulação entre si e com os demais instrumentos é percebido como uma ação de grande relevância à medida que pode revelar as características da instituição, nos cursos e entre os cursos, do sistema educacional superior e do contexto social do qual faz parte. O Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI é um instrumento que mapeia a organização e o planejamento institucional da POLITEC, bem como indica um conjunto de objetivos, estratégias e ações básicas para viabilizar sua reestruturação. É um instrumento que oferece condições da Faculdade executar seus Projetos Pedagógico Institucional e Pedagógicos dos Cursos. O Projeto Pedagógico Institucional serviu de alicerce para a conformação da grade curricular e dos correspondentes conteúdos programáticos, na medida em que se contemplou a realidade das relações humanas no mercado de trabalho e as formas de distribuição física de bens tangíveis e intangíveis, através dos canais de distribuição e as suas multi -relações intrínsecas e extrínsecas, num contexto globalizado, visando atender as necessidades organizacionais no desenvolvimento local, regional, nacional e internacional. P á g i n a | 11 Os Projetos pedagógicos, em constante desenvolvimento e aperfeiçoamento, serão acompanhados pela Coordenação de Curso, Direção e Professores num compromisso conjunto pela qualidade. A Coordenação de Curso terá como uma das principais atribuições acadêmicas, o acompanhamento e a análise do andamento do projeto pedagógico. Contudo, a Direção e os Professores também serão responsáveis pela consolidação e pela qualidade do mesmo. A Direção sobretudo, na logística institucional administrativa para o desenvolvimento de cada projeto de curso da faculdade e os professores especificamente, encaminhando a parte voltada para a dimensão didático-pedagógica do curso. Todos com a consciência coletiva de responsabilidade de avaliar constantemente os trabalhos desenvolvidos e a qualidade dos cursos oferecidos. Tal avaliação é formalizada através do Programa de Avaliação Institucional onde todos terão a oportunidade de registrar suas críticas e sugestões. As Atividades Acadêmicas permanentes de ensino, pesquisa e extensão estarão integradas de forma a se reforçarem mutuamente. O compromisso maior da Faculdade de Politécnica de Campinas é com o Ensino de qualidade. Assim, a pesquisa na Instituição te rá característica empírica de aplicação prática. Contarão como pesquisa: os Trabalhos discentes de Conclusão de Curso - TCC, as Pesquisas de Iniciação Científica - PIC e as atividades desenvolvidas nas disciplinas de PAC - Pesquisa e Atividades Complementares. A extensão será incentivada pelas semanas de estudos e jornadas que serão organizadas anualmente sob a responsabilidade de cada coordenadoria de curso, as visitas técnicas desenvolvidas por professores fora e dentro do Campus. A natureza da pesquisa possível nesta realidade educacional será voltada quase que inteiramente para as questões do Ensino, estando aí a integração legítima entre Pesquisa e Ensino. O curso de Engenharia de Controle e Automação da POLITEC foi autorizado por meio da Portaria n° 1098 do D.O.U de 18 de dezembro de 2008. Em 2009 foi instituída a primeira turma do curso, sendo realizado a partir de então vestibulares anuais para formação de novas turmas. Atualmente (2014) na IES existem cinco turmas com tamanho médio de 26,2 alunos para as aulas teóricas e para as aulas práticas. Visando o perfil do egresso e os objetivos do curso destacados mais adiante, o cerne deste projeto contempla a necessidade de formação integral do educando com base nos quatro pilares do conhecimento definidos pela Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI da UNESCO e citados a seguir: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser. Para alcançar tais objetivos, o projeto alinha-se fortemente com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) nº. 9.394, de 20 de dezembro de 1.996 [9], e foi concebido sob a égide das Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia, Resolução CNE/CES nº. 11, de 11 de março de 2.002. A construção da estrutura curricular da proposta pedagógica do curso de Engenharia de Controle e Automação da POLITEC constitui-se de um conjunto encadeado de disciplinas teóricas e práticas cuja carga horária perfaz um total de 4.000 horas, distribuídas em 10 semestres; além dessa, é necessário para a conclusão do curso, o cumprimento de 120 horas de atividades complementares, 200 horas de estágio supervisionado e 100 horas dedicadas ao Projeto Interdisciplinar Integrado. No decorrer dos anos (2008 a 2013) foram construídos laboratórios específicos para atender a demanda das disciplinas, contando atualmente na IES com laboratórios específicos e exclusivos para o curso de Engenharia de Controle e Automação. P á g i n a | 12 Todas estas ações e outras complementares visam atender as especificações contidas no Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI e são detalhadas na Tabela 1. Nesta Tabela são descritas as correlações entre o PDI e as ações tomadas para sua implementação no curso de Engenharia de Controle e Automação, descritos em seu PPC. P á g i n a | 13 Tabela 1. Articulação entre gestão institucional e a gestão do curso para implementação do PDI no Curso de Engenharia de Controle e Automação TÓPICO DO PDI* SEÇÃO NO PDI* TÓPICO DO PPC SEÇÃO DO PPC Missão Institucional 2.1.1 Ações Institucionais propostas Gestão acadêmico-administrativa 2.1.2 2.1.3 Existência e implementação do PPC 2.2.1 Dados do Curso - B. 1 Dados do Curso - B. 2 Corpo Docente – B. 2 Corpo Docente – A. 1 Corpo Docente – A. 3 Organização Didático-Pedagógica - A Organização Didático-Pedagógica - A.1 Processo de implantação e integralização dos cursos Acompanhamento e avaliação dos PPC e das atividades pedagógicas 2.2.2 Avaliação Institucional Administração acadêmica Coordenador de curso Organização acadêmico-administrativa Atenção aos discentes Atividades acadêmicas articuladas 2.3 2.4 2.4.1. 2.4.2. 2.4.3. 2.5 Corpo docente Instalações 3 4 Objetivos do Curso Perfil do Egresso Produção Científica Núcleo Docente Estruturante – NDE Colegiado de curso ou equivalente Contexto Educacional Implementação das Políticas Institucionais constantes no PDI, no âmbito do curso Dados do curso Breve histórico da IES Atuação do coordenador de curso Núcleo Docente Estruturante – NDE Colegiado de curso ou equivalente Auto-avaliação do curso Administração Acadêmica Atuação do coordenador de curso Registros Acadêmicos Atendimento ao discente Metodologia Programa de Visitas Técnicas Aulas práticas em ambiente industrial Ciclo de estudos Trabalhos multidisciplinares Interação Teoria/Prática Corpo Docente A. Instalações Gerais C. Biblioteca D. Instalações e Laboratórios específicos PÁGINA DO PPC 14 15 75 69 71 07 07 Dados do curso Dados do curso – item “e” Organização Didático-Pedagógica – A.3 Corpo Docente – A. 1 Corpo Docente – A. 3 Organização Didático-Pedagógica – A. 2 Corpo Docente - A Dados do Curso – A. 3 Instalações Físicas - B Organização Didático-Pedagógica - B. 7 Organização Didático-Pedagógica – B.5 Organização Didático-Pedagógica – B.5 Organização Didático-Pedagógica – B.5.2 Organização Didático-Pedagógica – B.5.3 Organização Didático-Pedagógica – B.5.4 Organização Didático-Pedagógica – B.5.5 Corpo Docente – B.1 Instalações Físicas – A Instalações Físicas – C Instalações Físicas – D 04 04 12 69 71 11 69 12 78 67 55 57 58 59 60 62 69 78 80 82 *Referente ao PDI: Período 2005 a 2010 2.2.3. P á g i n a | 14 2. Auto-avaliação do curso O conceito de avaliação que subsidia o curso prende-se à natureza própria desse processo que é comparar e medir os resultados produzidos com as metas estabelecidas e, a partir deles, interpretar os dados obtidos para formular juízos e tomar decisões. O Sistema de avaliação do projeto do curso abriga o projeto de avaliação interna ou autoavaliação que, de acordo com a legislação, tem como principais objetivos “produzir conhecimentos, pôr em questão os sentidos do conjunto de atividades e finalidades cumpridas pela instituição, identificar as causas dos seus problemas e deficiências, aumentar a consciência pedagógica e capacidade profissional do corpo docente e técnico-administrativo, fortalecer as relações de cooperação entre os diversos atores institucionais, tornar mais efetiva a vinculação da instituição com a comunidade, julgar acerca da relevância cientifica e social de suas atividades e produtos, além de prestar contas à sociedade.” A Avaliação Institucional é um processo imerso em aspectos ideológicos, políticos, econômicos, culturais, dentre outros. É um processo interno, configurado com padrões próprios da instituição, não tem caráter público e propósito de comparação com outras instituições. É consenso entre especialistas que a avaliação é um instrumento fundamental para todo organismo social que busque desenvolvimento e qualidade. Mais ainda para as instituições de ensino superior, cuja razão de ser encontra-se na prestação de serviços de qualidade à sociedade, buscando sempre a excelência na produção, sistematização e democratização do saber. O propósito da Avaliação Institucional é conduzir os empreendimentos humanos ao aperfeiçoamento contínuo. O Programa original de Avaliação Institucional da POLITEC já estruturava condições para a efetivação de um sistema de auto-avaliação. As pesquisas envolvem toda a comunidade acadêmica em um esforço de diagnosticar acertos e possíveis falhas institucionais referentes aos aspectos políticos, pedagógicos, administrativos e de infraestrutura. Este diagnóstico subsidiou um Plano de Melhorias para cada período letivo subsequente, coordenado pela Comissão Própria de Avaliação – CPA, com vistas à melhoria da qualidade de ensino. A CPA tem como objetivos viabilizar o processo de melhoria contínua, suplantando as atividades de avaliação, conforme propõe o SINAES. Atua em atividades como diagnósticos, avaliações, ações, orientações, estabelecimento de metas e procedimentos, bem como criação de indicadores da qualidade, assumido como meta executiva por todos os segmentos institucionais, cada qual em suas especificidades. Após a vigência de cada Plano de Melhorias, sua adequação é submetida a nova avaliação para ajustes e reformulações. A Comissão propõe atividades que construam de forma conjunta os procedimentos acima estabelecidos, atuando de maneira participativa e colaborativa. Segundo Preddy, 2006 p.22 “os sistemas distribuídos exigem a utilização de processos de garantia da qualidade, pois não podem recorrer aos mecanismos de controle da qualidade fornecidos por sistemas administrativos centralizados.” A Coordenação de Curso, de posse dos dados coletados através de diferentes segmentos, estuda, propõe, gere e acompanha as ações de melhoria cabíveis e esperadas na instituição e no curso. A integração entre a CPA e a Coordenação permite a rápida captação de oportunidades de melhoria. P á g i n a | 15 O retorno dos resultados é feito através de: - Divulgação dos resultados gerais para os Cursos; - Retorno individual dos resultados, aos professores do Curso, por meio de documento contendo a análise individual do desempenho; - Reuniões com o corpo administrativo; - Reuniões com o corpo docente; - Informativo distribuído aos alunos e professores com a relação de melhorias efetivadas e a serem efetivadas. 3. Atuação do Coordenador do Curso O Coordenador de curso tem uma função de amplo espectro e alto grau de complexidade. Cabe-lhe a tarefa de favorecer a construção de uma equipe coesa, engajada e, sobretudo, convicta da viabilidade operacional das prioridades consensualmente assumidas e formalizadas na proposta de trabalho da instituição. O coordenador exerce, no espaço da autonomia que lhe foi conferida, seu papel de elemento-chave no gerenciamento do curso, o que exige ações de articulação e mobilização da equipe, tendo sempre em vista o aperfeiçoamento do fazer pedagógico na instituição. Para isso o Coordenador do curso possui, conforme descrito no Capítulo V, Artigo 35, do Regimento do IBCT as seguintes atribuições: I - coordenar os trabalhos dos membros docentes que desenvolvem aulas e atividades de ensino, pesquisa ou extensão relacionadas com o respectivo curso, sob as diretrizes do respectivo projeto pedagógico; II - supervisionar o cumprimento das atribuições de cada docente do curso dando ciência de irregularidades ao Diretor da Faculdade; III - representar o curso junto às autoridades e órgãos da Faculdade; IV - convocar e presidir as reuniões de docentes das várias áreas de estudo ou disciplinas afins que compõem o curso; V - coordenar a elaboração e sistematização das ementas, bibliografia de apoio e programas de ensino das disciplinas do currículo pleno do curso para compor o respectivo projeto pedagógico e acompanhar seu desenvolvimento; VI - compatibilizar os conteúdos programáticos necessários à formação profissional prevista no perfil do curso; VII - fomentar e incentivar a produção científica e intelectual do corpo docente; VIII - supervisionar e fiscalizar a execução das atividades programadas, bem como a assiduidade e a produção científica e intelectual dos professores, constituindo um banco de dados da mesma; IX - auxiliar na coordenação do processo de avaliação do desempenho do pessoal docente, técnico-administrativo e da infraestrutura; X - apresentar, anualmente, ao Diretor da unidade, relatório de suas atividades e das do seu curso, bem como as indicações bibliográficas necessárias para o próximo período letivo; XI - exercer as demais atribuições que lhe sejam delegadas pelo Diretor da Faculdade, as previstas na legislação ou neste Regimento. P á g i n a | 16 B. PROJETO PEDAGÓGICO Face a grande evolução tecnológica da humanidade nos últimos 50 anos, novas especialidades profissionais surgiram e mais recentemente resultaram em novas modalidades de Engenharia. Dentre as mais recentes tem-se a Engenharia de Controle e Automação, uma modalidade surgida da interação das áreas de Mecânica, Eletro/Eletrônica e Informática. Assim sendo, este Projeto Pedagógico tem como finalidade proporcionar os mecanismos e condições para o aprendizado integral do exercício profissional nas atividades relacionadas à Engenharia de Controle e Automação, comprometidos com o que prega o Art. 1o da Lei 5.194 de 1966 que diz “As profissões de engenheiro, arquiteto e engenheiro-agrônomo são caracterizadas pelas realizações de interesse social e humano que importem na realização dos seguintes empreendimentos...” e o exerçam de forma crítica, consciente e ética, respeitando a legislação vigente. Este Projeto Pedagógico considera também a realidade de que os problemas existentes nos ambientes corporativos não são estritamente técnicos e nem podem ser divididos em áreas puras de conhecimentos e por estes motivos está estruturado em um núcleo de disciplinas básicas, um núcleo de disciplinas profissionalizantes e um núcleo de disciplinas específicas, cujos conteúdos programáticos possuem o caráter de interdisciplinaridade, característica indispensável a um Curso de Engenharia de Controle e Automação. O curso de Engenharia de Controle e Automação está concebido em semestres, com as seguintes características: • Curso em conformidade com a Resolução CNE/CNS 11 de 11 de março de 2002; • Curso em conformidade com o Parecer CNE/CES 329 de 11 de novembro de 2004; • Tempo de integralização previsto para cinco anos, divididos em dez semestres letivos, com período máximo de 16 semestres; • Semestres letivos com duração de 20 semanas; • Disciplinas com carga horária presencial de 40 ou 80 horas-aula; • Estágio supervisionado com carga horária mínima de 200 horas e, • Carga horária total do curso é definida em 3753 horas, perfazendo um total de 3333 horas presenciais, 200 horas de estágio supervisionado, 120 horas de atividades P á g i n a | 17 complementares e 100 horas para desenvolvimento de Projeto Interdisciplinar Integrado para a conclusão do curso. A atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9394/96) procura flexibilizar a organização curricular dos novos cursos superiores e estabelece ainda que os conteúdos de conhecimentos a serem desenvolvidos no decorrer do curso deverão culminar em atender ao perfil do egresso desejado, a desenvolver competências e habilidades no educando de forma que o mesmo possa atuar profissionalmente em todo território nacional, entretanto deverão ser atendidas, preferencialmente as necessidades regionais e locais (art.26 da LDB). Posto isto, um Curso de Graduação em Engenharia de Controle e Automação sediado na cidade de Santa Bárbara d’Oeste, se constitui em um proposta da POLITEC às solicitações da LDB e as necessidades deste tipo de profissional em uma região fortemente industrializada e em franca expansão tecnológica. 1. Objetivos do Curso 1.1. OBJETIVO GERAL Formar um profissional com foco no humano e no social com sólida formação científica e tecnológica, objetivando que os conhecimentos, habilidades e competências desenvolvidos no curso lhe possibilitem a análise, projeto, instalação, operação e manutenção de to do um sistema ou processo produtivo, de forma automatizada obedecendo a uma programação, controle e supervisão integrados. 1.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Formar um profissional habilitado a aplicar métodos científicos à análise e solução de problemas de engenharia, especificamente os relacionados aos processos automatizados e a automatização de sistemas, bem como desenvolver o pensamento criativo e empreendedor com facilidade de atuar e gerenciar equipes multidisciplinares com ética e respeito pelo humano, utilizando a informática como ferramenta usual e rotineira. Para atingir estes objetivos pretende-se: • Desenvolver o pensamento criador, crítico e empreendedor; • Desenvolver habilidades para o uso da informática como ferramenta usual e rotineira; • Desenvolver a habilidade de trabalho em equipes multidisciplinares; • Capacitar o educando a identificar, formular e resolver problemas de engenharia, considerando as questões de viabilidade técnica e econômica e os impactos ambientais; P á g i n a | 18 • Capacitar o estudante a utilizar a tecnologia atual e a absorver e gerar novas tecnologias; • Preparar o futuro profissional nas tarefas que lhe permitam planejar, organizar, desenvolver e controlar sistemas de acordo com as exigências necessidades da região, atento as legislações do país e as exigências do mercado mundial e, • Compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissional. 2. Perfil do Egresso Seguindo a orientação da proposta pedagógica para o curso de Engenharia de Controle e Automação e de acordo com o que dispõem os órgãos oficiais Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Lei nº 5.194/66) e CREA (Res. nº 218/73), são características da profissão de engenheiro as seguintes atividades: • Supervisão, coordenação e orientação técnica; • Estudo, planejamento, projeto e especificação; • Estudo de viabilidade técnico-econômica; • Assistência, assessoria e consultoria; • Direção de obra e serviço técnico; • Vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico; • Desempenho de cargo e função técnica; • Ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica, extensão; • Elaboração de orçamento; • Padronização, mensuração e controle de qualidade; • Execução de obra e serviço técnico; • Fiscalização de obra e serviço técnico; • Produção técnica e especializada; • Condução de trabalho técnico; • Condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; • Execução de instalação, montagem e reparo; • Operação e manutenção de equipamento e instalação; • Execução de desenho técnico. Mesmo esta Resolução ter sido elaborada em 1973, a maioria das atividades relacionadas à Engenharia podem ainda ser consideradas atuais. A Resolução 427/1999 discrimina as atividades do Engenheiro de Controle e Automação “... no que se re fere ao controle e automação de equipamentos, processos, unidades e sistemas de produção, seus serviços afins e correlatos”. Em linhas gerais se quer formar profissionais dotados de competências e habilidades visando atender principalmente a demanda regional, sem desprezar a demanda nacional e P á g i n a | 19 internacional pelos serviços em Engenharia de Controle e Automação, sendo capaz de exercer com ética, justiça e responsabilidade as atribuições e prerrogativas compatíveis à profissão. Pretende-se que o egresso da carreira profissional de Engenharia de Controle e Automação apresente as seguintes habilidades e competências: • Projetar, construir, programar, montar e operar controles automatizados da industria de processos contínuos e discretos, aplicando seus conhecimentos de controle de sistemas, computação, eletrônica e eletricidade; • Supervisionar processos de produção e de controle de qualidade dos insumos, processos intermediários e produto final; • Inovar tecnologias existentes; participar na transferência de tecnologias emergentes e atuar como agente na transferência das mesmas; • Estar capacitado para trabalhar em equipes multidisciplinares, propondo sistemas cujo projeto faça uso ótimo de tecnologias desde o ponto de vista de operação bem como de recursos econômicos; • Diagnosticar falhas, propor e executar planos de manutenção preventiva dos diferentes sistemas de processos automatizados; • Interpretar e aplicar as normas de segurança e higiene industrial e conservação do meio ambiente; • Capacitar e instruir tecnicamente o pessoal de sua equipe sob sua supervisão; • Compreender a incidência da tecnologia nas atividades de gestão empresarial e, • Promover e realizar pesquisa tecnológica no nível de sua competência com a finalidade de corrigir e/ou melhorar os processos produtivos. 2.1. PERFIL PROFISSIONAL E MERCADO DE TRABALHO Pretende-se que o egresso apresente formação adequada às necessidades profissionais exigidas para o exercício da profissão de Engenheiro, sendo que para tanto o currículo conta com disciplinas de formação básica (matemática, física, química, informática, expressão gráfica, eletricidade, mecânica e tecnologia dos materiais), de formação geral (ciências humanas, sociais, ambientais, administração e economia) e de formação profissional (eletrônica, projetos mecânicos, fluído e termociências, instrumentação, sistemas de controle) e de formação específica (controle de processos, automação industrial, robótica, automação da manufatura) capacitando-o a conceber, projetar, implementar e operar sistemas complexos que contribuam para o desenvolvimento econômico e social, conservando os valores humanos, éticos e morais. Ao final do curso, o egresso do programa de Engenharia de Controle e Automação será um profissional íntegro com competências, habilidades e atitudes que lhe permita: • Projetar, desenvolver e otimizar equipamentos, processos ou produtos utilizando tecnologias atuais e gerando novas; • Analisar, projetar e multidisciplinares; implementar processos que requerem conhecimentos • Automatizar sistemas e processos industriais, buscando soluções alternativas e inovadoras; • Constituir e administrar empresas de base tecnológica; P á g i n a | 20 • Participar ativamente de processos de ensino e pesquisa buscando a atualização profissional e a difusão do conhecimento tecnológico e científico; • Especificar e selecionar criteriosamente os recursos necessários a implementação de uma solução de engenharia e, • Fomentar o intercâmbio de experiências e conhecimentos entre a universidade, a indústria e instituições que realizam pesquisa e desenvolvimento de novos produtos e processos. 2.2. MERCADO DE TRABALHO Nos últimos anos o mundo tem sofrido grandes transformações econômicas e sociais, principalmente, pela introdução de novas tecnologias e o estabelecimento de uma nova ordem nos mercados mundiais, a chamada “globalização dos mercados”. Essas transformações mundiais exigem novos padrões de qualidade que, naturalmente, exigem maior qualificação do pessoal produtivo e gerencial. Nesse sentido, o Brasil necessita investir m aciçamente na modernização do parque industrial, visando manter a competitividade de seus produtos e serviços no cenário mundial. Inserida e atuante nestas mudanças, a Engenharia de Controle e Automação, tem a finalidade de buscar e integrar as novas tecnologias com o homem e seus ambientes sócio econômicos, vislumbrando-se assim um mercado bastante promissor. No País, os Engenheiros de Controle e Automação vêm, sobretudo, realizando a implantação de novos sistemas visando atender aos cada vez mais exigentes padrões da qualidade e produtividade, atuando em todas as atividades industriais, agrícolas e comerciais, além de governamentais. Neste contexto, o Engenheiro de Controle e Automação é componente fundamental no desenvolvimento de novos sistemas em todos os ramos da atividade econômica e empresarial, assegurando posição de destaque nas organizações. 2.3. CAMPOS DE ATUAÇÃO De um modo geral, o mercado profissional da Engenharia de Controle e Automação tem crescido até mesmo quando ocorrem crises em alguns setores da indústria nacional. Os campos de atuação do Engenheiro de Controle e Automação são as empresas automobilísticas, siderúrgicas, de mecânica fina, de conformação mecânica, transformação, agro-industriais, químicas, de desenvolvimento de softwares para automação e controle, ou seja, mais notadamente as empresas que fazem uso da tecnologia para melhorar seus processos e produtos. Além dessas, atua também em serviços públicos, em instituições financeiras e de ensino e pesquisa. Cabe ainda ao profissional, realizar pesquisas de mercado e identificar novos campos e nichos de mercado que favoreçam a ação empreendedora. Nessas empresas o Engenheiro de Controle e Automação poderá trabalhar em diversas atividades, entre as quais projetos assistidos por computador, robótica, supervisão, e P á g i n a | 21 manutenção. Com os conhecimentos adquiridos no curso, o profissional poderá propor soluções inovadoras para os problemas que constantemente surgem em um mercado em progressiva transformação. Este profissional estará em perfeitas condições para ser absorvido pelo crescente e diversificado parque industrial e produtivo, da maioria das regiões brasileiras, empresas estas que exigem cada vez mais a formação do engenheiro com maior direcionamento e especialização, que se adapte com rapidez, através de sua formação ao modelo de crescimento da indústria nacional. 3. Estrutura Curricular A estrutura curricular do curso de Engenharia de Controle e Automação é composto por disciplinas obrigatórias e eletivas. As disciplinas obrigatórias caracterizam-se pelas disciplinas estabelecidas no currículo padrão e estão ilustradas na Tabela 2. Matérias complementares ao curso de Engenharia de Controle e Automação, com carga horária de 40 ha, destinadas a agregar um maior conhecimento ao aluno em áreas de menor grau específico, entretanto, são de extrema importância para a formação de um futuro profissional com visão multidisciplinar, diferencial cada vez mais necessário para o mercado de trabalho. Para a conclusão do curso de Engenharia de Controle e Automação o aluno deve cumprir ao menos três disciplinas referentes à lista de Matérias Optativas, sendo obrigatória ao menos uma disciplina no 8° semestre, 9° semestre e por fim, uma disciplina no 10° semestre. As matérias oferecidas são apresentadas no final da Tabela 2. A disciplina de Libras – Linguagem Brasileira de Sinais, é contemplada em tal lista, conforme exigido pelas Diretrizes Curriculares Nacionais. O desenvolvimento Étnico-Racial deve ser baseada no conceito de principalmente, socializar todo e qualquer tipo de etnias e condições financeiras , conforme citado no site da UNESCO: “A sociedade brasileira é constituída por diferentes grupos étnico-raciais que a caracterizam, em termos culturais, como uma das mais ricas do mundo. Entretanto, sua história é marcada por desigualdades e discriminações, especificamente contra negros e indígenas, impedindo, desta forma, seu pleno desenvolvimento econômico, político e social.” A atuação, em diferentes frentes áreas e temáticas, possibilitam que a UNESCO, ao longo de sua história, acumule sólida experiência. A abordagem transversal e as ações intersetoriais, têm sido priorizadas como um método rico e eficaz para o reconhecimento da diversidade étnico-racial e cultural que constitui a sociedade brasileira e também, para a consolidação de um país promotor de igualdade de direitos. Outro quesito importante é a visão multidisciplinar quando o quesito é o desenvolvimento sócio-ambiental em um curso de Engenharia. Além das disciplinas com foco totalmente no que tange o assunto, o mesmo é abordado em todas das disciplinas que exigem P á g i n a | 22 o conhecimento da melhor utilização de matérias e ou processos que tendem a ter um melhor rendimento, levando-se em consideração as novas leis ambientais em vigor nos ambientes industriais. Tabela 2. Estrutura curricular do curso de Engenharia de Controle e Automação COMPONENTE CURRICULAR Matemática Aplicada Introdução a Engenharia Informática Aplicada Expressão Gráfica Metodologia Científica e Tecnológica Comunicação e Expressão Ciências Ambientais SUBTOTAL Cálculo Diferencial e Integral I Geometria Analítica e Álgebra Linear Física Geral e Experimental I Química Geral e Experimental Desenho Auxiliado por Computador Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania SUBTOTAL Cálculo Diferencial e Integral II Cálculo Numérico Física Geral e Experimental II Fundamentos de Medidas Elétricas Circuitos Lógicos Noções de Direito Projeto Interdisciplinar Integrado I SUBTOTAL Cálculo Diferencial e Integral III Probabilidade e Estatística Física Geral e Experimental III Mecânica Geral Fundamentos de Metrologia Circuitos Elétricos I Projeto Interdisciplinar Integrado II SUBTOTAL Fenômenos de Transporte Eletricidade Aplicada Mecânica dos Sólidos I Circuitos Elétricos II Ciência e Tecnologia dos Materiais Projeto Interdisciplinar Integrado III SUBTOTAL Algoritmos e Programação de Computadores Hidráulica e Pneumática Processos de Produção e Tecnologia Mecânica CARGA HORÁRIA SEMESTRAL CH CH Hora Total Semanal Semestral Relógio 1o SEMESTRE 4 80 80 66.66 2 40 40 33,33 4 80 80 66.66 4 80 80 66,66 2 40 40 33,33 2 40 40 33,33 2 40 40 33,33 20 400 400 333.33 2o SEMESTRE 4 80 80 66,66 4 80 80 66,66 4 80 80 66,66 4 80 80 66,66 2 40 40 33,33 2 40 40 33,33 20 400 400 333.33 3O SEMESTRE 4 80 80 66,66 4 80 80 66,66 4 80 80 66,66 2 40 40 33.33 4 80 80 66,66 2 40 40 33,33 20 20 400 400 353.33 4o SEMESTRE 4 80 80 66,66 4 80 80 66,66 4 80 80 66,66 4 80 80 66,66 2 40 40 33,33 2 40 40 33,33 20 20 400 400 353.33 5o SEMESTRE 4 80 80 66,66 4 80 80 66,66 4 80 80 66,66 4 80 80 66,66 4 80 80 66,66 20 20 400 400 353,33 6o PERÍODO 4 80 80 66,66 4 80 80 66,66 4 80 80 66.66 P á g i n a | 23 Eletrônica I Análise de Sinais e Sistemas Projeto Interdisciplinar Integrado IV SUBTOTAL 4 4 20 80 80 400 80 80 400 66.66 66,66 20 353,33 4 4 2 4 4 2 20 80 80 40 80 80 40 400 80 80 40 80 80 40 400 66,66 66,66 33.33 66.66 66.66 33.33 20 353,33 80 40 40 80 80 40 40 400 80 40 40 80 80 40 40 400 66,66 33,33 33,33 66,66 66,66 33,33 33.33 333,33 40 80 80 40 40 40 40 40 400 40 80 80 40 40 40 40 40 400 33.33 66,66 66,66 33.33 33.33 33.33 33.33 33.33 333,33 40 80 40 80 33.33 66,66 80 40 40 40 40 40 400 80 40 40 40 40 40 400 66,66 33.33 33.33 33.33 33.33 33.33 333,33 4000 4000 3.433,33 7o SEMESTRE Microeletrônica Elementos de Máquinas Comando Numérico Computadorizado (CNC) Eletrônica II Sistemas de Controle I Fundamentos de Instrumentação Projeto Interdisciplinar Integrado V SUBTOTAL 8o SEMESTRE Máquinas Elétricas 4 Recursos Energéticos e Desenvolvimento Sustentável 2 Controladores Digitais 2 Sistemas de Controle II 4 Instrumentação para Automação 4 Economia para Engenharia 2 Optativa I 2 SUBTOTAL 20 9o SEMESTRE Trabalho de Conclusão de Curso I (TCC I) 2 Projetos em Controle e Automação 4 Automação Industrial 4 Administração para Engenharia 2 Redes Industriais 2 Manufatura Auxiliada por Computador 2 Sistemas de Controle Avançado 2 Optativa II 2 SUBTOTAL 20 10o SEMESTRE Trabalho de Conclusão de Curso II (TCC II) 2 Planejamento e Controle da Produção e Gestão da 4 Manutenção Robótica Industrial 4 Gestão de Projetos 2 Higiene e Segurança do Trabalho 2 Gestão Ambiental 2 Ética e Legislação Profissional 2 Optativa III 2 SUBTOTAL 20 TOTAL 200 Carga Horária (1) CH de Disciplinas presenciais Hora aula 4.000 Hora relógio 3.333,33 (2) CH de Estágio Supervisionado 200 200 (3) CH de Atividades Complementares 120 120 (4) Projeto Interdisciplinar Integrado 100 100 Carga horária total do curso (1) + (2) + (3) + (4) 3.753,33 P á g i n a | 24 Carga Horária / Conteúdos Núcleo de Conteúdos Carga Horária (Horas) Conteúdos Básicos Conteúdos Profissionalizantes Conteúdos Específicos Estágio Atividades Complementares Projeto Integrador 1267 833 1233 200 120 100 % da Carga Horária Total 34 % 22 % 33 % 5% 3% 3% 4. Conteúdos Curriculares 1o Semestre Matemática Aplicada – 80 ha Ementa Conjuntos Numéricos e os Números Reais. Revisão de Álgebra. Equações e Inequações. Funções. Funções Polinomiais, Exponenciais, Logarítmicas e Trigonométricas. Limite de Funções. Bibliografia Básica GOLDSTEIN, Larry. Matemática Aplicada. Bookman, 2012. KREYSZIG, Ermes. Matemática Superior para Engenharia. 3 Volumes. Ltc, 2009. LAPA, Nilton. Matemática Aplicada: Uma Abordagem Introdutória. Saraiva, 2012. MACEDO, Luiz Roberto Dias de. Tópicos de Matemática Aplicada. Curitiba: Ibpex. 2006. (VIRTUAL) Bibliografia Complementar FLEMMING, Marília Diva; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A: funções, limite, derivação, integração. 5.ed. São Paulo: Pearson Makron, 1992. LEITHOLD, Louiz. O Cálculo com geometria Analítica. 3. ed. São Paulo : HARBRA, 2 v 1994. SIMMONS, G.F. Cálculo com geometria analítica. 2. ed. S.Paulo: Pearson, 2005. STEINBRUCH, A., WINTERLE, P. Geometria Analítica. 2ºed. São Paulo: McGraw-Hill, 1987. SULLIVAN, Michael. Matemática Finita - Uma Abordagem Aplicada. Ltc, 2013. Introdução a Engenharia – 40 ha P á g i n a | 25 Ementa O Profissional de Engenharia. Definição e Histórico da Engenharia, suas Modalidades e suas Áreas de Atuação. As Atividades e as Normas Acadêmicas na UNIESP. Currículos de Engenharia na UNIESP. O Sistema Profissional CONFEA / CREA. Entidades de Classe e Sindicatos. Atribuições Profissionais. O Papel do Engenheiro na Sociedade Brasileira. Pesquisas em Engenharia. Bibliografia Básica BAZZO, W.A., PEREIRA, L.T.V. Introdução à Engenharia. 6ª Ed. Florianópolis: Ed. UFSC, 2003. BROCKMAN, Jay B. Introdução a Engenharia – modelagem e solução de problemas. LTC. 2010. LINDEBURG, Michael. Fundamentos de Engenharia. 4 Volumes. Ltc. 2013. Bibliografia Complementar MORAES, Cícero Couto de. Engenharia de automação industrial. 2.ed. RJ: LTC, 2007. MOTT, Souders. Formulário do Engenheiro – um manual pratico dos fundamentos da engenharia. Hemus, 2008. PAHL, G.; BEITZ, W. O.; FELDHUSEN, J. Projeto na Engenharia. 6ªed. São Paulo: Edgard Blucher, 2005. Informática Aplicada – 80 ha Ementa Informática e sociedade. Computação e Engenharia. Estudo dos Conceitos Básicos de Informática e da Lógica de Programação. Desenvolvimento de Fluxogramas, Algoritmos e Programação Estruturada. Métodos, Técnicas e Processos de Desenvolvimento de Softwares para Engenharia. Planilhas Eletrônicas e sua utilização na Resolução de Problema em Engenharia. Bibliografia Básica ALVES, Willian P. Informática Fundamental: Introdução ao processamento de dados. São Paulo: Érica, 2010. BENINI FILHO, Pio A. Informática: conceitos e aplicações. São Paulo: Érica, 2008. VELLOSO, Fernando de C. Informática – Conceitos básicos. Campus, 2011. WILDAUER, Egon Walter. Informática Instrumental. Curitiba: InterSaberes 2013. (VIRTUAL) Bibliografia Complementar FORBELLONE, André Luiz Villar, EBERSPACHER, Henri Frederico. Lógica de programação: a construção de algoritmos e estruturas de dados. São Paulo: Makron, 177 p, 1993. P á g i n a | 26 MANZANO, J. A. N. G.. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de computadores. 11. ed. São Paulo: Érica, 236p, 2001. SALIBA, Walter Luiz Caram. Técnicas de programação: uma abordagem estruturada. São Paulo : Makron, 1993. 141 p. SOUZA, Marco Antonio Furlan, et al. Algoritmos e lógica de programação. São Paulo: Thomson Learning, 2006. VELOSO, P.A.S. Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: Campus, 1983. Expressão Gráfica – 80 ha Ementa Sistemas de coordenadas. Representação Gráfica. Gráficos. Solução de Problemas por meio da Interpretação Gráfica. Elementos de Geometria Descritiva. Escalas. Desenho Técnico. Normas Técnicas. Projeções cotadas. Perspectivas. Elementos de Projeto em Engenharia. Bibliografia Básica BORGERSON, Jacob. Manual de Desenho Técnico para Engenharia. LTC, 2010. BUENO, Cláudia P. Desenho Técnico para Engenharias. Juruá, 2008. SPECK, Henderson J. Manual Básico de Desenho Técnico. 7ªed. UFSC, 2013 Complementar MONTENEGRO, Gildo. Geometria Descritiva. Edgard Blucher. 1991. RIBEIRO, Antonio Clélio. Curso de Desenho Técnico e Autocad. Pearson. 2013. RIBEIRO, Antonio Clélio. Curso de Desenho Técnico e Autocad. Pearson. 2013. (VIRTUAL) SILVA, A.; RIBEIRO, C. T.; DIAS, J. Desenho Técnico Moderno. 4ªed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. Metodologia Científica e Tecnológica – 40 ha Ementa Método do Trabalho Acadêmico. Natureza do Conhecimento Científico. Ciência e Método Científico. Métodos, Economia e Eficiência nos Estudos. Resumos, Resenhas, Fichamento s. Normas Técnicas para Elaboração de Referências Bibliográficas. Elaboração de Projetos de Pesquisa. Estrutura de Trabalhos Científicos. Monografias, Dissertações e Teses. Iniciação à Prática Científica. Bibliografia Básica GIL, Antonio C. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. Atlas, 2010. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de Metodologia Científica. Atlas. 4ª Ed. 2005. P á g i n a | 27 SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 20.ed. São Paulo: Cortez, 1999. Bibliografia Complementar ALMEIDA, Mario de S. Elaboração de Projeto, TCC, Dissertação e Tese – Uma abordagem simples, prática e objetiva. Atlas, 2011. CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro A.. Metodologia Científica. Pearson Education. 5ª Ed. 2002. 242p. TRALDI, Maria Cristina. Monografia passo a passo. 5.ed. SP: Alínea, 2006. Comunicação e Expressão – 40 ha Ementa Linguagem e Socialização. Requisitos da Redação Técnica. Coesão e Coerência Textual. Composição Tipológica de Textos. Gêneros Textuais. Estratégias de Leitura e Interpretação de Textos. Argumentação. Técnicas e Estratégias de Comunicação Oral. Básica ANDRADE, Maria M. Comunicação em Língua Portuguesa. Atlas, 2009. GARCIA, Othon. Comunicação em Prosa Moderna. FGV, 2010. KENEDY, Eduardo. Curso básico de linguística gerativa. São Paulo: Contexto, 2013. ( Virtual) MEDEIROS, João B. Redação Técnica. Atlas, 2010. Complementar BAHIA, Mariza F. Coesão e Coerência Textuais. Freitas Bastos. 2011. BOFF, Odete M. B. Leitura e Produção Textual – Gêneros textuais do argumentar e expor. Vozes, 2011. DIDIO, Lucie. Leitura e Produção de Textos. Atlas, 2013. FAVERO, Leonor Lopes. Coesão e Coerência Textuais. 11.ed. São Paulo: Ática, 2009. (VIRTUAL) Ciências Ambientais – 40 ha Ementa A Engenharia no Contexto Ambiental. Sustentabilidade Ambiental e Engenharia. Biosfera: Conceitos Básicos em Ecologia. Ecologia das Comunidades. Ciclos Biogeoquímicos. Poluição e Contaminação. Impacto Ambiental e Saneamento. Recursos Naturais: Ar, Água e Solo. Recursos Energéticos. Recursos Naturais Renováveis. Política e Educação Ambiental. Legislação Ambiental. Geração e Disposição de Resíduos Sólidos. Bibliografia Básica BÁSICA BARBAULT, Robert. Ecologia Geral – estrutura e funcionamento da biosfera. Vozes, 2011. P á g i n a | 28 BOTKIN, Daniel D. Ciência Ambiental - Terra, um planeta vivo. 7ªed. LTC, 2012. MILLER JR, G. Tyler. Ciência Ambiental. Cengage. 2006. COMPLEMENTAR BRAGA, B. Introdução à Engenharia Ambiental. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, 2002. 318p. DONAIRE, DENIS. Gestão ambiental na empresa. 2.ed. SP: Atlas, 1999. FADEL, Simone. Meio Ambiente, Saneamento e Engenharia. Garamond, 2010. SANCHEZ, Luiz Enrique. Avaliação do Impacto Ambiental. Oficina de Textos. 2013. 2o Semestre Cálculo Diferencial e Integral I – 80 ha Ementa Derivada de funções. Derivadas e regras básicas de derivação. Regras avançadas de derivação. Derivadas superiores. Taxa média de variação. Otimização de funções de uma variável. Incrementos e diferenciais. Básica BESSIERE, Gustavo. Cálculo Diferencial e Integral – Manual prático. Hemus, 2011. BOULOS, Paulo. Cálculo Diferencial e Integral. Vol.1 + Pré-cálculo. Pearson, 2006. STEWART, James. Cálculo. Vol. 1. Cengage. 2014. THOMAS, George B. et al. Calculo. Vol. 1. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2012. (VIRTUAL) Complementar HOFFMANN, L. D. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. LTC, 2010. HUGHES-HALLET. Cálculo – a uma e a várias variáveis. Vol.1. LTC, 2011. MENDELSON, Elliott. Cálculo. Bookman, 2013. SIMMONS, G.F. Cálculo com geometria analítica. 2. ed. S.Paulo: Pearson, 2005. Geometria Analítica e Álgebra Linear – 80 ha Ementa Espaços vetoriais. Subespaços vetoriais. Dependência linear. Independência linear. Bases coordenadas. Produto escalar. Produto vetorial. Produto misto. Cônicas e superfícies. Sistemas lineares. Matrizes. Determinantes. Autovalores e autovetores de matrizes. Bibliografia Básica P á g i n a | 29 FERREIRA, Silvimar. Geometria Analítica. Bookman. 2009. LORETO, Ana Célia da Costa. Vetores e Geometria Analítica. 4ªed. Lcte. 2014. WATANABE, Paulo. Vetores e uma Iniciação a Geometria Analítica. 2ªed. Livraria da Física. 2011. WINTERLE, Paulo. Vetores e Geometria Analítica. 2. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2014. (VIRTUAL) Bibliografia Complementar LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo : HARBRA, 1994. LIPSCHUTZ, Seymour. Algebra Linear. Bookman. 2011. SIMMONS, G.F. Cálculo com geometria analítica. 2. ed. S.Paulo: Pearson, 2005. ex. Física Geral e Experimental I – 80 ha Ementa Cinemática: introdução aos conceitos de velocidade, equações do movimento, representação gráfica, movimento uniforme e variado, queda livre. Dinâmica: vetores, forças. Leis de Newton. Trabalho, potência. Lei de Hooke. Lei da Conservação de Energia, Energia Mecânica. Momento linear. Colisões. Estudo de sistemas de partículas. Estática e dinâmica de sistemas de partículas, centro de massa. Rotação de um corpo sólido e momento de inércia. Bibliografia Básica BREITHAUPT, Jim. Física. LTC, 2012. HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Fundamentos de Física. Vol 1.Vol. 2. Vol. 3LTC. 2009 TIPLER, P. A. Física para Cientistas e Engenheiros. V.1; Vol 2; Vol 3. LTC, 2009. YONG, Hugh D. Física. 10. ed. São Paulo: Addison Wesley, 2003. (VIRTUAL) Bibliografia complementar: CAVALCANTE, Mariza A. Física Moderna Experimental. Manole, 2010. CUTNEL, John D. Física. Vol.1. LTC, 2006. FREEDMAN, Roger A. ; YOUNG, Hughd. Física I: mecânica. Tradução: Adir Moysés Luiz. 10. ed. São Paulo: Pearson Addison Wesley, 2003. KELLER, Frederick J., GETTYS, Edward W., SKOVE, Malcolm J. Física, Vol. I. Ed. Makron Books. 1999. NUSSENZVEIG, H. Moyses Curso de física básica 2: fluídos, oscilações e ondas de calor. 4.ed. São Paulo: Edgard Blucher,2002. Química Geral e Experimental – 80 ha Ementa P á g i n a | 30 Modelo cinético-molecular, estados de agregação da matéria, partículas constituintes – átomos, moléculas e íons, natureza dos elementos químicos, ligações e interações químicas, propriedades físicas e natureza química dos materiais, materiais modernos, aspectos físico químicos das reações, metais e metalurgia. Bibliografia Básica CHANG, Raymond. Química Geral: Conceitos Essenciais. 4ªed. Bookman, 2007. CHISPINO, Álvaro. Manual de Química Experimental. Átomo, 2010. MAIA, Daltamir J. Química Geral – Fundamentos. Pearson, 2007. (VIRTUAL) MAIA, Daltamir J. Química Geral – Fundamentos. Pearson, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ATKINS, P.W. et alli. Princípios de Química. Porto Alegre, ed. Bookman, 2001. KOTZ, J. C. e TREICHEL JR, Paul M. Química Geral e Reações Químicas. Thomson Learning. Vol. 1. 2005. MAHAN, B. H.. Química. 2. ed. São Paulo : E. Blucher, 1975. 654p. ROZENBERG, I. M. Química Geral. São Paulo: Edgard Blucher, 2002. RUSSEL, J.B. . Química Geral. 2ª ed. : Makron Books, vol 1, 1994. 564p. Desenho Auxiliado por Computador – 40 ha Ementa A Tecnologia da Informação e a Engenharia. A Expressão gráfica e o uso de Softwares. Softwares para Engenharia: Softwares para desenho, instalações e estruturas em Engenharia. CAD. Representação em 2D e 3D. Mapas. Plotagens. Desenvolvimento de projeto. Aplicações. BÁSICA BALDAM, Roquemar. Autocad 2014 - Utilizando Totalmente. Érica, 2013. OLIVEIRA, Adriano de. AutoCAD 2013 3D Avançado - Modelagem e Render com Mental Ray. Erica. 2012. RIBEIRO, Antonio C. Curso de Desenho Técnico e Autocad. Pearson, 2013. RIBEIRO, Antonio Clélio. Curso de Desenho Técnico e Autocad. Pearson. 2013. (VIRTUAL) COMPLEMENTAR BUENO, Claudia P. Desenho Técnico para Engenharias. Juruá, 2008. HARRINGTON, David J. Desvendando o Auto CAD 2005. São Paulo: Pearson, 2005. (VIRTUAL) P á g i n a | 31 KATORI, Rosa. Autocad 2014 – Projetos em 2D. Senac, 2014. SILVA, Julio C. Desenho Técnico Auxiliado pelo Solidworks. Visual Books, 2011. Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania – 40 ha Ementa Objeto e Objetivos das ciências humanas e sociais. Conceitos básicos para a compreensão dos processos sociais. Fundamentos do comportamento individual e grupal. Família e Religião. Organização econômica e política. Estratificação Social. Instituições sociais. Cultura como instrumento de significação e instrumento de conhecimento e poder. Dinâmica cultural das sociedades contemporâneas. Cultura organizacional. Educação das Relações Étnico-raciais e História e Cultura Afro-brasileira e Africana. Sustentabilidade Ambiental e Engenharia. Política e Educação Ambiental. Bibliografia Básica COSTA, Critina. Sociologia: Introdução à ciência da sociedade. 3ª.Edição. São Paulo: Moderna, 2005. DIAS, Reinaldo. Introdução a Sociologia. 2ªed. Prentice Hall, 2010 GIL, Antonio C. Sociologia Geral. Atlas, 2011. COMPLEMENTAR LARAIA, Roque de B. Cultura - um conceito antropológico. 22ªed. Zahar, 2008 LOUREIRO, C. F. B. (org.) Sociedade e Meio Ambiente: a educação ambiental em debate. 7ªed. São Paulo: Cortez. 2012. MATTOS, Regina Augusto. História e Cultura Afro-brasileira. Ed. Contexto, 2012 MATTOS, Regina Augusto. História e Cultura Afro-brasileira. Ed. Contexto, 2007. (VIRTUAL) 3o Semestre Cálculo Diferencial e Integral II – 80 ha Ementa Integração. Integral Definida. Técnicas de Integração. Introdução às equações diferenciais. Bibliografia Básica BESSIERE, Gustavo. Cálculo Diferencial e Integral – Manual prático. Hemus, 2011. BOULOS, Paulo. Cálculo Diferencial e Integral. Makron Books. Vol. 2. 2a Ed. 2002. STEWART, James. Cálculo. Vol. 2. Cengage. 2014. THOMAS, George B. Cálculo. Vol. 2. 12.ed. São Paulo: Pearson, 2012. (VIRTUAL) Bibliografia Complementar P á g i n a | 32 GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um Curso de Cálculo. LTC. Vol. 2. 5ª Ed. 2002. HOFFMANN, L. D. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. LTC, 2010. MENDELSON, Elliott. Cálculo. Bookman, 2013. Cálculo Numérico – 80 ha Ementa Representação computacional de números. Erros. Zeros de funções reais. Métodos de solução de sistemas lineares. Problemas de autovalores de matrizes. Interpolação polinomial. Método dos mínimos quadrados. Integração e diferenciação numéricas. Básica BURIAN, Reinaldo. Fundamentos de Informática – Cálculo numérico. LTC, 2007. CASTILHO, Flavio Freitas. Cálculo para Cursos de Engenharia – uma abordagem computacional. V.1. Ciência Moderna, 2011. FRANCO, Neide Bertoldi. Cálculo Numérico. São Paulo: Pearson, 2006. (VIRTUAL) FRANCO, Neide M. B. Cálculo Numérico. Pearson, 2007. Complementar MORETTIN, Pedro A. Calculo: funções de uma e várias variáveis. SP: Saraiva. PUGA, Alvaro. Cálculo Numérico. LCTE, 2012. SPERANDIO, Décio. Cálculo Numérico – características matemáticas e computacionais dos métodos numéricos. Pearson, 2003. Física Geral e Experimental II – 80 ha Ementa Temperatura. Termologia. Calor e Princípios de Termodinâmica. Oscilações. Ondas em Meios Elásticos. Óptica. Natureza e Propagação da Luz. Reflexão e refração. BÁSICA: BREITHAUPT, Jim. Física. LTC, 2012. HALLIDAY, David; RESNICK, Robert e WALKER, Jearl. Fundamentos de física – Eletromagnetismo. LTC. 6a Ed. 2003. TIPLER, P. A. Física para Cientistas e Engenheiros. V.1; Vol 2; Vol 3. LTC, 2009. COMPLEMENTAR: BAUER, Wolfgang. Física para Universitários - relatividade, oscilações, ondas, calor. McGraw Hill, 2013. CHAVES, Alaor. Física Básica - gravitação, fluidos, ondas, termodinâmica –. LTC. 2007 P á g i n a | 33 KNIGHT, Randall D. Física: Uma abordagem estratégica – Termodinâmica Óptica. V.2. Bookman, 2009. YONG, Hug D. Fisíca II: Termodinâmica e ondas. 10. ed. São Paulo: Addison Wesley, 2003. (VIRTUAL) Fundamentos de Medidas Elétricas – 40 ha Ementa Introdução. Corrente e Tensão. Resistências. Lei de Ohm, Potência e Energia. Circuitos em Série e Circuitos em Paralelo. Método de análise das malhas e dos nós. Bibliografia Básica JOHNSON, D. E., HILBURN, J. L., JOHNSON, J. R. Fundamentos de análise de circuitos elétricos. LTC. 2001. MARIOTTO, Paulo Antônio. Análise de Circuitos Elétricos. São Paulo: Prentice Hall, 2003. (VIRTUAL) ROLDAN, José. Manual de Medidas Elétricas. Hemus. 2002. SENRA, Renato. Instrumentos e Medidas Elétricas. Barauna. 2011. Bibliografia Complementar ALEXANDRE, Charles. Análise de Circuitos Elétricos com Aplicações. Mcgraw Hill. 2014. BURIAN JR., Yaro. Circuitos elétricos. São Paulo: Pearson. 2006. (VIRTUAL) CRUZ, Eduardo Cesar. Circuitos Elétricos- Análise em Corrente Contínua e Alternada. Erica. 2014. SADIKU, M. Fundamentos de Circuitos Elétricos. Mcgraw Hill. 2013. Circuitos Lógicos – 80 ha Ementa Introdução à Álgebra de Boole. Implementação de Funções Lógicas. Sistemas de Numeração. Circuitos Combinacionais. Circuitos Sequenciais. Bibliografia Básica CAPUANO, Francisco G. Sistemas Digitais - Circuitos Combinacionais e Sequenciais. Erica. 2014. IDOETA E CAPUANO. Elementos de Eletrônica Digital. 31ª Edição. São Paulo: Érica, 2000. TOCCI, Ronald J. Sistemas digitais. 8.ed. SP: Prentice Hall, 2003. Bibliografia Complementar LOURENÇO, Antonio Carlos de et al. Circuitos digitais - Estude e Use. SP: Erica, 2007. SOUZA JR, José Carlos de. Circuitos Eletroeletrônicos - Fundamentos e Desenvolvimento de Projetos Lógicos. Erica. 2014. P á g i n a | 34 TOCCI E WIDMER. Sistemas Digitais: princípios e Aplicações. 8.ed. SP: LTC, 2000. Noções de Direito – 40 ha Ementa Noções de Direito para Engenharia: Direito Constitucional e Civil. Direito Administrativo. Direito do Trabalho. Direito Comercial. Direito Tributário. Licitações e contratos de obras públicas. Código de Defesa do Consumidor. Direito e Legislação Ambiental. Básica FARIA, Claude Parteur. Comentários a Lei 5194/66: Regula o Exercício de Profissões de Engenheiro. Insular. 2012. GEORGE B. Thomas. Et al. Cálculo, volume 1. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2012. (VIRTUAL) GOMIDE, Tito Ferreira. Engenharia Legal 3. Leud 2009. NADER, Paulo. Introdução ao Estudo do Direito. Forense. 2014. Complementar ANGHER, Anne. Direito do Consumidor. Rideel. 2014. BONATTO, Hamilton. Licitações e Contratos de Obras e Serviços de Engenharia. 2ªed. Fórum. 2012. BRAUNERT, Rolf Dieter. Como Licitar Obras e Serviços na Engenharia. 2ªed. Fórum. 2010. Projeto Interdisciplinar Integrado I – 20 h Ementa Projeto interdisciplinar como elemento de síntese e integração das disciplinas e atividades do período, em temática própria do curso. O projeto será desenvolvido por grupo de alunos e sob orientação docente. Trabalho será apresentado ao final do semestre em evento – jornada científica. 4o Semestre Cálculo Diferencial e Integral III – 80 ha P á g i n a | 35 Estudo de funções de várias variáveis. Derivação e diferenciação parcial. Regra da Cadeia. Integrais múltiplas e aplicações. Sequencias e series. Equações diferenciais. Bibliografia Básica Básica BESSIERE, Gustavo. Cálculo Diferencial e Integral – Manual prático. Hemus, 2011. BOULOS, Paulo. Cálculo Diferencial e Integral. Vol.1 + Pré-cálculo. Pearson, 2006. STEWART, James. Cálculo. Vol. 1 e Vol. 2. Cengage. 2014. Complementar BOYCE, W.E., Di Prima, R.C. Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Valores de Contorno. 7. Ed. LTC. 2002. 416p. BUSSAB, Wilton de O.; MORETTIN, Pedro A.; HAZZAN, Samuel. Cálculo. São Paulo: Saraiva, 2003. HUGHES-HALLETT, Deborah. Cálculo – a uma e a várias variáveis. V.1. LTC, 2011. Probabilidade e Estatística – 80 ha Ementa Estatística Descritiva e Indutiva. Distribuição e Gráficos de Frequências. Distribuição a uma Variável. Distribuição a duas variáveis. Correlação. Regressão Linear. Probabilidade. Teoria da Amostragem. Inferência estatística. Básica MONTGOMERY, Douglas C. Estatística Aplicada a Engenharia. Rio de Janeiro: LTC, 2004. MONTGOMERY, Douglas C. Estatística Aplicada e Probabilidade para Engenheiros. Rio de Janeiro: LTC. 2012. SPIEGEL, Murray R. Probabilidade e Estatística. Bookman, 2012. WALPOLE, Ronald E. et al. Probabilidade e estatística para engenharia e ciências. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009. (VIRTUAL) Complementar AKANIME, Carlos T. Estudo Dirigido de Estatística Descritiva. Érica, 2013. CASELLA, George. Inferência Estatística. Cengage, 2010. MARTINS, Gilberto Andrade. Estatística geral e aplicada. 3. ed. SP: Atlas, 2006. 08 ex. Física Geral e Experimental III – 80 ha Ementa P á g i n a | 36 Carga Elétrica e Campo Elétrico. Lei de Gauss. Trabalho e Potencial Elétrico. Capacitores. Condutores. Corrente Elétrica. Resistores. Geradores. Receptores. Circuitos elétricos. Campo e Força Magnética e Fontes de Campos Magnéticos. Indução Eletromagnética. Ondas Eletromagnéticas. BÁSICA: BREITHAUPT, Jim. Física. LTC, 2012. HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Fundamentos de Física. Vol 1.Vol. 2. Vol. 3LTC. 2009. TIPLER, P. A. Física para Cientistas e Engenheiros. V.1; Vol 2; Vol 3. LTC, 2009. COMPLEMENTAR: BAUER, Wolfgang. Física para Universitários - eletricidade e magnetismo. McGraw Hill, 2012. HAYT Jr., William H. Eletromagnetismo. Bookman, 2013. YOUNG, Hug D.; FREEDMAN, Roger A. Física III: eletromagnetismo. 12. ed. SP: Pearson, 2003. Mecânica Geral – 80 ha Ementa Vetores deslizantes. Estática da partícula e do corpo rígido. Geometria das massas. Fios e cabos. Princípio dos trabalhos virtuais. Básica BEER, Ferdinand P. Mecânica Vetorial para Engenheiros – Estática. Bookman, 2012. MATSUMURA, Amadeu Z. Mecânica Geral. Blucher, 2011. MERIAM, James L.; KRAIGE, L. Green. Mecânica para Engenharia - 2 volumes. 6ªed. LTC, 2009. Complementar OLIVEIRA, José H. C. L. Introdução aos Princípios da Mecânica Clássica. LTC, 2013. POTTER, Merle C. Engenharia Mecânica – Estática. Bookman, 2013. SOUZA, Samuel de. Mecânica do Corpo Rígido. LTC, 2011. Fundamentos de Metrologia – 40 ha Ementa Definições e conceitos metrológicos fundamentais. Calibração de dispositivos de medição e monitoramento. Tipos de erros de medição. Propagação de erros de medição. Incerteza de medições. Conceitos básicos de metrologia dimensional, metrologia de massa e pressão, P á g i n a | 37 metrologia de temperatura, metrologia de força, metrologia de tempo e frequência, metrologia elétrica. BÁSICA JR. Armando A. G. Fundamentos de Metrologia Científica e Industrial. Manole, 2008 NETO, João C. Silva. Metrologia e Controle Dimensional. Campus, 2012 NILSON, James W. Circuitos elétricos. 8ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009. (VIRTUAL) SANTANA, Reinaldo G. Metrologia. Do Livro Técnico, 2012 COMPLEMENTAR HEMUS, A Técnica da Ajustagem: Metrologia, Medição, Rocas, Acabamento. Hemus. 2004. KOBAYOSHI, Marcelo. Calibração de Instrumentos de Medição. Senai, 2012. LIRA, Francisco A. Metrologia na Indústria. 9ªed. Érica, 2013. Circuitos Elétricos I – 40 ha Ementa Circuitos Trifásicos. Potência em circuitos trifásicos. Circuitos Magnéticos. Redes Magneticamente Acopladas. Quadripolos – Determinação dos parâmetros de impedância, admitância e híbridos. Bibliografia Básica ALEXANDER, Charles K. Fundamentos de Circuitos Elétricos. 5ªed. Mcgraw Hill, 2013 JOHNSON, D. E., HILBURN, J. L., JOHNSON, J. R. Fundamentos de análise de circuitos elétricos. LTC. 2001. NILSSON, James. Circuitos Elétricos. Pearson. 2009. Bibliografia Complementar ALEXANDER, Charles. Análise de Circuitos Elétricos com Aplicações. Mcgraw Hill. 2014. CRUZ, Eduardo Cesar. Circuitos Elétricos - Análise em Corrente Contínua e Alternada. Erica. 2014. MARKUS, Otávio. Circuitos Elétricos - Corrente Contínua e Corrente Alternada - Teoria e Exercícios. Erica. 2011. Projeto Interdisciplinar Integrado II – 20 h P á g i n a | 38 Ementa Projeto interdisciplinar como elemento de síntese e integração das disciplinas e atividades do período, em temática própria do curso. O projeto será desenvolvido por grupo de alunos e sob orientação docente. Trabalho será apresentado ao final do semestre em evento – jornada científica. 5o Semestre Fenômenos de Transporte – 80 ha Ementa Mecânica dos Fluidos. Propriedades dos Fluidos. Sistemas de Unidades. Análise Dimensional. Estática dos Fluidos. Manometria. Dinâmica dos Fluidos. Perda de Carga em Sistemas Fluidodinâmicos. Noções de Transferência de Calor e Massa. Básica: BRAGA FILHO, Washington. Fenômenos de Transporte para Engenharia. Rio de Janeiro: LTC, 2012. CANEDO, Eduardo L. Fenômenos de Transporte. Rio de Janeiro: LTC, 2010. LIVI, Celso Pohlmann. Fundamentos de Fenômenos de Transporte. Rio de Janeiro: LTC, 2012. Complementar: BRUNETTI, Franco. Mecânica dos Fluídos. Pearson. 1ª Ed. 2005. CENGEL, Yunus A.; CIMBALA, John M. Mecânica dos fluídos: fundamentos e aplicações. SP: McGraw-Hill, 2007. INCROPERA, Frank P. Fundamentos de Transferência de Calor e de Massa. LTC, 2014. Eletricidade Aplicada – 80 ha Ementa Circuitos de corrente contínua. Circuitos de corrente alternada. Circuitos magnéticos. Medidas elétricas e magnéticas. Componentes elétricos eletrônicos. Introdução às Máquinas Elétricas. Motores Elétricos. Transformadores. Sistemas Trifásicos. Básica FOWLER, Ricard. Fundamentos de Eletricidade. 2 volumes. Mcgraw Hill. 2013. P á g i n a | 39 GUSSOW, Milton. Eletricidade Básica. Bookman. 2009. MARIOTTO, Paulo Antônio. Análise de circuitos elétricos. São Paulo: Prentice Hall, 2003. (VIRTUAL) SILVA FILHO, Matheus T. Fundamentos de Eletricidade. LTC, 2007. Complementar ALEXANDER, Charles K. Fundamentos de Circuitos Elétricos. 5ªed. Mcgraw Hill, 2013 CRUZ, Eduardo. Eletricidade Aplicada em Corrente Continua. Erica. 2007 JOHNSON, D. E., HILBURN, J. L., JOHNSON, J. R. Fundamentos de análise de circuitos elétricos. LTC. 2001. Mecânica dos Sólidos I – 80 ha Ementa Introdução a Análise das Estruturas. Esforços Solicitantes. Tensões e Deformações. Resistência dos Materiais. Solicitações Normais e Axiais. Solicitações Tangenci ais. Flexão de Barras. Básica MARTHA, Luiz F. Análise de Estruturas – conceitos e métodos básicos. Campus, 2010. POPOV, Egor P. Introdução a Mecânica dos Sólidos. (reimpressão 2014) Blucher, 1978. SCHON, Claudio G. Mecânica dos Materiais. Campus, 2013. Complementar BEER, Ferdinand P.,JOHNSTON JR., E. Russel. Resistência dos materiais. 3. ed. Makron, 1995. 1255 p. MELCONIAN, Sarkis. Mecânica Técnica e Resistência dos Materiais. Érica, 2012. PHILPOT, Timothy A. Mecânica dos Materiais – Um sistema integrado de ensino. LTC, 2013. Circuitos Elétricos II – 80 ha Ementa Transformada de Laplace. Análise da resposta transitória – circuitos RC,RL e RLC, fator de amortecimento. Resposta em frequência – diagrama de Bode. Filtros. Análise de Fourier – série trigonométrica e exponencial. Bibliografia Básica P á g i n a | 40 ALEXANDER, Charles. Fundamentos de Circuitos Elétricos. Mcgraw Hill. 2013. MARIOTTO, Paulo Antônio. Análise de circuitos elétricos. São Paulo: Prentice Hall, 2003. (VIRTUAL) SADIKU, M. Análise de Circuitos Elétricos com com Aplicações. Mcgraw Hikll. 2014. THOMAS, Roland. Análise e Projetos de Circuitos Elétricos Lineares. Bookman. 2011. Bibliografia Complementar JOHNSON, D. E., HILBURN, J. L., JOHNSON, J. R. Fundamentos de análise de circuitos elétricos. LTC. 2001. MARKUS, Otávio. Circuitos Elétricos - Corrente Contínua e Corrente Alternada - Teoria e Exercícios. Erica. 2011. NILSSON, James. Circuitos Elétricos. Pearson. 2009. Ciência e Tecnologia dos Materiais – 80 ha Ementa Introdução à Ciência e Engenharia dos Materiais. Estrutura Atômica dos Materiais. Imperfeições em Sólidos. Materiais Metálicos. Diagramas de Fases. Processamento de Materiais Metálicos. Materiais Cerâmicos. Materiais Poliméricos. Materiais Compósitos e Madeiras. Reutilização e Reciclagem de materiais na Indústria. Básica ASKELAND, Donald R. Ciência e Engenharia dos Materiais. Cengage, 2008. CALLISTER Jr., William D. Ciência e Engenharia de Materiais – Uma introdução. LTC, 2012. HASHEMI, Javad. Fundamentos de Engenharia e Ciência dos Materiais. Bookman, 2012. SHACKELFORD, James F. Introdução à ciência dos materiais para engenheiros. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008. (VIRTUAL) Complementar ASHBY, Michael F. Materiais – Engenharia, ciência, processamento e projeto. Campus, 2013. NEWELL, James A. Fundamentos da Moderna Engenharia e Ciência dos Materiais. LTC, 2010. SHACKELFORD, James F. Ciência dos Materiais. São Paulo: Pearson, 2010. Projeto Interdisciplinar Integrado III – 20 h P á g i n a | 41 Ementa Projeto interdisciplinar como elemento de síntese e integração das disciplinas e atividades do período, em temática própria do curso. O projeto será desenvolvido por grupo de alunos e sob orientação docente. Trabalho será apresentado ao final do semestre em evento – jornada científica. 6o semestre Algoritmos e Programação de Computadores – 80 ha Ementa Implementação de Algoritmos. Linguagem de Programação. Tipos de dados. Variável. Ambiente de Programação. Sintaxe e Semântica. Implementação de estruturas para atribuição, leitura e escrita de dados, implementação de estruturas de controle, estruturas de repetição. Tipos estruturados básicos: vetores, matrizes registros e Strings. Subprogramas: funções, procedimentos. Bibliografia Básica MANZANO, J. A. N. G.. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de computadores. São Paulo: Érica, 2012. PIVA JR, Dilermando. Algoritmos e Programação de Computadores. Elsevier. 2012. SOUZA, Marco Antonio Furlan, et al. Algoritmos e lógica de programação. São Paulo: Thomson Learning, 2012. Bibliografia Complementar FORBELLONE, André Luiz Villar, EBERSPACHER, Henri Frederico. Lógica de programação: a construção de algoritmos e estruturas de dados. São Paulo : Pearson. 1993. 177 p. POLETINI, Ricardo Augusto. Linguagem de Programação C: Primeiros Programas. Ciência Moderna. 2014. SOFFNER, Renato. Algoritmos e Programação em Linguagem C. Saraiva. 2013. Hidráulica e Pneumática – 80 ha Ementa Introdução aos sistemas fluido-mecânicos de transformação e transmissão de energia. Definições, campo de aplicação e características dos sistemas hidráulicos. Elementos hidráulicos de potência. Fluidos Hidráulicos. Técnicas de comando hidráulico e eletro hidráulico aplicadas a circuitos. Introdução à pneumática. Campos de aplicação e características dos sistemas pneumáticos. Geração e distribuição de ar comprimido. Atuadores hidráulicos/pneumáticos. Funcionamento e aplicação de elementos elétricos. Válvulas e eletroválvulas direcionais. Sistemas controle da vazão e de pressão. Máquinas Hidráulicas. Bibliografia Básica P á g i n a | 42 FIALHO, A.B. Automação Hidráulica: projetos, dimensionamento e análise de circuitos. Érica. 2011. FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação pneumática: projetos, dimensionamento e análise de circuitos. 5.ed. SP: Erica, 2007 PRUDENTE, Francesco. Automação Industrial - Pneumática - Teoria e Aplicações. Ltc. 2013. Bibliografia Complementar ALVES, Jose Luiz Loureiro. Instrumentação, controle e automação de processos. RJ: LTC, 2010. BONACORSO, N.G. Automação eletropneumática. Érica. 2012. MOREIRA, Ildo da Silva. Comandos Elétricos de Sistemas Pneumáticos e Hidráulicos. Senai. 2012. Processos de Produção e Tecnologia Mecânica – 80 ha Ementa Processos de fabricação: processos mecânicos de usinage m, processos mecânicos de conformação, processos não convencionais de produção, máquinas operatrizes. Movimentos e relações geométricas do processo de usinagem. Ferramentas. Usinagem. Fluidos de corte. Economia no processo de usinagem. Escalonamento da vel ocidade de máquinas ferramentas. Variadores escalonados. Caixas de velocidade. Prática de oficina. Bibliografia Básica FITZPATRICK, Michael. Introdução aos Processos de Usinagem. Mcgraw Hill. 2013. GROOVER, Mikell. Introdução aos Processos de Fabricação. Ltc. 2014. Metálicos. Edgard Blucher. 2013. OLIVEIRA, Marcelo Falcão de. Introdução aos Processos de Fabricação de Produtos Bibliografia Complementar ASKELAND, Donald R. Ciência e engenharia dos materiais. SP: Cengage Learning, 2008. DINIZ, A. E.; MARCONDES, F. C.; COPPINI, N. L. Tecnologia da usinagem dos materiais. 6. ed. SP: Artliber, 2008. KIMINAMI, Claudio S. Introdução aos Processos de Fabricação de Produtos Metálicos. Edgard Blucher. 2013. Eletrônica I – 80 ha Ementa P á g i n a | 43 Instrumentação para Telecomunicações. Física dos Semicondutores. Diodos. Retificadores. Transistor Bipolar. Polarização de Transistor. Transistor de Efeito de Campo. Acopladores Ópticos. Optoeletrônica. Osciladores. Amplificadores. Amplificadores Operacionais. Conversores AD e DA. Bibliografia Básica BOYLESTAD, Robert, NASHELSKY, Louis. Dispositivos eletrônicos e teoria dos circuitos. 8a ed. Pearson Brasil 2004. 672 p. CAPUANO, Francisco Gabriel. Elementos de eletrônica digital. SP: Erica. 2012. SCHULER, Charles. Eletrônica Vol. I e II. Mcgraw Hill. 2013. Bibliografia Complementar MALVINO, Albert Paul. Eletrônica – vol.1. Makron. 1997. MALVINO, Albert Paul. Eletrônica – vol.2. Makron. 1997. TOCCI, RonaldJ.; WIDMER, Neal S. Sistemas Digitais: princípios e aplicações. 8. ed. Pearson. 2003. Análise de Sinais e Sistemas – 80 Ementa Sistemas CAD e sua interação com Sistemas CAPP, CAM, CAE; Tipos de Sistemas CAD e aplicações principais; Sistemas 2D e 3D; Modelos principais de representação (wiref rame, CSG, B-REP, paramétrica); Método dos Elementos finitos. Softwares Comerciais de CAE. Pré e Pós Processamento. Geração de Malhas. Dimensionamento de Elementos. Bibliografia Básica BALDAM, Roquemar. AutoCAD 2014 - Utilizando Totalmente. Erica. 2013. GIROD, Bernd. Sinais e Sistemas. LTC. 2003. HARRINGTON, David J. Desenvolvendo autocard. Pearson Makron Book, 2006. (virtual) SOUZA, Adriano Fagali de. Engenharia Integrada por Computador e sistemas CAD/CAM/CNC: princípios e aplicações. Ed. Artliber, 2009. Bibliografia Complementar ALVES FILHO, Avelino. Elementos Finitos - A Base da Tecnologia CAE. Erica. 2012. DINIZ, Paulo Sergio. Processamento Digital de Sinais Projeto e Análise de Sistemas. Bookman. 2014. Oliveira, Hélio M. Análise de Sinais para Engenheiros - uma Abordagem via Wavelets, Ed. Brasport. 2007. P á g i n a | 44 Projeto Interdisciplinar Integrado IV – 20 h Ementa Projeto interdisciplinar como elemento de síntese e integração das disciplinas e atividades do período, em temática própria do curso. O projeto será desenvolvido por grupo de alunos e sob orientação docente. Trabalho será apresentado ao final do semestre em evento – jornada científica. 7o semestre Microeletrônica – 80 ha Ementa Arquitetura típica de microcontroladores. Memórias. Dispositivos de entrada e saída. Contadores e temporizadores. Sistemas de desenvolvimento. Sistemas de aquisição de dados e de controle. Programação e aplicações. Sistemas Embarcados. Bibliografia Básica GIMENEZ, SALVADOR P. Microcontroladores 8051 - Teoria e Prática, Ed. Erica 2010. NICOLOSI, DENYS E. C., Microcontrolador 8051: Detalhado, Ed. Érica, 2013. SEDRA, Adel. Microeletrônica. Pearson. 2007. Bibliografia Complementar GIMENEZ, Salvador Plinilos. Microcontroladores 8051. Teoria do hardware e do software, São Paulo. Pearson, 2002.(virtual) MIYADAIA, Alberto N. Microcontroladores PIC18 - Aprenda e Programe em Linguagem C. Erica. 2012. NICOLOSI, Denys. Laboratório de Microcontroladores Família 8051 - Treino de Instruções, Hardware e Software. Erica. 2014. ZANCO, Wagner da Silva. Microcontroladores PIC - Técnicas de Software e Hardware para Projetos de Circuitos Eletrônicos. Erica. 2008. Elementos de Máquinas – 80 ha Ementa Elementos de união. Elementos de fixação. Elementos de transmissão. Eixos e árvores de acionamento. Engrenagens. Mancais de rolamento e deslizamento. Lubrificação. Bibliografia Básica BUDYNAS, Richard. Elementos de Máquinas de Shigley. Mcgraw Hill. 2011. P á g i n a | 45 CUNHA, L. B., Elementos de Máquinas, 1ª edição, LTC – 2005. MELCONIAN, Sarkis. Elementos de máquinas. 10.ed. SP: Erica, 2012. Bibliografia Complementar COLLINS, Jack., Projeto Mecânico de Elementos de Máquinas. Ltc. 2006. JUVINALL, Robert. Projeto de Componentes de Máquinas. Ltc. 2008. NIEMANN, J. Elementos de Máquinas, vol.1, 2 e 3. Edgard Blucher. 2002. Comando Numérico Computadorizado (CNC)– 40 ha Ementa Comando Numérico Computadorizado: conceitos e aplicações. Ambiente de programação CNC. Linguagem de programação para CNC. Máquinas e equipamentos CNC. Operação e programação CNC. Bibliografia Básica FITZPATRICK, Michael. Introdução a Usinagem com CNC. Mcgraw Hill. 2013. SILVA, Sidnei D. Cnc - Programação de Comandos Numéricos Computadorizados Torneamento - Série Formação Profissional. Ed. Erica. 2008. SOUZA, Adriano Fagali de, Engenharia Integrada por Computador e sistema CAD/CAM/CNC: princípios e aplicações. Ed. Artliber. 2013. Bibliografia Complementar DINIZ, A. E.; MARCONDES, F. C.; COPPINI, N. L. Tecnologia da usinagem dos materiais. 6. ed. SP: Artliber, 2008. FITZPATRICK, Michael. Introdução a Manufatura. Mcgraw Hill. 2013. STEPHAN.Richard. Acionamento, Comando e Controle de Máquinas Elétricas. Ciência Moderna. 2013. Eletrônica II – 80 ha Ementa Noções de eletrônica industrial. Dispositivos eletrônicos de potência e aplicações. Acionamento de cargas elétricas. Bibliografia Básica ALMEIDA, José Luis Antunes de. Eletrônica Industrial - Conceitos e aplicações com SCRs e TRIACs. Erica. 2014. FIGINI, G. Eletrônica Industrial: Circuitos e Aplicações. Hemus. 2002. P á g i n a | 46 SCHULER, Charles. Eletrônica Vol. I e II. Mcgraw Hill. 2013. Bibliografia Complementar BOYLESTAD, Robert, NASHELSKY, Louis. Dispositivos Eletrônicos e Teoria dos Circuitos. 8a ed. Pearson Brasil 2004 BOYLESTAD, Robert, NASHELSKY, Louis. Dispositivos eletrônicos e teoria dos circuitos. 8a ed. Pearson Brasil 2004. 672 p. MALVINO, Albert Paul. Eletrônica – vol.1 e 2. Makron. 1997. Sistemas de Controle I – 80 ha Ementa Modelos de sistemas físicos. Modelos de variáveis de estados. Respostas dos sistemas de controle. Análise da reposta em frequência de modelos de 1ª e 2ª ordem. Projetos usando a resposta em frequência. Projeto de controladores eletrônicos. Bibliografia Básica DORF, Richard C., BISHOP, Robert H. Sistemas de Controle Moderno. Ltc. 2013. NICE, Norman. Engenharia de Sistemas de Controle. Ltc. 2012. POWEL, J. David. Sistemas de Controle para Engenharia. Bookman. 2013. Bibliografia Complementar OGATA, Katsuhiko. Engenharia de Controle Moderno. 5. ed. Pearson Brasil. 2011. PENEDO, Sergio Ricardo Master. Sistemas de Controle - Matemática Aplicada a Projetos. Erica. 2014. SAITO, K. Sistemas Inteligentes em Controle e Automação de Processos. Ciência Moderna. 2004. Fundamentos de Instrumentação – 40 ha Ementa Erros. Medidas das Principais Grandezas Físicas e Aplicações. Funcionamento de instrumentos e transdutores. Sensores: Fundamentos e Aspectos Gerais. Sensores Térmicos, Mecânicos e Óticos. Conversores A/D e D/A. Bibliografia Básica BALBINOT, Alexandre. Instrumentação e Fundamentos de Medidas. Vol. 1 e 2. Ltc. 2011. BEGA, Egídio Alberto. Instrumentação Industrial. 3. ed. RJ: Intercência. 2011. P á g i n a | 47 FIALHO, Arivelto Bustamante, Instrumentação Industrial - Ed. Érica, 2010. Bibliografia Complementar AGUIRE, Luis Antonio. Fundamentos de instrumentação. São Paulo. Pearson, 2013 (VITUAL) BOLTON, William. Instrumentação & Controle. Ed. Hemus. 1a ed. 2002. 200 p LOUREIRO, José Luiz Alves. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. LTC Editora; 2010. THOMAZINI, Daniel. Sensores Industriais. Erica. 2008. Projeto Interdisciplinar Integrado V – 20 h Ementa Projeto interdisciplinar como elemento de síntese e integração das disciplinas e atividades do período, em temática própria do curso. O projeto será desenvolvido por grupo de alunos e sob orientação docente. Trabalho será apresentado ao final do semestre em evento – jornada científica. 8o semestre Máquinas Elétricas – 80 ha Ementa Fundamentos de conversão eletromecânica de energia. Princípios de funcionamento e características principais. Especificação e modelagem de máquinas elétricas. Princípios de funcionamento dos conversores estáticos. Atuadores Elétricos: Motor CC, Motor CA, Motor de Passo, Eletro-Válvulas, Solenóides. Bibliografia Básica CARVALHO Geraldo. Máquinas Elétricas: Teoria e Ensaios, Editora Erica, 2011 CHAPMAN, S. Fundamentos de Máquinas Elétricas. Mcgraw Hill. 2013. UMANS, S. Máquinas Elétricas de FITZGERALD E KINGSLEY. Bookman. 2014. Bibliografia Complementar BIM, Edson. Máquinas Elétricas e Acionamento. Campus. 2014. STEPHAN.Richard. Acionamento, Comando e Controle de Máquinas Elétricas. Ciência Moderna. 2013. SIMONE, Gilio Aluísio. Conversão Eletromecânica de Energia - Uma Introdução ao Estudo. Erica. 2010. P á g i n a | 48 Recursos Energéticos e Desenvolvimento Sustentável – 40 ha Ementa Desenvolvimento Sustentável e Sustentabilidade Energéti ca. Energia no contexto de Desenvolvimento e Meio Ambiente. Conversão de energia e eficiência de conversão. Fontes Renováveis e Não-Renováveis. Matriz Energética Mundial e Brasileira. Geração Centralizada e Distribuída. Petróleo, Gás Natural, Carvão e a Energia Nuclear. Termelétricas. Co-geração. Trigeração. Centrais Hidrelétricas. Geração Fotovoltaica, Termossolar, Eólica. Sistemas Híbridos. Energia dos Oceanos. Células a Combustível e a Problemática do Hidrogênio. Impactos ambientais associados. Bibliografia Básica FADIGAS, Eliane. Energia, Recursos Naturais e a Prática do Desenvolvimento Sustentável. Manole. 2012. GOLDEMBERG, José. Energia e Desenvolvimento Sustentável. Edgard Blucher. 2010. SANTOS, Eldis Carmargo. Energia Elétrica e Sustentabilidade: Aspectos Tecnológicos, Socioambientais e Legais . Manole. 2014. Bibliografia Complementar BRAGA, B. Introdução à Engenharia Ambiental. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, 2002. 318p. 05 ex. GRIPPI, Sidney. Gás Natural e Matriz Energética Nacional. Interciencia. 2009. REIS, Lineu Belico dos. Geração de energia elétrica. Manole. 2011 Controladores Digitais – 40 ha Ementa Configuração de CLPs, simulação de processos, Portas entrada e saídas digitais e analógicas, Técnicas de controle: PI e PID, interconexão de CLPs. Bibliografia Básica FRANCHI, Claiton Moro. Controladores Lógicos Programáveis - Sistemas Discretos. Erica. 2009. PETRUZELLA, Frank. Controladores Lógicos Programáveis. Bookman. 2013. SANTOS, W.E. dos. Controladores Lógicos Programáveis CLP’s. Editora Base. 2011. Bibliografia Complementar CAPELLI, Alexandre. Automação Industrial: Controle do Movimento e Processos Contínuos. 3ª Edição. São Paulo: Érica, 2013. GEORGINI, M., Automação aplicada: descrição e implementação de sistemas sequenciais com PLCs. Ed. Érica, 2007. SILVEIRA, Paulo R da. Automação e Controle Discreto. Erica. 1998. P á g i n a | 49 Sistemas de Controle II – 80 ha Ementa Automação de sistemas. Estratégias de comando e controle. Controle de Processos Industriais. Introdução ao Controle Digital. Aplicações e Projetos Práticos. Bibliografia Básica DORF, Richard C., BISHOP, Robert H. Sistemas de Controle Moderno. Ltc. 2013. NICE, Norman. Engenharia de Sistemas de Controle. Ltc. 2012. POWEL, J. David. Sistemas de Controle para Engenharia. Bookman. 2013. Bibliografia Complementar CAMARGO, Valter Luis. Elementos de Automação. Erica. 2014. GROOVER, M. Automação Industrial e Sistemas de Manufatura. Pearson. 2011. SILVEIRA, Paulo R. da. Automação e controle discreto. 9.ed. SP: Erica, 2009. Instrumentação para Automação – 80 ha Ementa Dispositivos de aquisição de dados. Sistemas de medida auxiliados por computador. Instrumentação virtual. Introdução ao Processamento Digital de Sinais. Bibliografia Básica BALBINOT, Alexandre. Instrumentação e Fundamentos de Medidas Vol. 1 e 2. Ltc. 2011. BHUYAN, M. Instrumentação Inteligente. Ltc. 2013. FIALHO, Arivelto Bustamante, Instrumentação Industrial - Ed. Érica, 2010. Bibliografia Complementa CASTRUCCI, Plinio de Lauro. Engenharia de Automação Industrial. Ltc. 2007. DORF, Richard C. Sistemas de controle modernos. 8.ed. RJ: LTC, 2013. NALON, José A. Introdução ao Processamento Digital de Sinais. Ltc. 2009. Economia para Engenharia – 40 ha Ementa Introdução a Economia. Princípios básicos de microeconomia. Produção. Custos de Produção. Estruturas de Mercado. Princípios básicos de macroeconomia. Produção e Crescimento Econômico. Poupança e investimento. Sistema financeiro. Sistema monetário e inflação. Oferta e demanda agregada. Financiamentos e empréstimos. Técnicas de análise de investimentos. Bibliografia Básica P á g i n a | 50 GONÇALVES, Carlos E.; GUIMARÃES, Bernardo. Introdução a Economia. Campus, 2010. MANKIW, N. Gregory. Introdução a Economia. 6ªed. Cengage, 2013 VASCONCELLOS, Marco A. S. Fundamentos de Economia. Saraiva, 2012. Bibliografia Complementar NASCIMENTO, Sebastião Vieira. Engenharia Econômica. Ciência Moderna. 2010. VASCONCELOS, Marco A. S. Economia – Micro e Macro. 5ªed. Atlas, 2011. SOUZA, Nali de J. Desenvolvimento Econômico. 6ªed. Atlas, 2012 Estágio Supervisionado I – 100 ha Ementa Desenvolvimento de Estágio Supervisionado em Empresa ou Projeto Supervisionado em Engenharia de Controle e Automação. 9o semestre Trabalho de Conclusão de Curso I (TCC I) – 40 Ementa Elaboração de trabalho de cunho científico. Monografia dentro das áreas de conhecimento e atuação do Engenheiro de Controle e Automação. Defesa perante uma banca avaliadora. Bibliografia Básica FIALHO, Francisco. TCC Métodos e Tecnicas. Visual Books. 2011. MANZANO, André Luiz. Trabalho de Conclusão de Curso Utilizando o Word. 2013. Erica. 2013. SANTOS, Clovis Roberto dos. Trabalho de Conclusão de Curso. Cengage. 2010. Bibliografia Complementar ANDRADE, Maria M. Introdução à Metodologia do trabalho científico. São Paulo, Atlas, 1995. DIAS, Donaldo de S. Como Fazer uma Monografia - manual de elaboração com exemplos e exercícios. Atlas, 2010 ISKANDAR, Jamil. Normas da ABNT - Comentadas para Trabalhos Científicos. Juruá. 2012. P á g i n a | 51 Projetos em Controle e Automação – 80 ha Ementa Desenvolvimento de projeto virtual na área da engenharia para aplicação prática. Sistemas CAD e sua interação com Sistemas CAPP, CAM, CAE; Tipos de Sistemas CAD e aplicações principais; Sistemas 2D e 3D; Modelos principais de representação (wireframe, CSG, B-REP, paramétrica); Método dos Elementos finitos. Softwares Comerciais de CAE. Pré e Pós Processamento. Geração de Malhas. Dimensionamento de Elementos. Bibliografia Básica BALDAM, Roquemar. AutoCAD 2014 - Utilizando Totalmente. Erica. 2013. OLIVEIRA, Adriano de. AutoCAD 2013 3D Avançado - Modelagem e Render com Mental Ray. Erica. 2012. SOUZA, Adriano Fagali de. Engenharia Integrada por Computador e sistemas CAD/CAM/CNC: princípios e aplicações. Ed. Artliber, 2009. Bibliografia Complementar ALVES FILHO, Avelino. Elementos Finitos - A Base da Tecnologia CAE. Erica. 2012. KATORI, Rosa. Autocad 2014 - Projetos em 2D. Senac. 2014. PHAL, Gerard. Projeto na Engenharia. Edgard Blucher. 2005. Automação Industrial – 80 ha Ementa Sistemas de automação discreta. Métodos de representação e análise de sistemas sequenciais. Controladores Lógicos Programáveis: Conceito, Programação e Aplicações. Projetos em automação industrial: Integração Hardware/Software. Estudos de Casos e Aplicações. Bibliografia Básica CAPELLI, Alexandre. Automação Industrial: Controle do Movimento e Processos Contínuos. 3ª Edição. São Paulo: Érica, 2013. MORAES, Cícero Couto de. Engenharia de automação industrial. 2.ed. RJ: LTC, 2007. NATALE, Ferdinando. Automação Industrial. Erica. 2008. Bibliografia Complementar FRANCHI, Claiton. Controladores Lógicos Programáveis – Sistemas Discretos. Erica. 2009. PETRUZELLA, Frank. Controladores Lógicos Programáveis. Mcgraw Hill. 2013. SANTOS, Max Mauro. Redes Industriais de Automação Industrial. Erica. 2010. Administração para Engenharia – 40 ha P á g i n a | 52 Ementa Teoria Geral de Administração e as principais abordagens das organizações. O Processo de Administração: Planejamento, Organização, Liderança, Controle. Estrutura organizacional. Cultura organizacional. Relação entre empresas: competição, cooperação, redes e terceirização. Planejamento e gestão de serviços. Recursos humanos, finanças, orçamento e logística de empreendimentos organizacionais. Bibliografia Básica CHIAVENATO, I. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7. ed. Campus. 2004. GURGEL, Claudio. Administração: Elementos Essenciais para a Gestão das Organizações. Atlas. 2014. MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Teoria geral da administração: da revolução urbana à revolução digital. 3.ed. SP: Atlas, 2002. Bibliografia Complementar MARTINS, Petrônio G.; LAUGENI, Fernando Piero. Administração da produção. 2.ed. SP: Saraiva, 2006. MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da produção e operações. 2.ed. SP: Cengage Learning, 2008. SCHEIN, Edgar. Cultura Organizacional e Liderança. Atlas. 2009. Redes Industriais – 40 ha Ementa Protocolos de comunicação e padrões especiais para redes industriais. Meios de transmissão e Interfaces de Comunicação de Dados Industriais. Redes inteligentes. Segurança de redes. Sistemas distribuídos. Comunicação multimídia. Internet. Implementação de sistema de controle em redes Fieldbus. Bibliografia Básica LUGLI, A. B.; SANTOS, M. M. D. Sistemas Fieldbus para Automação Industrial. Ed. Érica, 2009. LUGLI, Alexandre Baratella. Redes Industriais para Automação Industrial – AS-I, PROFIBUS e PROFINET. Érica, 2010 STEMMER, Marcelo Ricardo. Redes Locais Industriais – A Integração da produção através das redes de comunicação. UFSC, 2011 Bibliografia Complementar BLAIR, Gordon. Sistemas Distribuídos. Bookman. 2013. MORAES, Alexandre Fernandes de. Segurança em Redes. Erica. 2010. TANEMBAUM, Andrew. Redes de computadores. 4.ed. RJ: Elsevier, 2003. P á g i n a | 53 Manufatura Auxiliada por Computador – 40 ha Ementa Sistemas de produção. Sistemas de Manufatura. Automação nos sistemas de produção. Operações de manufatura. Introdução a manufatura de sistemas. Componentes de um sistema de manufatura. Máquinas com Comando Numérico Computadori zado (CNC). Operação e programação CNC. Planejamento de processo e fabricação industrial. Integração CAD/CAM. Sistemas flexíveis de manufatura. Tipos de Manutenção: conceitos e definições básicas. Bibliografia Básica FITZPATRICK, Michael. Introdução a Manufatura. Mcgraw Hill. 2013. GROOVER, Mikell. Automação industrial e sistemas de manufatura. 3ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011. (VIRTUAL) GROOVER, Mikell. Automação Industrial e Sistemas de Manufatura. Pearson. 2011 Silva, Sidnei D. CNC - Programação de Comandos Numéricos Computadorizados Torneamento - Série Formação Profissional. Ed. Erica. 2010. Bibliografia Complementar CORREA, Henrique. Administração de Produção e Operações: Manufatura e Serviços. Atlas. 2002. PEREIRA, Mario Jorge. Técnicas Avançadas de Manutenção. Ciência Moderna. 2010. SOUZA, Adriano Fagali de. Engenharia Integrada por Computador e sistema CAD/CAM/CNC: princípios e aplicações. Ed. Artliber,. 2013. Sistemas de Controle Avançado – 40 ha Ementa Projeto e sintonia de controladores. Controladores PID. Técnicas avançadas de controle: cascata, feed forward, preditivo. Laboratório. Sistemas supervisórios. Bibliografia Básica DORF, Richard C., BISHOP, Robert H. Sistemas de Controle Moderno. 12. ed.LTC. 2013. FRANCHI, Claiton Moro. Controle de Processos Industriais – Princípios e Aplicações. Érica, 2011. NISE, Norman. Engenharia de Sistemas de Controle. Ltc. 2012. OGATA, Katsuhiko. Engenharia de controle moderno. 5ª ed. São Paulo: Pearsom Prentice Hall, 2010. (VIRTUAL) Bibliografia Complementar PENEDO, Sergio Ricardo. Sistemas de Controle - Matemática Aplicada a Projetos. Erica. 2014. P á g i n a | 54 POWELL, J. David. Sistemas de Controle para Engenharia. Bookman. 2013. SITO, K. Sistemas Inteligentes em Controle e Automação de Processos. Ciência Moderna. 2004. Estágio Supervisionado II – 100 ha Ementa Desenvolvimento de Estágio Supervisionado em Empresa ou Projeto Supervisionado em Engenharia de Controle e Automação. 10o semestre Trabalho de Conclusão de Curso II (TCC II) – 40 ha Ementa Elaboração de trabalho de cunho científico. Monografia dentro das áreas de conhecimento e atuação do Engenheiro de Controle e Automação. Defesa perante uma banca avaliadora. Bibliografia Básica FERRAREZI Junior, Celso. Guia do trabalho científico: do projeto à redação final. São Paulo: Contexto, 2011. (VIRTUAL) FIALHO, Francisco. TCC Métodos e Tecnicas. Visual Books. 2011. MANZANO, André Luiz. Trabalho de Conclusão de Curso Utilizando o Word. 2013. Erica. 2013. SANTOS, Clovis Roberto dos. Trabalho de Conclusão de Curso. Cengage. 2010. Bibliografia Complementar ANDRADE, Maria M. Introdução à Metodologia do trabalho científico. São Paulo, Atlas, 1995. DIAS, Donaldo de S. Como Fazer uma Monografia - manual de elaboração com exemplos e exercícios. Atlas, 2010 ISKANDAR, Jamil. Normas da ABNT - Comentadas para Trabalhos Científicos. Juruá. 2012. Planejamento e Controle da Produção e Gestão da Manutenção – 80 ha Ementa Conceitos de planejamento, programação e controle da produção. Conceitos básicos de estoques. Estimativa de necessidades (MRP e MRP II). Sequenciação e redução de desperdícios. Avaliação de modelos de previsão. Tipos de Manutenção: conceitos e definições P á g i n a | 55 básicas. Organização para a Manutenção. Atividades e Registros em Manutenção. Indicadores Utilizados. Bibliografia Básica CHIAVENATO, Idalberto. Planejamento e controle da produção. 2ª ed. São Paulo: Manole, 2008. (VIRTUAL) CORRÊA, H.L., GIANESI, I.G.N. e CAON, M. Planejamento , Programação e Controle da Produção: MRP II/ ERP – Conceitos, Usos e Implantação. Ed. Atlas, São Paulo, 2007. FIALHO, Moacir Godinho. Planejamento e Controle da Produção. Atlas. 2010. TUBINO, Dalvio. Planejamento e Controle da Produção. Atlas. 2009. Bibliografia Complementar ANTUNES, Junico; Sistemas de Produção - Conceitos e Práticas para Projeto e Gestão da Produção Enxuta - Ed. Bookman, 2008 FOGLIATTO, F.S.; Ribeiro, J. L. D. Confiabilidade e Manutenção Industrial, São Paulo: Campus 2009 OSADA, T. TPM/MPT Manutenção Produtiva Total. Imam. 2010. Robótica Industrial – 80 ha Ementa Conceitos de Automação e robótica. Componentes de um robô. Classificação e especificação de robôs. Modelagem de robôs. Controle de robôs. Aplicações. Bibliografia Básica CRAIG, John J. Robótica. 3ª ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2012. (VIRTUAL) CRAIG, John J. Robótica. Pearson, 2013. NIKU, Saeed B. Introdução à Robótica - Análise, Controle, Aplicações. Ltc, 2013. ROSÁRIO, João Maurício. Robótica Industrial. Baraúna. 2010. Bibliografia Complementar GEORGINI, Marcelo. Automação Aplicada. Erica. 2007. OSORIO, Fernando. Robótica Móvel. Ltc. 2014. SAITO, K. Sistemas Inteligentes em Controle e Automação de Processos. Ciência Moderna. 2004. Gestão de Projetos – 40 ha P á g i n a | 56 Ementa Apresentar conhecimentos, habilidades e técnicas utilizadas na iniciação, planejamento, execução, controle e encerramento de um projeto. Bibliografia Básica GASNIER, D. G. Guia Prático para Gerenciamento de Projetos. 5ªed. Instituto IMAN, 2010. LIMA, Rinaldo José Barbosa. Gestão de Projetos. São Paulo: Pearson Educations do Brasil, 2010. (VIRTUAL) MAXIMINO, A C. A. Administração de Projetos. 5ªed. São Paulo: Atlas, 2014. MENEZES, L. C M. Gestão de Projetos. 3ªed. São Paulo: Atlas, 2009 Bibliografia Complementar PRADO, Darci. Usando o MS-Project 2010 em Gerenciamento de Projetos. INDG, 2012 VALERIANO, D. L. Gerenciamento Estratégico de Projetos. Campus, 2013. WOILER, Samsão; MATHIAS, Washington F. Projetos - planejamento, elaboração e análise. 2ªed. Atlas, 2008. Higiene e Segurança do Trabalho – 40 ha Ementa Noções de Ergonomia. Saúde do trabalhador e Saúde ambiental. Higiene do trabalho. A segurança do trabalho nas atividades de Engenheiros. Controle de acidentes. Proteção contra incêndios. Segurança no projeto. Legislação e normas. Bibliografia Básica BARBOSA, Rildo P. Higiene e Segurança do Trabalho. Erica. 2014. MASCULO, Francisco S. Higiene e Segurança do Trabalho. Campus. 2011. SZABÓ JR, Adalberto M. Manual de Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho. Rideel. 2014. Bibliografia Complementar DUL, Jan. Ergonomia Prática. Edgard Blucher. 2012. SILVA, Edson. Saúde Ambiental: o Meio Ambiente e o Homem. All Print. 2012. TAVARES, José da Cunha. Noções de prevenção e controle de perdas em segurança do trabalho. Ed. Senac. 2010. Gestão Ambiental – 40 ha Ementa P á g i n a | 57 Evolução histórica da questão ambiental. Casos históricos. Problemas ambientais em escala global. O conceito de desenvolvimento sustentável e perspectivas para o futuro. Legislação ambiental federal e estadual. Licenciamento ambiental. Avaliação de Impactos Ambientais. Processos de Gestão Ambiental. Certificação Ambiental e adequação ambiental de empresas. As empresas e a ISO 14.000. Sistema de Gestão Ambiental. Auditorias ambientais . Meio ambiente e Responsabilidade social. Bibliografia Básica CURI, Denise. Gestão ambiental. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011. (VIRTUAL) DIAS, R. Gestão Ambiental - responsabilidade social e sustentabilidade. 2ª edição. Editora Atlas, 2011. PHILLIPPI JR, A.; MEIRELLES, T. F. Indicadores de Sustentabilidade e Gestão Ambiental. Editora Manole, 2013. SEIFFERT, M. E. B. ISO 14001 - Sistemas de Gestão Ambiental. 4ª edição. Editora Atlas, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FOGLIATTI, Maria C. Avaliação de Impactos Ambientais - aplicação aos sistemas de transporte. Interciência, 2008. SEIFFERT, M. E. B. Gestão Ambiental - Instrumentos, Esferas de Ação e Educação Ambiental. 2ª edição. Editora Atlas, 2011. TACHIZAWA, T. Gestão Ambiental e Responsabilidade Social Corporativa. 7ª edição. Editora Atlas, 2011. Ética e Legislação Profissional – 40 ha Ementa Ética e Cidadania. Ética Profissional. Código de Ética Profissional. Formação e Atribuições Profissionais do Engenheiro de Controle e Automação. A organização do sistema profissional CONFEA/CREA. Registro nos Conselhos Profissionais. O Exercício Legal da Engenharia de Controle e Automação. Entidades reguladoras. Sindicatos e Associações de Classe. Legislação Profissional: Lei nº 5.194/1966; Resoluções nº 218/1973 e 1010/2005 e as atribuições profissionais. Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). Responsabilidades dos Profissionais. Infrações e Penalidades. Salário profissional. Previdência. MUTUA. Fiscalização do Exercício Profissional. Bibliografia Básica BENNETT, Carole. Etica Profissional. Senac. 2012. NALINI, Jose R. Ética Geral e Profissional. 10ªed. RT, 2014 SÁ, Antonio Lopes de. Ética profissional. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2001. P á g i n a | 58 Bibliografia Complementar FARIA, Claude Pasteur de Andrade. Comentários Á Lei 5.194 66. Insular. 2013. GALLO, S. (Coord.) Ética e cidadania: Caminhos da Filosofia. 11 ed. Campinas: Papirus, 2003. VASQUEZ, Adolfo Sanches. Ética. Civilização Brasileira. 2010. Disciplinas Optativas Libras – Linguagem Brasileira de Sinais – 40 ha Ementa Histórias de surdos; noções de língua portuguesa e linguística; parâmetros em libras; noções linguísticas de libras; sistema de transcrição; tipos de frases em libras; incorporação de negação, teoria de tradução e interpretação; classificadores de LIBRAS; técnicas de tradução da libras/português; técnicas de tradução de português/libras Bibliografia Básica GESSER, Audrei. Libras? Que língua é essa? Parábola. 2009. QUADROS, R. M. Língua de sinais: instrumento de avaliação. Penso. 2011. QUADROS, R. M.; KARNOPP, L. B. (Org.) Língua de Sinais Brasileira: estudos linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004. Bibliografia Complementar FRIZANCO, Mary L. E; HONORA, Márcia. Livro Ilustrado da Língua Brasileira de Sinais. Vol.1. Ciranda Cultural, 2009. GESSER, Audrei. O Ouvinte e a Surdez – sobre ensinar e aprender libras. Parábola, PEREIRA, Maria Cristina. Libras – conhecimento alem dos sinais. Pearson. 2011. Empreendedorismo – 40 ha Ementa Empreendedorismo: principais conceitos e características. A gestão empreendedora e suas implicações para as organizações. O papel e a importância do comportamento empreendedor nas organizações. O perfil dos profissionais empreendedores nas organizações. Processos grupais e coletivos, processos de autoconhecimento, autodesenvolvimento, criatividade, comunicação e liderança. Ética e Responsabilidade Social nas organizações. A busca de oportunidades dentro e fora do negócio. A iniciativa e tomada de decisão. A tomada de risco. A gestão empreendedora de pessoas nas organizações. Bibliografia Básica BERNARDI, Luiz Antonio. Manual de empreendedorismo e gestão: fundamentos, estratégias e dinâmicas. São Paulo: Atlas, 2003. P á g i n a | 59 DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2001. HISRICH, R.D. e PETERS, M.P. Empreendedorismo. Bookman. 2014. Bibliografia Complementar BIZZOTTO, Carlos. Plano de Negócios para Empreendimentos Inovadores. Atlas. 2008. CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo. Manole. 2012. DORNELAS,José Carlos Assis. Empreendedorismo Corporativo. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. Inglês Instrumental para Engenharia – 40 ha Ementa Estudo da língua inglesa em sua estrutura básica, através de textos gerais. Glossário de termos gerais e técnicos. Bibliografia Básica LEPKOSKI, Graziella Araújo de Oliveira. Do Texto ao sentido: Teoria e pratica de leitura em língua inglesa. Curitiba: InterSaberes, 2012. (VIRTUAL) MUNHOZ, Rosangela. Inglês Instrumental Modulo I. Texto Novo. 2005. MUNHOZ, Rosangela. Inglês Instrumental Modulo II. Texto Novo. 2005. SOUZA, Adriana G. Leitura em Lingua Inglesa. Disal. 2010. Bibliografia Complementar BAKER, Ann. Tree or three? : an elementary pronunciation course. Cambridge: Cambridge Univ. Press, 1982. 121p. il. (Introduction english pronunciation). DIXSON, Robert J..Graded exercises in english. 2 ed. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 2007. 215p. GALANTE, Terezinha Prado; LÁZARO, Svetlana Ponomarenko. Inglês para secretariado: correspondência; importação/exportação; computação; câmbio/turismo. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1992. 155p. MURPHY, Raymond, 1946 -. English grammar in use: a self-study reference and practice book for intermediate students of english: with answers. 3. ed. Cambridge: Cambridge Univ. Press, 2004. 379p. WITTE, Roberto Ewald. Business english: a practical approach. 2 ed. São Paulo: Saraiva, 2006. 270p. WITTE, Roberto Ewald. Presentation and meetings in english: a practical approach. São Paulo: Saraiva, 2005. 258p. P á g i n a | 60 Avaliações e Perícias de Engenharia – 40 ha Ementa Introdução a Engenharia de Avaliações e Perícias. Estrutura da Avaliação. Tópicos Básicos de Matemática Financeira. Perícias na Engenharia. Perícia Judicial e Elaboração de Laudos. Bibliografia Básica DNATAS, Rubens Alves. Engenharia de Avaliações. Pini. 2012. FIKER, José. Perícias e Avaliações em Engenharia _ Fundamentos Práticos. Leud. 2011. YEE, Zung Che. Perícias de Engenharia. Juruá. 2007. Bibliografia Complementar ABUNAHMAN, Sergio. Curso Básico de Engenharia Legal e de Avaliações. Pini. 2008. FIKER, José. Contestação da Perícia Judicial. Leud. 2012. FIKER, José. Perícia Judicial. Leud. 2013. Gestão da Qualidade – 40 ha Ementa Planejamento e Controle da Qualidade; Dimensões da Qualidade; Normalização e certificação para a qualidade. Gestão da qualidade total. Metodologias e técnicas associadas à qualidade. Custos da Qualidade. Bibliografia Básica BOUER, Gragório. Qualidade: Conceitos e Aplicações. Edgard Blucher. 2013. CARPINETTI, Luiz Cesar. Gestão da Qualidade ISO 9001:2008 – Princípios e Requisitos. Atlas. 2011. LÉLIS, Eliacy Cavalcanti. Gestão da Qualidade. 1. ed. São Paulo: Pearson, 2012. (VIRTUAL) PALADINI, Edson. Gestão da Qualidade. Atlas. 2012. Bibliografia Complementar LÉLIS, Eliacy Cavalcanti. Gestão da Qualidade. 1. ed. São Paulo: Pearson, 2012. (VIRTUAL) OLIVEIRA, Otávio. Gestão da Qualidade: Tópicos avançados. Pioneira. 2006. SHIGUNOV, Alexandre. Manual de Gestão da Qualidade Aplicada Aos Cursos de Graduação. Fundo de Cultura. 2004. WERKEMA, Cristina. Métodos PDCA e DMAIC e suas Ferramentas Analíticas. Campus. 2012. P á g i n a | 61 Sistemas Supervisórios – 40 ha Ementa Sistemas Supervisórios: conceitos, Hardware e Software para desenvolvimento de Supervisórios, Interfaceamento com CLP, IHM-Interface Homem Máquina. Bibliografia Básica GEORGINI, M. Automação Aplicada. Descrição e Implementação De Sistemas Sequenciais com PLCs. Erica. 2007. LUZ, Carlos E.S. Criação de Sistemas Supervisórios em Microsoft Visual C# 2010 Express. Erica. 2012. ROQUE, Luis Alberto. Automação de Processos com Linguagem Ladder e Sistemas Supervisórios. Ltc. 2014. Bibliografia Complementar BENYON, David. Interação Humano-Computador. 2. ed. São Paulo: Pearson, 2011. (VIRTUAL) FRANCHI, C. Controladores Lógicos Programáveis – Sistemas Discretos. Erica. 2009. PETRUZELLA, Frank. Controladores Lógicos programáveis. Mcgraw Hill. 2013. SILVA, Bruno Santana. Interação Humano Computador. Campus. 2010. P á g i n a | 62 5. Metodologia Parte-se da concepção de que um ensino eficaz deve ser de qualidade e, portanto, organizado em função dos alunos aos quais é dirigido de forma a assegurar que o tempo concedido para o trabalho em sala de aula seja efetivamente dedicado à aprendizagem. A organização do intercomplementares: currículo do curso prevê dois momentos distintos e 1º) alunos em atividades de ensino junto com o professor: neste momento é o professor quem direciona o processo ou as relações de mediação entre o conteúdo e o aluno, no qual o professor, dentre outras coisas, orienta o desenvolvimento de atividades de estudo; 2º) alunos sozinhos ou em grupos em atividades supervisionadas de aprendizagem, ou seja, em contato direto com o objeto de conhecimento: neste momento é o próprio aluno quem conduz seu processo de aprender, por meio das relações de estudo e a partir das orientações recebidas em sala de aula. Os princípios metodológicos que dão sustentabilidade a essa organização curricular são: a) O ensino e, portanto, a aprendizagem extrapola as atividades desenvolvidas em sala de aula; b) O saber não é pré-fabricado, mas tem necessidade de ser (re)construído por cada aluno; c) O processo de (re)construção do saber precisa ser conduzido / guiado / orientado para o sujeito aprendente assumi-lo como seu (relações de mediação); d) Nas relações de mediação acontece o desenvolvimento das operações lógicas (ativação dos processos mentais) e das operações estratégicas (influencia o desenvolvimento das atividades intelectuais); e) Não é o professor quem faz as aprendizagens e sim o aluno: o aprender depende muito do envolvimento pessoal do aluno. f) A aprendizagem é um processo contínuo e intencional que exige esforço pessoal do aluno, e não está limitada a reprodução do conteúdo. g) Os professores precisam ter capacidade para orientar a organização do tempo do aluno, por meio do planejamento de atividades que orientem os momentos de estudo; Enfim, acredita-se na necessidade do aluno assumir uma postura de apropriação e compreensão do conteúdo em estudo, o que exige do professor o planejamento das preleções semanais e também de atividades de fixação, reforço e revisão da matéria para serem desenvolvidas de forma individualizada, ou em grupos, pelos alunos após cada encontro didático em sala de aula. A Avaliação de Aprendizagem é realizada por meio do acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nas provas escritas ou trabalhos de avaliação de conhecimento, nos exercícios de classe ou domiciliares, nas outras atividades escolares e provas parciais. Compete ao professor da disciplina ou ao Coordenador do Curso, quando for o caso, elaborar os exercícios escolares sob forma de provas de avaliação e demais trabalhos, bem como julgar e registrar os resultados. P á g i n a | 63 Os exercícios escolares e outras formas de verificação do aprendizado previstas no plano de ensino da disciplina, e aprovadas pelo órgão competente, sob forma de avaliação, visam à aferição do aproveitamento escolar do aluno. A cada verificação de aproveitamento é atribuída uma nota expressa em grau numérico de ZERO a DEZ, com variação de 0,1 ponto (Exemplos: 4,1; 6,7), não havendo arredondamento nas notas 1 e 2 e supletiva. Obtém os créditos da disciplina o aluno que tiver frequência não inferior a setenta e cinco por cento (75%) das aulas fixadas no currículo pleno e alcançar avaliação final não inferior a 5,0 (cinco), resultante da média entre a avaliação do exame e a média de, no mínimo, duas avaliações intermediárias obtidas durante o período letivo. Obtém os créditos da disciplina, sem prestar exame, o aluno que, durante o período letivo, tiver alcançado média 7,0 (sete), no mínimo, nas avaliações intermediárias, computando-se a mesma como avaliação final. Para cada aluno, o Instituto elabora e mantém atualizado, após cada semestre, o histórico Escolar, no qual são registradas as disciplinas cursadas com a respectiva carga horária, créditos e nota final obtida. As disciplinas teóricas, então, pautam-se pelos créditos para aferição do aproveitamento, usuais no Instituto, os quais provêm: a) Duas avaliações parciais provenientes de um mínimo de duas provas no decurso do Período Letivo, observadas as normas de avaliação emanadas da Diretoria Acadêmica. b) Uma avaliação resultante do Exame Final. A aprovação se dá naquelas disciplinas em que o aluno obtiver avaliação final mínima de 5,0 (cinco). O aluno ficará dispensado do Exame Final na(s) disciplina(s) em que tiver 75% ou mais de frequência e, no mínimo, 5,0 (cinco) na média de duas avaliações parciais. Caso não preencha a condição de aproveitamento, o aluno deverá fazer exame final na(s) disciplina(s) respectiva(s). Há, antes do exame final, oportunidade de revisão de conteúdos programáticos mediante novos exercícios, com vistas à substituição de avaliação, exceto para o aluno que tiver prova parcial anulada devido à fraude escolar. O aluno sem frequência mínima (75%) na disciplina não poderá substituir avaliação e nem fazer exame final, sendo nulo o ato, se realizado. A avaliação nas disciplinas práticas, por outro lado, tem características próprias, devido à relação professor-aluno em aulas onde predominam os assessoramentos e a apresentação de trabalhos. Neste sentido, usa-se uma ficha de Acompanhamento para registrar os assessoramentos e uma Planilha de Avaliação. A planilha é um instrumento avaliativo que possibilita ao docente a objetividade necessária na análise do trabalho apresentado e paralelamente oferece ao aluno a oportunidade de verificar seu aproveitamento e saber como é avaliado seu trabalho. As próximas seções ilustram algumas destas práticas desenvolvidas pelos alunos do curso de Engenharia de Controle e Automação da POLITEC. P á g i n a | 64 5.1. Projeto Interdisciplinar Integrador O Projeto Interdisciplinar Integrado foi concebido como componente curricular obrigatório do curso de Engenharia de Controle e Automação da Faculdade POLITEC de Santa Bárbara d’Oeste, a ser desenvolvido preferencialmente do 3º ao 7º semestres do curso, com objetivo de construção de trabalhos e projetos de síntese e integração dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso, com ênfase no conjunto de disciplinas e componentes do período de matrícula do aluno, como construção interdisciplinar e transversal. O projeto será realizado sob a orientação de docente ou equipe de docentes e poderá ser realiz ado individualmente ou em grupo de alunos, com ênfase na realização de projetos, desenvolvimento de protótipos e de equipamentos. A implantação do Projeto Interdisciplinar Integrado como componente do curso foi amplamente discutida no âmbito do Núcleo Docente Estruturante (NDE) e entendido em uma perspectiva de ação que se constitui em fortalecimento da estrutura curricular do curso, tornando-o mais dinâmica e potencializadora das competências e habilidades profissionais necessárias aos graduandos. O Projeto Interdisciplinar Integrado se constitui, portanto, em uma estratégia pedagógica, de caráter interdisciplinar, constituída de etpas e fases e como um eixo articulador do currículo, no sentido da integração curricular e da mobilização, realização e aplicação de conhecimentos que contribuam com a formação de uma visão do todo, no decorrer do percurso formativo do estudante de Engenharia da Faculdade POLITEC. Por este enfoque, a utilização do Projeto Interdisciplinar Integrado é ferramenta para a construção de competências pelo aluno a partir da realização do projeto, da pesquisa sistematizada, do envolvimento do corpo docente, da adoção de escrita normatizada e de estratégias de apresentação oral dos trabalhos interdisciplinares nos semestres letivos que compõem o curso. Na prática, espera-se que, além da interdisciplinaridade, o Projeto Interdisciplinar Integrado induza à transversalidade entre os conteúdos de ensino por meio de um eixo integrador desse currículo, de forma a se estabelecer uma interface entre as disciplinas e promover a articulação de conhecimentos no semestre letivo trabalhado. 5.2. Direitos Humanos e Relações Étnico-Raciais O desenvolvimento Étnico-Racial deve ser baseada no conceito de principalmente, socializar todo e qualquer tipo de etnias e condições financeiras , conforme citado no site da UNESCO: “A sociedade brasileira é constituída por diferentes grupos étnico-raciais que a caracterizam, em termos culturais, como uma das mais ricas do mundo. Entretanto, sua história é marcada por desigualdades e discriminações, especificamente contra negros e indígenas, impedindo, desta forma, seu pleno desenvolvimento econômico, político e social.” A atuação, em diferentes frentes áreas e temáticas, possibilitam que a UNESCO, ao longo de sua história, acumule sólida experiência. A abordagem transversal e as ações intersetoriais, têm sido priorizadas como um método rico e eficaz para o reconhecimento da diversidade étnico-racial e cultural que constitui a sociedade brasileira e também, para a consolidação de um país promotor de igualdade de direitos. P á g i n a | 65 O conteúdo de Direitos Humanos será ofertado na disciplina de: Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania (2º semestre) Noções de Direito (3º semestre) O conteúdo de Relações étnico raciais será ofertado na disciplina de: Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania (2º semestre) 5.3. Política de Educação Ambiental No âmbito das políticas públicas voltadas à Educação, muitas ações são destinadas ao meio ambiente. As questões ambientais incluem-se dentre os temas contemporâneos que exigem uma abordagem interdisciplinar, contemplando uma nova articulação das conexões entre as ciências naturais, sociais e exatas. Nesse contexto fica evidente a importância do papel da Educação Ambiental no despertar da consciência para a cidadania, pois é ela que através do seu princípio de abordagem holística da realidade, vai levar os alunos a reconhecer e compreender a relação entre o seu cotidiano pessoal e a questão ambiental, com alcance muito mais amplo.Com base nos preceitos e na perspectiva das diretrizes da Política Nacional de Educação, (Lei nº 9795/99), que coloca como um dos objetivos fundamentais da Educação Ambiental, a necessidade do desenvolvimento de uma compreensão integrada do meio ambiente em suas múltiplas e complexas relações envolvendo aspectos ecológicos, psicológicos, legais, políticos, sociais, econômicos, científicos, culturais e éticos, tal assunto é discutido especificamente nas seguintes disciplinas: Ciências Ambientas (1º semestre), Recursos Energéticos e Desenvolvimento Sustentável (7º semestre), Gestão Ambiental (10º semestre). Além destas disciplinas, o desenvolvimento é tratado em praticamente todas as disciplinas do curso de Engenharia de Controle e Automação da Faculdade Politec. 5.4. Programa de Visitas Técnicas As visitas técnicas são atividades de campo que permitem ao aluno observar as aplicações práticas dos conceitos estudados e são particularmente importantes para a motivação do alunado. A POLITEC está inserida em uma região onde o parque empresarial está em expansão e, atualmente, estas expansões são acompanhadas pela implantação de processos automatizados e diversas ferramentas de processos de melhoria. Desta forma, as visitas técnicas são uma excelente forma do aluno vivenciar um ambiente industrial e conhecer melhor o mercado de trabalho. 5.5. Aulas práticas em ambiente industrial Objetivando maior vivência no ambiente industrial, estreitamento das relações entre ambiente acadêmico e indústria além de uma motivação ainda maior por parte dos discentes nas aulas, o curso de Engenharia de Controle e Automação da POLITEC tem procurado P á g i n a | 66 executar algumas de suas aulas em indústrias da região. Disciplinas como Processos de Fabricação e Instrumentação são exemplos onde esse tipo de aula pode ser aplicado. Por meio da disciplina Processos de Fabricação, cuja ementa envolve basicamente o detalhamento dos principais processos de produção discretos, a usinagem, conformação plástica dos metais, fundição, soldagem e sinterização passando por processos de fabricação de termoplásticos e de termofixos, é possível medir diversos resultados desses processos na indústria. Através da parceria com a indústria USH de Jaguariúna, ENGRATECH, JaguarMoldes, Senai, Bener e JaguarPlast (Figura 1 e 2), por exemplo, foi possível a realização de tal atividade já no primeiro semestre em que a disciplina foi oferecida para os alunos, devendo as demais turmas passarem pela mesma experiência Figura 1. Aula prática na empresa ENGRATECH. Figura 2. Aula prática na empresa Jaguar Moldes 5.6. Ciclo de estudos O ciclo de estudos faz parte das atividades previstas no calendário acadêmico da POLITEC e ocorre sempre no segundo semestre do ano letivo. O ciclo consiste em uma sucessão de eventos envolvendo a apresentação de palestras técnicas, minicursos e workshops ministrados por empresários do setor produtivo de diferentes áreas (Figura 3). P á g i n a | 67 Figura 3. Cursos e Workshops ministrados por empresas parceiras (Rexroth Bosch, Mitsubischi e Bener) 5.7. Trabalhos multidisciplinares Sabendo que as atividades do engenheiro não são estanques em áreas e que os trabalhos inter e multidisciplinares são importantes para a formação do aluno, são propostas os trabalhos em praticamente todas as disciplinas práticas do curso, porém com um maior enfoque nas disciplinas de Projeto Multidisciplinar Integrado, que tem início já no terceiro semestre do curso. Nestas disciplinas são desenvolvidos projetos multidisciplinares em grupo. As disciplinas são caracterizadas por uma ementa aberta que visa tratar de tópicos e tecnologias atuais voltadas para a aplicação de conceitos aprendidos em sala de aula nos ambientes industriais, de acordo com a demanda das empresas; visa também o aprendizado prático através da utilização da multidisciplinaridade na construção/otimização de linhas produtivas e/ou produtos; ou seja, essas disciplinas têm como característica aproximar os discentes do ambiente produtivo, promovendo a integração e trabalho em equipe como um todo. 5.8. Interação Teoria/Prática Para promover a interação entre teoria e prática estão sendo implantados laboratórios de diversas áreas (ver item 5 – Instalações Físicas). As atividades a serem realizadas nestes laboratórios têm por objetivo geral a fixação e expansão do conhecimento apresentado em sala de aula, por meio de aulas práticas sobre os assuntos versados na teoria. Os laboratórios são constituídos de equipamentos baseados em tecnologias já consagradas que, naturalmente, podem evoluir, porém dificilmente serão substituídas. Os laboratórios são construídos com áreas adequadas ao bom atendimento do aluno, pretendendo assim aliar o ensino sólido nas bases fundamentais da engenharia ao uso de tecnologias atuais. 5.9. Empresa Júnior Uma Empresa Júnior é uma associação civil sem fins lucrativos e com fins educacionais formada exclusivamente por alunos do ensino superior. P á g i n a | 68 As empresas juniores são criadas por alunos de graduação de uma instituição de ensino superior e deve ser sempre ligada a um ou mais cursos de graduação. A gestão de uma EJ, sigla para Empresa Júnior, é feita pelos próprios alunos. A empresa júnior não constitui em si uma pessoa jurídica específica. O objetivo primeiro das empresas juniores é promover a melhor experiência de mercado aos alunos graduandos na instituição à qual ela é vinculada. Por esse objetivo entende-se fomentar o crescimento pessoal e profissional do aluno membro, por meio do oferecimento de serviços de qualidade e a baixo custo ao mercado. Dessa forma, além de atingir seu próprio objetivo, as EJs contribuem para o desenvolvimento do empreendedorismo em sua região. As EJ se enquadram no terceiro setor da economia, pois estão enquadrados no setor privado (portanto não são do Primeiro Setor) e não têm por fim último o lucro (excluindo-se do Segundo Setor). Dessa forma, acabam por ter reduzidos custos operacionais e de tributação, podendo oferecer serviços de qualidade a um custo baixo. As EJ atendem principalmente o mercado das micro e pequenas empresas, que costumeiramente não tem acesso a consultoria sênior e enfrentam grandes dificuldades na gestão. A fim de garantir um excelente aprendizado, todo o trabalho executado possui o acompanhamento e a orientação de um professor da respectiva área do conhecimento, visto que esses trabalhos são prestados como consultoria a todo tipo de empresas, embora o mercado maior seja o das MPE (micro e pequenas empresas). Entende-se que ex-alunos que passam por empresas juniores contam com diferencial de conhecer o mercado, ter experiência de trabalho, conhecer a prática empreendedora e desenvolvimento de suas habilidades empresariais. P á g i n a | 69 6. Atendimento ao discente A Faculdade Politécnica de Campinas (POLITEC) dispõe ao docente do PROE (Programa de Orientação ao estudante). O Corpo Discente no Instituto merece especial atenção desde o primeiro contato com a Instituição – no processo seletivo. A Instituição mantém um setor encarregado do apoio, acompanhamento e de orientação pedagógica que se responsabiliza pelas ações junto aos acadê micos. De acordo com o seu Regimento Interno Unificado, ficam fixados os direitos e deveres do Corpo Discente: Art. 90. São direitos e deveres dos membros do Corpo Discente: I. Frequentar as aulas e participar das demais atividades curriculares; II. Utilizar os serviços postos à sua disposição pela Instituição; III. Recorrer de decisões de órgãos executivos e deliberativos, observando os prazos legais; IV. Não carregar para as dependências da Instituição objetos que não são destinados aos objetivos didáticos e pedagógicos ou que possam representar risco às pessoas ou à Instituição; V. Receber da Instituição, por ocasião da matrícula, o Catálogo de Curso, nos termos do artigo 47, § 1º da Lei nº 9.394/96, e Portaria MEC 971/97; VI. Zelar pelo patrimônio da Instituição. P á g i n a | 70 6.1. Monitoria Art. 91. Os alunos dos cursos de graduação podem atuar como monitores, em cooperação com o corpo docente, e sob a responsabilidade dos departamentos, através de professor designado, não criando vínculo empregatício. § 1º. A indicação e seleção para monitoria são feitas pelos Coordenadores de Curso, dentre os candidatos que demonstrem capacidade para o desempenho de atividades técnicodidáticas em disciplinas já cursadas. § 2º. A monitoria será objeto de regulamento próprio aprovado por Resolução do Conselho Superior. Art. 92. Os alunos regulares dos cursos podem organizar-se em Diretório Central de Estudantes (DCE) e, no âmbito dos Cursos, em Centros Acadêmicos (CA), de acordo com a legislação vigente. § 1º. Ficam vedadas, no âmbito do Instituto, as atividades de natureza político-partidária. § 2º. Os alunos que participam da Diretoria do DCE ou dos CA não são dispensados das aulas. Art. 93. O Diretório Central de Estudantes e Centros Acadêmicos podem entrar em entendimento com a Direção Geral, quanto à possibilidade de usar as dependências do campus em regime de comodato renovável anualmente, para desenvolver suas atividades. Em consonância com o Regimento Interno Unificado, criou-se o Núcleo de Apoio Discente, integrado à Coordenação de Apoio Docente que, sintonizados num objetivo comum, visam “Favorecer aos professores e alunos as condições necessárias para oportunizar um ensino por excelência”, buscando a cada dia a melhoria da qualidade do processo ensino-aprendizagem. É mister que este apoio seja de fato um sustentáculo para professores e alunos. O Apoio Discente deve funcionar como uma bússola norteando os passos dos acadêmicos dentro da Instituição. Tem como funções precípuas: Estimular os acadêmicos à frequência às aulas e a participação nas atividades curriculares e extracurriculares, bem como atividades complementares de estudos, pesquisa e extensão; Conscientizar quanto à conservação do patrimônio institucional; Comunicar quanto à mudança de horário, ausência de professores, reposição de aulas, alteração de local de sala de aula etc.; Distribuir calendário acadêmico, grade horária e outros comunicados emanados da direção e/ou coordenação de cursos; Comunicar quanto às reuniões do DA, DCE, Comissões de Formatura, Exame Nacional de Cursos etc.; Orientar quanto ao número de faltas às aulas, bem como os casos que são permitidos exercícios domiciliares; P á g i n a | 71 Controlar o empréstimo dos multimeios da Instituição de acordo com a necessidade dos professores e, quando necessário, dos alunos; Orientar quanto à sistemática dos meios governamentais de financiamento dos estudos; Relacionar-se com os acadêmicos de forma amigável, buscando, sobretudo, a valorização do ser humano; Comunicar quanto aos horários de provas, substituição de avaliação e exame final, bem como entregar provas, trabalhos ou quaisquer objetos de natureza semelhante; Promover ações que visem incentivar e motivar os acadêmicos quanto à frequência às aulas, assiduidade, pontualidade e, em especial, a continuidade dos estudos, procurando evitar a evasão. O Apoio Discente deverá ser exercido por um profissional de nível superior possuidor de experiência escolar e que demonstre habilidade necessária para as relações interpessoais com os acadêmicos e demais integrantes do Corpo Social da Instituição. 6.2. Programa de Iniciação Científica A pesquisa no Instituto se caracteriza por propostas de investigação da práxis pedagógica como foco central em um movimento de articulação ensino-pesquisa, bem como a construção do conhecimento, voltada para os interesses da comunidade na sua área de influência. A definição das linhas de pesquisa que atendam as necessidades dos cursos e da comunidade será feita conjuntamente pela Coordenadoria de Pesquisa. Podem participar deste programa: a) Alunos de Cursos de Graduação (Bacharelado, Tecnologia, Licenciatura, Normal Superior e outros de formação de professores), regularmente matriculados em disciplina(s) profissionalizante(s); b) Alunos de pós-graduação, regularmente matriculados. O aluno só poderá participar, no mesmo período, de um único projeto neste Programa. A pesquisa é orientada e acompanhada em todos os momentos por um profissional vinculado ao Instituto. Este profissional, para o presente propósito, é denominado Professor-Orientador. No projeto figurará como professor-orientador o profissional que, após entendimentos entre ele e o interessado, for indicado pelo aluno e homologado pelo Coordenador do Curso no qual o aluno está matriculado. O Instituto, ao definir as Linhas de Pesquisa, estabelece: Auxiliares de Pesquisa; P á g i n a | 72 Bolsistas de Iniciação Científica: alunos dos cursos de graduação, regularmente matriculados em disciplinas profissionalizantes, em dia com suas obrigações perante a Instituição e com o bom aproveitamento acadêmico; Bolsistas de Aperfeiçoamento Científico: alunos de pós-graduação, regularmente matriculados, em dia com suas obrigações perante a Instituição e com bom aproveitamento acadêmico. A regulamentação do Programa de Iniciação Científica está disciplinada na Resolução no 06 do Conselho Superior. 7. Atividades Acadêmicas articuladas à formação 7.1. Atividades Complementares As atividades complementares são componentes curriculares enriquecedores e complementadores do perfil do alunado, possibilitam o reconhecimento por avaliação de habilidades, conhecimento e competência do aluno, inclusive adquirida fora do ambiente acadêmico, incluindo a prática de estudos e atividades independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, especialmente nas relações com o mercado de trabalho e com as ações de extensão junto à comunidade. A Resolução 042/2009 regulamenta o processo de aproveitamento das atividades complementares, sendo redigida em concordância as Diretrizes Curriculares dos Cursos de Graduação. Segue a Resolução na íntegra: RESOLUÇÃO No 042/2009, de 21 de Dezembro de 2009 Revoga a RESOLUÇÃO Nº 07, de 15 de Junho de 2005 e Disciplina as Atividades Complementares de integralização curricular, aos alunos dos cursos de graduação oferecidos pela Faculdade Politec, de acordo com a Lei 9.394, dezembro de Diretrizes e Nacional. Capítulo I DAS CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES 1996, de – 20 de Lei das Bases da Educação P á g i n a | 73 Art. 1º O presente Regulamento disciplina a oferta, o funcionamento e o registro acadêmico das Atividades Complementares nos Cursos de graduação oferecidos pela Faculdade Politec. Art. 2º As Atividades Complementares têm a finalidade de enriquecer o processo ensinoaprendizagem, privilegiando: a) a complementação da formação social e profissional; b) as atividades de disseminação de conhecimentos e prestação de serviços; c) as atividades de assistência acadêmica e de iniciação científica e tecnológica; d) as atividades desenvolvidas no âmbito de programas de difusão cultural. Capítulo II DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Art. 3º Entende-se por Atividades Complementares as atividades extracurriculares que possibilitam ao aluno adquirir conhecimentos de interesse para sua formação pessoal e profissional, reconhecidos por meio de avaliação e que constituem um meio de ampliação de seu currículo, com experiências e vivências acadêmicas internas e/ou externas ao curso. Art. 4º As Atividades Complementares integram o currículo pleno do curso constituindo-se em elemento indispensável para obtenção do grau correspondente, conforme preconiza a legislação vigente. Art. 5º As Atividades Complementares compreendem três categorias: § 1º Atividades de Ensino, com as seguintes modalidades: a) Cursar disciplina eletiva e obter os créditos de disciplinas não previstas na organização curricular do curso (na FAP ou em outra Instituição de Ensino Superior reconhecida pelo MEC), em período vigente do curso no qual o aluno está matriculado. b) Prestar monitorias em disciplinas constantes da organização curricular, sob a tutoria de docente da FAP. c) Participar em programas de apoio pedagógico sob a tutoria de docentes da Faculdade Politec. d) Realizar estágios extracurriculares. § 2º Atividades de Pesquisa, com as seguintes modalidades: a) Desenvolver projeto de iniciação científica sob tutoria de docentes. b) Realizar pesquisa científica e/ou cultural realizada sob tutoria de docentes. c) Publicação de resenhas ou resumos de artigos em revistas especializadas. § 3º Atividades de Extensão, com as seguintes modalidades: P á g i n a | 74 a) Projetos de Extensão: é considerado o conjunto de atividades de caráter educativo, social, ambiental, cultural e tecnológico, as quais são desenvolvidas sob a tutoria de docentes, prestigiando a comunidade acadêmica ou não. b) Atividades para disseminação do conhecimento: conjunto de atividades que tenham como finalidade criar condições para que a comunidade externa possa usufruir e ter acesso aos bens científicos, técnicos, culturais, tais como, campanhas de difusão cultural, campanhas e atividades para conscientização social, campeonatos, ciclos de estudos, colóquios, conferências, congressos, encontros, exposições, feiras, festivais, fóruns, jornadas, mesas de debates, palestras, recitais, desfiles, seminários, simpósios, entre outros, incluindo sua organização. c) Cursos: ações planejadas e organizadas para a difusão de conhecimento, que atendam expectativas e demandas da sociedade, executadas em espaços temporais de curto e médio prazos. Podem ser realizados na própria IES ou em outras entidades oficiais que contribuam com sua formação. São considerados cursos: I. De extensão cultural: visam aumentar o conhecimento geral das pessoas, sobre um determinado assunto, independentemente de sua área de formação. II. De atualização universitária: visam aumentar, completar ou atualizar a formação fornecida por qualquer curso de graduação, em relação a aspectos que, usualmente, não fazem parte do currículo do curso de graduação que o aluno está matriculado. Têm como perspectiva ampliar sua formação complementar. III. De extensão profissional: visam desenvolver uma reformulação, geralmente parcial, um aprofundamento ou uma complementação de habilidades e conhecimentos que compõe o perfil e a formação profissional em um determinado setor ou área de atuação profissional. d) Produção de materiais impressos ou audiovisuais: produzidos sob a tutela de docente, visa tornar o conhecimento acessível à comunidade em geral, tais como: I. Materiais informativos e de marketing institucionais: folders, cartazes, banners, painéis, cartilhas, entre outros, que sirvam como meios de informação à comunidade em geral sobre a atividades extensionistas da faculdade, através de uma linguagem objetivas e direta. II. Vídeos, filmes, compact discs, documentários, programas e outros meios: sobre o conhecimento gerado e/ou sistematizado pela faculdade, em qualquer de suas modalidades de trabalho científico, técnico, cultural, entre outros. e) Atividade de prestação de serviços: são as atividades profissionais desenvolvidas sob a orientação de docentes em campos de atuação para P á g i n a | 75 os quais a faculdade desenvolve conhecimento e/ou forma alunos, atendendo as demandas da comunidade, tais como: I. Assessoria: oferta de subsídios através de acompanhamento de tomada de decisão na realização de ações com envolvimento em todas as etapas de trabalho, incluindo avaliação de resultados . II. Consultoria: opinar e emitir parecer sobre assunto, problema, projeto, tema, atividade, entre outros, com ou sem envolvimento com a execução ou acompanhamento do trabalho relacionado ao parecer, e mesmo de sua própria utilização. III. Supervisão: atividade de acompanhamento técnico na execução de trabalhos que podem ser desenvolvidos em periodicidade contínua ou alternada. f) Sistemas de Informação: desenvolvido sob a orientação de docente da FAP, abrange a organização, sistematização e disponibilização de informações institucionais e produção de materiais educativos, científicos, culturais, sociais, para veiculação nos variados meios de comunicação. g) Criação, manutenção e/ou participação em programas de estações de Rádio ou televisão: visando tornar disponível à sociedade o conhecimento produzido pela Faculdade. Art.6º A carga horária mínima a ser cumprida no decorrer do curso de graduação é de 120 horas, levando-se em observância as particularidades do Projeto Pedagógico do curso. Parágrafo único. Cursos que contemplam em seu Projeto Pedagógico carga horária de Atividades Complementares superior a 120 horas poderão, a critério da Coordenação, deferir a carga horária máxima em cada categoria em dobro. Art. 7º A carga horária máxima, por categoria, é a que segue no quadro abaixo: Atividade / Modalidade 1. Atividades de ensino Documento comprobatório C.H. máxima 1.1. Cursar disciplina eletiva não prevista na organização curricular 1.2. Prestar monitoria realizada sob tutoria de docente Declaração da IES constando aproveitamento da disciplina e carga horária total. Declaração da FAP, contendo a carga horária desenvolvida. 1.3. Participar em programas de apoio pedagógico sob tutoria de docente Declaração da FAP, contendo a carga horária desenvolvida. 40 horas 1.4. Realização de estágio extracurricular Declaração da entidade onde ocorreu o estágio, contendo período e carga horária total e Relatório padrão das atividades desenvolvidas no estágio. 60 horas 40 horas 40 horas 2. Atividades de pesquisa 2.1. 2.2. Desenvolver projeto de iniciação científica sob tutoria de docente Realizar pesquisa científica sob tutoria de docente Declaração da IES de conclusão e Relatório padrão da atividade desenvolvida com parecer do professor orientador. 60 horas 30 horas P á g i n a | 76 Atividade / Modalidade 2.3. Documento comprobatório Publicar, em revistas especializadas, anis de congresso ou afins, resenhas ou resumos de artigos Cópia da publicação. C.H. máxima 30 horas 3. Atividades de extensão 3.1. 3.2. 3.3. Desenvolver projetos de extensão universitária: conjunto de atividades de caráter educativo, social, ambiental, cultural e tecnológico, as quais são desenvolvidas sob a tutoria de docentes, prestigiando a comunidade acadêmica ou não. Atividades para disseminação do conhecimento: campeonatos, ciclos de estudos, encontros, exposições, feiras, festivais, jornadas, mesas de debates, desfiles, seminários, simpósios, entre outros, incluindo sua organização. Participação em atividades para disseminação do conhecimento: colóquios, conferências, congressos, fóruns, mesas de debates, palestras, recitais, desfiles, seminários, simpósios, visita técnica, entre outros. 30 horas Declaração fornecida pela entidade organizadora. 30 horas Crachá oficial de identificação pessoal no evento ou Fotografias originais que identificam o participante no evento ou 30 horas Certificado de participação ou Ingresso ou Lista de presença 3.4. Cursos de extensão cultural: visando aumentar o conhecimento geral. 3.5. Cursos de atualização universitária. 3.6. Cursos de extensão profissional. 3.7. Produção de materiais impressos ou audiovisuais. 3.8. 3.9. Atividade de prestação de serviço (assessoria, consultoria ou supervisão) Sistemas de informação 3.10. Criação, manutenção e/ou participação em programas de estações de rádio ou televisão Art. 8º 10 horas Certificado constando aproveitamento e carga horária total. Cópia do original e Relatório da atividade desenvolvida com parecer do professor orientador. 40 horas 30 horas 50 horas 60 horas Relatório da atividade desenvolvida com parecer do professor orientador e Certificado emitido pela FAP constando carga horária total 60 horas 60 horas Somente serão aceitas as atividades desenvolvidas pelo aluno no período em que estiver regularmente matriculado no curso. Capítulo III DO REGISTRO ACADÊMICO Art. 9º No último mês de cada semestre letivo, em período estipulado no Calendário Acadêmico, os alunos matriculados nos cursos de graduação oferecidos pela FAP deverão protocolar na Secretaria Acadêmica pedido de convalidação das atividades complementares por ele desenvolvidas ao longo do Semestre. P á g i n a | 77 Parágrafo único. Art. 10 As atividades complementares protocoladas para convalidação que não apresentarem a documentação comprobatória exigida terá o pedido indeferido. Cada Atividade Complementar realizada terá um registro próprio junto a Secretaria Acadêmica, que será protocolado em formulário padronizado. Parágrafo único. A atividade realizada em outra Instituição e/ou Empresa, deverá ser comprovada através de documento próprio, a qual poderá ser convalidada como Atividade Complementar pela Coordenadoria responsável pelo Curso. Art. 11 Esta Resolução entra em vigor nesta data, revogadas as disposições contrárias. Sala dos Colegiados da Faculdade Politec, aos 21 dias do mês de Dezembro do ano de 2009. 6.2. Estágio Supervisionado e Extra curricular A disciplina de estágio também está amparada pela Lei Federal no 6.494 de 07 de dezembro de 1977, e no Decreto no 87.497, de 18 de agosto de 1982 e pela Lei de Diretrizes e Bases, LDB, Lei no 9394/96. § 2º O estágio somente poderá verificar-se em unidades que tenham condições de proporcionar experiência prática na linha de formação do estagiário, devendo o aluno estar em condições de realizar o estágio, segundo o disposto na regulamentação da presente Lei. (Nova Redação dada pela LEI Nº 8.859 - DE 23 DE MARÇO DE 1994 - DOU DE 24/03/94). § 3º Os estágios devem propiciar a complementação do ensino e da aprendizagem e ser planejados, executados, acompanhados e avaliados em conformidade com os currículos, programas e calendários escolares. (Nova Redação dada pela LEI Nº 8.859 - DE 23 DE MARÇO DE 1994 - DOU DE 24/03/94). O Estágio curricular é obrigatório e faz parte da grade curricular do curso de Engenharia de Controle e Automação; considera-se que o aluno esteja apto a realizar o estágio supervisionado quando estiver matriculado nos quatro últimos semestres do curso. O estagiário deverá exercer suas atividades em uma empresa do ramo de engenharia, orientado por um profissional da empresa e supervisionado por um professor da POLI TEC designado como coordenador de estágio. A carga horária mínima a ser cumprida pelo aluno nas atividades de Estágio Supervisionado é de 200 horas. A POLITEC e a empresa deverão firmar um convênio definindo os moldes para realização do estágio. A POLITEC conta um regulamento geral de Estágio Supervisionado e considerando que a participação dos professores é imprescindível nesta importante etapa do desenvolvimento profissional do aluno, deverá ser elaborado um Regulamento de Estágio Supervisionado específico para a Engenharia com a participação de todo o Colegiado de Curso. No Estágio Extra-Curricular, o aluno não receberá a supervisão direta de um professor supervisor da instituição e não há restrições quanto à série de matrícula. Entretanto, o estágio somente pode ser exercido em empresas que tenham convênio firmado com a POLITEC, o aluno deverá entregar um relatório de atividades semestral, com anuência do orientador P á g i n a | 78 externo. As horas trabalhadas no estágio extra curricular são computadas nas atividades extra curriculares 6.3. Trabalho de Conclusão de Curso O Trabalho de Conclusão de Curso – TCC é uma atividade de integração dos conhecimentos adquiridos no decorrer do curso e deverá gerar uma monografia sobre um trabalho, preferencialmente prático e multidisciplinar da área de Engenharia de Controle e Automação. Estão previstas na grade curricular as disciplinas Trabalho de Conclusão de Curso I e II, nas quais haverá um professor responsável à orientação coletiva, tendo como atividades a divulgação do Regulamento de TC e divulgação do formato de apresentação da monografia e pela coordenação geral dos trabalhos. Haverá ainda um professor orientador responsável pela orientação individual do TC. A IES conta com a Circular Normativa que regulamenta os TCC e uma estrutura de apoio à elaboração dos Trabalhos de Conclusão Curso, caracterizado pelo Núcleo de Pesquisa, cujas principais finalidades são: A manutenção de uma permanente assessoria metodológica ao aluno, visando à elaboração do seu projeto de Trabalho de Curso; A constante busca pela qualidade dos projetos, visando a manutenção de um bom nível de qualidade nos trabalhos finais; O registro de todos os dados referentes às etapas de elaboração do projeto e do Trabalho de Curso; A aprovação dos projetos de Trabalho de Curso; A montagem das bancas de Trabalho de Curso; A constituição de um banco de dados referentes aos trabalhos apresentados. O Colegiado de Curso poderá propor e também aprovar mudanças no regulamento para o Trabalho de Curso. Assim, o Trabalho de Curso I envolve basicamente a pesquisa bibliográfica específica para o trabalho; Elaboração dos capítulos referentes à contextualização, fundamentação teórica e metodologia de pesquisa, com base no Plano de Trabalho; já na disciplina Trabalho de Curso II, o trabalho em questão será finalizado e submetido à defesa pública perante banca. Segue a Resolução na íntegra do padrão de Trabalhos de Conclusão de Curso da Faculdade Politec: RESOLUÇÃO No 45, de 28 de Maio de 2011 Revoga a Resolução nº 19, de 15 de Junho de 2005 e regulamenta o Trabalho de Conclusão de Cursos da Faculdade Politec – FAP. P á g i n a | 79 O Diretor Geral da Faculdade Politec – FAP, no uso de suas prerrogativas legais e regimentais e na qualidade de Presidente do CONSELHO SUPERIOR e considerando a aprovação por parte daquele Colegiado, RESOLVE: REGULAMENTO CAPÍTULO I Das Disposições Gerais Art. 1º. De acordo com os anexos do Regimento Interno Unificado da Faculdade Politec - FAP, os cursos oferecidos pela Instituição incluem, como requisito curricular, o Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação (TCC), relacionado com as disciplinas das áreas profissionalizantes. Art. 2º. No último ano do curso, deve ser reservada uma carga horária semanal para as atividades relacionadas ao desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso. Art. 3º. O Trabalho de Conclusão de Curso constitui-se em um trabalho de graduação, elaborado pelo aluno, sob orientação de um professor-orientador e submetido à aprovação de uma comissão de professores, aprovada pelo CONSUP. §1º. O Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação deve estar voltado para a pesquisa, privilegiando temas relacionados a problemas da realidade atual, podendo incluir: a) Revisão crítica da literatura sobre determinado tema ou assunto escolhido; b) Desenvolvimento e apresentação de tema com contribuição pessoal e aplicação prática; c) Trabalho original de pesquisa. §2º. Os subsídios teóricos, práticos e metodológicos de pesquisa, adaptados às peculiaridades da área do tema escolhido para o Trabalho Final de Conclusão de Curso de Graduação, serão oferecidos ao orientando pelo professor-orientador. Capítulo II Da Coordenação P á g i n a | 80 Art. 4º. Cabe ao CONSUP designar, dentre os professores portadores do título de Doutor ou de Mestre, um professor para exercer as funções de Coordenador das atividades relacionadas aos Trabalhos de Conclusão de Curso. Parágrafo único. A indicação de que trata o caput deste artigo poderá recair, excepcionalmente, sobre o professor especialista, nos casos em que não existam professores portadores dos títulos necessários. Art. 5º. São atribuições do coordenador: a) Fazer cumprir as presentes normas, divulgando-as para os alunos inscritos no trabalho final de graduação; b) Elaborar e divulgar anualmente o calendário de atividades relacionadas ao desenvolvimento dos trabalhos finais de graduação; c) Indicar, para aprovação do CONSEP, os nomes dos professores para composição da comissão examinadora responsável pela avaliação dos trabalhos finais de graduação; d) Buscar alternativas para solucionar dificuldades surgidas no decorrer do desenvolvimento dos trabalhos, principalmente no que se refere à relação orientador-orientando; e) Encaminhar, anualmente, ao CONSEP, para aprovação, a relação de professores-orientadores dos trabalhos de conclusão de curso. Esta relação deverá ser composta por, no mínimo, cinco professores. Capítulo III Da Inscrição Art. 6º. A inscrição para a realização do trabalho final de graduação é feita no início de cada ano, mediante preenchimento de formulário próprio fornecido pela Secretaria da Faculdade Politec. §1º. Devem se inscrever acadêmicos matriculados no último ano do curso. §2º. O aluno optará por três professores-orientadores nas áreas profissionalizantes de sua preferência, conforme relação fixada pela Direção. §3º. A definição do professor-orientador será feita de acordo com critérios a serem adotados pelo CONSEP. P á g i n a | 81 Capítulo IV Da Orientação Art. 7º. A orientação do Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação será garantida a todos os alunos inscritos, ficando a cargo dos professores -orientadores indicados pelo respectivo coordenador. Art. 8º. A cada início de ano, os coordenadores de curso encaminharão ao CONSEP, para aprovação, a relação de professores -orientadores disponíveis para orientar os alunos inscritos nos trabalhos de conclusão de curso, suas respectivas áreas de orientação e número de vagas oferecidas pelo orientador. Parágrafo único. Após aprovadas pelo CONSEP, a Direção divulgará as relações de que trata o caput do artigo. Art. 9º. Os critérios para o preenchimento do número de vagas disponíveis para orientador obedecerão: I. Às opções do aluno, até o limite das vagas disponíveis por orientador. II. Ao número de trabalhos por orientador que será de, no mínimo, dois e de, no máximo, dez. III. Ao CONSEP, que poderá adotar, para atendimento das opções feitas pelos alunos, os critérios de Notas de Aproveitamento e Frequência até o ano anterior. Art. 10. Tanto o orientador como o orientando não poderão interromper o processo de elaboração do trabalho final de graduação, sem motivo justificado. Parágrafo único. Os pedidos de Término de Orientação, solicitados pelo orientador, ou de Substituição de Orientador, solicitados pelo orientando, relacionados no caput deste artigo, serão encaminhados ao CONSEP, instância em que são analisados os motivos apresentados e decidida a matéria. Capítulo V Da Elaboração dos Trabalhos Art. 11. A elaboração do Trabalho Conclusão de Curso de Graduação tem como embasamento conhecimentos metodológicos e de pesquisa, podendo ser realizado individualmente ou em dupla. P á g i n a | 82 Art. 12. O aluno inscrito no Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação deve apresentar ao Coordenador, até o final do primeiro bimestre, um Projeto de Trabalho, aprovado pelo seu orientador. §1º. As datas para a apresentação do relatório do trabalho em sua primeira versão, para avaliação prévia, e do período destinado à sua revisão para a apresentação da versão final, serão fixadas em calendário próprio Calendário das Atividades do Trabalho de Conclusão de Curso - a ser divulgado pela direção acadêmica no início de cada ano letivo; §2º. A versão final do trabalho será entregue impresso ao orientador, no prazo máximo de vinte dias antes da defesa, em três vias, devendo respeitar as normas técnicas, anexas a este regulamento, acerca da formatação, do tamanho, da apresentação, da linguagem etc; §3º. Os prazos para a avaliação dos trabalhos pelas Comissões Examinadoras obedecerão àqueles fixados no Calendário de Atividades do Trabalho de Conclusão de Curso; §4º. Ao término do processo de defesa e sendo aprovado, o aluno deverá entregar na Secretaria Acadêmica, no prazo máximo de quinze dias, a cópia final do TCC em arquivo eletrônico, versão PDF (disponibilizada em CD ROM, identificado conforme especificado no anexo dessa Resolução). §5º. O TCC que tiver nota maior ou igual a 9,0 (nove) deverá ser entregue também uma cópia impressa e encadernada (capa dura), no prazo máximo de trinta dias, a fim de ser disponibilizada na Biblioteca da Instituição. Capítulo VI Da Comissão Examinadora Art. 13. As Comissões Examinadoras dos trabalhos de conclusão do curso de graduação serão constituídas de três professores, incluindo o professor-orientador do aluno, um professor convidado e mais um professor especialista na área objeto do TCC. Parágrafo único. A Instituição, através da Diretoria Acadêmica, poderá também convidar, na condição de participante, um quarto membro da comunidade para compor a Comissão Examinadora, sendo-lhe vedada a atribuição de nota. P á g i n a | 83 Art. 14. A designação das Comissões Examinadoras será feita pelo CONSEP, após aprovação, considerados os nomes indicados pelos coordenadores, a especificação dos trabalhos e os prazos fixados no Calendário de Atividades Monográficas. Parágrafo único. O professor-orientador será o presidente nato da comissão examinadora, cabendo a ele a condução dos trabalhos. Capítulo VII Da Avaliação Art. 15. A aprovação do trabalho é atribuição, em primeira instância, do professor-orientador, a quem cabe aprovar a primeira versão do trabalho, e depois da comissão examinadora. §1º. A avaliação é feita em formulário próprio a partir do julgamento da qualidade do trabalho apresentado. §2º. Cada membro da Comissão Examinadora atribuirá pontos ao aluno, numa escala de zero a dez. §3º. A apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação poderá ou não ser pública, conforme critérios definidos pelo CONSEP. Art. 16. É considerado aprovado o aluno que obtiver média maior ou igual a 6,0 (seis inteiros) da avaliação realizada pelos três membros da banca examinadora. Art. 17. O aluno que não apresentar o Trabalho de Conclusão de Curso ou não obtiver a nota mínima exigida não poderá colar grau até que normalize sua situação. Art. 18. Após a conclusão do curso, o aluno de que trata o caput do Artigo 17 deverá efetuar uma matrícula regular para Orientação do Trabalho de Conclusão de Curso por período correspondente ao prazo necessário, para que ocorra a apresentação e aprovação do Trabalho de Conclusão de Curso. Art. 19. Os casos omissos no presente regulamento serão resolvidos pelo CONSEP. Capítulo VIII Das Disposições Transitórias P á g i n a | 84 Art. 20. O presente Regulamento para os Trabalhos de Conclusão de Curso de Graduação terá um período de dois anos para as adequações necessárias. Art. 21. No período de que trata o caput do Artigo 20, poderão ser experimentadas novas formas e novos instrumentos que busquem o aperfeiçoamento do processo avaliatório e da sistemática adotada. Art. 22. Excepcionalmente, a critério do professor-orientador, o Trabalho de Conclusão de Curso, dependendo da natureza e do grau de complexidade da pesquisa, poderá ser elaborado por no máximo dois alunos, mediante apresentação de justificativa ao CONSEP e a devida aprovação deste órgão. Art. 23. Nos três primeiros anos de implantação do Curso, enquanto não for designado um Coordenador nos termos do Artigo 4º, as atribuições contidas no Artigo 5º serão de responsabilidade dos coordenadores de curso. Art. 24. Esta Resolução entra em vigor nesta data. Sala dos Colegiados da Faculdade Politec, aos 28 dias do mês de Maio do ano de 2011. P á g i n a | 85 CORPO DOCENTE A. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA 1. Núcleo Docente Estruturante – NDE O Núcleo Docente Estruturante do Curso de Engenharia de Controle e Automação é o órgão de coordenação didática integrante da Administração Superior, destinado a elaborar e implantar a política de ensino, pesquisa e extensão e acompanhar sua execução, ressalvada a competência dos Conselhos superiores, possuindo caráter deliberativo e normativo em sua esfera de decisão. São atribuições do Núcleo Docente Estruturante a) Elaborar o Projeto Pedagógico do Curso (PPC) definindo sua concepção e fundamentos. b) Estabelecer o perfil profissional do egresso do curso. c) Atualizar periodicamente o PPC. d) Supervisionar e acompanhar as formas de avaliação do curso. e) Conduzir trabalho de reestruturação curricular, para aprovação do COT, sempre que necessário. f) Analisar e avaliar os Planos de Ensino dos componentes curriculares. g) Promover a integração horizontal e vertical do curso, respeitando os eixos estabelecidos pelo PPC. h) Acompanhar as atividades do corpo docente, recomendando ao COT a indicação ou substituição de docentes quando necessário. i) Coordenar a elaboração e recomendar a aquisição de lista de títulos bibliográficos e outros materiais necessários ao curso. COMPOSIÇÃO DO NDE Nome do Professor Francisco Carlos Mancin Harilson Mestriner Henrique Neves de Lucena José Alexandre Romano Paulo da Silva Soares Titulação Mestre Mestre Mestre Doutor Doutor Formação Acadêmica Processamento de Dados Matemática Engenharia de Produção Física Engenharia Elétrica Regime de Trabalho Tempo Integral Tempo Parcial Tempo Parcial Tempo Parcial Tempo Parcial P á g i n a | 86 2. Coordenador do Curso I. Nome: Henrique Neves de Lucena II. Titulação: a) Mestrado: Curso: Engenharia de Produção IES: Universidade Metodista de Piracicaba (Capes nota 4) Ano de Conclusão:2009 b) Graduação: Curso: Tecnologia em Mecânica de Precisão IES: Faculdade de Tecnologia de São Paulo - FATEC Ano de Conclusão: 2004 III. Experiência Profissional no Magistério Superior: a) Faculdade POLITEC Celetista formal, Enquadramento Funcional: Professor Adjunto e Coordenador, Carga horária: 20 2013 – atual - Ensino, Engenharia de Controle Nível: Graduação. Disciplinas ministradas Atualmente: Tópicos Especiais de Controle e Automação Gestão de Projetos Planejamento e Controle da Produção e da Manufatura b) Faculdade Politécnica de Campinas (POLICAMP) Celetista formal, Enquadramento Funcional: Professor Adjunto e Coordenador, Carga horária: 20 2008 – atual - Ensino, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia de Produção, Tecnologia em Automação Industrial, Nível: Graduação. Disciplinas ministradas Atualmente: Ética e Exercício Profissional Desenho I Desenho II Desenho Assistido por Computador Planejamento e Controle da Produção e da Manufatura Gestão Empreendedora Metrologia Projeto Auxiliado por Computador P á g i n a | 87 Disciplinas já ministradas: Mecânica dos Fluidos c) Faculdade de Jaguariúna (FAJ) Celetista formal, Enquadramento Funcional: Professor Assistente, Carga horária: 04 02/2009 – 12/2009 - Ensino, Engenharia de Produção, Engenharia de Controle e Automação, Tecnologia em Automação Industrial, Nível: Graduação. Disciplinas ministradas: Engenharia Integrada I Gestão Empreendedora, Projeto Auxiliado por Computador IV. Experiência Profissional fora do Magistério: a) Graftel 2005- Atual Vínculo: Sócio, Enquadramento Funcional: Consultor, Carga horária: Até 20 hrs Atividades: Consultoria em Melhoria e desenvolvimento de Projetos. b) Laboratório SCPM – Sistemas Computacionais para Processos de Manufatura 2006-2009 Vínculo: Pesquisador, Enquadramento Funcional: Pesquisador, Carga horária: 40hrs Atividades: Pesquisa e desenvolvimento . Linhas de pesquisa: Estudo de de estratégias de medição por máquina de medir por coordenadas através de superfícies complexas usinadas c) Laboratório de Vidros e Datação 2005-2005 Vínculo: Iniciação Científica, Enquadramento Funcional: Pesquisa, Carga horária: 30. Atividades: Pesquisa e desenvolvimento . Linhas de pesquisa: Estudo de produção de materiais vítreos de óxidos de metais pesados nano-nucleados com partículas de prata. VI. Regime de trabalho O regime de trabalho do coordenador de curso de Engenharia de Controle e Automação é de tempo parcial, com uma carga horária semanal de 20 horas. Esta carga horária apresenta-se distribuída para coordenação do curso, atividades administrativas e para ministrar aulas. P á g i n a | 88 A carga horária para coordenação apresenta-se em um total de 12 horas semanais, o que representa uma proporção de 1 hora para cada 5 vagas anuais do curso. 3. Colegiado de curso ou equivalente Segundo a prática do funcionamento do colegiado de curso da POLITEC: O Colegiado de Curso é a menor fração da estrutura da Faculdade para todos os efeitos da organização administrativa. O Colegiado de Curso é constituído de todos os docentes de um curso de graduação e um representante discente eleito por seus pares, para efeito de realização do planejamento didático-pedagógico, planos de ensino e aprendizagem e de avaliação do desempenho dos respectivos cursos e de seus agentes. O Colegiado de Curso reunir-se-á, para suas funções, ordinariamente 02 (duas) vezes por ano, cuja convocação será feita pelo Diretor da Faculdade, por escrito, com antecedência mínima de 08 (oito) dias, com ordem do dia indicada. São competências do Colegiado de Curso: I - elaborar, pelos seus docentes, os planos de ensino, cronogramas de aulas e atividades, programas, bibliografia e ementas de cada disciplina, conforme as exigências do projeto pedagógico do curso, antes do início do período letivo, com a devida atualização, para aprovação do Conselho Pedagógico; II - sugerir medidas para aperfeiçoar o perfil profissional de cada curso, em função de suas características profissionais e sociais; III - planejar a distribuição equitativa, ao longo do período letivo, dos trabalhos escolares a serem exigidos dos alunos, nas várias disciplinas do Curso, de acordo com o Calendário Escolar; IV - sugerir e propor para o Coordenador do Curso, cursos extraordinários, seminários ou conferências julgadas necessárias ou úteis à formação profissional dos alunos; V - indicar ao seu Coordenador, bibliografia específica necessária aos planos de ensino, em tempo hábil para constar do plano orçamentário; VI - promover o entrosamento das matérias e/ou disciplinas de sua área com as demais, propiciando o bom andamento dos conteúdos programáticos; VII - zelar pela execução das atividades e dos planos de ensino das disciplinas que o integram; VIII - propor medidas para o aperfeiçoamento do ensino, da pesquisa e da extensão, bem como do próprio pessoal docente; IX - exercer as demais funções previstas neste Regimento ou que lhe sejam delegadas. P á g i n a | 89 B. PERFIL DOCENTE 1. Corpo Docente Tempo de experiência Nome Magistério Outras CORPO DOCENTE ATUAL Regime Disciplinas Ministradas no de curso (disciplinas referentes à Trabalho grade 2014-2019) Alexandre Coutinho Costa Amadeu Vinicius Silva 1 13 Hori sta 2 3 Pa rci al Antonio Henrique Berno Zanutto 1 1 Pa rci al Carlos Augusto Cardoso Marques 6 0 Pa rci al Carlos Eduardo Miralles 7 2 Pa rci al Denis Bonfin Rovigatti 1 3 Pa rci al Edson Leite Lopes Gimenez Ellis Sandra de Souza Lima 13 3 Hori sta 3 3 Pa rci al Fernando Jeronimo Neto 5 17 Pa rci al Felipe Guilherme Gava Cardoso 6 3 Pa rci al Titulação Número Produção Docente* Ci rcui tos Elétricos II Má quinas Elétricas Tra ba lho de Conclusão de Curs o I Tra ba lho de Conclusão de Curs o II Ma nufatura Auxiliada por Computa dor Robótica Industrial Ci rcui tos Lógicos El etrônica I El etrônica II Fundamentos de Ins trumentação Ins trumentação para Automa ção Ci rcui tos Elétricos I El etri cidade Aplicada Hi dráulica e Pneumática Si s temas de Controle I Si s temas de Controle II Automa ção Industrial Des enho Auxiliado por Computa dor Projetos Interdisciplinares I, II, III e IV Proces sos de Produção de Tecnologia Mecânica El ementos de Máquinas Expres são Gráfica Proba bilidade e Es tatística Mecâ nica Geral Fundamentos de Metrologia Opta ti va II Recurs os Energéticos e Des envolvimento Sustentável Economia para Engenharia Es pecialista 0 Es pecialista 0 Mes tre 0 Mes tre 0 Mes tre 3 Es pecialista 0 Mes tre 13 Introdução à Engenharia Ci ências Ambientais Fenômenos de Tra nsporte Ci ência e Tecnologia dos Ma teri ais Ges tão de Projetos Pl a nejamento e Controle da Produçã o e da Ma nutenção Ges tão de Projetos Huma nidades, Ci ências Sociais e Ci da dania Es pecialista 0 Mes tre 0 Mes tre 1 P á g i n a | 90 Francisco Carlos da Silva Francisco Carlos Mancin 2 2 Hori sta 26 5 Integral Genilse Ciavareli Lucas 1 10 Pa rci al Harilson Mestriner 11 5 Pa rci al Henrique Neves de Lucena José Alexandre Romano 7 5 Pa rci al 15 0 Pa rci al Lucas Mariano da Cunha e Silva Marco Antonio Quirino da Veiga Melissa Faion 7 3 Hori sta 11 0 Hori sta 5 9 Hori sta Paulo da Silva Soares 5 5 Pa rci al Sidney Longo 3 3 Pa rci al Valmir Calefi 10 29 Hori sta Éti ca e Legislação Profissional Mi croeletrônica Ci rcui tos Lógicos Informática Aplicada Fundamentos de Medidas El étri cas Al gori tmos e Programação de Computa dores Comuni cação e Expressão Huma nidades, Ci ências Sociais e Ci da dania Ma temática Aplicada Cá l culo Diferencial e Integral I, II, III Mes tre 0 Mes tre 0 Es pecialista 0 Mes tre 0 Coma ndo Numérico Computa dorizado (CNC) Geometria Analítica e Algebra Li near Cá l culo Diferencial e Integral I Fís i ca Geral e Experimental I, II e III Mecâ nica dos Sólidos I Quími ca Geral e Experimental Mes tre 0 Doutor 0 Mes tre 0 Noções de Direito Economia para Engenharia Hi gi ene e Segurança do Tra ba lho Ges tão Ambiental Control adores digitais Redes Industriais Si s temas de Controle Ava nçado Aná l ise de Sinais e Sistemas Opta ti va I Cá l culo Numérico Expres são Gráfica Mes tre 1 Mes tre 0 Doutor 1 Es pecialista 0 Mes tre 0 P á g i n a | 91 2. Produção Científica A Diretoria Geral da Faculdade Politec – FAP-SP, na qualidade de Presidente do CONSELHO SUPERIOR e no uso de suas prerrogativas legais, bem como, segundo o que foi aprovado pelo Colegiado (RESOLUÇÃO No 16, de 15 de Junho de 2005) e considerando que: a) A Instituição tem como uma de suas diretrizes básicas oferecer cursos e serviços de boa qualidade e, dentro desta intenção, pretende investir na capacitação de seus recursos humanos que constituem o eixo condutor de todo o processo educacional e gerencial que a Instituição necessita para atingir seus objetivos com sucesso; b) Os tempos atuais, com todo o dinamismo na evolução da ciência e tecnologia, estão a exigir das Instituições de Ensino Superior espaço privilegiado de criação do saber, uma postura adequada a essa situação, uma vez que são elas que preparam os futuros cidadãos, responsáveis pelo desenvolvimento do País; c) Dentro desse contexto e com a preocupação de estar à frente de seu tempo, a Faculdade Politec – FAP-SP deve possuir um Plano de Qualificação, Capacitação e Aperfeiçoamento do Corpo Docente, acreditando que, certamente, vai garantir a eficácia e eficiência de seu pessoal e promover a consecução dos objetivos propostos pela Instituição em seu Projeto Pedagógico, RESOLVE: Art. 1o. Fica instituído o Plano de Qualificação, Capacitação e Aperfeiçoamento do Corpo Docente (PQCD) da Faculdade Politec – FAP-SP, na forma do que dispõe esta Resolução. Art. 2o. O Plano de Qualificação, Capacitação e Aperfeiçoamento do Corpo Docente da Faculdade Politec visa: a) Oferecer aos seus professores cursos de pós-graduação “Lato-Sensu” próprios ou em convênio com outras Instituições; b) Propor aos seus professores cursos de pós-graduação “Stricto-Sensu” no país ou fora dele; c) Oportunizar aos seus professores cursos de aperfeiçoamento e atualização, mediante programas próprios, contratados ou conveniados com outras Instituições; d) Oportunizar aos seus professores a participação em seminários, eventos, congressos, simpósios, palestras e eventos similares. § 1o. Os professores participantes de curso de pós-graduação “Lato-Sensu”, no país ou fora dele, farão jus a uma bolsa de 75% (setenta e cinco por cento) do valor correspondente da mensalidade e o ressarcimento das despesas de deslocamento, quando for o cas o, assegurado o salário correspondente, quando for necessário o deslocamento para outra localidade. Fará jus ainda a um acréscimo a título de bolsa complementar, do valor correspondente a 4 (quatro) horas/aula durante o tempo de duração do curso, até um prazo máximo de 1 (um) ano. § 2o. Os professores participantes em Programas de pós-graduação “Stricto-Sensu”, no país ou fora dele, próprios ou de outras Instituições, farão jus a uma bolsa de 75% (setenta e cinco por cento) do valor correspondente à mensalidade e o ressarcimento das despesas de deslocamento, quando for o caso, assegurado o salário correspondente, quando for necessário o deslocamento para outra localidade. Fará jus ainda a um acréscimo do valor correspondente a 6 (seis) h/a a título de bolsa complementar durante tempo de duração do curso, até um prazo máximo de 3 (três) anos. § 3o. Os professores participantes de eventos de que trata a letra “d”, quer na condição de participante ou na de palestrante, terão suas despesas de passagens, estadas, inscrições etc., ressarcidas pela Instituição, além de considerar os períodos como efetivo exercício. P á g i n a | 92 Art. 3o. O professor beneficiado com os programas de que tratam as letras “a” e “b” do artigo 2o e que tenham usufruído os benefícios que se refere o artigo 2o e seus parágrafos firmarão termo de compromisso de permanecerem na Instituição pelo prazo de 2 (dois) anos. Parágrafo Único. Ocorrendo o desligamento durante o curso, por iniciativa do beneficiado, o mesmo sujeitar-se-á ao ressarcimento à Instituição do valor correspondente e, se ocorrer o desligamento durante o curso por iniciativa da Instituição, os benefícios serão suspensos na data em que ocorrer o fato. Art. 4º. Anualmente, a Instituição abrirá, mediante edital, as inscrições para bolsas para os programas de pós-graduação “Stricto Sensu” e “Lato-Sensu”, de acordo com o Plano de capacitação docente e número de vagas oferecidas anualmente para capacitação de docentes. Parágrafo Único. Os critérios de classificação serão estabelecidos por uma Comissão designada pelo Diretor Geral, cuja comissão indicará os classificados. Art. 5o. Os programas de aperfeiçoamento e atualização serão oferecidos por proposta da Diretoria Acadêmica com aprovação da Direção Geral. Art. 6o. Para atender as despesas decorrentes desta Resolução, a Instituição destinará recursos para atender o artigo 4º. Art. 7o. Sendo admitido que esteja em programa “Lato-Sensu” ou “Stricto-Sensu”, a Instituição poderá, mediante manifestação favorável do CONSELHO SUPERIOR, incluí-lo nos dispositivos desta Resolução, após 3 (três) meses de trabalho na FAP-SP, por proposta da Direção Acadêmica, sujeitando-se o beneficiado a todos os termos desta Resolução. Art. 8o. Esta Resolução entra em vigor nesta data, surtindo seus efeitos a partir do segundo ano de funcionamento da FAP-SP. Art. 9o. Revogam-se as disposições em contrário. P á g i n a | 93 C. CONDIÇÕES DE TRABALHO Atualmente o curso de Engenharia de Controle e Automação conta com 22 professores, sendo 01 em tempo integral, 13 em tempo parcial e 8 professores horistas; tendo 131 alunos matriculados no primeiro semestre letivo de 2014. 1.1.1. Número de alunos por turma em disciplina teórica Atualmente o curso de Engenharia de Controle e Automação conta com 5 turmas: 2° semestre: 14 alunos, 4° semestre: 6° semestre: 13 alunos, 8° semestre: e 10° semestre: As turmas têm disciplinas teóricas individualmente. 1.1.2. Número médio de disciplinas por docente O curso conta com 69 disciplinas em sua grade curricular, tendo uma média de 6,9 disciplinas por semestre ao longo de seus 10 semestres. O curso tem em seu quadro atualmente 22 docentes. Sendo assim temos a seguinte situação para os últimos anos: Total de média de disciplinas por semestre por docente para o curso de ECA nos últimos dois anos: 1,56. CONDIÇÕES DE TRABALHO N° de docentes 22 docentes Vagas anuais autorizadas * Vagas autorizadas / Docente equivalente a TI ** Alunos por turma Disciplina Teórica Média de disciplinas por docente nos últimos dois anos 60 va ga s a nua i s = 60 va ga s a utori za da s / 01 docente TI =60 va ga s a utori za da s /docente TI =27 a l unos /turma 1,56 * Ver publicação de autorização ou reconhecimento do curso ** Tempo Integral P á g i n a | 94 INSTALAÇÕES FÍSICAS A. INSTALAÇÕES GERAIS 1. Sala de Professores e Sala de Reuniões A IES possui uma sala de professores, equipadas com computadores com acesso a internet e também com rede sem fio. A sala dispõe de poltronas, cadeiras e mesas para que o trabalho do docente tenha a comodidade necessária às atividades dese nvolvidas. É disponibilizada ainda uma sala de reuniões, ampla e arejada para as atividades a que se propõem cujo uso depende de agendamento prévio. Todas as salas são adequadamente iluminadas, ventiladas e com as dimensões necessárias ao bom desenvolvimen to das atividades do curso. 2. Gabinete de Trabalho para Professores A coordenação do curso está instalada em uma sala de 12,0 m², com computador com acesso a internet e acesso a rede sem fio, mesa, telefone, armário para a guarda de documento e demais acessórios pertinentes à sua atividade. Tem também apoio técnicoadministrativo. 3. Salas de Aula Todas as salas de aula estão equipadas com carteiras em excelente estado de conservação. Possuem cortinas para isolamento de iluminação externa, quadro branco, tomadas para a instalação de equipamentos didático-pedagógicos (TV, DVD, Data-Show, Retroprojetor, entre outros) e tela de projeção. Possuem ventilação adequada e iluminação com lâmpadas fluorescentes em quantidade adequada para garantir o conforto dos alunos. 4. Acesso dos alunos a equipamentos de informática A IES possui atualmente com 75 computadores para o acesso dos alunos, todos com acesso a internet, distribuídos em três laboratórios de informática, biblioteca e sala de orientação de TCC. No turno de funcionamento do curso de Engenharia de Controle e Automação (noturno) a IES possui 540 alunos, resultando numa proporção de um terminal para 7,2 alunos 5. Acessibilidade a portadores com deficiência A POLITEC possui infraestrutura adaptada aos requisitos de acessibilidade de pessoas portadoras de necessidades especiais. Sua infraestrutura conta com vagas de estacionamento P á g i n a | 95 exclusivas, rampas de acesso, banheiros adaptados, entre outros. Desta maneira, a IES ate nde as exigências contidas no Parecer Técnico nº 1126/2001 e no Decreto n° 5.296/2004. B. REGISTROS ACADÊMICOS A administração da Faculdade POLITEC é exercida pelos órgãos abaixo relacionados, cujas atribuições estão descritas no Regimento da Instituição: I- de Administração Superior: a) Conselho Pedagógico - COP; b) Diretoria Geral. II- de Administração Básica: a) Diretoria da Faculdade; b) Coordenadoria de Curso; c) Coordenadoria do Instituto Superior de Educação – ISE O Corpo Técnico-Administrativo, constituído por todos os servidores com funções nãodocentes e técnicos de laboratórios, tem a seu cargo os serviços necessários ao bom funcionamento dos diversos setores da Faculdade. A organização acadêmico-administrativa está apoiada no Sistema de Gestão Acadêmica RM, da TOTVS. A organização acadêmico-administrativa está apoiada no Sistema de Gestão Acadêmica RM, da TOTVS. A plataforma de operação do sistema é baseada num Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGDB) que garante a unicidade e a confiabilidade das informações, além de contar com um sistema de backup da base de dados. O sistema RM transcende a esfera acadêmica, sendo responsável pela gestão financeira, contábil e patrimonial da Instituição, operando como um sistema ERP (Enterprise Resourcing Planning). Para melhor controle, distribuição e recuperação das informações, e para facilitar o acesso aos usuários, o sistema divide-se em módulos integrados, assim distribuídos: Classisnet; Biblios, Labore, Agilis, Bis, Fluxus, Nucleus, Saldus, Portal. Como ferramenta de gestão, o RM permite que os professores, coordenadores de curso e diretores das unidades acadêmicas acompanhem os apontamentos de notas e faltas de seus alunos, através dos módulos Portal, Classisnet e Agilis. Coerente ao projeto pedagógico e ao controle acadêmico, o módulo Biblios permite: identificar a comunidade usuária; catalogar livros e periódicos; cadastrar editoras e fornecedores; consultar o acervo (conforme critérios definidos – local ou via internet); controlar a circulação de empréstimos, retiradas e renovações; controlar reservas; estabelecer políticas de empréstimo diferenciadas por grupos de usuários e tipos de materiais; controlar multas por atraso na devolução, de acordo com o regulamento da Biblioteca; emitir relatórios variados. Além disso, o acesso por meio da intranet permite aos alunos acessar informações importantes para o acompanhamento de sua vida acadêmica e financeira, utilizando diferentes módulos. P á g i n a | 96 Organização do controle acadêmico O controle acadêmico é exercido pela Central de Atendimento – de apoio direto à Diretoria e demais órgãos da Instituição – que se compõem pelos setores de Controle Acadêmico, Arquivo e Atendimento/Protocolo. A CA é responsável pelo registro, controle e expedição de todas as informações acadêmicas, tais como: registro da documentação legal exigida pelos órgãos oficiais; emissão de documentos e relatórios relativos à vida acadêmica dos alunos; acompanhamento da frequência às atividades didáticas e pedagógicas; lançamento e controle das avaliações emitidas pelos professores; processos de matrícula, de trancamento e de transferência, entre outros. Por meio do Protocolo/Atendimento os alunos são recebidos e podem fazer qualquer tipo de solicitação: da matrícula de ingresso na Instituição à solicitação do seu diploma, ao final do curso. O atendimento pode ocorrer: pessoalmente nos guichês, via telefone ou via internet (online). Este setor trabalha em conjunto com o Apoio Docente, que tem por finalidade prover os docentes em tudo o que é necessário para o encaminhamento diário às aulas. O setor de Arquivo é responsável pela guarda dos documentos oficiais da instituição, incluindo o prontuário de todos os alunos, assim como pela confecção do diploma e envio do mesmo para registro, na UFSCAR – Universidade Federal de São Carlos. C. BIBLIOTECA 1. Política de aquisição de livros da Bibliografia Básica e Complementar A bibliografia encontra-se distribuída, junto com as demais bibliografias dos outros cursos oferecidos pela IES, numa área de aproximadamente 200 m². A política de aquisição de títulos de periódicos da IES é feita por meio de um trabalho articulado entre a Biblioteca, os Coordenadores de Cursos e os Docentes. São analisados e indicados títulos de abrangência temática, distribuídos entre as principais áreas do curso. Para isto, o ponto de referência é sempre o Projeto Pedagógico e nele as ementas das várias disciplinas que compõem a matriz do curso. Os títulos indicados são adquiridos a partir da implantação do Curso nas unidades e são renovados anualmente. Outras indicações podem ser feitas no decorrer do Curso, mediante necessidade e adequação. 2. Periódicos especializados indexados e correntes Estão disponíveis aos alunos do curso de Engenharia de Controle e Automação diversos periódicos e anais de congressos correntes, listados na Tabela 3. O acesso remoto à Base de Dados Nacionais e Internacionais, disponíveis pelos diversos convênios/contratos a serem efetuados, será efetivado através de link permanente com a Internet, operando em banda larga, que será estabelecido diretamente com empresas de P á g i n a | 97 telecomunicações prestadoras de serviços especializados de acesso à Internet. Esta conexão será disponibilizada diretamente ao Servidor de Web, o qual deverá prover acesso aos demais servidores que estarão gerenciando a rede local. Tal conexão permitirá, aos usuários da Biblioteca, acesso aos Centros de Informações e de Banco de Dados Públicos e Privados (que comercializam informações). Tabela 3. Relação de periódicos e anais de congressos indexados ao Curso de Engenharia de Controle e Automação PERIÓDICOS E REVISTAS Periódico Número de Periódicos Disponíveis Ano ISSN Revista Controle e Automação¹ Informática na educação: teoria & prática² Journal of the Brazilian Computer Society³ Revista de Informática Teórica e Aplicada – RITA4 49 números 24 números 2002 a 2012 1999 a 2009 0103-1759 1516-697X 36 números 1997 a 2009 0104-6500 19 números 2004 a 2014 2175-2745 Revista de Iniciação Científica 5 Sociedade Brasileira de Matemática Aplicada e Computacional6 Revista de Ciências Exatas e Tecnologia 7 Journal of Information Systems and Technology Management 8 Advances in Electrical and Computer Engineering9 Computer Science Master Research10 06 números 04 números 2011 a 2013 2008 a 2012 1519-8219 1984-8218 06 números 2006 a 2011 1980-1793 11 números 2004 a 2014 1807-1775 14 números 2011 a 2014 1844-7600 02 números 2011 2247-5575 ANAIS DE EVENTOS E CONGRESSOS Evento ou Congresso Encontro Nacional de Engenharia de Produção (ENEGEP) 11 (SIMPEP)12 Simpósio de Engenharia de Produção Simpósio de Administração da Produção, Logística e Operações Internacionais (SIMPOI)13 International Conference on Industrial Engineering and Operations Management (ICIEOM) 14 1. http://www.s ci el o.br/s ci el o.php?s cri pt=s ci _s eri a l &pi d=0103-1759&l ng=pt&nrm=i s o 2. http://www.i p.pbh.gov.br/edi coes .html 3. http://www.s ci el o.br/s ci el o.php?s cri pt=s ci _s eri a l &pi d=0104-6500&l ng=pt&nrm=i s o 4. http://s eer.ufrgs .br/i ndex.php/ri ta /i ndex 5. http://s eer.ufrgs .br/rei c 6. http://www.upf.br/s eer/i ndex.php/ree 7. http://s a re.a nha nguera .com/i ndex.php/rcext/i ndex 8. http://www.s ci el o.br/s ci el o.php?s cri pt=s ci _s eri a l &pi d=1807-1775&l ng=pt&nrm=i s o 9. http://www.a ece.ro/ 10. http://cs mr.cs .pub.ro/i ndex.php/cs mr/i ndex Anos disponíveis 1996 a 2009 1999 a 2009 2002 a 2009 1996 a 2009 P á g i n a | 98 11. http://www.a bepro.org.br/i ndexs ub.a s p?s s =46 12. http://www.simpep.feb.unesp.br/anais.php 13. http://www.simpoi.fgvsp.br/ 14. http://publicacoes.abepro.org.br/ D. INSTALAÇÕES E LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS Para a implantação dos laboratórios foi observado à área, a quantidade/ proporção de equipamentos adequados para as turmas e a acessibilidade aos laboratórios por portadores de deficiência. Atualmente o curso de Engenharia de Controle e Automação da POLITEC, conta com seis laboratórios específicos, cada qual para atender a uma necessidade específica do curso e atender as habilidades e competências cogentes as disciplinas. Os laboratórios foram implantados de acordo com a Tabela 4. Tabela 4. Cronograma de Implantação dos Laboratórios Laboratório Capacidade Implantação Laboratório de Redes e Eletricidade 30 alunos 1o / 2010 Laboratório de Sistemas Embarcados 30 alunos 1o / 2010 Laboratório de Física 30 alunos 1o / 2009 Laboratório de Química 30 alunos 1o / 2009 Laboratório de Processos de Fabricação 30 alunos 2o / 2007 Laboratório de Metrologia 30 alunos 2o / 2008 Laboratório de Informática e CAD/CAM/CAE 30 alunos 2o / 2012 Utilização 2o / 2010 2o / 2010 1o / 2009 1o / 2009 1o / 2008 1o / 2009 1o / 2013 1. Laboratório de Redes e Eletricidade A capacidade do laboratório é de 30 alunos. A Tabela 5 indica os equipamentos do Laboratório de Redes e Eletricidade. Tabela 5. Equipamentos do Laboratório de Redes e Eletricidade Laboratório de Redes e Eletricidade Leitor de DVD Philips DVP3020 - Prata Dell Optiplex 745 - Intel Pentium D 3.0ghz - 2gb DDR2 - 160gb HD Sata Samsung - DVDRW Preto e Cinza Monitor LCD 15" - DELL mod. E157FP - Preto Rack vertical para switch em aço modular 44us aberto - 78cm(L) x 2,30m(A) x 18cm(P) Bege Patch Panel Furukawa 24 portas RJ45 - Preto Switch Cisco Catalyst 2950 24 portas RJ45- Cinza P á g i n a | 99 Switch Cisco Catalyst 2950 24 portas RJ45- Cinza Hub 3Com Super Stack II 12 portas RJ45 - Branco Switch 3Com Super Stack II Switch 3300 12 portas RJ45 - Branco Roteador Cisco 2501 3 seriais, 2 portas RJ45 - Cinza Projetor Dell DLP 1800MP - Preto e Cinza Suporte para projetor teto em metal - Cromo Armário em aço com 2 portas com chave ISMA - 90cm(L) x 197cm(A) x 47cm(P) - Bege Estante em aço aberta com 6 prateleiras, modular ISMA - 93cm(L) x 200cm(A) x 30cm(P) Cinza Armário em aço com 2 portas com chave ISMA - 120cm(L) x 200cm(A) x 43cm(P) - Cinza Mesa em MDF marca Rivera - 97cm(L) x 73cm(A) x 60cm(P) - Bege Armário baixo 2 portas em MDF marca Rivera - 80cm(L) x 73cm(A) x 60cm(P) - Bege Gaveteiro com 2 gavetas MDF marca Rivera - 40cm(L) x 53cm(A) x 49cm(P) - Bege Cadeira Almofadada Giratória c/ apoio para braço e ajuste de altura, FlexForm - Preta Cadeira Almofadada Giratória c/ apoio para braço e ajuste de altura, FlexForm - Preta Etiquetadora Térmica Brother PT-1650 - Cinza Kit Universal de Conectorização manual de Fibra Óptica Fibracem - Preto Multímetro Analógico Minipa ET-3021 - Cinza Patch Panel Furukawa Plus Cat.5e 24 portas RJ45 - Preto Patch Panel Furukawa Standard Cat.5e 24 portas RJ45 - Cinza Painel de Conexão 110 pares Furukawa - Preto Kit Microcontrolador Infineon XE167F EK V1 - Verde Demoboard Infineon BTS3160D v1.1 - Verde Demoboard Infineon TLE8366EV - Verde Demoboard Infineon TLE6208-3G Evaluation Kit - Verde Kit de Lógica Programável Altera MX7-AL3 Baseado em Cpld Max7000S - Verde Kit Dual Motor Drive Infineon - Verde P á g i n a | 100 Kit Universal de Conectorização manual de Fibra Óptica Pro'sKit - Preto Badisco Gôndula Intelbrás - Preto Badisco Gôndula Intelbrás - Preto Escada de ferro expansível 6 degraus 2 metros altura - cinza Distribuidor Óptico Furukawa - Preto Testador Remoto de Rede RJ45, RJ11, 10Base-2, 10Base-5 e USB - Branco Internet Camera Micronet SP5530 Rede RJ45 - Branco Internet Camera TrendNet TV-IP301W Rede RJ45, Wireless - Prata Hub USB 2.0 4 Portas Leadership - Preto Placa Wireless PCI TrendNet TEW-423PI - Verde Alicate Tramontina Pro Vanadium - Laranja Alicate Furukawa RJ45 - Azul Alicate Push Down Furukawa - Amarelo Alicate Push Down - Cinza Mini Furadeira Tblack 12000rpm 12Vcc - Preta Osciloscópio Agilent MSO6012A Escada de ferro 6 degraus 2 metros altura - metal Banqueta almofadada 4 pés - h=60cm - Preta Tela de projeção Nardeli - 2m(L) x 1,5m(A) - Branca Lousa em fórmica - 4m(L) x 1,20m(A) - Branca Kit Instrumentação – Smart CNC Kits de Motores Elétricos e Acionamentos – Motor 1CV, Inversor e kit estrela-triângulo Alicate Amperímetro 2. Laboratório de Sistemas Embarcados A capacidade do laboratório é de 30 alunos. A Tabela 6 indica os equipamentos do Laboratório de Sistemas Embarcados. P á g i n a | 101 Tabela 6. Equipamentos do Laboratório de Sistemas Embarcados Bancada em fórmica com 1 prateleira - 2,80m(C) x 1,40m(H) x 0,80m (L) - Branca Carteira Universitária em fórmica - Bege Banqueta almofadada 4 pés - 60cm(H) - Preta Tela de projeção Nardeli - 2m(L) x 1,5m(A) - Branca Lousa em fórmica - 6m(L) x 1,20m(A) - Branca Armário em MDF com porta de vidro e chave marca Rivera - 50cm(L) x 60cm(A) x 70cm(P) Cinza Mesa em "L" em fórmica - 1,20m(L) x 1,20m( C) x 73cm(H) - Bege Gerador de Funções Digital 20Mhz Minipa mod. MFG-4221A Osciloscópio Digital Agilent 100MHz mod. DSO3102A Osciloscópio Digital TekTronics 70MHz mod. TDS2002C Protoboard Minipa MP-2420 Estação de Solda Weller WESD51 220v Fonte de alimentação Minipa mod. MPL-3303 Multímetro Digital Minipa Minipa ET-2082B Motor de Indução Trifásico 0,5cv - Azul Cadeira Almofadada Giratória c/ apoio para braço e ajuste de altura, FlexForm - Preta Dell Optiplex 745 - Intel Pentium D 3.0ghz - 2gb DDR2 667mhz - 160gb HD Sata Samsung DVDRW Monitor LCD 17" - DELL mod. E177FP - Preto Rotor hidráulico em Alumínio - Prata Kits de Programação PIC via USB Kits de Servos motores com Drives Kits de Motores de Passo Robôs Educacionais com programação Arduino P á g i n a | 102 3. Laboratório de Física A capacidade do laboratório é de 30 alunos. A Tabela 7 indica os equipamentos do Laboratório de Física. Tabela 7. Equipamentos do Laboratório de Física CLP Hi Tecnologia eZAP 910 com ZTK 91X Entrada e Saídas, Digitais e Analógicas Dell Optiplex 320 - Intel Celeron D 3.06ghz - 1gb DDR2 533mhz - 320gb HD Sata Samsung DVDRW Banqueta almofadada 4 pés - 60cm(H) - Preta Monitor LCD 17" - DELL mod. E177FP - Preto Armário em aço com 2 portas com chave ISMA - 120cm(L) x 200cm(A) x 43cm(P) - Cinza Estante em aço aberta com 5 prateleiras, modular ISMA - 93cm(L) x 200cm(A) x 30cm(P) Cinza Estante em aço aberta com 4 prateleiras, modular ISMA - 93cm(L) x 200cm(A) x 30cm(P) Cinza Estante em aço aberta com 3 prateleiras, modular ISMA - 93cm(L) x 200cm(A) x 30cm(P) Cinza Armário com 3 prateleiras em MDF marca Rivera - 80cm(L) x 110cm(A) x 50cm(P) - Bege Conjunto Para Queda Livre Bosak - Ref. 8303 Maxwell Unidade Experimental Reynolds Maxwell - Vermelho Painel Pneumático Metal Work com Fonte chaveada 24 VCCx5A - 3 válvulas, 3 pistoões Cronômetro Digital de 1 a 4 intervalos Sucessivos - Muccillo - Ref. 8203-63 - Cinza Conjunto para Lançamentos Horizontais Möller VI Maxwell Gerador Eletrostático EM-2023 - Maxwell Gerador Eletrostático EM-2023 - Maxwell Dilatômetro Wunderlich Linear de Precisão XII - Ref. 7705-A - Maxwell Colchão de Ar Linear Hentschel - Ref. 8203 - Maxwell Módulo de Young - Maxwell P á g i n a | 103 Balança de Torção para Mecânica e Eletromagnetismo - Ref 7722 - Maxwell Unidade Acústica Muswieck - Ref. 8206 - Maxwell Voltímetro Trapezional Maxwell- Ref. 7824-A Galvanômetro Trapezional Maxwell - Ref. 6032 Amperímetro Trapezional MaxWell - Ref 7823-A Swtich Dell Power Connect 2724 Fonte de Alimentação Fré-Reis - Ref. 8600 - Maxwell Escala Centimetrada 1m Maxwell- Branca Painel Acrílico para Associações de Resistores Amorim Maxwell - Ref. 7753 Balanço Magnético Maxwell - Acrílico Unidade Geradora de Calor com Lâmpada 200w - Vermelho Fonte de Alimentação Rizzi CC Estabilizada Maxwell - Branca Vaso Comunicante com Bomba - Maxwell Tunel de Ar - Vermelho Mesa de Força Maxwell - Preto Plano Inclinado Completo - Maxwell ref.7703 Luminária Xenon Strobo - Maxwell Ref 9000-02 Cuba Ondas - Maxwell Ref - 7720B Paquímetro Aço 150mm - Aço Polido Micrômetro Aço de 0 a 25mm - Aço Polido Diapasão com Caixa de Ressonância Maxwell Termo Higrômetro - Preto Kit Transformador Universal com 3 bobinas - Preto Disco Vibrante - Preto Aparelho Rotativo Maxwell - Preto Conjunto Para Lançamentos Horizontais Muller VI - Preto P á g i n a | 104 Lançador de Projétil Maxwell - Preto 4. Laboratório de Química A capacidade do laboratório é de 30 alunos. A Tabela 8 indica os equipamentos do Laboratório de Química. Tabela 8. Equipamentos do Laboratório de Química Descrição Bancadas com alimentação de água, GLP e eletricidade. Balança eletrônica semi analítica Balança digital Balança de plataforma e escala tríplice Estufa Capela Banho Maria Forno até 1400ºC Equipamentos de manipulação química (almofariz, béquer, balões volumétricos, cadinho, dissecador, bureta, erlenmeyer, funil, pipeta, proveta, tripés, agitadores com aquecimento, espátulas etc.), Reagentes químicos diversos 5. Laboratório de Processos de Fabricação A capacidade do laboratório é de 30 alunos. A Tabela 9 indica os equipamentos do Laboratório de Processos. Quant. 01 01 01 01 01 01 03 Várias Várias 01 03 1 kit Diversos 02 Tabela 9. Laboratório de Processos de Fabricação Descrição Furadeira de Bancada Torno CNC Máquina de Solda Mig-Mag Esmeril Policorte Cabine de Solda Alicates desencapadores de fios Chave de fendas Chaves Phillips Serra Vertical Bancadas Ferramentas diversas Kits EPI Armários de Aço P á g i n a | 105 6. Laboratório de Metrologia A capacidade do laboratório é de 30 alunos. A Tabela 10 indica os equipamentos do Laboratório de Metrologia. Tabela 10. Laboratório de Metrologia. Termo Higrômetro - Preto Suporte para Micrômetro em metal Relógio Comparador - Cromo Calibrador de Folga (conjunto de escalas metálicas) Escala em Aço 300mm - Metal Polido Multímetro Digital Minipa Minipa ET-2082B Fonte de alimentação Minipa MPL-3303 Transferidor em Aço - Metal Polido Esquadro de Precisão Mitotoyo Conjunto Bloco Padrão de 2,5mm a 25mm Metal - Cromo Micrômetro Aço Externo de 0 a 25mm Digimes - Metal Polido 7. Laboratório de Informática e CAD/CAM/CAE A capacidade do laboratório é de 30 alunos. A Tabela 11 indica os equipamentos do Laboratório de Informática e CAD/CAM/CAE. Tabela 11. Equipamentos do Laboratório de Informática e CAD/CAM/CAE Quant. Descrição 25 Microcomputadores 50 Licença de Compilador C 20 Licença de Software livre GOELAN – (sistema CAM) 50 Licença de Software Siemens Solid Edge versão ST6 – (sistema CAD/CAE)