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JETO PEDAGÓGICO
CURSO:
Curso Superior de Engenharia de
Controle e Automação
2013
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SUMÁRIO
DADOS DO CURSO ...............................................................................................................4
ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA...............................................................................9
A. Contexto Educacional ...................................................................................................9
1.
Implementação das Políticas Institucionais constantes no PDI, no âmbito do curso .9
2.
Auto-avaliação do curso ...................................................................................... 14
3.
Atuação do Coordenador do Curso....................................................................... 15
B. Projeto Pedagógico..................................................................................................... 16
1. Objetivos do Curso .................................................................................................. 17
2. Perfil do Egresso...................................................................................................... 18
3. Estrutura Curricular ................................................................................................. 21
4. Conteúdos Curriculares............................................................................................ 24
5. Metodologia ........................................................................................................... 62
6. Atendimento ao discente ......................................................................................... 69
6.1. Monitoria.................................................................................................................... 70
6.2. Programa de Iniciação Científica.................................................................................. 71
7. Atividades Acadêmicas articuladas à formação.......................................................... 72
CORPO DOCENTE ............................................................................................................... 85
A. Administração Acadêmica ........................................................................................... 85
1. Núcleo Docente Estruturante – NDE ......................................................................... 85
2. Coordenador do Curso ............................................................................................. 86
3. Colegiado de curso ou equivalente ........................................................................... 88
B. Perfil Docente............................................................................................................. 89
1. Corpo Docente ........................................................................................................ 89
2. Produção Científica.................................................................................................. 91
C. Condições de Trabalho ................................................................................................ 93
INSTALAÇÕES FÍSICAS ........................................................................................................ 94
A. Instalações Gerais....................................................................................................... 94
1. Sala de Professores e Sala de Reuniões ..................................................................... 94
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2. Gabinete de Trabalho para Professores .................................................................... 94
3. Salas de Aula........................................................................................................... 94
4. Acesso dos alunos a equipamentos de informática .................................................... 94
5. Acessibilidade a portadores com deficiência ............................................................. 94
B. Registros Acadêmicos ................................................................................................. 95
C. Biblioteca ................................................................................................................... 96
1. Política de aquisição de livros da Bibliografia Básica e Complementar......................... 96
2. Periódicos especializados indexados e correntes ....................................................... 96
D. Instalações e Laboratórios específicos.......................................................................... 98
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DADOS DO CURSO
a)
b)
Mantenedora:
A mantenedora da Faculdade Politec – FAP é a Faculdades Integradas Politec. Ltda, com
sede em Santa Bárbara D´Oeste - SP, situada à Rua da Agricultura, no 4.000, Bairro Gerivá
– 13.454-005 - (0xx19) 3406-7273, e-mail: [email protected]
IES
Faculdade Politec (FAP)
c)
Endereço
Rua da Agricultura, no 4.000, Bairro Gerivá, Santa Bárbara d’ Oeste
d)
Perfil e Missão
A meta principal da Faculdade Politec é contribuir para o desenvolvimento humano e da
comunidade através da educação e tecnologia.
Para cumprir sua missão, a Faculdade Politec deverá atender aos interesses das
comunidades a que serve, dando formação profissional a seus alunos e buscando sempre
e, cada vez mais, a melhoria da qualidade do ensino.
A capacidade gerencial de organização, a inovação tecnológica, a interação com a
comunidade e a riqueza da experiência acumulada ao longo dos anos nos ensinos
Fundamental, Médio e Técnico e, principalmente, o elevado grau de comprometimento
de seus dirigentes e funcionários constituem sua força propulsora. Com isso, esta
instituição espera inserir no mercado de trabalho o profissional consciente e preparado
para o acompanhamento do avanço da ciência e tecnologia, oferecendo formações
humanísticas, participantes do processo de ação transformadora, proposta pela sociedade
brasileira; oferecer formação voltada para o tripé ensino-pesquisa-extensão, envolvendo
padrões éticos, morais e cognitivos que atendam às necessidades do futuro profissional.
Enfatizando o ensino, a Faculdade Politec visa formar profissionais com conhecimento
técnico-científico que o habilite a desempenhar com excelência suas funções no mercado
de trabalho, integrando-se de forma harmônica nas empresas e na comunidade. Pode-se
descrever como aspectos do seu perfil:








Criar cursos, bem como unidades destinadas ao exercício de atividades técnico científicas, desde que disponha de recursos para tal;
Promover pesquisas, planejamento e estimular o trabalho criador;
Estender à comunidade os seus recursos de ensino, pesquisa e assistência, através da
extensão;
Dedicar-se ao ensino através de suas unidades de ensino e pesquisa para a formação
de profissionais competentes;
Universalizar o campo de ensino;
Contribuir para a formação de consciências cívicas, baseadas em princípios éticos e
respeitando as diversidades e diferenças;
Estudar peculiaridades e necessidades regionais, visando implantação de novos cursos
e programas de pesquisa;
Oferecer oportunidades para o estudo e análise, proporcionando aos estudantes
instrumental teórico-metodológico e prático, relacionado com o ensino, pesquisa e
extensão;
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

Propor, de forma pedagógica aos cursos, o desenvolvimento de valores éticos e
sociais, de preocupação com o ser humano, efeitos ambientais, econômicos, culturais
e político-sociais do desenvolvimento;
Formar profissionais preparados para os diversos campos de atuação.
e) Políticas Institucionais
A Faculdade Politec mantém como um dos elementos essenciais de sua política de
ensino a elaboração e implantação de Projetos Pedagógicos de Curso pautados nos critérios e
padrões de qualidade instituídos pelas Diretrizes Curriculares Nacionais - DCN’s e demais
documentos legais pertinentes. Também busca o direcionamento de sua política institucional
para o ensino nas aspirações, convicções e necessidades da comunidade interna e externa.
A Faculdade Politec – FAP mantém como princípio que os projetos pedagógicos
facilitem os processos de articulação e orientação para as ações institucionais; possibilitem
definições, quanto às prioridades para a gestão acadêmica; e contribuam para o alcance de
maior nível de coesão intra-institucional.
Na construção dos projetos pedagógicos adota-se uma concepção que prioriza não só
os conteúdos universais, mas também o desenvolvimento de competências e habilidades, na
busca do aperfeiçoamento da formação cultural, técnica e científica do aluno.
A participação dos docentes através do Núcleo Docente Estruturante, na elaboração
dos projetos pedagógicos é condição primordial para a Faculdade Politec – FAP, uma vez que
estará proporcionando a integração das equipes; efetivando a responsabilidade e o
envolvimento de todos na consecução dos objetivos propostos; e caracterizando tanto o
próprio projeto como as ações e metas neles contidas como parâmetro para o direcionamento
de todas as atividades, como também para as necessárias avaliações dos respectivos cursos.
O processo de elaboração do projeto pedagógico do curso permite a articulação das
atividades acadêmicas da Instituição, direcionando objetivos e metas destinadas a promover o
desenvolvimento integral do aluno, de maneira a conter núcleos inter e transdisciplinares
predispostos à flexibilização e integração.
A política de estágio curricular do curso é prevista no projeto pedagógico e,
posteriormente, regulamentada pela instância competente, com a devida deliberação da
coordenadoria respectiva, conforme a regulamentação e diretrizes próprias.
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Os projetos pedagógicos preveem também a realização e articulação de propostas de
monitorias, estudos independentes, atividades complementares, como também as atividades
de pesquisa e iniciação científica.
Outras atividades acadêmicas implementadas nos projetos pedagógicos dizem respeito
à extensão e ação comunitária, cujo direcionamento busca identificar as ne cessidades sociais
para a contextualização dos projetos e programas, bem como para intensificar e otimizar o
ensino e a pesquisa, para que possam proporcionar também a melhoria da qualidade de vida
da comunidade.
f) Dados sócio-econômicos da região
Conforme a Estimativa Populacional IBGE em 2010, a Região ultrapassou a marca de
3.327.101 milhões de habitantes , em um raio de 55km.
Esta região se destaca no Estado de São Paulo pela sua prosperidade, grandiosidade e
pela localização privilegiada e próxima da grande Cidade de São Paulo. Está numa das
principais regiões do Estado, levando-se em consideração a grande concentração de Indústrias
Nacional e Internacional (automação, química, petroquímica, borracha, alimentação, celulose
e papel, montadoras, dentre outras); grande pólo da indústria têxtil e de confecção; refinaria
de petróleo e usinas produtoras de açúcar e álcool.
Na área de Educação, contamos com Universidades Privadas e Estaduais, Centros
Universitários, Faculdades Integradas e outras. Na área de Saúde, a região dispõe de
renomados Centros de Investigações Científicas; Hospitais de Clínicas, Centros de
Investigações Clínicas, além de vários Clubes de Serviços. Um outro fator que devemos levar
em consideração é a facilidade de locomoção por meio de rodovias estaduais, intermunicipais
e interestaduais, facilitando o transporte de acesso ao local, além de outros fatores que são
fundamentais para o crescimento e desenvolvimento da região. Dos 29 municípios da região,
apenas dois possuíam, em 2013, população inferior a 20 mil habitantes (Engenheiro Coelho e
Holambra). Campinas (1.144.862 habitantes), Sumaré, Americana, Santa Bárbara, Hortolândia
e Indaiatuba são os maiores municípios, todos com população superior a 100 mil habitantes,
concentram 77% da população regional.
A taxa de urbanização metropolitana atingiu, em 2013, 97,3%. Apenas cinco municípios
possuem taxas de urbanização inferiores a 90%: Holambra (53,7%), Engenheiro Coelho
(77,1%), Itatiba (77,5%), Santo Antônio de Posse (84,9%) e Jaguariúna (89,7%).
A região possui dinamismo superior ao de muitas metrópoles nacionais que são capitais
estaduais e, nas últimas três décadas, apresentou taxas de crescimento demográfico maiores
do que as da RMSP. Campinas, a sede da região, tornou-se um dos 20 maiores municípios
brasileiros, abrigando 39,9% dos habitantes da RMC.
A evolução sócio-econômica e espacial da região transformou-a em um espaço
metropolitano com uma estrutura produtiva moderna, com alto grau de complexidade e
grande riqueza concentrada em seu território.
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A infraestrutura de transportes, a proximidade do maior mercado consumidor do país,
que é a RMSP, o sofisticado sistema de ciência e tecnologia, a mão-de-obra altamente
qualificada, entre outros, deram à RMC vantagens para instalação de novas empresas e para
formação de arranjos produtivos nas áreas de petroquímica, têxtil, cerâmica e flores, ent re
outros.
A localização geográfica e o sistema viário foram fatores primordiais no desenvolvimento
da agroindústria, ao permitirem a ligação com regiões produtoras de matérias primas e os
grandes mercados consumidores e terminais de exportação.
O setor agropecuário tornou-se moderno e diversificado, possuindo forte integração com
os complexos agroindustriais e elevada participação de produtos exportáveis ou destinados ao
mercado urbano de maior poder aquisitivo. Seus principais produtos são cana-de-açúcar,
laranja, suinocultura, avicultura, horticultura, fruticultura e floricultura.
A produção regional tem aumentado sua participação no total estadual com a instalação
de novas fábricas de setores intensivos em tecnologia, o que indica a posição privilegiada da
região para a localização industrial, transformando-a no terceiro maior parque industrial do
país, atrás apenas das Regiões Metropolitanas de São Paulo e do Rio de Janeiro.
A indústria abriga setores modernos e plantas industriais articuladas em grandes e
complexas cadeias produtivas, com relevantes participações na produção estadual. Uma das
divisões mais representativas é a de alimentos e bebidas, que responde por cerca de um
quarto da produção estadual.
Sobressaem, ainda, os ramos mais complexos, como o de material de transporte, químico
e petroquímico, de material elétrico e de comunicações, mecânico, de produtos farmacêuticos
e perfumaria e de borracha.
A indústria regional é bastante diversificada, podendo-se destacar: em Paulínia, o Pólo
Petroquímico composto pela Refinaria do Planalto - Replan, da Petrobrás, e por outras
empresas do setor químico e petroquímico; em Americana, Nova Odessa e Santa Bárbara
d´Oeste, o parque têxtil; em Campinas e Hortolândia, o pólo de alta tecnologia, formado por
empresas ligadas à emergente área de tecnologia de informação.
A existência das instituições de ensino e pesquisa e de inúmeras escolas técnicas e a
consequente disponibilidade de pessoal qualificado foram fundamentais para a presença de
grande número de empresas de alta tecnologia, que atuam principalmente nos setores de
informática, microeletrônica, telecomunicações, eletrônica e química fina, automobilística,
além de um grande número de empresas de pequeno e médio porte fornecedoras de insumos,
componentes, partes, peças e serviços.
O dinamismo regional assegura ao município de Santa Bárbara d’ Oeste escala para
desenvolver um conjunto de atividades tradicionalmente encontradas apenas nas grandes
capitais do país: grande rede de serviços educacionais e bancários; hospitais e serviços
médicos especializados; setor terciário moderno; comércio diversificado e de grande porte e
estrutura hoteleira de ótima qualidade.
O setor terciário é dinâmico e avançado, apresentando interação com os demais setores
da economia; abrigam modernos equipamentos de comércio, empreendimentos de grande
porte em alimentação, entretenimento e hotelaria, além de uma variada gama de serviços,
como os profissionais e os voltados para empresas. Na área da saúde, a RMC dispõe de
importantes equipamentos públicos e privados, com destaque para o Hospital das Clínicas da
Unicamp.
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A economia local se beneficia do suporte técnico propiciado pela presença de
importantes instituições de ensino e pesquisa. A região abriga um dos mais importantes
sistemas científicos e tecnológicos do país, composto por várias Universidades, destacando -se
a Universidade Estadual de Campinas-Unicamp, a Pontifícia Universidade Católica de Campinas
– PUCCAMP e a universidade Metodista de Piracicaba – UNIMEP, com seu campus contendo os
cursos de Engenharia situado na cidade de Santa Bárbara d’Oeste.
Campinas possui a maior concentração de instituições de P&D do interior brasileiro, com
a presença do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento - CPqD, com papel estratégico no setor
de telecomunicações, do Centro Tecnológico da Informação Renato Archer-CTI, da Fundação
Instituto Tecnológico de Logística-FITEL, da Companhia de Desenvolvimento Tecnológico Codetec, do Instituto Agronômico de Campinas-IAC, do Instituto Tecnológico de Alimentos ITAL e do Laboratório Nacional de Luz Sincroton-LNLS.
g) Curso
Engenharia de Controle e Automação (Portaria de abertura n° 1098 do D.O.U de 18 de
dezembro de 2008.
h) Modalidade do curso
Presencial
i)
Número de vagas previstas no ato da criação, número atual e formas de ingresso:
O curso de graduação em Engenharia de Controle e Automação possui um total de 107
alunos matriculados, distribuídos em 05 turmas.
Atualmente o curso aproveita 46% das vagas ofertadas e autorizadas pelo MEC (60 vagas).
A forma de acesso ao curso é por vestibular, pelo PROUNI ou transferência.
O vestibular ocorre de maneira anual, por meio de processo seletivo, respeitando o
número de vagas autorizadas por semestre.
A transferência acontece mediante análise curricular e di sponibilidade de vaga. Para a
aceitação da transferência o aluno deve, obrigatoriamente, apresentar o atestado de
matrícula, o histórico escolar, o conteúdo programático das disciplinas e a comprovação da
faculdade de origem de ser autorizada ou reconhecida pelo Ministério da Educação.
j)
Turno(s) de funcionamento
Noturno
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ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
A. CONTEXTO EDUCACIONAL
1. Implementação das Políticas Institucionais constantes no PDI, no âmbito do
curso
O termo projeto vem do latim e, em seu sentido mais estrito, significa ‘lançar para diante’
Estruturar um Projeto Pedagógico é portanto planejar o trabalho de formação humana em seu
sentido mais amplo. A Faculdade de POLITEC (FAP) entende que o Projeto Pedagógico dos seus
Cursos representa muito mais do um documento estruturado e estático que norteia as ações
de formação humana e profissional da instituição. É antes a representação da sua visão acerca
de como o futuro se apresenta e a consequente tradução e incorporação desta visão nas ações
que norteiam e circunscrevem os seus Projetos Pedagógicos. Em outras palavras a construção
das diretrizes para formar as pessoas para o futuro acontece no presente. Daí a importância,
ao propor Projetos Pedagógicos, de se levar em conta as condições atuais e de se confrontar as
mesmas com o que a instituição julga ser necessário. É nesta perspectiva que se insere a
concepção da POLITEC acerca dos seus Projetos Pedagógicos - é do confronto entre as
condições atuais e as desejáveis que surge a melhor forma de construir o que é possível na
formação humana e profissional. O possível neste âmbito significa a exploração dos limites do
real tendo como instrumento de transformação da realidade a identificação de alternativas de
ação.
A elaboração de um Projeto Pedagógico para a POLITEC implica em analisar o contexto
real e o escolar definindo ações, estabelecendo o que alcançar, criando percursos e fases para
o trabalho, definindo tarefas para os atores envolvidos e acompanhando e avaliando a
trajetória percorrida e os resultados parciais e finais.
Esta função não pode ser assumida, na visão da POLITEC, sem que haja uma efetiva
articulação com outros instrumentos que sinalizam a direção institucional para o alcance de
compromissos sociais. Assim torna-se imprescindível a implementação do Projeto Pedagógico
Institucional – PPI e o Plano Desenvolvimento Institucional – PDI que juntos com o Projeto
Pedagógico dos Cursos – PPC formam o tripé que sustentam o cumprimento da missão
institucional e social da Faculdade.
O Projeto Pedagógico Institucional define princípios que orientam os agentes
responsáveis pela sua operacionalização. É um instrumento que estabelece o pensamento
institucional acerca das concepções da instituição sobre educação é a construção da
identidade institucional. Implica numa análise coletiva tanto da sua história (a que lhe deu as
características que apresenta no momento) quanto das direções intencionais que serão
assumidas em função das definições tomadas pelo Projeto Pedagógico dos Cursos.
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O PPI contribui efetivamente para tornar os Projetos Pedagógicos dos Cursos da
POLITEC um instrumento de condução do presente e do futuro. O PPI na Faculdade POLITEC é
um instrumento que serve de guia para a prática pedagógica dos cursos e promove a unidade
pedagógica que expressa a sua filosofia educacional. A Diretoria é o principal agente
articulador dos Projetos tanto Institucional quanto Pedagógico. É a partir da atuação destes
atores que se está permanentemente ligando e articulando as ações de ambos os projetos
visando a potencialização das suas relações e a composição da teia curricular que circunscreve
cada um dos Projetos Pedagógicos dos Cursos.
A implementação do Projeto Pedagógico Institucional da POLITEC norteia a ação
transformadora da realidade e viabiliza as idéias inseridas nos Projetos Pedagógicos dos
Cursos. A articulação entre o Projeto Pedagógico Institucional e o Projeto Pedagógico se dá a
partir de várias dimensões. De um lado os responsáveis principais da POLITEC articulam ações
para promover as relações entre ambos e de outro o compromisso e envolvimento dos
Coordenadores dos Cursos e do corpo docente no sentido de tornar concretas as ações
consignadas no Projeto Pedagógico dos Cursos. A reflexão permanente e o exercício das ações
traçadas em ambos os documentos vão delineando a construção e a re -construção das
diretrizes curriculares.
A POLITEC entende que tanto o PPI quanto o PPC são frutos de uma reflexão
consciente de todos os atores envolvidos na sua implementação. Acredita que esta concepção
oferece unidade, singularidade e especificidade aos Cursos que possui. Assim assume o
compromisso de promover a contínua construção, avaliação e re-elaboração de ambos visando
torná-lo uma expressão atualizada da visão que adquire sobre educação superior, sobre
universidade e sua função social, sobre o curso, sobre o ensino, sobre a pesquisa e sua relação
com o ensino, sobre a extensão e sua relação com o currículo, sobre a relação teoria e prática.
Compromete-se a abrir espaços institucionalizados para a discussão e troca de informações
visando a promoção do acompanhamento da articulação entre PPI e PPC. Compromete -se
também a gerar instrumentos que efetivamente sinalizem a necessidade de alteração das
concepções e ações inseridas no PPI e PPC. Estes compromissos de acompanhamento das
ações consignadas em ambos os documentos e sua articulação entre si e com os demais
instrumentos é percebido como uma ação de grande relevância à medida que pode revelar as
características da instituição, nos cursos e entre os cursos, do sistema educacional superior e
do contexto social do qual faz parte.
O Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI é um instrumento que mapeia a
organização e o planejamento institucional da POLITEC, bem como indica um conjunto de
objetivos, estratégias e ações básicas para viabilizar sua reestruturação. É um instrumento que
oferece condições da Faculdade executar seus Projetos Pedagógico Institucional e Pedagógicos
dos Cursos.
O Projeto Pedagógico Institucional serviu de alicerce para a conformação da grade
curricular e dos correspondentes conteúdos programáticos, na medida em que se contemplou
a realidade das relações humanas no mercado de trabalho e as formas de distribuição física de
bens tangíveis e intangíveis, através dos canais de distribuição e as suas multi -relações
intrínsecas e extrínsecas, num contexto globalizado, visando atender as necessidades
organizacionais no desenvolvimento local, regional, nacional e internacional.
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Os Projetos pedagógicos, em constante desenvolvimento e aperfeiçoamento, serão
acompanhados pela Coordenação de Curso, Direção e Professores num compromisso conjunto
pela qualidade. A Coordenação de Curso terá como uma das principais atribuições acadêmicas,
o acompanhamento e a análise do andamento do projeto pedagógico. Contudo, a Direção e os
Professores também serão responsáveis pela consolidação e pela qualidade do mesmo. A
Direção sobretudo, na logística institucional administrativa para o desenvolvimento de cada
projeto de curso da faculdade e os professores especificamente, encaminhando a parte
voltada para a dimensão didático-pedagógica do curso. Todos com a consciência coletiva de
responsabilidade de avaliar constantemente os trabalhos desenvolvidos e a qualidade dos
cursos oferecidos. Tal avaliação é formalizada através do Programa de Avaliação Institucional
onde todos terão a oportunidade de registrar suas críticas e sugestões.
As Atividades Acadêmicas permanentes de ensino, pesquisa e extensão estarão
integradas de forma a se reforçarem mutuamente. O compromisso maior da Faculdade de
Politécnica de Campinas é com o Ensino de qualidade. Assim, a pesquisa na Instituição te rá
característica empírica de aplicação prática. Contarão como pesquisa: os Trabalhos discentes
de Conclusão de Curso - TCC, as Pesquisas de Iniciação Científica - PIC e as atividades
desenvolvidas nas disciplinas de PAC - Pesquisa e Atividades Complementares. A extensão será
incentivada pelas semanas de estudos e jornadas que serão organizadas anualmente sob a
responsabilidade de cada coordenadoria de curso, as visitas técnicas desenvolvidas por
professores fora e dentro do Campus. A natureza da pesquisa possível nesta realidade
educacional será voltada quase que inteiramente para as questões do Ensino, estando aí a
integração legítima entre Pesquisa e Ensino.
O curso de Engenharia de Controle e Automação da POLITEC foi autorizado por meio da
Portaria n° 1098 do D.O.U de 18 de dezembro de 2008.
Em 2009 foi instituída a primeira turma do curso, sendo realizado a partir de então
vestibulares anuais para formação de novas turmas. Atualmente (2014) na IES existem cinco
turmas com tamanho médio de 26,2 alunos para as aulas teóricas e para as aulas práticas.
Visando o perfil do egresso e os objetivos do curso destacados mais adiante, o cerne
deste projeto contempla a necessidade de formação integral do educando com base nos
quatro pilares do conhecimento definidos pela Comissão Internacional sobre Educação para o
Século XXI da UNESCO e citados a seguir: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a
conviver e aprender a ser. Para alcançar tais objetivos, o projeto alinha-se fortemente com a
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) nº. 9.394, de 20 de dezembro de 1.996
[9], e foi concebido sob a égide das Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação
em Engenharia, Resolução CNE/CES nº. 11, de 11 de março de 2.002.
A construção da estrutura curricular da proposta pedagógica do curso de Engenharia de
Controle e Automação da POLITEC constitui-se de um conjunto encadeado de disciplinas
teóricas e práticas cuja carga horária perfaz um total de 4.000 horas, distribuídas em 10
semestres; além dessa, é necessário para a conclusão do curso, o cumprimento de 120 horas
de atividades complementares, 200 horas de estágio supervisionado e 100 horas dedicadas ao
Projeto Interdisciplinar Integrado. No decorrer dos anos (2008 a 2013) foram construídos
laboratórios específicos para atender a demanda das disciplinas, contando atualmente na IES
com laboratórios específicos e exclusivos para o curso de Engenharia de Controle e
Automação.
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Todas estas ações e outras complementares visam atender as especificações contidas no
Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI e são detalhadas na Tabela 1. Nesta Tabela são
descritas as correlações entre o PDI e as ações tomadas para sua implementação no curso de
Engenharia de Controle e Automação, descritos em seu PPC.
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Tabela 1. Articulação entre gestão institucional e a gestão do curso para implementação do PDI no Curso de Engenharia de Controle e Automação
TÓPICO DO PDI*
SEÇÃO NO PDI*
TÓPICO DO PPC
SEÇÃO DO PPC
Missão Institucional
2.1.1
Ações Institucionais propostas
Gestão acadêmico-administrativa
2.1.2
2.1.3
Existência e implementação do PPC
2.2.1
Dados do Curso - B. 1
Dados do Curso - B. 2
Corpo Docente – B. 2
Corpo Docente – A. 1
Corpo Docente – A. 3
Organização Didático-Pedagógica - A
Organização Didático-Pedagógica - A.1
Processo de implantação e
integralização dos cursos
Acompanhamento e avaliação dos PPC e
das atividades pedagógicas
2.2.2
Avaliação Institucional
Administração acadêmica
Coordenador de curso
Organização acadêmico-administrativa
Atenção aos discentes
Atividades acadêmicas articuladas
2.3
2.4
2.4.1.
2.4.2.
2.4.3.
2.5
Corpo docente
Instalações
3
4
Objetivos do Curso
Perfil do Egresso
Produção Científica
Núcleo Docente Estruturante – NDE
Colegiado de curso ou equivalente
Contexto Educacional
Implementação das Políticas Institucionais
constantes no PDI, no âmbito do curso
Dados do curso
Breve histórico da IES
Atuação do coordenador de curso
Núcleo Docente Estruturante – NDE
Colegiado de curso ou equivalente
Auto-avaliação do curso
Administração Acadêmica
Atuação do coordenador de curso
Registros Acadêmicos
Atendimento ao discente
Metodologia
Programa de Visitas Técnicas
Aulas práticas em ambiente industrial
Ciclo de estudos
Trabalhos multidisciplinares
Interação Teoria/Prática
Corpo Docente
A. Instalações Gerais
C. Biblioteca
D. Instalações e Laboratórios específicos
PÁGINA DO
PPC
14
15
75
69
71
07
07
Dados do curso
Dados do curso – item “e”
Organização Didático-Pedagógica – A.3
Corpo Docente – A. 1
Corpo Docente – A. 3
Organização Didático-Pedagógica – A. 2
Corpo Docente - A
Dados do Curso – A. 3
Instalações Físicas - B
Organização Didático-Pedagógica - B. 7
Organização Didático-Pedagógica – B.5
Organização Didático-Pedagógica – B.5
Organização Didático-Pedagógica – B.5.2
Organização Didático-Pedagógica – B.5.3
Organização Didático-Pedagógica – B.5.4
Organização Didático-Pedagógica – B.5.5
Corpo Docente – B.1
Instalações Físicas – A
Instalações Físicas – C
Instalações Físicas – D
04
04
12
69
71
11
69
12
78
67
55
57
58
59
60
62
69
78
80
82
*Referente ao PDI: Período 2005 a 2010
2.2.3.
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2. Auto-avaliação do curso
O conceito de avaliação que subsidia o curso prende-se à natureza própria desse processo
que é comparar e medir os resultados produzidos com as metas estabelecidas e, a partir deles,
interpretar os dados obtidos para formular juízos e tomar decisões.
O Sistema de avaliação do projeto do curso abriga o projeto de avaliação interna ou autoavaliação que, de acordo com a legislação, tem como principais objetivos “produzir
conhecimentos, pôr em questão os sentidos do conjunto de atividades e finalidades cumpridas
pela instituição, identificar as causas dos seus problemas e deficiências, aumentar a
consciência pedagógica e capacidade profissional do corpo docente e técnico-administrativo,
fortalecer as relações de cooperação entre os diversos atores institucionais, tornar mais
efetiva a vinculação da instituição com a comunidade, julgar acerca da relevância cientifica e
social de suas atividades e produtos, além de prestar contas à sociedade.”
A Avaliação Institucional é um processo imerso em aspectos ideológicos, políticos,
econômicos, culturais, dentre outros. É um processo interno, configurado com padrões
próprios da instituição, não tem caráter público e propósito de comparação com outras
instituições. É consenso entre especialistas que a avaliação é um instrumento fundamental
para todo organismo social que busque desenvolvimento e qualidade. Mais ainda para as
instituições de ensino superior, cuja razão de ser encontra-se na prestação de serviços de
qualidade à sociedade, buscando sempre a excelência na produção, sistematização e
democratização do saber. O propósito da Avaliação Institucional é conduzir os
empreendimentos humanos ao aperfeiçoamento contínuo.
O Programa original de Avaliação Institucional da POLITEC já estruturava condições para a
efetivação de um sistema de auto-avaliação. As pesquisas envolvem toda a comunidade
acadêmica em um esforço de diagnosticar acertos e possíveis falhas institucionais referentes
aos aspectos políticos, pedagógicos, administrativos e de infraestrutura. Este diagnóstico
subsidiou um Plano de Melhorias para cada período letivo subsequente, coordenado pela
Comissão Própria de Avaliação – CPA, com vistas à melhoria da qualidade de ensino.
A CPA tem como objetivos viabilizar o processo de melhoria contínua, suplantando as
atividades de avaliação, conforme propõe o SINAES. Atua em atividades como diagnósticos,
avaliações, ações, orientações, estabelecimento de metas e procedimentos, bem como criação
de indicadores da qualidade, assumido como meta executiva por todos os segmentos
institucionais, cada qual em suas especificidades. Após a vigência de cada Plano de Melhorias,
sua adequação é submetida a nova avaliação para ajustes e reformulações. A Comissão propõe
atividades que construam de forma conjunta os procedimentos acima estabelecidos, atuando
de maneira participativa e colaborativa. Segundo Preddy, 2006 p.22 “os sistemas distribuídos
exigem a utilização de processos de garantia da qualidade, pois não podem recorrer aos
mecanismos de controle da qualidade fornecidos por sistemas administrativos centralizados.”
A Coordenação de Curso, de posse dos dados coletados através de diferentes segmentos,
estuda, propõe, gere e acompanha as ações de melhoria cabíveis e esperadas na instituição e
no curso.
A integração entre a CPA e a Coordenação permite a rápida captação de oportunidades de
melhoria.
P á g i n a | 15
O retorno dos resultados é feito através de:
- Divulgação dos resultados gerais para os Cursos;
- Retorno individual dos resultados, aos professores do Curso, por meio de documento
contendo a análise individual do desempenho;
- Reuniões com o corpo administrativo;
- Reuniões com o corpo docente;
- Informativo distribuído aos alunos e professores com a relação de melhorias efetivadas e
a serem efetivadas.
3. Atuação do Coordenador do Curso
O Coordenador de curso tem uma função de amplo espectro e alto grau de complexidade.
Cabe-lhe a tarefa de favorecer a construção de uma equipe coesa, engajada e, sobretudo,
convicta da viabilidade operacional das prioridades consensualmente assumidas e
formalizadas na proposta de trabalho da instituição. O coordenador exerce, no espaço da
autonomia que lhe foi conferida, seu papel de elemento-chave no gerenciamento do curso, o
que exige ações de articulação e mobilização da equipe, tendo sempre em vista o
aperfeiçoamento do fazer pedagógico na instituição.
Para isso o Coordenador do curso possui, conforme descrito no Capítulo V, Artigo 35, do
Regimento do IBCT as seguintes atribuições:
I - coordenar os trabalhos dos membros docentes que desenvolvem aulas e atividades de
ensino, pesquisa ou extensão relacionadas com o respectivo curso, sob as diretrizes do
respectivo projeto pedagógico;
II - supervisionar o cumprimento das atribuições de cada docente do curso dando ciência
de irregularidades ao Diretor da Faculdade;
III - representar o curso junto às autoridades e órgãos da Faculdade;
IV - convocar e presidir as reuniões de docentes das várias áreas de estudo ou disciplinas
afins que compõem o curso;
V - coordenar a elaboração e sistematização das ementas, bibliografia de apoio e
programas de ensino das disciplinas do currículo pleno do curso para compor o respectivo
projeto pedagógico e acompanhar seu desenvolvimento;
VI - compatibilizar os conteúdos programáticos necessários à formação profissional
prevista no perfil do curso;
VII - fomentar e incentivar a produção científica e intelectual do corpo docente;
VIII - supervisionar e fiscalizar a execução das atividades programadas, bem como a
assiduidade e a produção científica e intelectual dos professores, constituindo um banco
de dados da mesma;
IX - auxiliar na coordenação do processo de avaliação do desempenho do pessoal
docente, técnico-administrativo e da infraestrutura;
X - apresentar, anualmente, ao Diretor da unidade, relatório de suas atividades e das do
seu curso, bem como as indicações bibliográficas necessárias para o próximo período
letivo;
XI - exercer as demais atribuições que lhe sejam delegadas pelo Diretor da Faculdade, as
previstas na legislação ou neste Regimento.
P á g i n a | 16
B. PROJETO PEDAGÓGICO
Face a grande evolução tecnológica da humanidade nos últimos 50 anos, novas
especialidades profissionais surgiram e mais recentemente resultaram em novas
modalidades de Engenharia. Dentre as mais recentes tem-se a Engenharia de Controle
e Automação, uma modalidade surgida da interação das áreas de Mecânica,
Eletro/Eletrônica e Informática.
Assim sendo, este Projeto Pedagógico tem como finalidade proporcionar os
mecanismos e condições para o aprendizado integral do exercício profissional nas
atividades relacionadas à Engenharia de Controle e Automação, comprometidos com o
que prega o Art. 1o da Lei 5.194 de 1966 que diz “As profissões de engenheiro,
arquiteto e engenheiro-agrônomo são caracterizadas pelas realizações de interesse
social e humano que importem na realização dos seguintes empreendimentos...” e o
exerçam de forma crítica, consciente e ética, respeitando a legislação vigente.
Este Projeto Pedagógico considera também a realidade de que os problemas
existentes nos ambientes corporativos não são estritamente técnicos e nem podem
ser divididos em áreas puras de conhecimentos e por estes motivos está estruturado
em um núcleo de disciplinas básicas, um núcleo de disciplinas profissionalizantes e um
núcleo de disciplinas específicas, cujos conteúdos programáticos possuem o caráter de
interdisciplinaridade, característica indispensável a um Curso de Engenharia de
Controle e Automação.
O curso de Engenharia de Controle e Automação está concebido em semestres,
com as seguintes características:
• Curso em conformidade com a Resolução CNE/CNS 11 de 11 de março de 2002;
• Curso em conformidade com o Parecer CNE/CES 329 de 11 de novembro de 2004;
• Tempo de integralização previsto para cinco anos, divididos em dez semestres
letivos, com período máximo de 16 semestres;
• Semestres letivos com duração de 20 semanas;
• Disciplinas com carga horária presencial de 40 ou 80 horas-aula;
• Estágio supervisionado com carga horária mínima de 200 horas e,
• Carga horária total do curso é definida em 3753 horas, perfazendo um total de 3333
horas presenciais, 200 horas de estágio supervisionado, 120 horas de atividades
P á g i n a | 17
complementares e 100 horas para desenvolvimento de Projeto Interdisciplinar
Integrado para a conclusão do curso.
A atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9394/96) procura
flexibilizar a organização curricular dos novos cursos superiores e estabelece ainda que
os conteúdos de conhecimentos a serem desenvolvidos no decorrer do curso deverão
culminar em atender ao perfil do egresso desejado, a desenvolver competências e
habilidades no educando de forma que o mesmo possa atuar profissionalmente em
todo território nacional, entretanto deverão ser atendidas, preferencialmente as
necessidades regionais e locais (art.26 da LDB).
Posto isto, um Curso de Graduação em Engenharia de Controle e Automação
sediado na cidade de Santa Bárbara d’Oeste, se constitui em um proposta da POLITEC
às solicitações da LDB e as necessidades deste tipo de profissional em uma região
fortemente industrializada e em franca expansão tecnológica.
1. Objetivos do Curso
1.1.
OBJETIVO GERAL
Formar um profissional com foco no humano e no social com sólida formação científica
e tecnológica, objetivando que os conhecimentos, habilidades e competências desenvolvidos
no curso lhe possibilitem a análise, projeto, instalação, operação e manutenção de to do um
sistema ou processo produtivo, de forma automatizada obedecendo a uma programação,
controle e supervisão integrados.
1.2.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Formar um profissional habilitado a aplicar métodos científicos à análise e solução de
problemas de engenharia, especificamente os relacionados aos processos automatizados e a
automatização de sistemas, bem como desenvolver o pensamento criativo e empreendedor
com facilidade de atuar e gerenciar equipes multidisciplinares com ética e respeito pelo
humano, utilizando a informática como ferramenta usual e rotineira.
Para atingir estes objetivos pretende-se:
• Desenvolver o pensamento criador, crítico e empreendedor;
• Desenvolver habilidades para o uso da informática como ferramenta usual e rotineira;
• Desenvolver a habilidade de trabalho em equipes multidisciplinares;
• Capacitar o educando a identificar, formular e resolver problemas de engenharia,
considerando as questões de viabilidade técnica e econômica e os impactos ambientais;
P á g i n a | 18
• Capacitar o estudante a utilizar a tecnologia atual e a absorver e gerar novas tecnologias;
• Preparar o futuro profissional nas tarefas que lhe permitam planejar, organizar,
desenvolver e controlar sistemas de acordo com as exigências necessidades da região, atento
as legislações do país e as exigências do mercado mundial e,
• Compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissional.
2. Perfil do Egresso
Seguindo a orientação da proposta pedagógica para o curso de Engenharia de Controle
e Automação e de acordo com o que dispõem os órgãos oficiais Conselho Federal de
Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Lei nº 5.194/66) e CREA (Res. nº 218/73), são
características da profissão de engenheiro as seguintes atividades:
•
Supervisão, coordenação e orientação técnica;
•
Estudo, planejamento, projeto e especificação;
•
Estudo de viabilidade técnico-econômica;
•
Assistência, assessoria e consultoria;
•
Direção de obra e serviço técnico;
•
Vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico;
•
Desempenho de cargo e função técnica;
•
Ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica, extensão;
•
Elaboração de orçamento;
•
Padronização, mensuração e controle de qualidade;
•
Execução de obra e serviço técnico;
•
Fiscalização de obra e serviço técnico;
•
Produção técnica e especializada;
•
Condução de trabalho técnico;
•
Condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção;
•
Execução de instalação, montagem e reparo;
•
Operação e manutenção de equipamento e instalação;
•
Execução de desenho técnico.
Mesmo esta Resolução ter sido elaborada em 1973, a maioria das atividades
relacionadas à Engenharia podem ainda ser consideradas atuais. A Resolução 427/1999
discrimina as atividades do Engenheiro de Controle e Automação “... no que se re fere ao
controle e automação de equipamentos, processos, unidades e sistemas de produção, seus
serviços afins e correlatos”.
Em linhas gerais se quer formar profissionais dotados de competências e habilidades
visando atender principalmente a demanda regional, sem desprezar a demanda nacional e
P á g i n a | 19
internacional pelos serviços em Engenharia de Controle e Automação, sendo capaz de exercer
com ética, justiça e responsabilidade as atribuições e prerrogativas compatíveis à profissão.
Pretende-se que o egresso da carreira profissional de Engenharia de Controle e
Automação apresente as seguintes habilidades e competências:
• Projetar, construir, programar, montar e operar controles automatizados da industria de
processos contínuos e discretos, aplicando seus conhecimentos de controle de sistemas,
computação, eletrônica e eletricidade;
• Supervisionar processos de produção e de controle de qualidade dos insumos, processos
intermediários e produto final;
• Inovar tecnologias existentes; participar na transferência de tecnologias emergentes e
atuar como agente na transferência das mesmas;
• Estar capacitado para trabalhar em equipes multidisciplinares, propondo sistemas cujo
projeto faça uso ótimo de tecnologias desde o ponto de vista de operação bem como de
recursos econômicos;
• Diagnosticar falhas, propor e executar planos de manutenção preventiva dos diferentes
sistemas de processos automatizados;
• Interpretar e aplicar as normas de segurança e higiene industrial e conservação do meio
ambiente;
•
Capacitar e instruir tecnicamente o pessoal de sua equipe sob sua supervisão;
•
Compreender a incidência da tecnologia nas atividades de gestão empresarial e,
• Promover e realizar pesquisa tecnológica no nível de sua competência com a finalidade de
corrigir e/ou melhorar os processos produtivos.
2.1.
PERFIL PROFISSIONAL E MERCADO DE TRABALHO
Pretende-se que o egresso apresente formação adequada às necessidades
profissionais exigidas para o exercício da profissão de Engenheiro, sendo que para tanto o
currículo conta com disciplinas de formação básica (matemática, física, química, informática,
expressão gráfica, eletricidade, mecânica e tecnologia dos materiais), de formação geral
(ciências humanas, sociais, ambientais, administração e economia) e de formação profissional
(eletrônica, projetos mecânicos, fluído e termociências, instrumentação, sistemas de controle)
e de formação específica (controle de processos, automação industrial, robótica, automação
da manufatura) capacitando-o a conceber, projetar, implementar e operar sistemas complexos
que contribuam para o desenvolvimento econômico e social, conservando os valores
humanos, éticos e morais.
Ao final do curso, o egresso do programa de Engenharia de Controle e Automação será
um profissional íntegro com competências, habilidades e atitudes que lhe permita:
• Projetar, desenvolver e otimizar equipamentos, processos ou produtos utilizando
tecnologias atuais e gerando novas;
• Analisar, projetar e
multidisciplinares;
implementar processos
que
requerem conhecimentos
• Automatizar sistemas e processos industriais, buscando soluções alternativas e
inovadoras;
•
Constituir e administrar empresas de base tecnológica;
P á g i n a | 20
• Participar ativamente de processos de ensino e pesquisa buscando a atualização
profissional e a difusão do conhecimento tecnológico e científico;
• Especificar e selecionar criteriosamente os recursos necessários a implementação de uma
solução de engenharia e,
• Fomentar o intercâmbio de experiências e conhecimentos entre a universidade, a
indústria e instituições que realizam pesquisa e desenvolvimento de novos produtos e
processos.
2.2.
MERCADO DE TRABALHO
Nos últimos anos o mundo tem sofrido grandes transformações econômicas e sociais,
principalmente, pela introdução de novas tecnologias e o estabelecimento de uma nova
ordem nos mercados mundiais, a chamada “globalização dos mercados”. Essas transformações
mundiais exigem novos padrões de qualidade que, naturalmente, exigem maior qualificação
do pessoal produtivo e gerencial. Nesse sentido, o Brasil necessita investir m aciçamente na
modernização do parque industrial, visando manter a competitividade de seus produtos e
serviços no cenário mundial.
Inserida e atuante nestas mudanças, a Engenharia de Controle e Automação, tem a
finalidade de buscar e integrar as novas tecnologias com o homem e seus ambientes sócio econômicos, vislumbrando-se assim um mercado bastante promissor. No País, os Engenheiros
de Controle e Automação vêm, sobretudo, realizando a implantação de novos sistemas
visando atender aos cada vez mais exigentes padrões da qualidade e produtividade, atuando
em todas as atividades industriais, agrícolas e comerciais, além de governamentais.
Neste contexto, o Engenheiro de Controle e Automação é componente fundamental
no desenvolvimento de novos sistemas em todos os ramos da atividade econômica e
empresarial, assegurando posição de destaque nas organizações.
2.3.
CAMPOS DE ATUAÇÃO
De um modo geral, o mercado profissional da Engenharia de Controle e Automação tem
crescido até mesmo quando ocorrem crises em alguns setores da indústria nacional.
Os campos de atuação do Engenheiro de Controle e Automação são as empresas
automobilísticas, siderúrgicas, de mecânica fina, de conformação mecânica, transformação,
agro-industriais, químicas, de desenvolvimento de softwares para automação e controle, ou
seja, mais notadamente as empresas que fazem uso da tecnologia para melhorar seus
processos e produtos. Além dessas, atua também em serviços públicos, em instituições
financeiras e de ensino e pesquisa. Cabe ainda ao profissional, realizar pesquisas de mercado e
identificar novos campos e nichos de mercado que favoreçam a ação empreendedora.
Nessas empresas o Engenheiro de Controle e Automação poderá trabalhar em diversas
atividades, entre as quais projetos assistidos por computador, robótica, supervisão, e
P á g i n a | 21
manutenção. Com os conhecimentos adquiridos no curso, o profissional poderá propor
soluções inovadoras para os problemas que constantemente surgem em um mercado em
progressiva transformação.
Este profissional estará em perfeitas condições para ser absorvido pelo crescente e
diversificado parque industrial e produtivo, da maioria das regiões brasileiras, empresas estas
que exigem cada vez mais a formação do engenheiro com maior direcionamento e
especialização, que se adapte com rapidez, através de sua formação ao modelo de
crescimento da indústria nacional.
3. Estrutura Curricular
A estrutura curricular do curso de Engenharia de Controle e Automação é composto por
disciplinas obrigatórias e eletivas.
As disciplinas obrigatórias caracterizam-se pelas disciplinas estabelecidas no currículo
padrão e estão ilustradas na Tabela 2.
Matérias complementares ao curso de Engenharia de Controle e Automação, com carga
horária de 40 ha, destinadas a agregar um maior conhecimento ao aluno em áreas de menor
grau específico, entretanto, são de extrema importância para a formação de um futuro
profissional com visão multidisciplinar, diferencial cada vez mais necessário para o mercado de
trabalho. Para a conclusão do curso de Engenharia de Controle e Automação o aluno deve
cumprir ao menos três disciplinas referentes à lista de Matérias Optativas, sendo obrigatória
ao menos uma disciplina no 8° semestre, 9° semestre e por fim, uma disciplina no 10°
semestre. As matérias oferecidas são apresentadas no final da Tabela 2. A disciplina de Libras –
Linguagem Brasileira de Sinais, é contemplada em tal lista, conforme exigido pelas Diretrizes
Curriculares Nacionais.
O desenvolvimento Étnico-Racial deve ser baseada no conceito de principalmente,
socializar todo e qualquer tipo de etnias e condições financeiras , conforme citado no site da
UNESCO: “A sociedade brasileira é constituída por diferentes grupos étnico-raciais que a
caracterizam, em termos culturais, como uma das mais ricas do mundo. Entretanto, sua
história é marcada por desigualdades e discriminações, especificamente contra negros e
indígenas, impedindo, desta forma, seu pleno desenvolvimento econômico, político e social.”
A atuação, em diferentes frentes áreas e temáticas, possibilitam que a UNESCO, ao longo
de sua história, acumule sólida experiência. A abordagem transversal e as ações intersetoriais,
têm sido priorizadas como um método rico e eficaz para o reconhecimento da diversidade
étnico-racial e cultural que constitui a sociedade brasileira e também, para a consolidação de
um país promotor de igualdade de direitos.
Outro quesito importante é a visão multidisciplinar quando o quesito é o
desenvolvimento sócio-ambiental em um curso de Engenharia. Além das disciplinas com foco
totalmente no que tange o assunto, o mesmo é abordado em todas das disciplinas que exigem
P á g i n a | 22
o conhecimento da melhor utilização de matérias e ou processos que tendem a ter um melhor
rendimento, levando-se em consideração as novas leis ambientais em vigor nos ambientes
industriais.
Tabela 2. Estrutura curricular do curso de Engenharia de Controle e Automação
COMPONENTE CURRICULAR
Matemática Aplicada
Introdução a Engenharia
Informática Aplicada
Expressão Gráfica
Metodologia Científica e Tecnológica
Comunicação e Expressão
Ciências Ambientais
SUBTOTAL
Cálculo Diferencial e Integral I
Geometria Analítica e Álgebra Linear
Física Geral e Experimental I
Química Geral e Experimental
Desenho Auxiliado por Computador
Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania
SUBTOTAL
Cálculo Diferencial e Integral II
Cálculo Numérico
Física Geral e Experimental II
Fundamentos de Medidas Elétricas
Circuitos Lógicos
Noções de Direito
Projeto Interdisciplinar Integrado I
SUBTOTAL
Cálculo Diferencial e Integral III
Probabilidade e Estatística
Física Geral e Experimental III
Mecânica Geral
Fundamentos de Metrologia
Circuitos Elétricos I
Projeto Interdisciplinar Integrado II
SUBTOTAL
Fenômenos de Transporte
Eletricidade Aplicada
Mecânica dos Sólidos I
Circuitos Elétricos II
Ciência e Tecnologia dos Materiais
Projeto Interdisciplinar Integrado III
SUBTOTAL
Algoritmos e Programação de Computadores
Hidráulica e Pneumática
Processos de Produção e Tecnologia Mecânica
CARGA HORÁRIA SEMESTRAL
CH
CH
Hora
Total
Semanal
Semestral
Relógio
1o SEMESTRE
4
80
80
66.66
2
40
40
33,33
4
80
80
66.66
4
80
80
66,66
2
40
40
33,33
2
40
40
33,33
2
40
40
33,33
20
400
400
333.33
2o SEMESTRE
4
80
80
66,66
4
80
80
66,66
4
80
80
66,66
4
80
80
66,66
2
40
40
33,33
2
40
40
33,33
20
400
400
333.33
3O SEMESTRE
4
80
80
66,66
4
80
80
66,66
4
80
80
66,66
2
40
40
33.33
4
80
80
66,66
2
40
40
33,33
20
20
400
400
353.33
4o SEMESTRE
4
80
80
66,66
4
80
80
66,66
4
80
80
66,66
4
80
80
66,66
2
40
40
33,33
2
40
40
33,33
20
20
400
400
353.33
5o SEMESTRE
4
80
80
66,66
4
80
80
66,66
4
80
80
66,66
4
80
80
66,66
4
80
80
66,66
20
20
400
400
353,33
6o PERÍODO
4
80
80
66,66
4
80
80
66,66
4
80
80
66.66
P á g i n a | 23
Eletrônica I
Análise de Sinais e Sistemas
Projeto Interdisciplinar Integrado IV
SUBTOTAL
4
4
20
80
80
400
80
80
400
66.66
66,66
20
353,33
4
4
2
4
4
2
20
80
80
40
80
80
40
400
80
80
40
80
80
40
400
66,66
66,66
33.33
66.66
66.66
33.33
20
353,33
80
40
40
80
80
40
40
400
80
40
40
80
80
40
40
400
66,66
33,33
33,33
66,66
66,66
33,33
33.33
333,33
40
80
80
40
40
40
40
40
400
40
80
80
40
40
40
40
40
400
33.33
66,66
66,66
33.33
33.33
33.33
33.33
33.33
333,33
40
80
40
80
33.33
66,66
80
40
40
40
40
40
400
80
40
40
40
40
40
400
66,66
33.33
33.33
33.33
33.33
33.33
333,33
4000
4000
3.433,33
7o SEMESTRE
Microeletrônica
Elementos de Máquinas
Comando Numérico Computadorizado (CNC)
Eletrônica II
Sistemas de Controle I
Fundamentos de Instrumentação
Projeto Interdisciplinar Integrado V
SUBTOTAL
8o SEMESTRE
Máquinas Elétricas
4
Recursos Energéticos e Desenvolvimento Sustentável
2
Controladores Digitais
2
Sistemas de Controle II
4
Instrumentação para Automação
4
Economia para Engenharia
2
Optativa I
2
SUBTOTAL
20
9o SEMESTRE
Trabalho de Conclusão de Curso I (TCC I)
2
Projetos em Controle e Automação
4
Automação Industrial
4
Administração para Engenharia
2
Redes Industriais
2
Manufatura Auxiliada por Computador
2
Sistemas de Controle Avançado
2
Optativa II
2
SUBTOTAL
20
10o SEMESTRE
Trabalho de Conclusão de Curso II (TCC II)
2
Planejamento e Controle da Produção e Gestão da
4
Manutenção
Robótica Industrial
4
Gestão de Projetos
2
Higiene e Segurança do Trabalho
2
Gestão Ambiental
2
Ética e Legislação Profissional
2
Optativa III
2
SUBTOTAL
20
TOTAL
200
Carga Horária
(1) CH de Disciplinas presenciais
Hora aula
4.000
Hora relógio
3.333,33
(2) CH de Estágio Supervisionado
200
200
(3) CH de Atividades Complementares
120
120
(4) Projeto Interdisciplinar Integrado
100
100
Carga horária total do curso (1) + (2) + (3) + (4)
3.753,33
P á g i n a | 24
Carga Horária / Conteúdos
Núcleo de Conteúdos
Carga Horária (Horas)
Conteúdos Básicos
Conteúdos Profissionalizantes
Conteúdos Específicos
Estágio
Atividades Complementares
Projeto Integrador
1267
833
1233
200
120
100
% da Carga Horária
Total
34 %
22 %
33 %
5%
3%
3%
4. Conteúdos Curriculares
1o Semestre
Matemática Aplicada – 80 ha
Ementa
Conjuntos Numéricos e os Números Reais. Revisão de Álgebra. Equações e Inequações.
Funções. Funções Polinomiais, Exponenciais, Logarítmicas e Trigonométricas. Limite de
Funções.
Bibliografia Básica
GOLDSTEIN, Larry. Matemática Aplicada. Bookman, 2012.
KREYSZIG, Ermes. Matemática Superior para Engenharia. 3 Volumes. Ltc, 2009.
LAPA, Nilton. Matemática Aplicada: Uma Abordagem Introdutória. Saraiva, 2012.
MACEDO, Luiz Roberto Dias de. Tópicos de Matemática Aplicada. Curitiba: Ibpex. 2006.
(VIRTUAL)
Bibliografia Complementar
FLEMMING, Marília Diva; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A: funções, limite, derivação,
integração. 5.ed. São Paulo: Pearson Makron, 1992.
LEITHOLD, Louiz. O Cálculo com geometria Analítica. 3. ed. São Paulo : HARBRA, 2 v
1994.
SIMMONS, G.F. Cálculo com geometria analítica. 2. ed. S.Paulo: Pearson, 2005.
STEINBRUCH, A., WINTERLE, P. Geometria Analítica. 2ºed. São Paulo: McGraw-Hill, 1987.
SULLIVAN, Michael. Matemática Finita - Uma Abordagem Aplicada. Ltc, 2013.
Introdução a Engenharia – 40 ha
P á g i n a | 25
Ementa
O Profissional de Engenharia. Definição e Histórico da Engenharia, suas Modalidades e
suas Áreas de Atuação. As Atividades e as Normas Acadêmicas na UNIESP. Currículos de
Engenharia na UNIESP. O Sistema Profissional CONFEA / CREA. Entidades de Classe e
Sindicatos. Atribuições Profissionais. O Papel do Engenheiro na Sociedade Brasileira. Pesquisas
em Engenharia.
Bibliografia Básica
BAZZO, W.A., PEREIRA, L.T.V. Introdução à Engenharia. 6ª Ed. Florianópolis: Ed. UFSC,
2003.
BROCKMAN, Jay B. Introdução a Engenharia – modelagem e solução de problemas. LTC.
2010.
LINDEBURG, Michael. Fundamentos de Engenharia. 4 Volumes. Ltc. 2013.
Bibliografia Complementar
MORAES, Cícero Couto de. Engenharia de automação industrial. 2.ed. RJ: LTC, 2007.
MOTT, Souders. Formulário do Engenheiro – um manual pratico dos fundamentos da
engenharia. Hemus, 2008.
PAHL, G.; BEITZ, W. O.; FELDHUSEN, J. Projeto na Engenharia. 6ªed. São Paulo: Edgard
Blucher, 2005.
Informática Aplicada – 80 ha
Ementa
Informática e sociedade. Computação e Engenharia. Estudo dos Conceitos Básicos de
Informática e da Lógica de Programação. Desenvolvimento de Fluxogramas, Algoritmos e
Programação Estruturada. Métodos, Técnicas e Processos de Desenvolvimento de Softwares
para Engenharia. Planilhas Eletrônicas e sua utilização na Resolução de Problema em
Engenharia.
Bibliografia Básica
ALVES, Willian P. Informática Fundamental: Introdução ao processamento de dados.
São Paulo: Érica, 2010.
BENINI FILHO, Pio A. Informática: conceitos e aplicações. São Paulo: Érica, 2008.
VELLOSO, Fernando de C. Informática – Conceitos básicos. Campus, 2011.
WILDAUER, Egon Walter. Informática Instrumental. Curitiba: InterSaberes 2013.
(VIRTUAL)
Bibliografia Complementar
FORBELLONE, André Luiz Villar, EBERSPACHER, Henri Frederico. Lógica de programação:
a construção de algoritmos e estruturas de dados. São Paulo: Makron, 177 p, 1993.
P á g i n a | 26
MANZANO, J. A. N. G.. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de
computadores. 11. ed. São Paulo: Érica, 236p, 2001.
SALIBA, Walter Luiz Caram. Técnicas de programação: uma abordagem estruturada. São
Paulo : Makron, 1993. 141 p.
SOUZA, Marco Antonio Furlan, et al. Algoritmos e lógica de programação. São Paulo:
Thomson Learning, 2006.
VELOSO, P.A.S. Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: Campus, 1983.
Expressão Gráfica – 80 ha
Ementa
Sistemas de coordenadas. Representação Gráfica. Gráficos. Solução de Problemas por meio da
Interpretação Gráfica. Elementos de Geometria Descritiva. Escalas. Desenho Técnico. Normas
Técnicas. Projeções cotadas. Perspectivas. Elementos de Projeto em Engenharia.
Bibliografia Básica
BORGERSON, Jacob. Manual de Desenho Técnico para Engenharia. LTC, 2010.
BUENO, Cláudia P. Desenho Técnico para Engenharias. Juruá, 2008.
SPECK, Henderson J. Manual Básico de Desenho Técnico. 7ªed. UFSC, 2013
Complementar
MONTENEGRO, Gildo. Geometria Descritiva. Edgard Blucher. 1991.
RIBEIRO, Antonio Clélio. Curso de Desenho Técnico e Autocad. Pearson. 2013.
RIBEIRO, Antonio Clélio. Curso de Desenho Técnico e Autocad. Pearson. 2013.
(VIRTUAL)
SILVA, A.; RIBEIRO, C. T.; DIAS, J. Desenho Técnico Moderno. 4ªed. Rio de Janeiro: LTC,
2006.
Metodologia Científica e Tecnológica – 40 ha
Ementa
Método do Trabalho Acadêmico. Natureza do Conhecimento Científico. Ciência e Método
Científico. Métodos, Economia e Eficiência nos Estudos. Resumos, Resenhas, Fichamento s.
Normas Técnicas para Elaboração de Referências Bibliográficas. Elaboração de Projetos de
Pesquisa. Estrutura de Trabalhos Científicos. Monografias, Dissertações e Teses. Iniciação à
Prática Científica.
Bibliografia Básica
GIL, Antonio C. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. Atlas, 2010.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de Metodologia
Científica. Atlas. 4ª Ed. 2005.
P á g i n a | 27
SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 20.ed. São Paulo:
Cortez, 1999.
Bibliografia Complementar
ALMEIDA, Mario de S. Elaboração de Projeto, TCC, Dissertação e Tese – Uma
abordagem simples, prática e objetiva. Atlas, 2011.
CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro A.. Metodologia Científica. Pearson Education. 5ª
Ed. 2002. 242p.
TRALDI, Maria Cristina. Monografia passo a passo. 5.ed. SP: Alínea, 2006.
Comunicação e Expressão – 40 ha
Ementa
Linguagem e Socialização. Requisitos da Redação Técnica. Coesão e Coerência Textual.
Composição Tipológica de Textos. Gêneros Textuais. Estratégias de Leitura e Interpretação de
Textos. Argumentação. Técnicas e Estratégias de Comunicação Oral.
Básica
ANDRADE, Maria M. Comunicação em Língua Portuguesa. Atlas, 2009.
GARCIA, Othon. Comunicação em Prosa Moderna. FGV, 2010.
KENEDY, Eduardo. Curso básico de linguística gerativa. São Paulo: Contexto, 2013. (
Virtual)
MEDEIROS, João B. Redação Técnica. Atlas, 2010.
Complementar
BAHIA, Mariza F. Coesão e Coerência Textuais. Freitas Bastos. 2011.
BOFF, Odete M. B. Leitura e Produção Textual – Gêneros textuais do argumentar e
expor. Vozes, 2011.
DIDIO, Lucie. Leitura e Produção de Textos. Atlas, 2013.
FAVERO, Leonor Lopes. Coesão e Coerência Textuais. 11.ed. São Paulo: Ática, 2009.
(VIRTUAL)
Ciências Ambientais – 40 ha
Ementa
A Engenharia no Contexto Ambiental. Sustentabilidade Ambiental e Engenharia. Biosfera:
Conceitos Básicos em Ecologia. Ecologia das Comunidades. Ciclos Biogeoquímicos. Poluição e
Contaminação. Impacto Ambiental e Saneamento. Recursos Naturais: Ar, Água e Solo.
Recursos Energéticos. Recursos Naturais Renováveis. Política e Educação Ambiental.
Legislação Ambiental. Geração e Disposição de Resíduos Sólidos.
Bibliografia Básica
BÁSICA
BARBAULT, Robert. Ecologia Geral – estrutura e funcionamento da biosfera. Vozes,
2011.
P á g i n a | 28
BOTKIN, Daniel D. Ciência Ambiental - Terra, um planeta vivo. 7ªed. LTC, 2012.
MILLER JR, G. Tyler. Ciência Ambiental. Cengage. 2006.
COMPLEMENTAR
BRAGA, B. Introdução à Engenharia Ambiental. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil,
2002. 318p.
DONAIRE, DENIS. Gestão ambiental na empresa. 2.ed. SP: Atlas, 1999.
FADEL, Simone. Meio Ambiente, Saneamento e Engenharia. Garamond, 2010.
SANCHEZ, Luiz Enrique. Avaliação do Impacto Ambiental. Oficina de Textos. 2013.
2o Semestre
Cálculo Diferencial e Integral I – 80 ha
Ementa
Derivada de funções. Derivadas e regras básicas de derivação. Regras avançadas de derivação.
Derivadas superiores. Taxa média de variação. Otimização de funções de uma variável.
Incrementos e diferenciais.
Básica
BESSIERE, Gustavo. Cálculo Diferencial e Integral – Manual prático. Hemus, 2011.
BOULOS, Paulo. Cálculo Diferencial e Integral. Vol.1 + Pré-cálculo. Pearson, 2006.
STEWART, James. Cálculo. Vol. 1. Cengage. 2014.
THOMAS, George B. et al. Calculo. Vol. 1. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2012.
(VIRTUAL)
Complementar
HOFFMANN, L. D. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. LTC, 2010.
HUGHES-HALLET. Cálculo – a uma e a várias variáveis. Vol.1. LTC, 2011.
MENDELSON, Elliott. Cálculo. Bookman, 2013.
SIMMONS, G.F. Cálculo com geometria analítica. 2. ed. S.Paulo: Pearson, 2005.
Geometria Analítica e Álgebra Linear – 80 ha
Ementa
Espaços vetoriais. Subespaços vetoriais. Dependência linear. Independência linear. Bases
coordenadas. Produto escalar. Produto vetorial. Produto misto. Cônicas e superfícies. Sistemas
lineares. Matrizes. Determinantes. Autovalores e autovetores de matrizes.
Bibliografia Básica
P á g i n a | 29
FERREIRA, Silvimar. Geometria Analítica. Bookman. 2009.
LORETO, Ana Célia da Costa. Vetores e Geometria Analítica. 4ªed. Lcte. 2014.
WATANABE, Paulo. Vetores e uma Iniciação a Geometria Analítica. 2ªed. Livraria da
Física. 2011.
WINTERLE, Paulo. Vetores e Geometria Analítica. 2. ed. São Paulo: Pearson Education
do Brasil, 2014. (VIRTUAL)
Bibliografia Complementar
LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo : HARBRA, 1994.
LIPSCHUTZ, Seymour. Algebra Linear. Bookman. 2011.
SIMMONS, G.F. Cálculo com geometria analítica. 2. ed. S.Paulo: Pearson, 2005. ex.
Física Geral e Experimental I – 80 ha
Ementa
Cinemática: introdução aos conceitos de velocidade, equações do movimento, representação
gráfica, movimento uniforme e variado, queda livre. Dinâmica: vetores, forças. Leis de Newton.
Trabalho, potência. Lei de Hooke. Lei da Conservação de Energia, Energia Mecânica. Momento
linear. Colisões. Estudo de sistemas de partículas. Estática e dinâmica de sistemas de
partículas, centro de massa. Rotação de um corpo sólido e momento de inércia.
Bibliografia Básica
BREITHAUPT, Jim. Física. LTC, 2012.
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Fundamentos de Física. Vol 1.Vol. 2. Vol. 3LTC. 2009
TIPLER, P. A. Física para Cientistas e Engenheiros. V.1; Vol 2; Vol 3. LTC, 2009.
YONG, Hugh D. Física. 10. ed. São Paulo: Addison Wesley, 2003. (VIRTUAL)
Bibliografia complementar:
CAVALCANTE, Mariza A. Física Moderna Experimental. Manole, 2010.
CUTNEL, John D. Física. Vol.1. LTC, 2006.
FREEDMAN, Roger A. ; YOUNG, Hughd. Física I: mecânica. Tradução: Adir Moysés Luiz.
10. ed. São Paulo: Pearson Addison Wesley, 2003.
KELLER, Frederick J., GETTYS, Edward W., SKOVE, Malcolm J. Física, Vol. I. Ed. Makron
Books. 1999. NUSSENZVEIG, H. Moyses Curso de física básica 2: fluídos, oscilações e
ondas de calor. 4.ed. São Paulo: Edgard Blucher,2002.
Química Geral e Experimental – 80 ha
Ementa
P á g i n a | 30
Modelo cinético-molecular, estados de agregação da matéria, partículas constituintes –
átomos, moléculas e íons, natureza dos elementos químicos, ligações e interações químicas,
propriedades físicas e natureza química dos materiais, materiais modernos, aspectos físico químicos das reações, metais e metalurgia.
Bibliografia Básica
CHANG, Raymond. Química Geral: Conceitos Essenciais. 4ªed. Bookman, 2007.
CHISPINO, Álvaro. Manual de Química Experimental. Átomo, 2010.
MAIA, Daltamir J. Química Geral – Fundamentos. Pearson, 2007. (VIRTUAL)
MAIA, Daltamir J. Química Geral – Fundamentos. Pearson, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ATKINS, P.W. et alli. Princípios de Química. Porto Alegre, ed. Bookman, 2001.
KOTZ, J. C. e TREICHEL JR, Paul M. Química Geral e Reações Químicas. Thomson
Learning. Vol. 1. 2005.
MAHAN, B. H.. Química. 2. ed. São Paulo : E. Blucher, 1975. 654p.
ROZENBERG, I. M. Química Geral. São Paulo: Edgard Blucher, 2002.
RUSSEL, J.B. . Química Geral. 2ª ed. : Makron Books, vol 1, 1994. 564p.
Desenho Auxiliado por Computador – 40 ha
Ementa
A Tecnologia da Informação e a Engenharia. A Expressão gráfica e o uso de Softwares.
Softwares para Engenharia: Softwares para desenho, instalações e estruturas em Engenharia.
CAD. Representação em 2D e 3D. Mapas. Plotagens. Desenvolvimento de projeto. Aplicações.
BÁSICA
BALDAM, Roquemar. Autocad 2014 - Utilizando Totalmente. Érica, 2013.
OLIVEIRA, Adriano de. AutoCAD 2013 3D Avançado - Modelagem e Render com Mental
Ray. Erica. 2012.
RIBEIRO, Antonio C. Curso de Desenho Técnico e Autocad. Pearson, 2013.
RIBEIRO, Antonio Clélio. Curso de Desenho Técnico e Autocad. Pearson. 2013.
(VIRTUAL)
COMPLEMENTAR
BUENO, Claudia P. Desenho Técnico para Engenharias. Juruá, 2008.
HARRINGTON, David J. Desvendando o Auto CAD 2005. São Paulo: Pearson, 2005.
(VIRTUAL)
P á g i n a | 31
KATORI, Rosa. Autocad 2014 – Projetos em 2D. Senac, 2014.
SILVA, Julio C. Desenho Técnico Auxiliado pelo Solidworks. Visual Books, 2011.
Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania – 40 ha
Ementa
Objeto e Objetivos das ciências humanas e sociais. Conceitos básicos para a compreensão dos
processos sociais. Fundamentos do comportamento individual e grupal. Família e Religião.
Organização econômica e política. Estratificação Social. Instituições sociais. Cultura como
instrumento de significação e instrumento de conhecimento e poder. Dinâmica cultural das
sociedades contemporâneas. Cultura organizacional. Educação das Relações Étnico-raciais e
História e Cultura Afro-brasileira e Africana. Sustentabilidade Ambiental e Engenharia. Política
e Educação Ambiental.
Bibliografia Básica
COSTA, Critina. Sociologia: Introdução à ciência da sociedade. 3ª.Edição. São Paulo:
Moderna, 2005.
DIAS, Reinaldo. Introdução a Sociologia. 2ªed. Prentice Hall, 2010
GIL, Antonio C. Sociologia Geral. Atlas, 2011.
COMPLEMENTAR
LARAIA, Roque de B. Cultura - um conceito antropológico. 22ªed. Zahar, 2008
LOUREIRO, C. F. B. (org.) Sociedade e Meio Ambiente: a educação ambiental em
debate. 7ªed. São Paulo: Cortez. 2012.
MATTOS, Regina Augusto. História e Cultura Afro-brasileira. Ed. Contexto, 2012
MATTOS, Regina Augusto. História e Cultura Afro-brasileira. Ed. Contexto, 2007.
(VIRTUAL)
3o Semestre
Cálculo Diferencial e Integral II – 80 ha
Ementa
Integração. Integral Definida. Técnicas de Integração. Introdução às equações diferenciais.
Bibliografia Básica
BESSIERE, Gustavo. Cálculo Diferencial e Integral – Manual prático. Hemus, 2011.
BOULOS, Paulo. Cálculo Diferencial e Integral. Makron Books. Vol. 2. 2a Ed. 2002.
STEWART, James. Cálculo. Vol. 2. Cengage. 2014.
THOMAS, George B. Cálculo. Vol. 2. 12.ed. São Paulo: Pearson, 2012. (VIRTUAL)
Bibliografia Complementar
P á g i n a | 32
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um Curso de Cálculo. LTC. Vol. 2. 5ª Ed. 2002.
HOFFMANN, L. D. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. LTC, 2010.
MENDELSON, Elliott. Cálculo. Bookman, 2013.
Cálculo Numérico – 80 ha
Ementa
Representação computacional de números. Erros. Zeros de funções reais. Métodos de solução
de sistemas lineares. Problemas de autovalores de matrizes. Interpolação polinomial. Método
dos mínimos quadrados. Integração e diferenciação numéricas.
Básica
BURIAN, Reinaldo. Fundamentos de Informática – Cálculo numérico. LTC, 2007.
CASTILHO, Flavio Freitas. Cálculo para Cursos de Engenharia – uma abordagem
computacional. V.1. Ciência Moderna, 2011.
FRANCO, Neide Bertoldi. Cálculo Numérico. São Paulo: Pearson, 2006. (VIRTUAL)
FRANCO, Neide M. B. Cálculo Numérico. Pearson, 2007.
Complementar
MORETTIN, Pedro A. Calculo: funções de uma e várias variáveis. SP: Saraiva.
PUGA, Alvaro. Cálculo Numérico. LCTE, 2012.
SPERANDIO, Décio. Cálculo Numérico – características matemáticas e computacionais
dos métodos numéricos. Pearson, 2003.
Física Geral e Experimental II – 80 ha
Ementa
Temperatura. Termologia. Calor e Princípios de Termodinâmica. Oscilações. Ondas em Meios
Elásticos. Óptica. Natureza e Propagação da Luz. Reflexão e refração.
BÁSICA:
BREITHAUPT, Jim. Física. LTC, 2012.
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert e WALKER, Jearl. Fundamentos de física –
Eletromagnetismo. LTC. 6a Ed. 2003.
TIPLER, P. A. Física para Cientistas e Engenheiros. V.1; Vol 2; Vol 3. LTC, 2009.
COMPLEMENTAR:
BAUER, Wolfgang. Física para Universitários - relatividade, oscilações, ondas, calor.
McGraw Hill, 2013.
CHAVES, Alaor. Física Básica - gravitação, fluidos, ondas, termodinâmica –. LTC. 2007
P á g i n a | 33
KNIGHT, Randall D. Física: Uma abordagem estratégica – Termodinâmica Óptica. V.2.
Bookman, 2009.
YONG, Hug D. Fisíca II: Termodinâmica e ondas. 10. ed. São Paulo: Addison Wesley,
2003. (VIRTUAL)
Fundamentos de Medidas Elétricas – 40 ha
Ementa
Introdução. Corrente e Tensão. Resistências. Lei de Ohm, Potência e Energia. Circuitos em
Série e Circuitos em Paralelo. Método de análise das malhas e dos nós.
Bibliografia Básica
JOHNSON, D. E., HILBURN, J. L., JOHNSON, J. R. Fundamentos de análise de circuitos
elétricos. LTC. 2001.
MARIOTTO, Paulo Antônio. Análise de Circuitos Elétricos. São Paulo: Prentice Hall,
2003. (VIRTUAL)
ROLDAN, José. Manual de Medidas Elétricas. Hemus. 2002.
SENRA, Renato. Instrumentos e Medidas Elétricas. Barauna. 2011.
Bibliografia Complementar
ALEXANDRE, Charles. Análise de Circuitos Elétricos com Aplicações. Mcgraw Hill. 2014.
BURIAN JR., Yaro. Circuitos elétricos. São Paulo: Pearson. 2006. (VIRTUAL)
CRUZ, Eduardo Cesar. Circuitos Elétricos- Análise em Corrente Contínua e Alternada.
Erica. 2014.
SADIKU, M. Fundamentos de Circuitos Elétricos. Mcgraw Hill. 2013.
Circuitos Lógicos – 80 ha
Ementa
Introdução à Álgebra de Boole. Implementação de Funções Lógicas. Sistemas de Numeração.
Circuitos Combinacionais. Circuitos Sequenciais.
Bibliografia Básica
CAPUANO, Francisco G. Sistemas Digitais - Circuitos Combinacionais e Sequenciais.
Erica. 2014.
IDOETA E CAPUANO. Elementos de Eletrônica Digital. 31ª Edição. São Paulo: Érica, 2000.
TOCCI, Ronald J. Sistemas digitais. 8.ed. SP: Prentice Hall, 2003.
Bibliografia Complementar
LOURENÇO, Antonio Carlos de et al. Circuitos digitais - Estude e Use. SP: Erica, 2007.
SOUZA JR, José Carlos de. Circuitos Eletroeletrônicos - Fundamentos e
Desenvolvimento de Projetos Lógicos. Erica. 2014.
P á g i n a | 34
TOCCI E WIDMER. Sistemas Digitais: princípios e Aplicações. 8.ed. SP: LTC, 2000.
Noções de Direito – 40 ha
Ementa
Noções de Direito para Engenharia: Direito Constitucional e Civil. Direito Administrativo.
Direito do Trabalho. Direito Comercial. Direito Tributário. Licitações e contratos de obras
públicas. Código de Defesa do Consumidor. Direito e Legislação Ambiental.
Básica
FARIA, Claude Parteur. Comentários a Lei 5194/66: Regula o Exercício de Profissões de
Engenheiro. Insular. 2012.
GEORGE B. Thomas. Et al. Cálculo, volume 1. São Paulo: Pearson Education do Brasil,
2012. (VIRTUAL)
GOMIDE, Tito Ferreira. Engenharia Legal 3. Leud 2009.
NADER, Paulo. Introdução ao Estudo do Direito. Forense. 2014.
Complementar
ANGHER, Anne. Direito do Consumidor. Rideel. 2014.
BONATTO, Hamilton. Licitações e Contratos de Obras e Serviços de Engenharia. 2ªed.
Fórum. 2012.
BRAUNERT, Rolf Dieter. Como Licitar Obras e Serviços na Engenharia. 2ªed. Fórum.
2010.
Projeto Interdisciplinar Integrado I – 20 h
Ementa
Projeto interdisciplinar como elemento de síntese e integração das disciplinas e atividades do
período, em temática própria do curso. O projeto será desenvolvido por grupo de alunos e sob
orientação docente. Trabalho será apresentado ao final do semestre em evento – jornada
científica.
4o Semestre
Cálculo Diferencial e Integral III – 80 ha
P á g i n a | 35
Estudo de funções de várias variáveis. Derivação e diferenciação parcial. Regra da Cadeia.
Integrais múltiplas e aplicações. Sequencias e series. Equações diferenciais.
Bibliografia Básica
Básica
BESSIERE, Gustavo. Cálculo Diferencial e Integral – Manual prático. Hemus, 2011.
BOULOS, Paulo. Cálculo Diferencial e Integral. Vol.1 + Pré-cálculo. Pearson, 2006.
STEWART, James. Cálculo. Vol. 1 e Vol. 2. Cengage. 2014.
Complementar
BOYCE, W.E., Di Prima, R.C. Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Valores
de Contorno. 7. Ed. LTC. 2002. 416p.
BUSSAB, Wilton de O.; MORETTIN, Pedro A.; HAZZAN, Samuel. Cálculo. São Paulo:
Saraiva, 2003.
HUGHES-HALLETT, Deborah. Cálculo – a uma e a várias variáveis. V.1. LTC, 2011.
Probabilidade e Estatística – 80 ha
Ementa
Estatística Descritiva e Indutiva. Distribuição e Gráficos de Frequências. Distribuição a uma
Variável. Distribuição a duas variáveis. Correlação. Regressão Linear. Probabilidade. Teoria da
Amostragem. Inferência estatística.
Básica
MONTGOMERY, Douglas C. Estatística Aplicada a Engenharia. Rio de Janeiro: LTC, 2004.
MONTGOMERY, Douglas C. Estatística Aplicada e Probabilidade para Engenheiros. Rio
de Janeiro: LTC. 2012.
SPIEGEL, Murray R. Probabilidade e Estatística. Bookman, 2012.
WALPOLE, Ronald E. et al. Probabilidade e estatística para engenharia e ciências. São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009. (VIRTUAL)
Complementar
AKANIME, Carlos T. Estudo Dirigido de Estatística Descritiva. Érica, 2013.
CASELLA, George. Inferência Estatística. Cengage, 2010.
MARTINS, Gilberto Andrade. Estatística geral e aplicada. 3. ed. SP: Atlas, 2006. 08 ex.
Física Geral e Experimental III – 80 ha
Ementa
P á g i n a | 36
Carga Elétrica e Campo Elétrico. Lei de Gauss. Trabalho e Potencial Elétrico. Capacitores.
Condutores. Corrente Elétrica. Resistores. Geradores. Receptores. Circuitos elétricos. Campo e
Força Magnética e Fontes de Campos Magnéticos. Indução Eletromagnética. Ondas
Eletromagnéticas.
BÁSICA:
BREITHAUPT, Jim. Física. LTC, 2012.
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Fundamentos de Física. Vol 1.Vol. 2. Vol. 3LTC. 2009.
TIPLER, P. A. Física para Cientistas e Engenheiros. V.1; Vol 2; Vol 3. LTC, 2009.
COMPLEMENTAR:
BAUER, Wolfgang. Física para Universitários - eletricidade e magnetismo. McGraw Hill,
2012.
HAYT Jr., William H. Eletromagnetismo. Bookman, 2013.
YOUNG, Hug D.; FREEDMAN, Roger A. Física III: eletromagnetismo. 12. ed. SP: Pearson,
2003.
Mecânica Geral – 80 ha
Ementa
Vetores deslizantes. Estática da partícula e do corpo rígido. Geometria das massas. Fios e
cabos. Princípio dos trabalhos virtuais.
Básica
BEER, Ferdinand P. Mecânica Vetorial para Engenheiros – Estática. Bookman, 2012.
MATSUMURA, Amadeu Z. Mecânica Geral. Blucher, 2011.
MERIAM, James L.; KRAIGE, L. Green. Mecânica para Engenharia - 2 volumes. 6ªed. LTC,
2009.
Complementar
OLIVEIRA, José H. C. L. Introdução aos Princípios da Mecânica Clássica. LTC, 2013.
POTTER, Merle C. Engenharia Mecânica – Estática. Bookman, 2013.
SOUZA, Samuel de. Mecânica do Corpo Rígido. LTC, 2011.
Fundamentos de Metrologia – 40 ha
Ementa
Definições e conceitos metrológicos fundamentais. Calibração de dispositivos de medição e
monitoramento. Tipos de erros de medição. Propagação de erros de medição. Incerteza de
medições. Conceitos básicos de metrologia dimensional, metrologia de massa e pressão,
P á g i n a | 37
metrologia de temperatura, metrologia de força, metrologia de tempo e frequência,
metrologia elétrica.
BÁSICA
JR. Armando A. G. Fundamentos de Metrologia Científica e Industrial. Manole, 2008
NETO, João C. Silva. Metrologia e Controle Dimensional. Campus, 2012
NILSON, James W. Circuitos elétricos. 8ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009.
(VIRTUAL)
SANTANA, Reinaldo G. Metrologia. Do Livro Técnico, 2012
COMPLEMENTAR
HEMUS, A Técnica da Ajustagem: Metrologia, Medição, Rocas, Acabamento. Hemus.
2004.
KOBAYOSHI, Marcelo. Calibração de Instrumentos de Medição. Senai, 2012.
LIRA, Francisco A. Metrologia na Indústria. 9ªed. Érica, 2013.
Circuitos Elétricos I – 40 ha
Ementa
Circuitos Trifásicos. Potência em circuitos trifásicos. Circuitos Magnéticos. Redes
Magneticamente Acopladas. Quadripolos – Determinação dos parâmetros de impedância,
admitância e híbridos.
Bibliografia Básica
ALEXANDER, Charles K. Fundamentos de Circuitos Elétricos. 5ªed. Mcgraw Hill, 2013
JOHNSON, D. E., HILBURN, J. L., JOHNSON, J. R. Fundamentos de análise de circuitos
elétricos. LTC. 2001.
NILSSON, James. Circuitos Elétricos. Pearson. 2009.
Bibliografia Complementar
ALEXANDER, Charles. Análise de Circuitos Elétricos com Aplicações. Mcgraw Hill. 2014.
CRUZ, Eduardo Cesar. Circuitos Elétricos - Análise em Corrente Contínua e Alternada.
Erica. 2014.
MARKUS, Otávio. Circuitos Elétricos - Corrente Contínua e Corrente Alternada - Teoria
e Exercícios. Erica. 2011.
Projeto Interdisciplinar Integrado II – 20 h
P á g i n a | 38
Ementa
Projeto interdisciplinar como elemento de síntese e integração das disciplinas e atividades do
período, em temática própria do curso. O projeto será desenvolvido por grupo de alunos e sob
orientação docente. Trabalho será apresentado ao final do semestre em evento – jornada
científica.
5o Semestre
Fenômenos de Transporte – 80 ha
Ementa
Mecânica dos Fluidos. Propriedades dos Fluidos. Sistemas de Unidades. Análise Dimensional.
Estática dos Fluidos. Manometria. Dinâmica dos Fluidos. Perda de Carga em Sistemas
Fluidodinâmicos. Noções de Transferência de Calor e Massa.
Básica:
BRAGA FILHO, Washington. Fenômenos de Transporte para Engenharia. Rio de Janeiro:
LTC, 2012.
CANEDO, Eduardo L. Fenômenos de Transporte. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
LIVI, Celso Pohlmann. Fundamentos de Fenômenos de Transporte. Rio de Janeiro: LTC,
2012.
Complementar:
BRUNETTI, Franco. Mecânica dos Fluídos. Pearson. 1ª Ed. 2005.
CENGEL, Yunus A.; CIMBALA, John M. Mecânica dos fluídos: fundamentos e aplicações.
SP: McGraw-Hill, 2007.
INCROPERA, Frank P. Fundamentos de Transferência de Calor e de Massa. LTC, 2014.
Eletricidade Aplicada – 80 ha
Ementa
Circuitos de corrente contínua. Circuitos de corrente alternada. Circuitos magnéticos. Medidas
elétricas e magnéticas. Componentes elétricos eletrônicos. Introdução às Máquinas Elétricas.
Motores Elétricos. Transformadores. Sistemas Trifásicos.
Básica
FOWLER, Ricard. Fundamentos de Eletricidade. 2 volumes. Mcgraw Hill. 2013.
P á g i n a | 39
GUSSOW, Milton. Eletricidade Básica. Bookman. 2009.
MARIOTTO, Paulo Antônio. Análise de circuitos elétricos. São Paulo: Prentice Hall, 2003.
(VIRTUAL)
SILVA FILHO, Matheus T. Fundamentos de Eletricidade. LTC, 2007.
Complementar
ALEXANDER, Charles K. Fundamentos de Circuitos Elétricos. 5ªed. Mcgraw Hill, 2013
CRUZ, Eduardo. Eletricidade Aplicada em Corrente Continua. Erica. 2007
JOHNSON, D. E., HILBURN, J. L., JOHNSON, J. R. Fundamentos de análise de circuitos
elétricos. LTC. 2001.
Mecânica dos Sólidos I – 80 ha
Ementa
Introdução a Análise das Estruturas. Esforços Solicitantes. Tensões e Deformações. Resistência
dos Materiais. Solicitações Normais e Axiais. Solicitações Tangenci ais. Flexão de Barras.
Básica
MARTHA, Luiz F. Análise de Estruturas – conceitos e métodos básicos. Campus, 2010.
POPOV, Egor P. Introdução a Mecânica dos Sólidos. (reimpressão 2014) Blucher, 1978.
SCHON, Claudio G. Mecânica dos Materiais. Campus, 2013.
Complementar
BEER, Ferdinand P.,JOHNSTON JR., E. Russel. Resistência dos materiais. 3. ed. Makron,
1995. 1255 p.
MELCONIAN, Sarkis. Mecânica Técnica e Resistência dos Materiais. Érica, 2012.
PHILPOT, Timothy A. Mecânica dos Materiais – Um sistema integrado de ensino. LTC,
2013.
Circuitos Elétricos II – 80 ha
Ementa
Transformada de Laplace. Análise da resposta transitória – circuitos RC,RL e RLC, fator de
amortecimento. Resposta em frequência – diagrama de Bode. Filtros. Análise de Fourier –
série trigonométrica e exponencial.
Bibliografia Básica
P á g i n a | 40
ALEXANDER, Charles. Fundamentos de Circuitos Elétricos. Mcgraw Hill. 2013.
MARIOTTO, Paulo Antônio. Análise de circuitos elétricos. São Paulo: Prentice Hall, 2003.
(VIRTUAL)
SADIKU, M. Análise de Circuitos Elétricos com com Aplicações. Mcgraw Hikll. 2014.
THOMAS, Roland. Análise e Projetos de Circuitos Elétricos Lineares. Bookman. 2011.
Bibliografia Complementar
JOHNSON, D. E., HILBURN, J. L., JOHNSON, J. R. Fundamentos de análise de circuitos
elétricos. LTC. 2001.
MARKUS, Otávio. Circuitos Elétricos - Corrente Contínua e Corrente Alternada - Teoria
e Exercícios. Erica. 2011.
NILSSON, James. Circuitos Elétricos. Pearson. 2009.
Ciência e Tecnologia dos Materiais – 80 ha
Ementa
Introdução à Ciência e Engenharia dos Materiais. Estrutura Atômica dos Materiais.
Imperfeições em Sólidos. Materiais Metálicos. Diagramas de Fases. Processamento de
Materiais Metálicos. Materiais Cerâmicos. Materiais Poliméricos. Materiais Compósitos e
Madeiras. Reutilização e Reciclagem de materiais na Indústria.
Básica
ASKELAND, Donald R. Ciência e Engenharia dos Materiais. Cengage, 2008.
CALLISTER Jr., William D. Ciência e Engenharia de Materiais – Uma introdução. LTC,
2012.
HASHEMI, Javad. Fundamentos de Engenharia e Ciência dos Materiais. Bookman, 2012.
SHACKELFORD, James F. Introdução à ciência dos materiais para engenheiros. São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008. (VIRTUAL)
Complementar
ASHBY, Michael F. Materiais – Engenharia, ciência, processamento e projeto. Campus,
2013.
NEWELL, James A. Fundamentos da Moderna Engenharia e Ciência dos Materiais. LTC,
2010.
SHACKELFORD, James F. Ciência dos Materiais. São Paulo: Pearson, 2010.
Projeto Interdisciplinar Integrado III – 20 h
P á g i n a | 41
Ementa
Projeto interdisciplinar como elemento de síntese e integração das disciplinas e atividades do
período, em temática própria do curso. O projeto será desenvolvido por grupo de alunos e sob
orientação docente. Trabalho será apresentado ao final do semestre em evento – jornada
científica.
6o semestre
Algoritmos e Programação de Computadores – 80 ha
Ementa
Implementação de Algoritmos. Linguagem de Programação. Tipos de dados. Variável.
Ambiente de Programação. Sintaxe e Semântica. Implementação de estruturas para atribuição,
leitura e escrita de dados, implementação de estruturas de controle, estruturas de repetição.
Tipos estruturados básicos: vetores, matrizes registros e Strings. Subprogramas: funções,
procedimentos.
Bibliografia Básica
MANZANO, J. A. N. G.. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de
computadores. São Paulo: Érica, 2012.
PIVA JR, Dilermando. Algoritmos e Programação de Computadores. Elsevier. 2012.
SOUZA, Marco Antonio Furlan, et al. Algoritmos e lógica de programação. São Paulo:
Thomson Learning, 2012.
Bibliografia Complementar
FORBELLONE, André Luiz Villar, EBERSPACHER, Henri Frederico. Lógica de programação:
a construção de algoritmos e estruturas de dados. São Paulo : Pearson. 1993. 177 p.
POLETINI, Ricardo Augusto. Linguagem de Programação C: Primeiros Programas.
Ciência Moderna. 2014.
SOFFNER, Renato. Algoritmos e Programação em Linguagem C. Saraiva. 2013.
Hidráulica e Pneumática – 80 ha
Ementa
Introdução aos sistemas fluido-mecânicos de transformação e transmissão de energia.
Definições, campo de aplicação e características dos sistemas hidráulicos. Elementos
hidráulicos de potência. Fluidos Hidráulicos. Técnicas de comando hidráulico e eletro hidráulico aplicadas a circuitos. Introdução à pneumática. Campos de aplicação e
características dos sistemas pneumáticos. Geração e distribuição de ar comprimido. Atuadores
hidráulicos/pneumáticos. Funcionamento e aplicação de elementos elétricos. Válvulas e
eletroválvulas direcionais. Sistemas controle da vazão e de pressão. Máquinas Hidráulicas.
Bibliografia Básica
P á g i n a | 42
FIALHO, A.B. Automação Hidráulica: projetos, dimensionamento e análise de circuitos.
Érica. 2011.
FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação pneumática: projetos, dimensionamento e
análise de circuitos. 5.ed. SP: Erica, 2007
PRUDENTE, Francesco. Automação Industrial - Pneumática - Teoria e Aplicações. Ltc.
2013.
Bibliografia Complementar
ALVES, Jose Luiz Loureiro. Instrumentação, controle e automação de processos. RJ: LTC,
2010.
BONACORSO, N.G. Automação eletropneumática. Érica. 2012.
MOREIRA, Ildo da Silva. Comandos Elétricos de Sistemas Pneumáticos e Hidráulicos.
Senai. 2012.
Processos de Produção e Tecnologia Mecânica – 80 ha
Ementa
Processos de fabricação: processos mecânicos de usinage m, processos mecânicos de
conformação, processos não convencionais de produção, máquinas operatrizes. Movimentos e
relações geométricas do processo de usinagem. Ferramentas. Usinagem. Fluidos de corte.
Economia no processo de usinagem. Escalonamento da vel ocidade de máquinas ferramentas.
Variadores escalonados. Caixas de velocidade. Prática de oficina.
Bibliografia Básica
FITZPATRICK, Michael. Introdução aos Processos de Usinagem. Mcgraw Hill. 2013.
GROOVER, Mikell. Introdução aos Processos de Fabricação. Ltc. 2014.
Metálicos. Edgard Blucher. 2013.
OLIVEIRA, Marcelo Falcão de. Introdução aos Processos de Fabricação de Produtos
Bibliografia Complementar
ASKELAND, Donald R. Ciência e engenharia dos materiais. SP: Cengage Learning, 2008.
DINIZ, A. E.; MARCONDES, F. C.; COPPINI, N. L. Tecnologia da usinagem dos materiais. 6.
ed. SP: Artliber, 2008.
KIMINAMI, Claudio S. Introdução aos Processos de Fabricação de Produtos Metálicos.
Edgard Blucher. 2013.
Eletrônica I – 80 ha
Ementa
P á g i n a | 43
Instrumentação para Telecomunicações. Física dos Semicondutores. Diodos. Retificadores.
Transistor Bipolar. Polarização de Transistor. Transistor de Efeito de Campo. Acopladores
Ópticos. Optoeletrônica. Osciladores. Amplificadores. Amplificadores Operacionais.
Conversores AD e DA.
Bibliografia Básica
BOYLESTAD, Robert, NASHELSKY, Louis. Dispositivos eletrônicos e teoria dos circuitos. 8a
ed. Pearson Brasil 2004. 672 p.
CAPUANO, Francisco Gabriel. Elementos de eletrônica digital. SP: Erica. 2012.
SCHULER, Charles. Eletrônica Vol. I e II. Mcgraw Hill. 2013.
Bibliografia Complementar
MALVINO, Albert Paul. Eletrônica – vol.1. Makron. 1997.
MALVINO, Albert Paul. Eletrônica – vol.2. Makron. 1997.
TOCCI, RonaldJ.; WIDMER, Neal S. Sistemas Digitais: princípios e aplicações. 8. ed.
Pearson. 2003.
Análise de Sinais e Sistemas – 80
Ementa
Sistemas CAD e sua interação com Sistemas CAPP, CAM, CAE; Tipos de Sistemas CAD e
aplicações principais; Sistemas 2D e 3D; Modelos principais de representação (wiref rame, CSG,
B-REP, paramétrica); Método dos Elementos finitos. Softwares Comerciais de CAE. Pré e Pós
Processamento. Geração de Malhas. Dimensionamento de Elementos.
Bibliografia Básica
BALDAM, Roquemar. AutoCAD 2014 - Utilizando Totalmente. Erica. 2013.
GIROD, Bernd. Sinais e Sistemas. LTC. 2003.
HARRINGTON, David J. Desenvolvendo autocard. Pearson Makron Book, 2006. (virtual)
SOUZA, Adriano Fagali de. Engenharia Integrada por Computador e sistemas
CAD/CAM/CNC: princípios e aplicações. Ed. Artliber, 2009.
Bibliografia Complementar
ALVES FILHO, Avelino. Elementos Finitos - A Base da Tecnologia CAE. Erica. 2012.
DINIZ, Paulo Sergio. Processamento Digital de Sinais Projeto e Análise de Sistemas.
Bookman. 2014.
Oliveira, Hélio M. Análise de Sinais para Engenheiros - uma Abordagem via Wavelets, Ed.
Brasport. 2007.
P á g i n a | 44
Projeto Interdisciplinar Integrado IV – 20 h
Ementa
Projeto interdisciplinar como elemento de síntese e integração das disciplinas e atividades do
período, em temática própria do curso. O projeto será desenvolvido por grupo de alunos e sob
orientação docente. Trabalho será apresentado ao final do semestre em evento – jornada
científica.
7o semestre
Microeletrônica – 80 ha
Ementa
Arquitetura típica de microcontroladores. Memórias. Dispositivos de entrada e saída.
Contadores e temporizadores. Sistemas de desenvolvimento. Sistemas de aquisição de dados e
de controle. Programação e aplicações. Sistemas Embarcados.
Bibliografia Básica
GIMENEZ, SALVADOR P. Microcontroladores 8051 - Teoria e Prática, Ed. Erica 2010.
NICOLOSI, DENYS E. C., Microcontrolador 8051: Detalhado, Ed. Érica, 2013.
SEDRA, Adel. Microeletrônica. Pearson. 2007.
Bibliografia Complementar
GIMENEZ, Salvador Plinilos. Microcontroladores 8051. Teoria do hardware e do
software, São Paulo. Pearson, 2002.(virtual)
MIYADAIA, Alberto N. Microcontroladores PIC18 - Aprenda e Programe em Linguagem
C. Erica. 2012.
NICOLOSI, Denys. Laboratório de Microcontroladores Família 8051 - Treino de
Instruções, Hardware e Software. Erica. 2014.
ZANCO, Wagner da Silva. Microcontroladores PIC - Técnicas de Software e Hardware
para Projetos de Circuitos Eletrônicos. Erica. 2008.
Elementos de Máquinas – 80 ha
Ementa
Elementos de união. Elementos de fixação. Elementos de transmissão. Eixos e árvores
de acionamento. Engrenagens. Mancais de rolamento e deslizamento. Lubrificação.
Bibliografia Básica
BUDYNAS, Richard. Elementos de Máquinas de Shigley. Mcgraw Hill. 2011.
P á g i n a | 45
CUNHA, L. B., Elementos de Máquinas, 1ª edição, LTC – 2005.
MELCONIAN, Sarkis. Elementos de máquinas. 10.ed. SP: Erica, 2012.
Bibliografia Complementar
COLLINS, Jack., Projeto Mecânico de Elementos de Máquinas. Ltc. 2006.
JUVINALL, Robert. Projeto de Componentes de Máquinas. Ltc. 2008.
NIEMANN, J. Elementos de Máquinas, vol.1, 2 e 3. Edgard Blucher. 2002.
Comando Numérico Computadorizado (CNC)– 40 ha
Ementa
Comando Numérico Computadorizado: conceitos e aplicações. Ambiente de programação
CNC. Linguagem de programação para CNC. Máquinas e equipamentos CNC. Operação e
programação CNC.
Bibliografia Básica
FITZPATRICK, Michael. Introdução a Usinagem com CNC. Mcgraw Hill. 2013.
SILVA, Sidnei D. Cnc - Programação de Comandos Numéricos Computadorizados Torneamento - Série Formação Profissional. Ed. Erica. 2008.
SOUZA, Adriano Fagali de, Engenharia Integrada por Computador e sistema
CAD/CAM/CNC: princípios e aplicações. Ed. Artliber. 2013.
Bibliografia Complementar
DINIZ, A. E.; MARCONDES, F. C.; COPPINI, N. L. Tecnologia da usinagem dos materiais. 6.
ed. SP: Artliber, 2008.
FITZPATRICK, Michael. Introdução a Manufatura. Mcgraw Hill. 2013.
STEPHAN.Richard. Acionamento, Comando e Controle de Máquinas Elétricas. Ciência
Moderna. 2013.
Eletrônica II – 80 ha
Ementa
Noções de eletrônica industrial. Dispositivos eletrônicos de potência e aplicações.
Acionamento de cargas elétricas.
Bibliografia Básica
ALMEIDA, José Luis Antunes de. Eletrônica Industrial - Conceitos e aplicações com SCRs
e TRIACs. Erica. 2014.
FIGINI, G. Eletrônica Industrial: Circuitos e Aplicações. Hemus. 2002.
P á g i n a | 46
SCHULER, Charles. Eletrônica Vol. I e II. Mcgraw Hill. 2013.
Bibliografia Complementar
BOYLESTAD, Robert, NASHELSKY, Louis. Dispositivos Eletrônicos e Teoria dos Circuitos.
8a ed. Pearson Brasil 2004
BOYLESTAD, Robert, NASHELSKY, Louis. Dispositivos eletrônicos e teoria dos circuitos.
8a ed. Pearson Brasil 2004. 672 p.
MALVINO, Albert Paul. Eletrônica – vol.1 e 2. Makron. 1997.
Sistemas de Controle I – 80 ha
Ementa
Modelos de sistemas físicos. Modelos de variáveis de estados. Respostas dos sistemas de
controle. Análise da reposta em frequência de modelos de 1ª e 2ª ordem. Projetos usando a
resposta em frequência. Projeto de controladores eletrônicos.
Bibliografia Básica
DORF, Richard C., BISHOP, Robert H. Sistemas de Controle Moderno. Ltc. 2013.
NICE, Norman. Engenharia de Sistemas de Controle. Ltc. 2012.
POWEL, J. David. Sistemas de Controle para Engenharia. Bookman. 2013.
Bibliografia Complementar
OGATA, Katsuhiko. Engenharia de Controle Moderno. 5. ed. Pearson Brasil. 2011.
PENEDO, Sergio Ricardo Master. Sistemas de Controle - Matemática Aplicada a
Projetos. Erica. 2014.
SAITO, K. Sistemas Inteligentes em Controle e Automação de Processos. Ciência
Moderna. 2004.
Fundamentos de Instrumentação – 40 ha
Ementa
Erros. Medidas das Principais Grandezas Físicas e Aplicações. Funcionamento de instrumentos
e transdutores. Sensores: Fundamentos e Aspectos Gerais. Sensores Térmicos, Mecânicos e
Óticos. Conversores A/D e D/A.
Bibliografia Básica
BALBINOT, Alexandre. Instrumentação e Fundamentos de Medidas. Vol. 1 e 2. Ltc.
2011.
BEGA, Egídio Alberto. Instrumentação Industrial. 3. ed. RJ: Intercência. 2011.
P á g i n a | 47
FIALHO, Arivelto Bustamante, Instrumentação Industrial - Ed. Érica, 2010.
Bibliografia Complementar
AGUIRE, Luis Antonio. Fundamentos de instrumentação. São Paulo. Pearson, 2013
(VITUAL)
BOLTON, William. Instrumentação & Controle. Ed. Hemus. 1a ed. 2002. 200 p
LOUREIRO, José Luiz Alves. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. LTC
Editora; 2010.
THOMAZINI, Daniel. Sensores Industriais. Erica. 2008.
Projeto Interdisciplinar Integrado V – 20 h
Ementa
Projeto interdisciplinar como elemento de síntese e integração das disciplinas e atividades do
período, em temática própria do curso. O projeto será desenvolvido por grupo de alunos e sob
orientação docente. Trabalho será apresentado ao final do semestre em evento – jornada
científica.
8o semestre
Máquinas Elétricas – 80 ha
Ementa
Fundamentos de conversão eletromecânica de energia. Princípios de funcionamento e
características principais. Especificação e modelagem de máquinas elétricas. Princípios de
funcionamento dos conversores estáticos. Atuadores Elétricos: Motor CC, Motor CA, Motor de
Passo, Eletro-Válvulas, Solenóides.
Bibliografia Básica
CARVALHO Geraldo. Máquinas Elétricas: Teoria e Ensaios, Editora Erica, 2011
CHAPMAN, S. Fundamentos de Máquinas Elétricas. Mcgraw Hill. 2013.
UMANS, S. Máquinas Elétricas de FITZGERALD E KINGSLEY. Bookman. 2014.
Bibliografia Complementar
BIM, Edson. Máquinas Elétricas e Acionamento. Campus. 2014.
STEPHAN.Richard. Acionamento, Comando e Controle de Máquinas Elétricas. Ciência
Moderna. 2013.
SIMONE, Gilio Aluísio. Conversão Eletromecânica de Energia - Uma Introdução ao
Estudo. Erica. 2010.
P á g i n a | 48
Recursos Energéticos e Desenvolvimento Sustentável – 40 ha
Ementa
Desenvolvimento Sustentável e Sustentabilidade Energéti ca. Energia no contexto de
Desenvolvimento e Meio Ambiente. Conversão de energia e eficiência de conversão. Fontes
Renováveis e Não-Renováveis. Matriz Energética Mundial e Brasileira. Geração Centralizada e
Distribuída. Petróleo, Gás Natural, Carvão e a Energia Nuclear. Termelétricas. Co-geração. Trigeração. Centrais Hidrelétricas. Geração Fotovoltaica, Termossolar, Eólica. Sistemas Híbridos.
Energia dos Oceanos. Células a Combustível e a Problemática do Hidrogênio. Impactos
ambientais associados.
Bibliografia Básica
FADIGAS, Eliane. Energia, Recursos Naturais e a Prática do Desenvolvimento Sustentável.
Manole. 2012.
GOLDEMBERG, José. Energia e Desenvolvimento Sustentável. Edgard Blucher. 2010.
SANTOS, Eldis Carmargo. Energia Elétrica e Sustentabilidade: Aspectos Tecnológicos,
Socioambientais e Legais . Manole. 2014.
Bibliografia Complementar
BRAGA, B. Introdução à Engenharia Ambiental. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil,
2002. 318p. 05 ex.
GRIPPI, Sidney. Gás Natural e Matriz Energética Nacional. Interciencia. 2009.
REIS, Lineu Belico dos. Geração de energia elétrica. Manole. 2011
Controladores Digitais – 40 ha
Ementa
Configuração de CLPs, simulação de processos, Portas entrada e saídas digitais e analógicas,
Técnicas de controle: PI e PID, interconexão de CLPs.
Bibliografia Básica
FRANCHI, Claiton Moro. Controladores Lógicos Programáveis - Sistemas Discretos.
Erica. 2009.
PETRUZELLA, Frank. Controladores Lógicos Programáveis. Bookman. 2013.
SANTOS, W.E. dos. Controladores Lógicos Programáveis CLP’s. Editora Base. 2011.
Bibliografia Complementar
CAPELLI, Alexandre. Automação Industrial: Controle do Movimento e Processos
Contínuos. 3ª Edição. São Paulo: Érica, 2013.
GEORGINI, M., Automação aplicada: descrição e implementação de sistemas sequenciais
com PLCs. Ed. Érica, 2007.
SILVEIRA, Paulo R da. Automação e Controle Discreto. Erica. 1998.
P á g i n a | 49
Sistemas de Controle II – 80 ha
Ementa
Automação de sistemas. Estratégias de comando e controle. Controle de Processos Industriais.
Introdução ao Controle Digital. Aplicações e Projetos Práticos.
Bibliografia Básica
DORF, Richard C., BISHOP, Robert H. Sistemas de Controle Moderno. Ltc. 2013.
NICE, Norman. Engenharia de Sistemas de Controle. Ltc. 2012.
POWEL, J. David. Sistemas de Controle para Engenharia. Bookman. 2013.
Bibliografia Complementar
CAMARGO, Valter Luis. Elementos de Automação. Erica. 2014.
GROOVER, M. Automação Industrial e Sistemas de Manufatura. Pearson. 2011.
SILVEIRA, Paulo R. da. Automação e controle discreto. 9.ed. SP: Erica, 2009.
Instrumentação para Automação – 80 ha
Ementa
Dispositivos de aquisição de dados. Sistemas de medida auxiliados por computador.
Instrumentação virtual. Introdução ao Processamento Digital de Sinais.
Bibliografia Básica
BALBINOT, Alexandre. Instrumentação e Fundamentos de Medidas Vol. 1 e 2. Ltc. 2011.
BHUYAN, M. Instrumentação Inteligente. Ltc. 2013.
FIALHO, Arivelto Bustamante, Instrumentação Industrial - Ed. Érica, 2010.
Bibliografia Complementa
CASTRUCCI, Plinio de Lauro. Engenharia de Automação Industrial. Ltc. 2007.
DORF, Richard C. Sistemas de controle modernos. 8.ed. RJ: LTC, 2013.
NALON, José A. Introdução ao Processamento Digital de Sinais. Ltc. 2009.
Economia para Engenharia – 40 ha
Ementa
Introdução a Economia. Princípios básicos de microeconomia. Produção. Custos de Produção.
Estruturas de Mercado. Princípios básicos de macroeconomia. Produção e Crescimento
Econômico. Poupança e investimento. Sistema financeiro. Sistema monetário e inflação. Oferta
e demanda agregada. Financiamentos e empréstimos. Técnicas de análise de investimentos.
Bibliografia Básica
P á g i n a | 50
GONÇALVES, Carlos E.; GUIMARÃES, Bernardo. Introdução a Economia. Campus, 2010.
MANKIW, N. Gregory. Introdução a Economia. 6ªed. Cengage, 2013
VASCONCELLOS, Marco A. S. Fundamentos de Economia. Saraiva, 2012.
Bibliografia Complementar
NASCIMENTO, Sebastião Vieira. Engenharia Econômica. Ciência Moderna. 2010.
VASCONCELOS, Marco A. S. Economia – Micro e Macro. 5ªed. Atlas, 2011.
SOUZA, Nali de J. Desenvolvimento Econômico. 6ªed. Atlas, 2012
Estágio Supervisionado I – 100 ha
Ementa
Desenvolvimento de Estágio Supervisionado em Empresa ou Projeto Supervisionado
em Engenharia de Controle e Automação.
9o semestre
Trabalho de Conclusão de Curso I (TCC I) – 40
Ementa
Elaboração de trabalho de cunho científico. Monografia dentro das áreas de conhecimento e
atuação do Engenheiro de Controle e Automação. Defesa perante uma banca avaliadora.
Bibliografia Básica
FIALHO, Francisco. TCC Métodos e Tecnicas. Visual Books. 2011.
MANZANO, André Luiz. Trabalho de Conclusão de Curso Utilizando o Word. 2013. Erica.
2013.
SANTOS, Clovis Roberto dos. Trabalho de Conclusão de Curso. Cengage. 2010.
Bibliografia Complementar
ANDRADE, Maria M. Introdução à Metodologia do trabalho científico. São Paulo, Atlas,
1995.
DIAS, Donaldo de S. Como Fazer uma Monografia - manual de elaboração com
exemplos e exercícios. Atlas, 2010
ISKANDAR, Jamil. Normas da ABNT - Comentadas para Trabalhos Científicos. Juruá.
2012.
P á g i n a | 51
Projetos em Controle e Automação – 80 ha
Ementa
Desenvolvimento de projeto virtual na área da engenharia para aplicação prática. Sistemas
CAD e sua interação com Sistemas CAPP, CAM, CAE; Tipos de Sistemas CAD e aplicações
principais; Sistemas 2D e 3D; Modelos principais de representação (wireframe, CSG, B-REP,
paramétrica); Método dos Elementos finitos. Softwares Comerciais de CAE. Pré e Pós
Processamento. Geração de Malhas. Dimensionamento de Elementos.
Bibliografia Básica
BALDAM, Roquemar. AutoCAD 2014 - Utilizando Totalmente. Erica. 2013.
OLIVEIRA, Adriano de. AutoCAD 2013 3D Avançado - Modelagem e Render com Mental
Ray. Erica. 2012.
SOUZA, Adriano Fagali de. Engenharia Integrada por Computador e sistemas
CAD/CAM/CNC: princípios e aplicações. Ed. Artliber, 2009.
Bibliografia Complementar
ALVES FILHO, Avelino. Elementos Finitos - A Base da Tecnologia CAE. Erica. 2012.
KATORI, Rosa. Autocad 2014 - Projetos em 2D. Senac. 2014.
PHAL, Gerard. Projeto na Engenharia. Edgard Blucher. 2005.
Automação Industrial – 80 ha
Ementa
Sistemas de automação discreta. Métodos de representação e análise de sistemas sequenciais.
Controladores Lógicos Programáveis: Conceito, Programação e Aplicações. Projetos em
automação industrial: Integração Hardware/Software. Estudos de Casos e Aplicações.
Bibliografia Básica
CAPELLI, Alexandre. Automação Industrial: Controle do Movimento e Processos
Contínuos. 3ª Edição. São Paulo: Érica, 2013.
MORAES, Cícero Couto de. Engenharia de automação industrial. 2.ed. RJ: LTC, 2007.
NATALE, Ferdinando. Automação Industrial. Erica. 2008.
Bibliografia Complementar
FRANCHI, Claiton. Controladores Lógicos Programáveis – Sistemas Discretos. Erica.
2009.
PETRUZELLA, Frank. Controladores Lógicos Programáveis. Mcgraw Hill. 2013.
SANTOS, Max Mauro. Redes Industriais de Automação Industrial. Erica. 2010.
Administração para Engenharia – 40 ha
P á g i n a | 52
Ementa
Teoria Geral de Administração e as principais abordagens das organizações. O Processo de
Administração: Planejamento, Organização, Liderança, Controle. Estrutura organizacional.
Cultura organizacional. Relação entre empresas: competição, cooperação, redes e
terceirização. Planejamento e gestão de serviços. Recursos humanos, finanças, orçamento e
logística de empreendimentos organizacionais.
Bibliografia Básica
CHIAVENATO, I. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7. ed. Campus. 2004.
GURGEL, Claudio. Administração: Elementos Essenciais para a Gestão das
Organizações. Atlas. 2014.
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Teoria geral da administração: da revolução
urbana à revolução digital. 3.ed. SP: Atlas, 2002.
Bibliografia Complementar
MARTINS, Petrônio G.; LAUGENI, Fernando Piero. Administração da produção. 2.ed. SP:
Saraiva, 2006.
MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da produção e operações. 2.ed. SP: Cengage
Learning, 2008.
SCHEIN, Edgar. Cultura Organizacional e Liderança. Atlas. 2009.
Redes Industriais – 40 ha
Ementa
Protocolos de comunicação e padrões especiais para redes industriais. Meios de transmissão e
Interfaces de Comunicação de Dados Industriais. Redes inteligentes. Segurança de redes.
Sistemas distribuídos. Comunicação multimídia. Internet. Implementação de sistema de
controle em redes Fieldbus.
Bibliografia Básica
LUGLI, A. B.; SANTOS, M. M. D. Sistemas Fieldbus para Automação Industrial. Ed. Érica,
2009.
LUGLI, Alexandre Baratella. Redes Industriais para Automação Industrial – AS-I,
PROFIBUS e PROFINET. Érica, 2010
STEMMER, Marcelo Ricardo. Redes Locais Industriais – A Integração da produção
através das redes de comunicação. UFSC, 2011
Bibliografia Complementar
BLAIR, Gordon. Sistemas Distribuídos. Bookman. 2013.
MORAES, Alexandre Fernandes de. Segurança em Redes. Erica. 2010.
TANEMBAUM, Andrew. Redes de computadores. 4.ed. RJ: Elsevier, 2003.
P á g i n a | 53
Manufatura Auxiliada por Computador – 40 ha
Ementa
Sistemas de produção. Sistemas de Manufatura. Automação nos sistemas de produção.
Operações de manufatura. Introdução a manufatura de sistemas. Componentes de um sistema
de manufatura. Máquinas com Comando Numérico Computadori zado (CNC). Operação e
programação CNC. Planejamento de processo e fabricação industrial. Integração CAD/CAM.
Sistemas flexíveis de manufatura. Tipos de Manutenção: conceitos e definições básicas.
Bibliografia Básica
FITZPATRICK, Michael. Introdução a Manufatura. Mcgraw Hill. 2013.
GROOVER, Mikell. Automação industrial e sistemas de manufatura. 3ª ed. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2011. (VIRTUAL)
GROOVER, Mikell. Automação Industrial e Sistemas de Manufatura. Pearson. 2011
Silva, Sidnei D. CNC - Programação de Comandos Numéricos Computadorizados Torneamento - Série Formação Profissional. Ed. Erica. 2010.
Bibliografia Complementar
CORREA, Henrique. Administração de Produção e Operações: Manufatura e Serviços.
Atlas. 2002.
PEREIRA, Mario Jorge. Técnicas Avançadas de Manutenção. Ciência Moderna. 2010.
SOUZA, Adriano Fagali de. Engenharia Integrada por Computador e sistema
CAD/CAM/CNC: princípios e aplicações. Ed. Artliber,. 2013.
Sistemas de Controle Avançado – 40 ha
Ementa
Projeto e sintonia de controladores. Controladores PID. Técnicas avançadas de controle:
cascata, feed forward, preditivo. Laboratório. Sistemas supervisórios.
Bibliografia Básica
DORF, Richard C., BISHOP, Robert H. Sistemas de Controle Moderno. 12. ed.LTC. 2013.
FRANCHI, Claiton Moro. Controle de Processos Industriais – Princípios e Aplicações.
Érica, 2011.
NISE, Norman. Engenharia de Sistemas de Controle. Ltc. 2012.
OGATA, Katsuhiko. Engenharia de controle moderno. 5ª ed. São Paulo: Pearsom
Prentice Hall, 2010. (VIRTUAL)
Bibliografia Complementar
PENEDO, Sergio Ricardo. Sistemas de Controle - Matemática Aplicada a Projetos. Erica.
2014.
P á g i n a | 54
POWELL, J. David. Sistemas de Controle para Engenharia. Bookman. 2013.
SITO, K. Sistemas Inteligentes em Controle e Automação de Processos. Ciência
Moderna. 2004.
Estágio Supervisionado II – 100 ha
Ementa
Desenvolvimento de Estágio Supervisionado em Empresa ou Projeto Supervisionado
em Engenharia de Controle e Automação.
10o semestre
Trabalho de Conclusão de Curso II (TCC II) – 40 ha
Ementa
Elaboração de trabalho de cunho científico. Monografia dentro das áreas de conhecimento e
atuação do Engenheiro de Controle e Automação. Defesa perante uma banca avaliadora.
Bibliografia Básica
FERRAREZI Junior, Celso. Guia do trabalho científico: do projeto à redação final. São
Paulo: Contexto, 2011. (VIRTUAL)
FIALHO, Francisco. TCC Métodos e Tecnicas. Visual Books. 2011.
MANZANO, André Luiz. Trabalho de Conclusão de Curso Utilizando o Word. 2013. Erica.
2013.
SANTOS, Clovis Roberto dos. Trabalho de Conclusão de Curso. Cengage. 2010.
Bibliografia Complementar
ANDRADE, Maria M. Introdução à Metodologia do trabalho científico. São Paulo, Atlas,
1995.
DIAS, Donaldo de S. Como Fazer uma Monografia - manual de elaboração com
exemplos e exercícios. Atlas, 2010
ISKANDAR, Jamil. Normas da ABNT - Comentadas para Trabalhos Científicos. Juruá.
2012.
Planejamento e Controle da Produção e Gestão da Manutenção – 80 ha
Ementa
Conceitos de planejamento, programação e controle da produção. Conceitos básicos de
estoques. Estimativa de necessidades (MRP e MRP II). Sequenciação e redução de
desperdícios. Avaliação de modelos de previsão. Tipos de Manutenção: conceitos e definições
P á g i n a | 55
básicas. Organização para a Manutenção. Atividades e Registros em Manutenção. Indicadores
Utilizados.
Bibliografia Básica
CHIAVENATO, Idalberto. Planejamento e controle da produção. 2ª ed. São Paulo:
Manole, 2008. (VIRTUAL)
CORRÊA, H.L., GIANESI, I.G.N. e CAON, M. Planejamento , Programação e Controle da
Produção: MRP II/ ERP – Conceitos, Usos e Implantação. Ed. Atlas, São Paulo, 2007.
FIALHO, Moacir Godinho. Planejamento e Controle da Produção. Atlas. 2010.
TUBINO, Dalvio. Planejamento e Controle da Produção. Atlas. 2009.
Bibliografia Complementar
ANTUNES, Junico; Sistemas de Produção - Conceitos e Práticas para Projeto e Gestão da
Produção Enxuta - Ed. Bookman, 2008
FOGLIATTO, F.S.; Ribeiro, J. L. D. Confiabilidade e Manutenção Industrial, São Paulo:
Campus 2009
OSADA, T. TPM/MPT Manutenção Produtiva Total. Imam. 2010.
Robótica Industrial – 80 ha
Ementa
Conceitos de Automação e robótica. Componentes de um robô. Classificação e especificação
de robôs. Modelagem de robôs. Controle de robôs. Aplicações.
Bibliografia Básica
CRAIG, John J. Robótica. 3ª ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2012. (VIRTUAL)
CRAIG, John J. Robótica. Pearson, 2013.
NIKU, Saeed B. Introdução à Robótica - Análise, Controle, Aplicações. Ltc, 2013.
ROSÁRIO, João Maurício. Robótica Industrial. Baraúna. 2010.
Bibliografia Complementar
GEORGINI, Marcelo. Automação Aplicada. Erica. 2007.
OSORIO, Fernando. Robótica Móvel. Ltc. 2014.
SAITO, K. Sistemas Inteligentes em Controle e Automação de Processos. Ciência
Moderna. 2004.
Gestão de Projetos – 40 ha
P á g i n a | 56
Ementa
Apresentar conhecimentos, habilidades e técnicas utilizadas na iniciação,
planejamento, execução, controle e encerramento de um projeto.
Bibliografia Básica
GASNIER, D. G. Guia Prático para Gerenciamento de Projetos. 5ªed. Instituto IMAN,
2010.
LIMA, Rinaldo José Barbosa. Gestão de Projetos. São Paulo: Pearson Educations do
Brasil, 2010. (VIRTUAL)
MAXIMINO, A C. A. Administração de Projetos. 5ªed. São Paulo: Atlas, 2014.
MENEZES, L. C M. Gestão de Projetos. 3ªed. São Paulo: Atlas, 2009
Bibliografia Complementar
PRADO, Darci. Usando o MS-Project 2010 em Gerenciamento de Projetos. INDG, 2012
VALERIANO, D. L. Gerenciamento Estratégico de Projetos. Campus, 2013.
WOILER, Samsão; MATHIAS, Washington F. Projetos - planejamento, elaboração e
análise. 2ªed. Atlas, 2008.
Higiene e Segurança do Trabalho – 40 ha
Ementa
Noções de Ergonomia. Saúde do trabalhador e Saúde ambiental. Higiene do trabalho. A
segurança do trabalho nas atividades de Engenheiros. Controle de acidentes. Proteção contra
incêndios. Segurança no projeto. Legislação e normas.
Bibliografia Básica
BARBOSA, Rildo P. Higiene e Segurança do Trabalho. Erica. 2014.
MASCULO, Francisco S. Higiene e Segurança do Trabalho. Campus. 2011.
SZABÓ JR, Adalberto M. Manual de Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho. Rideel.
2014.
Bibliografia Complementar
DUL, Jan. Ergonomia Prática. Edgard Blucher. 2012.
SILVA, Edson. Saúde Ambiental: o Meio Ambiente e o Homem. All Print. 2012.
TAVARES, José da Cunha. Noções de prevenção e controle de perdas em segurança do
trabalho. Ed. Senac. 2010.
Gestão Ambiental – 40 ha
Ementa
P á g i n a | 57
Evolução histórica da questão ambiental. Casos históricos. Problemas ambientais em escala
global. O conceito de desenvolvimento sustentável e perspectivas para o futuro. Legislação
ambiental federal e estadual. Licenciamento ambiental. Avaliação de Impactos Ambientais.
Processos de Gestão Ambiental. Certificação Ambiental e adequação ambiental de empresas.
As empresas e a ISO 14.000. Sistema de Gestão Ambiental. Auditorias ambientais . Meio
ambiente e Responsabilidade social.
Bibliografia Básica
CURI, Denise. Gestão ambiental. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011. (VIRTUAL)
DIAS, R. Gestão Ambiental - responsabilidade social e sustentabilidade. 2ª edição.
Editora Atlas, 2011.
PHILLIPPI JR, A.; MEIRELLES, T. F. Indicadores de Sustentabilidade e Gestão Ambiental.
Editora Manole, 2013.
SEIFFERT, M. E. B. ISO 14001 - Sistemas de Gestão Ambiental. 4ª edição. Editora Atlas,
2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FOGLIATTI, Maria C. Avaliação de Impactos Ambientais - aplicação aos sistemas de
transporte. Interciência, 2008.
SEIFFERT, M. E. B. Gestão Ambiental - Instrumentos, Esferas de Ação e Educação
Ambiental. 2ª edição. Editora Atlas, 2011.
TACHIZAWA, T. Gestão Ambiental e Responsabilidade Social Corporativa. 7ª edição.
Editora Atlas, 2011.
Ética e Legislação Profissional – 40 ha
Ementa
Ética e Cidadania. Ética Profissional. Código de Ética Profissional. Formação e Atribuições
Profissionais do Engenheiro de Controle e Automação. A organização do sistema profissional
CONFEA/CREA. Registro nos Conselhos Profissionais. O Exercício Legal da Engenharia de
Controle e Automação. Entidades reguladoras. Sindicatos e Associações de Classe. Legislação
Profissional: Lei nº 5.194/1966; Resoluções nº 218/1973 e 1010/2005 e as atribuições
profissionais. Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). Responsabilidades dos
Profissionais. Infrações e Penalidades. Salário profissional. Previdência. MUTUA. Fiscalização
do Exercício Profissional.
Bibliografia Básica
BENNETT, Carole. Etica Profissional. Senac. 2012.
NALINI, Jose R. Ética Geral e Profissional. 10ªed. RT, 2014
SÁ, Antonio Lopes de. Ética profissional. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2001.
P á g i n a | 58
Bibliografia Complementar
FARIA, Claude Pasteur de Andrade. Comentários Á Lei 5.194 66. Insular. 2013.
GALLO, S. (Coord.) Ética e cidadania: Caminhos da Filosofia. 11 ed. Campinas: Papirus,
2003.
VASQUEZ, Adolfo Sanches. Ética. Civilização Brasileira. 2010.
Disciplinas Optativas
Libras – Linguagem Brasileira de Sinais – 40 ha
Ementa
Histórias de surdos; noções de língua portuguesa e linguística; parâmetros em libras; noções
linguísticas de libras; sistema de transcrição; tipos de frases em libras; incorporação de
negação, teoria de tradução e interpretação; classificadores de LIBRAS; técnicas de tradução
da libras/português; técnicas de tradução de português/libras
Bibliografia Básica
GESSER, Audrei. Libras? Que língua é essa? Parábola. 2009.
QUADROS, R. M. Língua de sinais: instrumento de avaliação. Penso. 2011.
QUADROS, R. M.; KARNOPP, L. B. (Org.) Língua de Sinais Brasileira: estudos linguísticos.
Porto Alegre: Artmed, 2004.
Bibliografia Complementar
FRIZANCO, Mary L. E; HONORA, Márcia. Livro Ilustrado da Língua Brasileira de Sinais.
Vol.1. Ciranda Cultural, 2009.
GESSER, Audrei. O Ouvinte e a Surdez – sobre ensinar e aprender libras. Parábola,
PEREIRA, Maria Cristina. Libras – conhecimento alem dos sinais. Pearson. 2011.
Empreendedorismo – 40 ha
Ementa
Empreendedorismo: principais conceitos e características. A gestão empreendedora e suas
implicações para as organizações. O papel e a importância do comportamento empreendedor
nas organizações. O perfil dos profissionais empreendedores nas organizações. Processos
grupais e coletivos, processos de autoconhecimento, autodesenvolvimento, criatividade,
comunicação e liderança. Ética e Responsabilidade Social nas organizações. A busca de
oportunidades dentro e fora do negócio. A iniciativa e tomada de decisão. A tomada de risco.
A gestão empreendedora de pessoas nas organizações.
Bibliografia Básica
BERNARDI, Luiz Antonio. Manual de empreendedorismo e gestão: fundamentos,
estratégias e dinâmicas. São Paulo: Atlas, 2003.
P á g i n a | 59
DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios.
Rio de Janeiro: Campus, 2001.
HISRICH, R.D. e PETERS, M.P. Empreendedorismo. Bookman. 2014.
Bibliografia Complementar
BIZZOTTO, Carlos. Plano de Negócios para Empreendimentos Inovadores. Atlas. 2008.
CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo. Manole. 2012.
DORNELAS,José Carlos Assis. Empreendedorismo Corporativo. Rio de Janeiro: Elsevier,
2003.
Inglês Instrumental para Engenharia – 40 ha
Ementa
Estudo da língua inglesa em sua estrutura básica, através de textos gerais. Glossário de termos
gerais e técnicos.
Bibliografia Básica
LEPKOSKI, Graziella Araújo de Oliveira. Do Texto ao sentido: Teoria e pratica de leitura
em língua inglesa. Curitiba: InterSaberes, 2012. (VIRTUAL)
MUNHOZ, Rosangela. Inglês Instrumental Modulo I. Texto Novo. 2005.
MUNHOZ, Rosangela. Inglês Instrumental Modulo II. Texto Novo. 2005.
SOUZA, Adriana G. Leitura em Lingua Inglesa. Disal. 2010.
Bibliografia Complementar
BAKER, Ann. Tree or three? : an elementary pronunciation course. Cambridge:
Cambridge Univ. Press, 1982. 121p. il. (Introduction english pronunciation).
DIXSON, Robert J..Graded exercises in english. 2 ed. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico,
2007. 215p.
GALANTE, Terezinha Prado; LÁZARO, Svetlana Ponomarenko. Inglês para secretariado:
correspondência; importação/exportação; computação; câmbio/turismo. 3. ed. São
Paulo: Atlas, 1992. 155p.
MURPHY, Raymond, 1946 -. English grammar in use: a self-study reference and practice
book for intermediate students of english: with answers. 3. ed. Cambridge: Cambridge
Univ. Press, 2004. 379p.
WITTE, Roberto Ewald. Business english: a practical approach. 2 ed. São Paulo: Saraiva,
2006. 270p.
WITTE, Roberto Ewald. Presentation and meetings in english: a practical approach. São
Paulo: Saraiva, 2005. 258p.
P á g i n a | 60
Avaliações e Perícias de Engenharia – 40 ha
Ementa
Introdução a Engenharia de Avaliações e Perícias. Estrutura da Avaliação. Tópicos Básicos de
Matemática Financeira. Perícias na Engenharia. Perícia Judicial e Elaboração de Laudos.
Bibliografia Básica
DNATAS, Rubens Alves. Engenharia de Avaliações. Pini. 2012.
FIKER, José. Perícias e Avaliações em Engenharia _ Fundamentos Práticos. Leud. 2011.
YEE, Zung Che. Perícias de Engenharia. Juruá. 2007.
Bibliografia Complementar
ABUNAHMAN, Sergio. Curso Básico de Engenharia Legal e de Avaliações. Pini. 2008.
FIKER, José. Contestação da Perícia Judicial. Leud. 2012.
FIKER, José. Perícia Judicial. Leud. 2013.
Gestão da Qualidade – 40 ha
Ementa
Planejamento e Controle da Qualidade; Dimensões da Qualidade; Normalização e certificação
para a qualidade. Gestão da qualidade total. Metodologias e técnicas associadas à qualidade.
Custos da Qualidade.
Bibliografia Básica
BOUER, Gragório. Qualidade: Conceitos e Aplicações. Edgard Blucher. 2013.
CARPINETTI, Luiz Cesar. Gestão da Qualidade ISO 9001:2008 – Princípios e Requisitos.
Atlas. 2011.
LÉLIS, Eliacy Cavalcanti. Gestão da Qualidade. 1. ed. São Paulo: Pearson, 2012.
(VIRTUAL)
PALADINI, Edson. Gestão da Qualidade. Atlas. 2012.
Bibliografia Complementar
LÉLIS, Eliacy Cavalcanti. Gestão da Qualidade. 1. ed. São Paulo: Pearson, 2012.
(VIRTUAL)
OLIVEIRA, Otávio. Gestão da Qualidade: Tópicos avançados. Pioneira. 2006.
SHIGUNOV, Alexandre. Manual de Gestão da Qualidade Aplicada Aos Cursos de
Graduação. Fundo de Cultura. 2004.
WERKEMA, Cristina. Métodos PDCA e DMAIC e suas Ferramentas Analíticas. Campus.
2012.
P á g i n a | 61
Sistemas Supervisórios – 40 ha
Ementa
Sistemas Supervisórios: conceitos, Hardware e Software para desenvolvimento de
Supervisórios, Interfaceamento com CLP, IHM-Interface Homem Máquina.
Bibliografia Básica
GEORGINI, M. Automação Aplicada. Descrição e Implementação De Sistemas
Sequenciais com PLCs. Erica. 2007.
LUZ, Carlos E.S. Criação de Sistemas Supervisórios em Microsoft Visual C# 2010
Express. Erica. 2012.
ROQUE, Luis Alberto. Automação de Processos com Linguagem Ladder e Sistemas
Supervisórios. Ltc. 2014.
Bibliografia Complementar
BENYON, David. Interação Humano-Computador. 2. ed. São Paulo: Pearson, 2011.
(VIRTUAL)
FRANCHI, C. Controladores Lógicos Programáveis – Sistemas Discretos. Erica. 2009.
PETRUZELLA, Frank. Controladores Lógicos programáveis. Mcgraw Hill. 2013.
SILVA, Bruno Santana. Interação Humano Computador. Campus. 2010.
P á g i n a | 62
5. Metodologia
Parte-se da concepção de que um ensino eficaz deve ser de qualidade e, portanto,
organizado em função dos alunos aos quais é dirigido de forma a assegurar que o tempo
concedido para o trabalho em sala de aula seja efetivamente dedicado à aprendizagem.
A organização do
intercomplementares:
currículo
do
curso
prevê
dois
momentos distintos e
1º) alunos em atividades de ensino junto com o professor: neste momento é o professor
quem direciona o processo ou as relações de mediação entre o conteúdo e o aluno, no qual o
professor, dentre outras coisas, orienta o desenvolvimento de atividades de estudo;
2º) alunos sozinhos ou em grupos em atividades supervisionadas de aprendizagem, ou
seja, em contato direto com o objeto de conhecimento: neste momento é o próprio aluno
quem conduz seu processo de aprender, por meio das relações de estudo e a partir das
orientações recebidas em sala de aula.
Os princípios metodológicos que dão sustentabilidade a essa organização curricular são:
a) O ensino e, portanto, a aprendizagem extrapola as atividades desenvolvidas em sala
de aula;
b) O saber não é pré-fabricado, mas tem necessidade de ser (re)construído por cada
aluno;
c) O processo de (re)construção do saber precisa ser conduzido / guiado / orientado
para o sujeito aprendente assumi-lo como seu (relações de mediação);
d) Nas relações de mediação acontece o desenvolvimento das operações lógicas
(ativação dos processos mentais) e das operações estratégicas (influencia o
desenvolvimento das atividades intelectuais);
e) Não é o professor quem faz as aprendizagens e sim o aluno: o aprender depende
muito do envolvimento pessoal do aluno.
f) A aprendizagem é um processo contínuo e intencional que exige esforço pessoal do
aluno, e não está limitada a reprodução do conteúdo.
g) Os professores precisam ter capacidade para orientar a organização do tempo do
aluno, por meio do planejamento de atividades que orientem os momentos de
estudo;
Enfim, acredita-se na necessidade do aluno assumir uma postura de apropriação e
compreensão do conteúdo em estudo, o que exige do professor o planejamento das preleções
semanais e também de atividades de fixação, reforço e revisão da matéria para serem
desenvolvidas de forma individualizada, ou em grupos, pelos alunos após cada encontro
didático em sala de aula.
A Avaliação de Aprendizagem é realizada por meio do acompanhamento contínuo do
aluno e dos resultados por ele obtidos nas provas escritas ou trabalhos de avaliação de
conhecimento, nos exercícios de classe ou domiciliares, nas outras atividades escolares e
provas parciais.
Compete ao professor da disciplina ou ao Coordenador do Curso, quando for o caso,
elaborar os exercícios escolares sob forma de provas de avaliação e demais trabalhos, bem
como julgar e registrar os resultados.
P á g i n a | 63
Os exercícios escolares e outras formas de verificação do aprendizado previstas no plano
de ensino da disciplina, e aprovadas pelo órgão competente, sob forma de avaliação, visam à
aferição do aproveitamento escolar do aluno.
A cada verificação de aproveitamento é atribuída uma nota expressa em grau numérico
de ZERO a DEZ, com variação de 0,1 ponto (Exemplos: 4,1; 6,7), não havendo arredondamento
nas notas 1 e 2 e supletiva.
Obtém os créditos da disciplina o aluno que tiver frequência não inferior a setenta e cinco
por cento (75%) das aulas fixadas no currículo pleno e alcançar avaliação final não inferior a
5,0 (cinco), resultante da média entre a avaliação do exame e a média de, no mínimo, duas
avaliações intermediárias obtidas durante o período letivo.
Obtém os créditos da disciplina, sem prestar exame, o aluno que, durante o período
letivo, tiver alcançado média 7,0 (sete), no mínimo, nas avaliações intermediárias,
computando-se a mesma como avaliação final.
Para cada aluno, o Instituto elabora e mantém atualizado, após cada semestre, o histórico
Escolar, no qual são registradas as disciplinas cursadas com a respectiva carga horária, créditos
e nota final obtida.
As disciplinas teóricas, então, pautam-se pelos créditos para aferição do aproveitamento,
usuais no Instituto, os quais provêm:
a) Duas avaliações parciais provenientes de um mínimo de duas provas no decurso do
Período Letivo, observadas as normas de avaliação emanadas da Diretoria Acadêmica.
b) Uma avaliação resultante do Exame Final.
A aprovação se dá naquelas disciplinas em que o aluno obtiver avaliação final mínima de
5,0 (cinco).
O aluno ficará dispensado do Exame Final na(s) disciplina(s) em que tiver 75% ou mais de
frequência e, no mínimo, 5,0 (cinco) na média de duas avaliações parciais.
Caso não preencha a condição de aproveitamento, o aluno deverá fazer exame final na(s)
disciplina(s) respectiva(s).
Há, antes do exame final, oportunidade de revisão de conteúdos programáticos mediante
novos exercícios, com vistas à substituição de avaliação, exceto para o aluno que tiver prova
parcial anulada devido à fraude escolar.
O aluno sem frequência mínima (75%) na disciplina não poderá substituir avaliação e nem
fazer exame final, sendo nulo o ato, se realizado.
A avaliação nas disciplinas práticas, por outro lado, tem características próprias, devido à
relação professor-aluno em aulas onde predominam os assessoramentos e a apresentação de
trabalhos. Neste sentido, usa-se uma ficha de Acompanhamento para registrar os
assessoramentos e uma Planilha de Avaliação.
A planilha é um instrumento avaliativo que possibilita ao docente a objetividade
necessária na análise do trabalho apresentado e paralelamente oferece ao aluno a
oportunidade de verificar seu aproveitamento e saber como é avaliado seu trabalho.
As próximas seções ilustram algumas destas práticas desenvolvidas pelos alunos do curso
de Engenharia de Controle e Automação da POLITEC.
P á g i n a | 64
5.1. Projeto Interdisciplinar Integrador
O Projeto Interdisciplinar Integrado foi concebido como componente curricular
obrigatório do curso de Engenharia de Controle e Automação da Faculdade POLITEC de Santa
Bárbara d’Oeste, a ser desenvolvido preferencialmente do 3º ao 7º semestres do curso, com
objetivo de construção de trabalhos e projetos de síntese e integração dos conhecimentos
adquiridos ao longo do curso, com ênfase no conjunto de disciplinas e componentes do
período de matrícula do aluno, como construção interdisciplinar e transversal. O projeto será
realizado sob a orientação de docente ou equipe de docentes e poderá ser realiz ado
individualmente ou em grupo de alunos, com ênfase na realização de projetos,
desenvolvimento de protótipos e de equipamentos.
A implantação do Projeto Interdisciplinar Integrado como componente do curso foi
amplamente discutida no âmbito do Núcleo Docente Estruturante (NDE) e entendido em uma
perspectiva de ação que se constitui em fortalecimento da estrutura curricular do curso,
tornando-o mais dinâmica e potencializadora das competências e habilidades profissionais
necessárias aos graduandos.
O Projeto Interdisciplinar Integrado se constitui, portanto, em uma estratégia pedagógica,
de caráter interdisciplinar, constituída de etpas e fases e como um eixo articulador do
currículo, no sentido da integração curricular e da mobilização, realização e aplicação de
conhecimentos que contribuam com a formação de uma visão do todo, no decorrer do
percurso formativo do estudante de Engenharia da Faculdade POLITEC.
Por este enfoque, a utilização do Projeto Interdisciplinar Integrado é ferramenta para a
construção de competências pelo aluno a partir da realização do projeto, da pesquisa
sistematizada, do envolvimento do corpo docente, da adoção de escrita normatizada e de
estratégias de apresentação oral dos trabalhos interdisciplinares nos semestres letivos que
compõem o curso.
Na prática, espera-se que, além da interdisciplinaridade, o Projeto Interdisciplinar
Integrado induza à transversalidade entre os conteúdos de ensino por meio de um eixo
integrador desse currículo, de forma a se estabelecer uma interface entre as disciplinas e
promover a articulação de conhecimentos no semestre letivo trabalhado.
5.2. Direitos Humanos e Relações Étnico-Raciais
O desenvolvimento Étnico-Racial deve ser baseada no conceito de principalmente, socializar
todo e qualquer tipo de etnias e condições financeiras , conforme citado no site da UNESCO:
“A sociedade brasileira é constituída por diferentes grupos étnico-raciais que a caracterizam,
em termos culturais, como uma das mais ricas do mundo. Entretanto, sua história é marcada
por desigualdades e discriminações, especificamente contra negros e indígenas, impedindo,
desta forma, seu pleno desenvolvimento econômico, político e social.”
A atuação, em diferentes frentes áreas e temáticas, possibilitam que a UNESCO, ao longo de
sua história, acumule sólida experiência. A abordagem transversal e as ações intersetoriais,
têm sido priorizadas como um método rico e eficaz para o reconhecimento da diversidade
étnico-racial e cultural que constitui a sociedade brasileira e também, para a consolidação de
um país promotor de igualdade de direitos.
P á g i n a | 65
O conteúdo de Direitos Humanos será ofertado na disciplina de:
 Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania (2º semestre)
 Noções de Direito (3º semestre)
O conteúdo de Relações étnico raciais será ofertado na disciplina de:
 Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania (2º semestre)
5.3. Política de Educação Ambiental
No âmbito das políticas públicas voltadas à Educação, muitas ações são destinadas ao meio
ambiente. As questões ambientais incluem-se dentre os temas contemporâneos que exigem
uma abordagem interdisciplinar, contemplando uma nova articulação das conexões entre as
ciências naturais, sociais e exatas. Nesse contexto fica evidente a importância do papel da
Educação Ambiental no despertar da consciência para a cidadania, pois é ela que através do
seu princípio de abordagem holística da realidade, vai levar os alunos a reconhecer e
compreender a relação entre o seu cotidiano pessoal e a questão ambiental, com alcance
muito mais amplo.Com base nos preceitos e na perspectiva das diretrizes da Política Nacional
de Educação, (Lei nº 9795/99), que coloca como um dos objetivos fundamentais da Educação
Ambiental, a necessidade do desenvolvimento de uma compreensão integrada do meio
ambiente em suas múltiplas e complexas relações envolvendo aspectos ecológicos,
psicológicos, legais, políticos, sociais, econômicos, científicos, culturais e éticos, tal assunto é
discutido especificamente nas seguintes disciplinas:
 Ciências Ambientas (1º semestre),
 Recursos Energéticos e Desenvolvimento Sustentável (7º semestre),
 Gestão Ambiental (10º semestre).
Além destas disciplinas, o desenvolvimento é tratado em praticamente todas as disciplinas do
curso de Engenharia de Controle e Automação da Faculdade Politec.
5.4. Programa de Visitas Técnicas
As visitas técnicas são atividades de campo que permitem ao aluno observar as aplicações
práticas dos conceitos estudados e são particularmente importantes para a motivação do
alunado. A POLITEC está inserida em uma região onde o parque empresarial está em expansão
e, atualmente, estas expansões são acompanhadas pela implantação de processos
automatizados e diversas ferramentas de processos de melhoria. Desta forma, as visitas
técnicas são uma excelente forma do aluno vivenciar um ambiente industrial e conhecer
melhor o mercado de trabalho.
5.5. Aulas práticas em ambiente industrial
Objetivando maior vivência no ambiente industrial, estreitamento das relações entre
ambiente acadêmico e indústria além de uma motivação ainda maior por parte dos discentes
nas aulas, o curso de Engenharia de Controle e Automação da POLITEC tem procurado
P á g i n a | 66
executar algumas de suas aulas em indústrias da região. Disciplinas como Processos de
Fabricação e Instrumentação são exemplos onde esse tipo de aula pode ser aplicado.
Por meio da disciplina Processos de Fabricação, cuja ementa envolve basicamente o
detalhamento dos principais processos de produção discretos, a usinagem, conformação
plástica dos metais, fundição, soldagem e sinterização passando por processos de fabricação
de termoplásticos e de termofixos, é possível medir diversos resultados desses processos na
indústria. Através da parceria com a indústria USH de Jaguariúna, ENGRATECH, JaguarMoldes,
Senai, Bener e JaguarPlast (Figura 1 e 2), por exemplo, foi possível a realização de tal atividade
já no primeiro semestre em que a disciplina foi oferecida para os alunos, devendo as demais
turmas passarem pela mesma experiência
Figura 1. Aula prática na empresa ENGRATECH.
Figura 2. Aula prática na empresa Jaguar Moldes
5.6. Ciclo de estudos
O ciclo de estudos faz parte das atividades previstas no calendário acadêmico da POLITEC
e ocorre sempre no segundo semestre do ano letivo. O ciclo consiste em uma sucessão de
eventos envolvendo a apresentação de palestras técnicas, minicursos e workshops ministrados
por empresários do setor produtivo de diferentes áreas (Figura 3).
P á g i n a | 67
Figura 3. Cursos e Workshops ministrados por empresas parceiras (Rexroth Bosch,
Mitsubischi e Bener)
5.7. Trabalhos multidisciplinares
Sabendo que as atividades do engenheiro não são estanques em áreas e que os trabalhos
inter e multidisciplinares são importantes para a formação do aluno, são propostas os
trabalhos em praticamente todas as disciplinas práticas do curso, porém com um maior
enfoque nas disciplinas de Projeto Multidisciplinar Integrado, que tem início já no terceiro
semestre do curso. Nestas disciplinas são desenvolvidos projetos multidisciplinares em grupo.
As disciplinas são caracterizadas por uma ementa aberta que visa tratar de tópicos e
tecnologias atuais voltadas para a aplicação de conceitos aprendidos em sala de aula nos
ambientes industriais, de acordo com a demanda das empresas; visa também o aprendizado
prático através da utilização da multidisciplinaridade na construção/otimização de linhas
produtivas e/ou produtos; ou seja, essas disciplinas têm como característica aproximar os
discentes do ambiente produtivo, promovendo a integração e trabalho em equipe como um
todo.
5.8. Interação Teoria/Prática
Para promover a interação entre teoria e prática estão sendo implantados laboratórios de
diversas áreas (ver item 5 – Instalações Físicas).
As atividades a serem realizadas nestes laboratórios têm por objetivo geral a fixação e
expansão do conhecimento apresentado em sala de aula, por meio de aulas práticas sobre os
assuntos versados na teoria.
Os laboratórios são constituídos de equipamentos baseados em tecnologias já
consagradas que, naturalmente, podem evoluir, porém dificilmente serão substituídas.
Os laboratórios são construídos com áreas adequadas ao bom atendimento do aluno,
pretendendo assim aliar o ensino sólido nas bases fundamentais da engenharia ao uso de
tecnologias atuais.
5.9. Empresa Júnior
Uma Empresa Júnior é uma associação civil sem fins lucrativos e com fins educacionais
formada exclusivamente por alunos do ensino superior.
P á g i n a | 68
As empresas juniores são criadas por alunos de graduação de uma instituição de
ensino superior e deve ser sempre ligada a um ou mais cursos de graduação. A gestão de uma
EJ, sigla para Empresa Júnior, é feita pelos próprios alunos. A empresa júnior não constitui em
si uma pessoa jurídica específica.
O objetivo primeiro das empresas juniores é promover a melhor experiência de
mercado aos alunos graduandos na instituição à qual ela é vinculada. Por esse objetivo
entende-se fomentar o crescimento pessoal e profissional do aluno membro, por meio do
oferecimento de serviços de qualidade e a baixo custo ao mercado. Dessa forma, além de
atingir seu próprio objetivo, as EJs contribuem para o desenvolvimento do empreendedorismo
em sua região.
As EJ se enquadram no terceiro setor da economia, pois estão enquadrados no setor
privado (portanto não são do Primeiro Setor) e não têm por fim último o lucro (excluindo-se do
Segundo Setor). Dessa forma, acabam por ter reduzidos custos operacionais e de tributação,
podendo oferecer serviços de qualidade a um custo baixo. As EJ atendem principalmente o
mercado das micro e pequenas empresas, que costumeiramente não tem acesso a consultoria
sênior e enfrentam grandes dificuldades na gestão.
A fim de garantir um excelente aprendizado, todo o trabalho executado possui o
acompanhamento e a orientação de um professor da respectiva área do conhecimento, visto
que esses trabalhos são prestados como consultoria a todo tipo de empresas, embora o
mercado maior seja o das MPE (micro e pequenas empresas).
Entende-se que ex-alunos que passam por empresas juniores contam com diferencial
de conhecer o mercado, ter experiência de trabalho, conhecer a prática empreendedora e
desenvolvimento de suas habilidades empresariais.
P á g i n a | 69
6. Atendimento ao discente
A Faculdade Politécnica de Campinas (POLITEC) dispõe ao docente do PROE (Programa
de Orientação ao estudante).
O Corpo Discente no Instituto merece especial atenção desde o primeiro contato com a
Instituição – no processo seletivo.
A Instituição mantém um setor encarregado do apoio, acompanhamento e de orientação
pedagógica que se responsabiliza pelas ações junto aos acadê micos.
De acordo com o seu Regimento Interno Unificado, ficam fixados os direitos e deveres do
Corpo Discente:
Art. 90. São direitos e deveres dos membros do Corpo Discente:
I.
Frequentar as aulas e participar das demais atividades curriculares;
II.
Utilizar os serviços postos à sua disposição pela Instituição;
III.
Recorrer de decisões de órgãos executivos e deliberativos, observando os prazos
legais;
IV.
Não carregar para as dependências da Instituição objetos que não são destinados aos
objetivos didáticos e pedagógicos ou que possam representar risco às pessoas ou à Instituição;
V.
Receber da Instituição, por ocasião da matrícula, o Catálogo de Curso, nos termos do
artigo 47, § 1º da Lei nº 9.394/96, e Portaria MEC 971/97;
VI.
Zelar pelo patrimônio da Instituição.
P á g i n a | 70
6.1. Monitoria
Art. 91. Os alunos dos cursos de graduação podem atuar como monitores, em cooperação
com o corpo docente, e sob a responsabilidade dos departamentos, através de professor
designado, não criando vínculo empregatício.
§ 1º. A indicação e seleção para monitoria são feitas pelos Coordenadores de Curso, dentre
os candidatos que demonstrem capacidade para o desempenho de atividades técnicodidáticas em disciplinas já cursadas.
§ 2º. A monitoria será objeto de regulamento próprio aprovado por Resolução do Conselho
Superior.
Art. 92. Os alunos regulares dos cursos podem organizar-se em Diretório Central de
Estudantes (DCE) e, no âmbito dos Cursos, em Centros Acadêmicos (CA), de acordo com a
legislação vigente.
§ 1º.
Ficam vedadas, no âmbito do Instituto, as atividades de natureza político-partidária.
§ 2º. Os alunos que participam da Diretoria do DCE ou dos CA não são dispensados das
aulas.
Art. 93. O Diretório Central de Estudantes e Centros Acadêmicos podem entrar em
entendimento com a Direção Geral, quanto à possibilidade de usar as dependências do
campus em regime de comodato renovável anualmente, para desenvolver suas atividades.
Em consonância com o Regimento Interno Unificado, criou-se o Núcleo de Apoio Discente,
integrado à Coordenação de Apoio Docente que, sintonizados num objetivo comum, visam
“Favorecer aos professores e alunos as condições necessárias para oportunizar um ensino por
excelência”, buscando a cada dia a melhoria da qualidade do processo ensino-aprendizagem.
É mister que este apoio seja de fato um sustentáculo para professores e alunos.
O Apoio Discente deve funcionar como uma bússola norteando os passos dos acadêmicos
dentro da Instituição. Tem como funções precípuas:






Estimular os acadêmicos à frequência às aulas e a participação nas atividades
curriculares e extracurriculares, bem como atividades complementares de estudos,
pesquisa e extensão;
Conscientizar quanto à conservação do patrimônio institucional;
Comunicar quanto à mudança de horário, ausência de professores, reposição de aulas,
alteração de local de sala de aula etc.;
Distribuir calendário acadêmico, grade horária e outros comunicados emanados da
direção e/ou coordenação de cursos;
Comunicar quanto às reuniões do DA, DCE, Comissões de Formatura, Exame Nacional
de Cursos etc.;
Orientar quanto ao número de faltas às aulas, bem como os casos que são permitidos
exercícios domiciliares;
P á g i n a | 71



Controlar o empréstimo dos multimeios da Instituição de acordo com a necessidade
dos professores e, quando necessário, dos alunos;
Orientar quanto à sistemática dos meios governamentais de financiamento dos
estudos;
Relacionar-se com os acadêmicos de forma amigável, buscando, sobretudo, a
valorização do ser humano;
Comunicar quanto aos horários de provas, substituição de avaliação e exame final, bem como
entregar provas, trabalhos ou quaisquer objetos de natureza semelhante;
Promover ações que visem incentivar e motivar os acadêmicos quanto à frequência às aulas,
assiduidade, pontualidade e, em especial, a continuidade dos estudos, procurando evitar a
evasão.
O Apoio Discente deverá ser exercido por um profissional de nível superior possuidor de
experiência escolar e que demonstre habilidade necessária para as relações interpessoais com
os acadêmicos e demais integrantes do Corpo Social da Instituição.
6.2. Programa de Iniciação Científica
A pesquisa no Instituto se caracteriza por propostas de investigação da práxis pedagógica
como foco central em um movimento de articulação ensino-pesquisa, bem como a construção
do conhecimento, voltada para os interesses da comunidade na sua área de influência. A
definição das linhas de pesquisa que atendam as necessidades dos cursos e da comunidade
será feita conjuntamente pela Coordenadoria de Pesquisa.
Podem participar deste programa:
a) Alunos de Cursos de Graduação (Bacharelado, Tecnologia, Licenciatura, Normal Superior e
outros de formação de professores), regularmente matriculados em disciplina(s)
profissionalizante(s);
b) Alunos de pós-graduação, regularmente matriculados.
O aluno só poderá participar, no mesmo período, de um único projeto neste Programa.
A pesquisa é orientada e acompanhada em todos os momentos por um profissional vinculado
ao Instituto. Este profissional, para o presente propósito, é denominado Professor-Orientador.
No projeto figurará como professor-orientador o profissional que, após entendimentos entre
ele e o interessado, for indicado pelo aluno e homologado pelo Coordenador do Curso no qual
o aluno está matriculado.
O Instituto, ao definir as Linhas de Pesquisa, estabelece:

Auxiliares de Pesquisa;
P á g i n a | 72


Bolsistas de Iniciação Científica: alunos dos cursos de graduação, regularmente
matriculados em disciplinas profissionalizantes, em dia com suas obrigações perante a
Instituição e com o bom aproveitamento acadêmico;
Bolsistas de Aperfeiçoamento Científico: alunos de pós-graduação, regularmente
matriculados, em dia com suas obrigações perante a Instituição e com bom
aproveitamento acadêmico.
A regulamentação do Programa de Iniciação Científica está disciplinada na Resolução no 06 do
Conselho Superior.
7. Atividades Acadêmicas articuladas à formação
7.1. Atividades Complementares
As atividades complementares são componentes curriculares enriquecedores e
complementadores do perfil do alunado, possibilitam o reconhecimento por avaliação de
habilidades, conhecimento e competência do aluno, inclusive adquirida fora do ambiente
acadêmico, incluindo a prática de estudos e atividades independentes, transversais, opcionais,
de interdisciplinaridade, especialmente nas relações com o mercado de trabalho e com as
ações de extensão junto à comunidade.
A Resolução 042/2009 regulamenta o processo de aproveitamento das atividades
complementares, sendo redigida em concordância as Diretrizes Curriculares dos Cursos de
Graduação. Segue a Resolução na íntegra:
RESOLUÇÃO No 042/2009, de 21 de Dezembro de 2009
Revoga a RESOLUÇÃO Nº 07, de 15
de Junho de 2005 e Disciplina as
Atividades
Complementares
de
integralização curricular, aos alunos
dos cursos de graduação oferecidos
pela Faculdade Politec, de acordo
com
a
Lei 9.394,
dezembro de
Diretrizes e
Nacional.
Capítulo I
DAS CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES
1996,
de
–
20
de
Lei das
Bases da Educação
P á g i n a | 73
Art. 1º O presente Regulamento disciplina a oferta, o funcionamento e o registro acadêmico
das Atividades Complementares nos Cursos de graduação oferecidos pela Faculdade
Politec.
Art. 2º
As Atividades Complementares têm a finalidade de enriquecer o processo ensinoaprendizagem, privilegiando:
a)
a complementação da formação social e profissional;
b)
as atividades de disseminação de conhecimentos e prestação de serviços;
c)
as atividades de assistência acadêmica e de iniciação científica e tecnológica;
d)
as atividades desenvolvidas no âmbito de programas de difusão cultural.
Capítulo II
DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Art. 3º
Entende-se por Atividades Complementares as atividades extracurriculares que
possibilitam ao aluno adquirir conhecimentos de interesse para sua formação pessoal
e profissional, reconhecidos por meio de avaliação e que constituem um meio de
ampliação de seu currículo, com experiências e vivências acadêmicas internas e/ou
externas ao curso.
Art. 4º
As Atividades Complementares integram o currículo pleno do curso constituindo-se
em elemento indispensável para obtenção do grau correspondente, conforme
preconiza a legislação vigente.
Art. 5º
As Atividades Complementares compreendem três categorias:
§ 1º Atividades de Ensino, com as seguintes modalidades:
a) Cursar disciplina eletiva e obter os créditos de disciplinas não previstas na
organização curricular do curso (na FAP ou em outra Instituição de Ensino
Superior reconhecida pelo MEC), em período vigente do curso no qual o
aluno está matriculado.
b) Prestar monitorias em disciplinas constantes da organização curricular, sob
a tutoria de docente da FAP.
c) Participar em programas de apoio pedagógico sob a tutoria de docentes da
Faculdade Politec.
d) Realizar estágios extracurriculares.
§ 2º Atividades de Pesquisa, com as seguintes modalidades:
a) Desenvolver projeto de iniciação científica sob tutoria de docentes.
b) Realizar pesquisa científica e/ou cultural realizada sob tutoria de docentes.
c) Publicação de resenhas ou resumos de artigos em revistas especializadas.
§ 3º Atividades de Extensão, com as seguintes modalidades:
P á g i n a | 74
a) Projetos de Extensão: é considerado o conjunto de atividades de caráter
educativo, social, ambiental, cultural e tecnológico, as quais são
desenvolvidas sob a tutoria de docentes, prestigiando a comunidade
acadêmica ou não.
b) Atividades para disseminação do conhecimento: conjunto de atividades
que tenham como finalidade criar condições para que a comunidade
externa possa usufruir e ter acesso aos bens científicos, técnicos, culturais,
tais como, campanhas de difusão cultural, campanhas e atividades para
conscientização social, campeonatos, ciclos de estudos, colóquios,
conferências, congressos, encontros, exposições, feiras, festivais, fóruns,
jornadas, mesas de debates, palestras, recitais, desfiles, seminários,
simpósios, entre outros, incluindo sua organização.
c) Cursos: ações planejadas e organizadas para a difusão de conhecimento,
que atendam expectativas e demandas da sociedade, executadas em
espaços temporais de curto e médio prazos. Podem ser realizados na
própria IES ou em outras entidades oficiais que contribuam com sua
formação. São considerados cursos:
I. De extensão cultural: visam aumentar o conhecimento geral das
pessoas, sobre um determinado assunto, independentemente de
sua área de formação.
II. De atualização universitária: visam aumentar, completar ou
atualizar a formação fornecida por qualquer curso de graduação,
em relação a aspectos que, usualmente, não fazem parte do
currículo do curso de graduação que o aluno está matriculado.
Têm como perspectiva ampliar sua formação complementar.
III. De extensão profissional: visam desenvolver uma reformulação,
geralmente
parcial,
um
aprofundamento
ou
uma
complementação de habilidades e conhecimentos que compõe o
perfil e a formação profissional em um determinado setor ou
área de atuação profissional.
d) Produção de materiais impressos ou audiovisuais: produzidos sob a tutela
de docente, visa tornar o conhecimento acessível à comunidade em geral,
tais como:
I. Materiais informativos e de marketing institucionais: folders,
cartazes, banners, painéis, cartilhas, entre outros, que sirvam
como meios de informação à comunidade em geral sobre a
atividades extensionistas da faculdade, através de uma
linguagem objetivas e direta.
II. Vídeos, filmes, compact discs, documentários, programas e
outros meios: sobre o conhecimento gerado e/ou sistematizado
pela faculdade, em qualquer de suas modalidades de trabalho
científico, técnico, cultural, entre outros.
e) Atividade de prestação de serviços: são as atividades profissionais
desenvolvidas sob a orientação de docentes em campos de atuação para
P á g i n a | 75
os quais a faculdade desenvolve conhecimento e/ou forma alunos,
atendendo as demandas da comunidade, tais como:
I. Assessoria: oferta de subsídios através de acompanhamento de
tomada de decisão na realização de ações com envolvimento em
todas as etapas de trabalho, incluindo avaliação de resultados .
II. Consultoria: opinar e emitir parecer sobre assunto, problema,
projeto, tema, atividade, entre outros, com ou sem
envolvimento com a execução ou acompanhamento do trabalho
relacionado ao parecer, e mesmo de sua própria utilização.
III. Supervisão: atividade de acompanhamento técnico na execução
de trabalhos que podem ser desenvolvidos em periodicidade
contínua ou alternada.
f) Sistemas de Informação: desenvolvido sob a orientação de docente da
FAP, abrange a organização, sistematização e disponibilização de
informações institucionais e produção de materiais educativos, científicos,
culturais, sociais, para veiculação nos variados meios de comunicação.
g) Criação, manutenção e/ou participação em programas de estações de
Rádio ou televisão: visando tornar disponível à sociedade o conhecimento
produzido pela Faculdade.
Art.6º
A carga horária mínima a ser cumprida no decorrer do curso de graduação é de 120
horas, levando-se em observância as particularidades do Projeto Pedagógico do
curso.
Parágrafo único. Cursos que contemplam em seu Projeto Pedagógico carga horária
de Atividades Complementares superior a 120 horas poderão, a critério da
Coordenação, deferir a carga horária máxima em cada categoria em dobro.
Art. 7º
A carga horária máxima, por categoria, é a que segue no quadro abaixo:
Atividade / Modalidade
1. Atividades de ensino
Documento comprobatório
C.H. máxima
1.1.
Cursar disciplina eletiva não prevista na
organização curricular
1.2.
Prestar monitoria realizada sob tutoria de
docente
 Declaração da IES constando
aproveitamento da disciplina e
carga horária total.
 Declaração da FAP, contendo a
carga horária desenvolvida.
1.3.
Participar em programas de apoio
pedagógico sob tutoria de docente
 Declaração da FAP, contendo a
carga horária desenvolvida.
40 horas
1.4.
Realização de estágio extracurricular
 Declaração da entidade onde
ocorreu o estágio, contendo
período e carga horária total e
 Relatório padrão das atividades
desenvolvidas no estágio.
60 horas
40 horas
40 horas
2. Atividades de pesquisa
2.1.
2.2.
Desenvolver projeto de iniciação científica
sob tutoria de docente
Realizar pesquisa científica sob tutoria de
docente
 Declaração da IES de conclusão e
 Relatório padrão da atividade
desenvolvida com parecer do
professor orientador.
60 horas
30 horas
P á g i n a | 76
Atividade / Modalidade
2.3.
Documento comprobatório
Publicar, em revistas especializadas, anis
de congresso ou afins, resenhas ou
resumos de artigos
 Cópia da publicação.
C.H. máxima
30 horas
3. Atividades de extensão
3.1.
3.2.
3.3.
Desenvolver projetos de extensão
universitária: conjunto de atividades de
caráter educativo, social, ambiental, cultural
e tecnológico, as quais são desenvolvidas
sob a tutoria de docentes, prestigiando a
comunidade acadêmica ou não.
Atividades para disseminação do
conhecimento: campeonatos, ciclos de
estudos, encontros, exposições, feiras,
festivais, jornadas, mesas de debates,
desfiles, seminários, simpósios, entre
outros, incluindo sua organização.
Participação em atividades para
disseminação do conhecimento: colóquios,
conferências, congressos, fóruns, mesas de
debates, palestras, recitais, desfiles,
seminários, simpósios, visita técnica, entre
outros.
30 horas
 Declaração fornecida pela entidade
organizadora.
30 horas
 Crachá oficial de identificação
pessoal no evento ou
 Fotografias originais que identificam
o participante no evento ou
30 horas
 Certificado de participação ou
 Ingresso ou
 Lista de presença
3.4.
Cursos de extensão cultural: visando
aumentar o conhecimento geral.
3.5.
Cursos de atualização universitária.
3.6.
Cursos de extensão profissional.
3.7.
Produção de materiais impressos ou
audiovisuais.
3.8.
3.9.
Atividade de prestação de serviço
(assessoria, consultoria ou supervisão)
Sistemas de informação
3.10. Criação, manutenção e/ou participação em
programas de estações de rádio ou
televisão
Art. 8º
10 horas
 Certificado constando
aproveitamento e carga horária
total.
 Cópia do original e
 Relatório da atividade desenvolvida
com parecer do professor
orientador.
40 horas
30 horas
50 horas
60 horas
 Relatório da atividade desenvolvida
com parecer do professor
orientador e
 Certificado emitido pela FAP
constando carga horária total
60 horas
60 horas
Somente serão aceitas as atividades desenvolvidas pelo aluno no período em que
estiver regularmente matriculado no curso.
Capítulo III
DO REGISTRO ACADÊMICO
Art. 9º
No último mês de cada semestre letivo, em período estipulado no Calendário
Acadêmico, os alunos matriculados nos cursos de graduação oferecidos pela FAP
deverão protocolar na Secretaria Acadêmica pedido de convalidação das atividades
complementares por ele desenvolvidas ao longo do Semestre.
P á g i n a | 77
Parágrafo único.
Art. 10
As atividades complementares protocoladas para convalidação
que não apresentarem a documentação comprobatória exigida
terá o pedido indeferido.
Cada Atividade Complementar realizada terá um registro próprio junto a Secretaria
Acadêmica, que será protocolado em formulário padronizado.
Parágrafo único. A atividade realizada em outra Instituição e/ou Empresa, deverá
ser comprovada através de documento próprio, a qual poderá
ser convalidada como Atividade Complementar pela
Coordenadoria responsável pelo Curso.
Art. 11
Esta Resolução entra em vigor nesta data, revogadas as disposições contrárias.
Sala dos Colegiados da Faculdade Politec, aos
21 dias do mês de Dezembro do ano de 2009.
6.2. Estágio Supervisionado e Extra curricular
A disciplina de estágio também está amparada pela Lei Federal no 6.494 de 07 de
dezembro de 1977, e no Decreto no 87.497, de 18 de agosto de 1982 e pela Lei de Diretrizes e
Bases, LDB, Lei no 9394/96.
§ 2º O estágio somente poderá verificar-se em unidades que tenham condições
de proporcionar experiência prática na linha de formação do estagiário, devendo o aluno
estar em condições de realizar o estágio, segundo o disposto na regulamentação da presente
Lei. (Nova Redação dada pela LEI Nº 8.859 - DE 23 DE MARÇO DE 1994 - DOU DE 24/03/94).
§ 3º Os estágios devem propiciar a complementação do ensino e da aprendizagem e ser
planejados, executados, acompanhados e avaliados em conformidade com os currículos,
programas e calendários escolares. (Nova Redação dada pela LEI Nº 8.859 - DE 23 DE MARÇO
DE 1994 - DOU DE 24/03/94).
O Estágio curricular é obrigatório e faz parte da grade curricular do curso de Engenharia
de Controle e Automação; considera-se que o aluno esteja apto a realizar o estágio
supervisionado quando estiver matriculado nos quatro últimos semestres do curso. O
estagiário deverá exercer suas atividades em uma empresa do ramo de engenharia, orientado
por um profissional da empresa e supervisionado por um professor da POLI TEC designado
como coordenador de estágio.
A carga horária mínima a ser cumprida pelo aluno nas atividades de Estágio
Supervisionado é de 200 horas. A POLITEC e a empresa deverão firmar um convênio definindo
os moldes para realização do estágio.
A POLITEC conta um regulamento geral de Estágio Supervisionado e considerando que a
participação dos professores é imprescindível nesta importante etapa do desenvolvimento
profissional do aluno, deverá ser elaborado um Regulamento de Estágio Supervisionado
específico para a Engenharia com a participação de todo o Colegiado de Curso.
No Estágio Extra-Curricular, o aluno não receberá a supervisão direta de um professor
supervisor da instituição e não há restrições quanto à série de matrícula. Entretanto, o estágio
somente pode ser exercido em empresas que tenham convênio firmado com a POLITEC, o
aluno deverá entregar um relatório de atividades semestral, com anuência do orientador
P á g i n a | 78
externo. As horas trabalhadas no estágio extra curricular são computadas nas atividades extra
curriculares
6.3. Trabalho de Conclusão de Curso
O Trabalho de Conclusão de Curso – TCC é uma atividade de integração dos
conhecimentos adquiridos no decorrer do curso e deverá gerar uma monografia sobre um
trabalho, preferencialmente prático e multidisciplinar da área de Engenharia de Controle e
Automação.
Estão previstas na grade curricular as disciplinas Trabalho de Conclusão de Curso I e II, nas
quais haverá um professor responsável à orientação coletiva, tendo como atividades a
divulgação do Regulamento de TC e divulgação do formato de apresentação da monografia e
pela coordenação geral dos trabalhos. Haverá ainda um professor orientador responsável pela
orientação individual do TC.
A IES conta com a Circular Normativa que regulamenta os TCC e uma estrutura de apoio à
elaboração dos Trabalhos de Conclusão Curso, caracterizado pelo Núcleo de Pesquisa, cujas
principais finalidades são:
 A manutenção de uma permanente assessoria metodológica ao aluno, visando à
elaboração do seu projeto de Trabalho de Curso;
 A constante busca pela qualidade dos projetos, visando a manutenção de um bom
nível de qualidade nos trabalhos finais;
 O registro de todos os dados referentes às etapas de elaboração do projeto e do
Trabalho de Curso;
 A aprovação dos projetos de Trabalho de Curso;
 A montagem das bancas de Trabalho de Curso;
 A constituição de um banco de dados referentes aos trabalhos apresentados.
O Colegiado de Curso poderá propor e também aprovar mudanças no regulamento para o
Trabalho de Curso. Assim, o Trabalho de Curso I envolve basicamente a pesquisa bibliográfica
específica para o trabalho; Elaboração dos capítulos referentes à contextualização,
fundamentação teórica e metodologia de pesquisa, com base no Plano de Trabalho; já na
disciplina Trabalho de Curso II, o trabalho em questão será finalizado e submetido à defesa
pública perante banca.
Segue a Resolução na íntegra do padrão de Trabalhos de Conclusão de Curso da
Faculdade Politec:
RESOLUÇÃO No 45, de 28 de Maio de 2011
Revoga a Resolução nº 19, de 15 de
Junho de 2005 e regulamenta o
Trabalho de Conclusão de Cursos da
Faculdade Politec – FAP.
P á g i n a | 79
O Diretor Geral da Faculdade Politec – FAP, no uso de suas prerrogativas
legais e regimentais e na qualidade de Presidente do CONSELHO SUPERIOR e
considerando a aprovação por parte daquele Colegiado,
RESOLVE:
REGULAMENTO
CAPÍTULO I
Das Disposições Gerais
Art. 1º. De acordo com os anexos do Regimento Interno Unificado da
Faculdade Politec - FAP, os cursos oferecidos pela Instituição incluem, como requisito
curricular, o Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação (TCC), relacionado com as
disciplinas das áreas profissionalizantes.
Art. 2º. No último ano do curso, deve ser reservada uma carga horária
semanal para as atividades relacionadas ao desenvolvimento do Trabalho de
Conclusão de Curso.
Art. 3º. O Trabalho de Conclusão de Curso constitui-se em um trabalho de
graduação, elaborado pelo aluno, sob orientação de um professor-orientador e
submetido à aprovação de uma comissão de professores, aprovada pelo CONSUP.
§1º. O Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação deve estar voltado para
a pesquisa, privilegiando temas relacionados a problemas da realidade
atual, podendo incluir:
a)
Revisão crítica da literatura sobre determinado tema ou assunto
escolhido;
b)
Desenvolvimento e apresentação de tema com contribuição pessoal e
aplicação prática;
c)
Trabalho original de pesquisa.
§2º. Os subsídios teóricos, práticos e metodológicos de pesquisa, adaptados
às peculiaridades da área do tema escolhido para o Trabalho Final de
Conclusão de Curso de Graduação, serão oferecidos ao orientando pelo
professor-orientador.
Capítulo II
Da Coordenação
P á g i n a | 80
Art. 4º. Cabe ao CONSUP designar, dentre os professores portadores do título
de Doutor ou de Mestre, um professor para exercer as funções de Coordenador das
atividades relacionadas aos Trabalhos de Conclusão de Curso.
Parágrafo único. A indicação de que trata o caput deste artigo poderá
recair, excepcionalmente, sobre o professor especialista, nos casos em
que não existam professores portadores dos títulos necessários.
Art. 5º. São atribuições do coordenador:
a)
Fazer cumprir as presentes normas, divulgando-as para os alunos
inscritos no trabalho final de graduação;
b)
Elaborar e divulgar anualmente o calendário de atividades relacionadas
ao desenvolvimento dos trabalhos finais de graduação;
c)
Indicar, para aprovação do CONSEP, os nomes dos professores para
composição da comissão examinadora responsável pela avaliação dos
trabalhos finais de graduação;
d)
Buscar alternativas para solucionar dificuldades surgidas no decorrer do
desenvolvimento dos trabalhos, principalmente no que se refere à
relação orientador-orientando;
e)
Encaminhar, anualmente, ao CONSEP, para aprovação, a relação de
professores-orientadores dos trabalhos de conclusão de curso. Esta
relação deverá ser composta por, no mínimo, cinco professores.
Capítulo III
Da Inscrição
Art. 6º. A inscrição para a realização do trabalho final de graduação é feita no
início de cada ano, mediante preenchimento de formulário próprio fornecido pela
Secretaria da Faculdade Politec.
§1º. Devem se inscrever acadêmicos matriculados no último ano do curso.
§2º. O aluno optará por três professores-orientadores nas áreas
profissionalizantes de sua preferência, conforme relação fixada pela
Direção.
§3º. A definição do professor-orientador será feita de acordo com critérios a
serem adotados pelo CONSEP.
P á g i n a | 81
Capítulo IV
Da Orientação
Art. 7º. A orientação do Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação será
garantida a todos os alunos inscritos, ficando a cargo dos professores -orientadores
indicados pelo respectivo coordenador.
Art. 8º. A cada início de ano, os coordenadores de curso encaminharão ao
CONSEP, para aprovação, a relação de professores -orientadores disponíveis para
orientar os alunos inscritos nos trabalhos de conclusão de curso, suas respectivas áreas
de orientação e número de vagas oferecidas pelo orientador.
Parágrafo único. Após aprovadas pelo CONSEP, a Direção divulgará as
relações de que trata o caput do artigo.
Art. 9º. Os critérios para o preenchimento do número de vagas disponíveis
para orientador obedecerão:
I.
Às opções do aluno, até o limite das vagas disponíveis por orientador.
II.
Ao número de trabalhos por orientador que será de, no mínimo, dois e
de, no máximo, dez.
III.
Ao CONSEP, que poderá adotar, para atendimento das opções feitas
pelos alunos, os critérios de Notas de Aproveitamento e Frequência até
o ano anterior.
Art. 10. Tanto o orientador como o orientando não poderão interromper o
processo de elaboração do trabalho final de graduação, sem motivo justificado.
Parágrafo único. Os pedidos de Término de Orientação, solicitados pelo
orientador, ou de Substituição de Orientador, solicitados pelo
orientando, relacionados no caput deste artigo, serão encaminhados ao
CONSEP, instância em que são analisados os motivos apresentados e
decidida a matéria.
Capítulo V
Da Elaboração dos Trabalhos
Art. 11. A elaboração do Trabalho Conclusão de Curso de Graduação tem
como embasamento conhecimentos metodológicos e de pesquisa, podendo ser
realizado individualmente ou em dupla.
P á g i n a | 82
Art. 12. O aluno inscrito no Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação
deve apresentar ao Coordenador, até o final do primeiro bimestre, um Projeto de
Trabalho, aprovado pelo seu orientador.
§1º. As datas para a apresentação do relatório do trabalho em sua primeira
versão, para avaliação prévia, e do período destinado à sua revisão para
a apresentação da versão final, serão fixadas em calendário próprio Calendário das Atividades do Trabalho de Conclusão de Curso - a ser
divulgado pela direção acadêmica no início de cada ano letivo;
§2º. A versão final do trabalho será entregue impresso ao orientador, no
prazo máximo de vinte dias antes da defesa, em três vias, devendo
respeitar as normas técnicas, anexas a este regulamento, acerca da
formatação, do tamanho, da apresentação, da linguagem etc;
§3º. Os prazos para a avaliação dos trabalhos pelas Comissões Examinadoras
obedecerão àqueles fixados no Calendário de Atividades do Trabalho
de Conclusão de Curso;
§4º. Ao término do processo de defesa e sendo aprovado, o aluno deverá
entregar na Secretaria Acadêmica, no prazo máximo de quinze dias, a
cópia final do TCC em arquivo eletrônico, versão PDF (disponibilizada
em CD ROM, identificado conforme especificado no anexo dessa
Resolução).
§5º. O TCC que tiver nota maior ou igual a 9,0 (nove) deverá ser entregue
também uma cópia impressa e encadernada (capa dura), no prazo
máximo de trinta dias, a fim de ser disponibilizada na Biblioteca da
Instituição.
Capítulo VI
Da Comissão Examinadora
Art. 13. As Comissões Examinadoras dos trabalhos de conclusão do curso de
graduação serão constituídas de três professores, incluindo o professor-orientador do
aluno, um professor convidado e mais um professor especialista na área objeto do
TCC.
Parágrafo único. A Instituição, através da Diretoria Acadêmica, poderá
também convidar, na condição de participante, um quarto membro da
comunidade para compor a Comissão Examinadora, sendo-lhe vedada a
atribuição de nota.
P á g i n a | 83
Art. 14. A designação das Comissões Examinadoras será feita pelo CONSEP,
após aprovação, considerados os nomes indicados pelos coordenadores, a
especificação dos trabalhos e os prazos fixados no Calendário de Atividades
Monográficas.
Parágrafo único. O professor-orientador será o presidente nato da comissão
examinadora, cabendo a ele a condução dos trabalhos.
Capítulo VII
Da Avaliação
Art. 15. A aprovação do trabalho é atribuição, em primeira instância, do
professor-orientador, a quem cabe aprovar a primeira versão do trabalho, e depois da
comissão examinadora.
§1º. A avaliação é feita em formulário próprio a partir do julgamento da
qualidade do trabalho apresentado.
§2º. Cada membro da Comissão Examinadora atribuirá pontos ao aluno,
numa escala de zero a dez.
§3º. A apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação
poderá ou não ser pública, conforme critérios definidos pelo CONSEP.
Art. 16. É considerado aprovado o aluno que obtiver média maior ou igual a
6,0 (seis inteiros) da avaliação realizada pelos três membros da banca examinadora.
Art. 17. O aluno que não apresentar o Trabalho de Conclusão de Curso ou
não obtiver a nota mínima exigida não poderá colar grau até que normalize sua
situação.
Art. 18. Após a conclusão do curso, o aluno de que trata o caput do Artigo 17
deverá efetuar uma matrícula regular para Orientação do Trabalho de Conclusão de
Curso por período correspondente ao prazo necessário, para que ocorra a
apresentação e aprovação do Trabalho de Conclusão de Curso.
Art. 19. Os casos omissos no presente regulamento serão resolvidos pelo
CONSEP.
Capítulo VIII
Das Disposições Transitórias
P á g i n a | 84
Art. 20. O presente Regulamento para os Trabalhos de Conclusão de Curso de
Graduação terá um período de dois anos para as adequações necessárias.
Art. 21. No período de que trata o caput do Artigo 20, poderão ser
experimentadas novas formas e novos instrumentos que busquem o aperfeiçoamento
do processo avaliatório e da sistemática adotada.
Art. 22. Excepcionalmente, a critério do professor-orientador, o Trabalho de
Conclusão de Curso, dependendo da natureza e do grau de complexidade da pesquisa,
poderá ser elaborado por no máximo dois alunos, mediante apresentação de
justificativa ao CONSEP e a devida aprovação deste órgão.
Art. 23. Nos três primeiros anos de implantação do Curso, enquanto não for
designado um Coordenador nos termos do Artigo 4º, as atribuições contidas no Artigo
5º serão de responsabilidade dos coordenadores de curso.
Art. 24. Esta Resolução entra em vigor nesta data.
Sala dos Colegiados da Faculdade Politec, aos 28 dias do mês de Maio do ano de 2011.
P á g i n a | 85
CORPO DOCENTE
A. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
1. Núcleo Docente Estruturante – NDE
O Núcleo Docente Estruturante do Curso de Engenharia de Controle e Automação
é o órgão de coordenação didática integrante da Administração Superior, destinado a
elaborar e implantar a política de ensino, pesquisa e extensão e acompanhar sua
execução, ressalvada a competência dos Conselhos superiores, possuindo caráter
deliberativo e normativo em sua esfera de decisão.
São atribuições do Núcleo Docente Estruturante
a) Elaborar o Projeto Pedagógico do Curso (PPC) definindo sua concepção e
fundamentos.
b) Estabelecer o perfil profissional do egresso do curso.
c) Atualizar periodicamente o PPC.
d) Supervisionar e acompanhar as formas de avaliação do curso.
e) Conduzir trabalho de reestruturação curricular, para aprovação do COT, sempre
que necessário.
f) Analisar e avaliar os Planos de Ensino dos componentes curriculares.
g) Promover a integração horizontal e vertical do curso, respeitando os eixos
estabelecidos pelo PPC.
h) Acompanhar as atividades do corpo docente, recomendando ao COT a
indicação ou substituição de docentes quando necessário.
i) Coordenar a elaboração e recomendar a aquisição de lista de títulos
bibliográficos e outros materiais necessários ao curso.
COMPOSIÇÃO DO NDE
Nome do Professor
Francisco Carlos Mancin
Harilson Mestriner
Henrique Neves de Lucena
José Alexandre Romano
Paulo da Silva Soares
Titulação
Mestre
Mestre
Mestre
Doutor
Doutor
Formação Acadêmica
Processamento de Dados
Matemática
Engenharia de Produção
Física
Engenharia Elétrica
Regime de Trabalho
Tempo Integral
Tempo Parcial
Tempo Parcial
Tempo Parcial
Tempo Parcial
P á g i n a | 86
2. Coordenador do Curso
I. Nome:
Henrique Neves de Lucena
II. Titulação:
a) Mestrado: Curso: Engenharia de Produção
IES: Universidade Metodista de Piracicaba (Capes nota 4)
Ano de Conclusão:2009
b) Graduação: Curso: Tecnologia em Mecânica de Precisão
IES: Faculdade de Tecnologia de São Paulo - FATEC
Ano de Conclusão: 2004
III. Experiência Profissional no Magistério Superior:
a) Faculdade POLITEC
Celetista formal, Enquadramento Funcional: Professor Adjunto e Coordenador, Carga
horária: 20
2013 – atual - Ensino, Engenharia de Controle Nível: Graduação.
Disciplinas ministradas Atualmente:



Tópicos Especiais de Controle e Automação
Gestão de Projetos
Planejamento e Controle da Produção e da Manufatura
b) Faculdade Politécnica de Campinas (POLICAMP)
Celetista formal, Enquadramento Funcional: Professor Adjunto e Coordenador, Carga
horária: 20
2008 – atual - Ensino, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia de Produção,
Tecnologia em Automação Industrial, Nível: Graduação.
Disciplinas ministradas Atualmente:








Ética e Exercício Profissional
Desenho I
Desenho II
Desenho Assistido por Computador
Planejamento e Controle da Produção e da Manufatura
Gestão Empreendedora
Metrologia
Projeto Auxiliado por Computador
P á g i n a | 87
Disciplinas já ministradas:
 Mecânica dos Fluidos
c) Faculdade de Jaguariúna (FAJ)
Celetista formal, Enquadramento Funcional: Professor Assistente, Carga horária: 04
02/2009 – 12/2009 - Ensino, Engenharia de Produção, Engenharia de Controle e
Automação, Tecnologia em Automação Industrial, Nível: Graduação.
Disciplinas ministradas:

Engenharia Integrada I

Gestão Empreendedora,

Projeto Auxiliado por Computador
IV. Experiência Profissional fora do Magistério:
a) Graftel
2005- Atual Vínculo: Sócio, Enquadramento Funcional: Consultor, Carga horária:
Até 20 hrs
Atividades:
Consultoria em Melhoria e desenvolvimento de Projetos.
b) Laboratório SCPM – Sistemas Computacionais para Processos de Manufatura
2006-2009 Vínculo: Pesquisador, Enquadramento Funcional: Pesquisador, Carga
horária: 40hrs
Atividades:
Pesquisa e desenvolvimento .
Linhas de pesquisa: Estudo de de estratégias de medição por máquina de medir
por coordenadas através de superfícies complexas usinadas
c) Laboratório de Vidros e Datação
2005-2005 Vínculo: Iniciação Científica, Enquadramento Funcional: Pesquisa,
Carga horária: 30.
Atividades:
Pesquisa e desenvolvimento .
Linhas de pesquisa: Estudo de produção de materiais vítreos de óxidos de metais
pesados nano-nucleados com partículas de prata.
VI. Regime de trabalho
O regime de trabalho do coordenador de curso de Engenharia de Controle e Automação é
de tempo parcial, com uma carga horária semanal de 20 horas.
Esta carga horária apresenta-se distribuída para coordenação do curso, atividades
administrativas e para ministrar aulas.
P á g i n a | 88
A carga horária para coordenação apresenta-se em um total de 12 horas semanais, o
que representa uma proporção de 1 hora para cada 5 vagas anuais do curso.
3. Colegiado de curso ou equivalente
Segundo a prática do funcionamento do colegiado de curso da POLITEC:
O Colegiado de Curso é a menor fração da estrutura da Faculdade para todos os efeitos da
organização administrativa.

O Colegiado de Curso é constituído de todos os docentes de um curso de graduação e
um representante discente eleito por seus pares, para efeito de realização do
planejamento didático-pedagógico, planos de ensino e aprendizagem e de avaliação
do desempenho dos respectivos cursos e de seus agentes.
O Colegiado de Curso reunir-se-á, para suas funções, ordinariamente 02 (duas) vezes por ano,
cuja convocação será feita pelo Diretor da Faculdade, por escrito, com antecedência mínima
de 08 (oito) dias, com ordem do dia indicada.
São competências do Colegiado de Curso:
I - elaborar, pelos seus docentes, os planos de ensino, cronogramas de aulas e
atividades, programas, bibliografia e ementas de cada disciplina, conforme as
exigências do projeto pedagógico do curso, antes do início do período letivo,
com a devida atualização, para aprovação do Conselho Pedagógico;
II - sugerir medidas para aperfeiçoar o perfil profissional de cada curso, em
função de suas características profissionais e sociais;
III - planejar a distribuição equitativa, ao longo do período letivo, dos trabalhos
escolares a serem exigidos dos alunos, nas várias disciplinas do Curso, de
acordo com o Calendário Escolar;
IV - sugerir e propor para o Coordenador do Curso, cursos extraordinários,
seminários ou conferências julgadas necessárias ou úteis à formação
profissional dos alunos;
V - indicar ao seu Coordenador, bibliografia específica necessária aos planos de
ensino, em tempo hábil para constar do plano orçamentário;
VI - promover o entrosamento das matérias e/ou disciplinas de sua área com
as demais, propiciando o bom andamento dos conteúdos programáticos;
VII - zelar pela execução das atividades e dos planos de ensino das disciplinas
que o integram;
VIII - propor medidas para o aperfeiçoamento do ensino, da pesquisa e da
extensão, bem como do próprio pessoal docente;
IX - exercer as demais funções previstas neste Regimento ou que lhe sejam
delegadas.
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B. PERFIL DOCENTE
1. Corpo Docente
Tempo de experiência
Nome
Magistério
Outras
CORPO DOCENTE ATUAL
Regime
Disciplinas Ministradas no
de
curso (disciplinas referentes à
Trabalho
grade 2014-2019)
Alexandre Coutinho
Costa
Amadeu Vinicius
Silva
1
13
Hori sta
2
3
Pa rci al
Antonio Henrique
Berno Zanutto
1
1
Pa rci al
Carlos Augusto
Cardoso Marques
6
0
Pa rci al
Carlos Eduardo
Miralles
7
2
Pa rci al
Denis Bonfin
Rovigatti
1
3
Pa rci al
Edson Leite Lopes
Gimenez
Ellis Sandra de Souza
Lima
13
3
Hori sta
3
3
Pa rci al
Fernando Jeronimo
Neto
5
17
Pa rci al
Felipe Guilherme
Gava Cardoso
6
3
Pa rci al
Titulação
Número
Produção
Docente*
Ci rcui tos Elétricos II
Má quinas Elétricas
Tra ba lho de Conclusão de
Curs o I
Tra ba lho de Conclusão de
Curs o II
Ma nufatura Auxiliada por
Computa dor
Robótica Industrial
Ci rcui tos Lógicos
El etrônica I
El etrônica II
Fundamentos de
Ins trumentação
Ins trumentação para
Automa ção
Ci rcui tos Elétricos I
El etri cidade Aplicada
Hi dráulica e Pneumática
Si s temas de Controle I
Si s temas de Controle II
Automa ção Industrial
Des enho Auxiliado por
Computa dor
Projetos Interdisciplinares I, II,
III e IV
Proces sos de Produção de
Tecnologia Mecânica
El ementos de Máquinas
Expres são Gráfica
Proba bilidade e Es tatística
Mecâ nica Geral
Fundamentos de Metrologia
Opta ti va II
Recurs os Energéticos e
Des envolvimento Sustentável
Economia para Engenharia
Es pecialista
0
Es pecialista
0
Mes tre
0
Mes tre
0
Mes tre
3
Es pecialista
0
Mes tre
13
Introdução à Engenharia
Ci ências Ambientais
Fenômenos de Tra nsporte
Ci ência e Tecnologia dos
Ma teri ais
Ges tão de Projetos
Pl a nejamento e Controle da
Produçã o e da Ma nutenção
Ges tão de Projetos
Huma nidades, Ci ências Sociais
e Ci da dania
Es pecialista
0
Mes tre
0
Mes tre
1
P á g i n a | 90
Francisco Carlos da
Silva
Francisco Carlos
Mancin
2
2
Hori sta
26
5
Integral
Genilse Ciavareli
Lucas
1
10
Pa rci al
Harilson Mestriner
11
5
Pa rci al
Henrique Neves de
Lucena
José Alexandre
Romano
7
5
Pa rci al
15
0
Pa rci al
Lucas Mariano da
Cunha e Silva
Marco Antonio
Quirino da Veiga
Melissa Faion
7
3
Hori sta
11
0
Hori sta
5
9
Hori sta
Paulo da Silva Soares
5
5
Pa rci al
Sidney Longo
3
3
Pa rci al
Valmir Calefi
10
29
Hori sta
Éti ca e Legislação Profissional
Mi croeletrônica
Ci rcui tos Lógicos
Informática Aplicada
Fundamentos de Medidas
El étri cas
Al gori tmos e Programação de
Computa dores
Comuni cação e Expressão
Huma nidades, Ci ências Sociais
e Ci da dania
Ma temática Aplicada
Cá l culo Diferencial e Integral I,
II, III
Mes tre
0
Mes tre
0
Es pecialista
0
Mes tre
0
Coma ndo Numérico
Computa dorizado (CNC)
Geometria Analítica e Algebra
Li near
Cá l culo Diferencial e Integral I
Fís i ca Geral e Experimental I, II
e III
Mecâ nica dos Sólidos I
Quími ca Geral e Experimental
Mes tre
0
Doutor
0
Mes tre
0
Noções de Direito
Economia para Engenharia
Hi gi ene e Segurança do
Tra ba lho
Ges tão Ambiental
Control adores digitais
Redes Industriais
Si s temas de Controle Ava nçado
Aná l ise de Sinais e Sistemas
Opta ti va I
Cá l culo Numérico
Expres são Gráfica
Mes tre
1
Mes tre
0
Doutor
1
Es pecialista
0
Mes tre
0
P á g i n a | 91
2. Produção Científica
A Diretoria Geral da Faculdade Politec – FAP-SP, na qualidade de Presidente do CONSELHO
SUPERIOR e no uso de suas prerrogativas legais, bem como, segundo o que foi aprovado pelo
Colegiado (RESOLUÇÃO No 16, de 15 de Junho de 2005) e considerando que:
a) A Instituição tem como uma de suas diretrizes básicas oferecer cursos e serviços de boa
qualidade e, dentro desta intenção, pretende investir na capacitação de seus recursos
humanos que constituem o eixo condutor de todo o processo educacional e gerencial que a
Instituição necessita para atingir seus objetivos com sucesso;
b) Os tempos atuais, com todo o dinamismo na evolução da ciência e tecnologia, estão a exigir
das Instituições de Ensino Superior espaço privilegiado de criação do saber, uma postura
adequada a essa situação, uma vez que são elas que preparam os futuros cidadãos,
responsáveis pelo desenvolvimento do País;
c) Dentro desse contexto e com a preocupação de estar à frente de seu tempo, a Faculdade
Politec – FAP-SP deve possuir um Plano de Qualificação, Capacitação e Aperfeiçoamento do
Corpo Docente, acreditando que, certamente, vai garantir a eficácia e eficiência de seu pessoal
e promover a consecução dos objetivos propostos pela Instituição em seu Projeto Pedagógico,
RESOLVE:
Art. 1o. Fica instituído o Plano de Qualificação, Capacitação e Aperfeiçoamento do Corpo
Docente (PQCD) da Faculdade Politec – FAP-SP, na forma do que dispõe esta Resolução.
Art. 2o. O Plano de Qualificação, Capacitação e Aperfeiçoamento do Corpo Docente da
Faculdade Politec visa:
a) Oferecer aos seus professores cursos de pós-graduação “Lato-Sensu” próprios ou em
convênio com outras Instituições;
b) Propor aos seus professores cursos de pós-graduação “Stricto-Sensu” no país ou fora dele;
c) Oportunizar aos seus professores cursos de aperfeiçoamento e atualização, mediante
programas próprios, contratados ou conveniados com outras Instituições;
d) Oportunizar aos seus professores a participação em seminários, eventos, congressos,
simpósios, palestras e eventos similares.
§ 1o. Os professores participantes de curso de pós-graduação “Lato-Sensu”, no país ou fora
dele, farão jus a uma bolsa de 75% (setenta e cinco por cento) do valor correspondente da
mensalidade e o ressarcimento das despesas de deslocamento, quando for o cas o, assegurado
o salário correspondente, quando for necessário o deslocamento para outra localidade. Fará
jus ainda a um acréscimo a título de bolsa complementar, do valor correspondente a 4
(quatro) horas/aula durante o tempo de duração do curso, até um prazo máximo de 1 (um)
ano.
§ 2o. Os professores participantes em Programas de pós-graduação “Stricto-Sensu”, no país
ou fora dele, próprios ou de outras Instituições, farão jus a uma bolsa de 75% (setenta e cinco
por cento) do valor correspondente à mensalidade e o ressarcimento das despesas de
deslocamento, quando for o caso, assegurado o salário correspondente, quando for necessário
o deslocamento para outra localidade. Fará jus ainda a um acréscimo do valor correspondente
a 6 (seis) h/a a título de bolsa complementar durante tempo de duração do curso, até um
prazo máximo de 3 (três) anos.
§ 3o. Os professores participantes de eventos de que trata a letra “d”, quer na condição de
participante ou na de palestrante, terão suas despesas de passagens, estadas, inscrições etc.,
ressarcidas pela Instituição, além de considerar os períodos como efetivo exercício.
P á g i n a | 92
Art. 3o. O professor beneficiado com os programas de que tratam as letras “a” e “b” do artigo
2o e que tenham usufruído os benefícios que se refere o artigo 2o e seus parágrafos firmarão
termo de compromisso de permanecerem na Instituição pelo prazo de 2 (dois) anos.
Parágrafo Único. Ocorrendo o desligamento durante o curso, por iniciativa do beneficiado, o
mesmo sujeitar-se-á ao ressarcimento à Instituição do valor correspondente e, se ocorrer o
desligamento durante o curso por iniciativa da Instituição, os benefícios serão suspensos na
data em que ocorrer o fato.
Art. 4º. Anualmente, a Instituição abrirá, mediante edital, as inscrições para bolsas para os
programas de pós-graduação “Stricto Sensu” e “Lato-Sensu”, de acordo com o Plano de
capacitação docente e número de vagas oferecidas anualmente para capacitação de docentes.
Parágrafo Único. Os critérios de classificação serão estabelecidos por uma Comissão
designada pelo Diretor Geral, cuja comissão indicará os classificados.
Art. 5o. Os programas de aperfeiçoamento e atualização serão oferecidos por proposta da
Diretoria Acadêmica com aprovação da Direção Geral.
Art. 6o. Para atender as despesas decorrentes desta Resolução, a Instituição destinará
recursos para atender o artigo 4º.
Art. 7o. Sendo admitido que esteja em programa “Lato-Sensu” ou “Stricto-Sensu”, a
Instituição poderá, mediante manifestação favorável do CONSELHO SUPERIOR, incluí-lo nos
dispositivos desta Resolução, após 3 (três) meses de trabalho na FAP-SP, por proposta da
Direção Acadêmica, sujeitando-se o beneficiado a todos os termos desta Resolução.
Art. 8o. Esta Resolução entra em vigor nesta data, surtindo seus efeitos a partir do segundo
ano de funcionamento da FAP-SP.
Art. 9o. Revogam-se as disposições em contrário.
P á g i n a | 93
C. CONDIÇÕES DE TRABALHO
Atualmente o curso de Engenharia de Controle e Automação conta com 22
professores, sendo 01 em tempo integral, 13 em tempo parcial e 8 professores
horistas; tendo 131 alunos matriculados no primeiro semestre letivo de 2014.
1.1.1.
Número de alunos por turma em disciplina teórica
Atualmente o curso de Engenharia de Controle e Automação conta com 5 turmas:
2° semestre: 14 alunos,
4° semestre:
6° semestre: 13 alunos,
8° semestre: e
10° semestre:
As turmas têm disciplinas teóricas individualmente.
1.1.2.
Número médio de disciplinas por docente
O curso conta com 69 disciplinas em sua grade curricular, tendo uma média de 6,9
disciplinas por semestre ao longo de seus 10 semestres.
O curso tem em seu quadro atualmente 22 docentes. Sendo assim temos a seguinte
situação para os últimos anos:
Total de média de disciplinas por semestre por docente para o curso de ECA nos
últimos dois anos: 1,56.
CONDIÇÕES DE TRABALHO
N° de docentes
22 docentes
Vagas anuais
autorizadas *
Vagas autorizadas /
Docente equivalente a TI **
Alunos por turma Disciplina Teórica
Média de disciplinas
por docente nos
últimos dois anos
60
va ga s
a nua i s
= 60 va ga s a utori za da s / 01
docente TI
=60 va ga s
a utori za da s /docente TI
=27 a l unos /turma
1,56
* Ver publicação de autorização ou reconhecimento do curso
** Tempo Integral
P á g i n a | 94
INSTALAÇÕES FÍSICAS
A. INSTALAÇÕES GERAIS
1. Sala de Professores e Sala de Reuniões
A IES possui uma sala de professores, equipadas com computadores com acesso a
internet e também com rede sem fio. A sala dispõe de poltronas, cadeiras e mesas para que o
trabalho do docente tenha a comodidade necessária às atividades dese nvolvidas. É
disponibilizada ainda uma sala de reuniões, ampla e arejada para as atividades a que se
propõem cujo uso depende de agendamento prévio. Todas as salas são adequadamente
iluminadas, ventiladas e com as dimensões necessárias ao bom desenvolvimen to das
atividades do curso.
2. Gabinete de Trabalho para Professores
A coordenação do curso está instalada em uma sala de 12,0 m², com computador com
acesso a internet e acesso a rede sem fio, mesa, telefone, armário para a guarda de
documento e demais acessórios pertinentes à sua atividade. Tem também apoio técnicoadministrativo.
3. Salas de Aula
Todas as salas de aula estão equipadas com carteiras em excelente estado de
conservação. Possuem cortinas para isolamento de iluminação externa, quadro branco,
tomadas para a instalação de equipamentos didático-pedagógicos (TV, DVD, Data-Show,
Retroprojetor, entre outros) e tela de projeção. Possuem ventilação adequada e iluminação
com lâmpadas fluorescentes em quantidade adequada para garantir o conforto dos alunos.
4. Acesso dos alunos a equipamentos de informática
A IES possui atualmente com 75 computadores para o acesso dos alunos, todos com
acesso a internet, distribuídos em três laboratórios de informática, biblioteca e sala de
orientação de TCC.
No turno de funcionamento do curso de Engenharia de Controle e Automação (noturno) a
IES possui 540 alunos, resultando numa proporção de um terminal para 7,2 alunos
5. Acessibilidade a portadores com deficiência
A POLITEC possui infraestrutura adaptada aos requisitos de acessibilidade de pessoas
portadoras de necessidades especiais. Sua infraestrutura conta com vagas de estacionamento
P á g i n a | 95
exclusivas, rampas de acesso, banheiros adaptados, entre outros. Desta maneira, a IES ate nde
as exigências contidas no Parecer Técnico nº 1126/2001 e no Decreto n° 5.296/2004.
B. REGISTROS ACADÊMICOS
A administração da Faculdade POLITEC é exercida pelos órgãos abaixo relacionados, cujas
atribuições estão descritas no Regimento da Instituição:
I- de Administração Superior:
a) Conselho Pedagógico - COP;
b) Diretoria Geral.
II- de Administração Básica:
a) Diretoria da Faculdade;
b) Coordenadoria de Curso;
c) Coordenadoria do Instituto Superior de Educação – ISE
O Corpo Técnico-Administrativo, constituído por todos os servidores com funções nãodocentes e técnicos de laboratórios, tem a seu cargo os serviços necessários ao bom
funcionamento dos diversos setores da Faculdade.
A organização acadêmico-administrativa está apoiada no Sistema de Gestão Acadêmica
RM, da TOTVS. A organização acadêmico-administrativa está apoiada no Sistema de Gestão
Acadêmica RM, da TOTVS. A plataforma de operação do sistema é baseada num Sistema
Gerenciador de Banco de Dados (SGDB) que garante a unicidade e a confiabilidade das
informações, além de contar com um sistema de backup da base de dados. O sistema RM
transcende a esfera acadêmica, sendo responsável pela gestão financeira, contábil e
patrimonial da Instituição, operando como um sistema ERP (Enterprise Resourcing Planning).
Para melhor controle, distribuição e recuperação das informações, e para facilitar o acesso aos
usuários, o sistema divide-se em módulos integrados, assim distribuídos: Classisnet; Biblios,
Labore, Agilis, Bis, Fluxus, Nucleus, Saldus, Portal.
Como ferramenta de gestão, o RM permite que os professores, coordenadores de curso e
diretores das unidades acadêmicas acompanhem os apontamentos de notas e faltas de seus
alunos, através dos módulos Portal, Classisnet e Agilis.
Coerente ao projeto pedagógico e ao controle acadêmico, o módulo Biblios permite:
identificar a comunidade usuária; catalogar livros e periódicos; cadastrar editoras e
fornecedores; consultar o acervo (conforme critérios definidos – local ou via internet);
controlar a circulação de empréstimos, retiradas e renovações; controlar reservas; estabelecer
políticas de empréstimo diferenciadas por grupos de usuários e tipos de materiais; controlar
multas por atraso na devolução, de acordo com o regulamento da Biblioteca; emitir relatórios
variados.
Além disso, o acesso por meio da intranet permite aos alunos acessar informações
importantes para o acompanhamento de sua vida acadêmica e financeira, utilizando
diferentes módulos.
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Organização do controle acadêmico
O controle acadêmico é exercido pela Central de Atendimento – de apoio direto à
Diretoria e demais órgãos da Instituição – que se compõem pelos setores de Controle
Acadêmico, Arquivo e Atendimento/Protocolo.
A CA é responsável pelo registro, controle e expedição de todas as informações
acadêmicas, tais como: registro da documentação legal exigida pelos órgãos oficiais; emissão
de documentos e relatórios relativos à vida acadêmica dos alunos; acompanhamento da
frequência às atividades didáticas e pedagógicas; lançamento e controle das avaliações
emitidas pelos professores; processos de matrícula, de trancamento e de transferência, entre
outros.
Por meio do Protocolo/Atendimento os alunos são recebidos e podem fazer qualquer tipo
de solicitação: da matrícula de ingresso na Instituição à solicitação do seu diploma, ao final do
curso. O atendimento pode ocorrer: pessoalmente nos guichês, via telefone ou via internet
(online). Este setor trabalha em conjunto com o Apoio Docente, que tem por finalidade prover
os docentes em tudo o que é necessário para o encaminhamento diário às aulas.
O setor de Arquivo é responsável pela guarda dos documentos oficiais da instituição,
incluindo o prontuário de todos os alunos, assim como pela confecção do diploma e envio do
mesmo para registro, na UFSCAR – Universidade Federal de São Carlos.
C. BIBLIOTECA
1. Política de aquisição de livros da Bibliografia Básica e Complementar
A bibliografia encontra-se distribuída, junto com as demais bibliografias dos outros cursos
oferecidos pela IES, numa área de aproximadamente 200 m².
A política de aquisição de títulos de periódicos da IES é feita por meio de um trabalho
articulado entre a Biblioteca, os Coordenadores de Cursos e os Docentes. São analisados e
indicados títulos de abrangência temática, distribuídos entre as principais áreas do curso. Para
isto, o ponto de referência é sempre o Projeto Pedagógico e nele as ementas das várias
disciplinas que compõem a matriz do curso. Os títulos indicados são adquiridos a partir da
implantação do Curso nas unidades e são renovados anualmente. Outras indicações podem ser
feitas no decorrer do Curso, mediante necessidade e adequação.
2. Periódicos especializados indexados e correntes
Estão disponíveis aos alunos do curso de Engenharia de Controle e Automação diversos
periódicos e anais de congressos correntes, listados na Tabela 3.
O acesso remoto à Base de Dados Nacionais e Internacionais, disponíveis pelos diversos
convênios/contratos a serem efetuados, será efetivado através de link permanente com a
Internet, operando em banda larga, que será estabelecido diretamente com empresas de
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telecomunicações prestadoras de serviços especializados de acesso à Internet. Esta conexão
será disponibilizada diretamente ao Servidor de Web, o qual deverá prover acesso aos demais
servidores que estarão gerenciando a rede local. Tal conexão permitirá, aos usuários da
Biblioteca, acesso aos Centros de Informações e de Banco de Dados Públicos e Privados (que
comercializam informações).
Tabela 3. Relação de periódicos e anais de congressos indexados ao Curso de Engenharia de
Controle e Automação
PERIÓDICOS E REVISTAS
Periódico
Número de Periódicos
Disponíveis
Ano
ISSN
Revista Controle e Automação¹
Informática na educação: teoria &
prática²
Journal of the Brazilian Computer
Society³
Revista de Informática Teórica e
Aplicada – RITA4
49 números
24 números
2002 a 2012
1999 a 2009
0103-1759
1516-697X
36 números
1997 a 2009
0104-6500
19 números
2004 a 2014
2175-2745
Revista de Iniciação Científica 5
Sociedade Brasileira de Matemática
Aplicada e Computacional6
Revista de Ciências Exatas e
Tecnologia 7
Journal of Information Systems and
Technology Management 8
Advances in Electrical and Computer
Engineering9
Computer Science Master Research10
06 números
04 números
2011 a 2013
2008 a 2012
1519-8219
1984-8218
06 números
2006 a 2011
1980-1793
11 números
2004 a 2014
1807-1775
14 números
2011 a 2014
1844-7600
02 números
2011
2247-5575
ANAIS DE EVENTOS E CONGRESSOS
Evento ou Congresso
Encontro Nacional de Engenharia de Produção
(ENEGEP) 11
(SIMPEP)12
Simpósio de Engenharia de Produção
Simpósio de Administração da Produção, Logística e Operações Internacionais
(SIMPOI)13
International Conference on Industrial Engineering and Operations
Management (ICIEOM) 14
1. http://www.s ci el o.br/s ci el o.php?s cri pt=s ci _s eri a l &pi d=0103-1759&l ng=pt&nrm=i s o
2. http://www.i p.pbh.gov.br/edi coes .html
3. http://www.s ci el o.br/s ci el o.php?s cri pt=s ci _s eri a l &pi d=0104-6500&l ng=pt&nrm=i s o
4. http://s eer.ufrgs .br/i ndex.php/ri ta /i ndex
5. http://s eer.ufrgs .br/rei c
6. http://www.upf.br/s eer/i ndex.php/ree
7. http://s a re.a nha nguera .com/i ndex.php/rcext/i ndex
8. http://www.s ci el o.br/s ci el o.php?s cri pt=s ci _s eri a l &pi d=1807-1775&l ng=pt&nrm=i s o
9. http://www.a ece.ro/
10. http://cs mr.cs .pub.ro/i ndex.php/cs mr/i ndex
Anos disponíveis
1996 a 2009
1999 a 2009
2002 a 2009
1996 a 2009
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11. http://www.a bepro.org.br/i ndexs ub.a s p?s s =46
12. http://www.simpep.feb.unesp.br/anais.php
13. http://www.simpoi.fgvsp.br/
14. http://publicacoes.abepro.org.br/
D. INSTALAÇÕES E LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS
Para a implantação dos laboratórios foi observado à área, a quantidade/ proporção de
equipamentos adequados para as turmas e a acessibilidade aos laboratórios por portadores de
deficiência.
Atualmente o curso de Engenharia de Controle e Automação da POLITEC, conta com seis
laboratórios específicos, cada qual para atender a uma necessidade específica do curso e
atender as habilidades e competências cogentes as disciplinas.
Os laboratórios foram implantados de acordo com a Tabela 4.
Tabela 4. Cronograma de Implantação dos Laboratórios
Laboratório
Capacidade
Implantação
Laboratório de Redes e Eletricidade
30 alunos
1o / 2010
Laboratório de Sistemas Embarcados
30 alunos
1o / 2010
Laboratório de Física
30 alunos
1o / 2009
Laboratório de Química
30 alunos
1o / 2009
Laboratório de Processos de Fabricação
30 alunos
2o / 2007
Laboratório de Metrologia
30 alunos
2o / 2008
Laboratório de Informática e CAD/CAM/CAE
30 alunos
2o / 2012
Utilização
2o / 2010
2o / 2010
1o / 2009
1o / 2009
1o / 2008
1o / 2009
1o / 2013
1. Laboratório de Redes e Eletricidade
A capacidade do laboratório é de 30 alunos.
A Tabela 5 indica os equipamentos do Laboratório de Redes e Eletricidade.
Tabela 5. Equipamentos do Laboratório de Redes e Eletricidade
Laboratório de Redes e Eletricidade
Leitor de DVD Philips DVP3020 - Prata
Dell Optiplex 745 - Intel Pentium D 3.0ghz - 2gb DDR2 - 160gb HD Sata Samsung - DVDRW Preto e Cinza
Monitor LCD 15" - DELL mod. E157FP - Preto
Rack vertical para switch em aço modular 44us aberto - 78cm(L) x 2,30m(A) x 18cm(P) Bege
Patch Panel Furukawa 24 portas RJ45 - Preto
Switch Cisco Catalyst 2950 24 portas RJ45- Cinza
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Switch Cisco Catalyst 2950 24 portas RJ45- Cinza
Hub 3Com Super Stack II 12 portas RJ45 - Branco
Switch 3Com Super Stack II Switch 3300 12 portas RJ45 - Branco
Roteador Cisco 2501 3 seriais, 2 portas RJ45 - Cinza
Projetor Dell DLP 1800MP - Preto e Cinza
Suporte para projetor teto em metal - Cromo
Armário em aço com 2 portas com chave ISMA - 90cm(L) x 197cm(A) x 47cm(P) - Bege
Estante em aço aberta com 6 prateleiras, modular ISMA - 93cm(L) x 200cm(A) x 30cm(P) Cinza
Armário em aço com 2 portas com chave ISMA - 120cm(L) x 200cm(A) x 43cm(P) - Cinza
Mesa em MDF marca Rivera - 97cm(L) x 73cm(A) x 60cm(P) - Bege
Armário baixo 2 portas em MDF marca Rivera - 80cm(L) x 73cm(A) x 60cm(P) - Bege
Gaveteiro com 2 gavetas MDF marca Rivera - 40cm(L) x 53cm(A) x 49cm(P) - Bege
Cadeira Almofadada Giratória c/ apoio para braço e ajuste de altura, FlexForm - Preta
Cadeira Almofadada Giratória c/ apoio para braço e ajuste de altura, FlexForm - Preta
Etiquetadora Térmica Brother PT-1650 - Cinza
Kit Universal de Conectorização manual de Fibra Óptica Fibracem - Preto
Multímetro Analógico Minipa ET-3021 - Cinza
Patch Panel Furukawa Plus Cat.5e 24 portas RJ45 - Preto
Patch Panel Furukawa Standard Cat.5e 24 portas RJ45 - Cinza
Painel de Conexão 110 pares Furukawa - Preto
Kit Microcontrolador Infineon XE167F EK V1 - Verde
Demoboard Infineon BTS3160D v1.1 - Verde
Demoboard Infineon TLE8366EV - Verde
Demoboard Infineon TLE6208-3G Evaluation Kit - Verde
Kit de Lógica Programável Altera MX7-AL3 Baseado em Cpld Max7000S - Verde
Kit Dual Motor Drive Infineon - Verde
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Kit Universal de Conectorização manual de Fibra Óptica Pro'sKit - Preto
Badisco Gôndula Intelbrás - Preto
Badisco Gôndula Intelbrás - Preto
Escada de ferro expansível 6 degraus 2 metros altura - cinza
Distribuidor Óptico Furukawa - Preto
Testador Remoto de Rede RJ45, RJ11, 10Base-2, 10Base-5 e USB - Branco
Internet Camera Micronet SP5530 Rede RJ45 - Branco
Internet Camera TrendNet TV-IP301W Rede RJ45, Wireless - Prata
Hub USB 2.0 4 Portas Leadership - Preto
Placa Wireless PCI TrendNet TEW-423PI - Verde
Alicate Tramontina Pro Vanadium - Laranja
Alicate Furukawa RJ45 - Azul
Alicate Push Down Furukawa - Amarelo
Alicate Push Down - Cinza
Mini Furadeira Tblack 12000rpm 12Vcc - Preta
Osciloscópio Agilent MSO6012A
Escada de ferro 6 degraus 2 metros altura - metal
Banqueta almofadada 4 pés - h=60cm - Preta
Tela de projeção Nardeli - 2m(L) x 1,5m(A) - Branca
Lousa em fórmica - 4m(L) x 1,20m(A) - Branca
Kit Instrumentação – Smart CNC
Kits de Motores Elétricos e Acionamentos – Motor 1CV, Inversor e kit estrela-triângulo
Alicate Amperímetro
2. Laboratório de Sistemas Embarcados
A capacidade do laboratório é de 30 alunos.
A Tabela 6 indica os equipamentos do Laboratório de Sistemas Embarcados.
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Tabela 6. Equipamentos do Laboratório de Sistemas Embarcados
Bancada em fórmica com 1 prateleira - 2,80m(C) x 1,40m(H) x 0,80m (L) - Branca
Carteira Universitária em fórmica - Bege
Banqueta almofadada 4 pés - 60cm(H) - Preta
Tela de projeção Nardeli - 2m(L) x 1,5m(A) - Branca
Lousa em fórmica - 6m(L) x 1,20m(A) - Branca
Armário em MDF com porta de vidro e chave marca Rivera - 50cm(L) x 60cm(A) x 70cm(P) Cinza
Mesa em "L" em fórmica - 1,20m(L) x 1,20m( C) x 73cm(H) - Bege
Gerador de Funções Digital 20Mhz Minipa mod. MFG-4221A
Osciloscópio Digital Agilent 100MHz mod. DSO3102A
Osciloscópio Digital TekTronics 70MHz mod. TDS2002C
Protoboard Minipa MP-2420
Estação de Solda Weller WESD51 220v
Fonte de alimentação Minipa mod. MPL-3303
Multímetro Digital Minipa Minipa ET-2082B
Motor de Indução Trifásico 0,5cv - Azul
Cadeira Almofadada Giratória c/ apoio para braço e ajuste de altura, FlexForm - Preta
Dell Optiplex 745 - Intel Pentium D 3.0ghz - 2gb DDR2 667mhz - 160gb HD Sata Samsung DVDRW
Monitor LCD 17" - DELL mod. E177FP - Preto
Rotor hidráulico em Alumínio - Prata
Kits de Programação PIC via USB
Kits de Servos motores com Drives
Kits de Motores de Passo
Robôs Educacionais com programação Arduino
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3. Laboratório de Física
A capacidade do laboratório é de 30 alunos.
A Tabela 7 indica os equipamentos do Laboratório de Física.
Tabela 7. Equipamentos do Laboratório de Física
CLP Hi Tecnologia eZAP 910 com ZTK 91X Entrada e Saídas, Digitais e Analógicas
Dell Optiplex 320 - Intel Celeron D 3.06ghz - 1gb DDR2 533mhz - 320gb HD Sata Samsung DVDRW
Banqueta almofadada 4 pés - 60cm(H) - Preta
Monitor LCD 17" - DELL mod. E177FP - Preto
Armário em aço com 2 portas com chave ISMA - 120cm(L) x 200cm(A) x 43cm(P) - Cinza
Estante em aço aberta com 5 prateleiras, modular ISMA - 93cm(L) x 200cm(A) x 30cm(P) Cinza
Estante em aço aberta com 4 prateleiras, modular ISMA - 93cm(L) x 200cm(A) x 30cm(P) Cinza
Estante em aço aberta com 3 prateleiras, modular ISMA - 93cm(L) x 200cm(A) x 30cm(P) Cinza
Armário com 3 prateleiras em MDF marca Rivera - 80cm(L) x 110cm(A) x 50cm(P) - Bege
Conjunto Para Queda Livre Bosak - Ref. 8303 Maxwell
Unidade Experimental Reynolds Maxwell - Vermelho
Painel Pneumático Metal Work com Fonte chaveada 24 VCCx5A - 3 válvulas, 3 pistoões
Cronômetro Digital de 1 a 4 intervalos Sucessivos - Muccillo - Ref. 8203-63 - Cinza
Conjunto para Lançamentos Horizontais Möller VI Maxwell
Gerador Eletrostático EM-2023 - Maxwell
Gerador Eletrostático EM-2023 - Maxwell
Dilatômetro Wunderlich Linear de Precisão XII - Ref. 7705-A - Maxwell
Colchão de Ar Linear Hentschel - Ref. 8203 - Maxwell
Módulo de Young - Maxwell
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Balança de Torção para Mecânica e Eletromagnetismo - Ref 7722 - Maxwell
Unidade Acústica Muswieck - Ref. 8206 - Maxwell
Voltímetro Trapezional Maxwell- Ref. 7824-A
Galvanômetro Trapezional Maxwell - Ref. 6032
Amperímetro Trapezional MaxWell - Ref 7823-A
Swtich Dell Power Connect 2724
Fonte de Alimentação Fré-Reis - Ref. 8600 - Maxwell
Escala Centimetrada 1m Maxwell- Branca
Painel Acrílico para Associações de Resistores Amorim Maxwell - Ref. 7753
Balanço Magnético Maxwell - Acrílico
Unidade Geradora de Calor com Lâmpada 200w - Vermelho
Fonte de Alimentação Rizzi CC Estabilizada Maxwell - Branca
Vaso Comunicante com Bomba - Maxwell
Tunel de Ar - Vermelho
Mesa de Força Maxwell - Preto
Plano Inclinado Completo - Maxwell ref.7703
Luminária Xenon Strobo - Maxwell Ref 9000-02
Cuba Ondas - Maxwell Ref - 7720B
Paquímetro Aço 150mm - Aço Polido
Micrômetro Aço de 0 a 25mm - Aço Polido
Diapasão com Caixa de Ressonância Maxwell
Termo Higrômetro - Preto
Kit Transformador Universal com 3 bobinas - Preto
Disco Vibrante - Preto
Aparelho Rotativo Maxwell - Preto
Conjunto Para Lançamentos Horizontais Muller VI - Preto
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Lançador de Projétil Maxwell - Preto
4. Laboratório de Química
A capacidade do laboratório é de 30 alunos.
A Tabela 8 indica os equipamentos do Laboratório de Química.
Tabela 8. Equipamentos do Laboratório de Química
Descrição
Bancadas com alimentação de água, GLP e eletricidade.
Balança eletrônica semi analítica
Balança digital
Balança de plataforma e escala tríplice
Estufa
Capela
Banho Maria
Forno até 1400ºC
Equipamentos de manipulação química (almofariz, béquer, balões
volumétricos, cadinho, dissecador, bureta, erlenmeyer, funil, pipeta, proveta,
tripés, agitadores com aquecimento, espátulas etc.),
Reagentes químicos diversos
5. Laboratório de Processos de Fabricação
A capacidade do laboratório é de 30 alunos.
A Tabela 9 indica os equipamentos do Laboratório de Processos.
Quant.
01
01
01
01
01
01
03
Várias
Várias
01
03
1 kit
Diversos
02
Tabela 9. Laboratório de Processos de Fabricação
Descrição
Furadeira de Bancada
Torno CNC
Máquina de Solda Mig-Mag
Esmeril
Policorte
Cabine de Solda
Alicates desencapadores de fios
Chave de fendas
Chaves Phillips
Serra Vertical
Bancadas
Ferramentas diversas
Kits EPI
Armários de Aço
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6. Laboratório de Metrologia
A capacidade do laboratório é de 30 alunos.
A Tabela 10 indica os equipamentos do Laboratório de Metrologia.
Tabela 10. Laboratório de Metrologia.
Termo Higrômetro - Preto
Suporte para Micrômetro em metal
Relógio Comparador - Cromo
Calibrador de Folga (conjunto de escalas metálicas)
Escala em Aço 300mm - Metal Polido
Multímetro Digital Minipa Minipa ET-2082B
Fonte de alimentação Minipa MPL-3303
Transferidor em Aço - Metal Polido
Esquadro de Precisão Mitotoyo
Conjunto Bloco Padrão de 2,5mm a 25mm Metal - Cromo
Micrômetro Aço Externo de 0 a 25mm Digimes - Metal Polido
7. Laboratório de Informática e CAD/CAM/CAE
A capacidade do laboratório é de 30 alunos.
A Tabela 11 indica os equipamentos do Laboratório de Informática e CAD/CAM/CAE.
Tabela 11. Equipamentos do Laboratório de Informática e CAD/CAM/CAE
Quant.
Descrição
25
Microcomputadores
50
Licença de Compilador C
20
Licença de Software livre GOELAN – (sistema CAM)
50
Licença de Software Siemens Solid Edge versão ST6 – (sistema CAD/CAE)
Download

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