Código: MQA Revisão: 13 MANUAL DA QUALIDADE E AMBIENTE Pág. 1 / 24 Responsável Data Representante da Gestão para Elaborado por o SGQA Assinatura 23/06/2010 Guilherme Barbosa José Comité Direcção da Qualidade Verificado por e Ambiente Manuel Catarino, Guilherme Barbosa, Aquilino Machado, Paula Soares, Nuno Sebastião, 23/06/2010 John Antunes, Margarida Caeiro, Ana Gabriela Lopes, Nuno Marques, Valentina Castro Administrador Aprovado por Pelouro da Qualidade e Ambiente 23/06/2010 José Manuel Catarino Nota: O Documento original encontra-se assinado pelos responsáveis e arquivado sob a responsabilidade do Representante da Gestão para o Sistema de Gestão da Qualidade e Ambiente Revisão Data da Aprovação Motivo 0 2004.06.24 1ª Elaboração do documento 1 2004.11.17 Redefinição da Estrutura Organizacional da PARQUE EXPO (conforme OS008-2003v3 e OS001-2004v2) 2 2004.11.29 Alteração dos seguintes Pontos 8., 9. e 10. 3 2005-01.28 Alteração dos seguintes Pontos 1.2., 1.3., 3., 5.4., 8.3.2., e 9. 4 2005-04-26 Redefinição da Estrutura Organizacional da PARQUE EXPO (conforme OS008-2003v5 e OS001-2004v4) 5 2005.12.05 Alteração da Estrutura Organizacional da Empresa (conforme OS003-2005 e OS001-2004v5); Alteração das Ordens de Serviço do SGQ nºs OS002-2004v4 e OS010-2003v4 6 2006.03.13 Alteração da composição do Comité da Qualidade; Alteração do Ponto 3. 7 2006.10.25 Alteração da composição do Comité da Qualidade; Detentores de Cópias Controladas; Alteração dos pontos 2, 3, 6, 7, 8.1.1, 8.2.1, 8.2.2, 9, 10 e 11. 8 2007.09.20 Alteração dos pontos 2, 3, 5.3., 6, 8, 8.4, 9 e 10 9 2008.02.27 Alteração dos pontos 2, 3 e 5.4 10 2008.12.12 Alteração dos pontos 2, 3, 8.1.1, 8.2.2, 9, 10 e 11 11 2009.03.31 Adaptação do Manual da Qualidade ao novo Macro-Processo e à integração do Sistema de Gestão Ambiental 12 2009.12.29 Alteração do ponto 5.4 - Política da Qualidade e Ambiente na sequência da NC levantada na Auditoria Interna ao Sistema de Gestão Ambiental da PE 13 2010.06.23 Alteração do ponto 1.3 na sequência da auditoria externa da SGS e dos pontos 7, 8.3.2,8.5 9 e 10 com a implementação do Processo SR - Gestão da Receita. Detentores de Cópias Controladas: - - Intranet Secretário Geral (Suporte Papel) Esta revisão entra em vigor em: 30 / 06 / 2010 Este documento após impressão não é uma cópia controlada Código: MQA MANUAL DA QUALIDADE E AMBIENTE Revisão: 13 Pág. 2 / 24 1. INTRODUÇÃO ............................................................................................................................... 3 1.1. OBJECTIVO DO MANUAL DA QUALIDADE E AMBIENTE ............................................... 3 1.2. ÂMBITO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE E AMBIENTE .............................. 3 1.3. EXCLUSÕES ................................................................................................................................ 3 1.4. REFERENCIAL ............................................................................................................................. 3 1.5. PROMULGAÇÃO DO MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE E AMBIENTE .............. 3 2. CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA............................................................................................ 4 3. ORGANIZAÇÃO DA EMPRESA .................................................................................................. 6 4. PROPOSTA DE VALOR ................................................................................................................ 6 5. RESPONSABILIDADE DA GESTÃO DE TOPO ........................................................................ 7 5.1. COMPROMISSO DA GESTÃO DE TOPO ............................................................................... 7 5.2. MISSÃO ......................................................................................................................................... 7 5.3. VISÃO ........................................................................................................................................... 7 5.4. POLÍTICA DA QUALIDADE E AMBIENTE ............................................................................ 8 6. ORGANIZAÇÃO DA FUNÇÃO "SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE E AMBIENTE"......................................................................................................................................... 9 7. ESTRUTURA DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE E AMBIENTE ....................... 12 8. MACRO PROCESSOS .................................................................................................................. 13 8.1. PROCESSOS ESTRATÉGICOS ............................................................................................... 14 8.2. PROCESSOS DE REALIZAÇÃO ............................................................................................. 14 8.3. PROCESSOS DE SUPORTE..................................................................................................... 15 9. INTERACÇÕES ENTRE OS PROCESSOS DO SGQA ............................................................ 18 10. LISTA DOS DOCUMENTOS DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE E AMBIENTE E SUA CORRESPONDÊNCIA COM OS REQUISITOS DA NORMA NP EN ISO 9001:2008 E 14001:2004. ................................................................................................................... 19 11. DEFINIÇÕES E ABREVIATURAS ............................................................................................ 20 Este documento após impressão não é uma cópia controlada Código: MQA MANUAL DA QUALIDADE E AMBIENTE Revisão: 13 Pág. 3 / 24 1. INTRODUÇÃO 1.1. OBJECTIVO DO MANUAL DA QUALIDADE E AMBIENTE Este manual tem por objectivo descrever os requisitos do Sistema de Gestão da Qualidade e Ambiente (SGQA) posto em prática na PARQUE EXPO. Descreve o âmbito de aplicação do SGQA, exclusões de requisitos, os seus processos e interacções entre os mesmos e referências aos seus documentos. Todo o SGQA encontra-se suportado por documentos publicados na INTRANET da PARQUE EXPO. 1.2. ÂMBITO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE E AMBIENTE O Sistema de Gestão da Qualidade e Ambiente da PARQUE EXPO aplica-se às actividades de "Prospecção, Concepção e Gestão de Projectos de Renovação Urbana e Requalificação Ambiental”. Os processos e procedimentos referenciados neste manual aplicam-se a todos os colaboradores que intervêm nas actividades neles descritas. 1.3. EXCLUSÕES No âmbito da sua actividade os requisitos "7.5.2. - Validação dos processos de produção e de fornecimentos de serviços" e "7.6 - Controlo do Equipamento de Monitorização e de Medição" não são aplicados, pois na sua actividade não se incluem processos cujos resultados possam ser verificados após a medição ou monitorização. 1.4. REFERENCIAL Os referenciais utilizados para implementar, manter e melhorar o Sistema Gestão da Qualidade e Ambiente da PARQUE EXPO são: - Norma Portuguesa NP EN ISO 9001:2008 – Sistemas de Gestão da Qualidade – Requisitos. - Norma Portuguesa NP EN ISO 14001: 2004 – Sistemas de Gestão Ambiental 1.5. PROMULGAÇÃO DO MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE E AMBIENTE O Sistema de Gestão da Qualidade e Ambiente descrito neste Manual tem a aprovação e o total apoio da Administração da PARQUE EXPO. A cooperação e o apoio de todos os colaboradores na realização das suas actividades de acordo com os requisitos definidos neste Manual é factor preponderante para a manutenção e melhoria do Sistema de Gestão da Qualidade e Ambiente, bem como o desempenho da Organização. Este documento após impressão não é uma cópia controlada Código: MQA MANUAL DA QUALIDADE E AMBIENTE Revisão: 13 Pág. 4 / 24 2. CARACTERIZAÇÃO DA EMPRESA A PARQUE EXPO apresenta uma evolução significativa, no que se refere ao desenvolvimento da sua actividade marcada e distintamente repartida por duas fases: Fase 1 – correspondente à realização e concretização da Exposição Mundial de Lisboa (Expo’98), e que contemplou uma fase inicial de reconversão ambiental; Fase 2 – PósExposição Mundial de Lisboa. Fase 1 – Realização e Concretização da Exposição Mundial de Lisboa (EXPO’98) Afirmando-se como um projecto que visou dar ao território português, e concretamente à cidade de Lisboa, um reposicionamento num contexto global, a realização da Exposição Mundial de Lisboa permitiu ainda requalificar uma área que se apresentava claramente segregada do resto da Área Metropolitana de Lisboa. A decisão de realizar a Exposição Mundial de Lisboa levou à criação da PARQUE EXPO’98, S.A, sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos, mediante o Decreto Lei n.º 88/93 de 23 de Março de 1993, que pressupunha como missão, patente no seu objecto social, duas vertentes específicas: (i) O projecto urbano – Que mediante as atribuições e competências especificas no Domínio do Ordenamento da Zona de Intervenção (ZI), cobrindo uma área de 330 ha, nos termos do Dec. Lei n.º 354/93 de 9 de Outubro, e que permitiram transmitir à Sociedade PARQUE EXPO’98 as competências na intervenção da reordenação urbana da ZI. A consecução desta estratégia foi baseada no seguinte conjunto de premissas: Ö Valorização e singularidade da ZI, no contexto da frente ribeirinha do Tejo; Ö Aproveitamento da centralidade da ZI na rede de acessibilidades da Área metropolitana de Lisboa; Ö Enquadramento na estratégia do Plano Regional de Ordenamento do Território da Área Metropolitana de Lisboa (PROTAML), em estreita articulação com os pressupostos definidos nos Planos Directores Municipais (PDM) de Lisboa e de Loures. (ii) A Exposição Mundial de Lisboa/Expo’98 – concepção, execução, exploração e desmantelamento da Exposição Internacional. Fase 2 – Pós-Exposição Mundial de Lisboa a) Contrato-Programa entre o Estado e a PARQUE EXPO Período que concitou uma redefinição da PARQUE EXPO, com o intuito de capitalizar o Know-how adquirido e assim superar um conjunto de constrangimentos relacionados com a delicada situação financeira em que se encontrava o Grupo PARQUE EXPO. Esta lógica de redefinição estratégica levou a empresa a apresentar ao Accionista Estado uma proposta sustentada num Contrato-Programa, assente em três pressupostos principais: Este documento após impressão não é uma cópia controlada Código: MQA MANUAL DA QUALIDADE E AMBIENTE Revisão: 13 Pág. 5 / 24 Ö Reenquadramento estratégico da PARQUE EXPO adaptando-se às novas missões e ao novo enquadramento económico-financeiro, proporcionado pela intervenção do Estado, com a consequente desactivação de estruturas enquadradas no âmbito da missão Expo e a criação de novas direcções operacionais; Ö Reestruturação financeira da sociedade, que levou o Estado a subscrever um aumento de capital social; Ö A assunção de um conjunto de obrigações por parte da PARQUE EXPO, designadamente no compromisso de desenvolver a sua missão em condições susceptíveis de garantir o equilíbrio económico-financeiro de forma sustentada. Desta forma, a Missão delineada para a PARQUE EXPO concertou para o período reportado as seguintes vocações: Ö Substituição da designação Zona de Intervenção da Expo’98 por Parque das Nações; Ö Coordenação e promoção do projecto de desenvolvimento urbano, incluindo a sua vertente imobiliária (no contexto do Parque das Nações) bem como a vertente da gestão urbana, a qual previa a sua respectiva transmissão para as Câmaras de Lisboa e de Loures; Ö Consolidação do Parque das Nações como espaço lúdico e pedagógico; Ö Potenciação das competências desenvolvidas no projecto de intervenção da EXPO’98 noutros projectos de recuperação e requalificação de territórios urbanos exteriores ao Parque das Nações, particularizando esta participação da empresa no Programa Polis em dez cidades portuguesas de média dimensão. Dando expressão à nova missão, procedeu-se ao desinvestimento das actividades consideradas não estratégicas e redefiniu-se o Core Business da Empresa, centrado na Requalificação Urbana e Ambiental, devidamente sustentado por um processo de Reestruturação Organizativa e de Funcionamento assente numa estrutura matricial, orientada para uma lógica de negócio e de Projecto. Enquadramento Actual da Empresa Tendo presente a demonstração da menor aptidão daquele tipo de organização para prosseguir os fins da empresa, como instrumento mobilizador das vontades e dinamizador das valências internas, foi o mesmo substituído pelo actual modelo de organização misto de gestão de Projectos e organização funcional tradicional para a actividade ligada à gestão do Parque das Nações, julgado mais adequado às actividades e à natureza da empresa. Neste quadro, a presente estrutura de organização e funcionamento privilegia as áreas de negócios da Empresa, repartidas pela Direcção de Prospecção e Concepção, focada na angariação de novos projectos em território nacional e internacional e promovendo, igualmente, a concepção de intervenções integradas de revitalização do território; pela Direcção de Gestão de Projectos orientada para a gestão e implementação de projectos de âmbito Nacional e Internacional, incluindo os integrados em programas nacionais da responsabilidade da Administração Central, Local e de outras entidades públicas e privadas. Nos órgãos de suporte avulta a Direcção Administrativa Financeira, que assegura a Gestão Financeira e Contabilística da Empresa e a componente Administrativa, incluindo sistemas de informação. As restantes áreas de apoio distribuem-se pelo Gabinete de Apoio ao Conselho de Administração, que compreende os Núcleos de Auditoria Este documento após impressão não é uma cópia controlada Código: MQA MANUAL DA QUALIDADE E AMBIENTE Revisão: 13 Pág. 6 / 24 Interna, de Secretário Geral, de Qualidade e Ambiente e de Serviços Jurídicos; Gabinete de Planeamento e Controlo, que assegura a elaboração e Controlo do Plano de Actividades e Orçamento e Planos Plurianuais da Empresa; Núcleo de Comunicação e Assessoria Mediática, que assegura a gestão de contrato de assessoria mediática com entidade externa contratada para prestação deste serviço, e que garante também, a divulgação das posições do C.A. à opinião pública, a coerência da Comunicação Institucional da empresa e as funções de Relações Públicas do CA; Gabinete de Recursos Humanos, que integra os Núcleos de Processamento Salarial e de Gestão e Desenvolvimento Profissional e o Núcleo de Desenvolvimento Sustentável e Responsabilidade Social que incorpora no Grupo Parque Expo uma cultura socialmente responsável, através da integração de princípios e práticas de desenvolvimento sustentável nos Modelos de Gestão adoptados. No segundo semestre de 2008 procedeu-se à autonomização da actividade desenvolvida pela Direcção de Gestão Urbana, com a constituição da Sociedade Parque EXPO - Gestão Urbana do Parque das Nações, S.A., tendo transitado as actividades relacionadas com o Parque das Nações. 3. ORGANIZAÇÃO DA EMPRESA A estrutura organizacional e de funcionamento da empresa encontra-se definida na Ordem de Serviço – Organização e Estrutura – Estrutura Organizacional e de Funcionamento, em vigor na empresa. 4. PROPOSTA DE VALOR O produto proposto pela PARQUE EXPO como núcleo da sua actividade é a renovação urbana e requalificação ambiental. A PARQUE EXPO dispõe dos meios – competências, experiência, capacidade de inovar, meios operacionais necessários a uma oferta daquele “produto” em condições de elevada qualidade e – a preços competitivos, tendo em conta o conjunto de funções e valências que oferece. A PARQUE EXPO apresenta a capacidade de combinar os meios e as tecnologias mais sofisticadas nesta área, que constitui o núcleo duro da sua actividade, com a capacidade de obter produtos diferenciados e inovadores, que acrescentem valor/qualidade aos territórios em que irá intervir. A empresa domina os métodos e as técnicas mais modernas em matéria de renovação urbana e apresenta, como prova da sua capacidade nesta área, a realização do Parque das Nações, exemplo de uma Cidade Imaginada e depois Realizada e a gestão das intervenções dos Programas Polis em 10 cidades de dimensão média do país. Existe um enorme potencial de mercado tanto no território português, como no internacional, já que cada vez mais as entidades do Sector Público, incluindo os Municípios, bem como os investidores privados, repercutem uma nova consciencialização em torno de projectos de requalificação urbana e ambiental. Este documento após impressão não é uma cópia controlada Código: MQA MANUAL DA QUALIDADE E AMBIENTE Revisão: 13 Pág. 7 / 24 A força da proposta de produto ou serviço que a PARQUE EXPO apresenta e a percepção da situação e perspectiva do mercado de reabilitação urbana e ambiental baseada em indicadores objectivos, perspectivam o crescimento do seu volume de negócios ligado ao core-business ao longo dos próximos anos. 5. RESPONSABILIDADE DA GESTÃO DE TOPO 5.1. COMPROMISSO DA GESTÃO DE TOPO A Administração da PARQUE EXPO compromete-se a liderar as actividades necessárias para implementação, manutenção e melhoria do SGQA, tomando as decisões necessárias relativamente ao cumprimento dos Processos definidos para o Sistema, requisitos da normas NP ISO 9001:2008 e da NP ISO 14001:2004 e respectiva legislação aplicável. O Sistema de Gestão da Qualidade e Ambiente assenta nos seguintes princípios: 9 Na liderança e comprometimento da Gestão de Topo da PARQUE EXPO; 9 Numa Organização clara e responsabilidades definidas; 9 Nos processos e nos meios que garantam a Qualidade dos serviços prestados; 9 Nos recursos humanos capazes de inovar em busca da melhoria contínua; 9 No compromisso de uma responsabilidade na defesa e protecção do meio ambiente; 9 Na afirmação de uma co-responsabilização na gestão eco-eficiente da empresa. 5.2. MISSÃO A Missão da Parque EXPO consiste na promoção da qualidade da vida urbana e da competitividade do território. Para cumprimento desta Missão, a empresa realiza operações de renovação urbana e de requalificação ambiental, valorizando as vertentes ambientais, sócio-culturais e económicas, numa perspectiva integrada e de desenvolvimento sustentável. O produto a criar pela Parque EXPO é a cidade sustentável, o que leva a colocar particular ênfase nas fases da cadeia de valor que se iniciam com a análise dos vectores determinantes da estratégia de desenvolvimento das cidades e a detecção de oportunidades e que incluem o planeamento urbano, a definição do modelo de estrutura urbana, a infraestruturação, a concepção e execução dos espaços públicos, concluindo com a disponibilização no mercado do solo urbanizado de modelos urbanos de elevada qualidade. A Parque EXPO assume-se como um instrumento da operacionalização das políticas públicas de ordenamento do território e revitalização das cidades, actuando também como plataforma de articulação com a iniciativa privada. 5.3. VISÃO A Parque EXPO é um instrumento das políticas públicas de ambiente, ordenamento do território e desenvolvimento regional. Visa, através de operações integradas, a mutação do território na óptica da qualidade de vida, do equilíbrio ambiental e da competitividade. Este documento após impressão não é uma cópia controlada Código: MQA MANUAL DA QUALIDADE E AMBIENTE Revisão: 13 Pág. 8 / 24 5.4. POLÍTICA DA QUALIDADE E AMBIENTE A empresa baseia a sua política de qualidade e ambiente nos princípios a seguir mencionados, em ordem a consolidar e reforçar a sua cultura empresarial, tornando a PARQUE EXPO uma referência a nível Nacional e Internacional. Neste sentido, foram definidas as seguintes linhas directrizes, com o intuito de cumprir os requisitos do SGQA e melhorar continuamente a sua eficácia: 9 Compreender os requisitos dos clientes; 9 Assegurar os resultados dos contratos e a total satisfação dos clientes, compreendendo-a como garantia da sustentabilidade da organização; 9 Providenciar as condições adequadas para o desenvolvimento das competências, o enriquecimento dos conhecimentos e a satisfação pessoal dos colaboradores, tendo em vista um desempenho eficaz e eficiente; 9 Promover o trabalho em equipa e a interligação entre as diferentes áreas da organização, de modo a criar um ambiente de trabalho que favoreça uma participação pró-activa nos projectos; 9 Estabelecer uma comunicação eficaz, interna e externa, destinada a todas as partes interessadas sobre assuntos associados à sua actividade; 9 Fomentar uma estreita relação com fornecedores e clientes procurando assim um permanente relacionamento de efectiva parceria e promovendo a melhoria da qualidade dos serviços prestados Garantir a melhoria do nível de desempenho da PARQUE EXPO, através do aumento contínuo da produtividade na execução dos processos; 9 Reforçar as dimensões sociais, ambientais e as práticas de cidadania empresarial no quadro da responsabilidade social; 9 Promover uma gestão eco-eficiente que vise a minimização dos impactes ambientais decorrentes das suas actividades, através da utilização sustentável dos recursos; 9 Cumprir todos os requisitos legais e demais legislação aplicável à sua actividade, incluindo os referentes aos aspectos ambientais; 9 Assegurar um compromisso efectivo de prevenção da poluição, mediante a aplicação das melhores práticas de gestão ambiental; 9 Sensibilizar clientes, fornecedores e parceiros para a adopção de uma conduta ambiental que assuma os princípios de defesa e protecção do meio ambiente. Este documento após impressão não é uma cópia controlada Código: MQA MANUAL DA QUALIDADE E AMBIENTE Revisão: 13 Pág. 9 / 24 6. ORGANIZAÇÃO DA FUNÇÃO "SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE E AMBIENTE" A Organização da Função “Sistema de Gestão de Qualidade e Ambiente” é constituída pela seguinte estrutura: O Administrador do Pelouro da Qualidade e Ambiente tem como funções e responsabilidades: 9 Aprovar todas as acções a efectuar no âmbito do SGQA; 9 Aprovar a documentação de topo do SGQA (Política; Manual da Qualidade e Ambiente; Macro-Processo); 9 Disponibilizar/ providenciar os recursos internos necessários; 9 Facilitar e promover o empenho global da organização no âmbito do SGQA. O Comité de Direcção da Qualidade e Ambiente, tem como funções apoiar o Administrador do Pelouro da Qualidade e Ambiente nas seguintes matérias: 9 Política e Objectivos para posterior aprovação; 9 Programas de Acção; 9 Verificação e validação da documentação de topo; 9 Verificação dos recursos internos necessários para o desenvolvimento do SGQA; 9 Promoção do empenho global da organização no âmbito do SGQA. O Representante da Gestão para o SGQA tem as seguintes responsabilidades: 9 Coordenar o desenvolvimento do SGQA; 9 Assegurar a alocação de recursos; Este documento após impressão não é uma cópia controlada Código: MQA MANUAL DA QUALIDADE E AMBIENTE Revisão: 13 Pág. 10 / 24 9 Validar a documentação compreendendo a elaborada pelas Equipas de Processo; 9 Facilitar a comunicação e informação relevante para o desenvolvimento do SGQA entre os vários intervenientes; 9 Garantir a sensibilização de todos os colaboradores; 9 Propor / Implementar acções Correctivas e Preventivas; 9 Reportar periodicamente a evolução do SGQA à Gestão de Topo; 9 Coordenar a logística interna das Equipas de Processos (Reuniões, Salas, Recursos Humanos). A Bolsa de Auditores integra os colaboradores da Parque EXPO habilitados com o curso de formação de Auditores Internos da Qualidade, promovido pela empresa. Estes colaboradores, agrupados em equipas com o mínimo de 2 elementos cada, têm por missão dar execução ao Plano de Auditorias Internas da Qualidade e Ambiente, cabendo-lhes: 9 Notificar o Dono do Processo a auditar; 9 Definir a Lista de Verificação; 9 Realizar a Auditoria, identificando as NC/PNC e propor acções de correctivas / preventivas; 9 Elaborar Relatórios de Auditoria; 9 Acompanhar o fecho das NC/PNC detectadas. Os Donos dos Processos são elementos nomeados pela Administração, com responsabilidade e autoridade ao nível do respectivo Processo. Têm as seguintes responsabilidades: 9 Nomear os elementos das Equipas de Processos; 9 Definir e documentar o Processo; 9 Aprovar toda a documentação associada ao Processo, salvo a da responsabilidade do Administrador com o Pelouro Qualidade e Ambiente; 9 Estabelecer os indicadores e os métodos de monitorização do Processo; 9 Promover a implementação da documentação associada ao Processo; 9 Providenciar a sensibilização dos intervenientes do Processo; 9 Medir o desempenho do Processo e implementar as acções necessárias; 9 Melhorar continuamente o Processo; 9 Controlar o desempenho ambiental do Processo. 9 Reportar periodicamente o desempenho do Processo ao Representante da Gestão para o SGQA/ Dono do Processo SM. As Equipas de Processos são constituídas pelo Dono do Processo e por elementos por este nomeados que conhecem em profundidade as várias actividades do respectivo Processo. Têm como responsabilidade e funções: 9 Apoiar o Responsável/Dono do Processo; 9 Recolher, sistematizar e analisar toda a informação / documentação relevante com os objectivos da Equipa; 9 Elaborar / Adequar os documentos (procedimentos / instruções /registos) associados aos Processos; Este documento após impressão não é uma cópia controlada Código: MQA MANUAL DA QUALIDADE E AMBIENTE Revisão: 13 Pág. 11 / 24 9 Colaborar nas acções de sensibilização do pessoal envolvido no Processo; 9 Propor e implementar acções Correctivas / Preventivas. Os Colaboradores da PARQUE EXPO têm as seguintes responsabilidades: 9 Conhecer e compreender a Política da Qualidade e Ambiente; 9 Conhecer as suas funções e agir de acordo com as mesmas; 9 Actuar de acordo com o estabelecido de forma a assegurar a qualidade dos serviços prestados; 9 Implementar e propor melhorias; 9 Alertar para a necessidade de actualização da documentação, sempre que a mesma se torne parcial ou totalmente obsoleta; 9 Arquivar evidências; 9 Identificar não conformidades e propor oportunidades de melhoria; 9 Responder aos auditores internos e externos. Este documento após impressão não é uma cópia controlada Código: MQA MANUAL DA QUALIDADE E AMBIENTE Revisão: 13 Pág. 12 / 24 7. ESTRUTURA DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE E AMBIENTE A Estrutura Documental do SGQA foi definida de acordo com a seguinte figura: Visão , Missão , Política da Qualidade e Ambiente , Objectivos Manual da Qualidade e Ambiente Processos Estratégicos Processos de Realização Processos de Suporte Procedimentos da Qualidade e Amiente / Ordens de Serviço / Instruções de Serviço Circulares / Procedimentos específicos / Outros Documentos Registos Missão: Razão de existência da PARQUE EXPO; Visão: O que a PARQUE EXPO quer ser; Política da Qualidade e Ambiente: Conjunto de intenções e de orientações relacionadas com a Qualidade e Ambiente; Objectivos: São os resultados que a PARQUE EXPO pretende alcançar num período determinado; Manual da Qualidade e Ambiente: Documento que especifica o Sistema de Gestão da Qualidade e Ambiente da PARQUE EXPO; Processos Estratégicos: Estes processos são estratégicos, dão orientação aos processos de realização e de suporte com vista a concretização dos objectivos; Processos de Realização: Estes processos estão directamente envolvidos na satisfação dos principais requisitos dos clientes externos; Processos de Suporte: Estes processos estão directamente envolvidos na satisfação dos principais requisitos dos clientes internos e dos requisitos documentais obrigatórios pela Norma ISO 9001:2000; Este documento após impressão não é uma cópia controlada Código: MQA MANUAL DA QUALIDADE E AMBIENTE Revisão: 13 Pág. 13 / 24 Procedimento da Qualidade e Ambiente: Documento que estabelece a metodologia de actuação da Empresa associada a um determinado Processo; Ordem de Serviço: Documento que estabelece as directrizes que a Comissão Executiva define para a Empresa; Instrução de Serviço: Documento que estabelece a metodologia de actuação de uma determinada Área Funcional; Circular: Documento de carácter informativo, destinado a todos os colaboradores da Empresa; Procedimento específico: Documento que descreve o método de actuação para um determinado Projecto; Outros Documentos: Documentos referenciados no SGQA para além dos acima mencionados. 8. MACRO PROCESSOS O Sistema de Gestão da Qualidade e Ambiente foi concebido na óptica da concretização da Missão da PARQUE EXPO e está orientado segundo três níveis de processos: Ö Processos Estratégicos: são processos estratégicos e dão orientações para os processos de realização e de suporte; Ö Processos de Realização: estes processos estão directamente envolvidos na satisfação dos principais requisitos dos clientes externos; Ö Processos de Suporte: estes processos estão directamente envolvidos na satisfação dos principais requisitos dos clientes e dos requisitos documentais da Norma ISO 9001:2008. A figura que se segue representa o Macro Processo do Sistema de Gestão da Qualidade e Ambiente: Este documento após impressão não é uma cópia controlada Código: MQA MANUAL DA QUALIDADE E AMBIENTE Revisão: 13 Pág. 14 / 24 8.1. PROCESSOS ESTRATÉGICOS 8.1.1. PLANEAMENTO E CONTROLO DE GESTÃO Objectivos: Assegurar a elaboração, aprovação, comunicação e acompanhamento do Plano de Actividades e Orçamento (PAO). INPUTS Orientações Estratégicas do Accionista Documento de Estratégia / Informação de Gestão ACTIVIDADES 1 - Elaborar o PAO OUTPUTS PAO Aprovado Documento(s) de divulgação do PAO PAO e Fontes de Informação Financeira e de Actividades 2 - Acompanhar o PAO Informação de Gestão (Relatórios de Actividade / Relatórios de Execução Orçamental / Informação do SIGFIN) 8.2. PROCESSOS DE REALIZAÇÃO 8.2.1. PROSPECÇÃO DE PROJECTOS Objectivos: Assegurar a identificação de novos projectos / intervenções e promover acções de prospecção, tendo em vista a apresentação de propostas 8.2.2. CONCEPÇÃO DE INTERVENÇÕES Objectivos: Assegurar as actividades de concepção de intervenções em território nacional / internacional. Este documento após impressão não é uma cópia controlada Código: MQA MANUAL DA QUALIDADE E AMBIENTE Revisão: 13 Pág. 15 / 24 8.2.3. GESTÃO DE INTERVENÇÕES Objectivos: Prestação de Serviços de Gestão de Intervenções. 8.3. PROCESSOS DE SUPORTE 8.3.1. GESTÃO DO CONHECIMENTO Objectivos: Adequar e desenvolver os recursos humanos, tendo em conta as suas motivações, às necessidades da Organização. 8.3.2. GESTÃO DAS MELHORIAS Objectivos: Promover as medidas a adoptar decorrentes das necessidades observadas que permitam melhorar a eficácia do SGQA. Este documento após impressão não é uma cópia controlada Código: MQA MANUAL DA QUALIDADE E AMBIENTE Revisão: 13 Pág. 16 / 24 8.3.3. GESTÃO DA INFORMAÇÃO 8.3.3.1. DOCUMENTOS INTERNOS E EXTERNOS Objectivos: Assegurar o controlo e sistematização da informação constante no Sistema de Gestão da Qualidade e Ambiente bem como a sua disponibilização a toda a empresa. 8.3.3.2. REGISTOS Objectivos: Assegurar o controlo e sistematização da informação constante no Sistema de Gestão da Qualidade e Ambiente como a sua disponibilização a toda a empresa. 8.3.3.3. COMUNICAÇÃO Objectivos: Assegurar o controlo e sistematização da informação constante no Sistema de Gestão da Qualidade e Ambiente bem como a sua disponibilização a toda a empresa. Este documento após impressão não é uma cópia controlada Código: MQA MANUAL DA QUALIDADE E AMBIENTE Revisão: 13 Pág. 17 / 24 8.4. GESTÃO DA DESPESA Objectivos: Assegurar que todos os documentos de despesa são registados e validados de acordo com os procedimentos em vigor na Parque Expo. 8.5. GESTÃO DA RECEITA Objectivos: Assegurar que a receita da Parque Expo é registada, facturada e cobrada. Este documento após impressão não é uma cópia controlada Código: MQA MANUAL DA QUALIDADE E AMBIENTE Revisão: 13 Pág. 18 / 24 9. INTERACÇÕES ENTRE OS PROCESSOS DO SGQA A figura abaixo representada proporciona uma visão global das interacções entre os Processos do SGQA da PARQUE EXPO, onde as saídas de alguns Processos constituem as entradas de outros. Por outro lado, o fluxograma mostra que os Clientes assumem um papel fundamental, quer na definição dos requisitos como entradas, quer na satisfação dos mesmos, como saídas do SGQA. O SGQA será tanto mais eficaz quanto maior for a sua capacidade para ir ao encontro desses requisitos. Os Processos do SGQA da PARQUE EXPO são periodicamente analisados pelos respectivos Donos e Equipas dos Processos, desencadeando as acções necessárias para assegurar a concretização dos resultados esperados. Este documento após impressão não é uma cópia controlada Código: MQA Revisão: 13 MANUAL DA QUALIDADE E AMBIENTE Pág. 19 / 24 5.3. Política da qualidade 5.4. Planeamento 4.3. Planeamento 5.5. Responsabilidade e autoridade 5.6. Revisão pela Gestão 4.4.1/4.4.3. Recursos, atribuições, responsabilidades 4.6. Revisão pela Gestão 4.4.1 Recursos, atribuições, responsabilidades e autoridade X X X X X X X X X X X X X X X X X X X 4.4.6Controlo Operacional X X X 7.2. Processos relacionados com o Cliente 4.3.1/4.3.2/4.4.6 Aspectos Ambientais /Requisitos legais e outros requisitos /controlo operacional X X X 7.3. Concepção e desenvolvimento 4.4.6 Controlo Operacional X X X 7.4. Compras 4.4.6 Controlo Operacional X X X 4.4. 6 Controlo Operacional X X X 8.2. Monitorização e medição 8.3. Controlo do produto não conforme 8.4. Análise de Dados 8.5 Melhoria e X 6.3. Infra-estruturas 7.5. Produção e Fornecimento do Serviço 7.6. Controlo dos dispositivos de monitorização e de medição 8.1. Generalidades (Medição, análise e melhoria) a X Processo SI PP SI PQA 001 PQA 003 X Processo SC PP SC PQA 006 X X 6.2. Recursos Humanos 6.4. Ambiente de Trabalho 7.1. Planeamento da Realização do Produto Processo SM PP SM PQA007 a PQA011 e PQA 018 Processo RG PP RG PQA 005 Processo RC PP RC PQA 015 X X X 4.3.1 /4.3.2 Aspectos ambientais/ Requisitos Legais e outros requisitos 4.2. Política Ambiental 6.1. Provisão de recursos X 4.1. Requisitos Gerais 4.4.4/4.4.5/Documentação/Co ntrolo documentos/Controlo dos registos 5.1. Comprometimento da gestão 5.2. Focalização do cliente Processo SR PP SR PQA 019 e 4.2. Requisitos da Documentação Processo SD PP SD PQA 016 PQA017 4.1. Requisitos Gerais Processo RP PP RP PQA 004 Requisitos NP EN ISO 9001: 2000 NP EN ISO 14001: 2004 Processo EG PP EG PQA 012 10. LISTA DOS DOCUMENTOS DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE E AMBIENTE E SUA CORRESPONDÊNCIA COM OS REQUISITOS DA NORMA NP EN ISO 9001:2008 E 14001:2004. 4.5.1 Monitorização e medição X 4.5.1 Monitorização e medição X 4.5.1/4.5.2. /4.5.5 Monitorização e medição/Avaliação da conformidade /Auditoria interna 4.4.7/ 4.5.3 Não Conformidades, acções correctivas e preventivas/preparação e respostas a emergências 4.5. Monitorização e medição 4.2/4.4.4/4.5.3/4.6 Política Ambiental/Objectivos, metas e programa (s)/Não Conformidades, acções correctivas e acções preventivas/Revisão pela Gestão Este documento após impressão não é uma cópia controlada X X X X Código: MQA MANUAL DA QUALIDADE E AMBIENTE Revisão: 13 Pág. 20 / 24 11. DEFINIÇÕES E ABREVIATURAS AC – Acção Correctiva; AIQA – Auditorias Internas da Qualidade e Ambiente; AP – Acção Preventiva; AMBLX – Ambiléxico; CE – Comissão Executiva; DAF – Direcção Administrativa e Financeira; DMM – Dispositivos de monitorização e medição; DSGQA – Documentos do Sistema de Gestão da Qualidade e Ambiente; GPC – Gabinete de Planeamento e Controlo; INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda; IPQ – Instituto Português da Qualidade IQF – Índice de Qualificação do Fornecedor; NC – Não Conformidade; PAO – Plano de Actividades e Orçamento; PAS – Planos de Actividades Sectoriais; PGA – Plano de Gestão Ambiental PE – Processo Estratégico; PNC – Potencial Não Conformidade; PP – Plano do Processo; PQA – Procedimento da Qualidade e Ambiente; PR – Processos de Realização; PS – Processos de Suporte; RA – Relatório de Actividade; SGQA – Sistema de Gestão da Qualidade e Ambiente; ACÇÃO CORRECTIVA – Acção desencadeada para evitar a re-ocorrência de uma não conformidade; ACÇÃO IMEDIATA – Acção desencadeada no sentido de resolver expeditamente uma determinada situação; ACÇÃO PREVENTIVA – Acção desencadeada para evitar a ocorrência de uma potencial não conformidade; ARQUIVO DO PROJECTO – Conjunto de toda a documentação (correspondência, documentos técnicos, documentos contratuais, etc.) produzida ou processada no âmbito do PROJECTO / CONTRATO; ARQUIVO TÉCNICO INFORMÁTICO – Sub-Conjunto de toda a documentação (correspondência, documentos técnicos, documentos contratuais, etc.) produzida ou processada no âmbito do PROJECTO / Este documento após impressão não é uma cópia controlada Código: MQA MANUAL DA QUALIDADE E AMBIENTE Revisão: 13 Pág. 21 / 24 CONTRATO e que, pela sua natureza ou funcionalidade, deve ser arquivado também digitalmente, permitindo a sua utilização “on line” e “em rede”, mediante adequadas permissões de acesso e de manuseamento, a definir pelo GESTOR DO PROJECTO; AMBIENTE: Envolvente na qual uma organização opera, nomeadamente o ar, a água, o solo, os recursos naturais, a flora, a fauna, os seres humanos, e as respectivas inter-relações; ASPECTO AMBIENTAL: Elemento das actividades, produtos ou serviços de uma organização que pode interagir com o ambiente; AUDITOR COORDENADOR – Colaborador pertencente à PARQUE EXPO com competências para conduzir e coordenar a realização das auditorias internas da qualidade e ambiente; AUDITOR INTERNO – Colaborador pertencente à PARQUE EXPO com competências para realizar as auditorias internas da qualidade e ambiente; AUDITORIA INTERNA DE AMBIENTE – Processo de verificação sistemático e documentado para obter e avaliar objectivamente evidências que determinem se o SGA de uma organização se encontra em conformidade com os critérios da auditoria de sistema de gestão ambiental. AUDITORIA INTERNA DE QUALIDADE E AMBIENTE – Processo sistemático, independente e documentado para obter evidências e respectiva avaliação objectiva, com vista a determinar em que medida os critérios da auditoria são satisfeitos; AVALIAÇÃO DE FORNECEDORES – É o conjunto de actividades necessárias para verificar se as características técnicas e comerciais de um fornecedor satisfazem os requisitos de qualidade especificados; CHEFE DE ESPECIALIDADE (“Discipline Leader”) - Quadro da Parque Expo nomeado sob proposta do CHEFE DE PROJECTO, responsável pelo desenvolvimento de uma área específica do projecto e pela interlocução com o CHEFE DE PROJECTO; CHEFE DE PROPOSTA / PROJECTO – Quadro da Parque Expo nomeado pela Administração sob proposta do COORDENADOR, responsável pela completa e adequada execução do PROPOSTA / PROPOJECTO, pela coordenação da EQUIPA DE PROPOSTA / PROJECTO, e pela interlocução entre a Parque Expo e o POTENCIAL CLIENTE / CLIENTE; CIRCULAR: Documento de carácter informativo, destinado a todos os colaboradores da Empresa; CLASSIFICAÇÃO DE FORNECEDORES – É o acto que consiste na atribuição de um estatuto a um dado fornecedor, baseado no quadro de classificação do fornecedor; CLIENTE – Destinatário da Prestação de Serviços com a Parque Expo, e/ou destinatário / beneficiário do PROJECTO; COMPETÊNCIAS – Capacidade demonstrada de aplicar conhecimentos e de saber fazer; CONTRATO - Objecto da Prestação de Serviços da Parque Expo; CONTRATOS EXTERNOS - Contratações de Serviços, Fornecimentos ou Empreitadas, efectuadas, no âmbito do PROJECTO, pelo CLIENTE, sob proposta do GESTOR/CHEFE DO PROJECTO; COORDENADOR (DE PROPOSTAS / PROJECTOS) – Quadro superior da Parque Expo, responsável pela coordenação dos CHEFE DE PROPOSTA e PROPOSTAS, e/ou dos CHEFE DE PROJECTO, GESTOR DO Este documento após impressão não é uma cópia controlada Código: MQA MANUAL DA QUALIDADE E AMBIENTE Revisão: 13 Pág. 22 / 24 PROJECTO e PROJECTOS sob sua responsabilidade; interlocutor entre a Administração da Parque Expo e cada um dos responsáveis pelas PROPOSTAS / PROJECTOS; DESEMPENHO AMBIENTAL – Resultados mensuráveis de gestão dos aspectos ambientais de uma organização; DOCUMENTO – Qualquer informação escrita, gráfica, informática que fornece informação de orientações para actuação. Os Documentos estão sujeitos a aprovação e podem ser revistos/alterados; EQUIPA (DE PROPOSTA / DE PROJECTO) – Conjunto pluridisciplinar de Colaboradores da Parque Expo afectos, a tempo total ou parcial, à PROPOSTA / PROJECTO, com responsabilidade, nas suas respectivas especialidades, pela execução, acompanhamento e controlo das actividades, tarefas ou funções que lhe estão incumbidas, sob coordenação do CHEFE DE PROPOSTA ou do CHEFE / GESTOR DE PROJECTO, com vista à correcta e atempada elaboração e submissão da PROPOSTA ou à completa realização dos OBJECTIVOS DO PROJECTO e dos OBJECTIVOS DA GESTÃO DO PROJECTO; FICHA DE LEGISLAÇÃO - Actualizada sempre que necessário, identifica detalhadamente as principais características de cada diploma, os requisitos legais e as obrigações correspondentes; GESTÃO DE INTERVENÇÕES (“Project Management”) – Processo “RG”; Objecto da Prestação de Serviços da Parque Expo a um Cliente; Actividade profissional especializada, multidisciplinar, de gestão técnica e financeira integradas de uma INTERVENÇÃO para um CLIENTE; GESTOR DE PROJECTO – Gestor da Prestação de Serviços; Quadro superior da Parque Expo nomeado pela Administração, responsável pela completa e adequada execução do PROJECTO/INTERVENÇÃO, objecto da Prestação de Serviços, pela coordenação da EQUIPA DO PROJECTO, e pela interlocução entre a Parque Expo e o CLIENTE; IMPACTE AMBIENTAL: Qualquer alteração no ambiente, adversa ou benéfica, resultante, total ou parcialmente, dos aspectos ambientais de uma organização; INDICADOR DE MEDIDA – Relação entre valores com vista a medir um resultado; INSTRUÇÃO DE SERVIÇO – Documento que estabelece a metodologia de actuação de uma determinada Área Funcional; INTERVENÇÃO - Objecto da Solicitação / Prestação de Serviços; Actividade, Intervenção ou Empreendimento de fim específico, de duração limitada, numa área geográfica definida, com requisitos técnicos e orçamentais próprios, destinado a concretizar o seu objectivo ou fim; LISTA DE VERIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE LEGAL - Actualizada sempre que necessário, consiste no instrumento de avaliação do cumprimento das obrigações MANUAL DA QUALIDADE E AMBIENTE – Documento que especifica o Sistema de Gestão da Qualidade e Ambiente da PARQUE EXPO; MAPA DE INDICADORES DOS PROCESSOS – Quadro que inclui os indicadores de medida, metas e periodicidade de análise com o objectivo de acompanhar o desempenho dos Processos do SGQA; MELHORIA CONTÍNUA – Actividade permanente com o intuito de incrementar o aumento da eficácia dos processos do SGQA; META – Quantificação do objectivo; Este documento após impressão não é uma cópia controlada Código: MQA MANUAL DA QUALIDADE E AMBIENTE Revisão: 13 Pág. 23 / 24 META AMBIENTAL – Requisito de desempenho detalhado, aplicável à organização, ou a parte desta, que decorre da definição dos objectivos ambientais, e que tem de ser estabelecido e concretizado MÉTRICA – Fórmula que descreve o indicador de medida; MISSÃO – Razão de existência da PARQUE EXPO; NÃO CONFORMIDADE – Não cumprimento de um requisito especificado, ou de uma situação não desejada; OBJECTIVOS – São os resultados que a PARQUE EXPO pretende alcançar num período determinado; OBJECTIVO AMBIENTAL – Finalidade ambiental geral, consistente com a política ambiental, que uma organização se propõe atingir; OBJECTIVOS DA GESTÃO DA INTERVENÇÃO – Resultados a alcançar com a execução da Prestação de Serviços, quer de ordem financeira, temporal, visibilidade, satisfação do CLIENTE, ou outros, aprovados pela Administração da Parque Expo; OBJECTIVOS DA INTERVENÇÃO - Características da Intervenção ou Empreendimento objecto da Prestação de Serviços em termos de custos, prazos de concretização, requisitos funcionais, ou outros atributos e condições definidos na Prestação de Serviços; ORDEM DE SERVIÇO – Documento que estabelece as directrizes que a Comissão Executiva define para a Empresa; PARTE INTERESSADA – Pessoa ou grupo interessado ou afectado pela actividade de uma organização; POLÍTICA DA QUALIDADE E AMBIENTE – Conjunto de intenções e de orientações relacionadas com a Qualidade e Ambiente; POLITICA AMBIENTAL – Conjunto de intenções e de orientações relacionadas com o seu desempenho ambiental; POTENCIAL CLIENTE – Entidade a quem se destina a PROPOSTA, e/ou que decide sobre a PROPOSTA, e/ou que se apresenta como previsível futuro Outorgante do CONTRATO com a Parque Expo; PREVENÇÃO DA POLUIÇÃO – Utilização de processos, práticas, técnicas, materiais, produtos, serviços ou energia para evitar, reduzir ou controlar (separadamente ou em combinação) a produção, emissão ou descarga de qualquer tipo de poluente ou resíduo, com vista à redução dos impactes ambientais adversos; PROCEDIMENTO DA QUALIDADE E AMBIENTE – Documento que estabelece a metodologia de actuação da Empresa associada a um determinado Processo; PROCEDIMENTO ESPECÍFICO – Documento que descreve o método de actuação para um determinado Projecto; PROCESSOS ESTRATÉGICOS – Estes processos são estratégicos, dão orientação aos processos de realização e de suporte com vista a concretização dos objectivos; PROCESSOS DE REALIZAÇÃO – Estes processos estão directamente envolvidos na satisfação dos principais requisitos dos clientes externos; PROCESSOS DE SUPORTE – Estes processos estão directamente envolvidos na satisfação dos principais requisitos dos clientes internos e dos requisitos documentais obrigatórios pelas Normas; Este documento após impressão não é uma cópia controlada Código: MQA MANUAL DA QUALIDADE E AMBIENTE Revisão: 13 Pág. 24 / 24 PROJECTO – Desenvolvimento de um conceito para uma intervenção, projecto ou programa, de duração limitada, numa área geográfica definida, com requisitos técnicos e orçamentais próprios, destinado a concretizar o seu objectivo ou fim; PROPOSTA – Documento a submeter a um POTENCIAL CLIENTE / CLIENTE com a definição do conceito, da metodologia e da estratégia que traduzem a visão da Parque Expo para a potencial INTERVENÇÃO, bem como as condições técnicas e/ou comerciais da Prestação de Serviços da Parque Expo; RECLAMAÇÃO – Manifestação de insatisfação por parte do cliente; REGISTO – Informações contidas num documento do Sistema de Gestão da Qualidade e Ambiente, passíveis de controlo, que fornecem evidência (prova) objectiva, prova de actividades realizadas ou de resultados obtidos. Um Registo pode ser escrito ou conservado em qualquer suporte de informação, não estando sujeito a revisão; REGISTO DE ALTERAÇÕES - Actualizado sempre que necessário, identifica todas as alterações introduzidas nas Fichas de Legislação; RELATÓRIO DE ENQUADRAMENTO LEGAL - Actualizado mensalmente, contem as novidades legislativas e lista toda a legislação aplicável de forma explicativa, identificando o tipo de aplicabilidade de cada diploma; RESÍDUOS – Quaisquer substâncias ou objectos dos quais o detentor se desfaz ou tem intenção ou obrigação de se desfazer; REQUISITOS LEGAIS – Exigências da legislação vigente (legislação nacional e comunitária, regulamentos municipais), licenças e autorizações específicas para a actividade, produtos e serviços da organização, na área do Ambiente; SELECÇÃO DE FORNECEDORES – É o acto formal de reconhecimento que um dado fornecedor está apto a fornecer serviços ou produtos à empresa; SERVIÇOS DE CONTROLO ORÇAMENTAL E DE FINANCIAMENTO – Especialidade da Gestão de Projectos que integra a Equipa de Projecto; SERVIÇOS DE PROCURA E CONTRATOS – Especialidade da Gestão de Projectos que integra a Equipa de Projecto; SERVIÇOS JURÍDICOS – Especialidade da Gestão de Projectos que integra a Equipa de Projecto; SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL (SGA) – Parte do sistema de gestão de uma organização utilizada para desenvolver e implementar a sua política ambiental e gerir os seus aspectos ambientais; SOLICITAÇÃO – Pedido formal de colaboração da Parque Expo no desenvolvimento de um conceito para uma intervenção, projecto ou programa, de iniciativa de um CLIENTE, aprovado pela Administração; SUB–CONTRATOS - Contratações de Serviços, Fornecimentos ou Empreitadas efectuadas, pela Parque Expo, no âmbito da PROPOSTA / PROJECTO, sob proposta do CHEFE/GESTOR DE PROPOSTA/PROJECTO; OUTROS REQUISITOS – Exigências internas ou externas que a organização subscreva (contratos aplicáveis, recomendações de associações) e normas aplicáveis; VISÃO – O que a PARQUE EXPO quer ser; Este documento após impressão não é uma cópia controlada