FAPAC - Faculdade Presidente Antônio Carlos ITPAC-PORTO INSTITUTO TOCANTINENSE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS PORTO LTDA Rua 02, Quadra 07 s/n – Jardim dos Ypês; Porto Nacional - TO Fone: (063) 3363-9600 CNPJ – 10.261. 569/0001 – 64 www.itpacporto.com.br PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL PORTO NACIONAL – TO 2013 1 SUMÁRIO 1 IDENTIFICAÇÃO 03 2 APRESENTAÇÃO 04 3 HISTÓRICO 04 4 MISSÃO INSTITUCIONAL 05 5 JUSTIFICATIVA SOCIAL 06 6 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS 09 7 FINALIDADE DO CURSO 12 8 CONCEPÇÃO DO CURSO 14 9 OBJETIVOS DO CURSO 15 10 PERFIL DO EGRESSO 16 11 METODOLOGIA DE ENSINO E PRÁTICAS INOVADORAS 18 12 FORMA DE ACESSO AO CURSO 20 13 ESTRUTURA GERAL DO CURSO 21 14 EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA 30 15 COORDENAÇÃO DO CURSO 69 16 CORPO DOCENTE 69 17 METODOLOGIA 72 18 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM 77 19 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DE CURSO 84 20 DO CORPO DISCENTE 85 21 ORGÃOS COLEGIADO 91 22 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC 96 23 ATIVIDADES COMPLEMENTARES 102 24 ESTÁGIO SUPERVISIONADO 106 25 PESQUISA, EXTENSÃO E MONITORIA 112 26 AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO 115 27 INFRAESTRUTURA FÍSICA, DE LABORATÓRIO E RECURSOS MATERIAIS 116 2 1. IDENTIFICAÇÃO Mantenedora: Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos Porto Ltda Mantida: Faculdade Presidente Antônio Carlos – FAPAC Endereço: Rua 02, quadra 07, s/n - Jardim dos Ypês CEP: 77.500-000 Telefone: (63) 3363-9600 CNPJ: 10.261.569/0001-64 www.itpacporto.com.br DIRETOR PRESIDENTE Dr. Nicolau Carvalho Esteves Bacharel em Medicina Especialista em Ortopedia e Traumatologia. Mestre em Finanças e Gestão Empresarial. DIRETOR GERAL Dr. Renato Tavares Esteves Bacharel em Medicina MBA em Gestão Empresarial [email protected] DIRETORA ACADÊMICA Profª. Lucélia Neves de Araújo Licenciatura em Geografia Especialização em Comunicação e Educação em Novas Tecnologias [email protected] COORDENADOR DO CURSO Cleber Decarli de Assis Bacharel em Engenharia Civil – CEULP/ULBRA Mestre em Geotecnia – EESC/USP [email protected] 3 2. APRESENTAÇÃO A presente proposta pedagógica tem respaldo nas Diretrizes Curriculares Nacionais, Resolução CNE/CES nº 11, de 11 de março de 2002 e busca demonstrar as variáveis norteadoras das ações pedagógicas para a formação do Engenheiro Civil. O Projeto Pedagógico que se apresenta a seguir é o resultado de discussões e avaliações iniciadas em 2012, através do NDE – Núcleo Docente Estruturante, refletindo-se na contextualização de mercado somado à realidade do mundo em que vivemos, tendo como foco a valorização do profissional e a conservação e preservação dos recursos naturais para as próximas gerações. A referência desse modelo é o projeto elaborado com vigência a partir de 2011, turno noturno, cuja vigência se encerrará gradativamente após a implantação da nova Matriz Curricular com vigência a partir de 2013, 2º semestre. Este documento será norteador da prática pedagógica e se tornará instrumento de ação para assegurar a unidade e coerência dos trabalhos e ações docentes e do seu processo de avaliação, atualização, reflexão e revisão para os anos subseqüentes, cumprindo assim com suas funções de articulação, identificação, retroalimentação, inovação e ética para tornar a filosofia e o projeto educacional viável e efetivo. 3. HISTÓRICO O ITPAC Porto Nacional – Instituto Tocantinense Presidente Antonio Carlos Porto é o mantenedor da FAPAC – FACULDADE PRESIDENTE ANTONIO CARLOS, credenciada Instituição de Ensino Superior, por ato do Chefe do Executivo do Estado do Tocantins, através do Decreto nº. 3.486, de 04/09/2008, publicado no Diário oficial do Estado do Tocantins nº. 2.728, publicado no dia 05/09/2008. Pelo mesmo ato foram transferidos para a FAPAC os cursos de Administração, Arquitetura e Urbanismo, Comunicação Social, Enfermagem, Engenharia Civil, Fisioterapia, Medicina e Odontologia, e, ainda, o 4 descredenciamento da UNIPORTO/IESPEN (revogação do Decreto nº. 3.254/08). O processo originário do credenciamento do ITPAC PORTO NACONAL foi publicado no Diário Oficial nº. 2.722, publicado no dia 28/08/2008. A efetivação da transferência dos cursos e alunos da UNIPORTO/IESPEN decorreu do TERMO DE AJUSTE DE CONDUTA firmado em 29/02/2008 e devidamente aditado em 25/07/2008, visando garantir a continuidade dos cursos e preservação dos interesses dos alunos. Em 19 de novembro de 2010, através de um ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA entre a UNIÃO, representada pelo MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, por meio da SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR, o ESTADO DO TOCANTINS, representado pela SECRETARIA DA EDUCAÇÃO E CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO e o MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, representado pela PROCURADORIA DA REPÚBLICA no estado do Tocantins, firmaram compromisso de migração para o Sistema Federal de Ensino. A cidade de Porto Nacional está localizada na Região Norte do Brasil e representa, no cenário do Estado do Tocantins, atualmente, um município com 49.143 habitantes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística -IBGE, 2010. Destaca-se, ao longo de sua história, um compromisso com a educação e cultura, mantendo viva a memória do seu povo e de suas tradições. Hoje, definitivamente, deixou de ser uma cidade de Portuenses, para tornar-se uma cidade de toda a humanidade, da qual é considerada Patrimônio Histórico. Com localização privilegiada, atende as cidades próximas, que utilizam seus serviços médicos, odontológicos, comércio em geral e educação, elevando para cerca de 200.000 pessoas, consideradas flutuantes. 4. MISSÃO INSTITUCIONAL Promover o desenvolvimento do país, em particular da região Norte e do Estado de Tocantins, através da produção do conhecimento e da formação de recursos humanos críticos, éticos e criativos, 5 comprometidos com a construção de uma cidadania qualificadora da vida social e profissional. 5. JUSTIFICATIVA SOCIAL Antes de caracterizar o curso, é importante demonstrar sua resposta às expectativas da população e a possibilidade de atuação profissional dos egressos do curso, através das características da região. O setor da construção civil esteve no centro da crise norte-americana ocorrida no fim de 2008. No entanto, tal crise ocasionou pouco impacto nos países em desenvolvimento, onde forma mantidos os grandes projetos. No Brasil, os impactos desta crise incidiram sobre o crédito privado, fazendo com que o país adotasse novas medidas para a recuperação da economia como, por exemplo, a desoneração tributária de materiais de construção, expansão para crédito de habitação e a implementação de recursos para programas de aceleração do crescimento (MONTEIRO FILHA et al., 2010). A construção civil brasileira foi responsável por 4% do PIB em 2009 e vem acumulando sucessivas taxas de crescimento desde 1995. Isso é possível pela necessidade da redução do déficit habitacional e superação da grande deficiência em infraestrutura. No entanto, mesmo tendo notório crescimento e importância na formação do PIB, a participação deste setor ainda está abaixo da média mundial, o que justifica, dentre outros motivos, o uso ainda intensivo de mão-de-obra não qualificada (MONTEIRO FILHA et al., 2010). Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Brasil tem um déficit de 150 mil engenheiros. Para cada mil pessoas economicamente ativas, há seis profissionais na área. No Japão e nos EUA, por exemplo, essa proporção é de 25 para cada mil trabalhadores – dados da Finep, órgão do governo federal. Tocantins, a Unidade Federada mais nova do Brasil, criada pela Constituição Federal de 1988 e implantada na Federação em 1º de fevereiro de 1989, necessita de um projeto político, econômico, sociocultural e educacional que a possibilite cumprir os pressupostos de sua instalação que, em última análise, 6 representa proporcionar uma qualidade de vida melhor para uma parcela importante da população brasileira. Levando em consideração essa perspectiva é que o ITPAC Porto Nacional, preocupado com a concepção de uma Faculdade de alto nível, voltada aos problemas da região, atendendo ao apelo da comunidade estudantil local e regional e com experiência em Educação Superior no Estado há mais de 14 anos, implantou a Faculdade Presidente Antônio Carlos na cidade de Porto Nacional. Com uma área de 278.000 km2 e com a população de 1.383.453 (IBGE, 2010), o território tocantinense, ao norte do país, numa das áreas mais promissoras das vertentes amazônicas, oferece perspectivas altamente atraentes, pois que o fluxo migratório para o novo estado evidencia uma crescente densidade demográfica, alcançando 3,6 habitantes por Km2. De acordo com dados do IBGE (2010), a situação educacional do Estado de Tocantins é de 740.022 alunos, sendo nos cursos pré-escolar 62.970, Ensino Fundamental 545.120 e Médio 131.932. O primeiro curso de Engenharia Civil implantado no município de Palmas foi realizado pelo Centro Universitário Luterano de Palmas (CEULP-ULBRA), autorizado pela Portaria MEC n° 994/99 de 28 de junho de 1999 e reconhecido pela Portaria MEC n° 768 de 21 de junho de 2010. Em seguida no ano de 2004 autorizado pelo Conselho Estadual de Educação foi implantado no município de Porto Nacional, localizado a aproximadamente 60 km de Palmas, o curso de Engenharia Civil do IESPEN (Instituto de Ensino Superior de Porto Nacional) sendo transferido em 2008 para a FAPAC e credenciando assim o ITPAC PORTO NACIONAL. Através do Decreto 5.773/2006 de 09 de maio de 2006, foi autorizado o curso de Engenharia Civil da Universidade Federal do Tocantins (UFT). As Instituições de Ensino Superior - IES existentes no Estado do Tocantins estão atendendo parcela das exigências escolares, porém com uma oferta de vagas muito inferior à demanda e sem a abrangência necessária de áreas do conhecimento, de forma a possibilitar um desenvolvimento sustentado da região, seja pela formação de recursos humanos qualificados, seja pela produção de conhecimento apropriável pela população. O crescimento vertiginoso das diversas cidades do Estado do Tocantins, nestes últimos anos, impõe a formulação, também rápida, de estratégias 7 educacionais que possam dotar essas novas áreas urbanas, e mesmo as populações rurais, de condições eficientes para o ensino nos seus três principais graus e, sobretudo, o universitário. De acordo com Federação da Indústria do Estado do Tocantins (FIETO) ao analisar a distribuição das indústrias por segmento, observou-se que 47% das indústrias são do setor da Construção Civil e Mobiliário, seguido da Indústria Mecânica, Metalúrgica e de Material Elétrico com 18%, e 14% das indústrias são do ramo alimentício. Ainda de acordo com a FIETO, no ano de 2011 a estimativa do PIB Industrial do Estado do Tocantins foi de R$ 3,11 bilhões, sendo que R$ 1,95 bilhões advieram do setor da Construção Civil. Assim, é notória a importância do setor para a economia tocantinense. A implantação da Faculdade Presidente Antônio Carlos no município representou não apenas a possibilidade de elevação do nível intelecto-cultural da população na área de abrangência e influência pela formação de recursos humanos em nível superior e pela inserção da Instituição na vida da comunidade através de projetos extensionistas e parcerias diversas, mas também pela possibilidade de consolidação, em médio prazo, de uma base científica capaz de alavancar o desenvolvimento sustentado com impacto no índice de desenvolvimento humano da região. Todavia, há que se ter em vista que a Faculdade não se vinculará apenas à cidade de Porto Nacional, mas se estenderá por uma vasta região do centro sul do Estado e vencendo fronteiras estaduais, será um ponto de referência de interesses e, sobretudo, de respostas às populações desta área amazônica marcada pelo Tocantins e pelo Araguaia. Os cursos identificados, em um primeiro momento, para serem ofertados pela FAPAC, representam dois eixos distintos e importantes de inserção de uma IES no contexto descrito. O Curso de Engenharia Civil, da área de Ciências Exatas, contribui diretamente para o desenvolvimento regional através da formação de recursos humanos qualificados, possibilitando melhoria do perfil econômico da cidade de Porto Nacional e da região. O Estado do Tocantins conta com 4 (quatro) Faculdades que ministram o curso de Engenharia Civil. De acordo com dados do MEC-INEP (2012), para uma Unidade Federada criada apenas há 24 anos e que se encontra em construção e pleno desenvolvimento, existe uma demanda muito 8 grande de profissionais habilitados para atender a execução das obras. Profissionalizar o pessoal da região é o grande objetivo da IES, a fim de suprir a demanda e não haver a necessidade de importar mão de obra qualificada de outros estados e manter na própria região os egressos do ensino médio que optarem por Engenharia Civil. É indubitável que o campo de trabalho na Engenharia Civil depende da situação econômica do país e do mundo. Analisando-se o comportamento da economia mundial nos últimos anos, verifica-se a tendência promissora de crescimento com estabilidade no ramo da construção, o que exige cada vez mais dos profissionais de engenharia, qualidade dos produtos e serviços. Dessa forma, pretende-se com este projeto a formação de um profissional comprometido com esta realidade, tanto na percepção quanto na implementação das ações transformadoras de nossa sociedade moderna que exige cada vez mais, a melhoria da logística de transportes, modernização e multiplicação de portos, aeroportos, hidrovias e ferrovias, expansão de saneamento básico, além de geração de energia. Todos esses empreendimentos estão, de forma direta ou indireta, ligadas às atividades do engenheiro civil. Baseado nas informações relatadas anteriormente e mais uma vez afirmando que o Brasil se encontra em uma condição favorável à formação de profissionais de Engenharia, com intuito de suprir a carência do mercado, e destacando ainda que todas as engenharias exibem grande relevância social e de mercado, contudo, na sua grande maioria, atendem a momentos e segmentos específicos da economia, vale enfatizar que para a engenharia civil, nota-se que, independente da expansão de um setor ou outro, sempre que há desenvolvimento no país há demanda pelo engenheiro civil. 6 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS 6.1 COERÊNCIAS DO PPC COM O PDI O projeto político pedagógico das escolas de Engenharia pode ser entendido e avaliado, na perspectiva histórica, em três grandes momentos, que são 9 o positivista quantitativo, o surgimento do paradigma estruturalista e a fase pósestruturalista. No primeiro momento, o positivista quantitativo, segundo Santos (1996), as manifestações sociais mantinham uma aspiração de racionalidade radical da existência inscrita no projeto da modernidade. Nesse ambiente, o engenheiro tinha uma formação essencialmente racional, enciclopédica, centrada no cognitivoinstrumental, cujo foco era de centralidade a privilegiar, essencialmente, a radicalidade técnico-científica. Já na década de 70, com o aparecimento do paradigma estruturalista, as questões socioeconômicas começam a fazer parte da preocupação dos dirigentes educacionais, e a educação em Engenharia passa por mudanças que começam a privilegiar não só mais a formação essencialmente tecnicista, mas as questões originadas e trabalhadas da Sociologia e Psicologia do Trabalho, da Administração, da Economia e da Política, as quais adentraram as escolas de Engenharia e começaram a ser debatidas nos colegiados de cursos. Na fase pós-estruturalista o capitalismo se apresenta desorganizado (Offe, 1994), na medida em que várias formas de organização entram em colapso, diferenciando-se daquelas que vigoraram nos períodos anteriores, seja no interior do processo de trabalho, onde o taylorismo-fordismo dá lugar à acumulação flexível, seja no político-econômico, no qual emerge um novo sistema internacional do mercado financeiro e econômico das relações capitalistas, com a criação da fábrica global e das empresas multinacionais. Neste contexto, o projeto político pedagógico tem fundamental importância na consecução de um curso, pois é nele que estão definidas questões referentes ao contexto de inserção do curso na região de abrangência da universidade e no mercado de trabalho; assim como se definem os fundamentos norteadores para o planejamento das disciplinas ao longo do curso. São também abordados o perfil profissional e as aptidões básicas esperadas do egresso dentro da sua área de atuação. Partindo deste principio, o Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI, da Faculdade Presidente Antônio Carlos - FAPAC, mantida pelo Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos Porto, prevê que as atividades educacionais no ensino de graduação deverão proporcionar o oferecimento de cursos, com seus meios e recursos, para que o 10 educando possa desenvolver-se como sujeito do processo educacional, desenvolvendo seu projeto de vida. A concepção didático-pedagógica do curso de graduação da FAPAC/ITPACPORTO, descrita no PDI, preocupa-se em promover, de maneira integrada, o ensino superior para a capacitação profissional dos seus alunos, a investigação de iniciação científica e intelectual, bem como a educação geral dos membros do seu corpo social, como meios de alcançar o desenvolvimento pessoal e da comunidade onde os cursos estão inseridos. Estas definições são atendidas pelo curso de Engenharia, cujos objetivos convergem para a formação de profissionais que possam atender às necessidades de demanda de mão de obra especializada na área. O Plano de Desenvolvimento Institucional da FAPAC/ITPACPORTO prevê as políticas de funcionamento da unidade e contém em seu planejamento o curso de Engenharia Civil. Do exposto, a fim de assegurar a plena articulação entre o PPC e o PDI, a elaboração desse Projeto Pedagógico contou com a participação dos professores que formam o Núcleo Docente Estruturante e da Coordenação do curso de Engenharia Civil, em diversas reuniões após estudos e discussão sobre as Diretrizes Curriculares dos Cursos de Engenharias, através das quais foram definidos 1) os conteúdos das ementas apropriadas ao programa do curso e 2) a bibliografia atualizada. A equipe colaborou também na discussão das características do curso, levando em conta o perfil do profissional adequado para a região em que o curso está inserido e os valores institucionais, bem como o referencial teóricometodológico, os princípios, diretrizes, abordagens, estratégias e ações integradas. O resultado deste trabalho culminou em um projeto político pedagógico coerente com as novas realidades e demandas da região de abrangência da FAPAC/ ITPACPORTO e, desta forma, a proposta para a graduação em Engenharia Civil busca tornar o curso mais competitivo na região, pela oferta de uma educação de qualidade. 11 7. FINALIDADE DO CURSO O curso de Engenharia Civil da FAPAC tem como finalidade promover as potencialidades humanas para formação de engenheiros civis com sólida formação técnico-científica e profissional, compreendendo forte base teórica e habilidade experimental. O objetivo é que os graduandos sejam capacitados tanto para projetar e construir como para a identificação e resolução de problemas em atendimento às demandas da sociedade, considerando seus aspectos sociais, econômicos, políticos e culturais, em consonância com as exigências do mundo contemporâneo de uma visão humanística e de respeito ao meio ambiente e aos valores éticos e morais. Proposta pedagógica A fim de alcançar a finalidade, a visão e os valores, o projeto pedagógico do curso de Engenharia Civil da FAPAC/ITPACPORTO tem como proposta pedagógica: Educar para a cidadania: preparar o sujeito, através de uma educação reflexiva e criativa, para tomar decisões diante dos desafios que se apresentarão em seu dia-a-dia; Educar para a planetariedade: dar elementos para situar o sujeito diante das diversidades culturais, sociais e tecnológicas; Educar para a sustentabilidade: unificação da tecnologia com o fator humanitário; Educar para a virtualidade: preparar o sujeito tecnicamente capaz de lidar com o mundo das mediações técnicas e com a informação; Educar para a globalização: educação cosmopolita com uma visão no local, sem perder a visão global; Possibilitar a interação, trocas e criação nas várias linhas de conhecimento envolvidas no curso (transdisciplinaridade). Proporcionar a participação, construção, reflexão e avaliação permanente do planejamento e sua execução (educação dialógica). 12 Mercado de trabalho Conforme o que diz Saviani (1994), o tema educação e trabalho podem ser entendidos a partir de duas perspectivas: a de que não há relação entre os dois termos e a de que, ao contrário, ela vem se estreitando em decorrência do reconhecimento que a educação, ao qualificar os trabalhadores, pode vir a contribuir para o desenvolvimento econômico. A primeira perspectiva encontra justificativa histórica na Antiguidade com o surgimento da propriedade privada, que permitiu a ascensão de uma classe ociosa que, ao ter seu sustento garantido pelo trabalho alheio, passou a dispor de um tipo de educação que visava mais a formação de lideranças políticas e militares do que a preparação para a inserção no sistema produtivo. A escola tem aí a sua origem, sendo reservada àqueles mais abastados que dispunham de tempo e recursos para usufruir de seus benefícios. Alheio a isto o povo continuava se educando pelo trabalho cotidiano. A segunda perspectiva, por sua vez, torna-se mais visível não só a partir do surgimento das cidades modernas que passaram a atribuir outra função à escola; a de formar cidadãos cientes de seus direitos e deveres; como também das transformações científicas, tecnológicas e econômicas, que ocorreriam mais tarde e contribuiriam para o reconhecimento de que os trabalhadores que dispusessem de uma escolarização básica estariam mais habilitados intelectualmente a lidar com a complexidade crescente do sistema produtivo. Este conjunto de transformações configurou a sociedade pós-industrial ou sociedade da informação, que envolve várias esferas: a política, orientada pelo neoliberalismo; a econômica, sustentada pela globalização e pelo crescimento do setor de serviços; a cultural, apoiada por uma visão de mundo que redefine os valores temporais, teóricos, estéticos e morais; a das relações entre ciência e tecnologia, testemunhadas pela diminuição da distância entre o desenvolvimento científico e sua aplicabilidade prática e, por último, a ocupacional, baseada na flexibilização e nos novos modos de gerenciamento e organização do trabalho (GONDIM, 1998). Neste contexto, o Engenheiro Civil é um profissional de raciocínio lógico que atua nas áreas de Construção Civil, Estruturas, Geotecnia, Recursos Hídricos e 13 Transportes. Pode exercer suas atividades como profissional liberal, constituindo empresa, ou contratado por empresa pública ou privada. Suas atividades englobam serviços de consultoria, projeto e execução de obras, perícias, laudos técnicos, pesquisa científica e tecnológica, e gestão. 8. CONCEPÇÃO DO CURSO A primeira escola de engenharia foi, segundo Carvalho (1995), a ÉCOLE DES PONTS ET CHAUSSÉES, criada na frança em 1775. Nessa fase inicial, a formação de engenheiros esteve voltada para a área de construção civil: pontes e estradas. A segunda escola, também na frança, dedicava-se aos estudos dos minerais. Vinte anos mais tarde, em 1798, foi criada a famosa ÉCOLEPOLYTECHNIQUE. Nos outros países da Europa e nos Estados Unidos, as escolas de engenharia chegaram no século XIX. No Brasil, as primeiras escolas de engenharia datam do começo do século XIX, pois a prática profissional do engenheiro realizava-se no âmbito da sociedade política. Tanto a formação quanto o trabalho estavam estritamente ligados à arte militar, uma vez que sua tecnologia interessava apenas como meio de segurança e repressão. A academia militar no Rio de Janeiro, instalada por D. João VI, formava oficiais engenheiros ao lado de oficiais de artilharia (KAWAMURA, 1981). Segundo Crivellari (2000), a relação educativa dos países está estreitamente ligada ao tipo predominante de regime de produção. Durante a Revolução Industrial, a incorporação de princípios científicos aos meios técnicos de produção passou a exigir mais esforços educacionais no sentido de melhor capacitar a mão-de-obra. A ampliação do uso do trabalho técnico expandiu o processo de formação sistemática de engenheiros, iniciado na França no século anterior. Já no século XX, a expansão das indústrias favoreceu uma nova política de formação de engenheiros. Com a gradual racionalização das tarefas introduzida pela administração científica, constata-se a diversidade de especializações na profissão, colocando em cheque o aspecto de um conhecimento mais generalista. 14 Ainda segundo Crivellari (2000), a ideia de uma ciência aplicada aos problemas concretos, tendo em vista sua solução, aprofunda-se e intensifica-se a partir da década de 30. Essa mudança progressiva vai resultar na maior divisão do trabalho do engenheiro e no crescente surgimento das novas especialidades, rompendo com a visão mítica do engenheiro – expert universal. No contexto do pós-guerra, a planificação da educação e a formação profissional ganharam uma adesão cada vez mais forte, seguindo as premissas da teoria do capital humano de que a instituição universitária viabilizaria o acesso aos empregos. Já nos anos 80, a crise do fordismo e a era pós-fordista implicaram forte desregulamentação das relações de trabalho, acompanhando o movimento de flexibilidade dos sistemas de produção. Os estudos apontam que tais mudanças afetaram a base constitutiva de formação profissional em geral e, em particular, a dos engenheiros. 9. OBJETIVOS DO CURSO Objetivos gerais Preparar um profissional capaz de interagir de maneira dinâmica e contínua com as transformações de conjuntura político-administrativa, jurídica, institucional, socioeconômica e físico-ambiental, e de atuar nos três níveis de trabalho, nos quais o engenheiro costuma ser requisitado: nível técnico, gerencial ou empresarial. Desenvolver conhecimentos para atuar nas fases de concepção, planejamento, projeto, construção, controle, operação e manutenção de edificações e sistemas de infraestrutura em geral, em atendimento às demandas da sociedade, considerando seus aspectos sociais, econômicos, políticos e culturais, com uma visão humanística e de respeito ao meio ambiente e aos valores éticos. Objetivos específicos 15 O Curso de Engenharia Civil do ITPACPORTO tem como objetivos específicos: Oportunizar conhecimentos e capacitar a vivência dos princípios éticos na atividade profissional do Engenheiro Civil. Formar profissionais conscientes da sua responsabilidade profissional e social, em todas as esferas de atuação do Engenheiro Civil. Capacitar seus egressos para elaborar, coordenar, implantar e operar projetos e estudos na área de Engenharia Civil, além de fiscalizar as atividades profissionais referentes à geomática, hidrologia, hidráulica, geotecnia, construção civil, estruturas, saneamento, transportes e meio ambiente. Capacitar seus egressos para direção, coordenação e fiscalização de obras civis. Avaliar o impacto de projetos de engenharia civil no contexto socioeconômico e de meio ambiente. 10. PERFIL DO EGRESSO O curso de Engenharia Civil da FAPAC/ ITPACPORTO tem como perfil do formando egresso/profissional o engenheiro civil com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando os aspectos políticos, econômicos, sociais, culturais, ambientais e de segurança do trabalho, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade. O Engenheiro Civil formado pela FAPAC/ITPACPORTO terá competências para atuar na concepção, planejamento, projeto, construção, operação e manutenção de edificação e de infraestrutura. Tendo como principais atributos, na áreas de Construção Civil, Estruturas, Geotecnia, Recursos Hídricos e Transportes, as seguintes atividades: supervisão, coordenação e orientação técnica; estudo, planejamento, projeto e especificação; estudo de viabilidade técnico-econômico; assistência, assessoria e consultoria; direção, execução e 16 fiscalização de obra e serviço técnico; vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e parecer técnico; desempenho de cargo e função técnica; ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica; extensão; elaboração de orçamento; padronização, mensuração e controle de qualidade; produção técnica e especializada; condução de trabalho técnico; condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; execução de instalação, montagem e reparo; operação e manutenção de equipamento e instalação; execução de desenho técnico. Pretende-se que o profissional de Engenharia Civil formado tenha competência em ciência e tecnologia no campo da engenharia civil e formação humanística capaz de possibilitar-lhe a capacidade de utilizar esses saberes como meios de transformação da sociedade, de modo a garantir o desenvolvimento humano e sustentado. 10.1 Habilidades e Competências O egresso em Engenharia Civil da FAPAC/ITPACPORTO deverá incorporar algumas competências, dentre as quais se consideram fundamentais o senso crítico, a criatividade, o espírito empreendedor e a capacidade de trabalhar em equipes multidisciplinares. No ensino superior, a construção dessas competências vai se processando por meio do trabalho com o conhecimento de teor construtivo e resulta da incorporação de certas habilidades ou capacidades pelos sujeitos do processo pedagógico. Considera-se que estas são habilidades ou capacidades que ajudam a compor o perfil do profissional a ser formado e que, em consequência, servem para balizar as diferentes atividades propostas e desenvolvidas no curso de Engenharia Civil. Nesse contexto, pretende-se, com o Curso de Engenharia Civil, dar condições para os egressos adquirirem uma formação competente e habilidades que os capacitem no sentido de: Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à engenharia civil. 17 Projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados advindos de atividades técnico-científicas da engenharia civil. Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos relativos às áreas da engenharia civil. Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia civil. Identificar, formular e resolver problemas de engenharia civil. Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas aplicadas à engenharia civil. Supervisionar a operação e a manutenção de sistemas construtivos e estruturais. Avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas construtivos e estruturais. Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica. Atuar em equipes multidisciplinares. Compreender e aplicar a ética e responsabilidades profissionais. Avaliar o impacto das atividades da engenharia civil no contexto social e ambiental. 11. Avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia civil. Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional. METODOLOGIA DE ENSINO E PRÁTICAS INOVADORAS O curso de Engenharia Civil da FAPAC buscará desenvolver métodos de ensino e aprendizagem que refletirá na melhoria da qualidade do curso, criando fundamentos norteadores para pautar em futuras discussões, avaliações e alterações do projeto político pedagógico. São eles: a) contribuir para transformar as relações sociais, políticas e culturais; b) proporcionar aos alunos o desenvolvimento de suas capacidades de abstração em um mundo multifacetado; 18 c) colocar o professor como mediador do processo de aprendizagem, permitindo ao aluno um papel ativo que lhe permite o auto-aprendizado; d) assegurar ao professor a autonomia e condições para o desenvolvimento das suas atividades; e) adotar a multidisciplinaridade integrada e direcionada para a engenharia; f) evitar uma divisão rígida entre disciplinas teóricas e práticas; g) evitar a compartimentalização excessiva das disciplinas para que não haja fragmentação do conhecimento; h) criar atividades em torno de projetos que possibilitem a integração curricular horizontal e vertical; i) ampliar, fortalecer e especificar as disciplinas técnico-laboratoriais, em uma prática acompanhada da reflexão crítica necessária; j) atualizar constantemente as ementas no que se refere a novos saberes decorrentes do desenvolvimento; l) articular a relação orgânica entre ensino, pesquisa e extensão; m) garantir a formação científica para o desenvolvimento de pesquisas técnicas; n) integrar áreas afins numa perspectiva interdisciplinar e direcionada à engenharia. O Curso de Engenharia Civil do ITPAC Porto Nacional propõe e aplica gradativamente o princípio do “ensinar o aluno a aprender”. Essa é a ideia central do Aprendizagem Baseada em Problemas (ABP) - também conhecida pela expressão em inglês Problem Based Learning (PBL) – cuja metodologia está paulatinamente sendo introduzida a partir das disciplinas básicas do curso. Este método se baseia no processo de aprendizagem a partir das experiências vivenciadas, buscando soluções para problemas reais e satisfazendo a curiosidade intelectual do educando. Assim é possível verificar os seguintes procedimentos didáticos pedagógicos nesta proposta: 1) Frequentemente a turma é subdividida em pequenos grupos, os quais são acompanhados por professores titulares da disciplina e seus monitores; 2) A partir da definição de assuntos relevantes é procedida uma divisão de tarefas na busca de fontes; 19 3) Retorna-se ao problema tantas vezes quanto for necessário. Os conteúdos instrucionais são pré-estabelecidos e cumpridos de forma integrada; 4) Os alunos divididos em grupos discutem e delineiam as questões e aspectos do problema que não entenderam; 5) Fazem uma priorização das questões e planejam quem, quando, onde e como as mesmas serão investigadas para posteriormente serem compartilhadas com o grupo; 6) Quando os estudantes se reencontram, exploram o conhecimento adquirido e estabelecem novas questões conforme progridem na solução do problema; 7) Depois de terminarem o trabalho, os estudantes se auto avaliam e avaliam o processo como um todo; 8) Problemas são baseados em casos reais; 9) O problema é introduzido antes de ocorrer o aprendizado; 10) A estrutura adicional para o aprendizado é proporcional ao nível de experiência do estudante; 11) Os grupos são heterogêneos, facilitando assim a aquisição de dados múltiplos, possibilitando varias soluções possíveis para o problema apresentado. 12. FORMAS DE ACESSO AO CURSO O acesso ao Curso de Engenharia de Civil da FAPAC/ ITPACPORTO se dá por meio de processo seletivo realizado pela própria IES com periodicidade semestral, com oferecimento de 60 (sessenta) vagas por semestre. Admite-se ainda acesso através de transferência de outras IES, observase que é aceita a solicitação de transferência para alunos oriundos de outros cursos afins, da mesma área e portadores de diplomas quando houver vagas disponíveis. DO PROCESSO SELETIVO Ressalvado o disposto no Regimento sobre outras possibilidades de admissão, a FAPAC/ ITPACPORTO promove o ingresso de candidatos aos Cursos 20 de Graduação mediante Processo Seletivo organizado e aberto a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente, com o objetivo de classificá-los no limite das vagas fixadas para os cursos. A programação e execução do Processo Seletivo cabem à Comissão especialmente organizada para este fim. O preenchimento das vagas é feito por sistema de classificação, podendo se realizar o processo em até (duas) etapas. O resultado do Processo Seletivo é válido apenas para o semestre letivo a que se vincula. As vagas iniciais remanescentes e as vagas geradas pelas evasões nos cursos podem ser preenchidas observada a seguinte ordem e forma de ingresso: I - reintegração; II – transferência; III - ingresso como portador de título de curso superior; IV - reopção. Ainda, o ingresso nos cursos de graduação também se dá pelo Programa Universidade para Todos (PROUNI), exclusivamente por meio de seleção feita pelo Ministério da Educação. 13. ESTRUTURA GERAL DO CURSO Nome do curso: Engenharia Civil Modalidade: seriado semestral Tempo de integralização: mínimo de 5 anos e máximo de 7,5 anos Carga horária: 3900 horas* Turno: noturno Número de vagas: 60 vagas semestrais – 120 vagas anuais * A hora-aula é de 60 (sessenta) minutos de trabalho acadêmico efetivo, que compreende, além de preleções e aulas expositivas, atividades práticas supervisionadas (atividades em laboratórios e biblioteca, trabalhos individuais e em grupo, visitas a empresas e entidades, iniciação científica e outras) previstas no plano de ensino de cada disciplina, realizável nas dependências da instituição ou fora dela. 21 Do cumprimento das atividades: os professores repassam aos alunos as atividades extraclasses através de tarefas a serem cumpridas em cada disciplina, correspondente aos 10 minutos de cada aula no semestre, sendo nas disciplinas de 36 horas um total de 6 horas semestrais, disciplinas de 72 horas um total 12 horas semestrais, etc. Todas as tarefas são registradas no Plano de Disciplina e no Diário de Classe. As Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação de Engenharia estão estabelecidas pelo Conselho Nacional de Educação através da Resolução CNE/CES n. 11, de 11 de março de 2002, pois definem os princípios, fundamentos, condições e procedimentos da formação de Engenheiros, estabelecidas pela Câmara de Educação Superior, para aplicação em âmbito nacional na organização, desenvolvimento e avaliação dos projetos pedagógicos dos Cursos de Graduação em Engenharia das Instituições de Ensino Superior. As premissas para elaboração das Diretrizes Curriculares são: O egresso/profissional engenheiro, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade. Os conteúdos essenciais para o Curso de Graduação em Engenharia Civil devem estar relacionados com todo o processo de construção desde o planejamento até a execução e gerenciamento da obra, agregando a realidade teórica com a prática profissional proporcionando a integralidade e multidisciplinaridade das ações. De acordo com o Art. 6° da Resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002, o curso de Engenharia Civil deve possuir em seu currículo um núcleo de conteúdos básicos (Quadro 1), um núcleo de conteúdos profissionalizantes (Quadro 2) e um núcleo de conteúdos específicos (Quadro 3). Ainda de acordo com a Resolução CNE/CES 11/2002 a formação do engenheiro civil incluirá, como parte integrante da graduação, o estágio supervisionado. Para atender tal solicitação o curso de Engenharia Civil conta com a disciplina de Estágio Supervisionado, com uma carga horário de 180 horas. No que diz respeito ao Trabalho Final de Curso, divide-se esta etapa em duas disciplinas: Trabalho de Conclusão de Curso I e II. As atividades 22 complementares existentes perfazem uma carga horário de 120 horas, as quais o aluno poderá integralizar ao longo do curso. A Figura 1 mostra a distribuição das componentes curriculares de acordo com a carga horária do curso (3900 horas). Quadro 1. Distribuição das componentes curriculares, relativas ao núcelo de conteúdos básicos, de acordo com a Resolução CNE/CES 11/2002. NÚCLEO TÓPICOS Metodologia Científica e Tecnológica Comunicação e Expressão Informática Expressão Gráfica Matemática Física Núcleo de Conteúdos Básicos Fenômenos de Transporte Mecânica dos Sólidos Eletricidade Aplicada Química Ciência e Tecnologia dos Materiais Administração Percentual da Carga Horária Economia Ciências do Ambiente Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania 34,2% DESDOBRAMENTO EM DISCIPLINAS CH 54 Metodologia Científica Comunicação e Expressão Informática Aplicada Desenho Técnico Álgebra Linear e Geometria Analítica Cálculo Diferencial e Integral I Cálculo Diferencial e Integral II Cálculo Diferencial e Integral III Estatística Física I Física II Fenômenos de Transporte Mecânica Técnica Introdução à Eletricidade Química Aplicada à Engenharia Civil Química Aplicada à Engenharia Civil Materiais de Construção I Administração de Recursos Humanos Engenharia Econômica Tópicos de Ciências Ambientais. Ciências Sociais Subtotal 54 72 72 72 72 72 72 54 72 72 72 72 54 72 72 54 54 72 72 1332 Quadro 2. Distribuição das componentes curriculares, relativas ao núcelo de conteúdos profissionalizantes, de acordo com a Resolução CNE/CES 11/2002. NÚCLEO Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes Percentual da Carga Horária TÓPICOS O núcleo de conteúdos profissionalizantes, cerca de 15% de carga horária mínima, versará sobre um subconjunto coerente dos tópicos a serem definidos pela IES de acordo com Resolução CNE/CES 11/2002. 18,9% DESDOBRAMENTO EM DISCIPLINAS Materiais de Construção I Geologia Aplicada Construção Civil I Mecânica dos Solos I Engenharia de Segurança do Trabalho Hidráulica Hidrologia Saneamento Teoria das Estruturas Resistência dos Materiais I Topografia I Subtotal CH 72 72 72 72 72 72 90 72 72 72 738 23 Quadro 3. Distribuição das componentes curriculares, relativas ao núcelo de conteúdos específicos, de acordo com a Resolução CNE/CES 11/2002. NÚCLEO Núcleo de Conteúdos Específicos TÓPICOS Constitui em extensões aprofundamentos dos conteúdos profissionalizantes, bem como de outros conteúdos destinados a caracterizar modalidades. Constituem-se em conhecimentos científicos, tecnológicos e instrumentais necessários para a definição das modalidades de engenharia e devem garantir o desenvolvimento das competências e habilidades estabelecidas nas DCN´s. Percentual da Carga Horária 37,4% DESDOBRAMENTO EM DISCIPLINAS Introdução à Engenharia Civil Desenho Assistido por Computador Topografia II Materiais de Construção II Estradas de Rodagem I Instalações Elétricas Prediais Resistência dos Materiais II Mecânica dos Solos II Estradas de Rodagem II Estruturas de Aço e Madeira Estruturas de Concreto I Estruturas de Concreto II Construção Civil II Legislação e Ética Profissional Fundações Instalações Hidráulicas e Sanitárias Gerenciamento de Obras Projeto de Arquitetura Barragens e Obras de Terra Patologia e Terapêutica das Construções Optativa I Optativa II Subtotal Núcelo de Conteúdos Básicos Núcelo de Conteúdos Profissionalizantes Núcelo de Conteúdos Específicos Estágio Supervisionado Trabalho de Conclusão de Curso - TCC Atividades Complementares CH 54 72 54 54 54 72 72 72 72 90 72 72 72 54 72 72 72 72 72 54 54 54 1458 1,80% 4,60% 3,10% 34,20% 37,40% 18,90% Figura 1. Distribuição das componentes curriculares de acordo com a Resolução CNE/CES 11/2002. 24 Cabe observar que, em atendimento aos Requisitos Legais e Normativos do Instrumento de Avaliação, quanto às Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afrobrasileira e Indígena (Res. CNE/CP 01/2004), esses tópicos estão inseridos na disciplina Ciências Sociais (3º período). As Políticas de Educação Ambiental (Lei 9.795/99 e Decreto 4.281/2002) são abordadas nas disciplinas Tópicos de Ciências Ambientais do 2º período, Saneamento do 8º período. 13.1 Organização Curricular do Curso A Matriz Curricular estrutura-se com base na resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002 que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia. A matriz foi definida a partir do diagnóstico do profissional que se pretende formar sendo este orientado para a competência do profissional de Engenharia. As disciplinas foram orientadas de maneira que cada uma assuma posição e amplitude explicitada no projeto pedagógico em razão das competências e habilidades do curso. Os docentes comprometem-se com a Instituição em relação a sua qualidade e responsabilidade na formação do egresso, bem como com a constante inovação, com a construção e reconstrução do conhecimento e com a sua qualificação profissional. Por outro lado, a Instituição se compromete a desenvolver uma política permanente de estímulo, capacitação e apoio a esses profissionais. Com a finalidade de favorecer o desenvolvimento de competências e habilidades, ocorre um planejamento interdisciplinar para que o acadêmico assuma a sua formação plena, levando em conta uma tomada de consciência da diversidade e o respeito aos outros; uma compreensão da condição humana tendo em vista os aspectos físicos, biológicos, psíquicos, culturais, sociais, históricos e espirituais compreendendo a ética do ser humano e da profissão, envolvendo autonomias individuais, participações comunitárias, consciência de humanização, além de um conhecimento sobre as políticas públicas vigentes no país. 13.2 Quadro de Distribuição da Matriz Curricular 25 Curso: Bacharel em Engenharia Civil Carga horária: 3900 horas Regime: Semestral Turno de Aplicação: Noturno Vigência: 2013/2 Tempo de integralização: Mínimo: 05 anos (10 semestres) Máximo: 7,5 anos (15 semestres) Número de Vagas: 60 vagas semestrais – 120 vagas anuais CARGA 1° PERÍODO ORDEM HORÁRIA PRÉ- SEMESTRAL TEÓRICA PRÁTICA REQ. DISCIPLINA 1 Desenho Técnico 72 - 72 - 2 Informática Aplicada 72 - 72 - 3 Álgebra Linear e Geometria Analítica 72 72 - - 4 Metodologia Científica 54 54 - - 5 Comunicação e Expressão 54 54 - - 6 Introdução à Engenharia Civil 54 54 - - Carga Horária Total 378 234 144 CARGA 2° PERÍODO ORDEM HORÁRIA PRÉ- SEMESTRAL TEÓRICA PRÁTICA REQ. DISCIPLINA 7 Desenho Técnico Assistido por Computador 72 - 72 1 8 Química Aplicada à Engenharia Civil 72 54 18 - 9 Cálculo Diferencial e Integral I 72 72 - - 10 Física I 72 54 18 - 11 Tópicos de Ciências Ambientais 72 72 - - 12 Estatística 54 54 - - Carga Horária Total 414 306 108 SEMESTRAL TEÓRICA PRÁTICA REQ. 72 72 - 9 CARGA 3° PERÍODO ORDEM HORÁRIA PRÉ- DISCIPLINA 13 Cálculo Diferencial e Integral II 26 14 Física II 72 54 18 9,10 15 Geologia Aplicada 72 54 18 - 16 Mecânica Técnica 72 72 - 10 17 Topografia I 72 18 54 - 18 Ciências Sociais 72 72 - - Carga Horária Total 432 342 90 CARGA 4° PERÍODO ORDEM HORÁRIA PRÉ- SEMESTRAL TEÓRICA PRÁTICA REQ. DISCILINA 19 Cálculo Diferencial e Integral III 72 72 - 13 20 Topografia II 54 18 36 17 21 Resistência dos Materiais I 72 72 - 16 22 Mecânica dos Solos I 72 54 18 15 23 Materiais de Construção I 72 54 18 8 24 Introdução à Eletricidade 54 36 18 14 Carga Horária Total 396 306 90 CARGA 5° PERÍODO ORDEM HORÁRIA PRÉ- SEMESTRAL TEÓRICA PRÁTICA REQ. DISCILINA 25 Materiais de Construção II 54 36 18 23 26 Estradas de Rodagem I 54 36 18 20 27 Instalações Elétricas Prediais 72 54 18 24 28 Fenômenos de Transporte 72 54 18 13,14 29 Resistência dos Materiais II 72 72 - 21 30 Mecânica dos Solos II 72 54 18 22 Carga Horária Total 396 306 90 SEMESTRAL TEÓRICA PRÁTICA REQ. CARGA 6° PERÍODO ORDEM HORÁRIA PRÉ- DISCILINA 31 Construção Civil I 72 54 18 25 32 Estradas de Rodagem II 72 54 18 26 33 Hidráulica 72 54 18 28 27 34 Estruturas de Aço e Madeira 90 72 18 29 35 Estruturas de Concreto I 72 54 18 29 36 Teoria das Estruturas 72 72 - 29 Carga Horária Total 450 360 90 CARGA 7° PERÍODO ORDEM HORÁRIA PRÉ- SEMESTRAL TEÓRICA PRÁTICA REQ. DISCILINA 37 Construção Civil II 72 54 18 31 38 Estrutura de Concreto II 72 54 18 35 39 Legislação e Ética Profissional 54 54 - - 40 Fundações 72 54 18 30 41 Hidrologia 72 54 18 12 42 Instalações Hidráulicas e Sanitárias 72 54 18 33 Carga Horária Total 414 324 90 CARGA 8° PERÍODO ORDEM HORÁRIA PRÉ- SEMESTRAL TEÓRICA PRÁTICA REQ. DISCIPLINA 43 Saneamento 90 72 18 8,42 44 Gerenciamento de Obras 72 72 - 37 7, 27, 45 Projeto de Arquitetura 72 18 54 34, 38, 40, 42 46 Barragens e Obras de Terra 72 54 18 30 47 Optativa I 54 54 - - Carga Horária Total 360 270 90 CARGA 9° PERÍODO ORDEM HORÁRIA PRÉ- SEMESTRAL TEÓRICA PRÁTICA REQ. DISCIPLINA 48 Engenharia Econômica 54 54 - 44 49 Patologia e Terapêutica das Construções 54 36 18 25, 37 50 Administração de Recursos Humanos 54 54 - 44 51 Engenharia de Segurança do Trabalho 72 72 - 37 52 Trabalho de Conclusão de Curso I 36 36 - - 28 53 Optativa II 54 54 - Carga Horária Total 324 306 18 - CARGA HORÁRIA 10° PERÍODO ORDEM PRÉ- SEMESTRAL TEÓRICA PRÁTICA REQ. DISCIPLINA 54 Trabalho de Conclusão de Curso II 36 36 55 Estagio Supervisionado 180 - 180 - Carga Horária Total 216 36 180 - 120 - - - Atividades Complementares 52 CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO – 3.900 horas CARGA HORÁRIA OPTATIVAS ORDEM PRÉ- SEMESTRAL TEÓRICA PRÁTICA REQ. DISCIPLINA 1 Estruturas Especiais 54 36 18 34, 38 2 Ferrovias 54 36 18 26 54 36 18 11, 37 3 Gerenciamento de Resíduos Sólidos Construção da 4 Inglês Instrumental 54 36 18 - 5 LIBRAS-Lingua Brasileira de Sinais 54 36 18 - 6 Pontes e Superestruturas 54 36 18 7 Alvenaria Estrutural 54 36 18 34, 38, 40 38 29 14 EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA 1° PERÍODO DESENHO TÉCNICO EMENTA: Projeto arquitetônico e seus componentes. Representação e expressão gráfica convencional. Formatos e carimbos. Simbologia e convenções. Normas da ABNT. Escala. Instrumentos e materiais de desenho, utilização e manejo. Desenho de escalas (anteprojeto), telhados, fachadas e cortes. Bibliografia Básica: BUENO, Claudia Pimentel. Desenho técnico para engenharias. Curitiba: Juruá, 2008. 196p. MACHADO, Ardevan. Desenho na prática da engenharia. 2.ed. São Paulo: [s. n.], 1977. 410p. MONTENEGRO, Gildo A.. Desenho arquitetônico. 4.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2001. 167p. Bibliografia Complementar: CARVALHO, Benjamin de A. Desenho geométrico. Rio de Janeiro: Ao livro técnico, 2008. 332p. CHING, Francis D.K.. Representação gráfica para desenho e projeto. Barcelona: Gustavo Gili, 2001. 345p. CUNHA, Luis Veiga da. Desenho técnico. 13.ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2004. 854p. PRINCIPE JR, A. dos R. Noções de Geometria Descritiva. 2.ed. São Paulo: Nobel, 1983. SPECK, Henderson José. Manual básico de desenho técnico. 7.ed. Florianópolis: UFSC, 2013. 179p. INFORMÁTICA APLICADA EMENTA: Conceitos básicos que envolvem a computação. Princípios básicos da estrutura e funcionamento dos computadores. Iniciação à linguagem algorítmica e às diversas linguagens de programação. Bibliografia Básica: FARRER, Harry. Algoritmos Estruturados. 3.ed. Rio de Janeiro: Livros técnicos e científicos, 2014. 284p. 30 GUIMARÃES, Angelo de Moura. Introdução à Ciência da Computação. Rio de Janeiro: Livros técnicos e científicos, 2012. 165p. MANZANO, Jose Augusto N. G.. Algoritmos. 26.ed. São Paulo: Érica, 2012. 328p. Bibliografia Complementar: BRAULE, R. Estatística Aplicada com Excel. Editora Campus: São Paulo, 2001. MANZANO, André Luiz N. G.. Estudo dirigido de informática básica. 7.ed. São Paulo: Érica, 2007. 250p. MILNER, A. Como Navegar na Web. São Paulo: Publifolha, 2001. RIVEST, R. L.; LEISERSON, C. E.; CORMEN, T. H. Algoritmos – Teoria e Prática. Editora Campus, 2012. SEBESTA, R. W. Conceitos de Linguagens de Programação. 9.ed. Editora Bookman, 2011. ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA EMENTA: Geometria, matrizes, determinantes, sistemas de equações lineares, circunferências, retas sem o uso de coordenadas polares. Vetores no R² e produtos vetoriais. Bibliografia básica: BOLDRINI, José Luiz et al. Álgebra linear. 3.ed. São Paulo: Harbra, 1986. 411p. SILVA, Elio Medeiros da; SILVA, Ermes Medeiros da; SILVA, Sebastião Medeiros da . Matemática básica para cursos superiores. São Paulo: Atlas, 2012. 227p. STEINBRUCH, Alfredo; WINTERLE, Paulo. Álgebra linear: [138 problemas resolvidos, 381 problemas propostos]. 2.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006/2012. Bibliografia complementar: ANTON, Howard; RORRES, Chris. Álgebra linear com aplicações. 8.ed. Porto Alegre: Bookman, 2001. KOLMAN, Bernard. Álgebra Linear. 3.ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1987. LAY, David. C. Álgebra Linear e suas aplicações. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999. LIPSCHUTZ, Seymour. Álgebra linear: teorias e problemas. 3.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2004. 647p. POOLE, David. Álgebra Linear. São Paulo: T. Pioneira, 2004. 31 METODOLOGIA CIENTÍFICA EMENTA: Tipos de conhecimentos. Pesquisas científicas. Análises conceituais e metodológicas. Principais fontes de pesquisa para a captura de dados pela Internet. Fontes locais e regionais de bibliografia. Planejamento das pesquisas. Preparação da pesquisa: Escolha do tema. Formulação ao problema e objetivos. Diagramação. Levantamento de Recursos e Cronograma. Definição dos termos e abreviaturas. Hipóteses. Variáveis. Delimitação. Amostragem. Execução da Pesquisa. Técnicas de pesquisa. Coleta de Dados. Elaboração de dados. Categorias; Codificação, Tabulação. Análise e interpretações dos dados. Apresentação dos dados. Trabalhos científicos: relatório, monografia, dissertação, tese, artigo científico, resenha crítica. Apresentação dos projetos de pesquisa. Bibliografia Básica: ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico. 10.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 158p. FOUREZ, Gérard. A construção das ciências: introdução à filosofia e à ética das ciências. São Paulo: EdUnesp, 1995. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22.ed. São Paulo: Cortez, 2005. 335p. Bibliografia Complementar: ANDRÉ, Marli (Org.). Metodologia da pesquisa educacional. São Paulo: Cortez, 2004. 174p. CERVO, Amado Luiz. Metodologia científica. 5.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2002. 242p. FRAGA, Marcelo Loyola. Metodologia para elaboração de trabalhos científicos. Rio de Janeiro: Fundo de cultura, 2009. 126p. MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho científico. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2011. 225p. NBR 10520. Apresentação de citações de documentos. Rio de Janeiro, 2001. COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO EMENTA: Leitura, criação de vínculos leitor/texto, através do conhecimento veiculado pelo texto escrito. Interpretação. O diálogo oralidade/escrita. Da fala para a escrita – atividades de retextualização. Produção escrita: parágrafo, resumo e paráfrase. Bibliografia Básica: CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. 48.ed. São Paulo: Companhia editora nacional, 2010. 693p 32 CURI, José. Dúvidas de português? Acabe com elas!. 2.ed. Porto Alegre: Editora Dora Luzzatto, 2005. 208p. VARGAS, Mílton. Metodologia da pesquisa tecnológica. Rio de Janeiro: Globo, 1985. 243p. Bibliografia Complementar: BLIKSTEIN, Izidoro. Técnicas de comunicação escrita. 20.ed. São Paulo: Ática, 2004. 95p. INFANTE, Ulisses. Curso de gramática aplicada aos textos. 6.ed. São Paulo: Scipione, 2003. 613p. MEDEIROS, João Bosco. Português instrumental. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2000. 320p. NICOLA, José de. Curso prático de grámatica. 4.ed. São Paulo: Scipione, 2002. 424p. NICOLA, José de. Língua, literatura & redação. 13.ed. São Paulo: Scipione, 1998. 431p. INTRODUÇÃO À ENGENHARIA CIVIL EMENTA: História da Engenharia Civil. A formação do engenheiro civil. As funções do engenheiro civil. Pesquisa tecnológica. Aspectos gerais de legislação e ética profissional. Bibliografia Básica: AZEREDO, Helio Alves de. O Edifício até sua cobertura. 2.ed. São Paulo: Edgard Blucher , 1997. 182p. HOLTZAPPLE, Mark T.; REECE, W. D. Introdução à engenharia. Rio de Janeiro: LTC, 2013. 220p. KRICK, Edward V.. Introdução à engenharia. 2.ed. Rio da Janeiro: Livros técnicos e científicos, 1979. 190p.. Bibliografia Complementar: BAZZO, Walter Antonio. Introdução à engenharia. 2.ed. Florianópolis: UFSC, 2011. 272p. BORGES, Alberto de Campos. Prática das pequenas construções. 6.ed. São Paulo: Blucher, 2010. 140p. BROCKMAN, Jay B.. Introdução a Engenharia: Rio de Janeiro: LTC, 2012. 294p. SILVA, Elio Medeiros da. Matemática básica para cursos superiores. 1.ed. São Paulo: Atlas, 2012. 227p. 33 YAZIGI, Walid. A técnica de edificar. 7.ed. São Paulo: PINI, 2006. 722p. 2° PERÍODO DESENHO TÉCNICO ASSISTIDO POR COMPUTADOR EMENTA: Uso dos sistemas CAD (Computer Aided Design) como de forma de desenvolvimento e representação do projeto arquitetônico. Criação, avaliação, compreensão, comunicação e apresentação de projetos de arquitetura e urbanismo. Conceitos básicos, desenho e projeto em 2D, plantas baixas e elevações de edificação de pavimento térreo. Distribuição e organização do desenho em níveis de informação. Blocos de bibliotecas. Utilização de padronização para apresentações de trabalhos na plataforma CAD. Apresentação de projeto executivo impresso padrão folha A0 contendo plantas baixa, plantas de cobertura e implantação, fachadas transversal e longitudinal, cortes, planta de situação; impressos em escalas convencionais (1:50 / 75 ou 100), ressaltando a planta de situação em 1:500 à 1:1500. Bibliografia Básica: ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6492:1994. Representação de projetos de arquitetura. Rio de Janeiro: ABNT, 1994. ALBERNAZ, Maria Paula. Dicionário ilustrado de arquitetura. 3.ed. São Paulo: ProEditores, 2003. 670p. BALDAM, Roquemar de Lima. AutoCAD 2012. São Paulo: Érica, 2011. 558p. Bibliografia complementar: FIALHO, Arivelto Bustamante. AutoCAD 2004. São Paulo: Érica, 2004. 348p. MONTENEGRO, Gildo A.. Desenho arquitetônico. 4.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2001. 167p. NEUFERT, Peter. Arte de projetar em arquitetura. 18.ed. São Paulo: Gustavo Gili, 2013. 567p. ONSTOTT, Scott. AutoCAD 2012 e AutoCAD LT 2012. Porto Alegre: Bookman, 2012. 376p. VENDITTI, Marcus Vinicius dos Reis. Desenho técnico sem prancheta com AutoCAD 2010. Florianópolis: Visual Books, 2010. 346p. QUÍMICA APLICADA À ENGENHARIA CIVIL EMENTA: Fenômenos químicos e físico-químicos, propriedades dos materiais e defeitos em sólidos. 34 Bibliografia Básica: BROWN, LAWRENCE S & HOLME, THOMAS A. Química Geral aplicada a Engenharia. Editora Cengge, 2012. RUSSELL, John B. Química geral. 2.ed, v.2. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 1994. 1268p. RUSSELL, John B.; BROTTO, Maria Elizabeth; GUEKEZIAN, Márcia. Química geral. 2.ed, v.2. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 1994. 621p. Bibliografia Complementar: BRADY, James E. Química geral. 2 ed, v.1. Rio de Janeiro: LTC, 1986. 410p. BRADY, James E. Química geral. 2 ed, v.2. Rio de Janeiro: LTC, 2008. 661p. CALLISTER, Willian D. JR. Ciência e Engenharia de Materiais: uma introdução. 5.ed./ 8.ed. São Paulo: LTC, 2002/2013. VAN VLACK, Lawrence H.. Princípios de ciência e tecnologia dos materiais. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 1984. 566p. VAN VLACK, Lawrence H.. Princípios de ciências dos materiais. São Paulo: Edgard Blucher, 1970. 427p. CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I EMENTA: Funções de uma variável, limite, continuidade, derivadas, integrais indefinidas, integrais definidas e integrações trigonométricas. Bibliografia Básica: GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 5. ed., v.1. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2013. HOFFMANN, Laurence D. Cálculo - Um Curso Moderno e Suas Aplicações. São Paulo: LTC, 2002. LEITHOLD, Louis; PATARRA, Cyro de Carvalho. O cálculo com geometria analítica. 3.ed., v.2. São Paulo: Harbra, 1994. Bibliografia Complementar: LEITHOLD, Louis. Matemática aplicada à economia e administração. São Paulo: Harbra, 2001. 500p. MUNEM, Mustafa A. Cálculo. Rio de Janeiro: LTC. 1982. 476p. SILVA, Elio Medeiros da. Matemática básica para cursos superiores. 1.ed. São Paulo: Atlas, 2006. 227p. SIMMONS, George F. Cálculo com Geometria Analítica. V.1. São Paulo: Pearson Makron Books, 1987. THOMAS, George. B.. Cálculo. V.1. São Paulo: Pearson Brasil. 2003. 35 FÍSICA I EMENTA: Cálculo vetorial, movimento num plano, força e movimento, trabalho e energia, lei da conservação da energia, colisões, centro de massa, estática e condições de equilíbrio. Bibliografia Básica: HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de Física. 7.ed./9.ed., v.1. Rio de Janeiro: LTC, 2006/2012. SEARS, Francis Weston; ZEMANSKY, Mark W.; YOUNG, Hugh D. Física. 10.ed./12ed., v.1. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2003/2008. TIPLER, Paul A.. Física para cientistas e engenheiros. 6.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011. 530p. Bibliografia complementar: ALONSO, Marcelo; FINN, Edward J. Física: um curso universitário. 2.ed., v.1. São Paulo: Edgard Blucher, 1972. BUECHE, Frederick J. Física geral. São Paulo: McGraw Hill, 1983. COSTA, Ennio Cruz da. Física aplicada à construção. São Paulo: Blucher, 1991. 264p. SPIEGEL, Murray R. Mecânica racional. São Paulo: McGraw Hill, 1973. YOUNG, Hugh D. Física I. 10.ed. São Paulo: Pearson - Addison Wesley, 2003. 368p. TÓPICOS EM CIÊNCIAS AMBIENTAIS EMENTA: Qualidade e quantidade de vida. Variáveis. Grandezas. Fatores limitantes. Legislação ambiental. Situação local, regional e municipal das discussões ambientais. Aspectos de sociedade e meio ambiente. Sustentabilidade e desenvolvimento. Gestão ambiental. Bibliografia Básica: BRANCO, Samuel Murgel. Meio ambiente em debate. 3ª ed. São Paulo: Moderna, 2004. PHILLIP JÚNIOR, Arlindo. Saneamento, saúde e ambiente: fundamentos para um desenvolvimento sustentável. São Paulo: Manole, 2005. REIS, Lineu Belico dos. Energia e meio ambiente. 4.ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011. 708 p. Bibliografia complementar: 36 CARVALHO, Anésio Rodrigues de. Principios básicos do Saneamento do Meio. 10.ed. São Paulo: SENAC, 2010. 400p. DREW, David. Processos interativos homem-meio ambiente. 6.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. 206 p. GONÇALVES, Carlos Walter Porto. Os (des) caminhos do meio do meio ambiente. 10ª ed. São Paulo: Contexto, 2002. GUERRA, Antonio José Teixeira. Geomorfologia e meio ambiente. 5.ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2004. 394p. VECCHIA, Rodnei. O meio ambiente e as energias renováveis. Barueri: Manole, 2010. 334 p. ESTATÍSTICA EMENTA: Tratamento de dados, amostragens e distribuição amostral, variáveis aleatórias, discretas e continuas, probabilidade, correlação linear, testes de hipóteses. Bibliografia Básica: FONSECA, Jairo Simon da; MARTINS, Gilberto de Andrade; TOLEDO, Geraldo Luciano. Estatística aplicada. São Paulo: Atlas, 1985/2013. 267p. TOLEDO, Geraldo Luciano; Ovalle, Ivo Izidoro. Estatística básica. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1985. 459p. SPIEGEL, Murray R. Estatística. 3.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2004. 643p. Bibliografia Complementar: CRESPO, Antônio Arnout. Estatística Fácil. 18.edição. São Paulo: Saraiva, 1998. MAGALHÃES, Marcos Nascimento. Noções de Probabilidade e Estatística. 7.ed. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2013. 408p. MARTINS, Gilberto de Andrade. Estatística aplicada. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2013. 267p. MONTGOMERY, Douglas. Estatística aplicada e probabilidade para engenheiros. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013. OLIVEIRA, Francisco Estevam Martins de. Estatística e probabilidade. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1999. 221p. CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II EMENTA: Cônicas, funções de várias variáveis, derivadas parciais, integrais múltiplas, integrais duplas, aplicações das integrais duplas, integrais triplas, aplicações das integrais triplas e coordenadas cilíndricas e esféricas. 37 Bibliografia Básica: HOFFMANN, Laurence D. Cálculo - Um Curso Moderno e Suas Aplicações. São Paulo: LTC, 2002. LEITHOLD, Louis; PATARRA, Cyro de Carvalho. O cálculo com geometria analítica. 3.ed., v.2. São Paulo: Harbra, 1994. 1178p. SIMMONS, George F. Cálculo com Geométria Analítica. v.2.. São Paulo: Pearson Makron Books, 1987. Bibliografia Complementar: AYRES JÚNIOR, F. Cálculo diferencial e integral. 3.ed. São Paulo: Makron, 1994. GOMIDE, E. F.. Cálculo avançado. São Paulo: Edgard Blucher , 1972. 750 p. GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. 5.ed., v.2. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2001. MUNEM, M. A.. Cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 1982. 664p. THOMAS, G. B. Cálculo. V.1. São Paulo: Pearson Brasil, 2003. FÍSICA II EMENTA: Princípios de hidrostática, termologia, dilatação térmica, calorimetria, óptica e movimentos ondulatórios. Bibliografia Básica: HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Física. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2003/2013. SEARS, Francis Weston; ZEMANSKY, Mark W.; YOUNG, Hugh D. Física. v.2, Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1994. TIPLER, Paul A. Física para cientistas e engenheiros. 6.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011. 530p. Bibliografia Complementar: ALONSO, Marcelo; FINN, Edward J. Física: um curso universitário. 2.ed., v.1. São Paulo: Edgard Blucher, 1972. BUECHE, Frederick J. Física geral. São Paulo: McGraw Hill, 1983. HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Física. V.2. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1984. SALES LUIS, Antônio Carvalho de. Termodinâmica macroscópica. Rio de Janeiro: Livros técnicos e Científícos, 1980. 38 VAN WYLEN, Gordon J.; Sonntag, Richard E., Fundamentos da termodinâmica clássica. 4.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1995. GEOLOGIA APLICADA EMENTA: Geotecnia, mineralogia, rochas, formação dos solos, águas subterrâneas, movimentação de materiais, deslizamento e escorregamento de solos e rochas, as rochas como materiais de construção, geologia e o meio ambiente. Bibliografia Básica: CHIOSSI, Nivaldo José. Geologia aplicada à engenharia. 2.ed. São Paulo: DLP, 1979. 427p. OLIVEIRA, A. M. S.; BRITO, S. N. A. Geologia de Engenharia. São Paulo: Associação Brasileira de Geologia de Engenharia, 1998. TEIXEIRA, W. et al. Decifrando a Terra. São Paulo. Companhia Editora Nacional, 2009. Bibliografia Complementar: MACIEL FILHO, C. M. Introdução à Geologia de Engenharia. 3.ed. Santa Maria – RS: Editora da Univerisidade Fedral de Santa Maria, 2008. QUEIROZ, R. C. Geologia e Geotecnia Básica para Engenharia Civil. RIMA, 2009. 406p. QUEIROZ, Fábio Conrado de. Catálogo das rochas ornamentais do estado do Espírito Santo. São Paulo: Instituto de Pesquisas. PRESS, Frank. Para entender a Terra. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. 656p. WICANDER R.; MONROE, J.S. Fundamentos de Geologia. São Paulo: Cengage Learning, 2009. 508p. MECÂNICA TÉCNICA EMENTA: Estática dos pontos materiais, corpos rígidos: sistemas equivalentes de forças, centróides e baricentros e momentos de inércia. Bibliografia básica: BEER, F. P.; JOHNSTON JR, E. Mecânica vetorial para Engenheiros: estática. 9.ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2012. 793 p. KRAIGE, L. G., MERIAM, J. L. Mecânica Estática. 5.ed., v.1. Rio de Janeiro: LTC Livros Técnicos e Científicos, 2004. MELCONIAN, S. Mecânica técnica e resistência dos materiais. 18.ed. 2007. Bibliografia Complementar: 39 ALMEIDA, M. C. F. Estruturas Isostáticas. São Paulo: Oficina de textos, 2009. 168p. FREITAS NETO, J. A.; SPERANDIO JUNIOR, E. Exercícios de estática e resistência dos materiais. 4.ed. Rio de Janeiro: Interciência, 1979. 473p. GOMES, Sergio Concli. Estática. 7.ed. São Leopoldo: Unisinos, 1994. 166p. POPOV, E. P. Introdução à mecânica dos sólidos. São Paulo: Edgard Blucher, 1978. 534p. SÁNCHEZ FILHO, E. S. Elementos de mecânica dos sólidos. Rio de Janeiro: Interciência, 2000. 258p. TOPOGRAFIA I EMENTA: Introdução e Definições. Medições Diretas de Distâncias. Levanta mento com Trena e Balizas. Operações com ângulos. Avaliação de ângulos utilizando trena e balizas. E.F.A. (Tolerância e Distribuição). Azimutes e Rumos (Vantes e Rés). Declinação Magnética; Métodos e Processos de Levantamento Topográfico. Cálculo de Coordenadas Parciais. Erro de Fechamento Linear (Tolerância e Distribuição), Coordenadas Totais. Cálculo de Área pelo Método de Gauss; Cálculo das distâncias e Rumos das Divisas. Memoriais descritivos Bibliografia Básica: BORGES, Aberto de Campos. Exercícios de topografia. 3.ed. São Paulo: Edgard Blucher , 1975. 192 p. BORGES, Alberto de Campos. Topografia . São Paulo: Edgard Blucher , 1992. 232 p. COMASTRI, José Anibal. Topografia. 3.ed. Minas Gerais: UFV - Universidade Federal de Viçosa, 2005. 200 p. Bibliografia complementar: ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. ABNT NBR 13133: 1994. Rio de Janeiro: ABNT, 1994. 35 p. FITZ, Paulo Roberto. Geoprocessamento sem complicação. São Paulo: Oficina de textos, 2010. 160p. FONSECA, Romulo Soares. Elementos de desenho topográfico. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1979. 192p. GONÇALVES, José Alberto. Topografia. 3.ed. Lisboa: Lidel, 2012. 357 p. MCCORMAC, Jack C.. Topografia. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011. 391 p 40 CIÊNCIAS SOCIAIS EMANTA: Fundamentos de Sociologia, organização social, estrutura social, processos sociais, urbanização: conceitos, fatores (processos ecológicos e movimentos sociais). Estudos antropológicos de identidade nacional, afrodescendente e da cultura indígena. Bibliografia Básica: ARENDT, Hannah. A condição humana. 11.ed. Rio de Janeiro: Forense universitária, 2013. 407p. FORACCHI, Marialice Mencarini. Sociologia e sociedade. Rio de Janeiro: LTC, 1994. 308p. MARCONI, Marina de Andrade. Sociologia geral. 7.ed. São Paulo: Atlas, 1999. 373p. Bibliografia Complementar: COHEN, Bruce. Sociologia geral. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1980. 185 p.. DAGNINO, Evelina. Sociedade civil e espaços públicos no Brasil. São Paulo: Paz e Terra, 2002. 364 p. GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas . Rio de Janeiro: LTC, 2012. 323 p. MARTINS, Carlos Benedito. O que é sociologia. São Paulo: Brasiliense, 2006. 98 p. PANIZZI, Wrana Maria. A universidade contemporânea. Porto Alegre: Livraria do Arquiteto, 2005. 68 p. 4° PERÍODO CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III EMENTA: Teorema de Green, Teorema de Stokes, Teorema da divergência, integral de linha, integral imprópria, seqüência, series e equações diferenciais ordinárias de 1ª e 2ª ordem. Bibliografia básica: BOYCE, William E.; DIPRIMA, Richard C.; IORIO, Valéria de Magalhães. Equações diferenciais elementares e problemas de valores de contorno. 7.ed/9.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002/2012. LEITHOLD, Louis; PATARRA, Cyro de Carvalho. O cálculo com geometria analítica. 3.ed., v.2. São Paulo: Harbra, 1994. 1178p. SIMMONS, George F. Cálculo com Geometria Analítica. v.2. São Paulo: Pearson Makron Books, 1987. 41 Bibliografia complementar: AYRES JÚNIOR, Frank. Cálculo diferencial e integral. 3.ed. São Paulo: Makron, 1994. GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 5.ed., v.2. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2001. MUNEM, Mustafa A. Cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 1982. 664p. THOMAS, George B. Cálculo. v.2. São Paulo: Pearson Brasil, 2003. SWOKOWSKI, Earl W. Cálculo com Geometria Analítica. 2.ed. v.2. São Paulo: Makron Books, 1994. TOPOGRAFIA II EMENTA: Levantamento de detalhes a partir de poligonais principais ou secundárias. CurvasHorizontais Circulares. Planialtimetria-cálculo de coordenadas de polígono e de área. Altimetria-nivelamento geométrico. Curvas de nível. Taqueometria e Altimetria taqueométrica. Taludes. Aplicações práticas de topografia. Determinação do Norte Verdadeiro. Bibliografia Básica: BORGES, Alberto de Campos. Topografia. 2.ed. São Paulo: Edgard Blucher , 1977. 191 p. COMASTRI, José Anibal. Topografia. 3.ed. Minas Gerais: UFV - Universidade Federal de Viçosa, 2005. 200 p. ESPARTEL, Lélis. Manual de topografia e caderneta de campo. Rio de Janeiro: Globo, 1983. 460 p.. Bibliografia complementar: ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. ABNT NBR 13133: 1994. Rio de Janeiro: ABNT, 1994. 35 p. FITZ, Paulo Roberto. Geoprocessamento sem complicação. São Paulo: Oficina de textos, 2010. 160 p. FONSECA, Romulo Soares. Elementos de desenho topográfico. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1979. 192p. GONÇALVES, José Alberto. Topografia. 3.ed. Lisboa: Lidel, 2012. 357 p. MCCORMAC, Jack C.. Topografia. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011. 391 p. RESISTÊNCIA MATERIAIS I EMENTA: Conceitos fundamentais, comportamento dos corpos sólidos em equilíbrio do ponto de vista das forças internas, conceito de tensão, tração e 42 compressão entre os limites elásticos, tensão e deformação – cargas axiais. Flexão pura, normal, oblíqua, simples e composta, cisalhamento puro, torção em barras de seção circular. Bibliografia Básica: BEER, Ferdinand P.; Johnston Jr., E. Russell. Resistência dos materiais. São Paulo: McGraw Hill, 1995/2012. MARGARIDO, Aluizio Fontana. Fundamentos de estruturas: um programa para arquitetos e engenheiros que se iniciam no estudo das estruturas. São Paulo: Ziguraste Editora, 2001. POPOV, Egor P. Introdução à mecânica dos sólidos. São Paulo: Edgard Blucher, 1978. 534p. Bibliografia Complementar: HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. 7.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2010. 670p. KOMATSU, José Sergio. Resistência dos materiais. v.1. São Carlos: EdUFSCar, 2001. KOMATSU, José Sergio. Resistência dos materiais. v.2. São Carlos: EdUFSCar, 2001. MELCONIAN, Sarkis. Mecânica técnica e resistência dos materiais. 18.ed. São Paulo: Érica, 2007. 360p. MERIAM. J. L.; KRAIGE, L. G. Mecânica estática. 5.ed., v.1. Rio de Janeiro: LTC, 2004. 349p. MECÂNICA DOS SOLOS I EMENTA: Classificação dos solos, índices físicos, plasticidade e consistência, compacidade, compactação dos solos, índice de suporte Califórnia, permeabilidade, pressão dos solos, compressibilidade, adensamento, ensaios de laboratórios, permeabilidade e percolação de água nos solos. Bibliografia Básica: CAPUTO, Homero Pinto. Mecânica dos solos e suas aplicações. 6.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. 234p. DAS, B. M. Fundamentos de Engenharia Geotécnica. São Paulo: Ed.Thomson Learning. Tradução da 6ª Edição norte-americana. PINTO, Carlos de Sousa. Curso básico de mecânica dos solos em 16 aulas. 3.ed. São Paulo: Oficina de textos, 2006. 367p. Bibliografia Complementar: 43 CRAIG, R. F. Craig, mecânica dos solos. 7.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013. 365p. OLIVEIRA, A. M. S.; BRITO, S. N. A. Geologia de Engenharia. São Paulo: Associação Brasileira de Geologia de Engenharia, 1998. ORTIGÃO, J. A. R. Introdução à mecânica dos solos dos estados críticos. Rio de Janeiro: LTC, 1993. 368p. QUEIROZ, R. C. Geologia e Geotecnia Básica para Engenharia Civil. RIMA, 2009. 406p. VARGAS, Mílton. Introdução à mecânica dos solos. São Paulo: Universidade de São Paulo, 1977. 509p. MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I EMENTA: Importância e história dos materiais de construção, arranjo estrutural dos materiais, pedras naturais, materiais cerâmicos, tintas e vernizes, plásticos e borrachas, vidros, aços. Bibliografia Básica: AMBROZEWICZ, Paulo Henrique Laporte. Materiais de construção . São Paulo: PINI, 2012. 459 p. BAUER, L. A. Falcão, Materiais de construção, vol. 1, Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 1987. BAUER, L. A. Falcão, Materiais de construção, vol. 2, Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 1992. Bibliografia Complementar: BROWN, L. S., Química Geral Aplicada a Engenharia. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008. 431p. CALLISTER JR, W. D., Ciência e Engenharia de Materiais. Rio de Janeiro: LTC, 2013. 589p. QUEIRO, F. C., Catálogo de rochas ornamentais do estado do Espírito Santo. São Paulo: Instituto de Pequisa. PETRUCCI, Eládio G. R., Materiais de construção, Globo, Porto Alegre, 1978. VAN VLACK, L. H., Princípios de Ciência e tecnologia dos materiais. 4 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 1984. 566p. INTRODUÇÃO À ELETRICIDADE EMENTA: Medidas elétricas, circuitos de correntes continuas, indução eletromagnética, resistência, capacitância e indução, circuitos de correntes alternadas e propriedades elétricas e magnéticas da matéria. 44 Bibliografia Básica: GUSSOW, Milton; COSTA, Aracy Mendes da. Eletricidade básica. São Paulo: Pearson Makron Books, 1997. 639p. HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; KRANE, Kenneth S. Fundamentos da Física. 5.ed., v.3. Rio de Janeiro: LTC, 2002. TIPLER, Paul A.; BIASI, Ronaldo de; MACEDO, Horacio. Física para cientistas e engenheiros: eletricidade e magnetismo, ótica. 6.ed, v.2. Rio de Janeiro: Livros técnicos e científicos, 2011. 476p. Bibliografia Complementar: CAPUANO, Francisco G. Laboratório de eletricidade e eletrônica. 24.ed. São Paulo: Érica, 2007. 309p. GUERRINI, Délio Pereira. Eletricidade para a engenharia. Barueri: Manole, 2003. ICREDER, Hélio. Instalações Elétricas. 15.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013. LIMA FILHO, Domingos Leite. Projeto de Instalações Elétricas Prediais. 12.ed. São Paulo: Érica, 2011. Van Valkenburgh. Eletricidade básica. Rio de Janeiro: Ao livro técnico, 1982. 127p. 5° PERÍODO MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II EMENTA: Agregados, betuminosos. aglomerantes, argamassas, concretos, materiais Bibliografia Básica: BAUER, L. A. Falcão, Materiais de construção, vol. 1, Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 1987. HELENE, P., Manual de Dosagem e controle do concreto. São Paulo/Brasília: PINI, 1992. 349p. MAYOR GONZALES, Gerardo. Teoria e problemas de materiais de construção. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1978. 309 p.. Bibliografia Complementar: BALBO, J. T., Pavimentação Asfáltica, São Paulo: Oficina de Textos, 2007. 558p. CALLISTER JR., W. D., Ciência e Engenharia de Materiais. Rio de Janeiro: LTC, 2013. 589p. CEOTTO, L. H., Revestimento de Argamassas. Porto Alegre: ANTA, 2005. 96p. 45 RECENA, Fernando Antonio Piazza. Conhecendo Argamassa. 2.ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2011. 188p. VAN VLACK, L. H., Princípios de Ciência e tecnologia dos materiais. 4 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 1984. 566p. ESTRADAS DE RODAGEM I EMENTA: Escolha do traçado de vias, anteprojeto: estudo de alternativas, projeto geométrico de estradas, traçado horizontal, traçado vertical, seções transversais, cálculo de volumes e distância média de transporte e elementos de drenagem. Bibliografia básica: OLIVEIRA, Márcio P.; PIMENTA, Carlos R. T. Projeto geométrico de rodovias. São Carlos: Rima, 2001. 198 p. PONTES FILHO, G. Estradas de rodagem – Projeto geométrico – GP Engenharia – Bidim – São Carlos – SP, 1998. SENÇO, Wlastermiler de. Manual de Técnicas de Pavimentação. 2.ed. São Paulo: PINI, 2007. 761p. Bibliografia complementar: BORGES, Aberto de Campos. Exercícios de topografia. 3.ed. São Paulo: Edgard Blucher , 1975. 192 p. BRASIL, Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes. Diretoria de Planejamento e Pesquisa. Coordenação Geral de Estudos e Pesquisas. Instituto de Pesquisas Rodoviárias. Manual de Projeto de Intersecções. 2. Ed. Rio de Janeiro, 2005. 528 p. FONTES, L. C. Engenharia de estradas projeto geométrico. Salvador: UFBA, 1991. LE, Shu Han. Introdução ao projeto geométrico de rodovias, UFSC, Florianópolis, 2002. OLIVEIRA, A. M. S. e BRITO, S. N. A. Geologia de Engenharia. São Paulo. Associação Brasileira de Geologia de Engenharia, 1998. - 23 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS EMENTA: Noções sobre sistemas elétricos de potência, instalações elétricas de baixa tensão, projeto telefônico e lógica, elaboração de um projeto elétrico residencial, com todas as partes pertinentes ao mesmo. Bibliografia Básica: CAVALIN, Geraldo. Instalações elétricas prediais. 7.ed. São Paulo: Érica, 2002. CREDER, Hélio. Instalações elétricas. 14.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000. 479p. 46 LIMA FILHO, Domingos Leite. Projetos de instalações elétricas prediais. 12.ed. São Paulo: Érica, 2011. 272p. Bibliografia Complementar: BEEMAN, D. Industrial Power System Handbook McGraw Hill. SIEMENS Instalações Elétricas. Vol.1 e 2, Livraria Nobel S.A. MAMEDE FILHO, João. Instalações elétricas industriais. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013. 122p. MAMEDE FILHO, João. Manual de Equipamentos elétricos. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013. 669p. MOREIRA, Vinicius de Araújo. Iluminação elétrica. 1.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1999. 189p. NISKIER, Julio. Manual de Instalações Elétricas. Rio de Janeiro: LTC, 2013. 306p. FENÔMENOS DE TRANSPORTES EMENTA: Definição de Fluidos, fluídos estáticos, hidrodinâmica, equação da continuidade, teorema de Bernoulli, tipos de escoamentos, condutos livres e forçados, perda de carga distribuída e localizada e transmissão de calor. Bibliografia Básica: AZEVEDO NETTO, José M. de. Manual de hidráulica. 8.ed. São Paulo: Edgard Blucher,1998. 669p. FOX, Robert W. et al. Introdução à mecânica dos fluidos. 6.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 798p. WHITE, Frank M. Mecânica dos Fluidos. 6.ed. Porto Alegre: AMGH, 2011. 880p. Bibliografia Complementar: BISTAFA, S. R. Mecânica dos Fluidos: Noções e Aplicações. 1.ed. São Paulo: Editora Blucher, 2010. 196p. BRUNETTI, F. Mecânica dos fluidos. São Paulo: Prentice Hall Brasil, 2004. 410p. CATTANI, Mauro Sérgio Dorsa. Elementos de mecânica dos fluidos. 2.ed. São Paulo: Edgard Blucher , 2005. 155p. GILES, Ranald V.; EVETT, Jack B.; LIU, Cheng. Mecânica dos Fluidos e Hidráulica. Tradução por Luiz Liske. São Paulo: Makron Books, 1996. OKIISHI, T. H.; YOUNG, D. F.; MUNSON, B. R. Fundamentos da mecânica dos fluidos. 4.ed. São Paulo: Editora Edgard Blücher Ltda., 2004. 571p. 47 RESISTÊNCIA MATERIAIS II EMENTA: Complementos sobre flexão, flambagem de colunas, torção geral, cisalhamento de seções delgadas, abertas e fechadas, barras submetidas a carregamento transversal, energia de deformação e critérios e Resistência. Bibliografia Básica: BEER, Ferdinand P.; Johnston Jr., E. Russell. Resistência dos materiais. 3.ed. McGraw Hill, São Paulo, 1995/2012. MARGARIDO, Aluizio Fontana. Fundamentos de estruturas: um programa para arquitetos e engenheiros que se iniciam no estudo das estruturas. São Paulo: Ziguraste Editora, 2001. POPOV, Egor P. Introdução à mecânica dos sólidos. São Paulo: Edgard Blucher, 1978. 534p. Bibliografia complementar: HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. 7.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2010. 670p. KOMATSU, José Sergio. Resistência dos materiais. v.1. São Carlos: EdUFSCar, 2001. KOMATSU, José Sergio . Resistência dos materiais. v.2. São Carlos: EdUFSCar, 2001. MELCONIAN, Sarkis. Mecânica técnica e resistência dos materiais. 18.ed. São Paulo: Érica, 2007. 360p. MERIAM. J. L.; KRAIGE, L. G. Mecânica estática. 5.ed, v.1. Rio de Janeiro: LTC, 2004. 349p. MECÂNICA DOS SOLOS II EMENTA: Compressibilidade e teoria de adensamento dos solos, resistência ao cisalhamento dos solos, estabilidade de taludes, empuxos de terra e estruturas de arrimo. Bibliografia Básica: CAPUTO, Homero Pinto. Mecânica dos solos e suas aplicações: exercícios e problemas resolvidos. 4.ed., v.3. Rio de Janeiro: LTC, 1987. 312p. CAPUTO, Homero Pinto. Mecânica dos solos e suas aplicações: mecânica das rochas – fundações - obras de terra. 6.ed., v.2. Rio de Janeiro: LTC, 2008. 498p. CAPUTO, Homero Pinto. Mecânica dos solos e suas aplicações. 6.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. 234p. DAS, B. M. Fundamentos de Engenharia Geotécnica. Tradução da 6ª Edição norteamerican. São Paulo: Ed.Thomson Learning, 2007. 48 Bibliografia Complementar: CRAIG, R. F. Mecânica dos Solos. 7.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. MASSAD, Faiçal. Obras de terra. 2.ed. São Paulo: Oficina de textos, 2010. 170p. ORTIGÃO, J. A. R. Introdução à mecânica dos solos dos estados críticos. Rio de Janeiro: LTC, 1993. 368p. PINTO, Carlos de Sousa. Curso básico de mecânica dos solos em 16 aulas. 2.ed. São Paulo: Oficina de textos, 2002. 355p. VARGAS, M. Curso Básico de Mecânica dos Solos. McGrawHill, 2000. 6° PERÍODO CONSTRUÇÃO CIVIL I EMENTA: Procedimentos legais para o início da obra, interdependência entre projeto e obra, instalação de canteiro de obras, terraplenagem, fundações, execução das alvenarias, locação da obra, execução da estrutura, execução dos contrapisos. Bibliografia Básica AZEREDO, Helio Alves de. O Edifício até sua cobertura. 2.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1997. 182p. BORGES, Alberto de Campos. Prática das pequenas construções. 5.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2000. 129p. WALID, Y. A Técnica de Edificar. Curitiba: Pini, 2002. Bibliografia Complementar: BERTINI, A. A.(org.) et. al. Desempenho de edificações habitacionais: guia orientativo para atendimento à norma ABNT NBR 15575/2013. Fortaleza: Gadioli Cipolla Comunicação, 2013. 300p. FRANDO, N. Formas e escoramentos para edifícios. São Paulo: ABDR. 173p. FUSCO, P. B. Técnica de armar as estruturas e concreto. 2.ed. São Paulo: PINI, 2003. 395p. HACHICH, W. et al. Fundações: teoria e prática. 2.ed. São Paulo: PINI, 1998. LEONHARDT, F. Construção de Concreto. Rio de Janeiro: Interciência, 2012. 210p. 49 ESTRADAS DE RODAGEM II EMENTA: Pavimentação, terminologia, modalidade dos pavimentos, estudo das cargas rodoviárias, estudos geotécnicos para pavimentação, comportamento dos materiais empregados na pavimentação, estudo dos materiais asfálticos, dimensionamento de Pavimentos, execução de pavimentos (técnicas construtivas, equipamentos e especificações). Bibliografia Básica: BALBO, José Tadeu. Pavimentação asfáltica. São Paulo: Oficina de textos, 2007. 558. SENÇO, Wlastermiler de. Manual de Técnicas de Pavimentação. Vol. 2. 2.ed. São Paulo: PINI, 2007. 761 p.. 793 p. SOUZA, José Octávio, Estradas de rodagem, Studio Nobel, São Paulo, 1981. Bibliografia Complementar: BRASIL, Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes. Diretoria de Planejamento e Pesquisa. Coordenação Geral de Estudos e Pesquisas. Instituto de Pesquisas Rodoviárias. Manual de Pavimentos Rígidos. 2. Ed. Rio de Janeiro, 2005. 234 p. BRASIL, Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes. Diretoria de Planejamento e Pesquisa. Coordenação Geral de Estudos e Pesquisas. Instituto de Pesquisas Rodoviárias. Manual de Pavimentação. 3. Ed. Rio de Janeiro, 2006. 274 p. FONTES, L. C. Engenharia de estradas projeto geométrico. Salvador: UFBA,1991. RICARDO, Helio de Souza. Manual prático de escavação (Terraplenagem e Escavação de Rocha). Colaboração de Guilherme Catalani. 2.ed. São Paulo: PINI, 1990. XEREZ NETO, Jary de. Pavimentos de concreto para tráfego de máquinas ultrapesadas. São Paulo: PINI, 2013. 154 p.. HIDRÁULICA EMENTA: Movimento uniforme de canais, orifícios, bocais e vertedouros, escoamento sob carga variável, movimento variado de canais, bombas centrífugas, estações elevatórias e golpe de Aríete. Bibliografia Básica: AZEVEDO NETTO, José M. de. Manual de hidráulica. 8.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1998. 669p. 50 ERBISTE, Paulo C. F. Comportas Hidráulicas. 2.ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2002. 394p. MACINTYRE, Archibald Joseph. Bombas e instalações de bombeamento. 2.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013. 782p. Bibliografia Complementar: BRUNETTI, F. Mecânica dos fluidos. São Paulo: Prentice Hall Brasil, 2004. 410p. CREDER, Hélio. Instalações Hidráulicas e Sanitárias. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. MACINTYRE, Archibald Joseph. Instalações Hidráulicas Prediais e Industriais. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1996. RICHTER, Carlos A.. Água. São Paulo: Blucher, 2009. 340p. TELLES, Pedro Carlos da Silva. Tubulações industriais. 10.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001. 252p. ESTRUTURAS DE AÇO E MADEIRA EMENTA: Propriedades dos materiais, ações e segurança em estruturas metálicas, peças tracionadas, peças comprimidas, flexão, peças submetidas à flexocompressão, ligações e ação do vento. Estrutura de madeira, propriedades físicas e mecânicas das madeiras, dimensionamento de peças submetidas a esforços de tração, compressão, cisalhamento e flexão, vigas e pilares e ligações em estruturas de madeiras. Bibliografia Básica: BELLEI, Ildony H. Edifícios de múltiplos andares em aço. 2.ed. São Paulo: PINI, 2008. 556p. MOLITERNO, Antonio. Caderno de projetos de telhados em estruturas de madeira. 4.ed. São Paulo: Blucher, 2010. 268p. PFEIL, Michèle; PFEIL, Walter. Estruturas de aço: dimensionamento prático. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. 357p. Bibliografia Complementar: BLESSMANN, Joaquim. Ação do vento em telhados. 2.ed. Porto Alegre: SAGRA, 2009. 2152p. CALIL JUNIOR, C. Dimensionamento de elementos estruturais de madeira. São Paulo: Manole, 2003. MOLITERNO, Antônio. Elementos para projetos em perfis leves de aço. São Paulo: Edgard Blucher, 1989. MONTEIRO, J. C. Rego. Tesouras de telhado. 4.ed. Rio de Janeiro: Interciência, 1998. 109p. 51 PFEIL, Walter. Estruturas de aço: dimensionamento prático. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009/2013. ESTRUTURAS DE CONCRETO I EMENTA: Estudos dos materiais: concreto, aço e concreto armado, dimensionamento e detalhamento de lajes (maciças e nervuradas), dimensionamento de vigas, ações de segurança e durabilidade das estruturas. Bibliografia Básica: BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Concreto armado. 6.ed. São Paulo: Blucher, 2010. 507p. CARVALHO, Roberto Chust. Cálculo e detalhamento de estruturas usuais de concreto armado. 3.ed. São Carlos: EdUFSCar, 2012. 368p. FUSCO, Péricles Brasiliense. Técnica de armar as estruturas de concreto. 2.ed. São Paulo: PINI, 2013. 395p. Bibliografia Complementar: ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. ABNT NBR 6118: 2007. Rio de Janeiro: ABNT, 2007. 221p. ADÃO, Francisco Xavier. Concreto armado. 2.ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2010. 206p. ARAÚJO, José Milton de. Curso de concreto armado. 3.ed. Rio Grande: Dunas, 2010. 257p. CARVALHO, Roberto Chust. Cálculo e detalhamento de estruturas usuais de concreto armado. 3.ed. São Carlos: EdUFSCar, 2013. 368p. LEONHARDT, Fritz. Construções de Concreto. Rio de Janeiro: Interciência, 2007. 174p. TEORIA DAS ESTRUTURAS EMENTA: Morfologia das estruturas, estruturas Isostáticas e hiperestáticas, Linha de influências, Diagrama de estado, princípios dos processos virtuais, processo dos esforços, método dos deslocamentos e processo de Cross. Bibliografia Básica: LEET, Kenneth. Fundamentos da análise estrutural. 3.ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2009. 790p. MCCORMAC, Jack C. Análise estrutural. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. 482p. SUSSEKIND, José Carlos. Curso de análise estrutural. v.1. Globo, 1991. 52 Bibliografia Complementar: BEER, Ferdinand P.; JOHNSTON JR, E Russel. Mecânica vetorial para Engenheiros: estática. 5.ed./9.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2012. MARGARIDO, Aluízio Fontana. Fundamentos de estruturas. São Paulo: Zigurate, 2001. 335p. SORIANO, Humberto Lima. Análise de Estruturas. 2.ed. Rio de Janeiro: Ciência moderna, 2006. 304p. SUSSEKIND, José Carlos. Curso de análise estrutural. v.3. Globo, 1984. SUSSEKIND, José Carlos. Curso de análise estrutural. v.2. Globo, 1991. 7° PERÍODO CONSTRUÇÃO CIVIL II EMENTA: Execução dos serviços de impermeabilização e isotermia, execução dos revestimentos de pisos, paredes e tetos, montagem das esquadrias, execução das coberturas, execução de serviços relativos aos projetos: elétrico, telefônico, hidrossanitário, incêndio, gás (GLP) e complementares, execução dos serviços de pintura e procedimentos para entrega da obra. Bibliografia Básica: AZEREDO, Helio Alves de. O Edifício até sua cobertura. 2.ed. São Paulo: Edgard Blucher , 1997. 182p. BORGES, Alberto de Campos. Prática das pequenas construções. 5.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2000. 129p. YAZIGI, Walid. A técnica de edificar. 7.ed. São Paulo: PINI, 2006. 722p. Bibliografia Complementar: CEOTTO, Luis Henrique; BANDUK Ragueb C; NAKAKURA, Elza Hissae. Revestimentos de Argamassas: boas práticas em projeto, execução e avaliação. Porto Alegre: ANTA, 2005. GONÇALVES, O. M., Execução e Manutenção de sistemas hidráulicos prediais. São Paulo: PINI, 2000. 191p. PIANCA, J. B., Manual do construtor. Porto Alegre: Globo, 1977. 841p. PINI. Construção passo-a-passo. São Paulo: PINI, 2011. 207p. SABBATINI, Fernando Henrique; BAÍA, Luciana Leone Maciel. Projeto e execução de revestimento argamassa. São Paulo: O nome da Rosa, 2002. 53 ESTRUTURAS DE CONCRETO II EMENTA: Detalhamento de vigas, estabilidade global e obliqua, cálculo e detalhamento de pilares, blocos de fundações, sapatas e vigas alavancas e detalhamento de escada. Bibliografia Básica: BOTELHO, Manoel Henrique Campos; MARCHETTI, Osvaldemar. Concreto Armado: eu te amo. 3.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2002. 422p. FUSCO, Péricles Brasiliense. Técnica de armar as estruturas de concreto. 2.ed. São Paulo: PINI, 2013. 395p. LEONHARDT, Fritz. Construções de Concreto. Rio de Janeiro: Interciência, 2007. 174p. Bibliografia Complementar: ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. ABNT NBR 6118: 2007. Rio de Janeiro: ABNT, 2007. 221p. ADÃO, Francisco Xavier. Concreto armado. 2.ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2010. 206p. ARAÚJO, José Milton de. Projeto estrutural de edifícios de concreto armado. 2.ed. Rio Grande: Dunas, 2009. 224p. CARVALHO, Roberto Chust. Estruturas em concreto protendido. São Paulo: PINI, 2012. 431p. CARVALHO, Roberto Chust. Cálculo e detalhamento de estruturas usuais de concreto armado. 3.ed. São Carlos: EdUFSCar, 2013. 368p. LEGISLAÇÃO E ÉTICA PROFISSIONAL EMENTA: Princípios e fundamentos da Ética, o código de ética profissional, a engenharia e o mercado de trabalho, Código Civil: direito de propriedade e direito do construir, a legislação federal, estadual e municipal pertinente à engenharia, princípios gerais de legislação trabalhista, Direito sindical e Seguridade social, o sistema CONFEA/CREAS/MÚTUA, regulamentação do exercício profissional e a atuação do profissional na sociedade. Bibliografia Básica: MACEDO, Edison Flávio. Código de ética profissional comentado. 4.ed. Brasília: CONFEA, 2011. 254 p.. REGO, Américo. Ética para engenheiros. 2. ed. Lisboa: Lidel, 2010. 189 p. SÁNCHEZ VÁZQUEZ, Adolfo. Ética. 35.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2012. 302 p. 54 Bibliografia Complementar: Brasil [ Leis, etc.]. Codigo Civil e Constituição Federal. 64.ed. São Paulo: Saraiva, 2013. 1214p. Câmara Brasileira da Indústria da Construção. Desempenho de edificações habitacionais: guia orientativo para atendimento à norma ABNT NBR 15575/2013. Câmara Brasileira da Indústria da Construção. Fortaleza: Gadioli Cipolla Comunicação, 2013. 300p. DINIZ, Maria Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro. 28.ed. São Paulo: Saraiva, 2013. 690p. GONÇALVES, Carlos Roberto. Direito civil brasileiro, volume3 . 10.ed. São Paulo: Saraiva, 2013. 727 p. PEREIRA, Lígia Maria Leite. Sistema CONFEA/CREA. Brasília: CONFEA, 2008. 258p. FUNDAÇÕES EMENTA: Generalidade sobre fundações. Sondagens para fins de fundações de estruturas. Critérios para seleção e escolha do tipo de fundação. Fundações superficiais e profundas. Capacidade de suporte e previsão de recalques, provas de carga em fundações e conceitos associados à patologia e ao reforço de fundações. Bibliografia Básica: ALONSO, Urbano Rodriguez. Exercícios de fundações. 2.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2010. HACHICH, Waldemar. Fundações. 2.ed. São Paulo: PINI, 1998. 751p. VELLOSO, Dirceu de Alencar. Fundações. São Paulo: Oficina de textos, 2010. 568p. Bibliografia Complementar: ALONSO, Urbano Rodriguez. Previsão e controle das fundações. 2.ed. São Paulo: Blucher, 2011. 146p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Projeto e execução de fundações: NBR 6122. Rio de Janeiro: ABNT, 1996. 33p. CINTRA, J. C. A; AOKI, N. Fundações por Estacas. Oficina de Textos, São Paulo, 2010. 96p. JOPPERT JUNIOR, Ivan. Fundações e contenções em edifícios. São Paulo: PINI, 2007. 220p. SCHNAID, Fernando. Ensaios de campo e suas aplicações à engenharia de fundações. São Paulo: Oficina de textos, 2000. 189p. 55 HIDROLOGIA EMENTA: Ciclo Hidrológico, Bacia Hidrográfica, Precipitação, Infiltração, Evaporação e Evapotranspiração, Escoamento Superficial, Regime dos Cursos de Água, Águas Subterrâneas. Medição de vazão. Vazões de enchentes. Hidrograma unitário. Sistemas e dimensionamento da rede de drenagem de águas pluviais. Bibliografia Básica: GARCEZ, Lucas Nogueira. Hidrologia. 2.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1988. 291p. PINTO, N. L. de Souza et alii – Hidrologia Básica – São Paulo.Editora Edgard Blucher, 1976. TUCCI, Carlos E. M. Hidrologia. 4.ed. Porto Alegre: UFRGS, 2013. 943p. Bibliografia Complementar: AZEVEDO NETO, J. M et all. Manual de Hidráulica Geral. 8ª Ed. Editora Edgard Blucher Ltda. São Paulo, 1998. BRANDÃO, V. S.; PRUSKI, F. F.; SILVA, D. D. Infiltração da água no solo. Ed UFV, Viçosa-MG, 98p. GOMES, Heber Pimentel. Sistemas de abastecimento de água. 3.ed. João Pessoa: Universitária, 2009. 277 p. RICHTER, Carlos A. Água. São Paulo: Blucher, 2009. 340 p. SPERLING, Marcos Von. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. 3.ed. Minas Gerais: UFMG, 2005. 452 p. INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E SANITÁRIAS EMENTA: Instalações prediais de água fria, água quente, esgoto sanitário e águas pluviais, instalações prediais contra incêndio, instalações prediais de G.L.P. (gás liquefeito de petróleo), instalações prediais de proteção contra descargas atmosféricas e sistemas especiais. Bibliografia Básica: AZEVEDO NETTO, José M. de. Instalações prediais hidráulico-sanitárias. São Paulo: Edgard Blucher , 1988. 148 p. CREDER, Hélio. Instalações Hidráulicas e Sanitárias. 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC Editora, 2003. MACINTYRE, Archibald Joseph. Instalações Hidráulicas Prediais e Industriais. 3ª ed. Rio de Janeiro: LTC Editora, 1996 Bibliografia Complementar: 56 BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Águas de Chuvas: Engenharia das Águas Pluviais nas Cidades. 2ª ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2004. GONÇALVES, Orestes Marranccini e outros. Execução e Manutenção de Sistemas Hidráulicos Prediais. São Paulo: PINI, 2000. MACINTYRE, Archibald Joseph. Manual das Instalações Hidráulicas Sanitárias. Rio de Janeiro: LTC Editora, 1990. MACINTYRE, Archibald Joseph. Bombas e instalações de bombeamento. 2.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013. 782 p. PRUDENTE, Francesco. Automação predial e residencial. Rio de Janeiro: LTC, 2013. 211 p. 8° PERÍODO SANEAMENTO EMENTA: Saneamento, uso da água, previsão de população, vazão de projeto, sistema de abastecimento de água, rede de distribuição, sistema de esgotamento sanitário e tratamento de água. Bibliografia Básica: AZEVEDO NETTO, J. M. de. Planejamento de sistemas de abastecimento de água. Parana: Editora Universidade Federal do Paraná, 197p. PEREIRA, José Almir Rodrigues. Rede Coletora de Esgoto Sanitário. 2.ed. Belém: EDUFPA, 2010. 301p.. PUPPI, Idefonso C. Estruturação sanitária das cidades. Curitiba: Editora Universidade Federal do Paraná, 320 p. Bibliografia Complementar: CANHOLI, Aluísio Pardo. Drenagem urbana e controle de enchentes. São Paulo: Oficina de textos, 2005. 302 p. GOMES, H. P., Sistemas de Abastecimento de Água – dimensionamento econômico-2ed. Revisada. Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental. 2004. 241p. GOMES, Heber Pimentel. Sistemas de abastecimento de água. 3.ed. João Pessoa: Universitária, 2009. 277p. HELLER, Léo. Abastecimento de água para consumo humano: Vol 02. 2.ed. Belo Horizonte: UFMG, 2010. 418p. SPERLING, M. V., Introdução à Qualidade das Águas e ao Tratamento de Esgotos. Minas Gerais: DESA/UFMG, 1997. v1. 57 GERENCIAMENTO DE OBRAS EMENTA: Gerência de projetos: conceitos básicos, gerenciamento dos custos: orcamentação, gerenciamento do tempo: PERT/COM, gerenciamento de recursos: alocação e nivelamento, gerenciamento da relação tempo-custo: PERT/CPM – CUSTO, controle e Análise de desempenho: sistema de controle, cronogramas, curvas de desenvolvimento, alternativas de transportes horizontal e vertical e gerenciamento informatizado de projetos e obras. Bibliografia Básica: ESCRIVÃO FILHO, Edmundo. Gerenciamento na construção civil. São Carlos: EESC/USP, 1998. 256p. GOLDMAN, Pedrinho. Introdução ao planejamento e controle de custos na construção civil brasileira. 4.ed. São Paulo: PINI, 2004. LIMMER, Carl V. Planejamento, Orçamento e Controle de Projetos e Obras. Rio de Janeiro: LTC, 1997. Bibliografia Complementar: ALDABÓ, Ricardo. Gerenciamento de projetos. 2.ed. São Paulo: Artliber, 2001. 141p. DIAS, Paulo Roberto Vilela. Engenharia de custos. 4.ed. Curitiba: Copiare, 2001. 213p. SANVICENTE, Antonio Zoratto. Orçamento na administração de empresas. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1983. 219p. SOUZA, Roberto de. Qualidade na aquisição de materias e execução de obras. São Paulo: PINI, 1996. 275p. TISAKA, Maçahico. Orçamento na construção civil. 2.ed. São Paulo: PINI, 2011. 470p. PROJETO DE ARQUITETURA EMENTA: Desenvolver projeto arquitetônico de grande porte (de caráter público e/ou privado / residencial e/ou comercial), com edificação de mínimo 06 pavimentos e pavimento subterrâneo, levando em consideração: as questões referentes aos aspectos tecnológicos e construtivos; escolha e lançamento dos sistemas estruturais; instalações prediais (lógica e dados, instalações elétricas e telefonia, hidráulico-sanitárias, gás, ar condicionado, SPDA e proteção contra incêndio) e tipo de transporte vertical (Elevadores, escadas rolantes, esteiras e rampas etc.); elaborar planejamento de reaproveitamento das águas pluviais, e elaboração de instalação de energia por placas fotovoltaicas (energia solar). Definir espaços para garagens cobertas e descobertas, espaços coletivos, torno imediato. Projeto executivo, detalhamentos de acabamento, maquete de apresentação, memorial descritivo e justificativo. Apresentação com banca examinadora e com discentes, 58 para discussão crítico-comparativo das soluções elaboradas pelos alunos com painéis contendo imagens em 3d do projeto e plantas pertinentes e minuta/texto de apresentação sobre o mesmo. Apresentação dos projetos que resultem na interferência urbana e/ou municipal. Bibliografia Básica: ABNT- Associação Brasileira de Normas Técnicas. ABNT NBR 9050:2004: Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Rio de Janeiro: ABNT, 2004. 97 p. 6492 PISANI, Daniele. Paulo Mendes da Rocha: obra completa. São Paulo: Gustavo Gili, 2013. 400 p. 400 f. ISBN 9788565985222. SILVA, Valdir Pignatta; PANNONI, Fabio Domingos. Estruturas de aço para edifícios: aspectos tecnológicos e de concepção. São Paulo: Blucher, 2010. 295 p.. ISBN 978-85-212-0538-8. Bibliografia Complementar: CARVALHO, Benjamin de A. Desenho geométrico. Rio de Janeiro: Ao livro técnico, 2005. 332 p. CARVALHO JUNIOR, Roberto de.Instalações elétricas e o projeto de arquitetura = instalações elétricas e o projeto de arquitetura. 4.ed. São Paulo: Blucher, 2013. 262 p. 262 f. ISBN 9788521207436. DAL MONTE, Paulo Juarez. Elevadores e escadas rolantes. Rio de Janeiro: Interciência, 2000. 524 p. ISBN 85-901516-1-1. GÓES, Ronald. Manual prático de arquitetura hospitar. 2.ed. São Paulo: Blucher, 2011. 285 p.. ISBN 978-85-212-0580-7. KOWALTOWSKI, Doris C. C. K. Arquitetura escolar: o projeto do ambiente de ensino. São Paulo: Oficina de textos, 2011. 272 p.. ISBN 978-85-7975-011-3. BARRAGENS E OBRAS DE TERRA EMENTA: Obras de terra na prática da engenharia civil, condições geológicas do subsolo, solicitações atuantes sobre as estruturas de contenção, barragens e ensecadeiras, análise das técnicas de escavação, terraplenagem, perfuração de rocha, segurança e gerenciamento dos recursos naturais e da mão-de-obra. Bibliografia Básica: CRUZ, Paulo Teixeira da. 100 Barragens Brasileiras: casos históricos, materiais de construção, projeto. São Paulo: Oficina de textos, 1996. 648p. CRUZ, Paulo T. Barragens de enrocamento com face de concreto. São Paulo: Oficina de textos, 2009. 59 MOLITERNO, Antonio. Caderno de muros de arrimo. 2.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1994. 194p. Bibliografia Complementar: COSTA, W. D. Geologia de Barragens. São Paulo: Oficina de Textos, 2012. 352p. CRAIG, R. F. Mecânica dos Solos. 7.ed. Editora LTC. Rio de Janeiro: LTC, 2007. MARCHETTI, O. Muros de Arrimo. São Paulo: Oficina de Textos, 2008. 140p. MASSAD, Faiçal. Obras de terra. 2.ed. São Paulo: Oficina de textos, 2010. 170p. VARGAS, M. Curso Básico de Mecânica dos Solos. São Paulo: McGrawHill, 2000. 9° PERÍODO ENGENHARIA ECONÔMICA EMENTA: Introdução à engenharia econômica, métodos de análise de investimentos, análise de equilíbrio e de sensibilidade, análise de viabilidade, incerteza e riscos em projetos, depreciação e substituição de equipamentos. Bibliografia Básica: GOLDMAN, Pedrinho. Introdução ao planejamento e controle de custos na construção civil brasileira. 4.ed. São Paulo: PINI, 2004. PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática financeira. 9.ed.. São Paulo: Elsevier, 2011. 353p. SAMANEZ, Carlos Patricio, Engenharia Econômica, Prentice Hall Pearson, São Paulo, 2009 Bibliografia Complementar: FORTUNA, Eduardo. Mercado financeiro. 19.ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2013. 1104p. GONÇALVES, Armando.[et al.]. Engenharia econômica e finanças. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 312p. LEITHOLD, Louis. Matemática aplicada à economia e administração. São Paulo: Harbra, 2001. 500p. MANSFIELD, Edwin. Microeconomia. São Paulo: Saraiva, 2006. 640p. SOUZA, Roberto de. Sistema de gestão da qualidade para empresas construtoras. São Paulo: PINI, 1995. 247p. 60 PATOLOGIA NAS CONSTRUÇÕES EMENTA: Patologia das fundações, patologia do concreto armado, patologia das argamassas, patologia das alvenarias, patologia dos revestimentos, patologia das estruturas de madeira e aço e corrosão das armaduras para concreto armado. Bibliografia Básica: CASCUDO, Oswaldo. O controle da corrosão de armaduras em concreto: inspeção e técnicas eletroquímicas. 1.ed. São Paulo: PINI, 1997. SOUZA, Vicente Custódio Moreira de; RIPPER, Thomaz. Patologia, recuperação e reforço de estruturas de concreto. São Paulo: PINI, 1998. THOMAZ, Ercio. Trincas em Edifícios: Causas, Prevenção e Recuperação. São Paulo: PINI, 1989. Bibliografia Complementar: BERTOLINI, LUCA. Materiais de construção: patologia, reabilitação e prevenção. São Paulo: Oficina do Texto, 2010. 414p. CÁNOVAS, Manuel Fernández. Patologia e terapia do concreto armado. São Paulo: PINI, 1988. FIORITO, A. Manual de argamassas e revestimento: estudos e procedimentos de execução. São Paulo: PINI. FUSCO, Péricles Brasiliense. Técnica de armar as estruturas de concreto. 2.ed. São Paulo: PINI, 2013. 395p. SILVA, Paulo Fernando A. Durabilidade das estruturas de concreto aparente em atmosfera urbana. São Paulo: PINI, 1995. ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS Ementa: Gerenciamento básico, formação e instalação do departamento de pessoal e normas para qualificação do operário. Bibliografia Básica: CHIAVENATO, Idalberto. Recursos humanos . 9.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 506p. KUAZAQUI, Edmir. Administração para não-administradores. São Paulo: Saraiva, 2006. 356p. MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Teoria geral da Administração. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2012. 480p. Bibliografia complementar: 61 BALLOU, Ronald H.. Logística empresarial. São Paulo: Atlas, 2012. 388p. CHIAVENATO, Idalberto. Teoria Geral da Administração II. 6.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2002. 537p. CHIAVENATO, Idalberto. Administração de Recursos Humanos. 7.ed. Barueri: Manole, 2009. 308p. DEGEN, Ronald Jean. O empreendedor. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009. 440p. GIRARDI, Dante. Gestão de recursos humanos. Florianópolis: Pandion, 2008. 301p. ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO Ementa: Conceitos de segurança na engenharia, controle do ambiente, proteção coletiva e individual, segurança no projeto, acidentes, seleção, treinamento e motivação pessoal, normatização e legislação específica, organização de segurança do trabalho na empresa, segurança em atividades extra-empresa, bem como a análise e elaboração de projeto de combate a incêndios baseando-se na legislação vigente. Bibliografia Básica: CARDELLA, Benedito. Segurança no trabalho e prevenção de acidentes. São Paulo: Atlas, 2011. 254p. NUNES, Flávio de Oliveira. Segurança e saúde no trabalho. 2.ed. Rio de Janeiro: Forense, 2014. 384p. ROUSSELET, Edison da Silva. A segurança na obra. Rio de Janeiro: Interciência, 1999. 344p. Bibliografia complementar: BELLUSCI, Silvia Meirelles. Doenças profissionais ou do trabalho. 12.ed. São Paulo: SENAC, 2013. 149p. BRASIL. Ministério da Saúde. Lista de doenças relacionadas ao trabalho. Brasília: Ministério da Saúde, 2001. 137p. CAMPOS, Armando Augusto Martins. CIPA- Comissão interna de prevenção de acidentes. 21.ed. São Paulo: SENAC, 2013. 383p. FELIX, Maria Christina. Engenharia de segurança do trabalho na indústria da construção. 2.ed. São Paulo: Fundacentro, 2011. 70p. TAVARES, José da Cunha. Noções de prevenção e controle de perdas em Segurança do Trabalho. 8.ed. São Paulo: SENAC, 2012. 165p. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I EMENTA: Apresentação do tema, apresentação de etapas de trabalho, revisão bibliográfica, desenvolvimento das etapas. 62 Bibliografia Básica: ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 10.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 158p. ISBN 978-85-224-5856-1. FACHIN, Odília. Fundamentos de metodologia. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2006. 210 p. ISBN 978-85-02-05532-2. MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 297p. Bibliografia Complementar: ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. ABNT NBR 6023:2002: Informação e documentação - Referências - Elaboração. Rio de Janeiro, [s.n.]. 2002. 24p. ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. ABNT NBR 10520:2002: Informação e documentação - Citações em Documentos - Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2002. 7p. ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. ABNT NBR 6027:2012: Informação e documentação - Sumário - Apresentação. 2.ed. Rio de Janeiro: ABNT, 2012. 3p. ISBN 9788507039556. CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia científica. 6.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. 162p. RUIZ, João Álvaro. Metodologia Científica: guia para eficiência nos estudos. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2002. 181p. 10° PERÍODO Trabalho de Conclusão de Curso II Ementa: Orientação, revisão bibliográfica, preparação da monografia e seminário de defesa. Bibliografia Básica: ESTRELA, Carlos. Metodologia Científica: ciência, ensino, pesquisa. 2.ed. São Paulo: Artes médicas, 2005. 794p. MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos científicos. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2001. 219p. MATTAR, João. Metodologia científica na era da informática. 3.ed. São Paulo: Saraiva, 2008. 308p. 63 Bibliografia Complementar: ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. ABNT NBR 6028:2003: Informação e documentação - Resumo - Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. 2p. ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. ABNT NBR 14724:2011: Informação e Documentação - Trabalhos acadêmicos - Apresentação. 3.ed. Rio de Janeiro: ABNT, 2011. 11p. ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. ABNT NBR 6027:2012: Informação e documentação - Sumário - Apresentação. 2.ed. Rio de Janeiro: ABNT, 2012. 3p. LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos pesquisa biblliográfica, projeto e relatório - publicações e trabalhos científicos. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2011. 225p. SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23.ed. São Paulo: Cortez, 2007. 304p. Estágio Supervisionado Ementa: Estágio supervisionado em atividade correlata a sua formação profissional e apresentação do relatório final de atividades. Bibliografia Básica: GOLDMAN, Pedrinho. Introdução ao planejamento e controle de custos na construção civil brasileira. 4.ed. São Paulo: PINI, 2004. MARGARIDO, Aluízio Fontana. Fundamentos de estruturas. São Paulo: Zigurate, 2001. 335p. YAZIGI, Walid. A técnica de edificar. 11 ed. São Paulo: PINI, 2011. Bibliografia complementar: ARAÚJO, José Milton de. Curso de concreto armado. 3.ed. Rio Grande: Dunas, 2010. 257p. CINTRA, José Carlos A.. Fundações por estacas. São Paulo: Oficina de textos, 2010. LIMA FILHO, Domingos Leite. Projetos de instalações elétricas prediais. 12.ed. São Paulo: Érica, 2011. 272p.. MACINTYRE, Archibald Joseph. Instalações hidráulicas. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013. 579p. SOUZA, Vicente Custódio de. Patologia, recuperação e reforço de estruturas de concreto. São Paulo: PINI, 1998. 257p. 64 DISCIPLINAS OPTATIVAS ESTRUTURAS ESPECIAIS EMENTA:Estudos de assuntos estruturais especializados de interesse na engenharia civil com auxilio de computador. Estruturas de casa de concreto armado. Estruturas em cabo. Estruturas espaciais. Programação de métodos computacionais para solução de sistemas estruturais. Bibliografia Básica ENGEL, Heino. Sistemas de estructuras sistemas estruturais. 1.ed. Barcelona: Gustavo Gili, 2012. 351p. FREITAS, Moacyr de. Infra-estrutura de pontes de vigas. São Paulo: Edgard Blucher , 2001. 93p. PINHEIRO, Antonio Carlos da Fonseca Bragança. Estruturas metálicas. 2. ed.. São Paulo: Blucher, 2005. 301p. Bibliografia Complementar ARAÚJO, José Milton de. Curso de concreto armado. 3.ed. Rio Grande: Dunas, 2010. 257p. CARVALHO, Roberto Chust. Cálculo e detalhamento de estruturas usuais de concreto armado. 3.ed. São Carlos: EdUFSCar, 2012. 368p. CARVALHO, Roberto Chust. Estruturas em concreto protendido. São Paulo: PINI, 2012. 431p. FUSCO, Péricles Brasiliense. Tecnologia de Concreto Estrutural. 2.ed. São Paulo: PINI, 2012. 199p. SORIANO, Humberto Lima. Elementos finitos formulação e aplicação na estática e dinâmica das estruturas. Rio de Janeiro: Ciência. FERROVIAS Ementa: Histórico das ferrovias, características relativas ao modo ferroviário de transporte de passageiros e cargas, elementos da via permanente. Bibliografia Básica: AMARAL, Attila do. Manual de engenharia ferroviária. São Paulo: Livros técnicos e científicos. 673p. BRINA, Helvécio Lapertosa. Estradas de ferro. Rio de Janeiro: LTC, 1983. 215 p. RODRIGUES, Paulo Roberto Ambrosio. Introdução aos sistemas de transportes no Brasil e a logística internacional. 4.ed. São Paulo. 2007. 246p. 65 Bibliografia complementar: FREITAS, Moacyr de. Infra-estrutura de pontes de vigas. São Paulo: Edgard Blucher , 2001. 93p. RIBEIRO, B. A. M., et al.. Sistemas de gerenciamento de transportes . São Paulo: Atlas, 2001. 125p. RICARDO, Hélio de Souza. Manual prático de escavação. 3.ed. São Paulo: PINI, 2007. 653p. SILVEIRA, Márcio Rogério. Estradas de ferro no Brasil. São Paulo: Interciência, 2007. 204p. XEREZ NETO, Jary de. Pavimentos de concreto para tráfego de máquinas ultrapesadas. São Paulo: PINI, 2013. 154p. GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DA CONSTRUÇÃO Ementa: A questão ambiental na empresa, legislação sobre resíduos sólidos, produção e caracterização dos resíduos sólidos da construção civil, tratamento e disposição final dos resíduos oriundos da construção civil, metodologia para reciclagem de resíduos e programas de reciclagem de resíduos da construção civil. Bibliografia Básica: FREIRE, Wesley Jorge. Tecnologias e materiais alternativos de construção. Campinas: UNICAMP, 2003. 333p. MANO, Eloisa Biasotto. Meio ambiente, poluição e reciclagem. 2.ed. São Paulo: Blucher, 2010. 182p. SANTOS, Adriana de Paula Lacerda. Como gerenciar as compras de materiais na construção. Sao Pualo: PINI, 2008. 116p. Bibliografia complementar: AZEREDO, Helio Alves de. O Edificio até sua cobertura. 2.ed. São Paulo: Edgard Blucher , 1997. 182p. BRANCO, Samuel Murgel. O meio ambiente em debate. 3.ed. São Paulo: Moderna, 2004. 127p. GONÇALVES, Carlos Walter Porto. Os (des)caminhos do meio ambiente. 15.ed. São Paulo: Contexto, 2013. 148p. ROMERO, Marcelo de Andrade. Metrópoles e o desafio urbano frente ao Meio Ambiente. São Paulo: Blucher, 2010. 119p. SANTOS, Rozely Ferreira dos. Planejamento ambiental . São Paulo: Oficina de textos, 2004. 183p. 66 INGLÊS INSTRUMENTAL EMENTA: Ler e compreender textos especificados da área, conscientização o processo da língua inglesa, fatores cognitivos, grupo nominal, grupo verbal, referencias e marcadores do discurso (palavra de ligação e produção escrita). Bibliografia Básica: BRITTO, Marisa M. Jenkins de. Michaelis inglês gramática prática. 3.ed. São Paulo: Melhoramentos, 2006. 400p. MARTINEZ, Ron. O inglês que você nem imagina que sabe . 4.ed.. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. 147p. MICHAELIS, Henriette. Michaelis dicionário prático de inglês. São Paulo: Melhoramentos, 2001. 954p. Bibliografia Complementar: FOX, Chris. Longman dictionary of contemporary english. s.l.: Longman, 1949p. HORNBY, A. S. Oxford Advanced Learner´s Dictionary. 8.ed. New York: Oxford university press, 2012. 1796p. MURPHY, Raymond; SMALZER, William R. Grammar in use: self-study reference and practice for students of North American English. 3.ed. New York: Crambridge university, 2009. 369p. RAMALHO, Énio. Gramática da língua inglesa: ensino básico e secundário. Porto: Porto, 2005. 207p. TORRES, Nelson. Gramática prática da língua inglesa: o inglês descomplicado. 10.ed. São Paulo: Saraiva, 2007. 448p. LIBRAS – LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS EMENTA: Libras - Língua Brasileira de Sinais. Reconhecimento da linguagem de movimentos, gestos, comunicação e expressão possível através do corpo. Bibliografia Básica: FIGUEIRA, Alexandre dos Santos. Material de apoio para aprendizado de libras. São Paulo: Phorte, 2011. 339p. GESSER, Audrei. Libras? que língua é essa?. São Paulo: Parábola, 2009. 87p. QUADROS, Ronice Muller de. Língua de sinais brasileira. Porto Alegre: Artmed, 2004. 221p. Bibliografia Complementar: ALMEIDA, Elizabeth Crepaldi de. Atividades ilustradas em sinais da libras. Rio de Janeiro: Revinter, 2004. 241p. ISBN 85-7309-806-6. 67 CAPOVILLA, Fernando César. Novo Deit-Libras: dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue da língua de sinais brasileira(libras) baseado em linguística e neurociências cognitivas, volume I: sinais de A a H. 2.ed. São Paulo: Universidade de São Paulo, V.1. 2012. 1401p. CAPOVILLA, Fernando César. Novo Deit-Libras: Novo Deit-Libras: dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue da língua de sinais brasileira(libras) baseado em linguística e neurociências cognitivas, volume II: sinais de I a Z. 2.ed. São Paulo: Universidade de São Paulo, V.2. 2012. 2759p. Libras em contexto: curso básico: livro do estudante. 9.ed. Rio da Janeiro: WalPrint Gráfica, 2009. 187p. PONTES E SUPERESTRUTURAS EMENTA: Conceitos e classificações, normas técnicas, ações nas pontes, sistemas estruturais, análise tipológica e construtiva, pré-dimensionamentos e cálculo de superestruturas, protensão, infraestrutura, pilares, encontros, fundações e aparelhos de apoio. Bibliografia Básica: CARVALHO, Roberto Chust. Estruturas em concreto protendido. São Paulo: PINI, 2012. 431 p. FREITAS, M. Infra-estrutura de Pontes de Vigas – Distribuição de Ações Horizontais, Método Geral de Cálculo. SP: Ed. Edgard Blucher, 2001 MARCHETTI, Osvaldemar. Pontes de concreto armado. São Paulo: Edgard Blucher, 2008. 237p. Bibliografia Complementar: ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. ABNT NBR 6118: 2007. Rio de Janeiro: ABNT, 2007. 221p. ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. ABNT NBR 7188: 1984. Rio de Janeiro: ABNT, 1984. 4p. ARAÚJO, José Milton de. Curso de concreto armado. 3.ed. Rio Grande: Dunas, 2010. 257p. BRASIL. Departamento Nacional de Estradas de Rodagem. Manual de projeto de obras-de-arte especiais. Rio de Janeiro. 1996. FUSCO, Péricles Brasiliense. Técnica de armar as estruturas de concreto. 2.ed. São Paulo: PINI, 2013. 395p. ALVENARIA ESTRUTURAL EMENTA: Apresentação histórica, materiais componentes, resistências dos elementos, cálculo estrutural, projeto de alvenaria, execução e controle e patologias. 68 Bibliografia Básica: MANZIONE, Leonardo. Projeto e execução de alvenaria estrutural. São Paulo: O Nome da Rosa, 2004. 113 p.. PARSEKIAN, Guilherme Aris. Comportamento e dimensionamento de alvenaria estrutural. São Carlos: EdUFSCar, 2012. 625 p.. RAMALHO, Marcio R. S. Corrêa. Projeto de edifícios de alvenaria estrutural. São Paulo: PINI, 2003. 174p. Bibliografia Complementar: CINTRA, José Carlos A.. Fundações diretas. São Paulo: Oficina de textos, 2011. 139p. FRANCO, Nilson. Fôrmas e escoramentos para edifícios. São Paulo: ABDR, 173p. MOLITERNO, Antonio. Caderno de estruturas em alvenaria e concreto simples. São Paulo: Blucher, 1995. 374p. PARSEKIAN, Guilherme Aris. Parametros de projeto de alvenaria estrutural com blocos de concreto. São Carlos: EdUFSCar, 2012. 85p. TAUIL, Carlos Alberto. Alvenaria estrutural. São Paulo: PINI, 2010. 183p. 15. COORDENAÇÃO DO CURSO Cleber Decarli de Assis possui graduação em Engenharia Civil pelo Centro Universitário Luterano de Palmas (2004) e mestrado em Geotecnia pela Universidade de São Paulo (2008). É membro do Comitê Científico do Instituto Federal do Tocantins (IFTO). Tem experiência tanto em projeto como execução na área de Engenharia Civil, com ênfase em Fundações e Barragens. 16. CORPO DOCENTE Relação das Disciplinas por Professor O Quadro 2 apresenta a relação dos professores, a formação profissional e titulação dos mesmos alem da relação de disciplinas que ministram. 69 Quadro 2. Relação das Disciplinas por Professor PROFESSOR FORMAÇÃO TITULAÇÃO Alexon Braga Dantas Engenharia Civil Mestre Antonio Rafael de Souza A. Bosso Matemática Doutor Alcineide Xavier da Silva Segato Engenharia Civil Especialista Aparecido Osdimir Bertolin Biomedicina Doutor Cleber Decarli de Assis Engenharia Civil Mestre Cleyovane Lemos Ribeiro Engenharia Civil Especialista Eduardo Gouveia Santiago Lage Elson Santos Silva Fabiano Rodrigues de Souza Engenharia Elétrica Estudos Sociais Ciências Bilógicas Especialista Mestre Doutor Fernanda Aparecida Lima S. Alvim Engenharia de Alimentos Mestre Gabriela Coelho Pedreira Engenharia Civil Mestre Gleys Ially Ramos dos Santos Geografia Doutora Harry Hichard Hamming Enconomia Especialista DISCIPLINA Estrutura de Concreto I Estrutura de Madeira Estrutura de Aço Estrutura de Concreto II Pontes e Superestruturas Cálculo Diferencial e Integral I Física II (B) Materiais de Construção (A e B) Construção Civil II (A e B) Gerenciamento de Obras (A e B) Patologia nas Construções (A e B) Tópicos de Ciências Ambientais Introdução à Eng. Civil Mecânica dos Solos I Fundações Barragens e Obras da Terra Mecânica Técnica ( A e B) Resistência dos Materiais I Teoria das Estruturas Estradas de Rodagem I Resistência dos Materiais II Estradas de Rodagem II Instalaçoes Elétricas Prediais Sociologia Gestão Ambiental Química Aplicada à Engenharia Civil Estatística Fenômeno de Transporte Materiais de Construção Mecânica dos Solos II Gerenciamento de Transporte e Tráfego Urbano Saneamento Instalações Hidráulicas e Sanitárias Geologia Aplicada Topografia (B) Informática Aplicada (A e B) 70 Hugo Rivas de Oliveira Josefa Moreira do Nascimento Rocha Ciências Bilógicas Medicina Veterinária Mestre Doutora José Djair Casado de Assis Júnior Arquitetura e Urbanismo Especialista Leonardo Alves Lopes Agronomia Mestre Lygia Gonçalves Constantino Arquitetura e Urbanismo Doutora Luiz Adriano Silva Engenhria Florestal Mestre Nelzir Martins Costa Letras Mestre Regina Barbosa Lopes Cavalcante Arquitetura e Urbanismo Mestre Rogério Araújo Fernandes Matemática Especialista Ronald Jefferson L. Silva Engenharia Civil Especialista Sergio S. P. Fontoura Administração Especialista Sílvia Barroso Gomes Souto Agronegócios Mestre Thompson de O. Turibio Ciencias Biológicas Mestre Introdução à Eng. Civil Engenharia Econômica Fontes Alternativas de Energia Metodologia Científica Desenho Técnico Assistido por Computador Desenho Técnico Assistido por Computador II (A e B) Construção Civil I Topografia (A) Geoprocessamento Hidrologia Desenho Técnico (B) Gestão Ambiental Engenahria de Segurança Comunicação e Expressão Desenho Técnico (Turma A) Desenho Téc. Assistido por Computador (Turma B) Algebra Linear e Geometria Analítica Física I Cálculo Diferencial e Integral II Física II (A) Cálculo Diferencial e Integral III Introdução à Eletricidade Hidráulica Legislação e Ética Profissional Alvenaria Estrutural Ferrovias Estágio Supervisionado I Estágio Supervisionado II Administração de Recursos Humanos TCC II Portos e Hidrovias TCC I Química Aplicada à Engenharia Civil (Turma B) 71 17. METODOLOGIA A definição da metodologia a ser empregada no processo de ensinoaprendizagem fica a critério dos docentes, com orientação da coordenação, partindo dos aportes filosóficos do projeto pedagógico do Curso e contextualizada com o da instituição, levando em consideração que o fenômeno do conhecer e aprender demanda reflexões múltiplas e distintas, que partem de uma análise teórica, ou seja, uma metodologia não se resume em transmitir conhecimento ou aprofundá-lo, mas deve criar condições para o aluno pensar criticamente sobre o conteúdo proposto, realizando análises, estabelecendo críticas, interpretações, sabendo comparar e interagir com as demais disciplinas do Curso. Através de uma metodologia interacionista e interdisciplinar, o aluno será capaz de construir problemas e superar o patamar da simples identificação. Os docentes do Curso de Engenharia Civil da FAPAC devem fazer uso da metodologia mais adequada à elaboração e abordagem do conteúdo programático de cada atividade, ou das diferentes etapas deste, valendo-se dos recursos disponibilizados pela instituição. Os docentes devem ter a habilidade de preparar o aluno para a atividade profissional, com base nos quatro pilares da educação: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver e aprender a ser. No aprender a conhecer, devem combinar a cultura geral com o aprofundamento de disciplinas/atividades específicas, fazendo uso das oportunidades oferecidas pela educação ao longo da vida. No aprender a fazer, o discente deve ser preparado a enfrentar numerosas e diversas situações através das competências desenvolvidas e do trabalho em equipe. No aprender a viver, devem ser trabalhadas as interdependências, as individualidades, o pluralismo, enfatizando o desenvolvimento de projetos comuns e a administração de conflitos. Por último, no aprender a ser, desenvolver as potencialidades de cada indivíduo, como memória, raciocínio, sentido estético, capacidades físicas, 72 buscando o desenvolvimento da personalidade, da capacidade de autonomia, de discernimento e de responsabilidade pessoal. A articulação entre a teoria e a prática permeia o processo pedagógico no curso de Engenharia Civil, que integra as práticas de ensino-aprendizagem com as atividades de iniciação científica e de extensão, desde o início da formação profissional. Para tanto, orienta e viabiliza, no fazer pedagógico, a construção e a organização do conhecimento, visando sempre ao bom aprendizado do aluno. Em conformidade com os propósitos da Instituição o curso de Engenharia Civil estabelece metodologias de ensino e de aprendizagem que orientam para a criatividade, para a criticidade, para a autonomia, para a busca constante de investigação, em que o movimento ação-reflexão-ação possibilita ultrapassar o conhecimento do senso comum, de modo a: Proporcionar um espaço dialógico de ensino-aprendizagem em que o aluno participe, co-responsabilizando-se por sua formação; Desenvolver, na sala de aula, um ambiente saudável de discussões em que a criticidade seja vista de forma positiva, como um meio para desenvolver a autocrítica e o consequente crescimento de ambos, professor e aluno; Possibilitar o aprofundamento de práticas de leitura e de escrita acadêmicas; Proporcionar a articulação teoria e prática; Possibilitar e intensificar o uso e o domínio de laboratórios e tecnologias em geral. Para tanto a Instituição adequou o espaço físico, houve investimentos na construção de laboratórios, bem como na aquisição de equipamentos e materiais didáticos específicos do curso. O processo didático pedagógico envolve não apenas o ensino, a pesquisa e a extensão, mas também o desenvolvimento de habilidades e competências em cada fase do curso. As atividades curriculares incluem procedimentos teóricos, teóricopráticos, com a presença de docentes, sendo realizadas em ambiente urbano e periurbano, tanto de empresas conveniadas quando aquelas administradas pelo poder municipal, estadual ou federal. Também serão utilizadas metodologias ativas de aprendizado, visando à interdisciplinaridade entre os conhecimentos adquiridos, 73 o aprendizado autônomo e direcionado, bem como simulações de atendimento em laboratórios específicos. A proporção do número de alunos por Docente/campo de prática do exercício profissional, preceitua o máximo de 06 alunos por campo de prática. 17.1 INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR Para os efeitos deste Projeto Pedagógico considera-se integralização curricular a obtenção de carga horária total das disciplinas/atividades fixada no Currículo do Curso e prevista no Projeto Pedagógico do Curso, resultando daí que somente receberá o diploma o aluno que integralizar o Currículo do Curso de Engenharia Civil. O prazo máximo de permanência do aluno no curso visando a integralização curricular será aquele resultante do número de períodos letivos previstos neste Projeto Pedagógico para a integralização curricular acrescido de 50% (cinquenta por cento) deste número. No âmbito do Curso de Engenharia Civil fica vedada qualquer forma de abreviação de estudos nas atividades práticas de estágio, considerando para tal a impossibilidade absoluta de antecipação do curso. 17.2 ATIVIDADES As atividades curriculares incluem procedimentos teóricos, teóricopráticos, com a presença de docentes, sendo realizadas em laboratório institucional ou empresas conveniadas como a Secretaria Estadual de Infra-Estrutura, Secretaria Municipal de Saneamento, unidades de gerenciamento do paisagismo urbano, rede particular da construção civil. Também serão utilizadas metodologias ativas de aprendizado, visando à interdisciplinaridade entre os conhecimentos adquiridos, o aprendizado autônomo e direcionado, bem como simulações da execução de projeto em laboratórios específicos. O Curso de Engenharia Civil da FAPAC – ITPAC Porto Nacional será desenvolvido através de: 74 Atividades Teóricas – aulas teóricas destinadas a fornecer aos participantes os fundamentos das disciplinas e suas referências teóricas e instrumentais, com duração de 60 (sessenta) minutos cada; Atividades Práticas – aulas práticas destinadas a fornecer aos participantes o contato direto com situações e cenários de desenvolvimento da prática profissional, com duração de 60 (sessenta) minutos cada; Atividades em Laboratório – aulas práticas destinadas a capacitar o aluno na utilização dos recursos de laboratórios relacionados à sua formação profissional, com duração de 60 (sessenta) minutos; Seminários – desenvolvidos com o intuito de estimular a capacidade de iniciativa dos participantes, através de questões formuladas e discutidas em sala de aula; Visitas Técnicas – para fornecer aos alunos a oportunidade de manter contato direto com a cadeia produtiva da sociedade e com a realidade do mercado de trabalho, bem como contato com as atividades desenvolvidas nas diversas áreas das organizações; Estágios Acadêmicos Supervisionados – de caráter obrigatório, realizados em instituições conveniadas, nas áreas de abrangência curricular; Atividades de Extensão – projetos desenvolvidos por professores e executados em conjunto com os alunos, permite conhecer a comunidade, além de despertar o senso de responsabilidade e cidadania. Trabalhos Científicos de Conclusão de Curso - trabalhos elaborados na forma de elaboração e execução de projetos em Engenharia Civil, com apresentação à banca examinadora, constituída por professores da Instituição e/ou convidados, além do professor orientador; Estágios Extra-Curriculares – realizados em instituições conveniadas, por escolha dos estudantes, para ampliação de capacidades profissionais, envolvendo conhecimento, habilidades e atitudes frente à promoção e recuperação da saúde e à prevenção de agravos; Atividades Complementares - ampliam os conteúdos das disciplinas que integram o currículo, além de possibilitarem a expansão dos conhecimentos gerais do graduando. 75 17.3 INTERDISCIPLINARIDADE Tema da atualidade mais que modismo é uma necessidade, pois permite trocas significativas em que as relações de reciprocidade e mutualidade possibilitam o diálogo entre interessados, bem como o conhecimento construído na riqueza do plural. A interdisciplinaridade depende, então, basicamente, de uma mudança de atitude perante as questões do conhecimento, da substituição de uma concepção fragmentária pela unitária do ser humano. Esta temática está situada no cerne da questão educacional em seus amplos aspectos e, em especial, no ensino superior. Assim, a prática interdisciplinar encontra seu ponto de partida e de chegada na ação de mudar, mas não apenas mudar, e sim mudar fazendo e fazer mudando numa dialética constante. Desta forma, através do diálogo que se estabelece entre as disciplinas e entre os sujeitos das ações, a interdisciplinaridade devolve a identidade às disciplinas, fortalecendo-as e evidenciando uma mudança de postura na prática pedagógica. Trata-se da criação de movimentos que propiciem o estabelecimento de relações entre as disciplinas e seus conteúdos, tendo como ponto de convergência a ação que se desenvolve num trabalho cooperativo e reflexivo. No curso de Engenharia Civil da FAPAC – ITPAC Porto Nacional buscarse-á a interdisciplinaridade, a partir do enfoque que será dado nas disciplinas básicas e da postura a ser assumida nas disciplinas aplicadas, para que, de uma prática fragmentada por especialidades, possam se estabelecer novas competências e habilidades através de uma postura pautada em uma visão holística do conhecimento e do homem. Nesta mudança de paradigma se funda a nova proposta pedagógica da FAPAC – ITPAC Porto Nacional que, sintonizada com as mudanças, os avanços e os desafios propostos para a educação, se veste de contemporaneidade e de possibilidades transformadoras. A prática profissional será desenvolvida de forma articulada, em especial com as disciplinas voltadas para o ensino/aprendizagem de conhecimentos básicos, mas também por meio de atividades para atuações específicas ao longo de todo o curso. Serão propostas situações didáticas para que os profissionais em formação coloquem em uso os conhecimentos que aprenderam, ao mesmo tempo em que 76 possam mobilizar outros em diferentes tempos e espaços curriculares, nas disciplinas, atividades vivenciadas em cenários da realidade profissional, por meio das tecnologias de informação como computador e vídeo, por meio de narrativas orais e escritas de profissionais da área, em situações simuladas ou em estudos de casos. Os estágios serão espaços-tempos curriculares/extracurriculares a serem desenvolvidos com o propósito de se constituírem em meios eficazes para a consecução de habilidades práticas e constarão de atividades visando à formação profissional, exercidas em situação real de trabalho, em laboratórios da faculdade ou em instituições voltadas para a construção civil. A FAPAC, através do curso de Engenharia Civil, buscará desenvolver métodos de ensino-aprendizagem que buscam a melhoria da qualidade do curso utilizando também de práticas pedagógicas inovadoras e avanços tecnológicos que se seguem: Diário eletrônico; Portal do aluno: matrícula “on line”, emissão de boletos, contratos, acompanhamento de notas, conteúdos programáticos, busca no acervo bibliográfico, materiais didáticos (textos, exercícios, slides, etc.); 18. Aparelhos multimídia; Acesso à internet sem fio; Sala de vídeos; Portal do professor; Portal do egresso. Secretaria acadêmica digital. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM De acordo com o PDI e Regimento Interno da FAPAC, a avaliação se define: A – ASSIDUIDADE Previsto no PDI e Regimento Interno da FAPAC: 77 63 – Será considerado assíduo o aluno que comparecer a, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) da programação de cada atividade. B - AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ACADÊMICO 64 - A avaliação do desempenho acadêmico do aluno é feita por disciplina, com apuração no final de cada período letivo, abrangendo sempre os elementos assiduidade e aproveitamento nos estudos, ambos imprescindíveis para a aprovação; 65 - Será considerado assíduo o aluno que comparecer a no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) da programação de cada disciplina. 66 - As normativas para frequências mínimas nas Disciplinas Práticas e de Estágios serão disponibilizadas nos Projetos Pedagógicos dos Cursos. 67 – O controle da frequência dos alunos é um procedimento oficial em “Diário Acadêmico Eletrônico”, de responsabilidade direta do professor de cada disciplina. 68 - A verificação do desempenho do aluno nos estudos é de competência do professor, que deverá informar através do “Diário Eletrônico”, obrigatoriamente, os resultados da avaliação periódica, dentro dos prazos estabelecidos no Calendário Escolar. 69 - O professor deverá obrigatoriamente ao final do período letivo entregar à Coordenação de Cursos o Diário impresso, devidamente preenchido e assinado segundo normas institucionais. 70 – As Avaliações terão uma somatória total de 100 pontos, distribuídos em: Avaliação N1: 30 pontos; Avaliação N2: 30 pontos; Avaliação N3: 40 pontos. 78 Parágrafo único. A Avaliação N3 será de conteúdo cumulativo da disciplina, ministrado durante todo o semestre letivo. 71 - A avaliação do aluno em cada disciplina será feita por meio de provas ou outros instrumentos, conforme detalhado no Programa de Curso, aprovado pelo Coordenador de Curso e apresentado ao aluno, obrigatoriamente, no início de cada semestre letivo. Parágrafo único: A prova ou outro instrumento de avaliação deverá ser discutido com os alunos, na aula seguinte à sua aplicação. § 1º. A critério do docente e descrito no Programa de Ensino, a prova ou outro instrumento de avaliação deverá ser devolvido ou não aos alunos, no prazo máximo de 15 (quinze) dias após a sua aplicação. O docente que não devolver as avaliações deverá encaminhá-las para procedimento de digitalização. § 2º. Para os casos em que não houver a entrega da Avaliação ao aluno regularmente matriculado, após a divulgação do resultado de qualquer avaliação dos alunos, o que deve ocorrer no prazo máximo de 15 (quinze) dias da sua aplicação, o aluno poderá ter acesso à sua avaliação, mediante agendamento com o docente. § 3º. Para os alunos matriculados no Internato e em Estágios além das especificidades dessas normas, as avaliações obedecem a critérios específicos estabelecidos no PPC de cada curso e descrito em regulamentos norteadores para cada curso. § 4º. O aluno que vier a faltar a alguma avaliação, definida no Programa de Curso da disciplina, tem direito à segunda (2ª) chamada, nos casos previstos neste Regimento, desde que requeira no Atendimento Geral, no prazo de 3 (três) dias letivos contados a partir do dia seguinte à sua ausência, com Comprovação Documental da justificativa na qual este se fundamenta. 79 § 5º. Perde o direito à 2a chamada e à justificação de sua ausência o aluno que não proceder conforme previsto no parágrafo 3º deste Artigo. § 6º. Cabe ao professor analisar requerimento e documentação, deferindo ou indeferindo o pedido de 2a chamada e justificação de ausência, no prazo de 3 (três) dias letivos, contados do dia em que os recebeu (inclusive), encaminhando à Coordenações de Cursos, para que dê ciência ao aluno do que foi decidido. § 7º. Cabe ao aluno buscar junto as Coordenações de Cursos a resposta ao seu requerimento de 2a chamada e justificação de ausência. § 8º. O prazo para a comunicação da decisão do professor junto às Coordenações de Cursos encerra-se às vinte horas do terceiro e último dia. § 9º. Se, esgotado o prazo do requerimento, o aluno não obtiver da Coordenação de Cursos a resposta, cabe a ele comunicar o fato a Direção Acadêmica, instruído com cópia do requerimento e documentação, para providência institucionais. § 10º. Em situações que se enquadrem na concessão de Tratamento Especial em Regime Domiciliar, à questão das 2ªs chamadas das avaliações perdidas e justificação de ausência seguem seu rito próprio, e são resolvidas dentro dos planos gerais de atividades traçados pelos professores das disciplinas. § 11º. A 2ª chamada da avaliação realizar-se-á em dia letivo fixado pelo professor da disciplina, podendo inclusive se dar no dia imediatamente posterior à ciência dada ao aluno ou seu representante, do deferimento. Em qualquer caso, não será realizada após o último dia letivo do período. § 12º. São motivos que conferem direito ao aluno à 2 a chamada de avaliações perdidas, para efeitos deste Regimento, 80 a) afecções congênitas ou adquiridas, infecções, traumatismo ou outras condições mórbidas que, determinando distúrbios agudos ou agudizados, caracterizem a incapacidade física relativa, oriunda de ocorrência isolada ou esporádica, que implique incompatibilidade com a frequência aos trabalhos escolares; b) prestação serviço militar obrigatório; c) gestação a partir do 8o mês, e durante 3 (três) meses , ou iniciando-se anteriormente e perdurando por mais tempo, conforme “Laudo Médico”; d) participação em Júri; e) participação em audiência como parte ou testemunha arrolada; f) prestação de serviço eleitoral obrigatório. § 13º. Apenas nos casos previstos expressamente na legislação poder-se-á justificar as ausências do aluno, desde que este o requeira e proceda conforme disposto neste Regimento. § 14º. Cabe ao aluno que não estiver gozando de Tratamento Especial em Regime Domiciliar, protocolizar junto ao Atendimento Geral, através de requerimento a documentação comprobatória, a fim de que tal documentação seja arquivada em seu dossiê acadêmico pela Secretaria Acadêmica. § 15º. O requerimento com a documentação comprobatória, apresentados conforme termos do parágrafo anterior será encaminhado às Coordenações de Cursos para análises e decisões junto aos seus Colegiados de Cursos. Em caso de deferimento, será encaminhada uma cópia da Ata de Reunião para o professor da disciplina e as faltas lançadas em diário serão desconsideradas para o cálculo da frequência do aluno na disciplina. 72 - Admite-se o pedido de revisão de prova ou outro elemento de avaliação, quando requerido através de formulário próprio, junto ao Atendimento Geral da IES, endereçado a Secretaria, no prazo de até 2 (dois) dias após a divulgação da nota pelo professor. 81 § 1º. A Secretaria encaminhará o pedido de revisão para a Coordenação de curso para análise, indeferimento e/ou deferimento; o Coordenador de curso notificará o professor da disciplina quando do deferimento, para que o mesmo proceda a revisão no prazo máximo de 3 (três) dias após receber a notificação. § 2º. A revisão da prova ou outro elemento de avaliação será realizada pelo professor da disciplina, na presença do Coordenador do curso ou de outro professor designado por este. § 3º. O resultado da revisão será comunicado ao requerente pela Coordenação e, havendo alteração da nota, esta será comunicada à Secretaria, juntamente com a solicitação do interessado e a ata da revisão. § 4º. Ao requerente caberá recurso à Diretoria Acadêmica, instituída como último grau de recursos para revisão de provas ou outros elementos de avaliação. 73 - A critério do docente responsável pela disciplina, poderá ser aplicada uma prova suplementar, envolvendo todo o conteúdo da disciplina, ao final do semestre letivo, com o objetivo de substituir a menor nota obtida pelo aluno nas avaliações anteriores. Tal proposta deverá figurar no Programa de Disciplina do docente. 74 - Caso o docente opte por propor a prova suplementar, qualquer aluno regular, poderá fazê-la, devendo para tanto, requerer através de formulário, junto ao Atendimento Geral da IES. Optando o aluno por fazer a prova suplementar, a sua nota nesta prova substituirá a sua menor nota nas outras avaliações, mesmo que isso implique em diminuição da sua nota final. 75 - Será considerado aprovado na disciplina em que estiver matriculado, o aluno que, ao final do período letivo, obtiver um mínimo de 60% (sessenta por cento) dos pontos relativos aos elementos de avaliação da mesma. 76 - O Exame Especial consistirá de uma prova ou outro elemento de avaliação e terá o valor de 100 (cem) pontos e será facultado apenas ao aluno que, tendo sido 82 assíduo na disciplina, tiver obtido 40% a 59% dos pontos relativos aos elementos de avaliação da mesma, ao final do período letivo. Os pontos obtidos no Exame Especial substituirão os pontos relativos ao período letivo. O acadêmico deverá preencher requerimento junto à ao Atendimento Geral da IES de acordo com o Calendário Acadêmico. 77 - O aluno submetido ao Exame Especial será considerado aprovado na disciplina se obtiver a nota igual ou superior a 60% (sessenta por cento) dos pontos relativos aos instrumentos de avaliação da disciplina. 78 - O aluno que, submetido ao Exame Especial não obtiver nota igual ou superior a 60% (sessenta por cento), será considerado reprovado e ficará dependente na disciplina. 79 - Quando a reprovação ocorrer em até três (03) disciplinas, o aluno poderá efetivar a matrícula para o semestre seguinte, através de uma proposta de disciplinas, sendo-lhe permitido matricular-se nessas disciplinas em dependência, simultaneamente com todas as que integrarem o semestre seguinte, desde que haja compatibilidade de horário, obedecidos os pré-requisitos e que não ultrapasse no total 40 horas semanais. 80 - O aluno que acumular quatro (4) ou mais reprovações de disciplinas no decorrer do curso, não poderá ser matriculado no período subsequente. 81 - As disciplinas em dependência poderão ser cursadas em turmas do mesmo curso que funcionem em turno diverso daquele no qual venha o aluno a se matricular, quando houver. § 1º. O aluno terá direito a matricular-se na disciplina em dependência, seguindo a Matriz Curricular do respectivo curso. 83 § 2º. Havendo número de disciplinas excedentes ao proposto na Matriz Curricular para o período do curso em que o aluno estiver matriculado, estas terão custos adicionais por disciplina. § 3º. A IES se reserva o direito de somente abrir turmas especiais com número mínimo de 30 (trinta) alunos. 19. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DE CURSO A avaliação está presente em todas as ações, eventos, fenômenos, realizações e produções levadas a efeito pelo ser humano, como a melhor forma para corrigir distorções no transcorrer de um processo, além de bem direcioná-los para o final almejado. As atividades de uma IES não podem deixar de passar pelo processo de avaliação, seja interna ou externa, de processos, de resultado, de impacto, de pessoas e de estruturas. Assim, a opção do Curso de Engenharia Civil da FAPAC/ ITPACPORTO e de sua Mantenedora é implementar processos avaliativos em diversos níveis que, em alguns momentos se interfaceiam e em outros se interelacionam e interagem, num diálogo constante. A avaliação é parte integrante do processo de formação, uma vez que possibilita diagnosticar lacunas a serem superadas, aferir os resultados alcançados - considerando as competências a serem constituídas - e identificar mudanças de percurso, eventualmente necessárias. Nessa nova conjuntura, a avaliação institucional se constitui numa ferramenta essencial para garantir padrões adequados de qualidade acadêmicocientífica, indispensável para o planejamento e definição das políticas estratégicas para a gestão. Ao mesmo tempo, esta ferramenta permite uma prestação de contas à sociedade sobre o desempenho do ensino superior como um todo. Nesse contexto, o Programa de Avaliação Institucional da Faculdade Presidente Antônio Carlos - FAPAC tem como objetivo geral contribuir para a revisão e aperfeiçoamento da Instituição, promovendo a permanente melhoria da qualidade e pertinência das atividades desenvolvidas. 84 Para consolidar esse processo a FAPAC criou sua Comissão Própria de Avaliação, em atendimento às disposições da Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004, que institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES integrado por três instrumentos de avaliação aplicados em diferentes momentos. O processo de auto-avaliação é desenvolvido de acordo com as seguintes etapas: - Divulgação do programa e envolvimento de todos os segmentos da Instituição; - Diagnóstico construído a partir de relatórios Institucionais e questionários diversos; - Transformação dos dados obtidos no diagnóstico em informação. O diagnóstico construído a partir destas diferentes fontes permite à autocrítica e a tomada de decisão o que, por sua vez, possibilita o direcionamento e/ou redirecionamento do curso no que concerne ao atendimento da missão, objetivos e diretrizes propostos. Entretanto, o Projeto Pedagógico do Curso sofre avaliação contínua, não só por parte do Núcleo Docente Estruturante - NDE, mas também por parte dos estudantes, que periodicamente são instados a se manifestar, via pesquisa que preserva o sigilo dos pesquisados, emitindo seus juízos de valor e sugestões sobre qualquer campo institucional e do Curso. 20. DO CORPO DISCENTE 20.1 APOIO AO DISCENTE PROGRAMA DE NIVELAMENTO ACADÊMICO O Programa de Nivelamento Acadêmico (PNA) visa ofertar vagas que atendam a minorias e garantam a permanência do educando na educação superior através de programas de compensação de deficiências de sua formação escolar anterior, permitindo-lhes competir em igualdade de condições nos processos de ensino-aprendizado dos cursos de graduação. 85 O Programa de Nivelamento Acadêmico da Faculdade Presidente Antônio Carlos - FAPAC é acompanhado sistematicamente por uma Coordenação nomeada pela Direção Acadêmica especificamente para esse fim. Com a supervisão da Coordenação de cada Curso de Graduação, o PNA destina-se prioritariamente aos alunos ingressantes matriculados no 1º período de cada Curso de Graduação, e tem como objetivos: - Possibilitar ao aluno a revisão dos conteúdos básicos das disciplinas de Física, Matemática, Língua Portuguesa/Redação e Informática, enfatizando seus fundamentos através das estratégias de atendimento e do formato das atividades pedagógicas a serem desenvolvidas para superação de dificuldades de aprendizagem; - Reduzir problemas como a evasão ou reprovação do aluno já nas primeiras séries do curso, ensejando, primeiramente, à adoção de métodos pedagógicos que permitam a reorientação do processo ensino-aprendizagem, como também o resgate dos conteúdos não assimilados pelo aluno durante o curso; - Possibilitar aos acadêmicos o aprimoramento e a ampliação de conhecimentos e/ou habilidades que lhes garantam condições de melhorar seu processo de ensino e aprendizagem em relação às demais disciplinas; - Ministrar aulas de língua portuguesa dinâmicas, para suprir lacunas de Leitura e Escrita evidenciadas pelos alunos; - Revisar as aulas de física, matemática e informática de forma diferenciada, para suprir lacunas e despertar o raciocínio lógico evidenciados pelos alunos. É de responsabilidade dos Coordenadores de Cursos juntamente com os professores dos primeiros períodos, realizar levantamento das disciplinas necessárias à capacitação para concretização da Proposta de Nivelamento dos Acadêmicos. As atividades do Programa de Nivelamento Acadêmico serão organizadas e ofertadas de forma paralela às atividades letivas do Curso, proporcionado ao aluno a oportunidade de superar as dificuldades. Será desenvolvido presencialmente, em horários especiais, não coincidentes com os de atividades normais do curso, consistindo em aulas, com Registros em Diários e Histórico Escolar. 86 Para execução das atividades do Programa de Nivelamento Acadêmico serão selecionados professores com habilidades especializadas para cada disciplina ofertada. Estes professores serão incumbidos de organizar as execuções das aulas, de elaborar o material necessário para as atividades, de avaliar cada etapa do processo e de encaminhar relatório em formulário específico, para a Secretaria Acadêmica do ITPAC Porto Nacional-TO. APOIO PEDAGÓGICO Um dos princípios pelos quais a Instituição pauta suas ações é o acompanhamento sistemático do desempenho dos alunos de forma a maximizar o seu rendimento e diminuir os índices de retenção e de evasão. Acredita-se que um adequado acompanhamento pedagógico, atividade importante da Coordenação de Curso, pode garantir que o fracasso escolar não seja patologizado, uma das principais razões para a evasão escolar. Além do acompanhamento sistemático realizado pela Coordenação de Curso, professores com tempo de dedicação ao atendimento discente. APOIO PSICOPEDAGÓGICO O Núcleo de Apoio Psicopedagógico é coordenado por um profissional da área de psicologia. O Apoio Psicopedagógico é desenvolvido a partir da implantação de duas ações básicas: a atenção ao aluno pelo professor, com orientação de atividades em horário extra-classe, a partir de implantação de carga horária para este fim e da orientação educacional. A Coordenação de Curso organiza o horário de permanência dos docentes, com a finalidade de realizar a orientação acadêmica e a iniciação científica, organizado no sentido de apoiar o aluno na sua caminhada acadêmica. Aos docentes cabe ainda acompanhar o desempenho de seus alunos, promovendo assim as condições para a interação do aluno com a instituição e com a comunidade acadêmica, estimulando o acesso permanente ao conhecimento e a apropriação de competências necessárias para o seu desempenho profissional. 87 Com o objetivo de promover a melhoria das relações sócio-afetivas como apoio ao processo de aprendizagem, o ITPAC PORTO NACIONAL instituiu um Programa de Apoio Psicopedagógico ao discente e docente e a principal função deste programa é colocar um profissional especializado à disposição dos alunos e professores, oferecendo apoio pedagógico e psicológico, visando a adaptação do estudante ao curso, como a integração entre ambos em cada uma das etapas durante a inserção na vida acadêmica; apoio psicológico ou psiquiátrico, por encaminhamento, se necessário; e sessões de orientação e acompanhamento nos estudos, individual e coletivo, para favorecer a melhoria das capacidades, relações e condições sócio-afetivas, que constituem um elemento crucial para o êxito no processo de ensino-aprendizagem. Esse setor, além de prestar apoio ao corpo discente, também tem a função de, em parceria com o coordenador do curso, promover sugestões para melhorar/orientar as atividades pedagógicas do curso e o desempenho didático da equipe de professores quanto a metodologia de ensino adotada, sugerindo o uso de diferentes técnicas didáticas e recursos pedagógicos disponíveis. ESTRATÉGIAS E MEIOS PARA COMUNICAÇÃO INTERNA E EXTERNA A FAPAC tem como meta atender de maneira eficiente seus alunos e mesmo a comunidade externa, por considerar componente essencial de sua responsabilidade social. A Faculdade terá uma área específica no em seu site - http://www.itpacporto.com.br/, onde estarão disponibilizadas todas as informações necessárias sobre a Instituição e os cursos ofertados, em atendimento tanto ao público interno como o externo. Como veículo de comunicação voltado para o público externo, disponibilizará números de telefone, através dos quais são prestadas as informações requeridas, e, se não disponíveis, serão encaminhadas aos responsáveis que fornecerão as respostas solicitadas. Outros veículos de comunicação são o Portal do Aluno e o Portal do Professor, com acesso através de senhas. É comum o uso de comunicação através da mídia, jornal interno, cartazes, panfletos, banners e outdoors. 88 ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS A IES, como forma de estabelecer uma relação com os egressos, criará no seu portal um item para o cadastro e relacionamento. Atualmente, a FAPAC, no ato do requerimento do diploma, atualiza os dados cadastrais dos formandos para possíveis contatos. Nos eventos realizados pela FAPAC, os egressos são convidados a participarem como profissionais, onde também é oportunizado aos mesmos falar sobre suas experiências no mercado de trabalho. Na proposta de educação continuada, os ex-alunos são maioria da clientela nos cursos de Pós-Graduação oferecidos pela FAPAC. INFRAESTRUTURA PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS A Faculdade Presidente Antônio Carlos - FAPAC cumpre os Decretos 5.773/2006 e Decretos 5.296/2004, através do plano de promoção e acessibilidade e atendimento prioritário, imediato e diferenciado às pessoas portadoras de necessidades educacionais especiais ou com mobilidade reduzida para utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, serviços de tradutor e intérprete da Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS; O tratamento diferenciado inclui, dentre outros: - assentos de uso preferencial sinalizados, espaços e instalações acessíveis; - mobiliário de recepção e atendimento obrigatoriamente adaptado à altura e à condição física de pessoas em cadeira de rodas, conforme estabelecido nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT; - serviços de atendimento para pessoas com deficiência auditiva, prestado por intérpretes ou pessoas capacitadas em Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS e no trato com aquelas que não se comuniquem em LIBRAS, e para pessoas surdo- 89 cegas, prestado por guias-intérpretes ou pessoas capacitadas neste tipo de atendimento; - pessoal capacitado para prestar atendimento às pessoas com deficiência visual, mental e múltipla, bem como às pessoas idosas; - disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida; - sinalização ambiental para orientação das pessoas portadoras de necessidades especiais; - divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida; - disponibilidade de equipamentos, acesso às novas tecnologias de informação e comunicação, bem como recursos didáticos para apoiar a educação de alunos surdos ou com deficiência auditiva. A disciplina de Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, compõe a Estrutura Curricular como disciplina optativa de acordo com as exigências legais. O professor que ministra a disciplina LIBRAS deverá possuir carga horária disponível para atender as necessidades da IES de interpretação e tradução. O atendimento aos deficientes visuais conta com equipamentos e programas na oficina pedagógica, equipados com computadores, microfone, fones de ouvido, com acompanhamento de monitores devidamente treinados, com utilização dos softwares MecDaisy, Jaws, Dosvox. APOIO A ORGANIZAÇÃO ESTUDANTIL Considerando, ainda, o Regimento da Instituição, o corpo discente tem como órgão de representação o Centro Acadêmico, regido por regimento próprio, por ele elaborado, de acordo com a legislação pertinente, que tem participação com direito a voz e voto nos órgãos onde se fizer representado e funciona regularmente com amplo apoio institucional. A Diretoria Acadêmica estimula e busca desenvolver, em conjunto com o Centro Acadêmico, atividades culturais e profissionais que estimulem as capacidades humanísticas, sociais e de educação permanente de seus educandos. 90 PROGRAMAS DE APOIO FINANCEIRO Em relação aos programas de apoio financeiro, a FAPAC – ITPAC Porto Nacional, conforme objetivos e metas institucionais definidas em seu Plano de Desenvolvimento Institucional, destina parcela de seus recursos orçamentários para programas de bolsas e apoio financeiro a alunos, além de aderir e proporcionar a estrutura adequada de incentivo e apoio à participação dos alunos em programas oficiais de apoio financeiro e financiamento estudantil tais como: Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES) – que concede empréstimo para o Ensino superior junto à Caixa Econômica Federal/MEC, no qual o Governo Federal oferece, aos alunos matriculados em cursos de graduação, financiamento de 30% a 70% das parcelas de semestralidade; Programa Universidade para Todos (PROUNI) que beneficia estudantes de baixa renda com a concessão de bolsas integrais ou parciais para ingresso em cursos de graduação, a partir da adesão da instituição ao Programa, podendo participar da seleção candidatos que tenham cursado o Ensino Médio completo em escola pública ou em particular na condição de bolsista integral, ou que apresentem aproveitamento no Exame Nacional do Ensino Médio referente ao ano de inscrição no PROUNI e comprovem carência socioeconômica, conforme critérios estabelecidos pelo Programa do Governo Federal; Programa Pró Educar que beneficia estudantes de baixa renda com a concessão de empréstimo para o Ensino Superior junto à Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do Tocantins, no qual o governo estadual oferece, aos alunos matriculados em cursos de graduação, financiamento de 30% a 70% das parcelas da semestralidade, conforme critérios por ele mesmo estabelecido. 21 ÓRGÃOS COLEGIADOS Na FAPAC, importantes trabalhos são realizados no sentido de promover a discussão referente à natureza e consequência dos sistemas de avaliação e dos programas de qualidade, a fim de que os resultados possam ser alcançados, a 91 partir do empenho e envolvimento de toda a comunidade acadêmica, para garantir o processo contínuo de melhoria e crescimento institucional, transformando-se em referencial para a sociedade. O Colegiado de Curso e o Núcleo Docente Estruturante (NDE), ambos presididos pelo Coordenador de Curso, apresenta composição e atribuições regidas pela legislação do MEC e pelo Regimento Interno da FAPAC/ ITPAC PORTO NACIONAL. 21.1 COLEGIADO DO CURSO O Colegiado de Curso é órgão de deliberação intermediária da Faculdade Presidente Antônio Carlos, no campo didático-científico. São atribuições do Colegiado de Curso: 1) deliberar sobre todos os assuntos de natureza acadêmica na sua área de atuação; 2) aprovar planos e programas de estágios, curriculares ou extracurriculares, do respectivo curso, respeitando as Legislações vigentes; 3) julgar em grau de recurso, processos acadêmicos no âmbito de sua competência. Cada Colegiado terá a seguinte composição: 1) Coordenador do Curso, seu presidente; 2) três representantes do corpo docente e três suplentes, indicado pelos pares; 3) um representante do corpo discente do curso e um suplente, indicado pelo Centro Acadêmico do Curso, com anuência do Diretório Acadêmico, quando houver. a) o Colegiado de Curso será instituído a cada 2(dois) anos, permanecendo sempre um terço dos seus representantes; b) na ausência do representante titular docente e/ou discente o suplente será convocado. c) o Colegiado de Curso se reunirá ordinariamente duas vezes em cada 92 semestre, por convocação do Coordenador do Curso, para deliberar sobre os assuntos em pauta, e extraordinariamente, quando convocado pelo Diretor Acadêmico. 21.2 NDE – NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE I. DA FINALIDADE Art.1º - O NDE é o órgão consultivo e de coordenação didática, constituido de um grupo de docentes do curso, responsável pela formulação e contínua atualização do Projeto Pedagógico do Curso. II. DAS COMPETÊNCIAS Art. 2º - São competências do NDE: a) Elaborar o Projeto Pedagógico do Curso definindo sua concepção e fundamentos; b) Manter atualizado o Projeto Pedagógico do Curso; c) Zelar para que o perfil profissional do egresso esteja em conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais em vigor; d) Conduzir os trabalhos de reestruturação curricular, para aprovação pelo Conselho Superior da Faculdade. e) Supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento do curso deliberados pelo Colegiado de Curso; f) Analisar os planos de ensino dos componentes curriculares; g) Promover a integração horizontal e vertical do curso. h) Realizar estudos para a criação e implementação de mecanismos para incentivar o desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão baseadas nas necessidades da graduação, das atuais exigências do mercado de trabalho e das políticas públicas. III. DA COMPOSIÇÃO DO NDE 93 Art. 3º - O NDE será constituído de: a) O Coordenador do curso como seu presidente; b) Deverá conter no mínimo 05 (cinco) docentes do curso; Art.4º - A indicação dos docentes será realizada pela Coordenação de Curso juntamente com a Direção Acadêmica, para um mandato de dois anos, com possibilidade de recondução. Art.5º - Os componentes do NDE deverão no mínimo 60% possuir titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação strictu sensu. Art.6º - Todos os membros do NDE deverão ter seu regime de trabalho de tempo integral ou parcial e pelo menos 20% em tempo integral. Art.7º - Os componentes do NDE receberão remuneração de uma carga horária semanal de 4 h/a de acordo com sua titulação. IV. DO FUNCIONAMENTO DO NDE Art.9º - O NDE reunir-se-á, ordinariamente por convocação de iniciativa do seu Presidente, com suas reuniões pré-agendadas, a cada 60 dias, e extraordinariamente, sempre que convocado pelo seu Presidente ou pela maioria de seus membros; Art.10º - As decisões do NDE serão tomadas por maioria simples de votos, com base no número de presentes; Art.11º - Todo membro do NDE terá direito à voz e voto, cabendo ao Presidente o voto de qualidade; Art.12º - O voto será sempre pessoal, não sendo admitido voto por procuração, por representação, por correspondência ou por qualquer outra forma; Art.13º - A renovação dos integrantes do Núcleo Docente Estruturante será a cada dois (2) anos. 21.3 COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO – CPA 94 Conforme registrado neste documento, a Comissão Própria de Avaliação – CPA é o órgão responsável pela implantação e consolidação da avaliação institucional da Faculdade Presidente Antônio Carlos. A CPA terá a seguinte composição: I. coordenador – designado pela Direção Geral; II. dois docentes – eleitos pelos pares; III. dois representantes do corpo técnico-administrativo – indicado pela Diretoria; IV. um representante discente – indicado pelo Diretório Acadêmico; V. um representante da comunidade – indicado pelo órgão solicitado. O coordenador é membro nato da Comissão, podendo ser substituído por desejo próprio ou por decisão da Diretoria Geral. Os membros docentes e o representante do corpo técnico- administrativo terão mandato de 02 (dois) anos, renováveis por mais 02 (dois) anos. A representação acadêmica e da comunidade externa terá mandato de 01 (um) ano, não sendo permitida a recondução. Na primeira constituição da CPA, um dos dois membros docentes terá mandato de apenas dois anos. Havendo afastamento definitivo de um dos membros, será solicitado a imediata entrada de um substituto. Perderá o mandato aquele membro que sem causa justificada, faltar a mais de duas reuniões consecutivas ou a quatro alternadas, ou ainda tiver sofrido penalidade por infração incompatível com a dignidade da vida universitária. É obrigatório e preferencial a qualquer outra atividade universitária o comparecimento dos membros da comissão ás reuniões. São atribuições da CPA: I. realizar seminários, reuniões, painéis, e outros para sensibilizar os membros dos diversos segmentos sobre a importância da avaliação, e a participação de cada um deles nesse processo; II. criar, desenvolver e manter uma cultura de avaliação no meio acadêmico; III. elaborar o projeto de avaliação institucional; IV. criar subgrupos de apoio em cada segmento; 95 V. coordenar a implementação do projeto de avaliação; VI. efetuar o levantamento de dados e informações pertinente ao processo de avaliação; VII. construir relatórios parciais e finais para análise dos resultados; VIII. prover o INEP de todas as informações sobre o projeto, sua implementação e resultados; IX. divulgar os resultados da avaliação para todos os segmentos representativos da CPA; X. realizar o balanço crítico ao final de cada avaliação, propondo melhorias para os pontos deficientes encontrados; XI. atualizar o projeto de avaliação sempre que se fizer necessário; XII. manter o regimento atualizado de acordo com as novas legislações. Na ausência do coordenador da comissão, o órgão será presidido pelo membro com maior tempo na instituição. A comissão terá reuniões ordinárias periódicas, ou extraordinárias por convocação do coordenador ou solicitação expressa de pelo menos dois terços de seus membros. A comissão funcionará com a maioria de seus membros; 50% (cinquenta por cento) mais 01 (um), em primeira chamada com qualquer número de participantes deliberando para a maioria simples de votos dos representantes presentes. As pautas das reuniões ordinárias serão adiantadas ao final de cada encontro, no caso de outros assuntos, serão encaminhadas com antecedência mínima de 48 (quarenta e oito horas), dispensado o prazo no caso de justificada urgência do assunto e no caso de reuniões extraordinárias. Nesses casos a pauta poderá ser comunicada verbalmente 22. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC Base Legal 96 O Trabalho de Conclusão de Curso do Curso em Engenharia Civil da Faculdade Presidente Antônio Carlos - FAPAC fundamenta-se no Art.7°, parágrafo único da Resolução CNE/CES 11, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Engenharia, que assim prescreve: É obrigatório o trabalho final de curso como atividade de síntese e integração de conhecimento. (Diário Oficial da União, abril 2002, p. 32). Objetivos - Dar oportunidade ao aluno, de experiência, em atividade de pesquisa, complementando o estudo científico e técnico com o desenvolvimento da prática profissional. - Colocar em prática os conhecimentos adquiridos no decorrer do Curso, na área escolhida para a pesquisa, propiciando, ao aluno, oportunidade para o desenvolvimento das habilidades do engenheiro pesquisador. Pré-Requisitos Estará habilitado a iniciar o Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia Civil, o aluno que estiver matriculado no 8º semestre. Após efetivar a matrícula na disciplina Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia Civil, o aluno deve, primeiramente, definir a linha de pesquisa e encaminhar à coordenação de Curso, para a indicação do professor orientador. Carga Horária Prevista A carga horária do Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia Civil é de 72 horas, com 36 horas no 8º período e 36 horas no 9° período. Critérios para Escolha do Orientador Para a realização do Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia Civil (TCC), o aluno/equipe contará com a orientação de um professor orientador 97 (professor da Congregação do Curso de Engenharia Civil). O aluno/equipe é quem escolhe e convida o professor orientador de acordo com a área de seu interesse. Uma vez aceito o convite, é feita a comunicação ao Coordenador de Curso para aprovação. Número de Alunos/Orientador A orientação será por equipe formada por, no máximo, dois alunos, observando a carga horária da disciplina, sendo que cada professor pode ter, no máximo, seis equipes por semestre. Atribuições do Orientador O professor orientador deve ser um professor do Curso, escolhido pela equipe e designado pelo Coordenador do Curso. Suas atribuições são as seguintes: auxiliar o aluno/equipe na definição do tema a ser pesquisado; orientar e acompanhar o trabalho de pesquisa, definindo as atividades a serem desenvolvidas e conferindo sua efetiva realização; verificar e anotar a presença do aluno/equipe nos horários designados para comparecer às orientações; orientar na elaboração do trabalho; verificar se o aluno cursou as disciplinas referentes à área de pesquisa pretendida. Atribuições do Orientando O Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia Civil pode ser desenvolvido em equipe de, no máximo, dois alunos. São atribuições do aluno/equipe: desenvolver com responsabilidade as atividades que lhe forem atribuídas; 98 procurar, imediatamente, o professor orientador se, durante o decorrer das atividades do Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia Civil, for verificado qualquer problema; apresentar os resultados da pesquisa com clareza e de acordo com os padrões estabelecidos neste documento; zelar pelo bom nome da instituição; estar aprovado nas disciplinas que darão suporte ao trabalho na área de pesquisa pretendida. Número de Créditos X Hora Semanal de Orientação Cada equipe de dois alunos terá uma hora de orientação por semana. Sistema de Avaliação do TCC A avaliação do Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia Civil será representada por uma nota dada pela Banca Examinadora, observando os seguintes procedimentos: a) A Banca Examinadora efetua a avaliação do Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia Civil a partir dos critérios estabelecidos pelo Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Civil e emite parecer escrito, lançando nota, numa escala de 0 a 5 pontos; b) Os avaliadores poderão sugerir alterações a serem efetuadas na versão definitiva do trabalho; c) serão considerados critérios de avaliação do Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia Civil: a versão escrita e a apresentação oral, conforme quadro abaixo: 99 d) A nota do aluno a ser registrada no diário de classe é resultante da média dos pontos obtidos na avaliação do trabalho na versão escrita e na apresentação oral, conforme se explicita: o número máximo de pontos a ser obtido, pelo aluno, é de 30, equivalendo à nota 100,0; a pontuação obtida pelo aluno será convertida em nota, através de regra de três simples, conforme exemplo: 30 pontos _________ 100 nº pontos _________ X X = nº pontos x 100 \ 30 e) Será considerado aprovado o aluno que obtiver nota igual ou superior a 60,0 (sessenta), numa escala de 0 (zero) a 100,0 (cem). Banca Examinadora A Coordenação do Curso organiza a Banca Examinadora que será composta por três profissionais, entre eles: Professor orientador; Um professor do Curso; Mais um professor do Curso, ou um profissional da área a convite (podendo ser externo à universidade, desde que possua formação superior na área do trabalho em questão, para o qual não está previsto nenhum tipo de remuneração). 100 Apresentação Escrita do Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia Civil Os trabalhos devem ser apresentados, segundo a metodologia científica dos autores da área de metodologia de pesquisa (incluir pelo menos um autor na referência). A formatação dos trabalhos deve seguir as recomendações da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Apresentação Oral do Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia Civil A apresentação oral do Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia Civil deve acontecer em uma data pré-definida pelo Coordenador do Curso, em uma seção aberta ao público. O tempo para defesa oral será distribuído da seguinte forma: tempo para apresentação do trabalho pelos alunos: 20 a 30min; tempo para argüição e comentários pela Banca: 30min Para a apresentação oral, a aluno/equipe deve entregar, com 15 dias de antecedência, cópias do trabalho para todos os membros da Banca. Após a apresentação oral e observadas as sugestões apresentadas pela Banca, o aluno/equipe deve entregar para o Coordenador do Curso uma cópia impressa e uma cópia em formato digital para gravação de um CD (por turma), observando modelo padrão. Linhas de pesquisa para o Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia Civil O aluno/equipe deverá escolher, com o auxílio do professor orientador, um tema de pesquisa que esteja dentro da proposta do Projeto Pedagógico do Curso. O aluno/equipe tem, no mínimo, dez áreas para desenvolver sua pesquisa: 101 Transportes; Saneamento; Gerenciamento de obras; Construção civil; Estruturas de concreto; Estrutura de aço; Instalações hidráulica e sanitárias; Materiais de construção civil; Geologia e mecânica dos solos. Hidrologia; Fontes Alternativas de Energia O Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia Civil poderá ser um trabalho experimental, uma pesquisa bibliográfica, desenvolvimento de projetos de extensão, relatos de estágio ou, ainda, uma composição destes. 23. ATIVIDADES COMPLEMENTARES Regulamento das Atividades Complementares A presente regulamentação de funcionamento das Atividades Complementares do ITPAC atende aos objetivos de: Motivar as atividades extracurriculares a serem realizadas pelo corpo discente; Proporcionar ao alunado aperfeiçoamentos na sua área de atuação ou áreas afins; Aprofundar o grau de interdisciplinaridade na formação acadêmica dos egressos. A Carga Horária das Atividades Complementares do Curso de Engenharia Civil esta fixada em 120 horas, podendo ser cumprida a partir do 1º 102 semestre, levando em consideração a equivalência das horas extras de atividades conforme tabela a seguir. A supervisão será efetuada pelo Coordenador do curso ao qual pertence o aluno ou por um representante devidamente nomeado pela Instituição. Relação das Atividades Complementares consideradas No curso de Engenharia Civil, as atividades de pesquisa e extensão serão amplamente estimuladas, visto que levam a um aumento da percepção da realidade pelos pesquisadores, docentes e alunos envolvidos. Por meio das atividades de extensão e de práticas investigativas serão desenvolvidos ensaios, procedimentos e metodologias, o que amplia o conhecimento e propicia condições para a procura de soluções criativas. Reconhece-se, portanto, a necessidade de serem criadas condições que viabilizem as atividades de pesquisa e extensão como atividades curriculares, inseridas no processo de ensino-aprendizagem do estudante durante o curso. Dentre essas atividades, o Projeto Pedagógico buscará incentivar, por exemplo: (a) a proposição de trabalhos de iniciação científica pelos alunos, sendo estes realizados individualmente ou em grupo, sob orientação de professores do campus; (b) a participação de equipes de estudo, compostas de professores pesquisadores e alunos do curso, em projetos de pesquisa; (c) a realização de convênios entre a Faculdade e empresas para o desenvolvimento conjunto de projetos de pesquisa e (d) a publicação dos trabalhos em congressos e eventos científicos. As atividades de pesquisa poderão ser desenvolvidas em qualquer das áreas de conhecimento da Engenharia Civil, utilizando-se os laboratórios e equipamentos disponíveis do curso e de empresas conveniadas para a sua realização. As monitorias serão implantadas de acordo com a necessidade dos alunos, em disciplinas de maior dificuldade de aprendizado. A participação dos alunos em monitorias propiciará uma experiência didática e, certamente, um aumento de conhecimento, bem como maior fixação de conteúdo. Além disso, considera-se que a relevância da atividade de monitoria consiste, principalmente, no desenvolvimento junto aos alunos de metodologias adequadas de estudo, e no 103 aperfeiçoamento do plano de atividades (organização das horas dedicadas ao estudo, de lazer e outras) para o melhor aproveitamento acadêmico. As visitas técnicas programadas tornam-se a oportunidade dos alunos vivenciarem a prática da produção de um produto, da execução de uma obra, conhecerem novas ferramentas e tecnologias e observarem diferentes equipes em um trabalho integrado. Para um melhor aproveitamento, os alunos deverão fazer uma preparação para a visita, levantando informações e questionamentos sobre a empresa, ou obra, ou evento a ser visitado. Os relatórios produzidos e as discussões posteriores à visita servirão como mecanismos para o desenvolvimento do senso crítico e reflexivo, proporcionando uma formação sócio-cultural mais abrangente. Por fim, a participação em diretório acadêmico e/ou em representações estudantis será valorizada, pois proporciona ao aluno o desenvolvimento da consciência e a conseqüente percepção de sua responsabilidade social e política. Validação das Atividades Complementares As cargas horárias das Atividades Complementares desenvolvidas pelo aluno constarão do seu Histórico Escolar. Caberá ao aluno requerer por escrito ao coordenador do curso, via protocolo, até 90 dias após a realização da atividade, a averbação da carga horária em seu Histórico Escolar, à qual não será atribuído grau. O aluno deverá anexar ao seu requerimento os comprovantes cabíveis, podendo o Coordenador recusar a atividade se considerar inadequado o comprovante ou insatisfatório o desempenho do aluno. Se for necessário, o Coordenador poderá pedir o original da cópia fornecida pelo aluno. Caberá ao Coordenador a atribuição da carga horária de todas as Atividades Complementares, não ficando o mesmo obrigado a aceitar o crédito-hora conferido por qualquer outra instituição, podendo inclusive limitar as horas a serem creditadas ao aluno. Ex: Um aluno que esta cursando o 2° Semestre, não poderá creditar uma atividade complementar que contemple uma disciplina do 3° período em diante. 104 É conveniente que as Atividades Complementares pretendidas pelo aluno, quando não forem previamente reconhecidas ou cuja carga horária não tenha sido anteriormente acolhida, sejam consultadas ao Coordenador inclusive quanto à carga horária que poderá ser aceita. No caso de alunos que não se encontram no 1º período (caso dos alunos que ingressaram no ITPAC nos semestres anteriores à efetivação das Atividades Complementares ou dos alunos transferidos de outras instituições), a carga horária a ser realizada para as Atividades Complementares corresponderá a uma fração do número total de créditos que o aluno tem que cursar para conclusão do curso (por exemplo, se um aluno ainda tiver que cursar 40% dos créditos da matriz curricular, terá de validar 40 % da carga horária máxima das Atividades Complementares). O aluno transferido poderá aproveitar-se das Atividades Complementares já validadas em outras instituições. 1.1 Tabela 1 - Exigências para o Aproveitamento das Atividades Complementares ATIVIDADE Monitoria Iniciação Científica Seminários e Congressos Palestras Cursos de Extensão REQUISITOS Parecer da banca examinadora e relatório do professor-orientador Relatório do professororientador e monografia do aluno Certificado de participação ou apresentação de resumo e carta de aceitação Certificado de participação ou apresentação de resumo e convite para o evento Certificado de participação Certificado de participação em módulos ou de proficiência Convênio entre o ITPAC com Estágio Livre a Empresa e apresentação de relatório pelo aluno Organização/Gestão de Certificado de participação e eventos / entidades de apresentação de relatório natureza sócio-cultural ou pelo aluno Cursos de estrangeiros Idiomas EQUIVALÊNCIA 40% da horária carga 40% da horária carga 100% da horária carga 100% da horária carga 20% da horária carga 20% da horária carga 20% da horária carga 80% da horária carga 105 técnica Relatório do professorProjetos de Cunho técnico orientador e apresentação de ou sócio-cultural relatório pelo aluno Atestado de publicação pela Publicações editora e publicação Atividades de Certificado ou Declaração de Aprimoramento do atividades em que os Conhecimento acadêmicos participam voluntariamente a fim de ampliar conhecimentos realtivos á formação profissional A serem estabelecidos pelo Outras Coordenador de acordo com a natureza da Atividade 24. 40% da horária carga 40% da horária 20% da horária carga 20% da horária carga carga ESTÁGIO SUPERVISIONADO Base Legal O regulamento do Estágio fundamenta-se na Lei nº 11.788 de 25/09/08, que dispõe sobre o estágio de estudantes de estabelecimentos de ensino, na Lei 9.394 de 20/12/96, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional e segue resolução abaixo atribuída pelo presente Projeto Político Pedagógico. O Estágio Supervisionado do Curso de Engenharia Civil da Faculdade Presidente Antônio Carlos - FAPAC fundamenta a formação do engenheiro civil, incluindo como etapa integrante da graduação, estágios curriculares obrigatórios sob supervisão direta da instituição de ensino, através de relatórios técnicos e acompanhamento individualizado durante o período de realização da atividade. A carga horária mínima do estágio curricular deverá atingir 160 horas Concepção de Estágio que Norteia o Curso 106 O Estágio consiste em várias disciplinas que o aluno de Engenharia Civil deve cursar, atuando em atividades relacionadas à engenharia civil, sob a orientação de um professor designado pelo Coordenador do Curso. O Estágio Supervisionado em Engenharia Civil deverá oportunizar ao aluno: Adquirir experiência profissional em Engenharia Civil; Praticar os conhecimentos teóricos adquiridos no decorrer do Curso; Complementar o estudo científico e técnico com o desenvolvimento da prática profissional; Esclarecer possíveis dúvidas dos conhecimentos teóricos adquiridos; Proporcionar uma maior integração entre empresa/escola. Carga Horária Prevista O Estágio Supervisionado em Engenharia Civil terá a duração mínima de 180 horas. Pré-Requisitos Estará habilitado, para fazer o Estágio Supervisionado em Engenharia Civil, o aluno que estiver, regularmente, matriculado no 10º Período do Curso de Engenharia Civil e com a aprovação em todos os pré-requisitos. Competências e Habilidades a serem desenvolvidas Durante a realização do Estágio Supervisionado, o aluno deverá desenvolver as seguintes competências e habilidades: Senso crítico para avaliar seus próprios conhecimentos; Refletir sobre o seu comportamento ético; Trabalhar em equipe interdisciplinar e multidisciplinar; Compreender as diversas etapas que compõem o processo construtivo; 107 Identificar e apresentar soluções criativas para problemas pertinentes à sua área de atuação. Condições do Campo de Estágio O aluno deverá escolher, com o auxílio do Coordenador de Estágio, uma empresa pública ou privada, dentre as conveniadas com a Faculdade Presidente Antônio Carlos - FAPAC, para desenvolver seu estágio. Caso o aluno pretenda estagiar na empresa em que já trabalha, poderá fazê-lo, desde que o coordenador de estágio aprove e o estágio seja desenvolvido em um setor diferente daquele no qual ele já atue. Além disso, a empresa deverá oferecer condições para desenvolver o estágio. O aluno tem, no mínimo, 6 áreas para desenvolver seu Estágio: projetos; transporte, geotecnia; saneamento; urbanização e construção civil, podendo ser em escritório (setor de projetos, orçamentação, programação, etc.) ou em canteiro de obras (construção, reformas, demolição, etc.). Sistema de Supervisão e Avaliação A supervisão dos estagiários será realizada de forma individual pelos supervisores pedagógicos, indicados pela Coordenação do Curso e por um supervisor de campo, indicado pela instituição concedente do estágio. A avaliação será realizada pelos supervisores, observando: a) a nota do estágio resultará da média ponderada das avaliações realizadas pelo supervisor de campo e pelo supervisor pedagógico, conforme os critérios: - supervisor pedagógico, nota equivalente a 70%; - supervisor de campo, nota equivalente a 30%; b) o supervisor de campo terá como referência para as avaliações, as atividades desenvolvidas pelo aluno durante o Estágio, cujos resultados serão registrados em ficha de avaliação; c) o supervisor pedagógico fará sua avaliação baseando-se nas atividades desenvolvidas, pelo aluno, no campo de estágio e no relatório apresentado. 108 d) será aprovado na disciplina de Estágio Supervisionado em Engenharia Civil o aluno que obtiver média igual ou superior a 60. Organização e Funcionamento O coordenador do curso indicará um coordenador de estágio que organizará as atividades relativas ao Estágio Supervisionado em Engenharia Civil, cabendo a este indicar o supervisor pedagógico. O supervisor de campo será indicado pela empresa, sendo este um engenheiro, arquiteto ou profissional de áreas afins do seu quadro de funcionários, devidamente registrado no CREA. Atribuições do Coordenador de Estágio O coordenador de estágio será um professor designado pelo Coordenador do Curso de Engenharia Civil. Suas atribuições são as seguintes: Fazer a captação de campos de estágio; Indicar junto à coordenação do Curso, os professores supervisores pedagógicos de estágio; Solicitar do supervisor pedagógico o plano de trabalho; Solicitar do supervisor pedagógico o relatório de atividades elaboradas pelo aluno; Verificar que o aluno tenha cursado as disciplinas referentes à área de estágio pretendida; Responsabilizar-se pelos diários com as respectivas avaliações dos estagiários. Providenciar ficha de avaliação e encaminhá-la ao supervisor de campo. Atribuições do Supervisor Pedagógico O Supervisor Pedagógico deve ser um professor do Curso designado pelo coordenador de estágio, juntamente com o Coordenador do Curso. Suas atribuições são as seguintes: 109 Acompanhar a realização do estágio, mantendo contato com o supervisor de campo, bem como verificar a efetiva participação do estagiário; Acompanhar o desenvolvimento do estágio verificando as atividades desenvolvidas; Verificar e anotar a presença do estagiário nos horários designados para comparecer à Faculdade; Orientar a elaboração do relatório. Atribuições do Supervisor de Campo O supervisor de campo deverá ser engenheiro ou arquiteto, devidamente registrado no CREA. Suas atribuições são as seguintes: Fornecer ao estagiário, no início do Estágio, informações sobre a estrutura, organização, normas internas e funcionamento global da empresa; Comunicar ao supervisor pedagógico o desenvolvimento do Estágio, bem como as eventuais anormalidades no decorrer do mesmo; Supervisionar tecnicamente as atividades do estagiário, orientando-o para o desenvolvimento do seu trabalho; Encaminhar à coordenação de estágio do Curso a ficha de avaliação do Estágio, devidamente preenchida, conforme anexo. Atribuições do Estagiário São atribuições do aluno estagiário: Desenvolver com responsabilidade as atividades que lhe forem atribuídas; Procurar imediatamente o seu supervisor pedagógico se, durante o decorrer das atividades do estágio, verificar qualquer problema; Preencher o questionário relativo às atividades desenvolvidas durante o Estágio e entregá-lo ao supervisor pedagógico; Elaborar relatório referente às atividades desenvolvidas durante o estágio; 110 Comparecer às sessões de orientação estipuladas pelo supervisor pedagógico; Zelar pelo bom nome da instituição. Relação do Número de Alunos por Supervisor Pedagógico O supervisor pedagógico poderá orientar, no máximo, seis alunos estagiários por semestre. Número de Créditos por Hora Semanal de Orientação A orientação será individualizada e de acordo com a carga horária da disciplina, deverá ser de uma hora/aula por semana. Relatório Final O relatório final é obrigatório e deverá observar os seguintes itens: a) Caracterização da Empresa: o aluno deverá descrever o local em que foi realizado o estágio, o período de duração b) Desenvolvimento das Atividades: Descrição geral do setor e do período de Estágio; Descrição das atividades executadas; Descrição dos processos técnicos ou de outras particularidades técnicas observadas; Conclusão, fazendo referência ao aproveitamento obtido com o Estágio; Críticas e sugestões. c) Estrutura do Relatório: Preliminares ou pré-texto: i. Capa; ii. Folha de rosto; iii. Folha de assinaturas; iv. Resumo; 111 v. Agradecimentos (opcional); vi. Lista de símbolos, unidades, abreviaturas, etc.; vii. Lista de instruções; viii. Sumário. Texto: i. Introdução (com descrição do local de estágio); ii. Discussão das atividades e processos; iii. Conclusão; iv. Críticas e sugestões. Pós-liminares ou pós-texto: i. Anexos (incluir nos anexos, projeto de estágio, quando solicitado); ii. Referências bibliográficas; iii. Ficha de identificação do relatório. Deverão ser entregues ao coordenador de estágio uma (01) via impressa e uma (01) cópia digital do relatório; a cópia digital será gravada em CD (juntamente com o restante da turma) e ficará na Faculdade; a cópia impressa é devolvida ao aluno e será entregue à empresa. O aluno deve observar a data limite, prefixada pelo coordenador de estágio, para entrega do documento. 25 PESQUISA, EXTENSÃO E MONITORIA Pode-se definir pesquisa como procedimento racional e sistemático que tem como objetivo proporcionar respostas aos problemas que são propostos. A pesquisa é requerida quando não se dispõe de informação suficiente para responder ao problema, ou então quando a informação disponível se encontrar em tal estado de desordem que não possa ser adequadamente relacionada ao problema (GIL, 2010). 112 A pesquisa na FAPAC se dará através de investigações de cunho bibliográfico que aborda estudos e levantamentos bibliográficos já publicados sobre o assunto, em livros, revistas, jornais, teses, dissertações e anais de eventos científicos. Todavia, em virtude da disseminação de novos formatos de informação, estas pesquisas passaram a incluir outros tipos de fontes, como discos, fitas magnéticas, CDs, bem como material disponibilizado pela internet. Praticamente toda pesquisa acadêmica requer em algum momento a realização de trabalho que pode ser caracterizado como pesquisa bibliográfica (Gil, 2010). A bibliografia pertinente “oferece meios para definir, resolver, não somente problemas já conhecidos, como também explorar novas áreas, onde os problemas ainda não se cristalizaram suficientemente” (MANZO, 1971). Utilizar-se-á também de estudos de caso por se tratar de uma investigação empírica, que pesquisa um fenômeno dentro do seu contexto real. Sustentada por uma plataforma teórica, reúne o maior número possível de informações, em funções das questões e proposições orientadoras do estudo, por meio de diferentes técnicas de levantamento de dados e evidências: observação, observação participante, entrevistas, questionário, pesquisa documental (MARTINS, 2006). A partir do 1º período e durante o curso os docentes de todas as disciplinas deverão planejar atividades de pesquisa a serem apresentadas pelos alunos em seminários, jornadas acadêmicas, jornadas científicas e/ou congressos, com pontuação distribuída nos 100 pontos do semestre, sendo compreendido como um dos meios para que ocorra a iniciação às atividades de pesquisa científica. O Trabalho de Conclusão de Curso - deverá ser resultado de uma pesquisa que envolverá desde a adequada formulação do problema até a satisfatória apresentação dos resultados. Além dos professores orientadores a COPPEX acompanhará as exposições técnicas feitas pelos orientandos, em especial, por ocasião da Jornada Científica do ITPAC PORTO NACIONAL, evento este, realizado pela FAPAC. INICIAÇÃO CIENTÍFICA 113 O Programa de Iniciação Científica – PIC no Curso de Engenharia Civil é destinado aos alunos regularmente matriculados, sendo que seu desenvolvimento está sob a responsabilidade da Coppex atendendo o regulamento previsto do PDI. EXTENSÃO A instituição de ensino superior tem sua missão assentada no tripé ensino, pesquisa e extensão. Destas três finalidades, a extensão é a mais difícil de ser estruturada, por ser uma ação informal, contratual e de administração compartilhada entre a escola e outra instituição. As atividades de extensão desenvolvidas na Faculdade Presidente Antônio Carlos - FAPAC são de caráter cultural, social, de prestação de serviço e de apoio às ações da formação profissional. Assim, a escola estabelece uma parceria com o setor público e produtivo para prestar consultoria técnica, para desenvolver projetos e para realizar treinamento e educação profissional. A pesquisa tecnológica fomenta os programas de extensão, e ambos provocam a demanda de qualificação profissional. A extensão entendida como prestação de serviços à comunidade é um compromisso que vem colaborar para a inserção da Faculdade na comunidade, como um item fundamental para o cumprimento de seu papel social. O Programa de Extensão Comunitária – PEC congrega vários projetos de atendimento à comunidade, buscando integrar comunidade e Faculdade em torno de iniciativas que venham colaborar para o desenvolvimento de melhorias nas condições de vida social, dentro dos limites possíveis de cada uma das propostas e de cada projeto. O envolvimento com a comunidade e parcerias Através da extensão, profissional e assistencial, o aluno participará, sob a supervisão docente, de programas de serviços à comunidade, atuando em organizações com ou sem fins lucrativos ou diretamente com as pessoas necessitadas. Instalação de um centro de estudos avançados em ciências gerenciais, para o desenvolvimento de temas emergentes, no cenário da 114 globalização, da sociedade do conhecimento, com parcerias e convênios a serem firmados após a autorização do curso. MONITORIA A Monitoria tem como objetivo propiciar ao aluno oportunidade de desenvolver suas habilidades para a carreira docente, nas funções de ensino, pesquisa e extensão; assegurar cooperação didática ao corpo docente e discente nas funções universitárias; propiciar ao aluno oportunidades de preparação e précapacitação profissional, nas várias áreas de interesse, visando seu treinamento em serviço, exploração de aptidões intelectuais e descobertas de vocações. 26. AUTO–AVALIAÇÃO DO CURSO No curso de Engenharia Civil da FAPAC serão realizadas reuniões periódicas envolvendo a Coordenação do Curso e o corpo docente e discentes, com o intuito de debater a metodologia de ensino a ser adotada frente à Concepção do Curso, de forma a promover mecanismos eficazes de aprendizagem. Partindo-se da Concepção do Curso, a metodologia de ensino deve contemplar atividades práticas, no sentido de possibilitar ao aluno um aprendizado crítico, participativo e criativo, que permita seu desenvolvimento para atuação no atual mercado de trabalho. Além disso, será incentivado o desenvolvimento de projetos em várias disciplinas do curso. A idéia é fazer com que o futuro profissional desenvolva sua iniciativa e criatividade para agir num ambiente de incerteza e mudança constante e possa continuar aprendendo e acompanhando o desenvolvimento da área. Com a observação e a discussão sobre os métodos de ensino empregados o cumprimento do Projeto Pedagógico estará assegurado, permitindo ao aluno o desenvolvimento de suas habilidades e competências. A metodologia de ensino, aplicada nos cursos da IES, inclui abordagens inovadoras de estratégias de ensino, desenvolvendo as competências e habilidades exigidas para esse profissional. 115 27. INFRAESTRUTURA FÍSICA E DE LABORATÓRIOS E RECURSOS MATERIAIS O Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos - ITPAC de Porto Nacional é uma instituição com sede própria, localizada na Rua 02, Quadra 07, s/nº, Setor Jardim dos Ypês em Porto Nacional – TO. Possui uma área abrangente de 79.905 m², sendo 7.000 m² de área construída, dividida em 07 Blocos (A, B, C, D, E, F e G), com estacionamento amplo de 21.000 m² de pavimentação asfáltica. Os setores da referida instituição: Laboratórios, Ambulatório, Clínica Odontológica, Departamentos Administrativos e Salas de Aulas são climatizados e dispõe de todos os móveis e equipamentos inerentes a cada um. Todas as salas de aulas são equipadas com aparelho de Multimídia (Data-show) fixo em cada uma. Ressalta-se ainda, que a Instituição possui infraestrutura adaptada para o atendimento aos alunos e demais usuários Portadores de Necessidades Especiais. O seu espaço físico conta com banheiros adaptados, rampas de acesso e vagas para estacionamento prioritário. ESPAÇO DE TRABALHO Bloco C (925,32 m²) Este espaço é destinado à estrutura do corpo técnico administrativo da Instituição. As funções desempenhadas por cada departamento deste Bloco atendem a parte Pedagógica e Administrativa desta IES. A estrutura física possui salas climatizadas e informatizadas com computadores modernos, os quais são interligados por meio de rede lógica, bem como a utilização de sistema em ERP (Enterprise Resource Planning) ou SIGE (Sistema Integrados de Gestão Empresarial) e sistema operacional Windows. Segue abaixo dados relativos a cada departamento, incluso área e atribuições pertinentes ao seu gerenciamento. LOCALIDADE Recepção Geral ÁREA 73,20 m² LOCALIDADE Tecnologia da Informação ÁREA e 36,74 m² Comunicação 116 Contabilidade 19,32 m² Sala de Reunião 17,91 m² Financeiro 46,43 m² Diretoria Geral 25,17 m² Administrativo 34,71 m² Assessória Jurídica 8,67 m² Almoxarifado 101,22 m² Telefonia 4,97 m² Sala de Manutenção 15,97 m² Banheiro Masculino 28,65 m² Secretaria Acadêmica 92,08 m² Banheiro Feminino 28,65 m² Recurso Humano 29,50 m² Diretoria Acadêmica 19,04 m² Reprografia 8,64 m² Coordenações de curso 93,48 m² COPEX 10,55 m² Sala dos professores 19,02 m² SALAS DE AULA Bloco A (925.32 m²) Este bloco possui capacidade de acomodação de 48 a 80 alunos por sala de aula, conforme metragem abaixo relacionada. Possui salas climatizadas, com aparelho de multimídia (data show) fixo. O banheiro feminino acomoda 06 sanitários e toaletes completos, sendo 01 específico para atendimento de portadores de necessidades especiais. Enquanto que o Banheiro Masculino possui 03 (três) sanitários, sendo 01 específico para atendimento de portadores de necessidades especiais e 04 (quatro) mictórios. O referido bloco também possui 01 sala de DML Depósitos de Material de Limpeza (para serviços para suporte da manutenção e limpeza do prédio). Seguem abaixo dados referentes ao bloco. LOCALIDADE ÁREA Sala 1-A 93,02 m² Sala 2-A 93,02 m² Sala 3-A 61,62 m² Sala 4-A 61,62 m² Sala 5-A 61,62 m² Sala 6-A 77,32 m² Sala 7-A 77,32 m² Sala 8-A 77,32 m² Sala 9-A 77,32 m² Banheiro Feminino 29,44 m² Banheiro Masculino 29,44 m² 117 Bloco B (1.000 m²) O referido bloco suporta 48 a 80 alunos, por sala de aula, com salas climatizadas, 08 (oito) aparelhos de Multimídia (data show) e 01 (um) televisor 50” fixo. Há ainda Banheiro Feminino com 06 sanitários e toaletes completos, sendo 01 específico para atendimento de portadores de necessidades especiais e Banheiro Masculino com 03 (três) sanitários, sendo 01 específico para atendimento de portadores de necessidades especiais e 04 (quatro) mictórios. Possui também 01 sala de DML para suporte da manutenção e limpeza do prédio. Seguem abaixo dados referentes ao bloco. LOCALIDADE ÁREA Auditório 157,07 m² Sala 1-B 77,71 m² Sala 2-B 77,71 m² Sala 3-B 77,71 m² Sala 4-B 60,06 m² Sala 5-B 51,41 m² Sala 6-B 51,41 m² Sala 7-B 104,01 m² Sala 8-B 51,41 m² Sala Áudio Visual 12,80 m² DCE 11,83 m² Reprografia 25,21 m² Banheiro Feminino 28,65 m² Banheiro Masculino 28,65 m² SALAS DE INFORMÁTICA As salas de informática estão disponíveis para várias disciplinas e acesso da comunidade em geral. Cada uma delas possui uma área equivalente a 52 m² e capacidade para 32 alunos, equipados com 32 máquinas Dell Vostro, 32 com monitores de 19 polegadas e “nobreaks”, utiliza sistema operacional Windows e AutoCAD-2012 registrados. QUANTIDADE DESCRIÇÃO 118 32 NO BREAK APC 600 32 CPU DEEL 32 MONITOR DEEL 19" LCD 01 MESA QUADRADA MDF 32 CADEIRA ESTOFADA COR CINZA /PRETO 01 CADEIRA ESTOFADO COR AZUL 27.1 Laboratórios projetados para o curso No Curso de Engenharia Civil é necessária a instalação de Laboratórios Acadêmicos nas seguintes áreas de conhecimento: Informática, Desenho técnico, Física, Química, Topografia, Materiais de Construção e Técnicas Construtivas, Geotecnia, Hidráulica e Saneamento. São nos laboratórios acadêmicos que professores e estudantes realizam a parte prática de seus trabalhos e projetos, atuando nas áreas de ensino. As atividades desenvolvidas dão suporte ao curso, promovendo o desenvolvimento de materiais, tecnologias e processos e permitem a prestação de serviços à comunidade. Devido a sua idoneidade, os laboratórios acadêmicos são geralmente solicitados para atestarem a integridade de atuais e/ou novos produtos e tecnologias, transformados e em núcleos de excelência, quando eficientemente equipados, capazes de acompanhar as inovações tecnológicas e exigências do mercado quanto à qualificação e certificação do bem consumido pela comunidade. 27.1.1 Laboratório de Informática No Curso de Engenharia Civil, os Laboratórios de Informática atendem às necessidades das disciplinas de Estatística, Instalações Elétricas Prediais, Topografia, Geoprocessamento, Desenho Técnico Assistido por Computador, Cálculo e as disciplinas que lidam com programas de dimensionamento Computacionais específicos das áreas profissionalizantes. A carga horária semestral de utilização para as atividades acadêmicas destas disciplinas, quando do funcionamento pleno do curso, será de 300 horas aproximadamente. O Laboratório de Informática deve apresentar infra-estrutura, equipamentos e 119 softwares, para atender as necessidades específicas nos tópicos abordados nas ementas de cada disciplina, considerando os seguintes parâmetros: I laboratórios com capacidade para 32 estudantes; II uma máquina de computador completa para cada estudante, incluindo CPU, monitor, teclado e mouse; III softwares: Office, Windows, compiladores de linguagem computacional, editor de desenhos, entre outros. Conforme as necessidades das disciplinas do Curso, principalmente das citadas anteriormente; IV técnicos para auxiliar no desenvolvimento das atividades nos laboratórios (manutenção, aulas, gerência de suprimentos, etc.). O dimensionamento e a otimização do Laboratório de Informática devem ser resultados da interação das necessidades dos demais cursos de graduação da ITPAC-PORTO, que contemplam disciplinas afins. 27.1.2 Laboratório de Física No Curso de Engenharia Civil, os Laboratórios de Física atendem às necessidades das disciplinas de Física I, Física II e Introdução a Eletricidade. A carga horária semestral de utilização para as atividades acadêmicas destas disciplinas, quando do funcionamento pleno do Curso, será de 50 horas aproximadamente. O Laboratório de Física deve apresentar infra-estruturar e equipamentos para atender as necessidades específicas nos tópicos abordados nas ementas de cada disciplina, considerando os seguintes parâmetros: I laboratórios com capacidade para 20 estudantes; II bancadas de apoio para desenvolvimento das aulas práticas; III equipamentos específicos para atender as necessidades apresentadas nas ementas de cada disciplina; IV técnicos para auxiliar no desenvolvimento das atividades nos laboratórios (manutenção, aulas, suprimentos, gerência, etc.). O dimensionamento e a otimização do Laboratório de Física devem ser resultados da interação das necessidades dos demais cursos de graduação da ITPAC-PORTO, que contemplam disciplinas afins. 27.1.3 Laboratório de Química 120 No Curso de Engenharia Civil, os Laboratórios de Química atendem às necessidades da disciplina de Química Geral. A carga horária semestral de utilização para as atividades acadêmicas destas disciplinas, quando do funcionamento pleno do Curso, será de 20 horas, aproximadamente. O Laboratório de Química deve apresentar infra-estrutura e equipamentos para atender as necessidades específicas nos tópicos abordados nas ementas de cada disciplina, considerando os seguintes parâmetros: I laboratórios com capacidade para 20 estudantes; II bancadas de apoio para desenvolvimento das aulas práticas; III equipamentos e reagentes específicos para atender as necessidades apresentadas na ementa da disciplina; e IV técnico para auxiliar no desenvolvimento das atividades no laboratório (manutenção, aulas, controle de suprimentos, etc.). O dimensionamento e a otimização do Laboratório de Química devem ser resultados da interação das necessidades dos demais cursos de graduação do ITPAC – PORTO, que contemplam disciplinas afins. 27.1.4 Laboratório de Topografia No Curso de Engenharia Civil, o Laboratório de Topografia atende às necessidades da disciplina de Topografia e Geodésia. A carga horária semestral de utilização para as atividades acadêmicas destas disciplinas, quando do funcionamento pleno do Curso, será de 80 horas. O laboratório de Topografia deve apresentar infra-estrutura e equipamentos para atender as necessidades específicas nos tópicos abordados na ementa de Topografia e Geodésia, considerando os seguintes parâmetros: I salas com pranchetas individuais, para o desenvolvimento das aulas práticas de desenho topográfico com capacidade de 20 estudantes; II técnicos para auxiliar no desenvolvimento das atividades nos laboratório e em atividades de campo (manutenção, aulas práticas, controle de suprimentos, etc.); III área anexa à sala de aula para guarda dos equipamentos e materiais de consumos utilizados nas aulas práticas de topografia; e IV equipamentos específicos para atender as necessidades apresentadas na ementa da disciplina. Os critérios adotados para definição dos quantitativos de equipamentos para o Laboratório de Topografia tiveram como base o número de estudantes por aula prática, no máximo 20. 121 27.1.5 Laboratório de Materiais de Construção e Técnicas Construtivas O Laboratório de Materiais de Construção Civil é um dos principais laboratórios do Curso de Engenharia Civil, tendo grande importância na formação dos estudantes. Este é o espaço reservado para fornecer suporte ao desenvolvimento de aulas práticas das disciplinas de Laboratório de Materiais de Construção, cujo preferencialmente conteúdo ministradas é abordado em em semestres duas disciplinas subsequentes. Os distintas, conceitos abordados nestas disciplinas são de fundamental importância e contemplados como pré-requisitos para as disciplinas das áreas de conhecimento de Construção Civil e Sistemas Estruturais, podendo, também, oferecer suporte para outras disciplinas. Atividades de pesquisa e extensão encontram nos Laboratórios de Materiais, quando devidamente equipados, fonte de recursos técnicos que possibilitam o aperfeiçoamento, bem como o desenvolvimento de novas tecnologias, processos e materiais, podendo se tornar núcleos de excelência em desenvolvimento tecnológico e prestação de serviços à comunidade. No Curso de Engenharia Civil, o Laboratório de Materiais avalia os elementos utilizados nas mais diferentes obras de Engenharia Civil, entre eles os agregados, os aglomerantes, as argamassas, os concretos, as peças de aço e madeira, as tintas e os vernizes, além de elementos de vedação como blocos e painéis, dentre outros. A carga horária semestral de utilização para as atividades acadêmicas destas disciplinas, quando do funcionamento pleno do Curso, será de 90 horas, aproximadamente. As necessidades de infra-estrutura específica desse laboratório demandam: I área suficiente para atender um número mínimo de 20 estudantes acomodados em bancadas específicas, que permitam o desenvolvimento de aulas práticas; II sala de aula para atender um número mínimo de 40 estudantes sentados, no desenvolvimento de aulas teóricas, sobre materiais de construção; III sala para guarda dos equipamentos e ferramentas; IV sala para armazenamento de aglomerantes e argamassa industrializadas, livre de umidade; V sala climatizada para acomodação da prensa servocontrolada; VI câmara úmida para acomodação dos corpos de prova de concreto, argamassas, blocos, etc.; VII área anexa ao laboratório, com piso apropriado, para armazenar materiais granulares como areia, 122 brita, saibro, dentre outros. Também permitirá o desenvolvimento de aulas demonstrativas de técnicas de construção, por exemplo: execução de alvenaria, revestimentos, coberturas, fôrmas e armaduras para elementos de concreto (vigas, pilares e lajes), dentre outras atividades práticas. Cabe lembrar que esta área deve ser de fácil acesso ao trânsito de caminhões, permitindo o transporte de materiais e a limpeza do laboratório; VIII dois técnicos e um auxiliar para o desenvolvimento das atividades no laboratório e em atividades de campo (manutenção, suporte nas aulas práticas, controle de suprimentos, etc.); IX equipamentos específicos para atender as necessidades apresentadas nas ementas das disciplinas. Os critérios adotados na definição dos quantitativos tiveram como base o número de estudantes por aula prática (no caso, 20 estudantes). 27.1.6 Laboratório de Geotecnia (Mecânica dos Solos) O Laboratório de Geotecnia é fundamental no Curso de Engenharia Civil, tendo também grande importância na formação dos estudantes. Este espaço fornece suporte para o desenvolvimento de aulas práticas das disciplinas de Laboratório de Mecânica dos Solos, cujo conteúdo é abordado em duas disciplinas em semestres diferentes. Os conceitos abordados nestas disciplinas são pré-requisitos para as disciplinas das áreas de conhecimento Geotecnia e Transporte e Logística como: Mecânica dos Solos I e II, Estradas I e II, Fundações e Barragens. Este laboratório auxilia no estudo e classificação dos mais diferentes tipos de solos, fornecendo parâmetros de projeto que são utilizados em obras de terra, na definição dos tipos de fundações, na base das estradas, na estrutura das barragens, túneis e nos vários tipos de canais para condução de água. A carga horária semestral de utilização para as atividades acadêmicas destas disciplinas, quando do funcionamento pleno do Curso, será de 120 horas, aproximadamente. As necessidades específicas desse laboratório demandam: I área suficiente para atender um número mínimo de 20 estudantes acomodados em bancadas específicas, que permitam o desenvolvimento de aulas práticas; II sala de aula para atender um número mínimo de 40 estudantes sentados; no desenvolvimento de aulas teóricas, sobre mecânica dos solos; III sala para guarda dos equipamentos e ferramentas; IV sala climatizada para acomodação das 123 prensas, para ensaios de cisalhamento direto e triaxial em amostras de solo; V área anexa ao laboratório, com piso apropriado, para armazenar diferentes tipos de solo. Cabe lembrar que essa área deve ser de fácil acesso ao trânsito de caminhões, permitindo o transporte de materiais e a limpeza do laboratório; VI dois técnicos e um auxiliar para o desenvolvimento das atividades nos laboratório e em atividades de campo (manutenção, suporte nas aulas práticas, controle de suprimentos, etc.); VII equipamentos específicos para atender as necessidades apresentadas nas ementas das disciplinas. Os critérios adotados na definição dos quantitativos tiveram como base o número de estudantes por aula prática (no caso 20 estudantes). 27.1.7 Laboratório de Hidráulica No Curso de Engenharia Civil, o Laboratório de Hidráulica atende às necessidades das disciplinas de Fenômenos dos Transportes e Hidráulica sendo a carga horária semestral de utilização para as atividades acadêmicas destas disciplinas, quando do funcionamento pleno do Curso, de 30 horas, aproximadamente. O Laboratório de Hidráulica deve apresentar infra-estrutura e equipamentos para atender as necessidades específicas nos tópicos abordados na ementa das disciplinas de Fenômenos dos Transportes e Hidráulica, comportando uma turma de 20 estudantes. 27.1.8 Laboratório de Saneamento No Curso de Engenharia Civil, o Laboratório de Saneamento atende às necessidades das disciplinas de Tópicos em Ciências Ambientais e, Saneamento e sendo a carga horária semestral de utilização para as atividades acadêmicas destas disciplinas, quando do funcionamento pleno do Curso, de 20 horas, aproximadamente. O Laboratório de Saneamento deve apresentar infra-estrutura e equipamentos para atender as necessidades específicas nos tópicos abordados na ementa das disciplinas Tópicos em Ciências Ambientais e Saneamento comportando uma turma de 20 estudantes. 124 27.1.9 Serviços de Laboratório Os laboratórios de informática contam com serviço de internet que pode ser utilizado por todos os usuários. A limpeza dos laboratórios segue o mesmo procedimento dos demais ambientes da unidade. Os técnicos têm a função de garantir o bom estado e a conservação das instalações, mobiliário e equipamentos (exceção feita aos equipamentos de informática que são gerenciados pela equipe específica de informática). Com o avanço do curso, serão investidos nos laboratórios dos diversos cursos que oferece. A IES manterá os seguintes cargos para apoio aos laboratórios: Responsável Técnico de Laboratório na Unidade: Coordenar e administrar os Laboratórios de acordo com a padronização estabelecida, atendendo aos aspectos aplicáveis da legislação vigente (segurança do trabalho, gerenciamento de resíduos e utilização de produtos controlados), visando gerar um trabalho de qualidade para o atendimento das atividades práticas nos laboratórios. Técnico de laboratórios: Montar e desmontar os experimentos nos laboratórios para as aulas práticas, atendendo ao Manual das Boas Práticas de Laboratórios a fim de garantir um serviço de apoio de qualidade para o melhor aproveitamento do aluno. Auxiliar de Limpeza: Limpar e auxiliar na organização dos laboratórios e manutenção de equipamentos, conforme orientações do Responsável de Laboratório, atendendo as normas do Manual de Boas Práticas de Laboratório, a fim de promover a limpeza adequada e a total eliminação de resíduos que possam contaminar pessoas e o ambiente. Manutenção: A manutenção dos equipamentos segue, em linhas gerais, o seguinte procedimento: Se o equipamento se encontra em período de garantia, este é destinado ao fornecedor para que as providências sejam tomadas. Quando o equipamento não está mais em garantia e o problema é simples, os funcionários do apoio realizam a manutenção do mesmo. Os problemas mais complicados são encaminhados para uma assistência técnica especializada. No Setor de Apoio, existem equipamentos de reserva para substituir temporariamente os equipamentos em manutenção. 125 Atualizações Os equipamentos de informática de uso acadêmico da Instituição serão atualizados conforme a necessidade. No momento da atualização, é verificado se a expansão de memória, disco rígido e processador atendem as necessidades de uso nos laboratórios. Se esta atualização não for suficiente para as necessidades das evoluções dos softwares utilizados nas práticas acadêmicas, novos computadores são adquiridos e os computadores removidos dos laboratórios são distribuídos para atividades administrativas que requerem baixa capacidade de processamento. As máquinas que não atenderem mais as necessidades administrativas deverão ser vendidas para empresas especializadas na destinação deste tipo de equipamento, ou doados para carentes. 126 Faculdade Presidente Antônio Carlos - FAPAC Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos Porto Ltda BIBLIOTECA DADOS TÉCNICOS DA BIBLIOTECA 1. ACERVO 127 A Biblioteca do Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos ITPACPORTO proporciona suporte para o desenvolvimento das funções de ensino, pesquisa e extensão dos cursos de Arquitetura, Medicina, Odontologia, Enfermagem, Engenharia Civil. Com a capacidade para 200 alunos, seu principal foco é a interação aluno/biblioteca, objetivando todas as necessidades procuradas. A biblioteca ocupa uma área de 513,03 m² (incluindo o salão de leitura, cabines de estudo em grupo, acervo, laboratório de informática, Videoteca individual e sala de leitura individual) distribuída de forma a disponibilizar o livre acesso ao acervo e propiciando ao usuário procurar as obras que deseja retirar diretamente nas estantes. Oferece ao usuário um ambiente confortável com condições de estudo e pesquisa. Os usuários da Biblioteca têm disponível 88 escaninhos, destinado a abrigar todo o material pessoal de quem efetua a consulta, enquanto permanecer nas dependências do setor. O acervo bibliográfico se divide em 09 classes do conhecimento humano e está distribuído em estantes para livros (dupla face). Os usuários têm à sua disposição 02 terminais para consulta à base de dados na própria biblioteca, o mecanismo de busca pode ser feito pelo autor, título ou assunto. Totalmente informatizado através do software para gerenciamento de bibliotecas denominado RM Biblios. Os empréstimos, devolução, reservas estão disponíveis em computadores no balcão de atendimento. Amplamente utilizado nas rotinas do sistema, qualquer tipo de documento pode ser identificado através da etiqueta de código de barras, que são produzidas pelo próprio sistema. As consultas ao acervo são disponibilizadas através de 02 terminais de consulta. O acervo da biblioteca é de 5.050 títulos e 26.100 exemplares, entre livros, periódicos, obras de referência e materiais especiais. Encontra-se totalmente automatizada por meio do sistema RM, dispondo de código de barras que viabiliza de forma ágil e eficaz o empréstimo do material bibliográfico. Todo o acervo está registrado, classificado de acordo com a CDD (Classificação Decimal de Dewey) e catalogado seguindo as normas da AACR2 (Código de Catalogação 128 Anglo-Americano). Existe uma política definida de atualização do acervo em nível institucional. O docente solicita as suas necessidades à coordenação do curso, esta encaminha aos setores responsáveis (biblioteca e setor de compra do ITPAC- PORTO). A biblioteca do ITPAC- PORTO, particularmente, desenvolve uma política de atualização e desenvolvimento do acervo, observando: a seleção e aquisição de material bibliográfico. Na seleção, a biblioteca recebe e analisa a lista de sugestões dos professores da cada curso, bem como as demandas anteriores não atendidas e as estatísticas de uso da biblioteca. No processo de aquisição, a biblioteca conta com orçamento anual e realiza 02 (duas) aquisições anuais, sendo uma no início do 1º semestre e outra no início do 2º semestre. Nesta rotina, a bibliotecária elabora a lista conforme a demanda de cada curso e encaminha ao Departamento de Compras para que se proceda a aquisição dentro do calendário em vigor. QUADRO GERAL DO ACERVO MULTIMEIOS E ELETRÔNICOS MATERIAIS TÍTULOS BIBLIOGRÁFICO, EXEMPLARES Livros 3373 20649 Periódicos 390 3670 Monografias 700 700 DVD 23 159 Cd-rom 207 816 Fitas VHS 01 02 129 TOTAL DO ACERVO POR ÁREA DE CONHECIMENTO ÁREA LIVROS Títulos Ciências Exatas e da Terra Ciências Biológicas e da Saúde Engenharia e Tecnologia Ciências Sociais Aplicadas Ciências Humanas e Sociais Linguística, Letras e Artes TOTAL PERIÓDICOS Exemplar Nacionais Extrangeiros 336 2677 46 60 1342 423 279 644 347 3.371 9201 4371 832 2128 1447 20.656 1772 376 187 536 195 3.112 234 55 00 150 11 510 O horário de funcionamento da Biblioteca é de Segunda à Sexta das 08:00 h às 23:00 h e no Sábado 08:00 h às 18:00 h. Possui 02 bibliotecários com experiência administrativa na área da Ciência da Informação. Estes são responsáveis pela direção e organização do setor. A biblioteca conta com 10 auxiliares de biblioteca, além de pessoal de apoio, vigilância, limpeza e manutenção, que estão preparados para manter o ambiente limpo e agradável para os usuários. Empréstimo domiciliar o usuário deverá está devidamente cadastrado, obedecendo às condições: prazo de empréstimo, limite de obras. Efetuada somente no balcão de empréstimo da biblioteca onde o material foi retirado. 7.2.5 SALÃO DE ESTUDOS EM GRUPO (101,02 m²) O salão de estudo em grupo foi criada para o melhor conforto dos discentes e docentes, com espaço confortável e climatizado para que possam ter um melhor aproveitamento dos estudos. Conta com 08 salas de estudo em grupo (7,27 m² cada) que acomodam 48 alunos e um salão com 5 mesas que acomodam 30 alunos e 02 cabines de estudo para alunos cadeirantes, climatização e lâmpada de emergência. 7.2.6 SALA DE ESTUDOS INDIVIDUAL (51,41 m²) ITPACPORTO - INSTITUTO ANTONIO PRESIDENTE ANTONIO CARLOS PORTO LTDA A biblioteca dispõe de uma sala para estudo individual com 51,41 m² e conta com mais 20 cabines individuais. 1.1.1 7.2.7 VIDEOTECA (35,80 m²) A biblioteca dispõe de uma videoteca com 10 cabines individuas onde os usuários podem assistir aos vídeos. 7.2.8 LABIN (51,41 m²) Os usuários também têm à sua disposição 32 terminais de microcomputadores conectados em rede e à internet para a realização de atividades acadêmicas. PROJETO POLITICO PEDAGÓGICO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL 131