FAPAC - Faculdade Presidente Antônio Carlos
ITPAC-PORTO INSTITUTO TOCANTINENSE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS PORTO LTDA
Rua 02, Quadra 07 s/n – Jardim dos Ypês; Porto Nacional - TO Fone: (063) 3363-9600
CNPJ – 10.261. 569/0001 – 64
www.itpacporto.com.br
PROJETO PEDAGÓGICO
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
PORTO NACIONAL – TO
2013
1
SUMÁRIO
1
IDENTIFICAÇÃO
03
2
APRESENTAÇÃO
04
3
HISTÓRICO
04
4
MISSÃO INSTITUCIONAL
05
5
JUSTIFICATIVA SOCIAL
06
6
POLÍTICAS INSTITUCIONAIS
09
7
FINALIDADE DO CURSO
12
8
CONCEPÇÃO DO CURSO
14
9
OBJETIVOS DO CURSO
15
10
PERFIL DO EGRESSO
16
11
METODOLOGIA DE ENSINO E PRÁTICAS INOVADORAS
18
12
FORMA DE ACESSO AO CURSO
20
13
ESTRUTURA GERAL DO CURSO
21
14
EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA
30
15
COORDENAÇÃO DO CURSO
69
16
CORPO DOCENTE
69
17
METODOLOGIA
72
18
SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM
77
19
SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DE CURSO
84
20
DO CORPO DISCENTE
85
21
ORGÃOS COLEGIADO
91
22
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC
96
23
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
102
24
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
106
25
PESQUISA, EXTENSÃO E MONITORIA
112
26
AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO
115
27
INFRAESTRUTURA FÍSICA, DE LABORATÓRIO E RECURSOS MATERIAIS
116
2
1. IDENTIFICAÇÃO
Mantenedora: Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos Porto Ltda
Mantida: Faculdade Presidente Antônio Carlos – FAPAC
Endereço: Rua 02, quadra 07, s/n - Jardim dos Ypês
CEP: 77.500-000
Telefone: (63) 3363-9600
CNPJ: 10.261.569/0001-64
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DIRETOR PRESIDENTE
Dr. Nicolau Carvalho Esteves
Bacharel em Medicina
Especialista em Ortopedia e Traumatologia.
Mestre em Finanças e Gestão Empresarial.
DIRETOR GERAL
Dr. Renato Tavares Esteves
Bacharel em Medicina
MBA em Gestão Empresarial
[email protected]
DIRETORA ACADÊMICA
Profª. Lucélia Neves de Araújo
Licenciatura em Geografia
Especialização em Comunicação e Educação em Novas Tecnologias
[email protected]
COORDENADOR DO CURSO
Cleber Decarli de Assis
Bacharel em Engenharia Civil – CEULP/ULBRA
Mestre em Geotecnia – EESC/USP
[email protected]
3
2.
APRESENTAÇÃO
A presente proposta pedagógica tem respaldo nas Diretrizes Curriculares
Nacionais, Resolução CNE/CES nº 11, de 11 de março de 2002 e busca
demonstrar as variáveis norteadoras das ações pedagógicas para a formação do
Engenheiro Civil.
O Projeto Pedagógico que se apresenta a seguir é o resultado de
discussões e avaliações iniciadas em 2012, através do NDE – Núcleo Docente
Estruturante, refletindo-se na contextualização de mercado somado à realidade do
mundo em que vivemos, tendo como foco a valorização do profissional e a
conservação e preservação dos recursos naturais para as próximas gerações.
A referência desse modelo é o projeto elaborado com vigência a partir de
2011, turno noturno, cuja vigência se encerrará gradativamente após a implantação
da nova Matriz Curricular com vigência a partir de 2013, 2º semestre.
Este documento será norteador da prática pedagógica e se tornará
instrumento de ação para assegurar a unidade e coerência dos trabalhos e ações
docentes e do seu processo de avaliação, atualização, reflexão e revisão para os
anos subseqüentes, cumprindo assim com suas funções de articulação,
identificação, retroalimentação, inovação e ética para tornar a filosofia e o projeto
educacional viável e efetivo.
3.
HISTÓRICO
O ITPAC Porto Nacional – Instituto Tocantinense Presidente Antonio
Carlos Porto é o mantenedor da FAPAC – FACULDADE PRESIDENTE ANTONIO
CARLOS, credenciada Instituição de Ensino Superior, por ato do Chefe do
Executivo do Estado do Tocantins, através do Decreto nº. 3.486, de 04/09/2008,
publicado no Diário oficial do Estado do Tocantins nº. 2.728, publicado no dia
05/09/2008. Pelo mesmo ato foram transferidos para a FAPAC os cursos de
Administração, Arquitetura e Urbanismo, Comunicação Social, Enfermagem,
Engenharia
Civil,
Fisioterapia,
Medicina
e
Odontologia,
e,
ainda,
o
4
descredenciamento da UNIPORTO/IESPEN (revogação do Decreto nº. 3.254/08). O
processo originário do credenciamento do ITPAC PORTO NACONAL foi publicado
no Diário Oficial nº. 2.722, publicado no dia 28/08/2008.
A
efetivação
da
transferência
dos
cursos
e
alunos
da
UNIPORTO/IESPEN decorreu do TERMO DE AJUSTE DE CONDUTA firmado em
29/02/2008 e devidamente aditado em 25/07/2008, visando garantir a continuidade
dos cursos e preservação dos interesses dos alunos.
Em 19 de novembro de 2010, através de um ACORDO DE
COOPERAÇÃO TÉCNICA entre a UNIÃO, representada pelo MINISTÉRIO DA
EDUCAÇÃO, por meio da SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR, o ESTADO
DO TOCANTINS, representado pela SECRETARIA DA EDUCAÇÃO E CONSELHO
ESTADUAL DE EDUCAÇÃO e o MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, representado
pela PROCURADORIA DA REPÚBLICA no estado do Tocantins, firmaram
compromisso de migração para o Sistema Federal de Ensino.
A cidade de Porto Nacional está localizada na Região Norte do Brasil e
representa, no cenário do Estado do Tocantins, atualmente, um município com
49.143 habitantes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística -IBGE,
2010. Destaca-se, ao longo de sua história, um compromisso com a educação e
cultura, mantendo viva a memória do seu povo e de suas tradições. Hoje,
definitivamente, deixou de ser uma cidade de Portuenses, para tornar-se uma
cidade de toda a humanidade, da qual é considerada Patrimônio Histórico. Com
localização privilegiada, atende as cidades próximas, que utilizam seus serviços
médicos, odontológicos, comércio em geral e educação, elevando para cerca de
200.000 pessoas, consideradas flutuantes.
4.
MISSÃO INSTITUCIONAL
Promover o desenvolvimento do país, em particular da região
Norte e do Estado de Tocantins, através da produção do conhecimento
e da formação de recursos humanos críticos, éticos e criativos,
5
comprometidos com a construção de uma cidadania qualificadora da
vida social e profissional.
5.
JUSTIFICATIVA SOCIAL
Antes de caracterizar o curso, é importante demonstrar sua resposta às
expectativas da população e a possibilidade de atuação profissional dos egressos
do curso, através das características da região.
O setor da construção civil esteve no centro da crise norte-americana
ocorrida no fim de 2008. No entanto, tal crise ocasionou pouco impacto nos países
em desenvolvimento, onde forma mantidos os grandes projetos. No Brasil, os
impactos desta crise incidiram sobre o crédito privado, fazendo com que o país
adotasse novas medidas para a recuperação da economia como, por exemplo, a
desoneração tributária de materiais de construção, expansão para crédito de
habitação e a implementação de recursos para programas de aceleração do
crescimento (MONTEIRO FILHA et al., 2010).
A construção civil brasileira foi responsável por 4% do PIB em 2009 e
vem acumulando sucessivas taxas de crescimento desde 1995. Isso é possível pela
necessidade da redução do déficit habitacional e superação da grande deficiência
em infraestrutura. No entanto, mesmo tendo notório crescimento e importância na
formação do PIB, a participação deste setor ainda está abaixo da média mundial, o
que justifica, dentre outros motivos, o uso ainda intensivo de mão-de-obra não
qualificada (MONTEIRO FILHA et al., 2010).
Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Brasil tem um
déficit de 150 mil engenheiros. Para cada mil pessoas economicamente ativas, há
seis profissionais na área. No Japão e nos EUA, por exemplo, essa proporção é de
25 para cada mil trabalhadores – dados da Finep, órgão do governo federal.
Tocantins, a Unidade Federada mais nova do Brasil, criada pela
Constituição Federal de 1988 e implantada na Federação em 1º de fevereiro de
1989, necessita de um projeto político, econômico, sociocultural e educacional que
a possibilite cumprir os pressupostos de sua instalação que, em última análise,
6
representa proporcionar uma qualidade de vida melhor para uma parcela importante
da população brasileira.
Levando em consideração essa perspectiva é que o ITPAC Porto
Nacional, preocupado com a concepção de uma Faculdade de alto nível, voltada
aos problemas da região, atendendo ao apelo da comunidade estudantil local e
regional e com experiência em Educação Superior no Estado há mais de 14 anos,
implantou a Faculdade Presidente Antônio Carlos na cidade de Porto Nacional.
Com uma área de 278.000 km2 e com a população de 1.383.453 (IBGE,
2010), o território tocantinense, ao norte do país, numa das áreas mais promissoras
das vertentes amazônicas, oferece perspectivas altamente atraentes, pois que o
fluxo migratório para o novo estado evidencia uma crescente densidade
demográfica, alcançando 3,6 habitantes por Km2.
De acordo com dados do IBGE (2010), a situação educacional do Estado
de Tocantins é de 740.022 alunos, sendo nos cursos pré-escolar 62.970, Ensino
Fundamental 545.120 e Médio 131.932.
O primeiro curso de Engenharia Civil implantado no município de Palmas
foi realizado pelo Centro Universitário Luterano de Palmas (CEULP-ULBRA),
autorizado pela Portaria MEC n° 994/99 de 28 de junho de 1999 e reconhecido pela
Portaria MEC n° 768 de 21 de junho de 2010. Em seguida no ano de 2004
autorizado pelo Conselho Estadual de Educação foi implantado no município de
Porto Nacional, localizado a aproximadamente 60 km de Palmas, o curso de
Engenharia Civil do IESPEN (Instituto de Ensino Superior de Porto Nacional) sendo
transferido em 2008 para a FAPAC e credenciando assim o ITPAC PORTO
NACIONAL. Através do Decreto 5.773/2006 de 09 de maio de 2006, foi autorizado o
curso de Engenharia Civil da Universidade Federal do Tocantins (UFT).
As Instituições de Ensino Superior - IES existentes no Estado do
Tocantins estão atendendo parcela das exigências escolares, porém com uma
oferta de vagas muito inferior à demanda e sem a abrangência necessária de áreas
do conhecimento, de forma a possibilitar um desenvolvimento sustentado da região,
seja pela formação de recursos humanos qualificados, seja pela produção de
conhecimento apropriável pela população.
O crescimento vertiginoso das diversas cidades do Estado do Tocantins,
nestes últimos anos, impõe a formulação, também rápida, de estratégias
7
educacionais que possam dotar essas novas áreas urbanas, e mesmo as
populações rurais, de condições eficientes para o ensino nos seus três principais
graus e, sobretudo, o universitário.
De acordo com Federação da Indústria do Estado do Tocantins (FIETO)
ao analisar a distribuição das indústrias por segmento, observou-se que 47% das
indústrias são do setor da Construção Civil e Mobiliário, seguido da Indústria
Mecânica, Metalúrgica e de Material Elétrico com 18%, e 14% das indústrias são do
ramo alimentício. Ainda de acordo com a FIETO, no ano de 2011 a estimativa do
PIB Industrial do Estado do Tocantins foi de R$ 3,11 bilhões, sendo que R$ 1,95
bilhões advieram do setor da Construção Civil. Assim, é notória a importância do
setor para a economia tocantinense.
A implantação da Faculdade Presidente Antônio Carlos no município
representou não apenas a possibilidade de elevação do nível intelecto-cultural da
população na área de abrangência e influência pela formação de recursos humanos
em nível superior e pela inserção da Instituição na vida da comunidade através de
projetos extensionistas e parcerias diversas, mas também pela possibilidade de
consolidação, em médio prazo, de uma base científica capaz de alavancar o
desenvolvimento sustentado com impacto no índice de desenvolvimento humano da
região.
Todavia, há que se ter em vista que a Faculdade não se vinculará
apenas à cidade de Porto Nacional, mas se estenderá por uma vasta região do
centro sul do Estado e vencendo fronteiras estaduais, será um ponto de referência
de interesses e, sobretudo, de respostas às populações desta área amazônica
marcada pelo Tocantins e pelo Araguaia.
Os cursos identificados, em um primeiro momento, para serem ofertados
pela FAPAC, representam dois eixos distintos e importantes de inserção de uma
IES no contexto descrito. O Curso de Engenharia Civil, da área de Ciências Exatas,
contribui diretamente para o desenvolvimento regional através da formação de
recursos humanos qualificados, possibilitando melhoria do perfil econômico da
cidade de Porto Nacional e da região. O Estado do Tocantins conta com 4 (quatro)
Faculdades que ministram o curso de Engenharia Civil. De acordo com dados do
MEC-INEP (2012), para uma Unidade Federada criada apenas há 24 anos e que se
encontra em construção e pleno desenvolvimento, existe uma demanda muito
8
grande de profissionais habilitados para atender a execução das obras.
Profissionalizar o pessoal da região é o grande objetivo da IES, a fim de suprir a
demanda e não haver a necessidade de importar mão de obra qualificada de outros
estados e manter na própria região os egressos do ensino médio que optarem por
Engenharia Civil.
É indubitável que o campo de trabalho na Engenharia Civil depende da
situação econômica do país e do mundo. Analisando-se o comportamento da
economia mundial nos últimos anos, verifica-se a tendência promissora de
crescimento com estabilidade no ramo da construção, o que exige cada vez mais
dos profissionais de engenharia, qualidade dos produtos e serviços. Dessa forma,
pretende-se com este projeto a formação de um profissional comprometido com
esta realidade, tanto na percepção quanto na implementação das ações
transformadoras de nossa sociedade moderna que exige cada vez mais, a melhoria
da logística de transportes, modernização e multiplicação de portos, aeroportos,
hidrovias e ferrovias, expansão de saneamento básico, além de geração de
energia. Todos esses empreendimentos estão, de forma direta ou indireta, ligadas
às atividades do engenheiro civil.
Baseado nas informações relatadas anteriormente e mais uma vez
afirmando que o Brasil se encontra em uma condição favorável à formação de
profissionais de Engenharia, com intuito de suprir a carência do mercado, e
destacando ainda que todas as engenharias exibem grande relevância social e de
mercado, contudo, na sua grande maioria, atendem a momentos e segmentos
específicos da economia, vale enfatizar que para a engenharia civil, nota-se que,
independente da expansão de um setor ou outro, sempre que há desenvolvimento
no país há demanda pelo engenheiro civil.
6 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS
6.1 COERÊNCIAS DO PPC COM O PDI
O projeto político pedagógico das escolas de Engenharia pode ser
entendido e avaliado, na perspectiva histórica, em três grandes momentos, que são
9
o positivista quantitativo, o surgimento do paradigma estruturalista e a fase pósestruturalista.
No primeiro momento, o positivista quantitativo, segundo Santos (1996),
as manifestações sociais mantinham uma aspiração de racionalidade radical da
existência inscrita no projeto da modernidade. Nesse ambiente, o engenheiro tinha
uma formação essencialmente racional, enciclopédica, centrada no cognitivoinstrumental, cujo foco era de centralidade a privilegiar, essencialmente, a
radicalidade técnico-científica.
Já na década de 70, com o aparecimento do paradigma estruturalista, as
questões socioeconômicas começam a fazer parte da preocupação dos dirigentes
educacionais, e a educação em Engenharia passa por mudanças que começam a
privilegiar não só mais a formação essencialmente tecnicista, mas as questões
originadas e trabalhadas da Sociologia e Psicologia do Trabalho, da Administração,
da Economia e da Política, as quais adentraram as escolas de Engenharia e
começaram a ser debatidas nos colegiados de cursos.
Na fase pós-estruturalista o capitalismo se apresenta desorganizado
(Offe, 1994), na medida em que várias formas de organização entram em colapso,
diferenciando-se daquelas que vigoraram nos períodos anteriores, seja no interior
do processo de trabalho, onde o taylorismo-fordismo dá lugar à acumulação flexível,
seja no político-econômico, no qual emerge um novo sistema internacional do
mercado financeiro e econômico das relações capitalistas, com a criação da fábrica
global e das empresas multinacionais. Neste contexto, o projeto político pedagógico
tem fundamental importância na consecução de um curso, pois é nele que estão
definidas questões referentes ao contexto de inserção do curso na região de
abrangência da universidade e no mercado de trabalho; assim como se definem os
fundamentos norteadores para o planejamento das disciplinas ao longo do curso.
São também abordados o perfil profissional e as aptidões básicas
esperadas do egresso dentro da sua área de atuação. Partindo deste principio, o
Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI, da Faculdade Presidente Antônio
Carlos - FAPAC, mantida pelo Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos
Porto, prevê que as atividades educacionais no ensino de graduação deverão
proporcionar o oferecimento de cursos, com seus meios e recursos, para que o
10
educando
possa
desenvolver-se
como
sujeito
do
processo
educacional,
desenvolvendo seu projeto de vida.
A
concepção
didático-pedagógica
do
curso
de
graduação
da
FAPAC/ITPACPORTO, descrita no PDI, preocupa-se em promover, de maneira
integrada, o ensino superior para a capacitação profissional dos seus alunos, a
investigação de iniciação científica e intelectual, bem como a educação geral dos
membros do seu corpo social, como meios de alcançar o desenvolvimento pessoal
e da comunidade onde os cursos estão inseridos.
Estas definições são atendidas pelo curso de Engenharia, cujos objetivos
convergem para a formação de profissionais que possam atender às necessidades
de demanda de mão de obra especializada na área. O Plano de Desenvolvimento
Institucional da FAPAC/ITPACPORTO prevê as políticas de funcionamento da
unidade e contém em seu planejamento o curso de Engenharia Civil.
Do exposto, a fim de assegurar a plena articulação entre o PPC e o PDI,
a elaboração desse Projeto Pedagógico contou com a participação dos professores
que formam o Núcleo Docente Estruturante e da Coordenação do curso de
Engenharia Civil, em diversas reuniões após estudos e discussão sobre as
Diretrizes Curriculares dos Cursos de Engenharias, através das quais foram
definidos 1) os conteúdos das ementas apropriadas ao programa do curso e 2) a
bibliografia atualizada.
A equipe colaborou também na discussão das características do curso,
levando em conta o perfil do profissional adequado para a região em que o curso
está inserido e os valores institucionais, bem como o referencial teóricometodológico, os princípios, diretrizes, abordagens, estratégias e ações integradas.
O resultado deste trabalho culminou em um projeto político pedagógico
coerente com as novas realidades e demandas da região de abrangência da
FAPAC/ ITPACPORTO e, desta forma, a proposta para a graduação em
Engenharia Civil busca tornar o curso mais competitivo na região, pela oferta de
uma educação de qualidade.
11
7.
FINALIDADE DO CURSO
O curso de Engenharia Civil da FAPAC tem como finalidade promover as
potencialidades humanas para formação de engenheiros civis com sólida formação
técnico-científica e profissional, compreendendo forte base teórica e habilidade
experimental. O objetivo é que os graduandos sejam capacitados tanto para
projetar e construir como para a identificação e resolução de problemas em
atendimento às demandas da sociedade, considerando seus aspectos sociais,
econômicos, políticos e culturais, em consonância com as exigências do mundo
contemporâneo de uma visão humanística e de respeito ao meio ambiente e aos
valores éticos e morais.
Proposta pedagógica
A fim de alcançar a finalidade, a visão e os valores, o projeto pedagógico
do curso de Engenharia Civil da FAPAC/ITPACPORTO tem como proposta
pedagógica:

Educar para a cidadania: preparar o sujeito, através de uma educação
reflexiva e criativa, para tomar decisões diante dos desafios que se apresentarão
em seu dia-a-dia;

Educar para a planetariedade: dar elementos para situar o sujeito
diante das diversidades culturais, sociais e tecnológicas;

Educar para a sustentabilidade: unificação da tecnologia com o fator
humanitário;

Educar para a virtualidade: preparar o sujeito tecnicamente capaz de
lidar com o mundo das mediações técnicas e com a informação;

Educar para a globalização: educação cosmopolita com uma visão no
local, sem perder a visão global;

Possibilitar a interação, trocas e criação nas várias linhas de
conhecimento envolvidas no curso (transdisciplinaridade).

Proporcionar
a
participação,
construção,
reflexão
e
avaliação
permanente do planejamento e sua execução (educação dialógica).
12
Mercado de trabalho
Conforme o que diz Saviani (1994), o tema educação e trabalho podem
ser entendidos a partir de duas perspectivas: a de que não há relação entre os dois
termos e a de que, ao contrário, ela vem se estreitando em decorrência do
reconhecimento que a educação, ao qualificar os trabalhadores, pode vir a
contribuir para o desenvolvimento econômico.
A primeira perspectiva encontra justificativa histórica na Antiguidade com
o surgimento da propriedade privada, que permitiu a ascensão de uma classe
ociosa que, ao ter seu sustento garantido pelo trabalho alheio, passou a dispor de
um tipo de educação que visava mais a formação de lideranças políticas e militares
do que a preparação para a inserção no sistema produtivo. A escola tem aí a sua
origem, sendo reservada àqueles mais abastados que dispunham de tempo e
recursos para usufruir de seus benefícios. Alheio a isto o povo continuava se
educando pelo trabalho cotidiano.
A segunda perspectiva, por sua vez, torna-se mais visível não só a partir
do surgimento das cidades modernas que passaram a atribuir outra função à
escola; a de formar cidadãos cientes de seus direitos e deveres; como também das
transformações científicas, tecnológicas e econômicas, que ocorreriam mais tarde e
contribuiriam para o reconhecimento de que os trabalhadores que dispusessem de
uma escolarização básica estariam mais habilitados intelectualmente a lidar com a
complexidade crescente do sistema produtivo.
Este conjunto de transformações configurou a sociedade pós-industrial
ou sociedade da informação, que envolve várias esferas: a política, orientada pelo
neoliberalismo; a econômica, sustentada pela globalização e pelo crescimento do
setor de serviços; a cultural, apoiada por uma visão de mundo que redefine os
valores temporais, teóricos, estéticos e morais; a das relações entre ciência e
tecnologia, testemunhadas pela diminuição da distância entre o desenvolvimento
científico e sua aplicabilidade prática e, por último, a ocupacional, baseada na
flexibilização e nos novos modos de gerenciamento e organização do trabalho
(GONDIM, 1998).
Neste contexto, o Engenheiro Civil é um profissional de raciocínio lógico
que atua nas áreas de Construção Civil, Estruturas, Geotecnia, Recursos Hídricos e
13
Transportes. Pode exercer suas atividades como profissional liberal, constituindo
empresa, ou contratado por empresa pública ou privada. Suas atividades englobam
serviços de consultoria, projeto e execução de obras, perícias, laudos técnicos,
pesquisa científica e tecnológica, e gestão.
8.
CONCEPÇÃO DO CURSO
A primeira escola de engenharia foi, segundo Carvalho (1995), a ÉCOLE
DES PONTS ET CHAUSSÉES, criada na frança em 1775. Nessa fase inicial, a
formação de engenheiros esteve voltada para a área de construção civil: pontes e
estradas. A segunda escola, também na frança, dedicava-se aos estudos dos
minerais.
Vinte
anos
mais
tarde,
em
1798,
foi
criada
a
famosa
ÉCOLEPOLYTECHNIQUE. Nos outros países da Europa e nos Estados Unidos, as
escolas de engenharia chegaram no século XIX.
No Brasil, as primeiras escolas de engenharia datam do começo do
século XIX, pois a prática profissional do engenheiro realizava-se no âmbito da
sociedade política. Tanto a formação quanto o trabalho estavam estritamente
ligados à arte militar, uma vez que sua tecnologia interessava apenas como meio
de segurança e repressão. A academia militar no Rio de Janeiro, instalada por D.
João VI, formava oficiais engenheiros ao lado de oficiais de artilharia (KAWAMURA,
1981).
Segundo Crivellari (2000), a relação educativa dos países está
estreitamente ligada ao tipo predominante de regime de produção. Durante a
Revolução Industrial, a incorporação de princípios científicos aos meios técnicos de
produção passou a exigir mais esforços educacionais no sentido de melhor
capacitar a mão-de-obra.
A ampliação do uso do trabalho técnico expandiu o processo de
formação sistemática de engenheiros, iniciado na França no século anterior. Já no
século XX, a expansão das indústrias favoreceu uma nova política de formação de
engenheiros. Com a gradual racionalização das tarefas introduzida pela
administração científica, constata-se a diversidade de especializações na profissão,
colocando em cheque o aspecto de um conhecimento mais generalista.
14
Ainda segundo Crivellari (2000), a ideia de uma ciência aplicada aos
problemas concretos, tendo em vista sua solução, aprofunda-se e intensifica-se a
partir da década de 30. Essa mudança progressiva vai resultar na maior divisão do
trabalho do engenheiro e no crescente surgimento das novas especialidades,
rompendo com a visão mítica do engenheiro – expert universal.
No contexto do pós-guerra, a planificação da educação e a formação
profissional ganharam uma adesão cada vez mais forte, seguindo as premissas da
teoria do capital humano de que a instituição universitária viabilizaria o acesso aos
empregos. Já nos anos 80, a crise do fordismo e a era pós-fordista implicaram forte
desregulamentação das relações de trabalho, acompanhando o movimento de
flexibilidade dos sistemas de produção. Os estudos apontam que tais mudanças
afetaram a base constitutiva de formação profissional em geral e, em particular, a
dos engenheiros.
9.
OBJETIVOS DO CURSO
Objetivos gerais
 Preparar um profissional capaz de interagir de maneira dinâmica e contínua
com as transformações de conjuntura político-administrativa, jurídica,
institucional, socioeconômica e físico-ambiental, e de atuar nos três níveis de
trabalho, nos quais o engenheiro costuma ser requisitado: nível técnico,
gerencial ou empresarial.
 Desenvolver
conhecimentos
para
atuar
nas
fases
de
concepção,
planejamento, projeto, construção, controle, operação e manutenção de
edificações e sistemas de infraestrutura em geral, em atendimento às
demandas da sociedade, considerando seus aspectos sociais, econômicos,
políticos e culturais, com uma visão humanística e de respeito ao meio
ambiente e aos valores éticos.
Objetivos específicos
15
O Curso de Engenharia Civil do ITPACPORTO tem como objetivos
específicos:
 Oportunizar conhecimentos e capacitar a vivência dos princípios éticos na
atividade profissional do Engenheiro Civil.
 Formar profissionais conscientes da sua responsabilidade profissional e
social, em todas as esferas de atuação do Engenheiro Civil.
 Capacitar seus egressos para elaborar, coordenar, implantar e operar
projetos e estudos na área de Engenharia Civil, além de fiscalizar as
atividades profissionais referentes à geomática, hidrologia, hidráulica,
geotecnia, construção civil, estruturas, saneamento, transportes e meio
ambiente.
 Capacitar seus egressos para direção, coordenação e fiscalização de obras
civis.
 Avaliar o impacto de projetos de engenharia civil no contexto socioeconômico
e de meio ambiente.
10.
PERFIL DO EGRESSO
O curso de Engenharia Civil da FAPAC/ ITPACPORTO tem como perfil
do formando egresso/profissional o engenheiro civil com formação generalista,
humanista, crítica e reflexiva, capacitado a absorver e desenvolver novas
tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e
resolução de problemas, considerando os aspectos políticos, econômicos, sociais,
culturais, ambientais e de segurança do trabalho, com visão ética e humanística,
em atendimento às demandas da sociedade.
O
Engenheiro
Civil
formado
pela
FAPAC/ITPACPORTO
terá
competências para atuar na concepção, planejamento, projeto, construção,
operação e manutenção de edificação e de infraestrutura. Tendo como principais
atributos, na áreas de Construção Civil, Estruturas, Geotecnia, Recursos Hídricos e
Transportes, as seguintes atividades: supervisão, coordenação e orientação
técnica; estudo, planejamento, projeto e especificação; estudo de viabilidade
técnico-econômico; assistência, assessoria e consultoria; direção, execução e
16
fiscalização de obra e serviço técnico; vistoria, perícia, avaliação, arbitramento,
laudo e parecer técnico; desempenho de cargo e função técnica; ensino, pesquisa,
análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica; extensão; elaboração de
orçamento; padronização, mensuração e controle de qualidade; produção técnica e
especializada; condução de trabalho técnico; condução de equipe de instalação,
montagem, operação, reparo ou manutenção; execução de instalação, montagem e
reparo; operação e manutenção de equipamento e instalação; execução de
desenho técnico. Pretende-se que o profissional de Engenharia Civil formado tenha
competência em ciência e tecnologia no campo da engenharia civil e formação
humanística capaz de possibilitar-lhe a capacidade de utilizar esses saberes como
meios de transformação da sociedade, de modo a garantir o desenvolvimento
humano e sustentado.
10.1 Habilidades e Competências
O egresso em Engenharia Civil da FAPAC/ITPACPORTO deverá
incorporar algumas competências, dentre as quais se consideram fundamentais o
senso crítico, a criatividade, o espírito empreendedor e a capacidade de trabalhar
em equipes multidisciplinares.
No ensino superior, a construção dessas competências vai se
processando por meio do trabalho com o conhecimento de teor construtivo e resulta
da incorporação de certas habilidades ou capacidades pelos sujeitos do processo
pedagógico.
Considera-se que estas são habilidades ou capacidades que ajudam a
compor o perfil do profissional a ser formado e que, em consequência, servem para
balizar as diferentes atividades propostas e desenvolvidas no curso de Engenharia
Civil.
Nesse contexto, pretende-se, com o Curso de Engenharia Civil, dar
condições para os egressos adquirirem uma formação competente e habilidades
que os capacitem no sentido de:

Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e
instrumentais à engenharia civil.
17

Projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados advindos de
atividades técnico-científicas da engenharia civil.

Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos relativos
às áreas da engenharia civil.

Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de
engenharia civil.

Identificar, formular e resolver problemas de engenharia civil.

Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas aplicadas à
engenharia civil.

Supervisionar a operação e a manutenção de sistemas construtivos e
estruturais.

Avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas
construtivos e estruturais.

Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica.

Atuar em equipes multidisciplinares.

Compreender e aplicar a ética e responsabilidades profissionais.

Avaliar o impacto das atividades da engenharia civil no contexto social
e ambiental.
11.

Avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia civil.

Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.
METODOLOGIA DE ENSINO E PRÁTICAS INOVADORAS
O curso de Engenharia Civil da FAPAC buscará desenvolver métodos de
ensino e aprendizagem que refletirá na melhoria da qualidade do curso, criando
fundamentos norteadores para pautar em futuras discussões, avaliações e
alterações do projeto político pedagógico. São eles:
a) contribuir para transformar as relações sociais, políticas e culturais;
b) proporcionar aos alunos o desenvolvimento de suas capacidades de
abstração em um mundo multifacetado;
18
c) colocar o professor como mediador do processo de aprendizagem,
permitindo ao aluno um papel ativo que lhe permite o auto-aprendizado;
d) assegurar ao professor a autonomia e condições para o desenvolvimento
das suas atividades;
e) adotar a multidisciplinaridade integrada e direcionada para a engenharia;
f) evitar uma divisão rígida entre disciplinas teóricas e práticas;
g) evitar a compartimentalização excessiva das disciplinas para que não haja
fragmentação do conhecimento;
h) criar atividades em torno de projetos que possibilitem a integração
curricular horizontal e vertical;
i) ampliar, fortalecer e especificar as disciplinas técnico-laboratoriais, em uma
prática acompanhada da reflexão crítica necessária;
j) atualizar constantemente as ementas no que se refere a novos saberes
decorrentes do desenvolvimento;
l) articular a relação orgânica entre ensino, pesquisa e extensão;
m) garantir a formação científica para o desenvolvimento de pesquisas
técnicas;
n) integrar áreas afins numa perspectiva interdisciplinar e direcionada à
engenharia.
O Curso de Engenharia Civil do ITPAC Porto Nacional propõe e aplica
gradativamente o princípio do “ensinar o aluno a aprender”. Essa é a ideia central
do Aprendizagem Baseada em Problemas (ABP) - também conhecida pela
expressão em inglês Problem Based Learning (PBL) – cuja metodologia está
paulatinamente sendo introduzida a partir das disciplinas básicas do curso. Este
método se baseia no processo de aprendizagem a partir das experiências
vivenciadas, buscando soluções para problemas reais e satisfazendo a curiosidade
intelectual do educando. Assim é possível verificar os seguintes procedimentos
didáticos pedagógicos nesta proposta:
1)
Frequentemente a turma é subdividida em pequenos grupos, os quais
são acompanhados por professores titulares da disciplina e seus monitores;
2)
A partir da definição de assuntos relevantes é procedida uma divisão
de tarefas na busca de fontes;
19
3)
Retorna-se ao problema tantas vezes quanto for necessário. Os
conteúdos instrucionais são pré-estabelecidos e cumpridos de forma integrada;
4)
Os alunos divididos em grupos discutem e delineiam as questões e
aspectos do problema que não entenderam;
5)
Fazem uma priorização das questões e planejam quem, quando, onde
e como as mesmas serão investigadas para posteriormente serem compartilhadas
com o grupo;
6)
Quando os estudantes se reencontram, exploram o conhecimento
adquirido e estabelecem novas questões conforme progridem na solução do
problema;
7)
Depois de terminarem o trabalho, os estudantes se auto avaliam e
avaliam o processo como um todo;
8)
Problemas são baseados em casos reais;
9)
O problema é introduzido antes de ocorrer o aprendizado;
10)
A estrutura adicional para o aprendizado é proporcional ao nível de
experiência do estudante;
11)
Os grupos são heterogêneos, facilitando assim a aquisição de dados
múltiplos, possibilitando varias soluções possíveis para o problema apresentado.
12.
FORMAS DE ACESSO AO CURSO
O acesso ao Curso de Engenharia de Civil da FAPAC/ ITPACPORTO se
dá por meio de processo seletivo realizado pela própria IES com periodicidade
semestral, com oferecimento de 60 (sessenta) vagas por semestre.
Admite-se ainda acesso através de transferência de outras IES, observase que é aceita a solicitação de transferência para alunos oriundos de outros cursos
afins, da mesma área e portadores de diplomas quando houver vagas disponíveis.
DO PROCESSO SELETIVO
Ressalvado o disposto no Regimento sobre outras possibilidades de
admissão, a FAPAC/ ITPACPORTO promove o ingresso de candidatos aos Cursos
20
de Graduação mediante Processo Seletivo organizado e aberto a candidatos que
tenham concluído o ensino médio ou equivalente, com o objetivo de classificá-los
no limite das vagas fixadas para os cursos.
A programação e execução do Processo Seletivo cabem à Comissão
especialmente organizada para este fim.
O preenchimento das vagas é feito por sistema de classificação,
podendo se realizar o processo em até (duas) etapas.
O resultado do Processo Seletivo é válido apenas para o semestre letivo
a que se vincula.
As vagas iniciais remanescentes e as vagas geradas pelas evasões nos
cursos podem ser preenchidas observada a seguinte ordem e forma de ingresso:
I - reintegração;
II – transferência;
III - ingresso como portador de título de curso superior;
IV - reopção.
Ainda, o ingresso nos cursos de graduação também se dá pelo Programa
Universidade para Todos (PROUNI), exclusivamente por meio de seleção feita pelo
Ministério da Educação.
13. ESTRUTURA GERAL DO CURSO
Nome do curso: Engenharia Civil
Modalidade: seriado semestral
Tempo de integralização: mínimo de 5 anos e máximo de 7,5 anos
Carga horária: 3900 horas*
Turno: noturno
Número de vagas: 60 vagas semestrais – 120 vagas anuais
* A hora-aula é de 60 (sessenta) minutos de trabalho acadêmico efetivo, que compreende,
além de preleções e aulas expositivas, atividades práticas supervisionadas (atividades em
laboratórios e biblioteca, trabalhos individuais e em grupo, visitas a empresas e entidades,
iniciação científica e outras) previstas no plano de ensino de cada disciplina, realizável nas
dependências da instituição ou fora dela.
21
Do cumprimento das atividades: os professores repassam aos alunos as atividades
extraclasses através de tarefas a serem cumpridas em cada disciplina, correspondente aos
10 minutos de cada aula no semestre, sendo nas disciplinas de 36 horas um total de 6
horas semestrais, disciplinas de 72 horas um total 12 horas semestrais, etc. Todas as
tarefas são registradas no Plano de Disciplina e no Diário de Classe.
As Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação de
Engenharia estão estabelecidas pelo Conselho Nacional de Educação através da
Resolução CNE/CES n. 11, de 11 de março de 2002, pois definem os princípios,
fundamentos,
condições
e
procedimentos
da
formação
de
Engenheiros,
estabelecidas pela Câmara de Educação Superior, para aplicação em âmbito
nacional na organização, desenvolvimento e avaliação dos projetos pedagógicos
dos Cursos de Graduação em Engenharia das Instituições de Ensino Superior.
As premissas para elaboração das Diretrizes Curriculares são:
O
egresso/profissional
engenheiro,
com
formação
generalista,
humanista, crítica e reflexiva, capacitado a absorver e desenvolver novas
tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e
resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos,
sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às
demandas da sociedade.
Os conteúdos essenciais para o Curso de Graduação em Engenharia
Civil devem estar relacionados com todo o processo de construção desde o
planejamento até a execução e gerenciamento da obra, agregando a realidade
teórica
com
a
prática
profissional
proporcionando
a
integralidade
e
multidisciplinaridade das ações. De acordo com o Art. 6° da Resolução CNE/CES
11, de 11 de março de 2002, o curso de Engenharia Civil deve possuir em seu
currículo um núcleo de conteúdos básicos (Quadro 1), um núcleo de conteúdos
profissionalizantes (Quadro 2) e um núcleo de conteúdos específicos (Quadro 3).
Ainda de acordo com a Resolução CNE/CES 11/2002 a formação do
engenheiro civil incluirá, como parte integrante da graduação, o estágio
supervisionado. Para atender tal solicitação o curso de Engenharia Civil conta com
a disciplina de Estágio Supervisionado, com uma carga horário de 180 horas.
No que diz respeito ao Trabalho Final de Curso, divide-se esta etapa em
duas disciplinas: Trabalho de Conclusão de Curso I e II. As atividades
22
complementares existentes perfazem uma carga horário de 120 horas, as quais o
aluno poderá integralizar ao longo do curso.
A Figura 1 mostra a distribuição das componentes curriculares de acordo
com a carga horária do curso (3900 horas).
Quadro 1. Distribuição das componentes curriculares, relativas ao núcelo de conteúdos básicos, de
acordo com a Resolução CNE/CES 11/2002.
NÚCLEO
TÓPICOS
Metodologia Científica e
Tecnológica
Comunicação e Expressão
Informática
Expressão Gráfica
Matemática
Física
Núcleo de Conteúdos Básicos
Fenômenos de Transporte
Mecânica dos Sólidos
Eletricidade Aplicada
Química
Ciência e Tecnologia dos
Materiais
Administração
Percentual da Carga Horária
Economia
Ciências do Ambiente
Humanidades, Ciências Sociais e
Cidadania
34,2%
DESDOBRAMENTO EM
DISCIPLINAS
CH
54
Metodologia Científica
Comunicação e Expressão
Informática Aplicada
Desenho Técnico
Álgebra Linear e Geometria
Analítica
Cálculo Diferencial e Integral I
Cálculo Diferencial e Integral II
Cálculo Diferencial e Integral III
Estatística
Física I
Física II
Fenômenos de Transporte
Mecânica Técnica
Introdução à Eletricidade
Química Aplicada à Engenharia
Civil
Química Aplicada à Engenharia
Civil
Materiais de Construção I
Administração
de
Recursos
Humanos
Engenharia Econômica
Tópicos de Ciências Ambientais.
Ciências Sociais
Subtotal
54
72
72
72
72
72
72
54
72
72
72
72
54
72
72
54
54
72
72
1332
Quadro 2. Distribuição das componentes curriculares, relativas ao núcelo de conteúdos
profissionalizantes, de acordo com a Resolução CNE/CES 11/2002.
NÚCLEO
Núcleo de Conteúdos
Profissionalizantes
Percentual da Carga Horária
TÓPICOS
O núcleo de conteúdos
profissionalizantes, cerca de 15%
de carga horária mínima, versará
sobre um subconjunto coerente
dos tópicos a serem definidos
pela IES de acordo com
Resolução CNE/CES 11/2002.
18,9%
DESDOBRAMENTO EM
DISCIPLINAS
Materiais de Construção I
Geologia Aplicada
Construção Civil I
Mecânica dos Solos I
Engenharia de Segurança do
Trabalho
Hidráulica
Hidrologia
Saneamento
Teoria das Estruturas
Resistência dos Materiais I
Topografia I
Subtotal
CH
72
72
72
72
72
72
90
72
72
72
738
23
Quadro 3. Distribuição das componentes curriculares, relativas ao núcelo de conteúdos específicos,
de acordo com a Resolução CNE/CES 11/2002.
NÚCLEO
Núcleo de Conteúdos Específicos
TÓPICOS
Constitui em extensões
aprofundamentos dos conteúdos
profissionalizantes, bem como de
outros conteúdos destinados a
caracterizar modalidades.
Constituem-se em conhecimentos
científicos, tecnológicos e
instrumentais necessários para a
definição das modalidades de
engenharia e devem garantir o
desenvolvimento das
competências e habilidades
estabelecidas nas DCN´s.
Percentual da Carga Horária
37,4%
DESDOBRAMENTO EM
DISCIPLINAS
Introdução à Engenharia Civil
Desenho
Assistido
por
Computador
Topografia II
Materiais de Construção II
Estradas de Rodagem I
Instalações Elétricas Prediais
Resistência dos Materiais II
Mecânica dos Solos II
Estradas de Rodagem II
Estruturas de Aço e Madeira
Estruturas de Concreto I
Estruturas de Concreto II
Construção Civil II
Legislação e Ética Profissional
Fundações
Instalações
Hidráulicas
e
Sanitárias
Gerenciamento de Obras
Projeto de Arquitetura
Barragens e Obras de Terra
Patologia e Terapêutica das
Construções
Optativa I
Optativa II
Subtotal
Núcelo de Conteúdos Básicos
Núcelo de Conteúdos Profissionalizantes
Núcelo de Conteúdos Específicos
Estágio Supervisionado
Trabalho de Conclusão de Curso - TCC
Atividades Complementares
CH
54
72
54
54
54
72
72
72
72
90
72
72
72
54
72
72
72
72
72
54
54
54
1458
1,80%
4,60%
3,10%
34,20%
37,40%
18,90%
Figura 1. Distribuição das componentes curriculares de acordo com a Resolução CNE/CES
11/2002.
24
Cabe observar que, em atendimento aos Requisitos Legais e Normativos
do Instrumento de Avaliação, quanto às Diretrizes Curriculares Nacionais para
Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afrobrasileira e Indígena (Res. CNE/CP 01/2004), esses tópicos estão inseridos na
disciplina Ciências Sociais (3º período). As Políticas de Educação Ambiental (Lei
9.795/99 e Decreto 4.281/2002) são abordadas nas disciplinas Tópicos de Ciências
Ambientais do 2º período, Saneamento do 8º período.
13.1 Organização Curricular do Curso
A Matriz Curricular estrutura-se com base na resolução CNE/CES 11, de
11 de março de 2002 que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de
Graduação em Engenharia. A matriz foi definida a partir do diagnóstico do
profissional que se pretende formar sendo este orientado para a competência do
profissional de Engenharia.
As disciplinas foram orientadas de maneira que cada uma assuma
posição e amplitude explicitada no projeto pedagógico em razão das competências
e habilidades do curso.
Os docentes comprometem-se com a Instituição em relação a sua
qualidade e responsabilidade na formação do egresso, bem como com a constante
inovação, com a construção e reconstrução do conhecimento e com a sua
qualificação profissional. Por outro lado, a Instituição se compromete a desenvolver
uma política permanente de estímulo, capacitação e apoio a esses profissionais.
Com a finalidade de favorecer o desenvolvimento de competências e
habilidades, ocorre um planejamento interdisciplinar para que o acadêmico assuma
a sua formação plena, levando em conta uma tomada de consciência da
diversidade e o respeito aos outros; uma compreensão da condição humana tendo
em vista os aspectos físicos, biológicos, psíquicos, culturais, sociais, históricos e
espirituais compreendendo a ética do ser humano e da profissão, envolvendo
autonomias individuais, participações comunitárias, consciência de humanização,
além de um conhecimento sobre as políticas públicas vigentes no país.
13.2
Quadro de Distribuição da Matriz Curricular
25
Curso: Bacharel em Engenharia Civil
Carga horária: 3900 horas
Regime: Semestral
Turno de Aplicação: Noturno
Vigência: 2013/2
Tempo de integralização:
Mínimo: 05 anos (10 semestres)
Máximo: 7,5 anos (15 semestres)
Número de Vagas: 60 vagas semestrais – 120 vagas anuais
CARGA
1° PERÍODO
ORDEM
HORÁRIA
PRÉ-
SEMESTRAL
TEÓRICA
PRÁTICA
REQ.
DISCIPLINA
1
Desenho Técnico
72
-
72
-
2
Informática Aplicada
72
-
72
-
3
Álgebra Linear e Geometria Analítica
72
72
-
-
4
Metodologia Científica
54
54
-
-
5
Comunicação e Expressão
54
54
-
-
6
Introdução à Engenharia Civil
54
54
-
-
Carga Horária Total
378
234
144
CARGA
2° PERÍODO
ORDEM
HORÁRIA
PRÉ-
SEMESTRAL
TEÓRICA
PRÁTICA
REQ.
DISCIPLINA
7
Desenho Técnico Assistido por Computador
72
-
72
1
8
Química Aplicada à Engenharia Civil
72
54
18
-
9
Cálculo Diferencial e Integral I
72
72
-
-
10
Física I
72
54
18
-
11
Tópicos de Ciências Ambientais
72
72
-
-
12
Estatística
54
54
-
-
Carga Horária Total
414
306
108
SEMESTRAL
TEÓRICA
PRÁTICA
REQ.
72
72
-
9
CARGA
3° PERÍODO
ORDEM
HORÁRIA
PRÉ-
DISCIPLINA
13
Cálculo Diferencial e Integral II
26
14
Física II
72
54
18
9,10
15
Geologia Aplicada
72
54
18
-
16
Mecânica Técnica
72
72
-
10
17
Topografia I
72
18
54
-
18
Ciências Sociais
72
72
-
-
Carga Horária Total
432
342
90
CARGA
4° PERÍODO
ORDEM
HORÁRIA
PRÉ-
SEMESTRAL
TEÓRICA
PRÁTICA
REQ.
DISCILINA
19
Cálculo Diferencial e Integral III
72
72
-
13
20
Topografia II
54
18
36
17
21
Resistência dos Materiais I
72
72
-
16
22
Mecânica dos Solos I
72
54
18
15
23
Materiais de Construção I
72
54
18
8
24
Introdução à Eletricidade
54
36
18
14
Carga Horária Total
396
306
90
CARGA
5° PERÍODO
ORDEM
HORÁRIA
PRÉ-
SEMESTRAL
TEÓRICA
PRÁTICA
REQ.
DISCILINA
25
Materiais de Construção II
54
36
18
23
26
Estradas de Rodagem I
54
36
18
20
27
Instalações Elétricas Prediais
72
54
18
24
28
Fenômenos de Transporte
72
54
18
13,14
29
Resistência dos Materiais II
72
72
-
21
30
Mecânica dos Solos II
72
54
18
22
Carga Horária Total
396
306
90
SEMESTRAL
TEÓRICA
PRÁTICA
REQ.
CARGA
6° PERÍODO
ORDEM
HORÁRIA
PRÉ-
DISCILINA
31
Construção Civil I
72
54
18
25
32
Estradas de Rodagem II
72
54
18
26
33
Hidráulica
72
54
18
28
27
34
Estruturas de Aço e Madeira
90
72
18
29
35
Estruturas de Concreto I
72
54
18
29
36
Teoria das Estruturas
72
72
-
29
Carga Horária Total
450
360
90
CARGA
7° PERÍODO
ORDEM
HORÁRIA
PRÉ-
SEMESTRAL
TEÓRICA
PRÁTICA
REQ.
DISCILINA
37
Construção Civil II
72
54
18
31
38
Estrutura de Concreto II
72
54
18
35
39
Legislação e Ética Profissional
54
54
-
-
40
Fundações
72
54
18
30
41
Hidrologia
72
54
18
12
42
Instalações Hidráulicas e Sanitárias
72
54
18
33
Carga Horária Total
414
324
90
CARGA
8° PERÍODO
ORDEM
HORÁRIA
PRÉ-
SEMESTRAL
TEÓRICA
PRÁTICA
REQ.
DISCIPLINA
43
Saneamento
90
72
18
8,42
44
Gerenciamento de Obras
72
72
-
37
7, 27,
45
Projeto de Arquitetura
72
18
54
34, 38,
40, 42
46
Barragens e Obras de Terra
72
54
18
30
47
Optativa I
54
54
-
-
Carga Horária Total
360
270
90
CARGA
9° PERÍODO
ORDEM
HORÁRIA
PRÉ-
SEMESTRAL
TEÓRICA
PRÁTICA
REQ.
DISCIPLINA
48
Engenharia Econômica
54
54
-
44
49
Patologia e Terapêutica das Construções
54
36
18
25, 37
50
Administração de Recursos Humanos
54
54
-
44
51
Engenharia de Segurança do Trabalho
72
72
-
37
52
Trabalho de Conclusão de Curso I
36
36
-
-
28
53
Optativa II
54
54
-
Carga Horária Total
324
306
18
-
CARGA
HORÁRIA
10° PERÍODO
ORDEM
PRÉ-
SEMESTRAL
TEÓRICA
PRÁTICA
REQ.
DISCIPLINA
54
Trabalho de Conclusão de Curso II
36
36
55
Estagio Supervisionado
180
-
180
-
Carga Horária Total
216
36
180
-
120
-
-
-
Atividades Complementares
52
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO – 3.900 horas
CARGA
HORÁRIA
OPTATIVAS
ORDEM
PRÉ-
SEMESTRAL
TEÓRICA
PRÁTICA
REQ.
DISCIPLINA
1
Estruturas Especiais
54
36
18
34, 38
2
Ferrovias
54
36
18
26
54
36
18
11, 37
3
Gerenciamento
de
Resíduos
Sólidos
Construção
da
4
Inglês Instrumental
54
36
18
-
5
LIBRAS-Lingua Brasileira de Sinais
54
36
18
-
6
Pontes e Superestruturas
54
36
18
7
Alvenaria Estrutural
54
36
18
34, 38,
40
38
29
14
EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA
1° PERÍODO
DESENHO TÉCNICO
EMENTA: Projeto arquitetônico e seus componentes. Representação e expressão
gráfica convencional. Formatos e carimbos. Simbologia e convenções. Normas da
ABNT. Escala. Instrumentos e materiais de desenho, utilização e manejo. Desenho
de escalas (anteprojeto), telhados, fachadas e cortes.
Bibliografia Básica:
BUENO, Claudia Pimentel. Desenho técnico para engenharias. Curitiba: Juruá,
2008. 196p.
MACHADO, Ardevan. Desenho na prática da engenharia. 2.ed. São Paulo: [s. n.],
1977. 410p.
MONTENEGRO, Gildo A.. Desenho arquitetônico. 4.ed. São Paulo: Edgard Blucher,
2001. 167p.
Bibliografia Complementar:
CARVALHO, Benjamin de A. Desenho geométrico. Rio de Janeiro: Ao livro técnico,
2008. 332p.
CHING, Francis D.K.. Representação gráfica para desenho e projeto. Barcelona:
Gustavo Gili, 2001. 345p.
CUNHA, Luis Veiga da. Desenho técnico. 13.ed. Lisboa: Fundação Calouste
Gulbenkian, 2004. 854p.
PRINCIPE JR, A. dos R. Noções de Geometria Descritiva. 2.ed. São Paulo: Nobel,
1983.
SPECK, Henderson José. Manual básico de desenho técnico. 7.ed. Florianópolis:
UFSC, 2013. 179p.
INFORMÁTICA APLICADA
EMENTA: Conceitos básicos que envolvem a computação. Princípios básicos da
estrutura e funcionamento dos computadores. Iniciação à linguagem algorítmica e
às diversas linguagens de programação.
Bibliografia Básica:
FARRER, Harry. Algoritmos Estruturados. 3.ed. Rio de Janeiro: Livros técnicos e
científicos, 2014. 284p.
30
GUIMARÃES, Angelo de Moura. Introdução à Ciência da Computação. Rio de
Janeiro: Livros técnicos e científicos, 2012. 165p.
MANZANO, Jose Augusto N. G.. Algoritmos. 26.ed. São Paulo: Érica, 2012. 328p.
Bibliografia Complementar:
BRAULE, R. Estatística Aplicada com Excel. Editora Campus: São Paulo, 2001.
MANZANO, André Luiz N. G.. Estudo dirigido de informática básica. 7.ed. São
Paulo: Érica, 2007. 250p.
MILNER, A. Como Navegar na Web. São Paulo: Publifolha, 2001.
RIVEST, R. L.; LEISERSON, C. E.; CORMEN, T. H. Algoritmos – Teoria e Prática.
Editora Campus, 2012.
SEBESTA, R. W. Conceitos de Linguagens de Programação. 9.ed. Editora
Bookman, 2011.
ÁLGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALÍTICA
EMENTA: Geometria, matrizes, determinantes, sistemas de equações lineares,
circunferências, retas sem o uso de coordenadas polares. Vetores no R² e produtos
vetoriais.
Bibliografia básica:
BOLDRINI, José Luiz et al. Álgebra linear. 3.ed. São Paulo: Harbra, 1986. 411p.
SILVA, Elio Medeiros da; SILVA, Ermes Medeiros da; SILVA, Sebastião Medeiros
da . Matemática básica para cursos superiores. São Paulo: Atlas, 2012. 227p.
STEINBRUCH, Alfredo; WINTERLE, Paulo. Álgebra linear: [138 problemas
resolvidos, 381 problemas propostos]. 2.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2006/2012.
Bibliografia complementar:
ANTON, Howard; RORRES, Chris. Álgebra linear com aplicações. 8.ed. Porto
Alegre: Bookman, 2001.
KOLMAN, Bernard. Álgebra Linear. 3.ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 1987.
LAY, David. C. Álgebra Linear e suas aplicações. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1999.
LIPSCHUTZ, Seymour. Álgebra linear: teorias e problemas. 3.ed. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2004. 647p.
POOLE, David. Álgebra Linear. São Paulo: T. Pioneira, 2004.
31
METODOLOGIA CIENTÍFICA
EMENTA: Tipos de conhecimentos. Pesquisas científicas. Análises conceituais e
metodológicas. Principais fontes de pesquisa para a captura de dados pela Internet.
Fontes locais e regionais de bibliografia. Planejamento das pesquisas. Preparação
da pesquisa: Escolha do tema. Formulação ao problema e objetivos. Diagramação.
Levantamento de Recursos e Cronograma. Definição dos termos e abreviaturas.
Hipóteses. Variáveis. Delimitação. Amostragem. Execução da Pesquisa. Técnicas
de pesquisa. Coleta de Dados. Elaboração de dados. Categorias; Codificação,
Tabulação. Análise e interpretações dos dados. Apresentação dos dados.
Trabalhos científicos: relatório, monografia, dissertação, tese, artigo científico,
resenha crítica. Apresentação dos projetos de pesquisa.
Bibliografia Básica:
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico.
10.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 158p.
FOUREZ, Gérard. A construção das ciências: introdução à filosofia e à ética das
ciências. São Paulo: EdUnesp, 1995.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22.ed. São Paulo:
Cortez, 2005. 335p.
Bibliografia Complementar:
ANDRÉ, Marli (Org.). Metodologia da pesquisa educacional. São Paulo: Cortez,
2004. 174p.
CERVO, Amado Luiz. Metodologia científica. 5.ed. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2002. 242p.
FRAGA, Marcelo Loyola. Metodologia para elaboração de trabalhos científicos. Rio
de Janeiro: Fundo de cultura, 2009. 126p.
MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho científico. 7.ed. São Paulo:
Atlas, 2011. 225p.
NBR 10520. Apresentação de citações de documentos. Rio de Janeiro, 2001.
COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO
EMENTA: Leitura, criação de vínculos leitor/texto, através do conhecimento
veiculado pelo texto escrito. Interpretação. O diálogo oralidade/escrita. Da fala para
a escrita – atividades de retextualização. Produção escrita: parágrafo, resumo e
paráfrase.
Bibliografia Básica:
CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. 48.ed.
São Paulo: Companhia editora nacional, 2010. 693p
32
CURI, José. Dúvidas de português? Acabe com elas!. 2.ed. Porto Alegre: Editora
Dora Luzzatto, 2005. 208p.
VARGAS, Mílton. Metodologia da pesquisa tecnológica. Rio de Janeiro: Globo,
1985. 243p.
Bibliografia Complementar:
BLIKSTEIN, Izidoro. Técnicas de comunicação escrita. 20.ed. São Paulo: Ática,
2004. 95p.
INFANTE, Ulisses. Curso de gramática aplicada aos textos. 6.ed. São Paulo:
Scipione, 2003. 613p.
MEDEIROS, João Bosco. Português instrumental. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2000.
320p.
NICOLA, José de. Curso prático de grámatica. 4.ed. São Paulo: Scipione, 2002.
424p.
NICOLA, José de. Língua, literatura & redação. 13.ed. São Paulo: Scipione, 1998.
431p.
INTRODUÇÃO À ENGENHARIA CIVIL
EMENTA: História da Engenharia Civil. A formação do engenheiro civil. As funções
do engenheiro civil. Pesquisa tecnológica. Aspectos gerais de legislação e ética
profissional.
Bibliografia Básica:
AZEREDO, Helio Alves de. O Edifício até sua cobertura. 2.ed. São Paulo: Edgard
Blucher , 1997. 182p.
HOLTZAPPLE, Mark T.; REECE, W. D. Introdução à engenharia. Rio de Janeiro:
LTC, 2013. 220p.
KRICK, Edward V.. Introdução à engenharia. 2.ed. Rio da Janeiro: Livros técnicos e
científicos, 1979. 190p..
Bibliografia Complementar:
BAZZO, Walter Antonio. Introdução à engenharia. 2.ed. Florianópolis: UFSC, 2011.
272p.
BORGES, Alberto de Campos. Prática das pequenas construções. 6.ed. São Paulo:
Blucher, 2010. 140p.
BROCKMAN, Jay B.. Introdução a Engenharia: Rio de Janeiro: LTC, 2012. 294p.
SILVA, Elio Medeiros da. Matemática básica para cursos superiores. 1.ed. São
Paulo: Atlas, 2012. 227p.
33
YAZIGI, Walid. A técnica de edificar. 7.ed. São Paulo: PINI, 2006. 722p.
2° PERÍODO
DESENHO TÉCNICO ASSISTIDO POR COMPUTADOR
EMENTA: Uso dos sistemas CAD (Computer Aided Design) como de forma de
desenvolvimento e representação do projeto arquitetônico. Criação, avaliação,
compreensão, comunicação e apresentação de projetos de arquitetura e urbanismo.
Conceitos básicos, desenho e projeto em 2D, plantas baixas e elevações de
edificação de pavimento térreo. Distribuição e organização do desenho em níveis
de informação. Blocos de bibliotecas. Utilização de padronização para
apresentações de trabalhos na plataforma CAD. Apresentação de projeto executivo
impresso padrão folha A0 contendo plantas baixa, plantas de cobertura e
implantação, fachadas transversal e longitudinal, cortes, planta de situação;
impressos em escalas convencionais (1:50 / 75 ou 100), ressaltando a planta de
situação em 1:500 à 1:1500.
Bibliografia Básica:
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6492:1994.
Representação de projetos de arquitetura. Rio de Janeiro: ABNT, 1994.
ALBERNAZ, Maria Paula. Dicionário ilustrado de arquitetura. 3.ed. São Paulo:
ProEditores, 2003. 670p.
BALDAM, Roquemar de Lima. AutoCAD 2012. São Paulo: Érica, 2011. 558p.
Bibliografia complementar:
FIALHO, Arivelto Bustamante. AutoCAD 2004. São Paulo: Érica, 2004. 348p.
MONTENEGRO, Gildo A.. Desenho arquitetônico. 4.ed. São Paulo: Edgard Blucher,
2001. 167p.
NEUFERT, Peter. Arte de projetar em arquitetura. 18.ed. São Paulo: Gustavo Gili,
2013. 567p.
ONSTOTT, Scott. AutoCAD 2012 e AutoCAD LT 2012. Porto Alegre: Bookman,
2012. 376p.
VENDITTI, Marcus Vinicius dos Reis. Desenho técnico sem prancheta com
AutoCAD 2010. Florianópolis: Visual Books, 2010. 346p.
QUÍMICA APLICADA À ENGENHARIA CIVIL
EMENTA: Fenômenos químicos e físico-químicos, propriedades dos materiais e
defeitos em sólidos.
34
Bibliografia Básica:
BROWN, LAWRENCE S & HOLME, THOMAS A. Química Geral aplicada a
Engenharia. Editora Cengge, 2012.
RUSSELL, John B. Química geral. 2.ed, v.2. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
1994. 1268p.
RUSSELL, John B.; BROTTO, Maria Elizabeth; GUEKEZIAN, Márcia. Química
geral. 2.ed, v.2. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 1994. 621p.
Bibliografia Complementar:
BRADY, James E. Química geral. 2 ed, v.1. Rio de Janeiro: LTC, 1986. 410p.
BRADY, James E. Química geral. 2 ed, v.2. Rio de Janeiro: LTC, 2008. 661p.
CALLISTER, Willian D. JR. Ciência e Engenharia de Materiais: uma introdução.
5.ed./ 8.ed. São Paulo: LTC, 2002/2013.
VAN VLACK, Lawrence H.. Princípios de ciência e tecnologia dos materiais. 4.ed.
Rio de Janeiro: Elsevier, 1984. 566p.
VAN VLACK, Lawrence H.. Princípios de ciências dos materiais. São Paulo: Edgard
Blucher, 1970. 427p.
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I
EMENTA: Funções de uma variável, limite, continuidade, derivadas, integrais
indefinidas, integrais definidas e integrações trigonométricas.
Bibliografia Básica:
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 5. ed., v.1. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 2013.
HOFFMANN, Laurence D. Cálculo - Um Curso Moderno e Suas Aplicações. São
Paulo: LTC, 2002.
LEITHOLD, Louis; PATARRA, Cyro de Carvalho. O cálculo com geometria analítica.
3.ed., v.2. São Paulo: Harbra, 1994.
Bibliografia Complementar:
LEITHOLD, Louis. Matemática aplicada à economia e administração. São Paulo:
Harbra, 2001. 500p.
MUNEM, Mustafa A. Cálculo. Rio de Janeiro: LTC. 1982. 476p.
SILVA, Elio Medeiros da. Matemática básica para cursos superiores. 1.ed. São
Paulo: Atlas, 2006. 227p.
SIMMONS, George F. Cálculo com Geometria Analítica. V.1. São Paulo: Pearson
Makron Books, 1987.
THOMAS, George. B.. Cálculo. V.1. São Paulo: Pearson Brasil. 2003.
35
FÍSICA I
EMENTA: Cálculo vetorial, movimento num plano, força e movimento, trabalho e
energia, lei da conservação da energia, colisões, centro de massa, estática e
condições de equilíbrio.
Bibliografia Básica:
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de Física.
7.ed./9.ed., v.1. Rio de Janeiro: LTC, 2006/2012.
SEARS, Francis Weston; ZEMANSKY, Mark W.; YOUNG, Hugh D. Física.
10.ed./12ed., v.1. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2003/2008.
TIPLER, Paul A.. Física para cientistas e engenheiros. 6.ed. Rio de Janeiro: LTC,
2011. 530p.
Bibliografia complementar:
ALONSO, Marcelo; FINN, Edward J. Física: um curso universitário. 2.ed., v.1. São
Paulo: Edgard Blucher, 1972.
BUECHE, Frederick J. Física geral. São Paulo: McGraw Hill, 1983.
COSTA, Ennio Cruz da. Física aplicada à construção. São Paulo: Blucher, 1991.
264p.
SPIEGEL, Murray R. Mecânica racional. São Paulo: McGraw Hill, 1973.
YOUNG, Hugh D. Física I. 10.ed. São Paulo: Pearson - Addison Wesley, 2003.
368p.
TÓPICOS EM CIÊNCIAS AMBIENTAIS
EMENTA: Qualidade e quantidade de vida. Variáveis. Grandezas. Fatores
limitantes. Legislação ambiental. Situação local, regional e municipal das
discussões ambientais. Aspectos de sociedade e meio ambiente. Sustentabilidade e
desenvolvimento. Gestão ambiental.
Bibliografia Básica:
BRANCO, Samuel Murgel. Meio ambiente em debate. 3ª ed. São Paulo: Moderna,
2004.
PHILLIP JÚNIOR, Arlindo. Saneamento, saúde e ambiente: fundamentos para um
desenvolvimento sustentável. São Paulo: Manole, 2005.
REIS, Lineu Belico dos. Energia e meio ambiente. 4.ed. São Paulo: Cengage
Learning, 2011. 708 p.
Bibliografia complementar:
36
CARVALHO, Anésio Rodrigues de. Principios básicos do Saneamento do Meio.
10.ed. São Paulo: SENAC, 2010. 400p.
DREW, David. Processos interativos homem-meio ambiente. 6.ed. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 2005. 206 p.
GONÇALVES, Carlos Walter Porto. Os (des) caminhos do meio do meio ambiente.
10ª ed. São Paulo: Contexto, 2002.
GUERRA, Antonio José Teixeira. Geomorfologia e meio ambiente. 5.ed. Rio de
Janeiro: Bertrand Brasil, 2004. 394p.
VECCHIA, Rodnei. O meio ambiente e as energias renováveis. Barueri: Manole,
2010. 334 p.
ESTATÍSTICA
EMENTA: Tratamento de dados, amostragens e distribuição amostral, variáveis
aleatórias, discretas e continuas, probabilidade, correlação linear, testes de
hipóteses.
Bibliografia Básica:
FONSECA, Jairo Simon da; MARTINS, Gilberto de Andrade; TOLEDO, Geraldo
Luciano. Estatística aplicada. São Paulo: Atlas, 1985/2013. 267p.
TOLEDO, Geraldo Luciano; Ovalle, Ivo Izidoro. Estatística básica. 2.ed. São Paulo:
Atlas, 1985. 459p.
SPIEGEL, Murray R. Estatística. 3.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2004.
643p.
Bibliografia Complementar:
CRESPO, Antônio Arnout. Estatística Fácil. 18.edição. São Paulo: Saraiva, 1998.
MAGALHÃES, Marcos Nascimento. Noções de Probabilidade e Estatística. 7.ed.
São Paulo: Universidade de São Paulo, 2013. 408p.
MARTINS, Gilberto de Andrade. Estatística aplicada. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2013.
267p.
MONTGOMERY, Douglas. Estatística aplicada e probabilidade para engenheiros.
5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
OLIVEIRA, Francisco Estevam Martins de. Estatística e probabilidade. 2.ed. São
Paulo: Atlas, 1999. 221p.
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II
EMENTA: Cônicas, funções de várias variáveis, derivadas parciais, integrais
múltiplas, integrais duplas, aplicações das integrais duplas, integrais triplas,
aplicações das integrais triplas e coordenadas cilíndricas e esféricas.
37
Bibliografia Básica:
HOFFMANN, Laurence D. Cálculo - Um Curso Moderno e Suas Aplicações. São
Paulo: LTC, 2002.
LEITHOLD, Louis; PATARRA, Cyro de Carvalho. O cálculo com geometria analítica.
3.ed., v.2. São Paulo: Harbra, 1994. 1178p.
SIMMONS, George F. Cálculo com Geométria Analítica. v.2.. São Paulo: Pearson
Makron Books, 1987.
Bibliografia Complementar:
AYRES JÚNIOR, F. Cálculo diferencial e integral. 3.ed. São Paulo: Makron, 1994.
GOMIDE, E. F.. Cálculo avançado. São Paulo: Edgard Blucher , 1972. 750 p.
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. 5.ed., v.2. Rio de Janeiro: Livros Técnicos
e Científicos, 2001.
MUNEM, M. A.. Cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 1982. 664p.
THOMAS, G. B. Cálculo. V.1. São Paulo: Pearson Brasil, 2003.
FÍSICA II
EMENTA: Princípios de hidrostática, termologia, dilatação térmica, calorimetria,
óptica e movimentos ondulatórios.
Bibliografia Básica:
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Física. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 2003/2013.
SEARS, Francis Weston; ZEMANSKY, Mark W.; YOUNG, Hugh D. Física. v.2, Rio
de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1994.
TIPLER, Paul A. Física para cientistas e engenheiros. 6.ed. Rio de Janeiro: LTC,
2011. 530p.
Bibliografia Complementar:
ALONSO, Marcelo; FINN, Edward J. Física: um curso universitário. 2.ed., v.1. São
Paulo: Edgard Blucher, 1972.
BUECHE, Frederick J. Física geral. São Paulo: McGraw Hill, 1983.
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Física. V.2. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 1984.
SALES LUIS, Antônio Carvalho de. Termodinâmica macroscópica. Rio de Janeiro:
Livros técnicos e Científícos, 1980.
38
VAN WYLEN, Gordon J.; Sonntag, Richard E., Fundamentos da termodinâmica
clássica. 4.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1995.
GEOLOGIA APLICADA
EMENTA: Geotecnia, mineralogia, rochas, formação dos solos, águas
subterrâneas, movimentação de materiais, deslizamento e escorregamento de solos
e rochas, as rochas como materiais de construção, geologia e o meio ambiente.
Bibliografia Básica:
CHIOSSI, Nivaldo José. Geologia aplicada à engenharia. 2.ed. São Paulo: DLP,
1979. 427p.
OLIVEIRA, A. M. S.; BRITO, S. N. A. Geologia de Engenharia. São Paulo:
Associação Brasileira de Geologia de Engenharia, 1998.
TEIXEIRA, W. et al. Decifrando a Terra. São Paulo. Companhia Editora Nacional,
2009.
Bibliografia Complementar:
MACIEL FILHO, C. M. Introdução à Geologia de Engenharia. 3.ed. Santa Maria –
RS: Editora da Univerisidade Fedral de Santa Maria, 2008.
QUEIROZ, R. C. Geologia e Geotecnia Básica para Engenharia Civil. RIMA, 2009.
406p.
QUEIROZ, Fábio Conrado de. Catálogo das rochas ornamentais do estado do
Espírito Santo. São Paulo: Instituto de Pesquisas.
PRESS, Frank. Para entender a Terra. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. 656p.
WICANDER R.; MONROE, J.S. Fundamentos de Geologia. São Paulo: Cengage
Learning, 2009. 508p.
MECÂNICA TÉCNICA
EMENTA: Estática dos pontos materiais, corpos rígidos: sistemas equivalentes de
forças, centróides e baricentros e momentos de inércia.
Bibliografia básica:
BEER, F. P.; JOHNSTON JR, E. Mecânica vetorial para Engenheiros: estática.
9.ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2012. 793 p.
KRAIGE, L. G., MERIAM, J. L. Mecânica Estática. 5.ed., v.1. Rio de Janeiro: LTC
Livros Técnicos e Científicos, 2004.
MELCONIAN, S. Mecânica técnica e resistência dos materiais. 18.ed. 2007.
Bibliografia Complementar:
39
ALMEIDA, M. C. F. Estruturas Isostáticas. São Paulo: Oficina de textos, 2009. 168p.
FREITAS NETO, J. A.; SPERANDIO JUNIOR, E. Exercícios de estática e
resistência dos materiais. 4.ed. Rio de Janeiro: Interciência, 1979. 473p.
GOMES, Sergio Concli. Estática. 7.ed. São Leopoldo: Unisinos, 1994. 166p.
POPOV, E. P. Introdução à mecânica dos sólidos. São Paulo: Edgard Blucher,
1978. 534p.
SÁNCHEZ FILHO, E. S. Elementos de mecânica dos sólidos. Rio de Janeiro:
Interciência, 2000. 258p.
TOPOGRAFIA I
EMENTA: Introdução e Definições. Medições Diretas de Distâncias. Levanta mento
com Trena e Balizas. Operações com ângulos. Avaliação de ângulos utilizando
trena e balizas. E.F.A. (Tolerância e Distribuição). Azimutes e Rumos (Vantes e
Rés). Declinação Magnética; Métodos e Processos de Levantamento Topográfico.
Cálculo de Coordenadas Parciais. Erro de Fechamento Linear (Tolerância e
Distribuição), Coordenadas Totais. Cálculo de Área pelo Método de Gauss; Cálculo
das distâncias e Rumos das Divisas. Memoriais descritivos
Bibliografia Básica:
BORGES, Aberto de Campos. Exercícios de topografia. 3.ed. São Paulo: Edgard
Blucher , 1975. 192 p.
BORGES, Alberto de Campos. Topografia . São Paulo: Edgard Blucher , 1992. 232
p.
COMASTRI, José Anibal. Topografia. 3.ed. Minas Gerais: UFV - Universidade
Federal de Viçosa, 2005. 200 p.
Bibliografia complementar:
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. ABNT NBR 13133: 1994. Rio
de Janeiro: ABNT, 1994. 35 p.
FITZ, Paulo Roberto. Geoprocessamento sem complicação. São Paulo: Oficina de
textos, 2010. 160p.
FONSECA, Romulo Soares. Elementos de desenho topográfico. São Paulo:
McGraw-Hill do Brasil, 1979. 192p.
GONÇALVES, José Alberto. Topografia. 3.ed. Lisboa: Lidel, 2012. 357 p.
MCCORMAC, Jack C.. Topografia. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011. 391 p
40
CIÊNCIAS SOCIAIS
EMANTA: Fundamentos de Sociologia, organização social, estrutura social,
processos sociais, urbanização: conceitos, fatores (processos ecológicos e
movimentos sociais). Estudos antropológicos de identidade nacional,
afrodescendente e da cultura indígena.
Bibliografia Básica:
ARENDT, Hannah. A condição humana. 11.ed. Rio de Janeiro: Forense
universitária, 2013. 407p.
FORACCHI, Marialice Mencarini. Sociologia e sociedade. Rio de Janeiro: LTC,
1994. 308p.
MARCONI, Marina de Andrade. Sociologia geral. 7.ed. São Paulo: Atlas, 1999.
373p.
Bibliografia Complementar:
COHEN, Bruce. Sociologia geral. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1980. 185 p..
DAGNINO, Evelina. Sociedade civil e espaços públicos no Brasil. São Paulo: Paz e
Terra, 2002. 364 p.
GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas . Rio de Janeiro: LTC, 2012. 323 p.
MARTINS, Carlos Benedito. O que é sociologia. São Paulo: Brasiliense, 2006. 98 p.
PANIZZI, Wrana Maria. A universidade contemporânea. Porto Alegre: Livraria do
Arquiteto, 2005. 68 p.
4° PERÍODO
CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL III
EMENTA: Teorema de Green, Teorema de Stokes, Teorema da divergência,
integral de linha, integral imprópria, seqüência, series e equações diferenciais
ordinárias de 1ª e 2ª ordem.
Bibliografia básica:
BOYCE, William E.; DIPRIMA, Richard C.; IORIO, Valéria de Magalhães. Equações
diferenciais elementares e problemas de valores de contorno. 7.ed/9.ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2002/2012.
LEITHOLD, Louis; PATARRA, Cyro de Carvalho. O cálculo com geometria analítica.
3.ed., v.2. São Paulo: Harbra, 1994. 1178p.
SIMMONS, George F. Cálculo com Geometria Analítica. v.2. São Paulo: Pearson
Makron Books, 1987.
41
Bibliografia complementar:
AYRES JÚNIOR, Frank. Cálculo diferencial e integral. 3.ed. São Paulo: Makron,
1994.
GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 5.ed., v.2. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 2001.
MUNEM, Mustafa A. Cálculo. Rio de Janeiro: LTC, 1982. 664p.
THOMAS, George B. Cálculo. v.2. São Paulo: Pearson Brasil, 2003.
SWOKOWSKI, Earl W. Cálculo com Geometria Analítica. 2.ed. v.2. São Paulo:
Makron Books, 1994.
TOPOGRAFIA II
EMENTA: Levantamento de detalhes a partir de poligonais principais ou
secundárias. CurvasHorizontais Circulares. Planialtimetria-cálculo de coordenadas
de polígono e de área. Altimetria-nivelamento geométrico. Curvas de nível.
Taqueometria e Altimetria taqueométrica. Taludes. Aplicações práticas de
topografia. Determinação do Norte Verdadeiro.
Bibliografia Básica:
BORGES, Alberto de Campos. Topografia. 2.ed. São Paulo: Edgard Blucher , 1977.
191 p.
COMASTRI, José Anibal. Topografia. 3.ed. Minas Gerais: UFV - Universidade
Federal de Viçosa, 2005. 200 p.
ESPARTEL, Lélis. Manual de topografia e caderneta de campo. Rio de Janeiro:
Globo, 1983. 460 p..
Bibliografia complementar:
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. ABNT NBR 13133: 1994. Rio
de Janeiro: ABNT, 1994. 35 p.
FITZ, Paulo Roberto. Geoprocessamento sem complicação. São Paulo: Oficina de
textos, 2010. 160 p.
FONSECA, Romulo Soares. Elementos de desenho topográfico. São Paulo:
McGraw-Hill do Brasil, 1979. 192p.
GONÇALVES, José Alberto. Topografia. 3.ed. Lisboa: Lidel, 2012. 357 p.
MCCORMAC, Jack C.. Topografia. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011. 391 p.
RESISTÊNCIA MATERIAIS I
EMENTA: Conceitos fundamentais, comportamento dos corpos sólidos em
equilíbrio do ponto de vista das forças internas, conceito de tensão, tração e
42
compressão entre os limites elásticos, tensão e deformação – cargas axiais. Flexão
pura, normal, oblíqua, simples e composta, cisalhamento puro, torção em barras de
seção circular.
Bibliografia Básica:
BEER, Ferdinand P.; Johnston Jr., E. Russell. Resistência dos materiais. São
Paulo: McGraw Hill, 1995/2012.
MARGARIDO, Aluizio Fontana. Fundamentos de estruturas: um programa para
arquitetos e engenheiros que se iniciam no estudo das estruturas. São Paulo:
Ziguraste Editora, 2001.
POPOV, Egor P. Introdução à mecânica dos sólidos. São Paulo: Edgard Blucher,
1978. 534p.
Bibliografia Complementar:
HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. 7.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2010.
670p.
KOMATSU, José Sergio. Resistência dos materiais. v.1. São Carlos: EdUFSCar,
2001.
KOMATSU, José Sergio. Resistência dos materiais. v.2. São Carlos: EdUFSCar,
2001.
MELCONIAN, Sarkis. Mecânica técnica e resistência dos materiais. 18.ed. São
Paulo: Érica, 2007. 360p.
MERIAM. J. L.; KRAIGE, L. G. Mecânica estática. 5.ed., v.1. Rio de Janeiro: LTC,
2004. 349p.
MECÂNICA DOS SOLOS I
EMENTA: Classificação dos solos, índices físicos, plasticidade e consistência,
compacidade, compactação dos solos, índice de suporte Califórnia, permeabilidade,
pressão dos solos, compressibilidade, adensamento, ensaios de laboratórios,
permeabilidade e percolação de água nos solos.
Bibliografia Básica:
CAPUTO, Homero Pinto. Mecânica dos solos e suas aplicações. 6.ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2012. 234p.
DAS, B. M. Fundamentos de Engenharia Geotécnica. São Paulo: Ed.Thomson
Learning. Tradução da 6ª Edição norte-americana.
PINTO, Carlos de Sousa. Curso básico de mecânica dos solos em 16 aulas. 3.ed.
São Paulo: Oficina de textos, 2006. 367p.
Bibliografia Complementar:
43
CRAIG, R. F. Craig, mecânica dos solos. 7.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013. 365p.
OLIVEIRA, A. M. S.; BRITO, S. N. A. Geologia de Engenharia. São Paulo:
Associação Brasileira de Geologia de Engenharia, 1998.
ORTIGÃO, J. A. R. Introdução à mecânica dos solos dos estados críticos. Rio de Janeiro:
LTC, 1993. 368p.
QUEIROZ, R. C. Geologia e Geotecnia Básica para Engenharia Civil. RIMA, 2009.
406p.
VARGAS, Mílton. Introdução à mecânica dos solos. São Paulo: Universidade de
São Paulo, 1977. 509p.
MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO I
EMENTA: Importância e história dos materiais de construção, arranjo estrutural dos
materiais, pedras naturais, materiais cerâmicos, tintas e vernizes, plásticos e
borrachas, vidros, aços.
Bibliografia Básica:
AMBROZEWICZ, Paulo Henrique Laporte. Materiais de construção . São Paulo:
PINI, 2012. 459 p.
BAUER, L. A. Falcão, Materiais de construção, vol. 1, Livros Técnicos e Científicos,
Rio de Janeiro, 1987.
BAUER, L. A. Falcão, Materiais de construção, vol. 2, Livros Técnicos e Científicos,
Rio de Janeiro, 1992.
Bibliografia Complementar:
BROWN, L. S., Química Geral Aplicada a Engenharia. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2008. 431p.
CALLISTER JR, W. D., Ciência e Engenharia de Materiais. Rio de Janeiro: LTC,
2013. 589p.
QUEIRO, F. C., Catálogo de rochas ornamentais do estado do Espírito Santo. São
Paulo: Instituto de Pequisa.
PETRUCCI, Eládio G. R., Materiais de construção, Globo, Porto Alegre, 1978.
VAN VLACK, L. H., Princípios de Ciência e tecnologia dos materiais. 4 ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 1984. 566p.
INTRODUÇÃO À ELETRICIDADE
EMENTA: Medidas elétricas, circuitos de correntes continuas, indução
eletromagnética, resistência, capacitância e indução, circuitos de correntes
alternadas e propriedades elétricas e magnéticas da matéria.
44
Bibliografia Básica:
GUSSOW, Milton; COSTA, Aracy Mendes da. Eletricidade básica. São Paulo:
Pearson Makron Books, 1997. 639p.
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; KRANE, Kenneth S. Fundamentos da Física.
5.ed., v.3. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
TIPLER, Paul A.; BIASI, Ronaldo de; MACEDO, Horacio. Física para cientistas e
engenheiros: eletricidade e magnetismo, ótica. 6.ed, v.2. Rio de Janeiro: Livros
técnicos e científicos, 2011. 476p.
Bibliografia Complementar:
CAPUANO, Francisco G. Laboratório de eletricidade e eletrônica. 24.ed. São Paulo:
Érica, 2007. 309p.
GUERRINI, Délio Pereira. Eletricidade para a engenharia. Barueri: Manole, 2003.
ICREDER, Hélio. Instalações Elétricas. 15.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
LIMA FILHO, Domingos Leite. Projeto de Instalações Elétricas Prediais. 12.ed. São
Paulo: Érica, 2011.
Van Valkenburgh. Eletricidade básica. Rio de Janeiro: Ao livro técnico, 1982. 127p.
5° PERÍODO
MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II
EMENTA: Agregados,
betuminosos.
aglomerantes,
argamassas,
concretos,
materiais
Bibliografia Básica:
BAUER, L. A. Falcão, Materiais de construção, vol. 1, Livros Técnicos e Científicos,
Rio de Janeiro, 1987.
HELENE, P., Manual de Dosagem e controle do concreto. São Paulo/Brasília: PINI,
1992. 349p.
MAYOR GONZALES, Gerardo. Teoria e problemas de materiais de construção. São
Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1978. 309 p..
Bibliografia Complementar:
BALBO, J. T., Pavimentação Asfáltica, São Paulo: Oficina de Textos, 2007. 558p.
CALLISTER JR., W. D., Ciência e Engenharia de Materiais. Rio de Janeiro: LTC,
2013. 589p.
CEOTTO, L. H., Revestimento de Argamassas. Porto Alegre: ANTA, 2005. 96p.
45
RECENA, Fernando Antonio Piazza. Conhecendo Argamassa. 2.ed. Porto Alegre:
EDIPUCRS, 2011. 188p.
VAN VLACK, L. H., Princípios de Ciência e tecnologia dos materiais. 4 ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 1984. 566p.
ESTRADAS DE RODAGEM I
EMENTA: Escolha do traçado de vias, anteprojeto: estudo de alternativas, projeto
geométrico de estradas, traçado horizontal, traçado vertical, seções transversais,
cálculo de volumes e distância média de transporte e elementos de drenagem.
Bibliografia básica:
OLIVEIRA, Márcio P.; PIMENTA, Carlos R. T. Projeto geométrico de rodovias. São
Carlos: Rima, 2001. 198 p.
PONTES FILHO, G. Estradas de rodagem – Projeto geométrico – GP Engenharia –
Bidim – São Carlos – SP, 1998.
SENÇO, Wlastermiler de. Manual de Técnicas de Pavimentação. 2.ed. São Paulo:
PINI, 2007. 761p.
Bibliografia complementar:
BORGES, Aberto de Campos. Exercícios de topografia. 3.ed. São Paulo: Edgard
Blucher , 1975. 192 p.
BRASIL, Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes. Diretoria de
Planejamento e Pesquisa. Coordenação Geral de Estudos e Pesquisas. Instituto de
Pesquisas Rodoviárias. Manual de Projeto de Intersecções. 2. Ed. Rio de Janeiro,
2005. 528 p.
FONTES, L. C. Engenharia de estradas projeto geométrico. Salvador: UFBA, 1991.
LE, Shu Han. Introdução ao projeto geométrico de rodovias, UFSC, Florianópolis,
2002.
OLIVEIRA, A. M. S. e BRITO, S. N. A. Geologia de Engenharia. São Paulo.
Associação Brasileira de Geologia de Engenharia, 1998. - 23
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS
EMENTA: Noções sobre sistemas elétricos de potência, instalações elétricas de
baixa tensão, projeto telefônico e lógica, elaboração de um projeto elétrico
residencial, com todas as partes pertinentes ao mesmo.
Bibliografia Básica:
CAVALIN, Geraldo. Instalações elétricas prediais. 7.ed. São Paulo: Érica, 2002.
CREDER, Hélio. Instalações elétricas. 14.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000. 479p.
46
LIMA FILHO, Domingos Leite. Projetos de instalações elétricas prediais. 12.ed. São
Paulo: Érica, 2011. 272p.
Bibliografia Complementar:
BEEMAN, D. Industrial Power System Handbook McGraw Hill. SIEMENS
Instalações Elétricas. Vol.1 e 2, Livraria Nobel S.A.
MAMEDE FILHO, João. Instalações elétricas industriais. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC,
2013. 122p.
MAMEDE FILHO, João. Manual de Equipamentos elétricos. 3.ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2013. 669p.
MOREIRA, Vinicius de Araújo. Iluminação elétrica. 1.ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 1999. 189p.
NISKIER, Julio. Manual de Instalações Elétricas. Rio de Janeiro: LTC, 2013. 306p.
FENÔMENOS DE TRANSPORTES
EMENTA: Definição de Fluidos, fluídos estáticos, hidrodinâmica, equação da
continuidade, teorema de Bernoulli, tipos de escoamentos, condutos livres e
forçados, perda de carga distribuída e localizada e transmissão de calor.
Bibliografia Básica:
AZEVEDO NETTO, José M. de. Manual de hidráulica. 8.ed. São Paulo: Edgard
Blucher,1998. 669p.
FOX, Robert W. et al. Introdução à mecânica dos fluidos. 6.ed. Rio de Janeiro: LTC,
2006. 798p.
WHITE, Frank M. Mecânica dos Fluidos. 6.ed. Porto Alegre: AMGH, 2011. 880p.
Bibliografia Complementar:
BISTAFA, S. R. Mecânica dos Fluidos: Noções e Aplicações. 1.ed. São Paulo:
Editora Blucher, 2010. 196p.
BRUNETTI, F. Mecânica dos fluidos. São Paulo: Prentice Hall Brasil, 2004. 410p.
CATTANI, Mauro Sérgio Dorsa. Elementos de mecânica dos fluidos. 2.ed. São
Paulo: Edgard Blucher , 2005. 155p.
GILES, Ranald V.; EVETT, Jack B.; LIU, Cheng. Mecânica dos Fluidos e Hidráulica.
Tradução por Luiz Liske. São Paulo: Makron Books, 1996.
OKIISHI, T. H.; YOUNG, D. F.; MUNSON, B. R. Fundamentos da mecânica dos
fluidos. 4.ed. São Paulo: Editora Edgard Blücher Ltda., 2004. 571p.
47
RESISTÊNCIA MATERIAIS II
EMENTA: Complementos sobre flexão, flambagem de colunas, torção geral,
cisalhamento de seções delgadas, abertas e fechadas, barras submetidas a
carregamento transversal, energia de deformação e critérios e Resistência.
Bibliografia Básica:
BEER, Ferdinand P.; Johnston Jr., E. Russell. Resistência dos materiais. 3.ed.
McGraw Hill, São Paulo, 1995/2012.
MARGARIDO, Aluizio Fontana. Fundamentos de estruturas: um programa para
arquitetos e engenheiros que se iniciam no estudo das estruturas. São Paulo:
Ziguraste Editora, 2001.
POPOV, Egor P. Introdução à mecânica dos sólidos. São Paulo: Edgard Blucher,
1978. 534p.
Bibliografia complementar:
HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. 7.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2010.
670p.
KOMATSU, José Sergio. Resistência dos materiais. v.1. São Carlos: EdUFSCar,
2001.
KOMATSU, José Sergio . Resistência dos materiais. v.2. São Carlos: EdUFSCar,
2001.
MELCONIAN, Sarkis. Mecânica técnica e resistência dos materiais. 18.ed. São
Paulo: Érica, 2007. 360p.
MERIAM. J. L.; KRAIGE, L. G. Mecânica estática. 5.ed, v.1. Rio de Janeiro: LTC,
2004. 349p.
MECÂNICA DOS SOLOS II
EMENTA: Compressibilidade e teoria de adensamento dos solos, resistência ao
cisalhamento dos solos, estabilidade de taludes, empuxos de terra e estruturas de
arrimo.
Bibliografia Básica:
CAPUTO, Homero Pinto. Mecânica dos solos e suas aplicações: exercícios e
problemas resolvidos. 4.ed., v.3. Rio de Janeiro: LTC, 1987. 312p.
CAPUTO, Homero Pinto. Mecânica dos solos e suas aplicações: mecânica das
rochas – fundações - obras de terra. 6.ed., v.2. Rio de Janeiro: LTC, 2008. 498p.
CAPUTO, Homero Pinto. Mecânica dos solos e suas aplicações. 6.ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2012. 234p.
DAS, B. M. Fundamentos de Engenharia Geotécnica. Tradução da 6ª Edição norteamerican. São Paulo: Ed.Thomson Learning, 2007.
48
Bibliografia Complementar:
CRAIG, R. F. Mecânica dos Solos. 7.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
MASSAD, Faiçal. Obras de terra. 2.ed. São Paulo: Oficina de textos, 2010. 170p.
ORTIGÃO, J. A. R. Introdução à mecânica dos solos dos estados críticos. Rio de Janeiro:
LTC, 1993. 368p.
PINTO, Carlos de Sousa. Curso básico de mecânica dos solos em 16 aulas. 2.ed.
São Paulo: Oficina de textos, 2002. 355p.
VARGAS, M. Curso Básico de Mecânica dos Solos. McGrawHill, 2000.
6° PERÍODO
CONSTRUÇÃO CIVIL I
EMENTA: Procedimentos legais para o início da obra, interdependência entre
projeto e obra, instalação de canteiro de obras, terraplenagem, fundações,
execução das alvenarias, locação da obra, execução da estrutura, execução dos
contrapisos.
Bibliografia Básica
AZEREDO, Helio Alves de. O Edifício até sua cobertura. 2.ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 1997. 182p.
BORGES, Alberto de Campos. Prática das pequenas construções. 5.ed. São Paulo:
Edgard Blucher, 2000. 129p.
WALID, Y. A Técnica de Edificar. Curitiba: Pini, 2002.
Bibliografia Complementar:
BERTINI, A. A.(org.) et. al. Desempenho de edificações habitacionais: guia
orientativo para atendimento à norma ABNT NBR 15575/2013. Fortaleza: Gadioli
Cipolla Comunicação, 2013. 300p.
FRANDO, N. Formas e escoramentos para edifícios. São Paulo: ABDR. 173p.
FUSCO, P. B. Técnica de armar as estruturas e concreto. 2.ed. São Paulo: PINI,
2003. 395p.
HACHICH, W. et al. Fundações: teoria e prática. 2.ed. São Paulo: PINI, 1998.
LEONHARDT, F. Construção de Concreto. Rio de Janeiro: Interciência, 2012. 210p.
49
ESTRADAS DE RODAGEM II
EMENTA: Pavimentação, terminologia, modalidade dos pavimentos, estudo das
cargas rodoviárias, estudos geotécnicos para pavimentação, comportamento dos
materiais empregados na pavimentação, estudo dos materiais asfálticos,
dimensionamento de Pavimentos, execução de pavimentos (técnicas construtivas,
equipamentos e especificações).
Bibliografia Básica:
BALBO, José Tadeu. Pavimentação asfáltica. São Paulo: Oficina de textos, 2007.
558.
SENÇO, Wlastermiler de. Manual de Técnicas de Pavimentação. Vol. 2. 2.ed. São
Paulo: PINI, 2007. 761 p.. 793 p.
SOUZA, José Octávio, Estradas de rodagem, Studio Nobel, São Paulo, 1981.
Bibliografia Complementar:
BRASIL, Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes. Diretoria de
Planejamento e Pesquisa. Coordenação Geral de Estudos e Pesquisas. Instituto de
Pesquisas Rodoviárias. Manual de Pavimentos Rígidos. 2. Ed. Rio de Janeiro,
2005. 234 p.
BRASIL, Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes. Diretoria de
Planejamento e Pesquisa. Coordenação Geral de Estudos e Pesquisas. Instituto de
Pesquisas Rodoviárias. Manual de Pavimentação. 3. Ed. Rio de Janeiro, 2006.
274 p.
FONTES, L. C. Engenharia de estradas projeto geométrico. Salvador: UFBA,1991.
RICARDO, Helio de Souza. Manual prático de escavação (Terraplenagem e
Escavação de Rocha). Colaboração de Guilherme Catalani. 2.ed. São Paulo: PINI,
1990.
XEREZ NETO, Jary de. Pavimentos de concreto para tráfego de máquinas
ultrapesadas. São Paulo: PINI, 2013. 154 p..
HIDRÁULICA
EMENTA: Movimento uniforme de canais, orifícios, bocais e vertedouros,
escoamento sob carga variável, movimento variado de canais, bombas centrífugas,
estações elevatórias e golpe de Aríete.
Bibliografia Básica:
AZEVEDO NETTO, José M. de. Manual de hidráulica. 8.ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 1998. 669p.
50
ERBISTE, Paulo C. F. Comportas Hidráulicas. 2.ed. Rio de Janeiro: Interciência,
2002. 394p.
MACINTYRE, Archibald Joseph. Bombas e instalações de bombeamento. 2.ed. Rio
de Janeiro: LTC, 2013. 782p.
Bibliografia Complementar:
BRUNETTI, F. Mecânica dos fluidos. São Paulo: Prentice Hall Brasil, 2004. 410p.
CREDER, Hélio. Instalações Hidráulicas e Sanitárias. 5.ed. Rio de Janeiro: LTC,
2003.
MACINTYRE, Archibald Joseph. Instalações Hidráulicas Prediais e Industriais. 3.ed.
Rio de Janeiro: LTC, 1996.
RICHTER, Carlos A.. Água. São Paulo: Blucher, 2009. 340p.
TELLES, Pedro Carlos da Silva. Tubulações industriais. 10.ed. Rio de Janeiro: LTC,
2001. 252p.
ESTRUTURAS DE AÇO E MADEIRA
EMENTA: Propriedades dos materiais, ações e segurança em estruturas metálicas,
peças tracionadas, peças comprimidas, flexão, peças submetidas à flexocompressão, ligações e ação do vento. Estrutura de madeira, propriedades físicas e
mecânicas das madeiras, dimensionamento de peças submetidas a esforços de
tração, compressão, cisalhamento e flexão, vigas e pilares e ligações em estruturas
de madeiras.
Bibliografia Básica:
BELLEI, Ildony H. Edifícios de múltiplos andares em aço. 2.ed. São Paulo: PINI,
2008. 556p.
MOLITERNO, Antonio. Caderno de projetos de telhados em estruturas de madeira.
4.ed. São Paulo: Blucher, 2010. 268p.
PFEIL, Michèle; PFEIL, Walter. Estruturas de aço: dimensionamento prático. 8.ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2009. 357p.
Bibliografia Complementar:
BLESSMANN, Joaquim. Ação do vento em telhados. 2.ed. Porto Alegre: SAGRA,
2009. 2152p.
CALIL JUNIOR, C. Dimensionamento de elementos estruturais de madeira. São
Paulo: Manole, 2003.
MOLITERNO, Antônio. Elementos para projetos em perfis leves de aço. São Paulo:
Edgard Blucher, 1989.
MONTEIRO, J. C. Rego. Tesouras de telhado. 4.ed. Rio de Janeiro: Interciência,
1998. 109p.
51
PFEIL, Walter. Estruturas de aço: dimensionamento prático. 8.ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2009/2013.
ESTRUTURAS DE CONCRETO I
EMENTA: Estudos dos materiais: concreto, aço e concreto armado,
dimensionamento e detalhamento de lajes (maciças e nervuradas),
dimensionamento de vigas, ações de segurança e durabilidade das estruturas.
Bibliografia Básica:
BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Concreto armado. 6.ed. São Paulo: Blucher,
2010. 507p.
CARVALHO, Roberto Chust. Cálculo e detalhamento de estruturas usuais de
concreto armado. 3.ed. São Carlos: EdUFSCar, 2012. 368p.
FUSCO, Péricles Brasiliense. Técnica de armar as estruturas de concreto. 2.ed.
São Paulo: PINI, 2013. 395p.
Bibliografia Complementar:
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. ABNT NBR 6118: 2007. Rio de
Janeiro: ABNT, 2007. 221p.
ADÃO, Francisco Xavier. Concreto armado. 2.ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2010.
206p.
ARAÚJO, José Milton de. Curso de concreto armado. 3.ed. Rio Grande: Dunas,
2010. 257p.
CARVALHO, Roberto Chust. Cálculo e detalhamento de estruturas usuais de
concreto armado. 3.ed. São Carlos: EdUFSCar, 2013. 368p.
LEONHARDT, Fritz. Construções de Concreto. Rio de Janeiro: Interciência, 2007.
174p.
TEORIA DAS ESTRUTURAS
EMENTA: Morfologia das estruturas, estruturas Isostáticas e hiperestáticas, Linha
de influências, Diagrama de estado, princípios dos processos virtuais, processo dos
esforços, método dos deslocamentos e processo de Cross.
Bibliografia Básica:
LEET, Kenneth. Fundamentos da análise estrutural. 3.ed. São Paulo: McGraw-Hill,
2009. 790p.
MCCORMAC, Jack C. Análise estrutural. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. 482p.
SUSSEKIND, José Carlos. Curso de análise estrutural. v.1. Globo, 1991.
52
Bibliografia Complementar:
BEER, Ferdinand P.; JOHNSTON JR, E Russel. Mecânica vetorial para
Engenheiros: estática. 5.ed./9.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2012.
MARGARIDO, Aluízio Fontana. Fundamentos de estruturas. São Paulo: Zigurate,
2001. 335p.
SORIANO, Humberto Lima. Análise de Estruturas. 2.ed. Rio de Janeiro: Ciência
moderna, 2006. 304p.
SUSSEKIND, José Carlos. Curso de análise estrutural. v.3. Globo, 1984.
SUSSEKIND, José Carlos. Curso de análise estrutural. v.2. Globo, 1991.
7° PERÍODO
CONSTRUÇÃO CIVIL II
EMENTA: Execução dos serviços de impermeabilização e isotermia, execução dos
revestimentos de pisos, paredes e tetos, montagem das esquadrias, execução das
coberturas, execução de serviços relativos aos projetos: elétrico, telefônico,
hidrossanitário, incêndio, gás (GLP) e complementares, execução dos serviços de
pintura e procedimentos para entrega da obra.
Bibliografia Básica:
AZEREDO, Helio Alves de. O Edifício até sua cobertura. 2.ed. São Paulo: Edgard
Blucher , 1997. 182p.
BORGES, Alberto de Campos. Prática das pequenas construções. 5.ed. São Paulo:
Edgard Blucher, 2000. 129p.
YAZIGI, Walid. A técnica de edificar. 7.ed. São Paulo: PINI, 2006. 722p.
Bibliografia Complementar:
CEOTTO, Luis Henrique; BANDUK Ragueb C; NAKAKURA, Elza Hissae.
Revestimentos de Argamassas: boas práticas em projeto, execução e avaliação.
Porto Alegre: ANTA, 2005.
GONÇALVES, O. M., Execução e Manutenção de sistemas hidráulicos prediais.
São Paulo: PINI, 2000. 191p.
PIANCA, J. B., Manual do construtor. Porto Alegre: Globo, 1977. 841p.
PINI. Construção passo-a-passo. São Paulo: PINI, 2011. 207p.
SABBATINI, Fernando Henrique; BAÍA, Luciana Leone Maciel. Projeto e execução
de revestimento argamassa. São Paulo: O nome da Rosa, 2002.
53
ESTRUTURAS DE CONCRETO II
EMENTA: Detalhamento de vigas, estabilidade global e obliqua, cálculo e
detalhamento de pilares, blocos de fundações, sapatas e vigas alavancas e
detalhamento de escada.
Bibliografia Básica:
BOTELHO, Manoel Henrique Campos; MARCHETTI, Osvaldemar. Concreto
Armado: eu te amo. 3.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2002. 422p.
FUSCO, Péricles Brasiliense. Técnica de armar as estruturas de concreto. 2.ed.
São Paulo: PINI, 2013. 395p.
LEONHARDT, Fritz. Construções de Concreto. Rio de Janeiro: Interciência, 2007.
174p.
Bibliografia Complementar:
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. ABNT NBR 6118: 2007. Rio de
Janeiro: ABNT, 2007. 221p.
ADÃO, Francisco Xavier. Concreto armado. 2.ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2010.
206p.
ARAÚJO, José Milton de. Projeto estrutural de edifícios de concreto armado. 2.ed.
Rio Grande: Dunas, 2009. 224p.
CARVALHO, Roberto Chust. Estruturas em concreto protendido. São Paulo: PINI,
2012. 431p.
CARVALHO, Roberto Chust. Cálculo e detalhamento de estruturas usuais de
concreto armado. 3.ed. São Carlos: EdUFSCar, 2013. 368p.
LEGISLAÇÃO E ÉTICA PROFISSIONAL
EMENTA: Princípios e fundamentos da Ética, o código de ética profissional, a
engenharia e o mercado de trabalho, Código Civil: direito de propriedade e direito
do construir, a legislação federal, estadual e municipal pertinente à engenharia,
princípios gerais de legislação trabalhista, Direito sindical e Seguridade social, o
sistema CONFEA/CREAS/MÚTUA, regulamentação do exercício profissional e a
atuação do profissional na sociedade.
Bibliografia Básica:
MACEDO, Edison Flávio. Código de ética profissional comentado. 4.ed. Brasília:
CONFEA, 2011. 254 p..
REGO, Américo. Ética para engenheiros. 2. ed. Lisboa: Lidel, 2010. 189 p.
SÁNCHEZ VÁZQUEZ, Adolfo. Ética. 35.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
2012. 302 p.
54
Bibliografia Complementar:
Brasil [ Leis, etc.]. Codigo Civil e Constituição Federal. 64.ed. São Paulo: Saraiva,
2013. 1214p.
Câmara Brasileira da Indústria da Construção. Desempenho de edificações
habitacionais: guia orientativo para atendimento à norma ABNT NBR 15575/2013.
Câmara Brasileira da Indústria da Construção. Fortaleza: Gadioli Cipolla
Comunicação, 2013. 300p.
DINIZ, Maria Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro. 28.ed. São Paulo: Saraiva,
2013. 690p.
GONÇALVES, Carlos Roberto. Direito civil brasileiro, volume3 . 10.ed. São Paulo:
Saraiva, 2013. 727 p.
PEREIRA, Lígia Maria Leite. Sistema CONFEA/CREA. Brasília: CONFEA, 2008.
258p.
FUNDAÇÕES
EMENTA: Generalidade sobre fundações. Sondagens para fins de fundações de
estruturas. Critérios para seleção e escolha do tipo de fundação. Fundações
superficiais e profundas. Capacidade de suporte e previsão de recalques, provas de
carga em fundações e conceitos associados à patologia e ao reforço de fundações.
Bibliografia Básica:
ALONSO, Urbano Rodriguez. Exercícios de fundações. 2.ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 2010.
HACHICH, Waldemar. Fundações. 2.ed. São Paulo: PINI, 1998. 751p.
VELLOSO, Dirceu de Alencar. Fundações. São Paulo: Oficina de textos, 2010.
568p.
Bibliografia Complementar:
ALONSO, Urbano Rodriguez. Previsão e controle das fundações. 2.ed. São Paulo:
Blucher, 2011. 146p.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Projeto e execução de
fundações: NBR 6122. Rio de Janeiro: ABNT, 1996. 33p.
CINTRA, J. C. A; AOKI, N. Fundações por Estacas. Oficina de Textos, São Paulo,
2010. 96p.
JOPPERT JUNIOR, Ivan. Fundações e contenções em edifícios. São Paulo: PINI,
2007. 220p.
SCHNAID, Fernando. Ensaios de campo e suas aplicações à engenharia de
fundações. São Paulo: Oficina de textos, 2000. 189p.
55
HIDROLOGIA
EMENTA: Ciclo Hidrológico, Bacia Hidrográfica, Precipitação, Infiltração,
Evaporação e Evapotranspiração, Escoamento Superficial, Regime dos Cursos de
Água, Águas Subterrâneas. Medição de vazão. Vazões de enchentes. Hidrograma
unitário. Sistemas e dimensionamento da rede de drenagem de águas pluviais.
Bibliografia Básica:
GARCEZ, Lucas Nogueira. Hidrologia. 2.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1988.
291p.
PINTO, N. L. de Souza et alii – Hidrologia Básica – São Paulo.Editora Edgard
Blucher, 1976.
TUCCI, Carlos E. M. Hidrologia. 4.ed. Porto Alegre: UFRGS, 2013. 943p.
Bibliografia Complementar:
AZEVEDO NETO, J. M et all. Manual de Hidráulica Geral. 8ª Ed. Editora Edgard
Blucher Ltda. São Paulo, 1998.
BRANDÃO, V. S.; PRUSKI, F. F.; SILVA, D. D. Infiltração da água no solo. Ed UFV,
Viçosa-MG, 98p.
GOMES, Heber Pimentel. Sistemas de abastecimento de água. 3.ed. João Pessoa:
Universitária, 2009. 277 p.
RICHTER, Carlos A. Água. São Paulo: Blucher, 2009. 340 p.
SPERLING, Marcos Von. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de
esgotos. 3.ed. Minas Gerais: UFMG, 2005. 452 p.
INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E SANITÁRIAS
EMENTA: Instalações prediais de água fria, água quente, esgoto sanitário e águas
pluviais, instalações prediais contra incêndio, instalações prediais de G.L.P. (gás
liquefeito de petróleo), instalações prediais de proteção contra descargas
atmosféricas e sistemas especiais.
Bibliografia Básica:
AZEVEDO NETTO, José M. de. Instalações prediais hidráulico-sanitárias. São
Paulo: Edgard Blucher , 1988. 148 p.
CREDER, Hélio. Instalações Hidráulicas e Sanitárias. 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC
Editora, 2003.
MACINTYRE, Archibald Joseph. Instalações Hidráulicas Prediais e Industriais. 3ª
ed. Rio de Janeiro: LTC Editora, 1996
Bibliografia Complementar:
56
BOTELHO, Manoel Henrique Campos. Águas de Chuvas: Engenharia das Águas
Pluviais nas Cidades. 2ª ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2004.
GONÇALVES, Orestes Marranccini e outros. Execução e Manutenção de Sistemas
Hidráulicos Prediais. São Paulo: PINI, 2000.
MACINTYRE, Archibald Joseph. Manual das Instalações Hidráulicas Sanitárias. Rio
de Janeiro: LTC Editora, 1990.
MACINTYRE, Archibald Joseph. Bombas e instalações de bombeamento. 2.ed. Rio
de Janeiro: LTC, 2013. 782 p.
PRUDENTE, Francesco. Automação predial e residencial. Rio de Janeiro: LTC,
2013. 211 p.
8° PERÍODO
SANEAMENTO
EMENTA: Saneamento, uso da água, previsão de população, vazão de projeto,
sistema de abastecimento de água, rede de distribuição, sistema de esgotamento
sanitário e tratamento de água.
Bibliografia Básica:
AZEVEDO NETTO, J. M. de. Planejamento de sistemas de abastecimento de água.
Parana: Editora Universidade Federal do Paraná, 197p.
PEREIRA, José Almir Rodrigues. Rede Coletora de Esgoto Sanitário. 2.ed. Belém:
EDUFPA, 2010. 301p..
PUPPI, Idefonso C. Estruturação sanitária das cidades. Curitiba: Editora
Universidade Federal do Paraná, 320 p.
Bibliografia Complementar:
CANHOLI, Aluísio Pardo. Drenagem urbana e controle de enchentes. São Paulo:
Oficina de textos, 2005. 302 p.
GOMES, H. P., Sistemas de Abastecimento de Água – dimensionamento
econômico-2ed. Revisada. Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e
Ambiental. 2004. 241p.
GOMES, Heber Pimentel. Sistemas de abastecimento de água. 3.ed. João Pessoa:
Universitária, 2009. 277p.
HELLER, Léo. Abastecimento de água para consumo humano: Vol 02. 2.ed. Belo
Horizonte: UFMG, 2010. 418p.
SPERLING, M. V., Introdução à Qualidade das Águas e ao Tratamento de Esgotos.
Minas Gerais: DESA/UFMG, 1997. v1.
57
GERENCIAMENTO DE OBRAS
EMENTA: Gerência de projetos: conceitos básicos, gerenciamento dos custos:
orcamentação, gerenciamento do tempo: PERT/COM, gerenciamento de recursos:
alocação e nivelamento, gerenciamento da relação tempo-custo: PERT/CPM –
CUSTO, controle e Análise de desempenho: sistema de controle, cronogramas,
curvas de desenvolvimento, alternativas de transportes horizontal e vertical e
gerenciamento informatizado de projetos e obras.
Bibliografia Básica:
ESCRIVÃO FILHO, Edmundo. Gerenciamento na construção civil. São Carlos:
EESC/USP, 1998. 256p.
GOLDMAN, Pedrinho. Introdução ao planejamento e controle de custos na
construção civil brasileira. 4.ed. São Paulo: PINI, 2004.
LIMMER, Carl V. Planejamento, Orçamento e Controle de Projetos e Obras. Rio de
Janeiro: LTC, 1997.
Bibliografia Complementar:
ALDABÓ, Ricardo. Gerenciamento de projetos. 2.ed. São Paulo: Artliber, 2001.
141p.
DIAS, Paulo Roberto Vilela. Engenharia de custos. 4.ed. Curitiba: Copiare, 2001.
213p.
SANVICENTE, Antonio Zoratto. Orçamento na administração de empresas. 2.ed.
São Paulo: Atlas, 1983. 219p.
SOUZA, Roberto de. Qualidade na aquisição de materias e execução de obras. São
Paulo: PINI, 1996. 275p.
TISAKA, Maçahico. Orçamento na construção civil. 2.ed. São Paulo: PINI, 2011.
470p.
PROJETO DE ARQUITETURA
EMENTA: Desenvolver projeto arquitetônico de grande porte (de caráter público
e/ou privado / residencial e/ou comercial), com edificação de mínimo 06 pavimentos
e pavimento subterrâneo, levando em consideração: as questões referentes aos
aspectos tecnológicos e construtivos; escolha e lançamento dos sistemas
estruturais; instalações prediais (lógica e dados, instalações elétricas e telefonia,
hidráulico-sanitárias, gás, ar condicionado, SPDA e proteção contra incêndio) e tipo
de transporte vertical (Elevadores, escadas rolantes, esteiras e rampas etc.);
elaborar planejamento de reaproveitamento das águas pluviais, e elaboração de
instalação de energia por placas fotovoltaicas (energia solar). Definir espaços para
garagens cobertas e descobertas, espaços coletivos, torno imediato. Projeto
executivo, detalhamentos de acabamento, maquete de apresentação, memorial
descritivo e justificativo. Apresentação com banca examinadora e com discentes,
58
para discussão crítico-comparativo das soluções elaboradas pelos alunos com
painéis contendo imagens em 3d do projeto e plantas pertinentes e minuta/texto de
apresentação sobre o mesmo. Apresentação dos projetos que resultem na
interferência urbana e/ou municipal.
Bibliografia Básica:
ABNT- Associação Brasileira de Normas Técnicas. ABNT NBR 9050:2004:
Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Rio de
Janeiro: ABNT, 2004. 97 p.
6492
PISANI, Daniele. Paulo Mendes da Rocha: obra completa. São Paulo: Gustavo Gili,
2013. 400 p. 400 f. ISBN 9788565985222.
SILVA, Valdir Pignatta; PANNONI, Fabio Domingos. Estruturas de aço para
edifícios: aspectos tecnológicos e de concepção. São Paulo: Blucher, 2010. 295 p..
ISBN 978-85-212-0538-8.
Bibliografia Complementar:
CARVALHO, Benjamin de A. Desenho geométrico. Rio de Janeiro: Ao livro técnico,
2005. 332 p.
CARVALHO JUNIOR, Roberto de.Instalações elétricas e o projeto de arquitetura =
instalações elétricas e o projeto de arquitetura. 4.ed. São Paulo: Blucher, 2013. 262
p. 262 f. ISBN 9788521207436.
DAL MONTE, Paulo Juarez. Elevadores e escadas rolantes. Rio de Janeiro:
Interciência, 2000. 524 p. ISBN 85-901516-1-1.
GÓES, Ronald. Manual prático de arquitetura hospitar. 2.ed. São Paulo: Blucher,
2011. 285 p.. ISBN 978-85-212-0580-7.
KOWALTOWSKI, Doris C. C. K. Arquitetura escolar: o projeto do ambiente de
ensino. São Paulo: Oficina de textos, 2011. 272 p.. ISBN 978-85-7975-011-3.
BARRAGENS E OBRAS DE TERRA
EMENTA: Obras de terra na prática da engenharia civil, condições geológicas do
subsolo, solicitações atuantes sobre as estruturas de contenção, barragens e
ensecadeiras, análise das técnicas de escavação, terraplenagem, perfuração de
rocha, segurança e gerenciamento dos recursos naturais e da mão-de-obra.
Bibliografia Básica:
CRUZ, Paulo Teixeira da. 100 Barragens Brasileiras: casos históricos, materiais de
construção, projeto. São Paulo: Oficina de textos, 1996. 648p.
CRUZ, Paulo T. Barragens de enrocamento com face de concreto. São Paulo:
Oficina de textos, 2009.
59
MOLITERNO, Antonio. Caderno de muros de arrimo. 2.ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 1994. 194p.
Bibliografia Complementar:
COSTA, W. D. Geologia de Barragens. São Paulo: Oficina de Textos, 2012. 352p.
CRAIG, R. F. Mecânica dos Solos. 7.ed. Editora LTC. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
MARCHETTI, O. Muros de Arrimo. São Paulo: Oficina de Textos, 2008. 140p.
MASSAD, Faiçal. Obras de terra. 2.ed. São Paulo: Oficina de textos, 2010. 170p.
VARGAS, M. Curso Básico de Mecânica dos Solos. São Paulo: McGrawHill, 2000.
9° PERÍODO
ENGENHARIA ECONÔMICA
EMENTA: Introdução à engenharia econômica, métodos de análise de
investimentos, análise de equilíbrio e de sensibilidade, análise de viabilidade,
incerteza e riscos em projetos, depreciação e substituição de equipamentos.
Bibliografia Básica:
GOLDMAN, Pedrinho. Introdução ao planejamento e controle de custos na
construção civil brasileira. 4.ed. São Paulo: PINI, 2004.
PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática financeira. 9.ed.. São Paulo: Elsevier,
2011. 353p.
SAMANEZ, Carlos Patricio, Engenharia Econômica, Prentice Hall Pearson, São
Paulo, 2009
Bibliografia Complementar:
FORTUNA, Eduardo. Mercado financeiro. 19.ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2013.
1104p.
GONÇALVES, Armando.[et al.]. Engenharia econômica e finanças. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2009. 312p.
LEITHOLD, Louis. Matemática aplicada à economia e administração. São Paulo:
Harbra, 2001. 500p.
MANSFIELD, Edwin. Microeconomia. São Paulo: Saraiva, 2006. 640p.
SOUZA, Roberto de. Sistema de gestão da qualidade para empresas construtoras.
São Paulo: PINI, 1995. 247p.
60
PATOLOGIA NAS CONSTRUÇÕES
EMENTA: Patologia das fundações, patologia do concreto armado, patologia das
argamassas, patologia das alvenarias, patologia dos revestimentos, patologia das
estruturas de madeira e aço e corrosão das armaduras para concreto armado.
Bibliografia Básica:
CASCUDO, Oswaldo. O controle da corrosão de armaduras em concreto: inspeção
e técnicas eletroquímicas. 1.ed. São Paulo: PINI, 1997.
SOUZA, Vicente Custódio Moreira de; RIPPER, Thomaz. Patologia, recuperação e
reforço de estruturas de concreto. São Paulo: PINI, 1998.
THOMAZ, Ercio. Trincas em Edifícios: Causas, Prevenção e Recuperação. São
Paulo: PINI, 1989.
Bibliografia Complementar:
BERTOLINI, LUCA. Materiais de construção: patologia, reabilitação e prevenção.
São Paulo: Oficina do Texto, 2010. 414p.
CÁNOVAS, Manuel Fernández. Patologia e terapia do concreto armado. São Paulo:
PINI, 1988.
FIORITO, A. Manual de argamassas e revestimento: estudos e procedimentos de
execução. São Paulo: PINI.
FUSCO, Péricles Brasiliense. Técnica de armar as estruturas de concreto. 2.ed. São Paulo:
PINI, 2013. 395p.
SILVA, Paulo Fernando A. Durabilidade das estruturas de concreto aparente em
atmosfera urbana. São Paulo: PINI, 1995.
ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS
Ementa: Gerenciamento básico, formação e instalação do departamento de
pessoal e normas para qualificação do operário.
Bibliografia Básica:
CHIAVENATO, Idalberto. Recursos humanos . 9.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
506p.
KUAZAQUI, Edmir. Administração para não-administradores. São Paulo: Saraiva,
2006. 356p.
MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Teoria geral da Administração. 7.ed. São
Paulo: Atlas, 2012. 480p.
Bibliografia complementar:
61
BALLOU, Ronald H.. Logística empresarial. São Paulo: Atlas, 2012. 388p.
CHIAVENATO, Idalberto. Teoria Geral da Administração II. 6.ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2002. 537p.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração de Recursos Humanos. 7.ed. Barueri:
Manole, 2009. 308p.
DEGEN, Ronald Jean. O empreendedor. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009.
440p.
GIRARDI, Dante. Gestão de recursos humanos. Florianópolis: Pandion, 2008. 301p.
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO
Ementa: Conceitos de segurança na engenharia, controle do ambiente, proteção
coletiva e individual, segurança no projeto, acidentes, seleção, treinamento e
motivação pessoal, normatização e legislação específica, organização de
segurança do trabalho na empresa, segurança em atividades extra-empresa, bem
como a análise e elaboração de projeto de combate a incêndios baseando-se na
legislação vigente.
Bibliografia Básica:
CARDELLA, Benedito. Segurança no trabalho e prevenção de acidentes. São
Paulo: Atlas, 2011. 254p.
NUNES, Flávio de Oliveira. Segurança e saúde no trabalho. 2.ed. Rio de Janeiro:
Forense, 2014. 384p.
ROUSSELET, Edison da Silva. A segurança na obra. Rio de Janeiro: Interciência,
1999. 344p.
Bibliografia complementar:
BELLUSCI, Silvia Meirelles. Doenças profissionais ou do trabalho. 12.ed. São
Paulo: SENAC, 2013. 149p.
BRASIL. Ministério da Saúde. Lista de doenças relacionadas ao trabalho. Brasília:
Ministério da Saúde, 2001. 137p.
CAMPOS, Armando Augusto Martins. CIPA- Comissão interna de prevenção de
acidentes. 21.ed. São Paulo: SENAC, 2013. 383p.
FELIX, Maria Christina. Engenharia de segurança do trabalho na indústria da
construção. 2.ed. São Paulo: Fundacentro, 2011. 70p.
TAVARES, José da Cunha. Noções de prevenção e controle de perdas em
Segurança do Trabalho. 8.ed. São Paulo: SENAC, 2012. 165p.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I
EMENTA: Apresentação do tema, apresentação de etapas de trabalho, revisão
bibliográfica, desenvolvimento das etapas.
62
Bibliografia Básica:
ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à metodologia do trabalho científico:
elaboração de trabalhos na graduação. 10.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 158p. ISBN
978-85-224-5856-1.
FACHIN, Odília. Fundamentos de metodologia. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2006. 210
p. ISBN 978-85-02-05532-2.
MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 7.ed. São
Paulo: Atlas, 2010. 297p.
Bibliografia Complementar:
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. ABNT NBR 6023:2002:
Informação e documentação - Referências - Elaboração. Rio de Janeiro, [s.n.].
2002. 24p.
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. ABNT NBR 10520:2002:
Informação e documentação - Citações em Documentos - Apresentação. Rio de
Janeiro: ABNT, 2002. 7p.
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. ABNT NBR 6027:2012:
Informação e documentação - Sumário - Apresentação. 2.ed. Rio de Janeiro: ABNT,
2012. 3p. ISBN 9788507039556.
CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto da. Metodologia
científica. 6.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007. 162p.
RUIZ, João Álvaro. Metodologia Científica: guia para eficiência nos estudos. 5.ed.
São Paulo: Atlas, 2002. 181p.
10° PERÍODO
Trabalho de Conclusão de Curso II
Ementa: Orientação, revisão bibliográfica, preparação da monografia e seminário
de defesa.
Bibliografia Básica:
ESTRELA, Carlos. Metodologia Científica: ciência, ensino, pesquisa. 2.ed. São
Paulo: Artes médicas, 2005. 794p.
MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho científico: procedimentos
básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos
científicos. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2001. 219p.
MATTAR, João. Metodologia científica na era da informática. 3.ed. São Paulo:
Saraiva, 2008. 308p.
63
Bibliografia Complementar:
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. ABNT NBR 6028:2003:
Informação e documentação - Resumo - Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT,
2003. 2p.
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. ABNT NBR 14724:2011:
Informação e Documentação - Trabalhos acadêmicos - Apresentação. 3.ed. Rio de
Janeiro: ABNT, 2011. 11p.
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. ABNT NBR 6027:2012:
Informação e documentação - Sumário - Apresentação. 2.ed. Rio de Janeiro: ABNT,
2012. 3p.
LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos pesquisa biblliográfica, projeto e relatório - publicações e trabalhos científicos. 7.ed.
São Paulo: Atlas, 2011. 225p.
SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23.ed. São Paulo:
Cortez, 2007. 304p.
Estágio Supervisionado
Ementa: Estágio supervisionado em atividade correlata a sua formação profissional
e apresentação do relatório final de atividades.
Bibliografia Básica:
GOLDMAN, Pedrinho. Introdução ao planejamento e controle de custos na
construção civil brasileira. 4.ed. São Paulo: PINI, 2004.
MARGARIDO, Aluízio Fontana. Fundamentos de estruturas. São Paulo: Zigurate,
2001. 335p.
YAZIGI, Walid. A técnica de edificar. 11 ed. São Paulo: PINI, 2011.
Bibliografia complementar:
ARAÚJO, José Milton de. Curso de concreto armado. 3.ed. Rio Grande: Dunas,
2010. 257p.
CINTRA, José Carlos A.. Fundações por estacas. São Paulo: Oficina de textos,
2010.
LIMA FILHO, Domingos Leite. Projetos de instalações elétricas prediais. 12.ed. São
Paulo: Érica, 2011. 272p..
MACINTYRE, Archibald Joseph. Instalações hidráulicas. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC,
2013. 579p.
SOUZA, Vicente Custódio de. Patologia, recuperação e reforço de estruturas de
concreto. São Paulo: PINI, 1998. 257p.
64
DISCIPLINAS OPTATIVAS
ESTRUTURAS ESPECIAIS
EMENTA:Estudos de assuntos estruturais especializados de interesse na engenharia civil
com auxilio de computador. Estruturas de casa de concreto armado. Estruturas em cabo.
Estruturas espaciais. Programação de métodos computacionais para solução de sistemas
estruturais.
Bibliografia Básica
ENGEL, Heino. Sistemas de estructuras sistemas estruturais. 1.ed. Barcelona:
Gustavo Gili, 2012. 351p.
FREITAS, Moacyr de. Infra-estrutura de pontes de vigas. São Paulo: Edgard
Blucher , 2001. 93p.
PINHEIRO, Antonio Carlos da Fonseca Bragança. Estruturas metálicas. 2. ed.. São
Paulo: Blucher, 2005. 301p.
Bibliografia Complementar
ARAÚJO, José Milton de. Curso de concreto armado. 3.ed. Rio Grande: Dunas,
2010. 257p.
CARVALHO, Roberto Chust. Cálculo e detalhamento de estruturas usuais de
concreto armado. 3.ed. São Carlos: EdUFSCar, 2012. 368p.
CARVALHO, Roberto Chust. Estruturas em concreto protendido. São Paulo: PINI,
2012. 431p.
FUSCO, Péricles Brasiliense. Tecnologia de Concreto Estrutural. 2.ed. São Paulo:
PINI, 2012. 199p.
SORIANO, Humberto Lima. Elementos finitos formulação e aplicação na estática e
dinâmica das estruturas. Rio de Janeiro: Ciência.
FERROVIAS
Ementa: Histórico das ferrovias, características relativas ao modo ferroviário de
transporte de passageiros e cargas, elementos da via permanente.
Bibliografia Básica:
AMARAL, Attila do. Manual de engenharia ferroviária. São Paulo: Livros técnicos e
científicos. 673p.
BRINA, Helvécio Lapertosa. Estradas de ferro. Rio de Janeiro: LTC, 1983. 215 p.
RODRIGUES, Paulo Roberto Ambrosio. Introdução aos sistemas de transportes no
Brasil e a logística internacional. 4.ed. São Paulo. 2007. 246p.
65
Bibliografia complementar:
FREITAS, Moacyr de. Infra-estrutura de pontes de vigas. São Paulo: Edgard
Blucher , 2001. 93p.
RIBEIRO, B. A. M., et al.. Sistemas de gerenciamento de transportes . São Paulo:
Atlas, 2001. 125p.
RICARDO, Hélio de Souza. Manual prático de escavação. 3.ed. São Paulo: PINI,
2007. 653p.
SILVEIRA, Márcio Rogério. Estradas de ferro no Brasil. São Paulo: Interciência,
2007. 204p.
XEREZ NETO, Jary de. Pavimentos de concreto para tráfego de máquinas
ultrapesadas. São Paulo: PINI, 2013. 154p.
GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DA CONSTRUÇÃO
Ementa: A questão ambiental na empresa, legislação sobre resíduos sólidos,
produção e caracterização dos resíduos sólidos da construção civil, tratamento e
disposição final dos resíduos oriundos da construção civil, metodologia para
reciclagem de resíduos e programas de reciclagem de resíduos da construção civil.
Bibliografia Básica:
FREIRE, Wesley Jorge. Tecnologias e materiais alternativos de construção.
Campinas: UNICAMP, 2003. 333p.
MANO, Eloisa Biasotto. Meio ambiente, poluição e reciclagem. 2.ed. São Paulo:
Blucher, 2010. 182p.
SANTOS, Adriana de Paula Lacerda. Como gerenciar as compras de materiais na
construção. Sao Pualo: PINI, 2008. 116p.
Bibliografia complementar:
AZEREDO, Helio Alves de. O Edificio até sua cobertura. 2.ed. São Paulo: Edgard
Blucher , 1997. 182p.
BRANCO, Samuel Murgel. O meio ambiente em debate. 3.ed. São Paulo: Moderna,
2004. 127p.
GONÇALVES, Carlos Walter Porto. Os (des)caminhos do meio ambiente. 15.ed.
São Paulo: Contexto, 2013. 148p.
ROMERO, Marcelo de Andrade. Metrópoles e o desafio urbano frente ao Meio
Ambiente. São Paulo: Blucher, 2010. 119p.
SANTOS, Rozely Ferreira dos. Planejamento ambiental . São Paulo: Oficina de
textos, 2004. 183p.
66
INGLÊS INSTRUMENTAL
EMENTA: Ler e compreender textos especificados da área, conscientização o
processo da língua inglesa, fatores cognitivos, grupo nominal, grupo verbal,
referencias e marcadores do discurso (palavra de ligação e produção escrita).
Bibliografia Básica:
BRITTO, Marisa M. Jenkins de. Michaelis inglês gramática prática. 3.ed. São Paulo:
Melhoramentos, 2006. 400p.
MARTINEZ, Ron. O inglês que você nem imagina que sabe . 4.ed.. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2003. 147p.
MICHAELIS, Henriette. Michaelis dicionário prático de inglês. São Paulo:
Melhoramentos, 2001. 954p.
Bibliografia Complementar:
FOX, Chris. Longman dictionary of contemporary english. s.l.: Longman, 1949p.
HORNBY, A. S. Oxford Advanced Learner´s Dictionary. 8.ed. New York: Oxford
university press, 2012. 1796p.
MURPHY, Raymond; SMALZER, William R. Grammar in use: self-study reference
and practice for students of North American English. 3.ed. New York: Crambridge
university, 2009. 369p.
RAMALHO, Énio. Gramática da língua inglesa: ensino básico e secundário. Porto:
Porto, 2005. 207p.
TORRES, Nelson. Gramática prática da língua inglesa: o inglês descomplicado.
10.ed. São Paulo: Saraiva, 2007. 448p.
LIBRAS – LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
EMENTA: Libras - Língua Brasileira de Sinais. Reconhecimento da linguagem de
movimentos, gestos, comunicação e expressão possível através do corpo.
Bibliografia Básica:
FIGUEIRA, Alexandre dos Santos. Material de apoio para aprendizado de libras.
São Paulo: Phorte, 2011. 339p.
GESSER, Audrei. Libras? que língua é essa?. São Paulo: Parábola, 2009. 87p.
QUADROS, Ronice Muller de. Língua de sinais brasileira. Porto Alegre: Artmed,
2004. 221p.
Bibliografia Complementar:
ALMEIDA, Elizabeth Crepaldi de. Atividades ilustradas em sinais da libras. Rio de
Janeiro: Revinter, 2004. 241p. ISBN 85-7309-806-6.
67
CAPOVILLA, Fernando César. Novo Deit-Libras: dicionário enciclopédico ilustrado
trilíngue da língua de sinais brasileira(libras) baseado em linguística e neurociências
cognitivas, volume I: sinais de A a H. 2.ed. São Paulo: Universidade de São Paulo,
V.1. 2012. 1401p.
CAPOVILLA, Fernando César. Novo Deit-Libras: Novo Deit-Libras: dicionário
enciclopédico ilustrado trilíngue da língua de sinais brasileira(libras) baseado em
linguística e neurociências cognitivas, volume II: sinais de I a Z. 2.ed. São Paulo:
Universidade de São Paulo, V.2. 2012. 2759p.
Libras em contexto: curso básico: livro do estudante. 9.ed. Rio da Janeiro: WalPrint
Gráfica, 2009. 187p.
PONTES E SUPERESTRUTURAS
EMENTA: Conceitos e classificações, normas técnicas, ações nas pontes, sistemas
estruturais, análise tipológica e construtiva, pré-dimensionamentos e cálculo de
superestruturas, protensão, infraestrutura, pilares, encontros, fundações e
aparelhos de apoio.
Bibliografia Básica:
CARVALHO, Roberto Chust. Estruturas em concreto protendido. São Paulo: PINI,
2012. 431 p.
FREITAS, M. Infra-estrutura de Pontes de Vigas – Distribuição de Ações
Horizontais, Método Geral de Cálculo. SP: Ed. Edgard Blucher, 2001
MARCHETTI, Osvaldemar. Pontes de concreto armado. São Paulo: Edgard
Blucher, 2008. 237p.
Bibliografia Complementar:
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. ABNT NBR 6118: 2007. Rio de
Janeiro: ABNT, 2007. 221p.
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. ABNT NBR 7188: 1984. Rio de
Janeiro: ABNT, 1984. 4p.
ARAÚJO, José Milton de. Curso de concreto armado. 3.ed. Rio Grande: Dunas,
2010. 257p.
BRASIL. Departamento Nacional de Estradas de Rodagem. Manual de projeto de
obras-de-arte especiais. Rio de Janeiro. 1996.
FUSCO, Péricles Brasiliense. Técnica de armar as estruturas de concreto. 2.ed.
São Paulo: PINI, 2013. 395p.
ALVENARIA ESTRUTURAL
EMENTA: Apresentação histórica, materiais componentes, resistências dos
elementos, cálculo estrutural, projeto de alvenaria, execução e controle e
patologias.
68
Bibliografia Básica:
MANZIONE, Leonardo. Projeto e execução de alvenaria estrutural. São Paulo: O
Nome da Rosa, 2004. 113 p..
PARSEKIAN, Guilherme Aris. Comportamento e dimensionamento de alvenaria
estrutural. São Carlos: EdUFSCar, 2012. 625 p..
RAMALHO, Marcio R. S. Corrêa. Projeto de edifícios de alvenaria estrutural. São
Paulo: PINI, 2003. 174p.
Bibliografia Complementar:
CINTRA, José Carlos A.. Fundações diretas. São Paulo: Oficina de textos, 2011.
139p.
FRANCO, Nilson. Fôrmas e escoramentos para edifícios. São Paulo: ABDR, 173p.
MOLITERNO, Antonio. Caderno de estruturas em alvenaria e concreto simples. São
Paulo: Blucher, 1995. 374p.
PARSEKIAN, Guilherme Aris. Parametros de projeto de alvenaria estrutural com
blocos de concreto. São Carlos: EdUFSCar, 2012. 85p.
TAUIL, Carlos Alberto. Alvenaria estrutural. São Paulo: PINI, 2010. 183p.
15. COORDENAÇÃO DO CURSO
Cleber Decarli de Assis possui graduação em Engenharia Civil pelo
Centro Universitário Luterano de Palmas (2004) e mestrado em Geotecnia pela
Universidade de São Paulo (2008). É membro do Comitê Científico do Instituto
Federal do Tocantins (IFTO). Tem experiência tanto em projeto como execução na
área de Engenharia Civil, com ênfase em Fundações e Barragens.
16. CORPO DOCENTE
Relação das Disciplinas por Professor
O Quadro 2 apresenta a relação dos professores, a formação profissional
e titulação dos mesmos alem da relação de disciplinas que ministram.
69
Quadro 2. Relação das Disciplinas por Professor
PROFESSOR
FORMAÇÃO
TITULAÇÃO
Alexon Braga Dantas
Engenharia Civil
Mestre
Antonio Rafael de Souza A. Bosso
Matemática
Doutor
Alcineide Xavier da Silva Segato
Engenharia Civil
Especialista
Aparecido Osdimir Bertolin
Biomedicina
Doutor
Cleber Decarli de Assis
Engenharia Civil
Mestre
Cleyovane Lemos Ribeiro
Engenharia Civil
Especialista
Eduardo Gouveia Santiago Lage
Elson Santos Silva
Fabiano Rodrigues de Souza
Engenharia Elétrica
Estudos Sociais
Ciências Bilógicas
Especialista
Mestre
Doutor
Fernanda Aparecida Lima S. Alvim
Engenharia de Alimentos
Mestre
Gabriela Coelho Pedreira
Engenharia Civil
Mestre
Gleys Ially Ramos dos Santos
Geografia
Doutora
Harry Hichard Hamming
Enconomia
Especialista
DISCIPLINA
Estrutura de Concreto I
Estrutura de Madeira
Estrutura de Aço
Estrutura de Concreto II
Pontes e Superestruturas
Cálculo Diferencial e Integral I
Física II (B)
Materiais de Construção (A e B)
Construção Civil II (A e B)
Gerenciamento de Obras (A e B)
Patologia nas Construções (A e B)
Tópicos de Ciências Ambientais
Introdução à Eng. Civil
Mecânica dos Solos I
Fundações
Barragens e Obras da Terra
Mecânica Técnica ( A e B)
Resistência dos Materiais I
Teoria das Estruturas
Estradas de Rodagem I
Resistência dos Materiais II
Estradas de Rodagem II
Instalaçoes Elétricas Prediais
Sociologia
Gestão Ambiental
Química Aplicada à Engenharia Civil
Estatística
Fenômeno de Transporte
Materiais de Construção
Mecânica dos Solos II
Gerenciamento de Transporte e Tráfego Urbano
Saneamento
Instalações Hidráulicas e Sanitárias
Geologia Aplicada
Topografia (B)
Informática Aplicada (A e B)
70
Hugo Rivas de Oliveira
Josefa Moreira do Nascimento Rocha
Ciências Bilógicas
Medicina Veterinária
Mestre
Doutora
José Djair Casado de Assis Júnior
Arquitetura e Urbanismo
Especialista
Leonardo Alves Lopes
Agronomia
Mestre
Lygia Gonçalves Constantino
Arquitetura e Urbanismo
Doutora
Luiz Adriano Silva
Engenhria Florestal
Mestre
Nelzir Martins Costa
Letras
Mestre
Regina Barbosa Lopes Cavalcante
Arquitetura e Urbanismo
Mestre
Rogério Araújo Fernandes
Matemática
Especialista
Ronald Jefferson L. Silva
Engenharia Civil
Especialista
Sergio S. P. Fontoura
Administração
Especialista
Sílvia Barroso Gomes Souto
Agronegócios
Mestre
Thompson de O. Turibio
Ciencias Biológicas
Mestre
Introdução à Eng. Civil
Engenharia Econômica
Fontes Alternativas de Energia
Metodologia Científica
Desenho Técnico Assistido por Computador
Desenho Técnico Assistido por Computador II (A e B)
Construção Civil I
Topografia (A)
Geoprocessamento
Hidrologia
Desenho Técnico (B)
Gestão Ambiental
Engenahria de Segurança
Comunicação e Expressão
Desenho Técnico (Turma A)
Desenho Téc. Assistido por Computador (Turma B)
Algebra Linear e Geometria Analítica
Física I
Cálculo Diferencial e Integral II
Física II (A)
Cálculo Diferencial e Integral III
Introdução à Eletricidade
Hidráulica
Legislação e Ética Profissional
Alvenaria Estrutural
Ferrovias
Estágio Supervisionado I
Estágio Supervisionado II
Administração de Recursos Humanos
TCC II
Portos e Hidrovias
TCC I
Química Aplicada à Engenharia Civil (Turma B)
71
17. METODOLOGIA
A definição da metodologia a ser empregada no processo de ensinoaprendizagem fica a critério dos docentes, com orientação da coordenação,
partindo dos aportes filosóficos do projeto pedagógico do Curso e contextualizada
com o da instituição, levando em consideração que o fenômeno do conhecer e
aprender demanda reflexões múltiplas e distintas, que partem de uma análise
teórica, ou seja, uma metodologia não se resume em transmitir conhecimento ou
aprofundá-lo, mas deve criar condições para o aluno pensar criticamente sobre o
conteúdo proposto, realizando análises, estabelecendo críticas, interpretações,
sabendo comparar e interagir com as demais disciplinas do Curso. Através de uma
metodologia interacionista e interdisciplinar, o aluno será capaz de construir
problemas e superar o patamar da simples identificação.
Os docentes do Curso de Engenharia Civil da FAPAC devem fazer uso
da metodologia mais adequada à elaboração e abordagem do conteúdo
programático de cada atividade, ou das diferentes etapas deste, valendo-se dos
recursos disponibilizados pela instituição. Os docentes devem ter a habilidade de
preparar o aluno para a atividade profissional, com base nos quatro pilares da
educação: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver e aprender a
ser.
No aprender a conhecer, devem combinar a cultura geral com o
aprofundamento
de
disciplinas/atividades
específicas,
fazendo
uso
das
oportunidades oferecidas pela educação ao longo da vida.
No aprender a fazer, o discente deve ser preparado a enfrentar
numerosas e diversas situações através das competências desenvolvidas e do
trabalho em equipe.
No aprender a viver, devem ser trabalhadas as interdependências, as
individualidades, o pluralismo, enfatizando o desenvolvimento de projetos comuns e
a administração de conflitos.
Por último, no aprender a ser, desenvolver as potencialidades de cada
indivíduo, como memória, raciocínio, sentido estético, capacidades físicas,
72
buscando o desenvolvimento da personalidade, da capacidade de autonomia, de
discernimento e de responsabilidade pessoal.
A articulação entre a teoria e a prática permeia o processo pedagógico
no curso de Engenharia Civil, que integra as práticas de ensino-aprendizagem com
as atividades de iniciação científica e de extensão, desde o início da formação
profissional. Para tanto, orienta e viabiliza, no fazer pedagógico, a construção e a
organização do conhecimento, visando sempre ao bom aprendizado do aluno.
Em conformidade com os propósitos da Instituição o curso de
Engenharia Civil estabelece metodologias de ensino e de aprendizagem que
orientam para a criatividade, para a criticidade, para a autonomia, para a busca
constante de investigação, em que o movimento ação-reflexão-ação possibilita
ultrapassar o conhecimento do senso comum, de modo a:
 Proporcionar um espaço dialógico de ensino-aprendizagem em que o
aluno participe, co-responsabilizando-se por sua formação;
 Desenvolver, na sala de aula, um ambiente saudável de discussões
em que a criticidade seja vista de forma positiva, como um meio para desenvolver a
autocrítica e o consequente crescimento de ambos, professor e aluno;
 Possibilitar o aprofundamento de práticas de leitura e de escrita
acadêmicas;
 Proporcionar a articulação teoria e prática;
 Possibilitar e intensificar o uso e o domínio de laboratórios e
tecnologias em geral.
Para tanto a Instituição adequou o espaço físico, houve investimentos na
construção de laboratórios, bem como na aquisição de equipamentos e materiais
didáticos específicos do curso. O processo didático pedagógico envolve não apenas
o ensino, a pesquisa e a extensão, mas também o desenvolvimento de habilidades
e competências em cada fase do curso.
As atividades curriculares incluem procedimentos teóricos, teóricopráticos, com a presença de docentes, sendo realizadas em ambiente urbano e
periurbano, tanto de empresas conveniadas quando aquelas administradas pelo
poder municipal, estadual ou federal. Também serão utilizadas metodologias ativas
de aprendizado, visando à interdisciplinaridade entre os conhecimentos adquiridos,
73
o aprendizado autônomo e direcionado, bem como simulações de atendimento em
laboratórios específicos.
A proporção do número de alunos por Docente/campo de prática do
exercício profissional, preceitua o máximo de 06 alunos por campo de prática.
17.1 INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR
Para os efeitos deste Projeto Pedagógico considera-se integralização
curricular a obtenção de carga horária total das disciplinas/atividades fixada no
Currículo do Curso e prevista no Projeto Pedagógico do Curso, resultando daí que
somente receberá o diploma o aluno que integralizar o Currículo do Curso de
Engenharia Civil.
O prazo máximo de permanência do aluno no curso visando a
integralização curricular será aquele resultante do número de períodos letivos
previstos neste Projeto Pedagógico para a integralização curricular acrescido de
50% (cinquenta por cento) deste número.
No âmbito do Curso de Engenharia Civil fica vedada qualquer forma de
abreviação de estudos nas atividades práticas de estágio, considerando para tal a
impossibilidade absoluta de antecipação do curso.
17.2 ATIVIDADES
As atividades curriculares incluem procedimentos teóricos, teóricopráticos, com a presença de docentes, sendo realizadas em laboratório institucional
ou empresas conveniadas como a Secretaria Estadual de Infra-Estrutura, Secretaria
Municipal de Saneamento, unidades de gerenciamento do paisagismo urbano, rede
particular da construção civil. Também serão utilizadas metodologias ativas de
aprendizado, visando à interdisciplinaridade entre os conhecimentos adquiridos, o
aprendizado autônomo e direcionado, bem como simulações da execução de
projeto em laboratórios específicos.
O Curso de Engenharia Civil da FAPAC – ITPAC Porto Nacional será
desenvolvido através de:
74
 Atividades Teóricas – aulas teóricas destinadas a fornecer aos
participantes os fundamentos das disciplinas e suas referências teóricas e
instrumentais, com duração de 60 (sessenta) minutos cada;
 Atividades Práticas – aulas práticas destinadas a fornecer aos
participantes o contato direto com situações e cenários de desenvolvimento da
prática profissional, com duração de 60 (sessenta) minutos cada;
 Atividades em Laboratório – aulas práticas destinadas a capacitar o
aluno na utilização dos recursos de laboratórios relacionados à sua formação
profissional, com duração de 60 (sessenta) minutos;
 Seminários – desenvolvidos com o intuito de estimular a capacidade
de iniciativa dos participantes, através de questões formuladas e discutidas em sala
de aula;
 Visitas Técnicas – para fornecer aos alunos a oportunidade de manter
contato direto com a cadeia produtiva da sociedade e com a realidade do mercado
de trabalho, bem como contato com as atividades desenvolvidas nas diversas áreas
das organizações;
 Estágios Acadêmicos Supervisionados – de caráter obrigatório,
realizados em instituições conveniadas, nas áreas de abrangência curricular;
 Atividades de Extensão – projetos desenvolvidos por professores e
executados em conjunto com os alunos, permite conhecer a comunidade, além de
despertar o senso de responsabilidade e cidadania.
 Trabalhos Científicos de Conclusão de Curso - trabalhos elaborados
na forma de elaboração e execução de projetos em Engenharia Civil, com
apresentação à banca examinadora, constituída por professores da Instituição e/ou
convidados, além do professor orientador;
 Estágios Extra-Curriculares – realizados em instituições conveniadas,
por escolha dos estudantes, para ampliação de capacidades profissionais,
envolvendo conhecimento, habilidades e atitudes frente à promoção e recuperação
da saúde e à prevenção de agravos;
 Atividades Complementares - ampliam os conteúdos das disciplinas
que integram o currículo, além de possibilitarem a expansão dos conhecimentos
gerais do graduando.
75
17.3 INTERDISCIPLINARIDADE
Tema da atualidade mais que modismo é uma necessidade, pois permite
trocas significativas em que as relações de reciprocidade e mutualidade possibilitam
o diálogo entre interessados, bem como o conhecimento construído na riqueza do
plural. A interdisciplinaridade depende, então, basicamente, de uma mudança de
atitude perante as questões do conhecimento, da substituição de uma concepção
fragmentária pela unitária do ser humano. Esta temática está situada no cerne da
questão educacional em seus amplos aspectos e, em especial, no ensino superior.
Assim, a prática interdisciplinar encontra seu ponto de partida e de
chegada na ação de mudar, mas não apenas mudar, e sim mudar fazendo e fazer
mudando numa dialética constante. Desta forma, através do diálogo que se
estabelece entre as disciplinas e entre os sujeitos das ações, a interdisciplinaridade
devolve a identidade às disciplinas, fortalecendo-as e evidenciando uma mudança
de postura na prática pedagógica. Trata-se da criação de movimentos que
propiciem o estabelecimento de relações entre as disciplinas e seus conteúdos,
tendo como ponto de convergência a ação que se desenvolve num trabalho
cooperativo e reflexivo.
No curso de Engenharia Civil da FAPAC – ITPAC Porto Nacional buscarse-á a interdisciplinaridade, a partir do enfoque que será dado nas disciplinas
básicas e da postura a ser assumida nas disciplinas aplicadas, para que, de uma
prática
fragmentada
por
especialidades,
possam
se
estabelecer
novas
competências e habilidades através de uma postura pautada em uma visão
holística do conhecimento e do homem.
Nesta mudança de paradigma se funda a nova proposta pedagógica da
FAPAC – ITPAC Porto Nacional que, sintonizada com as mudanças, os avanços e
os desafios propostos para a educação, se veste de contemporaneidade e de
possibilidades transformadoras.
A prática profissional será desenvolvida de forma articulada, em especial
com as disciplinas voltadas para o ensino/aprendizagem de conhecimentos básicos,
mas também por meio de atividades para atuações específicas ao longo de todo o
curso. Serão propostas situações didáticas para que os profissionais em formação
coloquem em uso os conhecimentos que aprenderam, ao mesmo tempo em que
76
possam mobilizar outros em diferentes tempos e espaços curriculares, nas
disciplinas, atividades vivenciadas em cenários da realidade profissional, por meio
das tecnologias de informação como computador e vídeo, por meio de narrativas
orais e escritas de profissionais da área, em situações simuladas ou em estudos de
casos.
Os estágios serão espaços-tempos curriculares/extracurriculares a serem
desenvolvidos com o propósito de se constituírem em meios eficazes para a
consecução de habilidades práticas e constarão de atividades visando à formação
profissional, exercidas em situação real de trabalho, em laboratórios da faculdade
ou em instituições voltadas para a construção civil.
A FAPAC, através do curso de Engenharia Civil, buscará desenvolver
métodos de ensino-aprendizagem que buscam a melhoria da qualidade do curso
utilizando também de práticas pedagógicas inovadoras e avanços tecnológicos que
se seguem:

Diário eletrônico;

Portal do aluno: matrícula “on line”, emissão de boletos, contratos,
acompanhamento
de
notas,
conteúdos
programáticos,
busca
no
acervo
bibliográfico, materiais didáticos (textos, exercícios, slides, etc.);
18.

Aparelhos multimídia;

Acesso à internet sem fio;

Sala de vídeos;

Portal do professor;

Portal do egresso.

Secretaria acadêmica digital.
SISTEMA
DE
AVALIAÇÃO
DO
PROCESSO
DE
ENSINO
E
APRENDIZAGEM
De acordo com o PDI e Regimento Interno da FAPAC, a avaliação se
define:
A – ASSIDUIDADE
Previsto no PDI e Regimento Interno da FAPAC:
77
63 – Será considerado assíduo o aluno que comparecer a, no mínimo, 75% (setenta
e cinco por cento) da programação de cada atividade.
B - AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO ACADÊMICO
64 - A avaliação do desempenho acadêmico do aluno é feita por disciplina, com
apuração no final de cada período letivo, abrangendo sempre os elementos
assiduidade e aproveitamento nos estudos, ambos imprescindíveis para a
aprovação;
65 - Será considerado assíduo o aluno que comparecer a no mínimo, 75% (setenta
e cinco por cento) da programação de cada disciplina.
66 - As normativas para frequências mínimas nas Disciplinas Práticas e de Estágios
serão disponibilizadas nos Projetos Pedagógicos dos Cursos.
67 – O controle da frequência dos alunos é um procedimento oficial em “Diário
Acadêmico Eletrônico”, de responsabilidade direta do professor de cada disciplina.
68 - A verificação do desempenho do aluno nos estudos é de competência do
professor, que deverá informar através do “Diário Eletrônico”, obrigatoriamente, os
resultados da avaliação periódica, dentro dos prazos estabelecidos no Calendário
Escolar.
69 - O professor deverá obrigatoriamente ao final do período letivo entregar à
Coordenação de Cursos o Diário impresso, devidamente preenchido e assinado
segundo normas institucionais.
70 – As Avaliações terão uma somatória total de 100 pontos, distribuídos em:
Avaliação N1: 30 pontos; Avaliação N2: 30 pontos; Avaliação N3: 40 pontos.
78
Parágrafo único. A Avaliação N3 será de conteúdo cumulativo da disciplina,
ministrado durante todo o semestre letivo.
71 - A avaliação do aluno em cada disciplina será feita por meio de provas ou
outros instrumentos, conforme detalhado no Programa de Curso, aprovado pelo
Coordenador de Curso e apresentado ao aluno, obrigatoriamente, no início de cada
semestre letivo.
Parágrafo único: A prova ou outro instrumento de avaliação deverá ser discutido
com os alunos, na aula seguinte à sua aplicação.
§ 1º. A critério do docente e descrito no Programa de Ensino, a prova ou
outro instrumento de avaliação deverá ser devolvido ou não aos alunos, no prazo
máximo de 15 (quinze) dias após a sua aplicação. O docente que não devolver as
avaliações deverá encaminhá-las para procedimento de digitalização.
§ 2º. Para os casos em que não houver a entrega da Avaliação ao aluno
regularmente matriculado, após a divulgação do resultado de qualquer avaliação
dos alunos, o que deve ocorrer no prazo máximo de 15 (quinze) dias da sua
aplicação, o aluno poderá ter acesso à sua avaliação, mediante agendamento com
o docente.
§ 3º. Para os alunos matriculados no Internato e em Estágios além das
especificidades dessas normas, as avaliações obedecem a critérios específicos
estabelecidos no PPC de cada curso e descrito em regulamentos norteadores para
cada curso.
§ 4º. O aluno que vier a faltar a alguma avaliação, definida no Programa de
Curso da disciplina, tem direito à segunda (2ª) chamada, nos casos previstos neste
Regimento, desde que requeira no Atendimento Geral, no prazo de 3 (três) dias
letivos contados a partir do dia seguinte à sua ausência, com Comprovação
Documental da justificativa na qual este se fundamenta.
79
§ 5º. Perde o direito à 2a chamada e à justificação de sua ausência o aluno
que não proceder conforme previsto no parágrafo 3º deste Artigo.
§ 6º. Cabe ao professor analisar requerimento e documentação, deferindo ou
indeferindo o pedido de 2a chamada e justificação de ausência, no prazo de 3 (três)
dias letivos, contados do dia em que os recebeu (inclusive), encaminhando à
Coordenações de Cursos, para que dê ciência ao aluno do que foi decidido.
§ 7º. Cabe ao aluno buscar junto as Coordenações de Cursos a resposta ao
seu requerimento de 2a chamada e justificação de ausência.
§ 8º. O prazo para a comunicação da decisão do professor junto às
Coordenações de Cursos encerra-se às vinte horas do terceiro e último dia.
§ 9º. Se, esgotado o prazo do requerimento, o aluno não obtiver da
Coordenação de Cursos a resposta, cabe a ele comunicar o fato a Direção
Acadêmica, instruído com cópia do requerimento e documentação, para providência
institucionais.
§ 10º. Em situações que se enquadrem na concessão de Tratamento
Especial em Regime Domiciliar, à questão das 2ªs chamadas das avaliações
perdidas e justificação de ausência seguem seu rito próprio, e são resolvidas dentro
dos planos gerais de atividades traçados pelos professores das disciplinas.
§ 11º. A 2ª chamada da avaliação realizar-se-á em dia letivo fixado pelo
professor da disciplina, podendo inclusive se dar no dia imediatamente posterior à
ciência dada ao aluno ou seu representante, do deferimento. Em qualquer caso,
não será realizada após o último dia letivo do período.
§ 12º. São motivos que conferem direito ao aluno à 2 a chamada de
avaliações perdidas, para efeitos deste Regimento,
80
a) afecções congênitas ou adquiridas, infecções, traumatismo ou outras condições
mórbidas que, determinando distúrbios agudos ou agudizados, caracterizem a
incapacidade física relativa, oriunda de ocorrência isolada ou esporádica, que
implique incompatibilidade com a frequência aos trabalhos escolares;
b) prestação serviço militar obrigatório;
c) gestação a partir do 8o mês, e durante 3 (três) meses , ou iniciando-se
anteriormente e perdurando por mais tempo, conforme “Laudo Médico”;
d) participação em Júri;
e) participação em audiência como parte ou testemunha arrolada;
f) prestação de serviço eleitoral obrigatório.
§ 13º. Apenas nos casos previstos expressamente na legislação poder-se-á
justificar as ausências do aluno, desde que este o requeira e proceda conforme
disposto neste Regimento.
§ 14º. Cabe ao aluno que não estiver gozando de Tratamento Especial em
Regime
Domiciliar,
protocolizar
junto
ao
Atendimento
Geral,
através
de
requerimento a documentação comprobatória, a fim de que tal documentação seja
arquivada em seu dossiê acadêmico pela Secretaria Acadêmica.
§ 15º. O requerimento com a documentação comprobatória, apresentados
conforme termos do parágrafo anterior será encaminhado às Coordenações de
Cursos para análises e decisões junto aos seus Colegiados de Cursos. Em caso de
deferimento, será encaminhada uma cópia da Ata de Reunião para o professor da
disciplina e as faltas lançadas em diário serão desconsideradas para o cálculo da
frequência do aluno na disciplina.
72 - Admite-se o pedido de revisão de prova ou outro elemento de avaliação,
quando requerido através de formulário próprio, junto ao Atendimento Geral da IES,
endereçado a Secretaria, no prazo de até 2 (dois) dias após a divulgação da nota
pelo professor.
81
§ 1º. A Secretaria encaminhará o pedido de revisão para a Coordenação de
curso para análise, indeferimento e/ou deferimento; o Coordenador de curso
notificará o professor da disciplina quando do deferimento, para que o mesmo
proceda a revisão no prazo máximo de 3 (três) dias após receber a notificação.
§ 2º. A revisão da prova ou outro elemento de avaliação será realizada pelo
professor da disciplina, na presença do Coordenador do curso ou de outro professor
designado por este.
§ 3º. O resultado da revisão será comunicado ao requerente pela
Coordenação e, havendo alteração da nota, esta será comunicada à Secretaria,
juntamente com a solicitação do interessado e a ata da revisão.
§ 4º. Ao requerente caberá recurso à Diretoria Acadêmica, instituída como
último grau de recursos para revisão de provas ou outros elementos de avaliação.
73 - A critério do docente responsável pela disciplina, poderá ser aplicada uma
prova suplementar, envolvendo todo o conteúdo da disciplina, ao final do semestre
letivo, com o objetivo de substituir a menor nota obtida pelo aluno nas avaliações
anteriores. Tal proposta deverá figurar no Programa de Disciplina do docente.
74 - Caso o docente opte por propor a prova suplementar, qualquer aluno regular,
poderá fazê-la, devendo para tanto, requerer através de formulário, junto ao
Atendimento Geral da IES. Optando o aluno por fazer a prova suplementar, a sua
nota nesta prova substituirá a sua menor nota nas outras avaliações, mesmo que
isso implique em diminuição da sua nota final.
75 - Será considerado aprovado na disciplina em que estiver matriculado, o aluno
que, ao final do período letivo, obtiver um mínimo de 60% (sessenta por cento) dos
pontos relativos aos elementos de avaliação da mesma.
76 - O Exame Especial consistirá de uma prova ou outro elemento de avaliação e
terá o valor de 100 (cem) pontos e será facultado apenas ao aluno que, tendo sido
82
assíduo na disciplina, tiver obtido 40% a 59% dos pontos relativos aos elementos
de avaliação da mesma, ao final do período letivo. Os pontos obtidos no Exame
Especial substituirão os pontos relativos ao período letivo. O acadêmico deverá
preencher requerimento junto à ao Atendimento Geral da IES de acordo com o
Calendário Acadêmico.
77 - O aluno submetido ao Exame Especial será considerado aprovado na disciplina
se obtiver a nota igual ou superior a 60% (sessenta por cento) dos pontos relativos
aos instrumentos de avaliação da disciplina.
78 - O aluno que, submetido ao Exame Especial não obtiver nota igual ou superior a
60% (sessenta por cento), será considerado reprovado e ficará dependente na
disciplina.
79 - Quando a reprovação ocorrer em até três (03) disciplinas, o aluno poderá
efetivar a matrícula para o semestre seguinte, através de uma proposta de
disciplinas, sendo-lhe permitido matricular-se nessas disciplinas em dependência,
simultaneamente com todas as que integrarem o semestre seguinte, desde que
haja compatibilidade de horário, obedecidos os pré-requisitos e que não ultrapasse
no total 40 horas semanais.
80 - O aluno que acumular quatro (4) ou mais reprovações de disciplinas no
decorrer do curso, não poderá ser matriculado no período subsequente.
81 - As disciplinas em dependência poderão ser cursadas em turmas do mesmo
curso que funcionem em turno diverso daquele no qual venha o aluno a se
matricular, quando houver.
§ 1º. O aluno terá direito a matricular-se na disciplina em dependência,
seguindo a Matriz Curricular do respectivo curso.
83
§ 2º. Havendo número de disciplinas excedentes ao proposto na Matriz
Curricular para o período do curso em que o aluno estiver matriculado, estas terão
custos adicionais por disciplina.
§ 3º. A IES se reserva o direito de somente abrir turmas especiais com
número mínimo de 30 (trinta) alunos.
19.
SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DE CURSO
A avaliação está presente em todas as ações, eventos, fenômenos,
realizações e produções levadas a efeito pelo ser humano, como a melhor forma
para corrigir distorções no transcorrer de um processo, além de bem direcioná-los
para o final almejado. As atividades de uma IES não podem deixar de passar pelo
processo de avaliação, seja interna ou externa, de processos, de resultado, de
impacto, de pessoas e de estruturas.
Assim, a opção do Curso de Engenharia Civil da FAPAC/ ITPACPORTO
e de sua Mantenedora é implementar processos avaliativos em diversos níveis que,
em alguns momentos se interfaceiam e em outros se interelacionam e interagem,
num diálogo constante.
A avaliação é parte integrante do processo de formação, uma vez que
possibilita diagnosticar lacunas a serem superadas, aferir os resultados alcançados
- considerando as competências a serem constituídas - e identificar mudanças de
percurso, eventualmente necessárias.
Nessa nova conjuntura, a avaliação institucional se constitui numa
ferramenta essencial para garantir padrões adequados de qualidade acadêmicocientífica, indispensável para o planejamento e definição das políticas estratégicas
para a gestão. Ao mesmo tempo, esta ferramenta permite uma prestação de contas
à sociedade sobre o desempenho do ensino superior como um todo.
Nesse contexto, o Programa de Avaliação Institucional da Faculdade
Presidente Antônio Carlos - FAPAC tem como objetivo geral contribuir para a
revisão e aperfeiçoamento da Instituição, promovendo a permanente melhoria da
qualidade e pertinência das atividades desenvolvidas.
84
Para consolidar esse processo a FAPAC criou sua Comissão Própria de
Avaliação, em atendimento às disposições da Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004,
que institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES
integrado por três instrumentos de avaliação aplicados em diferentes momentos.
O processo de auto-avaliação é desenvolvido de acordo com as
seguintes etapas:
- Divulgação do programa e envolvimento de todos os segmentos da
Instituição;
- Diagnóstico construído a partir de relatórios Institucionais e questionários
diversos;
- Transformação dos dados obtidos no diagnóstico em informação.
O diagnóstico construído a partir destas diferentes fontes permite à
autocrítica e a tomada de decisão o que, por sua vez, possibilita o direcionamento
e/ou redirecionamento do curso no que concerne ao atendimento da missão,
objetivos e diretrizes propostos.
Entretanto, o Projeto Pedagógico do Curso sofre avaliação contínua, não
só por parte do Núcleo Docente Estruturante - NDE, mas também por parte dos
estudantes, que periodicamente são instados a se manifestar, via pesquisa que
preserva o sigilo dos pesquisados, emitindo seus juízos de valor e sugestões sobre
qualquer campo institucional e do Curso.
20. DO CORPO DISCENTE
20.1 APOIO AO DISCENTE
PROGRAMA DE NIVELAMENTO ACADÊMICO
O Programa de Nivelamento Acadêmico (PNA) visa ofertar vagas que
atendam a minorias e garantam a permanência do educando na educação superior
através de programas de compensação de deficiências de sua formação escolar
anterior, permitindo-lhes competir em igualdade de condições nos processos de
ensino-aprendizado dos cursos de graduação.
85
O Programa de Nivelamento Acadêmico da Faculdade Presidente
Antônio Carlos - FAPAC é acompanhado sistematicamente por uma Coordenação
nomeada pela Direção Acadêmica especificamente para esse fim. Com a
supervisão da Coordenação de cada Curso de Graduação, o PNA destina-se
prioritariamente aos alunos ingressantes matriculados no 1º período de cada Curso
de Graduação, e tem como objetivos:
- Possibilitar ao aluno a revisão dos conteúdos básicos das disciplinas de
Física, Matemática, Língua Portuguesa/Redação e Informática, enfatizando seus
fundamentos através das estratégias de atendimento e do formato das atividades
pedagógicas a serem desenvolvidas para superação de dificuldades de
aprendizagem;
- Reduzir problemas como a evasão ou reprovação do aluno já nas primeiras
séries do curso, ensejando, primeiramente, à adoção de métodos pedagógicos que
permitam a reorientação do processo ensino-aprendizagem, como também o
resgate dos conteúdos não assimilados pelo aluno durante o curso;
- Possibilitar aos acadêmicos o aprimoramento e a ampliação de
conhecimentos e/ou habilidades que lhes garantam condições de melhorar seu
processo de ensino e aprendizagem em relação às demais disciplinas;
- Ministrar aulas de língua portuguesa dinâmicas, para suprir lacunas de
Leitura e Escrita evidenciadas pelos alunos;
- Revisar as aulas de física, matemática e informática de forma diferenciada,
para suprir lacunas e despertar o raciocínio lógico evidenciados pelos alunos.
É de responsabilidade dos Coordenadores de Cursos juntamente com os
professores dos primeiros períodos, realizar levantamento das disciplinas
necessárias à capacitação para concretização da Proposta de Nivelamento dos
Acadêmicos.
As
atividades
do
Programa
de
Nivelamento
Acadêmico
serão
organizadas e ofertadas de forma paralela às atividades letivas do Curso,
proporcionado ao aluno a oportunidade de superar as dificuldades. Será
desenvolvido presencialmente, em horários especiais, não coincidentes com os de
atividades normais do curso, consistindo em aulas, com Registros em Diários e
Histórico Escolar.
86
Para execução das atividades do Programa de Nivelamento Acadêmico
serão selecionados professores com habilidades especializadas para cada
disciplina ofertada. Estes professores serão incumbidos de organizar as execuções
das aulas, de elaborar o material necessário para as atividades, de avaliar cada
etapa do processo e de encaminhar relatório em formulário específico, para a
Secretaria Acadêmica do ITPAC Porto Nacional-TO.
APOIO PEDAGÓGICO
Um dos princípios pelos quais a Instituição pauta suas ações é o
acompanhamento sistemático do desempenho dos alunos de forma a maximizar o
seu rendimento e diminuir os índices de retenção e de evasão.
Acredita-se que um adequado acompanhamento pedagógico, atividade
importante da Coordenação de Curso, pode garantir que o fracasso escolar não
seja patologizado, uma das principais razões para a evasão escolar. Além do
acompanhamento sistemático realizado pela Coordenação de Curso, professores
com tempo de dedicação ao atendimento discente.
APOIO PSICOPEDAGÓGICO
O Núcleo de Apoio Psicopedagógico é coordenado por um profissional
da área de psicologia. O Apoio Psicopedagógico é desenvolvido a partir da
implantação de duas ações básicas: a atenção ao aluno pelo professor, com
orientação de atividades em horário extra-classe, a partir de implantação de
carga horária para este fim e da orientação educacional.
A Coordenação de Curso organiza o horário de permanência dos
docentes, com a finalidade de realizar a orientação acadêmica e a iniciação
científica, organizado no sentido de apoiar o aluno na sua caminhada acadêmica.
Aos docentes cabe ainda acompanhar o desempenho de seus alunos,
promovendo assim as condições para a interação do aluno com a instituição e
com a comunidade acadêmica, estimulando
o
acesso
permanente
ao
conhecimento e a apropriação de competências necessárias para o seu
desempenho profissional.
87
Com o objetivo de promover a melhoria das relações sócio-afetivas
como apoio ao processo de aprendizagem, o ITPAC PORTO NACIONAL instituiu
um Programa de Apoio Psicopedagógico ao discente e docente e a principal
função deste programa é colocar um profissional especializado à disposição dos
alunos e professores, oferecendo apoio pedagógico e psicológico, visando a
adaptação do estudante ao curso, como a integração entre ambos em cada uma
das etapas durante a inserção na vida acadêmica; apoio psicológico ou
psiquiátrico, por encaminhamento, se necessário; e sessões de orientação e
acompanhamento nos estudos, individual e coletivo, para favorecer a melhoria
das capacidades, relações e condições sócio-afetivas, que constituem um
elemento crucial para o êxito no processo de ensino-aprendizagem.
Esse setor, além de prestar apoio ao corpo discente, também tem a
função de, em parceria com o coordenador do curso, promover sugestões para
melhorar/orientar as atividades pedagógicas do curso e o desempenho didático da
equipe de professores quanto a metodologia de ensino adotada, sugerindo o uso de
diferentes técnicas didáticas e recursos pedagógicos disponíveis.
ESTRATÉGIAS E MEIOS PARA COMUNICAÇÃO INTERNA E EXTERNA
A FAPAC tem como meta atender de maneira eficiente seus alunos e
mesmo a comunidade externa, por considerar componente essencial de sua
responsabilidade social.
A
Faculdade
terá
uma
área
específica
no
em
seu
site
-
http://www.itpacporto.com.br/, onde estarão disponibilizadas todas as informações
necessárias sobre a Instituição e os cursos ofertados, em atendimento tanto ao
público interno como o externo.
Como veículo de comunicação voltado para o público externo,
disponibilizará números de telefone, através dos quais são prestadas as
informações requeridas, e, se não disponíveis, serão encaminhadas aos
responsáveis que fornecerão as respostas solicitadas.
Outros veículos de comunicação são o Portal do Aluno e o Portal do
Professor, com acesso através de senhas. É comum o uso de comunicação através
da mídia, jornal interno, cartazes, panfletos, banners e outdoors.
88
ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS
A IES, como forma de estabelecer uma relação com os egressos, criará
no seu portal um item para o cadastro e relacionamento. Atualmente, a FAPAC, no
ato do requerimento do diploma, atualiza os dados cadastrais dos formandos para
possíveis contatos.
Nos eventos realizados pela FAPAC, os egressos são convidados a
participarem como profissionais, onde também é oportunizado aos mesmos falar
sobre suas experiências no mercado de trabalho.
Na proposta de educação continuada, os ex-alunos são maioria da
clientela nos cursos de Pós-Graduação oferecidos pela FAPAC.
INFRAESTRUTURA PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS
A Faculdade Presidente Antônio Carlos - FAPAC cumpre os Decretos
5.773/2006 e Decretos 5.296/2004, através do plano de promoção e acessibilidade
e atendimento prioritário, imediato e diferenciado às pessoas portadoras de
necessidades educacionais especiais ou com mobilidade reduzida para utilização,
com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e
equipamentos urbanos, das edificações, dos dispositivos, sistemas e meios de
comunicação e informação, serviços de tradutor e intérprete da Língua Brasileira de
Sinais - LIBRAS;
O tratamento diferenciado inclui, dentre outros:
- assentos de uso preferencial sinalizados, espaços e instalações
acessíveis;
- mobiliário de recepção e atendimento obrigatoriamente adaptado à altura e
à condição física de pessoas em cadeira de rodas, conforme estabelecido nas
normas técnicas de acessibilidade da ABNT;
- serviços de atendimento para pessoas com deficiência auditiva, prestado
por intérpretes ou pessoas capacitadas em Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS e
no trato com aquelas que não se comuniquem em LIBRAS, e para pessoas surdo-
89
cegas, prestado por guias-intérpretes ou pessoas capacitadas neste tipo de
atendimento;
- pessoal capacitado para prestar atendimento às pessoas com deficiência
visual, mental e múltipla, bem como às pessoas idosas;
- disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de pessoa
portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida;
- sinalização ambiental para orientação das pessoas portadoras de
necessidades especiais;
- divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das
pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida;
- disponibilidade de equipamentos, acesso às novas tecnologias de
informação e comunicação, bem como recursos didáticos para apoiar a educação
de alunos surdos ou com deficiência auditiva.
A disciplina de Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, compõe a Estrutura
Curricular como disciplina optativa de acordo com as exigências legais. O professor
que ministra a disciplina LIBRAS deverá possuir carga horária disponível para
atender as necessidades da IES de interpretação e tradução.
O atendimento aos deficientes visuais conta com equipamentos e
programas na oficina pedagógica, equipados com computadores, microfone, fones
de ouvido, com acompanhamento de monitores devidamente treinados, com
utilização dos softwares MecDaisy, Jaws, Dosvox.
APOIO A ORGANIZAÇÃO ESTUDANTIL
Considerando, ainda, o Regimento da Instituição, o corpo discente tem
como órgão de representação o Centro Acadêmico, regido por regimento próprio,
por ele elaborado, de acordo com a legislação pertinente, que tem participação com
direito a voz e voto nos órgãos onde se fizer representado e funciona regularmente
com amplo apoio institucional. A Diretoria Acadêmica estimula e busca desenvolver,
em conjunto com o Centro Acadêmico, atividades culturais e profissionais que
estimulem as capacidades humanísticas, sociais e de educação permanente de
seus educandos.
90
PROGRAMAS DE APOIO FINANCEIRO
Em relação aos programas de apoio financeiro, a FAPAC – ITPAC Porto
Nacional, conforme objetivos e metas institucionais definidas em seu Plano de
Desenvolvimento Institucional, destina parcela de seus recursos orçamentários para
programas de bolsas e apoio financeiro a alunos, além de aderir e proporcionar a
estrutura adequada de incentivo e apoio à participação dos alunos em programas
oficiais de apoio financeiro e financiamento estudantil tais como:

Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES) –
que concede empréstimo para o Ensino superior junto à Caixa Econômica
Federal/MEC, no qual o Governo Federal oferece, aos alunos matriculados em
cursos
de
graduação, financiamento de 30% a 70% das parcelas de
semestralidade;

Programa
Universidade
para
Todos
(PROUNI)
que
beneficia
estudantes de baixa renda com a concessão de bolsas integrais ou parciais para
ingresso em cursos de graduação, a partir da adesão da instituição ao Programa,
podendo participar da seleção candidatos que tenham cursado o Ensino Médio
completo em escola pública ou em particular na condição de bolsista integral, ou
que apresentem aproveitamento no Exame Nacional do Ensino Médio referente ao
ano de inscrição no PROUNI e comprovem carência socioeconômica, conforme
critérios estabelecidos pelo Programa do Governo Federal;

Programa Pró Educar que beneficia estudantes de baixa renda com a
concessão de empréstimo para o Ensino Superior junto à Secretaria de Ciência e
Tecnologia do Estado do Tocantins, no qual o governo estadual oferece, aos alunos
matriculados em cursos de graduação, financiamento de 30% a 70% das parcelas
da semestralidade, conforme critérios por ele mesmo estabelecido.
21 ÓRGÃOS COLEGIADOS
Na FAPAC, importantes trabalhos são realizados no sentido de promover
a discussão referente à natureza e consequência dos sistemas de avaliação e dos
programas de qualidade, a fim de que os resultados possam ser alcançados, a
91
partir do empenho e envolvimento de toda a comunidade acadêmica, para garantir
o processo contínuo de melhoria e crescimento institucional, transformando-se em
referencial para a sociedade.
O Colegiado de Curso e o Núcleo Docente Estruturante (NDE), ambos
presididos pelo Coordenador de Curso, apresenta composição e atribuições regidas
pela legislação do MEC e pelo Regimento Interno da FAPAC/ ITPAC PORTO
NACIONAL.
21.1 COLEGIADO DO CURSO
O Colegiado de Curso é órgão de deliberação intermediária da
Faculdade Presidente Antônio Carlos, no campo didático-científico.
São atribuições do Colegiado de Curso:
1) deliberar sobre todos os assuntos de natureza acadêmica na sua área de
atuação;
2) aprovar
planos
e
programas
de
estágios,
curriculares
ou
extracurriculares, do respectivo curso, respeitando as Legislações vigentes;
3) julgar em grau de recurso, processos acadêmicos no âmbito de sua
competência.
Cada Colegiado terá a seguinte composição:
1) Coordenador do Curso, seu presidente;
2) três representantes do corpo docente e três suplentes, indicado pelos
pares;
3) um representante do corpo discente do curso e um suplente, indicado
pelo Centro Acadêmico do Curso, com anuência do Diretório Acadêmico, quando
houver.
a) o Colegiado de Curso será instituído a cada 2(dois) anos, permanecendo
sempre um terço dos seus representantes;
b) na ausência do representante titular docente e/ou discente o suplente
será convocado.
c) o Colegiado de Curso se reunirá ordinariamente duas vezes em cada
92
semestre, por convocação do Coordenador do Curso, para deliberar sobre os
assuntos em pauta, e extraordinariamente, quando convocado pelo Diretor
Acadêmico.
21.2 NDE – NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
I. DA FINALIDADE
Art.1º - O NDE é o órgão consultivo e de coordenação didática, constituido de um
grupo de docentes do curso, responsável pela formulação e contínua atualização
do Projeto Pedagógico do Curso.
II. DAS COMPETÊNCIAS
Art. 2º - São competências do NDE:
a) Elaborar o Projeto Pedagógico do Curso definindo sua concepção e
fundamentos;
b) Manter atualizado o Projeto Pedagógico do Curso;
c) Zelar para que o perfil profissional do egresso esteja em conformidade com as
Diretrizes Curriculares Nacionais em vigor;
d) Conduzir os trabalhos de reestruturação curricular, para aprovação pelo
Conselho Superior da Faculdade.
e) Supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento do curso deliberados
pelo Colegiado de Curso;
f) Analisar os planos de ensino dos componentes curriculares;
g) Promover a integração horizontal e vertical do curso.
h) Realizar estudos para a criação e implementação
de mecanismos para
incentivar o desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão baseadas nas
necessidades da graduação, das atuais exigências do mercado de trabalho e das
políticas públicas.
III. DA COMPOSIÇÃO DO NDE
93
Art. 3º - O NDE será constituído de:
a) O Coordenador do curso como seu presidente;
b) Deverá conter no mínimo 05 (cinco) docentes do curso;
Art.4º - A indicação dos docentes será realizada pela Coordenação de Curso
juntamente com a Direção Acadêmica, para um mandato de dois anos, com
possibilidade de recondução.
Art.5º - Os componentes do NDE deverão no mínimo 60% possuir titulação
acadêmica obtida em programas de pós-graduação strictu sensu.
Art.6º - Todos os membros do NDE deverão ter seu regime de trabalho de tempo
integral ou parcial e pelo menos 20% em tempo integral.
Art.7º - Os componentes do NDE receberão remuneração de uma carga horária
semanal de 4 h/a de acordo com sua titulação.
IV. DO FUNCIONAMENTO DO NDE
Art.9º - O NDE reunir-se-á, ordinariamente por convocação de iniciativa do seu
Presidente,
com
suas
reuniões
pré-agendadas,
a
cada
60
dias,
e
extraordinariamente, sempre que convocado pelo seu Presidente ou pela maioria
de seus membros;
Art.10º - As decisões do NDE serão tomadas por maioria simples de votos, com
base no número de presentes;
Art.11º - Todo membro do NDE terá direito à voz e voto, cabendo ao Presidente o
voto de qualidade;
Art.12º - O voto será sempre pessoal, não sendo admitido voto por procuração, por
representação, por correspondência ou por qualquer outra forma;
Art.13º - A renovação dos integrantes do Núcleo Docente Estruturante será a cada
dois (2) anos.
21.3 COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO – CPA
94
Conforme registrado neste documento, a Comissão Própria de Avaliação
– CPA é o órgão responsável pela implantação e consolidação da avaliação
institucional da Faculdade Presidente Antônio Carlos.
A CPA terá a seguinte composição:
I.
coordenador – designado pela Direção Geral;
II.
dois docentes – eleitos pelos pares;
III.
dois representantes do corpo técnico-administrativo – indicado pela Diretoria;
IV.
um representante discente – indicado pelo Diretório Acadêmico;
V.
um representante da comunidade – indicado pelo órgão solicitado.

O coordenador é membro nato da Comissão, podendo ser substituído
por desejo próprio ou por decisão da Diretoria Geral.

Os membros docentes e o representante do corpo técnico-
administrativo terão mandato de 02 (dois) anos, renováveis por mais 02 (dois) anos.

A representação acadêmica e da comunidade externa terá mandato
de 01 (um) ano, não sendo permitida a recondução.

Na primeira constituição da CPA, um dos dois membros docentes terá
mandato de apenas dois anos.

Havendo afastamento definitivo de um dos membros, será solicitado a
imediata entrada de um substituto.

Perderá o mandato aquele membro que sem causa justificada, faltar a
mais de duas reuniões consecutivas ou a quatro alternadas, ou ainda tiver sofrido
penalidade por infração incompatível com a dignidade da vida universitária.

É obrigatório e preferencial a qualquer outra atividade universitária o
comparecimento dos membros da comissão ás reuniões.
São atribuições da CPA:
I.
realizar seminários, reuniões, painéis, e outros para sensibilizar os membros
dos diversos segmentos sobre a importância da avaliação, e a participação de cada
um deles nesse processo;
II.
criar, desenvolver e manter uma cultura de avaliação no meio acadêmico;
III.
elaborar o projeto de avaliação institucional;
IV.
criar subgrupos de apoio em cada segmento;
95
V.
coordenar a implementação do projeto de avaliação;
VI.
efetuar o levantamento de dados e informações pertinente ao processo de
avaliação;
VII.
construir relatórios parciais e finais para análise dos resultados;
VIII.
prover o INEP de todas as informações sobre o projeto, sua implementação e
resultados;
IX.
divulgar os resultados da avaliação para todos os segmentos representativos
da CPA;
X.
realizar o balanço crítico ao final de cada avaliação, propondo melhorias para
os pontos deficientes encontrados;
XI.
atualizar o projeto de avaliação sempre que se fizer necessário;
XII.
manter o regimento atualizado de acordo com as novas legislações.
Na ausência do coordenador da comissão, o órgão será presidido pelo
membro com maior tempo na instituição.
A comissão terá reuniões ordinárias periódicas, ou extraordinárias por
convocação do coordenador ou solicitação expressa de pelo menos dois terços de
seus membros.
A comissão funcionará com a maioria de seus membros; 50% (cinquenta
por cento) mais 01 (um), em primeira chamada com qualquer número de
participantes deliberando para a maioria simples de votos dos representantes
presentes.
As pautas das reuniões ordinárias serão adiantadas ao final de cada
encontro, no caso de outros assuntos, serão encaminhadas com antecedência
mínima de 48 (quarenta e oito horas), dispensado o prazo no caso de justificada
urgência do assunto e no caso de reuniões extraordinárias. Nesses casos a pauta
poderá ser comunicada verbalmente
22.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC
Base Legal
96
O Trabalho de Conclusão de Curso do Curso em Engenharia Civil da
Faculdade Presidente Antônio Carlos - FAPAC fundamenta-se no Art.7°, parágrafo
único da Resolução CNE/CES 11, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais
dos Cursos de Engenharia, que assim prescreve:
É obrigatório o trabalho final de curso como atividade de síntese e integração de
conhecimento. (Diário Oficial da União, abril 2002, p. 32).
Objetivos
- Dar oportunidade ao aluno, de experiência, em atividade de pesquisa,
complementando o estudo científico e técnico com o desenvolvimento da prática
profissional.
- Colocar em prática os conhecimentos adquiridos no decorrer do Curso, na
área escolhida para a pesquisa, propiciando, ao aluno, oportunidade para o
desenvolvimento das habilidades do engenheiro pesquisador.
Pré-Requisitos
Estará habilitado a iniciar o Trabalho de Conclusão de Curso em
Engenharia Civil, o aluno que estiver matriculado no 8º semestre. Após efetivar a
matrícula na disciplina Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia Civil, o
aluno deve, primeiramente, definir a linha de pesquisa e encaminhar à coordenação
de Curso, para a indicação do professor orientador.
Carga Horária Prevista
A carga horária do Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia Civil
é de 72 horas, com 36 horas no 8º período e 36 horas no 9° período.
Critérios para Escolha do Orientador
Para a realização do Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia
Civil (TCC), o aluno/equipe contará com a orientação de um professor orientador
97
(professor da Congregação do Curso de Engenharia Civil). O aluno/equipe é quem
escolhe e convida o professor orientador de acordo com a área de seu interesse.
Uma vez aceito o convite, é feita a comunicação ao Coordenador de Curso para
aprovação.
Número de Alunos/Orientador
A orientação será por equipe formada por, no máximo, dois alunos,
observando a carga horária da disciplina, sendo que cada professor pode ter, no
máximo, seis equipes por semestre.
Atribuições do Orientador
O professor orientador deve ser um professor do Curso, escolhido pela
equipe e designado pelo Coordenador do Curso. Suas atribuições são as seguintes:

auxiliar o aluno/equipe na definição do tema a ser pesquisado;

orientar e acompanhar o trabalho de pesquisa, definindo as atividades
a serem desenvolvidas e conferindo sua efetiva realização;

verificar e anotar a presença do aluno/equipe nos horários designados
para comparecer às orientações;

orientar na elaboração do trabalho;

verificar se o aluno cursou as disciplinas referentes à área de pesquisa
pretendida.
Atribuições do Orientando
O Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia Civil pode ser
desenvolvido em equipe de, no máximo, dois alunos.
São atribuições do aluno/equipe:

desenvolver com responsabilidade as atividades que lhe forem
atribuídas;
98

procurar, imediatamente, o professor orientador se, durante o decorrer
das atividades do Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia Civil, for
verificado qualquer problema;

apresentar os resultados da pesquisa com clareza e de acordo com os
padrões estabelecidos neste documento;

zelar pelo bom nome da instituição;

estar aprovado nas disciplinas que darão suporte ao trabalho na área
de pesquisa pretendida.
Número de Créditos X Hora Semanal de Orientação
Cada equipe de dois alunos terá uma hora de orientação por semana.
Sistema de Avaliação do TCC
A avaliação do Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia Civil
será representada por uma nota dada pela Banca Examinadora, observando os
seguintes procedimentos:
a) A Banca Examinadora efetua a avaliação do Trabalho de Conclusão de
Curso em Engenharia Civil a partir dos critérios estabelecidos pelo Projeto
Pedagógico do Curso de Engenharia Civil e emite parecer escrito, lançando nota,
numa escala de 0 a 5 pontos;
b) Os avaliadores poderão sugerir alterações a serem efetuadas na versão
definitiva do trabalho;
c) serão considerados critérios de avaliação do Trabalho de Conclusão de
Curso em Engenharia Civil: a versão escrita e a apresentação oral, conforme
quadro abaixo:
99
d) A nota do aluno a ser registrada no diário de classe é resultante da média
dos pontos obtidos na avaliação do trabalho na versão escrita e na apresentação
oral, conforme se explicita:

o número máximo de pontos a ser obtido, pelo aluno, é de 30,
equivalendo à nota 100,0;

a pontuação obtida pelo aluno será convertida em nota, através de
regra de três simples, conforme exemplo:
30 pontos
_________
100
nº pontos
_________
X
X = nº pontos x 100 \ 30
e) Será considerado aprovado o aluno que obtiver nota igual ou superior a
60,0 (sessenta), numa escala de 0 (zero) a 100,0 (cem).
Banca Examinadora
A Coordenação do Curso organiza a Banca Examinadora que será
composta por três profissionais, entre eles:

Professor orientador;

Um professor do Curso;

Mais um professor do Curso, ou um profissional da área a convite
(podendo ser externo à universidade, desde que possua formação superior na área
do trabalho em questão, para o qual não está previsto nenhum tipo de
remuneração).
100
Apresentação Escrita do Trabalho de Conclusão de Curso em
Engenharia Civil
Os trabalhos devem ser apresentados, segundo a metodologia científica
dos autores da área de metodologia de pesquisa (incluir pelo menos um autor na
referência). A formatação dos trabalhos deve seguir as recomendações da
Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Apresentação Oral do Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia
Civil
A apresentação oral do Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia
Civil deve acontecer em uma data pré-definida pelo Coordenador do Curso, em
uma seção aberta ao público. O tempo para defesa oral será distribuído da seguinte
forma:

tempo para apresentação do trabalho pelos alunos: 20 a 30min;

tempo para argüição e comentários pela Banca: 30min
Para a apresentação oral, a aluno/equipe deve entregar, com 15 dias de
antecedência, cópias do trabalho para todos os membros da Banca. Após a
apresentação oral e observadas as sugestões apresentadas pela Banca, o
aluno/equipe deve entregar para o Coordenador do Curso uma cópia impressa e
uma cópia em formato digital para gravação de um CD (por turma), observando
modelo padrão.
Linhas de pesquisa para o Trabalho de Conclusão de Curso em
Engenharia Civil
O aluno/equipe deverá escolher, com o auxílio do professor orientador,
um tema de pesquisa que esteja dentro da proposta do Projeto Pedagógico do
Curso. O aluno/equipe tem, no mínimo, dez áreas para desenvolver sua pesquisa:
101

Transportes;

Saneamento;

Gerenciamento de obras;

Construção civil;

Estruturas de concreto;

Estrutura de aço;

Instalações hidráulica e sanitárias;

Materiais de construção civil;

Geologia e mecânica dos solos.

Hidrologia;

Fontes Alternativas de Energia
O Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia Civil poderá ser um
trabalho experimental, uma pesquisa bibliográfica, desenvolvimento de projetos de
extensão, relatos de estágio ou, ainda, uma composição destes.
23.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Regulamento das Atividades Complementares
A
presente
regulamentação
de
funcionamento
das
Atividades
Complementares do ITPAC atende aos objetivos de:

Motivar as atividades extracurriculares a serem realizadas pelo corpo
discente;

Proporcionar ao alunado aperfeiçoamentos na sua área de atuação ou
áreas afins;

Aprofundar o grau de interdisciplinaridade na formação acadêmica dos
egressos.
A Carga Horária das Atividades Complementares do Curso de
Engenharia Civil esta fixada em 120 horas, podendo ser cumprida a partir do 1º
102
semestre, levando em consideração a equivalência das horas extras de atividades
conforme tabela a seguir.
A supervisão será efetuada pelo Coordenador do curso ao qual pertence
o aluno ou por um representante devidamente nomeado pela Instituição.
Relação das Atividades Complementares consideradas
No curso de Engenharia Civil, as atividades de pesquisa e extensão
serão amplamente estimuladas, visto que levam a um aumento da percepção da
realidade pelos pesquisadores, docentes e alunos envolvidos. Por meio das
atividades de extensão e de práticas investigativas serão desenvolvidos ensaios,
procedimentos e metodologias, o que amplia o conhecimento e propicia condições
para a procura de soluções criativas.
Reconhece-se, portanto, a necessidade de serem criadas condições que
viabilizem as atividades de pesquisa e extensão como atividades curriculares,
inseridas no processo de ensino-aprendizagem do estudante durante o curso.
Dentre essas atividades, o Projeto Pedagógico buscará incentivar, por exemplo: (a)
a proposição de trabalhos de iniciação científica pelos alunos, sendo estes
realizados individualmente ou em grupo, sob orientação de professores do campus;
(b) a participação de equipes de estudo, compostas de professores pesquisadores
e alunos do curso, em projetos de pesquisa; (c) a realização de convênios entre a
Faculdade e empresas para o desenvolvimento conjunto de projetos de pesquisa e
(d) a publicação dos trabalhos em congressos e eventos científicos.
As atividades de pesquisa poderão ser desenvolvidas em qualquer das
áreas de conhecimento da Engenharia Civil, utilizando-se os laboratórios e
equipamentos disponíveis do curso e de empresas conveniadas para a sua
realização.
As monitorias serão implantadas de acordo com a necessidade dos
alunos, em disciplinas de maior dificuldade de aprendizado. A participação dos
alunos em monitorias propiciará uma experiência didática e, certamente, um
aumento de conhecimento, bem como maior fixação de conteúdo. Além disso,
considera-se que a relevância da atividade de monitoria consiste, principalmente,
no desenvolvimento junto aos alunos de metodologias adequadas de estudo, e no
103
aperfeiçoamento do plano de atividades (organização das horas dedicadas ao
estudo, de lazer e outras) para o melhor aproveitamento acadêmico.
As visitas técnicas programadas tornam-se a oportunidade dos alunos
vivenciarem a prática da produção de um produto, da execução de uma obra,
conhecerem novas ferramentas e tecnologias e observarem diferentes equipes em
um trabalho integrado. Para um melhor aproveitamento, os alunos deverão fazer
uma preparação para a visita, levantando informações e questionamentos sobre a
empresa, ou obra, ou evento a ser visitado. Os relatórios produzidos e as
discussões posteriores à visita servirão como mecanismos para o desenvolvimento
do senso crítico e reflexivo, proporcionando uma formação sócio-cultural mais
abrangente.
Por fim, a participação em diretório acadêmico e/ou em representações
estudantis será valorizada, pois proporciona ao aluno o desenvolvimento da
consciência e a conseqüente percepção de sua responsabilidade social e política.
Validação das Atividades Complementares
As cargas horárias das Atividades Complementares desenvolvidas pelo
aluno constarão do seu Histórico Escolar.
Caberá ao aluno requerer por escrito ao coordenador do curso, via
protocolo, até 90 dias após a realização da atividade, a averbação da carga horária
em seu Histórico Escolar, à qual não será atribuído grau.
O aluno deverá anexar ao seu requerimento os comprovantes cabíveis,
podendo o Coordenador recusar a atividade se considerar inadequado o
comprovante ou insatisfatório o desempenho do aluno. Se for necessário, o
Coordenador poderá pedir o original da cópia fornecida pelo aluno.
Caberá ao Coordenador a atribuição da carga horária de todas as
Atividades Complementares, não ficando o mesmo obrigado a aceitar o crédito-hora
conferido por qualquer outra instituição, podendo inclusive limitar as horas a serem
creditadas ao aluno. Ex: Um aluno que esta cursando o 2° Semestre, não poderá
creditar uma atividade complementar que contemple uma disciplina do 3° período
em diante.
104
É conveniente que as Atividades Complementares pretendidas pelo
aluno, quando não forem previamente reconhecidas ou cuja carga horária não
tenha sido anteriormente acolhida, sejam consultadas ao Coordenador inclusive
quanto à carga horária que poderá ser aceita.
No caso de alunos que não se encontram no 1º período (caso dos alunos
que ingressaram no ITPAC nos semestres anteriores à efetivação das Atividades
Complementares ou dos alunos transferidos de outras instituições), a carga horária
a ser realizada para as Atividades Complementares corresponderá a uma fração do
número total de créditos que o aluno tem que cursar para conclusão do curso (por
exemplo, se um aluno ainda tiver que cursar 40% dos créditos da matriz curricular,
terá de validar 40 % da carga horária máxima das Atividades Complementares).
O aluno transferido poderá aproveitar-se das Atividades Complementares
já validadas em outras instituições.
1.1 Tabela
1
-
Exigências
para
o
Aproveitamento
das
Atividades
Complementares
ATIVIDADE
Monitoria
Iniciação Científica
Seminários e Congressos
Palestras
Cursos de Extensão
REQUISITOS
Parecer
da
banca
examinadora e relatório do
professor-orientador
Relatório
do
professororientador e monografia do
aluno
Certificado de participação ou
apresentação de resumo e
carta de aceitação
Certificado de participação ou
apresentação de resumo e
convite para o evento
Certificado de participação
Certificado de participação
em
módulos
ou
de
proficiência
Convênio entre o ITPAC com
Estágio Livre
a Empresa e apresentação
de relatório pelo aluno
Organização/Gestão
de Certificado de participação e
eventos / entidades de apresentação de relatório
natureza sócio-cultural ou pelo aluno
Cursos
de
estrangeiros
Idiomas
EQUIVALÊNCIA
40%
da
horária
carga
40%
da
horária
carga
100% da
horária
carga
100% da
horária
carga
20%
da
horária
carga
20%
da
horária
carga
20%
da
horária
carga
80%
da
horária
carga
105
técnica
Relatório
do
professorProjetos de Cunho técnico
orientador e apresentação de
ou sócio-cultural
relatório pelo aluno
Atestado de publicação pela
Publicações
editora e publicação
Atividades
de Certificado ou Declaração de
Aprimoramento
do atividades
em
que
os
Conhecimento
acadêmicos
participam
voluntariamente a fim de
ampliar
conhecimentos
realtivos
á
formação
profissional
A serem estabelecidos pelo
Outras
Coordenador de acordo com
a natureza da Atividade
24.
40%
da
horária
carga
40%
da
horária
20%
da
horária
carga
20%
da
horária
carga
carga
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Base Legal
O regulamento do Estágio fundamenta-se na Lei nº 11.788 de 25/09/08,
que dispõe sobre o estágio de estudantes de estabelecimentos de ensino, na Lei
9.394 de 20/12/96, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional e
segue resolução abaixo atribuída pelo presente Projeto Político Pedagógico.
O Estágio Supervisionado do Curso de Engenharia Civil da Faculdade
Presidente Antônio Carlos - FAPAC fundamenta a formação do engenheiro civil,
incluindo como etapa integrante da graduação, estágios curriculares obrigatórios
sob supervisão direta da instituição de ensino, através de relatórios técnicos e
acompanhamento individualizado durante o período de realização da atividade. A
carga horária mínima do estágio curricular deverá atingir 160 horas
Concepção de Estágio que Norteia o Curso
106
O Estágio consiste em várias disciplinas que o aluno de Engenharia Civil
deve cursar, atuando em atividades relacionadas à engenharia civil, sob a
orientação de um professor designado pelo Coordenador do Curso.
O Estágio Supervisionado em Engenharia Civil deverá oportunizar ao
aluno:

Adquirir experiência profissional em Engenharia Civil;

Praticar os conhecimentos teóricos adquiridos no decorrer do Curso;

Complementar o estudo científico e técnico com o desenvolvimento da
prática profissional;

Esclarecer possíveis dúvidas dos conhecimentos teóricos adquiridos;

Proporcionar uma maior integração entre empresa/escola.
Carga Horária Prevista
O Estágio Supervisionado em Engenharia Civil terá a duração mínima de
180 horas.
Pré-Requisitos
Estará habilitado, para fazer o Estágio Supervisionado em Engenharia
Civil, o aluno que estiver, regularmente, matriculado no 10º Período do Curso de
Engenharia Civil e com a aprovação em todos os pré-requisitos.
Competências e Habilidades a serem desenvolvidas
Durante a realização do Estágio Supervisionado, o aluno deverá
desenvolver as seguintes competências e habilidades:

Senso crítico para avaliar seus próprios conhecimentos;

Refletir sobre o seu comportamento ético;

Trabalhar em equipe interdisciplinar e multidisciplinar;

Compreender as diversas etapas que compõem o processo
construtivo;
107

Identificar e apresentar soluções criativas para problemas pertinentes
à sua área de atuação.
Condições do Campo de Estágio
O aluno deverá escolher, com o auxílio do Coordenador de Estágio, uma
empresa pública ou privada, dentre as conveniadas com a Faculdade Presidente
Antônio Carlos - FAPAC, para desenvolver seu estágio. Caso o aluno pretenda
estagiar na empresa em que já trabalha, poderá fazê-lo, desde que o coordenador
de estágio aprove e o estágio seja desenvolvido em um setor diferente daquele no
qual ele já atue. Além disso, a empresa deverá oferecer condições para
desenvolver o estágio.
O aluno tem, no mínimo, 6 áreas para desenvolver seu Estágio: projetos;
transporte, geotecnia; saneamento; urbanização e construção civil, podendo ser em
escritório (setor de projetos, orçamentação, programação, etc.) ou em canteiro de
obras (construção, reformas, demolição, etc.).
Sistema de Supervisão e Avaliação
A supervisão dos estagiários será realizada de forma individual pelos
supervisores pedagógicos, indicados pela Coordenação do Curso e por um
supervisor de campo, indicado pela instituição concedente do estágio. A avaliação
será realizada pelos supervisores, observando:
a) a nota do estágio resultará da média ponderada das avaliações realizadas
pelo supervisor de campo e pelo supervisor pedagógico, conforme os critérios:
- supervisor pedagógico, nota equivalente a 70%;
- supervisor de campo, nota equivalente a 30%;
b) o supervisor de campo terá como referência para as avaliações, as
atividades desenvolvidas pelo aluno durante o Estágio, cujos resultados serão
registrados em ficha de avaliação;
c) o supervisor pedagógico fará sua avaliação baseando-se nas atividades
desenvolvidas, pelo aluno, no campo de estágio e no relatório apresentado.
108
d) será aprovado na disciplina de Estágio Supervisionado em Engenharia
Civil o aluno que obtiver média igual ou superior a 60.
Organização e Funcionamento
O coordenador do curso indicará um coordenador de estágio que
organizará as atividades relativas ao Estágio Supervisionado em Engenharia Civil,
cabendo a este indicar o supervisor pedagógico. O supervisor de campo será
indicado pela empresa, sendo este um engenheiro, arquiteto ou profissional de
áreas afins do seu quadro de funcionários, devidamente registrado no CREA.
Atribuições do Coordenador de Estágio
O
coordenador de estágio
será um professor designado
pelo
Coordenador do Curso de Engenharia Civil. Suas atribuições são as seguintes:

Fazer a captação de campos de estágio;

Indicar junto à coordenação do Curso, os professores supervisores
pedagógicos de estágio;

Solicitar do supervisor pedagógico o plano de trabalho;

Solicitar do supervisor pedagógico o relatório de atividades elaboradas
pelo aluno;

Verificar que o aluno tenha cursado as disciplinas referentes à área de
estágio pretendida;

Responsabilizar-se pelos diários com as respectivas avaliações dos
estagiários.

Providenciar ficha de avaliação e encaminhá-la ao supervisor de
campo.
Atribuições do Supervisor Pedagógico
O Supervisor Pedagógico deve ser um professor do Curso designado
pelo coordenador de estágio, juntamente com o Coordenador do Curso. Suas
atribuições são as seguintes:
109

Acompanhar a realização do estágio, mantendo contato com o
supervisor de campo, bem como verificar a efetiva participação do estagiário;

Acompanhar o desenvolvimento do estágio verificando as atividades
desenvolvidas;

Verificar e anotar a presença do estagiário nos horários designados
para comparecer à Faculdade;

Orientar a elaboração do relatório.
Atribuições do Supervisor de Campo
O supervisor de campo deverá ser engenheiro ou arquiteto, devidamente
registrado no CREA. Suas atribuições são as seguintes:

Fornecer ao estagiário, no início do Estágio, informações sobre a
estrutura, organização, normas internas e funcionamento global da empresa;

Comunicar ao supervisor pedagógico o desenvolvimento do Estágio,
bem como as eventuais anormalidades no decorrer do mesmo;

Supervisionar tecnicamente as atividades do estagiário, orientando-o
para o desenvolvimento do seu trabalho;

Encaminhar à coordenação de estágio do Curso a ficha de avaliação
do Estágio, devidamente preenchida, conforme anexo.
Atribuições do Estagiário
São atribuições do aluno estagiário:

Desenvolver com responsabilidade as atividades que lhe forem
atribuídas;

Procurar imediatamente o seu supervisor pedagógico se, durante o
decorrer das atividades do estágio, verificar qualquer problema;

Preencher o questionário relativo às atividades desenvolvidas durante
o Estágio e entregá-lo ao supervisor pedagógico;

Elaborar relatório referente às atividades desenvolvidas durante o
estágio;
110

Comparecer às sessões de orientação estipuladas pelo supervisor
pedagógico;

Zelar pelo bom nome da instituição.
Relação do Número de Alunos por Supervisor Pedagógico
O supervisor pedagógico poderá orientar, no máximo, seis alunos
estagiários por semestre.
Número de Créditos por Hora Semanal de Orientação
A orientação será individualizada e de acordo com a carga horária da
disciplina, deverá ser de uma hora/aula por semana.
Relatório Final
O relatório final é obrigatório e deverá observar os seguintes itens:
a) Caracterização da Empresa: o aluno deverá descrever o local em que foi
realizado o estágio, o período de duração
b) Desenvolvimento das Atividades:
 Descrição geral do setor e do período de Estágio;
 Descrição das atividades executadas;
 Descrição dos processos técnicos ou de outras particularidades
técnicas observadas;
 Conclusão, fazendo referência ao aproveitamento obtido com o
Estágio;
 Críticas e sugestões.
c) Estrutura do Relatório:

Preliminares ou pré-texto:
i. Capa;
ii. Folha de rosto;
iii. Folha de assinaturas;
iv. Resumo;
111
v. Agradecimentos (opcional);
vi. Lista de símbolos, unidades, abreviaturas, etc.;
vii. Lista de instruções;
viii. Sumário.

Texto:
i. Introdução (com descrição do local de estágio);
ii. Discussão das atividades e processos;
iii. Conclusão;
iv. Críticas e sugestões.

Pós-liminares ou pós-texto:
i. Anexos (incluir nos anexos, projeto de estágio, quando
solicitado);
ii. Referências bibliográficas;
iii. Ficha de identificação do relatório.
Deverão ser entregues ao coordenador de estágio uma (01) via impressa
e uma (01) cópia digital do relatório; a cópia digital será gravada em CD (juntamente
com o restante da turma) e ficará na Faculdade; a cópia impressa é devolvida ao
aluno e será entregue à empresa. O aluno deve observar a data limite, prefixada
pelo coordenador de estágio, para entrega do documento.
25 PESQUISA, EXTENSÃO E MONITORIA
Pode-se definir pesquisa como procedimento racional e sistemático que
tem como objetivo proporcionar respostas aos problemas que são propostos. A
pesquisa é requerida quando não se dispõe de informação suficiente para
responder ao problema, ou então quando a informação disponível se encontrar em
tal estado de desordem que não possa ser adequadamente relacionada ao
problema (GIL, 2010).
112
A pesquisa na FAPAC se dará através de investigações de cunho
bibliográfico que aborda estudos e levantamentos bibliográficos já publicados sobre
o assunto, em livros, revistas, jornais, teses, dissertações e anais de eventos
científicos. Todavia, em virtude da disseminação de novos formatos de informação,
estas pesquisas passaram a incluir outros tipos de fontes, como discos, fitas
magnéticas, CDs, bem como material disponibilizado pela internet. Praticamente
toda pesquisa acadêmica requer em algum momento a realização de trabalho que
pode ser caracterizado como pesquisa bibliográfica (Gil, 2010).
A bibliografia pertinente “oferece meios para definir, resolver, não
somente problemas já conhecidos, como também explorar novas áreas, onde os
problemas ainda não se cristalizaram suficientemente” (MANZO, 1971).
Utilizar-se-á também de estudos de caso por se tratar de uma
investigação empírica, que pesquisa um fenômeno dentro do seu contexto real.
Sustentada por uma plataforma teórica, reúne o maior número possível de
informações, em funções das questões e proposições orientadoras do estudo, por
meio de diferentes técnicas de levantamento de dados e evidências: observação,
observação participante, entrevistas, questionário, pesquisa documental (MARTINS,
2006).
A partir do 1º período e durante o curso os docentes de todas as
disciplinas deverão planejar atividades de pesquisa a serem apresentadas pelos
alunos em seminários, jornadas acadêmicas, jornadas científicas e/ou congressos,
com pontuação distribuída nos 100 pontos do semestre, sendo compreendido como
um dos meios para que ocorra a iniciação às atividades de pesquisa científica.
O Trabalho de Conclusão de Curso - deverá ser resultado de uma
pesquisa que envolverá desde a adequada formulação do problema até a
satisfatória apresentação dos resultados.
Além dos professores orientadores a COPPEX acompanhará as
exposições técnicas feitas pelos orientandos, em especial, por ocasião da Jornada
Científica do ITPAC PORTO NACIONAL, evento este, realizado pela FAPAC.
INICIAÇÃO CIENTÍFICA
113
O Programa de Iniciação Científica – PIC no Curso de Engenharia Civil é
destinado aos alunos regularmente matriculados, sendo que seu desenvolvimento
está sob a responsabilidade da Coppex atendendo o regulamento previsto do PDI.
EXTENSÃO
A instituição de ensino superior tem sua missão assentada no tripé
ensino, pesquisa e extensão. Destas três finalidades, a extensão é a mais difícil de
ser estruturada, por ser uma ação informal, contratual e de administração
compartilhada entre a escola e outra instituição. As atividades de extensão
desenvolvidas na Faculdade Presidente Antônio Carlos - FAPAC são de caráter
cultural, social, de prestação de serviço e de apoio às ações da formação
profissional. Assim, a escola estabelece uma parceria com o setor público e
produtivo para prestar consultoria técnica, para desenvolver projetos e para realizar
treinamento e educação profissional.
A pesquisa tecnológica fomenta os programas de extensão, e ambos
provocam a demanda de qualificação profissional.
A extensão entendida como prestação de serviços à comunidade é um
compromisso que vem colaborar para a inserção da Faculdade na comunidade,
como um item fundamental para o cumprimento de seu papel social. O Programa
de Extensão Comunitária – PEC congrega vários projetos de atendimento à
comunidade, buscando integrar comunidade e Faculdade em torno de iniciativas
que venham colaborar para o desenvolvimento de melhorias nas condições de vida
social, dentro dos limites possíveis de cada uma das propostas e de cada projeto.
O envolvimento com a comunidade e parcerias
Através da extensão, profissional e assistencial, o aluno participará, sob
a supervisão docente, de programas de serviços à comunidade, atuando em
organizações com ou sem fins lucrativos ou diretamente com as pessoas
necessitadas. Instalação de um centro de estudos avançados em ciências
gerenciais, para o desenvolvimento de temas emergentes, no cenário da
114
globalização, da sociedade do conhecimento, com parcerias e convênios a serem
firmados após a autorização do curso.
MONITORIA
A Monitoria tem como objetivo propiciar ao aluno oportunidade de
desenvolver suas habilidades para a carreira docente, nas funções de ensino,
pesquisa e extensão; assegurar cooperação didática ao corpo docente e discente
nas funções universitárias; propiciar ao aluno oportunidades de preparação e précapacitação profissional, nas várias áreas de interesse, visando seu treinamento em
serviço, exploração de aptidões intelectuais e descobertas de vocações.
26. AUTO–AVALIAÇÃO DO CURSO
No curso de Engenharia Civil da FAPAC serão realizadas reuniões
periódicas envolvendo a Coordenação do Curso e o corpo docente e discentes,
com o intuito de debater a metodologia de ensino a ser adotada frente à Concepção
do Curso, de forma a promover mecanismos eficazes de aprendizagem. Partindo-se
da Concepção do Curso, a metodologia de ensino deve contemplar atividades
práticas, no sentido de possibilitar ao aluno um aprendizado crítico, participativo e
criativo, que permita seu desenvolvimento para atuação no atual mercado de
trabalho. Além disso, será incentivado o desenvolvimento de projetos em várias
disciplinas do curso. A idéia é fazer com que o futuro profissional desenvolva sua
iniciativa e criatividade para agir num ambiente de incerteza e mudança constante e
possa continuar aprendendo e acompanhando o desenvolvimento da área. Com a
observação e a discussão sobre os métodos de ensino empregados o cumprimento
do Projeto Pedagógico estará assegurado, permitindo ao aluno o desenvolvimento
de suas habilidades e competências. A metodologia de ensino, aplicada nos cursos
da IES, inclui abordagens inovadoras de estratégias de ensino, desenvolvendo as
competências e habilidades exigidas para esse profissional.
115
27.
INFRAESTRUTURA FÍSICA E
DE
LABORATÓRIOS
E
RECURSOS
MATERIAIS
O Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos - ITPAC de Porto
Nacional é uma instituição com sede própria, localizada na Rua 02, Quadra 07, s/nº,
Setor Jardim dos Ypês em Porto Nacional – TO. Possui uma área abrangente de
79.905 m², sendo 7.000 m² de área construída, dividida em 07 Blocos (A, B, C, D,
E, F e G), com estacionamento amplo de 21.000 m² de pavimentação asfáltica.
Os setores da referida instituição: Laboratórios, Ambulatório, Clínica
Odontológica, Departamentos Administrativos e Salas de Aulas são climatizados e
dispõe de todos os móveis e equipamentos inerentes a cada um. Todas as salas de
aulas são equipadas com aparelho de Multimídia (Data-show) fixo em cada uma.
Ressalta-se ainda, que a Instituição possui infraestrutura adaptada para
o atendimento aos alunos e demais usuários Portadores de Necessidades
Especiais. O seu espaço físico conta com banheiros adaptados, rampas de acesso
e vagas para estacionamento prioritário.
ESPAÇO DE TRABALHO
Bloco C (925,32 m²)
Este espaço é destinado à estrutura do corpo técnico administrativo da
Instituição. As funções desempenhadas por cada departamento deste Bloco
atendem a parte Pedagógica e Administrativa desta IES. A estrutura física possui
salas climatizadas e informatizadas com computadores modernos, os quais são
interligados por meio de rede lógica, bem como a utilização de sistema em ERP
(Enterprise Resource Planning) ou SIGE (Sistema Integrados de Gestão
Empresarial) e sistema operacional Windows.
Segue abaixo dados relativos a cada departamento, incluso área e
atribuições pertinentes ao seu gerenciamento.
LOCALIDADE
Recepção Geral
ÁREA
73,20 m²
LOCALIDADE
Tecnologia
da
Informação
ÁREA
e 36,74 m²
Comunicação
116
Contabilidade
19,32 m²
Sala de Reunião
17,91 m²
Financeiro
46,43 m²
Diretoria Geral
25,17 m²
Administrativo
34,71 m²
Assessória Jurídica
8,67 m²
Almoxarifado
101,22 m²
Telefonia
4,97 m²
Sala de Manutenção
15,97 m²
Banheiro Masculino
28,65 m²
Secretaria Acadêmica
92,08 m²
Banheiro Feminino
28,65 m²
Recurso Humano
29,50 m²
Diretoria Acadêmica
19,04 m²
Reprografia
8,64 m²
Coordenações de curso
93,48 m²
COPEX
10,55 m²
Sala dos professores
19,02 m²
SALAS DE AULA
Bloco A (925.32 m²)
Este bloco possui capacidade de acomodação de 48 a 80 alunos por sala
de aula, conforme metragem abaixo relacionada. Possui salas climatizadas, com
aparelho de multimídia (data show) fixo. O banheiro feminino acomoda 06 sanitários
e toaletes completos, sendo 01 específico para atendimento de portadores de
necessidades especiais. Enquanto que o Banheiro Masculino possui 03 (três)
sanitários, sendo 01 específico para atendimento de portadores de necessidades
especiais e 04 (quatro) mictórios. O referido bloco também possui 01 sala de DML Depósitos de Material de Limpeza (para serviços para suporte da manutenção e
limpeza do prédio).
Seguem abaixo dados referentes ao bloco.
LOCALIDADE
ÁREA
Sala 1-A
93,02 m²
Sala 2-A
93,02 m²
Sala 3-A
61,62 m²
Sala 4-A
61,62 m²
Sala 5-A
61,62 m²
Sala 6-A
77,32 m²
Sala 7-A
77,32 m²
Sala 8-A
77,32 m²
Sala 9-A
77,32 m²
Banheiro Feminino
29,44 m²
Banheiro Masculino
29,44 m²
117
Bloco B (1.000 m²)
O referido bloco suporta 48 a 80 alunos, por sala de aula, com salas
climatizadas, 08 (oito) aparelhos de Multimídia (data show) e 01 (um) televisor 50”
fixo. Há ainda Banheiro Feminino com 06 sanitários e toaletes completos, sendo 01
específico para atendimento de portadores de necessidades especiais e Banheiro
Masculino com 03 (três) sanitários, sendo 01 específico para atendimento de
portadores de necessidades especiais e 04 (quatro) mictórios. Possui também 01
sala de DML para suporte da manutenção e limpeza do prédio.
Seguem abaixo dados referentes ao bloco.
LOCALIDADE
ÁREA
Auditório
157,07 m²
Sala 1-B
77,71 m²
Sala 2-B
77,71 m²
Sala 3-B
77,71 m²
Sala 4-B
60,06 m²
Sala 5-B
51,41 m²
Sala 6-B
51,41 m²
Sala 7-B
104,01 m²
Sala 8-B
51,41 m²
Sala Áudio Visual
12,80 m²
DCE
11,83 m²
Reprografia
25,21 m²
Banheiro Feminino
28,65 m²
Banheiro Masculino
28,65 m²
SALAS DE INFORMÁTICA
As salas de informática estão disponíveis para várias disciplinas e
acesso da comunidade em geral. Cada uma delas possui uma área equivalente a
52 m² e capacidade para 32 alunos, equipados com 32 máquinas Dell Vostro, 32
com monitores de 19 polegadas e “nobreaks”, utiliza sistema operacional Windows
e AutoCAD-2012 registrados.
QUANTIDADE
DESCRIÇÃO
118
32
NO BREAK APC 600
32
CPU DEEL
32
MONITOR DEEL 19" LCD
01
MESA QUADRADA MDF
32
CADEIRA ESTOFADA COR CINZA /PRETO
01
CADEIRA ESTOFADO COR AZUL
27.1 Laboratórios projetados para o curso
No Curso de Engenharia Civil é necessária a instalação de Laboratórios
Acadêmicos nas seguintes áreas de conhecimento: Informática, Desenho técnico,
Física, Química, Topografia, Materiais de Construção e Técnicas Construtivas,
Geotecnia, Hidráulica e Saneamento. São nos laboratórios acadêmicos que
professores e estudantes realizam a parte prática de seus trabalhos e projetos,
atuando nas áreas de ensino. As atividades desenvolvidas dão suporte ao curso,
promovendo o desenvolvimento de materiais, tecnologias e processos e permitem a
prestação de serviços à comunidade. Devido a sua idoneidade, os laboratórios
acadêmicos são geralmente solicitados para atestarem a integridade de atuais e/ou
novos produtos e tecnologias, transformados e em núcleos de excelência, quando
eficientemente equipados, capazes de acompanhar as inovações tecnológicas e
exigências do mercado quanto à qualificação e certificação do bem consumido pela
comunidade.
27.1.1 Laboratório de Informática
No Curso de Engenharia Civil, os Laboratórios de Informática atendem
às necessidades das disciplinas de Estatística, Instalações Elétricas Prediais,
Topografia, Geoprocessamento, Desenho Técnico Assistido por Computador,
Cálculo e as disciplinas que lidam com programas de dimensionamento
Computacionais específicos das áreas profissionalizantes. A carga horária
semestral de utilização para as atividades acadêmicas destas disciplinas, quando
do funcionamento pleno do curso, será de 300 horas aproximadamente. O
Laboratório de Informática deve apresentar infra-estrutura, equipamentos e
119
softwares, para atender as necessidades específicas nos tópicos abordados nas
ementas de cada disciplina, considerando os seguintes parâmetros:
I laboratórios com capacidade para 32 estudantes;
II uma máquina de computador completa para cada estudante,
incluindo CPU, monitor, teclado e mouse;
III
softwares:
Office,
Windows,
compiladores
de
linguagem
computacional, editor de desenhos, entre outros. Conforme as necessidades das
disciplinas do Curso, principalmente das citadas anteriormente;
IV técnicos para auxiliar no desenvolvimento das atividades nos
laboratórios (manutenção, aulas, gerência de suprimentos, etc.).
O dimensionamento e a otimização do Laboratório de Informática devem
ser resultados da interação das necessidades dos demais cursos de graduação da
ITPAC-PORTO, que contemplam disciplinas afins.
27.1.2 Laboratório de Física
No Curso de Engenharia Civil, os Laboratórios de Física atendem às
necessidades das disciplinas de Física I, Física II e Introdução a Eletricidade. A
carga horária semestral de utilização para as atividades acadêmicas destas
disciplinas, quando do funcionamento pleno do Curso, será de 50 horas
aproximadamente. O Laboratório de Física deve apresentar infra-estruturar e
equipamentos para atender as necessidades específicas nos tópicos abordados
nas ementas de cada disciplina, considerando os seguintes parâmetros: I
laboratórios com capacidade para 20 estudantes; II bancadas de apoio para
desenvolvimento das aulas práticas; III equipamentos específicos para atender as
necessidades apresentadas nas ementas de cada disciplina; IV técnicos para
auxiliar no desenvolvimento das atividades nos laboratórios (manutenção, aulas,
suprimentos, gerência, etc.). O dimensionamento e a otimização do Laboratório de
Física devem ser resultados da interação das necessidades dos demais cursos de
graduação da ITPAC-PORTO, que contemplam disciplinas afins.
27.1.3 Laboratório de Química
120
No Curso de Engenharia Civil, os Laboratórios de Química atendem às
necessidades da disciplina de Química Geral. A carga horária semestral de
utilização
para
as atividades
acadêmicas
destas
disciplinas,
quando
do
funcionamento pleno do Curso, será de 20 horas, aproximadamente. O Laboratório
de Química deve apresentar infra-estrutura e equipamentos para atender as
necessidades específicas nos tópicos abordados nas ementas de cada disciplina,
considerando os seguintes parâmetros: I laboratórios com capacidade para 20
estudantes; II bancadas de apoio para desenvolvimento das aulas práticas; III
equipamentos e reagentes específicos para atender as necessidades apresentadas
na ementa da disciplina; e IV técnico para auxiliar no desenvolvimento das
atividades no laboratório (manutenção, aulas, controle de suprimentos, etc.). O
dimensionamento e a otimização do Laboratório de Química devem ser resultados
da interação das necessidades dos demais cursos de graduação do ITPAC –
PORTO, que contemplam disciplinas afins.
27.1.4 Laboratório de Topografia
No Curso de Engenharia Civil, o Laboratório de Topografia atende às
necessidades da disciplina de Topografia e Geodésia. A carga horária semestral de
utilização
para
as atividades
acadêmicas
destas
disciplinas,
quando
do
funcionamento pleno do Curso, será de 80 horas. O laboratório de Topografia deve
apresentar infra-estrutura
e
equipamentos para
atender as necessidades
específicas nos tópicos abordados na ementa de Topografia e Geodésia,
considerando os seguintes parâmetros: I salas com pranchetas individuais, para o
desenvolvimento das aulas práticas de desenho topográfico com capacidade de 20
estudantes; II técnicos para auxiliar no desenvolvimento das atividades nos
laboratório e em atividades de campo (manutenção, aulas práticas, controle de
suprimentos, etc.); III área anexa à sala de aula para guarda dos equipamentos e
materiais de consumos utilizados nas aulas práticas de topografia; e IV
equipamentos específicos para atender as necessidades apresentadas na ementa
da disciplina. Os critérios adotados para definição dos quantitativos de
equipamentos para o Laboratório de Topografia tiveram como base o número de
estudantes por aula prática, no máximo 20.
121
27.1.5 Laboratório de Materiais de Construção e Técnicas Construtivas
O Laboratório de Materiais de Construção Civil é um dos principais
laboratórios do Curso de Engenharia Civil, tendo grande importância na formação
dos estudantes. Este é o espaço reservado para fornecer suporte ao
desenvolvimento de aulas práticas das disciplinas de Laboratório de Materiais de
Construção,
cujo
preferencialmente
conteúdo
ministradas
é
abordado
em
em
semestres
duas
disciplinas
subsequentes.
Os
distintas,
conceitos
abordados nestas disciplinas são de fundamental importância e contemplados como
pré-requisitos para as disciplinas das áreas de conhecimento de Construção Civil e
Sistemas Estruturais, podendo, também, oferecer suporte para outras disciplinas.
Atividades de pesquisa e extensão encontram nos Laboratórios de Materiais,
quando devidamente equipados, fonte de recursos técnicos que possibilitam o
aperfeiçoamento, bem como o desenvolvimento de novas tecnologias, processos e
materiais, podendo se tornar núcleos de excelência em desenvolvimento
tecnológico e prestação de serviços à comunidade. No Curso de Engenharia Civil, o
Laboratório de Materiais avalia os elementos utilizados nas mais diferentes obras
de Engenharia Civil, entre eles os agregados, os aglomerantes, as argamassas, os
concretos, as peças de aço e madeira, as tintas e os vernizes, além de elementos
de vedação como blocos e painéis, dentre outros. A carga horária semestral de
utilização
para
as atividades
acadêmicas
destas
disciplinas,
quando
do
funcionamento pleno do Curso, será de 90 horas, aproximadamente. As
necessidades de infra-estrutura específica desse laboratório demandam: I área
suficiente para atender um número mínimo de 20 estudantes acomodados em
bancadas específicas, que permitam o desenvolvimento de aulas práticas; II sala de
aula para atender um número mínimo de 40 estudantes sentados, no
desenvolvimento de aulas teóricas, sobre materiais de construção; III sala para
guarda dos equipamentos e ferramentas; IV sala para armazenamento de
aglomerantes e argamassa industrializadas, livre de umidade; V sala climatizada
para acomodação da prensa servocontrolada; VI câmara úmida para acomodação
dos corpos de prova de concreto, argamassas, blocos, etc.; VII área anexa ao
laboratório, com piso apropriado, para armazenar materiais granulares como areia,
122
brita, saibro, dentre outros. Também permitirá o desenvolvimento de aulas
demonstrativas de técnicas de construção, por exemplo: execução de alvenaria,
revestimentos, coberturas, fôrmas e armaduras para elementos de concreto (vigas,
pilares e lajes), dentre outras atividades práticas. Cabe lembrar que esta área deve
ser de fácil acesso ao trânsito de caminhões, permitindo o transporte de materiais e
a limpeza do laboratório; VIII dois técnicos e um auxiliar para o desenvolvimento
das atividades no laboratório e em atividades de campo (manutenção, suporte nas
aulas práticas, controle de suprimentos, etc.); IX equipamentos específicos para
atender as necessidades apresentadas nas ementas das disciplinas. Os critérios
adotados na definição dos quantitativos tiveram como base o número de estudantes
por aula prática (no caso, 20 estudantes).
27.1.6 Laboratório de Geotecnia (Mecânica dos Solos)
O Laboratório de Geotecnia é fundamental no Curso de Engenharia Civil,
tendo também grande importância na formação dos estudantes. Este espaço
fornece suporte para o desenvolvimento de aulas práticas das disciplinas de
Laboratório de Mecânica dos Solos, cujo conteúdo é abordado em duas disciplinas
em semestres diferentes. Os conceitos abordados nestas disciplinas são pré-requisitos para as disciplinas das áreas de conhecimento Geotecnia e Transporte e
Logística como: Mecânica dos Solos I e II, Estradas I e II, Fundações e Barragens.
Este laboratório auxilia no estudo e classificação dos mais diferentes tipos de solos,
fornecendo parâmetros de projeto que são utilizados em obras de terra, na
definição dos tipos de fundações, na base das estradas, na estrutura das
barragens, túneis e nos vários tipos de canais para condução de água. A carga
horária semestral de utilização para as atividades acadêmicas destas disciplinas,
quando do funcionamento pleno do Curso, será de 120 horas, aproximadamente.
As necessidades específicas desse laboratório demandam: I área
suficiente para atender um número mínimo de 20 estudantes acomodados em
bancadas específicas, que permitam o desenvolvimento de aulas práticas; II sala de
aula para atender um número mínimo de 40 estudantes sentados; no
desenvolvimento de aulas teóricas, sobre mecânica dos solos; III sala para guarda
dos equipamentos e ferramentas; IV sala climatizada para acomodação das
123
prensas, para ensaios de cisalhamento direto e triaxial em amostras de solo; V área
anexa ao laboratório, com piso apropriado, para armazenar diferentes tipos de solo.
Cabe lembrar que essa área deve ser de fácil acesso ao trânsito de caminhões,
permitindo o transporte de materiais e a limpeza do laboratório; VI dois técnicos e
um auxiliar para o desenvolvimento das atividades nos laboratório e em atividades
de campo (manutenção, suporte nas aulas práticas, controle de suprimentos, etc.);
VII equipamentos específicos para atender as necessidades apresentadas nas
ementas das disciplinas. Os critérios adotados na definição dos quantitativos
tiveram como base o número de estudantes por aula prática (no caso 20
estudantes).
27.1.7 Laboratório de Hidráulica
No Curso de Engenharia Civil, o Laboratório de Hidráulica atende às
necessidades das disciplinas de Fenômenos dos Transportes e Hidráulica sendo a
carga horária semestral de utilização para as atividades acadêmicas destas
disciplinas,
quando
do
funcionamento
pleno
do
Curso,
de
30
horas,
aproximadamente. O Laboratório de Hidráulica deve apresentar infra-estrutura e
equipamentos para atender as necessidades específicas nos tópicos abordados na
ementa das disciplinas de Fenômenos dos Transportes e Hidráulica, comportando
uma turma de 20 estudantes.
27.1.8 Laboratório de Saneamento
No Curso de Engenharia Civil, o Laboratório de Saneamento atende às
necessidades das disciplinas de Tópicos em Ciências Ambientais e, Saneamento e
sendo a carga horária semestral de utilização para as atividades acadêmicas destas
disciplinas,
quando
do
funcionamento
pleno
do
Curso,
de
20
horas,
aproximadamente. O Laboratório de Saneamento deve apresentar infra-estrutura e
equipamentos para atender as necessidades específicas nos tópicos abordados na
ementa das disciplinas Tópicos em
Ciências
Ambientais e
Saneamento
comportando uma turma de 20 estudantes.
124
27.1.9 Serviços de Laboratório
Os laboratórios de informática contam com serviço de internet que pode
ser utilizado por todos os usuários. A limpeza dos laboratórios segue o mesmo
procedimento dos demais ambientes da unidade. Os técnicos têm a função de
garantir o bom estado e a conservação das instalações, mobiliário e equipamentos
(exceção feita aos equipamentos de informática que são gerenciados pela equipe
específica de informática).
Com o avanço do curso, serão investidos nos laboratórios dos diversos
cursos que oferece.
A IES manterá os seguintes cargos para apoio aos laboratórios:

Responsável Técnico de Laboratório na Unidade: Coordenar e
administrar os Laboratórios de acordo com a padronização estabelecida, atendendo
aos
aspectos
aplicáveis
da
legislação
vigente
(segurança
do
trabalho,
gerenciamento de resíduos e utilização de produtos controlados), visando gerar um
trabalho de qualidade para o atendimento das atividades práticas nos laboratórios.

Técnico de laboratórios: Montar e desmontar os experimentos nos
laboratórios para as aulas práticas, atendendo ao Manual das Boas Práticas de
Laboratórios a fim de garantir um serviço de apoio de qualidade para o melhor
aproveitamento do aluno.

Auxiliar de Limpeza: Limpar e auxiliar na organização dos
laboratórios e manutenção de equipamentos, conforme orientações do Responsável
de Laboratório, atendendo as normas do Manual de Boas Práticas de Laboratório, a
fim de promover a limpeza adequada e a total eliminação de resíduos que possam
contaminar pessoas e o ambiente.

Manutenção: A manutenção dos equipamentos segue, em linhas
gerais, o seguinte procedimento: Se o equipamento se encontra em período de
garantia, este é destinado ao fornecedor para que as providências sejam tomadas.
Quando o equipamento não está mais em garantia e o problema é simples, os
funcionários do apoio realizam a manutenção do mesmo. Os problemas mais
complicados são encaminhados para uma assistência técnica especializada. No
Setor de Apoio, existem equipamentos de reserva para substituir temporariamente
os equipamentos em manutenção.
125
Atualizações
Os equipamentos de informática de uso acadêmico da Instituição serão
atualizados conforme a necessidade. No momento da atualização, é verificado se a
expansão de memória, disco rígido e processador atendem as necessidades de uso
nos laboratórios. Se esta atualização não for suficiente para as necessidades das
evoluções dos softwares utilizados nas práticas acadêmicas, novos computadores
são adquiridos e os computadores removidos dos laboratórios são distribuídos para
atividades administrativas que requerem baixa capacidade de processamento. As
máquinas que não atenderem mais as necessidades administrativas deverão ser
vendidas para empresas especializadas na destinação deste tipo de equipamento,
ou doados para carentes.
126
Faculdade Presidente Antônio Carlos - FAPAC
Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos Porto Ltda
BIBLIOTECA
DADOS TÉCNICOS DA BIBLIOTECA
1. ACERVO
127
A Biblioteca do Instituto Tocantinense Presidente Antônio Carlos ITPACPORTO proporciona suporte para o desenvolvimento das funções de ensino,
pesquisa e extensão dos cursos de Arquitetura, Medicina, Odontologia,
Enfermagem, Engenharia Civil. Com a capacidade para 200 alunos, seu principal
foco é a interação aluno/biblioteca, objetivando todas as necessidades
procuradas.
A biblioteca ocupa uma área de 513,03 m² (incluindo o salão de leitura,
cabines de estudo em grupo, acervo, laboratório de informática, Videoteca
individual e sala de leitura individual) distribuída de forma a disponibilizar o livre
acesso ao acervo e propiciando ao usuário procurar as obras que deseja retirar
diretamente nas estantes. Oferece ao usuário um ambiente confortável com
condições de estudo e pesquisa.
Os usuários da Biblioteca têm disponível 88 escaninhos, destinado a
abrigar todo o material pessoal de quem efetua a consulta, enquanto permanecer
nas dependências do setor.
O acervo bibliográfico se divide em 09 classes do conhecimento humano
e está distribuído em estantes para livros (dupla face). Os usuários têm à sua
disposição 02 terminais para consulta à base de dados na própria biblioteca, o
mecanismo de busca pode ser feito pelo autor, título ou assunto. Totalmente
informatizado através do software para gerenciamento de bibliotecas denominado
RM Biblios. Os empréstimos, devolução, reservas estão disponíveis em
computadores no balcão de atendimento.
Amplamente utilizado nas rotinas do sistema, qualquer tipo de
documento pode ser identificado através da etiqueta de código de barras, que são
produzidas pelo próprio sistema. As consultas ao acervo são disponibilizadas
através de 02 terminais de consulta.
O acervo da biblioteca é de 5.050 títulos e 26.100 exemplares, entre
livros, periódicos, obras de referência e materiais especiais. Encontra-se
totalmente automatizada por meio do sistema RM, dispondo de código de barras
que viabiliza de forma ágil e eficaz o empréstimo do material bibliográfico. Todo o
acervo está registrado, classificado de acordo com a CDD (Classificação Decimal
de Dewey) e catalogado seguindo as normas da AACR2 (Código de Catalogação
128
Anglo-Americano).
Existe uma política definida de atualização do acervo em nível
institucional. O docente solicita as suas necessidades à coordenação do curso,
esta encaminha aos setores responsáveis (biblioteca e setor de compra do
ITPAC- PORTO). A biblioteca do ITPAC- PORTO, particularmente, desenvolve
uma política de atualização e desenvolvimento do acervo, observando: a seleção
e aquisição de material bibliográfico. Na seleção, a biblioteca recebe e analisa a
lista de sugestões dos professores da cada curso, bem como as demandas
anteriores não atendidas e as estatísticas de uso da biblioteca. No processo de
aquisição, a biblioteca conta com orçamento anual e realiza 02 (duas) aquisições
anuais, sendo uma no início do 1º semestre e outra no início do 2º semestre.
Nesta rotina, a bibliotecária elabora a lista conforme a demanda de cada curso e
encaminha ao Departamento de Compras para que se proceda a aquisição
dentro do calendário em vigor.
QUADRO GERAL DO ACERVO
MULTIMEIOS E ELETRÔNICOS
MATERIAIS
TÍTULOS
BIBLIOGRÁFICO,
EXEMPLARES
Livros
3373
20649
Periódicos
390
3670
Monografias
700
700
DVD
23
159
Cd-rom
207
816
Fitas VHS
01
02
129
TOTAL DO ACERVO POR ÁREA DE CONHECIMENTO
ÁREA
LIVROS
Títulos
Ciências Exatas e da Terra
Ciências Biológicas e da Saúde
Engenharia e Tecnologia
Ciências Sociais Aplicadas
Ciências Humanas e Sociais
Linguística, Letras e Artes
TOTAL
PERIÓDICOS
Exemplar
Nacionais
Extrangeiros
336
2677
46
60
1342
423
279
644
347
3.371
9201
4371
832
2128
1447
20.656
1772
376
187
536
195
3.112
234
55
00
150
11
510
O horário de funcionamento da Biblioteca é de Segunda à Sexta
das 08:00 h às 23:00 h e no Sábado 08:00 h às 18:00 h. Possui 02
bibliotecários com experiência administrativa na área da Ciência da
Informação. Estes são responsáveis pela direção e organização do setor.
A biblioteca conta com 10 auxiliares de biblioteca, além de pessoal de
apoio, vigilância, limpeza e manutenção, que estão preparados para
manter o ambiente limpo e agradável para os usuários.
Empréstimo
domiciliar
o
usuário
deverá
está
devidamente
cadastrado, obedecendo às condições: prazo de empréstimo, limite de obras.
Efetuada somente no balcão de empréstimo da biblioteca onde o material foi
retirado.
7.2.5 SALÃO DE ESTUDOS EM GRUPO (101,02 m²)
O salão de estudo em grupo foi criada para o melhor conforto dos
discentes e docentes, com espaço confortável e climatizado para que possam
ter um melhor aproveitamento dos estudos. Conta com 08 salas de estudo em
grupo (7,27 m² cada) que acomodam 48 alunos e um salão com 5 mesas que
acomodam 30 alunos e 02 cabines de estudo para alunos cadeirantes,
climatização e lâmpada de emergência.
7.2.6 SALA DE ESTUDOS INDIVIDUAL (51,41 m²)
ITPACPORTO - INSTITUTO ANTONIO PRESIDENTE ANTONIO CARLOS PORTO LTDA
A biblioteca dispõe de uma sala para estudo individual com 51,41
m² e conta com mais 20 cabines individuais.
1.1.1 7.2.7 VIDEOTECA (35,80 m²)
A biblioteca dispõe de uma videoteca com 10 cabines individuas
onde os usuários podem assistir aos vídeos.
7.2.8 LABIN (51,41 m²)
Os usuários também têm à sua disposição 32 terminais de
microcomputadores conectados em rede e à internet para a realização de
atividades acadêmicas.
PROJETO POLITICO PEDAGÓGICO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
131
Download

projeto pedagógico curso de engenharia civil