UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE ENGENHARIA CIVIL, ARQUITETURA E URBANISMO CURSO ENGENHARIA CIVIL PROJETO PEDAGÓGICO MAIO, 2012. Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ SUMÁRIO 1. DADOS GERAIS 2 2. O CURSO DE ENGENHARIA CIVIL 2 3. OBJETIVOS DO CURSO 4 4. PERFIL DO EGRESSO 5 5. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES 6 6. CORPO DOCENTE 6 7. SERVIDORES NÃO DOCENTES 8 8. CURRICULO PLENO 9 8.1. GRADE CURRICULAR 8.1.1. Ênfase em Estruturas 8.1.2. Ênfase em Recursos Hídricos, Energéticos e Ambientais 8.1.3. Ênfase em Gestão do Projeto e da Construção 8.1.4. Ênfase em Saneamento e Ambiente 8.1.5. Ênfase em Transportes e Geotecnia 9. 9 10 13 16 19 23 8.2. TRABALHO FINAL DE CURSO 26 8.3. ESTÁGIO SUPERVISIONADO 27 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DOCENTE 28 10. EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA 30 10.1. Disciplinas Obrigatórias 30 10.2. Disciplinas Eletivas 51 11. INFRA-ESTRUTURA 88 10.1. LABORATÓRIOS 88 10.2. INFORMÁTICA 104 10.3. BIBLIOTECA 113 12. ANEXOS 118 12.1. Anexo 01 119 12.2. Anexo 02 123 1 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ 1. DADOS GERAIS Denominação................................................................... Curso de Engenharia Civil Localização...........................................................................................Campinas/SP Instituição.....................................UNICAMP – Universidade Estadual de Campinas Unidade.................FEC – Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo Diretor da Unidade......................................................Paulo Sérgio Franco Barbosa Coordenador do Curso.............................................................Alberto Luiz Francato Número de Vagas Anuais........................................................................80 (oitenta) Número de alunos matriculados.....................469 (quatrocentos e sessenta e nove) Regime de Ingresso..........................................................................................Anual Regime de Matrícula..................................................................................Semestral Período...........................................................................................................Integral Regime..........................................................................................................Créditos Tempo de Integralização......................................................................10 Semestres Tempo Máximo de Integralização.........................................................16 Semestres Número Total de Créditos.....................................................................................282 Total de Horas.........................................4230 horas de atividades supervisionadas (além das horas de atividades de estudo não supervisionadas e horas a atividades à distância, que são variáveis dependendo da ênfase escolhida pelo aluno) Reconhecimento: Decreto Federal No 070456, de 26/04/1972 e renovado pela Portaria CEE/GP nº 99 de 27/02/2008 O exercício da profissão de Engenheiro Civil é regulamentado pela Lei Federal No 005194, de 24 de dezembro de 1966, sendo sua regulamentação feita através do Decreto Federal No 000620, de 10 de junho de 1969. 2. O CURSO DE ENGENHARIA CIVIL É de reconhecida importância social e econômica a atuação do Engenheiro Civil, que deve responder pelo atendimento de funções básicas da sociedade em que está inserido, visando o seu bem estar e desenvolvimento. Na atualidade, vivemos num clima generalizado de competição em todos os campos de atividades humanas, notoriamente no desenvolvimento tecnológico, que exerce uma influência marcante em todas as demais áreas. No cenário futuro 2 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ descortina-se uma tendência mundial de competição intensa, liderada principalmente pelos países mais ricos. O desenvolvimento tecnológico está intrinsecamente relacionado com as atividades de pesquisa, onde as novas descobertas são incorporadas com maior eficiência e cada vez mais rápidas à produção de bens e serviços. As empresas líderes deverão introduzir freqüentes aperfeiçoamentos em suas linhas de produtos, para não perderem a hegemonia. Sendo assim, deverão fazer investimentos, a taxas crescentes, na pesquisa científica e no desenvolvimento tecnológico. Conseqüentemente, a interação de empresas com as instituições de ensino e de pesquisa deverá crescer devido às necessidades de acesso às informações científicas e tecnológicas, absorção de pessoal qualificado e também contínua atualização dos seus profissionais. A Engenharia Civil caracteriza-se por ser um campo do conhecimento, em permanente, contínuo e crescente desenvolvimento científico e tecnológico. Portanto, a concepção do curso de Engenharia Civil deve atender, em essência, a esses pré-requisitos básicos e, ao mesmo tempo, dedicar especial cuidado para contemplar também o atendimento aos reclamos da relevante necessidade de contínua e permanente adaptação ao meio social. Com isso, garante-se ao profissional uma maior identidade com as necessidades e anseios da comunidade em que está inserido. Sendo assim, a concepção deste curso exige um currículo adequado às características regionais e nacionais, mantendo coerência com o previsto nos planos governamentais de desenvolvimento e com a própria conjuntura econômica do país, considerando inclusive uma projeção para as próximas décadas. O curso de Engenharia Civil da UNICAMP objetiva promover condições para a formação do profissional com bom nível teórico, com conhecimentos específicos e com habilidades práticas. O Engenheiro Civil assim formado deverá estar apto para o desempenho de funções relacionadas com a concepção, projeto, planejamento, supervisão, construção, operação e manutenção de edifícios e infra-estruturas em geral. Ao futuro profissional pretende-se assegurar uma sólida bagagem de conhecimentos básicos, estimulando-o a desenvolver um espírito de pesquisa, aliado ao domínio de conhecimentos específicos e capacitando-o a resolver problemas relativos ao seu campo de atuação. O profissional formado por esse curso possuirá noções básicas de economia, administração, legislação, normatização, controle do meio ambiente e políticas públicas, de modo a preparálo para desenvolver seu trabalho em equipes interdisciplinares. No mundo globalizado, o domínio de línguas estrangeiras é importante para se comunicar e ter acesso direto às informações geradas nos centros que detêm tecnologias, por isso o curso deve incentivar o aperfeiçoamento dessas línguas. Por último, o Engenheiro Civil deverá ser dinâmico, manter bom relacionamento com seus 3 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ subordinados sem prejudicar sua liderança, condições essenciais no ambiente de trabalho para alcançar as metas e resultados profissionais pretendidos, qualidades que devem ser estimuladas ao longo das diferentes disciplinas que compõem o curso de Engenharia Civil. O curso deve estar também vinculado ao progresso tecnológico, para responder aos desafios que surgirão pela competição, tanto em nível nacional como internacional. As aulas práticas são importantes para que os alunos aprendam fazendo e praticando, e não apenas verbalizando. Através do envolvimento com os professores na solução de problemas nas diversas áreas da Engenharia Civil, é esperada uma aprendizagem profícua e significativa. A informatização deve abranger todas as disciplinas, aproveitando ao máximo os recursos computacionais existentes. É de significativa importância para o desenvolvimento do curso levar em consideração os seguintes aspectos: As demandas sociais e as características econômicas e de desenvolvimento típicas da Região Metropolitana de Campinas, na qual está inserido o curso, do Estado de São Paulo e do Brasil; O campo de conhecimento da Engenharia Civil, devidamente caracterizado, que consiste em contínuas operações de transformação dos recursos naturais em prol do bem-estar social, econômico, cultural e ético do ser humano; Os objetivos institucionais da UNICAMP, como universidade pública e de qualidade. 3. OBJETIVOS DO CURSO O curso de Engenharia Civil da UNICAMP objetiva: Formar profissionais com espírito empreendedor, visão do contexto social, compromisso ético e aptidão para atuarem nas diversas áreas que compõem o campo da Engenharia Civil, que são: Construção Civil, Estruturas, Saneamento e Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Energéticos, Geotecnia e Transporte; Proporcionar aos discentes o ensino através de métodos e meios que garantam uma educação integral, a qual inclui valores humanos, éticos, sociais, científicos e tecnológicos, pelos quais deverão se pautar seus atos, tendo consciência da importância da defesa do meio ambiente e da necessidade de contribuírem para a construção de uma vida digna para todas as criaturas e para o equilíbrio vital entre elas; Capacitar os discentes para o trabalho de pesquisa nas diversas áreas da Engenharia Civil, estimulando a ação criadora, responsável e ética, a 4 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ partir de uma postura investigativa, de reflexão, de curiosidade perante o novo e o diferente, buscando conhecimentos e procedimentos que possam complementar e estimular o ensino-aprendizagem a graus mais elevados de excelência; Capacitar os discentes para atuarem na divulgação de novos conhecimentos técnicos, científicos e culturais por diferentes meios, e através de atividades de extensão, estimulando a orientação, discussão e parcerias para a busca de soluções dos problemas e desafios da comunidade em geral, em cooperação com os poderes públicos, notadamente nas atividades de pesquisa, planejamento e avaliação; Capacitar os discentes a enfrentarem problemas e conceberem soluções relativas às atividades profissionais rotineiras e àquelas decorrentes da evolução tecnológica. 4. PERFIL DO EGRESSO Em conformidade com a LDB - Lei de Diretrizes e Bases 9394/96, Deliberação 07/2000 do CEE - Conselho Estadual de Educação e as novas Diretrizes Curriculares estabelecidas pelo MEC, o Engenheiro Civil formado pela UNICAMP deve ter: Domínio dos conceitos fundamentais indispensáveis ao exercício profissional do Engenheiro Civil, associado à capacidade de enfrentar e solucionar problemas da área e de buscar contínua atualização e aperfeiçoamento; Formação abrangente nas diversas áreas da Engenharia Civil: construção civil, geotecnia, transportes, recursos hídricos, saneamento básico e estruturas; Domínio das técnicas básicas de gerenciamento e administração dos recursos humanos e materiais utilizados no exercício da profissão; Capacidade de utilização de novas alternativas no campo conceitual e prático da Engenharia Civil; Capacidade para atuação em equipes multidisciplinares; Senso ético-profissional, associado à responsabilidade social. Formação abrangente que lhe propicie sensibilidade para as questões humanísticas, sociais e ambientais. 5 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ 5. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES O profissional deve desenvolver ao longo do curso as seguintes competências e habilidades: Raciocínio espacial; Operacionalização de problemas numéricos; Compreensão relativa a conceitos de ordem de grandeza; Expressão e interpretação gráfica; Assimilação e sistematização de conhecimentos teóricos; Síntese, aliada à capacidade de compressão e expressão da língua portuguesa; Obtenção e sistematização de informações; Construção de modelos matemáticos e físicos a partir de informações sistematizadas; Análise crítica dos modelos empregados no estudo das questões de engenharia; Formulação e avaliação de problemas de engenharia e concepção de problemas de engenharia e soluções; Interpretação, elaboração e execução de projetos; Gerenciamento e operação de sistemas de engenharia; Utilização da informática como instrumento do exercício da Engenharia Civil. 6. CORPO DOCENTE Abel Maia Genovez, Titular, UNICAMP, 2001. Adriana Aparecida Ambrosio de Souza, Doutora, FEC-UNICAMP, 2010. Adriano Luiz Tonetti, Doutor, FEC–UNICAMP, 2008 Alberto Luiz Francato, Doutor,Unicamp, 2002. Ana Lúcia Nogueira de Camargo Harris, Pós-Doutorado, Universidad de Valladolid, 2009. Ana Maria Reis Góes Monteiro, Doutora, Unicamp, 2007. André Munhoz de Argolo Ferrão, Livre docente, UNICAMP, 2003. Antonio Carlos Zuffo, Livre docente, UNICAMP, 2010. Ariovaldo Denis Granja, Doutor, UNICAMP, 2002. Armando Lopes Moreno Junior, Livre docente, UNICAMP, 2007. Bruno Coraucci Filho, Titular, UNICAMP, 2004. Carlos Alberto Bandeira Guimarães, Doutor, UNICAMP, 1999 Carlos Alberto Mariotoni, Titular, UNICAMP, 2001 Carlos Gomes da Nave Mendes, Livre docente, FEC-UNICAMP, 2011 Cássio Eduardo Lima de Paiva, Livre docente, FEC-UNICAMP, 2006 Creso de Franco Peixoto, Mestre, EESC-USP, 1988. Daniel de Carvalho Moreira, Doutor, FEC-UNICAMP, 2007. Diógenes Cortijo Costa, Doutor, POLI-USP, 2001. Doris C. C. K. Kowaltowski, Titular, UNICAMP, 2009. 6 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ Edevar Luvizotto Junior, Pós-Doutorado, Universidade de Valência, Espanha, 1998. Edison Fávero, Doutor, USP, 2004. Edson Aparecido Abdul Nour, Livre, Docente, FEC-UNICAMP, 2010. Eglé Novaes Teixeira, Livre docente, FEC-UNICAMP, 2012 Emília Wanda Rutkowski, Doutora, USP, 1999 . Evandro Ziggiatti Monteiro, Doutor, Unicamp, 2007. Flávio Augusto Picchi, Pós-Doutorado, MIT, EUA, 2001. Francis Rodrigues de Souza, Doutor, USP, 2010. Francisco Antonio Menezes, Doutor, EESC-USP, 1990. Francisco Borges Filho, Doutor, FAU-USP, 2005. Gladis Camarini, Livre docente, UNICAMP, 2003. Isaías Vizotto, Doutor, UNICAMP, 1993. João Alberto Venegas Requena, Livre docente, UNICAMP, 2006. Jorge Luiz Alves Trabanco, Doutor, USP, 2003. José Anderson do Nascimento Batista, Pós-Doutorado, EESC, 2008. José Gilberto Dalfré Filho, Pós-Doutorado, Universidade de Toronto, 2008. José Luiz Antunes de Oliveira e Sousa, Titular, UNICAMP, 2010. José Roberto Guimarães, Titular, FEC-UNICAMP, 2011. Lauro Luiz Francisco Filho, Doutor, UFRJ, 2004. Leandro Palermo Junior, Titular, UNICAMP, 2007. Leandro Silva Medrano, Livre docente, Unicamp, 2010. Lucila Chebel Labaki, Titular, UNICAMP, 2003. Luiz Carlos de Almeida, Pós Doutorado, ETSI UCLM - Espanhã, 2008. Maria Cecília Amorim Teixeira da Silva, Livre docente, Unicamp, 2007. Maria Gabriela Caffarena Celani, Pós-Doutorado, Universidade Técnica de Lisba, 2010. Maria Lúcia Galves, Livre docente, Unicamp, 2007. Maria Teresa Françoso, Doutor, USP, 1998. Marina Sangoi de Oliveira Ilha, Livre docente, UNICAMP, 2004. Mario Conrado Cavichia, Pós-Doutorado, University of Princeton, 2001. Mauricio Dario, Mestre, UNICAMP, 2004. Mauro Augusto Demarzo, Livre docente, Unicamp, 2007. Miriam Gonçalves Miguel, Doutor, EESC-USP, 2000. Newton de Oliveira Pinto Júnior, Doutor, POLI-USP, 1993. Nilson Tadeu Mascia, Titular, FEC-UNICAMP, 2010. Núbia Bernardi, Doutora, UNICAMP, 2007. Orlando Fontes Lima Junior, Livre docente, UNICAMP, 2004. Paulo José Rocha de Albuquerque, Livre docente, FEC-UNICAMP, 2012 Paulo Sérgio Franco Barbosa, Titular, UNICAMP, 2002. Paulo Sérgio Scarazzato, Doutor, FAU-USP, 1995 Paulo Vatavuk, Pós-Doutorado, Centro Técnico Aeroespacial, CTA, 2003. Percival Bisca, Mestre, Politécnica da USP, 1984. Pérsio Leister de Almeida Barros, Livre docente, UNICAMP, 2006. Philippe Remy Bernard Devloo, Titular, UNICAMP, 2007. Regina Andrade Tirello, Doutor, FAU-USP, 1999. Regina Coeli Ruschel, Livre docente, UNICAMP, 2009. Ricardo de Lima Isaac, Livre Docente, FEC-UNICAMP, 2010. Rosilene de Fátima Vieira, Doutora, FEC-UNICAMP, 2007. Rozely Ferreira Dos Santos, Livre docente, FEC-UNICAMP, 2003. Silvia Aparecida Mikami Gonçalves Pina, Livre docente, FEC-UNICAMP, 2010. Stelamaris Rolla Bertoli, Livre docente, UNICAMP, 1997. 7 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ Tiago Zenker Gireli, Doutor, POLI/USP, 2007. Vanessa Gomes da Silva, Livre docente, FEC-UNICAMP, 2010. Vinícius Fernando Arcaro, Doutor, UNICAMP, 1996. 7. SERVIDORES NÃO DOCENTES Ademir de Almeida, Tecnólogo Alberto Fontolan, Engenheiro Alessandra Simões da Silva, Profissional de Assuntos Administrativos Andressa Grazielle dos Santos Teixeira, Tecnólogo em Construção Civil Antonio Carlos Coelho, Profissional de Assuntos Administrativos Antonio Luis Tebaldi Castellano, Arquiteto Ariovaldo da Silva Moraes de Queiroz, Profissional de Assuntos Administrativos Benigna Aparecida Pereira de Almeida, Técnico Administrativo Carlos Alberto Alcaide, Profissional de Assuntos Universitários Carlos Alexandre Bacci, Tecnólogo Cássia Helena de Souza Vasques, Administrador Celma da Conceição Lopes, Profissional de Assuntos Administrativos Daniel Batista, Profissional de Assuntos Administrativos Daniel Ghidotti Celente, Profissional Apoio Técnico de Serviços Daniel Hirata Klink, Profissional Técnico Informática e Comunicação David Izac, Administrador Diego Costa Romeiro, Profissional de Assuntos Administrativos Dulcinea de Oliveira Ortega, Profissional de Assuntos Administrativos Edilene Terezinha Donadon, Arquiteto Edimilson Correia, Profissional Apoio Técnico de Serviços Edmilson Roberto, Profissional de Assuntos Administrativos Eduardo Estevam da Silva, Profissional Apoio Técnico de Serviços Eduardo Jamal Francisco dos Santos, Engenheiro Elaine Lopes de Sales Francisco, Administrador. Eliete da Silva, Profissional de Assuntos Administrativos Elis Cristina da Silva, Profissional de Assuntos Administrativos Elizabeth Ap. Piva da S. Oliveira, Profissional da Arte Cultura e Comunicação Enelton Fagnani, Químico Fábio Albino de Souza, Tecnólogo Fernando Pena Candello, Biólogo Floriano Farina, Economista Haroldo José Cancio Dias, Profissional Apoio Técnico de Serviços Iara Silveira Cintra, Profissional Apoio Técnico de Serviços Isabel Cristina da Silva Leite, Profissional Apoio Técnico de Serviços Joel Gonçalves, Profissional Apoio Técnico de Serviços Jonas Lobo da Silva, Administrador Jose Benedito Cipriano, Tecnólogo José Benedito de Castro Henrique, Profissional de Assuntos Administrativos Jose Reinaldo Marçal, Profissional de Assuntos Universitários Jovelina Ferreira de Souza, Profissional de Assuntos Administrativos Ligia Maria Domingues, Tecnólogo Luciano Passos, Engenheiro Lucinere Batista de Oliveira Gomes, Profissional de Assuntos Administrativos 8 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ Marcelo Balbino da Silva, Tecnólogo Marcelo Francisco Ramos, Engenheiro Margarita de Los Angeles Bello Barrera, Profissional de Assuntos Administrativos Marina Martins Collaço, Profissional de Assuntos Administrativos Marisa Verídico Barbosa, Profissional de Assuntos Administrativos Mariza Geraldino, Profissional de Assuntos Administrativos Miguel Luis Leite, Profissional de Assuntos Administrativos Natacha Guilhermina Parma, Profissional de Assuntos Administrativos Obadias Pereira da Silva Junior, Tecnólogo Ondina de Almeida Batista Cardoso, Profissional Apoio Técnico de Serviços Patrícia Camargo Martins, Profissional Técnico de Informática e Comunicação Paulerman Maria da Conceição Mendes, Profissional de Assuntos Administrativos Paulo Buissa, Profissional Técnico de Informática e Comunicação Regina Meyer Branski, Profissional de Assuntos Administrativos Reinaldo Benedito Leite Silva, Profissional de Assuntos Administrativos Renata Franca Marangoni, Arquiteto Ricardo Marques Lourenço, Profissional de Assuntos Administrativos Rodolfo Bonamigo, Tecnico em Construção Civil Rosana Kelly Pedro Silva, Profissional de Assuntos Administrativos Rosangela Maria Marin Hofstatter, Profissional de Assuntos Administrativos Rosangela Soares Farias, Profissional de Assuntos Administrativos Sandra Rodrigues, Profissional de Assuntos Administrativos Saul Lima da Silva, Profissional Apoio Técnico de Serviços Sebastião Aparecido de Souza, Profissional Apoio Técnico de Serviços Sergio Adriano Bizello, Tecnólogo Solange Lisegle Schulz Staut, Tecnólogo Suze Meire de Farias, Profissional de Assuntos Administrativos Tania Claudia Laudeauzer da Silva, Profissional Técnico de Informática e Comunicação Vanderlei Costa Lima Junior, Profissional Técnico de Informática e Comunicação Wagner José Rinaldi, Administrador Wagner Pizani Guidi, Técnico de Construção Civil Waldir Vilalva Dezan, Arquiteto 8. CURRÍCULO PLENO O aluno ao ingressar no curso de Engenharia Civil pode escolher uma ênfase dentre as 05 (cinco) oferecidas. Para cada ênfase é sugerida uma grade curricular para cumprimento do currículo pleno conforme discriminado a seguir. Dentre as disciplinas indicadas o aluno irá cumprir o Trabalho Final de Curso e o Estágio Supervisionado que complementam a formação discente. 8.1 GRADE CURRICULAR É apresentada a sugestão das disciplinas a serem cursadas para cumprimento do curso em 10 (dez) semestres, que é feita aos alunos quando do ingresso na universidade. 9 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ 8.1.1. Ênfase em Estruturas Para graduar-se neste curso, o aluno deverá obter o total de 282 créditos, correspondentes a 4230 horas de atividades supervisionadas, além de dedicar 90 horas a atividades à distância, perfazendo o total de 4320 horas, que poderão ser integralizadas em 10 semestres, conforme proposta oferecida pela unidade para o cumprimento do currículo pleno, sendo o prazo máximo de integralização 15 semestres. SEMESTRE 01 SIGLA MA111 MA141 MC102 CV141 QG102 CV101 CV111 CV151 DISCIPLINAS Cálculo I Geometria Analítica e Vetores Algoritmos e Programação de Computadores Química para Engenharia Civil Química Experimental I Desenho Projetivo Sistemas Estruturais Introdução à Engenharia Civil Vetor T 04 03 P 02 01 L 00 00 O 00 00 D 00 00 HS 12 08 SL 06 04 C 06 04 04 00 02 00 00 10 06 06 02 01 01 01 01 00 00 02 00 00 00 03 00 00 00 01 00 00 00 00 01 00 01 00 00 06 06 05 01 01 02 04 03 01 01 03 04 03 01 01 28 Total de créditos do semestre SEMESTRE 02 SIGLA MA211 ME203 F128 F129 GM420 CV201 CV202 DISCIPLINAS Cálculo II Estatística Elementar Física Geral I Física Experimental I Geologia Geral Desenho Assistido por Computador Materiais de Construção Civil I Vetor T 04 04 04 00 02 P 02 00 00 00 02 L 00 00 00 02 00 O 00 00 00 00 01 D 00 00 00 00 00 HS 12 08 06 03 07 SL 06 04 04 02 04 C 06 04 04 02 05 00 00 02 01 01 05 02 03 02 00 01 00 00 04 03 03 27 Total de créditos do semestre SEMESTRE 03 SIGLA MS211 F229 CV311 CV301 CV312 CV321 CV332 CV351 DISCIPLINAS Cálculo Numérico Física Experimental II Cálculo para Engenharia Civil Física para Engenharia Civil Mecânica Geral Topografia e Geodesia I Materiais de Construção Civil II Introdução à Economia Vetor T 03 00 04 04 03 01 02 02 P 01 00 00 00 00 02 00 00 L 00 02 00 00 00 00 01 00 O 00 00 02 00 00 00 00 00 D 00 00 00 00 00 00 00 00 HS 08 02 07 06 04 04 04 03 SL 04 02 04 04 03 03 03 02 C 04 02 06 04 03 03 03 02 27 Total de créditos do semestre 10 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ SEMESTRE 04 SIGLA F328 F329 CV401 CV402 CV431 CV411 CV421 CV422 CV450 Vetor DISCIPLINAS Física Geral III Física Experimental III Administração Aplicada à Empresas de Construção Projeto Arquitetônico Mecânica dos Fluídos Mecânica dos Sólidos I Topografia e Geodésia II Introdução à Pesquisa Operacional Metodologia Científica e Redação Científica T P L 04 00 00 00 00 02 O 00 00 00 00 D HS 04 02 SL 04 02 04 02 C 02 00 00 00 00 03 02 02 01 04 05 01 02 00 00 01 00 01 00 01 00 00 01 00 00 00 00 00 05 06 09 04 03 05 05 03 03 05 06 03 01 01 00 00 00 03 02 02 02 00 00 00 00 03 02 02 29 Total de créditos do semestre SEMESTRE 05 SIGLA CV501 CV511 CV521 CV522 CV531 CV532 CV541 Eletiva DISCIPLINAS Planejamento Urbano Mecânica dos Sólidos II Geotecnia I Técnica dos Transportes Engenharia Hidráulica Eletrotécnica e Energia Qualidade Sanitária do Meio A escolher pelo aluno Vetor T 01 05 02 01 04 02 03 - P 02 00 01 01 00 00 00 - L 00 00 00 00 01 01 01 - O 00 01 00 00 00 00 01 - D 00 00 00 00 00 00 01 - HS 04 09 05 03 08 04 08 - SL 03 05 03 02 05 03 04 - C 03 06 03 02 05 03 05 03 30 Total de créditos do semestre SEMESTRE 06 SIGLA CV612 CV613 CV621 CV622 CV631 CV632 CV633 CV641 Eletiva DISCIPLINAS Teoria das Estruturas I Estruturas de Madeira Geotecnia II Estradas I Sistemas Elétricos Prediais Hidrologia Básica Técnicas Construtivas I Sistemas de Abastecimento de Águas A escolher pelo aluno Vetor T 04 01 02 02 02 04 02 P 00 01 01 01 00 00 01 L 00 00 00 00 01 00 00 O 00 01 00 01 00 00 00 D 00 00 00 00 00 00 00 HS 07 04 04 06 04 07 04 SL 04 02 03 03 03 04 03 C 04 03 03 04 03 04 03 02 01 00 01 01 07 03 04 - - - - - - - 03 31 Total de créditos do semestre 11 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ SEMESTRE 07 SIGLA CV701 CV702 CV712 CV713 CV714 CV721 CV722 CV741 Vetor DISCIPLINAS Planejamento e Controle de Empreendimentos Sist. Prediais, HidráulicoSanitários. e Gás I Teoria das Estruturas II Estruturas Metálicas I Estruturas de Concreto Armado I Fundações Estradas II Sistemas de Esgotamento Hídrico: Sanitário e Pluvial T P L O D HS SL C 02 00 02 00 00 07 04 04 01 00 02 00 00 05 03 03 04 02 00 01 00 00 01 01 00 00 08 05 04 03 05 04 02 02 00 02 00 08 04 06 02 02 01 00 00 00 01 00 00 00 06 03 03 02 04 02 03 01 00 02 00 08 04 06 34 Total de créditos do semestre SEMESTRE 08 SIGLA CV811 CV812 CV813 CV814 CV821 CV822 CV823 CV831 CV832 CV841 Eletiva DISCIPLINAS Estruturas de Concreto Protendido. I Estruturas de Pontes Estruturas Metálicas II Estruturas de Concreto Armado II Economia dos Transportes Estradas III Aeroportos Regulamentações na Eng. Civil Portos, Rios e Canais Ecologia para Engenharia Civil A escolher pelo aluno Vetor T P L O D HS SL C 01 01 00 01 00 05 02 03 01 02 01 01 00 00 01 01 00 00 05 05 02 03 03 04 03 02 00 01 00 08 05 06 01 02 01 02 02 03 - 01 00 01 00 00 00 - 00 00 00 00 00 00 - 00 00 00 00 00 01 - 01 00 00 00 00 02 - 04 03 03 02 03 07 - 02 02 02 02 02 03 - 02 02 02 02 02 04 04 34 Total de créditos do semestre SEMESTRE 09 T P L O Vetor D HS SL C CV073 Introdução à Análise não Linear de Estruturas 02 01 00 00 02 06 03 03 CV910 Estruturas de Concreto Armado III 01 01 00 00 00 04 02 02 CV911 Projeto Estrutural de Edifício de Concreto Armado 01 02 00 00 00 05 03 03 CV912 Estruturas Metálicas Comp. por Chapas Dobradas 01 01 00 00 00 03 02 02 CV913 Estruturas Metálicas dos Edifícios Industriais 02 01 00 00 00 04 03 03 CV916 Introdução ao Método dos Elementos Finitos 01 00 01 00 00 03 02 02 Eletiva A escolher pelo aluno - - - - - - - SIGLA DISCIPLINAS 05 20 Total de créditos do semestre 12 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ SEMESTRE 10 SIGLA DISCIPLINAS CV950 Trabalho Final de Curso CV951 Estágio Supervisionado Eletivas Total de créditos do semestre Vetor T 00 00 - P 0 12 - L 0 00 - O 04 00 - D 00 00 - HS 04 12 - SL 00 00 - C 04 12 06 22 8.1.2. Ênfase em Recursos Hídricos, Energéticos e Ambientais Para graduar-se neste curso, o aluno deverá obter o total de 282 créditos, correspondentes a 4230 horas de atividades supervisionadas, além de dedicar 90 horas a atividades à distância, perfazendo o total de 4320 horas, que poderão ser integralizadas em 10 semestres, conforme proposta oferecida pela unidade para o cumprimento do currículo pleno, sendo o prazo máximo de integralização 15 semestres. SEMESTRE 01 SIGLA MA111 MA141 MC102 CV141 QG102 CV101 CV111 CV151 DISCIPLINAS Cálculo I Geometria Analítica e Vetores Algoritmos e Programação de Computadores Química para Engenharia Civil Química Experimental I Desenho Projetivo Sistemas Estruturais Introdução à Engenharia Civil Vetor T 04 03 P 02 01 L 00 00 O 00 00 D 00 00 HS 12 08 SL 06 04 C 06 04 04 00 02 00 00 10 06 06 02 01 01 01 01 00 00 02 00 00 00 03 00 00 00 01 00 00 00 00 01 00 01 00 00 06 06 05 01 01 02 04 03 01 01 03 04 03 01 01 28 Total de créditos do semestre SEMESTRE 02 SIGLA MA211 ME203 F128 F129 GM420 CV201 CV202 DISCIPLINAS Cálculo II Estatística Elementar Física Geral I Física Experimental I Geologia Geral Desenho Assistido por Computador Materiais de Construção Civil I Vetor T 04 04 04 00 02 P 02 00 00 00 02 L 00 00 00 02 00 O 00 00 00 00 01 D 00 00 00 00 00 HS 12 08 06 03 07 SL 06 04 04 02 04 C 06 04 04 02 05 00 00 02 01 01 05 02 03 02 00 01 00 00 04 03 03 27 Total de créditos do semestre 13 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ SEMESTRE 03 SIGLA MS211 F229 CV311 CV301 CV312 CV321 CV332 CV351 DISCIPLINAS Cálculo Numérico Física Experimental II Cálculo para Engenharia Civil Física para Engenharia Civil Mecânica Geral Topografia e Geodesia I Materiais de Construção Civil II Introdução à Economia Vetor T 03 00 04 04 03 01 02 02 P 01 00 00 00 00 02 00 00 L 00 02 00 00 00 00 01 00 O 00 00 02 00 00 00 00 00 D 00 00 00 00 00 00 00 00 HS 08 02 07 06 04 04 04 03 SL 04 02 04 04 03 03 03 02 C 04 02 06 04 03 03 03 02 27 Total de créditos do semestre SEMESTRE 04 SIGLA F328 F329 CV401 CV402 CV431 CV411 CV421 CV422 CV450 Vetor DISCIPLINAS Física Geral III Física Experimental III Administração Aplicada à Empresas de Construção Projeto Arquitetônico Mecânica dos Fluídos Mecânica dos Sólidos I Topografia e Geodésia II Introdução à Pesquisa Operacional Metodologia Científica e Redação Científica T P L 04 00 00 00 00 02 O 00 00 D 00 00 HS 04 02 SL 04 02 C 04 02 02 00 00 00 00 03 02 02 01 04 05 01 02 00 00 01 00 01 00 01 00 00 01 00 00 00 00 00 05 06 09 04 03 05 05 03 03 05 06 03 01 01 00 00 00 03 02 02 02 00 00 00 00 03 02 02 29 Total de créditos do semestre SEMESTRE 05 SIGLA CV501 CV511 CV521 CV522 CV531 CV532 CV541 Eletiva DISCIPLINAS Planejamento Urbano Mecânica dos Sólidos II Geotecnia I Técnica dos Transportes Engenharia Hidráulica Eletrotécnica e Energia Qualidade Sanitária do Meio A escolher pelo aluno Vetor T 01 05 02 01 04 02 03 - P 02 00 01 01 00 00 00 - L 00 00 00 00 01 01 01 - O 00 01 00 00 00 00 01 - D 00 00 00 00 00 00 01 - HS 04 09 05 03 08 04 08 - SL 03 05 03 02 05 03 04 - C 03 06 03 02 05 03 05 03 30 Total de créditos do semestre 14 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ SEMESTRE 06 SIGLA CV612 CV613 CV621 CV622 CV631 CV632 CV633 CV641 Eletiva DISCIPLINAS Teoria das Estruturas I Estruturas de Madeira Geotecnia II Estradas I Sistemas Elétricos Prediais Hidrologia Básica Técnicas Construtivas I Sistemas de Abastecimento de Águas A escolher pelo aluno Vetor T 04 01 02 02 02 04 02 P 00 01 01 01 00 00 01 L 00 00 00 00 01 00 00 O 00 01 00 01 00 00 00 D 00 00 00 00 00 00 00 HS 07 04 04 06 04 07 04 SL 04 02 03 03 03 04 03 C 04 03 03 04 03 04 03 02 01 00 01 01 07 03 04 - - - - - - - 03 31 Total de créditos do semestre SEMESTRE 07 SIGLA CV701 CV702 CV712 CV713 CV714 CV721 CV722 CV741 Vetor DISCIPLINAS Planejamento e Controle de Empreendimentos Sist. Prediais, HidráulicoSanitários. e Gás I Teoria das Estruturas II Estruturas Metálicas I Estruturas de Concreto Armado I Fundações Estradas II Sistemas de Esgotamento Hídrico: Sanitário e Pluvial T P L O D HS SL C 02 00 02 00 00 07 04 04 01 00 02 00 00 05 03 03 04 02 00 01 00 00 01 01 00 00 08 05 04 03 05 04 02 02 00 02 00 08 04 06 02 02 01 00 00 00 01 00 00 00 06 03 03 02 04 02 03 01 00 02 00 08 04 06 34 Total de créditos do semestre SEMESTRE 08 SIGLA CV811 CV812 CV813 CV814 CV821 CV822 CV823 CV831 CV832 CV841 Eletiva DISCIPLINAS Estruturas de Concreto Protendido. I Estruturas de Pontes Estruturas Metálicas II Estruturas de Concreto Armado II Economia dos Transportes Estradas III Aeroportos Regulamentações na Eng. Civil Portos, Rios e Canais Ecologia para Engenharia Civil A escolher pelo aluno Vetor T P L O D HS SL C 01 01 00 01 00 05 02 03 01 02 01 01 00 00 01 01 00 00 05 05 02 03 03 04 03 02 00 01 00 08 05 06 01 02 01 02 02 03 - 01 00 01 00 00 00 - 00 00 00 00 00 00 - 00 00 00 00 00 01 - 01 00 00 00 00 02 - 04 03 03 02 03 07 - 02 02 02 02 02 03 - 02 02 02 02 02 04 04 34 Total de créditos do semestre 15 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ SEMESTRE 09 SIGLA Vetor DISCIPLINAS T P L O D HS SL C Obras Hidráulicas: Fundamentos 01 01 00 00 00 03 02 02 Práticas e Projetos em Drenagem Urbana 02 01 00 00 00 03 03 03 Engenharia Hidráulica Aplicada a Sistemas de Transportes Fluidos 03 00 00 00 00 03 03 03 CV933 Gerenciamento de Recursos Hídricos 03 00 00 00 00 06 03 03 CV936 Impactos Ambientais Resultantes de Obras Hidráulicas 02 00 00 0 00 03 02 02 Trabalho Final de Curso I A escolher pelo aluno 00 - 02 - 00 - 01 - 00 - 03 - 00 - 03 02 CV076 CV930 CV932 CV954 Eletivas 18 Total de créditos do semestre SEMESTRE 10 SIGLA CV031 CV951 CV955 Eletivas Vetor DISCIPLINAS Introdução ao Planejamento Energético Estágio Supervisionado Trabalho Final de Curso A escolher pelo aluno T P L O D HS SL C 02 00 00 00 00 02 02 02 00 00 02 02 00 00 10 02 00 00 12 04 00 00 12 04 06 - - - - - - - 24 Total de créditos do semestre 8.1.3. Ênfase em Gestão do Projeto e da Construção Para graduar-se neste curso, o aluno deverá obter o total de 282 créditos, correspondentes a 4230 horas de atividades supervisionadas, além de dedicar 105 horas a atividades à distância, perfazendo o total de 4335 horas, que poderão ser integralizadas em 10 semestres, conforme proposta oferecida pela unidade para o cumprimento do currículo pleno, sendo o prazo máximo de integralização 15 semestres. SEMESTRE 01 SIGLA DISCIPLINAS T 04 03 P 02 01 L 00 00 O 00 00 Vetor D 00 00 HS 12 08 SL 06 04 C 06 04 MA111 MA141 Cálculo I Geometria Analítica e Vetores MC102 Algoritmos e Programação de Computadores 04 00 02 00 00 10 06 06 CV141 QG102 CV101 CV111 CV151 Química para Engenharia Civil Química Experimental I Desenho Projetivo Sistemas Estruturais Introdução à Engenharia Civil 02 01 01 01 01 00 00 02 00 00 00 03 00 00 00 01 00 00 00 00 01 00 01 00 00 06 06 05 01 01 02 04 03 01 01 03 04 03 01 01 28 Total de créditos do semestre 16 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ SEMESTRE 02 SIGLA MA211 ME203 F128 F129 GM420 CV201 CV202 DISCIPLINAS Cálculo II Estatística Elementar Física Geral I Física Experimental I Geologia Geral Desenho Assistido por Computador Materiais de Construção Civil I Vetor T 04 04 04 00 02 P 02 00 00 00 02 L 00 00 00 02 00 O 00 00 00 00 01 D 00 00 00 00 00 HS 12 08 06 03 07 SL 06 04 04 02 04 C 06 04 04 02 05 00 00 02 01 01 05 02 03 02 00 01 00 00 04 03 03 27 Total de créditos do semestre SEMESTRE 03 SIGLA MS211 F229 CV311 CV301 CV312 CV321 CV332 CV351 DISCIPLINAS Cálculo Numérico Física Experimental II Cálculo para Engenharia Civil Física para Engenharia Civil Mecânica Geral Topografia e Geodesia I Materiais de Construção Civil II Introdução à Economia Vetor T 03 00 04 04 03 01 02 02 P 01 00 00 00 00 02 00 00 L 00 02 00 00 00 00 01 00 O 00 00 02 00 00 00 00 00 D 00 00 00 00 00 00 00 00 HS 08 02 07 06 04 04 04 03 SL 04 02 04 04 03 03 03 02 C 04 02 06 04 03 03 03 02 27 Total de créditos do semestre SEMESTRE 04 SIGLA F328 F329 CV401 CV402 CV431 CV411 CV421 CV422 CV450 Vetor DISCIPLINAS Física Geral III Física Experimental III Administração Aplicada à Empresas de Construção Projeto Arquitetônico Mecânica dos Fluídos Mecânica dos Sólidos I Topografia e Geodésia II Introdução à Pesquisa Operacional Metodologia Científica e Redação Científica T P L 04 00 00 00 00 02 O 00 00 00 00 D HS 04 02 SL 04 02 04 02 C 02 00 00 00 00 03 02 02 01 04 05 01 02 00 00 01 00 01 00 01 00 00 01 00 00 00 00 00 05 06 09 04 03 05 05 03 03 05 06 03 01 01 00 00 00 03 02 02 02 00 00 00 00 03 02 02 29 Total de créditos do semestre 17 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ SEMESTRE 05 SIGLA CV501 CV511 CV521 CV522 CV531 CV532 CV541 Eletiva DISCIPLINAS Planejamento Urbano Mecânica dos Sólidos II Geotecnia I Técnica dos Transportes Engenharia Hidráulica Eletrotécnica e Energia Qualidade Sanitária do Meio A escolher pelo aluno Vetor T 01 05 02 01 04 02 03 - P 02 00 01 01 00 00 00 - L 00 00 00 00 01 01 01 - O 00 01 00 00 00 00 01 - D 00 00 00 00 00 00 01 - HS 04 09 05 03 08 04 08 - SL 03 05 03 02 05 03 04 - C 03 06 03 02 05 03 05 03 30 Total de créditos do semestre SEMESTRE 06 SIGLA CV612 CV613 CV621 CV622 CV631 CV632 CV633 CV641 Eletiva DISCIPLINAS Teoria das Estruturas I Estruturas de Madeira Geotecnia II Estradas I Sistemas Elétricos Prediais Hidrologia Básica Técnicas Construtivas I Sistemas de Abastecimento de Águas A escolher pelo aluno Vetor T 04 01 02 02 02 04 02 P 00 01 01 01 00 00 01 L 00 00 00 00 01 00 00 O 00 01 00 01 00 00 00 D 00 00 00 00 00 00 00 HS 07 04 04 06 04 07 04 SL 04 02 03 03 03 04 03 C 04 03 03 04 03 04 03 02 01 00 01 01 07 03 04 - - - - - - - 03 31 Total de créditos do semestre SEMESTRE 07 SIGLA CV701 CV702 CV712 CV713 CV714 CV721 CV722 CV741 Vetor DISCIPLINAS Planejamento e Controle de Empreendimentos Sist. Prediais, HidráulicoSanitários. e Gás I Teoria das Estruturas II Estruturas Metálicas I Estruturas de Concreto Armado I Fundações Estradas II Sistemas de Esgotamento Hídrico: Sanitário e Pluvial T P L O D HS SL C 02 00 02 00 00 07 04 04 01 00 02 00 00 05 03 03 04 02 00 01 00 00 01 01 00 00 08 05 04 03 05 04 02 02 00 02 00 08 04 06 02 02 01 00 00 00 01 00 00 00 06 03 03 02 04 02 03 01 00 02 00 08 04 06 34 Total de créditos do semestre 18 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ SEMESTRE 08 SIGLA CV811 CV812 CV813 CV814 CV821 CV822 CV823 CV831 CV832 CV841 Eletiva DISCIPLINAS Estruturas de Concreto Protendido. I Estruturas de Pontes Estruturas Metálicas II Estruturas de Concreto Armado II Economia dos Transportes Estradas III Aeroportos Regulamentações na Eng. Civil Portos, Rios e Canais Ecologia para Engenharia Civil A escolher pelo aluno Vetor T P L O D HS SL C 01 01 00 01 00 05 02 03 01 02 01 01 00 00 01 01 00 00 05 05 02 03 03 04 03 02 00 01 00 08 05 06 01 02 01 02 02 03 - 01 00 01 00 00 00 - 00 00 00 00 00 00 - 00 00 00 00 00 01 - 01 00 00 00 00 02 - 04 03 03 02 03 07 - 02 02 02 02 02 03 - 02 02 02 02 02 04 04 34 Total de créditos do semestre SEMESTRE 09 SIGLA CV068 CV901 CV904 CV951 DISCIPLINAS Técnicas Construtivas II Qualidade de Projetos Qualidade na Construção Estágio Supervisionado Vetor T 02 01 02 00 P 01 02 00 12 L 00 00 00 00 O 00 00 00 00 D 0 00 00 00 HS 04 05 03 12 SL 03 03 02 00 C 03 03 02 12 20 Total de créditos do semestre SEMESTRE 10 SIGLA CV900 CV902 CV903 CV950 Eletivas DISCIPLINAS Sistemas Prediais, HidráulicoSanitários e Gás II Integração de Projeto CAD Gestão Financeira, Econômica e Riscos de Empreendimentos Trabalho Final de Curso A escolher pelo aluno Vetor T P L O D HS SL C 02 00 00 00 00 03 02 02 00 00 02 00 01 04 02 02 02 00 01 00 00 06 03 03 00 - 0 - 0 - 04 - 00 - 04 - 00 - 04 11 22 Total de créditos do semestre 8.1.4. Ênfase em Saneamento e Ambiente Para graduar-se neste curso, o aluno deverá obter o total de 282 créditos, correspondentes a 4230 horas de atividades supervisionadas, além de dedicar 150 horas a atividades à distância, perfazendo o total de 4380 horas, que poderão ser integralizadas em 10 semestres, conforme proposta 19 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ oferecida pela unidade para o cumprimento do currículo pleno, sendo o prazo máximo de integralização 15 semestres. SEMESTRE 01 SIGLA MA111 MA141 MC102 CV141 QG102 CV101 CV111 CV151 DISCIPLINAS Cálculo I Geometria Analítica e Vetores Algoritmos e Programação de Computadores Química para Engenharia Civil Química Experimental I Desenho Projetivo Sistemas Estruturais Introdução à Engenharia Civil Vetor T 04 03 P 02 01 L 00 00 O 00 00 D 00 00 HS 12 08 SL 06 04 C 06 04 04 00 02 00 00 10 06 06 02 01 01 01 01 00 00 02 00 00 00 03 00 00 00 01 00 00 00 00 01 00 01 00 00 06 06 05 01 01 02 04 03 01 01 03 04 03 01 01 28 Total de créditos do semestre SEMESTRE 02 SIGLA MA211 ME203 F128 F129 GM420 CV201 CV202 DISCIPLINAS Cálculo II Estatística Elementar Física Geral I Física Experimental I Geologia Geral Desenho Assistido por Computador Materiais de Construção Civil I Vetor T 04 04 04 00 02 P 02 00 00 00 02 L 00 00 00 02 00 O 00 00 00 00 01 D 00 00 00 00 00 HS 12 08 06 03 07 SL 06 04 04 02 04 C 06 04 04 02 05 00 00 02 01 01 05 02 03 02 00 01 00 00 04 03 03 27 Total de créditos do semestre SEMESTRE 03 SIGLA MS211 F229 CV311 CV301 CV312 CV321 CV332 CV351 DISCIPLINAS Cálculo Numérico Física Experimental II Cálculo para Engenharia Civil Física para Engenharia Civil Mecânica Geral Topografia e Geodesia I Materiais de Construção Civil II Introdução à Economia Vetor T 03 00 04 04 03 01 02 02 P 01 00 00 00 00 02 00 00 L 00 02 00 00 00 00 01 00 O 00 00 02 00 00 00 00 00 D 00 00 00 00 00 00 00 00 HS 08 02 07 06 04 04 04 03 SL 04 02 04 04 03 03 03 02 C 04 02 06 04 03 03 03 02 27 Total de créditos do semestre 20 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ SEMESTRE 04 SIGLA F328 F329 CV401 CV402 CV431 CV411 CV421 CV422 CV450 Vetor DISCIPLINAS Física Geral III Física Experimental III Administração Aplicada à Empresas de Construção Projeto Arquitetônico Mecânica dos Fluídos Mecânica dos Sólidos I Topografia e Geodésia II Introdução à Pesquisa Operacional Metodologia Científica e Redação Científica T P L 04 00 00 00 00 02 O 00 00 00 00 D HS 04 02 SL 04 02 04 02 C 02 00 00 00 00 03 02 02 01 04 05 01 02 00 00 01 00 01 00 01 00 00 01 00 00 00 00 00 05 06 09 04 03 05 05 03 03 05 06 03 01 01 00 00 00 03 02 02 02 00 00 00 00 03 02 02 29 Total de créditos do semestre SEMESTRE 05 SIGLA CV501 CV511 CV521 CV522 CV531 CV532 CV541 Eletiva DISCIPLINAS Planejamento Urbano Mecânica dos Sólidos II Geotecnia I Técnica dos Transportes Engenharia Hidráulica Eletrotécnica e Energia Qualidade Sanitária do Meio A escolher pelo aluno Vetor T 01 05 02 01 04 02 03 - P 02 00 01 01 00 00 00 - L 00 00 00 00 01 01 01 - O 00 01 00 00 00 00 01 - D 00 00 00 00 00 00 01 - HS 04 09 05 03 08 04 08 - SL 03 05 03 02 05 03 04 - C 03 06 03 02 05 03 05 03 30 Total de créditos do semestre SEMESTRE 06 SIGLA CV612 CV613 CV621 CV622 CV631 CV632 CV633 CV641 Eletiva DISCIPLINAS Teoria das Estruturas I Estruturas de Madeira Geotecnia II Estradas I Sistemas Elétricos Prediais Hidrologia Básica Técnicas Construtivas I Sistemas de Abastecimento de Águas A escolher pelo aluno Vetor T 04 01 02 02 02 04 02 P 00 01 01 01 00 00 01 L 00 00 00 00 01 00 00 O 00 01 00 01 00 00 00 D 00 00 00 00 00 00 00 HS 07 04 04 06 04 07 04 SL 04 02 03 03 03 04 03 C 04 03 03 04 03 04 03 02 01 00 01 01 07 03 04 - - - - - - - 03 31 Total de créditos do semestre 21 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ SEMESTRE 07 SIGLA CV701 CV702 CV712 CV713 CV714 CV721 CV722 CV741 Vetor DISCIPLINAS Planejamento e Controle de Empreendimentos Sist. Prediais, HidráulicoSanitários. e Gás I Teoria das Estruturas II Estruturas Metálicas I Estruturas de Concreto Armado I Fundações Estradas II Sistemas de Esgotamento Hídrico: Sanitário e Pluvial T P L O D HS SL C 02 00 02 00 00 07 04 04 01 00 02 00 00 05 03 03 04 02 00 01 00 00 01 01 00 00 08 05 04 03 05 04 02 02 00 02 00 08 04 06 02 02 01 00 00 00 01 00 00 00 06 03 03 02 04 02 03 01 00 02 00 08 04 06 34 Total de créditos do semestre SEMESTRE 08 SIGLA CV811 CV812 CV813 CV814 CV821 CV822 CV823 CV831 CV832 CV841 Eletiva DISCIPLINAS Estruturas de Concreto Protendido. I Estruturas de Pontes Estruturas Metálicas II Estruturas de Concreto Armado II Economia dos Transportes Estradas III Aeroportos Regulamentações na Eng. Civil Portos, Rios e Canais Ecologia para Engenharia Civil A escolher pelo aluno Vetor T P L O D HS SL C 01 01 00 01 00 05 02 03 01 02 01 01 00 00 01 01 00 00 05 05 02 03 03 04 03 02 00 01 00 08 05 06 01 02 01 02 02 03 - 01 00 01 00 00 00 - 00 00 00 00 00 00 - 00 00 00 00 00 01 - 01 00 00 00 00 02 - 04 03 03 02 03 07 - 02 02 02 02 02 03 - 02 02 02 02 02 04 04 34 Total de créditos do semestre SEMESTRE 09 SIGLA CV941 CV942 CV945 CV951 DISCIPLINAS Laboratório de Saneamento Tratamento de Águas para Abastecimento Gestão em Saneamento Ambiental Estágio Supervisionado Vetor T 01 P 00 L 02 O 00 D 01 HS 05 SL 03 C 03 03 00 00 00 01 06 03 03 02 01 00 00 01 06 03 03 00 12 00 00 00 12 00 12 21 Total de créditos do semestre 22 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ SEMESTRE 10 SIGLA CV950 CV943 CV944 Eletivas DISCIPLINAS Trabalho Final de Curso Tratamento de Esgotos e Efluentes Industriais Manejo e Tratamento de Resíduos Sólidos A escolher pelo aluno Vetor T 00 P 0 L 0 O 04 D 00 HS 04 SL 00 C 04 03 00 00 00 01 06 03 03 03 00 00 00 00 06 03 03 - - - - - - - 11 21 Total de créditos do semestre 8.1.5. Ênfase em Transportes e Geotecnia Para graduar-se neste curso, o aluno deverá obter o total de 281 créditos, correspondentes a 4215 horas de atividades supervisionadas, além de dedicar 90 horas a atividades à distância, perfazendo o total de 4305 horas, que poderão ser integralizadas em 10 semestres, conforme proposta oferecida pela unidade para o cumprimento do currículo pleno, sendo o prazo máximo de integralização 15 semestres. SEMESTRE 01 SIGLA MA111 MA141 MC102 CV141 QG102 CV101 CV111 CV151 DISCIPLINAS Cálculo I Geometria Analítica e Vetores Algoritmos e Programação de Computadores Química para Engenharia Civil Química Experimental I Desenho Projetivo Sistemas Estruturais Introdução à Engenharia Civil Vetor T 04 03 P 02 01 L 00 00 O 00 00 D 00 00 HS 12 08 SL 06 04 C 06 04 04 00 02 00 00 10 06 06 02 01 01 01 01 00 00 02 00 00 00 03 00 00 00 01 00 00 00 00 01 00 01 00 00 06 06 05 01 01 02 04 03 01 01 03 04 03 01 01 28 Total de créditos do semestre SEMESTRE 02 SIGLA MA211 ME203 F128 F129 GM420 CV201 CV202 DISCIPLINAS Cálculo II Estatística Elementar Física Geral I Física Experimental I Geologia Geral Desenho Assistido por Computador Materiais de Construção Civil I Vetor T 04 04 04 00 02 P 02 00 00 00 02 L 00 00 00 02 00 O 00 00 00 00 01 D 00 00 00 00 00 HS 12 08 06 03 07 SL 06 04 04 02 04 C 06 04 04 02 05 00 00 02 01 01 05 02 03 02 00 01 00 00 04 03 03 27 Total de créditos do semestre 23 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ SEMESTRE 03 SIGLA MS211 F229 CV311 CV301 CV312 CV321 CV332 CV351 DISCIPLINAS Cálculo Numérico Física Experimental II Cálculo para Engenharia Civil Física para Engenharia Civil Mecânica Geral Topografia e Geodesia I Materiais de Construção Civil II Introdução à Economia Vetor T 03 00 04 04 03 01 02 02 P 01 00 00 00 00 02 00 00 L 00 02 00 00 00 00 01 00 O 00 00 02 00 00 00 00 00 D 00 00 00 00 00 00 00 00 HS 08 02 07 06 04 04 04 03 SL 04 02 04 04 03 03 03 02 C 04 02 06 04 03 03 03 02 27 Total de créditos do semestre SEMESTRE 04 SIGLA F328 F329 CV401 CV402 CV431 CV411 CV421 CV422 CV450 Vetor DISCIPLINAS Física Geral III Física Experimental III Administração Aplicada à Empresas de Construção Projeto Arquitetônico Mecânica dos Fluídos Mecânica dos Sólidos I Topografia e Geodésia II Introdução à Pesquisa Operacional Metodologia Científica e Redação Científica T P L 04 00 00 00 00 02 O 00 00 D 00 00 HS 04 02 SL 04 02 C 04 02 02 00 00 00 00 03 02 02 01 04 05 01 02 00 00 01 00 01 00 01 00 00 01 00 00 00 00 00 05 06 09 04 03 05 05 03 03 05 06 03 01 01 00 00 00 03 02 02 02 00 00 00 00 03 02 02 29 Total de créditos do semestre SEMESTRE 05 SIGLA CV501 CV511 CV521 CV522 CV531 CV532 CV541 Eletiva DISCIPLINAS Planejamento Urbano Mecânica dos Sólidos II Geotecnia I Técnica dos Transportes Engenharia Hidráulica Eletrotécnica e Energia Qualidade Sanitária do Meio A escolher pelo aluno Vetor T 01 05 02 01 04 02 03 - P 02 00 01 01 00 00 00 - L 00 00 00 00 01 01 01 - O 00 01 00 00 00 00 01 - D 00 00 00 00 00 00 01 - HS 04 09 05 03 08 04 08 - SL 03 05 03 02 05 03 04 - C 03 06 03 02 05 03 05 03 30 Total de créditos do semestre 24 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ SEMESTRE 06 SIGLA CV612 CV613 CV621 CV622 CV631 CV632 CV633 CV641 Eletiva DISCIPLINAS Teoria das Estruturas I Estruturas de Madeira Geotecnia II Estradas I Sistemas Elétricos Prediais Hidrologia Básica Técnicas Construtivas I Sistemas de Abastecimento de Águas A escolher pelo aluno Vetor T 04 01 02 02 02 04 02 P 00 01 01 01 00 00 01 L 00 00 00 00 01 00 00 O 00 01 00 01 00 00 00 D 00 00 00 00 00 00 00 HS 07 04 04 06 04 07 04 SL 04 02 03 03 03 04 03 C 04 03 03 04 03 04 03 02 01 00 01 01 07 03 04 - - - - - - - 03 31 Total de créditos do semestre SEMESTRE 07 SIGLA CV701 CV702 CV712 CV713 CV714 CV721 CV722 CV741 Vetor DISCIPLINAS Planejamento e Controle de Empreendimentos Sist. Prediais, HidráulicoSanitários. e Gás I Teoria das Estruturas II Estruturas Metálicas I Estruturas de Concreto Armado I Fundações Estradas II Sistemas de Esgotamento Hídrico: Sanitário e Pluvial T P L O D HS SL C 02 00 02 00 00 07 04 04 01 00 02 00 00 05 03 03 04 02 00 01 00 00 01 01 00 00 08 05 04 03 05 04 02 02 00 02 00 08 04 06 02 02 01 00 00 00 01 00 00 00 06 03 03 02 04 02 03 01 00 02 00 08 04 06 34 Total de créditos do semestre SEMESTRE 08 SIGLA CV811 CV812 CV813 CV814 CV821 CV822 CV823 CV831 CV832 CV841 Eletiva DISCIPLINAS Estruturas de Concreto Protendido. I Estruturas de Pontes Estruturas Metálicas II Estruturas de Concreto Armado II Economia dos Transportes Estradas III Aeroportos Regulamentações na Eng. Civil Portos, Rios e Canais Ecologia para Engenharia Civil A escolher pelo aluno Vetor T P L O D HS SL C 01 01 00 01 00 05 02 03 01 02 01 01 00 00 01 01 00 00 05 05 02 03 03 04 03 02 00 01 00 08 05 06 01 02 01 02 02 03 - 01 00 01 00 00 00 - 00 00 00 00 00 00 - 00 00 00 00 00 01 - 01 00 00 00 00 02 - 04 03 03 02 03 07 - 02 02 02 02 02 03 - 02 02 02 02 02 04 04 34 Total de créditos do semestre 25 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ SEMESTRE 09 SIGLA CV920 CV921 CV922 CV951 DISCIPLINAS Geomática Superestrutura Ferroviária Serviços Logísticos: Gestão e Projeto Estágio Supervisionado Vetor T 02 02 P 01 01 L 00 00 O 00 00 D 00 00 HS 04 04 SL 03 03 C 03 03 03 00 00 00 00 04 03 03 00 12 00 00 00 12 00 12 21 Total de créditos do semestre SEMESTRE 10 SIGLA CV950 CV923 CV924 Eletivas DISCIPLINAS Trabalho Final de Curso Geotecnia III Complementos de Fundações A escolher pelo aluno Vetor T 00 02 01 - P 0 01 02 - L 0 00 00 - O 04 00 00 - D 00 00 00 - HS 04 04 05 - SL 00 03 03 - C 04 03 03 11 21 Total de créditos do semestre 8.2 TRABALHO FINAL DE CURSO O desenvolvimento de um Trabalho de Final de Curso(TFC) tem a finalidade de proporcionar ao estudante a oportunidade de aplicar os conhecimentos adquiridos ao longo do curso, bem como aprimorá-los; demonstrar os conhecimentos teóricos e práticos; aplicar métodos de trabalho planejado; apresentar um trabalho com clareza e objetividade, tanto na elaboração do texto escrito como na exposição do TFC. O TFC é obrigatório para o Curso de Engenharia Civil da Unicamp, conforme a Resolução No11, de 11 de Março de 2002 da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação do MEC, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia (Art. 5o, §1, “Deverão existir os trabalhos de síntese e integração dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso, sendo que, pelo menos um deles deverá se constituir em atividade obrigatória como requisito para a graduação”). A regulamentação do TFC para o Curso de Engenharia Civil é apresentada no Anexo 01. O trabalho deve ser elaborado individualmente e orientado por um docente do curso de Engenharia Civil da instituição com conhecimento na área de interesse.O acompanhamento do trabalho será de responsabilidade do professor orientador. Cada orientador deve ter o compromisso de oferecer no mínimo um tema por ano e poderá orientar no máximo três TFCs simultaneamente. Os orientadores serão indicados pela Comissão de Graduação, escolhidos nas listas de temas e orientadores enviadas semestralmente pelos departamentos. No ato da designação de um orientador o tema do trabalho deve estar definido. Cabe a cada aluno candidato à realização do TFC sugerir aos departamentos temas onde possui interesse em desenvolver o seu projeto 26 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ indicando as suas preferências de área, orientador e projetos disponíveis. Ao longo do trabalho deverá manter o Orientador informado sobre o andamento das suas atividades e comparecer a, no mínimo, 75% das atividades de orientação de TFC previstas pelo orientador. Finalmente, o aluno deverá elaborar uma versão escrita do TFC, em consonância com as normas da ABNT, contendo capa, resumo, sumário, introdução, fundamentos teóricos, metodologia, detalhamento das atividades desenvolvidas, resultados, conclusões, referências bibliográficas e anexos e/ou apêndices. Entregar uma cópia por escrito, em formato A4, e uma em mídia magnética à Secretaria de Graduação, com a versão definitiva do trabalho, quando do término do TFC. O TFC deverá ser formalmente cumprido através das disciplinas obrigatórias CV450 - Metodologia Científica e Redação Científica,CV954 Trabalho Final de Curso Ie CV955 - Trabalho Final de Curso II que são de responsabilidade da Coordenadoria de Graduação de Engenharia Civil. 8.3 ESTÁGIO SUPERVISIONADO O curso de Engenharia Civil da Unicamp tem consciência da importância da vivência de experiências profissionais práticas para a formação integral de seus estudantes. Deste modo tem interesse que os estágios supervisionados sejam os mais produtivos possíveis, realizados preferencialmente em empresas de porte expressivo e necessariamente supervisionados por profissionais habilitados. Acredita-se que o estágio configura-se como uma importante oportunidade de amadurecimento do estudante, tanto no âmbito técnico através da aplicação dos conceitos adquiridos em projetos de aplicação específica, como também no âmbito das relações pessoais, já que abre a oportunidade de trabalhar com outras equipes ou pessoas de diferentes áreas. Assim, o estágio supervisionado tem uma função muito importante no curso de Engenharia Civil que é o de aproximar o estudante da vida profissional, fazendo com que o mesmo possa aplicar os conhecimentos teóricos adquiridos na instituição de ensino em situações reais. Ao longo do tempo tem-se verificado que o programa de estágio é, muitas vezes, o canal de entrada do futuro engenheiro ao mercado de trabalho. O estágio supervisionado deve ser realizado, obrigatoriamente, por áreas de concentração que correspondem às matérias definidas como de formação profissional, na legislação específica sobre os cursos de Engenharia Civil. As áreas são: Topografia, Mecânica dos Solos, Hidrologia Aplicada, Hidráulica, Teoria das Estruturas, Materiais de Construção Civil, Sistemas Estruturais, Transportes, Saneamento Básico e Construção Civil. O estágio deverá ser formalmente cumprido através da disciplina obrigatória CV951 – Estágio Supervisionado que será de responsabilidade da Coordenadoria 27 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ de Graduação de Engenharia Civil. O estágio supervisionado tem a duração mínima de 180 (cento e oitenta) horas de trabalho efetivo e deve ser realizado durante o período letivo. A integralização semanal do estágio é de 12 (doze) horas durante as semanas letivas previstas no Calendário Escolar. Para a avaliação do estágio, o estudante deve apresentar como documentações finais:o documento de avaliação do supervisor na empresa devidamente preenchidoe um relatório detalhado de conclusão das atividades realizadas.O relatório de conclusão, com a descrição das atividades realizadas, deve ser organizado com os seguintes tópicos: Resumo, Introdução, Informações gerais da empresa, Plano de atividades proposto, Atividades realizadas, Análise de contribuições do programa de estágio para a formação profissional, Dificuldades encontradas no desenvolvimento do programa de estágio, Conclusão e Referências bibliográficas. De posse dos documentos entregues pelo estagiário, o professor supervisor atribui uma nota final e se esta nota for igual ou superior a cincoe a carga horária mínima de 180 horas tenha sido cumprida, o estagiário é considerado aprovado na disciplina estágio supervisionado. A Unicamp conta com o apoio do SAE para a formalização dos contratos de estágios e compete ao coordenador de graduação a aprovação dos estágios. O Estágio Supervisionado no Curso de Engenharia Civil da Unicamp é regulamentado pela Deliberação CG.EC/FEC 01/2007. (Anexo 02) 9. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DOCENTE A avaliação dos docentes nas disciplinas de graduação é um ponto importante para garantir a qualidade no oferecimento do curso de engenharia civil. Todos os semestres o corpo discente tem a oportunidade de participar do processo de avaliação de duas formas. Uma forma eletrônica que é feita pela proreitoria de graduação no sistema conhecido como EA2, onde o corpo discente responde a várias questões sobre a disciplina e também o docente responsável responde a outras questões e uma equipe da pro-reitoria faz o processamento das informações que são disponibilizadas de forma consolidada a posteriori. O curso de engenharia civil também realiza, em paralelo, uma avaliação em que o corpo discente responde a uma série de questões e tem espaço para emitir comentários. As respostas das questões são preenchidas numa ficha de leitura ótica e processadas em um software de análise estatista. Para análise e interpretação das avaliações as informações consolidadas são apresentadas em forma gráfica e cada docente recebe sua ficha resumo da avaliação e também os comentários dos alunos. A partir deste diagnóstico a coordenação procura ajudar a sanar as dificuldades e assim buscar a melhor qualidade possível no oferecimento das disciplinas. 28 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ Na ficha resumo da avaliação é possível observar o desempenho do docente na referida disciplina, comparando com a média da faculdade, média do departamento e também comparar com a distribuição dos conceitos das demais disciplinas avaliadas no semestre. Na Figura 9.1 apresentada a seguir ilustra-se como exemplo a ficha resumo da última avaliação processada com os dados médios referentes ao curso de engenharia civil. Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo Curso de Engenharia Civil Coordenador de Graduação: Prof. Alberto Luiz Francato Resultado da avaliação do primeiro semestre de 2011 Disciplina/Turma ‐ Professor: A Conceito geral da disciplina: Departamento: Número de Alunos Matriculados: Número de Respondentes: Porcentagem de Participação: Número total de turmas avaliadas: 78 Número de disciplinas com conceito A+ : 1 19 23 20 9 5 0 1 Número de disciplinas com conceito A : DRH Número de disciplinas com conceito B+ : 35 33 94.3% Número de disciplinas com conceito B : Número de disciplinas com conceito C+ : Número de disciplinas com conceito C : Número de disciplinas com conceito D+ : Número de disciplinas com conceito D : A B C 20% 40% 60% A B C 20% 40% 60% D Infra‐Estrutura Auto‐Avaliação do Aluno Planejamento da Disciplina Contribuição para o Aprendizado Cumprimento do Programa Assiduidade Pontualidade Atendimento Extra‐Classe Relacionamento Professor/Aluno Planejamento da Bibliografia/Geral Adequação da Avaliação do… Didática e Técnica de Ensino Interesse pelo ensino 0% 80% 100% D Professor FEC DRH 0% 29 80% 100% Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ 10. EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA 10.1 - Disciplinas Obrigatórias CV101 Desenho Projetivo OF:S-1 T:001 P:002 L:000 O:000 D:001 HS:004 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Introdução aos conceitos básicos do desenho projetivo. Bibliografia Básica: ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas (Diversas Normas na Área de Desenho) DUBOSQUE, D. Perspectiva-desenhar passo-a-passo Lisboa: Evergreen, 1999. MONTENEGRO, G. Desenho Arquitetônico 3a ed. SP: Edgard Blücher Ltda, 1978. OBERG L. Desenho Arquitetônico 22a ed. RJ: Ao Livro Técnico, 1979. PEREIRA, A. Desenho Técnico Básico RJ: Livraria Francisco Alves, 1990. Bibliografia Complementar: FRENCH, T.E. Desenho Técnico. Ed. Globo: Porto Alegre, 1967, 10a.impr. KAWANO el al PCC117-Desenho para Engenharia I: apostila 2a ed. SP:EPUSP, 1998 MONTENEGRO, G. Habilidades espaciais: exercícios para o despertar de idéias. Santa Maria (RS): sCHDs, 2003 PENTEADO, J.A. Comunicação visual e expressão: artes plásticas e desenho 1o e 2o grau vol.2 SP: Companhia Editorial Nacional 1977 MENEGOTTO, J.L.; ARAUJO,T.C.M. O desenho digital – técnica & arte RJ: Interciência 2000. CV111 Sistemas Estruturais OF:S-1 T:001 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:001 SL:001 C:001 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Noções fundamentais sobre a Engenharia Estrutural. Sistemas estruturais: descrição e estudo dos tipos de Sistemas Estruturais. Bibliografia Básica: AU, TUNG & CRISTIANO, PAUL - “Structural Analysis”, Prentice Hall, Inc., New Jersey, EUA, 1987 (ISBN 0-13-853383-0) SALVADORI, Mario G. – “Why Buidings Stand Up”, W.W. Norton & Company Inc., New York, EUA, 1990 (ISBN 0-393-30676-3) LEVY, Mattys P. & SALVADORI, Mario G. – “Why Buildings Fall Down”, W.W. Norton & Company Inc., New York, EUA, 1992, (ISBN 0-393-03356-2) ROSENTHAL, H. W. – “La Estructura”, Ed. Blume – Barcelona, 1975. ANGEL, Heino – “Sistemas de Estructuras, Ed. Hemus, São Paulo, 1981 LIN, T. Y. STOTESBORY, S. D. – “Structural Concepts and System for Architects and Engineers”, John Willey & Sons. MORGAN, Pitman, W. – “The Elements of Structure”, Pitman House, 1967. HOLGATE, A. - “The Art in Structural Design”, 1986, Clarfendom Press. CV141 Química para Engenharia Civil OF:S-1 T:002 P:000 L:000 O:001 D:001 HS:004 SL:002 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Estequiometria. Ácidos e Bases. Equilíbrio Químico. Oxidação e Redução. Reações de Precipitação. Corrosão. Química dos Materiais. Água. Atmosfera. Bibliografia Básica: J.B. RUSSEL – Química Geral – Editora McGraw-Hill do Brasil – 897 páginas – 1981. J.E. BRADY E G.E. HUMISTON – Química Geral – Livros Técnicos e Científicos Editora S.A. Rio de Janeiro, Brasil – 572 páginas – 1985. C.N. SAWER; P.L. MACCARTY E G.F. PARKIN – Chemistry for Environmental Engineering – McGraw-Hill – 4a Edição – 658 páginas – 1994 30 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ R. C. ROCHA-FILHO E R. R. SILVA – Introdução aos Cálculos da Química – Makron Books do Brasil Editora Ltda -São Paulo, Brasil – 275 páginas – 1992 V. GENTIL – Corrosão – Livros Técnicos e Científicos Editora S.ª – 3a Edição – 400 páginas, 1996. W.L. MASTERTON E E.J. SLOWINSKI – Química Geral Superior – Editora Interamericana Ltda – 4a Edição – Rio de Janeiro, Brasil – 583 páginas – 1978. L.H. VAN VLACK – Princípios de ciência dos materiais – Editora Edgard Blucher Ltda – 11a Reimpressão (1995) – São Paulo, Brasil – 378 páginas – 1970. CV151 Introdução à Engenharia Civil OF:S-1 T:001 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:001 SL:001 C:001 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Noções gerais sobre ciência e tecnologia. Fundamentos metodológicos da Engenharia. Origem e evolução da Engenharia Civil. A Engenharia Civil brasileira. A Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo e a estrutura curricular do curso da Unicamp. O empreendimento de Engenharia e suas fases. Estudos de casos na diferentes áreas. Visitas de campo. Atribuições profissionais e perspectivas do mercado de trabalho. Conteúdo Palestras com professores e profissionais convidados sobre a UNICAMP, a Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo e sobre as diversas áreas da Engenharia Civil: CV201 Desenho Assistido por Computador OF:S-2 T:000 P:000 L:002 O:001 D:001 HS:004 SL:002 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Apresentação de uma ferramenta de desenho e projeto assistido por computador. Bibliografia Básica: BALDAM, R. L. Utilizando totalmente AutoCAD R14. Ed. Érica, São Paulo. 1997. CORAINI, A. L.S.; Sihn, I.M.N. AutoCAD 14 – básico. Ed. Makron Books, São Paulo, 560 pp. CORAINI, A. L.S.; SIHN, I.M.N. AutoCAD 14–avançado & 3D. Ed. Makron Books, São Paulo. 316 pp. MALHEIROS, P. AutoCad R14 – Passo-a-passo. Market Press, São Paulo. 1998. SOUZA, A. C. et al. AutoCad R14 – Guia Prático para Desenhos em 2D. EUFSC, Florianópolis, 1998. OMURA, G.;CALLORI, B.R. AutoCAD 14–Guia de referência. Ed. Makron Books, São Paulo.285 pp. CV202 Material de Construção Civil I OF:S-2 T:002 P:000 L:001 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Materiais betuminosos. Madeiras. Metais e produtos siderúrgicos. Pedras naturais. Tintas e vernizes. Vidros. Plásticos. Aglomerantes minerais: gesso, cal e cimento Portland. Rochas. Aglomerados para argamassas e concretos. Argamassas de assentamento e revestimento. Materiais cerâmicos. Normalização. Bibliografia Básica: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. BAUER, L.A.F. Materiais de Construção. v.1 e v.2, 4ª ed., Ed. LTC, 1994. CINCOTTO, M.A. Argamassas de Revestimento: Características, Propriedades e Métodos de Ensaio. IPT, Boletim 68, São Paulo, 1995. COUTINHO, A.S. Fabrico e Propriedades do Betão. V.1 e v.2, Laboratório Nacional de Engenharia Civil, LNEC, Portugal, 1980. FIORITO, A.J.S.I. Manual de Argamassas e Revestimentos. Estudos e Procedimentos de Execução. Ed. PINI, São Paulo, 1994. GUIMARÃES, J.E.P.; CINCOTTO, M.A.C. A Cal nas Construções Civis – A cal na Patologia das Argamassas. Associação Brasileira dos Produtores de Cal, 1986. 31 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ MEHTA, P.K.; MONTEIRO, P.J.M. Concreto: Estrutura, Propriedades e Materiais. Ed. PINI, São Paulo, 1994. NEVILLE, A. Propriedades do Concreto. Ed. PINI, São Paulo, 1986. PETRUCCI, E.G.R. Materiais de Construção. Ed. Globo, 1975. PETRUCCI, E.G.R. Concreto de Cimento Portland. Ed. Globo, 1981. SOUZA, R.; MEKBEKIAN, G. Qualidade na Aquisição de Materiais e Execução de Obras. Ed. PINI, São Paulo, 1996. CV301 Física para Engenharia Civil OF:S-1 T:004 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:004 SL:004 C:004 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Temperatura e Dilatação. Calorimetria e transferência de calor. Termodinâmica. Aplicações ao conforto térmico de ambientes. Elasticidade. Ondas em meios materiais. Propagação de ondas. Corpos vibrantes. Fenômenos acústicos. Aplicações ao conforto acústico de ambientes. Natureza e propagação da luz. Conceitos de iluminação e fotometria. Lentes e instrumentos óticos. Bibliografia Básica: Sears, F., Zemanski, M. W. e Young, H, D., Física, Vols. 2 e 4, 2a. Edição, Livros Técnicos e Científicos, 1984. Halliday, D. e Resnick, R., Fundamentos de Física, Vols. 2 e 4, 2a. Edição, Livros Técnicos e Científicos, 1993. Tipler, P. A., Física, Vols 1b e 2b, 2a. Edição, Editora Guanabara Dois, 1986. CV311 Cálculo para Engenharia Civil OF:S-1 T:003 P:001 L:000 O:002 D:000 HS:006 SL:004 C:006 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Espaços vetoriais e subespaços. Base e dimensão. Transformações lineares. Fundamentos de equações diferenciais. Autovalores e autovetores de matrizes. Equações homogêneas e não homogêneas. Bibliografia Básica: BRAUER, F,; NOHEL, J. – Linear Mathematics: na introduction to linear algebra and linear differntial equations, New York, W.A. Benjamin, 1970. BOYCE, W.E., DIPRIMA, R.C., Equações Diferenciais Elementares E Problemas De Valores De Contorno; 6ª edição, Guanabara Dois, 1999. ABELL, M.L., Braselton, J. P., Differencial Equations With Mathematica, Academic Press, 1993. COOMBES, K.R. E OUTROS. Differencial Equations With Mathematica, John Wiley and Sons, Inc, 1995 BOLDRINI, J.L. et al, “Álgebra Linear”; 3ª edição, Editora HARBRA Ltda, 1980,411p. STEINBRUCH, A., WINTERLE, P. Álgebra Linear, Editora MaGraw-Hill, 2a edição, 1987, 583p JENNINGS, A., Matrix Computations For Engineers And Scientist, John Wiley & Sons, 1978. CV312 Mecânica Geral OF:S-1 T:002 P:001 L:000 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Fundamentos da mecânica newtoniana. Estática dos pontos materiais. Sistemas de partículas. Estática dos corpos rígidos. Centróides, baricentros e momentos de inércia. Análise de estruturas. Atrito. Bibliografia Básica: Beer, Ferdinand, P. e Johnson, E. Russel, Mecânica Vetorial para Engenheiros, col. I e II – Ed. McGraw Hill, 1980. Symon, Keith R., Mechanics, 2 ed., Reading Mass, Addison Wesley, 1967. CV321 Topografia e Geodésia I OF:S-1 T:001 P:000 L:002 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Conceitos fundamentais (sistemas de coordenadas, unidades de medidas, plano topográfico local, efeito de curvatura da terra, escalas). Planimetria (medições de distâncias e 32 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ ângulos; taqueometria, topometria). Altimetria. Métodos de representação do relevo. Locação de obras de engenharia. Bibliografia Básica: ANDERSON, J. M. Surveying, theory and practice. Boston: WCB/ McGraw-Hill, 1998. BORGES, Alberto C. Exercícios de Topografia. Editora Edgard Blucher Ltda, 1975. BORGES, Alberto C. Topografia Aplicada à Engenharia Civil. Editora Edgard Blucher Ltda, 1992. BORGES, Alberto C. Topografia. Editora Edgard Blucher Ltda, 1977. Volumes 1 e 2. BURNSIDE, C. D. Eletromagnetic Distance Measurement. BSP Professional Books, 1991. COMASTRI, José Anibal & TULER, José Cláudio. Topografia, altimetria. Imprensa Universitária da Universidade Federal de Viçosa, 1987. COMASTRI, José Anibal. Topografia, planimetria. Imprensa Universitária da Universidade Federal de Viçosa, 1986. DAVIS, Raymond E. Surveying, theory and practice. New York: McGraw-Hill, 1981. ESPARTEL, Lelis. Caderneta de campo. Porto Alegre: Editora Globo, 1983. GARCIA, Gilberto J. & PIEDADE, Gertrudes C.R. 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Elementary Surveying: an introduction to geomatics. Upper Saddle River, NJ: Prentice-Hall, 2002. CV332 Materiais de Construção Civil II OF:S-1 T:002 P:000 L:001 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Preparo, transporte, lançamento, adensamento e cura do concreto. Propriedades do concreto fresco. Dosagem. Propriedades do concreto endurecido. Aditivos. Ensaios não destrutivos. Controle Tecnológico. Aços para concreto armado e protendido. Bibliografia Básica: Concreto: Estrutura, Propriedades E Materiais. P.K. Mehta E P.M. Monteiro. Propriedades De Concreto. Adam Neville. Propriedades E Fabrico Do Betão. Souza Coutinho – 2 Volumes. Concreto De Cimento Portland. Eládio Petrucci. CV351 Introdução à Economia OF:S-1 T:002 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Objetivo e conceitos da economia. Noções de macroeconomia e de microeconomia. Evolução do pensamento econômico. Noções de produção, preço e lucro. Engenharia econômica: juros e equivalência. Análise de investimentos. Bibliografia Básica: 33 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ CASTRO, A., LESSA, C., “Introdução à Economia”, Editora Forense. PINTO, A., FREDES, C., “Curso de Economia”, Editora Forum. HOLANDA, N., “Elaboração e Avaliação de Projetos”, APEC. CV401 Administração Aplicada à Empresas de Construção OF:S-2 T:002 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Teorias de administração. Princípios de administração. As funções de planejamento e controle. Administração de produção, financeira, pessoal e suprimentos. Noções de contabilidade e balanço Bibliografia Básica: CHIAVENATO, I., “Introdução à Teoria Geral da Administração”, Editora McGrawHill do Brasil. KOONTZ&O´DONNEL, “Fundamentos da Administração”, Editora Livraria Pereira. CV402 Projeto Arquitetônico OF:S-2 T:001 P:002 L:000 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Fases de elaboração do projeto arquitetônico. Características do sítio urbano/uso e ocupação do solo. Implantação e localização. Programa de necessidades. Isolação. Ventilação natural. Iluminação natural. Condições de compartimentos. Circulação. Noções básicas de projeto Bibliografia Básica: NEUFERT, E. A arte de projetar em arquitetura. G.G., 5ª ed., 1976. GRAEFF, E. A. Edifício. Cadernos Brasileiros de Arquitetura n. 7, Projeto Editores, 1979. LAMBERTS, R.;DUTRA, L. e PEREIRA, F. R. Eficiência energética na Arquitetura. PW Editores, 1997. CHING, F.D.K. Architecture:Form, Espace and Order. Van Nostrand Reinhold Company, 1979. PORTAS, N. Funções e exigências de áreas da habitação. Informação Técnica Edifícios n. 04, Lisboa, 1969. CARVALHO, B. Técnica de orientação dos edifícios. Ao Livro Técnico S/A, RJ, 1970. KEMMERICH, C. Detalhes gráficos para arquitectos. AutoCad R.14. User’s Guide. Autodesk Inc., 1997. CV411 Mecânica dos Sólidos I OF:S-2 T:003 P:002 L:000 O:001 D:000 HS:006 SL:005 C:006 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Esforços solicitantes. Tração, compressão. Lei de Hooke. Flexão geral. Linha elástica Bibliografia Básica: ROSSI, E.M.M.F. - Introdução as Estruturas Planas Isostáticas. Publicação FEC-UNICAMP (PGR-401-100) ROSSI, E.M.M.F. - Diagramas de Esforços Solicitantes. Publicação FEC-UNICAMP (P-GR-401200) ROSSI, E.M.M.F. - Exercícios. Publicação FEC-UNICAMP (P-GR-401-300) SCHIEL, F. - Introdução à Resistência dos Materiais. São Paulo, Editora Harper & Row do Brasil. BEER, F.P. e JOHNSTON Jr., E.R. - Resistência dos Materiais. São Paulo, Editora Mc-Graw Hill do Brasil, 1996. RICARDO, O.G. - Introdução à Resistência dos Materiais. Campinas, Editora da Universidade de Campinas. HIGDON, A.; OHLSEN, E.H.; STILES, W.B.; WEESE, J.A. e RILEY, W.F. - Mecânica dos Materiais. Rio de Janeiro, Editora Guanabara Dois S.A.. GORFIN, B. e OLIVEIRA, M.M. - Estruturas Isostáticas. Rio de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos Editora. MASCIA, N.T. - “Notas sobre Tração, Compressão e Lei de Hooke”. Publicação FEC-UNICAMP. (no 40). ASSAN, A.E. - “Ligações Rebitadas”. Publicação FEC-UNICAMP ASSAN, A.E. - “Equação da Linha Elástica”. Publicação FEC-UNICAMP (P-GR-507-200) 34 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ NASH, W. - “Resistência dos Materiais”. Ao Livro Técnico MIROLIUBOV, I. e outros - “Problemas de Resistência dos Materiais”. Editora Mir-Moscou CV421 Topografia e Geodésia II OF:S-2 T:001 P:000 L:002 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Introdução (NBR 13.133 e NBR 14.144). Terraplenagem. Teoria dos erros. Geodésia. Astronomia de Posição. Cartografia (Sistemas de Projeções; Sistema Universal de Mercator UTM). Geodésia por satélite (Sistema de Posicionamento Global - GPS). Geoprocessamento. Fotogrametria. Bibliografia Básica: BORGES, A. C., “Topografia”, Editora Edgard Blücher Ltda. BORGES, A. C., “Exercícios de Topografia”, Editora Edgard Blücher Ltda. COMASTRI, J. A., TULER, J. C., “Topografia – Altimetria”, Imprensa Universitária da Universidade Federal de Viçosa. COMASTRI, J. A., TULER, J. C., “Topografia – Planimetria”, Imprensa Universitária da Universidade Federal de Viçosa. DOMINGUES, F. A., “Topografia – Estudo de Planta Topográfica”, Editora da Universidade de São Paulo. GALERA, J.F. “Posicionamento pelo GNSS” , 2ª Edição -São Paulo Editora UNESP 2008. SEGANTINI, P.C.L. “GPS – Sistema de Posicioinamento Global – Edição EESC/USP – São Carlos, 2005 CV422 Introdução à Pesquisa Operacional OF:S-2 T:001 P:001 L:000 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Introdução a problemas de otimização e suas propriedades básicas. Problemas de otimização irrestritos e com restrição. Programação linear, formulação, solução geométrica, o método simplex, dualidade e interpretação econômica. Bibliografia Básica: SHAMBLIN, J.E. “Pesquisa Operacional, Uma Abordagem Básica”, Ed Atlas. WAGNER, H. M. “Pesquisa Operacional”, Prentice Hall do Brasil. BRONSON, R. , “Pesquisa Operacional”, McGraw-Hill, 1985. EHRLICH, P. J., “Pesquisa Operacional”, Ed Atlas. HILLIER, F.; LIEBERMAN, G. Introdução à Pesquisa Operacional. Rio de Janeiro: Campus, 1988. 805 p. CV431 Mecânica dos Fluidos OF:S-2 T:004 P:000 L:001 O:000 D:000 HS:005 SL:005 C:005 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Noções fundamentais. Lei de viscosidade. Tensão num ponto. Estática dos fluidos. Medidas de pressão. Cinemática. Dinâmica. Análise dimensional e semelhanças. Efeitos de viscosidade no movimento de fluidos. Bibliografia Básica: SHAMES, I.H. – Mecânica dos Fluidos. SCHIOZER, D. – Mecânica dos Fluidos. Fox e McDonalds – Introdução a Mecânica dos Fluidos Prof. Dr. Rodrigo de Melo Porto – Apostila de exercícios CV450 Metodologia Científica e Redação Científica OF:S-2 T:002 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Como organizar um TFC: escolha de tema, organização de revisão bibliográfica, fichamento, elaboração de um anteprojeto. Estruturas do trabalho: introdução, desenvolvimento, conclusão. Uniformização redacional segundo recomendações da ABNT Bibliografia Recomendada: 35 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ ALMEIDA, Maria Lúcia Pacheco de. Como elaborar monografias. Belém: Universidade Federal do Pará, 1981. 59p. ALVES, Rubem. Filosofia da ciência: introdução ao jogo e suas regras. 7a ed. São Paulo: Brasiliense, 1985. ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. Rio de Janeiro: Fórum Nacional de Normalização. 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CV501 Planejamento Urbano OF:S-1 T:001 P:002 L:000 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Origens, históricos e conceitos básicos do planejamento urbano. Objetivos, teorias e métodos do planejamento urbano. O plano diretor, os seus levantamentos, análises, a sua elaboração e implantação. Aspectos específicos e técnicos de setores urbanos. Equipamento, infraestrutura e serviços. 36 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ Bibliografia Básica: A CARTA DE ATENAS, Urbanismo do C.I.ªM. A CARTA DOS ANDES (CINVA), São Paulo, 1960, Prof. Dr. Luiz de Auhaia Mello, Edição Bem Estar, Urbanismo, habitação. FERRARI, C. Curso de Planejamento Municipal Integrado, São Paulo, Livraria Pioneira Editora, 1979. MAUSBACH, H. Introducción al Urbanismo, Barcelona, Ediciones, G. Gilli, México, 1985. ILDEFONSO C. PUPPI. 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BEER, F.P. e JOHNSTON Jr., E.R. - Resistência dos Materiais. São Paulo, Editora Mc-Graw Hill do Brasil, 1996. RICARDO, O.G. - Introdução à Resistência dos Materiais. Campinas, Editora da Universidade de Campinas. DI BLASI, C.G. - Resistência dos Materiais. Rio de Janeiro, Editora Interamericana. NASH, W. - “Resistência dos Materiais”. Ao Livro Técnico ASSAN, A.E. - “Torção”. Publicação FEC - UNICAMP ASSAN, A.E. - “Seções Delgadas Abertas”. Publicação FEC-UNICAMP. MASCIA, N.T. - “Flambagem de Barras”. Publicação FEC-UNICAMP. MASCIA, N.T. - “Teoria das tensões e Deformações”. Publicação FEC-UNICAMP. CV521 Geotecnia I OF:S-1 T:002 P:000 L:001 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Conceitos e definições. Identificação e Classificação dos solos. Tensões totais, efetivas e pressões neutras. Distribuição de tensões no solo. Permeabilidade dos solos. Compactação de solos. Bibliografia Básica: 1-Das, B. M. Fundamentos de Engenharia Geotécnica. Thomson Learning, 2007. 2-Souza Pinto, C. Curso Básico de Mecânica dos Solos, Terceira Edição. Oficina de Textos, 2006,247p. 3-Craig, R.F. Mecânica dos Solos. LTC Editora, 2007 4-Teixeira, W.; Toledo, C.M.; Fairchild, T.R.; Taioli, F. Decifrando a Terra. Oficina de Textos editora, São Paulo. 2000. 557 p. CV522 Técnica dos Transportes OF:S-1 T:001 P:001 L:000 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% 37 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ Ementa: Sistemas de transporte. Modalidade. Características gerais e específicas de rodovias, ferrovias, aquavias e dutovias. Estudo comparativo das modalidades, resistência ao movimento, desempenho técnico, capacidade de flexibilidade de atendimento. Integração intermodal. Bibliografia Básica: SOUSA, H., “Planejamento dos Transportes”, Editora McGraw-Hill do Brasil. BRUTON, M. J., “Introdução ao Planejamento dos Transportes”, Editora Interciência. CV531 Engenharia Hidráulica OF:S-1 T:004 P:000 L:001 O:000 D:000 HS:005 SL:005 C:005 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Movimento uniforme em canais. Energia específica. Ressalto hidráulico. Movimento gradualmente variado. Orifícios, bocais, vertedores, tubos curtos, hidrometria, calhas. Escoamentos em tubulações. Condutos equivalentes. Séries. Paralelo. Redes ramificadas e malhadas. Bombas, curvas e associações, cavitação. Bueiros. Tipos de barragens. Obras de transportes. Vertedores de superfície. Dissipação de energia. Desvios de rios. Bibliografia Básica: PORTO, R. M., Hidráulica Básica, EDUSP. PASCHOAL SILVESTRE - Hidráulica Geral - Livros Técnicos e Científicos S.A. AZEVEDO NETO, J.M., - Manual de Hidráulica ( vol. 1 e 2) V.T. CHOW, Open Channel Hydraulics LINSLEY E FRANZINI, Engenharia de Recursos Hídricos, EDUSP. CV532 Eletrotécnica e Energia OF:S-1 T:002 P:000 L:001 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Noções de corrente alternada. Aterramento. Sistemas monofásicos e trifásicos. Fator de potência. Transformadores. Motores elétricos Bibliografia Básica: PAGLIARICCI, M., “Eletrotécnica geral”, Cia. Editora Nacional. CV541 Qualidade Sanitária do Meio OF:S-1 T:003 P:000 L:001 O:001 D:001 HS:006 SL:004 C:005 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Legislação em saneamento. Qualidade de águas de mananciais x tecnologias de tratamento. Características dos esgotos e padrões de emissão x tecnologias de tratamento. Caracterização de resíduos sólidos x tecnologias de manejo. Bibliografia Básica: Técnicas de Abastecimento e Tratamento de Águas de Abastecimento e Residuárias; Vol 1 e 2; CETESB; 1978 Abastecimento de Água; Milton Tomayuki Tsutiya; ABES; 1998; 380p. Introdução à Qualidade de Água e Tratamento de Esgoto; Marcos von Sperling; ABES; 355p. Coleta e Transporte de Esgoto Sanitário; Pedro Além Sobrinho e Milton Tomoyuki Tsutiya; EPUSP/WINNER Graf, SP; 1999; 547 p Qualidade das Águas e Poluição: Aspectos Físico-Químicos; Roque Passos Pivelli & Mario Takayuki Kato, Editora ABES, 1 edição,285 p, 2006; Bibliografia Complementar: Reatores Anaeróbios; Carlos Augusto Chernicharo; DESA/ UFMG & ABES; 2002; 245p. Elementos de Engenharia Hidráulica e Sanitária; Lucas Nogueira Garcez; ABES/Editora Edgard Blücher Ltda; edição atualizada ; 1998; 430p Sistemas Simples de Tratamento de Esgotos; Cícero Onofre de Adrade Neto; ABES; 1999; 233p. Utilização de Esgotos Tratados em Fertirrigação, Hidroponia e Piscicultura; Rafael Kopstchitz Xavier Bastos; ABES; 2002; 408p. Esgoto Sanitário; Coleta, Transporte, Tratamento e Reúso; Ariovaldo Nuvolari (Coord.); ABES; 2000; 755p. 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Bibliografia Básica: 39 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ STAMATO, M.C. – Deslocamento em Estruturas Lineares, São Carlos, EESC-USP SUSSEKIND, J.C., - Curso de Análise Estrutural – 3 vols. Porto Alegre – Editora Globo, 1975. HIRSCHFELD, K. , Estática en La Construction, Barcelona, Editorial Reverté, 1975 DARKOV, a & KUSNETSOV, V., Curso de Mecânica das Estruturas, Porto, Portugal, Livraria Lopes da Silva, 1982. POLILLO A, Exercícios de Hiperestática, Rio de Janeiro, Editora Científica, 1962 SERRA, J.L.F. A, Linhas de Influência aos Sistemas Planos Isostáticos, Limeira, FEL/UNICAMP ANTUNES, O e SOUSA, J.C. & ANTUNES, Helena M.C.C., Exercícios de Estática das Estruturas, São Carlos, EESC/USP CAMPANARI, FLÁVIO A, Teoria das Estruturas, 4 vols., RJ, Editora Guanabara Dois, 1985. CV613 Estruturas de Madeira OF:S-2 T:001 P:001 L:000 O:001 D:000 HS:003 SL:002 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: A árvore. Propriedades físicas e mecânicas. Estados limites. Compressão simples. Instabilidade. Tração. Cisalhamento. Elementos para projetos de coberturas. Ligações: sambladuras, pregos e parafusos. Flexão simples e composta. Escoamento de valas; Bibliografia Básica: Norma Brasileira NBR-7190/97, Procedimentos de Cálculo e Execução de Estruturas de Madeira, ABNT,São Paulo,Brasil, 1997. BODIG, Jozsef & Jayne, Benjamin A, Mechanics of Wood and Wood Composites. Van Nostrand Reinhold Company. New York, 711 pp. CV621 Geotecnia II OF:S-2 T:002 P:001 L:000 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Adensamento e compressibilidade. Resistência ao cisalhamento dos solos. Estabilidade de taludes. Empuxos. Estruturas de arrimo. Bibliografia Básica: 1- Pinto, C.S. : Curso básico de mecânica dos solos em 16 aulas. 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Introdução à instalação de motores. Bibliografia Básica: Instalações Elétricas. Hélio Creder. Instalações Elétricas. Ademar Cotrin. Iluminação e Fotometria. Vinicius Moreira. CV632 Hidrologia Básica OF:S-2 T:002 P:002 L:000 O:000 D:000 HS:004 SL:004 C:004 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Ciclo hidrológico, bacia hidrográfica, precipitações, escoamento superficial, infiltração, evaporação e transpiração. Águas subterrâneas. Medições de vazão. Previsão de enchentes por métodos determinísticos (hidrogramas unitários), probabilísticos (Gumbel, Gumbel-chow, logPearson tipo III, log Normal, GRADEX, etc). Regularização de vazões. Amortecimento de cheias em reservatórios. Propagação de Enchentes em Canais. Bibliografia Básica: PINTO, N.L. DE SOUZA ET ALII - Hidrologia Básica. São Paulo. Editora Edgard Blucher, 1976. VILELLA, S. M. & MATTOS, A. - Hidrologia Aplicada. São Paulo. Editora McGraw-Hill do Brasil, 1975. LINSLEY, R. K. & FRANZINI, J. B. - Engenharia de Recursos Hídricos. São Paulo. 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CV641 Sistemas de Abastecimento de Águas OF:S-2 T:002 P:001 L:000 O:001 D:001 HS:005 SL:003 C:004 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Introdução. Previsão populacional. Consumo de água. Mananciais. Barragens. Captação de água. Bombas e estações elevatórias. Adução de água. Reservatórios de distribuição. Redes de distribuição. Projeto. Bibliografia Básica: Técnica de Abastecimento e Tratamento de Água. Vol.1 Prof. Azevedo Neto. Cetesb. 1974. Sistemas de Abastecimento de Água. Apostila. Prof. Dr. Ricardo de Lima Isaac. Edição Revisada (2011). Manual de Hidráulica. Rodrigo de Melo Porto. Reenge, Edusp, São Carlos, 4a.edição. CV701 Planejamento e Controle de Empreendimentos OF:S-1 T:002 P:000 L:002 O:000 D:000 HS:004 SL:004 C:004 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Os sistemas de gerenciamento e planejamento de empreendimento. Fase e operações da construção civil, estruturas organizacionais para gerenciamento de operações. Programação de atividades: metodologia, sistemática de programação, técnicas correntes e estudo de casos. O controle operacional. O gerenciamento no canteiro de obras. Bibliografia Básica: Gill, P.G., Systems management techniques for builders and contractors; Antill, J., Woodhead, R., CPM Aplicado às construções, Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 1968. Contador, J. C., Gestão de Operações, Edgard Blücher. Stanger, L. B., PERT/CPM - Técnica de Planejamento e Controle, Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. Certo, S. C., Peter, J. P., Administração Estratégica, Makron. Apostilas do Professor. CV702 Sistemas Prediais, Hidráulico-Sanitários e Gás I OF:S-1 T:001 P:000 L:002 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Sistemas prediais de água fria, quente, combate a incêncio com hidrantes e extintores, esgoto sanitário, água pluvial e gás combustível: conceituação, critérios de projeto e normalização. Bibliografia Básica: Apostilas do curso/notas de aula; Livro: Macintyre, Archibald Joseph. Instalações Hidráulicas. Guanabara Dois, Rio de Janeiro. Normas Brasileiras (NBR) Instituto de Resseguros do Brasil – circular n. 19 Especificações para instalações de proteção contra incêndio – Decreto Estadual n. 20811/83. Manual de Fundamentos de Bombeiros. Polícia Militar do Estado de São Paulo. 1ª Edição. Manuais dos Programas de Computador utilizados na disciplina. Empacotando Sistemas Prediais – CD-ROM da Série Empacotando Edifícios. 42 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ Gonçalves, O. M.; Prado, R. T.; Ilha, M. S. O.; Amorim, S. V.; Oliveira, L. H.; Petrucci, A. L.; Martins, G. A.; Pulici, C. Execução e Manutenção de Sistemas Hidráulicos Prediais. Editora Pini, 1ª ed., São Paulo, 2000. CV712 Teoria das Estruturas II OF:S-1 T:002 P:002 L:000 O:001 D:000 HS:005 SL:004 C:005 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Coeficientes relativos à barras e cargas. Processo dos deslocamentos: manual e matricial. Simplificações de simetria. Linhas de influência de estruturas hiperestática. Bibliografia Básica: STASMATO, M.C., Introdução ao Processo de Cross, São Carlos, EESC/USP SILVA JR, J.F., Método de Cross, São Paulo, McGraw Hill do Brasil, 1975. HIRSCHFELD, k., Estática en La Construcion, Barcelona, Editorial Reverté, 1975 SUSSEKIND, J.C., Curso de Análise Estrutural, vols. 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Dimensionamento à tração e compressão de barras com perfil laminado. Ligações parafusadas e soldadas sob tração e compressão. Projeto de ligações nas coberturas em duas águas. Bibliografia Básica: NBR 8681 – Ações e Segurança nas Estruturas – Associação Brasileira de Normas Técnicas NBR 8800 – Projeto e Execução de Estruturas de Aço de Edifícios – Associação Brasileira de Normas Técnicas Load & Resistance Factor Design – American Institute of Steel Construction – Chicago PALERMO JÚNIOR, L. – Estruturas de Aço – Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo. SCHULTE, H. E YAGUI, T. – Estrutura de Aço, Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo. SALMON, C.G. e JOHNSON, J.E. – Steel Structures – Harper & Row Publishers, New York AYLORD, C.N. e GAYLORD, E.H. Design of Steel Structure, McGraw Hill Book Company, New York. 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Análise das tensões ao longo do vão Bibliografia Básica: GUYON, Y. – Constructions en Béton Précontraint, vols. 1 e 2, Editións Eyrolles, Paris, 1968 LENHARDT, F., Prestressed Concrete: Design and Construction, Wilhelm Ernst & Sohn, Berlin, 1964 LENHARDT, F., Construções de Concreto: Concreto Protendido, vol. 5, Editora Inerciência,Rio de Janeiro, 1983 PFEIL, W., Concreto Protendido, vols. 1,2 e 3, Livros Técnicos e Científicos Editora AS, Rio de Janeiro, 1984 ABNT – NBR-7189 – Projeto e Execução de Obras de Concreto Protendido, Revista Estrutura nº 115, Rio de Janeiro CV812 Estruturas de Pontes OF:S-2 T:001 P:001 L:000 O:001 D:000 HS:003 SL:002 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Pontes de concreto: definições, nomenclatura, classificação. Ações. Pontes em vigas. Lajes dos tabuleiros das pontes em vigas Bibliografia Básica: PFEIL, W. – Pontes em Concreto Armado, Livros Técnicos e Científicos Editores AS, vols. 1 e 2, Rio de Janeiro, 1983, 3ª Edição. 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Determinação de esforços e dimensionamento de bases de pilares de edifícios metálicos. Ligações soldadas e parafusadas sob flexão e flexocompressão. 45 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ Bibliografia Básica: SCHULTE, H. & YAGUI, T., Estruturas Metálicas para Cobertura, EESC/USP, 1975. REQUENA, J.A.V., Estrutura Metálica para telhado de duas águas com lanternim, FEC/UNICAMP, 1989 (Apostila) MUKHANOV, K., Design of Metal Structures, MIR Publishers, Moscou, 1968 BOUÉ, P. & MATHAR, H., Construccion Metalica (Stahllbau) Madrid, 1968 NBR 8800/86 – Projeto e Execução de Estrutura de Aço de Edifícios LRFD-AISC – 1ª Edição, Chicago, 1986 (American Institute of Steel Construction) NBR 8681/84 – Ações e Segurança nas Estradas NBR 6123 – Forças Devidas ao Vento em Edificações NBR-6120 – Cargas para o Cálculo de Estruturas de Edificações AISI-1986 – Cold Formed Steel Design Manual – American Iron and Steel Institute CSA S 134-M84 – Cold Formed Steel Structural Members (Canadian Standards Association). YAGUI, T., Estruturas Metálicas dos Edifícios Industriais, FEC/UNICAMP (Apostila) REQUENA, J.A.V., Roteiro de Projeto (Apostila), FEC/UNICAMP, 1989. YAGUI, T., Complementos de Estruturas Metálicas para Cobertura, FEC/UNICAMP, 1983, (Apostila) YAGUI, T., Estruturas em arco para cobertura, FEC/UNICAMP, (Apostila) CV814 Estruturas de Concreto Armado II OF:S-2 T:003 P:002 L:000 O:001 D:000 HS:006 SL:005 C:006 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Dimensionamento de seções retangulares submetidas à flexo-compressão, normal e oblíqua. Pilares e fundações. Verificação dos efeitos globais de 2ª ordem. Escadas, consolos curtos, vigas-parede e reservatórios comuns de edifícios. Bibliografia Básica: FERNANDES, G.B. – Notas de aula do curso. Publicações do Departamento de Construção Civil, FEL/UNICAMP. MONTOYA, P.J. et al. – Homigón Armado, 2 vols., 9ª edição, Editora Gustavo Gili, Barcelona LEONHARDT, F. & MONNIG, E. – Construções de Concreto, vols, 1 a 4, Editora Interciência, Rio de Janeiro FUSCO, P. B. – Estruturas de Concreto – Solicitações Normais, Editora Guanabara Dois AS, Rio, 1981 ROCHA, A.M. – Novo Curso Prático de Concreto Armado, vols. 1 a 4, Editora Científica, Rio GUERRIN, A, Traité de Béton Armé, vários volumes, Editora Dunod, Paris. NB- (1978) – Projeto e Execução de Obras de Concreto Armado – Procedimentos, ABNT NB-5 (1978) – Cargas para Cálculo de Estruturas de Edificações, ABNT. NB-16 (1961) – Execução de Desenhos para Obras de Concreto Simples e Armado, ABNT. CV821 Economia dos Transportes OF:S-2 T:001 P:001 L:000 O:000 D:001 HS:003 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Conceitos e métodos de planejamento e economia de transportes. Moldagem de demanda e oferta. Custos e tarifas. Mercados e competitividade. Avaliação econômica e operacional. Bibliografia Básica: BISCA, P. Avaliação Econômica. Apostila de Curso. DGT/FEC/UNICAMP. 1993. Campinas BISCA, P. Métodos Quantitativos em Planejamento de Transportes. Apostila de curso. DGT/FEC/UNICAMP. 1993. Campinas. NOVAES. A.G.N. Sistemas de Transportes. 3º vol., Ed. Edgard Blücher, 1976. São Paulo. CV822 Estradas III OF:S-2 T:001 P:000 L:001 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Pavimentação. Estudos de solos para Rodovias. Agregados. Asfaltos. Pavimentos Rígidos. Métodos de dimensionamento. 46 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ Bibliografia Básica: SENÇO; W.; Manual de Técnicas de Pavimentação; Vol.s 1 e 2; Editora Pini, São Paulo; 1997 PEIXOTO, C. F.; Generalidades sobre Pavimentação Rodoviária (notas de aulas); 1a edição; São Paulo; 1996 CAPUTO, H. P.; Mecânica dos Solos e suas Aplicações; 6a. edição; Livros Técnicos e Científicos Editora; Rio de Janeiro 1994. CEDERGREN, H. R.; Drenagem dos Pavimentos de Rodovias e Aeródromos; trad. Cel. Eng Hugo Nicodemo Guida; Rio de Janeiro; Livros Técnicos e Científicos Editora S.A; 1980. VARGAS, M.; Introdução à Mecânica dos Solos; 1a. Edição; McGraw-Hill do Brasil Ltda; 1977. CV823 Aeroportos OF:S-2 T:001 P:001 L:000 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Transporte aéreo. Planejamento e projeto de aeroportos, localização, comprimento de pista, características físicas. Zoneamento e proteção ao vôo. Dimensionamento de pavimentos para aeroportos. Planejamento e projeto da área terminal. Bibliografia Básica: Horonjeff, R.M.; McKelvey, F.X., Sproule, W.J. Planning and Design of Airports, 5th Ed., McGraw-Hill Professional, 2008, 748p. Ashford, N.J. & Wright, P.H. Airport Engineering, 3rd. ed., WileyInterscience, 2004, 536p. ICAO - Intemational Civil Aviation Organization Annex 14: Aerodromes, May 1988. GUIMARÃES, C.A.B. Aeroportos – Parte 1. apostila FEC P-GR-026-100, 1997 GUIMARÃES, C.A.B. Aeroportos – Parte 2. apostila FEC P-GR-026-100. CV831 Regulamentações da Engenharia Civil OF:S-2 T:002 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Noções de Direito Civil. Direito de propriedade. A Construção Civil e sua disciplina no Código Civil. Código do Consumidor. A legislação profissional e as de interesse dos Engenheiros Civis. Problemas profissionais. Noções sobre licitação. Cadastramento. Propostas e Contratos para a Construção Civil. Bibliografia Básica: CASTRO, A. S., “Direito e Legislação”, Editora Atlas. CESARINO JR., A. F., “Direito Social Brasileiro”, Editora Freitas. MEIRELLES, H. L., “Direito de Construir”, Publicação da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) – USP. MEIRELLES, H. L., “Licitação e Contrato Administrativo”, Editora PINI. GUSMÃO, P. O., “Introdução à Ciência do Direito”, Editora Forense. CV832 Portos, Rios e Canais OF:S-2 T:002 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Noções de comércio internacional. Evolução das embarcações e sua adequação às rotas comerciais. Planejamento de porto. Arranjo e projeto das principais obras de operação e de proteção. Noções de oceanografia. Estudo de vento, marés e ondas em marés e lagos. Estudo das vias navegáveis. Regularização e canalização. Projeto de obras de transposição de desnível. Bibliografia Básica: QUINN, A.D. - Design And Construction of Ports and Marine Structures. New York, McGraw-Hill. BOUCHER, A. & FOURREY, E. - Cours de Navegation Interieure, Paris, Eyroles, 1954 BRUN, P. - Engineering. Texas. Gulf Pub. CV841 Ecologia Aplicada à Engenharia Civil OF:S-2 T:002 P:000 L:001 O:001 D:000 HS:004 SL:003 C:004 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Engenharia Civil e a questão ambiental. Análise de impactos resultantes de obras civis. Avaliação de impactos ambientais resultantes de ações de engenharia civil no território. Bibliografia Básica: 47 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ BOTKIN, D.B. & KELLER, E.A. (1998) Environmental Science:Earth As A Living Planet. New York: Jonh Wiley & Sons Inc. 2a ed. ERLICH, P.R.; ERLICH, A.H. & HOLDREN, J.P. (1977) Ecoscience – Population, Resources, Environment. San Francisco: W. H. Freeman and Co. JUCHEM, P.A. (COORD.) 1993 MAIA - Manual de Avaliação de Impactos Ambientais. Curitiba: Instituto Ambiental do Paraná/G.T.Z. 2a ed MÜLLER-PLANTENBERG, C. & AB’SABER, A.N. (orgs.) (1994) Previsão De Impactos: O Estudo De Impacto Ambiental No Leste, Oeste E Sul/Experiências No Brasil, Na Rússia E Na Alemanha. São Paulo: EDUSP. Nebel, B.J. & Wright R.T. (1998) Environmental Science: The Way The World Works.New Jersey: Prentice Hall. 6a ed. ODUM, E.P. (1988) Ecologia. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara Koogan Ltda. RICKLEFS, R. E. (1996) A Economia Da Natureza. São Paulo: Edusp. 3a Ed. SIMMONS, P. (1985) Ecología De Los Recursos Naturales. Madrid: Ediciones Omega SA. TOMMASI, L.R. (1994) Estudo De Impacto Ambiental. São Paulo: CETESB/Terragraph Artes e Informática Ltda.. Legislação Ambiental: Constituição Federal e Estadual Paulista, Resoluções CONAMA, PNMA, PNRH, Resoluções CONSEMA, PERH/SP CV951 Estágio Supervisionado OF:S-5 T:000 P:000 L:000 O:012 D:000 HS:012 SL:000 C:012 AV:F EX:N FM:75% Ementa: Técnicas de execução de obras ou projetos em empresa. CV954 - Trabalho Final de Curso I OF:S-5 T:000 P:002 L:000 O:001 D:000 HS:003 SL:000 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Projeto teórico ou prático orientado por um docente da FEC que atua no curso de Engenharia Civil. CV955 - Trabalho Final de Curso II OF:S-5 T:000 P:002 L:000 O:002 D:000 HS:004 SL:000 C:004 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Projeto teórico ou prático orientado por um docente da FEC que atua no curso de Engenharia Civil. F128 Física Geral I OF:S-5 T:04 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04 EX:S Ementa: Cinemática do ponto. Leis de Newton. Estática e dinâmica da partícula. Trabalho e energia. Conservação da Energia. Momento linear e sua conservação. Colisões. Momento angular da partícula e de sistemas de partículas. Rotação de corpos rígidos. Bibliografia Básica: HALLIDAY & RESNICK, “Física”, Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. SEARS & ZEMANSKY, “Física”, Ao Livro Técnico S. A. F129 Física Experimental I OF:S-5 T:00 P:00 L:02 O:00 D:00 E:00 HS:02 SL:02 C:02 EX:S Ementa: Experiências de laboratório sobre: cinemática do ponto, Leis de Newton, estática e dinâmica da partícula, trabalho e energia, conservação da energia, momento linear e sua conservação, colisões, momento angular da partícula e de sistemas de partículas e rotação de corpos rígidos. Bibliografia Básica: HALLIDAY & RESNICK, “Física”, Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. SEARS & ZEMANSKY, “Física”, Ao Livro Técnico S. A. 48 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ F229 Física Experimental II OF:S-5 T:00 P:00 L:02 O:00 D:00 E:00 HS:02 SL:02 C:02 EX:S Ementa: Experiências de laboratório sobre: oscilações, gravitação, ondas em meios elásticos, ondas sonoras, hidrostática e hidrodinâmica, viscosidade, temperatura, calorimetria e condução de calor, leis da termodinâmica e teoria cinética dos gases. F328 Física Geral III OF:S-5 T:04 P:00 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:04 SL:04 C:04 EX:S Ementa: Lei de Coulomb, Campo Elétrico, Lei de Gauss, Potencial Elétrico, Capacitância, Corrente e Resistência, Força Eletromotriz e Circuitos Elétricos, Campo Magnético, Lei de Ampére, Lei da Indução de Faraday, Indutância, Propriedades Magnéticas da Matéria, Oscilações Eletromagnéticas, Correntes Alternadas, Equações de Maxwell. Bibliografia Básica: SEARS, ZEMANSKY, YOUNG, “Física”, vol. 2 e 4, Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. HALLIDAY & RESNICK, “ Fundamentos da Física”, vol. 2 e 4, Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. F329 Física Experimental III OF:S-5 T:00 P:00 L:02 O:00 D:00 E:00 HS:02 SL:02 C:02 EX:S Ementa: Experiências de laboratório sobre: lei de Coulomb e campo elétrico, lei de Gauss, potencial elétrico, capacitores e dielétricos, corrente, resistência e força eletromotriz, circuitos e instrumentos de corrente contínua, campo magnético de uma corrente, forças magnéticas sobre correntes, força eletromotriz induzida e circuitos de corrente alternada. Bibliografia Básica: SEARS, ZEMANSKY, YOUNG, “Física”, vol. 2 e 4, Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. HALLIDAY & RESNICK, “ Fundamentos da Física”, vol. 2 e 4, Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. GM420 Geologia Geral OF:S-2 T:02 P:02 L:00 O:01 D:00 E:02 HS:07 SL:04 C:05 EX:S Ementa: Conceitos básicos de geologia. Estrutura e composição da Terra. Tectônica de placas. Rochas e minerais. Processos desenvolvidos nas interfaces do Sistema Terra (geosfera, atmosfera, hidrosfera, biosfera e antroposfera) ao longo do tempo. Circulação atmosférica e clima. Noções de geologia estrutural e de engenharia. Mapas e representação gráfica de processos. Materiais terrestres como fonte de matéria-prima na construção civil. Geologia do Brasil e de São Paulo. Bibliografia Básica: PRESS F., SIEVER, R., GROTZINGER J., JORDAN, T.H.. Para entender a Terra. Traduzido por. R. MENEGAT, P.C.D. FERNANDES, L.A.D. FERNANDES e C.C. PORCHER. Porto Alegre: Bookman, 2006. 656p. TEIXEIRA, W.; TOLEDO, M.C.M.de; FAIRCHILD, T.R.; TAIOLI, F. Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de Textos, 2000. 568p. OLIVEIRA, A.M.S.; BRITO, S.N.A. Geologia de engenharia. São Paulo: ABGE, 1998. EARTH SCIENCE CURRICULUM PROJECT (ESCP). Investigando a Terra. São Paulo: Mc Graw Hill do Brasil, 1973. 2 v. CHIOSSI, N.J. Geologia aplicada à engenharia. São Paulo: Grêmio Politécnico, 1973. LEINZ, V., AMARAL, S.E. Geologia geral. São Paulo: Nacional, 1989. 11. ed. CARVALHO, E.T. Geologia urbana para todos: uma visão de Belo Horizonte. Belo Horizonte: [S.N.], 1999. BITAR, O.Y.B. Curso de Geologia aplicada ao meio ambiente. São Paulo: IPT, 1995. (Série meio ambiente) BLOOM, A. L. A superfície da terra. São Paulo: Blücher/EDUSP, 1970. BLYTH, F. G. H.; FREITAS, M.H. A geology for engineers. London: E. Arnold, 1984. 49 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ CARNEIRO, C.D.R. (Editor cient.). 2000. Geologia. São Paulo: Global/SBPC. 80p. (Série Ciência Hoje na Escola, v. 10). LAPORTE, L. F. Ambientes antigos de sedimentação. São Paulo: Blücher/EDUSP, 1969. MACKENZIE, F. T., MACKENZIE, J.A. Our changing planet: an introduction to earth system and global environmental change. London: Prentice-Hall, 1995. 387p. SANTOS, A.R. Geologia de engenharia: conceitos, método e pratica. São Paulo: ABGE: IPT, 2002. WEINER, J. O planeta Terra. São Paulo, Martins Fontes, 1988. WYLLIE, P. J. A Terra: nova geologia global. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 1995. MA111 Cálculo I OF:S-5 T:04 P:02 L:00 O:00 D:00 E:06 HS:12 SL:06 C:06 EX:S Ementa: Intervalos e desigualdades. Funções. Limites. Continuidade. Derivada e diferencial. Integral. Técnicas de integração. Bibliografia Básica: ROMANO, R., “Cálculo Diferencial e Integral”, Editora Atlas. LEITHOLD, L., “O Cálculo com Geometria Analítica”, Editora Harper-How do Brasil S. A. ROCHA, L. M., “Cálculo I”, Editora Atlas. DEMIDOVICH, B., “Problemas de Análise Matemática”, Editora Mir MA141 Geometria Analítica e Vetores OF:S-5 T:03 P:01 L:00 O:00 D:00 E:04 HS:08 SL:04 C:04 EX:S Ementa: Sistemas lineares. Vetores, operações. Bases, sistemas de coordenadas. Distância, norma e ângulo. Produtos escalar e vetorial. Retas no plano e no espaço. Planos. Posições relativas, interseções, distâncias e ângulos. Círculo e esfera. Coordenadas polares, cilíndricas e esféricas. Seções cônicas, classificação. Introdução às quádricas. Bibliografia Básica: STREINBRUCH, A., WINTERLE, P., “Geometria Analítica”, Editora McGraw-Hill do Brasil. SHENK, A. L., “Cálculo e Geometria Analítica”, Editora Campos. MA211 Cálculo II OF:S-5 T:04 P:02 L:00 O:00 D:00 E:06 HS:12 SL:06 C:06 EX:S Ementa: Funções de várias variáveis reais. Fórmula de Taylor. Máximos e mínimos. Integrais múltiplas. Integrais de linha. Teorema da divergência. Teorema de Stokes. Bibliografia Básica: ROMANO, R., “Cálculo Diferencial e Integral”, Editora Atlas. LEITHOLD, L., “O Cálculo com Geometria Analítica”, Editora Harper-How do Brasil S. A. ROCHA, L. M., “Cálculo I”, Editora Atlas. DEMIDOVICH, B., “Problemas de Análise Matemática”, Editora Mir MC102 Algoritmos e Programação de Computadores OF:S-5 T:04 P:00 L:02 O:00 D:00 E:04 HS:10 SL:06 C:06 EX:S Ementa: Fundamentos de algoritmos e sua representação em linguagens de alto nível. Estudo pormenorizado de uma ou mais linguagens. Desenvolvimento sistemático e implementação de programas. Modularidade, depuração, testes e documentação de programas. ME203 Estatística Elementar OF:S-5 T:04 P:00 L:00 O:00 D:00 E:04 HS:08 SL:04 C:04 EX:S Ementa: Noções de probabilidade e estatística descritiva. Variáveis aleatórias e regionalizadas. Amostragem. Análise de regressão e correlação. Análise de variança. Estatística não paramétrica. Bibliografia Básica: BONINI, E. E., BONINI, S. E., “Estatística – Teoria e Exercícios”, Edições Loyola. GRANT, E. L., “Statistical Quality Control”, Editora McGraw-Hill. 50 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ MS211 Cálculo Numérico OF:S-5 T:03 P:01 L:00 O:00 D:00 E:04 HS:08 SL:04 C:04 EX:S Ementa: Aritmética de ponto flutuante. Zeros de funções reais. Sistemas lineares. Interpolação polinomial. Integração numérica. Quadrados mínimos lineares. Tratamento numérico de equações diferenciais ordinárias. Bibliografia Básica: MILNE, W. E., “Cálculo Numérico”, Editora Polígono S. A. MCCOLMICH, J. M., SALVADORI, M. G., “Métodos Numéricos”, Editora Polígono S. A. RUGGIERO, M. A., LOPES, V. L. R., “Cálculo Numérico: Aspectos Teóricos e Computacionais”, Editora McGraw-Hill. QG102 Química Experimental I OF:S-5 T:01 P:00 L:03 O:00 D:00 E:02 HS:06 SL:04 C:04 EX:S Ementa: Experiências ilustrando o método científico, os conceitos de peso equivalente e de ligação química, óxido-redução, equilíbrio químico, pH, produto de solubilidade, preparação e purificação de substâncias. Bibliografia Básica: RUSSEL, J. B., “Química Geral”, Editora Edgard Blücher Ltda. BRADY/HUMISTON, “Química Geral”, Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda. MASTERTON/SLOWINSKI, “Química Geral Superior”, Editora Interamericana. GENTIL, V., “Corrosão”, Editora Guanabara Dois S. A. VANHLACK, L. H., “Princípios da Ciência dos Materiais”, Editora Edgard Blücher Ltda. 10.2. Disciplinas Eletivas CV001 Projeto e Implantação de Loteamento OF:S-6 T:01 P:01 L:00 O:00 D:00 E:01 HS:03 SL:02 C:02 EX:S Ementa: Estudo da idade de criação de projetos de expansão urbana. Análise do plano diretor urbano. Legislação municipal, estadual e federal. Organização do espaço físico. Estudo das técnicas de circulação e geometria viária. Representação gráfica de um projeto. Equipamentos urbanos. Projetos integrados de infra-estrutura urbana. Processo de implantação de loteamento. Criação de legislação específica do loteamento. Bibliografia Básica: BIBLIOGRAFIA DE REFERÊNCIA: MASCARÓ, Juan Luis. Loteamentos Urbanos. 2ª Edição. Porto Alegre, Masquatro Editora, 2005. SANTOS, Carlos Nelson. A cidade como um jogo de cartas. Niterói, EDUFF, 1988. (IFCH Livros - 703 Sa59c) LEGISLAÇÕES: 6766 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ALEXANDER, C. A Pattern Language: Towns – Buildings - Contruction. 40 ed. N. York: Oxford University Press, 1977. 1171 p. BROADBENT, G. Emerging concepts in urban space design. New York: Spon Press, 2001. 380 p. BRUEGMANN, Robert. Sprawl. CAMPOS FILHO, CANDIDO MALTA. Reinvente seu bairro: caminhos para você participar do planejamento de sua cidade. São Paulo: Editora 34, 2003. 224 p. CULLEN, Gordon. Paisagem urbana. Lisboa: Ed. 70, 1993 (BC Livros - 709.04 C897p) 51 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ GINDROZ, R et al. The Architectural Pattern Book: A Tool for Building Great Neighborhoods – Urban Design Associates. 1 ed. N. York: W.W.Norton & Company, Inc, 2004. 230 p. KOSTOF, S. The City Assembled – The Elements Of Urban Form Through History. London, Thames & Hudson Ltd., 1991. KOSTOF, S. The City Shaped – Urban Patterns and Meanings Through History. London, Thames & Hudson Ltd., 1991. MASCARÓ, Juan Luis (org.). Infra-Estrutura da Paisagem. 1ª Edição. Porto Alegre, Masquatro Editora, 2008. RIO, Vicente Del. Introdução ao Desenho Urbano no Processo de Planejamento. São Paulo: Pini, 1990. ROWE, C.; KOETTER, F. Ciudad Collage. 1 ed. Barcelona: Gustavo Gili, 1981. 182 p. (Colección Arquitectura y Crítica.) SERRA, G. O Espaço Natural e a Forma Urbana. 1 ed. São Paulo: Nobel, 1987. 211 p. (Coleção Espaços.) CV002 Planejamento e Logística de Canteiro de Obras OF:S-6 T:02 P:00 L:00 O:00 D:00 E:02 HS:04 SL:02 C:02 EX:S Ementa: Significado do canteiro de obras na construção civil. Aspectos logísticos de sistemas de transportes em obras. Planejamento de espaços físicos no canteiro. Posicionamento racional de equipamentos. Definição, projeto e implantação do canteiro de obras. Bibliografia Básica: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. “Áreas de vivência em canteiros de obras” NBR ISSO 12284. Rio de Janeiro, 1991. SOUZA, U.E.L., “Projeto e Implantação do Canteiro” São Paulo: CTE 2000. CV003 Tecnologia de Argamassas e Revestimento OF:S-6 T:02 P:00 L:00 O:00 D:00 E:01 HS:03 SL:02 C:02 EX:S Ementa: Conceito de revestimento como parte do edifício. Conceitos básicos sobre revestimento de edifícios: visão sistêmica, importância e classificações. Característica das matérias primas. Propriedades e características dos revestimentos no estado fresco e no estado endurecido. Bibliografia Básica: .ABNT. “Execução de revestimento de paredes e tetos com argamassas inorgânicas: procedimento” – NBR 7200. Rio de Janeiro, 1998a ______. “Revestimentos de paredes e tetos de argamassas inorgânicas: terminologia” – NBR 13529. Rio de Janeiro, 1995. ______. “Revestimentos de paredes e tetos de argamassas inorgânicas: classificação” – NBR 13530. Rio de Janeiro 1995 ______. “Argamassa colante industrializada para assentamento de placas de cerâmica – Especificação” – NBR 14081. Rio de Janeiro 1998b BARROS, M. M. S. B., “Tecnologia de produção de contrapisos para edifícios habitacionais e comerciais” (Dissertação de Mestrado) Departamento de Engenharia de Construção. Escola Politécnica. Universidade de São Paulo, 1991. 316p. BARROS, M. M. S. B.; SABBATINI, F. 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CV006 - Conforto Térmico e Eficiência Energética em Edificações OF:S-6 T:002 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Noções de conforto. Resposta humana ao ambiente térmico. Índices de conforto. Variáveis climáticas. Propriedades termofísicas dos materiais de construção. Radiação solar. Ventilação. Bioclimatologia. Energia em edificações no Brasil. Eficiência no Bibliografia Básica:ê Lamberts, R., Dutra, Luciano, Pereira Fernando O. R., Eficiência energética na arquitetura, Editora PW - São Paulo, 1997 - 192 p. Baker, N., Steemers, K. Energy and environment in Architecture. A technical design guide, Taylor & Francis, Londres, 2000 Givoni, B., Man, c1imate and architecture. Elsevier, London, 1981 Rivero, R., Arquitetura e Clima: Acondicionamento Térmico Natural, D. C. 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Bibliografia Básica: LIN,T.Y. – Design of Prestressed Concrete Structures, Wiley International Edition, New York, 1963. GUYON, Y. – Constructions en Béton Précontraint, vols. 1 e 2, Editións Eyrolles, Paris, 1968 LENHARDT, F., Prestressed Concrete: Design and Construction, Wilhelm Ernst & Sohn, Berlin, 1964 RAJU, N.K. Prestressed Concrete, Tata McGraw-Hill Publishing, New Delhi, 1981. NBR-7187 – Projeto de Pontes de Concreto Armado e Protendido – Procedimento, Associação Brasileira de Normas Técnicas, 2003. CV012 Projetos de Estruturas de Madeira OF:S-6 T:001 P:001 L:000 O:001 D:000 HS:003 SL:002 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Vigas entarugadas. Pontilhão rodoviário. Pontes com postes de eucalipto ligados por anéis metálicos. Cobertura com treliças ligadas por chapas com dentes estampados. Arcos de madeira para cobertura. Estruturas com laminados-colados. Bibliografia Básica: Estruturas de Madeira. Pfeil, W.;Pfeil M. Livros Técnicos e Científicos Editora S.A. Rio de Janeiro. 2003. Dimensionamento de Elementos Estruturais de Madeira. Calil Jr., C.; Lahr, F.A.R.; Dias, A. A., Editora Manole. 2003. Coberturas em Estruturas de Madeira. Calil Jr., C.; Molina, J.C., Editora Pini. São Paulo. 2010. CV013 Complementos de Mecânica dos Sólidos OF:S-6 T:001 P:001 L:000 O:001 D:000 HS:003 SL:002 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Introdução à teoria da elasticidade. Teoria das tensões e deformações. Estados planos de tensões e deformações. Vigas sobre base elástica. Barras esbeltas com flexão combinada com força axial. Bibliografia Básica: CHEN, W.F., SALEEB. A. Constitutive Equations for Engineering Materials. New York, John Wiley and sons, 1982. v.1: Elasticity and Modelin. GERE,J.M. - Mecânica dos Materiais, Editora Thomson,2003. POPOV,E.P. – Introdução à Mecânica dos Materiais, Editora Edgard Blücher Ltda,1978. -SCHIEL, F. - Introdução à Resistência dos Materiais. São Paulo, Editora Harper & Row do Brasil. TIMOSHENKO S. P., GOODIER J. N. Theory of Elasticity, 3a ed. 1970. UGURAL,A.C. Mecânica dos Materias. Editora LTC,2008. 54 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ CV014 Patologia e Monitoração de Estruturas OF:S-6 T:001 P:000 L:001 O:001 D:000 HS:003 SL:002 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Estudos das principais patologias em estrutura de concreto armado. Principais reforços nas estruturas. Técnicas de monitoração em estruturas. Principais equipamentos de medição. Equipamentos de interpretação das medidas. Exemplos de aplicação. Bibliografia Básica: Webster, John G., Measurement, Instrumentation, and Sensors Handbook CRCnetBase, Boca Raton: CRC Press LLC, 1999. Bitter, R., Mohiuddin, T., Nawrocki, M., LabVIEW Advanced Programming Techinques, Boca Raton: CRC Press LLC,2001. Harris, H.G., Sabnis, G.M., Structural Modeling and Experimental Techniques, 2nd Ed.,Boca Raton: CRC Press LLC, 1999. CERVENKA, V.; JENDELE, L. e CERVENKA, J. 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Métodos de operações computacionais de matrizes. Métodos elementares de álgebra linear numérica. Aplicações e desenvolvimento de programas computacionais. Bibliografia Básica: Jennings, Alan- Matrix Computation for engineers and Scientists, Wiley, 1992 Issacson, Eugene and Keller, Herbert Bishop, Analysis of numerical methods. John Wiley & Sons, 1996 CV017 Placas e Cascas OF:S-6 T:002 P:000 L:000 O:001 D:000 HS:003 SL:002 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Introdução às placas. Definições e hipóteses. Flexão elástica linear de placas retangulares e circulares. Placas retangulares contínuas. Teoria geral das cascas finas. Aplicações das cascas finas em geral. Cascas cilíndricas circulares: coberturas e reservatórios. Cascas esféricas. Cascas cilíndricas com enrigecedores longitudinais e transversais. Bibliografia Básica:ência Theory of Plates and Shells; Timoshenko, Woinowsky-Krieger; McGraw-Hill, 1959. Elasticity Theory and Applications; Saada; Krieger Publishing Company, 1993. Pontes e Grandes Estruturas: V - Introdução à Teoria das Placas e Cascas; Zagottis; USP/EP, 1973. Mechanics of Laminated Composite Plates and Shells. Theory and Analysis; 2. Ed.; J. N. Reddy; C. R. C. Press. Thin Shell Concrete Structures; Billington; McGraw-Hill, 1982. Analysis of Shells and Plates; Gould, Gould; Prentice Hall, 1998. 55 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ Elementary Statícs of Shells; Pfluger; F. W. Dodge Corporation, 1961. 50 Years of Shells; Heinz Isler; Proceedings of the International Conference on Lightweight Structures in Civil Engineering, Warsaw, 1995. Análise de Placas e o Método dos Elementos de Contorno (Tese de Livre-Docência); Leandro Palermo Jr.; UNICAMP/FEC, 2000. Geração Computacional de Formas Livres de Estruturas em Casca (Tese de Doutorado); Isaías Vizotto; UNICAMP/FEM, 1993. CV018 Reservatório e Silos de Concreto Armado OF:S-6 T:002 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Análise de estruturas de silos e de reservatórios de concreto armado, incluindo cálculo de pressões, cálculo estrutural e dimensionamento. Teoria para cálculo de pressões causadas por produto sólido. Detalhamento da estrutura. Especificações de normas. Bibliografia Básica:ência ARAÚJO, J.M. Curso de Concreto Armado. VoI 4. 2ed. Rio Grande, Dunas, 2003. FORTES FILHO, J. Uma introdução ao estudo dos silos. São Carlos, 1985, 427p. Dissertação de Mestrado, Escola de Engenharia de São Carlos, USP. REIMBERT, M.; REIMBERT, A. Silos: theory and practice. Clausthal, Trans. Tech. Publ., 1976. SAFARIAN, S.S.; HARRIS, E.C. Design and construction of silos and bunkers. New York, Van Nostrand Reinhold Com., 1985. CV019 Tópicos Especiais em Concreto I OF:S-6 T:002 P:000 L:000 O:001 D:000 HS:003 SL:002 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: A ser definida no semestre em que for oferecida pelo Departamento de Estruturas. CV020 Geotecnia Ambiental OF:S-6 T:002 P:001 L:000 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Erosão. Geossintéticos. Disposição Remediação de áreas contaminadas. Bibliografia Básica: de resíduos. Investigação geo-ambiental. ARAUJO, G. H. DE S.; ALMEIDA, J. R. DE; GUERRA, A. J. T. Gestão Ambiental de Áreas Degradadas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. 320p. BIDONE, F. R. A. & POVINELLI, J. Conceitos Básicos de Resíduos Sólidos. São Carlos: EESC/USP, Projeto Reenge. 120 p. 1999. BOSCOV, M. E. G.; Geotecnia Ambiental. Oficina de Textos. São Paulo. 2008. CONCIANI, W. Processos Erosivos: Conceitos e Ações de Controle. Cuiabá: CEFET-MT, 2008, 145p. GUERRA, A. J. T., SILVA, A. S. da e BOTELHO, R. G. M. (organizadores) Erosão e Conservação dos Solos. 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Engineering properties of soils and their measurement. 2nd ed, 1978, McGraw-Hill Book Company.BOWLES, J.E. ; Physical and geotechnical properties ofsoils, 1979, McGraw-Hill Book Company. LAMBE, T.W. ;Soil testing for engineers, John Wiley & Sons, Inc. 1951. BISHOP, A. W.; HENKEL, D. L. ;The measurement if soil properties in the triaxial test. 2nd ed, 1962. Edward Amald Ltd. HEAD, K.H.; Manual of soils laboratory testing, 1986. 0LIVEIRA, A. M. S.; CORREA FILHO, D. Ensaios de permeabilidade em solos. 1981, ABGE Boletim 04.BARROS, C. L. A. Ensaios laboratoriais de geotecnia. - Notas para o curso EC724, DGT-FEC-UNICAMP. STANCATI, G.; NOGUEIRA, J.P.; VILLAR, O.M. Ensaios laboratoriais em mecânica dos solos. EESC-USP. Departamento de geotecnia. CV022 Manutenção de Pavimentos OF:S-6 T:002 P:001 L:000 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Tipos de pavimentos e serviços de manutenção. Agentes causadores de deterioração. Processo de deterioração e os efeitos em pavimentos flexíveis. Avaliação do estado funcional do pavimento flexível. Avaliação do estado estrutural do pavimento flexível. Evolução dos defeitos com o índice de serventia de um pavimento. Soluções de restauração de pavimentos flexíveis. Dimensionamento das camadas superpostas. Reconstrução de pavimento. Gerenciamento da manutenção. Bibliografia Básica: Dnit. Manual de Conservação Rodoviária, Rio de Janeiro. 2005 Dnit. Manual de Restauração de Pavimentos Asfáticos. Rio de Janeiro. 2006 O’Flaherty, C a Highways – The Location. Design. Construction & Maintenance of Pavements. 4Th Ed.. Butterworth Heinemann. Oxford. 2002 Kardec, A. & Nascif, J.. Manutenção Função Estratégica. Qualitymark. Rio de Janeiro. 2001 Pinto, S. Preusler, E. Pavimentação Rodoviária. Copiarte. Rio de Janeiro. 2001 Yoder, E. Witczac, M.W. Principles of Pavement Design, 2nd ed.. John Wiley & Sons. New Yrk. 1975 CV023 Segurança Viária OF:S-6 T:002 P:001 L:000 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Introdução ao conceito de segurança viária. Interseções em mesmo nível e diferentes níveis. Dispositivos e sistemas de controle de tráfego. Sinais de tráfego e sinalização de tráfego: tipos, cores, formatos, aplicação e controle. Projeto de sinalização: distâncias de livre passagem e de ultrapassagem. Distâncias de livre visão em cruzamentos em nível. Defensas e barreiras. Dispositivos e elementos potenciais de geração de acidentes. Acidentes de trânsito: estudo, caracterização e coleta de informações. Identificações de pontos críticos e técnicas de intervenção. Bibliografia Básica: BRANCO, ADRIANO M.. Manual de Segurança Viária. Ed. CL-A. São Paulo.1999. -DENATRAN. Código Brasileiro de Trânsito. Ministério das Cidades. Brasília. 2008. -GOLD, PHILLIP A. Segurança de Trânsito Aplicações de Engenharia para Reduzir Acidentes. Ed por Banco Interamericano de Investimento. 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CV024 - Complementos de Aeroportos OF:S-1 T:002 P:001 L:000 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Previsões no Planejamento Aeroportuário, Análise de Capacidade e Atrasos do Lado Aéreo, Complementos de Projeto Geométrico, Planejamento e Projeto da Área Terminal, Terminal de Passageiros de Carga Aérea, Heliportos, Sinalização, Drenagem de Aeroportos, Pavimentos - O Método LCN e LCG e Impactos Ambientais. Bibliografia Básica: Horonjeff, R.M.; McKelvey, F.X., Sproule, W.J. Planning and Design of Airports, 5th Ed., McGraw-Hill Professional, 2008, 748p. Ashford, N.J. & Wright, P.H. Airport Engineering, 3rd. ed., WileyInterscience, 2004, 536p. lATA - Intemational Air Transport Association Airport Terminal Reference Manual, January 1989. ICAO - Intemational Civil Aviation Organization Annex 14: Aerodromes, May 1988. ICAO- Intemational Civil Aviation Organization Annex 14: Heliports, August 1990. CV025 - Barragens de Terra OF:S-6 T:002 P:001 L:000 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Elementos constituintes de uma barragem. Processos construtivos. Concepção. Barragens construtivas. Elaboração de projeto. Bibliografia Básica: Alves Filho, A., Silveira, J.F.A., Gaioto, N. e Pinça, R.L., 1980 - CONTROLE DE SUBPRESSÕES E VAZÕES NA OMBREIRA ESQUERDA DA BARRAGEM DE ÁGUA VERMELHA - XIII Seminário Nacional de Grandes Barragens, Tema IV, Rio de Janeiro. Bordeaux, G.H.M. (1980) BARRAGENS DE TERRA E ENROCAMENTO - PROJETO E CONSTRUÇÃO - Publicado por Clube de Engenharia da Bahia. Bueno, B.S. e Vilar, O.M. (1999) - MECÂNICA DOS SOLOS - Vol. I - Apostila - Escola de Engenharia de São a Oficina de textos. Cruz, P.T.; Materon, B.; Freitas, M. (2009) - BARRAGENS DE ENROCAMENTO COM FACE DE CONCRETO. Editora Oficina de Textos .. Gaioto, N. (2003) - INTRODUÇÃO AO PROJETO DE BARRAGENS DE TERRA E DE ENROCAMENTO. 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Estudo e análise crítica dos parâmetros obtidos em campo para concepção de projetos de fundações. Provas de carga. Programação de investigação geotécnica. Bibliografia Básica: SCHNAID, F. Ensaios de Campo e suas Aplicações à Engenharia de Fundações. Oficina de Textos. São Paulo.189p. 2000. BARATA, F.E. Propriedades da Mecânica dos Solos o Uma introdução ao Projeto de Fudnações. Porto Alegre: livros Técnicos e Científicos, 1984. TERZAGHI, K. & PECK, R. B. Soil Mechanics in Engineering practice. New York: John Wiley, 1967. ATKINSON, 58 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ J.H. & SALFORDS, G. Experimental Determination of stress-strain-time characteristics in laboratory and in situ tests, Rotterdã: A.A. Balkema, 3. 1991. CLAYTON, C.R.I.; MATTHEWS, M.C. & SIMONS, N.E. Site Investigation. Oxford: Blackwell Science, 1995. BAGUELlN, F.J.; JÉZÉQUEL, J.; SHIELDS, D.H. The pressuremeter and foundation engineering. Paris: Clausthal Trans Tech Publications, 1978. CV027 - Posicionamento Geodésico OF:S-6 T:002 P:001 L:000 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Posicionamento por satélite, método fotográfico, sistema laser, altimetria por satélite, GPS, e GLONASS. Sistemas geodésicos de referência: sistema cartesiano terrestre, sistema cartesiano celeste, catálogo celeste de coordenadas, e catálogo terrestre de coordenadas (ITRF). O Sistema de GPS: estrutura dos satélites e dos Sinais. Medições com os códigos. Uso da fase de batimento da portadora. O problema da ambiguidade: métodos de resolução. Combinação linear das medições de fase nas duas portadoras. O GPS e a altimetria. Bibliografia Básica: MONICO, João Francisco Galera. Posicionamento pelo NAVSTAR-GPS: descrição, fundamentos e aplicações. Sao Paulo: Ed. da UNESP, 2004. SEEBER, Gunter. Satellite geodesy: foundations, methods and applications. Berlin: Walter de Gruyter, 1993. 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Componentes de um Sistema de Energia Elétrica. Componentes, equipamentos e acessórios de pequenas centrais hidrelétricas. Grupos geradores: turbinas, geradores, equipamentos complementares. Aspectos econômicos relacionados à PCHs. Aspectos ambientais relacionados à PCHs. Estudo de caso. Bibliografia Básica: MARIOTONI, C. A.; BANDAHAN, L. F. “Técnica de Gestão Ambiental Aplicada ao Planejamento de Hidrelétricas” Editora Gráfica Bernardi, São Paulo 229p. 2002 MARTINEZ, C. B. “Interações entre o Planejamento e o Projeto de UHE’s – O Caso das Pequenas Hidrelétricas no Brasil”. Tese de Doutorado FEM – UNICAMP 1994. MOREIRA, M. M. A. “Interação entre os Estudos Ambientais e de engenharia em cada Etapa para a Construção de uma Usina Hidrelétrica”. NAIS do 6º Congresso Brasileiro de Energia. Rio de Janeiro. CBE 1995. BITTENCOURT, N. “Cálculo de Energia Assegurada de Pequenas Centrais Hidrelétricas”. 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Edição. 2005. JANUZZI, G. D. M. “Planejamento Integrado de Recursos Energéticos”. Editores Autores Associados. 1a edição. 266p. Campinas. 1997. TOLMASQUIM, M. T. “Alternativas Energéticas Sustentáveis no Brasil”. Editora Relume-Dumara. 1a Edição. 488p 2002. http://www.aneel.gov.br/ acessado em Outubro, 2008. http://www.ons.org.br/home/ acessado em Outubro, 2008. http://www.epe.gov.br/ acessado em Outubro, 2008. CV034 Análise Multicriterial em Tomada de Decisão OF:S-1 T:002 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Introdução à pesquisa operacional, histórico. Elementos, modelos e análise da tomada de decisão. Indicadores. Critérios. Desagregação e Padronização de Critérios. Função de Valor. Métodos MOLP baseados na distância (Programação por Compromisso e Teoria dos Jogos Cooperativos). Métodos Hierárquicos (ELECTRE, PROMETHEE). Análise Multicriterial. Bibliografia Básica: MAYS, W. L.; TUNG, Y. K. “Hydrosystems engineering & management”. McGraw – Hill International Editions, 1992 SMITH, Q. R.; MESA, S. O. DYNER R. I. JARAMILLO A. P POVEDA J. G VALENCIA R D. “Decisiones con multiples objetivos e incertidumbre.” Medelin, Colombia, Ed Todograficas Ltda., 2000. PORTO, R. L. L. et al “Técnicas Quantitativas para o gerenciamento de recursos hídricos” Porto Alegre, Ed Universidade UFRGS Associação Brasileira de Recursos Hídricos, 1997. HILLIER, F. S.; LIBERMAN G. J. “Introdução à pesquisa operacional”. Tradução de Helena L. Lemos. Rio de Janeiro: Ed Campus/ São Paulo: Ed Universidade de São Paulo, 1988. ZUFFO, A. C. “Seleção e aplicação de métodos multicriteriais ao planejamento ambiental de recursos hídricos. Tese apresentada à EESC-USP para obtenção de titulo de doutor em engenharia civil. São Carlos-SP, 261p 1998. KEENEY, R. L. e RAIFFA, H. “Decisions with multiple objectives: preferences and value tradeoffs”. Cambridge University Press, 1993. VINCKE, P. “Multicriteria decision-Aid” John Willey & Sons Ltd, Baffins Lane, 1992. PARDALOS, P. M.; Y. E. ZOPOUNIDIS, C. Advances in multicriteria Analyisis (Nonconvex optimatizion and its applications, v.5.). Kluwer Academic Publishers, 1995. CV035 Transitórios Hidráulicos OF:S-6 T:003 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Generalidades. Modelo Rígido. Modelo elástico. Métodos de solução. Condições de contorno. Dispositivos de controle. Estudo de casos: instalação de recalque, usinas hidroelétricas, sistemas de abastecimento. Bibliografia Básica: STREETER, V. L.,; WYLIE B. “Fluid Transients” CHAUDRY “Applied Hydraulic transients” 60 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ CV040 Seminários em Gestão e Saneamento Ambiental OF:S-6 T:001 P:001 L:000 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Organização de seminários apresentados por especialistas e/ou pesquisadores convidados a expor sobre temas específicos de interesse em Saneamento e Ambiente. Promover palestras e discussões sobre propostas de pesquisas desenvolvidas pelos pesquisadores da pós-graduação e sobre artigos científicos correlatos recentes. CV041 Tópicos em Saneamento Ambiental I OF:S-6 T:000 P:000 L:002 O:001 D:001 HS:004 SL:002 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Ementa Livre. CV042 Tópicos em Saneamento Ambiental II OF:S-6 T:002 P:000 L:000 O:001 D:001 HS:004 SL:002 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Ementa Livre. CV043 - Engenharia do Ambiente OF:S-2 T:002 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Ambiente: atmosfera e recursos hídricos; Poluição das águas, ar, solo; Impactos ambientais; Alterações climáticas; Gerenciamento de resíduos; Processos de tratamento de resíduos e de recuperação do ambiente; Legislação ambiental. Bibliografia Básica: Braga, Benedito et al. Introdução à Engenharia Ambiental. Editora Pentice Hall. São Paulo (2002). Baird, Colin e Cann Michael. Environmental Chemistry. 3a. Edição. Editora W.H. Freeman and Company, Nova Iorque (2005). Von Sperling, Marcos. Princípios de Tratamento Biológico de águas Residuárias: Introdução à Qualidade da Água e ao tratamento de esgotos. DESA/UFMG. Vol. 1 (2005) Sociedade Brasileira de Química (SBQ), Químic Nova na Escola – Cadernos Temáticos/ Química Ambiental, No. 1, maio: 19 – 30 (2001). CV044 Controle de Poluição de Água, Solo e Atmosfera OF:S-6 T:002 P:000 L:001 O:001 D:001 HS:005 SL:003 C:004 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Composição e estrutura da atmosfera. Classificação dos poluentes. Fontes e efeitos da poluição. Padrões de qualidade do ar, água e solo. Métodos de controle da poluição; Meteorologia e poluição atmosférica. Melhoramentos de poluentes. CV045 Reuso de Águas OF:S-6 T:001 P:000 L:001 O:001 D:001 HS:004 SL:002 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Processos que afetam o transporte de poluentes nos meios aquáticos. Fontes de Poluição Hídrica. Usos da água na indústria e na agricultura. Estudos de casos envolvendo o reuso de águas, a manutenção de vazões, a recarga de aquíferos, atividades municipais, industriais, agrícolas, domésticas e recreacionais. CV046 Tratamento de Lodo de ETE E ETA OF:S-6 T:001 P:000 L:001 O:001 D:001 HS:004 SL:002 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Características quantitativas e qualitativas dos lodos gerados em ETAs e ETEs. Processos de digestão, condicionamento químico, adensamento, desidratação e disposição de lodos. Tipos de equipamentos e processos usados no tratamento de lodos. Estudos de tratabilidade em laboratório. Exemplos de casos em escala real. Bibliografia Básica: Noções Gerais de Tratamento e Disposição Final de Lodos de Estações de Tratamento de Água. Marco Antonio Penalva Reali (coord.). Finep. Prosab. 2000 Water Treatment Plant Residuals Management. ASCE/AWWA/EPA. USA, 1999. Lodo de fossa e tanque séptico: caracterização, tecnologias de tratamento, gerenciamento e destino final. Cleverson Vitório Andreoli (coord.). PROSAB - Edital 05. Uso e Manejo do Lodo de Esgotos na Agricultura. Fernando Fernandes (coord.). Prosab, 1999. 61 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ CV047 Saneamento e Saúde Pública OF:S-6 T:002 P:000 L:000 O:000 D:002 HS:004 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Meio ambiente. Tópicos de meio ambiente. Legislação ambiental e estrutura institucional de meio ambiente em nível federal e estadual. Política de recursos hídricos federal e estadual. EIAs./RIMAs. Saúde pública no Brasil. Aspectos de intervenções da engenharia e arquitetura e no meio ambiente. Saneamento básico e ambiental impactando a saúde pública. Considerações estruturais. Relação qualidade solo, ar e água com saúde e doenças. Ações de saneamento. Controle de vetores. CV048 Tópicos em Gestão Ambiental I OF:S-6 T:002 P:000 L:000 O:001 D:001 HS:004 SL:002 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: A ementa desta disciplina será oferecida por ocasião de seu oferecimento. CV049 Tópicos em Gestão Ambiental II OF:S-6 T:000 P:002 L:000 O:001 D:001 HS:004 SL:002 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: A ementa desta disciplina será definida por ocasião de seu oferecimento CV063 Concretos Especiais OF:S-6 T:002 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Estudo de concretos especiais: materiais usados, suas características, dosagem destes concretos, propriedades e aplicações dos concretos. Massa. Concretos expansivos. Impermeáveis; sujeitos à erosão, com fibras de concretos projetados e concretos rolados. Problemas relativos a concretos e massa. CV064 Tópicos Especiais em Concreto II OF:S-6 T:002 P:000 L:000 O:001 D:000 HS:003 SL:002 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: A ser definida no semestre em que for oferecida pelo Departamento de Estruturas. CV065 Tópicos em Engenharia de Estruturas I OF:S-6 T:002 P:000 L:000 O:001 D:000 HS:003 SL:002 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: A ser definida no semestre em que for oferecida pelo Departamento de Estruturas. CV066 Tópicos em Engenharia de Estruturas II OF:S-6 T:002 P:000 L:000 O:001 D:000 HS:003 SL:002 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: A ser definida no semestre em que for oferecida pelo Departamento de Estruturas. CV067 Introdução ao Projeto de Estruturas em Steel Framing OF:S-6 T:002 P:000 L:000 O:001 D:000 HS:003 SL:002 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Conceitos gerais sobre cargas e estabilidade estrutural, apresentação ao steel framing, fundações, painéis e entrepisos, lajes e coberturas, em steel framing, fixações das peças em steel framing, montagem, noções sobre ventilação das estruturas, acabamento interno, acabamento externo, desenvolvimento do projeto. Noções básicas do dimensionamento em chapa dobrada para o dimensionamento de barras tracionadas, comprimidas, fletidas e flexo-comprimidas. Bibliografia Básica: Manual de Construção em Aço - Steel Framing: Engenharia, Centro Brasileiro da Construção em Aço (http://www.cbca-acobrasil.org.br/manuais-de-construcao-em-aco.php), 127 pag., 2006. Manual de Construção em Aço - Steel Framing: Arquitetura (Desenhos Técnicos Incluídos) (CD), Centro Brasileiro da Construção em Aço (http://www.cbca-acobrasil.org.br/manuais-de-construcaoem-aco.php), 121p, 2006. European Lightweight Steel-framed Construction (LSK) Manual, LSK, Arcelor House, Bruxelas, Bélgica. Residential Steel Framing Manual, American Iron and Steel Institute, Washington, EUA. Hacker, J.H., Gorges, J.A., Residential Steel Design and Construction, McGraw-Hill, 1997. 62 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ CV068 Técnicas Construtivas II OF:S-1 T:002 P:001 L:000 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Execução e detalhes de elementos construtivos estruturais: fundações, lajes, vigas, pilares, treliças. Construções industrializadas. Máquinas e equipamentos de obras. Patologia da construção e otimização de qualidade na construção. Interação entre projeto e obra. Bibliografia Básica: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CONSTRUÇÃO INDUSTRIALIZADA (ABCI) “Manual técnico de alvenaria” BAUD, G. “Manual de Construção”. São Paulo: Hemus Livraria e Editora Ltda YASIGI, Walid “Técnicas de Edificar”. São Paulo, Ed PINI, SINDISCON, 1999. CV069 Limpeza Urbana OF:S-6 T:002 P:000 L:000 O:001 D:000 HS:003 SL:002 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Resíduos Sólidos Urbanos. Impactos Ambientais. Limpeza Pública. Serviços Especiais. Coleta Especial. Bibliografia Básica: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Norma NBR 10004 – Resíduo Sólido –Classificação. Rio de Janeiro: ABNT, 2004. ______. NBR 10005: Procedimento para obtenção de extrato lixiviado de resíduos sólidos. RJ, 2004. ______. NBR 10006: Procedimento para obtenção de extrato solubilizado de resíduos sólidos. RJ, 2004. ______. NBR 10007: Amostragem de resíduos sólidos RJ, 2004. BIDONE, F. R. A., SOARES, S. R. Resíduos Sólidos provenientes de Coletas Especiais: Eliminação e Valorização. Porto Alegre: Programa de Pesquisa em Saneamento Básico – PROSAB, 2001. BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE e MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde. Projeto Reforsus, Brasília, DF: MMA, 2001. Brasília, DF, 2001. Disponível em:<http://www.ministeriodasaude.gov.br/sf/>. Acesso em: 05 dez. 2006a, 14h30min. JOHN, V. M. Reciclagem de resíduos na construção civil: Contribuição para metodologia de pesquisa e desenvolvimento. São Paulo, 2000. 113p. Tese (Livre Docência) – Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Departamento de Engenharia de Construção Civi LIMA, J.D. Gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil. Rio de Janeiro: ABES, 2001. MAGERA, M.C. Os empresário do Lixo: um paradoxo para a modernidade. Campinas, S.P.: Átomo, 2003. PHILIPPI JÚNIOR, A.; AGUIAR, A.O. Resíduos Sólidos: Características e Gerenciamento. In: Saneamento, Saúde e Ambiente: Fundamentos para um desenvolvimento sustentável. Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública. Núcleo de Informações em Saúde Ambiental. Barueri, S.P., 2005. RODRIGUES, F. L.; CAVINATTO, V. M. Lixo – De Onde Vem? Para Onde Vai?, 2ª ed. São Paulo: Moderna, 2003. TCHOBANOGLOUS, G. et al. Integrated solid waste management: engineering principles and management issues. EUA: Mc Graw-Hill, 1993, p. 978 p. TEIXEIRA, E. N. “Modelo integrado de gestão de resíduo sólido”. In: Gestão pública de resíduo sólido urbano: compostagem e interface agor-florestal. Organizadores: Fábio César da Silva, et al. – Botucatu, SP: FEPAF – Fundação de Estudos e Pesquisas Agrícolas e Florestais, 2009. p. 25-52. ZANTA, V. M.; FERREIRA, C. F. A. Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos Urbanos. Florianópolis: Programa de Pesquisa em Saneamento Básico – PROSAB. 2003. CV070 Programação Matemática Aplicada à Engenharia de Estruturas OF:S-6 T:001 P:000 L:001 O:001 D:002 HS:005 SL:002 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Descrição de alguns problemas. Revisão de álgebra linear. Implementação em computador do algoritmo simples. Formulação, especificação e interpretação das soluções de 63 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ modelos matemáticos. Poderão ser estudados: carga e colapso. Plásticos em estruturas, pórticos planos com cabos pré-tensionados, orçamento de capital, transportes, planejamento financeiro. Bibliografia Básica: Luenberger, David G., Linear and Nonlinera Programming, Addison Wesley,1989 Bazaraa, Moktar S., Shetty, C.M,, Nonlinear Programming, John Wiley and Sons, 1979 CV071 Tenso-Estruturas OF:S-6 T:002 P:000 L:000 O:001 D:000 HS:003 SL:002 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Evolução das tenso-estruturas ao longo do tempo. Compreendendo a forma das tensoestruturas. As formas básicas. As formas em parabolóide hiperbólico. As formas cônicas. As formas suportadas por arcos. Combinação das formas básicas. Indicações para projeto arquitetônico. Estudo de caso com aspectos do projeto, dimensionamento e construção. Bibliografia Básica: R Skelton, Mauricio Oliveira, Tensegrity systems. Springer, 2009 Seidel, M. Tensile surface structures: A practical guide to cable and membrane construction. Wiley, 2009 Onate, E. and Kroplin, B., Textile composites and inflatable structures I, Springer, 2005 Onate, E. and Kroplin, B., Textile composites and inflatable structures II, Springer, 2008 Koch, K. and habermann, K., Membrane structures: the fifth building material, Prestel Publishing, 2005 CV072 Laje sobre Solo para Fundação ou Piso OF:S-6 T:002 P:000 L:000 O:001 D:000 HS:003 SL:002 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Lajes sobre solo. Reforço de aço para minimizar fissuras devidas à retratação do concreto. Análise estrutural para laje sobre solo. Análise estrutural baseada em programa de computador. Recomendações da literatura estrangeira para investigação do solo, análise estrutural e construção de laje sobre solo. Recomendações para minimizar fissuras em laje de concreto sobre o solo. Estudo de caso com espectos do projeto, dimensionamento e construção. Bibliografia Básica: Ringo, B. C. and Anderson, R. B., Designing floor slabs on grade, The Aberdeen Group, second edition, 1996. Spears, R. E., Concrete floors on ground, Portland Cement Association, second edition, 1983. ANSYS Inc., 275 Technology Drive, Canonsburg, PA. American Concrete Institute, Design of slabs on grade (ACI 360R-92), 1997. American Society for Testing and Materials, Standard practice for classifications of soils for engineering purposes (ASTM D2487-00), 2000. CV073 Introdução à Análise não Linear de Estruturas OF:S-6 T:002 P:001 L:000 O:000 D:002 HS:005 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Busca unidimensional. Algoritmo para o mínimo de interpolação cúbica. Algoritmo para a busca unidimensional. Método de Newton. Método quase Newton. Método incremental Newton Raphson. A estratégia dos quadrados mínimos. A avaliação numérica da matriz de rigidez. Poderão ser estudados: treliças sob não-linearidade geométrica e elasticidade não linear, treliças sob não-linearidade geométrica e elasto-plasticidade, pórticos planos sob não-linearidade geométrica e elasticidade não linear. Bibliografia Básica: Nocedal, Jorge and Wright, Stephen J., Numerical Optimization, Springer, 1999. Burden, Richard L. and Faires, J.Douglas. Numerical Analysis. PWS publishing company, 1993 64 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ CV074 Análise Matricial de Estruturas OF:S-6 T:002 P:001 L:000 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Matrizes de rigidez e de flexibilidade. Processo dos esforços. Processo dos deslocamentos. Efeitos de variação de temperatura, deformação inicial e recalques de apoio. Rotação plana dos eixos de coordenadas. Programas automáticos para cálculo de vigas, grelhas, treliças e pórticos planos. Bibliografia Básica: ASSAN, ALOISIO ERNESTO - “Métodos Energéticos e Análise Estrutural”, Ed. Unicamp, Campinas-SP, 1996. GERE, J.M.; WEAVER JR., W. - “ Análise de Estruturas Reticuladas” , Ed. Guanabara Dois, RJ, 1981. MARTHA, LUIZ FERNANDO - “Análise de Estruturas - Conceitos e Métodos Básicos”, ISBN: 8535234551, Editora Campus/Elsevier, RJ, 2010. MOREIRA, DOMÍCIO FALCÃO - “Análise Matricial de Estruturas”, Editora LTC/Edusp, SP,1977. PRZEMIENIECKI , J.S. - “Theory of Matrix Structural Analysis”, McGraw-Hill, New York, 1968. RUBINSTEIN, M.F - “Structural Systems - Statics, Dynamics and Stability”, Prentice-Hall, Englewood Cliffs, New Jersey, 1970. SORIANO, HUMBERTO LIMA E SOUZA LIMA, SÍLVIO - “Análise de Estruturas - Formulação Matricial e Implementação Computacional”, ISBN: 8573934522, Editora Ciência Moderna, RJ, 2005. SORIANO, HUMBERTO LIMA - “Análise de Estruturas – Método das Forças e Método dos Deslocamentos”, 2a. Edição Revisada e Ampliada, ISBN: 8573935111, Editora Ciência Moderna,RJ, 2006. CV075 Estruturas Metálicas Tubulares OF:S-6 T:001 P:001 L:000 O:001 D:000 HS:003 SL:002 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Introdução. Aços utilizados e suas propriedades. Fabricação de barras laminadas tubulares de aço. Concepções de estruturas metálicas tubulares. Dimensionamento de barras tubulares de aço. Dimensionamento de ligações de barras tubulares de aço. Dimensionamento de estruturas mistas aço-concreto. Detalhamento de projeto de estruturas tubulares. Utilização de software no desenvolvimento de projetos. Bibliografia Básica: NBR 8800/2008 Projeto e Execução de Estruturas de Aço de Edifícios, (ABNT) NBR 14762/2001 Dimensionamento de Estruturas de Aço Constituídas por Perfis Formados a Frio, (ABNT) NBR 8681/2003 Ações e Segurança nas Estruturas, (ABNT) NBR 6123/1988 Forças Devidas ao Vento em Edificações, (ABNT) EUROCODE 3 Design of Steel Structures, Part 1-8: Design of Joints, 2005 AISC Hollow Structural Sections – Connections Manual, 1997 Packer/Henderson Hollow Structural Section: Connections and Trusses – a Design Guide – CISC – Toronto, 1997 Rautaruukki Design Handbook for Rautarrukki – Structural Hollow Sections – Finlândia, 1998 CIDECT Construction with Hollow Steel Section – Design Guide – Germany, 1992 Requena/Santos Dimensionamento de Ligações em Barras Tubulares de Estruturas Metálicas Planas - Coleção Técnico-Científica V&M do Brasil, vol. 1, 2007 CV076 - Obras Hidráulicas: Fundamentos OF:S-1 T:001 P:001 L:000 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Escolha e localização do tipo da barragem. Estudo da altura da barragem. Forças atuantes. Extravasores. Dissipação de energia. Estruturas de controle. Cavitação em Estruturas Hidráulicas. Aeração. Segurança das estruturas. Técnicas de modelação de obras hidráulicas. Bibliografia Básica: 65 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ Hidráulica Aplicada-Baptista, Coelho, Cirilo e Mascarenhas Hidráulica-Antonio de Carvalho Quintela; Hydraulic Engineering-Roberson, Cassidy, Chaudry Engenharia de Recursos Hidráulicos-Linsley, Franzine Hydraulic Structures-Novak, Moffat, Nalluri, Narayanan Cavitation in chutes and spillways-Falvey Design of small dams-USBR CV077 - Eficiência Energética na Engenharia Civil OF:S-6 T:001 P:001 L:000 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Uso Racional dos Recursos Naturais. Conceito de Eficiência Energética. Sinergia do Uso Racional dos Recursos Hídricos e Energéticos. Eficiência Energética nos Sistemas de Abastecimento de Água. Eficiência Energética nos Sistemas de Coleta e Transporte de Esgoto Sanitário. Eficiência Energética nos Sistemas de Climatização de Ambientes. Bibliografia Básica: Cavalin, O., Cervelin, S. Instalações Elétricas Prediais. 173• Edição. Editora Érica. São Paulo. 2007. Andreas, J. Energy-Efficient Electric Motors - Selection and Appication. MareeI Dekker, Inc. Creder, H. Instalações Elétricas. Editora LTC. Rio de Janeiro, 2008. Oarcia, A. O. P. Impacto da Lei de Eficiência Energética para Motores Elétricos no Potencial de Conservação de Energia na Industria. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal do Rio de Janeiro. Dezembro de 2003. Oeller, H. S. Revolução Energética - Políticas para um futuro sustentável. Editora Relume Dumará. Jannuzi, O. D. M. Políticas Públicas para Eficiência Energética e Energia Renovável no Novo Contexto de Mercado. Editora Autores Associados. McCoy, O., Litman, T. e Douglass, J. Energy-Efficient Electric Motor Selection Handbook. Revision 3. January 1993. Department of Energy - United States of America. Santos, V.; Soares O.; Perrone, F.; Moreira M.; Pontes, R. Programa Nacional de Eficiência na Indústria: Direcionando o Foco para Sistemas Motrizes. XVII SNPTEE - Seminário Nacional de Produção e Transmissão de Energia Elétrica. 2003 CV078 - Comercialização e Gestão de Riscos em Energia Elétrica OF:S-6 T:002 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Energia Elétrica e Comercialização-Generalidades. A Energia Elétrica como Produto e Serviço Comercial. Setor Elétrico Brasileiro - Produção e Consumo. Reformas do Setor Elétrico. Contratação Bilateral. A experiência dos Consumidores Livres no Brasil. Leilões e Impactos na Formação de Preços. Fases de Reforma dos Mercados e Componentes Típicos de um Sistema de Energia Elétrica. Classificação dos Mercados de Energia Elétrica. O Mercado da Noruega e Países Escandinavos. Fundamentos da Gestão de Riscos: Definição, Métricas de Risco, Categorias de Risco, Instrumentos de Gestão de Riscos. Bibliografia Básica: Apostila do curso de Comercialização de Energia Elétrica: Consumidores Livres e Especiais, autoria: Paulo Barbosa e Câmara Comercializadora de Energia Elétrica, 2010 Silva, E. L.; Formação de Preços em Mercados de Energia Elétrica, editora Sagra DC Luzzatto, 2002. CV079 - Equipamentos Hidráulicos: Fundamentos e Aplicações OF:S-6 T:001 P:001 L:000 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Turbomáquinas hidráulicas: turbinas e bombas. Classificação. Teoria Elementar. Leis de Semelhança. Válvulas, tipos. Cavitação em válvulas. Comportas hidráulicas. Aplicações em obras hidráulicas. Bibliografia Básica: Introdução à Mecânica dos Fluidos-Fox, McDonald e Pritchard; Hidráulica Básica-Rodrigo de MeIo Porto; Hidráulica Aplicada-Batista, Coelho, Cirilo e Mascarenhas; 66 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ Hidráulica-Antonio de Carvalho Quintela; Bombas e Instalações de bombeamento-Macintyre; Comportas hidráulicas- Erbisti. CV080 - Hidráulica Marítima e Obras Costeiras OF:S-6 T:002 P:001 L:000 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Teoria Linear de Ondas, Conceituação de Marés Astronômica e Meteorológica, Correntes, Processos Litorâneos, Hidráulica Estuarina, Formações Costeiras, Erosão Costeira, Obras de defesa dos Litorais, Dispersão de Efluentes no Mar, Efeito da Subida do Nível do Mar e Técnicas de Modelação de Obras Costeiras. Bibliografia Básica: Obras e Gestão de Portos e Costas Paolo Alfredini Ed. Edgard Blücher, 2005 Elementos de Engenharia Portuária Borgo Filho, M. Ed. Flor e Cultura, Vitória, 2008. U. S. ARMY/COASTAL ENGINEERING RESEARCHCENTER - "Coastal Engineering Manual". 2002. Coastal Engineering An Introduction to Ocean Engineering HORIKAWA, K. Ed. Halsted Press Book/John Wiley & Sons, Tokyo, 1978. CV081 - Hidráulica Fluvial e Obras Fluviais OF:S-6 T:002 P:001 L:000 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Transporte de Sedimentos, Morfologia Fluvial, Mecanismos de Erosão, Rgularização e Retificação de Cursos d'água. Projeto de Canais e Técnicas de Modelação de Obras Fluviais. Bibliografia Básica: Obras e Gestão de Portos e Costas - Paolo Alfredini, ed. Edgard Blücher, 2005 Hidráulica Geral - A. Lencastre, Ed Coimbra, 1983 Graf, W.H.; Hydraulics of Sediment Transport; Ed McGraw Hill-1971 Vanoni, Vito A.; Sedimentation Engineering - ASCE -1977 Garde, R.J. e Ranga Raju, K.G. - Mechanics of Sediment Transportation and Alluvial Stream Problems - Wiley Eastern Ltd. -1988 Yalim, M. S. - Mechanics of Sediment Transport- Pergamon Press, 1977 Raudkivi; Loose Boundary Hydraulics - Wiley Eastern, 1973 Van Rijn, Leo c.; Sediment Transport Part I,lI, IlI, Journal of Hydraulic Engineering - ASCE, Vol. 110- n. 10-11-12 -1984 Bogardi, J; Sediment Transport in Alluvial Streams- Academia Kiado Budapest -1978 CV082 - Planejamento de Microbacias Hidrográficas OF:S-6 T:002 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Microbacias hidrográficas como unidades naturais de planejamento e gestão dos recursos hídricos, energéticos e ambientais. Microbacias e o desenvolvimento sustentável: variáveis ambientais, sócio-econômicas e culturais. Microbacias e ordenação territorial: áreas rurais e urbanas. Microbacias e os processos produtivos sobre o território: produção agrícola, industrial, silvícula, agroindustrial. Microbacias e os processos de ocupação do território: áreas de proteção ambiental, áreas de produção rural, áreas de expansão urbana. Microbacias: Projetos de Arquitetura Rural e Infraestrutura Urbana. 67 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ CV083 - Gerenciamento de Águas Pluviais OF:S-6 T:002 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Desenvolvimento de águas urbanas. Impactos da urbanização de bacias. Reservatórios urbanos (bacias de detenção). Técnicas de construção de baixo impacto. Gerenciamento integrado das águas urbanas. Bibliografia Básica: Carlos E. Tucci (org). Hidrologia Ciência e Aplicação. Editora da Universidade e ABRH, 3ed, 2000. Paiva, J.B.D e Paiva, E.M.C D (Org.), Hidrologia Aplicada á Gestão de Pequenas Bacias Hidrográgicas, Porto Alegre, ABRH, 628p, 2003. Urban hydrology for small watersheds / The United States Soil Conservation Service. Washington, D.C: Water Resources, 1986, 162p. CV084 - Gerenciamento de Risco de Inundações OF:S-6 T:002 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Definições básicas de riscos econômicos, sociais e ambientais. Avaliação de riscos de inundação: chuvas, rompimento de obras e avanço de marés. Princípios de gerenciamento do risco de inundações: planejamento ambiental, alerta, seguros e cobranças. Bibliografia Básica: Antonio Marozzi Righetto. Hidrologia e Recursos Hídricos. EESCUSP [Projeto REENGE]. 1998 Batista, JAN. NOTAS DE AULA (disponível no TELEDUC) Carlos E. Tucci (org). Hidrologia Ciência e Aplicação. Editora da Universidade e ABRH, 3ed, 2000. CV085 - Tópicos em Recursos Hídricos, Energéticos e Ambientais I OF:S-6 T:003 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: A ementa desta disciplina será definida por ocasião de seu oferecimento. CV086 - Tópicos em Recursos Hídricos, Energéticos e Ambientais II OF:S-6 T:002 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: A ementa desta disciplina será definida por ocasião de seu oferecimento. CV087 - Posicionamento Geodésico por Satélite OF:S-6 T:001 P:000 L:001 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Posicionamento por satélite, método fotográfico, sistema laser, altimetria por radar. Sistemas Geodésicos de referência: sistema cartesiano terrestre, sistema cartesiano celeste, catálogo celeste de coordenadas e catálogo terrestre de coordenadas (IRTF). O sistema GNSS: estrutura dos satélites e dos sinais. Medições com os códigos. Uso da fase de batimento da portadora. O problema da ambiguidade: métodos de resolução. Combinação Linear das medições de fase nas duas portadoras. O GNSS e a altimetria. Bibliografia Básica: MONICO, João Francisco Galera. Posicionamento pelo NAVSTAR-GPS: descrição, fundamentos e aplicações. Sao Paulo: Ed. da UNESP, 2004. SEEBER, Gunter. Satellite geodesy: foundations, methods and applications. Berlin: Walter de Gruyter, 1993. ARONOFF, Stan. Geographic Information Systems: A Managemente Perspective. WDL Publications, 1995. HOFMANN-WELLENHOF, B. Global positioning system: theory and practice. Edição: 5th rev. ed. Wien : New York : Springer-Verlag, 2001. LEICK, ALFRED. GPS satellite surveying . New York : Wiley-Interscience, 1995. MAGUIRE, MICHAEL F. GOODCHILD AND DAVID W. RHIND. Geographical information systems : principies and applications. Harlow: Longman Sei &Techn, 1991. SILVA, Ardemirio de Barros. Sistemas de informações geo-referenciadas: conceitos e fundamentos. Campinas: Ed. da Unicamp, 1999. 68 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ WOLF, Paul R. Elementary Surveying: an introduction to geomatics. Upper Saddle River, NJ: Prentice-Hall, 2002. CV088 - Sistema de Informação Geográfica OF:S-6 T:001 P:000 L:002 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Conceitos básicos. Tópicos de Geodésia. Sistema de projeções cartográficas - Sistema de projeção UTM. Etapas para implantação de um SIG (fontes de dados, componentes de um SIG, geocodificação, base cartográfica, banco de dados). Aplicações temáticas. Bibliografia Básica: ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas - NBR 14.166, Janeiro de 1998, 36p. ARONOFF, Stan. Geographic Information Systems: A Managemente Perspective. WDL Publications, 1995. CÂMARA, Gilberto et al. Anatomia de Sistemas de Informação Geográfica. Instituto de Computação. 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SIG : uma plataforma para introdução de técnicas emergentes no planejamento urbano, regional e de transportes : uma ferramenta 3 D para análise ambiental urbana, avaliação multicritério, redes neurais artificiais. São Carlos, SP : Ed. dos Autores, 2004. Moura, Ana Clara Mourão. Geoprocessamento na gestão e planejamento urbano. Belo Horizonte: Ed. da autora, 2003. xvi. 294p. Sensoriamento remoto e SIG : novos sistemas sensores : métodos inovadores / versão brasileira atualizada organizada por Thomas Blaschke &, Hermann Kux. — São Paulo : Oficina de Textos, 2005. CV089 - Cartografia Digital OF:S-6 T:002 P:000 L:001 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Evolução da cartografia. Projeções cartográficas. Classificação das projeções. Sistema de projeção UTM. Fotogrametria. Sensoriamento Remoto. Cartografia Digital, sistemática e temática. Bibliografia Básica: Fitz, Paulo Roberto. Geoprocessamento sem complicação. São Paulo : Oficina de Textos, 2008. MONICO, João Francisco Galera. Posicionamento pelo NAVSTAR-GPS: descrição, fundamentos e aplicações. Sao Paulo: Ed. da UNESP, 2004. SEEBER, Gunter. Satellite geodesy: foundations, methods and applications. Attilio Antonio Disperati. Fotografias aéreas inclinadas .Curitiba : Ed. da UFPR, 1995. 113p. José Bittencourt de Andrade. Fotogrametria. Curitiba ; SBEE, 1998. 258 p. Ramos, Cristhiane da Silva. Visualização cartográfica e cartografia multimídia: conceitos e tecnologias. São Paulo: Editora UNESP, 2005. Liu, William Tse Homg. Aplicações de sensoriamento remoto. Campo Grande : Ed. UNIDERP, 2006. 908 p J. Moura Filho. Elementos de Cartografia: Técnica e Histórica, vol I: Belém: Falangola, 1993. 306 p. J. Moura Filho. Elementos de Cartografia: Técnica e Histórica, vol II: Belém: Falangola, 1997. 69 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ 284 p. Carlos Loch. A interpretação de imagens aéreas : noções básicas e algumas aplicações nos campos profissionais. 4. ed. - Florianópolis : Ed. da UFSC, 2001. 118p CV090 - Cadastro Técnico Multifinalitário OF:S-6 T:001 P:000 L:001 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Noções Básicas (NBR 14.166). Cadastro urbano. Rede de referência Cadastral. Conceitos básicos de SIG e sua aplicação em cadastro urbano. Base cartográfica. Métodos para levantamento cadastral. Problemas de locação. Cartografia digital versus Sistemas de Informação Geográfica (SIG). Bibliografia Básica: Fitz, Paulo Roberto. Geoprocessamento sem complicação. São Paulo : Oficina de Textos, 2008. MONICO, João Francisco Galera. Posicionamento pelo NAVSTAR-GPS: descrição, fundamentos e aplicações. Sao Paulo: Ed. da UNESP, 2004. SEEBER, Gunter. Satellite geodesy: foundations, methods and applications. Attilio Antonio Disperati. Fotografias aéreas inclinadas .Curitiba : Ed. da UFPR, 1995. 113p. José Bittencourt de Andrade. Fotogrametria. Curitiba ; SBEE, 1998. 258 p. Ramos, Cristhiane da Silva. Visualização cartográfica e cartografia multimídia: conceitos e tecnologias. São Paulo: Editora UNESP, 2005. Liu, William Tse Homg. Aplicações de sensoriamento remoto. Campo Grande : Ed. UNIDERP, 2006. 908 p J. Moura Filho. Elementos de Cartografia: Técnica e Histórica, vol I: Belém: Falangola, 1993. 306 p. J. Moura Filho. Elementos de Cartografia: Técnica e Histórica, vol II: Belém: Falangola, 1997. 284 p. Carlos Loch. A interpretação de imagens aéreas : noções básicas e algumas aplicações nos campos profissionais. 4. ed. - Florianópolis : Ed. da UFSC, 2001. 118p CV091 - Flexo-Torção em Elementos de Estruturas Metálicas OF:S-6 T:001 P:001 L:000 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Introdução à teoria de torção de barras e à teoria de flexo-torção, conceitos básicos, equação diferencial da peça de seção delgada, exemplos numéricos, o efeito da não linearidade geométrica, barras comprimidas axialmente, barras flexo-comprimidas, efeito da flexo-torção na flexão de barras, efeito de flexo-torção na compressão de barras, efeito da flexo-torção em barras flexo-comprimidas. Bibliografia Básica: Salmon, C G., Johnson, J. E., Steel Strutures - Design and Behavior, 4th Edition, New York, Harper Collins College Publishers, 1996. Vlassov, B. Z., Pieces Longues en Voiles Minces, Editiones Eyrolles, Paris, France, 1962. Palermo Júnior, L, Esforços de Flexão e Flexo-Torção em Teoria de Segunda Ordem, São Carlos, Escola de Engenharia de São Carlos - USP, 1985, 151 p. Primo, M. T., O Efeito dos Apoios Elásticos em Barras Longas de Seção Delgada Aberta, Campinas, Faculdade de Engenharia Civil, Unicamp, (Dissert. Mestrado), 1996, 139p. Palermo Júnior, L, A Numerical Formulation to Analyze Thin Walled Bars With an Open Cross Section on an Elastic Foundation, XVII Congresso Ibero Latino Americano sobre Métodos Computacionais para Engenharia/PADOVA 96, Pádua, Itália, 1996 Palermo Júnior, L, Primo, M.T., Biaxial Bending of Open Cross Section Beams under the Influence of a Continuous Elastic Foundation, V Pan American Congress of Applied Mechanics, Puerto Rico, 1997. 70 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ CV900 Sistemas Prediais, Hidráulico-Sanitários e Gás II OF:S-2 T:002 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Sistemas de detecção e alarme, de combate a incêndios com chuveiros automáticos e combate a incêndios com gás carbônico: conceituação geral, critérios de projeto e normalização. Bibliografia Básica: Apostilas do curso/notas de Aula Normas Brasileiras: NBR 9441/98 – Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio. NBR 10897/03 – Proteção contra incêndio por chuveiro automático. NBR 16401-Parte 1: Instalações de Ar Condicionado – Sistemas Centrais e Unitários. Projeto das Instalações NBR 16401-Parte 2: Instalações de Ar Condicionado – Sistemas Centrais e Unitários. Parâmetros de Conforto Térmico NBR 16401-Parte 3: Instalações de Ar Condicionado – Sistemas Centrais e Unitários. Qualidade do Ar Interior Especificações para instalações de proteção contra incêndio – Decreto Estadual nº 66.076, DE 31 DE AGOSTO DE 2001. Manual de Fundamentos de Bombeiros. Policia Militar do Estado de São Paulo. 1ª Edição SEITO, Alexandre Itiu, et al “A Segurança contra incêndio no Brasil” São Paulo: Projeto Editora, 2008. Empacotando Sistemas Prediais – CD ROM da Série Empacotando Edifícios. Outros documentos, a serem fornecidos pela professora ao longo do semestre. CV901 Qualidade de Projetos OF:S-6 T:001 P:002 L:000 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Planejamento do projeto e desenvolvimento. Entradas de projeto e desenvolvimento. Saídas de projeto e desenvolvimento. Análise crítica de projeto e desenvolvimento. Verificação de projeto e desenvolvimento. Validação de projeto e desenvolvimento. Controle de alterações de projeto e desenvolvimento. Bibliografia Básica: CARPINETTI, L. C. R.; MIGUEL, P. A. C.; GEROLAMO, M.C. “Gestão da Qualidade” ISSO 9001: 2008 Princípios e Requisitos. 2ª ed., São Paulo: Editora Atlas, 2009. P. 110. SILVA, Maria Angélica Covelo; SOUZA, Roberto de. “Gestão de Processo de Projeto de Edificação”. 1ª ed. São Paulo: O Nome da Rosa, 2003, 181 p. FORMOSO, Carlos Torres (Org); PITHAN, Denise (Ed.) “Gestão de Qualidade na Construção Civil : estratégias e melhorias de processos em empresas de pequeno porte”. Porto Alegre: UFRGS/PPGEC/NORIE, 2001. (Relatório de Pesquisa). CV902 Integração de Projeto CAD OF:S-2 T:000 P:000 L:002 O:000 D:001 HS:003 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Moldagem tridimensional de maquete eletrônica arquitetônica e de sistemas estruturais. Introdução a compatibilização tridimensional do projeto arquitetônico estrutural. Detalhamento arquitetônico de anteprojeto. Bibliografia Básica: ELVIN, G. “Integrated Practice in Architeture: Mastering Design-Build, Fast Track, and Building Information Modeling” Wiley, 272p. FISCHER, Martin “Introduction to 4D research” Disponível em http://www.stanford.edu/group/4D/index.shtml acesso em: 25/04/2007. ISSA, R. R. A.; FLOOD, L.; O’BRIEN, W. J. (Ed.) “4D CAD and Visualization in Construction: Development and Applications.” Netherlands: A. A. Balkema Publishers, 2003. 287p. SILVA, M. A. C.; SOUZA, R. DE: “Gestão de projeto de edificação.” São Paulo: O Nome da Rosa, 2003, 181p. CV903 Gestão Financeira, Econômica e Riscos de Empreendimentos OF:S-2 T:002 P:000 L:001 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% 71 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ Ementa: Os sistemas de decisão na Empresa. Programação e Controle. Análise da Viabilidade Técnica, Financeira, Econômica, e de Riscos de Empreendimentos. Estudos de casos. A inflação e seus efeitos no planejamento. Incidências de Impostos. Bibliografia Básica: HIRSCHFIELD, H. “Engenharia econômica e análise de custos” 6ª ed. São Paulo: Atlas, 1998. 408p. (para acompanhamento das atividades relacionadas ao módulo de planejamento econômicofinanceiro). NEWMAN, D. G.; LAVELLE, J. P. “Fundamentos de engenharia econômica” 1ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1998. 359p. (para acompanhamento das atividades relacionadas ao módulo de planejamento econômico-financeiro). PMIMG, “Universo do conhecimento em gerência de projetos (PMBoK)” Belo Horizonte, 2000. 151p Tradução do PMBoK 2000 (manual de gerenciamento do PMI, versão provisória em português) ROCHA LIMA JUNIOR, J. “Gerenciamento na construção civil: uma abordagem sistêmica”. EPUSP, São Paulo, Boletim Técnico, BT-27/90. 1990. (trabalho sobre a visão sistêmica do gerenciamento na construção civil). ROCHA LIMA JUNIOR, J “Fundamentos de planejamento financeiro para o setor da construção civil” São Paulo, Texto Técnico – Escola Politécnica da USP, 1995. (texto complementar às aulas de planejamento econômico e financeiro) ROCHA LIMA JUNIOR, J “Análise de investimentos: princípios e técnicas para empreendimentos do setor da construção civil” São Paulo: Texto Técnico – Escola Politécnica da USP, 1993 (texto de apoio para decisões sobre investimentos na construção civil). CV904 Qualidade na Construção OF:S-6 T:002 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Conceitos da Qualidade Total; a qualidade no ambiente de trabalho; ferramentas da qualidade; facilitadores da qualidade; metodologia da análise e solução de problemas; a qualidade em função da interação do material de construção, da mão-de-obra e da técnica construtiva utilizada em projetos e obras de engenharia civil. Bibliografia Básica: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ISSO 9001. Rio de Janeiro. 2001. CAMPOS, Vicente Falcone, TQC – Controle da Qualidade Total (no estilo japonês) Belo Horizonte: Fundação Cristiano Ottoni, Escola de Engenharia da UFMG, 1994. (Rio de Janeiro: Bloch Editores). CROSBY, Philip B. “Qualidade é investimento”. Traduzido por Áurea Weissenberg, 3 ed. Rio de Janeiro: José Olímpio, 1998. DEMING, W. Edwards.“Qualidade: a revolução da administração”. Tradução de Clave Comunicações e Recursos humanos. Rio de Janeiro: Marques – Saraiva, 1990. 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FUNDAÇÃO PARA O PRÊMIO NACIONAL DA QUALIDADE “Critérios de excelência 2004” São Paulo, 2004. 72 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ CV906 Projeto e Construção Sustentável OF:S-1 T:002 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Desenvolvimento sustentável. Agenda 21 para a construção sustentável. Projeto e arquitetura sustentável. Construção sustentável. Tecnologias para a sustentabilidade. Análise de ciclo de vida. Metodologias para avaliação ambiental. Avaliação da sustentabilidade de edifícios. Bibliografia Básica: BALDWIN, R.; YATES, A.; HOWARD, N.; RAO, S. “BREEAM 98 for offices: an environmental assessment method for office buildings”. BRE Report. Garston, CRC. 1998. 36p. CRISP NETWORK. “Construction-related sustainability indicators” CRISP Newsletter, n.1. 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Editora Dunas, Rio Grande, 2003 FUSCO, P.B. Técnicas de armar as estruturas de concreto. Pini, São Paulo, 1995. MACGREGOR,J.G. Reinforced concrete - Mechanics and design. 3a ed. Upper Saddle River, Ed. Prentice Hall, 1977. LEONHARDT,F.; MONNING,E. Construções de concreto. Vol.2: Casos especiais de dimensionamento de estruturas de concreto armado. Interciência, Rio de Janeiro, 1978. LEONHARDT,F.; MONNING,E. Construções de concreto. Vol.3: Princípios básicos sobre armação de estruturas de concreto armado. Interciência, Rio de Janeiro, 1978 CV911 Projeto Estrutural de Edifício de Concreto Armado OF:S-1 T:001 P:002 L:000 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Arranjos estruturais, lançamentos da estrutura e carregamentos básicos. Cálculo tridimensional dos esforços com auxílio de programas computacionais. Verificação, dimensionamento e detalhamento de todos os elementos da estrutura. Bibliografia Básica: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – NBR-6118:2003 Projeto de estruturas de concreto - Procedimento. Rio de Janeiro, 2003. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - NBR-8681:2003 Ações e Segurança nas Estruturas. Rio de Janeiro, 2003. ARAÚJO, J.M. – Curso de Concreto Armado. Vol.4. Editora Dunas, Rio Grande, 2003 FUSCO, P.B. Técnicas de armar as estruturas de concreto. Pini, São Paulo, 1995. MACGREGOR,J.G. Reinforced concrete - Mechanics and design. 3a ed. Upper Saddle River, Ed. Prentice Hall, 1977. LEONHARDT,F.; MONNING,E. Construções de concreto. Vol.2: Casos especiais de dimensionamento de estruturas de concreto armado. Interciência, Rio de Janeiro, 1978. LEONHARDT,F.; MONNING,E. Construções de concreto. Vol.3: Princípios básicos sobre armação de estruturas de concreto armado. Interciência, Rio de Janeiro, 1978 CV912 Estruturas Metálicas Compostas por Chapas Dobradas OF:S-1 T:001 P:001 L:000 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Introdução. Estabilidade de elementos comprimidos. Peças comprimidas axialmente. Vigas fletidas. Ligações. Bibliografia Básica: Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, “ NBR14762/2010 - Dimensionamento de estruturas de aço constituídas por perfis formados a frio”. Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, “ NBR6355/2003 - Perfis Estruturais de Aço Formados a Frio”. Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, “ NBR6123/1988 – Forças devidas ao vento em edificações. American Iron and Steel Institute, “Cold-Formed steel design manual - LRFD”, AISI, 1996. 74 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ Yu, W.W., “ Cold-formed steel design ”, Third Edition, Wiley, NY, 2000. 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GR-006-100 Projetos de Estruturas Metálicas para Edifícios Industriais com Ponte Rolante 2008 - (Apostila – FEC/UNICAMP). Dario, M. CV914 Ações e Segurança das Estruturas OF:S-6 T:002 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Segurança: conceito, métodos determinísticos, métodos semi-probabilísticos. Método dos estados limites. Classificação das ações em estruturas, carregamentos, combinações últimas e combinações de serviço. Ações devidas ao vento em edificações. Bibliografia Básica: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS “Ações e segurança nas estruturas” NBR 8681. Rio de Janeiro, 2003. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS “Cargas para o cálculo de estruturas de edificações” NBR 6120. Rio de Janeir, 1980. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS “Forças devidas ao vento em edificações” NBR 6123. Rio de Janeiro. 1987 FERNANDES, G. B. “EC 601 – Ações e segurança das estruturas” Notas de aulas. Segunda Parte (P-GR-601-200) Faculdade de Engenharia Civil/UNICAMP, 1997. SILVA, M. C. A. T.; PEREIRA J. M. B.; PALERMO JR., L “EC 601 – Ações e segurança das estruturas” Ações, carregamentos e combinações – Notas de aula (P-GR-601-700).Faculdade de Engenharia Civil/UNICAMP, 2004. PITTA, J. A. A. “Ações devidas ao vento em edificações” Universidade Federal de São Carlos, Editora da UFSCar. CV915 Complementos de Teoria das Estruturas OF:S-6 T:001 P:000 L:001 O:001 D:000 HS:003 SL:002 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Aplicação do método dos elementos finitos (MEF) em análise estrutural utilizando softwares comerciais. Considerações sobre as diversas fases de análise: pré-processamento, processamento e pós-processamento. Estudos das bibliotecas de elementos disponíveis nos softwares em estudo e suas aplicações. Aplicação dos softwares na moldagem de um edifício padrão: carregamentos a considerar, análise dos esforços, combinações de resultados. Cuidados no uso indevido do MEF e das opções de modelagem. Bibliografia Básica: Nam-Ho Kim, Bhavani V. Sankar, "Introduction to Finite Element Analysis and Design" Wiley, ISBN-13: 978-0470125397. Thomas J. R. Hughes, "The Finite Element Method: Linear Static and Dynamic Finite Element Analysis" (Dover Civil and Mechanical Engineering). ISBN-13: 978-0486411811 Saeed Moaveni, "Finite Element Analysis Theory and Application with ANSYS (3rd Edition)" Prentice Hall, ISBN-13: 978-0131890800. 75 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ J.N. Reddy, "Theory and Analysis of Elastic Plates and Shells," Second Edition. CRC Press. ISBN-13: 978-0849384158 Richard L. Burden, "Numerical Analysis," Brooks Cole, ISBN-13: 978-0538733519. CV916 Introdução ao Método dos Elementos Finitos OF:S-1 T:001 P:001 L:000 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Introdução. Fundamentos essenciais. Processo dos deslocamentos. Estruturas de barras. Estruturas contínuas de superfície. Programação para computador. Panorama sobre a aplicabilidade do método à problemas de Engenharia. Bibliografia Básica: Método dos elementos finitos - Primeiros passos; Assan; Editora Unicamp, 2003. Finite element procedures; Bathe; Prentice Hall, 1995. Concepts and applications of finite element analysis; Cook, Malkus, Plesha; Wiley, 1989. Métodos energéticos e análise estrutural; Assan; Editora Unicamp, 1996. CV917 Projeto de Estruturas de Concreto Armado Assistido por Computador OF:S-6 T:000 P:000 L:002 O:001 D:000 HS:003 SL:002 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Lançamento da estrutura e análise estrutural. Avaliação estrutural incluindo durabilidade, estabilidade global e estados limites de serviço. Obtenção de esforços em estado limite último para o dimensionamento. Bibliografia Básica: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – NBR-6118:2003 Projeto de estruturas de concreto - Procedimento. Rio de Janeiro, 2003. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - NBR-8681:2003. Ações e Segurança nas Estruturas. Rio de Janeiro, 2003. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - NBR-6120. Cargas para cálculo de estruturas e edificações. Rio de Janeiro, 1980. Araújo, J.M. Projeto Estrutural de Edifícios de Concreto Armado – Rio Grande: Dunas, 2004. 1. Ed. CAD/TQS. Sistemas computacionais de engenharia estrutural - EPP edificações de pequeno porte .São Paulo,SP,2003. CAD/TQS. Sistemas computacionais de engenharia estrutural - manual do usuário.São Paulo,SP,2003. CAD/TQS. Sistemas computacionais de engenharia estrutural - manual de comandos e funções gerais. SãoPaulo,SP,2003. CAD/TQS. Sistemas computacionais de engenharia estrutural - manual de exemplos passo a passo. São Paulo, SP, 2003. BITTENCOURT, T.N.; FRANÇA, R.L.S. (2001). Exemplo de um projeto completo de edifício de concreto armado. Programa de Especialização em Estruturas, Escola Politécnica da USP, São Paulo. ALVA, G.M.S (2007) CONCEPÇÃO ESTRUTURAL DE EDIFÍCIOS EM CONCRETO ARMADO – Disciplina ECC1008 - Universidade Federal de Santa Maria. CV918 Estruturas em Situação de Incêndio OF:S-6 T:002 P:000 L:000 O:001 D:000 HS:003 SL:002 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: O incêndio padrão. Curvas temperatura-tempo padronizadas. O incêndio natural. O modelo do incêndio e a temperatura na estrutura. Segurança das estruturas em situação de incêndio. Comportamento das estruturas de aço, concreto e madeira em situação de incêndio. Métodos simplificados de dimensionamento. Bibliografia Básica: AMERICAN SOCIETY TESTING AND MATERIALS. ASTM E - 119 -a. Standard Test Methods for Fire Tests of Building Constructions and Material – West Conshohocken (USA), 2000. 76 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14432: Exigências de Resistência ao Fogo de Elementos Construtivos de Edificações. Procedimento. Rio de Janeiro, 2000. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 15200: Projeto De Estruturas de Concreto em Situação de Incêndio. NBR 15200. Rio de Janeiro, 2004. CUOGHI, R.S. Aspectos de Análise de Riscos das Estruturas de Concreto em Situação de Incêndio. Dissertação (Mestrado). Escola de Politécnica da Universidade do Estado de São Paulo. São Paulo, 2007. ISO 834-1 – “Fire-resistance tests – Elements of Building Construction - Part 1: General Requirements” - International Standard, Genéve, 1999. LEITE JR., G. 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RAMALHO, M.A.; CORRÊA. R.S.M. Projeto de Edifícios de Alvenaria Estrutural. São Paulo, PINI, 2003. SANCHEZ FILHO, E.S. Alvenaria Estrutural – Novas Tendências e de Mercado. Rio de Janeiro, Interciência, 2002. CV920 Geomática OF:S-6 T:002 P:000 L:001 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Geodésia: geométrica, física e espacial. Sistemas de projeções cartográficas. Posicionamento por satélite. Fotogrametria, sensoriamento remoto, sistema de informações geográficas. Bibliografia Básica: AMERICAN SOCIETY OF PHOTOGRAMMETRY - MANUAL OF HOTOGRAMMETRY. ISPRS, 1980. CAMPBELL, James B. Introduction to remote sensing. London: Taylor and Francis, 1996. CURRAN, PAUL J., Principies of remote sensing. New York: Longman Sci. & Techn., 1988. LEICK, ALFRED. GPS satellite surveying . New York : Wiley-Interscience, 1995. L1LLESAND, Thomas M. Remote sensing and image interpretation. New York: John Willey & Sons, 1987. MONICO, João Francisco Galera. 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Esforços na plataforma. Equipamentos complementares de via. Construção de uma via nova. Manutenção da via férrea. Bibliografia Básica: BRINA, H. “Estradas de Ferro”. Vol I e II LTC, Rio de Janeiro, 1979. CHANDRA, S.; AGARWAL, M.M. Railway Engineering. Oxford University Press. New Delhi . 2009. ESVELD, C. “Modern Railway Track MRT Productions. Duisburg. Germany.1989/Netherland 2002. FASTENRATH, Fritz “Railway Track – Theory and Practice. Tradução de Walter Grant. Frederick Ungar Publishing Co. New York 1977 Lichtberger, B. Track Compedium Formation. Permanent Way, Maintenance, Economics. Eurailpress. Hanburgo.2005. Pita, A.L.. Infraestructuras Ferroviarias. Editions UPC. Barcelona.2006. CV922 Serviços Logísticos: Gestão e Projeto OF:S-1 T:003 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: O contexto e a importância da logística no cenário atual brasileiro e internacional. Conceitos básicos de logísticas e caracterização dos principais componentes da Cadeia Logística. A gestão dos sistemas logísticos como diferencial competitivo. Qualidade e produtividade nos Serviços Logísticos. Administração de materiais. O transporte como componente da Cadeia Logística. A armazenagem e a movimentação de materiais como componente da Cadeia Logística. O fluxo de informações. A Estrutura Organizacional e Recursos Humanos nos Sistemas Logísticos. As Tendências dos Sistemas Logísticos. Bibliografia Básica: BALLOU, R. H. “Business Logistics Management” 3rd ed. Prentice Hall, USA 1992. BALLOU, R. H “Logística Empresarial”. Atlas, 1993, São Paulo (Livro Texto) BOWERSOX, D. J.; CLOSS, D. J. Logistical Management: the integrate supply. Chain Process. McGraw-Hill, 1996, New York. FONTES LIMA, O.Jr. “Qualidade em Serviços de Transportes” Tese de Doutorado.EPUSP, 1995. São Paulo. ROBESON, J. F.; COPACINO W.C. “The Logistics Handbook” The Free Press. 1994, New York. CV923 Geotecnia III OF:S-2 T:002 P:001 L:000 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Fluxo de água nos solos. Barragens. Cortinas e escoramento. Bibliografia Básica: Das, B. M. Fundamentos de Engenharia Geotécnica. Thomson Learning, 2007. Souza Pinto, C. Curso Báxico de Mecânica dos Solos, Terceira Edição. Oficina de Textos, 2006. Cedergren, H.R. Seepage, Drainage and Flow Nets. John Wiley, 1969. Bowles, J. E. Foundation Analysis and Design. McGraw Hill, 1977. US Bureau of Reclamation. Design of Small Dams. USA, 1973. CV924 Complementos de Fundações OF:S-6 T:001 P:002 L:000 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Fundações especiais. Provas de carga instrumentada. Técnicas de instrumentação em fundações. Ensaios especiais de campo. Análise da curva carga X recalque. Comportamento ao carregamento lateral e tração. Previsão de recalques. Probabilidade de ruína em engenharia de fundações. Estacas de compactação. Patologia e reforço de fundações. Bibliografia Básica: 78 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ A.B.E.F. Manual de especificações de produtos e procedimentos. São Paulo: Editora PINI. 282p. ALONSO, U.R.: Dimensionamento de Fundações Profundas, São Paulo, Editora Edgar Blücher Ltda., 1989, 169 p.BOWLES, J.E. - Foundation Analysis e Design, Singapure, McGraw-Hill Ed, 1988, 1004p. CINTRA, J.C.A. & ALBIERO, J.H. : Capacidade de Carga de Estacas, Apostila, 1985, EESC-USP. CINTRA, lC.A; AOKI, N.. Carga admissivel em fundações profundas. 1999, EESCUSP. 61p. GONÇALVES, C.; ANDREO, C.S.; BERNARDES, G.P.; FORUNATO, S.G.S. Controle de fundações profundas através de métodos dinâmicos. São Paulo. 251p. HACHICH, W; FALCONI, F. F.; SAES, 1L.; FROTA, R. G. Q.; CARVALHO, C. S. & NIYAMA, S. : Fundações Teoria e Prática, São Paulo, Pini, 1996, 751p. MIUTITSKY, J.; CONSOU, N.C.; SCHNAID, F. Patologia das Fundações. São Paulo: Oficina de Textos, 2005. 205p. SCHNAID, F. Ensaios de campo e suas aplicações à engenharia de fundações. São Paulo: Oficina de Textos, 2000. 189p. SOARES, V.B.; SOARES, W.c.; Estacas de compactação - melhoramento de solos arenosos com estacas de compactação. João Pessoa: Editora Paraibana, 2003. 176p. VELLOSO, D.A. & LOPES, F.R. Fundações - fundações profundas. Editora COPPE, 2002, 472p. CV925 Terminais de Transporte OF:S-6 T:002 P:001 L:000 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Conceituação geral. Localizações. Modelos de representação de fluxos e acúmulos. Acessos viários. Conceitos básicos quanto à forma de interfaces e layout interno. Terminais de passageiros. Terminais de carga na cadeia logística. Movimentação e armazenagem. Bibliografia Básica: ASHFORD, N.; WRIGHT P.H. Airport Engineering. 3rd.Ed. John Wiley e Sons. 1992. MORLOK, E.K. Introduction of Transportation Engineering and Planning. McGraw-HillKogakusha,Ltd.1988. CV926 Apoio à Tomada de Decisão OF:S-6 T:002 P:001 L:000 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Análise custo-benefício. Avaliação de impacto ambiental. Análise multicritério. Estruturação de problemas. Métodos de avaliação multicritério. Bibliografia Básica: Bana e Costa, C.A., Silva, F.N., Vansnick, J.C. 2001. Conflict dissolution in the public sector: a case-study. European Journal of Operational Research 130 (2) 388-401. Belton, V., Stewart, T.J. 2002. Multiple criteria decision analysis: an integrated approach. Kluwer Academic Publishers, Norwell. Bouyssou, D., Marchant, T., Pirlot, M., Perny, P., Tsoukiàs, A., Vincke, P., 2000. Evaluation and decision models: a critical perspective. Kluwer Academic Publishers, Norwell. Bouyssou, D., Marchant, T., Pirlot, M., Tsoukiàs, A. and Vincke, P. 2006. Evaluation and decision models with multiple criteria: stepping stones for the analyst. Springer. Ensslin, L., Montibeller Neto, G., Noronha, S. M. 2001. Apoio à decisão: metodologias para estruturação de problemas e avaliação multicritério de alternativas. Insular, Florianópolis. Hammond, J. S., Keeney, R. L., Raiffa, H. 2004. Decisões inteligentes. Elsevier, Rio de Janeiro. Keeney, R.L. 1992. Value-focused thinking: a path to creative decisionmaking. Harvard University Press, Cambridge. Roy, B., Bouyssou, D. 1993. Aide multicritère à la décision: méthodes et cas. Economica, Paris. 79 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ CV927 Engenharia de Tráfego OF:S-6 T:002 P:001 L:000 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Conceito de tráfego. Teorias do fluxo de tráfego. Capacidade e níveis de serviço em vias expressas, ruas e avenidas. Canalização e sinalização viária. Semáforos e sua coordenação. Esquemas de circulação viária. Estudos de acidentes. Organização de um departamento de trânsito. Papel do engenheiro no planejamento e gerenciamento do tráfego. Bibliografia Básica: TRANSPORTATION RESEARCH BOARD – “Highway Capacity Manual 2000” Manuais dos softwares SIDRA, HCS e TRANSYT. GOLD, P. A. “Segurança de Trânsito – Aplicações de Engenharia para Reduzir Acidentes” Banco Interamericano de Desenvolvimento, 1998. Notas de Aula do Professor. CV928 Laboratório de Aprendizagem em Logística e Transportes OF:S-6 T:002 P:000 L:001 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Conceitos de estatística, pesquisa operacional e modelagem em sistemas logísticos e de transportes. Modelagem de demanda de transportes. Estudos de engenharia de tráfego. Modelagem da oferta de transportes, ciclos de viagens, função de produção e demais conceitos tanto para terminais multimodais quanto para frotas dos diferentes modais. Análise de competitividade entre modos de transporte tanto de passageiros quanto de cargas. Avaliação operacional de sistemas logísticos e de transportes segundo uma visão sistêmica. Bibliografia Básica: Krajewski, L. J. e Ritzman, L. P. Operations Management: Strategy and Analysis, Addison-Weslwy Pub, 4 ed USA Ballou, R. H. Business Logistics Management 5 ed, Prentice Hall, USA, 2000. Richardson, A Ampty, E e Meyburg, A Survey Methods for Transport Planning, Eucalyptus Press, 1995, USA. Greenshields, B e Weida, F. Statistics with applications to Highway Traffic Analyses, ENO, 1978, USA. CET, Boletim 31 Pesquisas e Levantamentos de Tráfego 1982 São Paulo ISSN 0101-3513 Cooper, D e Schindler, P Métodos de Pesquisa em Adminsitração, 7 ed Bookman 2003. CV929 Transporte Público Urbano OF:S-6 T:002 P:001 L:000 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Introdução. História de transporte urbano e da evolução das cidades. Modos de transporte urbano: coletivo e individual. Qualidade e eficiência. Integração. Linhas e redes. Planejamento e programação da operação. Controle da operação. Levantamento e pesquisas. Pontos de parada e estações (terminais). Sistema viário: geometria e priorização. Pagamento da passagem e controle de acesso. Informações aos usuários. Custos e tarifas. Avaliação de projetos e de sistemas de transporte público urbano. Legislação brasileira. Planejamento e gestão. Empresas operadoras. Transporte público e urbano. Bibliografia Básica: ANTP – Associação Nacional de Transportes Públicos. Transporte Humano – cidades com qualidade de vida. 1997. ARIAS, César et al. Manual de BRT - Bus Rapid Transit: Guia de Planejamento. Brasília/df: Ministério Das Cidades, 2008. 883 p. (----). ----. Disponível em: <www.cidades.gov.br>. Acesso em: 08 mar. 2012. BRASIL. Ministério Das Cidades. Secretaría Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana. Coleção Brasil Acessível, 2007. Disponível em: <www.cidades.gov.br>. Acesso em: 08 mar. 2012. EBTU - Empresa Brasileira dos Transportes Urbanos. Sistema local de transportes urbanos, diversos volumes. Brasília, 1986. FERRAZ, A. C. P.; Torres, I. G. E. Transporte Público Urbano. Editora Rima. São Carlos, 2001. GEIPOT-Empresa Brasileira de Planejamento dos Transportes. Cálculo de tarifas de ônibus urbanos, 2a edição. Brasília, 1996. 80 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ MORLOK, E. K. Introduction to transportation engineering and planning. Editora McGraw-Hill.New York, 1978. TRB-Transportation Research Board. Highway Capacity Manual. Special Report. Washington, D.C., 2000. VUCHIC, V. R. Urban Public Transportation - Systems and Technology. Editora Prentice-Hall. New Jersey, 1981. CV930 Práticas e Projetos em Drenagem Urbana OF:S-1 T:002 P:001 L:000 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Equação de chuvas intensas. Inundações urbanas. Sistema de drenagem de águas pluviais. Elementos constitutivos da micro e macro-drenagens urbana. Impacto da urbanização no escoamento. Planejamento de sistemas de Drenagem Urbana. Emprego de técnicas compensatórias em drenagem urbana. Gerenciamento do Controle de Inundações. Medidas de Controle do Escoamento. Métodos Determinísticos e Probabilísticos para a Previsão de Vazões de enchentes urbanas. Erosão urbana e produção de sedimentos. Projeto de Micro e Macro Drenagens. Bibliografia Básica: CETESB (1986) “Drenagem urbana: Manual de projeto”. São Paulo, CETESB. TUCCI, C. E. M.; MARQUES, D. M. L. da M. (Organizadores) (2000) – “Avaliação e controle da drenagem urbana” Porto Alegre – RS. UFRGS. WILKEN, P. S. (1978) Engenharia de Drenagem Superficial. São Paulo, CETESB. TUCCI, C. E. M.; PORTO, R. L. L. e BARROS, M. T. de (1995) – Drenagem Urbana. Porto Alegre. ABRH/UFRGS. Coleção ABRH de recursos hídricos; v.5. CV932 Engenharia Hidráulica Aplicada a Sistemas de Transportes Fluidos OF:S-1 T:003 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Fundamentos. Estudo de dispositivos (bombas, válvulas, ventosas, etc.). Emprego de modelos numéricos nas fases de projeto e operação de sistemas de transporte. Estudo de casos em sistemas de abastecimento de água. Bibliografia Básica: TULLIS “Hydraulics of Pipelines: Pumps, Valves, Cavitation, Transients” ALMEIDA, Betâmio de “Estruturas de Controlo”. DVYR “Válvulas” (Bermad) KARASSIK – “Pump Handbook” CV933 Gerenciamento de Recursos Hídricos OF:S-1 T:003 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Gestão de Recursos Hídricos: Conceitos, marco referencial e desenvolvimento sustentável; Legislação para Uso dos Recursos Hídricos: Formas de gestão, organização dos processos e aspectos institucionais; Gerenciamento de Recursos Hídricos no Brasil: Fundamentos, objetivos. Diretrizes e planos da política nacional dos recursos hídricos; Classificação das águas, outorgas e cobrança pela água. Bibliografia Básica: CAMPOS, N.; STUDART, T., “Gestão das Águas” ABRH, Porto Alegre, 2001. DA SILVA, D. D.; PRUSKI, F. F. “Gestão de Recursos Hídricos,” Ministério do Meio Ambiente – Secretária de Recursos Hídricos, Universidade Federal de Viçosa e Associação Brasileira de Recursos Hídricos, Brasília, 2000. MENDES, C. A. B.; CIRILO, J. A. “Geoprocessamento em Recursos Hídricos: Princípios, Integração e Aplicação, ABRH, Porto Alegre, 2001. SETTI, A. A. et al “Introdução ao Gerenciamento em Recursos Hídricos” Agência Nacional das Águas, Brasília, 2001. SILVA, P. A. R.; AZEVEDO, F. Z.; ALVAREZ E. J. S.; LEIS, W. M. S. V. “Água: Quem vive sem?”, FCTH/CT-Hidro (ANA, CNPq/SNRH) São Paulo, 2003. 81 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ SOUSA JUNIOR, W.C., “Gestão das Águas no Brasil” Instituto Educacional de Educação do Brasil: São Paulo, Peirópolis, 2004. CV934 Características Gerais de um Aproveitamento Hidroelétrico OF:S-1 T:002 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Órgãos constitutivos. Linhas piezométricas. Principais fontes de energia. Tipos de aproveitamentos hidroelétricos, sem regularização, com regularização, de acumulação por bombeamento. Demanda de energia. Potência. Tomadas d'água, tipos. Casa de força. Bibliografia Básica: GRISHIN, M. M. “Hydraulic Structures”, Ed Mir, Moscou, 1982. NOVAK, P.; MOFFAT, A. I. B.; NALLURI, C.; NARAYANAN, R. “Hydraulica Structures. Ed E & FN Spon, 1997. SCHREIBER, G. “Usinas Hidrelétricas” Ed. E Blücher, São Paulo, 1978. USBR – “Design of Small Dams” Denver, EUA, 1987. CV936 Impactos Ambientais Resultantes de Obras Hidráulicas OF:S-1 T:002 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Princípios e conceitos sobre impactos ambientais. Avaliação de impacto ambiental: etapas e procedimentos. Impactos no meio físico, biológico e social comuns na implantação e operação de oito tipos de obras hidráulicas: barragens, canalizações, retificações de rios, obras de transposição de rios entre bacias hidrográficas, canais de irrigação, açudes, portos e marinas. Bibliografia Básica: BRIGANTE, J. ESPINDOLA E. G. 2003. “Limnologia Fluvial”: um estudo no rio mogi-guaçu..São Carlos, Editora: Rima. CRUZ, P. T. “100 barragens brasileiras”: casos históricos, materiais de construção e projeto. São Paulo, Editora: Oficina de Textos. ESPINDOLA et al (comissão editorial). “Recursos hidroenergéticos: usos, impactos e planejamento integrado”.Programa de Pós Graduação em Ciências da Engenharia Ambiental.São Carlos, Editora RIMA. IBAMA - INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS 1995. “Avaliação de impacto ambiental: agente sociais, procedimentos e ferramentas, IBAMA, Brasília. JUCHEM, P. A. (Coord.) “MAIA – manual de avaliação de impactos ambientais”.Curitiba: Instituto Ambiental do Paraná/ G. T. Z. 3ª ed. 1999. NORMA, F. et al “Uso e gestão dos recursos hídricos no Brasil: velhos e novos desafios para a cidadania.” São Carlos, Editora: Rima. 2000. SANCHEZ, L. E.; DIAS, E. G. “Avaliação de impacto ambiental.” 2004. Apostila digital SANTOS, R. F. “Planejamento ambiental: teoria e prática” São Paulo. Oficina de Texto, 2004. WORLD BANK 1992-2000 “Libro de consulta para evaluación ambiental.” Banco Mundial Trabajo Tecnico: 140/154, 4 volumes Fonte bibliográfica pra trabalhos práticos: SMA Secretária de Meio Ambiente do Estado de São Paulo “Estudos de impacto ambiental” (EIA) e “Relatórios de Impacto Ambiental” (RIMA) – setor recursos hídricos e energéticos, da biblioteca CETESB, São Paulo. CV937 Elementos de Hidráulica Computacional OF:S-2 T:002 P:001 L:000 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Obtenção das equações fundamentais do movimento fluido em condições permanente e não permanente aplicadas a condutos livres e forçados. Modelação de fenômenos de interesse a hidráulica. Elementos de métodos numéricos; com ênfase às técnicas de diferenças finitas, métodos das características, elementos finitos, elementos de contorno. Bibliografia Básica: STREETER, V.; WYLIR, Benjamin “Mecânica dos Fluídos” KOUTITAS, Christopher G. “Elements of Computational Hydraulics” ABRH “Métodos numéricos em recursos hídricos” vol. I a IV. 82 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ CV939 Engenharia de Irrigação OF:S-6 T:001 P:001 L:000 O:000 D:000 HS:002 SL:002 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Definição e importância da irrigação. Principais sistemas de irrigação. Capacidade de retenção de água nos solos. Qualidade da água para irrigação. Projeto de irrigação. Avaliação da irrigação. Bibliografia Básica: BERNARDO, S. “Manual de Irrigação” Viçosa UFV: Imprensa Universitária, 1982. Revista Brasileira de Ciência do Solo . ISSN 0100-0683 OLITTA, A. F. L. “Os métodos de Irrigação”. São Paulo: Livraria Nobel. 1978 PRONI. “Tempo de Irrigar: Manual do Irrigante” São Paulo Mater, 1987. TIBAU, A. O. “Técnicas Modernas de Irrigação” 1987 VIEIRA, D. B. “As técnicas de Irrigação” São Paulo: Ed. Globo. 1989. CV940 Gestão Ambiental por Bacias OF:S-6 T:001 P:000 L:001 O:001 D:000 HS:003 SL:002 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Legislação ambiental e urbana, planejamento ambiental, gestão pública, processos participativos e representação social/percepção. A discussão conceitual será acompanhada de um estudo de caso. CV941 Laboratório de Saneamento OF:S-1 T:001 P:000 L:002 O:000 D:001 HS:004 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Segurança e boas práticas em laboratório. Importância e metodologias de determinação dos principais parâmetros físicos, químicos e bacteriológicos para caracterização de águas de abastecimento e águas residuais. Bibliografia Básica:. AWWA – APHA – Standart Methods for the examination of water and wastewater, 20a edição, 1998, New York. AZEVEDO NETO, J.M. – Técnica de abastecimento e tratamento de água, CETESB/ACETESB, Vol. 1 e 2, 1987. 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São Paulo: McGraw-Hill, 1997. SAWYER, C. N.; MCCARTY, P. L.; PARKIN, G. F.; Chemistry for Environmental Engineering, McGraw-Hill International Editions, 658 p., 1994. SOUZA, H.B. e DERISIO, J.C., “Guia Técnico de coleta de amostra de água”, 1ª ed., CETESB, 257 p., 1977. CV942 Tratamento de Águas para Abastecimento OF:S-1 T:003 P:000 L:000 O:000 D:001 HS:004 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Qualidade da água. Coagulação. Mistura rápida. Floculação. Decantação. Filtração. Desinfecção. Fluoretação. 83 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ Bibliografia Básica: LIBÂNIO, M. – Tratamento de Água para Abastecimento, 2005 – Ed. UFMG; VIANNA, M. R. Hidráulica Aplicada às Estações de Tratamento de Água. INSTITUTO DE ENGENHARIA APLICADA EDITORA, Belo Horizonte, 1992. DI BERNARDO, L. Métodos e Técnicas de Tratamento de Águas, vol I e II, ABES, Rio de Janeiro, 1993. RICHTER, C. A. & AZEVEDO NETTO, J. M. Tratamento de Água, Tecnologia Atualizada, EDGARD BLÜCHER, 1991, São Paulo. CV943 Tratamento de Esgotos e Efluentes Industriais OF:S-2 T:003 P:000 L:000 O:000 D:001 HS:004 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Características dos esgotos domésticos. Tratamento preliminar. Processo biológico de tratamento. Lagoas de estabilização. Tratamento secundário: Iodos ativados e filtração biológica. Decantação. Produção e secagem de Iodo. Digestão e tratamento terciário. Bibliografia Básica: CAMPOS, J. R. Tratamento de esgotos sanitários por processo anaeróbio e disposição controlada no solo. Rio de Janeiro, ABES, 2003. CHERNICHARO, C. A. L. Reatores anaeróbios. Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental. UFMG, 2008. CLEVERSON, A.; VON SPERLING, M.; FERNANDES, Lodo de esgotos. Tratamento e disposição final. Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental. UFMG, 2007. METCALF e EDDY. Wastewater engineering. Treatment and reuse. McGraw-Hill. 1991. VAN HAANDEL, A., MARAIS, G. O comportamento do sistema de lodo ativado. UFPB, 1999. VON SPERLING, M., Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental. UFMG, 2009. VON SPERLING, M. Lagoas de estabilização. Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental. UFMG, 2002. VON SPERLING, M. Lodos ativados. Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental. UFMG, 2002. CV944 Manejo e Tratamento de Resíduos Sólidos OF:S-2 T:003 P:000 L:000 O:000 D:000 HS:003 SL:003 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Origem e produção de lixo urbano. Impactos ambientais. Limpeza pública. Serviços especiais. Coleta especial. Sistemas integrados de tratamento de lixo. Resíduos sólidos e poluição, triagem, aterro sanitário, compostagem, incineração, pirólise, conversão biológica com recuperação de energia; alimentos a partir do lixo doméstico; legislação e normas. Bibliografia Básica: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMPRESAS DE LIMPEZA PÚBLICA E RESÍDUOS ESPECIAIS Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil – última versão. Disponível em: <http://www.abrelpe.org.br/downloads ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Norma NBR 10004 – Resíduo Sólido – Classificação. Rio de Janeiro: ABNT, 2004. ______. NBR 10005: Procedimento para obtenção de extrato lixiviado de resíduos sólidos. RJ, 2004. ______. NBR 10006: Procedimento para obtenção de extrato solubilizado de resíduos sólidos. RJ, 2004. ______. NBR 10007: Amostragem de resíduos sólidos RJ, 2004. BARBOSA, M. Minimização de resíduo sólido doméstico na Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da UNICAMP. 215 p. 2007. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil) – Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2007. BOSCOV, M. E. G. – Geotecnia ambiental. São Paulo, SP: Oficina de Textos: 2008. BRUNDTLAND, G. Nosso futuro comum. 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Bibliografia Básica: Sítios eletrônicos: Política Nacional de Saneamento Ambiental: (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato20072010/2007/lei/l11445.htm) 85 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ Lei de Consórcios Públicos: [http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato20042006/2005/Lei/L11107.htm] Lei de Consórcios Públicos – regulamentação: [http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato20072010/2007/decreto/d6017.htm] Política Nacional de Resíduos Sólidos: [www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato20072010/2010/.../l12305.htm] Política Nacional de Resíduos Sólidos – regulamentação: [http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/Decreto/D7404.htm] Política Estadual de Resíduos Solidos: [http://www.ambiente.sp.gov.br/wp/cpla/files/2011/05/PERS.pdf] Política Estadual de Resíduos Solidos – regulamentação: [http://www.ambiente.sp.gov.br/legislacao/estadual/decretos/2009_Dec_54645.pdf] Bernardes, Ricardo S; Scárdua, Martha P & Campana, Néstor A [orgs] Gua para a Elaboração de Planos Muncipais de Saneamento. 152p. Brasília: Ministério das Cidades. 2006 Brasil. Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental. Gestão do Território e Manejo Integrado das Águas Urbanas. 270 p. Brasília: Ministério das Cidades. 2005 Cordeiro, Berenice de S [coord] Lei Nacional de Saneamento Básico: perspectivas para as políticas e a gestão dos serviços públicos. Coletânea 3 vols. Brasília: Ministério das Cidades. 2009 Haro, Ary dos A Jr. Gestão Estratégica do Saneamento. 187p. Barueri: Manole. 2011 Martins, Paulo A G. Manejo de àguas Pluviais Urbanas: estudo das Bacias de Amortecimento na RMSP. 179p. PUCC: dissertação de mestrado. 2006. Orientador: Ricardo de Sousa Moretti. Moraes, Luiz R S & Borja, Patrícia C. Política e Plano Municipal de Saneamento Ambiental: Experiências e Recomendações. 89p. Braspilia: OPAS. 2005 Complementar Lobo, Luiz Saneamento Basico: em busca da universalização. 228p. Brasília: ed do Autor. 2003 Picinin, Juliana & Fortini, Cristiana [orgs]. Saneamento Básico: estudos e pareceres à luz da LF 11445/2007. 310p. Belo Horizonte: Fórum. 2009 Rezende, Sonaly C & Heller, Léo O Saneamento no Brasil: Políticas e Interfaces. 387p. 2ed rev e ampl. Belo Horizonte: Ed UFMG. 2008 Ubal, Walter; Grimberg, Elisabeth & Günther, Wanda M R. [coord] Diretrices para la Gestion Integrada y Sostenible de Residuos Solidos Urbanos em America Latina y el Caribe. 118p. São Paulo: AIDIS/IDRC. 2006t CV946 Química Sanitária e Ambiental OF:S-6 T:001 P:000 L:001 O:001 D:001 HS:004 SL:002 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Fundamentos de química e da qualidade das águas. Produtos químicos utilizados no tratamento de água. Estudos de tratabilidade de águas. Ensaios em aparelhos de jarteste e floteste. Oxidação e Redução. Estequiometria em reações de óxido redução. Cinética de reações. Cloro, hipoclorito e ácido hipocloroso, dióxido de cloro, permanganato de potássio, ozônio, água oxigenada. Subprodutos de oxidação. Custos. Desinfecção. Bibliografia Básica: SBQ. Periódico: Química Nova na Escola – Cadernos Temáticos/ Química Ambiental, No. 1, 2001. John B. Russel. Química Geral. 2a edição. Vol 1 e 2. Editora Makron Books Ltda. São Paulo, 1994. James E. Brady e Gerald E. Humiston. Química Geral. 2a edição. Vol 1 e 2. Editora Livros técnicos e Científicos Editora S.A. Rio de Janeiro, 1986. 86 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ Marcos Von Sperling. Introdução à Qualidade das Águas e ao Tratamento de Esgotos. 2a edição. Vol 1. Livraria Triângulo Editora Ltda. Belo Horizonte, 1995. Luis A. Daniel, Cristina C.S. Brandão, José R. Guimarães, Marcelo Libânio e Sérgio J. de Luca, Processos de desinfecção e desinfetantes alternativos na produção de água potável, RiMa Artes e Textos e ABES-RJ, Rio de Janeiro, 2001. USEPA. Guidance Manual Alternative Disinfectants and Oxidants. EPA-815/R-99-014 (1999). CV947 Saneamento Aplicado a Casos Específicos OF:S-6 T:001 P:001 L:000 O:001 D:001 HS:004 SL:002 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Saneamento de habitações. Saneamento de Hospitais. Saneamento de piscinas. Saneamento de prais, logradouros públicos e cemitérios. Saneamento escolar. Higiene dos alimentos. CV948 Saneamento de Pequenas Comunidades OF:S-6 T:002 P:000 L:000 O:001 D:001 HS:004 SL:002 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Mananciais abastecedores. Quantidade de água necessária. Proteção sanitária dos mananciais. Desinfecção. Coleta e disposição de despejos. Projeto. Bibliografia Básica: SAWYER, N. C. & McCarty, p. l. 1967. Chemistry for Sanitary Engineers. McGraw-Hill. Book Co., NY. CHERNICHARO, C. A. Reatores Anaeróbios. DESA/ UFMG & ABES; 2002; 245p. ADRADE NETO, C. O. Sistemas Simples de Tratamento de Esgotos. ABES; 1999; 233p. METCALF e EDDY. Wastewater engineering. Treatment and reuse. McGraw-Hill. 2003. VON SPERLING, M., Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental. UFMG, 2009. VON SPERLING, M. Lagoas de estabilização. Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental. UFMG, 2002. CV949 Aspectos Legais e Institucionais em Saneamento e Ambiente OF:S-6 T:001 P:000 L:001 O:001 D:001 HS:004 SL:002 C:003 AV:N EX:S FM:75% Ementa: Meio ambiente. Tópicos de meio ambiente. Legislação ambiental e estrutura institucional de meio ambiente em nível federal e estadual. Política de recursos hídricos federal e estadual. EIAs/RIMAs. Saúde pública no Brasil. Aspectos de intervenções da engenharia e arquitetura e no meio ambiente. Saneamento básico e ambiental impactando a saúde pública. Considerações estruturais. Relação qualidade solo, ar e água com saúde e doenças. Ações de saneamento. Controle de vetores. CV952 Iniciação Científica em Engenharia Civil I OF:S-6 T:000 P:001 L:000 O:001 D:000 HS:002 SL:000 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: A ser definida em função de pesquisas em que o aluno se engajar. CV953 Iniciação Científica em Engenharia Civil II OF:S-6 T:000 P:001 L:000 O:001 D:000 HS:002 SL:000 C:002 AV:N EX:S FM:75% Ementa: A ser definida em função de pesquisas em que o aluno se engajar. 87 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ 10. INFRA-ESTRUTURA 10.1 LABORATÓRIOS A Faculdade de Engenharia Civil da UNICAMP conta com 29 (vinte e nove) laboratórios, utilizados tanto pela pós-graduação como pela graduação. Apresenta-se, a seguir, uma descrição sucinta de cada um deles. 01. LABORATÓRIO DE REÚSO –LABREUSO Objetivos: Realizar atividades para atender os diferentes aspectos do reuso de água e principalmente, de efluentes domésticos e industriais, bem como, dos resíduos sólidos (lodo) gerados nos sistemas de tratamento. Ensaios de caracterização física, química e biológica (orgânica) dos efluentes e lodos a fim de regularizar as práticas de aplicação no solo, e outras finalidades para contribuir com os avanços de normas técnicas e auxílio à legislação vigente. Permite também, oferecer oportunidade para treinamento, capacitação e aulas da Graduação e Pós – Graduação. Equipamentos: Balança analítica, pHmetros, condutivimetros, estufas com e sem renovação de ar; capela de fluxo laminar; destilador de água; blocos digestores; mesa agitadora para solos; geladeiras; estufas microbiológicas para DBO e respirometria, autoclave, fotômetro de chama, conjunto FIA, computadores, ar condicionado, estufa microbiológica. 02. LABORATÓRIO DE FLUORESCÊNCIA DE RAIOS X Objetivos: O Laboratório de Fluorescência de Raios X tem como objetivo o desenvolvimento de metodologias analíticas para determinações multielementares em amostras ambientais e industriais, usando a técnica de fluorescência de raios X por dispersão de energia (ED-XRF) e por reflexão total (TXRF). O Laboratório é utilizado para o ensino, pesquisa e prestação de serviços à comunidade, em nível de graduação e pós-graduação. Equipamentos: Espectrômetro por dispersão de energia, balança analítica, medidor de pH, bombas de vácuo, coletadores PM10, totalizador de volume, agitadores magnéticos, sistema de filtração, microcomputadores, softwares, scanner, impressoras, padrões certificados NIST, padrões mono-elementares, vidraria para preparação de amostras, micropipetas, etc. 88 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ 03. LABORATÓRIO DE PROTÓTIPOS DE TRATAMENTO DE ÁGUAS E EFLUENTES – LABPRÓ Objetivos: Dar apoio às atividades de ensino e pesquisa nas áreas de tratamento de águas para abastecimento, tratamento de esgotos sanitários, efluentes industriais e reuso de águas. Através das instalações e equipamentos disponíveis, viabilizamse atividades de ensino prático e estudos de tratabilidade específicos de diversas operações e processos físicos, químicos e biológicos passíveis de uso para a potabilização de águas, tratamento de efluentes e alterações de qualidade de águas, visando seu reuso e fechamento de circuito hídrico em atividades urbanas, comerciais e industriais. Equipamentos: Equipamentos de Jarteste (3); Floteste; Reatores de lodos ativados por batelada; Reatores de desinfecção por UV; Gerador de ozônio; Coluna de transferência de ozônio; Reatores de processos oxidativos combinados (POA); Geladeiras para conservação de amostras; Destilador; Deionizador; Balança analítica; Bloco digestor de DQO; Extrator de óleos e graxas; Turbidímetros; Oxímetros; Espectrofotômetros; pHmetros; Condutivímetros; Laboratório portátil HACH; Mufla; Estufa; Microcomputadores; Vidrarias diversas e Estoque de produtos químicos para análises e para ensaios diversos. 04. LABORATÓRIO DA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA – LABETA Objetivos: Dar apoio às atividades de ensino e pesquisas em tratamento de águas para abastecimento através do uso de instalações de uma ETA em escala real, tipo filtração direta, modalidade de dupla filtração. Equipamentos: Instalações em escala real de uma ETA completa de dupla filtração com capacidade nominal de 80 m3/hora, contemplando 3 câmaras de carga e reatores hidráulicos de floculação; 3 filtros ascendentes em pedregulho; 4 filtros descendentes; 1 câmara de tratamento de lodos e descargas de águas de lavagens de filtros por adensamento gravimétrico; Leito de secagem de lodos; Câmara de desinfecção. 05. LABORATÓRIO DE ARQUITETURA, METODOLOGIA DE PROJETO E AUTOMAÇÃO – LAMPA Objetivos: O LAMPA tem por objetivo dar suporte ao desenvolvimento de pesquisas voltadas às condicionantes e métodos que delimitam o processo de formulação da proposta arquitetônica, contemplando o instrumental técnico e metodologias projetuais. Equipamentos: Computadores, impressoras, plotters, mesa digitalizadora, máquinas fotográficas e softwares específicos. 89 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ 06. LABORATÓRIO DE CONFORTO AMBIENTAL E FÍSICA APLICADA – LACAF Objetivos: O LACAF tem como objetivo o desenvolvimento e suporte às atividades de ensino e pesquisa em Física Aplicada e Conforto Ambiental (conforto térmico, acústico e lumínico.) Equipamentos: Microcomputadores; Impressora; Software de avaliação de desempenho térmico. Software de avaliação acústica de salas. Estação meteorológica portátil; Termômetros de infravermelho; Anemômetros; Luxímetros digitais; Data logger de temperatura e umidade. Medidores integradores digitais de nível de pressão sonora de precisão; Registrador de nível; Calibradores; Microfones; Analisador de freqüência em tempo real; Calibrador de nível sonoro. Sistema de medição de acústica de edificação. Túnel de Vento. Sala reverberante. Camara Reverberante em escala 1:5. 07. LABORATÓRIO DE ENSINO E PESQUISA EM SISTEMAS PREDIAIS LEPSIS Objetivos: O LEPSIS tem por objetivo dar apoio ao ensino de graduação e de pósgraduação, bem como possibilitar o desenvolvimento de pesquisas na área dos sistemas prediais e prestar serviços à comunidade. Equipamentos: Computadores, impressoras, hidrômetros eletrônicos e cronômetros. 08. LABORATÓRIO DE GERENCIAMENTO DA CONSTRUÇÃO -LAGERCON Objetivos: O LAGERCON tem como objetivos compor uma infra-estrutura de apoio para desenvolvimento de pesquisas na área de gerenciamento da construção civil, criar atividades didáticas para a graduação e pós-graduação e oferecer melhores condições para desenvolvimento de massa crítica nesta área de conhecimento. Equipamentos: Computadores, câmera digital e softwares específicos. Estão em processo de compra: 1 notebook, 1 projetor multimídia, 1 impressora multifuncional, 1 programa Volare (PINI), 1 pacote Cristall-Ball (simulações de Monte Carlo). 09. LABORATÓRIO DE INVESTIGAÇÕES URBANAS - LABINUR Objetivos: O LABINUR tem por objetivo desenvolver pesquisas em Planejamento Urbano e Geoprocessamento Aplicado ao Planejamento em Engenharia, Arquitetura e Urbanismo. Equipamentos: Computadores, aparelhos de GPS, mesa digitalizadora, máquina fotográfica e softwares específicos. 90 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ 10. LABORATÓRIO DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO – LMC Objetivos: Atender às atividades de ensino e pesquisa em graduação e pós-graduação dos cursos de Engenharia Civil e de Arquitetura e Urbanismo. Realiza prestação de serviços à comunidade. Capacidade de realizar ensaios de caracterização física e mecânica de materiais, componentes e sistemas, auxiliando na inovação tecnológica, e na análise e atualização de normas técnicas. Realiza treinamentos, contribuindo para a formação de recursos humanos. Equipamentos: 1 máquina universal de ensaios de 1000 kN; 1 máquina universal de ensaios de 400 kN; 1 máquina universal de ensaios de 150 kN; 1 máquina para ensaio de compressão de 1200 kN; agitador de peneiras para agregados graúdos; agitador de peneiras para agregados miúdos; jogos de peneiras; conjunto de equipamentos para medida das propriedades do concreto fresco; conjunto de equipamentos para medida das propriedades do concreto endurecido; conjunto de equipamentos para caracterização dos agregados para concreto; câmara úmida para cura de corpos de prova de concreto e cimento; conjunto de câmaras de cura térmica com controle de temperatura máxima de vapor à pressão atmosférica; máquina policorte para corte de peças de concreto. Conta também com anéis dinamométricos para medidas de carga; paquímetros; multímetros, computadores, softwares, impressora, vidraria e ferramentaria em geral para apoio às atividades no laboratório. 11. LABORATÓRIO DE PESQUISA EM QUALIDADE E SUSTENTABILIDADE DO AMBIENTE CONSTRUÍDO - LQS Objetivos: O LQS tem como objetivos principais apoiar o ensino de graduação e de pósgraduação, e estimular e possibilitar o desenvolvimento de pesquisas relacionadas à qualidade e sustentabilidade do ambiente construído. Equipamentos: Computadores, scanner, máquina digital e impressora e softwares de análise específicos. 12. LABORATÓRIO DE PROTIPAGEM PARA ARQUITETURA E CONSTRUÇÃO - LAPAC Objetivos: O LAPAC tem como objetivo dar apoio ao desenvolvimento de pesquisas em técnicas automatizadas de produção de maquetes tendo em vista sua inserção no processo de projeto em arquitetura. Equipamentos: Impressora 3D, cortadora a laser universal, computadores, ferramentas para acabamento de maquetes (Dremel) e equipamentos que permitem digitalização 3D de modelos físicos (câmeras, laser pointers e software apropriado). 91 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ 13. LABORATÓRIO DE MECÂNICA DOS SOLOS E ESTRADAS “LUIZ EDUARDO MEYER” O Laboratório de Mecânica dos Solos e Estradas caracteriza-se por sua natureza pluridisciplinar, pois é responsável pelas disciplinas pertinentes as áreas de Estradas e Aeroportos e Geotecnia, quando necessitam de alguma parte laboratorial ou de campo para o seu desenvolvimento. Neste laboratório são realizados ensaios correntes e especiais com o objetivo de fornecer subsídios necessários ao estudo e projeto da infraestrutura dos meios de transporte, sejam eles rodoviários, ferroviários ou aéreos. Realiza ensaios de Caracterização de Solos; de Resistência e Deformabilidade e de Misturas Betuminosas. Os primeiros destinam-se a estudar as propriedades físicas, mecânicas, geológicas e constitutivas dos solos, visando fornecer subsídios às várias áreas dependentes da mecânica dos solos: fundações, muros de arrimos, barragens, estabilidade de taludes e encostas, drenagem superficial e profunda etc.. Os ensaios de Misturas Betuminosas são voltados para o estudo e projeto dos pavimentos, tais como dosagem de asfalto, ensaios de agregados etc.. Tem prestado sua colaboração na execução de ensaios necessários à elaboração de dissertações de mestrado e teses de doutoramento, inclusive de alunos de pósgraduação não pertencentes ao corpo discente do departamento e mesmo da faculdade. Nas atividades de ensino de graduação, as áreas “Estradas e Aeroportos” e “Geotecnia” caracterizam-se por sua natureza pluridisciplinar, pois é responsável por ministrar todas as disciplinas pertinentes a geotecnia e transportes, que necessitam de alguma parte a parte laboratorial ou campo para o seu desenvolvimento. Nas atividades de ensino de pós-graduação, a área de Mecânica dos Solos, Estradas e Aeroportos tem realizado a parte laboratorial de todas as disciplinas que dela dependem para o seu desenvolvimento, assim como de disciplinas que são praticamente constituídas por ensaios de laboratório. Também é responsável pelo desenvolvimento das pesquisas destinadas à elaboração de diversas dissertações de mestrado ligadas à área de infraestrutura de transportes. Corpo técnico do Laboratório de Mecânica dos Solos e Estradas O Laboratório de Mecânica dos Solos e Estradas conta com quatro técnicos que desenvolvem todos os serviços necessários ao bom andamento das atividades didáticas, de pesquisa e de prestação de serviços à comunidade. Estes técnicos têm a responsabilidade de preparar as aulas de laboratório de graduação e pósgraduação, de executar os ensaios programados para estas aulas e de executar os ensaios necessários ao desenvolvimento de qualquer serviço prestado pela área. Além disso, têm também a responsabilidade de zelar pela conservação dos equipamentos existentes e materiais de consumo, dos microcomputadores, impressoras e correlatos. Quando necessário, o pessoal técnico do laboratório também dá assistência a alunos de graduação e pós-graduação que necessitam dirimir dúvidas a respeito de ensaios, normas e procedimentos. 92 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ 14. LABORATÓRIO DE TOPOGRAFIA E GEODÉSIA – LTG O Laboratório de Topografia e Geodésia além das atividades didáticas, realiza atividades de pesquisa e de apoio a comunidade. Em relação ao ensino de graduação dá suporte aos cursos de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (curso noturno), Geografia e Geologia (cursos diurno e noturno), com aulas inclusive aos sábados dos cursos noturnos. Na pós-graduação, além de dar suporte às disciplinas, tem realizado levantamentos para apoio as pesquisas como, por exemplo, transportes de altitudes, implantação da rede de referência cadastral etc.. Também tem trabalhado com estagiários na área de automação topográfica, além de desenvolver várias pesquisas de iniciação científica e mestrado. Sempre que solicitado, o laboratório tem colaborado com outras unidades da Unicamp, outros departamentos da FEC e entidades externas à universidade, realizando vários levantamentos planialtimétricos que serviram de apoio às atividades cadastrais ou de projeto a serem executados. Dentre as principais atividades pode-se citar: peritagem numa ação de retificação de terra no campus; implantou, em parceria implantação da Rede de Referência Cadastral da Unicamp, acompanhamento e supervisão da base cartográfica digital do campus (levantamento aerofogramétrico do campus, aerotriangulação, restituição, reambulação) etc.. locações de obras etc.. A área de Topografia e Geodésia caracteriza-se por atender as disciplinas de “Informações Geográficas I e II” (turmas A, B), “Desenho, Topografia e Computação Gráfica” (diurno e noturno) e “Topografia e Informações Geográficas para Arquitetura” nos cursos de Engenharia Civil, Geografia, Geologia e Arquitetura e Urbanismo. A área de Topografia e Geodésia além de dar suporte às disciplinas “IC500 Sistemas Geográficos de Informação” e “IC529 Tópicos de Geodésica, Projeções Cartográficas e Cartografia Digital”, tem realizado levantamentos para apoio as pesquisas como, por exemplo, transportes de altitudes, implantação da rede de referência cadastral etc.. Corpo Técnico do Laboratório de Topografia e Geodésia Atualmente o Laboratório de Topografia e Geodésia possui apenas um técnico de nível médio - contratado pela FUNCAMP - que realiza as seguintes atividades: Prepara e colabora com as aulas práticas de graduação e/ou pósgraduação; Dá suporte aos projetos de pesquisa; Colabora nas prestações de serviços à comunidade; Dentro do possível, dá manutenção aos equipamentos dos laboratórios; Atende, orienta e auxilia os usuários quanto ao uso de equipamentos e normas de funcionamento dos laboratórios; Determina a organização geral da área; Providencia a compra de materiais de consumo, equipamentos e outros itens necessários ao bom funcionamento dos laboratórios; 93 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ Controla e registra todas as necessidades de materiais de consumo, equipamentos e as solicitações de serviço etc. Cabe destacar que o LTG contava com dois técnicos até agosto de 2003, data em que um deles foi transferido para o CESETE em Limeira. No primeiro semestre deste ano foi realizado um processo seletivo para preenchimento da vaga correspondente ao funcionário contratado pela FUNCAMP, o qual foi concluído em julho. O Laboratório de Topografia e Geodésia é constituído por 3 diferentes setores: Sistemas de Informação Geográfica; Geodésia Física e Espacial e Aerofotogrametria. O Laboratório de Topografia e Geodésia além das atividades didáticas, realiza atividades de pesquisa, extensão e de apoio a comunidade. Em relação ao ensino de graduação dá suporte aos cursos de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo, Geologia e Engenharia Agrícola. Na pós-graduação, além de dar suporte às disciplinas, tem realizado levantamentos para apoio às pesquisas como, por exemplo, transporte de altitudes, implantação da rede de referência cadastral, monitoramento de movimentos verticais em grandes obras de engenharia (pontes e viadutos), batimetria, levantamentos gravimétricos, etc.. Também tem trabalhado com estagiários na área de automação topográfica, além de desenvolver várias pesquisas de iniciação científica, mestrado e doutorado. Sempre que solicitado, o laboratório tem colaborado com outras unidades da Unicamp, outros departamentos da FEC e entidades externas à universidade, realizando vários levantamentos topográficos planialtimétricos que serviram de apoio às atividades cadastrais ou de projeto a serem executados. Dentre as principais atividades pode-se citar: • peritagem em ação de retificação de área; implantação de Redes de Referência Cadastral Municipal, • acompanhamento e supervisão de bases cartográficas digital (levantamento aerofogramétrico, aerotriangulação, restituição, reambulação), levantamentos gravimétricos, locação, monitoramento e acompanhamento de obras de engenharia etc. A área de Topografia e Geodésia oferece as disciplinas de “Topografia e Geodésia I e II” , “Topografia para Geologia” e “Topografia e Informações Geográficas para Arquitetura”. Dá suporte às disciplinas de Pós-Graduação “IC500 Sistemas Geográficos de Informação” e “IC529 Tópicos de Geodésica, Projeções Cartográficas e Cartografia Digital”, IC 566, Ajustamento de Observações Geodésicas e Topográficas aplicado em Engenharia. Geodésia física e espacial aplicadas em engenharia de transportes, entre outras. A área de Topografia e Geodésia possui 3 professores e 2 técnico de nível médio: Prof. Dr. Jorge Luiz Alves Trabanco Profa. Dra. Maria Teresa Françoso Prof. Dr. Diógenes Cortijo Costa, Tecnólogo Wagner Pizzani Guide e Anderson Silvestre da Luz e 1 Estagiário Carla Fabiane Costa. Faz parte do LTG o LIG – Laboratório de Informações Espaciais, cujos objetivos são: Atendimento ao ensino de graduação e de pós-graduação, desenvolvimento de pesquisa. Infra-estrutura: O laboratório de Topografia e Geodésia possui vários microcomputadores; impressora; Softwares. Equipamentos básicos de topografia e geodésia, como teodolitos, níveis e restituidores fotogramétricos, GPS. Estações totais, que concentram as funções de teodolito e distanciômetro eletrônico de grande 94 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ precisão. Equipamentos GNSS de dupla e simples frequências, níveis eletrônicos e gravímetro, sendo que estes dois últimos fazem parte de projetos temáticos com outras universidades. 15. LABORATÓRIO DE APRENDIZAGEM EM LOGÍSTICA E TRANSPORTESLALT Laboratório de Aprendizagem em Logística e Transportes está vinculado ao Departamento de Geotécnica e Transportes da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Unicamp. Entre as principais atividades do laboratório está possibilitar o desenvolvimento e o intercâmbio de conhecimento na área de logística e transportes, estabelecendo uma interface entre a universidade e empresas do setor; integrar a pós-graduação e a graduação, possibilitando um aumento na escala da produção científica e uma formação mais ampla dos alunos; atender a demanda por profissionais na área de planejamento e operação de sistemas logísticos e de transportes. A equipe de pesquisadores do LALT tem o foco na logística das empresas prestadoras de serviços, apoiando o desenvolvimento de trabalhos em avaliação e classificação de serviços, desenvolvimento da melhoria do desempenho na rede de suprimentos, elaboração de projetos de serviços, estratégia e integração da cadeia de suprimentos e redução dos custos logísticos Objetivos: Desenvolver, consolidar e disseminar o conhecimento em planejamento e operação de sistemas logísticos e de transportes, estabelecendo uma interface entre a universidade e empresas do setor com foco na realidade brasileira; integrar a extensão, a pós-graduação e a graduação, possibilitando um aumento na escala de produção científica e formação mais ampla dos alunos e pesquisadores. Equipamentos: microcomputadores, impressoras softwares de modelagem matemática e simulação computacional. 16. LABORATÓRIO DE SANEAMENTO Objetivos: Dar apoio à pesquisa e ao ensino, através do desenvolvimento de análises químicas, físicas e biológicas de águas de abastecimento, águas residuárias, efluentes industriais e resíduos sólidos. Participação em prestação de serviços a comunidade. Equipamentos: Analisador de carbono orgânico total, em amostras líquidas e sólidas; Cromatógrafo gasoso; Espectrofotômetro de absorção atômica; Espectrofotômetro UV-Visível; Microscópio ótico com câmara fotográfica acoplada; Microscópio ótico convencional; Purificador de água (modelo MilliQ); Autoclaves; Câmara de fluxo laminar; Balança semi-analítica e analítica; Estufas incubadoras convencionais e anaeróbias para exames microbiológicos; Estufas incubadoras para DBO; Shaker com temperatura controlada; pHmetros; Oxímetro; Condutivímetro; Blocos 95 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ digestores; Banho de ultrasom; Centrífuga, 229 Substâncias químicas; 1140 Unidades de vidraria. 17. LABORATÓRIO FLUXUS Objetivos: O Laboratório de Ensinagem em Redes Técnicas e Sustentabilidade Socioambiental FLUXUS da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da UNICAMP se propõe a organizar uma rede de pesquisadores que tratem a questão socioambiental na perspectiva do planejamento territorial, desenvolvendo atividades de ensino, pesquisa e extensão. Sendo um espaço para discussão de idéias, o FLUXUS privilegia os estudos sobre paisagem, fluxos, redes técnicas e sustentabilidade socioambiental. EQUIPAMENTOS: 4 computadores desktop, 3 monitores 15" LCD, 1 monitor 19" LED FullHD, 2 notebooks, 1 datashow SONY, 1 minigravador, 1 camera digital SONY DSCH7 1 kit moderare 6 cópias Office 2010, 2 cópias Adobe, 1 cópia GEOMIDIA, 1 cópia MAPINFO, 1 cópia COREL DRAW X4, 1 cópia dicionário HOUAISS 18. LABORATÓRIO DE RESÍDUOS SÓLIDOS – LABRES Objetivos: Apoiar as atividades de ensino, pesquisa e extensão na área de caracterização, tratamento, disposição final e uso benéfico de resíduos sólidos municipais e industriais, inclusive lodos de ETA e de ETE. Equipamentos: Betoneira; Triturador. Demais equipamentos analíticos em comum com LABSAN E LABPRO. 19. LABORATÓRIO DE ESTRUTURAS Objetivos: Atender às atividades de ensino e pesquisa em graduação e pós-graduação e prestação de serviços à comunidade. Equipamentos: Laje de Reação, Macacos Hidráulicos, Anéis Dinamométricos, Células de Carga, Aquisitor Digital de Dados, Relógios Comparadores Mecânicos e Digitais, Paquímetros, Multímetros, Dínamo-metro Digital, Equipamentos de Leitura de Deformações, Pórticos de 150 kN, 300kN e 500 kN. 20.LABORATÓRIO DE MECÂNICA COMPUTACIONAL Objetivo: Atender às atividades de pesquisa em graduação e pós-graduação na área de mecânica computacional. Equipamentos: 3 Microcomputadores Dual Pentium II 500 MHz, 256MB de memória RAM, 16GB de disco rígido, unidade CD-ROM, Monitor 17 “; Gravador de CD e Unidade para 96 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ backup em fita DAT em uma das unidades acima; 5 Microcomputadores Millenia Pentium II 400 MHz, 128MB de memória RAM, 13,4GB de disco rígido, unidade CD-ROM, ZIP-Drive, Monitor 19”; Servidor Intel Pentium 500 MHz, 512MB de memória RAM, 18GB de disco rígido, Unidade DVD, Unidade de fita DAT, monitor 17”. 21. LABORATÓRIO DE ENGENHARIA ESTRUTURAL ASSISTIDA POR COMPUTADOR O LABEC (20m2) fica no departamento de estruturas da FEC com sua área física dividida em duas partes por motivo de falta de espaço no prédio da administração da FEC. Portanto, na sala 09 (10m2) fica o LABEC 1, coordenado pelo Prof. Dr. João Alberto V. Requena e na sala 18 (10m2) fica o LABEC 2, coordenado pelo Prof. Dr. Leandro Palermo Jr. No LABEC 1 são desenvolvidos trabalhos de iniciação científica, mestrados e doutorados. Atualmente, desenvolve convênio de P&D com a Vallourec&Mannesmann do Brasil. Suas instalações são constituídas de quatro micro computadores, sendo dois seminovos Pentium D e dois mais velhos, 1 Pentium III e 1 Pentium II. Além dos micros tem também uma impressora colorida jato de tinta. No LABEC 2 são desenvolvidos trabalhos de iniciação científica, mestrados e doutorados. Atualmente, desenvolve convênio de P&D com a USIMINAS. Suas instalações são constituídas de quatro micro computadores, sendo dois seminovos Pentium 4 e dois mais velhos Pentium 3. Além dos micros tem também uma impressora Laser e um scaner. 22. LABORATÓRIO DE MADEIRAS Objetivos: Este Laboratório tem como finalidade atender ao ensino de graduação, de pósgraduação, bem como prestar serviços à comunidade, no que se refere à caracterização das propriedades físicas e mecânicas da madeira e desempenho das estruturas executadas com esse material. Equipamentos: Desengrossadeira, Desempenadeira, Serra de Fita, Serra de Disco, Tupia, Lixadeira Horizontal, Furadeira Vertical, e ferramentaria em geral. Área específica para armazenamento de madeiras, bruta e aparelhada, antes da execução dos corpos-de-prova; e para corpos-de-prova já ensaiados. Equipamentos de Informática para Tratamento Digital dos dados obtidos em laboratórios. 23. LABORATÓRIO DE ESTRUTURAS TUBULARES DE AÇO E MISTAS O LABTUB é um laboratório que está em construção fruto de uma parceria com empresas lideradas pela Vallourec&Mannesmann do Brasil que mantem convênio de P&D com o Prof. Dr. João Alberto Venegas Requena que coordena o convênio e coordena a construção do novo laboratório. A área em construção é de 900 m2 e fica ao lado dos demais laboratórios da FEC. Internamente está previsto um mezanino de 450 m2, totalizando 1350m2 de construção. O valor do empreendimento está avaliado em 1.500.000,00 (Hum 97 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ milhão e meio de reais). Já conseguimos da FINEP o equivalente de 400.000,00 para a montagem da estrutura metálica e realizar experimentação na estrutura em escala real. Ao final das experimentações o laboratório será terminado e será transformado em um grande centro de pesquisas em estruturas de aço e mistas em parcerias com as empresas. Está previsto sala de cursos, sala de conferência, salas de professores, salas para pesquisadores, salas para alunos e técnicos. 24. LABORATÓRIO DE HIDRÁULICA E MECÂNICA DOS FLUIDOS Objetivos: O objetivo deste Laboratório é atender ao ensino e pesquisa de graduação e de pós-graduação e, também, prestar serviços à comunidade. Ocupando uma área aproximada de 300 m2, possuindo sala de informática e oficina de apoio, além de uma equipe de professores e pesquisadores com doutorado ou pós-doutorado no exterior, além de técnicos de laboratório, nele são desenvolvidas diversas pesquisas em Hidráulica e Mecânica dos Fluidos em condutos forçados e em condutos livres. Para as pesquisas de pós-graduação, iniciação científica e trabalhos de conclusão de curso, a partir dos equipamentos e instrumentação necessários, montam-se plantas-piloto especiais para alcançar os objetivos de cada proposta de pesquisa. Ou, a partir dos equipamentos e instrumentação, obtêm-se dados em campo necessários para o desenvolvimento da pesquisa. Plantas-piloto, bancadas e equipamentos: Dentre as plantas-piloto existentes, destacam-se o controle operacional on-line de sistemas de abastecimento, bombas de rotação variável em período extensivo, calibração e detecção de fugas em sistemas de abastecimento de água; Transitórios hidráulicos, com a configuração de diferentes tipologias de redes de abastecimento e acoplamento de equipamentos para atenuação do golpe de aríete; O estudo do comportamento estático e dinâmico de diferentes válvulas operando em redes de abastecimento de água; A manutenção preditiva de redes de abastecimento; A avaliação do efeito das singularidades na medição de vazão em tubulações; Também, o estudo de vertedores em modelo tipo tulipa e modelos de tomadas de água verticais; A avaliação da vazão de ar arrastada e a variação da geometria de ligação poço-túnel; Estabelecimento, através de modelo físico, do comportamento hidráulico de determinados tipos de bocas de lobo; Aplicações não convencionais de jatos rápidos e jatos cavitantes; Avaliação da erosão por cavitação de materiais especiais empregados em obras e equipamentos hidráulicos; Avaliação da desinfecção e decomposição de compostos persistentes por cavitação. Para o ensino, Bancadas especiais são empregadas, podendo-se citar, Bancada de ensaio para determinação de viscosidade de fluidos; Bancada de manometria; Bancada de desenvolvimento da cavitação em dispositivo Venturi; Bancada do estudo do equilíbrio relativo para aplicação em bombas centrífugas; Bancada para formação do ressalto hidráulico e remanso hidráulico; Bancada de determinação de perdas de carga em singularidades e em tubulações; Bancada da experiência de Reynolds. Para tanto, diversos equipamentos de medição estão disponíveis, destacando-se transdutores de pressão, transdutores diferenciais de pressão, anemômetros especiais, célula de carga, acelerômetro, estroboscópio, 98 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ oxímetro, analisador de frequências, termômetro digital, multímetros, vertedor com embocadura do tipo tulipa, calha Parshall para medição de vazão, medidores de vazão eletromagnéticos, medidor de vazão ultrassom, transdutores diferencias de pressão, placa de orifício, tubos Pitot, diferentes modelos e capacidades de bombas, balança de precisão, tornos mecânicos, equipamentos e medidores para pesquisas de campo: amostradores sedimentométricos, guinchos, molinete, higrotermômetro e pick-up. Outros equipamentos de uso geral e sistemas de aquisição de dados de alta tecnologia. Equipamentos de informática para suporte das atividades em campo e em laboratório: microcomputadores, netbook, notebooks, softwares de controle e de aquisição de dados. 25. LABORATÓRIO DE HIDROLOGIA Objetivos: O laboratório de Hidrologia tem por objetivo permitir o desenvolvimento de pesquisas científicas e tecnológicas com experimentos e com monitoramento de campo, bem como modelação matemática e computacional nas áreas de Hidrologia Física, Hidrologia de Superfície, Hidrologia de Bacias e Hidrologia Subterrânea. As atividades de pesquisa incluem: pesquisa de campo com monitoramento pluviométrico e fluviométrico em pequenas bacias hidrográficas, ensaios de amostras de solo em laboratório, experimentos de infiltração de chuva variável em coluna de solo, simulação numérica de processos em solos, bacias hidrográficas e aquíferos. Equipamentos: O laboratório de ensino e pesquisa em Hidrologia da FEC é servido de infraestrutura laboratorial básica, como bancadas, armários e tubulações de água e ar comprimido em uma área de 90m². O laboratório conta um ambiente para o processamento estatístico e numérico dos experimentos com 30m² de área. O laboratório encontra-se equipado atualmente com 02 Microcomputadores PC; 01 Impressora HP Deskjet 660C; 01 Impressora matricial; 01 lisímetro para instrumentação de amostra de 508,0 litros de solo; 10 tensiômetros UMS modelo T5 com leitora infield e datalogger D6; 01 Extrator de Membrana de Richards composto por uma câmara de 3 bar e uma câmara de 15 bar; 3 placas porosas até 3 bar e 3 placas porosas até 15 bar. Soil Moisture; 01 Molinete Fluviométrico composto por um molinete, uma hélice, um sinalizador de pulso, um guincho fluviométrico e um lastros de 6,0 a 15,0 kg da IH Hidrologia S.A (Brasil); 01 Micro Molinete Fluviométrico composto por um micro-molinete, seis hélices, um sinalizador de pulso, haste segmentada de até 1m; 01 Linígrafo digital composto por um módulo de registro e memória e um sensor de nível; 02 Pluviógrafos digitais Campbell Sci. compostos com módulo de registro e memória; 01 estação meteorológica compacta automática Campbell Sci.; Agitador magnético c/ aquecimento; Bomba a vácuo; Balança Mettler P1200N; Estufa Fanem; Estufa 110v; Estufa 220v; Equipamentos de carga para 1000kg (empilhadeira manual e talha); Vidrarias e equipamentos para realização de análises físicas de amostras de solo (Densidade Global, Densidade Real, Teor de Umidade, Granulometria), trados para coleta de amostras. Funcionários: Marcelo Balbino da Silva (Tecnólogo) e 01 técnico em contratação. 99 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ 26. LABORATÓRIO DE PLANEJAMENTO AMBIENTAL Objetivos: Desenvolver, consolidar e disseminar os conhecimentos em planejamento ambiental e de recursos hídricos, através do estudo de métodos espaciais e de auxilio à tomada de decisão. Trabalhar na perspectiva de desenvolver ações integradoras entre natureza e sociedade, objetivando a conservação dos ecossistemas brasileiros e o bem-estar das comunidades locais. Nossa perspectiva teórica é a ecologia da paisagem, vista como o conhecimento direcional para a solução de problemas ambientais. Equipamentos: Microcomputadores Pentium; Softwares: ArcInfo/Arcview, Intergraph, Idrisi for Windows e SPRING; Autocad 2000; TRACER 3.5 R13 e Corel Draw 7.0. Mesa digitalizadora, Impressora, Scanner, 2 GPS TRIMBLE, 1 GPS Garmin, Mapoteca horizontal para cartas de arquivo cartográfico, Plotter deskjet, notebooks, monitores de alta resolução. 27. LABORE – LABORATÓRIO DE ENGENHARIA DE EMPREENDIMENTOS – LABORE Objetivos: Espaço acadêmico dedicado ao ensino e à pesquisa sobre a engenharia dos empreendimentos civis a partir da abordagem sistêmica, do enfoque transdisciplinar, e do pensamento orientado a processos, visando o desenvolvimento regional com base na gestão dos recursos hídricos, energéticos, ambientais, culturais, bem como na gestão do patrimônio correspondente. Os temas de interesse do laboratório encontram-se vinculados às áreas da engenharia civil e do planejamento regional e urbano, particularmente a área de recursos hídricos, energéticos e ambientais, incluindo projetos territoriais, planos de revitalização e de ordenação territorial baseados na valorização do patrimônio local (hídrico, energético, ambiental, cultural) visando o desenvolvimento sustentável. Com enfoque sobre o planejamento e gestão de bacias hidrográficas (na cidade e no campo), o Labore busca o desenvolvimento de produtos e serviços de defesa e proteção do patrimônio ambiental e cultural (incluindo o desenvolvimento sustentável). Os planos e projetos do Labore são resultantes de pesquisas acadêmicas ou de estudos técnicos que refletem ou induzem a empreendimentos e ações de preservação do patrimônio e gestão dos recursos patrimoniais correspondentes (hídricos, energéticos, ambientais, culturais) ao mesmo tempo em que reconhece e valoriza o contexto local. Linhas de pesquisa do Labore: “Planejamento e Gestão de Bacias Hidrográficas”, “Planejamento Regional, Patrimônio e Paisagem”, “Gestão Pública e Mobilização de Redes Complexas”, “Desenvolvimento Humano e Organizacional”. O Labore oferece apoio ao desenvolvimento e melhoria de processos. O Labore realiza estudos sobre os múltiplos aspectos da sustentabilidade dos empreendimentos civis (imobiliários, de infraestrutura urbana e regional, produtivos, turísticos, culturais, educacionais, esportivos, sociais, individuais, organizacionais, etc.) sob o enfoque da Engenharia Civil, com base no desenho e ciência dos processos, no pensamento complexo e na transdisciplinaridade. 100 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ Equipamentos: 3 Microcomputadores, 1 Impressora, 1 Projetor Multimídia, mobiliário de escritório, coleção de imagens (fotografias e vídeos), livros, relatórios e textos produzidos por pesquisadores do Labore. 28. LABORATÓRIO DE ELETRICIDADE E ENERGIA – LENER Objetivos: O Laboratório de Energia (LENER) tem como objetivo o desenvolvimento de trabalhos experimentais na área de sistemas elétricos de potência e planejamento energético. Este laboratório abriga as principais pesquisas da FEC com as empresas do setor elétrico brasileiro, principalmente no que tange aos projetos de pesquisa e desenvolvimento com suporte da ANEEL. Equipamentos: Este laboratório tem como infraestrutura física: a) Bancadas de trabalho e cadeiras; b) Quadro branco para anotações; c) Ar-condicionado; d) Fechadura da porta de entrada com controle de acesso eletrônico; e) Micro-computador para experiências sobre otimização de sistemas hidroenergéticos; f) Monitor de 46” para trabalhos em equipe e realização de reuniões por videoconferências; g) Estação de trabalho para monitoramento com sistemas de suporte a decisão sobre planejamento do Setor Elétrico Brasileiro; h) Softwares de otimização (GAMS); i) Mapas temáticos sobre o Setor Elétrico Brasileiro. 29. LABORATÓRIO DE HIDRÁULICA COMPUTACIONAL Objetivos: Desenvolvimento e aplicação de modelação computacional a fenômenos hidráulicos em regime permanente e transitório, para condutos livres e forçados. Equipamentos: 4 Microcomputadores tipo Desktop, um Laptop, 2 impressoras jato de tinta sendo uma multifuncional, 1 impressora laser. Compiladores de domínio público (DevCPP, Dev-Pascal, Lazarus, FreePascal, Octave, GnuPlot, Scilab), sistema operacional de domínio público Linux-Kurumim 7.0 (e aplicativos). Aplicativos específicos de modelação de domínio público EPANET e WHAMO e aplicativos desenvolvidos no laboratório. 30. LABORATÓRIO DE PROCESSOS OXIDATIVOS - LABPOX Objetivos: O Laboratório de Processos Oxidativos (LABPOX) do Departamento de Saneamento e Ambiente da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC) da Universidade Estadual de Campinas UNICAMP) tem como objetivos o desenvolvimento de atividades de ensino no curso de graduação e pós-graduação, desenvolvimento de projetos de pesquisa com alunos de 101 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ graduação e pós-graduação e prestação de serviços/trabalhos de parceria com empresas públicas e privadas. Serão desenvolvidos trabalhos envolvendo o tratamento de água para abastecimento público, águas residuárias, ar e solo. Serão utilizados os processos tradicionais de oxidação química, bem como os Processos Oxidativos Avançados (POA). Equipamentos: Ozonizador; Reatores fotoquímicos, fotocatalíticos, eletroquímicos e fotoeletroquímicos em escala de bancada e piloto; Sistema de refrigeração para reatores em escala piloto; Sistema de Análise por Injeção em Fluxo; Espectrofotômetro; Potenciometro/pHmetro; Sistema Mili-Q para purificação de água; Agitadores magnéticos; Sistema de extração em fase sólida (manifold e bomba de vácuo); Sistema de filtração; Pipetas automáticas e micropipetas; Refrigeradores para reagentes, amostras e microrganismos. 31. LABORATÓRIO DE MODELAGEM ESTRUTURAL E MONITORAÇÃO – LABMEM Objetivos: O Laboratório de Modelagem Estrutural e Monitoração (LabMEM), vinculado ao Departamento de Estruturas, foi criado em 2006 com a finalidade de criar um ambiente integrando recursos para ensaios físicos em modelos reduzidos de estruturas e simulação numérica, inicialmente voltado a estruturas de concreto porém com potencial para uso em outros tipos de materiais e estruturas. Professores envolvidos: Prof. Dr. José Luiz Antunes de Oliveira e Sousa Prof. Dr. Luiz Carlos de Almeida Recursos laboratoriais: O LabMEM conta com uma sala de 32 m2 equipada com bancadas para trabalhos leves e para o trabalho com computadores, rede elétrica estabilizada e pontos de rede ligados ao servidor da FEC. Os equipamentos e materiais disponíveis no LabMEM incluem: O sistema flexível de ensaios (conjunto atuador hidráulico servo-controlado para 100 kN) – (FAPESP); Máquina universal de ensaios mecânicos para 100 kN, com capacidade para ensaios controlados pela velocidade do atuador (FINEP/ProInfra); Câmera digital Megaplus II (CCD – 4 Megapixel, 12 bits, com controladora), lentes e adaptadores, placa para conexão entre câmera e computador e iluminadores. Esse equipamento para aquisição de imagens digitais está integrado ao sistema computacional desenvolvido no ambiente LabVIEW, permitindo a aquisição sincronizada de imagens digitais com leituras de outros equipamentos e sensores como LVDT´s, células de carga, sensores elétricos, etc. – (FAPESP); Aparelhos de aquisição automática de dados Datataker (2 modelo DT800 e 1 DT80) – (FAPESP) Sistema modular de aquisição de dados da National Instruments – (CNPq/Universal) 102 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ 3 Computadores portáteis – (FAPESP, CNPq/Universal); 4 Computadores de mesa – (FAPESP, CNPq/Universal); Software LabVIEW, para aquisição e manipulação de dados de monitoração; Software ATENA 3D e DIANA, para simulação tridimensional de processos de fraturamento em estruturas de concreto e outras (FAPESP); 2 Pórticos de reação – capacidade 100 kN (FAPESP); Sensores elétricos de temperatura e de deformação – (FAPESP); Sensores de deslocamentos (LVDT’s) – (FAPESP); Sensores ópticos de deformações, deslocamentos e temperatura – (FAPESP); Atuador hidráulico manual para 20 kN (cilindro hidráulico e acionador manual); Unidade de controle de Sistema GPR com uma antena de alta freqüência (1600 MHz) e uma antena de baixa freqüência (270 MHz) (FINEP/Pró-Equipamentos); Gerador de energia elétrica para trabalhos de campo; Condicionadores de sinais, reguladores de voltagem; Diversos equipamentos e ferramentas menores, necessários para o desenvolvimento das atividades de monitoração (paquímetro, micrômetro, voltímetros, furadeira, lixadeira, chaves de parafusos, alicates, arco de serra, etc.); 32. LABORATÓRIO DE AGLOMERANTES E RESÍDUOS - LARES Objetivos: Atender às atividades de ensino e pesquisa em graduação e pós-graduação dos cursos de Engenharia Civil e de Arquitetura e Urbanismo. Realiza prestação de serviços à comunidade na caracterização física e mecânica de aglomerantes minerais: cimento, cal e gesso. Realiza atividades de reciclagem de resíduos industriais e de construção, com um enfoque inovador, contribuindo para divulgação do conceito de desenvolvimento sustentável no setor da construção civil. Equipamentos: conjunto de equipamentos para caracterização dos aglomerantes minerais; estufas, mufla de 1000 °C; aparelho de permeabilidade ao ar para argamassas e concretos; máquina trituradora de resíduos; data logger para aquisição de dados de hidratação dos aglomerantes minerais; câmara para carbonatação acelerada; microscópio óptico portátil; computador, software; impressora, vidraria e ferramentaria em geral para apoio às atividades no laboratório. 103 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ 10.2. INFORMÁTICA Os recursos computacionais da Faculdade de Engenharia Civil são destinados ao ensino de graduação, de pós-graduação e à pesquisa, e atualizados constantemente para atender adequadamente às necessidades dos alunos e docentes. A Área de Informática da FEC oferece aos seus usuários um contingente grande e variado de equipamentos (micro computadores, Impressoras Laser preto e branco e coloridas, Scanners, Plotters, etc...) e softwares, todos ligados em rede. Os equipamentos estão assim divididos: Sala para realização de cursos (Sala 9 - Térrea) 25 micros Intel Core 2 Duo, 2GB de memória RAM, disco rígido de 160GB, unidade de gravadora e leitora de DVD, Windows XP, monitor de LCD 17” 1 projetor multimídia de alta resolução Sala para realização de cursos (Sala 10 - 1 º. Andar) ·45 micros Intel Core 2 QUAD, 4 GB de memória RAM, disco rígido de 160GB, unidade de gravadora e leitora de DVD, Windows 7, monitor de LCD widescreen 19”. 1 projetor multimídia alta-resolução Sala para realização de cursos (Sala 11 – 1º. Andar) 20 micros Intel Core 2 Duo, 2GB de memória RAM, disco rígido de 160GB, unidade de gravadora e leitora de DVD, Windows XP, monitor de LCD 17” 2 scanners de mesa Sala da pós-graduação (Sala 3 – Térreo) 5 micros Intel Core 2 QUAD, 4 GB de memória RAM, disco rígido de 160GB, unidade de gravadora e leitora de DVD, Windows 7, monitor de LCD 17” 1 impressora laser HP 4000 2 scanners de mesa Sala dos estagiários (Sala 1 – Térreo) Impressora Laser HP 5100 para papel A4, carta e A3 Impressora Laser colorida HP CP3525dn. Plotter HP 5500 Sala dos Servidores de Rede Servidor DELL PowerEdge 3900, Intel Xeon, 1.6GHz, 4GB RAM, 200 GB disco. 2 Servidores DELL PowerEdge T605, Quad-Core AMD Opteron, 2.0GHz, 4GB RAM, 500 GB disco. Servidor DELL PowerEdge T605, Quad-Core AMD Opteron, 2.0GHz, 4GB RAM, 500 GB disco, fita LTO para backup Servidor DELL PowerEdge T605, 2 processadores Quad-Core AMD Opteron, 2.0GHz, 8GB RAM, 1000 GB disco Servidor DELL PowerEdge T605, 2 processadores Quad-Core AMD Opteron, 2.0GHz, 8GB RAM, 1000 GB disco, fita LTO para backup 1 Intel Pentium IV, 1.7 GHz, 1Gb RAM, 72 GB disco SCSI 1 Intel Pentium IV, 3.0 GHz, 1Gb RAM, 3 discos SCSI 72 Gb (cada) 104 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ 2 Intel Pentium D, 3.0 GHz, 2 discos SATA de 200 Gb cada. Estação de trabalho SunBlade 2000, 2Gb memória, disco 72Gb 2 Intel Pentium IV, 2.6 Ghz, disco SATA 80Gb, 512 Mb RAM, placa de rede gigabit para firewall 1 unidade de fita DAT 20/40 Gb 1 unidade de fita DLT Softwares instalados nos laboratórios · · · . · · · · · · · . · · · · · · . · · · · · · · · · · Windows 7 ou Windows XP Professional ABC6 Adobe Acrobat Reader Ansys 10 Autodesk Suite versão 2012, composta dos seguintes produtos: Autocad Revist Architecture Revit Structure 3DSMax Naviswork Manager Naviswork Freedom Ecotect Vazari AutoMETAL AutoVentos Borland C++ Coreldraw 9 Curven CutePDF Delphi 2005 DEV C++ Dialux Ecotect Epanet Empacota Ftool Geomedia Google Sketchup Hammer Mathematica MatLab Mapinfo Office 2007 Pascal Project 2007 Promax Relux 105 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ · Rhino · SAP 2000 · Solar · Temporal · TigreCAD . TopCon · TupyGas · Weather A FEC firmou parceria com três grandes empresas de software e as vantagens destas parcerias são extensíveis aos alunos: Microsoft (Programa MSDNAA), Autodesk (Autodesk Education at UNICAMP) e Bentley (BE Careers Network) Programa MSDNAA A FEC firmou convênio com a Microsoft no programa MSDNAA. Esse programa incentiva o uso acadêmico de produtos Microsoft oferecendo uma grande variedade de softwares, ferramentas de desenvolvimento, aplicativos e Sistemas Operacionais, a um custo muito reduzido. A grande vantagem desse programa, é que permite o uso dos softwares inclusos no pacote, não só em PCs de laboratórios de informática, ensino e pesquisa, mas também em PCs de professores e alunos, até mesmo em PCs residenciais enquanto o professor ou o aluno tiver vínculo oficial com a Universidade. Esse uso deve ser restrito ao desenvolvimento acadêmico relacionado às disciplinas, testes e demonstrações, não sendo permitido para uso administrativo da instituição bem como comercial de qualquer natureza. A Seção de Informática da FEC faz um controle das licenças. Abaixo a lista dos produtos oferecidos no MSDNAA: Aplicativos: Access 2007/2010 Business ScoreCard Manager Duet Enterprise Groove 2007 InfoPath 2007 Lync 2010 MapPoint 2009 MapPoint 2010 MapPoint 2011 OneNote 2007/2010 PerformancePoint Server PowerPivot ProClarity Project 2002/2003/2007/2010 Project 2003 Server 106 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ Project Portfolio Server 2006/2007 Publisher 2002/2003/2007/2010 SharePoint Designer 2007/2010 SharePoint Workspace 201 Small Business Accounting (Application) Streets and Trips 2009 Streets and Trips and AutoRoute 2010/2011 Virtual PC 2004/2007 Virtual PC for Mac 6.1/7.0 Virtual Server 2005 Visio 2002/2003/2007/2010 Windows Virtual PC Ferramentas e recursos: .NET Compact Framework 1.0/2.0 .NET Framework 1.0/1.1/2.0/3.5/4 .NET Framework Redistributable 1.0/2.0/3.0 .NET Micro Framework 16-bit SDK and DDKs Academic Alliance Tools Application Compatibility ASP .NET AJAX 1.0 Azure SDK Bank Framework SDK and DDKs Baseline Security Analyzer 2.0.1 Bookshelf Symbol 7 CMC SDK and DDKs CRC 3.05 Data Analyzer 2002 Developer Security Resource Kit Device Simulator DHTML Editing SDK and DDKs Digital Dashboard DirectX SDK and DDKs Enterprise Instrumentation framewo eScrum ESP 1.0 FabriKam 3.1 GIF Animator Healthcare Framework Help Workshop IIS ILMerge Interix 2.2 Internet Security and Acceleration 107 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ ISDN Mobile Internet Toolkit Surface Translation and UI Strings Glossaries UDDI SDK and DDKs Unified Communications Managed Virtual Earth Visio Tools Volume Shadow Copy Service Windows Academic Program Windows Communication Foundation Windows DNA XML Windows Hardware Compatibility Windows Installer Windows Media Windows Mobile 5.0/6.0 Windows Point of Service Windows Real-Time Communications Windows SDK and DDKs Windows Server Update Windows SharePoint Services Ferramentas para Desenvolvedores: ASP.NET Kinect for Windows SDK Macro Assembler 6.11 Robotics Studio Visual Basic .NET 2003 Visual Basic 6.0 Visual Basic 6.0 Code Advisor Visual C++ Browser Toolkit Visual C++ Tools Visual FoxPro 9.0 Visual J#.NET Visual SourceSafe 2005 Visual Studio 11 Beta Visual Studio 2005/2008/2010 Visual Studio LightSwitch 2011 Visual Studio.NET Visual Studio.NET 2003 Windows Embedded Windows Embedded CE 6.0 Windows XP Embedded XNA Game Studio 108 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ Ferramentas para designers AutoCollage 2008 Expression 1 Expression 2 Expression 3 Expression 4 Songsmith Sistemas Operacionais: Compute Cluster Pack MS-DOS Small Business Server 2003 R2 Windows 7 Windows 8 Consumer Preview Windows Advanced Server Windows CE .NET Platform Builder 4.2 Windows CE DirectX Kit Windows CE Toolkit Visual C++ 6.0 Windows Server "8" Beta Windows Server 2003 Windows Server 2003 R2 Windows Server 2008 Windows Server 2008 R2 Windows Services for UNIX 3.0/3.5 Windows Small Business Server 2008 Windows Small Business Server 2011 Windows Storage Server 2008 Windows Vista Windows XP Servidores: BizTalk Server 2006/2009/2010 Customer Care Framework 2009 Desktop Optimization Pack Exchange Server 2007/2010 FAST Search Server 2010 Forefront Client Security Forefront Endpoint Protection 2010 Forefront Protection 2010 Forefront Security for Exchange Server Forefront Security for SharePoint Forefront Security, Office Communications Server Forefront Server Security Management Console Forefront Threat Management Gateway 2010 Forefront Unified Access Gateway 2010 109 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ Groove Server 2007/2010 Host Integration Server 2006 Identity Lifecycle Manager 2007 ISA Server 2006 Live Communications Server 2005 Lync Server 2010 Office Communications Server 2007 Office Communications Server 2007 R2 Office Server Language Pack 201 Project Server 2007/2010 Search Server 2008/2010 SharePoint Server 2007/2010 SharePoint Server 2007 for Search SQL Server 2005/2008/2012 System Center 2012 Standard/Datacenter System Center Capacity Planner System Center Configuration Manager System Center Data Protection Manager System Center Essentials 2007 System Center Essentials 2010 System Center Mobile Device Manager System Center Operations Manage System Center Reporting Manager 2006 System Center Service Manager System Center Virtual Machine Manager Windows Embedded Device Manager Windows Multipoint Server Programa Autodesk Autocad 2012 Autocad Map 3D 2012 Autocad Mechanical 2012 Autocad Electrical 2012 Autodesk Inventor Professional 2012 Autodesk Vault 2012 Autocad Architecture 2012 Autocad Civil 2012 Autocad Mep 2012 Autodesk Simulation Multiphysics 2012 Autodesk Naviswork Manage 2012 Autodesk Revit Architecture 2012 Autodesk Revit Structure Suite 2012 Autodesk Revit MEP Suite 2012 Autodesk Ecotect Analysis 2012 Autodesk 3DMax Design 2012 110 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ Autodesk Mudbox 2012 Autodesk Alis Design 2012 Autodesk SketchBook Designer 2012 Autodesk Showcase 2012 Programa BE Careers Network Através deste programa, temos acesso a mais de 50 produtos voltados para as mais diversas áreas de engenharia, incluindo o recebimento de atualizações e novas versões, e sem quaisquer limitações de funcionalidades por serem licenças acadêmicas; temos acesso online para download e suporte técnico 24 X 7; possibilidade de treinamento para educadores através do Bentley Institute e acesso a material didático específico para profissionais da área acadêmica. As aplicações de Engenharia Disponíveis no Pacote Educacional são as seguintes: Haestad Methods (modelamento e análise de redes de água, esgoto e drenagem) – WaterCAD – WaterGEMS – HAMMER – SewerCAD – SewerGEMS – CivilStorm – PondPack – StormCAD – CulvertMaster – FlowMaster Building (Soluções de BIM – Building Information Modeling) – MicroStation TriForma – Bentley Architecture – Bentley Building Mechanical Systems – Bentley Structural – Generative Components Geospatial (Soluções para Mapeamento e Cartografia) – Bentley Map – Bentley Descartes – Bentley I/RAS B – Bentley WasteWater Civil (Soluções para movimentação de terras, projeto de rodovias e ferrovias) – GEOPAK Civil Engineering Suite 111 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ – InRoads – InRoads Storm & Sanitary – InRoads Site – InRoads Bridge – InRoads Survey – Bentley Rail Track – MicroStation Civil Extension – PowerCivil Plant (projetos de plantas industriais) – PlantSpace P&ID – Bentley Data Manager – Bentley Datasheets – Bentley Hookups – Bentley Instrumentation & Wiring – AutoPLANT P&ID – AutoPLANT Piping – PlantSpace Equipment – Bentley Building Mechanical Systems – PlantSpace Raceways – Bentley AutoPIPE – Bentley PlantFLOW – MicroStation Schematics Structural (Soluções de Cálculo Estrutural) – RAM Structural System – RAM Steel – RAM Concrete – RAM Frame – RAM Foundation – RAM Elements – RAM Concept – RAM Connection – STAAD.Pro – Offshore Load – Generator – OpenSTAAD – STAAD.beava – STAAD.foundati 112 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ 10.3. BIBLIOTECA O Sistema de Bibliotecas da Unicamp- SBU compreende 28 bibliotecas nas áreas de: biomédicas; artes e humanidades; exatas; tecnológicas e interdisciplinares. A Biblioteca da Área de Engenharia e Arquitetura – BAE , única biblioteca de área do Sistema, reúne os acervos das respectivas unidades de ensino: FEAGRI – Faculdade de Engenharia Agrícola FEC – Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo FEEC – Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação FEM – Faculdade de Engenharia Mecânica FEQ – Faculdade de Engenharia Química Localização Está localizada no segundo piso do prédio da Biblioteca Central Cesar Lattes, em uma área de 2.200 m2, dividida nas seguintes alas: Ala 1: Acervo de Periódicos Sala "Profª Lídia Maria Maegava" - Programa de Capacitação de Usuário Seção de Desenvolvimento de Coleções Área de estudo e leitura Núcleo: Diretoria Secretaria Seção de Serviços ao Público Balcão de Atendimento de referência Sala de Bases de Dados – Levantamentos Bibliográficos Sala de Normas Técnicas Estação de trabalho - Acesso à Base ACERVUS Ala 2: Acervo de Livros, Teses e Materiais Avulsos. Acervo de referência (Dicionários, enciclopédias, handbooks) Área de estudo e leitura Salas de estudo individuais 113 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ Homepage www.bae.unicamp.br Estrutura física Superfícíe: 2.200 m² Pontos de leitura: 144 Estante livre acesso: 4.400 (metro linear) 1 Sala de capacitação: 30 lugares 1 Laboratório de restauração: 20 m² Acervo BAE: A BAE possui um dos maiores acervos físicos, dentre livros, periódicos e teses/dissertações. Sendo: Livros: 51.258 (exemplares) Dissertações/Teses: Total 8.572 Periódicos impressos: 1.809 (títulos) Recursos Eletrônicos BAE A BAE possui fontes eletrônicas, tais como, e-books, base de dados, periódicos eletrônicos. Essas fontes eletrônicas fazem parte do “Portal Capes”, assinaturas pela “Unicamp”, (coleção impressa + online) e revistas com acesso livre. Recursos eletrônicos específicos da área Periódicos eletrônicos: 613 (títulos) Bases de dados: Ciência exatas e da terra/Engenharias: 114 Ciências agrárias: 49 114 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ Recursos Eletrônicos SBU Total / Periódicos eletrônicos: 37.328 Total / Base de dados: 547 Serviços BAE Os usuários dispõem dos seguintes serviços: Consulta local Empréstimo domiciliar Capacitação de usuários de graduação e pós-graduação das áreas de engenharia Orientação bibliográfica Levantamento bibliográfico automatizado Serviço de comutação bibliográfica eletrônica – LIGDOC (Nacional e Internacional) Comutação Bibliográfica Nacional Empréstimo entre bibliotecas Bases de dados bibliográficos online (através da CAPES e do CRUESP Bibliotecas) Catalogação na fonte de livros, dissertações e teses da área de engenharia Total de Serviços em 2011 Empréstimo: 104.367 Renovação de material bibliográfico via web: 56.225 Capacitação de usuários: 592 Catalogação na fonte: 555 Recursos Humanos Os Recursos Humanos da Biblioteca estão divididos em 3 Seções, sendo elas: Diretoria, Seção de Serviços ao Público e Seção de Desenvolvimento de Coleções. Assim, a equipe conta com 06 Bibliotecários e 05 Profissional de Apoio Técnico de Serviços. Retrospectiva BAE 1991 - Criação da Biblioteca da Área de Engenharia (BAE); - Incorporação do acervo da Biblioteca da FEAGRI. 115 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ 1992 - Implantação do Serviço de Empréstimo Automatizado (EMPRESTA); - Abertura da biblioteca no período noturno. 1993 - Acesso à INTERNET; - Participação da BAE em disciplina de Metodologia de Pesquisa e Redação Científica na pós-graduação da Faculdade de Engenharia Civil (FEC); - Abertura da biblioteca aos sábados. 1994 - Implementação do Serviço LIGDOC (Interligação de Bibliotecas para troca de Documentos via INTERNET), primeiro Serviço de Comutação Eletrônica instalado no país, ligação da BAE - UNICAMP com a CSEL - UNM – USA através do ISTEC (Ibero American Science & Technology Educational Consortium); - Criação da REBAE (Rede de Bibliotecas da Área de Engenharia) sob a coordenação da BAE (1994-96); 1995 - Instalação da BAENET (Rede Local da BAE); - Disponibilização de levantamentos bibliográficos automatizados em bases de dados referenciais locais; - Participação da BAE na Disciplina de Metodologia de Pesquisa e Redação Científica na pós-graduação da FEM. 1996 - Ligação da BAENET à UNINET (Rede da UNICAMP); - Inauguração do Serviço LIGDOC - Brasil, entre a BAE - UNICAMP e o Serviço de Bibliotecas da Escola Politécnica da USP; - Co-Direção do ISTEC LIBRARY LINKAGES PROJECT no Brasil; - Participação no Serviço LIGDOC das bibliotecas PUCRS, UFSC, EESCUSP. 1997 - Expansão da Sala de Levantamentos Bibliográficos Automatizados com apoio FAPESP; - Organização pela BAE do Mercosul Istec Library Linkages Workshop com participação instituições brasileiras e estrangeiras integrantes do Consórcio ISTEC. 1998 - Criação do site da BAE; - Expansão do Serviço LIGDOC-Brasil ; - Realização da I Reunião de Trabalho do Serviço LIGDOC-Brasil; - Incorporação do acervo da Biblioteca do Centro de Tecnologia (CT). 1999 - Organização do Treinamento LIGDOC / BRASIL com a participação das instituições integrantes do Consórcio ISTEC; - Organização do Treinamento “Utilização do Software Ariel” no Serviço LIGDOC com a participação das bibliotecas do SBU. 116 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ 2000 - Expansão das instalações físicas da BAE, de 900 m2 para 2.200 m2, ocupando todo o 2° piso da BCCL; - Criação da Sala de Capacitação de Usuários "Profª Dra. Lídia Maria Maegava"; - Expansão da Área de Leitura e Estudo para os usuários da BAE; 2002 a 2003 - Implantação do empréstimo automatizado no Virtua ; - Realização do 1º inventário de acervo de livros da BAE; - Participação em disciplina de graduação da FEM; - Realização da 1a. Semana Nacional do Livro e da Biblioteca; - Indexação de periódicos nacionais na REBAE (Rede de Bibliotecas da Área Engenharia). 2004 - Comemoração dos 10 anos do Serviço LIGDOC-BAE; - Elaboração da Política de Descarte de Material Bibliográfico; - Elaboração do Regulamento de Empréstimo Entre Bibliotecas. 2005 - BAE passa a denominar-se Biblioteca da Área de Engenharia e Arquitetura, conforme Regimento aprovado pelo Consu/UNICAMP; - Criação da base SOPHIA de material avulso. 2006 - BAE completa 15 anos (1991-2006); - Início da digitalização das dissertações e teses retrospectivas das engenharias, disponibilizando-as na Biblioteca Digital da UNICAMP; - Unificação do empréstimo da BAE com a BCCL (Biblioteca Central Cesar Lattes). 2007 - Inventário de periódicos (levantamento de todos os fascículos existentes e comparados com a Base de Periódicos) para atualização da base. 2008 - Disponibilização da Ficha Catalográfica online; - Término da digitalização das dissertações e teses retrospectivas das engenharias – 100% na Biblioteca Digital da UNICAMP. 2012 – Lançamento da Nova Home-page da BAE, que conta com: Chat para atendimento online Disponibilização de formulário para sugestão de novas aquisições Ficha Catalográfica online Formulário de Solicitação de Documento 117 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ ANEXOS 118 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ DELIBERAÇÃO FEC-144/2010 (Anexo 01) Altera o Artigo 9º, letra b, da Deliberação FEC-122/2008, que dispõe sobre o Regulamento do Trabalho Final de Curso REGULAMENTO DO TRABALHO FINAL DE CURSO PARA O CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DA FEC Da Definição e Obrigatoriedade do Trabalho Final de Curso Art. 1º - O Trabalho Final de Curso, doravante denominado TFC, é obrigatório para o curso de Engenharia Civil da Unicamp, conforme a Resolução No. 11, de 11 de Março de 2002 da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação do MEC, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia, Cap. II, Art. 5o, §1, “Deverão existir os trabalhos de síntese e integração dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso, sendo que, pelo menos um deles deverá se constituir em atividade obrigatória como requisito para a graduação.” Art. 2º - Estarão obrigados a realizar TFC os alunos de Engenharia Civil da Unicamp que seguem o catálogo de 2003 e os catálogos subseqüentes. Art. 3º - O TFC consiste em um trabalho elaborado individualmente, sob a orientação permanente de um professor orientador, do corpo docente da Instituição, sendo requisito obrigatório para a colação de grau. Da Carga Horária das Atividades de TFC Art. 4º - O TFC deverá ser formalmente cumprido através de duas disciplinas obrigatórias para os alunos que seguem o catálogo a partir de 2007, sendo elas: CV450-Metodologia Científica e Redação Científica e CV950-Trabalho Final de Curso. Os alunos que seguem os catálogos de 2003 a 2006 deverão cumprir a disciplina EC940-Projeto Integrado, que serão de responsabilidade da Coordenadoria de Graduação de Engenharia Civil. As disciplinas mencionadas acima estão descritas a seguir: CV450 Metodologia Científica e Redação Científica OF:S-6 T:02 P:00 L:00 O:00 D:00 E:01 HS:03 SL:02 C:02 Pré-Req.: AA200 Ementa: Como organizar um TFC: escolha de tema, organização de revisão bibliográfica, fichamento, elaboração de um anteprojeto. Estruturas do trabalho: 119 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ introdução, desenvolvimento, conclusão. Uniformização redacional segundo recomendações da ABNT. CV950 Trabalho Final de Curso OF:S-6 T:00 P:00 L:00 O:04 D:00 E:03 HS:07 SL:00 C:04 Pré-Req.: CV450 AA480 AA200 Ementa: Projeto teórico ou prático orientado por um docente da FEC que atua no curso de Engenharia Civil. EC940 Projeto Integrado OF:S-5 T:00 P:06 L:00 O:00 D:00 E:00 HS:06 SL:00 C:06 Pré-Req.: AA480 AA200 Ementa: Projeto teórico ou prático orientado por um ou mais docentes da Faculdade Civil, resultando em trabalho final de curso. Da competência dos Departamentos Art. 5º - Cabe a cada Departamento, a cada semestre, as seguintes atividades: a) Acolher propostas de temas de TFC advindas do seu corpo docente; b) Acolher propostas de TFC advindas do corpo discente; c) Selecionar, divulgar aos alunos e enviar para a Coordenadoria de Graduação, trinta dias antes do término de cada semestre, os temas que serão disponibilizados pelo Departamento, para desenvolvimento do TFC no semestre seguinte; d) Cada Departamento deverá indicar, no ano, um número de temas no mínimo igual ao número de docentes em atividade que ministram disciplinas no curso de Engenharia Civil. Da competência da Comissão de Graduação Art. 6º - Cabe à Comissão de Graduação do Curso realizar, a cada semestre, as seguintes atividades: a) Receber dos Departamentos, trinta dias antes do término do semestre letivo, as propostas de temas e orientadores disponíveis para o próximo semestre; b) Divulgar a lista geral de temas e orientadores disponíveis; c) Receber inscrição de alunos candidatos à cursar o TFC no próximo semestre. Essa inscrição deverá ser feita na Secretaria de Graduação, até quinze dias antes do término do semestre anterior aquele em que o aluno vai realizar o TFC; d) Após receber as inscrições, elaborar uma classificação ordenada dos candidatos por um índice que será a soma do CR do aluno, multiplicado por 4, com o número de semestres em que aluno desenvolveu iniciação científica, multiplicado por 0,5. 120 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ e) Fazer a distribuição dos alunos inscritos, usando a seqüência ordenada dos alunos, descrita no item anterior, para a distribuição dos candidatos para os orientadores e temas disponíveis. f) Elaborar cronograma da disciplina EC940 ou CV950, que corresponde ao cronograma do TFC, em cada semestre; Da competência do Orientador do TFC Art. 7º - A orientação do TFC será exercida por professores da FEC que ministram aulas no curso de engenharia civil. § 1º - Cada orientador deve ter o compromisso de oferecer no mínimo um tema por ano e poderá orientar no máximo três TFC simultaneamente. § 2º - Os orientadores serão indicados pela Comissão de Graduação, escolhidos nas listas de temas e orientadores enviadas semestralmente pelos Departamentos. No ato da designação de um orientador o tema do trabalho deve estar definido. Cabe a cada orientador: a) Acompanhar e avaliar a estruturação do projeto de TFC, verificando a consistência e as condições de implementação do trabalho na FEC; b) Acompanhar as atividades do estudante durante o desenvolvimento do TFC, registrando sua freqüência; c) Zelar pelo cumprimento do cronograma proposto pela Comissão de Graduação do Curso; d) Avaliar o trabalho final; Da competência do Estudante do TFC Art. 8º - O estudante candidato a TFC deve conhecer este Regulamento. Cabe a cada aluno candidato a realização do TFC: a) Até quarenta e cinco dias antes do final do semestre anterior aquele em que realizará o TFC, sugerir aos Departamentos temas onde possui interesse de vir desenvolver o seu projeto. b) Inscrever-se na Secretaria de Graduação, no período compreendido entre trinta e quinze dias antes do final do semestre anterior aquele em que realizará o TFC, indicando as suas preferências de área, orientador e projetos disponíveis. Após a inscrição dos candidatos a Comissão de Graduação irá fazer a designação de temas e orientadores de cada inscrito, conforme critérios que constam deste regulamento. c) Na matrícula do semestre em que fará o TFC, o aluno deverá matricular-se na disciplina EC940 ou CV950. d) Manter o Orientador informado sobre o andamento das suas atividades. Comparecer a, no mínimo, 75% das atividades de orientação de TFC previstas pelo orientador; 121 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ e) cumprir o cronograma do Trabalho Final de Curso estabelecido pela Comissão de Graduação do Curso; f) Elaborar uma versão escrita do TFC, em consonância com as normas da ABNT, contendo capa, resumo, sumário, introdução, fundamentos teóricos, metodologia, detalhamento das atividades desenvolvidas, resultados, conclusões, referências bibliográficas e anexos e/ou apêndices. Entregar uma cópia por escrito, em formato A4, e uma em mídia magnética à Secretaria de Graduação, com a versão definitiva do trabalho, quando do término do TFC. Da Avaliação do TFC Art. 9º - O processo de avaliação do Trabalho de Final de Curso constará de: a) Freqüência nas atividades de orientação, controlada pelo orientador. Será reprovado por faltas o estudante que não comparecer a 75%, no mínimo, do conjunto das atividades de orientação; b) A Nota Final será igual à média aritmética das notas atribuídas pelo orientador do TFC e mais um docente da FEC que atue em área correlata. A ficha de avaliação do aluno deve ser enviada à Coordenação que encarregar-se-á de preencher o boletim de nota e freqüência. Art. 10º - Para a disciplina CV950 não haverá exame final. Art. 11º - Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver freqüência igual ou superior a 75% das aulas de orientações e nota final maior ou igual a 5,0 (cinco) no TFC. Art. 12º - O não cumprimento de qualquer etapa no prazo estabelecido no cronograma de TFC, elaborado pela Comissão de Graduação do Curso será entendido como desistência por parte do estudante, implicando em nota final 0 (zero). Disposições Gerais Art. 13º - Compete à Comissão de Graduação de Engenharia Civil, juntamente com o Coordenador de graduação de Engenharia Civil, dirimir dúvidas e resolver os casos omissos não previstos neste regulamento. Art. 14º - Este Regulamento entrará em vigor a partir desta data. Campinas, 14 de junho de 2010 Prof. Dr. Leandro Palermo Junior Diretor da FEC 122 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ DELIBERAÇÃO CG.EC/FEC 01/2007 (Anexo 02) Normas da FEC para Programas de Estágios do curso 12 (Engenharia Civil) (Aprovada em Reunião da CG/FEC de 11/09/2007 e Congregação da FEC de 25/10/2007-Deliberação nº 153/2007) Altera o Artigo 1º, inciso II do Artigo 2º e os parágrafos 1º, 2º, 3º, 4º e 5º do Artigo 4º (inclusive) da Deliberação CG.EC/FEC 01/2005 de 19/12/2005. A Comissão de Graduação da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo, da Universidade Estadual de Campinas, em atendimento ao disposto na RESOLUÇÃO UNICAMP GR Nº 38/2003, e ao disposto nas diretrizes curriculares para cursos de engenharia, estabelecidas na RESOLUÇÃO CNE/CES 11, de 11 de março de 2002, estabelece as seguintes normas para Programas de Estágio do seu curso de graduação em Engenharia Civil. Artigo 1º - A realização de estágio por alunos do curso de graduação em Engenharia Civil deverá ser autorizada pela Coordenadoria de Graduação do curso, que poderá ser assessorada pela Comissão de Estágios de Engenharia Civil, criada especificamente para administrar os estágios de alunos de graduação em Engenharia Civil da FEC. Artigo 2º - Os estágios serão autorizados somente se o aluno atender a todos os requisitos abaixo. I. O aluno deve estar regularmente matriculado no curso de graduação em engenharia civil. II. O aluno deve ter um CP (Coeficiente de Progressão) maior ou igual a 0,40 antes do início do estágio. III. A data de início da vigência do Termo de Compromisso de Estágio não poderá ser anterior à data de assinatura do Termo. IV. A data de término da vigência do Termo de Compromisso de Estágio não poderá ser posterior a 30 dias após o início do semestre letivo regular seguinte. V. A jornada diária deve ser de no máximo 8 horas. VI. O número de horas semanais para desenvolvimento do estágio deve ser limitado, de modo que a soma do número de horas semanais de estágio com o número de créditos semanais em disciplinas em que o aluno estiver matriculado no período letivo, exceto os créditos na disciplina EC915, não pode exceder a 44. VII. Os horários de realização de estágio não poderão coincidir com os horários das disciplinas em que o aluno estiver matriculado na UNICAMP. VIII. As atividades de estágio devem ser compatíveis com a formação em Engenharia Civil. IX. As atividades que compõem o estágio devem estar descritas no Termo de Compromisso de Estágio. X. A formalização do estágio junto à Unicamp deverá ser feita através do SAE (Serviço de Apoio ao Estudante) A organização concedente do estágio deve ter convênio com a Unicamp para este fim. Esse convênio deve acontecer com a intermediação do SAE (Serviço de Apoio ao Estudante). XI. 123 Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo _________________________________________________________________________ XII. Para a realização de estágio o aluno deverá estar coberto por seguro obrigatório. Artigo 3º - As atividades de estágio, desde que o aluno tenha um CP (coeficiente de progressão) maior ou igual a 0,80 poderão ser aproveitadas para matrícula na disciplina EC915 (Estágio supervisionado), obrigatória no curso de engenharia civil. O aluno deverá matricular-se nessa disciplina nos períodos de matrícula do primeiro ou segundo períodos letivos, ou ainda, no período de matrícula em disciplinas de férias de verão. Parágrafo 1o – O número mínimo de horas de estágio, para efeito de aprovação na disciplina EC915 (Estágio Supervisionado) é de 180h. Parágrafo 2o – A contagem de horas de estágio, para efeito da disciplina EC915, dar-se-á a partir do primeiro dia letivo do período no qual o aluno matriculou-se em tal disciplina. Artigo 4o –A Comissão de Estágio para assessorar a Coordenadoria de Graduação de Engenharia Civil será constituída pelo Coordenador Associado de Graduação de Engenharia Civil e por um professor de cada Departamento da FEC. Os representantes dos Departamentos, que farão parte da Comissão de Estágio, deverão ser designados anualmente pelos Conselhos Departamentais. A Comissão de Estágios será presidida pelo Coordenador Associado de Graduação. Parágrafo 1o – A Comissão de Estágios assessorará a Coordenadoria de Graduação quando consultada, analisando e emitindo pareceres circunstanciados sobre as solicitações de estágios, verificando a pertinência dos pedidos e liberando a realização daqueles que atendam aos regulamentos vigentes. Parágrafo 2o – A critério da Comissão de Estágios, um aluno poderá ter o seu estágio suspenso, caso o mesmo não esteja cumprindo as finalidades previstas no Programa de Estágios. Parágrafo 3o – Ao final do período letivo os alunos deverão apresentar em formulário próprio, um relatório e uma avaliação pessoal sobre o estágio realizado, que deverão ser acompanhados de uma avaliação feita pelo Supervisor do Estágio na organização concedente. Parágrafo 4o –Para os alunos matriculados em disciplinas de estágio, a Comissão de Estágios de Engenharia Civil atribuirá nota final, baseada no conteúdo dos relatórios de estágio, na avaliação pessoal e na avaliação feita pelo supervisor da empresa. Essa nota será lançada no Boletim de Notas da disciplina, sendo consignada no histórico escolar do aluno. Artigo 5o – Respeitado o Artigo 2o um aluno pode renovar o compromisso de estágio com uma empresa, ou inscrever-se num novo estágio, devendo em ambos os casos encaminhar um novo Termo de Compromisso de Estágio ao SAE, que será analisado pela Coordenadoria de Graduação do curso. Artigo 6o – Os casos omissos e/ou as exceções deverão ser resolvidos pela Comissão de Estágio de Engenharia Civil. Artigo 7º - A presente resolução entrará em vigor a partir da data de sua aprovação na Congregação da FEC e será aplicada a todos os novos Termos de Compromisso de Estágio. Campinas, 11 de setembro de 2007 Prof. Dr. ANDRÉ MUNHOZ DE ARGOLLO FERRÃO Coordenador de Graduação do curso de Engenharia Civil 124