ESCOLA DE ENFERMAGEM SANTA EMÍLIA DE RODAT JOÃO PESSOA - PB 2007 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO............................................................................................................................. 3 CARACTERÍSTICAS GERAIS ....................................................................................................... 4 I - INTRODUÇÃO ............................................................................................................................ 4 II - FINALIDADES .......................................................................................................................... 4 III - OBJETIVOS .............................................................................................................................. 5 Geral: ............................................................................................................................................ 5 Específicos: ................................................................................................................................... 5 IV - CLIENTELA ............................................................................................................................. 5 V - ATIVIDADES DOS ESTAGIÁRIOS ........................................................................................ 5 V - DURAÇÃO ................................................................................................................................. 6 VII - DESENVOLVIMENTO .......................................................................................................... 6 VIII - ESTÁGIO EXTRACURRICULAR ....................................................................................... 6 IX - RECURSOS HUMANOS ALOCADOS AO ESTÁGIO .......................................................... 7 X - OBRIGATORIEDADE .............................................................................................................. 7 BASES LEGAIS DO ESTÁGIO....................................................................................................... 8 RESOLUÇÃO - COFEN - 121 ......................................................................................................... 9 RESOLUÇÃO COFEN - 136 ......................................................................................................... 12 ATRIBUIÇÕES................................................................................................................................ 13 DINÂMICA DO ESTÁGIO ............................................................................................................ 16 1. SUPERVISÃO ............................................................................................................................ 16 2. OBJETIVOS DA SUPERVISÃO ............................................................................................... 16 GERAL: ....................................................................................................................................... 16 ESPECÍFICOS: ........................................................................................................................... 16 3. AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO .................................................................................................... 17 4. CAMPOS DE ESTÁGIO ............................................................................................................ 18 5. CARGA HORÁRIA.................................................................................................................... 19 FORMULÁRIOS UTILIZADOS NOS ESTÁGIOS .................................................................... 20 FICHA DE AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO...................................................................................... 21 RESUMO DAS ATIVIDADES ESCOLARES .............................................................................. 22 1 Escola de Enfermagem Santa Emília de Rodat - EESER Enfª. Maria da Glória Uchôa dos Santos Diretora Enfª. Maria Zilene Mendonça do Prado Coordenadora do Curso Superior de Enfermagem Enfª. Maria de Fátima Vieira Coordenadora do Estágio Supervisionado A Coordenação de Estágio agradece o envio de críticas e sugestões que visem ao aprimoramento do mesmo 2 APRESENTAÇÃO Tendo em vista a melhoria do ensino da Enfermagem e, principalmente, um maior proveito nas atividades de natureza prática propiciadas a seus alunos, a Escola de Enfermagem Santa Emília de Rodat oferece, a seus discentes, este manual que, segundo espera, lhes será de grande proveito. MARIA DA GLÓRIA UCHÔA DOS SANTOS Diretora da EESER 3 CARACTERÍSTICAS GERAIS I - INTRODUÇÃO O Estágio Supervisionado de Enfermagem é realizado nos hospitais e serviços conveniados e visa a integrar os alunos da Escola em todas as clínicas e setores dos hospitais, maternidades e, ainda, nos serviços da rede básica de saúde. Os trabalhos se realizam com a orientação de enfermeiros supervisores, pois as atividades dos alunos, orientada e supervisionada, deve atender às expectativas do paciente, melhorando o nível de qualidade da assistência e propiciando, ao aluno ampliar o aprendizado técnico e o aprofundamento científico. II - FINALIDADES O estágio curricular supervisionado tem, por finalidades: 1) o oferecimento, ao aluno, de oportunidades de conhecimento, in loco, dos diferentes serviços e atividades próprios do Enfermeiro; 2) o conhecimento, através da prática, da aplicação das informações obtidas em diversas disciplinas que integram o currículo; 3) a familiarização com pessoas, instituições e profissionais, todos voltados para a assistência na área da saúde; 4) aproximar o futuro Enfermeiro da pessoa do paciente, a fim de que o aluno possa melhor aquilatar as necessidades e carências dos que buscam os serviços de saúde. 4 III - OBJETIVOS Geral: • Integrar os alunos em todos os setores e serviços do hospital e maternidade visando a melhorar o nível do aprendizado técnico e científico e o atendimento aos pacientes internados e àqueles que procuram o serviço. Específicos: • Melhorar a qualidade da Assistência de Enfermagem: • Conscientizar os futuros os profissionais de Enfermagem da importância da assistência de Enfermagem adequada para melhorar o nível do serviço e aumentar a valorização profissional. • Prestar assistência de Enfermagem no período do estágio a todos os pacientes internados nos diferentes tipos de setor e de serviço. • Melhorar o aprendizado mediante: um maior aprofundamento científico no campo de estágio; e o desenvolvimento das técnicas básicas. IV - CLIENTELA • Alunos do Curso Superior de Enfermagem da EESER V - ATIVIDADES DOS ESTAGIÁRIOS • Aprendizado • Aprofundamento científico • Participação no processo de Enfermagem • Prescrição de acordo com as necessidades do paciente • Execução de tarefas específicas para cada caso • Orientação do paciente e família • Supervisão da execução das tarefas • Avaliação do desenvolvimento das ações 5 • Assistência integral ao paciente • Atendimento às necessidades constatadas • Cuidados especiais prestados pela Enfermagem • Participação na aplicação do processo de Enfermagem V - DURAÇÃO A duração do estágio varia de acordo com a área, conforme o previsto no currículo pleno do Curso. A carga horária a ser dedicada, pelo aluno, a cada área de estágio consta no item próprio deste manual. VII - DESENVOLVIMENTO O estágio desenvolve-se nas seguintes áreas: • Semiologia e Semiotécnica de Enfermagem; • Enfermagem Médico-Cirúrgica: ⇒ Enfermagem em UTI e URPA; ⇒ Enfermagem em Centro Cirúrgico. • Enfermagem Materno-Infantil: ⇒ Enfermagem em Pediatria; ⇒ Enfermagem Obstétrica e Neonatal; • Administração Aplicada à Enfermagem; • Enfermagem em Saúde Coletiva; • Enfermagem em Psiquiatria e Neurologia. VIII - ESTÁGIO EXTRACURRICULAR • O estágio extracurricular deverá ser solicitado pelo aluno à Diretoria Técnica, através da Coordenação dos Estágios Supervisionados. 6 • O estágio voluntário será realizado buscando-se ampliar as experiências já adquiridas no campo da Enfermagem e como um adendo ao Estágio Curricular Supervisionado. • O aluno somente poderá realizar este estágio com a presença de um supervisor da Escola ou de um Enfermeiro com o Termo de Cooperação Técnica assinado com a Escola. IX - RECURSOS HUMANOS ALOCADOS AO ESTÁGIO - Enfermeiros professores - supervisores integrantes do corpo docente da Escola. - Enfermeiros dos Hospitais e Maternidades, mediante cooperação técnica. - Enfermeiros de outros serviços de Saúde que são, também, supervisores da Escola. X - OBRIGATORIEDADE O Estágio curricular supervisionada é condição obrigatória para a integralização do Curso Superior de Enfermagem. Esta obrigatoriedade consta da legislação federal que rege o currículo mínimo necessário à formação do profissional da Enfermagem. 7 BASES LEGAIS DO ESTÁGIO O estágio curricular supervisonado, a ser cumprido pelos alunos do Curso de Enfermagem da EESER, está amparado nos seguintes diplomas legais: - Lei nº 6.494, de 07.12.1977; - Lei nº 7.498, de 25.06.1986; - Decreto nº 87.497, de 18 de agosto de 1982; - Resolução COFEN nº 121/90; - Resolução COFEN nº 136/91. Vêm, a seguir, os textos destas duas Resoluções. 8 RESOLUÇÃO - COFEN - 121 Baixa normas para estágio de Estudantes de Curso de Enfermagem de I, II e III graus. O Plenário do Conselho Federal de Enfermagem - COFEN em sua 191ª Reunião Ordinária, e no uso de sua competência consignada na Lei nº 5.905, de julho de 1973; Considerando que cabe, ao Conselho Federal de Enfermagem - COFEN, como órgão, a disciplina e fiscalização da Enfermagem e dos profissionais; Considerando que o exercício da Enfermagem por pessoa sem habilitação legal configura exercício ilegal da profissão capitulado na Lei nº 7.498/86 e no Decreto Lei nº 3.688/41 das Contravenções Penais; Considerando que o estágio de estudantes de Enfermagem de I, II e III graus deve visar complementação do ensino e da aprendizagem a serem planejados, executados, supervisionados e avaliados por Enfermeiro, de conformidade com os currículos, programas e calendários escolares, a fim de se constituírem em instrumento de integração, em termos de treinamento e prática, de aperfeiçoamento técnico, científico, cultural e de relacionamento humano; Considerando que a existência de estágios, em locais sem interveniência da instituição de ensino, sem orientação, supervisão e avaliação do Enfermeiro, infringe o disposto na Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, Lei nº 6.494, de 07 de dezembro de 1977, e Decreto nº 87.497 de agosto de 1982; Considerando que, o Estudante de Enfermagem, trabalhando desvinculado da Escola, não recebendo orientação, supervisão e avaliação por parte do Enfermeiro, estará desta forma, na ilegalidade; e à vista do que consta no PAD - COFEN nº 58/89. RESOLVE: Art. 1º - É licito o trabalho do Estudante de Enfermagem de I, II e III graus, como estagiário, quando observados, integralmente, os dispositivos constantes na Lei nº 6.494, de 07 de dezembro de 1977, no Decreto nº 87.497 de 18 de agosto de 1982, na Lei nº 7.498 de 25 de junho de 1986, e nesta norma. 9 Art. 2º - O exercício de atividades de Enfermagem por parte de Estudantes de Enfermagem de I, II e III graus, em desacordo com as disposição referidas no ítem anterior, configura exercício ilegal, e o Conselho Regional de Enfermagem fará representação junto à autoridade policial contra o responsável pelas instituições de Ensino nas quais o estagiário se encontra vinculado. Parágrafo único - Os Enfermeiros que permitirem ou tolerarem a situação descrita no caput deste artigo, serão passíveis de punição ética, pois é vedado ao profissional ser convivente com a violação da Lei. Art. 3º - Compete única e exclusivamente às Instituições de Ensino, a celebração de convênios com as Instituições de Serviços e a regulamentação do estágio dos estudantes de Enfermagem de I, II e III graus, para sua operacionalização. Art. 4º - As atividades do estágio poderão ser realizadas na comunidade em geral ou junto a pessoas jurídicas de direito público ou privado, sob responsabilidade e coordenação direta da Instituição de Ensino na qual esteja o aluno matriculado, atendidas as exigências contidas no art. 5º do Decreto nº 87.497, de 18 de agosto de 1982. Art. 5º - O estágio somente poderá verificar-se com supervisão do Enfermeiro em unidades que tenham condições de proporcionar experiência prática na linha de formação, devendo o estudante, para esse fim, estar apto ao estágio. Art. 6º - A jornada de atividades em estágio, a ser cumprida pelo Estudante, deverá compatibilizar-se com seu horário da parte em que venha ocorrer o estágio. Art. 7º - O planejamento, supervisão e avaliação das atividades de estágio deverão ser levadas a efeito através do profissional Enfermeiro de serviço, com a co-responsabilidade da Instituição de Ensino, observado o disposto na Lei 10 7.498/86, o grau de formação e a etapa do curso em que se encontra o estagiário. Art. 8º - Para controle e fiscalização do exercício profissional com referência aos estagiários de Enfermagem I, II e III graus, as Instituições de Ensino deverão comunicar ao Conselho Regional de Enfermagem da Jurisdição, as Instituições de Saúde conveniadas para estágio e os alunos aptos a estagiarem na conformidade desta norma. Art. 9º - A presente resolução entrará em vigor na data em que for publicada na Imprensa Oficial, retroagindo seus efeitos à data de sua assinatura. Rio de Janeiro , 31 de outubro de 1990. VIRGÍNIO FARIAS NEIDE MARIA FREIRE FERRAZ Primeiro Secretário Presidente 11 RESOLUÇÃO COFEN - 136 Dá nova redação ao artigo 7º da Resolução COFEN - 121. O Conselho Federal de Enfermagem, no uso da competência consignada nos artigos 2º e 8º , inciso IV e XIII da Lei nº 5.905, de 12 de julho de 1973, combinados com o artigo 16, incisos IV, V, XIII e XLI do Regimento desta Autarquia, aprovado pela Resolução COFEN - 52, tendo em vista a deliberação do Plenário, em sua 202ª Reunião Ordinária, à vista do que consta no PAD - COFEN nº 168/91. RESOLVE: Art. 1º - O artigo 7º da Resolução COFEN - 121/90, passa a ter a seguinte redação: “ Art. 7º - O planejamento, a supervisão e a avaliação das atividades de estágio deverão ser levados a efeito sob a responsabilidade da Instituição de Ensino, com a coparticipação do Enfermeiro do Serviço.” Art. 2º - O presente ato resolucional entrará em vigor na data em que for publicada na Imprensa Oficial, retroagindo seus efeitos à data de sua assinatura. Art. 3º - Ficam revogadas as disposições em contrário. Rio de Janeiro, 18 de outubro de 1991. RUTH M. DE C. LEIFERT GILBERTO LINHARES TEIXEIRA COREN-SP nº 1.104 COREN-RJ nº 2.380 Primeira Secretária Presidente 12 ATRIBUIÇÕES Têm atribuições e responsabilidades relativos ao estágio curricular supervisionado todas aquelas pessoas - dirigentes, professores e alunos - nele envolvidas. Eis, a seguir, estas atribuições. Atribuições do Diretor(a) da EESER: - designar os professores das disciplinas relativas aos estágios; - designar o Coordenador dos Estágios Supervisionados; - designar os professores-supervisores; - superintender as atividades de estágio; - fazer cumprir as normas regimentais pertinentes ao estágio. Atribuições do Coordenador(a) dos Estágios Supervisionados: - sugerir, à Direção, a designação dos professores-supervisores; - avaliar e credenciar instituições para funcionarem como campos de estágio; - presidir a Comissão de Estágio Supervisionados de Enfermagem - CESEN; - cumprir e fazer cumprir as normas relativas ao estágio. Atribuições da Comissão de Estágios Supervisionados de Enfermagem - CESEN: - distribuir, coordenar e fiscalizar as tarefas dos discentes em regime de estágio; - cumprir e fazer cumprir as exigências legais e regimentais; - selecionar, anualmente, as áreas de estágio; - supervisionar a realização do estágio, na forma estabelecida; 13 - manter atualizada a documentação referente aos estagiários e à organização do estágio; - zelar para que não haja solução de continuidade na realização dos estágios; - promover reuniões periódicas dos supervisores de estágios com os estagiários; - elaborar modelos de fichas e formulários necessários à organização e andamento do estágio; - propor o descredenciamento de campos de estágio, caso estes não satisfaçam às exigências regulamentares; - desligar o aluno do campo de estágio e/ou transferi-lo, quando for o caso, se ele deixe de observar as normas regimentais relativas ao estágio. Atribuições do Professor Supervisor: - orientar os alunos, quer individualmente, quer em grupo; - acompanhar o desempenho do aluno no estágio; - fazer reuniões quinzenais com os estagiários na CESEN; - avaliar o desempenho dos estagiários; - proceder à avaliação do campo de estágio; - manter em dia a documentação referente aos estágios supervisonados que lhe dizem respeito. Atribuições do Estagiário: - cumprir as exigências regulamentares do estágio curricular supervisionado; - aceitar a orientação e dela utilizar-se; - manter em dia a documentação exigida pela Coordenação de Estágios e pelo Professor-Supervisor; - executar as tarefas recebidas no estágio, levando em conta não somente os interesses do aprendizado, mas também os da Instituição e os do Curso; - preparar e apresentar, com antecedência, o material necessário às entrevistas de orientação; 14 - selecionar e catalogar o material necessário à elaboração de seus respectivos trabalhos de estágio; - apresentar relatórios no prazo fixado para cada área, de conformidade com as disposições contidas neste Manual; - Instituição em que estagiar; - obedecer aos Estatutos, Regimentos e outras normas que regem. - guardar absoluto sigilo profissional - durante e após o estágio - sobre todos os assuntos atinentes à Instituição onde estagiar. 15 DINÂMICA DO ESTÁGIO 1. SUPERVISÃO Entende-se, por Supervisão, o procedimento segundo o qual em professor da EESER acompanha, orienta, treina os discentes no exercício de atividades práticas pertinentes a seu futuro desempenho como profissional da Enfermagem. Eventualmente, poderá assumir as funções e responsabilidades de um supervisor da Escola, algum Enfermeiro lotado no campo de estágio e designado, para a tarefa, de comum acordo entre a Instituição a que pertence e a EESER. 2. OBJETIVOS DA SUPERVISÃO A Supervisão dos estágios curriculares tem os seguintes objetivos: GERAL: - auxiliar e orientar o aluno na aplicação e prática dos conhecimentos teóricos obtidos, de modo a fazê-lo conseguir a adequada formação profissional. ESPECÍFICOS: - aplicar técnicas e métodos da Enfermagem científica; - desenvolver a atividade profissional atendendo aos princípios éticos e operacionais; - articular as diversas práticas de Enfermagem; - situar os problemas de saúde dentro do contexto sócio-econômico-cultural da Região; - levar o aluno a conhecer e utilizar os recursos da Enfermagem; - avaliar o trabalho realizado e o desenvolvimento pessoal do supervisionado; - avaliar, no discente, seu grau de responsabilidade e de interesse pela profissão; 16 - avaliar o desenvolvimento, no aluno, de sua capacidade prática para o trabalho; - avaliar a capacidade, demostrada pelo supervisionado, de gerir as situações em que vier a atuar profissionalmente; - avaliar o estagiário quando à assiduidade, pontualidade, sociabilidade, interesse, participação e responsabilidade 3. AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO Entende-se por avaliação o processo contínuo de análise do trabalho realizado pelo aluno que permite a revisão de atividades e métodos empregados, a conscientização, pelo mesmo, dos seus pontos positivos e negativos e o seu maior desenvolvimento na prática funcional. A avaliação constitui parte integrante da aprendizagem, dela participando o Professor-Supervisor, o aluno e o supervisor da Instituição onde estagia o supervisionado. Ao término do estágio em cada área, o aluno receberá uma nota, de acordo com a avaliação feita pelo supervisor, levando-se em consideração os critérios abaixo relacionados. É obrigatória a apresentação do relatório de estágio, devidamente preenchido pelo aluno e avaliado pelo Supervisor. Nº CRITÉRIOS 01 ASSIDUIDADE 02 PONTUALIDADE 03 INTERESSE 04 PARTICIPAÇÃO 05 SOCIABILIDADE 06 RESPONSABILIDADE 07 CAPACIDADE DE RESOLVER PROBLEMAS 08 CAPACIDADE DE DECISÃO 09 DOMÍNIO DE MÉTODOS E TÉCNICAS 10 EQUILÍBRIO 11 ÉTICA PROFISSIONAL 12 DESEMPENHO GLOBAL 17 A avaliação do aluno, a ser efetivada pelo professor-supevisor, abrange os seguintes aspectos: - freqüência ao local do estágio, de forma ininterrupta, durante o período em que permanecer em cada área; - pontualidade, caracterizada pela observância do horário de trabalho estabelecido pela Instituição onde estagia; - obediência às normas e procedimentos estabelecidos pela Instituição onde estagiar; - espírito de cooperação para com os demais membros da equipe onde atuar, colaborando para a eficiência da organização; - entendimento fácil das tarefas que constituem seu plano de estágio; - iniciativa para enfrentar situações novas, que impliquem em tomadas de decisão; - criatividade, poder de inovação e inventiva diante de situações novas; - capacidade de adaptação ao trabalho de equipe e às tarefas que executar, ajustandose às situações decorrentes do trabalho; - freqüência às sessões de orientação. O requerimento do estagiário, poderá ser expedida certidão comprobatória de seu aproveitamento, assinada pelo Professor-Supervisor e pelo Coordenador dos Estágios Supervisionados da EESER. Será aprovado, no estágio de cada área, o aluno que cumprir, pelo menos, 75% da freqüência obrigatória e obtiver a nota mínima de 7,0 (sete). 4. CAMPOS DE ESTÁGIO Os campos de estágio para os alunos da EESER são as Instituições que firmaram convênio com a Escola para esse fim. São escolhidos para campos de estágios as organizações da área da saúde, públicas e privadas, que possuem condições estruturais e organizacionais compatíveis com as áreas em que deverão se desenvolver as tarefas do estagiários. O encaminhamento do estagiário à Instituição onde deverá atuar é feita pela Coordenação de Estágio Supervisionados. 18 São as seguintes as Instituições que recebem estagiários encaminhados pela EESER: Nº 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 NOME DA INSTITUIÇÃO Hospital Governador Flávio Ribeiro Coutinho Complexo Psiquiátrico Colônia Juliano Moreira Instituto Hospitalar General Edson Ramalho Hospital 13 de Maio Hospital Geral Santa Isabel Hospital Napoleão Laureano Hospital Samaritano Centro de Saúde Teixeira de Vasconcelos Centro de Saúde Ephigênio Barbosa do Castelo Branco Complexo Infantil Maternidade Frei Damião Maternidade Cândida Vargas Centro de Saúde de Jacaré Secretaria de Saúde da Penha Secretaria de Saúde de Pedras de Fogo 5. CARGA HORÁRIA São as seguintes as cargas horárias das diferentes áreas de estágio. ÁREAS • • • • • • • • • • Nº DE HORAS Semiologia e Semiotécnica de Enfermagem .................................................... Enfermagem Materno-Infantil ........................................................................ Enfermagem Obstétrica e Neonatal ................................................................ Enfermagem Pediátrica .................................................................................. Enfermagem em Centro Cirúrgico .................................................................. Enfermagem em Psiquiatria e Neurologia ....................................................... Enfermagem em Saúde Coletiva ..................................................................... Administração Aplicada à Enfermagem .......................................................... Enfermagem Médico-Cirúrgica ...................................................................... Enfermagem em UTI e URPA ........................................................................ TOTAL 19 240 90 90 60 60 60 60 120 180 80 1.040 FORMULÁRIOS UTILIZADOS NOS ESTÁGIOS 20 FICHA DE AVALIAÇÃO DE ESTÁGIO ESTAGIÁRIO: ___________________________________________________________________ LOCAL DO ESTÁGIO: ____________________________________________________________ AVALIAÇÕES DE ESTÁGIO 1ª AVALIAÇÃO 2ªAVALIAÇÃO AVALIAÇÃO SE- ASPECTOS MESTRAL ABORDADOS 01 ASSIDUIDADE 02 PONTUALIDADE 03 INTERESSE 04 PARTICIPAÇÃO 05 SOCIABILIDADE 06 RESPONSABILIDADE 07 CAPACIDADE DE MB B R F MB B R F MB B R F RESOLVER PROBLEMAS 08 CAPACIDADE DE DECISÃO 09 DOMÍNIO DE MÉTODOS E TÉCNICAS 10 EQUILÍBRIO EMOCIONAL 11 ÉTICA PROFISSIONAL 12 DESEMPENHO GLOBAL AVALIAÇÃO DATA ASSINATURA DO ASSINATURA DO SU- ASSINATURA DO CO- ESTAGIÁRIO PERVISOR ORDENDADOR 21 RESUMO DAS ATIVIDADES ESCOLARES Aluno (A):_________________________________________Mês: ________________/________ Estágio de: ______________________________________________________________________ Dia LOCAL Horário Diurno de ÀS Total Horas 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 TOTAL DE HORAS 22 Horário de ÀS Noturno Horas Total Total de de Aula Geral de Horas Horas DADOS BÁSICOS PARA O RELATÓRIO DE ESTÁGIO PROCEDIMENTOS DESENVOLVIDOS DIAS ÚTEIS DO MÊS DE: Admissão de paciente Preparo de prontuário Preparo da Unidade do paciente Preparo de cama do operado Preparo de alta Sinais vitais Medicação Intramuscular Higiene oral Banho no leito Lavagem vaginal Lavagem feminina (externa) Medicação oral Medicação endovenosa Medicação sub- cutânea Medicação intradérmica Instilação vesical Lavagem intestinal Cateterismo vesical feminino Cateterismo vesical masculino Supositório Curativo Abdominal Tricotomia Coleta de fezes e urina p/exame Oxigenoterapia Nebulização Sonda Nasográstica Prep. e encam. paciente p/ RX e S. O. Mudança de decúbito Peso do paciente Glicosuria Insulinoterapia Medida de diurese Compressas quente (calor seco) Preparo mat. e pacote de esterilização Bolsa de gelo Instrumentação cirúrgica Circulação sala de cirurgia Preparo do material cirúrgico Arrumação das salas Retirada de pontos Retirada de sondas Banho de assento Auxílio ao parto normal 23 PROCEDIMENTOS DESENVOLVIDOS DIAS ÚTEIS DO MÊS DE: Curativo ginecológico Aplicação de infravermelho Consulta de enfermagem Acomp. peso e medida de criança Enfaixar pacientes Curativo umbilical Credeização Banho do bebê Anotação no relatório de enfermagem 24 Escola de Enfermagem Santa Emília de Rodat RELAÇÃO DOS MATERIAIS DE OBSTETRICIA DISCRIMINAÇÃO Qtd Pinça dente de rato 01 Pinça hemostática 01 Tesoura íris 01 Pinça dente de rato 01 Pinça anatômica 01 Porta agulha 01 Tesoura reta 01 Pinça hemostática Rochest 03 Pinça p/ assepsia - cheron 01 Seringa descartável de 20 cc 01 Agulhas Sutura - curvas - cilindrica 01 Agulhas Sutura - curvas - cortante 01 25