CENTRAIS HIDROELÉCTRICAS CENTRAL DE CAMBAMBE 2 ANGOLA REFORÇO DE POTÊNCIA DO APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DE CAMBAMBE – CONSTRUÇÃO CENTRAL 2 Cliente: ENE - Empresa Nacional de Electridade Aprovação de Projectos, Gestão e Fiscalização das Obras e Equipamentos: 2011/ em curso O Aproveitamento Hidroeléctrico de Cambambe localiza-se no Rio Kwanza, cerca de 180 km a Sudoeste da cidade de Luanda e a 15 km de distância da cidade de Dondo. Foi inicialmente planeado e construído para um desenvolvimento faseado. Neste momento está em curso a Fase II do projecto, incluindo a com a construção da central de Cambambe 2. As obras da Fase 2 estão divididas em duas empreitadas: obras de construção civil (central 2) e equipamentos electromecânicos (fornecimento e montagem). A central 2 é subterrânea e terá uma potência instalada da ordem de 700 MW. Inclui a construção das seguintes componentes principais: - O âmbito do serviços prestados pela COBA é: - C O N S U L T O R E S uma nova tomada de água e túnel de adução uma central, os grupos geradores, os transformadores, subestação, e sistemas auxiliares; túnel de acesso e edifício de comando um túnel de restituição e descarga a jusante. Gestão de projecto; Revisão dos estudos, projectos e processos do concurso das obras de construção civil e dos equipamentos electromecânicos bem como a revisão dos resultados dos ensaios em modelo; Aprovação do projecto das obras de construção civil e das instalações electromecânicas; Supervisão da construção; Entrada em serviço e operação inicial; Supervisão durante o período de garantia. D E E N G E N H A R I A E A M B I E N T E APROVEITAMENTOS HIDROELÉCTRICOS APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO LAÚCA RABAÇALDE - PONTE ANGOLA APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DE LAÚCA Cliente: GAMEK – Gabinete de Aproveitamento do Médio Kwanza Revisão dos Projectos Básico e de Execução 2012/… Coordenação e Fiscalização 2012/… Trabalho realizado em consórcio com a Lahmeyer International O aproveitamento hidroeléctrico de Laúca situa-se no rio Kwanza, cerca de 47 km a jusante do aproveitamento hidroeléctrico de Capanda em exploração, e tem como objectivo principal a produção de energia. O aproveitamento é composto por uma barragem de betão compactado com cilindro (BCC), um circuito hidráulico de geração principal subterrâneo (2004 MW), um circuito hidráulico de geração ecológico de pé de barragem (65,5 MW) e central principal subterrânea. Barragem de Laúca Tipo: Betão compactado com cilindro (BCC), perfil gravidade Altura: 132 m Comprimento de coroamento: 1 075 m Volume total de betão: 2 750 000 m³ Capacidade da albufeira: 5 482 x 106 m³ Caudal de dimensionamento do descarregador de cheias: 10 020 m³/s Descarregador de cheias: Soleira, com 3 comportas tipo segmento com 15 m de largura Descarga de fundo: Conduta de secção rectangular com 6,8 m de largura e altura variável, com 117,8 m de comprimento, totalmente blindada (800 m³/s) Circuito hidráulico de geração principal Subterrâneo, formado no essencial por 6 tomadas de água, 6 poços circulares com 7,0 m de diâmetro interno e 110 m a 115 m de altura e por 6 galerias de adução com dimensões internas 9,0 x 12,2 m e comprimento médio de 1900 m cada, com inclinação de 4%. Central Principal de Laúca Subterrânea: 21 m de largura e 273 m de comprimento Escavação subterrânea: 302 000 m³ Potência: 6 x 334 MW = 2004 MW Queda útil: 200 m Caudal nominal: 182 m³/s Número de grupos: 6 com turbina Francis de eixo vertical com válvula cilíndrica no distribuidor Energia produzida: 8 640 GWh/ano Central Auxiliar de Laúca (caudal ecológico) A céu aberto, no pé da barragem de BCC Escavação a céu aberto: 6 200 m³ Potência: 65,5 MW Queda útil: 128 m Caudal nominal: 60 m³/s Número de grupos: 1 com turbina Francis de eixo vertical Local da barragem, visto de montante (03.10.2012) Subestações Subestação Principal: 400 kV Subestação Auxiliar: 220 kV 40140LAUC_AH Lauca C O N S U L T O R E S D E E N G E N H A R I A E A M B I E N T E APROVEITAMENTOS HIDROELÉCTRICOS APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DO GOVE ANGOLA APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DO GOVE. Reparação da Barragem do Gove e Construção da Central Hidroeléctrica e respectiva Subestação Cliente: GABHIC - Gabinete para Administração da Bacia Hidrográfica do Rio Cunene Projecto para Concurso: 2002/05 Assistência Técnica ao GABHIC para Avaliação das Propostas, Elaboração dos Estudos de Execução, Acompanhamento e Fiscalização da Empreitada: 2007/12 Trabalho realizado em consórcio com a Progest Central Hidroeléctrica e subestação. Destina-se à produção de energia eléctrica que, a curto prazo, irá servir a cidade do Huambo. Tem uma potência instalada de 60 MW e produz em ano médio cerca de 150 GWh. A subestação exterior de 220 kV fica localizada junto à central ocupando uma área de 10.000 m2. O aproveitamento do Gove localiza-se na província de Huambo. A barragem foi construída em 1975 com o objectivo prioritário de regularizar os caudais do rio Cunene, mas, em 1986 e 1990, foi alvo de acções de sabotagem que comprometem a sua exploração. No projecto inicial previa-se a construção de uma central hidroeléctrica no pé da barragem, a qual foi agora incluída nas obras a realizar. O Consórcio teve, assim, a seu cargo o projecto para concurso de reparação da barragem e infra-estruturas associadas e o projecto da central hidroeléctrica e da subestação. Barragem A barragem do Gove tem um perfil de aterro homogéneo, com um pé em enrocamento. É uma barragem de terra com uma altura de 58 m e o desenvolvimento de coroamento de 1112 m. O volume total de aterro é de 4 x 10 6 m3. Dados os danos causados pelas acções de sabotagem, a barragem e as infraestruturas existentes foram objecto de estudos de reabilitação que englobaram: - Reabilitação da barragem junto ao encontro esquerdo para remoção do aterro afectado, reconstrução da galeria e reposição do aterro; Tratamento da fundação para reforço da cortina de impermeabilização; Tratamento das galerias longitudinal e de drenagem com vista a, por um lado, minimizar passagens de água e, por outro, melhorar a consistência dos aterros de interface da galeria; Protecção do paramento de jusante para prevenir a evolução de processos de erosão e de migração de finos de aterro; Drenagem exterior da barragem; Reabilitação do poço de bombagem, instalação de equipamentos e drenagem do pé de jusante; Alteamento da barragem em 1 m; Implementação de um Plano de Observação da Barragem; Intervenções na torre de tomada de água e descarga de fundo; Reposição e reforço da protecção inicial do canal de restituição, afectado por erosões localizadas; Reposição e beneficiação da iluminação e alimentação eléctrica a diversas infra-estruturas da barragem;Correcção torrencial das ravinas; Beneficiação da estrada que contorna o morro do encontro esquerdo e da estrada da Vila de Operadores; Reabilitação e beneficiação da Pousada e da Vila de Operadores; Reabilitação e reforço do Aeródromo e construção da Aerogare. 5050 gove_AH Gove 5050 gove_AH Gove C O N S U L T O R E S D E E N G E N H A R I A E A M B I E N T E APROVEITAMENTOS HIDROELÉCTRICOS Centrais hidroeléctricas e circuitos hidráulicos APROVEITAMENTO DE JAMBA-IA-OMA ANGOLA DESCRIÇÃO: Fases do estudo / Datas Estudo de Viabilidade 2008 Projecto para Concurso 2009-2011 Cliente GABHIC – Gabinete para Administração da Bacia Hidrográfica do Rio Cunene O Aproveitamento de Jamba-Ia-Oma fica situado no rio Cunene, a uma distância de cerca de 50 km a jusante do Gove e de 110 km a sul da cidade de Huambo. Este aproveitamento de fins múltiplos tem como principais objectivos a regularização de caudais a jusante no rio Cunene e a produção de energia numa central hidroeléctrica que integra o aproveitamento. A energia produzida neste aproveitamento destina-se ao abastecimento da cidade de Huambo e posterior ligação à rede eléctrica nacional, estando prevista a exploração conjunto da central de Jamba-Ia-Oma com as centrais de Jamba-Ia-Mina (em projecto) e de Gove (em construção). Os estudos realizados pela COBA compreenderam a elaboração do Estudo de Viabilidade, do Projecto Base, do Estudo de Impacte Ambiental e dos Documentos para Concurso. CORTE TRANSVERSAL DA CENTRAL O aproveitamento integra as seguintes infra-estruturas: Barragem Barragem mista, com corpo central em betão com perfil de gravidade e encontros em aterro de terra: - Altura máxima da zona de betão .................... 47 m - Altura máxima das zonas de aterro ................ 24 m - Comprimento total ...................................... 2800 m - Capacidade da albufeira ......................... 1100 hm3 Descarregador de cheias: integrado no corpo de betão da barragem; Qmáx = 4000 m3/s; seis vãos (14 m de largura unitária) controlados por comportas de segmento; restituição ao rio por meio de um salto de ski. Descarga de fundo: integrada no corpo de betão da barragem; Qmáx = 194 m3/s (2 x 97 m3/s). Circuito hidráulico O circuito hiráulico da central está dimesnionado para 225 m3/s (3 x 75 m3/s) e é constituído por: - 3 tomadas de água independentes, inseridas no corpo de betão da barragem - 3 condutas forçadas, com 4,15 m de diâmetro e 80 m de comprimento - Canal de restituição, com 430 m de comprimento e largura variável entre 40 e 100 m Central - Potência ................................................. 78,75 MW - Caudal nominal ........................................ 225 m³/s - Queda útil ................................................... 38,8 m - 3 turbinas Francis de eixo vertical - Subestação de 220 kV Central de pé de barragem, totalmente enterrada com acesso pela cobertura, com dimensões em planta de 78,5 m x 27,1 m e altura máxima de 34 m. A produção anual média é estimada em 156 GWh/ano. Acessos Os acessos associados ao aproveitamento contemplam a ligação às vias existentes (5,7 km), a estrada de acesso à central e à subestação (2,2 km), para além da estrada sobre o coroamento. PLANTA DO PISO PRINCIPAL DA CENTRAL Vila de operadores A vila de operadores de Jamba-Ia-Oma é dotada de infraestruturas e na qual ficam sediadas sete moradias para pessoal residente, uma pousada para pessoal deslocado e um edificio administrativo. Valor do contrato 350 000 € Valor da obra 500 000 000 € CONFIGURAÇÃO DO APROVEITAMENTO 5056/GABH - V1 COBA - CONSULTORES DE ENGENHARIA E AMBIENTE 5056 APROVEITAMENTOS HIDROELÉCTRICOS JAMBA-IA-MINA ANGOLA APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DE JAMBA-IA-MINA O aproveitamento de Jamba-Ia-Oma situa-se no Rio Cunene, a jusante da confluência com o Rio Cuando e a uma distância em linha reta de cerca de 160 km a Sul da cidade do Huambo, na província do Huambo. Fica localizado cerca de 110 km a jusante do aproveitamento do Gove e a 60 km a montante do aproveitamento da Matala, ambos existentes, ficando cerca de 60 km a jusante do aproveitamento planeado de Jamba-Ia-Oma. Barragem: Tipo: Atualização da Viabilidade Técnica e Económica do Aproveitamento; Atualização dos Projetos para Concurso: Janeiro 2010 / Janeiro 2012 Altura máxima da zona de betão: Altura máxima da zona de aterro: Comprimento total: Capacidade da albufeira: Descarregador de cheias: Descarga de fundo: Mista, com corpo central em betão com perfil gravidade e encontros em aterro de terra na margem direita 38,5 m 24,5 m 1470 m 3 522 hm integrado no corpo de betão da barragem; 3 Qmáx = 7000 m /s; catorze vãos (14 m de largura unitária) controlados por comportas de segmento; restituição ao rio por meio de um salto de ski. integrado no corpo de betão da barragem; 3 3 Qmáx = 204 m /s (2 x 102 m /s); Circuito Hidráulico: Cliente: GABHIC – Gabinete para a Administração da Bacia Hidrográfica do Cunene ------- Projeto para Concurso: 1974 Cliente: Gabinete do Plano do Cunene 3 3 O circuito hidráulico da central está dimensionado para 300 m /s (3 x 100 m /s) e é constituído por: 3 tomadas de água independentes, inseridas no corpo de betão da barragem; 3 galerias de adução (Ø 5,00 m; extensão: 180 m); Restituição no Rio Cuengué (afluente do Cunene). Central: Tipo: Potência : Queda útil: Caudal nominal: Número de grupos: Energia produzida: em caverna, com dimensões em planta de 96,1 m x 23,4 m e altura máxima de 34 m. O edifício de comando fica situado à superfície, com ligação à central por meio de um poço vertical. 205 MW 82,7 m 300 m³/s 3 turbinas Francis de eixo vertical 535 GWh/ano Subestação de 220 kV Acessos: Valor estimado da Obra: 710.000.000 USD Os acessos associados ao aproveitamento contemplam a ligação às vias existentes (10,1 km), as estradas de acesso à central (1,6 km, dos quais 1,2 em túnel), à subestação e ao edifício de comando (1,0 km), para além da estrada sobre o coroamento. Vila de Operadores: A vila de operadores de Jamba-Ia-Oma é dotada de infraestruturas e na qual ficam sediadas sete moradias para pessoal residente, uma pousada para pessoal deslocado e um edifício administrativo. C O N S U L T O R E S D E E N G E N H A R I A E A M B I E N T E APROVEITAMENTOS HIDROELÉCTRICOS Centrais hidroeléctricas e circuitos hidráulicos APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DE CHIUMBE-DALA ANGOLA DESCRIÇÃO: Fases do estudo / Datas Estudo de Viabilidade 2002 Projecto para Concurso 2003 O Aproveitamento Hidroeléctrico de Chiumbe-Dala situa-se no rio Chiumbe (Tchihumbwe), junto à localidade de Dala, na Província da Luanda-Sul, e destina-se ao fornecimento de energia eléctrica à cidade de Luena na Província do Moxico. O aproveitamento encontra-se parcialmente executado, sendo necessário recuperar as obras existentes (açude de derivação, tomada de água, canal de adução e escavações da central), instalar equipamentos e executar as estruturas projectadas (conduta forçada e central). Os estudos realizados pelo Consórcio SOAPRO/COBA foram desenvolvidos a nível de Projecto para Concurso. Cliente ENE - Empresa Nacional de Electricidade Foram também desenvolvidos Estudos Ambientais. O aproveitamento integra os seguintes elementos principais: Recuperação de Estruturas existentes - Açude de derivação: soleira livre em betão e descarga de fundo na margem direita, NPA (496,50), comprimento da soleira de 143,5 m; - Tomada de água na margem esquerda; - Canal de adução com 109 m de comprimento total; - Estrutura em betão na transição canal-condutas; - Estrada e ponte de acesso. Estruturas a realizar - Condutas forçadas: secção de 2 x 2,2 m e comprimento de 2 x 213 m; - Central hidroeléctrica: Potência máxima (2x4,14 + 2x2,07 MW)...............12,42 MW Caudal máximo (2x8,0 + 2x4,0 m³/s).....................24 m³/s Queda bruta/útil..................................................58,0 / 56,8 m 4 grupos Francis horizontais - Subestação 6/60 kV: transformadores de 2 x 10 MVA Numa primeira fase de execução serão instalados os dois grupos de 2,07 MW e um dos grupos de 4,14 MW. CONFIGURAÇÃO DO APROVEITAMENTO (PLANTA GERAL) AÇUDE DE DERIVAÇÃO (EXISTENTE) Consórcio SOAPRO / COBA (26% / 74%) ANTEVISÃO DA CENTRAL Valor do contrato 173 375 € Valor da obra 38 000 000 € P2069 - V1 CORTE TRANSVERSAL DA CENTRAL COBA - CONSULTORES DE ENGENHARIA E AMBIENTE P2 APROVEITAMENTOS HIDROELÉCTRICOS Centrais hidroeléctricas e circuitos hidráulicos / Barragens APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DE M'BRIDGE ANGOLA DESCRIÇÃO: Fases do estudo / Datas Estudos de Base 2003 Estudo de Viabilidade 2003 Projecto de Execução 2004 Cliente ENE - Empresa Nacional de Electricidade O Aproveitamento Hidroeléctrico de M'Bridge localiza-se no rio M'Bridge, junto à localidade de Cuímba, na Província do Zaire, e destina-se ao fornecimento de energia eléctrica à cidade de M'Banza Congo. O aproveitamento é previsto para funcionamento em rede isolada. O aproveitamento é constituído por dois açudes de derivação nos rios M'Bridge e Passassa, pelas respectivas tomadas de água e desarenadores, pelas condutas de interligação entre as barragens e uma câmara de carga, pela conduta forçada, pela central hidroeléctrica e pelas estradas de acesso. Os estudos realizados pelo Consórcio SOAPRO/COBA foram desenvolvidos a nível de Projecto de Execução. Foram também desenvolvidos Estudos Ambientais. 11 3 4 2 1 7 5 8 6 9 11 10 CONFIGURAÇÃO DO APROVEITAMENTO O aproveitamento integra os seguintes elementos: Açude de derivação - Açude de M'Bridge, com nível de pleno armazenamento à cota (933.00), altura máxima de 8.5 m e 36 m de comprimento útil da soleira descarregadora livre em betão. A tomada de água e descarga de fundo situam-se junto ao encontro da barragem. - Açude de Passassa, de concepção idêntica, com NPA à cota (943.50), altura máxima de 8.5 m e comprimento útil de soleira de 24 m. Circuito hidráulico Os dois troços de baixa pressão do circuito hidráulico iniciam-se nas estruturas de tomada de água, integradas no corpo de cada um dos dois açudes, integrando desarenadores e condutas de adução em PEAD com diâmetro DN1200 mm e desenvolvimentos de 600 m para a conduta com origem no açude de M'Bridge e 2900 m para a conduta com origem no açude de Passassa. Uma câmara de carga, com um comprimento de cerca de 80,0 m e 14,0 m de largura máxima, recebe os caudais com origem nos dois açudes, onde se inicia a conduta forçada, em aço, com DN 1000 mm e 1200 m de desenvolvimento. Central - Potência (3x2,275 MW)......................6,825 MW - Caudal máximo........................................2,4 m³/s - Queda útil..............................................324,0 m - 3 grupos Pelton de eixo horizontal. - Subestação 6/60 kV Acessos - Estradas de acesso com 5,1 km de desenvolvimento. 1 - Barragem de M'Bridge 2 - Barragem de Passassa 3 - Albufeira de M'Bridge 4 - Albufeira de Passassa 5 - Desarenador de M'Bridge 6 - Desarenador de Passassa 7 - Conduta de adução M'Bridge - Câmara de Carga 8 - Conduta de adução Passassa - Câmara de Carga 9 - Conduta Forçada 10 - Central 11 - Estradas de Acesso a construir Consórcio SOAPRO / COBA (21% / 79%) Valor do contrato 610 350 € Valor da obra 61 000 000 € CORTE TRANSVERSAL DA CENTRAL QUEDAS DE M'BRIDGE P2728 - V1 COBA - CONSULTORES DE ENGENHARIA E AMBIENTE P2 APROVEITAMENTOS HIDROELÉCTRICOS APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DE SAMUELA ANGOLA DESCRIÇÃO: APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DE SAMUELA Cliente: ESCOM Mining Energy, Ltd Estudo Prévio: 2006/07 O Aproveitamento Hidroeléctrico de Samuela situa-se no rio Tchicapa, na Província da Luanda Norte, a cerca de 60 km a Sul da cidade de Lucapa, junto da exploração mineira do Luó. Tem por objectivo a produção de energia eléctrica para satisfação das necessidades das explorações mineiras da ESCOM existentes na região, que actualmente são alimentadas através de grupos geradores térmicos, apresentado elevados custos de exploração designadamente no transporte de combustível. PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS: Barragem: Tipo: misto (betão na zona central e aterro nos encontros) Altura máxima: 20,5 m Desenvolvimento do coroamento: 575 m Nível de pleno armazenamento: 856 m Nível de máxima cheia: 857 m 3 Caudal de dimensionamento do descarregador: 717 m /s Circuito Hidráulico (ligação entre a tomada de água e a central) Diâmetro: Extensão: 5,0 m 92,5 m Central Hidroeléctrica: Localiza-se cerca de 115 m a jusante da barragem, na margem direita, ocupando o edifício uma área de 37 m de desenvolvimento por 23 m de largura. Vista do início do circuito hidráulico Queda bruta nominal: Potência instalada: Energia produzida: Turbina: Número: Tipo: 17,5 m 15 100 kW 78,9 GWh/ano 2 Kaplan Vista para montante do local da barragem 1258 samu_AH Samuela EP C O N S U L T O R E S D E E N G E N H A R I A E A M B I E N T E APROVEITAMENTOS HIDROELÉCTRICOS APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DE RIBEIRADIO RABAÇAL - ERMIDA PONTE PORTUGAL DESCRIÇÃO: O aproveitamento hidroelétrico de Ribeiradio – Ermida situa-se no rio Vouga e tem com objectivo principal a produção de energia permitindo também o abastecimento de água para usos urbanos, industriais e agrícolas. APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DE RIBEIRADIO - ERMIDA Cliente: EDP / MARTIFER RENEWABLES Estudo Preliminar 2007 O aproveitamento integrado dos recursos hídricos do rio Vouga tem sido analisado ao longo da últimas três décadas, no âmbito de diferentes estudos, realizados na sua maioria pela COBA. A barragem de Ribeiradio foi também objecto de vários estudos feitos pela COBA, sobretudo nos últimos 10 anos. Em 2007, o Instituto da Água (INAG) decidiu lançar o Concurso para a Construção e Exploração do Aproveitamento de Ribeiradio-Ermida. A este concorreu o consórcio EDP-Martifer, para o qual a COBA realizou o Estudo Preliminar que fundamentou a proposta. Tendo este consórcio sido vencedor do concurso, foi então a COBA encarregada da elaboração do Processo de Concurso, Projecto de Execução e Assistência Técnica e Estudos de Impacte Ambiental. O Aproveitamento é composto pela barragem de Ribeiradio, central de Ribeiradio, a barragem de contra embalse de Ermida para modulação dos caudais libertados pela central de Ribeiradio, e central de Ermida. Cliente: GREENVOUGA, S.A. Projecto para Licenciamento e Processos de Concurso da Empreitada Geral de Construção e da Empreitada de Fornecimento de Equipamentos: 2008 / 2009 Projeto de Execução e Assistência Técnica 2009/15 Barragem Ribeiradio Tipo: Betão, perfil gravidade Altura: 83 m Comprimento de coroamento: 265 m Capacidade da albufeira: 136 x 106 m³ Caudal de máxima cheia: 2 750 m³/s Descarregador de cheias: soleira com comportas de sector com 13 m Descarga de fundo: conduta com 2,5 m de diâmetro (125 m3/s) Central de Ribeiradio Potência : Queda útil: Caudal nominal: Número de grupos: Energia produzida: Circuito hidráulico 7454 MW 72 m 125 m³/s 1 com turbina Francis de eixo vertical 117 GWh/ano subterrâneo formado por uma galeria de adução com 2050m de comprimento e um diâmetro interior de 5,5 m. Barragem de Ermida Tipo: Betão, perfil gravidade Altura: 35,0 m Comprimento coroamento: 175 m Descarregador de cheias: em lâmina aderente não controlado com 55 m de largura Central de Ermida Potência : 8 MW Queda útil: 16,8 m Caudal nominal: 2x25 m3/s Número de grupos: 2 turbinas Kaplan tubulares Energia produzida: 18 GWh/ano. 1407 ribe_AH Ribeiradio Ermida C O N S U L T O R E S D E E N G E N H A R I A E A M B I E N T E APROVEITAMENTOS HIDROELÉCTRICOS APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DO ALQUEVA. REFORÇO DE RABAÇAL - PONTE POTÊNCIA DO ALQUEVA (ALQUEVA II) PORTUGAL APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DO ALQUEVA. REFORÇO DE POTÊNCIA (ALQUEVA II) Cliente: EDP – Electricidade de Portugal 2007/12 Alternador-motor: - Potência como Alternador: 147 MVA Potência como Motor: 120 MW Tensão: 15 kV Subestação: Transformadores de Grupo: - Potência: 150 MVA - Relação de Transformação: 15/400 kV O escalão de Alqueva foi equipado, na primeira fase, com dois grupos reversíveis de 130 MW. O objectivo do reforço consiste assim na duplicação da potência instalada reversível, por forma a tirar maior partido das condições resultantes da conjugação da grande albufeira de Alqueva e do contra-embalse de Pedrógão com capacidade para permitir ciclos semanais de turbinamento e bombagem. O Reforço de Potência do Escalão de Alqueva compreendeu os circuitos hidráulicos em túnel, a central construída a céu aberto, a restituição e a subestação. Circuitos Hidráulicos: - Desenvolvimento Total do Grupo 1: - Desenvolvimento Total do Grupo 2: - Diâmetro: Troços em Blindagem: 361 m 387 m 8,5 m - 7,5 m 80 m 106 m Diâmetro: Desenvolvimento do Grupo 1: Desenvolvimento do Grupo 2: Restituição: - Grade de Corrediça: Comporta Ensecadeira: 8 de 4,25 m x 14,00 m 4 de 6,50 m x 6,50 m Central: - Número de Grupos: Tipo de Grupos: 2 Turbina-bomba, Francis, vertical com Alternador-motor Turbina-Bomba (características em turbinamento): - Caudal Nominal: 200 m3/s Queda Útil Nominal: 66,9 m Potência Nominal: 130 MW Características em Bombagem: - C O N S U L T O R E S D E E N G E N H A R I A E Caudal Nominal: 160 m3/s Altura de Elevação Nominal: 65,2 m Potência Máxima: 110 MW A M B I E N T E APROVEITAMENTOS HIDROELÉCTRICOS Centrais hidroeléctricas e circuitos hidráulicos APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DE FRIDÃO PORTUGAL DESCRIÇÃO: Fases do estudo / Datas Anteprojecto 2009 O Aproveitamento Hidroeléctrico de Fridão, localizado no curso principal do rio Tâmega, é constituído pelo Escalão Principal, integrando a barragem de Fridão e o centro produtor do aproveitamento, e por uma outra barragem a jusante, destinada à regularização dos caudais turbinados. Este aproveitamento integra-se na âmbito do Programa Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroeléctrico (PNBEPH) de 2007. Os estudos realizados pela COBA compreenderam a central, circuito hidráulico e os acessos ao aproveitamentos, tendo sido desenvolvidos a nível de Anteprojecto. Cliente EDP Produção O aproveitamento integra os seguintes elementos, incluídos no projecto desenvolvido pela COBA: Circuito hidráulico O circuito hidráulico, com desenvolvimento total de 330 m, integra tomada de água em torre com altura máxima de 53.3 m, um túnel de adução com 11.0 m de diâmetro e um curto túnel de restituição com bocal de saída. Central - Potência................................241 MW - Caudal nominal......................350 m³/s - Queda útil.............................75.6 m - 1 turbina Francis de eixo vertical, instalada no interior de um poço, com átrio de montagem e edifício de exploração à superfície. - Subestação 400 kV, incluindo um transformador 283 MVA, 15/400 kV. A central é constituída por um poço e por um edifício de exploração à superfície, possuindo uma altura máxima de 94 m, incluindo as estruturas subterrâneas. GWh/ano A produção anual média é estimada em 300 GWh/ano. Acessos e restabelecimento de comunicações - Estradas de acesso com 3.3 km de desenvolvimento. - Restabelecimento de estradas existentes com um total de 0.6 km de desenvolvimento e compreendendo 6 pontes sobre o rio Tâmega e afluentes. CONFIGURAÇÃO DO APROVEITAMENTO 1 -Barragem 2 -Descarregador 3 -Descarga de fundo 4 -Bacia de dissipação 5 -Túnel de derivação 6 -Ensecadeira de montante 7 -Ensecadeira de jusante 8 -Tomada de água 9 -Circuito hidráulico 10 -Central 11 -Subestação ANTEVISÃO DA BARRAGEM E DA CENTRAL DE FRIDÃO Valor da obra 120.000.000 € PERFIL LONGITUDINAL PELA CENTRAL E CIRCUITO HIDRÁULICO 1475 frid_AH Fridão COBA - CONSULTORES DE ENGENHARIA E AMBIENTE APROVEITAMENTOS HIDROELÉCTRICOS ESCALÃO DE PEDRÓGÃO. CENTRAL II RABAÇAL - PONTE PORTUGAL EMPREENDIMENTO DE FINS MÚLTIPLOS DO ALQUEVA. ESCALÃO DO PEDRÓGÃO. CENTRAL II Cliente: EDP – Electricidade de Portugal Projecto de Licenciamento, Processos de Concurso e Estudos Ambientais: 2008 / 2010 O presente projecto diz respeito à Central II do Escalão de Pedrogão integrado no Aproveitamento de Fins Múltiplos do Alqueva e compreende a construção de um novo circuito hidráulico e uma central equipada com um grupo constituído por turbina do tipo Kaplan e alternador. A Central II de Pedrógão será implantada na margem esquerda do rio Guadiana numa plataforma comum à estação elevatória da EDIA fixada à cota (79,10), a cerca de 160 m a jusante da barragem de Pedrógão. Características: Potência : 13,34 MW Queda útil: 21 m Caudal nominal: 70 m³/s Número de grupos: 1 com turbina Kaplan Circuito hidráulico: 192 m de comprimento: troço inicial (18 m e 4,40 m): conduta de ligação à estação elevatória (98 m e 4,0 m); conduta forçada (76 m e entre 3,85 e 4,30 m). Subestação exterior de 60 kV. 1427 rped_AH Pedrogao C O N S U L T O R E S D E E N G E N H A R I A E A M B I E N T E APROVEITAMENTOS HIDROELÉCTRICOS Centrais hidroeléctricas e circuitos hidráulicos APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DE FOZ TUA PORTUGAL DESCRIÇÃO: Fases do estudo / Datas Projecto para Licenciamento 2010 Projecto para Concurso 2010 - 2011 O Aproveitamento Hidroeléctrico de Foz Tua, localizado no rio Tua, junto à confluência com o rio Douro, é constituído por uma barragem abóbada e por um circuito hidráulico subterrâneo situado na margem direita e por uma central reversível em poço, com edifício de exploração à superficie. Este aproveitamento integra-se na âmbito do Programa Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroeléctrico (PNBEPH) de 2007. Os estudos realizados pela COBA compreenderam a central e circuito hidráulico aproveitamentos, tendo sido elaboradas as fases de Projecto para Licenciamento e de Projecto para Concurso. Cliente EDP Produção O aproveitamento integra os seguintes elementos, incluídos no projecto desenvolvido pela COBA: Circuito hidráulico Compreende dois circuitos hidráulicos com desenvolvimentos totais de 700 e 770 m, integrando tomada de água, túnel de adução e restituição também em túnel, com as seguintes características: - Duas torres de tomada de água, com altura de 40.3 m, interligadas por um passadiço à cota do coroamento. - Dois túneis com 7.5 m de diâmetro e comprimentos de 580 m e 620. - Duas estruturas de restituição em túnel, com 83 m e 103 m de desenvolvimento, que incluem um poço para instalação dos equipamentos de seccionamento a jusante. Central - Potência................................262 MW - Caudal nominal......................310 m³/s - Queda útil.............................93.6 m - 2 turbinas Francis de eixo vertical, reversíveis, de 131 MW, instaladas no interior de um poço, com átrio de montagem e edifício de exploração à superfície. - Subestação 400 kV kV, do tipo GIS GIS, incluindo dois transformadores de 160 MVA, 15/400 kV A central é constituída por dois poços e por um edifício de exploração à superfície, possuindo uma altura máxima de 98,6 m, incluindo as estruturas subterrâneas. A produção total anual média estimada é de 349 GWh/ano, dos quais 44 GWh/ano correspondem a energia reversível. ANTEVISÃO DA CENTRAL DE FOZ TUA Valor da obra 140.000.000 € 1545 ftua_AH Foz Tua CORTE LONGITUDINAL CORTE TRANSVERSAL COBA - CONSULTORES DE ENGENHARIA E AMBIENTE APROVEITAMENTOS HIDROELÉCTRICOS APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DE SALAMONDE – REFORÇO DE RABAÇAL - PONTE POTÊNCIA – SALAMONDE II PORTUGAL O aproveitamento de Salamonde está localizado no rio Cávado entre as albufeiras de Salamonde e de Caniçada. O Aproveitamento é composto pelas seguintes infra-estruturas: APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DE SALAMONDE – REFORÇO DE POTÊNCIA – SALAMONDE II Cliente: EDP - Gestão da Produção de Energia, S.A. Projecto de Licenciamento e Processo de Concurso 2009/10 Obras Principais - Tomada de água na albufeira de Salamonde - Circuito hidráulico de montante: - Central - Chaminé de equilíbrio a jusante da central Projecto de Execução e Assistência Técnica: - Circuito hidráulico de jusante até à albufeira de Caniçada 2010/em curso - Restituição na albufeira de Caniçada Q dimensionamento: 200 m3/s Desenvolvimento: 300 m Diâmetro secção corrente revestida: 8,4 m Grupos: 1 (Francis vertical reversível) Potência: 206 MW Caudal nominal: 200 m3/s (turbina); 163 m3/s bomba) Queda útil (turbina): 115 m Altura útil de elevação (bomba): 120 m Caverna: altura - 57 m; comprimento - 67 m Diâmetro interior: 27,5 m Altura: 60 m Q dimensionamento: 200 m3/s Desenvolvimento: 2.000 m Diâmetro secção corrente revestida: 8,4 m Obras Auxiliares - Ensecadeira Tipo: arco em betão Altura: 27 m Comprimento coroamento: 130 m - Túnel de acesso à central 1170 m de comprimento e diâmetro 8,0 m - Vias de acesso Comprimento: 3.500 m; 1 ponte com 70 m de extensão 1497 sala_AH Salamonde II C O N S U L T O R E S D E E N G E N H A R I A E A M B I E N T E APROVEITAMENTOS HIDROELÉCTRICOS Centrais hidroeléctricas e circuitos hidráulicos / Barragens APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DE ALVITO PORTUGAL DESCRIÇÃO: Fases do estudo / Datas Anteprojecto 2009 O Aproveitamento Hidroeléctrico de Alvito, localizado no rio Ocreza, imediatamente a montante da confluência do rio Alvito, é constituído por uma barragem em betão gravidade (BCC), por uma central em caverna e por circuito hidráulico subterrâneo. O aproveitamento é reversível, sendo utilizado como reservatório de jusante a albufeira da barragem existente de Pracana, também situada no rio Ocreza. Este aproveitamento integra-se na âmbito do Programa Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroeléctrico (PNBEPH) de 2007. Cliente EDP Produção Os estudos, desenvolvidos a nível de Anteprojecto, foram elaborados em Consórcio, sendo a COBA a empresa líder e responsável pelos estudos da barragem e dos acessos. O aproveitamento integra os seguintes elementos: Barragem Tipo.....................gravidade em betão (BCC) Capacidade de armazenamento.........425 hm³ Altura máxima..................................88 m Comprimento pelo coroamento..........425 m Circuito hidráulico O circuito hidráulico, com desenvolvimento total de 3.8 km, integra tomada de água, túnel de adução, túnel de restituição, chaminé de equilíbrio e estrutura de restituição. Central - Potência................................214 MW - Caudal nominal......................250 m³/s - Queda útil............................101.2 m - 1 turbina Francis de eixo vertical, reversível, instalada em caverna. - Subestação 400 kV, incluindo um transformador 262 MVA, 18/400 kV. A produção de energia primária é de 66 GWh/ano. PERFIL TIPO DA BARRAGEM Acessos e restabelecimento de comunicações - Estradas de acesso com 2.7 km de desenvolvimento. - Restabelecimento de estradas existentes com um total de 7.5 km de desenvolvimento e compreendendo 4 pontes sobre o rio Ocreza e afluentes. 1 4 6 5 2 3 PERFIL LONGITUDINAL DO CIRCUITO HIDRÁULICO Consórcio COBA / STUCKY Valor da obra 356.000.000 € 1470 alvi_AE Alvito 1 -Tomada de água 2 -Tunel de adução 3 -Central 4 -Chaminé de equilíbrio 5 -Túnel de restituição 6 -Saída da restituição CENTRAL HIDROELÉCTRICA COBA - CONSULTORES DE ENGENHARIA E AMBIENTE APROVEITAMENTOS HIDROELÉCTRICOS APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DO RIO RABAÇAL RABAÇAL JUNTO DE - PONTE BOUÇOAIS-SONIM PORTUGAL DESCRIÇÃO APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DO RIO RABAÇAL JUNTO DE BOUÇOAIS-SONIM Cliente: ENGIL – Sociedade de Construção Civil, S.A. O aproveitamento hidroeléctrico do rio Rabaçal, afluente do rio Tua e sub-afluente do rio Douro, localiza-se junto às povoações de Bouçoais e Sonim. O Aproveitamento destina-se à produção de energia eléctrica, no quadro da legislação em vigor aplicável a produtores independentes com potências instaladas até 10 MW. O relevo do local das obras é muito acidentado, apresentando vertentes abruptas cavadas nas formações graníticas ocorrentes, e o rio muito encaixado, com um declive médio de 1%, criando boas condições para a implantação do empreendimento. O empreendimento envolve as seguintes estruturas : Barragem Projecto de Execução e Assistência Técnica: 2003 / 2005 Circuito hidráulico • O circuito hidráulico está instalado entre a albufeira e a central, sendo constituído por um túnel com cerca de 1350 m de comprimento aberto no maciço granítico da margem direita do rio e por uma conduta forçada com 65 m de desenvolvimento. O diâmetro de escavação do túnel é de 4,20 m, tendo o revestimento de betão, nos troços onde for necessário, uma espessura de 0,30 m, definindo uma secção hidráulica com 3,60 m de diâmetro interno. • Tipo: • Altura: • Comprimento de coroamento: • Volume da barragem: • Capacidade da albufeira: • Caudal de máxima cheia: • Descarregador de cheias: Central Betão, tipo gravidade 43 m 87 m 19,5 x 10³ m³ 1,4 x 106 m³ 1500 m³/s soleira de lâmina aderente sem comportas A central localiza-se na margem direita do rio Rabaçal, cerca de 1,3 km a jusante da barragem, permitindo aproveitar os cerca de 28 m de desnível entre os dois locais. Tem as seguintes características principais : • • • • • • Potência : Queda útil: Caudal nominal: Número de grupos: Caudal equipado: Energia produzida: 10 000 kW 53 m 22 m³/s 2 Francis 22 m³/s 30 GWh/ano Dispositivo de peixes • Elevador para peixes a seguir a uma escada de bacias sucessivas dimensionada para 0,450 m³/s. Acessos Estrada de acesso à barragem (ligação à EN 103) e à central com cerca de 2650 m de comprimento. 988 soni_AH Boucoais Sonim C O N S U L T O R E S D E E N G E N H A R I A E A M B I E N T E APROVEITAMENTOS HIDROELÉCTRICOS APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DO RIO RABAÇAL RABAÇAL JUNTO DE - PONTE REBORDELO PORTUGAL DESCRIÇÃO APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DO RIO RABAÇAL JUNTO DE REBORDELO Cliente: ENGIL Investimentos/GERCO (duas primeiras fases) Estudo Comparativo de Alternativas: 1999 Projecto para Licenciamento: 1999 Cliente: ENGIL – Sociedade de Construção Civil, S.A. Projecto de Execução e Assistência Técnica: 2003 / 2004 Circuito hidráulico • cerca de 1700 m de comprimento aberto no maciço granítico da margem direita do rio. O diâmetro de escavação é de 4,20 m, tendo o revestimento de betão, nos troços onde for necessário, uma espessura de 0,30 m, definindo uma secção hidráulica com 3,60 m de diâmetro interno. O aproveitamento hidroeléctrico do rio Rabaçal, afluente do rio Tua e sub-afluente do rio Douro, localiza-se junto à povoação de Rebordelo. O Aproveitamento destina-se à produção de energia eléctrica, no quadro da legislação em vigor aplicável a produtores independentes com potências instaladas até 10 MW. O relevo do local das obras é muito acidentado, apresentando vertentes abruptas cavadas nas formações graníticas ocorrentes, e o rio muito encaixado, com um declive médio de 1%, criando boas condições para a implantação do empreendimento. O empreendimento envolve as seguintes estruturas : Barragem • • • • • • • Tipo: Altura: Comprimento de coroamento: Volume da barragem: Capacidade da albufeira: Caudal de máxima cheia: Descarregador de cheias: Betão, tipo arco-gravidade 35 m 127 m 21,4 x 10³ m³ 6 3,13 x 10 m³ 1480 m³/s soleira de lâmina aderente sem comportas Central A central localiza-se na margem direita do rio Rabaçal, cerca de 1,7 km a jusante da barragem, permitindo aproveitar os cerca de 20 m de desnível entre os dois locais. Tem as seguintes características principais : • • • • • • Potência : Queda útil: Caudal nominal: Número de grupos: Caudal equipado: Energia produzida: 8 750 kW 42,5 m 24,4 m³/s 1 com turbina Kaplan 24,4 m³/s 24 GWh/ano Dispositivo de peixes • Elevador para peixes a seguir a uma escada de bacias sucessivas dimensionada para 0,450 m³/s. Acessos • Estrada de acesso à barragem (ligação à EN 103) com 320 m. • Acesso à central (ligação à N 103) com 650 m de comprimento. • Restabelecimento do CM 511 entre Vale do Arneiro e S. Jomil num comprimento de 360 m. 989 rebo_AH Rebordelo C O N S U L T O R E S D E E N G E N H A R I A E A M B I E N T E CENTRAIS HIDROELÉCTRICAS CENTRAL DE SELA PORTUGAL / ESPANHA CARACTERÍSTICAS GERAIS: CENTRAL DE SELA INTEGRADA NO APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DE SELA Cliente: EDP – Electricidade de Portugal / FENOSA – Fuerzas Eléctricas del Noroeste Projecto: 1981/83 - Rio: Minho - Tipo: pé de barragem - Queda: 26 m - Número de grupos: 2 (com turbinas Kaplan) - Potência instalada: 152 MW - Produção média anual: 527 GWh DESCRIÇÃO: A central de Sela situar-se-á no troço internacional do rio Minho e a sua produção energética será distribuída entre Espanha e Portugal. O aproveitamento de Sela é um aproveitamento a fio de água condicionado pelos aproveitamentos já construídos a montante no rio Minho e explorados por FENOSA. Da subestação da central de Sela partem linhas de alta tensão para Espanha e Portugal. 42.00 40.00 N.P.A. 16.70 16.50 14.00 Corte C O N S U L T O R E S D E E N G E N H A R I A E A M B I E N T E APROVEITAMENTOS HIDROELÉCTRICOS PROGRAMA NACIONAL DE BARRAGENS COM ELEVADO POTENCIAL RABAÇAL - PONTE HIDROELÉCTRICO PORTUGAL PROGRAMA NACIONAL DE BARRAGENS COM ELEVADO POTENCIAL HIDROELÉCTRICO Cliente: REN – Rede Eléctrica Nacional Estudos de Viabilidade Técnica: 2007 O Programa Nacional de Barragens com Elevado Potencial Hidroeléctrico (PNBEPH)” teve como objectivo identificar e definir prioridades para os investimentos a realizar em grandes aproveitamentos hidroeléctricos no horizonte 2007-2020. Tem como meta atingir uma capacidade instalada hídrica nacional superior a 7 000 MW em 2020 (70% do potencial hídrico do país) em que os novos grandes aproveitamentos hidroeléctricos a implementar deverão assegurar valores de potência instalada adicional da ordem de 2 000 MW, contribuindo desta forma para o cumprimento do objectivo estabelecido pelo Governo em termos de produção de energia com origem em fontes renováveis para o ano 2020, redução da dependência energética nacional e redução das emissões de CO2. Foram estudados 25 aproveitamentos hidroeléctricos, previamente inventariados a nível nacional, numa perspectiva técnica, económica, social e ambiental, com vista à selecção dos aproveitamentos que irão integrar o PNBEPH e que permitem atingir as metas de potência instalada estabelecidas. Os estudos desenvolveram-se em duas fases: Fase A : Elaboração de um “Projecto de Programa”, bem como do correspondente “Relatório Ambiental”. Fase B : Processo de participação pública e elaboração do “Programa” e da respectiva “Declaração Ambiental”. O Projecto de Programa incluiu quatro actividades fundamentais: - Identificação e caracterização de todos os locais potenciais para a localização de aproveitamentos. - Elaboração de um “Relatório de Factores Críticos” da avaliação ambiental, a submeter a consulta institucional. - Elaboração de um relatório de avaliação ambiental estratégica (“Relatório Ambiental”). - Classificação dos diferentes aproveitamentos, tendo em contas as suas características técnicas, económicas, sociais e ambientais. O Programa, efectuado na Fase B, incluiu as seguintes duas actividades: Estudos realizados pelo Consórcio COBA/PROCESL - Participação (apoio) no processo de participação pública no âmbito do Programa e da Avaliação Ambiental, incluindo a preparação de documentação para divulgação e a elaboração do respectivo Relatório de Consulta. - Integração dos resultados da consulta pública no Projecto de Programa e no Relatório Ambiental (elaboração do “Programa” e da “Declaração Ambiental”).. As opções estratégicas definidas para o Programa foram objecto de uma Avaliação Ambiental Estratégica, que permitiu identificar a melhor opção e assim seleccionar os 10 aproveitamentos que integram o PNBEPH e que são: Almourol., Alvito, Daivões, Foz Tua, Fridão, Girabolhos, Gouvães., Padroselos, Pinhosão, Vidago. Para apoio do processo de Consulta Pública do PNBEPH, a LandCOBA (Grupo COBA) desenvolveu um Sistema de Informação Geográfica (SIG), com possibilidade de consulta através do “site” internet o INAG (www.inag.pt) ou da COBA (www.coba.pt/landpnba/). Neste “site” é possível visualizar a localização das barragens e albufeira e consultar os documentos elaborados. 1363 pnba_AH PNBEPH C O N S U L T O R E S D E E N G E N H A R I A E A M B I E N T E APROVEITAMENTOS HIDROELÉCTRICOS Centrais hidroeléctricas e circuitos hidráulicos / Barragens APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DE EL BORJ MARROCOS DESCRIÇÃO: Fases do estudo / Datas Estudo de Viabilidade 1998 - 1999 Projecto para Concurso 2000 - 2003 Data de construção 2007 O aproveitamento hidroeléctrico de El Borj situa-se no rio Oum Er Rbia, um dos principais rios de Marrocos, constituindo o segundo escalão da cascata prevista para o seu curso superior. O aproveitamento situa-se no médio Atlas, próximo da cidade de Kénifra. O aproveitamento turbinará a fio-de-água o caudal regular proveniente da nascente do Oum Er Rbia, utilizando a queda de aproximadamente de 130 m disponível num troço com cerca de 15 km entre as localidades de Tanafnit e de El Borj. Os estudos realizados compreenderam as fases de Estudo de Viabilidade e de Anteprojecto, tendo o Caderno de Encargos sido dividido em 5 Lotes. A obra foi concluída em 2008. Cliente Office Nationale de Electricité Os órgãos hidráulicos da barragem foram objecto de ONE ensaios hidráulicos em modelo reduzido, cujos resultados foram incorporados no projecto. O âmbito do projecto compreendeu a realização de acções de formação do pessoal da ONE, relativas a estudos hidráulico hidrológicos e dimensionamento hidráulico. O aproveitamento integra as seguintes infra-estruturas: Barragem de Tanafnit Barragem mista com corpo central em aterro e descarregador lateral em betão: - Altura máxima.....................................25 m - Comprimento pelo coroamento............270 m - Capacidade da albufeira........................2.1 hm³ O descarregador é equipado com comportas, compreendendo a soleira descarregadora, um canal e terminando em salto de ski. A descarga de fundo é constituída por uma torre de tomada de água e galeria sob o aterro. Circuito hidráulico - Túnel com diâmetro 3,3 m e 10,2 km de comprimento. - Chaminé de equilíbrio com 5,5 m de diâmetro. - Câmara da válvula de segurança DN 2600 mm. - Conduta forçada DN 2800 e 3000 mm, com 200 m de desenvolvimento. Central - Potência instalada.......................21,3 MW 24 m³/s - Caudal nominal nominal...............................24 - Queda útil...................................106,5 m - 2 turbinas Francis de eixo horizontal, com 10,65 MW, instaladas no interior de um edifício. - Sub-estação exterior 60 kV, incluindo dois transformadores de 15 MVA, 6/60 kV. Acessos - Estradas com 6,2 km de desenvolvimento total. - Ponte com um vão total de 43 m. CORTE LONGITUDINAL DA CENTRAL HIDROELÉCTRICA Consórcio COBA / PROJEMA (90% / 10%) ANTEVISÃO DA CENTRAL Valor da obra 36.000.000 € 625 borj_AH El Borj BARRAGEM DE TANAFNIT COBA - CONSULTORES DE ENGENHARIA E AMBIENTE APROVEITAMENTOS HIDROELÉCTRICOS SAMBANGALOU SENEGAL MEIOS DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA DOS PAÍSES MEMBROS DA OMVG (SENEGAL, GAMBIA, GUINÉ EQUATORIAL E GUINÉ BISSAU). APROVEITAMENTO HIDROELÉCTRICO DE SAMBANGALOU O Estudo de Viabilidade técnica, económica e ambiental realizado incluiu a análise do potencial de produção de energia a nível regional, estudos ambientais detalhados e a definição a nível de Estudo Prévio das infra-estruturas que integram o aproveitamento hidroeléctrico. O aproveitamento de Sambangalou é constituído por uma barragem no Rio Gambia, situada no Senegal, junto à fronteira com a Guiné Equatorial, e uma central hidroeléctrica implantada no pé-de-barragem. A barragem criará uma albufeira com um volume total de armazenamento de 3 800 m³ (volume útil de 1,7 hm³), inundando uma superfície de 181 km² para o nível de pleno armazenamento (cota 200,00 m). A produção anual média é de 400 GWh/ano e a produção garantida de 301 GWh/ano (95% do tempo). As principais características do aproveitamento hidroeléctrico são as seguintes: Cliente: OMVG – Organisation de la Mise en Valeur du Fleuve Gambie Estudo de Viabilidade Técnica, Económica e Ambiental: 2002/03 Trabalho realizado pelo Consórcio COTECO (Coyne et Bellier – Tecsult – COBA ... Cont. A COBA foi responsável pelo projecto da central hidroeléctrica, incluindo tomada de água, condutas forçadas e subestação, e pelos estudos geológicos e geotécnicos da barragem. Barragem de Sambangalou • Tipo: • Altura: • Comprimento do coroamento: • Capacidade da albufeira: • Volume de betão: • Volume de escavações: BCR (Betão compactado com cilindro) 94 m 560 m 6 3 800 x 10 m³ 1 200 000 m3 1 100 000 m3 Central A central localiza-se no pé de barragem Tem as seguintes características principais : • • • • • • • Caudal nominal: Queda útil: Número de grupos: Capacidade instalada nominal: Condutas forçadas: Produção média anual: Produção garantida: 200 m³/s 61,9 a 73,7 m 4 Francis, eixo vertical 120 MW (4 x 30 MW) 4 x 4 000 mm 400 GWh/ano 301 GWh/ano (95% do tempo) Linhas de transmissão de energia (interconexão regional) • Tensão: 225 kV • Número de subestações: 15 • Comprimento total: 1 723 km (ver continuação à esquerda) O investimento total estimado para a construção da barragem e central hidroeléctrica é de 227,7 milhões de Euros. Para o conjunto do sistema de interconexão da rede eléctrica regional o custo estimado é de 271,9 milhões de Euros. 1221 omvg_AH Sambangalou C O N S U L T O R E S D E E N G E N H A R I A E A M B I E N T E CENTRAIS HIDROELÉCTRICAS PEQUENAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS NO ESTADO DO CEARÁ BRASIL OBJECTIVO: PEQUENAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS NO ESTADO DO CEARÁ ELABORAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE RESERVA DE DISPONIBILIDADE HÍDRICA E DE ESTUDOS DE VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA Cliente: Secretaria dos Recursos Hídricos do Estado do Ceará (SRH-CE) Os estudos realizados tiveram por objectivo a definição das características a adoptar para seis Pequenas Centrais Hidroeléctricas (PCH) associadas a grandes açudes ou outros aproveitamentos hidráulicos existentes no Estado do Ceará. As Pequenas Centrais Hidroeléctricas (PCH) integram aproveitamentos dcom potências da ordem de 1 a 5 MW, e aproveitamentos de menores dimensões, inferiores a cerca de 0,6 MW., perfazendo uma potência total de 11,78 MW. Os estudos realizados compreenderam a definição da capacidade de regularização de vazões proporcionada pelos diferentes açudes e a estimativa da capacidade de produção de energia na futura PCH. Estes estudos foram realizados com base num programa de cálculo interactivo elaborado especificamente para o efeito designado por SIMPCH. A exploração dos reservatórios foi condicionada pela necessidade prioritária de fornecimento de água para abastecimento humano e para irrigação. As características principais de cada PCH, designadamente a vazão de equipamento, respectiva potência a instalar e número de grupos, foram definidas com base numa análise técnica e económica. CENTRAL HIDROELÉCTRICA (PCH) Data: 2005 / 2006 Características nominais das PCH Área da Volume Bacia Reservas (km2) (hm3) (m³/s) Queda útil (m) Potência (MW) Número de grupos Vazão 1 Castanhão 35000 4452 15 39 4,87 2 2 Orós 24852 2100 3 45 1,12 2 3 Banabuiú 12672 1700 11 38 3,48 2 4 Aracoiaba 559 170,7 2,0 25 0,42 1 5 Jaburú I 350 210 1,6 46 0,61 1 - - 14 11 1,28 2 6 Queda do Trecho 1 Efectuou-se ainda a análise técnica e económica comparativa entre soluções alternativas de implantação de PCH ou a instalação de turbobombas, tendo-se verificado que, nos seis aproveitamentos, a solução PCH é mais interessante do ponto de vista económico. Os estudos compreenderam também a elaboração de Termos de Referência para o prosseguimento dos estudos até ao nível de Projecto Executivo, incluindo a identificação dos trabalhos auxiliares de levantamentos topográficos e de prospecção geotécnica. Efectuou-se ainda a análise técnica e económica comparativa entre soluções alternativas de implantação de PCH ou a instalação de turbobombas, tendose verificado que, nos seis aproveitamentos, a solução PCH é mais interessante do ponto de vista económico. C O N S U L T O R E S D E E N G E N H A R I A E A M B I E N T E