Relatório Final de Autoavaliação Institucional 2014 CPA Comissão Própria de Avaliação das Faculdades Integradas “Campos Salles” O SEMEADOR Essa imagem acolhida pelo Prof. Augusto Guzzo, em 1924: Daquele que semeia... Cuida da plantinha... Vê que frutifica... Colhe multiplicado “in centuplum”... E distribui generosamente, Tem a virtude de firmar A missão “Campos Salles” Compromisso com o desenvolvimento sociocultural Da nossa sociedade. “Exiit, qui seminat, seminare..” QUADRO 1 Identificação da Mantida 7 QUADRO 2 Composição da CPA 8 QUADRO 3 Síntese das fragilidades/potencialidades e estratégias para 13 2014 QUADRO 4 Coordenadores de Curso 24 QUADRO 5 Corpo Docente/2014 25 QUADRO 6 Corpo Discente - Nº de Alunos no 1º sem./2014 26 QUADRO 7 Nº de Alunos no 2º sem./2014 27 QUADRO 8 Ingressantes no 2º sem./2014 28 QUADRO 9 Bolsa PROUNI/2014 30 QUADRO 10 Bolsa PROUNI/2015 – Parcial 30 QUADRO 11 Bolsa EDUCA MAIS BRASIL/2014 31 QUADRO 12 Bolsa EDUCA MAIS BRASIL/2015 – PARCIAL 32 QUADRO 13 Instrumentos, Distribuição de Tarefas e Cronograma 41 I - Dados da Instituição 1. Caracterização da IES 7 7 1.1. Identificação da Mantida 7 1.2. Composição da CPA 8 II - Considerações Iniciais 9 1. Concepção, proposta e (re)formulação do Plano de Ação 13 2. A execução, o desenvolvimento e a análise 16 3. Síntese dos resultados de autoavaliação 16 III - Desenvolvimento 18 1. Contextualizando a Instituição 18 - Pós-graduação e extensão 22 - Dos Coordenadores de Curso, do Corpo Docente e do Corpo Discente/2014 24 2. Do Projeto de Avaliação Institucional (etapas, categorias de análise e dimensões avaliativas) 33 - 1ª Etapa: Preparação 33 - 2ª Etapa: Desenvolvimento do Plano de Ação 34 - 3ª Etapa: Consolidação do Projeto 35 3. Dimensões avaliativas: eixos de análise 38 3.1. Plano, Distribuição de Tarefas e Cronograma (2012) 40 3.2. Questionário para pesquisa com ex-aluno 42 3.3. Pesquisa Vestibular (perfil do candidato) 43 3.4 Aptidão para a área de estudos 43 3.5. Autoavaliação docente 44 3.6. Avaliação das condições de aprendizagem pelos alunos (instituição, cursos e professores) 44 3.7. Perfil do docente pelo aluno 45 3.8. Autoavaliação discente 45 3.9. Avaliação das condições de ensino pelos docentes 45 3.10. Relatórios 46 4. Avaliação das dimensões estabelecidas pela Lei 10861/04 47 4.1. A Missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional (Dimensão 1) 47 4.2. A Política para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as 50 respectivas normas de operacionalização (Dimensão 2) 4.2.1. A Organização didático-pedagógica 50 4.2.2. Pesquisa 52 4.3. A responsabilidade social da IES, considerada especialmente no que se 54 refere à sua contribuição em relação à inclusão social, ao desenvolvimento econômico e social, à defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural (Dimensão 3) 4.4. A comunicação com a sociedade (Dimensão 4) 57 4.5. As políticas de pessoal, de carreiras do corpo docente e técnico- 57 administrativo, aperfeiçoamento, desenvolvimento profissional e condições de trabalho (Dimensão 5) 4.6. Organização e gestão da IES, especialmente o funcionamento e 59 representatividade dos colegiados, sua independência e autonomia na relação com a mantenedora, e a participação dos segmentos da comunidade universitária nos processos decisórios (Dimensão 6) 4.7. Infraestrutura física, especialmente a de ensino e de pesquisa, biblioteca, 61 recursos de informação e comunicação (Dimensão 7) 4.7.1. A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA 66 4.7.2. Documentação, dados e indicadores 67 4.8. Planejamento e avaliação, especialmente em relação aos processos, 67 resultados e eficácia da autoavaliação institucional (Dimensão 8) 4.8.1. Documentação, dados e indicadores desta dimensão 4.9. Políticas de atendimento aos estudantes e egressos (Dimensão 9) 69 70 4.9.1. Estudantes 71 4.9.2. Egressos 73 4.10. Sustentabilidade financeira, tendo em vista o significado social da 75 continuidade dos compromissos na oferta da educação superior (Dimensão 10) Considerações Finais 77 Bibliografia 83 Apêndices 86 Apêndice I – Plano, Distribuição de Tarefas e Cronograma (2014) 87 Apêndice II – Composição de indicadores para autoavaliação 88 Apêndice III – Roteiro para as categorias de análise (sugestões) 93 Apêndice IV – Relação de atas das reuniões da CPA (2014) 96 Apêndice V – Síntese dos Relatórios Parciais – Curso de Administração 117 Apêndice VI – Curso de Ciências Contábeis 132 Apêndice VII – Curso de Direito 141 Apêndice VIII – Curso de Pedagogia 144 Apêndice IX – Curso de Sistemas de Informação 152 Apêndice X – Curso Superior de Tecnologia em Marketing 191 Apêndice XI – Cursos Tecnológicos: Gestão de Recursos Humanos e Gestão Comercial 207 Apêndice XII – Manual de Procedimentos do Projeto Integrador dos Cursos Superiores de Tecnologia 215 Apêndice XIII – Pós-Graduação lato sensu 219 Apêndice XIV – Relatório da Biblioteca “Prof. Henrique Gamba” 228 Apêndice XV – Ação de Doações nas FICS 232 Apêndice XVI – Atos legais 238 Nome/Código da IES: Faculdades Integradas Campos Salles/0263 Instituição privada sem fins lucrativos, o complexo educacional “Campos Salles”, instalado no bairro da Lapa, zona oeste da cidade de São Paulo, atende ao ensino superior, a partir de 1971, com a constituição da Faculdade de Educação – atualmente, curso de Pedagogia - reconhecido pelo Decreto nº 76.029, publicado no Diário Oficial da União (DOU) de 28/7/1975. A IES foi se expandindo, e conta, atualmente, com os cursos de Administração, Ciências Contábeis, Direito, Pedagogia, Sistemas de Informação e Cursos Tecnológicos em diferentes áreas. A IES dispõe de modernas salas de aula e laboratórios com equipamentos e recursos audiovisuais que propiciam um espaço fértil de troca de experiências e informações. A biblioteca “Professor Henrique Gamba” disponibiliza recursos tecnológicos, espaço físico e um acervo de 20.453 livros, 193 títulos de periódicos, 333 volumes em CD-ROMs, 193 títulos de periódicos nacionais e internacionais, Hemeroteca com 64 pastas de artigos, 399 fitas de vídeo, 1.300 trabalhos de conclusão de curso, 88 trabalhos de iniciação científica e 45 teses de mestrado e doutorado dos docentes da Instituição para atender alunos e professores em suas pesquisas, contando ainda com espaços individuais e coletivos para estudo. E, para a realização de aulas especiais e palestras, os diferentes cursos têm à disposição a Sala Multimeios (“pequeno auditório”) com capacidade para 120 pessoas; assim como o Auditório Augusto Guzzo, com capacidade para 300 pessoas. Também conta com um corpo docente qualificado, que tem experiência no ensino superior e possui titulação de acordo com as exigências do Ministério da Educação/MEC. 1 NOME SEGMENTO QUE REPRESENTA Maria de Fátima Barbosa Abdalla (*) Mônica Maria Martins de Souza (**) Carmem Rosana Moreira Sales Simon Lizandra Gurierre Gaspar Luci Ana Santos da Cunha Milton Tadeu Piscinato Direção Geral Direção Geral Núcleo de Apoio Administrativo (Biblioteca) Núcleo de Apoio Administrativo Corpo Docente (Coordenadora da Pedagogia) Corpo Docente (Coordenador de Administração e Gestão Comercial) Corpo Docente (Sistemas de Informação) Corpo Docente (Administração e Ciências Contábeis) Corpo Docente (Coordenador do Direito) Corpo Docente (Direito-suplente) Corpo Docente (Coordenador de Gestão Comercial e Logística) Corpo Discente (Ciências Contábeis) Corpo Discente (Ciências Contábeis) Corpo Discente (Ciências Contábeis) Corpo Discente (Direito) Corpo Discente (Ciências Contábeis) Corpo Discente (Direito) Sociedade Organizada Sociedade Organizada (suplente) Carlos Antonio José Oliviero Norberto Antonio Gomes Leonardo Pires Merino Eduardo Tomasevicius Filho (Suplente) Roberto Cezar Datrino (Suplente) Érica do Nascimento Casimiro Glícia Lemos Martins Janete de Almeida Luiz Manoel Jéssica dos Santos Ednaldo da Silva Barbosa Maurício Freitas Silvana Cabral Domingues Henriques Matulis (*) Coordenadora da CPA e (**) suplente da Coordenação. 1 A composição da CPA, referente ao Quadro 2, foi designada pela Portaria do Ato de Designação da CPA Portaria FICS, de 13/08/2014, modificando as duas últimas Portarias (Portaria 17 – FICS, de 09/03/2007 e a Portaria 1 – FICS, de 05/06/2009), tendo em vista a conclusão de curso dos estudantes dos últimos anos, que, ao se formarem, deixaram a Instituição, e/ou a reestruturação dos professores ou dos funcionários. Este Relatório da Comissão Própria de Avaliação/CPA, referente a 2014, tem por finalidade fazer uma síntese das atividades que foram desenvolvidas pelas Faculdades Integradas “Campos Salles”, em especial, no tocante ao processo de autoavaliação institucional. Os dados apresentados em 2013 foram discutidos pela CPA, na primeira reunião de 2014, e a CPA julgou pertinente fazer, como nos outros anos, a revisão nas ações que precisariam de uma nova orientação de percurso, tendo em vista, inclusive, os debates que alguns membros traziam a respeito da reformulação dos respectivos cursos, a partir dos encontros dos Núcleos Docentes Estruturantes de cada um dos cursos das FICS, tal como previsto nos outros Relatórios que antecederam. As reuniões foram agendadas mensalmente, mas quinzenalmente, foram atendidos estudantes, professores e funcionários, à medida da necessidade de cada um dos membros da CPA. Seguimos o mesmo caminho trilhado anteriormente, mas redirecionando-o, quando fosse necessário, ou seja, procurando agir com flexibilidade na condução das orientações dos instrumentos a serem aplicados, da organização e tratamento dos dados coletados e nas devolutivas para toda a comunidade acadêmica das FICS. Em relação à estrutura deste Relatório, a CPA considerou que deveria seguir a mesma dos Relatórios anteriores, apresentando os dados pertinentes à mantida, uma vez que a mesma mudou no segundo semestre, assim como o quadro referente aos coordenadores de curso, entre outros quadros, que registramos mais adiante, apresentando, assim as mudanças, mas não descaracterizando o Relatório como um todo. Além de apresentar, também, outros dados que permaneceram iguais ou semelhantes à versão anterior, como, por exemplo, o item referente à história das Faculdades Integradas “Campos Salles”/FICS. De acordo com o art. 2º de seu Regimento Geral e o Plano de Desenvolvimento Institucional/PDI, as Faculdades Integradas “Campos Salles”, como instituição educacional, destinam-se a promover a educação, sob múltiplas formas e modalidades, a ciência e a cultura geral, e têm por finalidade: I - estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo; II - formar diplomados nas diferentes áreas de conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira, e colaborar na sua formação contínua; III - incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando ao desenvolvimento da ciência e da tecnologia e da criação e difusão da cultura e, desse modo, desenvolver o entendimento do homem e do meio em que vive; IV - promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber por meio do ensino, de publicação ou de outras formas de comunicação; V - suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a correspondente concretização, integrando os conhecimentos adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração; VI - estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os nacionais e regionais, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade; VII - promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na instituição; VIII – assegurar que no decorrer da vigência do plano ocorra atualização e ampliação do acervo da biblioteca; IX – assegurar que no decorrer da vigência do plano ocorra a modernização e ampliação do uso de equipamentos e materiais pedagógicos; X – incentivar o uso de equipamento multimídia em sala de aula; XI – assegurar revisão periódica dos conteúdos curriculares de modo a adequá-lo às inovações e às novas fronteiras do conhecimento científico; XII – assegurar que no terceiro ano do plano ocorra elevação no desempenho dos alunos a partir do aperfeiçoamento e do monitoramento dos conteúdos e da didática aplicada em sala de aula; XIII – assegurar que na vigência do plano seja desenvolvido programa de acompanhamento dos egressos; XIV – assegurar, no período que abrange o plano quinquenal, a mesma quantidade ofertada de vagas do período anterior. (PDI/PPI – 2013-2017) Em 2014, a CPA além de se nortear pelas diretrizes e princípios, já definidos anteriormente, incorporou algumas sugestões e proposições indicadas pela CPA nas diferentes reuniões que ocorreram2 durante os dois semestres letivos, fazendo a revisão em seus objetivos, no sentido de compreender o processo interno de autoavaliação durante este ano letivo. Dentre esses objetivos, mencionamos os que seguem: Empreender um processo educativo que favoreça o desenvolvimento de seres humanos, dotados de capacidade crítica, de autonomia intelectual e comprometidos com a resolução dos problemas sociais; Ampliar a inserção social das Faculdades Integradas “Campos Salles” mediante uma articulação, cada vez mais intensa, com o contexto local; Incrementar a qualificação do corpo docente e técnico; Incrementar as atividades de extensão; Formar gestores do conhecimento; Fomentar as parcerias com empresas, instituições públicas e privadas e a comunidade, visando a assegurar o cumprimento de sua missão institucional; Induzir e apoiar projetos que possibilitem a ampliação das fronteiras e a diversidade do conhecimento; Promover ações que conduzam à renovação da instituição mediante constante intercâmbio com a comunidade; e Efetivar um processo de avaliação que implante uma cultura avaliativa orientada por um processo sistemático de reflexão sobre a realidade da Instituição, visando ao aperfeiçoamento da qualidade do ensino e ao aperfeiçoamento do desempenho acadêmico. Tais objetivos foram frutos de discussões coletivas e que foram compartilhadas no âmbito da CPA, durante as reuniões mensais conforme a demanda institucional por parte dos coordenadores, professores, alunos e/ou funcionários, conforme Apêndice IV. Com base nestes objetivos, a CPA indicou, para este ciclo avaliativo (2014-2016), os seguintes procedimentos, que estão sendo cumpridos, e que já foram pauta dos Relatórios anteriores. Entre eles, distinguimos: Sistematizar e integrar os dados das avaliações, buscando desenvolver as temáticas geradoras dos diferentes encontros, tendo em vista as necessidades de formação diagnosticadas, em especial, pelos coordenadores de curso a partir das No ano de 2014, foram realizadas reuniões mensais, de acordo com o calendário oficial: 28/03; 28/04; 30/05; 27/06; 25/08; 26/09; 10/10; 28/11; 05/12. E, fizemos, também, um atendimento junto aos coordenadores, professores, funcionários e alunos, quinzenalmente, no sentido de esclarecer algumas dúvidas, especialmente, por parte daqueles que não puderam comparecer às respectivas reuniões, cujas atas se encontram no Apêndice IV. 2 avaliações parciais realizadas e dos Relatórios encaminhados a CPA para análise e interpretação; Elaborar indicadores institucionais, de modo a permitir subsidiar as ações de gestão e acompanhamento dos projetos pedagógicos dos cursos, articulando-os com o Projeto Pedagógico da Instituição; Indicar mudanças institucionais a partir do acompanhamento das ações e das discussões no âmbito da CPA, voltadas para imprimir um caráter formativo ao processo avaliativo que se está desenvolvendo; Divulgar os dados da autoavaliação para toda a comunidade acadêmica, de modo que todos tenham acesso às ações realizadas com a finalidade de que possam participar, ainda que indiretamente, deste processo de autoavaliação, possibilitando, assim, dar uma devolutiva, também, à comunidade em geral. É importante, também, mencionar que, com base nas “Orientações Gerais para o Roteiro de Autoavaliação das Instituições”, elaborado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais – INEP, o trabalho da CPA conta, desde 2007, com a seguinte metodologia de trabalho: 1) Elaboração de um rol de indicadores3 relevantes para a instituição em cada uma das dez dimensões propostas (agregando os instrumentos de pesquisa que também dessem conta das especificidades da IES); 2) Delimitação de públicos-alvo específicos referentes aos professores, alunos e pessoal técnico-administrativo de diferentes setores da IES; 3) Estabelecimento de um Plano de Ação4 que envolvesse cada um dos setores institucionais em ações avaliativas, primando pelo princípio da responsabilidade compartilhada. Os Apêndices I a XIV dão uma ideia do que se privilegiou em nossa instituição. O Plano de Ação está articulado com o PDI e o PPI. O Apêndice I, denominado “Plano, Distribuição de Tarefas e Cronograma” dispõe sobre o Plano de Ação/2014, que desenvolvemos até o presente momento. 3 4 A estratégia a ser adotada por esta CPA, na condução dos trabalhos, seguiu o mesmo movimento daquele adotado nos anos anteriores, constando de três momentos: 1. Concepção, proposta e (re)formulação do Plano de Ação: • Estabelecidas após avaliação em conjunto das fragilidades e das potencialidades apontadas no Relatório anterior, delineando e orientando as estratégias a serem adotadas pelos diferentes atores sociais. O Quadro, a seguir, faz uma síntese das fragilidades, potencialidades e estratégias, que foram sendo anunciadas pelos coordenadores, professores, estudantes e funcionários, por meio dos diferentes instrumentos de pesquisa utilizados, assim como pelos registros das atas realizadas em 2013/2014, apontando algumas estratégias indicadas no decorrer de 2014 para o ano de 2015, tal como segue: Fragilidades Potencialidades Estratégias Reformulação dos Projetos Pedagógicos dos diferentes Cursos/PPCs, para adaptá-los aos atuais perfis do ingressante e do egresso. Foram realizadas algumas reuniões no âmbito dos Núcleos Docentes Estruturantes/NDEs dos cursos que reelaboraram os seus Projetos Pedagógicos ou estão cumprindo os protocolos de compromisso. Acompanhamento das alterações das matrizes curriculares que foram reajustadas, tendo em vista a implementação do regime semestral em anos anteriores. readequando a carga horária Repensar o eixo de formação fundamental e profissional pela alteração do regime escolar de anual para semestral, tendo em vista oferecer maiores subsídios ao Enade. Alguns cursos se preocupam em apresentar programas de nivelamento, seja para suprir a carência em Língua Portuguesa e/ou em relação aos conhecimentos específicos de cada área. Mas ainda há necessidade de se reforçar espaços e tempos para um melhor desenvolvimento destes programas, para que não se trate de ações pontuais. Foram agendadas reuniões com os NDEs de cada curso, para: analisar o Projeto Pedagógico de Curso/PPC e redefinir o perfil de cada curso; envolver os professores para debater questões em torno, especialmente, das seguintes temáticas: interdisciplinaridade; sistema de avaliação interno e externo; processo ensino-aprendizagem; envolvimento com a pesquisa, instigando o Insistir em programas nivelamentos por meio atividades complementares Fortalecer o Núcleo Docente Estruturante de de Proposições e/ou Observações Está sendo proposto que o processo de reformulação dos PPCs seja acompanhado pelos Núcleos Docentes Estruturantes de modo sistemático. Foram propostos cursos acompanhar estas carências. para Assim como, palestras que envolvam os estudantes e lhes deem uma maior fundamentação teórico-prática. Houve reuniões nos diferentes cursos. Entretanto, alguns precisariam colocar em prática suas propostas de atuação. Visitas técnicas realizadas por alguns cursos das FICS, as palestras realizadas, desenvolvimento de Seminários, atividades complementares, o Trabalho de Curso (TC), o encontro de iniciação e a produção técnica e científica/FICS. Oferecer programa capacitação dos professores processo de iniciação científica; propostas para cursos extracurriculares; entre outras. Professores e alunos relataram nas reuniões que foram realizadas visitas técnicas, palestras interáreas e um acompanhamento adequado do Trabalho de Curso (TC) e, em alguns cursos, até mesmo o desenvolvimento de encontros de iniciação científica. de Este foi um aspecto apontado nas discussões da CPA, mas ainda precisa abrir espaços para efetivá-lo. Insistir no fortalecimento dos programas de iniciação científica e monitoria, com concessão de bolsas, para tentar atrair alunos para essas atividades. Embora não seja o papel fundamental desta IES, uma vez que ela não se volta para a pesquisa, como no caso das universidades, os membros da CPA concordam com este aspecto, tendo em vista que o mesmo se desenvolve em alguns cursos com muito sucesso, envolvendo alunos e professores em trabalhos de pesquisa. Reuniões com representantes de classe: melhorando a percepção dos alunos e os processos desenvolvidos pela instituição e pelos diferentes cursos. Fonte: dados coletados por meio dos instrumentos utilizados e registros de atas. Organização e apoio aos estudantes de eventos, discutindo temáticas relacionadas aos diferentes cursos; Debates e palestras sobre o Enade, situando as dúvidas dos estudantes e oferecendo subsídios para seu desenvolvimento. Os coordenadores de outras áreas sugeriram, mais uma vez, que os professores da Pedagogia pudessem contribuir com os demais cursos, tendo em vista a experiência na área de formação de professores. Observa-se, também, que a monitoria precisaria ser reforçada e com concessão de bolsas. As reuniões são sistemáticas, e realizadas por diferentes cursos. Alguns dos alunos, membros da CPA, mais uma vez confirmaram a importância destas reuniões para a concretização de um curso de qualidade, em atendimento às suas necessidades de formação. Após discutir os pontos frágeis e/ou fortes, a CPA reorientou o processo de autoavaliação, tendo em vista: 2. A execução, o desenvolvimento e a análise, por meio da: • Aplicação dos instrumentos ou prosseguimento de acordo com as indicações da CPA; • Análise dos resultados sob a orientação da CPA; • Discussão conjunta com os envolvidos sobre as informações em foco. 3. Síntese dos resultados da autoavaliação, através da(o): • Coleta dos resultados e síntese dos vários momentos da avaliação; • Divulgação dos resultados globais, por meio dos Relatórios Parciais de cada um dos cursos que integram as FICS, assim como aqueles referentes à infraestrutura (Biblioteca, Laboratórios etc.), e deste Relatório Final, que será divulgado a todos os envolvidos e para a comunidade acadêmica. É necessário revelar, ainda, que o Relatório CPA continua sendo adotado como um dos instrumentos de gestão na IES; • Reinício do processo de concepção, proposta e formulação, tornando o ciclo de autoavaliação contínuo e participativo. Este Relatório, que é uma expansão do roteiro proposto pela Comissão Própria de Avaliação/CPA das FICS, pretende, primeiro, contextualizar a instituição. Segundo, definir as etapas da autoavaliação (Preparação – Desenvolvimento do Plano de Ação – Consolidação do Projeto) durante o ano letivo de 2014, seguindo a mesma estrutura dos Relatórios anteriores. Terceiro, destacar o Projeto de Autoavaliação, que está sendo desenvolvido, tecendo, assim, uma breve análise sobre os diferentes instrumentos de pesquisa que puderam ser utilizados. Em um quarto momento, anunciar alguns indicadores (pontos frágeis e potencialidades), tendo em vista a avaliação das dimensões, tal como foi proposta pelos SINAES e que foram estabelecidas pela Lei 10861/04, para que se possa fortalecer o compromisso desta Instituição com a qualidade de ensino e com a formação integral e integrada de nossos estudantes. E, por último, faremos algumas considerações finais sobre todo este processo5. Esperamos que este Relatório possa traduzir as principais atividades desenvolvidas pelas FICS, e que fique, cada vez mais claro, o papel da CPA frente a este processo de autoavaliação institucional no sentido de contribuir não só com o diagnóstico das situações vivenciadas ou a serem vivenciadas, mas, sobretudo, com o acompanhamento do desenvolvimento do Projeto Pedagógico Institucional/PPI. Aliás, esta afirmação já foi registrada no Relatório anterior. Destacamos, ainda, que o trabalho se baseou em uma série de informações, cujos quadros-síntese se encontram em seus apêndices. Também, parte deste material pode ser acessado no site da Instituição, cujo endereço segue: www.campossalles.edu.br. 5 A estrutura deste Relatório também segue os últimos Relatórios Anuais; uma vez que estamos considerando que este segue os ciclos avaliativos desenvolvidos pela IES desde 2007. Esta parte do Relatório pretende, como já mencionamos anteriormente, dar conta de: 1º contextualizar a instituição; 2º definir as etapas de autoavaliação (indicando as ações planejadas); 3º analisar alguns dos instrumentos de pesquisa que foram utilizados pelos diferentes cursos da IES (destacando as ações realizadas); e 4º anunciar, em cada uma das dimensões propostas pelos SINAES, indicadores que possam esclarecer as fragilidades e as potencialidades dos diferentes cursos avaliados. Também, este Relatório aponta alguns indicadores de como os resultados alcançados estão contribuindo com o planejamento da gestão acadêmico-administrativa de 2015. As Faculdades Integradas “Campos Salles”, com limite territorial de atuação circunscrito ao município de São Paulo/SP, são mantidas pela Associação Educativa “Campos Salles”, que tem sua sede à Rua Nossa Senhora da Lapa, 284 – Lapa, São Paulo/SP. A mantenedora, entidade jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, com sede e foro no município de São Paulo, tem seu estatuto social registrado e arquivado no registro de pessoas jurídicas do 4º Cartório de Títulos e Documentos, sob nº 26.537, do livro “A”, folha nº 11.A Portaria nº 1238, de 25 de agosto de 1992, publicada no D.O.U, de 26 de agosto de 1992, aprova a mudança da denominação das Faculdades de Educação e Administração e Ciências Contábeis “Campos Salles” para Faculdades Integradas “Campos Salles”. O complexo educacional “Campos Salles”, localizado no Bairro da Lapa, zona noroeste da cidade de São Paulo, foi edificado a partir da segunda década do século XX, por iniciativa do educador Augusto Guzzo, cuja história pessoal está intimamente associada tanto à história do bairro que abrigou, desde o início, a primeira célula da Instituição, quanto à trajetória traçada para o projeto educacional desenvolvido. Inicialmente, como Escola de Comércio “Campos Salles”, esse empreendimento desdobrou sua experiência, incorporando, em 1929, o tiro de guerra sob o nome de Escola de Instrução Militar “Campos Salles”, que propiciou aos jovens da época a oportunidade de cumprir suas obrigações militares, quando já se prenunciavam os graves acontecimentos políticos que envolveriam a então Província de São Paulo. O Jardim de Infância e o Curso Primário foram criados em 1938, seguindo-se os Cursos Ginasial e Colegial, destinados a preparar os alunos que desejavam ingressar na Universidade de São Paulo (1942). Uma década depois, surgem a Escola Normal Livre Campos Salles e o curso técnico de Secretariado, consolidando a experiência da Instituição no nível médio de ensino. A década de 60 evidenciaria a vocação das Faculdades “Campos Salles” como formadora profissional de qualidade, com a criação do Curso Técnico de Administração. O ingresso no campo da Educação Superior deu-se a partir da necessidade de preparar quadros docentes destinados a atuarem nas Escolas Normais, como professores de futuros professores do então Primeiro Grau (hoje, Ensino Fundamental). Sendo, assim, as FICS iniciaram suas atividades em 1971, com sua primeira Faculdade, a de Educação – hoje, curso de Pedagogia - reconhecido pelo Decreto nº 76.029 – D.O.U. de 28/7/75. Em 1973, criou-se a Faculdade de Administração e Ciências Contábeis “Campos Salles”, oferecendo os cursos de Administração e Ciências Contábeis, reconhecidos pelo Decreto 80.780 – D.O.U. 23/11/77. Novos cursos são criados, a partir dessa etapa inicial: Formação de Professores de Disciplinas Especializadas de 2o. Grau, reconhecido pelo Decreto 80.530 – D.O.U. 11/10/77 e Administração e Ciências Contábeis, em 1977. Com a disposição de atender à crescente demanda por especialistas, que marcava o final da década de 80, surge, em 1989, o Centro de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, em nível de especialização lato sensu, com a oferta de diversos cursos destinados ao aperfeiçoamento profissional, nas áreas complementares aos seus Cursos de Graduação: Gestão Financeira e Controladoria, Gestão em Logística, Gestão Organizacional e de Negócios, Gestão de Pessoas e Liderança, MBA em Administração Estratégica e Gestão de Negócios para Pequena e Média Empresa, Educação Especial (ênfase em pessoas com déficit intelectual), Psicopedagogia e Gestão Educacional. Ao mesmo tempo, Cursos de Extensão e Atualização profissional vêm sendo implementados e renovados, anualmente, de acordo com a demanda de cada área. Em 1992, pela Portaria 1.238, de 25/8/92 – D.O.U. de 26/8/92, foi aprovada a mudança de denominação das Faculdades de Educação e de Administração e Ciências Contábeis “Campos Salles” para Faculdades Integradas “Campos Salles”, com aprovação de seu Regimento Unificado. Paralelamente, atendendo à comunidade da Lapa e arredores, as Faculdades Integradas “Campos Salles” oferecem, desde 1993, a Faculdade Aberta à Terceira Idade, que contribui para a inclusão social da população com mais de 45 anos, cujo perfil é bastante heterogêneo: alguns alunos são professores, outros, pedagogos, artistas plásticos, assistentes sociais, enfermeiros e algumas pessoas mal concluíram os antigos cursos primário e ginasial – o que caracteriza essa experiência como de extraordinária riqueza. Esses alunos têm a oportunidade de atualizar seus conhecimentos com professores, através de uma contribuição financeira meramente simbólica. O curso tem a duração de três anos e oferece aos alunos disciplinas básicas, além de incorporar uma diversidade de atividades extracurriculares pela exposição e contato com novas tecnologias e pela participação em eventos sociais e culturais, como visitas a pontos históricos e centros culturais da cidade, museus, teatros, cinemas. Em 1999, foram criados novos cursos e habilitações de nível superior. Pela Portaria Ministerial nº 746, de 06/05/99 – D.O.U., de 07/05/99, foi criada a habilitação Comércio Exterior, do curso de Administração. Pela Portaria Ministerial nº 985, de 28/06/1999 – D.O.U. de 29/06/99, foi autorizado o curso de Sistemas da Informação, seguindo-se as habilitações em Educação Infantil e Educação Especial do Curso de Pedagogia, autorizadas pela Portaria Ministerial nº 453 de 31/03/2000 – D.O.U. de 05/04/2000. Finalmente, integraram-se ao leque de ofertas educacionais profissionalizantes, o Curso de Ciências Econômicas, pela Portaria nº 266, de 03/03/2000 – D.O.U. de 09/03/2000 e o Curso de Direito, pela Portaria Ministerial 3686, de 09/12 – D.O.U, de 10/12/2003. O reconhecimento dos cursos de graduação, em 2004, vem coroar de êxito todos os esforços despendidos: Sistemas de Informação (Portaria MEC 588, de 12 – D.O.U. de 16/03/04); Administração em Comércio Exterior (Portaria MEC 754, de 24 – D.O.U., de 26/03/04); Habilitações "Educação Infantil" e "Educação Especial" do curso de Pedagogia (Portaria MEC 1058, de 19/4 – D.O.U., de 03/05/04); Ciências Econômicas (Portaria MEC 1.666, de 03 – D.O.U., de 08/06/04). A Portaria MEC 149, de 12 – D.O.U., de 14/01/04, concede autorização para funcionamento do Curso Normal Superior, com habilitações em Magistério dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental e Educação Infantil. O reconhecimento do curso de Direito é concedido pela Portaria MEC-SESu 446, de 31-3 – D.O.U., de 01 de abril de 2009. Os Cursos Superiores de Tecnologia são autorizados a funcionar pelas seguintes Portarias: Gestão Financeira – Portaria MEC/SETEC 517, de 04/10/07 - D.O.U.: 05/10/07; Gestão de Recursos Humanos – Portaria MEC/SETEC 620, de 19/12/07 – D.O.U.: 21/12/07; Logística – Portaria MEC/SETEC 620, de 19/12/07 – D.O.U.: 21/12/07; Marketing – Portaria MEC/SETEC 22, de 16/01/08 – D.O.U.: 17-01-08; Gestão Comercial – Portaria MEC/SETEC 149, de 03/04/08 – D.O.U.: 04/04/08. A Portaria Ministerial 1.373, de 30-9-2011, publicada no Diário Oficial da União de 03/10/11, recredencia as Faculdades Integradas "Campos Salles". E a renovação de reconhecimento do Curso de Ciências Contábeis deu-se pela Portaria SESu-MEC nº 420, de 11/10/11. O Curso de Administração teve a renovação de seu reconhecimento pela Portaria SESu-MEC nº 29, de 26 de março de 2012, publicada no Diário Oficial da União de 28 de março de 2012. Com a carga horária de 360 horas e um ano e meio ou um ano de duração, as Faculdades Integradas “Campos Salles” oferecem diversos cursos de pós-graduação lato sensu, destinados à área administrativa e gerencial: Gestão Financeira e Controladoria, Gestão em Logística, Gestão Organizacional e de Negócios, Gestão de Pessoas e Liderança, MBA em Administração Estratégica e Gestão de Negócios para Pequena e Média Empresa. Como já mencionamos, na área de Educação, são oferecidos os seguintes cursos: Educação Especial (ênfase em pessoas com déficit intelectual), Psicopedagogia e Gestão Educacional. Dentre os Cursos de Extensão, destinados à formação continuada para aperfeiçoamento profissional, os interessados podem optar por Gestão Empresarial, de Negócios, Administração de Microempresas, Gestão Financeira, Administração de Materiais, Auditoria e Controladoria e outros, com a duração de 30 horas, duas vezes por semana ou aos sábados. O Centro de Pós-Graduação apresenta, também, cursos instrumentais para todos os graduados que assim o desejarem, como Inglês, Matemática Básica e Português: leitura e escrita instrumental. Na área da Pedagogia destacam-se, dentre outros, A Música e o Movimento como práticas educacionais no cotidiano escolar; Alfabetização e Letramento: Módulo I: Alfabetização Inicial. Fases da escrita e intervenções pedagógicas - Módulo II: Revisão textual - organização do enredo e do conhecimento linguístico, ortografia, gramática e pontuação - Módulo III: Gêneros literários nas séries iniciais do Ensino Fundamental; As Possibilidades do Contador de Histórias e Histórias pra quem têm histórias; Brinquedoteca; Como montar, criar e organizar uma Brinquedoteca; Identidade e Cultura Nacional; Linguagem Braille - Módulos I e II. O teatro como desenvolvimento corporal, vocal e cênico; Português Instrumental: Leitura e Produção de Texto – Módulos I e II. Para maiores esclarecimentos, Também funciona, nas Faculdades, a Pós-graduação lato sensu na área de Administração, Ciências Contábeis, Economia, Direito, Educação e Sistemas de Informação, com alguns cursos em andamento. Ainda, contamos com Cursos de Extensão, tais como: 1) na área da Educação: A música e o movimento como práticas educativas no cotidiano escolar; Alfabetização e letramento; Analisando criticamente as mídias: da Narrativa aos Videogames; Analisando criticamente as mídias: do rádio ao cinema; As relações interpessoais: a influência das emoções e do afeto na prática do educador; Educação de Jovens e Adultos; Língua Portuguesa: elementos básicos para emissão e compreensão de textos; Linguagem Braille; Multiculturalidade na sociedade atual: os Guaranis de São Paulo; Projeto aprimorar: gerenciando equipes de sucesso(módulos I, II e III); Psicomotricidade; 2) na área de Administração / Ciências Contábeis / Sistemas de Informação: Comunicação Empresarial; Matemática: Elementar - Básica – Financeira; Princípios de Estatística – Cálculo Financeiro. É preciso revelar, ainda, que já há alguns anos, vêm funcionando os “Estudos Abertos para a Terceira Idade”, inseridos na proposta de educar com responsabilidade social, promovendo a melhoria da qualidade de vida da comunidade. Nesta perspectiva, as FICS oferece capacitação nas seguintes áreas de conhecimento: 1) Atualidades – com ênfase em política e economia mundiais; 2) Saúde Inteligente – com orientações para viver mais e melhor; 3) História da Civilização e da Religião; 4) Comportamento humano e a arte de vencer; 5) Estratégias de comunicação escrita e oral; 6) Noções de italiano; 7) Ciências ambientais e sustentabilidade; 8) Origem de vida e desenvolvimento humano; 9) Linguagens do corpo e bem-estar; 10) Informática; entre outros cursos. Mais recentemente, desde 2014 até o presente momento, alguns cursos de especialização foram criados e/ou retomados, tais como: Controladoria e Finanças, Direito Educacional, Direito Processual Civil, Docência no Ensino Superior, Gestão Estratégica em Comércio Eletrônico, Gestão de Negócio, Logística Empresarial e Psicopedagogia. Em 2014, as FICs contaram com os seguintes coordenadores de curso: Quadro 4 – Coordenadores de Curso Coordenadores de Curso Curso Coordenador Designação Administração Milton Tadeu Piscinato FICS DG 01/02/2012 Ciências Contábeis Antonio Dirceu Marques Carta Convite Antonio de Lima Junior FICS DG 04/08/2014 Manuel dos Santos Leitão FICS DG 13/03/2015 Cícero Germano da Costa FICS DG 19/02/2013 Leonardo Pires Merino FICS DG 17/10/2014 João Alexandre Magri Carta Convite Galvez Gonçalves FICS DG 04/08/2014 Carlos Antonio José Oliviero FICS DG 04/08/2014 Direito Sistemas de Informação (Assistente de Coordenação) Pedagogia Luci Ana Santos da Cunha Carta Convite Ana Maria Belavenuto e Freitas FICS DG 04/03/2013 Milton Tadeu Piscinato FICS DG 05/03/2015 Ana Maria Belavenuto e Freitas FICS DG 04/03/2013 Roberto Cezar Datrino FICS DG 05/03/2015 Ana Maria Belavenuto e Freitas FICS DG 04/03/2013 Humanos Milton Tadeu Piscinato FICS DG 05/03/2015 Logística Ana Maria Belavenuto e Freitas FICS DG 04/03/2013 Roberto Cezar Datrino FICS DG 19/09/2014 Ana Maria Belavenuto e Freitas FICS DG 04/03/2013 Djair Pereira FICS DG 19/09/2014 Luci Ana Santos da Cunha Carta Convite Gestão Comercial Gestão Financeira Gestão de Recursos Marketing Pós-graduação lato sensu (Ciências Humanas) E, em relação ao seu corpo docente, a Instituição contou com 21,50% de doutores, 7,5% de doutorandos, 57% de mestres, 4,3% de mestrandos, 9,6% de especialistas, conforme o Quadro a seguir: Quadro 5 – Corpo Docente/2014 Titulação Porcentagem Doutores: 21,50% Doutorandos: 7,55% Mestres: 57,00% Mestrandos: 4,30% Especialistas: 9,65% Total: 100,00% E os Quadros 6 e 7, a seguir, mostram o nº de estudantes dos mais diferentes cursos, nos dois semestres de 2014: Quadro 6 – Corpo Discente - Nº. de Alunos no 1º sem./2014 Cursos Ciências Contábeis 1º Sem./2014 1º sem. 16 2º sem. 8 3º sem. 26 5º sem. 38 6º sem. 1 7º sem. 54 8º sem. 20 Total: Administração 163 1º sem. 25 2º sem. 3 3º sem. 17 4º sem. 1 5º sem. 49 6º sem. 6 7º sem. 76 8º sem. 5 Total: Sistemas de Informação Nº de Alunos 182 5º sem. 30 6º sem. 1 7º sem. 26 8º sem. 3 Total: 60 Direito 1º sem. 29 2º sem. 3 3º sem. 17 4º sem. 1 5º sem. 29 7º sem. 30 8º sem. 1 9º sem 35 10º sem 3 Total: Gestão Comercial Gestão Financeira Recursos Humanos Logística Marketing Pedagogia (matutino) 1º sem. 10 4º sem. 12 Total: 22 1º sem. 21 2º sem. 6 3º sem. 22 4º sem. 26 Total: 75 1º sem. 32 2º sem. 10 3º sem. 19 4º sem. 17 Total: 78 1º sem. 16 2º sem. 1 4º sem. 15 Total: 32 4º sem. 25 Total: 25 1º sem. 36 2º sem. 4 3º sem. 34 4º sem. 2 5º sem. 84 6º sem. 9 Total: Pedagogia (noturno) 148 169 1º sem. 32 2º sem. 2 3º sem. 43 4º sem. 1 5º sem. 109 6º sem. 12 Total: 199 Total de alunos 1153 Quadro 7 – Nº de Alunos no 2º sem./2014 Cursos Ciências Contábeis 2º Sem./2014 1º sem. 10 2º sem. 22 3º sem. 7 5º sem. 26 6º sem. 34 7º sem. 1 8º sem. 53 Total: Administração 49 2º sem. 20 3º sem. 2 4º sem. 17 6º sem. 45 8º sem. 82 6º sem. Direito Gestão Financeira 215 29 8º sem. 29 Total: 58 1º sem. 42 2º sem. 24 3º sem. 2 4º sem. 16 6º sem. 29 7º sem. 1 8º sem 29 10º sem 37 Total: Gestão Comercial 153 1º sem. Total: Sistemas de Informação Nº de Alunos 180 1º sem. 19 2º sem. 7 3º sem. 1 4º sem. 4 Total: 31 1º sem. 24 Recursos Humanos Logística Marketing Pedagogia (matutino) 2º sem. 17 3º sem. 6 4º sem. 29 Total: 76 1º sem. 26 2º sem. 30 3º sem. 9 4º sem. 23 Total: 88 1º sem. 17 2º sem. 12 4º sem. 7 Total: 36 4º sem. 11 Total: 11 1º sem. 42 2º sem. 34 3º sem. 3 4º sem. 38 6º sem. 85 Total: Pedagogia (noturno) 202 1º sem. 51 2º sem. 34 3º sem. 3 4º sem. 49 6º sem. 116 Total: 253 Total de alunos 1303 A seguir, o Quadro 8 mostra os dados referentes a ingressantes no primeiro e no segundo semestres de 2014: Quadro 8 – Ingressantes nos dois semestres/2014 Ciências Contábeis 2014/1º 2014/2º Administração 2014/1º 2014/2º Direito 2014/1º 25 17 T= 42 31 54 T= 85 29 2014/2º Gestão Financeira 2014/1º 2014/2º Recursos Humanos 2014/1º 2014/2º Pedagogia/Matutino 2014/1º 2014/2º Pedagogia/Noturno 2014/1º 2014/2º Total de alunos 44 T=73 21 25 T=46 32 30 T= 62 34 42 T= 76 30 51 T= 81 465 O Quadro anterior mostra que alguns cursos têm a sua maior entrada de alunos no 1º semestre (Ciências Contábeis, Recursos Humanos) e outros a entrada é maior no 2º semestre (Administração, Direito, Gestão Financeira, Pedagogia - matutino e vespertino). Também, destacamos que, desde 2010, as FICS vêm participando do Programa Universidade para Todos/PROUNI, uma ação do MEC, que tem, por objetivo, possibilitar o ingresso de jovens de baixa renda nas instituições de ensino superior e estimulando, assim, mecanismos de inclusão social. Em 2012, considerando as duas etapas do processo seletivo para a respectiva bolsa, registramos que tivemos: 80 alunos no curso de Administração; 36 no de Ciências Contábeis; 21 alunos no de Direito; 17 para Pedagogia/Matutino; 34 para Pedagogia/Noturno; 30 para Sistemas de Informação. E, em relação aos Cursos Tecnológicos, tivemos: 15 para Gestão Comercial; 23 para Gestão Financeira; 18 para Logística; 14 para Marketing; e 17 para Recursos Humanos. Em 2013, observamos que houve: 87 alunos para o curso de Administração; 76 para Ciências Contábeis; 43 para Direito; 79 para Pedagogia; 30 para Sistemas de Informação. E, em relação aos Cursos Tecnológicos, temos: 10 para Gestão Comercial; 30 para Gestão Financeira; 21 para Logística; 40 para Marketing; e 24 para Recursos Humanos. E é importante destacar a participação dos diferentes cursos na Bolsa PROUNI/2014, tal como segue: Quadro 9 – Bolsa PROUNI/2014 Bolsa – Prouni – Cursos Nº De Alunos Cursos de Graduação Administração 94 Ciências Contábeis 53 Direito 56 Pedagogia/Matutino 37 Pedagogia/ Noturno 46 Sistemas de Informação 38 Cursos Tecnológicos Gestão Comercial 7 Gestão Financeira 24 Logística 14 Marketing 17 Recursos Humanos 20 Total 406 O Quadro, a seguir, também indica a Bolsa/PROUNI (parcial) para os estudantes no ano de 2015, mostrando que existe um aumento na demanda dos bolsistas. Quadro 10 – Bolsa PROUNI/2015 - Parcial Bolsa – Prouni – Cursos Nº De Alunos Cursos de Graduação Administração 113 Ciências Contábeis 23 Direito 59 Pedagogia/Matutino 76 Pedagogia/ Noturno 86 Sistemas de Informação 38 Cursos Tecnológicos Gestão Comercial 10 Gestão Financeira 27 Logística 22 Marketing 21 Recursos Humanos 43 Total 518 Ainda, indicamos que, no ano de 2014, as FICS também participaram, tal como nos anos anteriores, do Programa Educa Mais Brasil, que também oferece bolsas de estudo, no sentido de minimizar as desigualdades sociais, colaborar para o desenvolvimento socioeconômico da região e, principalmente, com o aperfeiçoamento cultural e profissional dos estudantes. Quadro 11 – Bolsa EDUCA MAIS BRASIL/2014 Bolsa – Educa Mais Brasil Nº De Alunos Cursos de Graduação Administração 29 Ciências Contábeis 30 Direito 24 Pedagogia/Matutino 37 Pedagogia/ Noturno 19 Sistemas de Informação 4 Cursos Tecnológicos Gestão Comercial 30 Gestão Financeira 26 Logística 11 Marketing 4 Recursos Humanos 45 Total 259 Também, destacamos, a seguir, o Quadro 11, que indica a demanda referente à Bolsa Parcial Educa Mais Brasil/2015: Quadro 12 – Bolsa EDUCA MAIS BRASIL/2015 - Parcial Bolsa – Educa Mais Brasil Nº De Alunos Cursos de Graduação Administração 23 Ciências Contábeis 22 Direito 17 Pedagogia/Matutino 23 Pedagogia/ Noturno 16 Sistemas de Informação 3 Cursos Tecnológicos Gestão Comercial 4 Gestão Financeira 12 Logística 5 Marketing 0 Recursos Humanos 23 Total 148 Em relação à avaliação institucional, o movimento deste Relatório é o mesmo, tendo em vista que desenvolvemos um Roteiro de Trabalho (APÊNDICE III), que prevê uma série de instrumentos que foram aplicados aos professores, alunos e funcionários, tendo em vista o acompanhamento e avaliação de todo o processo avaliativo voltado para uma avaliação formativa. Avaliação esta que foi discutida, a cada etapa, com os membros da CPA, desenvolvendo, assim, o Plano Estratégico de Ação que foi repensado a partir dos resultados obtidos no ano de 2013. Durante o ano de 2014, mensalmente, às sextas-feiras, com a participação efetiva dos membros da CPA e, esporadicamente, quinzenalmente, com alguns Coordenadores de Curso, professores, discentes e funcionários (especialmente, a presença das duas bibliotecárias). As discussões desenvolvidas foram devidamente registradas em atas6 e enviadas, via e-mail, a todos os membros da CPA, assim como aos Coordenadores de Curso, para conhecimento e divulgação. Deve-se ressaltar que a participação de todos os segmentos, prevista nos documentos do SINAES, já está consolidada, sobretudo pelos coordenadores e docentes, interessados em um processo de melhoria institucional e da qualidade de ensino. Conforme o Relatório de Autoavaliação (2013) encaminhado ao INEP, em março de 2014, a equipe da CPA providenciou o Plano de Trabalho/2014, com atividades a serem implementadas, e que se constituíram de três etapas fundamentais, seguindo o mesmo modelo anterior: 1a. Etapa - Preparação – elaboração de um diagnóstico das ações avaliativas/2013, observando que muitas das ações já tinham sido realizadas e avaliadas nos anos anteriores (2011-2012), quando do encaminhamento dos Relatórios anteriores. Nesta perspectiva, em 2014, foram retomados os trabalhos anteriores, aproveitando, assim, as experiências e os esforços já consolidados, sem deixar de respeitar as próprias características institucionais constituídas por novos cursos e/ou novo corpo docente e/ou discente. A CPA/FICS traçou, então, um cronograma de trabalho, conforme Quadro 1, em anexo (APÊNDICE I), intitulado “Plano, Distribuição de Tarefas e Cronograma/2014”, estipulando os seguintes instrumentos7 a serem aplicados: 1) Questionário para pesquisa As atas de 2014, que constam do Apêndice IV deste Relatório, também estão à disposição nos arquivos da Coordenação da CPA. 7 Os instrumentos são os mesmos aplicados nas avaliações anteriores, com algumas adequações, levando em conta as discussões e sugestões dadas pelos membros da CPA e as opiniões de parte dos respondentes. 6 com ex-aluno (banco do egresso); 2) Pesquisa-vestibular (perfil do candidato); 3) Aptidão para a área de estudos; 4) Autoavaliação docente; 5) Perfil do docente pelo aluno; 6) Avaliação das condições de aprendizagem pelos alunos (instituição, cursos e professores); 7) Avaliação das condições de ensino pelos docentes; 8) Autoavaliação discente; 9) Avaliação das condições de trabalho pelos funcionários e Autoavaliação dos funcionários; e 10) Avaliação Multidisciplinar. E, por fim, a coordenação da CPA solicitou aos coordenadores de curso que fossem elaborados Relatórios Parciais para serem discutidos, analisados e avaliados, a fim de se elaborar o Relatório Final. No início do ano de 2014, foram realizadas, assim como nos anos anteriores, reuniões de sensibilização, em que os conceitos, objetivos e metas do Programa de Avaliação Institucional foram (re)apresentados (APÊNDICES II e III). É preciso indicar que, a cada encontro mensal, eram expostos os princípios e as concepções que orientam o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), tendo em vista a análise dos dados realizada pelos coordenadores dos diferentes cursos, e com a preocupação de retomar a concepção do Projeto Pedagógico de Curso (PPC) e sua articulação com o Projeto Pedagógico Institucional (PPI), o Plano de Desenvolvimento Curricular (PDI) e o currículo desenvolvido pelas FICS8. Essa retomada é fundamental, pois há sempre troca de alguns representantes da CPA, principalmente, no tocante aos alunos concluintes dos diferentes cursos e na substituição de alguns professores. 2a. Etapa – Desenvolvimento do Plano de Avaliação – a CPA cuidou de sistematizar e incorporar as críticas e sugestões relativas ao modelo de avaliação vigente, como havia realizado na avaliação institucional anterior, na pretensão de conduzir dez ações avaliativas previstas no Cronograma: duas aplicadas a alunos ingressantes (Perfil do Candidato); uma relativa a egressos; duas referentes à equipe docente (Autoavaliação e Avaliação das Condições de Ensino); uma avaliação, subdividida em dois momentos, que foi destinada a funcionários (Autoavaliação e Avaliação das Condições de Trabalho) e três Dentre os cursos, citamos: Administração, Ciências Contábeis, Direito, Pedagogia e Sistemas de Informação. 8 endereçadas aos alunos (Autoavaliação, Avaliação das Condições Gerais de Aprendizagem e Avaliação do Perfil Docente pelo Aluno)9. Mas como na metade do ano de 2014 houve troca de mantenedora e da direção geral, assim como de alguns coordenadores, professores e funcionários, o desenvolvimento das avaliações foram, muitas vezes, interrompidas, e algumas não conseguiram ser realizadas. Foram realizadas, também, avaliações multidisciplinares em diferentes cursos, com objetivo de familiarizar os alunos com o tipo de questões utilizadas em concursos, desenvolver uma cultura avaliativa nos cursos novos, além de dar prosseguimento às ações avaliativas praticadas nos demais. Pretendeu-se, ainda, como nos anos anteriores, incentivar hábitos de estudo e propiciar o estabelecimento de relações entre as disciplinas curriculares. Além disso, foram desenvolvidas ações (palestras, seminários, mesas redondas, entre outras), colocando em pauta temas emergentes e necessários para consolidar o currículo em ação dos diferentes cursos das FICS, como constam nos Apêndices desses diferentes cursos, que estão registrados no final deste Relatório. De acordo com o Plano de Ação desenvolvido, como comprovam as atas das reuniões, observamos a participação dos coordenadores, dos professores, dos alunos, além dos funcionários, membros da CPA, que fizeram, ao longo do ano, sugestões para reformulação e melhoria dos instrumentos de avaliação já conhecidos por todos, assim como nas estratégias de ação para o envolvimento dos professores e alunos na melhoria da qualidade do que ensino. 3a. Etapa - Consolidação do Projeto – as reuniões mensais com os membros da CPA e com convidados (coordenadores, professores, funcionários e alunos) buscaram dar coerência e consistência ao Projeto Pedagógico Institucional e a todo processo de autoavaliação, elucidando as intenções e as ações da CPA. Estas reuniões foram sistematizadas em atas, que seguem em anexo (APÊNDICE IV). Todos os instrumentos de pesquisa, assim como os relatórios encaminhados pelas diferentes equipes, estão à disposição dos membros da CPA e daqueles que o requisitarem. A partir do Apêndice V, estão inseridos os relatórios parciais que foram encaminhados pelos coordenadores de curso, e que são referentes aos instrumentos aplicados na autoavaliação institucional. 9 Para consolidar a análise e interpretação dos dados coletados, utilizamos o mesmo instrumento elaborado para o Relatório anterior e denominado “Roteiro para as Categorias de Análise” (APÊNDICE III). Este Roteiro buscou contribuir com a organização, sistematização, análise e interpretação dos dados para a elaboração dos Relatórios Parciais encaminhados pelas Coordenações de Cursos10. Tal Roteiro constou de três categorias de análise: Categoria 1 – Organização didático-pedagógica – que indicou três elementos relacionados: 1) à Administração Acadêmica - destacando a coordenação de curso e colegiado específico; 2) ao Projeto Pedagógico do Curso - solicitando que o coordenador(a) descrevesse: a) a concepção do respectivo curso; b) o desenvolvimento do currículo (destacando suas fragilidades e potencialidades); e c) o sistema de avaliação (indicando como se desenvolve a avaliação no interior de seu curso); 3) às Atividades Acadêmicas articuladas à Formação - situando a prática profissional necessária e desejada para o curso; o desenvolvimento dos estágios; os Trabalhos de Curso (TCs); as Atividades Complementares; e os resultados do ENADE. Para responder a estes aspectos, os coordenadores utilizaram-se dos resultados dos instrumentos denominados “Pesquisa-Perfil Docente pelo Aluno” e “Avaliação das Condições de Aprendizagem pelo Aluno”, pois estes dois instrumentos já indicavam alguns “eixos de análise”, tais como: a) planejamento geral e objetivos; b) conteúdos; c) procedimentos; d) avaliação; e) relações humanas; e f) relações administrativas. Categoria 2 – Corpo Docente, Corpo Discente e Corpo Técnico-Administrativo – que destacou os seguintes elementos: 1) Corpo Docente – especificando o perfil do professor em cada curso, assim como a sua atuação nas diferentes atividades acadêmicas. Para isso, solicitou-se aos coordenadores Tivemos acesso aos Relatórios Parciais dos diferentes Coordenadores de Curso. E as sínteses das apresentações que foram divulgadas nas Reuniões da CPA, durante 2014 (1º e 2º semestres letivos), conforme as atas, que estão registradas no Apêndice IV. 10 que consultassem os resultados do instrumento “Autoavaliação docente”. Os Relatórios Parciais dos diferentes cursos, dispostos a partir do Apêndice V, exemplificam um pouco este tópico, que será, também, retomado na análise realizada em relação aos aspectos referentes ao Projeto de Autoavaliação em Desenvolvimento; 2) Corpo Discente – por meio do instrumento intitulado “Autoavaliação discente”, foi possível aos coordenadores detectarem quais seriam os pontos frágeis e/ou os fortes para que se retomassem os trabalhos na busca da melhor qualidade de ensino (idem ao corpo docente), registrados em alguns dos Relatórios dos diferentes Cursos apresentados a partir do Apêndice V; 3) Corpo Técnico-Administrativo – o instrumento elaborado para ser aplicado ao corpo técnico-administrativo, de outubro a novembro, não pôde ser aplicado, tendo em vista a mudança da mantenedora e a dispensa de alguns funcionários. Os membros da CPA consideraram que este instrumento deveria ser aplicado somente em 2015, após as mudanças que estão sendo implementadas. Categoria 3 – Instalações Físicas - foram dois os elementos destacados nesta categoria: 1) Biblioteca – foram assinalados os seguintes indicadores, conforme os Relatórios anteriores: a) atualização do acervo; b) nº de exemplares; c) serviço de pesquisa bibliográfica; d) horário de funcionamento; e e) instalações (APÊNDICE XIV). 2) Instalações especiais e laboratórios11 – especialmente no quesito “prestação de serviços à comunidade”, solicitamos que os coordenadores de cada curso analisassem os resultados dos instrumentos denominados “Avaliação das Condições de Aprendizagem pelos Alunos” (em especial, a questão nº 1) e “Avaliação das Condições de Ensino pelos Docentes” (com ênfase na questão nº 1). Também, sugerimos a ampliação das questões relacionadas a este item. Após a análise dos Relatórios Parciais encaminhados e divulgados para os respectivos cursos da IES, conforme relatado nos relatórios anteriores, iniciamos a 11 Para maiores esclarecimentos, consulte a partir do Apêndice V. elaboração deste Relatório Final das atividades realizadas, a ser divulgado para toda a comunidade acadêmica. Foram previstas, na sequência, discussões a respeito das fragilidades e potencialidades da IES de modo a ampliar a reflexão e replanejamento das ações por todos os envolvidos no processo: docentes, discentes (através de seus representantes), funcionários e o conjunto de Coordenadores, além da Direção Geral. Os dados organizados pelo Centro de Processamento de Dados (CPD) e sistematizados pela equipe da CPA, inclusive gráficos demonstrativos, que deram suporte às conclusões contidas nos Relatórios Parciais e Relatório Final, estão disponíveis para consulta na Secretaria da Instituição. Com base nas diretrizes do Projeto de Autoavaliação desenvolvido neste último triênio (2012-2014), o objetivo central da CPA foi, em 2014, identificar as potencialidades e fragilidades em cada um dos cursos das FICS, tendo em vista as dimensões avaliativas já postas pela Lei 10861/04, entre elas: 1) a missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI); 2) a política para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas normas de operacionalização; 3) a responsabilidade social da IES, considerada especialmente no que se refere à sua contribuição em relação à inclusão social, ao desenvolvimento econômico e social, à defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural; 4) a comunicação com a sociedade; 5) as políticas de pessoal, de carreiras do corpo docente e técnicoadministrativo, aperfeiçoamento, desenvolvimento profissional e condições de trabalho; 6) a organização e gestão da IES; 7) a infraestrutura física, a biblioteca, recursos de informação e comunicação; 8) o planejamento e avaliação, especialmente em relação aos processos, resultados e eficácia da autoavaliação institucional; 9) as políticas de atendimento aos estudantes e egressos; e 10) a sustentabilidade financeira, tendo em vista o significado social da continuidade dos compromissos na oferta da educação superior. Estas dimensões avaliativas, assim como as ações desenvolvidas nos anos anteriores e as experiências vivenciadas nos encontros mensais e/ou quinzenais da CPA, orientaram o olhar da CPA para três grandes eixos: Continuidade das atividades avaliativas já implementadas nos anos anteriores, a fim de que fosse possível legitimar práticas avaliativas que pudessem apoiar a Instituição como um todo; Dar um sentido formativo às práticas avaliativas, a fim de se garantir o caráter pedagógico de uma instituição de ensino, ao mesmo tempo fortalecer a relação com o mundo do trabalho; Redimensionar as ações no interior da IES, possibilitando contribuir com a gestão dos diferentes cursos, favorecendo, assim, um maior entendimento dos desafios a serem enfrentados e/ou superados. Nesta direção, a CPA, no ano de 2014, retomou os Relatórios anteriores, o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e o Projeto Pedagógico da Instituição (PPI), procurando fortalecer a proposta metodológica anterior, ampliando, desse modo, a compreensão da realidade institucional. Também, foram levados em conta os resultados do Enade, e sugeridas ações junto aos alunos para prepará-los (palestras, seminários, encontros). Essas sugestões estão descritas nas atas em anexo (APÊNDICE IV), que procuraram relacionar as informações obtidas pelos diferentes documentos e instrumentos de pesquisa, pela intervenção prática dos membros da CPA em seus diferentes papéis institucionais, ou seja, como coordenadores, professores, alunos e funcionários. O que pretendemos, como CPA, é possibilitar que as informações advindas dos instrumentos aplicados, assim como das reuniões com os membros da CPA, e das reuniões ampliadas com a comunidade acadêmica, possam ser divulgadas e consigam fomentar uma cultura avaliativa institucional, que não tenha o caráter punitivo e/ou burocrático, para atender às exigências do MEC, mas, sobretudo, seja formativa, estimulando a autonomia daqueles que vivenciam os tempos e espaços institucionais. As ações previstas no Projeto de Autoavaliação Institucional foram realizadas de acordo com o Cronograma a seguir. A seguir, o Quadro 13 expõe os instrumentos de pesquisa utilizados, a distribuição das tarefas e o respectivo cronograma de quando os mesmos foram aplicados. Quadro 13 – Instrumentos, Distribuição de Tarefas e Cronograma Instrumento / Especificação 1. Questionário para pesquisa com ex-aluno (banco do egresso) 2. Pesquisa vestibular (perfil do candidato) 3. Aptidão para a área de estudos 4. Autoavaliação docente 5. Perfil do docente pelo aluno 6. Avaliação das condições de aprendizagem pelos alunos (instituição, cursos e professores) 7. Avaliação das condições de ensino pelos docentes 8. Autoavaliação discente 9. Avaliação das condições de trabalho pelos funcionários e autoavaliação 12 10. Relatórios a) por curso b) divulgação c) discussão, reflexão, replanejamento Distribuição das tarefas Responsáveis – Fonte de informação Ex-alunos Candidatos ao ingresso – via Vestibular Candidatos ao ingresso - via Processo Seletivo Docentes Alunos – junho Alunos – Pedagogia, C. Contábeis . Sistemas de Informação, Administração, Direito, Cursos Tecnológicos Docentes (Pedagogia e demais cursos) Alunos Pedagogia – final de setembro, Ciências Contábeis – outubro, Direito – outubro, Administração – idem, Sistemas de Informação –idem, Cursos Tecnológicos Pós lato sensu (Humanas) – outubro Funcionários Coordenadores CPA Todos (Coordenadores, docentes, funcionários, discentes) Cronograma Início Fim Jan/14 Dez/14 Dez/13 Jan/14 Jun/14 Jun/14 De Set. a Out/14 Dez/14 Jan/15 Nov/14 Nov/14 De Set. a Nov/14 Set/14 a Nov/14 De Set. a Nov/14 Set/14 a Nov/14 De Set. a Nov./14 Out/14 Dez/14 Dez/14 Mar/14 Fev/14 Fev/15 Abril/15 Mar/Abril/15 O instrumento de avaliação das condições de trabalho pelos funcionários e a autoavaliação pelos próprios funcionários, que deveria ser realizado entre outubro a dezembro/2014 não pôde ser aplicado, tendo em vista a mudança de mantenedora e a saída de parte dos funcionários. Consideramos que seria melhor proceder à avaliação no ano de 2015. 12 A maior parte dos instrumentos de avaliação previstos no Projeto de Avaliação Institucional foi aplicada dentro do cronograma, mas não foram encaminhados os resultados devido à reestruturação dos cursos, a mudança de coordenadores, professores e funcionários, especialmente, no segundo semestre. O que dificultou o envio dos Relatórios Parciais e as condições para a finalização deste Relatório. É preciso ressaltar que a CPA exerceu um esforço para estar presente, mensalmente, nos encontros que foram efetuados, valorizando, sobretudo, o espaço coletivo que foi configurado por seus membros: coordenadores, professores, funcionários e alunos. O que pudemos perceber, também, é que alguns cursos ainda estão com dificuldades para a análise de seus dados, pois não estão tão familiarizados com processos avaliativos. Mas, apesar disso, a CPA pôde observar a colaboração dos coordenadores de curso no encaminhamento de seus respectivos Relatórios Parciais, conforme observa-se nos documentos registrados (APÊNDICES V a XIV). No Projeto de Autoavaliação em desenvolvimento, foram utilizados os instrumentos descritos a seguir: Destinado a obter informações sobre o perfil socioeconômico, grau de instrução e/ou aperfeiçoamento cultural acadêmico conquistado após o término de sua graduação, além de pesquisar dados a respeito de sua inserção no mercado de trabalho. É constituído por 31 questões abertas e fechadas. Esse instrumento também permite conhecer a contribuição do curso para a profissão escolhida e sua adequação/atualização curricular correspondente. A CPA, na avaliação anterior, havia sugerido que fosse mantido um cadastro atualizado dos concluintes, permitindo, assim, uma análise mais acurada da qualidade oferecida pelos cursos, e a IES tomou providência em relação a esta solicitação. As informações obtidas por esse instrumento também passaram a ser socializadas, para os coordenadores, o que beneficiou um estudo mais detalhado do respectivo banco de dados. Constitui-se de um levantamento sobre os anseios, interesses, expectativas e dificuldades dos futuros alunos, através de perguntas a respeito das opções de estudo e/ou aperfeiçoamento cultural, além de dados socioeconômicos dos ingressantes necessários ao prévio diagnóstico escolar e consequente planejamento curricular. A CPA, ao analisar alguns destes dados, procurou discutir, no coletivo, o perfil do estudante Campos Salles nos diferentes cursos, buscando, assim, esclarecer algumas das dúvidas que surgiram por parte, em especial, dos professores. Entre essas dúvidas, fica claro que o padrão de estudante Campos Salles é aquele que corresponde ao aluno trabalhador, que tem dificuldades para estudar, por falta de tempo, e sem muitas condições de acesso à formação cultural mais ampla. Observou-se, também, a necessidade de cursos de capacitação, para minimizar as exigências apontadas por professores e/ou alunos (destaque do item a seguir). Essa pesquisa é realizada com os candidatos às vagas remanescentes (processo seletivo especial), que são selecionados por meio de entrevista. Destina-se, também, a orientar candidatos que não tenham clareza sobre a área de estudos a ser escolhida. Os dois instrumentos de avaliação vêm sendo aplicados sistematicamente a todos os alunos candidatos a algum curso oferecido pela Instituição. A CPA, em suas reuniões, conforme as atas (Apêndice IV), já anunciou algumas formas de superar este desafio: oferecer cursos aos sábados abertos à comunidade, como “mecanismos de nivelamento”, para integrar estes estudantes mais carentes ao ambiente universitário e profissional. Alguns destes cursos já se desenvolvem há anos, e outros vêm sendo instalados à medida da necessidade. Este Instrumento foi encaminhado a todos os docentes da Instituição, constituído por questões relativas ao Planejamento Geral e Objetivos de cada disciplina ministrada, Conteúdos, Procedimentos adotados, Avaliação, Relações Humanas e Administrativas. Tal instrumento permite que o professor reflita sobre seu trabalho, com vistas à melhoria do processo. Por intermédio de um cruzamento realizado com a avaliação dos alunos sobre o trabalho desenvolvido por seus professores, é possível avaliar em que medida a autoimagem docente coincide com a percepção discente - e qual o caminho para superar as divergências. Ainda a CPA não recebeu os dados de todos os cursos, tendo em vista que os resultados ainda estão sendo processados e analisados por alguns dos coordenadores de curso. Reformulado pelo conjunto de docentes, esse instrumento já era utilizado anteriormente pela Instituição, embora com metodologia e critérios de análise diversos do atual enfoque. Esse questionário permite verificar, do ponto de vista do aluno, as condições oferecidas pela Instituição para um desempenho de qualidade. É constituído, ao todo, por 32 questões, que tratam a respeito dos recursos de informática, condições da biblioteca, atendimento aos funcionários e da Coordenação. Os alunos avaliam, também, a qualidade de seus cursos, em geral, e das aulas, em particular, correspondentes a cada um dos cursos analisados. Este Instrumento é aplicado aos alunos para que avaliem os professores de sua turma, de acordo com uma escala variável de 1 a 5, levando em conta aspectos relativos ao trabalho docente, como: Planejamento Geral e Objetivos, Conteúdos, Procedimentos, Avaliação, Relações Humanas e Relações Administrativas. Este instrumento é composto por 20 questões, e, depois de analisado pela coordenação de curso, é entregue a cada docente, em particular, com intuito de possibilitar o conhecimento de como os professores são vistos e interpretados pelos alunos de cada turma. Comparando as respostas a algumas questões respondidas pelos estudantes com a autoavaliação docente é possível perceber a divergência ou convergência desses dois olhares. Os alunos são convidados a fazerem uma reflexão acerca de seu envolvimento pessoal com os estudos, habilidades construídas e maiores dificuldades. Alguns dados socioeconômicos e pessoais são, também, pesquisados para serem utilizados como referências diagnósticas do processo ensino-aprendizagem. Os Relatórios Parciais que foram encaminhados pelos coordenadores de diferentes cursos das FICS revelam alguns indicadores em relação a este instrumento (APÊNDICES V a XI). Este questionário foi elaborado pela CPA, no ano de 2005, e foi utilizado, com algumas alterações, nos anos posteriores, assim como no ano de 2014. Trata-se de um instrumento constituído por 19 questões a respeito dos recursos materiais oferecidos (Laboratórios de informática, acervo bibliográfico, instalações, multimeios, equipamentos, manutenção). Questiona, também, as condições de apoio institucional ao crescimento profissional (participação em congressos e similares), suporte oferecido pelas respectivas coordenações de curso e quadro de apoio, além de avaliar a relação entre número de alunos e professores em sala de aula e estrutura necessária ao atendimento extraclasse para orientação a trabalhos de conclusão de curso e monografias de pesquisa. Os instrumentos, aplicados aos diferentes cursos da IES, foram analisados ou estão ainda sendo analisados pelas coordenações dos respectivos cursos, destacando os indicadores a seguir: 1) acesso e utilização de recursos de Informática e recursos de multimeios; 2) atualização profissional; 3) acervo bibliográfico e sua utilização; 4) espaços para eventos; 5)serviços de apoio aos docentes; 6) serviços de secretaria, informações e tesouraria; 7)infraestrutura física, material e de manutenção; 8) relação número de alunos/professor; 9)condições para atendimento extraclasse; 10) reuniões pedagógicas; 11) autoavaliação dos funcionários e avaliação das condições de trabalho; 12) Avaliação Multidisciplinar. Estes relatórios são previstos para serem elaborados pelos coordenadores e encaminhados ao final de cada semestre letivo e divulgados, em especial, nas Reuniões da CPA e/ou de Planejamento dos diferentes cursos das FICS. Percebemos que essa cultura de avaliação está cada vez mais sendo vivenciada não só em relação aos trabalhos da Comissão/CPA, mas em relação a toda IES, como já foi apontado no Relatório anterior (2013). Isso fica evidente, por exemplo, na participação de professores e estudantes, representantes de curso, em nossas Reuniões, para além da coordenação e dos demais funcionários, conforme as atas em anexo (APÊNDICE IV). Apesar do esforço de cada coordenador de curso em encaminhar os relatórios parciais, observa-se que, muitas vezes, eles são muito concisos e/ou repetem os relatórios encaminhados anteriormente, o que prejudica a análise e discussão dos mesmos por meio da CPA. Quando nas reuniões os próprios Coordenadores apresentam os seus Relatórios, são sanadas dúvidas e discutidas questões, que contribuem para avanços na disposição dos dados da realidade. Mas nem sempre é possível ao coordenador estar presente, mas, mesmo assim, os Relatórios encaminhados são discutidos pelos membros, que fazem a síntese do que é preciso superar. Também, sempre há professores e alunos representantes dos cursos, que contribuem para esclarecimentos do Relatório que foi enviado. Observa-se que persiste a dificuldade operacional, que também foi apontada por quase todos os coordenadores de curso, para a concretização dos Relatórios Parciais no tempo previsto. E isso diz respeito à carga horária de dedicação ao curso, que teria que ser ampliada, como também já foi indicado no relatório anterior (2013). Entretanto, é importante assinalar que estamos vivenciando, hoje, um momento de maior entrosamento da CPA, que tem apresentado considerações mais coerentes e pertinentes e avançando em questões de aprofundamento quanto aos projetos em desenvolvimento no interior dos diferentes cursos. Também, é preciso mencionar que todos os Relatórios aqui registrados foram apresentados nas reuniões mensais pelos Coordenadores de Curso, cujas atas se encontram no Apêndice IV. Os Relatórios anteriores apresentaram as sínteses das dimensões, mas como estamos no início do ciclo avaliativo (2014-2016), não se fez um estudo apurado. Somente constam alguns apontamentos, que foram, de certa forma, levantados durante as diferentes reuniões que tivemos no âmbito da CPA ou reunião ampliada com professores e alunos. Mas seguem sínteses em relação a cada uma das dimensões. A CPA, como nos anos anteriores, vem discutindo a missão da IES, que é manter o compromisso com o desenvolvimento sociocultural da comunidade da Lapa, assim como de toda a sociedade brasileira. Nesta perspectiva vem retomando os princípios descritos em seu Plano de Desenvolvimento Institucional/PDI e em seu Projeto Pedagógico Institucional/PPI. Durante as diferentes reuniões, no ano de 2014, foi possível retomar alguns destes aspectos que, de certa forma, fundamentam os indicadores a seguir: 1) finalidades, objetivos e compromissos da IES, explicitados em documentos oficiais; 2) concretização das práticas pedagógicas e administrativas e suas relações com os objetivos centrais da instituição, identificando resultados, dificuldades, carências, possibilidades e potencialidades – tais como: atividades extraclasses; aulas práticas; nível de exigência do curso; equilíbrio entre quantidade de conteúdo e carga horária das disciplinas; produções propostas; atendimento de expectativas; atividades de pesquisa; materiais didáticos mais utilizados; 3) potencialidades da IES, a serem preservadas, tais como: habilidades desenvolvidas; carga horária das disciplinas; relação entre conteúdos e realidade social e profissional; 4) qualidade do curso; discussão de planos de ensino com alunos; 5) empenho em relação à aprendizagem; 6) pontualidade e assiduidade docente; domínio docente atualizado sobre as disciplinas; 7) instrumentos de avaliação: quanto às avaliações, é preciso destacar, mais uma vez, que mais da metade dos professores se utilizam de provas escritas discursivas, no todo ou em parte, e testes objetivos; 8) nível docente. Em relação às práticas administrativas, no geral, professores e alunos elogiam o desenvolvimento das práticas administrativas no interior da IES, mas assinalam alguns fatores que, ao revelarem fragilidades e potencialidades da Instituição, merecem, mais uma vez, considerações por parte da CPA. São os seguintes: Suporte oferecido pela Coordenação/Orientação: o suporte oferecido pela coordenação/orientação aos alunos de todos os cursos é considerado parcialmente adequado por cerca de metade dos alunos, devendo ser investigado se o fato refere-se à restrição de horário de atendimento ou outras causas. O corpo docente, por sua vez, analisou o apoio dos coordenadores às suas atividades, como sendo plenamente satisfatório na maioria dos cursos. Quanto aos orientadores de curso, foram todos bem avaliados pelos professores, como em Relatórios anteriores; Atendimento dos funcionários: entre os alunos, observa-se que 70% deles consideram o atendimento plenamente satisfatório. Entretanto, 30% avaliam parcialmente a qualidade de atendimento, fato que necessita ser melhor investigado (indicar, no instrumento a ser aplicado, quais os setores que “deixam a desejar”). O atendimento aos docentes é considerado plenamente satisfatório por mais de 70%. Viabilização da participação docente em congressos: ainda é um ponto frágil, na medida em que a participação dos professores é incipiente. A CPA propõe que a regulamentação, que consta do PDI em relação a esta questão, seja mais divulgada para que os professores possam ser mais incentivados a participarem de congressos. Relação número de alunos/professor por sala: esta questão também merece considerações administrativas, porque os docentes se dividem em respostas que consideram essa relação plenamente e parcialmente satisfatória. Isso se explica porque em alguns cursos, como Administração, há, efetivamente, um número maior de alunos por sala; entretanto, na instituição funcionam cursos com menos de 20 alunos. Condições para atendimento extraclasse/orientação de trabalhos: 30% do corpo docente consideram que há plenas condições para orientação aos trabalhos de conclusão realizados pelos alunos; 50% indicam que as condições precisariam ser melhores; e os 20% não souberam responder, provavelmente, porque são professores que não têm, entre suas tarefas, esse tipo de orientação. Condições para realização de reuniões pedagógicas docentes: os cursos de Direito, Pedagogia e Cursos Tecnológicos são os que melhor avaliam esse quesito; em contrapartida, os demais cursos não se posicionaram quanto a esta questão. Um outro ponto a ser considerado neste processo de autoavaliação diz respeito às (à): 1) características básicas do PDI e suas relações com o contexto social e econômico em que a IES está inserida; 2) articulação entre o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e o Projeto Pedagógico Institucional (PPI) no que diz respeito às atividades de ensino, pesquisa, extensão, gestão acadêmica, gestão e avaliação institucional; o núcleo de temas optativos que poderão nortear o desenvolvimento das atividades avaliativas dos diferentes cursos das FICS; a documentação, dados e indicadores para esta dimensão, tais como: Plano de Desenvolvimento Institucional/PDI; Projeto Pedagógico Institucional/PPI; Projeto Pedagógico do Curso/PPC; efetiva utilização do PD como referência para programas e projetos desenvolvidos pelas unidades acadêmicas (faculdades, institutos, centros) e pela administração central da IES (reitoria, pró-reitorias e órgãos colegiados); avaliação e atualização do PDI (realização de seminários, reuniões, consultas); descrição do perfil de egressos (conhecimentos e competências que devem adquirir durante a sua permanência na IES); descrição do perfil dos ingressantes: com base nas demandas regionais e nacionais (conhecimentos e competências que devem apresentar). Os documentos acima especificados encontram-se à disposição para consulta e análise. Dados a respeito de ingressantes e egressos têm sido colhidos por ocasião do vestibular e quando da solicitação de diplomas, fornecendo um perfil detalhado da comunidade discente e suas necessidades. Essas informações são utilizadas sempre que novos cursos são propostos, ou seja necessárias alterações curriculares e pedagógicas. A experiência institucional acumulada nos diversos níveis de ensino, há mais de 80 anos na região, tem favorecido esse conhecimento. Nesta perspectiva, e tendo em vista os Relatórios Parciais encaminhados, destacase em relação a esta dimensão algumas questões que perpassam: a concepção de currículo e organização didático-pedagógica (métodos, metodologias, planos de ensino e de aprendizagem e avaliação da aprendizagem), de acordo com os fins da instituição, as diretrizes curriculares e a inovação da área. Em relação à concepção de currículo, que permeia todos os cursos das áreas de conhecimento administrativo das FICS, ela se caracteriza por uma sólida formação humanística, técnico-científica e prática que habilita os egressos a agir no meio social, político, econômico e cultural de maneira responsável e ética, capazes de atuar em equipes multidisciplinares e promover transformações nas organizações em que atuam, adequando-se de forma competente às transformações que se verificam no mercado de trabalho, através de contínuo aperfeiçoamento educacional e profissional. Os cursos possibilitam o desenvolvimento da consciência crítica da sociedade e da realidade brasileira por meio de fundamentação teórico-prática adequada e oferta de condições favoráveis a atitudes de criatividade, cooperação, investigação, responsabilidade e compromisso. Quanto às práticas pedagógicas, considerando a relação entre a transmissão de informações e a utilização de processos participativos de construção de conhecimento, há alguns elementos que vieram à tona em nossas discussões junto à CPA e, também, na leitura e análise que fizemos dos dados coletados e dos Relatório Parciais, tais como: estratégias de ensino, como no caso do curso de Pedagogia, que viabiliza o desenvolvimento das práticas pedagógicas mais inovadoras, na medida em que sua estrutura de curso, de acordo com o PDI, se dá em torno de quatro eixos temáticos a saber: 1º Contextualização - que permite ao aluno perceber a relação do processo de aprendizagem no interior da Instituição e sua relação com a realidade histórica, política social e cultural; 2º Estruturação - que contempla a sistematização de conhecimentos científicos e técnicos, que fundamentam o processo ensinoaprendizagem; 3º Integração - em que, a partir de uma formação multidisciplinar, o aluno terá condições de refletir, analisar os conteúdos adquiridos, construindo sua práxis pedagógica; 4º Flexibilização – contemplada na disciplina Seminários Avançados, que desenvolvem temas diferenciados, atuais e emergentes, proporcionando encontros de profissionais de diferentes áreas de estudo, de acordo com a temática a ser escolhida. Um outro aspecto tem a ver com a pertinência dos currículos (concepção e prática, tendo em vista os objetivos institucionais), as demandas sociais (científicas, econômicas, culturais, etc.) e as necessidades individuais. A proposta é a de refletir, continuamente, assim como os coordenadores de curso e seus professores precisam refletir se a estrutura curricular desenvolvida está oportunizando momentos diferenciados de aprendizagem, além das disciplinas e efetiva participação nas decisões que lhe são afetas. Está sendo essa uma das preocupações da CPA levadas à discussão em suas reuniões quinzenais e/ou mensais durante os dois últimos anos. Também, destacam-se práticas institucionais que estimulam a melhoria do ensino, a formação docente, o apoio ao estudante, a interdisciplinaridade, as inovações didáticopedagógicas e o uso das novas tecnologias no ensino, como podemos avaliar a partir do Relatório dos diferentes Cursos (APÊNDICES V a XI) As Faculdades Campos Salles realizam, anualmente, eventos de caráter interdisciplinar, no âmbito de seus cursos. Podem ser mencionados os Ciclos de Estudos em Educação, A Semana da Administração, a Semana Jurídica, o Seminário Internacional na área de Educação (que vem acontecendo anualmente desde 2010). Nessas ocasiões, pode-se contar com a participação de docentes, profissionais, pesquisadores e especialistas externos, além de seus próprios quadros. Ao longo dos últimos anos têm sido frequentes as palestras e oficinas abertas a todos os alunos. Atendendo a um dos princípios orientadores contidos na LDB, as FICS introduziram, em sua estrutura curricular, algumas disciplinas que têm uma maior flexibilidade, possibilitando desenvolver temas emergentes e, algumas vezes, de forma interdisciplinar. Esses espaços curriculares levam forçosamente docentes e discentes à prática de pesquisas e à busca de fontes diversas de conhecimento, como já foi mencionado anteriormente. Embora o desenvolvimento em pesquisa não se aplique aos cursos das Faculdades Integradas Campos Salles, a CPA considera que está havendo um grande esforço por parte da Instituição em estar investindo em seus cursos de pós-graduação lato sensu. Neste sentido, este item tratará de descrever um pouco o Centro de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, criado em 1989, revelando os cursos que foram e são aí desenvolvidos. Estes cursos de Especialização de 360 horas são divididos em seis módulos, com a duração de um ano e meio, e são voltados para áreas específicas de formação profissional em Pedagogia e Administração. Atualmente, o Centro mantém em funcionamento o curso de pós-graduação de Psicopedagogia (APÊNDICE XIII). O Centro está capacitado a oferecer, também, Pós-Graduação em Gestão Empresarial e de Negócios, o Curso de Gestão Financeira e Controladoria, oferecido nos anos anteriores; Educação Inclusiva com ênfase em Deficiência Mental e Gestão Educacional; Música nas Escolas, além de diversos cursos de extensão e de atualização. Os cursos de Extensão têm a duração de 30 horas e contemplam a atualização profissional na área empresarial, Tecnologia da Informação, Educação e Pedagogia. Os de atualização compreendem módulos de 20 horas, com objetivo de oferecer aos alunos a oportunidade de aperfeiçoar seus conhecimentos em áreas mais pontuais como Cálculo Financeiro, Inglês, Contabilidade, Oratória, Português, Matemática e Música. Todos abertos às comunidades externa e interna. Os cursos de extensão mais procurados são os de caráter instrumental, que dão suporte à aprendizagem de outros conhecimentos e habilidades: Português Instrumental, Princípios e Fundamentos da Matemática I e II. Cursos que buscam, também, suprir as carências dos alunos, especialmente, em relação à formação básica, pois muitos vêm de escolas públicas. Um dos cursos mais procurados tem sido o de Alfabetização e Letramento (I, II e III). A partir de 2009, vem sendo oferecido à comunidade interna e externa o Curso “A Música e o Movimento como práticas educativas no cotidiano escolar”, tendo em vista que, a partir da Lei nº 11.769/08, o ensino de Música na escola brasileira se torna obrigatório. Estes dois últimos cursos trazem para o debate a formação pedagógica do professor, em especial, daqueles estudantes que se formam no curso de Pedagogia. A CPA considera oportuno mencionar que, embora exista um órgão institucional responsável pela coordenação das atividades de extensão, tem havido descontinuidade na política relativa a essa área, sem que sejam definidos os critérios para sua expansão ou substituição de seus membros quando em situação de vacância. Em relação à pósgraduação lato sensu, está havendo todo um esforço por parte da coordenação da pós de que haja uma reestruturação, de modo a atingir os anseios de toda a comunidade acadêmica. Já o desenvolvimento da iniciação científica se verifica por meio dos Trabalhos de Conclusão de Curso, que não se referem propriamente à pesquisa acadêmica, como desenvolvida em Cursos de Pós-Graduação stricto sensu. O Projeto Pedagógico da Instituição prevê que essas ações abordem a pesquisa discente como princípio formativo profissional, de maneira a propiciar: 1º a análise dos pressupostos fundamentais; 2º a discussão dos métodos de investigação; e 3º a análise dos resultados, preparando os alunos para a realização de atividades de iniciação científica nas diferentes áreas dos Cursos de Graduação. O Projeto de Núcleos de Pesquisa, previsto no PDI, não foi viabilizado, certamente, por não se adequar ao perfil institucional e da clientela, como afirmado anteriormente. Procedimentos para estímulo à produção acadêmica, bolsas de pesquisa e monitoria, referentes ao desenvolvimento dessa vocação, não têm sido efetivados, devendo, pois, ser revista sua concepção, de modo a adequar-se à realidade institucional. O que acontece, nos últimos anos, são ações pontuais de alguns cursos, e, em especial, de alguns professores, embora esta questão já tenha sido pauta das reuniões da CPA. Finalmente, esta CPA entende que a política de pós-graduação e extensão necessita de uma revisão, aperfeiçoamento e divulgação contínua, e que possa alcançar as finalidades propostas pelo Centro e pela Instituição como um todo. Ou seja, oferecer suporte mais adequado para o seu funcionamento, bem como atrair um número cada vez maior de ex-alunos. De acordo com o PDI da instituição, as Faculdades Integradas Campos Salles buscam valorizar o trabalho criterioso, a dedicação, centrando na pessoa humana como agente de transformação da sociedade. A instituição tem se empregado no desenvolvimento e propagação do conhecimento, buscando capacitar sua comunidade acadêmica para o pensamento crítico e a busca de soluções flexíveis que contribuam para o progresso do país e para a melhor qualidade de vida das pessoas. Ainda, de acordo com o PDI, sabe-se que as “Faculdades Integradas Campos Salles (FICS) permanecem abertas ao diálogo com a comunidade, visando ao atendimento imediato das necessidades do mundo moderno, caracterizado pelas mudanças constantes, tornando imprescindível a adaptação rotineira do processo educacional. A instituição oferece formação ética voltada para o exercício da liderança responsável, levando seus alunos a adotarem posturas empreendedoras, utilizando-se do diálogo e da reflexão crítica frente à realidade social, contribuindo para uma convivência democrática na nossa sociedade”. A avaliação do nível de inserção da instituição na comunidade pode ser realizada por meio da análise dos programas de extensão e da prestação de serviços profissionais de consultoria e assessoria, de apoio ou assistenciais. Entretanto, observa-se que este indicador não foi contemplado ainda em nenhum dos dez instrumentos utilizados, recomendando-se, como no Relatório anterior, sua inclusão no próximo ciclo de avaliação institucional. As FICS – atendendo à comunidade da Lapa e região – concorrem para a inclusão social, por meio de cursos abertos à terceira idade, nos quais, a população com mais de 45 anos, tem a oportunidade de atualizar seus conhecimentos através de uma contribuição meramente simbólica. Desde 1993, a Faculdade Aberta da Terceira Idade, com duração de 3 anos, pela exposição e contato com novas tecnologias e pela participação em eventos sociais e culturais, inclui disciplinas básicas e incorpora uma diversidade de atividades extracurriculares com ampla programação cultural, como visitas a pontos históricos e centros culturais da cidade: museus, teatros, cinemas. Oferecem também, gratuitamente, à sua comunidade interna, o serviço de orientação e elaboração do imposto de renda, com a colaboração de ex-alunos do Curso de Ciências Contábeis, sob a orientação do respectivo Coordenador de Curso. A defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural é visível nas atividades da instituição, que promove eventos abertos à comunidade destinados a divulgar a história e a cultura da Zona Oeste do Município de São Paulo, com especial destaque ao bairro da Lapa, onde iniciou suas atividades há mais de 80 anos. Pode-se inferir, baseados nas considerações acima expostas, que a instituição busca oferecer um conjunto de cursos e atividades voltados para o exercício de sua responsabilidade social, mas muito provavelmente necessitaria de um planejamento integrado de divulgação dessas ações, a fim de obter melhor uso de suas sinergias potenciais e, com isso, alavancar ainda mais sua imagem entre os públicos internos e externos. Com esse propósito, as FICs mantêm acordos de cooperação com instituições de ensino, empresas públicas e privadas da região, e órgãos que proporcionam a integração de seus alunos e professores nas atividades sociais, culturais e econômicas da região. Os agentes de integração curricular com a sociedade são: CIEE - Centro de Integração Empresa-Escola; Central de Estágios e o NUBE - Núcleo Brasileiro de Estágios. As empresas, com as quais as Faculdades Integradas "Campos Salles" mantêm acordo de cooperação para a realização de estágios curriculares e não-curriculares, são as seguintes: ASEA Brown Boveri, Banco Real S/A, Unibanco S/A, CEAGESP - CIA. de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo, Ernst Young, Auditores Independentes, Melhoramentos S/A, Siemens S/A, Ticket Serviços. O Curso de Pedagogia oferece a possibilidade de seus alunos estagiarem nas unidades educacionais de Educação Básica do Colégio Campos Salles, além de orientar e encaminhar para as escolas públicas e privadas da região, onde são realizados os estágios. Registra-se ainda que, na área educacional, a Instituição realiza convênio com a Prefeitura de São Paulo, através da Secretaria Municipal de Educação, participando do “Projeto Ler e Escrever - todo apoio à primeira série”, e intercâmbio profissional com órgãos representativos de entidades docentes (Associação Nacional de Formação dos Profissionais de Educação/ANFOPE, Fórum Estadual de Formação de Professores para as Séries Iniciais do Ensino Fundamental, entre outros). O conjunto de atividades de parceria com a comunidade possibilita o exercício consciente da cidadania, a formação integral do educando, o desenvolvimento de conhecimentos que melhorem a qualidade de vida das pessoas, além de favorecerem a inserção discente no mercado produtivo. De forma indireta, colaboram para o desenvolvimento socioeconômico do país. Por meio de sua Assessoria de Comunicação Social, a instituição mantém-se em constante contato com a sociedade na qual se insere. De maneira regular, são editadas as seguintes publicações: a Revista Acadêmica Augusto Guzzo, publicação semestral com tiragem de 1000 exemplares, que divulga a produção acadêmica de seus professores e autores externos, em relação a temas de interesse da comunidade (desde 2000); INFOCS – Publicação trimestral que busca divulgar suas atividades internas a todas as partes interessadas na instituição: alunos, professores, funcionários, público externo e órgãos de comunicação; e, a partir de 2005, passou a ser editado bimestralmente o Boletim Acadêmico “Campos Salles”, que divulga à comunidade interna as atividades mais expressivas de cada curso. Neste sentido, realizamos no âmbito da CPA algumas discussões em relação aos planos de carreira regulamentados para os corpos docente e técnico-administrativo, com critérios claros de admissão e de progressão. As Faculdades Integradas Campos Salles vêm implantando um plano de carreira docente com progressão vertical por titulação. Os procedimentos relativos à qualificação docente têm como ponto de partida a contratação de professores com titulação acadêmica e experiência profissional nas áreas de interesse da estrutura curricular de cada curso, e incentivo quanto à importância da titulação e continuidade de estudos e capacitações, fazendo com que seus professores busquem aperfeiçoamento de suas habilidades e conhecimentos, realizando cursos de pós-graduação stricto sensu e apresentem trabalhos em eventos nacionais e internacionais de modo a assegurar um quadro docente qualificado. Assim, a progressão no cargo está condicionada ao aprimoramento teórico comprovado. O art. 19 do Regimento das FICS (p.39-41) menciona que, para incentivo à produção científica, a Instituição oferece um prêmio na forma de gratificação única, não incorporada ao salário, por trabalho concluído. Esse incentivo é limitado a dois trabalhos por ano, e é objeto de apreciação por Comissão designada pelo Diretor Geral. Entretanto, essa condição é desconhecida dos docentes, que nos últimos não a tem reivindicado, fato que demonstra a necessidade de serem atualizados, tanto o Regimento, quanto o PDI da Instituição. Também, podemos mencionar que sempre houve a intenção de se implementar programas de qualificação profissional e de melhoria da qualidade de vida para os corpos docente e técnico-administrativo, entretanto as ações, neste sentido, foram pontuais. Ainda, é importante se pensar no clima institucional, relações interpessoais, estrutura de poder, graus de satisfação pessoal e profissional. Como o objetivo desta CPA é o de identificar as potencialidades e as fragilidades da instituição, tendo como premissa que os resultados possam nortear ações de maximização dos pontos fortes e minimização dos fracos, procuraremos, em nossas reuniões/2015, discutir estes dados, para que possamos investigar os múltiplos fatores, que fragilizam e/ou potencializam a IES, de forma a melhorar, cada vez mais, as condições de trabalho da IES. As Faculdades Integradas “Campos Salles”, em sua organização, procurou preservar-se de elementos funcionais de tal forma que o conjunto, assim disposto, seria capaz de realizar sua missão, mediante a criação não só da estrutura como de procedimentos e sistemáticas operacionais. Calcada nessa base organizacional, a gestão dos recursos institucionais, humanos, materiais e financeiros disponíveis busca otimizar os resultados, ao levar o empreendimento aos seus objetivos. No que tange à composição, funcionamento e representatividade dos Colegiados, deve-se, de início, apontar os seguintes órgãos de natureza deliberativa: Congregação; Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão – CONSEPE; Conselho de Curso – CONCUR. A atividade do processo que se caracteriza pela efetivação do que foi deliberado, cumpre aos órgãos executivos: Direção e Coordenação de Cursos. A Congregação – órgão de âmbito integrante com representatividade e participação dos segmentos da comunidade acadêmica - é um órgão superior de decisões em matéria didático-pedagógica e disciplinar, da qual fazem parte os seguintes membros: Diretor Geral, seu Presidente; Coordenador Geral da ISE; Coordenadores dos Cursos de Graduação e do ISE; Dois representantes do Corpo Docente, preferencialmente titulares, indicados por seus pares, com mandato de 1 (um) ano, podendo ser reconduzidos; um representante do corpo discente, indicado de acordo com a legislação vigente, com mandato de 1 (um) ano; dois representantes da entidade mantenedora, por ela escolhidos, com mandato de 2 (dois) anos; um representante da comunidade, escolhido e indicado pela Congregação, dentre as Instituições. Quanto a seu funcionamento, a Congregação reúne-se ordinariamente no início e no fim do ano letivo e, extraordinariamente, quando convocada pelo Diretor Geral, por iniciativa própria, ou a requerimento de 1/3 (um terço) dos membros que a integram. E tem diversas atribuições, como: estabelecer as diretrizes e definir as políticas a serem adotadas pelas Faculdades e pelo Instituto Superior de Educação; deliberar sobre propostas curriculares; criação e encerramento de cursos e habilitações e de alteração de número de vagas existentes, com base nas propostas encaminhadas pelo CONSEPE; aprovar o Regimento das Faculdades e suas alterações, e respectivos anexos, submetendo-o à aprovação dos órgãos competentes. Ela também homologa e divulga o processo seletivo de admissão aos cursos; os procedimentos de matrículas; a sistemática de verificação da aprendizagem; o processo e as condições de transferência de alunos e aproveitamento de estudos; as normas para expedição de diplomas e a de elaboração do catálogo anual dos cursos. Aprecia o plano de trabalho e o relatório anual da Diretoria Geral; aprova o calendário escolar para o ano subsequente; delibera sobre expedientes que lhe forem encaminhados pelo Diretor Geral; intervém, quando esgotados os meios ordinários, nos demais órgãos, bem como avoca atribuições que lhe forem consignadas; aprova a criação e concessão de prêmios e títulos honoríficos; homologa atos do Diretor Geral praticados “ad referendum” da Congregação; interpreta o Regimento e delibera sobre casos omissos e exerce as demais atribuições que, por sua natureza, lhe sejam afetas, fazem parte de seu atributo. O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE, de âmbito integrante, com representatividade e participação nos segmentos da comunidade acadêmica é o órgão de natureza normativa, deliberativa e consultiva em matéria de ensino, pesquisa e extensão, destinado a formular a política didático-científica das Faculdades e do Instituto Superior de Educação, com a finalidade de acompanhar, controlar e avaliar sua implementação. Integram o CONSEPE: Diretor Geral, seu Presidente; Coordenador Geral do Instituto Superior de Educação; Coordenadores dos Cursos de Graduação e do ISE; dois representantes do Corpo Docente, sendo um dos cursos de graduação e um dos cursos oferecidos pelo ISE, eleitos por seus pares, com mandato de 1 (um) ano; um representante do corpo discente, indicado de acordo com a legislação vigente, com mandato de 1 (um) ano. No âmbito de cada curso, o Conselho de Curso – CONCUR é o órgão deliberativo e de assessoramento em matéria didático-científica, com integrantes, representatividade e participação da comunidade acadêmica. O Coordenador de Curso é seu Presidente. Outros membros que integram o CONCUR são professores, um representante discente do curso, indicado pelo órgão de representação estudantil, para mandato de 1 (um) ano, com direito a uma recondução. O Complexo Educacional “CAMPOS SALLES” - do qual fazem parte as Faculdades Integradas ”Campos Salles” - está localizado em imóveis situados à R. Nossa Senhora da Lapa 270 e 284 e na Rua Doze de outubro, 357, no bairro da Lapa, região oeste da cidade de São Paulo, distribuídos em 4 prédios. Prédio da Educação - A Administração Geral das Faculdades e a Mantenedora ocupam o 6º e 7º andares desse prédio. No 1º andar funciona a Secretaria Geral, a Tesouraria, Sala de apoio de recursos audiovisuais, Sala de multimeios, com capacidade para 100 pessoas, departamento de Comunicação, além da sala de Coordenação e Sala dos Professores do Curso de Pedagogia. Do 2º ao 5º andar há 8 salas de aula destinadas aos alunos do curso de Pedagogia e sanitários. O prédio é servido por 2 elevadores e escadas internas. As salas de aula desse prédio são amplas, claras, arejadas, equipadas com ventiladores e microfones, quadro negro amplo e mural de cortiça para avisos no fundo da sala, ocupando toda a extensão da parede; têm capacidade para até 100 alunos. As carteiras são do tipo universitário, individuais e soltas, o que permite aos professores trabalhar técnicas diferenciadas, em grupos. As instalações sanitárias masculina e feminina, são em número adequado para atendimento aos estudantes. Encontram-se sempre limpas e com material necessário para higiene pessoal. No Prédio do Semeador – com 3 andares, 16 salas de aula e dependências sanitárias, funcionam os Cursos de Administração e Ciências Contábeis (nos períodos vespertino e noturno), além de atender aos alunos da Terceira Idade, no período da tarde. No andar térreo estão localizadas: a sala de Coordenação do Curso, uma sala para pequenas reuniões e um laboratório de informática com 40 equipamentos. A sala dos professores localiza-se no Prédio Intermediário, que faz a ligação com o Prédio da Biblioteca. Suas salas de aula têm capacidade para 120 alunos e o mobiliário escolar é composto por carteiras individuais do tipo universitário. Dispõem de boa iluminação, quadro negro amplo e ventiladores. Não há microfones. Em algumas das salas há aparelho de TV; outras são munidas de TV e um móvel que abriga um sistema operacional com CPU, vídeo e teclado. O Prédio “Campos Salles II”, com 3 andares, é servido por escadas internas e abriga 12 salas de aula onde funcionam os Cursos de Educação Especial e Educação Infantil, a 1ª série do Curso de Ciências Econômicas e 3 salas para os alunos do curso de Educação de Jovens e Adultos - EJA. No primeiro andar encontra-se o Departamento de Estágios (CESE), a Secretaria do curso de pós – graduação, além da sala de Apoio Administrativo. As salas de aula desse prédio são menores, com capacidade para até 50 alunos. São arejadas, com boa iluminação, quadro negro compatível com o tamanho da sala e quadro de aviso em cortiça, ocupando toda extensão da parede de fundo da mesma. As salas não dispõem de microfones, mas em algumas encontramos estante que abriga uma CPU, teclado e TV. O mais novo prédio do complexo - Prédio Augusto Guzzo - com 7 andares é servido por 2 elevadores, escadas internas e dependências sanitárias, em todos os andares. No térreo há uma área de lazer e convivência. No Mezanino encontramos a sala do Diretor Geral das Faculdades e estações com mesa e cadeiras para atendimento individual pelos Coordenadores de Cursos. O Auditório Augusto Guzzo ocupa todo o 1º andar com modernas instalações, cadeiras estofadas e confortáveis, boa acústica, está equipado com aparelhos de multimídia e tem capacidade para 300 pessoas. No 6º andar, além das salas de aula, há também um laboratório de informática com 65 equipamentos. As 11 salas de aulas são destinadas aos alunos dos cursos de Direito, Ciências Econômicas, Comércio Exterior e Sistemas de Informação. Há também a sala de Apoio Administrativo e sala dos Professores desses cursos. As salas de aula desse prédio, além de serem amplas, arejadas, bem iluminadas, providas de ventiladores, podem assumir várias configurações, pois suas paredes internas são feitas de material que possui alta absorção de som e podem ser removidas ou alteradas. Todos os Prédios da Instituição estão interligados por meio de corredores internos. No andar térreo do Prédio Campos Salles II, está instalada a Praça de Alimentação, área de convivência e o pátio. O Prédio “Campos Salles I”, o primeiro a ser construído no Complexo Educacional, passou por uma reforma e reestruturação para abrigar a Biblioteca, antes localizada no 7º andar do prédio. O acervo da biblioteca é fechado ao aluno e as consultas podem ser feitas via Internet ou no local, em terminais disponibilizados para tal. O empréstimo dos livros pode ser local ou domiciliar, limitado a 2 livros didáticos e um de ficção simultaneamente, para cada estudante. O prazo de empréstimo estabelecido é de 5 dias úteis, podendo ser renovado, caso não haja reserva para o mesmo. Não sendo a obra devolvida data e não renovada, o aluno deverá arcar com o pagamento de multa diária. A biblioteca dispõe do serviço de empréstimo entre bibliotecas, e a solicitação da obra é feita pela bibliotecária responsável. Há, também, convênio estabelecido com outras instituições, que dispõem, em seus acervos, de obras gravadas em vídeo. O acervo e acesso à biblioteca, nesse novo espaço, não foi ainda disponibilizado para a comunidade, em geral. A Biblioteca está cadastrada no Conselho Regional de Biblioteconomia na 8ª Região sob o código 0895 e utiliza para classificação de suas obras a Classificação Decimal Universal (CDU). No Apêndice XIV estão contidos os dados atuais de acervo da Biblioteca. A Instituição dispõe de locais de convívio para os alunos, como a praça de alimentação, as áreas sociais, internas entre os prédios e o Centro de Convivência, que favorece o encontro entre os estudantes dos diferentes cursos. Rampas de acesso com corrimãos foram projetadas para atender aos Portadores de Necessidades Especiais, além de elevadores que permitem o acesso do estudante com deficiência física aos espaços restritos da Instituição, salas de aula, laboratórios e demais áreas. Tanto no estacionamento interno das Faculdades quanto em estacionamento conveniado nas proximidades da mesma, há reserva de vagas para os portadores de necessidades especiais. Há banheiros adaptados, que dispõem de portas largas e espaço suficiente que permite o acesso de cadeiras de rodas. Nos banheiros comuns há barras de apoio nas paredes. Foram instalados bebedouros e lavabos em altura acessível aos usuários de cadeiras de rodas. Há disponibilidade de cadeiras de rodas para os alunos que temporariamente necessitam utilizá-las. Na mesma rua, em frente às Faculdades, está localizado o Centro de Convivência, equipado com mesas, cadeiras, banheiros masculino e feminino. Nesse espaço, os alunos podem realizar reuniões para elaboração de trabalhos em grupos, estudar, relaxar. Há um funcionário para atendimento ao aluno, no que for necessário. Para avaliar o conceito da Instituição sob o olhar de seus alunos, esta CPA elaborou, dentre outros questionários, um que abordava em especial os pontos referentes à infraestrutura institucional. O instrumento “Avaliação das Condições de Aprendizagem pelos Alunos” foi igualmente respondido por todos os universitários dos diferentes cursos da Faculdade. Os resultados obtidos pelo processamento e análise dos dados permitiram identificar os pontos fortes e as fragilidades da instituição nesse quesito, identificados pelas questões abaixo mencionadas do questionário, identificando os dados que seguem: 1. acesso a microcomputadores; 2. acesso a recursos diversos; 3. atualização do acervo da biblioteca; 4. número de exemplares; 5. serviço de pesquisa bibliográfica; 6. horário de funcionamento da biblioteca; 7. instalações da biblioteca; e 8. infraestrutura física, material e de manutenção. Os pontos que merecem atenção referem-se à estrutura das salas de aula. No Prédio da Educação, a ressalva feita pelos alunos aponta para a existência de coluna de sustentação em todas as salas, que acaba por prejudicar a visibilidade total do quadro negro e do professor, quando o número de alunos em sala é grande. Há também problemas com a manutenção dos equipamentos, como microfones, retroprojetores e data-show. No prédio do Semeador, as salas de aula estão voltadas para um átrio interno, havendo com isso problemas de acústica em suas salas de aula. Problemas com a manutenção dos aparelhos como retroprojetores e data-shows também são apontados como pontos frágeis da Instituição. Esses problemas aparecem também nas respostas dadas pelos alunos da Educação Infantil, Educação Especial, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas e Sistemas de Informação, nos Prédios “Campos Salles II” e Augusto Guzzo, assim como a falta de microfones. Tais problemas já estão sendo sanados neste ano de 2015. Ao avaliarem a Biblioteca os alunos apontaram positivamente para suas instalações, horário de atendimento, forma de consulta e localização, considerando o espaço plenamente adequado às necessidades dos discentes. Quanto ao acervo, para os cursos de Administração, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Direito, Comércio Exterior, Educação Infantil e Sistema de Informação, o mesmo encontra-se adequado, atualizado e com número de exemplares satisfatório. Já o acervo referente aos cursos de Educação Especial e Pedagogia é apontado como inadequado quanto à atualização dos títulos. Para os docentes, a biblioteca cumpre adequadamente seu papel e apontam de maneira positiva para suas instalações tanto físicas como humanas, horário de atendimento, a forma de consulta, localização, considerando o espaço plenamente adequado às suas necessidades e às dos discentes. Todos os alunos da Instituição podem fazer uso dos laboratórios de Informática, mas de acordo com os dados obtidos nos questionários, há restrições quanto ao horário de funcionamento e número de equipamentos/aluno, pois em determinados horários o laboratório é utilizado para as aulas do curso de Sistemas de Informação. Os alunos que possuem maior domínio no uso do computador podem dirigir-se à biblioteca e utilizar o equipamento que esteja disponível. É possível aos docentes, quando necessário, desenvolverem suas aulas nos espaços da Biblioteca e dos laboratórios de informática, utilizando seus equipamentos, pois esses ambientes possuem infraestrutura que os atende de forma plena ou parcial, de acordo com o objetivo dos diversos Cursos. Assim como nos relatórios anteriores (20132014), para aproximadamente metade dos alunos da Instituição, a infraestrutura atende parcialmente às suas expectativas. No que se refere às políticas institucionais de conservação, o serviço é terceirizado para as equipes de limpeza e também para manutenção dos equipamentos e conserto de aparelhos de informática, com contrato de prestação de serviços. Não estão claros no PDI os procedimentos para adquirir, manter, revisar e atualizar o acervo da biblioteca e o material para outros departamentos. Quanto à manutenção e pequenos consertos nos prédios há funcionários da própria Instituição que estão sempre realizando esses serviços, seja nas salas de aula ou em outros espaços acadêmicos. As empresas privadas e públicas e os órgãos governamentais, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis de Trabalho - CLT, ficam obrigados a organizar e manter em funcionamento, por estabelecimento, uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes- CIPA. O objetivo dessa Comissão é observar, relatar as condições de risco de trabalho, assim como tomar medidas para amenizá-los ou neutralizá-los; discutir as ocorrências de acidentes e encaminhar ao empregador e serviços especializados os resultados das discussões, assim como as medidas a serem adotadas para a não incidência dos mesmos. Essa comissão é composta por representantes do empregador e dos empregados dos diferentes segmentos da Instituição, de forma proporcional ao risco que a empresa apresenta, de acordo com o tipo de atividade desenvolvida, segundo Norma Regimental da CIPA. De acordo com a Portaria Nº. 33 NR 5, de 27/01/1983, a CIPA será composta por Presidente, indicado pela Administração; vice-presidente, eleito pelos empregados; representantes do empregador; representantes dos empregados; secretário, escolhido de comum acordo; substituto, escolhido de comum acordo. O número de representantes do empregador deverá ser igual ao dos representantes dos empregados. Por essa mesma Portaria, o mandato dos membros eleitos da CIPA terá a duração de 1 (um) ano, permitida uma reeleição. A CIPA tem como atribuições discutir acidentes ocorridos, sugerir medidas de segurança, promover a divulgação e zelar pela observância das normas de segurança e medicina ou de regulamentos e instrumentos de serviço, emitidos pelo empregador; promover anualmente palestras para a prevenção interna de acidentes; organizar as atas de reuniões, entre outras prerrogativas. Cada membro da CIPA, dentro de sua função, tem suas competências específicas. A CIPA busca realizar um trabalho de prevenção de acidentes no trabalho, pois a vida é o bem maior que temos e ela não se resume somente ao trabalho, mas ao retorno ao lar, diariamente. A implementação da CIPA nesta Instituição foi realizada por intermédio de assessoria externa (Climef), através de 9 reuniões com todos os funcionários. A CPA não dispõe de dados para avaliar o efetivo funcionamento dessa Comissão, desconhecendo se a escolha de seus membros constituintes está atualizada ou se eles se reúnem de acordo com o estipulado em suas normas regimentais. Sua atuação não foi contemplada nos questionários dos funcionários e docentes, devendo as próximas avaliações reverem essa questão. As planilhas referentes à infraestrutura física acima descrita (número de salas de aula, instalações administrativas, áreas diversas) estão disponíveis para consulta na Secretaria Geral da instituição. A partir dos anos 90, com o Paiub, teve início a implantação do sistema de avaliação institucional. Nessa concepção, a autoavaliação era concebida como a etapa inicial de um processo, que deveria ir se estendendo para a Instituição em sua totalidade, completando-se com a avaliação externa. O Paiub tinha como preocupação a globalidade institucional e a missão da Instituição na sociedade. A criação de uma cultura avaliativa, no Ensino Superior, começou a se legitimar. Com a Lei 9131/95 e a LDB 9394/96, novos mecanismos de avaliação foram sendo implantados como o Exame Nacional dos Cursos, em que a ênfase recaía sobre os resultados e a produtividade das instituições superiores; a eficiência medida pelo controle de desempenho, frente a um padrão estabelecido, com a devida prestação de contas. No ENC o foco era dirigido ao Curso em sua dimensão de ensino, e sua função era classificatória, baseada na lógica de que a qualidade do curso é igual à qualidade de seus alunos. A implantação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação, SINAES, instituído em 14 de abril de 2004, pela Lei n.º 10.861, traz uma nova concepção do que seria a avaliação institucional. Sua finalidade está na melhoria da qualidade da educação superior. A Avaliação Institucional passa a ter caráter formativo, visando ao aperfeiçoamento dos agentes da comunidade acadêmica e da instituição como um todo. As Faculdades Integradas “Campos Salles” vêm, ao longo desses anos, buscando a melhoria e aprimoramento dos serviços prestados à comunidade acadêmica. Através de questionários aplicados aos alunos e aos docentes de todos os cursos da Instituição, busca saber o nível de satisfação, as dificuldades, as mudanças que a serem efetuadas, enfim, o que pensa o corpo discente e docente. Os resultados obtidos têm sido usados para o repensar das ações e medidas destinadas a sanar os pontos frágeis que, se pertinentes, passam a compor o planejamento do ano posterior. A comunidade acadêmica, desde a implantação do processo de autoavaliação precisou transpor obstáculos e quebrar barreiras junto aos profissionais do ensino e junto aos discentes, que hoje veem o processo sendo gradativamente aprimorado no decorrer dos anos. Percebem que seu papel tornou-se necessário para o desenvolvimento de um trabalho educacional com maior profissionalismo, ações mais efetivas e atuais e melhor entrosamento de todos que fazem parte da Instituição. Em atendimento às novas diretrizes colocadas pelos SINAES, a CPA iniciou seus trabalhos ouvindo do corpo docente os pontos a serem reformulados nos instrumentos de autoavaliação já existentes e aplicados anualmente à comunidade acadêmica. A partir daí, foram esses instrumentos reformulados pela Comissão Própria de Avaliação. Outros foram criados, complementando assim o que já existia, procurando abranger a Instituição como um todo, incluindo as pessoas que nela trabalham, exercendo as mais diversas funções. Durante o processo de aplicação dos instrumentos de autoavaliação institucional, esta Comissão, nos últimos anos (2013-2014), conseguiu que os envolvidos no processo, coordenadores de curso, e representantes do corpo docente e discente e dos funcionários, assim como os representantes da comunidade externa (ainda com pouca presença durante este processo), tivessem participação efetiva. As informações colhidas foram sistematizadas primeiramente pelo setor de processamento de dados da Instituição e, após a tabulação dos resultados, foram elaborados relatórios parciais relativos a cada questionário (APÊNDICE V a XI). Os diferentes coordenadores apresentaram seus respectivos relatórios, em Reuniões da CPA (2014). A CPA considera que este processo de avaliação institucional vem trazendo uma nova concepção de avaliação, que já está sendo incorporada pela IES como um todo. Há um consenso entre os membros da CPA de que este ciclo avaliativo (20142016) está cumprindo sua função, à medida em que se complementa. Foi possível obter, após estes últimos anos de trabalho, uma visão geral e mais detalhada da Instituição, com relação a seus pontos fortes e frágeis, dentro das dimensões indicadas nos SINAES. Com esses elementos, a próxima etapa (2015) estará apta a proceder aos ajustes necessários e corrigir as distorções a médio e longo prazo. Em relação à documentação, podemos citar, em especial, o Projeto Pedagógico Institucional/PPI; Projeto Pedagógico dos Cursos/PPC; os Relatórios parciais de autoavaliação; o Relatório Final de Autoavaliação; as ações decorrentes das conclusões da autoavaliação; o número de eventos e seminários de difusão dos processos de autoavaliação. Como apontado anteriormente, o PDI deverá ser reformulado, pelo menos em alguns aspectos, a partir da finalização desta etapa avaliativa, para adequar-se à realidade institucional. Da mesma forma, os Projetos Pedagógicos dos Cursos, de acordo com as novas diretrizes curriculares, estão sendo refeitos para atender à legislação e/ou às especificidades dos diferentes cursos. Com a apresentação deste Relatório Final, esta Comissão espera poder continuar a desencadear discussões que incorporem todos os segmentos da comunidade acadêmica. Sintetizando, a CPA realizou, ao longo de 2014, nove (09) reuniões com toda a equipe ampliada, para discussão sobre a implementação do processo de avaliação institucional e divulgação dos resultados parciais, das quais foram lavradas as respectivas Atas (APÊNDICE IV). Ressalta-se que, na quase totalidade das reuniões ampliadas, foi possível contar com a presença dos Coordenadores de Curso, que mobilizaram seus professores e estudantes para as respectivas reuniões mensais. Também, pudemos contar com a presença das duas bibliotecárias como representantes dos funcionários. Os candidatos aos cursos superiores oferecidos pela instituição são selecionados através de exame vestibular, que consta de uma prova com 50 questões objetivas sobre conteúdos gerais do ensino médio e uma redação. O candidato é classificado pelos resultados obtidos, através de uma listagem em ordem decrescente, preenchendo o número de vagas disponível até o limite. São desclassificados os candidatos que obtém menos de 10% de acertos. Os candidatos podem optar pelo aproveitamento das notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM, de acordo com as normas de pontuação da instituição. Havendo vagas remanescentes em algum dos cursos, é realizado um segundo processo seletivo, que consta de entrevista, análise de histórico escolar, incluindo uma redação na qual deverão demonstrar proficiência no uso da Língua Portuguesa, computando-se, ainda, os resultados do ENEM, de acordo com a opção do candidato. O Manual do processo seletivo traz todas as informações a respeito dos documentos necessários para inscrição, taxas devidas, data da prova, divulgação do gabarito, convocação dos aprovados para matrícula e outros. Traz, ainda, informes sobre os diversos cursos e respectivos reconhecimentos, número de vagas, horários de funcionamento e prazos para sua integralização. Para os alunos que apresentam visível dificuldade em disciplinas instrumentais, como Língua Portuguesa e Matemática, a instituição mantém cursos de atualização ou extensão, aos sábados, para sanar esses problemas. As FICS realizam uma pesquisa com os ingressantes para conhecer seu perfil, e, anualmente, os alunos respondem a um questionário de autoavaliação para que os dados anteriores sejam atualizados. Esses procedimentos já eram realizados há muitos anos na instituição, mas somente agora esses dados acumulados vêm sendo melhor aproveitados para que os projetos pedagógicos sejam adequados à sua clientela. Os alunos das Faculdades Integradas Campos Salles buscam primordialmente formação profissional para ingressar ou permanecer no mercado de trabalho; vêm de escolas públicas; cerca de 65% estão na faixa de idade adequada para o curso superior; 73% trabalham em tempo integral, prioritariamente em funções do comércio ou prestação de serviços. Por esse motivo, só dispõem de uma a duas horas semanais para dedicação aos estudos e apresentam dificuldades para acompanhar os cursos. Pertencem a um segmento social carente, porque quase metade deles recebe até 3 salários mínimos. Quase 60% residem com os pais, um quarto deles é casado, com filhos. 33% não possuem computador em sua casa. Quanto aos conhecimentos em informática, a grande maioria se encontra no nível básico. Metade dos ingressantes gostaria de ter acesso a cursos de aperfeiçoamento em inglês; seus conhecimentos de espanhol são praticamente nulos. Para se manterem atualizados, utilizam apenas a TV e a Internet, não tendo o hábito de leitura de jornais. - Políticas de participação dos estudantes em atividades de ensino (estágios, tutoria), iniciação científica, extensão, avaliação institucional, atividades de intercâmbio estudantil A instituição não mantém programas de tutoria ou monitoria com seus alunos. Como já apontado anteriormente, o núcleo de iniciação científica, previsto no PDI, não foi viabilizado devido ao perfil de sua clientela. Os cursos de extensão mais procurados são os de caráter instrumental, para melhorar seu desempenho nas disciplinas do currículo. A avaliação institucional destina aos alunos três importantes instrumentos para analisarem as condições de aprendizagem, infraestrutura e qualidade do corpo docente. Cada turma elege anualmente seus representantes, que são intermediários das reivindicações e sugestões de melhoria. Integram também o CONSEPE e o CONCUR, através de um representante. Todos os cursos realizam estágios supervisionados, de acordo com a legislação vigente e onde iniciam contato com a realidade profissional. O Centro de Estágios Supervisionados atende às dúvidas e orienta as atividades de cada curso; encaminhando, também, os estagiários para vagas em empresas por meio do sistema de integração empresa-escola. - Mecanismos / sistemáticas de estudos e análises dos dados sobre ingressantes, evasão/ abandono, tempos médios de conclusão, formaturas, relação professor/ aluno e outros estudos, tendo em vista a melhoria das atividades educativas A Secretaria Geral tem a incumbência de sistematizar os dados relativos aos ingressantes e ao conjunto de alunos, mantendo-os organizados para consulta. Entretanto, antes da composição da CPA, esses dados não eram divulgados de forma usual aos coordenadores e docentes, em geral, para aprofundamento de conhecimentos pedagógicos. As relações entre professores e alunos, quando surgem conflitos, são intermediadas pelas Coordenações de Curso, âmbito em que, geralmente, são resolvidas. Nos casos mais graves, esporádicos, os problemas são encaminhados à Direção Geral para as devidas providências ou orientações. A pesquisa feita com os alunos sobre o desempenho docente também traz à luz eventuais problemas de relacionamento, para discussão geral entre os pares e com a Coordenação, se for o caso. Em relação à evasão, esta não é significativa, e, normalmente, é devido ao setor financeiro, que tem procurado contornar a situação, oferecendo outras possibilidades de pagamento. A relação professor/aluno está dentro das normas legais estabelecidas. E os alunos têm se formado dentro dos tempos médios de conclusão de cada um dos cursos oferecidos pelas FICS. - Acompanhamento de egressos e de criação de oportunidades de formação continuada A instituição realiza uma pesquisa com egressos, destinada a obter o grau de satisfação com os cursos realizados e sua eventual contribuição para o desempenho profissional e crescimento pessoal dessa clientela. Embora seja um trabalho relevante para aprimoramento dos cursos, , a CPA não teve acesso a esses dados no ano de 2014, não tendo sido possível analisá-los mais adequadamente. Recomenda-se que, por ocasião da reestruturação dos projetos pedagógicos dos cursos, cada coordenador tenha possibilidade de acesso e possa analisar cuidadosamente esses dados. - Inserção profissional dos egressos e participação dos egressos na vida da IES No decorrer de sua vida acadêmica, boa parte dos estudantes da IES já está inserida no mercado de trabalho, desempenhando funções correlacionadas a sua opção de curso. Muitos exercem suas atividades como estagiários, outros já são contratados para funções determinadas. Ao término do curso, quando da solicitação de seu diploma, o aluno responde a uma pesquisa sobre a formação recebida. Esse procedimento é realizado pela secretaria da Instituição e os dados são tabulados, mas não chegam a serem analisados. Não foi criado ainda mecanismo que possibilite conhecer a opinião dos empregadores sobre o desempenho dos alunos da instituição, enquanto funcionários. Alguns alunos indicados por professores ou coordenadores, para o desempenho de função profissional, têm sido elogiados por seus empregadores, demonstrando empenho e competência no trabalho, à altura do esperado pela empresa. No curso de Pedagogia, por exemplo, as próprias alunas trazem informações sobre o trabalho voluntário que desenvolvem em instituições e comunidades carentes, inclusive nos CEUs. Trabalho este que vem sendo elogiado pela coordenação e direção das escolas da rede pública municipal e estadual de São Paulo, a ponto da IES estabelecer algumas relações com estas instituições, conforme a fala da coordenadora do respectivo curso em uma de nossas reuniões/CPA. Um outro destaque institucional é o sucesso alcançado por muitas alunas do Curso de Pedagogia, aprovadas nos concursos oficiais do município e do Estado, trabalhando como docentes na Educação Básica. Sendo as Faculdades Integradas “Campos Salles” uma entidade educacional com mais de 90 anos e valorizando sempre o potencial humano daquele que faz parte da vida acadêmica da Instituição, busca, dentre seus alunos, aqueles que possuem perfil adequado para continuar na empresa como funcionários e não mais como estudantes. As professoras da Unidade II do Colégio Campos Salles – Chácara são sempre selecionadas a partir do curso de Pedagogia. Funcionários administrativos, em geral, são requisitados no próprio corpo discente. Ao se formarem, os alunos atualizam seu cadastro residencial, o que permite à Instituição informá-los a respeito dos cursos de pós-graduação, de extensão, atualização ou lato sensu, que são realizados ao longo do ano. As informações são passadas por mala direta, via secretaria. Nas próximas etapas da avaliação institucional, a CPA deverá elaborar instrumentos que deem conta de conhecer melhor a inserção social dos egressos. Consideramos importante destacar que a gestão de uma Instituição de Ensino Superior exige tanto a responsabilidade da Mantenedora, quanto da proposta pedagógica. Neste quadro, tornam-se imprescindíveis o acompanhamento contínuo e o controle financeiro das contas, a análise dos dados mês a mês, as projeções, o planejamento estratégico, visto que a escola é montada pela iniciativa privada. Quanto à sustentabilidade financeira, tendo em vista o significado social da continuidade de suas propostas de oferta da educação superior, muito embora o ordenamento jurídico não penalize o estudante inadimplente, a Instituição “Campos Salles” tem honrado seus compromissos. O Plano consta de: a) Receitas previstas - dos cursos de graduação em funcionamento, de novos cursos a serem autorizados, conforme o plano de expansão e dos cursos de pós-graduação lato sensu; b) Despesas previstas - na rubrica Despesas de Capital, os itens: móveis e material escolar, equipamentos, instalações diversas, aquisição de livros e periódicos, reserva técnica e iniciação científica; c) Despesas de Custeio; entre outras. Assim delineado o Plano, este possibilita à Instituição manter e desenvolver-se com recursos próprios, não precisando valer-se de opções diversas para captação de recursos, tais como: cota ou troca de dívidas, BNDS, entre outros. No PDI, há relação entre a proposta de desenvolvimento da IES e o orçamento previsto, apresentando informações detalhadas para a elaboração e execução dos projetos de novos cursos, e constando, na previsão orçamentária, as rubricas: Receitas de Capital, Receitas Correntes, Despesas de Capital, Investimentos e Despesas Correntes, para um período de 5 (cinco) anos. Os cursos ofertados apresentam compatibilidade com as verbas e recursos disponíveis, considerando-se que têm seus custos fixos e variáveis em que os recursos financeiros são obtidos pelo recebimento dos encargos educacionais do alunado. As obrigações trabalhistas, que versam sobre INSS, FGTS, PIS, IR na fonte, são quitadas rigorosamente na data de seus respectivos vencimentos. A IES, desde sua fundação, jamais atrasou qualquer pagamento aos seus professores e pessoal técnico-administrativo, sendo que, em casos de extrema necessidade e excepcionalmente, recorre a recursos especiais ou, em última instância, a empréstimos bancários, a fim de manter o bom relacionamento na Instituição. Os equipamentos necessários ao desenvolvimento da Proposta Pedagógica Institucional são atualizados quantitativa e qualitativamente, acompanhando sempre as exigências pertinentes. A entidade mantenedora imprime uma política de espaço físico que objetiva satisfazer às solicitações da IES, atualizando, adequando, reformando, adquirindo ou alugando imóveis, conforme o caso, para atender à demanda social. A Secretaria Geral dispõe dos dados referentes a este item. Quanto à documentação13 que a CPA teve acesso, aquelas que compõem o PDI, as tabelas de cursos oferecidos, inclusive, os mais novos (cursos sequenciais tecnológicos), e a respectiva relação de documentos que o capacitam, mostram que a IES tem se organizado no sentido de procurar atender às exigências postas pela sociedade como um todo, e, em especial, pelo mercado/mundo de trabalho, pela legislação e/ou políticas públicas, que apontam para a melhoria da qualidade educacional, levando em conta o princípio da flexibilização na condução, execução e acompanhamento de seus respectivos cursos. 13 As Planilhas e toda a documentação relacionada aos indicadores mencionados neste item, em especial, e no Relatório, como um todo, encontram-se disponíveis, para consulta, na Secretaria Geral. Com base nos princípios anunciados na Lei nº 10.861/04 (BRASIL, 2004a) e na Portaria/MEC/Inep nº 2051/04 (BRASIL, 2004b), as Faculdades Integradas “Campos Salles” têm procurado desenvolver um processo de autoavaliação, que, de fato, envolveu os integrantes da Comissão Própria de Avaliação/CPA, os coordenadores de curso, os professores, os funcionários e, especialmente, os estudantes durante o ano de 2014. Em nossas reuniões, cujas atas se encontram no Apêndice IV, vimos que a participação de representantes da comunidade acadêmica foi extremamente importante, pois contribuiu para aperfeiçoar as diferentes posições, consolidando formas de negociação e compromisso de todos com a qualidade de educação superior desejada pela IES. Para além disso, a CPA tem se reunido sistematicamente buscando acompanhar, de modo integrado, todo esse processo avaliativo. Neste sentido, os coordenadores de cursos encaminharam e apresentaram seus Relatórios Parciais referentes aos 1º e 2º semestres de 2014, que foram discutidos pelos membros da CPA durante as reuniões, com a presença ou não dos coordenadores, mas sempre com representantes de cursos, sejam professores e/ou estudantes. Como mencionamos anteriormente, as sínteses destes Relatórios estão nos Apêndices V a XIV. E, de acordo com os resultados apresentados, e que estão registrados nas atas referentes às reuniões da CPA, destacam-se alguns pontos, que também já haviam sido indicados nos Relatórios anteriores (2012-2013), e que são reforçados aqui, pois se trata do início de um novo ciclo avaliativo (2014-2016): 1º Alguns dos instrumentos aplicados foram revistos, conforme o que se propôs Relatórios anteriores. Também, foi elaborado, logo no inicio do ano letivo, o cronograma das datas de aplicação dos diferentes instrumentos, configurando, assim, uma disposição para continuar a desenvolver o processo de autoavaliação institucional; 2º Quanto aos procedimentos adotados pelos coordenadores em relação aos resultados da avaliação junto aos professores, os Relatórios encaminhados, conforme os anos anteriores, indicam que: a) os professores receberam os resultados de suas avaliações, pessoalmente e de forma impressa e/ou por e-mail; b) foram feitas recomendações em relação aos problemas detectados, individualmente, com os professores e os representantes de sala; c) foram realizadas reuniões de colegiado de curso, para promover ações de melhoria em relação ao processo de ensino e de aprendizagem; e d) a CPA também pôde discutir estes resultados com seus membros; 3º Em relação às ações junto aos discentes a partir dos resultados das avaliações realizadas, os Relatórios indicam, como nos anos anteriores, que: a) os coordenadores de curso solicitaram que os professores fizessem as devolutivas junto aos alunos e/ou aos representantes de classe, destacando as potencialidades e buscando superar as fragilidades apontadas; b) os coordenadores buscaram motivar os alunos e/ou suas turmas, na divulgação dos resultados e na discussão dos problemas relevantes que foram apontados, estimulando uma reflexão positiva, voltada para a melhoria do ensino e a integração nos respectivos cursos; 4º As informações, geradas pelos instrumentos de pesquisa, puderam fornecer subsídios para as diferentes coordenações de curso e para a direção da IES, contribuindo, também, para o aperfeiçoamento didático-pedagógico dos professores, em geral, e de seus respectivos alunos; 5º Também, o processo de divulgação dos resultados tem procurado ser mais permanente, permitindo que a comunidade acadêmica tivesse acesso com mais facilidade; 6º A autoavaliação institucional forneceu subsídios ao colegiado dos cursos, e, em especial, ao Núcleo Docente Estruturante de cada um dos cursos das FICS, para que houvesse uma reflexão mais apurada no que diz respeito, principalmente, ao desenvolvimento dos Projetos Pedagógicos de Curso/PPC, tendo em vista o Projeto Pedagógico Institucional; e 7º A representatividade dos membros da CPA, seja por parte dos coordenadores de curso, professores, funcionários e da representação estudantil, foi, como nos anos anteriores, constante, o que possibilitou que o processo de autoavaliação se concretizasse, cada vez mais, como uma cultura avaliativa. Diante disso, são proposições dos membros da CPA: Manter o cronograma e aproveitar a experiência desenvolvida ao longo do processo pela CPA (aplicação, análise e interpretação de resultados); assim como incluir neste calendário datas para os eventos relacionados com o processo de avaliação institucional; Incluir indicadores para as dimensões que ainda não foram contempladas nos ciclos avaliativos anteriores; Agilizar o processo de divulgação dos resultados no site da IES; Ampliar a representatividade, seja dos coordenadores de curso, professores, funcionários e da representação estudantil para que o processo de autoavaliação continue se firmando como cultura avaliativa, proporcionando, assim, a melhoria das condições de trabalho, de ensino e de formação profissional. E, nesta perspectiva, a CPA assume os seguintes princípios, já destacados no Relatório anterior/2013, e que nortearam as ações desenvolvidos no ano de 2014 e a serem desenvolvidas em 2015: É preciso que se fortaleça um compromisso, cada vez maior, por parte não só dos membros da CPA, mas de todos que integram as FICS, sejam alunos, professores, coordenadores e funcionários, no sentido de que se conheça, mais e melhor, a realidade e o contexto formativo desta instituição, de modo a desenvolver um processo de autoavaliação institucional, que ressignifique o Projeto Pedagógico Institucional/PPI e seus diferentes Projetos Pedagógicos de Curso/PPCs; Considerar que este processo de autoavaliação é um instrumento pedagógico e político, desde que seja desvinculado do caráter punitivo, discriminatório e burocrático. E que os dados obtidos sejam não somente analisados, mas que por meio deles se faça uma reflexão mais profunda do processo educativo que está sendo vivenciado por coordenadores, professores e alunos de forma a aperfeiçoá-lo; Reforçar a perspectiva formativa que está por trás deste processo de autoavaliação institucional, e que os sujeitos envolvidos possam, cada vez mais, situar suas ações, apontando para redirecionamentos que possam desencadear mudanças qualitativas no desenvolvimento do PPI. Para as próximas etapas será necessário incorporar os avanços do presente trabalho, de modo a que outros participantes sejam beneficiados com o conhecimento adquirido durante todos estes anos, em que se desenvolve o processo de autoavaliação. Espera-se que a participação docente, discente e de funcionários continue como nos anos anteriores, mas que também haja oportunidade de ser ampliada, de modo a alcançar as finalidades educacionais que a Instituição tanto deseja. Esta Comissão/CPA tem recomendado que os resultados da avaliação institucional sejam divulgados formalmente a toda comunidade acadêmica, utilizando-se, especialmente, do site da Instituição. Recomenda, também, que sejam incorporadas, sobretudo, as potencialidades dos dados obtidos, além das providências destinadas a sanar suas fragilidades, que são normais em qualquer processo de crescimento institucional. É preciso registrar, mais uma vez, como indicamos no relatório anterior, o quanto o processo de autoavaliação foi consolidado, no último ciclo avaliativo (2011-2013), e em que medida este processo foi reforçado em 2014, pois envolveu toda a comunidade acadêmica, dando condições para que se estabelecessem metas e caminhos que efetivasse um ensino mais efetivo e significativo. E, nesta perspectiva, os membros desta CPA acreditam ter avançado na compreensão da estrutura interna e dos procedimentos realizados para implementação do Projeto Pedagógico Institucional das FICS, e, ao mesmo tempo, assumem o compromisso em colaborar, junto às novas Comissões, para a continuidade dos trabalhos a serem desenvolvidos neste novo ciclo avaliativo que se iniciou em 2014 e pretende concluir esta avaliação trienal em 2016. Ainda é necessário destacar que a CPA, ao trazer à tona os critérios da autoavaliação institucional, a partir do SINAES, a abordagem metodológica para aplicação dos instrumentos e, também, para o tratamento e a análise dos dados coletados, respeitando as especificidades das FICS, procurou, nas diferentes reuniões com os membros – coordenadores, professores, estudantes, funcionários - e nas reuniões ampliadas, com outros professores e estudantes, mostrar a dinâmica dos cursos, suas fragilidades e potencialidades, refletindo, acima de tudo, nas proposições para que os obstáculos pudessem ser superados. E, como ponto de partida para a continuidade deste processo, que já está sendo desenvolvido neste ano/2015, tentaremos dar conta das proposições já enunciadas, a fim de ser possível redefinir práticas e políticas no interior desta instituição que possam conduzir a um ensino superior de qualidade social. E, por fim, a CPA reafirma, como já o fez nos relatórios anteriores, que este documento é uma ferramenta que deverá contribuir para uma tomada de decisões mais consciente, (re) orientando, assim, o processo de formação e de autoavaliação que todos desejamos. São Paulo, março de 2015. Maria de Fátima Barbosa Abdalla – Coordenadora da CPA14 Carlos Antônio José Oliviero Carmem Rosana Moreira Sales Simon Leonardo Pires Merino Luci Ana Santos da Cunha Milton Tadeu Piscinato Norberto Antonio Gomes A Coordenadora da CPA contou com a colaboração dos membros acima especificados para a redação deste Relatório. 14 ABDALLA, M. F. A pesquisa-ação como instrumento de análise e avaliação da prática docente. Revista Ensaio: avaliação e políticas públicas em Educação, Rio de Janeiro, v. 13, n. 48, p. 383-400, jul./set. 2005. __________. O senso prático de ser e estar na profissão. São Paulo: Cortez, 2006. (Questões da Nossa Época, n. 128). __________. Supervisão e avaliação institucional: construindo um caminho que reafirme o caráter público da educação. In: PIMENTA, S. G. (Org.) Saberes pedagógicos e atividade docente. 8ª ed. São Paulo: Cortez, 2012, p. 215-248. AFONSO, A. J. Avaliação educacional: regulação e emancipação para uma sociologia das políticas avaliativas contemporâneas. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2000. AMORIM, A. Avaliação institucional da universidade. São Paulo: Cortez, 1992. ANDRÉ, M. E. D. A. Estudo de caso em pesquisa e avaliação educacional. Brasília: Liberlivros, 2005. BARRIGA, A. D. Uma polêmica em relação ao exame. In: ESTEBAN, M.T. (Org.). Avaliação: uma prática em busca de novos sentidos. 5. ed. Petrópolis: DP, 2008. BELLONI, I. A Universidade e o compromisso com a avaliação institucional na recosntrução do espaço social. In: COSTA, M.J.J. (Org.). Avaliação institucional: desafio da universidade diante de um novo século. Belme: EFPA, 1997, p. 17-34. BELLONI, I. et al. 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Dispõe sobre diretrizes para a realização do Enade, 2006. _________. Decreto Federal n. 5773, de 9 de maio de 2006. Dispõe sobre o exercício das funções de regulação, supervisão e avaliação de instituições de educação superior e cursos superiores de graduação e sequenciais no sistema federal de ensino. In: Sinaes – Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior: da concepção à regulamentação. 4. ed. Brasília: Instituto Nacioanl de Estudos e Pesquisa Educacionais Anísio Teixeira, 2007. __________. MEC. Portaria Normativa nº 1, de 10 de janeiro de 2007. Estabelece o calendário de Avaliações do Ciclo do Sinaes para o período 2007-2009 (Sinaes), instituído na Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004. In: Sinaes – Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior: da concepção à regulamentação. 4. ed. Brasília: Inep, 2007. CUNHA, M.I. Impactos das políticas de avaliação externa na configuração da docência. In: ROSA, D.E.G.; SOUZA, V.C. (Orgs.). 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Autoavaliação docente Docentes 5. Perfil do docente pelo aluno Alunos – junho Alunos – 6. Avaliação das condições de Pedagogia, C. Contábeis, aprendizagem pelos alunos Sistemas de Informação, (instituição, cursos e Administração, Direito, Cursos professores) Tecnológicos 7. Avaliação das condições de Docentes (Pedagogia e demais ensino pelos docentes cursos) Alunos Pedagogia – final de setembro Ciências Contábeis - outubro Direito – outubro 8. Autoavaliação discente Administração – idem Sistemas de Informação -idem Cursos Tecnológicos Pós lato sensu (Humanas) – outubro 9. Avaliação das condições de Funcionários trabalho pelos funcionários e autoavaliação 15 10. Relatórios d) por curso Coordenadores e) divulgação CPA f) discussão, reflexão, Todos (Coordenadores, docentes, replanejamento funcionários, discentes) Cronograma Início Fim Jan/14 Dez/14 Dez/13 Dez/14 Jan/14 Jan/15 Jun/14 Nov/14 Jun/14 Nov/14 De Set. a De Set. a Out/14 Nov/14 Set/14 Set/14 Nov/14 Nov/14 De Set. a De Set. a Nov/14 Nov./14 Out/14 Dez/14 Dez/14 Mar/14 Fev/14 Fev/15 Abril/15 Mar/Abril/ 15 O instrumento de avaliação das condições de trabalho pelos funcionários e a autoavaliação pelos próprios funcionários, que deveria ser realizado entre outubro a dezembro/2014 não pôde ser aplicado, tendo em vista a mudança de mantenedora e a demissão de parte dos funcionários. Consideramos que seria melhor proceder à avaliação no ano de 2015. 15 COMPOSIÇÃO DE INDICADORES PARA AUTOAVALIAÇÃO A partir da leitura e discussão dos tópicos componentes de cada dimensão proposta, a CPA privilegiou todos aqueles do núcleo básico comum e alguns dos temas optativos. O Quadro abaixo apresenta os principais elementos das dimensões apresentadas destacadas como relevantes para o contexto e realidade institucionais. 1. Missão e Plano de Desenvolvimento Institucional 1.1 Existência de um Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 1.2 Existência de um Projeto Pedagógico Institucional (PPI) 1.3 Existência de um Projeto Pedagógico para cada curso Coerência entre os objetivos e finalidades da instituição com sua prática de ensino, 1.4 pesquisa e extensão Coerência entre os objetivos e finalidades da instituição com as estratégias de gestão e 1.5 avaliação acadêmica 1.6 Articulação entre o PDI e o contexto socioeconômico de onde a IES está inserida Existência de estratégias que permitam identificar resultados, dificuldades, carências e 1.7 potenciais da IES 1.8 Conhecimento e grau de apropriação do PDI pela comunidade acadêmica 1.9 Utilização do PDI como referência para programas e projetos desenvolvidos pela IES 2. Política para Ensino, pesquisa, extensão e pós-graduação 2.1 Coerência entre a concepção de currículo e organização didático-pedagógica com: 2.1.1 • Objetivos da instituição 2.1.2 • Diretrizes Curriculares Nacionais 2.1.3 • Inovação e necessária atualização dos conhecimentos da área • As demandas sociais (relevância e contribuição para o desenvolvimento local, 2.1.4 estratégias de difusão do conhecimento, etc) • Necessidades individuais dos alunos (apoio, interdisciplinaridade, inovações 2.1.5 didático-pedagógicas e tecnologia no ensino, bolsas, auxílios) • Necessidades individuais dos professores (políticas institucionais para estimulação, 2.16 grupos de pesquisa, capacitação) Existência de estratégias que promovam a participação e construção conjunta do 2.2 conhecimento 2.3 Sistemática e periodicidade de revisão de currículos 2.4 Clareza na relação entre currículo e perfil do egresso Existência de órgãos estruturados responsáveis pela coordenação das áreas de ensino, 2.5 pesquisa e pós-graduação 2.6 Relação dos cursos de extensão e pós-graduação com as atividades acadêmicas da IES 2.7 Existência de meios de divulgação da produção 2.8 Proporção de professores / publicação em periódicos científicos, livros e revistas 2.9 Existência de verbas internas ou externas destinadas a realização de cursos e pesquisas 2.10 Conceitos CAPES (se houver) 2.11 Integração entre graduação e pós-graduação (se houver) 2.12 Convênios e associações entre a IES e outras instituições 3. Responsabilidade Social da Instituição 3.1 3.2 3.3 3.4 3.5 3.6 3.7 Efetiva contribuição em relação à Inclusão social Impacto das ações da IES (científicas, técnicas e culturais) no desenvolvimento regional e nacional Ações voltadas ao desenvolvimento da democracia, cidadania, atenção a setores excluídos e políticas de ações afirmativas Parcerias e convênios com setores público e produtivo, mercado, instituições culturais e educativas Coerência entre os objetivos sociais da IES e critérios para abertura e ampliação de vagas nos cursos Existência de ações nas áreas da educação, saúde, lazer, cultura, cidadania, solidariedade, meio ambiente, patrimônio cultural, planejamento urbano, etc. Bolsas acadêmicas, descontos e outras evidências político-institucionais de inclusão dos menos favorecidos economicamente 4. Comunicação com a comunidade 4.1 4.2 4.3 4.4 Estratégicas, recursos e qualidade da comunicação interna e externa (clareza, atualização, avaliação, etc) Imagem pública da instituição nos meios de comunicação Ouvidoria ou outra instância receptiva de críticas e sugestões Existência e utilização efetiva dos canais de comunicação (jornal, web, folhetos, guia do aluno etc) 5. Políticas de pessoal e de carreira, aperfeiçoamento e desenvolvimento profissional Planos de carreira regulamentados para os corpos docente e técnico administrativo com 5.1 critérios claros de admissão e progressão 5.2 Programas de qualificação profissional, melhoria da qualidade de vida Existência de mecanismos de aferição do clima institucional, relações interpessoais, 5.3 estrutura de poder e grau de satisfação pessoal e profissional 5.4 5.5 5.6 5.7 5.8 5.9 Relação quantidade de estudantes / recursos humanos Mecanismos claros e efetivos para seleção, contratação, aperfeiçoamento e avaliação Número de docentes em tempo integral, parcial e horistas Número de docentes por titulação e regime de trabalho Experiência profissional em Ensino superior e fora dele Políticas de capacitação e avaliação de desempenho Grau de envolvimento do corpo docente com o ensino, pesquisa, extensão e pós5.10 graduação 6. Organização e gestão da instituição Existência de plano de gestão e/ou plano de metas e sua coerência com o PDI e projetos 6.1 institucionais 6.2 Funcionamento, composição e atribuições dos colegiados 6.3 Mecanismos de gestão e tomada de decisão institucional 6.4 Uso da gestão estratégica para antecipar problemas e soluções 6.5 Modos de participação dos atores na gestão (consensual, normativa, burocrática) 6.6 Mecanismos de comunicação e circulação da informação 6.7 Existência de atas do órgãos colegiados (criação, número e periodicidade das reuniões) 6.8 Regulamentos internos, normas acadêmicas, regimentos e estatutos 6.9 Organograma e dinâmica de funcionamento da IES 6.10 Tipo de gestão e orientação voltada a resultados ou processos 6.11 Existência de instâncias de apoio, participação e consulta 7. Infraestrutura física 7.1 Adequação da infra-estrutura da IES às funções de ensino, pesquisa e extensão Existência de políticas de conservação, atualização, segurança e estímulo à utilização 7.2 dos meios em função dos fins 7.3 Quantidade de laboratórios e adequação às necessidades institucionais 7.4 Funcionalidade dos laboratórios, bibliotecas, oficinas, espaços experimentais 7.5 Detalhar: 7.5.1 • Número de salas de aula e sua metragem 7.5.2 • Número de instalações administrativas 7.5.3 • Número de salas de doentes, de reunião 7.5.4 • Número e condições dos gabinetes de trabalho 7.5.5 • Número e condições das salas de conferência e auditórios 7.5.6 • Número e condições das instalações sanitárias 7.5.7 • Existência de áreas de convivência 7.5.8 • Acesso aos portadores de necessidades especiais • Número de equipamentos (informática, laboratórios) e condições de uso por 7.5.9 estudantes 7.5. 10 • Número de bibliotecas (centrais e setoriais) 7.5. • Número de livros, periódicos e títulos em geral, acesso a base de dados e 11 bibliotecas virtuais 7.5. 12 • Descrição do plano de segurança, proteção de riscos e proteção ambiental 7.5. 13 • Questionários de satisfação dos usuários sobre as instalações 8. Planejamento e avaliação 8.1 Adequação entre plano estratégico, PDI, PPI e projetos pedagógicos dos cursos Existência de procedimentos de avaliação e acompanhamento do planejamento 8.2 institucional 8.2.1 • Existência e funcionamento do planejamento institucional 8.2.2 • Experiências anteriores de avaliação institucional (instrumentos e relatórios) 8.2.3 • Construção conjunta e compreensão do processo de avaliação institucional • Efetiva utilização das avaliações institucionais para melhoria contínua (juízo crítico 8.2.4 e ações estratégicas) 8.3 Número de eventos e seminários para discussão dos processos de auto-avaliação 9. Políticas de atendimento a estudantes e egressos 9.1 9.2 9.3 9.4 9.5 9.6 Políticas de acesso, seleção e permanência de estudantes (relação com as políticas públicas e contexto social) Política de participação dos estudantes em atividades de ensino (estágios e tutoria) - IC, extensão, avaliação institucional, atividades de intercâmbio estudantil, etc Mecanismos e sistemática de estudos sobre: ingressantes, evasão, abandono, tempo de conclusão, formaturas, relacionamento entre professor e aluno Acompanhamento dos egressos Existência de mecanismos de nivelamento, compensação e orientação para os alunos com dificuldades acadêmicas e pessoais Existência e funcionamento de mecanismos que permitam verificar a efetivação dos planos de estudos 9.7 Aspectos positivos e negativos relativos às políticas de atendimento aos estudantes 9.8 Políticas de incentivo à participação de discentes em projetos com Docentes 9.9 Existência e mecanismos de incentivo á criação de Empresas-Júnior Existências de políticas e práticas de Iniciação científica e de formação inicial de futuros 9.10 professores Avaliação da inserção profissional dos egressos (avaliação institucional, grau de ocupação e sua relação com a formação recebida, avaliação dos empregadores sobre 9.11 os egressos para revisar planos e programas) 9.12 Oportunidade da participação dos egressos na vida da IES 10. Sustentabilidade financeira da IES 10.1 10.2 10.3 10.4 10.5 10.6 10.7 Sustentabilidade financeira da IES e políticas de captação e alocação de recursos Relação entre o PDI e o orçamento proposto Compatibilidade entre os cursos oferecidos e as verbas e recursos disponíveis Regularidade no pagamento aos docentes Cumprimento adequado das obrigações trabalhistas Política de adequação / atualização de espaço físico Relação entre docentes capacitados e em capacitação (especialização lato e stricto sensu) ROTEIRO PARA AS CATEGORIAS DE ANÁLISE(SUGESTÕES) Curso de __________________ I – Categoria 1 – Organização didático-pedagógica 1. Administração Acadêmica: Coordenação de Curso: .......................................................................................................................................................... .......................................................................................................................................................... Colegiado de Curso: .......................................................................................................................................................... .......................................................................................................................................................... 2. Projeto Pedagógico do Curso: a) Concepção: .......................................................................................................................................................... .......................................................................................................................................................... b) Currículo: .......................................................................................................................................................... .......................................................................................................................................................... c) Avaliação: .......................................................................................................................................................... .......................................................................................................................................................... Obs.: Para responder, consulte os resultados dos instrumentos denominados “PesquisaPerfil Docente pelo Aluno” e “Avaliação das Condições de Aprendizagem pelo Aluno”. De acordo com estes instrumentos, temos os seguintes “eixos de análise”: a) b) c) d) e) f) Planejamento Geral e Objetivos: Conteúdos: Procedimentos: Avaliação: Relações Humanas: Relações Administrativas O coordenador deverá indicar, no geral, as condições efetivas de aprendizagem indicadas pelos dois instrumentos que foram aplicados. 3. Atividades Acadêmicas articuladas à Formação: a) Prática Profissional: .......................................................................................................................................................... .......................................................................................................................................................... b) Estágio: .......................................................................................................................................................... .......................................................................................................................................................... c) TCC: .......................................................................................................................................................... .......................................................................................................................................................... d) Atividades Complementares: .......................................................................................................................................................... .......................................................................................................................................................... 4. ENADE: .......................................................................................................................................................... .......................................................................................................................................................... II. Categoria II – Corpo Docente, Corpo Discente e Corpo Técnico-Administrativo 1. Corpo Docente: a) Perfil Docente: .......................................................................................................................................................... .......................................................................................................................................................... b) Atuação nas atividades acadêmicas: .......................................................................................................................................................... .......................................................................................................................................................... Obs.: Consulte os resultados do instrumento intitulado a “Auto-avaliação docente”. 2. Corpo Discente: a) Atenção aos discentes: .......................................................................................................................................................... .......................................................................................................................................................... Obs.: Consulte os resultados do instrumento intitulado a “Auto-avaliação discente” 3. Corpo Técnico-Administrativo: a) Atuação no âmbito do curso: .......................................................................................................................................................... .......................................................................................................................................................... Obs.: Consulte os resultados do instrumento denominado “Avaliação das Condições de Trabalho pelos Funcionários”. III. Categoria III – Instalações Físicas 1. Biblioteca: a) Atualização do acervo: b) Nº de exemplares: c) Serviço de pesquisa bibliográfica: d) Horário de funcionamento: e) Instalações: Obs.: Consulte os resultados do instrumento denominado “Avaliação das Condições de Aprendizagem pelos Alunos” (questões nºs 4 a 8) e “Avaliação das Condições de Ensino pelos Docentes” (questão nº 3 a 8) . 2. Instalações especiais e laboratórios: a) Prestação de serviços à comunidade: Obs.: Consulte os resultados dos instrumentos denominados “Avaliação das Condições de Aprendizagem pelos Alunos” (questão nº 1) e “Avaliação das Condições de Ensino pelos Docentes” (questão nº 1) . Sugestão: ampliar, futuramente, as questões relacionadas a este item. RELAÇÃO DAS ATAS DAS REUNIÕES DA CPA/201416 ATA DA REUNIÃO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO – CPA REALIZADA NO DIA 28 DE MARÇO DE 2014 No dia 28 de setembro de dois mil e catorze, realizou-se a Reunião da CPA, na sala da Videoteca, na Biblioteca, 7º andar do Prédio Augusto Guzzo, contando com a presença dos seguintes membros: Profa. Maria de Fátima B. Abdalla (Coord. da CPA), Prof. Cícero Germano da Costa (Direito), Profa. Luci Ana Santos da Cunha (Pedagogia), Profa. Maria de Fátima Ramos de Andrade (Pedagogia), Prof. Norberto Antonio Gomes (Administração, Ciências Contábeis e TGC), Profa. Syomara Sylvia C. Assis Leite (Direito/Pedagogia), Carmem Rosana Moreira Sales (Bibliotecária), Palmira Kazume Umetsu (Bibliotecária), Ana Paula Batista (Direito), Glícia Lemos Martins (Ciências Contábeis), Jéssica dos Santos Nure (Direito), Marilene O. dos Anjos (Pedagogia), Vilma Moreira dos Santos (Administração) e Henrique Matulis (sociedade organizada). A pauta constou dos seguintes pontos: 1) apresentar o Plano, Distribuição de Tarefas e Cronograma/2014; 2) solicitar aos coordenadores de curso posicionamento sobre a agenda da aplicação dos instrumentos de avaliação para o primeiro semestre/2014; 3) apresentar o Relatório de Atividades a ser encaminhado ao MEC ainda neste mês de março; 4) Outros assuntos. A Profa. Fátima, então, colocou em questão os seguintes pontos relativos às Considerações Finais que deveriam constar do Relatório a ser encaminhado ao E-MEC/Inep, após a aprovação da CPA. Entre estes pontos, foram lidos e discutidos os que seguem: 1º apresentação e discussão do Plano de Atividades para 2014, conforme o que se propôs no ano de 2013, configurando, assim, uma disposição para continuar a desenvolver o processo de autoavaliação institucional; 2º entrega e leitura do resumo e das considerações finais, que constam do Relatório da CPA a ser encaminhado ainda neste mês, indicando, conforme no ano anterior, que: a) os professores receberam os resultados de suas avaliações, pessoalmente e de forma impressa e/ou por e-mail; b) foram feitas recomendações em relação aos problemas detectados, individualmente, com os professores e os representantes de sala; c) foram realizadas reuniões de colegiado de curso, para promover ações de melhoria em relação ao processo de ensino e de aprendizagem; e d) a CPA também pôde discutir estes resultados com seus membros; 3º em relação às ações junto aos discentes a partir dos resultados das avaliações realizadas, o Relatório Final e os Relatórios Parciais encaminhados pelos coordenadores de curso indicam, também, que: a) os coordenadores de curso solicitaram que os professores fizessem as devolutivas junto aos alunos e/ou aos representantes de classe, destacando as potencialidades e buscando superar as fragilidades apontadas; b) os coordenadores buscaram motivar os alunos e/ou suas turmas, na divulgação dos resultados e na discussão dos problemas relevantes que foram apontados, estimulando uma reflexão positiva, voltada para a melhoria do ensino e a integração nos respectivos cursos; 4º as informações, geradas pelos instrumentos de pesquisa, puderam fornecer subsídios para as diferentes coordenações de curso e para a direção da IES, contribuindo, também, para o aperfeiçoamento didático-pedagógico dos professores, em geral, e de seus respectivos alunos; 5º também, o processo de divulgação dos resultados no site da IES foi mais permanente, permitindo que a comunidade acadêmica tivesse acesso com mais facilidade; 6º a autoavaliação institucional forneceu subsídios ao colegiado dos cursos, e, em especial, ao Núcleo 16 As reuniões aconteceram em: 28/03; 28/04; 30/05; 27/06; 25/08; 26/09; 10/10; 28/11 e 05/12, conforme as atas apresentadas. Docente Estruturante, para que houvesse uma reflexão mais apurada no que diz respeito, principalmente, ao desenvolvimento dos Projetos Pedagógicos de Curso/PPC, tendo em vista o Projeto Pedagógico Institucional; e 7º a representatividade dos membros da CPA, seja por parte dos coordenadores de curso, professores, funcionários e da representação estudantil, foi, como nos anos anteriores, constante, o que possibilitou que o processo de autoavaliação se concretizasse, cada vez mais, como uma cultura avaliativa.Diante dessas considerações, que foram aprovadas nesta reunião, os membros da CPA fizeram as seguintes proposições para 2012, destacando que as mesmas deveriam constar do Relatório a ser encaminhado ainda em março/2012 ao Inep/MEC: 1ª manter o cronograma e aproveitar a experiência desenvolvida ao longo do processo pela CPA (aplicação, análise e interpretação de resultados); assim como incluir neste calendário datas para os eventos relacionados com o processo de avaliação institucional; 2ª incluir indicadores para as dimensões que ainda não foram contempladas nos ciclos avaliativos anteriores; 3ª agilizar o processo de divulgação dos resultados no site da IES; 4ª ampliar a representatividade, seja dos coordenadores de curso, professores, funcionários e da representação estudantil para que o processo de autoavaliação continue se firmando como cultura avaliativa, proporcionando, assim, a melhoria das condições de trabalho, de ensino e de formação profissional. Também, a CPA discutiu os seguintes princípios, que já estão norteando os trabalhos a serem desenvolvidos neste ano letivo: 1º é preciso que se fortaleça um compromisso, cada vez maior, por parte não só dos membros da CPA, mas de todos que integram as FICS, sejam alunos, professores, coordenadores e funcionários, no sentido de que se conheça, mais e melhor, a realidade e o contexto formativo desta instituição, de modo a desenvolver um processo de autoavaliação institucional, que ressignifique o Projeto Pedagógico Institucional/PPI e seus diferentes Projetos Pedagógicos de Curso/PPCs; 2º considerar que este processo de autoavaliação é um instrumento pedagógico e político, desde que seja desvinculado do caráter punitivo, discriminatório e burocrático; e que os dados obtidos sejam não somente analisados, mas que por meio deles se faça uma reflexão mais profunda do processo educativo que está sendo vivenciado por coordenadores, professores e alunos de forma a aperfeiçoá-lo; 3º reforçar a perspectiva formativa que está por trás deste processo de autovaliação institucional, e que os sujeitos envolvidos possam, cada vez mais, situar suas ações, apontando para redirecionamentos que possibilitem desencadear mudanças qualitativas no desenvolvimento do PPI. A CPA definiu, ainda em reunião que, para as próximas etapas será necessário incorporar os avanços do Relatório/2013, de modo a que outros participantes sejam beneficiados com o conhecimento adquirido durante todos estes anos em que se desenvolve o processo de autoavaliação. Também, a CPA considerou relevante destacar que espera que a participação dos coordenadores, dos docentes, dos discentes e dos funcionários tenha oportunidade de ser ampliada, de modo a alcançar as finalidades educacionais que a Instituição tanto deseja. E que os resultados do Relatório Final possam ser divulgados, tão logo for possível, de forma resumida, no site da instituição. Ao finalizar, mencionou que a próxima reunião da CPA seria no dia 28 de abril, das 17h30 às 19h, na sala da Vídeoteca, e a pauta versaria sobre os tópicos que não puderam ser tratados nesta reunião, aguardando novas sugestões. Agradeceu, assim, a todos os presentes pela colaboração e apoio durante o ano de 2013, e mencionou que a CPA precisará, neste ano de 2014, contar com todos para que este processo de autoavaliação continue e contribua para melhorar as condições de trabalho, de ensino e de aprendizagem na Instituição. Esta ata por elaborada por Maria de Fátima B. Abdalla em colaboração com todos os participantes, cujas assinaturas estão logo abaixo registradas. Maria de Fátima B. Abdalla, Ana Paula Batista, Carmem Rosana Moreira Sales, Cícero Germano da Costa, Henrique Matulis, Jéssica dos Santos Nure, Maria de Fátima Ramos de Andrade, Marilene O. dos Anjos, Norberto Antonio Gomes, Palmira Kazume Umetsu, Syomara Sylvia C. Assis Leite e Vilma Moreira dos Santos. ATA DA REUNIÃO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO – CPA REALIZADA NO DIA 28 DE ABRIL DE 2014 No dia 28 de abril de dois mil e catorze, a Reunião da CPA foi realizada em dois momentos e espaços diferenciados. Em um primeiro, das 17h30 às 18h30, na sala da Videoteca, na Biblioteca, e, em um segundo momento, das18h30 às 19h30, no anfiteatro do Prédio da Educação, para participar da reunião junto aos avaliadores do Inep, que estavam presentes nas FICS para avaliar o curso de Sistemas de Informação. Na primeira parte da reunião, estavam presentes os seguintes membros: Profa. Maria de Fátima B. Abdalla (Coord. da CPA), Prof. Cícero Germano da Costa (Direito), Profa. Luci Ana Santos da Cunha (Pedagogia), Prof. Norberto Antonio Gomes (Administração, Ciências Contábeis e TGC), Profa. Syomara Sylvia C. Assis Leite (Direito/Pedagogia), Carmem Rosana Moreira Sales (Bibliotecária), Palmira Kazume Umetsu (Bibliotecária), Ana Paula Batista (Direito), Jéssica dos Santos Nure (Direito) e Marilene O. dos Anjos (Pedagogia). E, no segundo momento, junto aos avaliadores, estiveram presentes, também, a Profa. Ana Maria Belavenuto e Freitas (coordenadora dos Cursos Tecnológicos e dos Núcleos Docentes Estruturantes) e o Prof. João Alexandre Magri (coord. do Curso de Sistemas de Informação). A pauta constou dos seguintes pontos: 1) sintetizar os pontos frágeis e os fortes dos diferentes cursos; 2) destacar algumas das estratégias destacadas pelos diferentes Relatórios encaminhados e que constam do Relatório Final; 3) enfatizar as proposições para o ano de 2014; 4) confirmar a agenda da aplicação dos instrumentos de avaliação para 2014; 5) explicitar para os membros, especialmente, aos alunos, a importância da vinda dos avaliadores do Inep, esclarecendo que os mesmos estavam presentes na Instituição para avaliar o curso de Sistemas de Informação; e 6) participar da reunião junto aos avaliadores do Inep. Em relação aos três primeiros pontos de pauta, foi encaminhado um Quadro, contendo as fragilidades, potencialidades, estratégias e proposições. A Profa. Fátima destacou algumas das fragilidades, indicando a necessidade de superá-las, assim como enfatizou o papel da CPA no sentido de acompanhar as ações a serem desenvolvidas pelos coordenadores e professores dos diferentes cursos. Dentre as fragilidades: 1ª a necessidade de haver não só a reformulação dos Projetos Pedagógicos dos diferentes Cursos/PPCs, como já foi realizada, mas acompanhar, na medida do possível, as alterações para adaptá-los aos atuais perfis dos ingressantes e dos egressos. Tal acompanhamento deve-se dar quando o coordenador de curso puder apresentar, na reunião da CPA, uma síntese de como desenvolveu os trabalhos junto ao NDE; 2ª por se tratar de alunos trabalhadores e de cursos noturnos, há fragilidades no nível do processo de ensino e aprendizagem, e há necessidade de se indicar estratégias para que se superem estas fragilidades. E, diante desta questão, os professores e o coordenador presentes revelaram que, ao nível do NDE dos respectivos cursos, foram propostos cursos de nivelamento; 3ª necessidade de fortalecer os Núcleos Docentes Estruturantes, tendo em vista que em alguns cursos estes NDEs funcionam, e em outros ainda é preciso motivá-los e acompanhá-los mais de perto; 4ª solicitação dos estudantes a fim de que haja mais espaços institucionais para visitas técnicas, mesas redondas, integrando diferentes temas e atualizando-os, com base nas temáticas que envolvem a contemporaneidade; 5ª necessidade de que se desenvolva um programa de capacitação dos professores, tal como foi pensado há alguns anos atrás e, propondo que a Pedagogia assumisse essa formação continuada; 6ª fortalecimento dos programas de iniciação científica e monitoria, com concessão de bolsas, para tentar atrair alunos para essas atividades – embora que esta não seja a missão da IES. Entretanto, as estudantes de Direito, presentes nesta reunião, consideram que as bolsas são muito importantes para o crescimento profissional dos alunos, em geral, e contaram a experiência que tiveram com bolsa da FAPESP sob orientação dos professores de Direito; 7ª constatação pelos estudantes presentes de que, embora sejam realizadas reuniões com os representantes de classes, muitas vezes eles não são tão atuantes e/ou não mobilizam seus colegas como deveriam fazer. Em contraposição às fragilidades, também foram retomadas as potencialidades: 1ª as estudantes e os professores e coordenadores presentes revelaram a importância das reuniões dos Núcleos Docentes Estruturantes/NDE de cada curso, assim como da CPA, para colocar em discussão os diferentes Projetos Pedagógicos de Curso/PPCs, assim como o cotidiano da instituição;; 2ª também consideram necessários os programas de nivelamentos por meio de atividades complementares; 3ª o Núcleo Docente Estruturante tem sido, para alguns cursos, o espaço potencial para envolver professores/estudantes nos diferentes projetos que estão sendo desenvolvidos; 4ª as visitas técnicas realizadas por alguns cursos das FICS, as palestras realizadas, as atividades complementares, o Trabalho de Curso (TC), o encontro de iniciação e a produção científica/FICS também foram consideradas como potencialidades indicadas pelos diferentes cursos; 5ª os estudantes e professores consideram que os programas de capacitação e/ou formação de professores são essenciais para a melhoria da qualidade do ensino nos diferentes cursos das FICS (mas é preciso coloca-los em prática); 6ª as reuniões com representantes de classe também melhoraram a percepção dos alunos e os processos desenvolvidos pela instituição e pelos diferentes cursos. Em relação às estratégias, destacam-se as que seguem: 1ª alteração de matrizes curriculares para os ingressantes, readequando a carga horária do eixo de formação fundamental e profissional pela alteração do regime escolar de anual para semestral, inserindo disciplinas mais adequadas, trazendo, também, maiores subsídios ao Enade; 2ª alguns cursos se preocupam em apresentar programas de nivelamento, seja para suprir a carência em Língua Portuguesa e ou nos conhecimentos específicos de cada área. Mas ainda há necessidade de se reforçar espaços e tempos, para um melhor desenvolvimento destes programas, a fim de que não se trate apenas de ações pontuais; 3ª os membros da CPA concordam, também, que se deve motivar os alunos em relação à iniciação científica, embora também considerem que esta não é a missão das FICS. Mas as experiências desenvolvidas, em especial, no curso de Direito, estão sendo muito positivas para a Instituição como um todo e para os alunos, em especial; 7ª abrir espaços e tempos para as reuniões com estudantes e representantes para que suas reivindicações sejam atendidas. Dentre as proposições, foram mencionadas as que seguem: 1ª foi proposto que este processo de reformulação dos PPCs pudesse ser acompanhado, mais diretamente, pelo Núcleo de Apoio Pedagógico/NAP, composto pelos diferentes Núcleos Docentes Estruturantes de cada curso. (o que de fato já vem ocorrendo desde 2012), mas que estas experiências fossem também divulgadas junto à CPA; 2ª foram propostos cursos para acompanhar as carências apresentadas pelos estudantes, seja no início da formação ou no decurso da mesma; 3ª acompanhar, mais de perto, as propostas de atuação que estão sendo (ou serão) desenvolvidas pelos diferentes cursos; 4ª as FICS devem continuar com a realização de visitas técnicas, mesas redondas e projetos de desenvolvimento para que se tenham outros espaços de debates; 5ª que as experiências desenvolvidas no âmbito dos diferentes cursos sejam divulgadas no site e suas produções científicas sejam publicadas pela Revista Augusto Guzzo; 6ª a monitoria precisaria ser reforçada e com concessão de bolsas; 7ª divulgar mais as atividades desenvolvidas pela CPA, de modo a dar transparência à avaliação institucional que se está desenvolvendo. E, neste sentido, os membros da CPA indicaram como objetivos/2014: a) fortalecer o compromisso de todos – coordenadores, professores, estudantes e funcionários – com o processo interno de desenvolvimento das FICS; b) considerar a importância de se empreender um processo educativo que favoreça o desenvolvimento de seres humanos, dotados de capacidade crítica, de autonomia intelectual e comprometidos com a resolução dos problemas sociais; c) ampliar a inserção social das FICS mediante uma articulação, cada vez mais intensa, com o contexto local; d) incrementar a qualificação do corpo docente e técnico; e) desenvolver as atividades de extensão, que precisariam ser oferecidas a todos os cursos; f) estabelecer momentos e espaços de integração entre os diferentes cursos por meio de seminários, ciclos de debates, palestras, mesas redondas a respeito de temas da atualidade e que se estabeleçam relações com os cursos desenvolvidos; g) fomentar e/ou fortalecer as parcerias já existentes com empresas, instituições públicas e privadas e a comunidade, visando a assegurar o cumprimento de sua missão institucional; h) induzir e apoiar projetos que possibilitem a ampliação das fronteiras e a diversidade do conhecimento; i) promover ações que conduzam à renovação da instituição mediante constante intercâmbio com a comunidade. Consolidar, assim, o processo de avaliação que já há alguns anos vem sendo implementado, a fim de fortalecer uma cultura avaliativa, que tem por objetivo o aperfeiçoamento da qualidade do ensino e do desempenho acadêmico dos estudantes e professores das FICS. Tais proposições/objetivos foram frutos de discussões coletivas e que foram compartilhadas no âmbito da CPA, durante as reuniões mensais e conforme a demanda institucional por parte dos coordenadores, professores, alunos e/ou funcionários. Com base nestes objetivos, a CPA indicou, para este ciclo avaliativo (2013-2015), os seguintes procedimentos: 1º sistematizar e integrar os dados das avaliações, buscando desenvolver as temáticas geradoras dos diferentes encontros, tendo em vista as necessidades de formação diagnosticadas, em especial, pelos coordenadores de curso a partir das avaliações parciais realizadas e dos Relatórios Parciais que foram elaborados pelo Núcleo Docente Estruturante/NDE de cada um dos cursos, assim como pela documentação enviada à CPA pelos coordenadores de cursos; 2º elaborar indicadores institucionais, de modo a permitir subsidiar as ações de gestão e acompanhamento dos Projetos Pedagógicos dos Cursos/PPC, articulando-os com o Projeto Pedagógico da Instituição/PPI; 3º indicar mudanças institucionais a partir do acompanhamento das ações e das discussões no âmbito da CPA, voltadas para imprimir um caráter formativo ao processo avaliativo que se está desenvolvendo; 4º divulgar os dados da autoavaliação para toda a comunidade acadêmica, de modo que todos tenham acesso às ações realizadas com a finalidade de que possam participar, ainda que indiretamente, deste processo de autoavaliação, possibilitando, assim, dar uma devolutiva, também, à comunidade em geral; 5º preparar reuniões junto aos alunos e professores para discussão do Enade (solicitação já feita pelo curso de Pedagogia, e que poderá ser estendida para os demais cursos). No final do encontro/CPA, os membros se deslocaram para a reunião com os avaliadores do Inep, conforme solicitação, e participaram da mesma, respondendo às diferentes questões, que envolveram o papel da CPA no processo de autoavaliação institucional.Maria de Fátima B. Abdalla, Ana Maria Belavenuto e Freitas, Ana Paula Batista, Carmem Rosana Moreira Sales, Cícero Germano da Costa, Jéssica dos Santos Nure, João Alexandre Magri, Luci Ana Santos da Cunha, Marilene O. dos Anjos, Palmira Kazume Umetsu, Norberto Antonio Gomes e Syomara Sylvia C. Assis Leite. ATA DA REUNIÃO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO – CPA REALIZADA NO DIA 30 DE MAIO DE 2014 No dia 30 de maio de dois mil e catorze, a Reunião da CPA foi realizada das 18h às 19h30, na sala da Videoteca, na Biblioteca, e estavam presentes os seguintes membros: Profa. Maria de Fátima B. Abdalla (Coord. da CPA), Profa. Ana Maria Belavenuto (Cursos Tecnológicos), Prof. Djair Pereira (Administração e Marketing), Profa. Maria de Fátima R. de Andrade (Pedagogia), Prof. Milton T. Piscinato (Administração/Ciências Contábeis), Prof. Norberto Antonio Gomes (Administração, Ciências Contábeis), Profa. Syomara Sylvia C. Assis Leite (Direito/Pedagogia), Carmem Rosana Moreira Sales (Bibliotecária), Palmira Kazume Umetsu (Bibliotecária), Ana Paula Batista (Direito), Jéssica dos Santos Nure (Direito), João Batista Silva (Administração), Gisele T. Trajano dos Santos (Ciências Contábeis), Marilene O. dos Anjos (Pedagogia), Nanci Passarelli (Curso Tecnológico/Marketing) e Rosana Vendramini Moura (Curso Tecnológico). A pauta constou dos seguintes pontos: 1) apreciação geral da reunião da CPA com os avaliadores do Inep/MEC (Curso de Sistemas da Informação); 2) apresentação do Relatório referente aos Cursos Tecnológicos; 3) apresentação do Relatório do Curso de Ciências Contábeis; 4) outros assuntos. Após a leitura dos pontos de pauta, a Profa. Fátima resolveu tratar, em princípio, dos dois primeiros, e abrir para outros assuntos, uma vez que havia, na reunião, alguns membros novos e que desejavam tratar de temas específicos, em especial, da avaliação do Enade e da vinda de novos avaliadores do Inep/MEC, para avaliação de outros cursos das FICS. A Profa. Fátima pediu, então, para deixar a apresentação do Relatório do Curso de Ciências Contábeis para uma próxima reunião, uma vez que o coordenador não estava presente, e obteve concordância dos membros da CPA com o que foi sugerido. Para iniciar, a Profa. Fátima solicitou, então, que todos os membros se apresentassem, pois havia coordenadores de curso, professores e alunos, que não participaram de outras reuniões. Após a apresentação, a Coordenadora da CPA pediu a Profa. Ana Maria Belavenuto que comentasse sobre o Relatório referente aos Cursos Tecnológicos, encaminhado a CPA no início deste ano; e, também, solicitou que a professora se posicionasse a respeito dos Núcleos Docentes Estruturantes/NDE, sob sua coordenação. Antes do início de sua fala, a Profa. Fátima encaminhou cópia, a todos os presentes, do Relatório Parcial referente aos Cursos Tecnológicos/2013. Para facilitar o registro desta ata, seguiremos os tópicos do Relatório e os comentários feitos pela respectiva coordenação: a) Concepção do Curso – a preocupação em se fazer a revisão permanente da matriz curricular de modo a adaptá-la às mudanças que ocorrem no mundo do trabalho. A Profa. Ana Maria, coordenadora deste curso, comentou que algumas disciplinas passaram por revisões que ocorreram em 2009 e 2011, e que, em 2012, fez-se uma remodelação na matriz curricular e sua implantação ocorreu no ano seguinte para os ingressantes de 2013. E que, ao buscar integrar os saberes disciplinares com a prática do mundo do trabalho, os cursos tecnológicos estão voltados para o desenvolvimento das competências (o saber fazer) e habilidades (como melhor fazer) necessárias nas respectivas áreas formativas. Dessa forma, a construção do conhecimento, segundo o Relatório encaminhado, “não pode estar desconectada dos contextos sociais, culturais e econômicos de um mundo incerto”. E de acordo com essa configuração, “a formação deve resultar num agente reflexivo e de raciocínio crítico, concomitante ao domínio dos instrumentos técnicos para o exercício da atividade profissional”; b) Matriz Curricular - a Profa. Ana Maria falou brevemente sobre a matriz curricular, indicando, como está no Relatório, que a mesma contempla disciplinas estrategicamente dispostas, de modo a oferecer adequado encadeamento na formação técnico-profissional. Segundo o documento, os Cursos Tecnológicos são oferecidos em períodos semestrais, modulares, perfazendo 4 (quatro) módulos. Os currículos dos cursos privilegiam a interdisciplinaridade e contemplam as Diretrizes Curriculares para os Cursos Tecnológicos (PARECER CNE/CES 436/2001). A Profa. Ana Maria destacou, também, que, no primeiro e segundo módulos, são ministradas disciplinas que propiciam Formação Geral e o desenvolvimento de competência nas respectivas áreas de equivalência ao requisito acadêmico da modalidade de ensino. A matriz curricular implantada em 2013, na área de formação geral, contempla as seguintes disciplinas: Comunicação Empresarial; Fundamentos da Administração; Matemática Aplicada aos Negócios; Empreendedorismo; Sustentabilidade; Responsabilidade Social e Princípios Éticos. E, no segundo semestre: Economia e Mercado; Estudos Sociológicos e Antropológicos, destacando que as disciplinas continuam comuns a todos os cursos e, no conjunto, a carga horária de formação específica é proporcionalmente maior. A Profa. Ana Maria falou, também, de forma breve, sobre o projeto integrador (disciplina que compõe a matriz curricular nos quatros módulos de todos os Cursos Superiores de Tecnologia e desenvolvidos em grupo); c) Avaliação do Ensino-Aprendizagem: segundo o Relatório encaminhado, se faz de forma contínua, e, principalmente, por meio do envolvimento e participação do aluno em sala de aula, sendo constituída ao longo do semestre de: trabalhos individuais de análise de exercícios de aplicação sobre o conteúdo programático; trabalhos em equipe, referentes aos problemas atuais e sua relação com o componente teórico apresentado; avaliação institucional, composta por duas avaliações trimestrais, na forma escrita, de acordo com o calendário escolar; avaliação multidisciplinar; observações sobre o desempenho individual em classe, realçando: interesse, participação, atenção, assiduidade, pontualidade, disciplina, comprometimento etc. d) Prática Profissional - é realizada por meio de aulas práticas de aplicabilidade da metodologia dessa ciência em relação aos conceitos vivenciados em sala de aula. Embora não seja, oficialmente, denominado de Escritório-Modelo, a maioria dos exercícios práticos aplicados representa a realidade do mercado de trabalho na área de gestão, conforme o Relatório encaminhado. As aulas são expositivas, bem como se utiliza de recursos tecnológicos, como filmes, transparências e data show. Ainda, segundo o Relatório, os alunos vão percebendo, ao longo do curso, a importância e a necessidade do domínio dessa tecnologia. Também, foi ressaltada a importância que tem, para os alunos, as palestras e oficinas técnicas abertas a toda comunidade, como as oficinas de: “Educação Financeira para jovens universitários”; “Sistema financeiro nacional – estrutura, produtos e oportunidades de negócio”; “Utilização da HP12C”; “Excel – utilização e prática”; e as palestras “Logística reversa”; “Lixo eletrônico”; “Microsoft e segurança digital”; e) Trabalho de Conclusão de Curso - o documento também revela que os alunos do último módulo preparam, a partir de pesquisas e em equipes, o Trabalho de Conclusão de Módulo, sob a orientação do professor responsável pela disciplina Prática de Projetos; f) Projeto Integrador - é importante salientar, também, a disciplina Projeto Integrador, que tem como objetivo inserir o aluno na prática de elaboração de projeto (módulo I), desenvolvimento do tema (módulo II); g) Perfil Docente segundo a Profa. Ana, o corpo docente dos Cursos Tecnológicos é composto por 31 professores, em sua maioria, mestres e com experiência no mercado de trabalho; h) Atenção aos Discentes - segundo a professora, é importante destacar que, anualmente, os alunos são estimulados a responder, por meio de questionário pré-formatado, a uma série de questões, cujos resultados são apresentados a seguir: 1) o corpo discente considera boa a integração com os demais colegas; 2) as horas dedicadas aos estudos, por semana, fora da sala de aula, são de 6 a 8 horas semanais; 3) a frequência às aulas está dentro do parâmetro exigido (75%); 4) existe relativa pontualidade às aulas, pois grande número declara chegar até 15 minutos, após o início das aulas; 5) o nível de participação dos alunos nas aulas foi considerado como bom por aproximadamente 50% dos alunos; 6) quanto ao grau de dificuldade para acompanhamento do curso, aproximadamente 50% dos alunos têm média dificuldade; 7) com relação às habilidades que melhor desempenham durante o curso, destacam-se: a comunicação oral; a comunicação escrita; a análise crítica e o raciocínio lógico; 8) quanto ao estabelecimento de relações entre os conteúdos abordados nas diferentes disciplinas com fatos ocorridos ou experiências vividas, os alunos apresentam relacionamento satisfatório; 9) em relação a sanar dúvidas e/ou superar as dificuldades com o professor durante as aulas, os alunos responderam que suas dúvidas são sanadas durante as aulas; 10) quanto a tomar providências, para ficar a par dos conteúdos ministrados pelos professores, quando faltam às aulas, os alunos responderam que tomam providências, acessando ao site da faculdade, porque grande parte dos conteúdos ficam ali disponíveis; 11) em relação aos recursos utilizados com maior frequência, durante o curso, os alunos responderam que utilizam os recursos disponíveis; 12) quanto à frequência de visitas à biblioteca da FICS e realização de pesquisas bibliográficas, os alunos responderam que: acessam à Internet; acessam ao site das FICS; assim como o acervo da Biblioteca; 13) em relação ao aproveitamento ao nível individual, os mesmos afirmam que aproveitam os recursos como um todo; 14) mais de 50% dos alunos possuem computador em casa e possuem conhecimentos de informática; 15) com relação ao conhecimento em alguma língua estrangeira, apenas uma pequena parcela dos alunos revela ter acesso a estudos de língua estrangeira; 16) quanto aos meios utilizados para se manterem atualizados sobre os acontecimentos do mundo, boa parte dos alunos utiliza-se da Internet; 17) com relação à carga horária aproximada de atividades remuneradas, a maioria trabalha 40 horas ou mais por semana; e 18) quanto ao que pretendem fazer após a conclusão do curso, metade informou querer continuar na área em que trabalham e outra parcela revela o desejo de se submeter a concurso público. A Profa. Ana Maria também ressalta, em seu Relatório, que tanto os alunos quanto os professores apresentam satisfação quanto ao desempenho e ao atendimento dos funcionários. E os alunos dos diferentes Cursos Tecnológicos utilizam os Laboratórios de Informática compartilhados com os alunos dos demais cursos. Julgam que o horário de funcionamento do Laboratório é adequado e consideram ser necessária a atualização de hardware e software, anualmente, como prioridades dos laboratórios. Por fim, a Profa. Ana Maria ressalta que os resultados da pesquisa enfatizam que: 1) os alunos são comprometidos com o aprendizado proporcionado pela Instituição; 2) há necessidade de constante aprimoramento dos Planos de Ensino referente aos Cursos Tecnológicos, de forma a tornar as disciplinas com conteúdo que reflita as mudanças que ocorrem no mundo e nas relações sociais; 3) é preciso que haja flexibilidade e interdisciplinaridade na abordagem de temas que são sensíveis à sociedade contemporânea; 4) os Núcleos Docentes Estruturantes/NDEs de cada curso Superior de Tecnologia em andamento na IES foram convidados a participar e discutir a estrutura do Plano de Ensino de cada disciplina, bem como sobre o conteúdo do Plano de Ensino do Projeto Integrador. Após o término da fala da Profa. Ana, solicitamos que os estudantes dos Cursos Tecnológicos, assim como os professores presentes, se manifestassem, para que pudéssemos compreender quais as fragilidades e potencialidades que eles poderiam estar destacando. Em primeiro lugar, solicitaram que as reuniões da CPA fossem melhor divulgadas, pois muitos dos alunos e professores desconhecem o trabalho que os membros estão realizando. Foi reforçado que as reuniões são agendadas e que todos os coordenadores recebem as atas e as pautas, assim como a solicitação para que divulguem o conteúdo e que também convidem professores e alunos de seus cursos. Os Profs. Djair e Norberto também falaram sobre o problema de comunicação da IES, e a Profa. Maria de Fátima Andrade, da Pedagogia, ressaltou que a CPA tem feito um esforço grande para divulgar as reuniões. A professora enfatizou, também, que considera importante e necessário a divulgação da CPA por parte de todos: coordenadores de curso, professores e, principalmente, os alunos junto aos representantes de curso. A Profa. Fátima mencionou que todas as informações sobre a CPA estão no site, inclusive com o conteúdo completo dos últimos Relatórios. A Profa. Ana Maria destacou a limitação de tempo e de espaço que a coordenação e os professores têm para apoiar os trabalhos desenvolvidos, seja pela CPA, pelos NDEs, entre outras atividades. Palmira, uma das bibliotecárias, enfatizou que por várias vezes foram feitos cartazes e pendurados em murais das FICS sobre a Reunião da CPA, e que talvez fosse uma boa ideia voltar a fazer este tipo de divulgação. A Profa. Fátima concordou, mas encarregou os estudantes/professores/coordenadores presentes de fazer uma maior divulgação junto à comunidade acadêmica. Também, falou sobre a possibilidade de fazer uma mesa redonda a respeito da avaliação institucional, incluindo questões sobre a CPA – a autoavaliação – e o Enade. Explicou que a Profa. Luci Ana, coordenadora da Pedagogia, havia solicitado uma palestra sobre o Enade, porque seus alunos estariam fazendo esta avaliação no segundo semestre. Também, as alunas dos Cursos Tecnológicos ressaltaram que precisariam destas informações, porque também elas iriam fazer o Enade. A Profa. Fátima sugeriu, então, que esta mesa redonda pudesse acontecer na primeira ou na segunda semana de agosto, e que os coordenadores que desejassem participar teriam que combinar entre si e avisarem a coordenação da CPA. Também, pediu para pautar sobre esse assunto na próxima reunião do dia 27 de junho/2014. A seguir, a Profa. Fátima solicitou que os professores e as estudantes que estavam presentes à reunião da CPA com os avaliadores do Inep/MEC, que avaliaram o curso de Sistemas de Informação, pudessem falar cum pouco sobre suas impressões a respeito. A Profa. Fátima também elogiou a presença das alunas neste momento e a clareza com que elas destacaram o papel da CPA na autovaliação da IES. A aluna da Pedagogia enfatizou que vem aprendendo com a dinâmica dos encontros, porque tem a oportunidade de falar sobre as fragilidades e potencialidades do curso e que muitos dos desafios colocados foram tratados e se tentou resolvê-los ou, pelo menos, encaminhar para os responsáveis os problemas apontados, tanto no nível das condições de infraestrutura, do corpo docente e/ou do projeto pedagógico desenvolvido pelo curso, até alguns problemas pontuais. Também, as alunas do Direito explicitaram que puderam falar, nas reuniões da CPA, sobre as fragilidades/potencialidades do curso, e que também foram ouvidas e, na medida do possível, atendidas. E que por estarem presentes às reuniões, ficou muito fácil passar tudo isso para os avaliadores do Inep, que chegaram até a dizer, na ocasião, que estavam se sentindo em um curso de Direito. O Prof. Norberto comentou que se a CPA mostrou que é bastante atuante, e, por isso, se saiu bem, o mesmo não ocorreu com o próprio curso que estava sendo avaliado, tendo em vista que, infelizmente, só havia o coordenador, e não estavam presentes seus professores e/ou alunos. A Profa. Ana Maria retomou algumas questões sobre a avaliação do Inep, reforçando que neste ano: a) irá participar das reuniões da CPA, junto com alguns professores e estudantes; b) está também preocupada com a realização do Enade; c) está tentando rever os Planos de Ensino e reestruturar a matriz curricular e, de certa forma, atender ao que havia proposto em seu Relatório enviado ao Inep; d) também, está fazendo um diagnóstico das necessidades do curso, e que está tendo reuniões com os professores, em especial, com o NDE dos diferentes Cursos Tecnológicos. para rever os desafios/dificuldades e tentar estipular metas e ações para superá-los. Ou seja, a Profa. Ana Maria falou em fazer um “ajuste dialogado”, que dê conta de sanar os diferentes problemas diagnosticados pelos estudantes e professores; e) pretende, também, fortalecer a representação discente dos cursos de Gestão Comercial, Gestão Financeira, Logística e Gestão de Recursos Humanos, indicando que o curso de Marketing está se encerrando por falta de ingressantes. Por fim, houve uma discussão sobre o significado de se preparar para a Prova de Enade, porque se colocou que o ideal seria fazer um curso que atendesse ao mundo do trabalho e não às exigências colocadas pelo MEC. Mas, por outro lado, os estudantes e alguns professores consideram que é importante saber como os mesmos serão avaliados, pois se trata de uma prova diferenciada e não seria justo que não houvesse minimamente um esclarecimento sobre este tipo de avaliação. O que reforça a importância de se discutir, logo no início do próximo semestre letivo, as questões em torno da avaliação institucional, do Enade e do papel da CPA neste contexto de avaliação do SINAES. Tendo em vista o tempo extrapolado da reunião, a Profa. Fátima sugeriu que, na reunião do dia 27 de junho, pudesse ter a seguinte pauta: 1) a apresentação do Relatório referente ao Curso de Ciências Contábeis, pois não deu tempo de discutir o documento encaminhado pela coordenação de curso; 2) a organização da mesa redonda com os coordenadores de curso e/ou professores interessados, para dar conta das questões introduzidas pelos estudantes presentes nesta reunião; 3) apresentação do Relatório do Curso de Pedagogia; 4) outros assuntos. Por fim, a Profa. Fátima agradeceu a presença de todos, elaborando esta ata em colaboração com os participantes, cujas assinaturas estão registradas a seguir. Maria de Fátima B. Abdalla, Ana Maria Belavenuto e Freitas, Ana Paula Batista, Carmem Rosana Moreira Sales, Djair Pereira, Gisele T. Trajano dos Santos, Jéssica dos Santos Nure, João Batista Silva,Maria de Fátima R. de Andrade, Marilene O. dos Anjos, Milton T. Piscinato, Nanci Passarelli, Palmira Kazume Umetsu, Norberto Antonio Gomes, Rosana Vendramini Moura e Syomara Sylvia C. Assis Leite. ATA DA REUNIÃO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO – CPA REALIZADA NO DIA 27 DE JUNHO DE 2014 No dia 27 de junho de dois mil e catorze, a Reunião da CPA foi realizada das 18h às 19h30, na sala da Videoteca, na Biblioteca, e estavam presentes os seguintes membros: Profa. Maria de Fátima B. Abdalla (Coord. da CPA), Profa. Ana Maria Belavenuto (Coord. Cursos Tecnológicos), Prof. Djair Pereira (Administração e Marketing), Profa. Luci Ana Santos da Cunha (Coord. da Pedagogia), Profa. Maria de Fátima R. de Andrade (Pedagogia), Prof. Milton T. Piscinato (Coord. Administração/Ciências Contábeis), Prof. Norberto Antonio Gomes (Administração, Ciências Contábeis), Profa. Syomara Sylvia C. Assis Leite (Direito/Pedagogia), Carmem Rosana Moreira Sales (Bibliotecária), Palmira Kazume Umetsu (Bibliotecária), Camila Feliciano Vieira (Ciências Contábeis), Jéssica dos Santos Nure (Direito), João Batista Silva (Administração), Marilene Oliveira dos Anjos (Pedagogia), Nanci Passarelli (Curso Tecnológico/Marketing) e Rosana Vendramini Moura (Curso Tecnológico). A pauta constou dos seguintes pontos: 1) apresentação do Relatório referente ao Curso de Ciências Contábeis; 2) apresentação do Relatório referente ao Curso de Pedagogia; 3) organização da mesa redonda com os coordenadores de curso e/ou professores interessados, para dar conta das questões introduzidas pelos estudantes (Enade, CPA e avaliação institucional, entre outras questões); 4) outros assuntos. Após a leitura dos pontos de pauta, a Profa. Fátima encaminhou cópias dos documentos que fizera parte do Relatório Final, enviado ao E-Mec, e que seriam objeto de apreciação na reunião. Explicitou-se, então, que: 1) o Projeto Pedagógico de Curso de Ciências Contábeis foi revisado em 2013, e que o curso busca a formação de profissionais socialmente responsáveis e competentes, sendo que o documento explicita que os alunos formados nas Faculdades Integradas “Campos Salles”, quando submetidos aos exames oficiais de capacitação, costumam obter altos conceitos, o que comprova o alto grau de aproveitamento dos conteúdos programáticos ministrados no curso. Foi enfatizado, então, que se trata de um curso com ênfase no ser humano, inserido numa visão ética da profissão, cuja imagem está associada ao ensino de qualidade, compromisso ético, sério e sólido. Valores que, segundo o documento, sempre estiveram presentes nos cursos oferecidos pela Instituição. Também, foram indicados os seguintes pontos: a) a matriz curricular do curso contempla disciplinas estrategicamente dispostas, de modo a oferecer adequado encadeamento para formação técnico-profissional, agregadas com outras que dão suporte para eficiente consolidação da moral, da ética e dos conhecimentos gerais complementares indispensáveis para consolidar a carreira profissional na área contábil. Também foi explicitado que as disciplinas foram alteradas a partir de 2012 para se adequarem à legislação e às normas contábeis, enfatizando a interdisciplinaridade de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais do respectivo curso; b) em relação à prática profissional, foi enfatizado que o curso de Ciências Contábeis em geral é pródigo em aulas práticas de aplicabilidade da metodologia dessa ciência em relação aos conceitos vivenciados em sala de aula. Embora não seja, oficialmente, denominado de Escritório-Modelo, a maioria dos exercícios práticos aplicados e as aulas de Laboratório Contábil representam a realidade do mercado de trabalho na área de Contabilidade; c) quanto às atividades complementares, o curso de Ciências Contábeis contempla a realização de 160 horas de atividades complementares, distribuídas ao longo dos quatro primeiros semestres, as quais compõem a grade curricular. Neste sentido, o documento aponta que foram oferecidos os cursos de Comunicação, Reciclagem de Matemática básica, visita ao complexo portuário de Santos; visita ao Palácio da Bolsa do Café, em Santos; visita ao complexo do Monte Serrat, também em Santos; visitação à sede do Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo e a participação no Programa Voluntariado de Elaboração do Imposto de Renda para pessoas físicas da comunidade do entorno; um projeto que se desenvolve tradicionalmente no mês de abril de cada ano. Também, em relação às palestras, em 2013, não ocorreu atividade com tais especificações, embora os alunos tenham participado de oficinas e discussões temáticas; d) quanto ao Trabalho de Curso, os alunos dos dois últimos períodos (semestres) preparam o Trabalho de Conclusão de Curso - TCC, em equipes, com a orientação de professores. No sétimo período o trabalho é concomitante com a disciplina de Metodologia da Pesquisa, e a apresentação do projeto do TCC é uma das condicionantes para aprovação na disciplina. Segundo o documento, essa atividade exige do aluno os conhecimentos adquiridos no decorrer do curso e uma consistente pesquisa bibliográfica revestida da observância da metodologia científica para a sua preparação, e que o trabalho é apresentado em Banca de Avaliação; e) em relação ao perfil docente - o corpo docente do curso de Ciências Contábeis é composto por 20 professores, havendo o compartilhamento de docentes especializados com os cursos de Administração, de Comércio Exterior e de Direito, também oferecidos pela Instituição. E, de acordo com o documento, 90% dos professores possuem experiência profissional acima de 5 anos e são compatíveis com as disciplinas que lecionam; f) quanto às instalações, as mesmas são adequadas para as atividades acadêmicas, indicando boa iluminação, acessibilidade, ventilação, conservação e comodidade, bem como número adequado de alunos por turma. Os alunos também têm acesso à biblioteca e aos laboratórios de informática para o desenvolvimento das disciplinas práticas, para consultas e estudos, pois eles apresentam boa acessibilidade e adequada velocidade para uso da internet. A Profa. Fátima, então, passou ao segundo ponto de pauta, solicitando que a coordenadora do curso de Pedagogia, Profa. Luci Ana, comentasse sobre o Relatório encaminhado para a CPA. Foram explicitados alguns pontos, tal como segue: a) o curso adota a concepção da Pedagogia como uma ciência da educação, de natureza política e relativa à práxis social e o Projeto Pedagógico do Curso de Pedagogia visa a adequar-se às demandas educacionais emergentes no contexto nacional e local (cidade de São Paulo e entorno) e normativas constantes na Lei; b) tem por finalidade formar um profissional crítico e reflexivo, pesquisador de sua própria prática docente, capaz de diagnosticar problemas e apresentar soluções no campo da educação escolar, não escolar e popular, de modo a garantir o desenvolvimento de múltiplas competências e saberes necessários à atuação profissional do pedagogo; c) o objetivo geral do curso tem por base a formação inicial de professores para atuar no magistério da Educação Infantil, nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental (Regular e EJA) e na organização e Gestão de Sistemas e Instituições de Ensino; d) o currículo está baseado em uma nova matriz, que foi construída sob dois eixos: o primeiro, a matriz deve revestir e dar sentido à investigação didática, com expressão máxima nos estágios e no Trabalho de Conclusão de Curso (TCC); e o segundo, a nova matriz deve respeitar e possibilitar a interdisciplinaridade. Segundo a Profa. Luci Ana, as discussões com relação ao desdobramento da teoria na prática e da nova matriz, fundamentadas sob estes dois eixos, levaram a pensar o segundo semestre como um tempo de experimento de novos horizontes e de repensar as práticas; e) a avaliação Multidisciplinar, segundo a Profa. Lucia Ana e o documento encaminhado, é realizada desde 2002, com 50 questões objetivas. Cada questão é analisada por assunto e os percentuais de acertos divulgados aos professores para discussão com seus alunos, e possível rearticulação com os temas desenvolvidos em cada disciplina. Segundo o documento encaminhado, “esta avaliação tem como princípios básicos: 1.Pensar em um ensino capaz de observar, intervir e construir um percurso de informação, formação e transformação, de forma a incorporar, com pertinência, novos procedimentos, inovações e perspectivas, que propiciem a mais eficaz circulação de ideias, projetos, programas e publicações;2.Refletir que a avaliação multidisciplinar (assim como qualquer outra avaliação) não pode ser analisada em si mesma, mas como componente de um sistema de ação, que procura avançar e se apropriar de inovações no enfrentamento dos desafios;3.Compreender que a avaliação norteia a construção/reconstrução do projeto educativo do curso, na medida em que esteja apta a promover a formação da equipe docente”; f) em relação à prática profissional: 90% dos alunos revelam que o curso atualmente oferece Atividades Práticas na quantidade e frequência necessárias. As estratégias predominantes dos docentes são aulas expositivas combinadas com trabalhos em grupo, oficinas e aulas práticas. Os alunos mencionam, ainda, que seus professores utilizam, sobretudo, filmes, vídeos, slides, data show e documentários para implementar o projeto curricular, otimizando e dinamizando as aulas. Merece destaque as visitações às unidades escolares, acompanhados pelo docente e pela coordenação do curso; g) quanto ao estágio - a nova matriz curricular busca transformar o estágio em um processo de investigação didática, engendrando uma práxis pedagógica que articule o TCC e o estágio, articulados à formação acadêmica. O estágio curricular supervisionado tem duração de 300 horas, distribuídas ao longo dos três anos do curso, realizadas em escolas públicas estaduais e municipais e em instituições privadas devidamente autorizadas. O conteúdo dos estágios é supervisionado pelos professores de Didática através de Relatórios detalhados das atividades realizadas nas escolas, com Plano Específico para cada semestre letivo; h) em relação às atividades práticas complementares de formação: são realizadas 400 horas de atividades de natureza cultural, enriquecimento curricular e aproveitamento de estudos extracurriculares. E quanto às atividades teórico-práticas de aprofundamento: com a carga horária de 120 horas, correspondem à elaboração do trabalho de curso. Os alunos na grade em transição iniciaram seus projetos no primeiro ano, com acompanhamento do professor de Pesquisa Educacional; a sequência do projeto tem sido acompanhada por professores que tenham afinidade com os temas de pesquisa propostos pelos alunos. A Profa. Maria de Fátima Andrade teceu comentários sobre a elaboração das questões referentes à avaliação multidisciplinar e reforçou, junto com a Profa. Luci Ana, a necessidade de se conversar com os alunos a respeito do Enade. Então, novamente, a Profa. Fátima entrou no terceiro ponto de pauta, sobre a possibilidade de organização da mesa redonda com os coordenadores de curso e/ou professores interessados, para dar conta das questões introduzidas pelos estudantes (Enade, CPA e avaliação institucional, entre outras questões). A Profa. Luci Ana já havia solicitado que a Profa. Fátima comentasse um pouco com as alunas da Pedagogia sobre o Enade, e ela confirmou a data do dia 12 de agosto, pela manhã, e um dia no final do mês, para tratar desta temática. Os demais membros da CPA também concordaram que deveriam fazer mais divulgação do Enade e, também, da própria CPA. Em relação ao último ponto de pauta referente a outros assuntos, a Profa. Ana também falou a respeito da função do Núcleo Docente Estrutura/NDE para pensar em ações que possibilitem reformular, inclusive, os instrumentos usados para autoavaliação. A Profa. Fátima considerou este ponto importante, e solicitou que as coordenações dos diferentes cursos indicassem as reformulações dos diferentes instrumentos para que se fortalecesse a autoavaliação que se faz no âmbito das FICS. E, nesta perspectiva, o Prof. Milton comentou, também, sobre as especificidades de cada curso e a respeito da autonomia de cada um deles visando à melhoria da qualidade de ensino. Os alunos presentes falaram, também, que as FICS deveriam providenciar copiadoras, ampliar o acervo da biblioteca, também, ampliar os lugares para as reuniões de estudos. Todos os presentes se manifestaram a respeito dessas questões, e como já havia passado o tempo, a Profa. Fátima encerrou a reunião, desejando a todos boas férias e agradecendo, mais uma vez, pela presença. Mencionou, também, que avisaria, no início de agosto, sobre a reunião que seria na última semana do respectivo mês. Esta ata foi elaborada em colaboração com os participantes, cujas assinaturas estão registradas a seguir. Maria de Fátima B. Abdalla, Ana Maria Belavenuto e Freitas, Carmem Rosana Moreira Sales, Camila Feliciano Vieira, Djair Pereira, Jéssica dos Santos Nure, João Batista Silva, Luci Ana Santos da Cunha, Maria de Fátima R. de Andrade, Marilene Oliveira dos Anjos, Milton T. Piscinato, Nanci Passarelli, Palmira Kazume Umetsu, Norberto Antonio Gomes, Rosana Vendramini Moura e Syomara Sylvia C. Assis Leite. Obs.: Os membros da CPA estiveram presentes à Reunião que houve no dia 25 de agosto com os avaliadores do INEP/MEC, que vieram para avaliar o Curso de Direito e solicitaram a presença da CPA. ATA DA REUNIÃO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO – CPA REALIZADA NO DIA 26 DE SETEMBRO DE 2014 No dia 26 de setembro de dois mil e catorze, a Reunião da CPA foi realizada das 18h às 19h30, na Biblioteca, Sala da Videoteca, e estavam presentes os seguintes membros: Profa. Maria de Fátima B. Abdalla (Coord. da CPA), Prof. Carlos Antônio José Oliviero, Prof. Cícero Germano da Costa (Coord. do Direito), Prof. Norberto Antônio Gomes (Administração e Ciëncias Contábeis), Palmira Kazume Umetsu (Bibliotecária), Ana Paula Batista (Direito), Gilsiane Thiago (Pedagogia) e Jéssica dos Santos Nure (Direito). Logo no início, a Profa. Fatima agradeceu a presença de todos, e entregou a pauta, constando os seguintes pontos: 1) apresentação do Relatório Parcial de Administração; 2) apresentação do Relatório encaminhado pela Biblioteca; 3) informações gerais sobre o Enade (Pedagogia e Sistemas de Informação); 4) Outros assuntos (sugestões dos membros da CPA para a próxima reunião). Quanto ao primeiro ponto de pauta, a Profa. Fátima mencionou ter recebido um documento do Prof. Cícero, justificando a impossibilidade de estar apresentando o Relatório, e solicitou ao próprio professor, que estava presente à reunião, que justificasse o pedido de prorrogação do envio do Relatório. O Prof. Cícero, então, justificou que, tendo em vista que o curso de Direito esteve ocupado com a visita dos avaliadores, não houve tempo hábil de serem aplicados todos os instrumentos de avaliação, e, por isso, estava solicitando a prorrogação de sua apresentação para a reunião de outubro. Também, a Profa. Fátima mencionou que o Prof. Milton havia pedido para alterar um pouco a ordem de sua fala, pois não daria tempo de chegar; mas, depois, justificou também a não ida, pedindo para que se passasse a sua fala para a próxima reunião. Logo, a seguir, a Profa. Fátima encaminhou, a todos, parte do Relatório Final que havia sido enviado, em agosto, pela Biblioteca, e solicitou que Palmira explicitasse os pontos mais gerais referentes ao: acervo, empréstimo, política de aquisição, atendimento aos alunos, entre outros aspectos. O Relatório encaminhado continha os seguintes pontos: a) em relação ao acervo – a Biblioteca das FICS possui 18.180 livros 188 títulos de periódicos e 2.148 fascículos, 712 itens eletrônicos, 1.462 Trabalhos de Conclusão de Curso/TCCs, 89 dissertações de mestrado e/ou teses de doutorado dos professores da Instituição; e o acervo é semiaberto b) a área de estudo é composta por 33 cabines para estudo individual, 2 salas de estudo em grupo com 1 mesa e 6 lugares em cada, 1 sala para orientação à monografia com uma mesa e 6 cadeiras, videoteca com 15 cadeiras, 1 mesa com 6 cadeiras na área de periódicos, 1 mesa com 6 cadeiras na área de monografias, 1 mesa com 6 cadeiras na área de Multimídia/Internet; c) a Biblioteca tem uma capacidade de atender a 99 pessoas sentadas; d) há um espaço com 6 computadores, conectados à Internet; e) há uma política para empréstimo de livros, e, também, se estabeleceu um convênio com outras instituições para o empréstimo entre bibliotecas (COMUT, PUC, FGV, Mackenzie, UNIP, UNINOVE, UMC); f) tem uma equipe de 5 funcionários, sendo 2 bibliotecários, 2 auxiliares com formação na área de biblioteconomia e 1 auxiliar com formação na área de História; g) tipo de catalogação: CDU – Classificação Decimal Universal; e AACR2 – Anglo-American Cataloguing Rules, 2nd edition; h) formas de acesso – acervo semiaberto, e permitindo o acesso ao acervo com acompanhamento de um funcionário; i) em relação à informatização – usa-se o sistema PHK, base de dados no padrão CDS/ISIS – Unesco, que integra, através da web, e, em tempo real, todo os serviços e rotinas (aquisição, tombamento, catalogação, kardex, empréstimo, renovação, reservas, e cujo endereço é: http://cs.phlnet.com.br; j) rede da biblioteca: 4 terminais, IBM; 2 terminais no balcão; 6 terminais, IBM com Windows XP, para consulta ao acervo e Internet; 1 impressora HP e 1 impressora Epson multifuncional com copiadora e scaner; m) Internet – rede específica para pesquisas na Internet, com 6 terminais IBM com rede local e rede wriless em toda a biblioteca; l) em relação às facilidades de acesso a informações, a Biblioteca permite o acesso à Internet, oferece o seu catálogo, que pode ser encontrado na home page da IES; m) tem, também, uma página de relacionamento no Facebook, que permite a divulgação das novas aquisições do acervo da biblioteca e de outras instituições ([email protected]); n) em relação aos serviços oferecidos – há empréstimo local, disponível a todos os usuários; e empréstimo domiciliar, restrito ao corpo docente, discente e funcionários mediante identificação; e empréstimo entre bibliotecas, realizado por meio de convênio com outras bibliotecas, como já foi mencionado; o) horário de funcionamento: de 2ª à 6ª feira, das 9h às 21h45 e, aos sábados, das 8h às 14h. A partir destes dados do Relatório encaminhado, Palmira e/ou outros membros da CPA fizeram algumas observações e/ou sugestões, e, dentre elas, mencionamos: a) para que sejam providenciados os livros, a partir da indicação realizada pelos coordenadores de curso, é urgente haver uma política de aquisição junto à mantenedora. Em relação a isso, Palmira explicitou que é sempre recebida uma lista de livros para compra, quando os avaliadores marcam as suas respectivas visitas, mas que, às vezes, os títulos estão esgotados, ou mesmo, não chegam a tempo, prejudicando a avaliação do respectivo curso; b) como proposição, a Profa. Fátima solicitou que todos os coordenadores pudessem sugerir à direção e/ou mantenedora os livros de seus cursos, logo no início de seus respectivos cursos, para que os mesmos fossem adquiridos a tempo a fim de que os alunos não sejam prejudicados; c) também, Palmira falou sobre a importância dos periódicos para cada um dos cursos – explicitou, ainda, que existem periódicos eletrônicos e que há consultas, também, no Portal da Capes; d) Palmira ainda nos avisou que os computadores da Biblioteca seriam trocados na semana seguinte; e) o Prof. Cícero solicitou uma explicação maior sobre como funciona o convênio com as outras instituições de ensino, e Palmira explicitou sobre os procedimentos necessários. Ainda, em relação a este item, o Prof. Cícero indagou a Palmira sobre a divulgação destes convênios para os nossos alunos. E Palmira avisou que quando os alunos necessitam de determinados livros, a própria Biblioteca faz o pedido às instituições. Os membros da CPA indicaram a necessidade de se fazer uma divulgação maior deste convênio e das instituições conveniadas, e colocar, por exemplo, no mural da Biblioteca, nas salas de aulas e/ou entre outros espaços; f) Palmira explanou sobre o COMUT – que se trata da comutação bibliográfica, que existe, mas não é muito utilizada. Após este esclarecimento, a Profa. Fátima lembrou a todos da importância internacionalização das consultas para aprimoramento do ensino da IES; g) a aluna Gil, da Pedagogia, exemplificou o contato com a FGV, que disponibilizou um livro em pdf. Tendo respondido a essas indagações, Palmira se colocou à disposição para qualquer outro problema que possa surgir em relação à Biblioteca. A seguir, a Profa. Fátima perguntou às alunas de Direito – Ana Paula e Jéssica -, que estavam presentes e participaram da reunião com os avaliadores de curso do Inep, quais seriam as suas impressões sobre o contato que tiveram na reunião dos alunos e da CPA. As estudantes responderam que os avaliadores se surpreenderam, positivamente, com o apoio dos alunos em relação ao curso de Direito e à Instituição como um todo. Após a explicitação dada pelas alunas do Direito, a Profa. Fátima perguntou para as alunas presentes se gostariam de mencionar algo positivo em relação aos seus respectivos cursos, e, neste sentido, a aluna Gil mencionou que o diretor geral das FICS, Prof. Senger, iria participar de seu Seminário, e que considera isso muito importante para motivar os alunos da Pedagogia. Também, um outro assunto, em pauta, foi em relação ao Enade referente ao Sistema de Informação. A Profa. Fátima indagou ao Prof. Carlos Antônio se estava havendo um trabalho junto às turmas de Sistemas de Informação sobre o Enade, e mencionou que havia realizado duas palestras no curso da Pedagogia, que também fará o Enade neste ano. O Prof. Carlos Antônio divulgou que já vem, há algum tempo, preparando as turmas para este exame. Tendo em vista esta questão, o Prof. Norberto se manifestou contrário, considerando que a preparação deverá ser feita durante o curso, e que não precisaria haver nada especial. A Profa. Fátima interveio considerando que o ideal seria uma formação qualificada durante todo o curso, mas que era importante oferecer, neste momento, o que fosse necessário, para que os alunos não fossem prejudicados. A seguir, o Prof. Carlos Antônio aproveitou para divulgar o curso de pós-graduação lato sensu que está providenciando para o semestre seguinte. E, logo após, o Prof. Cícero também divulgou o novo curso de pós-graduação lato sensu do Direito, que também será iniciado em breve. A seguir, o Prof. Norberto pediu para que se constasse em ata a necessidade de se esclarecer o que estava acontecendo com as FICS, especialmente, no tocante aos problemas financeiros, que, segundo ele, estão prejudicando professores e alunos. Neste sentido, o Prof. Cícero relatou que, no curso de Direito, dois professores saíram da IES em função da irregularidade nos pagamentos. A seguir, o Prof. Norberto propôs a alteração do horário das reuniões, de 17h40 às 18h40, a fim de não prejudicar o início das aulas dos professores e alunos, membros da CPA. Propôs, ainda, em uma reunião futura, que se discuta o problema da preparação para a prova do Enade vs qualidade de curso. Tendo em vista o término da reunião, a Profa. Fátima sugeriu a data do dia 10 de outubro, no novo horário, das 17h às 18h40, na Videoteca/Biblioteca. E os pontos de pauta seriam os que seguem, de acordo com o que foi combinado no final da reunião: 1) apresentação do Relatório do curso de Direito; 2) apresentação do instrumento de avaliação e do Relatório do curso de Administração; 3) outros assuntos. A coordenadora da CPA agradeceu a todos os presentes, em especial, ao Prof. Norberto, que colaborou na elaboração dessa ata, que segue assinada pelos participantes. Maria de Fátima B. Abdalla, Ana Paula Batista, Carlos Antonio José Oliviero, Cícero Germano da Costa, Gilsiane Thiago, Jéssica dos Santos Nure, Norberto Antonio Gomes, Palmira Kazume Umetsu, Rosana Vendramini Moura e Syomara Sylvia C. Assis Leite. ATA DA REUNIÃO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO – CPA REALIZADA NO DIA 10 DE OUTUBRO DE 2014 No dia 10 de outubro de dois mil e catorze, a Reunião da CPA foi realizada das 17h40 às 19h, na Biblioteca, Sala da Videoteca, e estavam presentes os seguintes membros: Profa. Maria de Fátima B. Abdalla (Coord. da CPA), Prof. Claudinei Senger (Direção), Prof. Carlos Antônio José Oliviero (Coord. Sistemas de Informação), Prof. Cícero Germano da Costa (Coord. do Direito), Prof. Milton Tadeu Piscinato (Coord. Administração), Prof. Norberto Antônio Gomes (Administração e Ciëncias Contábeis), Palmira Kazume Umetsu (Bibliotecária), Ariane Vancetti dos Santos (Administração), Camila de Souza Santos (Sistemas de Informação), Camila F. Vieira, Igor Rafael da Silva Alves (Ciências Contábeis), Nayara Barbosa de Sá (Administração), Rosana Vendramini de Moura (Cursos Tecnológicos) e Stephanie Pardini Cordeiro Morais. Após agradecer a presença de todos, a Profa. Fátima comentou sobre a pauta, enfatizando os seguintes pontos para discussão pelos membros da CPA: 1) apresentação do Relatório do curso de Direito; 2) apresentação do instrumento de avaliação e do Relatório do curso de Administração; 3) outros assuntos. Entretanto, como o Prof. Senger estava presente e solicitou um tempo para explicitar um pouco as ações que estavam sendo mobilizadas por ele, na gestão da IES, a Profa. Fátima sugeriu que iniciasse a reunião com a sua fala. Neste sentido o Prof. Senger fez uma explanação dos seis meses em que está à frente da Direção das Faculdades Integradas Campos Salles, juntamente com o Diretor Financeiro Vinicius de Oliveira. Discorreu, então, sobre a situação financeira da IES, explicitando sobre os repasses do FIES e que espera um equilíbrio financeiro parcial já para o mês de novembro, e um equilíbrio total para março de 2015. A Profa. Fátima pediu, então, aos professores e alunos presentes que se manifestassem, indicando as dificuldades/os desafios que estão tendo em seus respectivos cursos, apontando, assim, suas fragilidades, mas sem deixar de indicar as potencialidades. Pediu, também, aos alunos, em especial, que indicassem os representantes de cursos para estarem presentes nas reuniões da CPA, a fim de facilitar a comunicação e a divulgação das informações e/ou decisões que poderiam estar sendo tomadas pelos membros da CPA em busca da qualificação de seus cursos. Para a divulgação das reuniões da CPA, solicitou, também, ao Prof. Senger, um espaço no piso térreo para divulgação da CPA e de suas reuniões mensais, assim como pediu para que fossem afixados cartazes em salas de aula dos diferentes cursos. A seguir, o Prof. Norberto questionou o professor Senger sobre o fato de haver professores na instituição que recebem regularmente os seus salários, enquanto outros estão com os salários atrasados. Em resposta à colocação do Prof. Norberto, o Prof. Senger justificou que esta questão seria solucionada o mais breve possível. Também, o Prof. Norberto ressaltou as dificuldades enfrentadas pela profa. Fátima junto à CPA, em face da ausência de colaboração dos Coordenadores de Curso. O que foi reafirmado pela coordenação da CPA, e a Profa. Fátima solicitou que os coordenadores de curso pudessem estar presentes nas respectivas reuniões para que também colaborassem com as decisões a respeito da melhoria dos cursos como um todo. O Prof. Norberto se prontificou, também, a enviar por e-mail um breve resumo sobre a atuação da CPA, como subsídio para que os integrantes, notadamente os alunos, tenham conhecimento de sua importância. A Profa. Fátima ressaltou que estas informações estavam no site, mas que foram retiradas, quando inseriram o Relatório Final da CPA. A coordenadora pediu que alguém ficasse responsável por alimentar o site, inserindo as informações necessárias, as datas das reuniões, as respectivas pautas e atas, a fim de facilitar a comunicação entre todos. Solicitou colaboração dos coordenadores presentes e, também, do Prof. Senger neste sentido, pois afirmou não ter condições de se responsabilizar sobre este trabalho. A seguir, a aluna Camila de Souza Santos falou da falta de uma Coordenação no Laboratório, uma vez que a maioria das máquinas tem vírus, e muitas vezes não se tem acesso à Internet. O aluno Igor Rafael da Silva Alves pediu que, no semestre seguinte, os eventos nas Faculdades Campos Salles tivessem uma programação prévia a fim de que não tenham prejuízo nas aulas. Solicitação que foi também reforçada pelos Professores Norberto e Cicero Costa. Em relação a esta questão, tanto o Prof. Senger, quanto a Profa. Fátima, enfatizaram a importância destes eventos internos e/ou externos no processo de formação integral dos estudantes. A seguir, a bibliotecária Palmira relatou a respeito das dificuldades em relação à aquisição de livros para a Biblioteca no período de visita das Comissões do MEC, sugerindo que os mesmos sejam adquiridos com um período menor. Também, o Prof. Cícero Costa acompanhou essa sugestão e sugeriu que se fizesse pelo menos uma aquisição a cada semestre. A partir desses itens mais gerais, a Profa. Fátima entregou a todos o Relatório Parcial do Curso de Direito, encaminhado pelo Prof. Cicero Costa, e solicitou a ele que fizesse sua exposição. Preliminarmente, o Prof. Cícero falou de todos os esforços da Coordenação do Curso de Direito, da Secretaria Geral e da Direção da Campos Salles com a visita dos avaliadores do MEC , no período de 25 a 27 de agosto passado, o que resultou na Renovação do Reconhecimento do Curso de Direito com nota 3,0. Falou, também, sobre a Semana Jurídica, que, no período de 10 a 12 de setembro, trouxe juristas de renome para falarem de temas como: “O Novo Código de Processo Civil”; “O Marco Civil da Internet” e “A Prática do Tribunal do Júri”. Ressaltou, ainda, a participação dos alunos do Curso de Direito e de seus professores, bem como dos alunos e do Prof. Carlos, do Curso de Sistemas de Informação, na Palestra “Marco Civil da Internet”. A seguir, apresentou o resultado da Autoavaliação dos Docentes, informando que a Autoavaliação Discente foi aplicada, estando em fase de análise dos resultados obtidos. Ressaltou que não analisou os resultados da Avaliação das Condições de Aprendizagem pelos Alunos e do Perfil do Docente pelo Aluno, uma vez que tais avaliações são feitas pela Internet e, posteriormente, enviadas aos Coordenadores para conhecimento e ponderações. Também, revelou que até o presente momento não havia recebido nada da Secretaria Geral em relação aos resultados das avaliações. Finalmente, ponderou que o curso de Direito perdeu dois professores orientadores de TCC e que faziam parte de Bancas de Qualificação por atraso em seus pagamentos; sobrecarregando, assim, os demais professores e, até mesmo, dificultando a composição do Núcleo Docente Estruturante/NDE. A Profa. Fátima por conta da hora e justificando que professores e alunos teriam que se ausentar devido à aplicação das provas, combinou com os membros presentes que os demais temas seriam tratados na reunião do dia 28 de novembro, das 17h às 18h40, na Videoteca/Biblioteca e/ou na Sala de Monografias. E, de acordo com o que foi combinado no final da reunião, a pauta terá como principais pontos: 1) apresentação do instrumento de avaliação elaborado pelo Prof. Milton (curso de Administração) e o seu Relatório Parcial referente ao que foi realizado; 2) apresentação do Relatório Parcial dos cursos Tecnológicos (Profa. Ana Maria); 3) apresentação do Relatório Parcial do curso de Sistemas de Informação (Prof. Carlos Antonio José Oliviero). Os demais cursos da IES passarão a ser discutidos na reunião do dia 05 de dezembro, assim como outros assuntos pendentes, tal como o tema sugerido anteriormente pelo Prof. Norberto: a preparação para a prova do Enade versus qualidade de curso. A coordenadora da CPA agradeceu a todos os presentes, em especial, ao Prof. Senger, que esclareceu alguns aspectos em relação à nova gestão da IES. Esta ata foi elaborada pelo Prof. Cícero Germano da Costa e pela coordenadora da CPA, e está de acordo com os membros presentes, cujas assinaturas seguem adiante. Maria de Fátima B. Abdalla, Claudinei Senger, Carlos Antonio José Oliviero, Cícero Germano da Costa, Milton Tadeu Piscinato, Norberto Antonio Gomes, Palmira Kazume Umetsu, Rosana Vendramini Moura, Ariane Vancetti dos Santos, Camila de Souza Santos, Camila F. Vieira, Igor Rafael da Silva Alves, Nayara Barbosa de Sá, Rosana Vendramini de Moura e Stephanie Pardini Cordeiro Morais. ATA DA REUNIÃO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO – CPA REALIZADA NO DIA 28 DE NOVEMBRO DE 2014 No dia 28 de novembro de dois mil e catorze, a Reunião da CPA foi realizada das 17h40 às 19h, na Biblioteca, Sala da Videoteca, e estavam presentes os seguintes membros: Profa. Maria de Fátima B. Abdalla (Coord. da CPA), Prof. Carlos Antônio José Oliviero (Coord. Sistemas de Informação), Prof. Djair Pereira (Marketing), Profa. Luci Ana Santos Cunha (Coord. Pedagogia), Profa. Maria de Fátima Ramos de Andrade (Pedagogia), Prof. Milton Tadeu Piscinato (Coord. Administração), Prof. Norberto Antônio Gomes (Administração e Ciëncias Contábeis), Carmem Rosana Moreira Sales (Biblioteca), Ana Paula Batista (Direito), Camila F. Vieira, Janete de A. Luiz Manoel (Ciências Contábeis), Jéssica dos Santos Nure (Direito), Marilene Oliveira dos Santos (egressa da Pedagogia), Marlene Duarte Fujukaus (Direito), Nayara Barbosa de Sá (Administração), Rosana Vendramini de Moura (Cursos Tecnológicos). Após agradecer a presença de todos, a Profa. Fátima comentou sobre a pauta, enfatizando os seguintes pontos para discussão: 1) apresentação do instrumento de avaliação (curso de Administração) e Relatório Parcial; 2) apresentação do Relatório Parcial dos cursos Tecnológicos; 3) apresentação do Relatório Parcial do curso de Sistemas de Informação; 4) outros assuntos. Após as colocações iniciais, a Profª Maria de Fátima fez a observação do erro da publicação da composição atual da CPA no novo site criado para essa finalidade, e mencionou ter enviado um e-mail ao diretor para a devida correção. Comunicou, também, que o Relatório Parcial do Curso de Administração não foi realizado, conforme e-mail recebido do Coordenador desse curso, o Prof. Milton. Comentou, ainda, que nenhum dos cursos da FICS o confeccionou. Em seguida, comunicou que enviará à Direção, até o final do ano, a proposta da designação dos membros para a nova composição da CPA para os próximos períodos. Questionou, ainda, se os participantes presentes já tinham acessado o novo site da CPA, comentando que ficou muito bom, o que foi corroborado pelo Prof. Norberto. A Profa. Fátima encaminhou as atas dos Núcleos Docentes dos Cursos Tecnológicos, elaborado pela Profa. Ana Belavenuto, uma vez que a mesma saiu da coordenação dos cursos. Solicitou que a aluna Rosana comentasse a respeito, e alguns pontos foram esclarecidos, em especial o que diz respeito ao trabalho integrador que está sendo desenvolvido por estes Núcleos. A seguir, o Prof. Carlos Antonio comentou que só conseguiu acessar o e-mail da reunião da CPA, no próprio dia, devido a problemas em seu equipamento, e que, também, não conseguiu concluir o Relatório Parcial do Curso de Sistemas de Informação a tempo de trazê-lo para a reunião, tendo em vista que ainda não tinha resultados dos instrumentos que puderam ser aplicados. A Coordenadora da CPA, Profª Fátima, pediu, então, para que ele o trouxesse na próxima reunião, sendo que o Prof. Antonio Carlos respondeu que nenhuma das etapas prévias da avaliação do Curso de Sistemas de Informação tinha sido realizada, mas que poderia estar apresentando o Relatório Parcial referente ao Enade 2014. A Profª Luci Ana, Coordenadora do Curso de Pedagogia, afirmou que todo o pessoal desse curso estava focado para a prova do Enade, e, portanto, só farão as avaliações na próxima semana, e, como ainda ocorrem apresentações de TCC, não terá condições de terminar o Relatório Parcial de seu curso. A Profª Fátima pediu que todos os relatórios fossem finalizados e entregues, no máximo, até o final de janeiro de 2015, sem o que ficaria prejudicado o Relatório Final da Instituição, em função dos prazos já estipulados. A Coordenadora pediu aos alunos presentes que apresentassem as potencialidades e fragilidades de cada Curso, com anuência dos representantes, para a próxima reunião. Com a chegada do Prof. Milton, o mesmo comentou que fez apenas um resumo dos instrumentos de avaliação, e que o enviou hoje mesmo à Coordenadora, a qual salientou que qualquer documento prévio para ser avaliado, deve ser enviado para leitura e reprodução, até a quarta-feira antecedente à reunião agendada. Mesmo assim, pediu ao Prof. Milton que apresentasse um resumo do que foi feito. O Prof. Milton comentou sobre as informações do levantamento socioeconômico dos alunos do Curso de Administração, e que os alunos “clamam” por eventos em que eles possam aplicar os conhecimentos de aula de modo mais interativo. Continuou comentando sobre o problema da impossibilidade de acesso ao Plano de Desenvolvimento Institucional/PDI, ao que respondeu, concordando, a Profª Fátima, que ao menos em parte deveria ser divulgado, no que diz respeito, em especial, à dimensão mais pedagógica, afirmando que os dados, por exemplo, relacionados à parte financeira e/ou administrativa se referem à mantenedora, e nem sempre é possível divulgá-los. O Prof. Djair disse que é necessário ter acesso ao PDI, para realizar o Plano de qualquer Disciplina dos Cursos da Instituição. O prof. Milton retomou, comentando que fez uma avaliação da Coordenação de seu curso pelos alunos, e que eles também “clamam” pela monitoria. O Prof. Norberto questionou esse “clamor”, pois os alunos do Curso de Administração têm sérios problemas com o horário das aulas, e a grande maioria chega atrasada e quer sair cedo, todos os dias, inviabilizando qualquer procedimento nesse sentido durante toda a semana. E quando tem alguma atividade para o final de semana, a maioria é contra, alegando falta de tempo. Também essa fala foi aceita por parte dos alunos presentes, de Administração e de Ciências Contábeis. A Profª Luci Ana, a Profª Fátima e o Prof. Djair também defenderam, enfaticamente, a prática da monitoria, destacando que a mesma conste como possibilidade real de ser oferecida aos alunos, com o que concordaram alguns alunos presentes. O Prof. Norberto lembrou que a Instituição ofereceu a monitoria, no passado, durante vários anos, e com incentivo aos alunos, mas, que a maioria que a aceitava, não cumpria os acordos estabelecidos, abandonando os colegas que estavam auxiliando. O Prof. Milton apresentou, então, o instrumento, que continha um questionário socioeconômico, além de dados a respeito do: conhecimento sobre PDI, PPI e PPC; avaliação sobre a coordenação de curso; PPC; trabalho docente; ações de extensão; disponibilidade das atividades; dados informativos sobre as FICS; infraestrutura, em especial, a biblioteca. O Prof. Milton retomou, falando, também, sobre a avaliação da infraestrutura e como isso evoluiu, ou não, ao longo do tempo; e da avaliação dos professores, em vários níveis. E a Coordenadora disse que vai passar uma cópia desse instrumento, que considerou bom, aos demais coordenadores e ao Diretor. Pediu, também, que o Prof. Milton apresentasse o seu Relatório Parcial na próxima reunião agendada. A seguir, a Coordenadora salientou que a avaliação não deve ser uma simples medição, mas sim, uma forma de dar valor ao que foi realizado. O Prof. Norberto pediu que fosse incluído, na próxima pauta, um tema por ele proposto nas últimas reuniões e que já tinha sido agendado para a reunião de dezembro, que é o questionamento sobre a “preparação para a prova do Enade vs a Qualidade dos Cursos da FICS”. Tendo em vista esta solicitação, a Profa. Fátima propôs a seguinte pauta para a reunião do dia 05 de dezembro: 1) apresentação das fragilidades e potencialidades dos cursos pelos alunos dos diferentes cursos; 2) apresentação das questões em torno do Enade vs Qualidade dos cursos das FICS; 3) apresentação do Relatório sobre Enade elaborado pelo Prof. Carlos Antonio; 4) apresentação, pela Profa. Luci Ana, da Pedagogia, dos facilitadores, dificultadores e sugestões a respeito da avaliação das condições de ensino pelos discentes; 5) outros assuntos. Os membros presentes concordaram com esta pauta e com a data da reunião. E, a partir disso, a Profa. Fátima agradeceu a todos pela participação, encerrando a reunião. Esta ata foi elaborada pelo Prof. Norberto e, depois, revista pela Profa. Fátima, tendo a assinatura de todos os membros presentes. Maria de Fátima B. Abdalla, Carlos Antonio José Oliviero, Carmem Rosana Moreira Sales, Djair Pereira, Luci Ana Santos Cunha, Milton Tadeu Piscinato, Norberto Antonio Gomes, Ana Paula Batista, Ariane Vancetti dos Santos, Camila F. Vieira, Janete de A. Luiz Manoel, Jéssica dos Santos Nure, Maria de Fátima Ramos de Andrade, Marilene Oliveira dos Santos, Marlene Duarte Fujukaus, Milton Tadeu Piscinato, Nayara Barbosa de Sá e Rosana Vendramini Moura. ATA DA REUNIÃO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO – CPA REALIZADA NO DIA 05 DE DEZEMBRO DE 2014 No dia 05 de dezembro de dois mil e catorze, a Reunião da CPA foi realizada das 17h40 às 19h40, na Biblioteca, Sala da Videoteca, e estavam presentes os seguintes membros: Profa. Maria de Fátima B. Abdalla (Coord. da CPA), Prof. Carlos Antônio José Oliviero (Coord. Sistemas de Informação), Profa. Maria de Fátima Ramos de Andrade (Pedagogia), Prof. Milton Tadeu Piscinato (Coord. Administração), Prof. Norberto Antônio Gomes (Administração e Ciëncias Contábeis), Ana Paula Batista (Direito), Camila Feliciano Vieira (Ciências Contábeis), Jéssica dos Santos Nure (Direito), Jéssica Aline Araújo de Lima (Ciências Contábeis), Marilene Oliveira dos Anjos (egressa da Pedagogia) e Stephanie Pardini Cordeiro Morais. Após agradecer a presença de todos, a Profa. Fátima comentou sobre a pauta, enfatizando os seguintes aspectos para discussão pelos membros da CPA: 1) os pontos frágeis e das potencialidades registrados pelos alunos/representantes dos diferentes cursos; 2) o Relatório Parcial (ou parte dele) do curso de Sistemas de Informação; 3) o Relatório Parcial (ou parte) do curso de Pedagogia e de Psicopedagogia; 4) o Relatório Parcial do curso de Administração; 5) a preparação para a prova do Enade versus qualidade de curso; 6) outros assuntos. A seguir, a Profa. a Fátima entregou cópia dos registros a respeito das potencialidades e fragilidades dos estudantes de Administração, Ciências Contábeis e de Direito para todos os membros da CPA, passando a palavra para a apresentação das alunas do curso de Direito, Ana Paula e Jéssica. As respectivas alunas deram especial atenção a algumas fragilidades, que, do ponto de vista dos alunos daquele curso, foram muito significativas neste período semestral, tais como: a dispensa de alguns professores, como também o pedido de demissão de outros (em função dos problemas financeiros), em pleno andamento do semestre letivo, e, ainda, a troca do coordenador a dois meses do final do semestre, causando sérios problemas de cumprimento de tarefas e atividades anteriormente acertadas, sendo que algumas ainda não tinham sido resolvidas, e outras estavam muito atrasadas, o que não era comum no curso que estavam representando. A Profa. Fátima solicitou que as estudantes encaminhassem, também, as potencialidades do curso, assim como sugestões e/ou proposições de melhoria, no que concordaram. A aluna Janete, do 4º semestre de Ciências Contábeis, pediu que a instituição enfatizasse essas informações no site, e o Prof. Norberto aproveitou para pedir que se desse destaque no site como uma notícia especial, como é feito com outras questões da casa. A aluna Janete apresentou, então, o relatório de potencialidades e fragilidades do curso de Ciências Contábeis, sob o ponto de vista dos alunos do 3º e 4º semestres, que assistem às aulas juntos. Enfatizou, também, algumas fragilidades como a má distribuição da grade curricular, no que foi apoiada pela aluna Camila, também do mesmo curso e período, principalmente por terem disciplinas consideradas mais fortes e de formação técnica, antes das disciplinas de caráter mais genérico. Citaram, também, o pouco número de horas-aula de Contabilidade Introdutória, de Estrutura e Análise de Demonstrações Contábeis e de Contabilidade de Custos. A Profa. Maria de Fátima apresentou uma rápida definição do que deveria ser um bom conteúdo curricular, e depois discutiu sobre os conceitos pedagógicos da avaliação, quando a aluna Camila argumentou que os alunos das duas classes, que assistem às aulas com ela, teriam muita dificuldade com o acréscimo da nota mínima da aprovação para 6,0 como tinha ouvido nos corredores. O Prof. Carlos Antônio comentou que isso era apenas uma ideia que estava em discussão, e que nada havia sido definido ainda pela FICS. Em seguida, argumentou que teria de participar de uma banca de TCC às 18h40, e estava solicitando, então, que pudesse apresentar o seu respectivo Relatório, que tratou do desenvolvimento do trabalho realizado juntos aos estudantes, tendo em vista o ENADE 2014. Iniciou dizendo que a nota do curso tinha sido igual a 3,0 em 2.005 e 2.008, e que ela caiu para 1,00 (mais precisamente 0,78) no ano de 2.011, ficando em 63º no ranking das escolas desse curso. As FICS determinaram que se fizesse “alguma coisa especial” com esses alunos do ENADE de 2014, sob o risco da não revalidação do respectivo curso pelo MEC, em função do mau resultado anterior. Foi preparado um curso de 96 horas-aula, aos sábados, como também, um reforço motivacional para os mesmos frequentá-lo, com premiações aos três melhores colocados numa prova teste de simulação ao final desse curso. Comentou, também, que apenas 48% dos alunos participaram, mas que o resultado esperado foi muito animador, perante o último conseguido. A expectativa é que a nota média da IES fique em uma faixa do 1,89 até 2,08, e com otimismo, podendo chegar de 2,39 a 2,68. Foi preparado, então, um novo documento para mudar a grade curricular do curso em questão, pois está muito desatualizada, segundo os próprios avaliadores do INEP/MEC, os alunos e professores. Em seguida, a estudante Stephanie Pardini, representando os alunos dos 1º e 2º semestres dos cursos de Administração e de Ciências Contábeis, que assistem a maioria das aulas juntos, também apresentou o relatório de potencialidades e fragilidades, observadas por eles, neste semestre. Enfatizou, principalmente, os problemas com: a secretaria; o conteúdo curricular; poucas horas-aula como em Contabilidade Introdutória; problemas com os banheiros; acervo antiquado da biblioteca; além da comunicação interna. Itens que foram de pleno acordo com as alunas presentes de todos os cursos. Depois, foi solicitado, pela Profa. Maria de Fátima, que o Prof. Norberto começasse a ler os demais relatórios das outras turmas que não tinham alunos presentes, tanto do curso de Administração como o de Ciências Contábeis, sendo que a maior parte desses representantes apresentou motivo justo para o não comparecimento à reunião, e, solicitou que o citado Professor fizesse a leitura das potencialidades e fragilidades por eles observadas. A Profa. Fátima informou que todas as informações contidas nesta ata serão relacionadas em um quadro, que será anexado ao Relatório Final/2014, não só para ciência, mas, principalmente, no sentido de se buscar a melhoria dos respectivos cursos que tanto alunos, professores, coordenadores e funcionários desejam. Seguem, então, as potencialidades e fragilidades gerais dos cursos de Administração e de Ciências Contábeis. Em relação ao curso de Administração, foram os seguintes pontos destacados: a) potencialidades: Semana de Estudos: o evento trouxe uma dinâmica diferente para a faculdade, principalmente para os alunos de administração que colocaram na pratica suas funções com diversas atividades diferentes; b) fragilidades e algumas sugestões de melhoria: 1) falta de incentivo da faculdade para com a semana de estudos. A semana não estava no calendário oficial da faculdade o que dificultou a execução do evento; além de falta de tempo para organização e divulgação. Sugestão de melhoria: é necessário um planejamento antecipado com o apoio e empenho de toda a faculdade; 2) inúmeros problemas de comunicação dentro da faculdade, após algumas mudanças no quadro, eventos, calendário etc.; ninguém mais sabe informar nada. Sugestão de melhoria: existir a presença de um funcionário responsável por dar este apoio diariamente aos alunos e um canal de comunicação (e-mail ou rede social), que possa dar suporte com rapidez; 3) infraestrutura dos banheiros femininos - que estão quase sempre sujos e sem papel no período da noite. Sugestão de melhoria: controle de abastecimento e limpeza todos os dias antes dos horários de aula; 4) falta de organização e coerência entre os departamentos administrativos da faculdade, como por exemplo, secretaria e departamento financeiro. As alunas apontaram erros constantes nas documentações dos alunos, como por exemplo, valores dos boletos das mensalidades. Sugestão de melhoria: treinamento reforçado aos funcionários; 5) falta de atenção e feedback de reclamações dos alunos, como, por exemplo, reclamações contra professores mal empenhados. Falta de profissionais, que possam auxiliálos com informações concretas. Com algumas demissões na faculdade, ficaram sem um apoio de coordenação para auxiliá-los em assuntos diversos, como, por exemplo: falta de professores; dúvidas no calendário da faculdade; informações administrativas gerais. A turma realizou reclamações sobre o Coordenador do Curso de Administração e, até o presente momento, não tinham nenhum sinal de melhoria. Ou seja, estão indo para o último ano da faculdade e nada melhorou neste aspecto. Sugestão de melhoria: ter presente um funcionário de ouvidoria para estas questões que possa atender as solicitações e buscar a solução e não apenas um telefone de ouvidoria; 6) problemas com o Coordenador do Curso de Administração – estão seguindo para o último ano da faculdade e, até o presente momento esse coordenador não cumpriu com quase nada do seu papel; já fizeram reclamações, mas não adiantou. Sugestão de melhoria: troca do coordenador de curso para que as próximas turmas não sejam prejudicadas como nós fomos; 7) catracas sempre quebradas e com falhas – que causam transtornos e stress aos alunos. Sugestão de melhoria: manutenção mensal das catracas ou liberar o acesso nos períodos de falhas; 8) salas com lâmpadas apresentando constantes problemas - estes problemas atrapalham o desempenho em sala de aula. Sugestão de melhoria: manutenção mensal e rapidez na solicitação dos alunos quando houver o problema; 9) mudanças no layout do site – nas últimas semanas houve constantes mudanças no site, o que confundiu muito a sua utilização pelos alunos veteranos. Sugestão de melhoria: é necessário que seja padronizado de uma forma simples e eficaz para navegação de todos, desde alunos novos ou de mais idade; 10) grade curricular – no último ano, a faculdade sofreu alterações na grade curricular dos cursos, o que, a nosso ver, segundo o ponto de vista deles, está prejudicando os novos alunos e contribuindo para uma péssima aprendizagem. Sugestão de melhoria: rever a estrutura da grade curricular com todos os professores e também os alunos; 11) horários das aulas não cumpridos – inúmeras vezes os horários das aulas não são cumpridos; professores chegam atrasados e dispensam os alunos bem antes do horário correto, o que prejudica o aprendizado. Sugestão de melhoria: debater com os professores esta questão e, se possível, fazer um controle para que o horário de aula seja cumprido corretamente. Segundo as alunas de Administração, os tópicos apresentados anteriormente foram discutidos e comentados pela maioria da turma no decorrer do ano, dentro e fora de classe. Quanto ao curso de Ciências Contábeis, os alunos das demais turmas consideraram como pontos positivos: 1) da Instituição: faculdade bem localizada; boa estrutura; público selecionado; biblioteca: com funcionárias prestativas; 2) do respectivo curso: boa grade curricular; 3) pontos negativos da Instituição: secretaria: funcionárias grossas, sem vontade de trabalhar e demora em atender. Sugestão de melhoria: reformular o quadro de funcionários, buscando profissionais com perfil voltado a lidar com público; 4) Biblioteca: livros desatualizados, poucos computadores e desatualizados. Sugestões de melhoria: a) obter novos computadores ou atualizar os existentes e colocar um computador em cada sala de estudo; b) atualizar os livros existentes e procurar adquirir livros novos; c) quando não tiver um livro necessário, comprar de acordo com solicitações ou pegar emprestados de outras instituições; d) uma dica é: implantar um programa para receber doações de livros didáticos; 5) salas de aula: pouca ventilação, ventiladores velhos e barulhentos, iluminação péssima, cadeiras com encosto deitado. Sugestões: a) por mais que seja um custo alto, o ideal era colocar ar condicionado; porém, se essa possibilidade não for adequada, é necessário fazer a troca dos ventiladores existentes por novos, que sejam mais potentes e silenciosos em uma quantidade que abasteça a sala toda; b) as luzes estão sempre queimadas; necessário fazer manutenção constante; c) trocar as cadeiras quebradas e com encosto desnivelado, que causa desconforto e problemas na coluna; 6) banheiros: na maioria das vezes, está sujo e sem papel higiênico e toalha. Sugestão: contratar uma pessoa responsável por essa limpeza e reposição no período de aula, pois, mesmo que seja limpo antes do horário de aula, o uso é contínuo e precisa de reposição e limpeza; 7) pouquíssimos materiais digitais disponíveis: retro projetores, multimídias etc. Sugestão: se todas as salas tivessem os próprios materiais digitais, a faculdade não teria problemas em fazer reservas e prejudicar os alunos que não conseguiram reservar a tempo; 8) informática geral: computadores lentos; sistemas desatualizados; wifi praticamente nunca funciona e não comporta todos os alunos e a estrutura da instituição. Sugestão: atualizar os computadores e sistemas, aumentar o limite do wifi e adquirir extensores que distribuem o sinal em toda a faculdade; 9) carteirinhas: fora do padrão, sem foto, desgasta muito fácil o que torna difícil o uso da catraca pra entrada e saída. Sugestão: colocar foto na carteirinha e buscar um material, que não apague com o uso, pois, no final do ano letivo, ninguém enxerga mais nada; 10) Site: e-mails enviados pelo ‘’fale conosco’’ nunca são respondidos; falta um canal direto entre alunos X professores que realmente funcione. Sugestão: contratar uma pessoa para ser responsável somente em verificar esses e-mails enviados e atualizar o canal de comunicação existente, para que esteja de acordo com as novas tecnologias e seja possível comunicar-se online e separar os materiais de estudo de acordo com o curso de cada aluno ao invés de deixar tudo misturado; 11) falta de comunicação entre a faculdade e os alunos: provas canceladas; faltas de professores, que só são informadas na hora em que questionamos. Sugestão: ao criar um canal de comunicação, como foi falado no quesito acima, este deveria ser usado de modo geral, o que facilitaria esses tipos de avisos; 12) falta de máquinas de xerox e impressão. Sugestão: disponibilizar essas máquinas na secretaria, mesmo que o serviço fosse pago. Ainda seria um meio de a instituição ter algum ganho; 13) pontos negativos do Curso Ciências Contábeis: a) aula de Laboratório: consta em 4 semestres seguidos; porém, não tiveram nenhuma aula prática nos laboratórios disponíveis na instituição. Sugestão: ao fazer as atualizações de computadores e software como dito em quesitos anteriores, tornar possível a utilização dos laboratórios para fins didáticos. Necessário fazer planejamento de aulas, desde começo do ano; 14) falta de palestras de profissionais e assuntos específicos da área. Sugestão: professores trazer profissionais de renome conhecidos para fazer palestras como era feito antigamente. Como já foi dito anteriormente, os detalhes serão apresentados em um quadro-resumo, que deverá estar em anexo ao Relatório a ser enviado para o e-MEC em março de 2015. A ênfase especial e que deve ser destacada é a falta de divulgação mercadológica profissional dos cursos e potencialidades da FICS, item compartilhado por todas as alunas e professores presentes, bem como da falta de coordenadores próativos, de planejamento adequado em termos pedagógicos, e o horário de início das aulas, que é muito cedo, para quem trabalha em atividades empresarias como colaborador. O Prof. Norberto destacou a falta de comprometimento dos vários envolvidos no processo de ensino-aprendizagem, desde os mantenedores até os alunos, professores, coordenadores e colaboradores da FICS, principalmente porque muito poucos decidem tudo por todos, sem ouvir as bases de sustentação da entidade que são o seu corpo discente e seu corpo docente. Disse, também, que se deve mudar o horário, para um período noturno, efetivamente, e que o calendário seja amplamente debatido por todos, porque, neste segundo semestre, praticamente não houve aulas em número suficiente para um aprendizado mínimo de qualquer disciplina. Além disso, o Prof. Norberto, em seguida, teve a palavra para apresentar as suas considerações sobre um tema polêmico, mas que, segundo ele, já deveria estar sendo debatido pela FICS há muito tempo. O tema é: A preparação para a prova do ENADE versus a qualidade dos cursos da FICS. Argumentou que não concorda com as provas multidisciplinares como são realizadas há tempo, porque fugiram do objetivo do feedback do andamento e acompanhamento do curso para uma correção de rumo de cada curso, que sempre é necessária, mas não acontece, sendo que essa prova ficou, claramente, como "doação de indulgências" aos alunos. Ponderou, também, que, para os cursos que estarão sob a mira do exame do MEC, a FICS esquece qualquer orientação e planejamento curricular e acadêmico, e volta todos os seus esforços para a "preparação" para a referida prova! Afirmou, ainda, de que nada adianta termos alunos "médios" na prova do ENADE, se na vida profissional eles não souberem responder às questões básicas colocadas em suas áreas de atividade. No mercado de trabalho de Administração e de Ciências Contábeis, muitas vezes, a nota de corte para a admissão, ou manutenção, de uma posição laboral é de 80%, portanto, não é com uma "preparação intensiva", repentina, e de algumas semanas, ou meses, que vamos criar conhecimento nesses alunos. O que se questiona é: por que existe essa necessidade? Por que o curso não transmite, e cobra, profissionalmente o conhecimento necessário dos alunos, desde o 1º trimestre do 1º semestre de aulas? Por que só exigir 40% de demonstração de conhecimento, para conseguir sucesso acadêmico, desde o ingresso, e querer, no final, que eles apresentem 60% ou mais numa única prova? Por que se admite que um aluno, que não aprendeu as matérias básicas, possa cursar as profissionalizantes sem a mínima base de leitura, interpretação de textos e de raciocínio lógico-analítico, necessários ao acompanhamento das matérias e do aprendizado profissional? Por que se estabelece um horário, em que a maioria dos alunos não consegue chegar a tempo para a 1ª aula? Por que se estabelece um calendário semestral, onde temos tanto tempo de aulas, como de outras atividades como provas, emendas de feriados, períodos pós-provas sem aulas (como todo o mês de dezembro)? Provas de 20 ou 40 minutos de duração quando as do ENADE, dos concursos públicos, e dos testes empresariais duram muito mais que isso? Concluiu, com a concordância de todas as alunas dos três cursos presentes, que são questões necessárias de serem resolvidas, e não só respondidas, para o aprimoramento dos cursos e a perspectiva de uma melhor qualidade desde o início e durante todo o processo! Não podemos depender de uma avaliação para saber se estamos bem ou não! A seguir, a Profa. Fátima agradeceu pelos dados encaminhados pela Profa. Luci Ana (Pedagogia) e pelo Prof. Milton (Administração), e como não houve tempo hábil para discussão, os Relatórios serão discutidos na primeira Reunião da CPA, que será em 27 de fevereiro de 2015. A partir das colocações e devido ao horário, a Profa. Fátima finalizou a reunião, desejando a todos um Natal de muita paz e um Ano Novo com muitas realizações e parcerias, especialmente para se obter uma melhoria na formação dos estudantes dos diferentes cursos das FICS. A Profa. Fátima solicitou que os coordenadores dos diferentes cursos pudessem encaminhar os seus respectivos Relatórios/2014 até o dia 15 de janeiro, a fim de que os mesmos fossem analisados pela coordenação da CPA, e, depois, apresentados para os membros da CPA, para que fizessem parte do Relatório Geral que deverá ser encaminhado até o final de março de 2015. Esta ata foi escrita pelo Prof. Norberto Antônio Gomes e revista pela coordenação da CPA, estando de acordo com os membros presentes, cujas assinaturas seguem adiante. Maria de Fátima B. Abdalla, Ana Paula Batista, Carlos Antonio José Oliviero, Camila de Souza Santos, Camila Feliciano Vieira, Janete de Almeida L. Manoel, Jéssica dos Santos Nure, Jéssica Aline Araújo de Lima, Maria de Fátima Ramos de Andrade, Marilene Oliveira dos Anjos, Milton Tadeu Piscinato, Norberto Antonio Gomes, Nayara Barbosa de Sá e Stephanie Pardini Cordeiro Morais. SÍNTESE DOS RELATÓRIOS PARCIAIS CURSO DE ADMINISTRAÇÃO QUADRO DE CATEGORIAS DE ANÁLISE ADMINISTRAÇÃO CPA – 2014 I-Categoria - Organização didático-pedagógica 1.Administração Acadêmica: Coordenação de Curso em 2014: Prof. Ms Milton Tadeu Piscinato Núcleo Docente Estruturante em 2014: Prof. Ms. Milton Tadeu Piscinato Prof. Ms. Roberto Datrino Prof. Dr. Mauro Laruccia Prof. Ms. Ana Maria 2. Projeto Pedagógico do Curso: a) Objetivo: Tem como objetivo geral a formação de profissionais com competências específicas e essenciais à condução de processos organizacionais com vistas ao desenvolvimento econômico e humano, com sustentabilidade e respeito aos valores e às necessidades sociais e ambientais demandadas pelo atual cenário. O objetivo do curso sincroniza-se com as atuais e multivaloradas demandas sociais por mão de obra qualificada, que seja capaz de entender a ansiedade social que garanta qualidade de vida com sustentabilidade socioambiental nos segmentos secundário, terciário e quaternário da economia. Essas demandas não são somente de caráter situacional e local, mas sim de expressão mundial e por isso, encontram espaço social e institucional para seu desenvolvimento integral, destacando características de formação que atendam à regionalidade e diversidade cultural. b) Currículo: O Curso de Administração é oferecido em períodos semestrais, seriados, perfazendo oito semestres. O currículo do curso privilegia a interdisciplinaridade, e contempla as Diretrizes Curriculares para o Curso de Graduação em Administração, conforme o caso, e de acordo com a RESOLUÇÃO Nº 4, DE 13 DE JULHO DE 2005, pelo Conselho Nacional da Educação, Câmara da Educação Superior com fundamento no art. 9º, § 2º, alínea “c”, da Lei nº 4.024, de 20 de dezembro de 1961, com a redação dada pela Lei nº 9.131, de 25 de novembro de 1995, tendo em vista as diretrizes e os princípios fixados pelos Pareceres CNE/CES nos 776/97 e 583/2001, bem como considerando o que consta dos Pareceres CNE/CES nos 67/2003; 134/2003, 210/2004 e 23/2005, homologados respectivamente, em 2/6/2003, 9/9/2003, 24/9/2004 e 3/6/2005. Em seu artigo Art. 1º, a presente Resolução institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Administração, bacharelado, a serem observadas pelas Instituições de Ensino Superior em sua organização curricular. Em seu artigo, Art. 2º, a organização do curso de que trata esta Resolução se expressa através do seu projeto pedagógico, abrangendo o perfil do formando, as competências e habilidades, os componentes curriculares, o estágio curricular supervisionado, as atividades complementares, o sistema de avaliação, o projeto de iniciação científica ou o projeto de atividade, como Trabalho de Curso, componente opcional da instituição, além do regime acadêmico de oferta e de outros aspectos que tornem consistente o referido projeto pedagógico. § 1º O Projeto Pedagógico do curso, além da clara concepção do curso de graduação em Administração, com suas peculiaridades, seu currículo pleno e sua operacionalização, abrangerá, sem prejuízo de outros, os seguintes elementos estruturais: I - objetivos gerais do curso, contextualizados em relação às suas inserções institucional, política, geográfica e social; II - condições objetivas de oferta e a vocação do curso; III - cargas horárias das atividades didáticas e da integralização do curso; IV - formas de realização da interdisciplinaridade; V - modos de integração entre teoria e prática; VI - formas de avaliação do ensino e da aprendizagem; VII - modos de integração entre graduação e pós-graduação, quando houver; VIII - incentivo à pesquisa, como necessário prolongamento da atividade de ensino e como instrumento para a iniciação científica; IX - concepção e composição das atividades de estágio curricular supervisionado, suas diferentes formas e condições de realização, observado o respectivo regulamento; X - concepção e composição das atividades complementares; e, XI - inclusão opcional de trabalho de curso sob as modalidades monografia, projeto de iniciação científica ou projetos de atividades, centrados em área teórico-prática ou de formação profissional, na forma como estabelecer o regulamento. A atual matriz curricular contempla disciplinas estrategicamente dispostas, de maneira a oferecer adequado encadeamento na formação técnico-profissional, agregadas com outras disciplinas que suportam eficiente formação moral, ética e de conhecimentos gerais complementares, que busca estabelecer o seguinte perfil do egresso do Curso de Administração: profissional Empreendedor ou Gestor de Pequenas e Medias Empresas. Busca-se com a matriz curricular, no que tange ao desenvolvimento do Componente Específico da área de Administração desenvolver as seguintes características no perfil profissional: I - Compreender o contexto local e global de forma sistêmica e analisar criticamente o fenômeno organizacional em suas dimensões social, econômica, ambiental, política e cultural; II - Tomar decisões e solucionar problemas no âmbito de organizações públicas e privadas com base em conhecimento técnico científico; III - Gerenciar recursos, processos e pessoas, articulando interesses diversos; IV - Atuar com proatividade, adaptabilidade e criatividade para empreender e gerenciar inovação social e tecnológica; V - Atuar de maneira ética e promover valores e práticas socioambientalmente responsáveis; VI - Promover o aprimoramento organizacional e institucional para o desenvolvimento democrático e sustentável do país; VII - Buscar o autodesenvolvimento e a educação continuada, integrando teoria e prática. Ainda, sobre o Componente Específico da área de Administração, busca desenvolver o aluno em seu processo de formação, as seguintes competências: I - Competências Técnicas: a) Domínio das teorias da administração; b) Conhecimento de conteúdos interdisciplinares da formação do administrador; c) Conhecimentos qualitativos e quantitativos e suas tecnologias; d) Domínio de métodos e técnicas das áreas funcionais da administração; e) Capacidade de elaborar, implementar e gerenciar projetos; II - Competências Transversais: a) Visão estratégica; b) Capacidade de comunicação, intermediação e negociação; c) Capacidade de lidar com mudanças e com riscos no processo de tomada de decisão; d) Liderança, cooperação e trabalho em equipe; e) Compreensão técnico-política no contexto organizacional e social. E fará uso referencial, inseridos nos Componentes Específicos da área de Administração, dos seguintes objetos de conhecimento: I - Antropologia, sociologia, ciência política, filosofia e ética; II - Psicologia, comportamento organizacional e comportamento empreendedor; III - Sistemas e tecnologias de comunicação e de informação; IV - Ciências jurídicas, econômicas e contábeis; V - Teorias da administração e das organizações; áreas funcionais da administração: recursos humanos, marketing, finanças, e operações e logística; VI - Planejamento e gestão estratégica; gestão de projetos, programas e políticas; planos de negócio; gestão de processos; gestão da inovação; VII - Métodos quantitativos aplicados à administração: matemática, estatística e pesquisa operacional; VIII - Métodos qualitativos aplicados à administração. No primeiro e segundo semestres são ministradas disciplinas de formação geral, básica, para o curso, tais como: Comunicação Empresarial, Contabilidade, Economia Competitiva, Estudos Sociológicos e Antropológicos, e há disciplinas, de âmbito mais profissional, intituladas Fundamentos de Administração e Matemática. Do terceiro ao quarto semestres, são ministradas disciplinas de formação profissional, a saber: Direito Empresarial; Estatística; Gestão de Processos Organizacionais; Matemática Financeira; Mercadologia; Sistemas Integrados de Gestão; Do quinto ao sexto semestres, a maioria das disciplinas é de âmbito profissional, tais como: Administração de Recursos Humanos; Administração Financeira e Orçamentária; Análise de Custo ; Elaboração e Análise de Projetos; Gestão de Serviços; Psicologia Organizacional; Do sétimo ao oitavo semestres, são as seguintes as disciplinas: Administração de Marketing ; Administração de Produção ; Controladoria ; Ética Geral e Profissional ; Metodologia de Pesquisa ; Planejamento Estratégico; Pesquisa Operacional. Os alunos ingressantes, a partir de 2013, iniciaram sob uma nova grade curricular, na qual foi corrigida a carga horária de certas disciplinas, bem como a inserção de outras. A Matriz Curricular ficou assim configurada: Primeiro Semestre: Comunicação Empresarial, Fundamentos de Administração, Matemática Aplicada aos Negócios, Responsabilidade, Sustentabilidade Social e Princípios Éticos, Instituições de Direito e Direito Empresarial. Segundo Semestre: Estudos Sociológicos Antropológicos, Contabilidade Introdutória, Desenvolvimento Organizacional, Psicologia aplicada às Organizações, Direito Trabalhista e Previdenciário, Matemática Financeira. Terceiro Semestre: Estatística aplicada aos Negócios, Economia de Mercado, Fundamentos de Marketing, Análise das Demonstrações Contábeis, Sistemas de Informações Gerenciais. Quarto Semestre: Empreendedorismo , Gestão de Custos, Gestão da Qualidade e Certificações, Administração Financeira, Gestão de Vendas no Varejo. Quinto Semestre: Administração de Recursos Humanos, Comércio Internacional, Estrutura e Análise de Projetos, Planejamento de Marketing , Gestão da Inovação. Sexto Semestre: Gestão de Recursos Materiais e Patrimoniais, Gestão de Serviços, Gestão de Projetos Empresariais, Pesquisa Operacional, Planejamento Financeiro e Orçamentário, Planejamento Estratégico de Manufaturas. Sétimo Semestre: Mercado Financeiro e de Capitais, Gestão da Cadeia de Suprimentos e Logística, Gestão Estratégica de Pessoas, Gestão da Produção e Operações, Metodologia da Pesquisa Cientifica. Oitavo Semestre: Administração Estratégica, Controladoria, Governança Corporativa, Processos e Simulações Empresariais, Técnicas de Negociações, Trabalho de Conclusão de Curso; O desenvolvimento das atividades de natureza prática é assegurado, estrutural e funcionalmente, por meio de diferentes formas de intervenção pedagógica, interrelacionadas, a saber: Atividades Complementares – oferecidas do 1º ao 4º semestre; Projeto Integrado – oferecida nos 5º e 6º semestres. Processos e Simulações Empresariais no 8º Semestre. Trabalho de Conclusão de Curso no 8º Semestre. As Atividades Complementares, também de cunho prático, têm diretrizes editadas em regulamento próprio. Destacam-se como atividades complementares, a leitura e síntese de um rol de livros, visitações técnicas, participação em eventos como seminários, palestras, congressos e apresentação de relatórios que conferem o assunto e discussão apresentados nestes eventos. O objetivo principal destas disciplinas complementares, que procuram, inclusive, agregar conhecimentos adquiridos em outras áreas do curso é contribuir para preparação do aluno para o mundo profissional, capacitando a impingir decisões que apliquem os fundamentos em administração em situações reais e complexas do mundo empresarial, aplicando técnicas administrativas nas empresas que pretende atuar e construir competências que o habilitem a uma atitude crítica, observando a diversidade sócio-cultural da empresa e da sociedade em que interage e influencia. c) Avaliação: A avaliação do rendimento escolar é realizada de forma contínua, através do próprio envolvimento e participação do aluno em sala de aula, sendo constituída ao longo do semestre de trabalhos individuais de análise de exercícios de aplicação sobre o conteúdo programático e trabalhos em equipe, referentes aos problemas atuais e sua relação com o componente teórico apresentado. Ao final de cada trimestre é também aplicado um instrumento de avaliação elaborado pelo professor, sob a supervisão do coordenador do curso, conforme editado calendário escolar distribuído no princípio de cada semestre aos alunos e professores. A frequência às aulas e demais atividades acadêmicas é obrigatória, proibido o abono de faltas a critério de cada professor. A apuração e o registro de frequência às aulas e atribuição de notas de aproveitamento são de competência exclusiva dos professores. Em todas as disciplinas o aluno é submetido a duas avaliações escritas, realizadas nas datas previstas no calendário acadêmico, as quais, depois de analisadas pelo professor, são apresentadas aos alunos para vista e verificações de acertos e erros. Inconsistências de resultados são solucionadas imediatamente com o professor. A revisão de prova é também prevista no processo, ocorrendo logo após a vista das provas. As razões alegadas pelo aluno devem ter caráter objetivo, como, por exemplo, erro de identificação da prova quando não há coincidência entre a nota atribuída e o gabarito de correção; divergência entre a resposta rejeitada pelo professor e a explicação dada em aula ou consignada em livrotexto ou mesmo tratamento diferente para respostas idênticas dadas pelos alunos da mesma turma. Alegações subjetivas, tais como procedimento injusto do professor ou insatisfação do aluno com o resultado não são motivos de requerimento de revisão de prova. O conteúdo das provas é estabelecido pelo professor, conforme o conteúdo programático da disciplina. Tais provas são realizadas nas datas fixadas no calendário acadêmico. Em qualquer disciplina, o aluno que obtiver média semestral de aproveitamento igual ou superior a 5,0 e frequência igual ou superior a 75% será considerado aprovado. O aluno poderá requerer junto a Secretaria, no período estabelecido no calendário acadêmico, uma prova substitutiva (P.S), desde que não tenha participado de pelo menos uma das avaliações previstas (P.1 ou P.2). É importante salientar que o regimento atual não prevê a aplicação de prova substitutiva aos alunos que tenham realizado as duas avaliações normais (P.1 e P.2), mesmo para aqueles que não obtiveram média. Além das duas avaliações semestrais, é aplicada em cada semestre uma avaliação multidisciplinar. Seu objetivo é observar o desenvolvimento do aluno em temas de todas as disciplinas apresentadas no curso, bem como avaliar sua evolução quanto a tornar-se um agente interventor e ativo nas estruturas organizacionais. A avaliação Multidisciplinar: integrante da Avaliação Institucional procura diagnosticar se o aluno, ao longo do curso, desenvolveu competências e habilidades para o exercício da profissão, proporcionando-lhe, inclusive, visão integrada e abrangente do currículo, no contexto dos objetivos formulados para o curso. Com a finalidade de motivar os alunos são atribuídos pontos acrescidos ao total daqueles obtidos em cada disciplina, após a última avaliação, de acordo com critérios previamente estabelecidos e divulgados pela faculdade e aprovados pela congregação de professores dos cursos oferecidos. A avaliação multidisciplinar consiste numa prova com questões de múltiplas alternativas. É aplicada em data especificada no calendário do curso e passou a ser elaborada e realizada semestralmente, conforme a adoção da semestralidade em 2009. Todas as questões são elaboradas pelos professores, avaliadas e incluídas nas respectivas provas pelo coordenador dos cursos. Para a prova do segundo semestre os professores foram solicitados a realizar questões com conteúdos mais elaborados, criando situações e não apenas perguntas diretas. Dentro da avaliação do processo ensino-aprendizagem, há que se destacar o significado do Trabalho de Curso (TC). Os alunos dos dois últimos períodos prepararam o Trabalho de Curso sob a orientação de professores mais ligados ao tema escolhido pelo grupo de alunos. Os objetivos foram intrínsecos a esta atividade, quais sejam: Incrementar as atividades de extensão ao curso; Formar gestores do conhecimento, através da formalização de pesquisas; Induzir e apoiar projetos que possibilitem a ampliação das fronteiras e a diversidade do conhecimento e Fomentar as parcerias com empresas, instituições públicas e privadas e a Comunidade. 3. Atividades Acadêmicas articuladas à Formação: a) Prática Profissional: as aulas dos cursos de Administração são expositivas, na sua grande maioria, utilizando as lousas das salas de aula e recursos tecnológicos como filmes, slides e data-show. b) Os exercícios práticos aplicados buscam desenvolver aplicabilidade dos conceitos vivenciados em sala de aula, adequando à realidade do mercado. A Instituição oferece cursos extracurriculares, que não fazem parte da grade escolar, mas que incentivam o aluno em seu aprendizado de forma mais ampla. Foram oferecidos algumas destas atividades acadêmicas, cujo foco é ampliar a inserção social das Faculdades Integradas "Campos Salles" mediante articulação com o contexto local. c)TCC: o Curso de Administração prevê monografia de fim de curso para a obtenção do grau de bacharel em Administração. Os alunos do 7º e 8º semestres são preparados os projetos de pesquisa. O julgamento da monografia é feito em sessão pública por banca examinadora, composta por 3 professores, sendo aprovado o aluno que obtivesse média igual ou superior a 5,0. Os alunos foram orientados a formar grupos de três componentes, ainda que fossem admissíveis grupos de dois a quatro alunos. Trabalhos individuais perdem consistência quanto à discussão e grupos muito grandes tendem a se dispersar, daí a direção de três a quatro alunos por grupo, incluindo melhor orientação dos respectivos professores. d) Semana de Estudos Acadêmicos: Entre os dia 06 a 10 de Outubro foi realizada a Semana de Estudos Acadêmicos. Esta semana teve a participação dos alunos do 6º Semestre do Curso de Administração em todo o planejamento e organização e em sua execução, contou também com os alunos do 4º Semestre do Curso de Administração. O programa desta semana foi inter e multidisciplinar. Houve várias palestras e oficinas simultâneas ocorrendo em grande parte da instituição, de forma que os alunos e participantes externos pudessem participar. A programação foi: Durante a semana, atividades simultâneas, envolvendo arrecadação de brinquedos, agasalhos em bom estado de conservação, alimentos e itens de higiene pessoal. Um posto fixo foi montado na entrada da instituição e os itens arrecadados e entregues ao Pensionato para Idosos –Vila City América. Relatório em anexo produzido pela própria equipe do 6º Semestre de Administração. Milton, peço que anexe este Relatório, que será importante para este seu Relatório. Um estande da Drogasil foi montado para atendimento ao público interno e externo: fizeram o controle de diabetes e da pressão arterial. e) ENADE Os alunos do curso de Administração não participaram do ENADE 2014 II. Categoria II – Corpo Docente, Corpo Discente e Corpo Técnico- Administrativo 4. Corpo Docente: e) Perfil Docente: O corpo docente do curso de Administração é composto por 14 professores, havendo a participação de docentes especializados com outros cursos oferecidos pela instituição como de Ciências Contábeis, Sistemas de Informação e de Direito. O corpo docente da Instituição em 2014 é formado, em sua maioria, por mestres, mas também inclui especialistas, doutores e doutorandos. São profissionais altamente gabaritados, atuando em posições de destaque em instituições públicas e privadas. O Curso de Administração apresenta a seguinte composição: 2 doutores (14%); 72 mestres (80%); e 2 especialistas (14%). f) Atuação nas atividades acadêmicas. A grande maioria dos alunos aprova o corpo docente. O grau de satisfação do aluno de administração nas séries oferecidas foi de 80%. Quanto ao quesito de: - o professor apresentar aos alunos, no inicio do semestre letivo, o Plano Semestral da Disciplina, o grau de satisfação é de 85,9%, - o plano de ensino apresentar os seguintes elementos: objetivos, conteúdo, procedimentos de ensino e sistemática de avaliação, o grau de satisfação foi de 85,25% - os objetivos educacionais propostos foram apresentados claramente, o grau de satisfação foi de 84,55% - O professor demonstra segurança quanto aos conteúdos desenvolvidos, o grau de satisfação foi de 86,43% - Os conteúdos selecionados são pertinentes e significativos, o grau de satisfação foi de 86,20% - A organização dos conteúdos favorece o desenvolvimento das competências e habilidades no aluno, o grau de satisfação foi de 83,48% - Os conteúdos foram desenvolvidos de acordo com a programação do Plano de Ensino, o grau de satisfação foi de 85,34%. - Na organização dos conteúdos foram consideradas a sequencia, a continuidade e a integração, o grau de satisfação foi de 84,95% - O professor leva em conta o nível e o ritmo de desenvolvimento dos alunos, o grau de satisfação foi de 83,35% - O professor leva em conta a iniciativa e a participação dos alunos, o grau de satisfação foi de 84,72% - O professor leva em conta o equilíbrio na solicitação dos trabalhos, o grau de satisfação foi de 83,37% - Ao elaborar os instrumentos de avaliação, o professor leva em conta o conteúdo do ensino ministrado, o grau de satisfação foi de 85,83% - As questões ou itens da avaliação são formulados de forma clara, o grau de satisfação foi de 84,11% - Os alunos tem conhecimento prévio do critério de atribuição de notas, o grau de satisfação foi de 85,99% - Os alunos são informados do resultado geral da avaliação, o grau de satisfação foi de 87,44% - O professor é um incentivador dos alunos, o grau de satisfação foi de 83,63% - O professor é disponível ao dialogo, o grau de satisfação foi de 86,45% - O professor é um profissional interessado no aprendizado dos alunos, o grau de satisfação foi de 84,90% - O professor favorece e estimula o desenvolvimento de valores humanos da profissão, o grau de satisfação foi de 86,75% - O professor é um profissional assíduo e pontual em seus trabalhos, o grau de satisfação foi de 85,38%. 2. Corpo Discente: Atenção aos discentes: O corpo discente é composto em sua maioria por pessoas que tem uma vida profissional ativa e dedicam-se em paralelo a sua formação profissional, seja com o curso de Administração e outros que integrem a aquisição de conhecimentos específicos, como línguas e informática. São pessoas empenhadas, esforçadas e interessadas em aprender. Quando chamadas para participar de atividades acadêmicas, como, por exemplo, a semana de estudos acadêmicos, fazem-se presentes e atuantes. Demonstram e aplicam os conteúdos aprendidos e incorporados ao longo de sua jornada acadêmica. Não possuem muito tempo para estudar, compartilhando o tempo com família, lazer e outras atividades. O perfil do alunado do curso é de 83% dos alunos do curso de Administração trabalham 40 horas semanais ou mais. Ou seja, o perfil do aluno que se ocupa de um trabalho integral é muito grande, o que limita o seu tempo de estudo e dedicação á atividades acadêmicas. Entretanto, em face da escassez de tempo livre, os alunos dedicam poucas horas de estudo, excetuando-se as horas de aula (5% nunca estudam; 58% estudam 1h a 2h por semana; 24% estudam de 3h a 5h por semana; 7% estudam de 6h a 8h por semana; e apenas 2% estudam mais de 8h por semana). Quanto ao aproveitamento do curso 73%, avaliam ser bom o aproveitamento do curso; 19% satisfatório e 8% excelente. Quanto à dificuldade em aproveitar o curso (65% sentem alguma dificuldade principalmente nas disciplinas que envolvem cálculos e pensamentos lógicos e abstratos, 31% sentem dificuldade e 4%, nenhuma dificuldade). Os alunos mostraram-se satisfeitos com o nível de exigência do curso (45% entendem que o curso exigiu na medida certa; 23% que o curso poderia ter exigido um pouco mais do aluno; 14% que deveria ter exigido muito mais do aluno; e 18% que deveria ter exigido um pouco menos do aluno). Em termos de exigência, também houve pouca alteração. Reuniões com representantes de classe: Ao longo de 2014 foram realizadas periodicamente reuniões com os representantes de classe de cada turma, do primeiro ao oitavo semestres de ambos os cursos. As reuniões eram pré-agendadas e contaram com a participação de outros alunos, ocasionalmente, além dos próprios representantes. O objetivo foi estabelecer contato cíclico ao longo do curso, de modo a melhorar o fluxo de informações entre a coordenação e os alunos, através dos representantes de classe. Em resumo foram discutidas oportunidades de melhorias e sugestões. As reuniões foram registradas em atas. Alguns aspectos figuraram mais intensamente nas reuniões, conforme síntese a seguir: - Os computadores são poucos para tantos alunos, não podem utilizar os computadores do laboratório de sistemas e os da biblioteca não são usáveis, pois estão cheios de vírus e desatualizados. Retirei a frase seguinte, pois repetia a anterior... - O sistema Wi-fi é fraco para tanta gente, isso quando tem internet, por vezes não há sinal nem no laboratório. - Informar a direção sobre o sentimento pela troca de professores durante os anos prejudicam bastante. Relatar que foi complicada a saída da Profª Adriana (explicar quais motivos). - Os ventiladores da nossa sala atrapalham as aulas, por causa da disposição e quem está nas laterais da sala, literalmente assam no calor, pois não recebe brisa alguma. - Os livros da biblioteca não são suficientes para a maioria dos trabalhos passados pelos professores, menos ainda para o TCC, pois os assuntos são diversos e, assim, temos de ir a outras bibliotecas e faculdades para a pesquisa. - Os banheiros são outro assunto a parte, Vilma, a vice representante, já levava este problema para o CPA desde o último ano. Não ha manutenção neles, alguns estão vazando, com falta d'água, e não deveriam estar funcionando. Os lixos sempre estão cheios, falta papel nos reservados e para secar a mão, isso às vezes na hora no intervalo e agrava na hora da saída. Muitas vezes também não há sabonete. - Infraestrutura dos banheiros. Os banheiros espalhados pela faculdade vêm apresentando, desde há algum tempo, defeitos em suas infraestruturas, tais como: Falta de higiene e manutenção nos vasos e pias no período da noite. Falta de componentes para higienização no período da noite (papeis, sabonete etc.). - Sinal desregulado: Há algum tempo, os alunos têm percebido que o sinal da faculdade aparenta sinais de que está desregulado, tocando sempre nos horários errados e, algumas vezes, com repetições desnecessárias. - Lâmpadas: Outro problema é o constante aparecimento de lâmpadas queimadas nas salas de aula e a demora em efetuar as trocas das mesmas, juntamente com a má manutenção das mesmas, pois está soltando as grades. - A promoção de eventos multidisciplinares, palestras e treinamentos em que os alunos possam se desenvolver profissionalmente. Todas estas solicitações foram registradas através de atas e dadas os encaminhamentos aos setores e departamentos apropriados. 3.Corpo Técnico- Administrativo: a)Atuação no âmbito do curso: No tocante ao apoio prestado pelos funcionários da Instituição, a totalidade dos professores está satisfeita. Entre os alunos, o grau de satisfação dos alunos neste item está em uma graduação de 0 a 10, situado entre 5 e 6. Neste item, em reuniões com os alunos do curso de Administração, surge satisfação da Secretaria que deve trabalhar com maior clareza, foco e que os processos de comunicação não estão funcionando a contento. Há queixas com relação ao setor Financeiro da Instituição no tocante à distribuição de boletos e poucas alternativas para pagamentos dos mesmos. Há queixas com relação à cobrança de atividades complementares no que diz respeito ao desembolso financeiro, quando não cumprido, e aspectos ligados à comunicação prévia da obrigatoriedade deste pagamento e, também, quanto à comunicação de suas datas de entrega. Com a coordenação do curso, através desta mesma métrica, o grau de satisfação dos alunos situa-se entre 7 e 8. III. Categoria – Instalações Físicas 1.Biblioteca: Professores: Os professores mostram-se relativamente satisfeitos com o acervo bibliográfico, porém solicitam uma revisão do mesmo. Com a nova matriz curricular que entrou em vigor em 2013, foram feitas as adequações entre disciplinas e acervo disponível. Surgem necessidades de atualização de acervo. Há queixas quanto sua localização física. Está situada hoje no 7º andar, tendo seu acesso principal via elevadores. Os professores mostram satisfeitos com a quantidade de exemplares, com grau de satisfação entre 6 e comentam sobre a preocupação em possuir a quantidade de bibliografias básica e complementar necessárias para atender a nova Matriz Curricular. Alunos: Os alunos continuam satisfeitos com a biblioteca em linhas gerais, com ressalvas destacadas acima. A avaliação dos alunos quanto à atualização do acervo da biblioteca é, em linhas gerais, positiva. Com o grau de satisfação entre 5 e 6, os alunos percebem que o acervo, em termos de oferta e atualização bibliografia, atende às necessidades as demandas impostas pelas disciplinas cursadas. Na análise feita quanto ao número de exemplares, percebe-se que, no entendimento dos alunos, atende-se às suas necessidades. Com grau de satisfação entre 5 e 6, percebe se que a quantidade de exemplares atende com ressalvas às necessidades das disciplinas mas que este quesito tem ainda ser melhorado disponibilizando uma quantidade maior de exemplares para suas pesquisas e consultas. Quanto às instalações disponíveis na biblioteca, o grau de satisfação situa-se entre 5 e 6, e quanto aos serviços prestados para localização das obras e literaturas, o grau de satisfação está entre 5 e 6. Mostraram-se também satisfeitos, com grau de satisfação entre 5 e 6, ao analisarem o horário de funcionamento da biblioteca, buscam que tenham um flexibilidade e disponibilidade maior principalmente aos finais de semana. 2.Instalações especiais, infra estrutura e laboratórios Os Laboratórios de Informática são de uso comum aos cursos oferecidos pela instituição. O horário de funcionamento é adequado, segundo os alunos, contudo revelaram a urgente necessidade de atualização dos equipamentos e infraestrutura do laboratório do prédio de Administração bem como da infraestrutura de acesso à internet no laboratório ou no entorno. A atualização de hardware e software continua como sendo fator vital e de alta prioridade da mantenedora para o próximo ano. Alunos: Os alunos mostram se parcialmente satisfeitos com os laboratórios oferecidos para o curso de Administração. A avaliação dos alunos quanto à atualização do laboratório é, em linhas gerais, mediana. Com grau de satisfação entre 4 e 5 quanto a utilização do laboratório pelos professores em suas disciplinas. Mantem-se neste mesmo patamar, a avaliação pelos alunos dos equipamentos e condições oferecidas pela Instituição. Há uma necessidade urgente de atualização dos computadores e a infraestrutura de acesso, no laboratório e áreas comuns, quanto a sua configuração que hoje, atende às necessidades básicas, porém quando analisados os demais recursos como softwares instalados e disponibilidade de Internet para pesquisas e afins, constata-se real e urgente necessidade de melhora. São solicitados softwares específicos como, por exemplo, Sistemas Integrados de Gestão Corporativa, os ERP, jogos empresariais, e softwares voltados a aplicação prática em suas vidas profissionais, como por exemplo CRM, SCM e de cunho financeiro e logístico, entre outros, que ofereçam uma melhor capacitação dos e aprimoramento de suas habilidades e competências exigidas pelo mercado de trabalho. 3.Salas de Aulas Alunos: Os alunos mostram se parcialmente satisfeitos com as condições físicas das salas de aula. Elas devem ter uma manutenção maior no quesito iluminação. Há queixas quanto ao aspecto temperatura, pois tornam se muito quentes no verão. Os ventiladores de teto, por vezes, não vencem a necessidade de tornar o ambiente mais agradável e propício para a aprendizagem. Há queixas também no quesito ruídos. Há interferência acentuada, de forma geral, pelo trânsito de alunos, o que tem sido comentado nas reuniões, como interferindo no processo de concentração. Curso de Administração (6° Semestre) Avaliação dos Alunos (6º semestre/2014) Potencialidades Semana de Estudos – O evento trouxe uma dinâmica diferente para a faculdade, principalmente para os alunos de administração que colocaram na pratica suas funções com diversas atividades diferentes. Fragilidades Falta de incentivo da faculdade para com a semana de estudos. A semana não estava no calendário oficial da faculdade o que dificultou a execução do evento, além de falta de tempo para organização e divulgação Sugestão de melhoria: é necessário um planejamento antecipado com o apoio e empenho de toda a faculdade. Inúmeros problemas de comunicação dentro da faculdade, após algumas mudanças no quadro, eventos, calendário etc., ninguém mais sabe informar nada. Sugestão de melhoria: Existir a presença de um funcionário responsável por dar este apoio diariamente aos alunos e um canal de comunicação (email ou rede social) que possa dar suporte aos com rapidez. Infraestrutura dos banheiros femininos que estão quase sempre sujos e sem papel no período da noite. Sugestão de melhoria: Controle de abastecimento e limpeza todos os dias antes dos horários de aula. Falta de organização e coerência entre os departamentos administrativos da faculdade, como, por exemplo, secretaria e departamento financeiro. Erros constantes nas documentações dos alunos, como por exemplo, valores dos boletos das mensalidades. Sugestão de melhoria: Treinamento reforçado aos funcionários. Falta de atenção e feedback de reclamações dos alunos, como, por exemplo, reclamações contra professores mal empenhados. Falta de profissionais que nos podem auxiliar com informações concretas. Com algumas demissões na faculdade, ficamos sem um apoio de coordenação para nos auxiliar em assuntos diversos, como, por exemplo, falta de professores, dúvidas no calendário da faculdade, informações administrativas gerais. A turma realizou reclamações sobre o Coordenador do Curso de Administração e, até o presente momento, não tivemos nenhum sinal de melhoria, estamos indo para o último ano da faculdade e nada melhorou neste aspecto. Sugestão de melhoria: Ter presente um funcionário de ouvidoria para estas questões, e que possa atender nossas solicitações e buscar a solução e não apenas um telefone de ouvidoria. Dificuldades com a coordenação – Estamos seguindo para o último ano da faculdade e até o presente momento o nosso coordenador não cumpriu com quase nada do seu papel, já fizemos reclamações, mas não adiantou. Sugestão de melhoria: coordenador de curso para que as próximas turmas não sejam prejudicadas como nós fomos. Catracas sempre quebradas e com falhas.- Estas falhas causam transtornos e stress aos alunos. Sugestão de melhoria: Manutenção mensal das catracas ou liberar o acesso nos períodos de falhas. Salas com lâmpadas apresentando constantes problemas. - Estes problemas atrapalham o desempenho em sala de aula. Sugestão de melhoria: Manutenção mensal e rapidez na solicitação dos alunos quando houver o problema. Mudanças no Layout do site – Nas últimas semanas houve constantes mudanças no layout do site, o que confundiu muito para a utilização dos alunos veteranos. Sugestão de melhoria: É necessário que seja padronizado de uma forma simples e eficaz para navegação de todos, desde alunos novos ou de mais idade. Grade curricular – No último ano a faculdade sofreu alterações na grade curricular dos cursos, o que, a nosso ver, está prejudicando os novos alunos e contribuindo para uma péssima aprendizagem. Sugestão de melhoria: Rever a estrutura da grade curricular com todos os professores e também os alunos. Horários das aulas não cumpridos – Inúmeras vezes os horários das aulas não são cumpridos, professores chegam atrasados e dispensam os alunos bem antes do horário correto, o que prejudica o aprendizado. Sugestão de melhoria: Debater com os professores esta questão e se possível fazer um controle para que o horário de aula seja cumprido corretamente. Considerações finais: Os tópicos apresentados acima foram discutidos e comentados pela maioria da turma ao decorrer do ano dentro e fora de classe. O professor Norberto Antonio Gomes está autorizado em ler o texto em nome de nossa turma, devido ao horário da CPA não ser compatível com nossa disponibilidade. Atenciosamente: Apontamentos realizados pelas alunas: Agatha de Souza Marques Luana Cabral Silva Curso de Administração OBJETIVOS, AÇÕES REALIZADAS E RESULTADOS ALCANÇADOS 2013/2014 Coordenador Milton Tadeu Piscinato Objetivos Ações realizadas 1. Adequação do curso às demandas do Mercado. Proposição de uma nova matriz curricular. 2. Atualização Tecnológica do curso frente às demandas de mercado. Estabelecimento de relações com entidades que forneçam softwares ERP, e assim introduzir a filosofia de Sistemas Integrados de Gestão. Palestras com profissionais do CRA. Reuniões com representantes de Classe. 3. Troca de experiências e vivências. 4. Aproximação com os alunos do curso. 5 Ampliação da oferta de cursos extra curriculares e de formação específica. 6. Para 2014/2015 – Estabelecer parcerias com instituições. 7. Para 2014/2015 – Parcerias com instituições com softwares Erps. 8. Para 2014/2015 – Divulgação do Curso. 9. Para 2014/2015 – Semana da Administração. Aproximação com alguns parceiros: Central de Concurso, etc. Resultados alcançados Fragilidades/ Dificuldades Foi discutida a nova matriz curricular e implementada. Contatos feitos, porém professores não avaliaram o aplicativo e assim não contribuíram para sua implementação. Foram realizados e tivemos êxito. Foram levantados pontos sob a ótica dos alunos que favorecem e dificultam suas atividades na Instituição. Houve interesse por parte das instituições, porém não foram estabelecidas as parcerias. Observação Faltou comprometimento, motivação de alguns professores. Falta motivação por parte dos professores. Infraestrutura de TI. Muito ricas estas reuniões, pois permitem aproximar-se dos problemas pelas suas óticas e tomar atitudes relacionadas. CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS TERMO DE CUMPRIMENTO DE METAS Dimensão 1 - Organização didático-pedagógica AÇÃO 4 – Indicadores 1.5 e 1.6 - A IES deverá reestruturar e implementar de forma suficiente o Projeto Pedagógico de Curso (PPC) de modo a garantir: (i) estrutura curricular com flexibilidade, interdisciplinaridade, compatibilidade da carga horária total (em horas), articulação da teoria com a prática e, nos casos de cursos a distância, mecanismos de familiarização com essa modalidade; e (ii) conteúdos curriculares previstos/implantados que possibilitem o desenvolvimento do perfil profissional do egresso considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos de atualização, adequação das cargas horárias (em horas) e adequação da bibliografia. O curso superior de Ciências Contábeis tem seu projeto pedagógico delineado à luz dos da Resolução nº 10 – CNE-CES, de 16-12-2004 – retificada no D.O.U de 28-12-2004 e Pareceres relacionados. Sua reestruturação contempla edificação curricular com flexibilidade, interdisciplinaridade, compatibilidade da carga horária total em horas e adequação da bibliografia. Objetiva proporcionar uma formação profissional sólida do ponto de vista do domínio da teoria e da técnica profissional. AÇÃO 5 – Indicador 1.8 - A IES deverá garantir que o número de vagas previstas/implantadas corresponda, de maneira suficiente, à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES. O curso contou com 19 professores: 13 (69 %) mestres, sendo um deles doutorando; 1 (5%) doutor; 4 (21 %) especialistas, sendo 2 deles matriculados em Programa de Mestrado; 1 ( 5 %) Mestrando. Este último dispensado às vésperas do final do ano e o doutor igualmente. Para o próximo ano letivo, já estão sendo entrevistados outros professores da IES, bem como fora dela, com total preferência àqueles titulados , com disponibilidade e formação que englobem disciplinas comprovadamente aderentes às oferecidas. A IES conta atualmente com 80 professores, em média. São titulados e possuem experiência docente e empresarial conforme parâmetros. A infraestrutura da IES, conforme explicitado na dimensão pertinente, comporta salas de aulas e demais dependências, além do número total de vagas da instituição. AÇÃO 6 - Indicadores 1.8 e 1.10 - A IES deverá garantir a existência e o adequado funcionamento de: (i) estágio curricular supervisionado previsto/implantado regulamentado/institucionalizado, de maneira suficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos de carga horária, previsão/existência de convênios, formas de apresentação, orientação, supervisão e coordenação; e (ii) trabalho de conclusão de curso previsto/implantado regulamentado/institucionalizado, de maneira suficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos de carga horária, formas de apresentação, orientação e coordenação. O componente curricular “Trabalho de conclusão de Curso” acha-se devidamente previsto, regulamentado, implantado e é precedido em semestre anterior por outro componente “Metodologia do Trabalho Científico”, ambos com os respectivos critérios, procedimentos e mecanismos de avaliação. AÇÃO 7 – Indicador 1.11 - A IES deverá promover ações de apoio ao discente que contemplem, de maneira suficiente, os programas de apoio extraclasse e psicopedagógico, de atividades de nivelamento e extracurriculares não computadas como atividades complementares e de participação em centros acadêmicos e de intercâmbios. A IES oferece regularmente cursos de nivelamento de Português e Matemática, áreas em que mais se concentram as dificuldades apresentadas pelos alunos, conforme demonstraram os resultados das pesquisas. Programa de monitoria, conforme regulamentação prevista na Portaria DG de 1º de junho de 2011. Mantém convênio com organizações privadas de colocação de jovens no mercado de trabalho, por meio de programas de estágios que, por sua vez, oferecem também cursos gratuitos, tais como: NUBE, CIEE etc. Incentiva a pesquisa, tanto ao corpo discente como aos professores, propiciada pela edição da Revista Augusto Guzzo Revista Acadêmica (ISSN Impresso 1518-9597, ISSN Eletrônico 2316-3852), com publicação semestral e interdisciplinar das Faculdades Integradas "Campos Salles” (FICS), com qualificação (Qualis) B-3 (Administração), B-4 (Sociologia e Engenharia), B-5 (Educação) pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), cujas edições são disponibilizadas no site. É estendido apoio psicopedagógico aos alunos pela Profª Mônica Maria Martins de Souza, regulamentado pela Portaria do Diretor Geral, Prof. Claudinei Senger. O atendimento é agendado com a professora citada, que atende às segundas-feiras, das 17h às 18h e 20m. Qualificação: Doutora em Comunicação e Semiótica / Pontifícia Universidade Católica de São Paulo / 2005. Mestre em Administração de Empresas / Universidade Presbiteriana Mackenzie / 1999. Especialista em Tecnologia Educacional / Centro Universitário Nove de Julho 2000. Especialista em Administração de Recursos Humanos / Faculdade de Ciências Gerenciais da UMA / 1995. Bacharela e Licenciada em Psicologia / Instituto Cultural Newton Paiva Ferreira / 1992. AÇÃO 8 – Indicador 1.12 - A IES deverá implementar de maneira suficiente as ações acadêmicoadministrativas decorrentes dos relatórios produzidos pela autoavaliação e pela avaliação externa (ENADE e outros). A Comissão Própria de Avaliação – CPA – das Faculdades Integradas “Campos Salles”, em funcionamento desde 2007, além de se nortear pelas diretrizes e princípios, tem incorporado algumas sugestões e proposições indicadas nas diferentes reuniões que ocorreram, tais como: (i) fortalecer o compromisso de todos – coordenadores, professores, estudantes e funcionários – com o processo interno de desenvolvimento das Faculdades Integradas Campos Salles/FICS; (ii) considerar a importância de se empreender um processo educativo que favoreça o desenvolvimento de seres humanos, dotados de capacidade crítica, de autonomia intelectual e comprometidos com a resolução dos problemas sociais; (iii) ampliar a inserção social da IES mediante uma articulação, cada vez mais intensa, com o contexto local; (iv) incrementar a qualificação do corpo docente e técnico; (v) incrementar e desenvolver as atividades de extensão oferecidas a todos os cursos; (vi) fortalecer momentos e espaços de integração entre os diferentes cursos por meio de seminários, ciclos de debates, palestras, mesas redondas a respeito de temas da atualidade e que estabeleçam relações com os cursos desenvolvidos; (vii) fomentar e/ou fortalecer as parcerias já existentes com empresas, instituições públicas e privadas e a comunidade, visando a assegurar o cumprimento de sua missão institucional; (viii) induzir e apoiar projetos que possibilitem a ampliação das fronteiras e a diversidade do conhecimento; (ix) promover ações que conduzam à renovação da instituição mediante constante intercâmbio com a comunidade; (x) consolidar o processo de avaliação que já há alguns anos vem sendo implementado, a fim de fortalecer uma cultura avaliativa, que tem por objetivo o aperfeiçoamento da qualidade do ensino e do desempenho acadêmico dos estudantes e professores das FICS. Tais objetivos são frutos de discussões coletivas e compartilhadas no âmbito da CPA, durante as reuniões mensais e conforme a demanda institucional por parte dos coordenadores, professores, alunos e/ou funcionários. Com base nestes objetivos, a CPA tem estabelecido ultimamente os seguintes procedimentos, que estão sendo cumpridos rigorosamente. Entre eles, distinguimos: (i). sistematizar e integrar os dados das avaliações, buscando desenvolver as temáticas geradoras dos diferentes encontros, tendo em vista as necessidades de formação diagnosticadas, em especial, pelos coordenadores de curso a partir das avaliações parciais realizadas e dos Relatórios Parciais que são elaborados pelo Núcleo Docente Estruturante/NDE de cada um dos cursos, assim como pela documentação enviada à CPA pelos coordenadores de cursos; (ii) Elaborar indicadores institucionais, de modo a permitir subsídio às ações de gestão e acompanhamento dos Projetos Pedagógicos dos Cursos/PPC, articulando-os com o Projeto Pedagógico da Instituição/PPI; (iii) Indicar mudanças institucionais a partir do acompanhamento das ações e das discussões no âmbito da CPA, voltadas para imprimir um caráter formativo ao processo avaliativo que se está desenvolvendo; (iv) Divulgar os dados da autoavaliação para toda a comunidade acadêmica, de modo que todos tenham acesso às ações realizadas com a finalidade de que possam participar, ainda que indiretamente, deste processo de autoavaliação, possibilitando, assim, uma devolutiva, também, à comunidade em geral. É importante, também, mencionar que, com base nas “Orientações Gerais para o Roteiro de Autoavaliação das Instituições”, elaborado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais – INEP, o trabalho da CPA conta, desde 2007, com a seguinte metodologia de trabalho: (i) Elaboração de um rol de indicadores relevantes para a instituição em cada uma das dez dimensões propostas (agregando os instrumentos de pesquisa que também dessem conta das especificidades da IES); (ii) delimitação de públicos-alvo específicos referentes aos professores, alunos e pessoal técnicoadministrativo de diferentes setores da IES; (iii) Estabelecimento de um Plano de Ação que envolvesse cada um dos setores institucionais em ações avaliativas, primando pelo princípio da responsabilidade compartilhada. A estratégia adotada pela CPA na condução dos trabalhos consta de três momentos: (i) Concepção, proposta e (re)formulação do Plano de Ação: Estabelecidas após avaliação em conjunto das fragilidades e das potencialidades apontadas, delineando e orientando as estratégias a serem adotadas pelos diferentes atores sociais, por meio dos diferentes instrumentos de pesquisa utilizados, assim como pelos registros das atas realizadas, apontando estratégias indicadas. Após discutir os pontos frágeis e/ou fortes, a CPA reorienta o processo de autoavaliação, tendo em vista: (ii) A execução, o desenvolvimento e a análise, por meio da Aplicação dos instrumentos ou prosseguimento de acordo com as indicações da CPA; Análise dos resultados sob a orientação da CPA; Discussão conjunta com os envolvidos sobre as informações em foco. (iii) Síntese dos resultados da autoavaliação, através da(o): Coleta dos resultados e síntese dos vários momentos da avaliação; (iv) Divulgação dos resultados globais, por meio dos Relatórios Parciais de cada um dos cursos que integram as FICS, assim como aqueles referentes à infraestrutura (Biblioteca, Laboratórios etc.). Assim, culmina-se com o Relatório Final, que é divulgado a todos os envolvidos e para a comunidade acadêmica. Reinício do processo de concepção, proposta e formulação, retornando-se o ciclo de autoavaliação contínuo e participativo. A IES busca, através de pesquisas regulares, avaliar o corpo docente, coordenações, as condições de oferta e, ainda, o processo ensino-aprendizagem para que, tendo em mãos esses resultados, possa programar e/ou reprogramar ações buscando resultados positivos. Os resultados do ENADE têm nos sinalizado algumas ações significativas que foram e estão sendo adotadas pela IES. AÇÃO 9 – Indicador 1.17 - A IES deverá adotar, nos processos de ensino-aprendizagem, procedimentos de avaliação que atendam, de maneira suficiente, à concepção do curso definida no PPC. O curso utiliza conjunto de três técnicas nas disciplinas teóricas: (i) técnicas de exposição pelo professor, na forma de aulas expositivas participativas e interativas, consideradas como necessárias para introduzir um novo assunto, propiciar uma visão global e sintética, esclarecer conceitos e concluir estudos; (ii) técnicas centradas no aluno, na forma de estudos de texto e de casos e de estudos dirigidos (ou orientados), que objetivam desenvolver a capacidade de estudar um problema, de forma sistemática, desenvolver a capacidade analítica e as habilidades de compreensão, interpretação, análise, crítica, e (re)criação de textos, e desenvolver a capacidade analítica e preparar para o enfrentamento de situações complexas; (iii) técnicas de trabalho em grupo, objetivando, em especial, dar a todos alunos ocasião de participar, quer formulando perguntas, quer formulando respostas e perguntas, ou expressando opiniões e posições e aprofundar a discussão de um tema ou problema, chegando a conclusões. Utiliza-se, ainda, a avaliação multidisciplinar, integrante da sistemática de verificação do rendimento escolar, procura diagnosticar se o aluno, ao longo do semestre, desenvolveu competências e habilidades para o exercício da profissão, proporcionando-lhe, inclusive, visão integrada e abrangente do currículo, no contexto dos objetivos formulados para o curso. As questões tomam como referência os conteúdos desenvolvidos no decorrer de cada semestre letivo e elaboradas nos moldes do ENADE. No intuito de motivar os alunos são atribuídos pontos acrescidos ao total dos obtidos em cada disciplina, após a última avaliação semestral, de acordo com critérios previamente estabelecidos. Dimensão 2 – Corpo Docente e Tutorial AÇÃO 10 – Indicador 2.1 - A IES deverá reestruturar o corpo docente de modo a garantir um Núcleo Docente Estruturante (NDE) para o curso, implantado de forma suficiente considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: concepção, acompanhamento, consolidação e avaliação do PPC. O Núcleo Docente Estruturante, regulamentado Pela Portaria FICS-DG-08/2011, encontra-se em funcionamento a partir de 2012, quando se deu a designação também pela Portaria do Diretor Geral. Fizeram parte do NDE os professores mestres: Adeildo Paulino, Antonio Dirceu Marques e Nelson Satio Bito, além da Coordenadora dos Núcleos Docentes Estruturantes IES, professora mestra Ana Maria Belavenuto e Freitas que se desligou da Faculdade ao final do ano letivo de 2014. Tendo em vista o desligamento do Prof. Antonio Dirceu Marques da Coordenação do Curso, foi designado pela Portaria do Diretor Geral, em agosto de 2014, o Prof. Antonio de Lima Júnior, Mestre, compondo também o Núcleo Docente Estruturante. Aquiesceu, também ao convite para integrar o Núcleo, o Prof. Erick de Souza Monteiro, Especialista. Dessa forma, cumpre-se a constituição do NDE, com 4 professores mestres e 1 especialista. Em obediência à Resolução CONAES mencionada, as atribuições do NDE do curso em pauta encontram-se perfeitamente alinhadas em regulamento, instalado na forma preceituada com atribuições acadêmicas de acompanhamento, atuante no processo de concepção, consolidação e contínua atualização do projeto pedagógico do curso. Ressalte-se que no Parecer CONAES nº 4, de 17.06.2010 que deu origem à Resolução CONAES nº 01, de 17/07/2010, consta que “o NDE deve ser considerado não como exigência ou requisito legal, mas como diferenciador da qualidade do curso, no que diz respeito à interseção entre as dimensões do corpo docente o Projeto Pedagógico do Curso”. Destaca o parecer em referência, que a “CONAES entende que o NDE é um bom indicador da qualidade de um curso de graduação e um elemento de diferenciação quanto ao comprometimento da instituição com o bom padrão acadêmico”. Adiante se encontra no mesmo parecer que “como regra geral, não é necessário que se constitua em um percentual do corpo docente, pois poderia, em alguns casos, dar-lhe um tamanho desmesurado que inviabilizaria suas ações e, em outros, ficar resumido a um ou dois professores.” (grifo da IES) AÇÃO 11 – Indicador 2.7 - Para os cursos de bacharelado e licenciatura, a IES deverá garantir mínimo de 30% do corpo docente com titulação obtida em programas de pós-graduação stricto sensu. Atualmente o curso de Ciências contábeis conta com professores mestres: 13 (76%), sendo um deles doutorando; e 4 (24%) especialistas, sendo dois deles mestrandos. Destarte, conta-se com mais que o dobro do mínimo exigido de professores titulados em pós-graduação stricto sensu. AÇÃO 12 – Indicador 2.9 - A IES deverá garantir mínimo de 33% do corpo docente com regime de trabalho de tempo parcial ou integral. Destacam-se os seguintes docentes com tempo parcial: Adeildo Paulino, Antonio de Lima Junior, Erick de Souza Monteiro, Manuel dos Santos Leitão; Milton Tadeu Piscinato e Nelson Satio Bito, dentre os 17 professores atualmente em exercício. AÇÃO 13 – Indicador 2.10 - A IES deverá garantir que um contingente maior que 40% do corpo docente previsto/efetivo possuam experiência profissional (excluídas as atividades no magistério superior) de, pelo menos, 2anos para bacharelados e licenciaturas ou 3 anos para cursos superiores de tecnologia. Dos 17 professores restantes ao final de 2014, distribui-se a experiência profissional fora do magistério superior: 30 anos ou mais = 5 professores; 20 a 24 anos = 1 professor; 15 a 19 anos = 3 professores; 10 a 14 anos = 4 professores; 5 a 9 anos = 3 professores; 2 anos = 1 professor. Dimensão 3 - Infraestrutura AÇÃO 14 – Dimensão 3.4 - A IES deverá disponibilizar salas de aula consideradas satisfatórias nos seguintes aspectos: quantidade de número de alunos por turma, disponibilidade de equipamentos, dimensões em função das vagas previstas/autorizadas, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade. A Faculdades Integradas “Campos Salles” dispõe de 4 prédios: “Augusto Guzzo”, com o total de 16 salas de aulas, perfazendo 794,60 m2, com capacidade para 730 alunos; “Educação”: com 6 salas de aulas, perfazendo 536,40 m2 e capacidade para 590 alunos; prédio “Semeador”, totalizando 16 salas de aulas, perfazendo 1.214,90 m2 e capacidade para 1.335 alunos; prédio “Campos Salles”: com 10 salas de aulas, perfazendo 476m2 e capacidade para 460 alunos. A capacidade total excede os 3.000 lugares. As vagas totalizam 1.650. As demais áreas como garagem, pátios, sanitários, biblioteca, praça de alimentação, dependências para os professores, laboratórios de informática superam 3.000 m2. Os prédios disponibilizados pela Associação Educativa Campos Salles, mantenedora da IES, foram construídos especialmente para abrigar estabelecimento de ensino. Os espaços não oferecem barreiras arquitetônicas; há rampas de acesso, sanitários, elevadores para pessoas com dificuldades de locomoção, telefones públicos, sendo um deles destinado a pessoas portadoras de necessidades especiais. As salas de aulas do prédio “Semeador”, onde está alocado o curso em pauta, em ótimo estado de conservação, dispõem de quadro negro, mesa e cadeira para docentes, 60/70 cadeiras de braço, em média, inclusive as destinadas para canhotos, com capacidade para atender plenamente as necessidades dos alunos e professores, como boa iluminação, espaços suficientes entre as cadeiras e o quadro-negro; infraestrutura para aparelho retroprojetor e Datashow e 3 salas com lousa digital; janelas para o corredor interno, ventiladores de teto e a iluminação artificial do espaço é feita por lâmpadas fluorescentes de cor branca. A ampla sala dos professores, com sanitários masculino e feminino separadamente, atende aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessárias à atividade desenvolvida. O coordenador do curso dispõe de sala com 3 computadores conectados à internet e impressora laser multifuncional, além de mesa de trabalho. O NDE reúne-se em sala do andar térreo do mesmo prédio onde funciona o curso (prédio Semeador), que dispõe de mesa pra reuniões e cadeiras, bem como de mesa e computador com acesso à internet. AÇÃO 15 – Indicador 3.5 - A IES deverá disponibilizar de maneira suficiente laboratórios ou outros meios implantados de acesso à informática para o curso, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade de equipamentos relativa ao número total de usuários, acessibilidade, velocidade de acesso à internet, política de atualização de equipamentos e softwares e adequação do espaço físico. Todos os itens se cumprem, devendo-se ressaltar, ainda, a disponibilidade dos recursos já aprovados pela Mantenedora para expansão significativa dos equipamentos. AÇÃO 16 – Indicador 3.6 - A IES deverá garantir acervo da bibliografia básica, com no mínimo três títulos por unidade curricular, disponíveis na proporção média de 1 exemplar para a faixa de 10 vagas anuais autorizadas, além de estar informatizado e tombado junto ao patrimônio da IES. A expansão do acervo nos moldes deste indicador já se encontra em andamento acelerado, tendo em vista os recursos disponibilizados pela Mantenedora da IES. Outras Ações DIMENSÃO 1 – Organização didático-pedagógica Ação 4 – Reformulação do Projeto Pedagógico do curso A IES já tomou a iniciativa de reformular o PPC e se compromete a discutir o projeto pedagógico com os órgãos competentes definido nesse Protocolo de Compromisso, de forma a avaliar a situação atual do projeto pedagógico do curso Superior de Ciências Contábeis (bacharelado), de forma a garantir sintonia com os projetos oficiais da IES e o contexto local, com atendimento integral à legislação do ensino superior vigente, objetivando a melhoria do curso de graduação. Órgão responsável: CONSEPE, CONCUR, NDE, CPA, CAPC Metas: - reuniões de órgãos competentes para avaliação da situação atual dos projetos pedagógicos, bem como adequação à legislação vigente e aos documentos oficiais da IES. - reuniões para definir e colocar em prática estratégias que visem alterar os resultados negativos obtidos; - encaminhamento, aos órgãos competentes, de relatórios que comprovem o cumprimento das estratégias estabelecidas. Ação 5 – Metodologia de avaliação semelhantes ao ENADE A IES se compromete a aperfeiçoar as metodologias de avaliação considerando os princípios adotados pelo ENADE, focadas em habilidades e competências e de abordagem interdisciplinar, constantes do PDI e da reformulação das normas internas que disciplinam o processo de avaliação dos discentes para os fins de promoção nos estudos, adotadas pela IES. Órgão responsável: CONSEPE, CONCUR, NDE, CAPC. Metas: - estudo reflexivo sobre as metodologias de avaliação aplicadas no ENADE, com intuito de construir metodologia a ser utilizada nos cursos; - reuniões dos órgãos competentes de curso para discussão e aprovação de metodologias de avaliação com princípios críticos, interpretativos e discursivos. Ação 6 – Oficinas com o corpo discente A IES compromete-se as quatro oficinas com os estudantes dos cursos, com explicitação do sistema de avaliação utilizado e com a apresentação da dinâmica das avaliações, buscando a participação dos alunos matriculados, privilegiando-se o uso de Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) Órgão responsável: CONSEPE, CONCUR, NDE, CAPC Metas: - reuniões dos órgãos competentes para definição e aprovação das metodologias a serem utilizadas, das tecnologias de informação e comunicação e das datas de realização das oficinas; - criação de roteiro do projeto de extensão? Oficinas? - aprovação das oficinas pelo órgão competente. DIMENSÃO 2 – Corpo Docente Ação 7 Na dimensão 2 tem-se um nível de qualidade adequado para uma boa formação dos alunos matriculados no curso Superior de Ciências Contábeis, porque o curso conta com 11% de professores doutores, 11% de professores mestres doutorandos, 56% de professores mestres e 22% de professores especialistas. O corpo docente é formado por profissionais que atuam no mercado de trabalho dentro de suas respectivas áreas de competências e contribui para fortalecer a qualidade do ensino aplicado. A IES se compromete a preservar o nível mínimo de 33% do corpo docente em regime de trabalho de tempo parcial. DIMENSÃO 3 – Infraestrutura física, especialmente a de ensino e pesquisa, biblioteca, recursos de informação e comunicação. Ação 8 A IES se compromete a manter instalações adequadas, com boa iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade, bem como número adequado de alunos por turma e equipamentos adequados para o perfeito desenvolvimento das atividades acadêmicas. Ação 9 A IES já disponibiliza de maneira suficiente laboratórios e outros meios de acesso à informática para o curso de Ciências Contábeis e não deixa de se preocupar com a permanente atualização dos equipamentos, que estão disponíveis em quantidade suficiente em relação ao número total de usuários. Os laboratórios de informática apresentam boa acessibilidade e adequada velocidade de acesso à internet e a IES se compromete a manter a política de atualização de equipamentos e softwares. Ação 10 A IES se compromete a garantir o acervo da bibliografia básica com no mínimo 3 títulos por unidade curricular, disponíveis na proporção média de 1 exemplar para a faixa de 10 vagas anuais autorizadas, além de estar informatizado. Outras Ações Ação 10: A IES deverá reestruturar o corpo docente de modo a garantir um Núcleo Docente Estruturante (NDE) para o curso, implantado de forma suficiente considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: concepção, acompanhamento, consolidação e avaliação PPC. A partir de janeiro de 2013 a nova grade curricular, elaborada com base nas propostas do NDE, foi implantada e se encontra no seu segundo ano de atividade. Em janeiro de 2014, ingressou no NDE o Professor Mestre Antonio de Lima Júnior e o planejamento das atividades no corrente ano letivo prevê a avaliação e consolidação do PPC; todos os fatos estão descritos em ATAS. Ação 11: Para os cursos de bacharelado e licenciatura, a IES deverá garantir mínimo de 30% do corpo docente com titulação obtida em programa de pós-graduação stricto sensu. O corpo docente da IES é constituído por 73% de professores com pós-graduação sticto sensu. Ação 12: A IES deverá garantir mínimo de 33% do corpo docente com regime de trabalho parcial ou integral. O regime de trabalho dos profissionais docentes é por hora-aula, com destaque para as atividades de coordenação com 8 horas-aula semanais, como adicional de função Ação 13: A IES deverá garantir que um contingente maior que 40% do corpo docente previsto/efetivo possua experiência profissional (excluída as atividades no magistério superior) de, pelo menos, 2 anos para bacharelados e licenciaturas ou 3 anos para cursos superiores de tecnologia. Os profissionais docentes exercem, predominantemente, atividades profissionais, além das atividades acadêmicas. A contratação de profissionais docentes por hora-aula, mencionada na Ação 12, é consistente com a necessidade de colocar, em sala de aula, profissionais com experiência específica, uma exigência para os cursos de Ciências Contábeis. É preciso destacar, ainda, que 90% dos professores do curso de Ciências Contábeis possuem experiência profissional acima de 3 anos, compatíveis com as disciplinas que lecionam. AVALIAÇÃO DOS ALUNOS DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS EM REUNIÃO DA CPA Potencialidades: Faculdade bem conceituada Preço Localidade/Fácil acesso Tradição Metodologia da média (p1, p2, Multi, Sub. apenas uma) Fragilidades: Professores arrogantes / desmotivados / fracos Aulas com péssimo nível de qualidade Não cumprem o conteúdo programático Avaliações não retrata o que foi aprendido em sala de aula Falta de organização Falta de pontualidade dos professores em postar as notas Grade de matérias mal desenvolvidas Ausência de aulas práticas em sistemas (declaração de imposto de renda e etc) nas aulas porque nem todo mundo tem disponibilidade de ir antes do horário/ Falta de infraestrutura e apoio para aulas práticas (não só questão de declaração de IR, mas aprender a mexer em um SPED, declaração de PIS/COFINS, emissão e cod. de DARFs) DPs inúteis (parecem ser apenas para ganhar dinheiro) Falta de planejamento e administração de grades, equipe de professores e provas Aulas desinteressantes onde em uma semana só vale a pena ir em um ou dois dias Demora para adaptação da grade em relação ao mundo atual (ex: Ter uma aula de CPC na semana, sendo que futuramente toda a contabilidade terá base nisso... Este assunto deveria ser abordado desde o primeiro semestre junto com a contabilidade básica) Acesso à internet; Laboratório: apenas um disponível e horário limitado somente a partir 17h30; Biblioteca: Acervo de livros deveria ser melhor A média 5 / deveria ser pelo menos 6. Sugestões de melhoria Aumentar a nota para aprovação desde que possa ser utilizado o material de estudo de cada aluno, ou seja, com consulta; Fazer trabalhos voltados à prática, ou seja, análise de balanço, um valuation, análise de crédito etc.; Fazer uma reciclagem de metodologia com os professores e verificar quais deveriam continuar e quais deveriam ser dispensados; Voltar a abrir uma atlética ou algo do gênero, para estimular o aluno a querer ter uma postura mais ativa em relação à faculdade; Para as próximas gerações (já que a nossa “está ferrada”), fazer um acompanhamento melhor e atualização mais rápida de assuntos que se tornam pertinentes para o curso (no nosso caso ciências contábeis) para preparar melhor o aluno para o mercado após o término da faculdade; Outros Comentários A estrutura está à beira de um precipício, no próximo ano teremos ENADE e com a qualidade dos professores/aulas, não vemos possibilidades de grandes resultados. Embora a faculdade tenha tradição, este período de ausência em propagandas, divulgação de modo geral a colocou muito fora de sua história. Pessoal de apoio (secretaria e afins) sem nenhum preparo, pouco se importando com as necessidades dos alunos.Com a saída do Arnaldo criaram um vazio na comunicação interna.A estrutura física é boa, mas se não for bem trabalhada tende a ruir em breve. CURSO DE DIREITO17 CPA – 2014 I – PREÂMBULO O Curso de Direito das Faculdades Integradas “Campos Salles”, no período de 25 a 27 de agosto transato, recebeu a visita dos Avaliadores do MEC – Professores Antônio Valdeci Nobles e Robervani Perin do Prado. A visita teve por finalidade a Renovação de Reconhecimento do Curso, cujo resultado foi a atribuição do conceito final 3 (três). À guisa de informação, transcrevem-se as manifestações finais dos Avaliadores: DISPOSIÇÕES LEGAIS 1) O Projeto Pedagógico do Curso de Direito da Faculdade Campos Salles, é coerente comas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN). 4.2) A Educação das Relações Étnico-Raciais e o tratamento de temáticas e questões que tangem aos afro descendentes integram o currículo do curso, fazendo parte de atividades multidisciplinares e constando diretamente em disciplinas (Antropologia Jurídica e Direito da Sociodiversidade no 9º período), prevista para os ingressantes a partir de 2011). 4.3) Todo o corpo docente apresenta titulação em nível de pós-graduação, sendo 94, 45% stricto sensu e 5.55% lato sensu. Em suma, somente um professor é especialista e os demais são mestres ou doutores. 4.4) O NDE é formado por cinco professores, todos com graduação em Direito, sendo 1 doutor e 4 mestres; três com regime parcial e dois horistas, todavia, os horistas conta com carga horária alocada para participar do NDE. 4.7) o Curso atende a carga horária mínima em horas, que de acordo com o PPC é de 3.787 horas/relógio. 4.8) O tempo de integralização do currículo de Bacharelado em Direito ofertado pela IES atende as resolução correspondentes, porque prevê o mínimo de 10(dez) e o máximo de 16(dezesseis) semestre para sobredita integralização. 17 O Curso de Direito trocou o seu Coordenador no final do ano de 2014, sendo que o atual coordenador, Prof. Leonardo Pires Merino, só conseguiu enviar este breve Relatório até o presente momento. Está providenciando a avaliação dos demais dados conforme o modelo enviado. 4.9) As condições de acessibilidade para portadores de deficiência e/ou mobilidade reduzida são muito boas. 4.10) O PPC contempla a disciplina de libras na estrutura curricular como disciplina optativa. 4.12) As informações acadêmicas exigidas pela legislação vigente estão disponibilizadas de modo virtual (de modo impresso se verificou tal providência na Secretaria Acadêmica). 4.13) O curso contempla na matriz curricular e nas atividades pedagógicas inerentes a integração da educação ambiental às disciplinas do curso de modo transversal, contínuo e permanente. CONSIDERAÇÃOES FINAIS DA COMISSÃO DE AVALIDADORES. A comissão, composta pelos professores Robervani Pierin do Prado( Coordenador Responsável) e Antonio Valdeci Nobles, tendo realizado as devidas análises e considerações sobre cada uma das três dimensões avaliadas e os requisitos legais, todas integrantes deste relatório, atribuiu, em consequência, os seguintes conceitos por Dimensão: Dimensão 1: conceito: 3,8( três inteiros e oito décimos) Dimensão 2: conceito: 3, 4(três inteiros e quatro décimos) Dimensão 3: conceito: 3, 1(três inteiros e um décimo) Em razão do acima exposto e considerando ainda os referenciais de qualidade dispostos na legislação vigente, nas diretrizes da Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES) e no presente instrumento de avaliação, o Curso de Direito (Bacharelado presencial) das Faculdades Integradas “Campos Salles”, situada na cidade de São Paulo, SP, apresenta um perfil SUFICIENTE, obtendo o conceito fina 3 (três). II- DA SEMANA JURÍDICA No período de 10 a 12 de setembro transato, o Curso de Direito realizou sua tradicional Semana Jurídica com Palestras das seguintes autoridades da área jurídica: 10/09/2014 – O Novo Código de Processo Civil- Prof. Ms. Ricardo Raboneze. Mestre em Direito. Professor de Direito Processual Civil. Advogado Militante. 11/092014 - Marco Civil da Internet – Palestrante: Dr.Fernando de Pinho Barreira. Perito Criminal Forense e Especialista em Direito Eletrônico. 12/09/2014 – A Prática do Tribunal do Júri – Palestrante: Dr. Gabira Junior. Advogado Criminalista e Professor de Direito Penal e Processual Penal.Especialista no Tribunal do Júri. Os alunos do Curso de Direito participaram ativamente das Palestras, juntamente com seus professores. Registrando-se, também, a presença dos alunos do Curso de Sistemas de Informação na Palestra sobre o Marco Civil da Internet. III- DOS INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO Em 22 de setembro transato, início da avaliação P1, foi realizada a Autoavaliação Docente do Curso de Direito das Faculdades Integradas “Campos Salles”. Dela participaram dezesseis professores, tendo 345 indicações para o item sempre; 119 indicações para o item frequentemente; 12 indicações para o item ocasionalmente; 4 indicações para o item raramente, e nenhuma indicação para o item nunca, totalizando 480 indicações. Ou seja: SEMPRE FRENQUENTEMENTE OCASIONALMENTE RARAMENTE NUNCA 71,87% 24,79% 2,5% 0 0,83% Em 7 de outubro transato foi realizada a Auto avaliação Discente, estando em fase de análise dos resultados obtidos, bem como o percentual de alunos que participaram da avaliação (o Curso de Direito tem aproximadamente 136 alunos). IV – DAS CONCLUSÕES O Curso de Direito deixou de analisar os resultados da Avaliação das Condições de Aprendizagem pelos Alunos (Instituição, Cursos e Professores)-2014, e Perfil Docente pelo Aluno – 2014, uma vez que as referidas avaliações são feitas por meio de INTERNET, estando a cargo da Secretaria Geral – que, posteriormente, envia os dados para o conhecimento e ponderações do Coordenador do Curso de Direito. São Paulo, 13 de março de 2014. Prof. Ms. Leonardo Pires Merino Coordenador do Curso de Direito CURSO DE PEDAGOGIA – 2014 CPA I-Categoria - Organização didático-pedagógica 1. Administração Acadêmica: 2. Projeto Pedagógico do Curso: Coordenação de Curso: Profa. Ms. Luci Ana Santos da Cunha Núcleo Docente Estruturante: Prof.ª. Ms. Luci Ana Santos da Cunha – Coordenadora Geral Prof. Dr. Antonio Reis Prof.ª. Dra. Giselli Novelli Prof.ª. Dra. Maria de Fátima Ramos Andrade Prof. Ms. Fabio Cristiano de Moraes a) Concepção: Adotamos a concepção da Pedagogia como uma ciência da educação, de natureza política e relativa à práxis social e o Projeto Pedagógico do Curso de Pedagogia das Faculdades Integradas “Campos Salles” (FICS) visa adequar-se às demandas educacionais emergentes no contexto nacional e local (cidade de São Paulo e entorno) e normativas constantes na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB 9394/96) e nas Diretrizes Curriculares Nacionais, de acordo com as orientações dos Pareceres CNE/CP n. 5/2005 e Parecer CNE/CP n. 3/2006, como também da Resolução CNE/CP n. 1, de 15 de maio de 2006. b) Finalidades: Formar um profissional crítico e reflexivo, pesquisador de sua própria prática docente, capaz de diagnosticar problemas e apresentar soluções no campo da educação escolar, não escolar e popular, de modo a garantir o desenvolvimento de múltiplas competências e saberes necessários à atuação profissional do pedagogo. c) Objetivo Geral: A formação inicial de professores para atuar no magistério da Educação Infantil, nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental (Regular e EJA) e na organização e Gestão de Sistemas e Instituições de Ensino. d) Currículo: A partir da necessidade de engendrar a união entre teoria e prática na educação, concluímos ser necessário repensar e transformar nossa ação pedagógica na instituição por meio da implantação de nova da matriz curricular pedagógica e de nova grade curricular, que passou a vigorar a partir do ano letivo de 2013. Esta nova matriz foi construída sob dois eixos: o primeiro, a matriz deve revestir e dar sentido à investigação didática, com expressão máxima nos estágios e no Trabalho de Conclusão de Curso (TCC); e o segundo, a nova matriz deve respeitar e possibilitar a interdisciplinaridade. Buscando envolver todos os agentes na construção da identidade do curso e a partir destas ideias, se passou a um outro olhar sobre as práticas pedagógicas e os encaminhamentos dos TCC’s. De algum modo, as discussões com relação ao desdobramento da teoria na prática e da nova matriz, fundamentada sob estes dois eixos, levaram a pensar o segundo semestre como um tempo de experimento de novos horizontes e de repensar as práticas já arraigadas em nosso cotidiano. O Curso de Pedagogia é semestral, com a duração de 6 (seis) semestres. Seu currículo contempla, nos 1º. e 2º. semestres disciplinas ligadas às áreas de fundamentos educacionais: Sociologia da Educação, Fundamentos Socioculturais da Educação, História da Educação, História da Educação Brasileira, Filosofia Geral, Filosofia da Educação, Psicologia Geral, Psicologia da Educação (Aprendizagem e Desenvolvimento), Fundamentos da Didática, Teorias e Práticas de Currículo, Fundamentos e Práticas Educativas na Alfabetização, Alfabetização e Letramento no Ensino Fundamental e na Educação de Jovens e Adultos, Educação e Comunicação, Leitura e Produção de Textos, Educação Inclusiva e Diversidade, Multiculturalismo nas Relações Escolares, Metodologia de Estudo e Trabalho Acadêmico 3. Atividades Acadêmicas articuladas à Formação: e Princípios da Investigação Didática. No terceiro e quarto semestres, o Curso privilegia os conhecimentos e habilidades necessárias à atuação docente na Educação Infantil, bem como Princípios de Gestão Democrática e Organização Escolar: Investigação Didática, Metodologia da Pesquisa em Educação, Fundamentos da Didática na Educação Infantil, Didática aplicada à Educação Infantil, Linguagens Artísticas na Educação Infantil, Educação Infantil: Corpo e Arte, Ciências da Natureza na Educação Infantil, Conceitos Matemáticos na Educação Infantil, Cultura da Infância e Sociedade na Educação Infantil, Cultura da Infância e Ludicidade, Comunicação e Expressão na Educação Infantil, Literatura Infanto-Juvenil, Princípios de Gestão Educacional, Política e Organização da Educação no Brasil, Tecnologias da Informação e Comunicação e Tecnologias da Informação e Comunicação nas Práticas Educativas. No quinto e sexto semestres são trabalhados os conhecimentos e metodologias necessárias à docência no 1o. Ciclo do Ensino Fundamental: Didática dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, Didática e prática de ensino aplicada aos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, Alfabetização e letramento no Ensino Fundamental e na EJA, Metodologia da Língua Portuguesa do Ensino Fundamental, Metodologia de História do Ensino Fundamental, Metodologia de Geografia do Ensino Fundamental, Metodologia de Ciências do Ensino Fundamental, Metodologia de Matemática do Ensino Fundamental, Políticas Públicas e Gestão Educacional, Gestão e Práticas do Trabalho Pedagógico, Pesquisa e TCC, Avaliação Educacional, Práticas Avaliativas e Libras – Introdução à Língua Brasileira de Sinais.. As disciplinas compõem 2400 horas de trabalho escolar presencial. O Currículo contempla, ainda, 300 horas de Estágio Curricular Supervisionado, 400 horas de Atividades Práticas Complementares de Formação e 120 horas de Atividades Teórico-Práticas de Aprofundamento, que correspondem à elaboração do trabalho de curso. e) Avaliação: A aprovação no curso requer média final igual ou superior a 5.0 e frequência igual ou superior a 75% em cada semestre letivo. São previstas duas avaliações (P1 e P2) em cada semestre, dentro de um calendário oficial da instituição, mas os professores se utilizam também de outros meios para avaliar o desempenho dos alunos. f) Avaliação Multidisciplinar: Realizada desde 2002, com 50 questões objetivas. Cada questão é analisada por assunto e os percentuais de acertos divulgados aos professores para discussão com seus alunos, e possível rearticulação com os temas desenvolvidos em cada disciplina. Os alunos recebem um estímulo na média dos dois semestres, de acordo com tabela de acertos proporcional a cada semestre (de 0 a 2 pontos). Esta avaliação tem como princípios básicos: 1.Pensar em um ensino capaz de observar, intervir e construir um percurso de informação, formação e transformação, de forma a incorporar, com pertinência, novos procedimentos, inovações e perspectivas, que propiciem a mais eficaz circulação de ideias, projetos, programas e publicações;2.Refletir que a avaliação multidisciplinar (assim como qualquer outra avaliação) não pode ser analisada em si mesma, mas como componente de um sistema de ação, que procura avançar e se apropriar de inovações no enfrentamento dos desafios;3.Compreender que a avaliação norteia a construção/reconstrução do projeto educativo do curso, na medida em que esteja apta a promover a formação da equipe docente. a) Prática Profissional: 85% dos alunos revelam que o curso atualmente oferece Atividades Práticas na quantidade e frequência necessárias. As estratégias predominantes dos docentes são aulas expositivas combinadas com trabalhos em grupo, oficinas e aulas práticas. Os alunos mencionam, ainda que seus professores utilizam, sobretudo, filmes, vídeos, slides, data show e documentários para implementar o projeto curricular, otimizando e dinamizando as aulas. Merece destaque as visitações às unidades escolares, acompanhados pelo docente e pela coordenação do curso. b) Estágio: Na nova matriz curricular busca-se transformar o estágio em um processo de investigação didática, engendrando uma práxis pedagógica que articule o TCC e o estágio, articulados à formação acadêmica. O estágio curricular supervisionado tem duração de 300 horas, distribuídas ao longo dos três anos do curso, realizadas em escolas públicas 4. ENADE 4. Corpo Docente: estaduais e municipais e em instituições privadas devidamente autorizadas. O conteúdo dos estágios é supervisionado pelos professores de Didática através de Relatórios detalhados das atividades realizadas nas escolas, com Plano Específico para cada semestre letivo. c) Atividades Práticas Complementares de Formação: são realizadas 400 horas de atividades de natureza cultural, enriquecimento curricular e aproveitamento de estudos extracurriculares. O acompanhamento e controle dessas atividades é realizado por docente especificamente designado para tal. A Instituição oferece também cursos extracurriculares, como Alfabetização e Letramento: fundamentos teóricos e práticos, Revisão textual: coesão e coerência, ortografia, pontuação e gramática, Gêneros literários, Informática sem mistérios, Literatura Infantil e Formação do Imaginário da Criança, Música e Movimento e Contação de Histórias. São divulgados eventos gratuitos em museus, teatros, sessões especiais de cinema e outras atividades envolvendo cultura e arte, oferecidas no Tendal da Lapa e nos diferentes CEUs (Centro Educacional Unificado) da cidade de São Paulo. Neste ano letivo também foram oferecidas: - atividades de Estudo do Meio, na cidade de Santos e nos arredores da faculdade; - foi realizado Seminário Intersecretarial de Redes de Proteção Social, em parceria com as secretarias Estadual e Municipal de Educação e a OAB Lapa; - Monitorias nas Assembleias das crianças e jovens que realizaram a Avaliação do ECA, em parceria com CRAS e Subprefeitura da Lapa. d) Atividades Teórico-práticas de Aprofundamento: com a carga horária de 120 horas, correspondem à elaboração do trabalho de curso. Os alunos na grade em transição iniciaram seus projetos no primeiro ano, com acompanhamento do professor de Pesquisa Educacional; a sequência do projeto tem sido acompanhada por professores que tenham afinidade com os temas de pesquisa propostos pelos alunos. Na disciplina de Pesquisa em Educação, ministrada nos quinto e sexto semestres, o acompanhamento e avaliação dos TC estarão na responsabilidade do professor de Pesquisa, auxiliado pelos demais docentes quanto aos estudos teóricos. Os alunos do curso de Pedagogia foram avaliados pelo ENADE em 2014, e o conceito obtido ainda não foi divulgado. No ENADE de 2011 recebeu nota 3 (de 1 a 5). O IDD (Indicador de Diferença Entre os Desempenhos Observado e Esperado) apresentou o resultado 4 (de 1 a 5). II. Categoria II – Corpo Docente, Corpo Discente e Corpo Técnico-Administrativo Perfil Docente: O corpo docente do curso de Pedagogia é composto por 19 professores, dos quais nove são doutores, dois são doutorandos e 08 são mestres. Cada professor é avaliado pelos alunos em relação a 6 quesitos: Planejamento, Conteúdos, Procedimentos Utilizados, Avaliação, Relações Humanas e Relações Administrativas, num total de 20 itens. Em uma escala (de escore de 1 a 5), 99,8% dos professores receberam notas acima de 4, ou seja, o corpo docente foi muito bem avaliado pelos alunos. Os resultados descritivos da avaliação são entregues a cada docente com o propósito de favorecer a cada um situar-se quanto às suas fragilidades e pontos fortes, na ótica de seus respectivos alunos e classes. Dessa análise, observamos primeiramente que as potencialidades do corpo docente são: assiduidade e pontualidade; cuidado ao elaborar as avaliações; divulgação sistemática de resultados. Todos demonstram segurança tanto nas estratégias, quanto no desenvolvimento de seus conteúdos que, por sua vez, são significativos para as respectivas áreas de estudo; a maioria dos professores leva em conta os pré-requisitos para aprendizagem, bem como a iniciativa e participação dos alunos; demonstram estar interessados no aprendizado dos mesmos, estimulam o desenvolvimento dos valores humanos na profissão. Quanto às fragilidades, foram apontadas pelos alunos: - tempo disponível para desenvolvimento de conteúdos e realização de trabalhos – problema para o qual o conjunto dos docentes já adotou providências; - nível e ritmo de desenvolvimento dos alunos – devido à heterogeneidade de composição das turmas, que contam com egressos da educação básica que trazem as dificuldades de 2.Corpo Discente: 3.Corpo TécnicoAdministrativo: 3. Biblioteca: escolarização presentes neste nível de ensino (sistema de aprovação automática e falta de acompanhamento aos alunos com dificuldades de aprendizagem). A Coordenação tem se reunido com os professores para que sejam adotados os procedimentos pertinentes a partir do próximo período letivo e para a necessária orientação/sensibilização. O plano geral de atividades atualmente é divulgado no site da Faculdade e a programação dia/dia tem sido norma geral cumprida totalmente entre os docentes da Pedagogia. Atualização profissional - A instituição viabiliza a participação em congressos, simpósios e fóruns profissionais e educacionais, solicitando informação prévia sobre a participação e atividade de suporte aos alunos durante a ausência do professor para participar de tais atividades. Condições para atendimento extraclasse: Alunos em dependência assistida, com adaptações, DP de estágio ou com dificuldades específicas são atendidos nos intervalos ou nas pré-aulas, pelos docentes responsáveis pelas disciplinas objetos de Dp e /ou Adaptação. Reuniões pedagógicas: o Curso de Pedagogia participa das reuniões do Consepe realizadas em janeiro, julho e ao final do ano letivo. Os problemas específicos do curso são discutidos nas mesmas datas, em espaços horários específicos (Reuniões do Concur). Ao longo do ano, a Coordenação reúne-se com os professores em pequenos grupos, nas pré ou pós-aulas, de acordo com as necessidades e para acompanhamento dos planos de ensino. Os docentes são convocados e/ou convidados ordinariamente via e-mail. Perfil discente: O aluno FICS de Pedagogia entende que tem uma boa (53%) ou excelente (42%) integração com os demais colegas. Nosso aluno estuda de uma a duas horas por semana, excetuando-se as horas de aula (44% do total) ou de três a cinco horas por semana (cerca de 27%). Cerca de 57% dos alunos tem frequência em torno de 90% às aulas, índice que se mantêm semelhante ao ano anterior. A maioria dos alunos (87 %) chegam no horários das aulas, 9% chegam antes do horário e 4% tem se atrasado mais de 15 minutos, revelando crescentes dificuldades de deslocamento entre as áreas periféricas e a Faculdade. Os alunos apresentam boa e satisfatória participação nas aulas (93%). Nenhum aluno relatou apresentar elevada dificuldade para acompanhar o curso. A maioria situa-se na pequena ou média dificuldade. Quanto às habilidades adquiridas, os alunos apontam em primeiro lugar o trabalho em grupo e secundariamente a comunicação escrita. Nosso aluno relaciona o conteúdo das disciplinas com experiências vividas na maioria das disciplinas, esclarece suas dúvidas com os professores e quando falta, toma providências para ficar a par do ocorrido nas aulas. O número de alunos sem computador permanece em torno de 10% (9,3%). A grande maioria utiliza a rede de internet ou livrarias físicas para pesquisa e trabalhos escolares, com percentual que tem crescido ano a ano (quase 78%). A Internet é o meio mais utilizado para atualização pelos alunos (55%), seguido de perto pela televisão (25%), jornais e revistas (20%). 60% dos alunos trabalha em tempo integral (40 horas semanais ou mais). 10% das alunas não exercem atividade remunerada. Os demais se dividem em trabalhos que vão de 20 a 30 horas semanais. Concluído o curso, 37 % dos alunos pretendem prestar concurso público na área educacional. 64% já atuam na área ou buscam emprego no campo educacional, aí pretendendo permanecer. Apenas 1% desejam atuar em outra área profissional. O atendimento dos funcionários de apoio é aprovado plenamente pela grande maioria dos alunos (mais de 96% de adequação às expectativas). O grau de satisfação observado entre os docentes foi de 97,4%, que avaliaram os funcionários de apoio, Secretaria e Coordenação do curso. III. Categoria – Instalações Físicas O horário de atendimento da biblioteca é aprovado plena ou parcialmente por cerca de 80% dos alunos. Ao serem questionados quanto a biblioteca, 93% dos docentes 4. Instalações especiais e laboratórios: responderam que o acervo, referente a seu curso, é atualizado, para 7% o acervo não é atualizado. Ainda sobre a biblioteca, 89% responderam que o número de exemplares disponíveis na biblioteca atende de alguma forma aos alunos do curso e 11% entendem que o número de exemplares é insuficiente. Perguntados se o acervo bibliográfico contempla a bibliografia básica e complementar de sua área de estudos, 85% dos docentes responderam que contempla plenamente; para 15% contempla de forma precária. Quanto ao horário de funcionamento da biblioteca, a unanimidade dos docentes respondeu ser plenamente satisfatório. Também a grande maioria dos professores, 90% entenderam que as instalações atendem plenamente às necessidades de pesquisa e, apenas, 10% responderam que as instalações atendem parcialmente. Acesso e utilização de recursos de Informática e multimeios: A instituição dispunha de dois laboratórios: o primeiro, localizado no térreo (Prédio Semeador) com 40 máquinas e o segundo, no sexto andar do prédio Augusto Guzzo, com 60 máquinas, ambos com acesso livre à Internet (banda larga). Este segundo foi desativado em 2014. No laboratório do térreo os alunos do período matutino compartilham o espaço/equipamentos com os alunos do colégio. No período noturno, o laboratório é utilizado livremente pelos alunos, a não ser que o espaço seja requisitado previamente por algum professor para aula prática. A Instituição mantém funcionários de apoio (professores de informática e monitores) em todos os períodos letivo, inclusive aos sábados. Para o curso de Pedagogia é oferecido gratuitamente curso de extensão em Informática para iniciantes, fora do horário de aulas, cujas horas são computadas, inclusive, para crédito em Atividades Complementares. Cerca de 92% dos docentes acredita que o acesso aos laboratórios é pleno. O mesmo se observa em relação aos recursos de multimeios (computadores, Datashow, microfones). Auditórios: As Faculdades dispõem de três auditórios para palestras, exibição de filmes e eventos extraclasse, os quais são aprovados por 92% dos docentes, tanto pela qualidade do espaço, conforto e utilização dos equipamentos. O site da instituição é utilizado para consultas e comunicados aos alunos, mas a comunicação via e-mail é a prática mais usual entre docentes e discentes, através do email de cada classe. Quanto à infraestrutura física, material e de manutenção da instituição, é aprovada por 85% dos docentes e por 90% dos alunos. As instalações, higiene, limpeza e conservação de todos os espaços são um diferencial não apenas no prédio ocupado pela Pedagogia, como nos demais. CONCLUSÃO: Dificultadores: Alunos com dificuldade com a compreensão de textos (português). A dificuldade dos alunos de assumirem postura acadêmica. Equipamentos quebrados: ventilador, bebedouro, computadores, datashows. Comunicação “não oficial” pelos corredores, criando situações desnecessárias e embaraçosas dentro e fora da sala de aula. Adaptações e DPs realizadas de forma “assistida”, sem remuneração dos docentes. Falta de informação institucional sobre situação real da faculdade. Falta de transparência. Atrasos nos pagamentos. Facilitadores: Didática dos professores. Autonomia e confiança no trabalho docente. Disponibilidade de livros na biblioteca. Benefícios como PROUNI e FIES. Acompanhamento e organização da coordenação e dos funcionários do curso. Atendimento realizado pelos monitores e representantes de sala. Organizações periódicas do trabalho pedagógico interdisciplinar, com a coordenação do curso. Sugestões: Reuniões pedagógicas mensais, remuneradas. Disponibilização de tempo e remuneração para acompanhamento das Adaptações e Dps, TCC e estágio supervisionado. Melhorar recursos tecnológicos, ampliando quantidade e qualidade. Estabelecer relação de confiança entre a instituição e o corpo docente. PEDAGOGIA (2014) CPA Quadro – Síntese das fragilidades/potencialidades e estratégias Fragilidades Potencialidades Estratégias -Necessidade de adequação do Projeto Pedagógico, para compatibilidade com o atendimento à demanda dos alunos ingressantes e do perfil docente e das demandas do mercado de trabalho, notadamente as escolas públicas. - Empenho, participação dos docentes na busca de adequação do perfil do aluno às propostas dos contextos. -Nível e ritmo de desenvolvimento dos alunos – devido à heterogeneidade de composição das turmas, que contam com egressos da educação básica que trazem as dificuldades de escolarização presentes neste nível de ensino (sistema de aprovação automática e falta de acompanhamento aos alunos com dificuldades de aprendizagem). Tal configuração podendo inclusive incidir sobre os resultados do ENADE 2014. -Insistir em programas e atividades de nivelamentos, através de múltiplas possibilidades e linguagens. -Alteração de matrizes curriculares, trazendo, também, maiores subsídios ao ENADE. -Suporte da Coordenação da CPA aos cursos, coordenadores, docentes e alunos que seriam avaliados pelo ENADE em 2014, através de acompanhamentos, reuniões e palestras. -Liberdade aos docentes na construção do planejamento dos cursos. A renovação do planejamento em direção a estudos teóricos sobre a prática de sala de aula, da organização do espaço escolar. - O repertório dos nossos alunos têm se ampliado pelo fato de os colegas trabalharem diferentes situações-problema e solicitarem leituras frequentes de diferentes gêneros textuais. - Atividades de cinema, peças teatrais, breves trabalhos realizados em sala e que mostram presença e importância da intertextualidade para ampliar o entendimento acerca de determinado “objeto”. - Há como estratégia do curso a possibilidade em acolher pessoas com um alto índice de dificuldade para estudar. Nesse sentido há o resgate desses sujeitos. - As disciplinas estão interrelacionadas e os alunos conseguem estabelecer essas relações, criando novos conhecimentos a partir do exposto. Proposições e/ou Observações Acompanhamento mais próximo e intenso dos alunos que fariam o ENADE. -Houve um maior investimento em atividades que envolvessem outras linguagens, como teatro, música, cinema, dança, visando a melhoria da qualidade da formação do futuro docente. -Ausência de remuneração adequada, compondo carga horária do docente, atividades como acompanhamento do TCCs, DPs Assistidas e Adaptação, Atividade Complementar de Formação e Estágio Supervisionado. - Apesar da ausência de remuneração adequada, professores elaboraram bons planos e manuais para a realização destas atividades e na medida do possível, atenderam os alunos. - Atividades de cinema, peças teatrais, breves trabalhos realizados em sala e que mostram presença e importância da intertextualidade para ampliar o entendimento acerca de determinado “objeto”. - Cada vez mais os alunos conseguem realizar análise de contexto (histórico, cultural, político, econômico), relacionando o macro e micro das políticas educacionais. - Atualidade (do ponto de vista do avanço das ciências ligadas à educação) dos conteúdos trabalhados. -Elaboração de orientações detalhadas através de "Manuais” e “Planos” de orientação e realização. -Manuais e planos analisados e adequados com os alunos, visando melhorar qualidade de atendimento. CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA Administração Acadêmica Coordenação do curso: Prof. Ms. Galvez Gonçalves Prof. Esp. Carlos Antonio José Oliviero Núcleo Docente Estruturante: Prof. Dr. Aristides Gomes Sobral Prof. Esp. Carlos Antonio José Oliviero Prof. Ms. Galvez Gonçalvez Prof. Ms. Gilmar Jonas Deghi Prof. Dr. Maria Emília Gomes Sobral Projeto Pedagógico do Curso Prólogo O Projeto Pedagógico do Curso de Sistemas de Informação das Faculdades Integradas “Campos Salles” foi reelaborado pelo Núcleo Docente Estruturante do Curso de Sistemas de Informação entre agosto de 2014 e março de 2015. Trata-se de trabalho coletivo que atende aos princípios insculpidos na Lei n°. 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), entre eles, a gestão democrática do ensino e a possibilidade de participação dos docentes na elaboração da proposta pedagógica. Com efeito, o Projeto Pedagógico é uma proposta de trabalho que descreve um conjunto de capacidades a serem desenvolvidas segundo o perfil do ingressante, os referenciais a eles associados e a metodologia a ser adotada para a consecução dos objetivos propostos. O trabalho do Núcleo Docente Estruturante deve-se ao fato de que o PPC original foi elaborado no início de 1999 para a finalidade de requerimento de autorização de funcionamento do curso de Sistemas de Informação. Embora tivesse sido parcialmente alterado em 2006 e 2012, fazia-se necessária a sua revisão, levando em conta o relatório de avaliação da IES para a Renovação de Reconhecimento de Curso protocolo nº 201217207 e código de avaliação nº 107094 finalizado em 30/04/2014 e ao atendimento à diligência Processo e-MEC 201217207 (ANEXO 1) Objetivos A computação faz parte do dia-a-dia de todas as empresas, tanto do setor público quanto do privado, de qualquer porte. As necessidades específicas de cada corporação, que precisam cada vez mais de um diferencial para se destacar em meio à concorrência, exigem do profissional dessa área inovação e criatividade. Por se tratar de uma área abrangente, a Diretoria de Educação da Sociedade Brasileira de Computação (SBC) dividiu os cursos de bacharelado na área da Computação em três, sendo os dois primeiros Bacharelados em Ciências da Computação e Engenharia da Computação. Neles, os alunos têm uma forte base científica e tecnológica, para que possam promover o desenvolvimento científico, continuando suas atividades na pesquisa, ou promover o desenvolvimento tecnológico, aplicando os conhecimentos científicos na prática. Segundo o Currículo de Referência da SBC, o curso de Bacharelado em Sistemas de Informação visa a formação de profissionais da área de Computação e Informática para atuação em pesquisa, gestão, desenvolvimento, uso e avaliação de tecnologias de informação aplicadas nas organizações. Nesse sentido, o curso de Bacharelado em Sistemas de Informação, por sua natureza interdisciplinar, busca transmitir ao discente uma formação básica em Computação, Matemática, Teoria dos Sistemas e Engenharia de Software, sendo complementado por componentes nas áreas de Ciência da Informação, Administração e Matemática Aplicada. Além de propiciar formação básica em Ciência da Computação, Matemática e Sistemas de Informação, propicia também formação tecnológica e formação complementar com ênfase no estudo das organizações, formação humanística e formação suplementar. Nesse contexto, o curso de Bacharelado em Sistemas de Informação das Faculdades Integradas “Campos Salles” tem os seguintes objetivos: Objetivos Gerais Formar profissionais capazes de atuar nas organizações para implantar, desenvolver, implementar e gerenciar a infraestrutura de tecnologia de informação nos níveis organizacional e interorganizacional. Também intervir na realidade, de forma empreendedora e criativa, ampliando os campos de atuação profissional, no sentido de desencadear/maximizar processos de desenvolvimento de sistemas de informação para o desenvolvimento de organizações. Assim será mais proveitoso prestar serviços especializados na área de tecnologia de informação, ampliando assim os campos de atuação profissional. Objetivos Específicos Os objetivos específicos do curso são: a) Formar recursos humanos capacitados para o planejamento, gerenciamento, desenvolvimento e/ou escolha e aquisição, implantação e manutenção de sistemas de informação; b) Formar profissionais com uma visão interdisciplinar, capazes de buscar soluções computacionais complexas para problemas de outras áreas; c) Formar recursos humanos capacitados a acompanhar os desenvolvimentos teóricos e tecnológicos recentes e conscientes dos poderes e limitações da computação; d) Formar profissionais com espírito empreendedor, capazes de identificar carências e se anteciparem às necessidades do mercado; e) Formar recursos humanos com uma visão humanística consistente e crítica do impacto de sua atuação profissional na sociedade; f) Suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento profissional continuado; g) Formar recursos humanos conhecedores e seguidores dos padrões éticos e morais da área de sua profissão. Perfil Profissional do Egresso O perfil desejado dos egressos do Curso de Sistemas de Informação foi elaborado a partir da concepção e dos objetivos das Faculdades Integradas “Campos Salles” e do Curso, tendo em vista as peculiaridades da cidade de São Paulo e a correspondente região metropolitana, o mercado de trabalho, as mudanças socioeconômicas e tecnológicas e o disposto nas Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Graduação em Computação (Parecer CNE/CES Nº: 136/2012). Esse perfil também prioriza a formação de profissionais que: a) Tenham competência técnica e tecnológica em sua área de atuação; b) Sejam capazes de se inserir no mundo do trabalho de modo compromissado com o desenvolvimento regional sustentável; c) Tenham formação humanística e cultura geral integrada à formação técnica, tecnológica e científica; d) Atuem com base em princípios éticos e de maneira sustentável; e) Saibam interagir e aprimorar continuamente seus aprendizados a partir da convivência democrática com culturas, modos de ser e pontos de vista divergentes; f) Sejam cidadãos críticos, propositivos e dinâmicos na busca de novos conhecimentos. As organizações contemporâneas fazem parte deste processo de constituição do perfil do egresso e tem na tecnologia da informação um elemento estratégico, na medida em que as soluções tecnológicas automatizam processos organizacionais e são fonte de vantagens competitivas através da análise de cenários, apoio ao processo decisório e definição e implementação de novas estratégias organizacionais. A preocupação com a coleta, armazenamento, processamento e transmissão da informação cresce em razão da necessidade de disponibilidade da informação certa, no momento certo, para o tomador de decisão certo, sendo requisito fundamental para a melhoria contínua da qualidade e competitividade organizacionais, o que implica em considerar a crescente relevância dos sistemas de informação baseados em computador. Seguindo esse contexto, o bacharel, a ser formado pelo curso de Sistemas de Informação das Faculdades Integradas “Campos Salles”, deverá: a) Possuir uma sólida formação geral-profissional, pautada por princípios ético-políticos e técnicocientíficos voltados para a complexidade das relações e das demandas humanas e sociais; b) Entender que a formação profissional é um processo contínuo de construção de competências que demanda aperfeiçoamento e atualização permanentes; c) Compreender a profissão como uma forma de inserção e intervenção na sociedade, tendo por base a comunidade regional; d) Ter uma atitude crítica, responsável, criativa e respeitosa em relação às questões sociais e ambientais, com vistas à identificação e à resolução de problemas; e) Apresentar disponibilidade e competência para o exercício da interdisciplinaridade e para a atuação em equipes multiprofissionais, resguardada a autonomia profissional; f) Pensar e aportar o seu conhecimento no conhecimento já disponível, de maneira crítica, pessoal e consistente; g) Utilizar os conhecimentos científicos e tecnológicos existentes e disponíveis e de produzir novos conhecimentos, deles derivando condutas pessoais e profissionais responsáveis, justas e éticas; h) Possuir capacidade de autoanálise tendo em vista o aprimoramento de seu autoconhecimento e de suas relações interpessoais. Considerando a formação técnica, o profissional formado em Sistemas de Informação pelas Faculdades Integradas “Campos Salles” deverá, ao final do curso, ter desenvolvido competências/habilidades específicas do profissional de Sistemas de Informação, tais como: a) Contextualizar a área de Sistemas de Informação em termos históricos, políticos, sociais e econômicos; b) Analisar o funcionamento de uma organização, propor e implantar sistemas de informação; c) Utilizar, adequada e eficazmente, tecnologias de informação na solução de problemas relativos a domínios de aplicação específicos; d) Prever/compreender os impactos das novas tecnologias no homem, nas organizações e na sociedade; e) Auxiliar os demais profissionais a compreenderem como os sistemas de informação podem contribuir para as áreas de negócio nas organizações; Participar dos processos de mudança nas áreas de negócio, com base nas contribuições que os sistemas de informação podem oferecer; f) Aplicar conhecimentos de forma independente e inovadora, acompanhando a evolução da área e contribuindo para a busca de soluções em diferentes setores nas organizações; g) Interagir com os diversos setores da organização, a fim de conceber, desenvolver, gerenciar e aprimorar sistemas de tratamento automatizado de informações; h) Interagir produtivamente com o usuário, mediante seleção e utilização de formas adequadas de comunicação oral, escrita e gráfica; i) Assumir postura ética no tratamento e na disponibilização de informações; j) Relacionar e compatibilizar ferramentas e ambientes computacionais entre si e com os usuários e respectivas tarefas; k) Desenvolver projetos de software ergonomicamente concebidos, incorporando, entre outros aspectos, modelos cognitivos e linguísticos que dão suporte a elementos de usabilidade, garantindo uma efetiva interface homem-máquina; l) Identificar e compreender a arquitetura de computadores para otimizar as possibilidades de desenvolvimento de tarefas afetas à atuação profissional, bem como os respectivos resultados; m) Conceber, projetar e desenvolver soluções para problemas, por meio da construção de programas; n) Aplicar modelos matemáticos no apoio à concepção de soluções para problemas específicos; o) Selecionar sistemas operacionais em função de suas características e da disponibilidade de ferramentas, privilegiando o mais adequado; p) Identificar tecnologias e definir a infraestrutura de redes de computadores necessária para atender as necessidades da organização; q) Aplicar modelos de Inteligência Artificial na solução de problemas e na construção de sistemas interativos amigáveis; r) Integrar Sistemas de Bancos de Dados às soluções em tecnologia da informação nas organizações. Estrutura Curricular A estrutura curricular do curso de Sistemas de Informação está em sua 4ª edição cuja reformulação de sua grade teve início em setembro de 2014 e término em dezembro de 2014, entrando em vigor para os alunos matriculados a partir de 2015. Pequenos ajustes foram feitos em fevereiro de 2015 nas séries finais do curso. Justificativa Em 2011 o curso de Sistemas de Informação participou do ENADE obtendo o conceito faixa 1 e o CPC 2. Com isso, a SERES/MEC abriu o protocolo de compromisso nº 201217207 e o enviou para a IES que prontamente o aceitou com o objetivo de superar as fragilidades diagnosticadas no curso. Segundo relatório de avaliação para renovação de reconhecimento de curso, concluído em 30/04/2014, a IES procurou cumprir o protocolo e o relatou, conforme os prazos estipulados pela SERES/MEC. Atualmente, o curso conta com um corpo docente de 7 professores e com um corpo discente de 62 alunos, sendo 30 alunos no quinto, 28 alunos no sétimo semestre e 4 alunos cursando disciplinas de dependência. O curso passou por uma alteração de matriz, antes anual e agora semestral, e os alunos tiveram a migração da matriz. Ainda, segundo relatório, o curso está buscando um alinhamento com o mercado e está um pouco desalinhado com as diretrizes curriculares nacionais para os cursos de graduação em computação (parecer Nº 136/2012) e, ainda, com as recomendações da Sociedade Brasileira da Computação (SBC). Contudo, há um comprometimento do corpo docente e dirigente em acertar as fragilidades para a continuidade do curso, primordial para atender a demanda tecnológica existente na cidade de São Paulo. Se, por um lado, o curso está relativamente alinhado com o mercado, por outro, existem algumas deficiências com relação às diretrizes curriculares nacionais para os cursos de graduação em computação. Tal fato exige que a matriz curricular do curso seja ajustada para sanar tais deficiências, comprovadas pelo baixo resultado obtido no ENADE de 2011 (faixa 1 e CPC 2). Os aspectos que merecem destaque são os seguintes: a) Atualmente existem muitas disciplinas com foco em programação; b) Ausência de algumas disciplinas de formação tecnológica e básica para os cursos de Bacharelado em Sistemas de Informação estabelecidas pelas diretrizes curriculares nacionais para os cursos de graduação em computação, como Sistemas de Informação Gerenciais, pesquisa operacional, Psicologia Aplicada a Sistemas de Informação, Matemática Discreta, probabilidade e estatística, Gestão de Tecnologia da Informação, Interação Humano-Computador, entre outras; c) Ausência de disciplinas de formação geral definidas pela portaria Inep Nº 255, de 02 de junho de 2014, como Gestão Ambiental, Sustentabilidade e Responsabilidade Social; d) Os discentes do curso trazem muitas dificuldades de formação básica, em especial, em matemática e língua portuguesa, o que dificulta o estudo. Dessa forma, a matriz curricular preocupar-se-á com a solução desse problema por meio de disciplinas básicas que propiciem o nivelamento dos alunos; e) Readequação da carga horária de determinadas disciplinas e exclusão de outras, para que se use o tempo de maneira mais eficiente; f) Destaque da interdisciplinaridade e incentivo à pesquisa, por intermédio de projetos integradores multidisciplinares desenvolvidos no 3º, 4º, 5º e 6º semestres; g) Definição de regras mais claras para os Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC). Matriz curricular para alunos ingressantes em 2015 A matriz curricular do curso de Sistemas de Informação é composta pelas seguintes disciplinas: 1º SEMESTRE MATRIZ CURRICULAR A PARTIR DE 2015 Disciplinas/atividades H/A H/R Área de formação H/A Introdução à Ciência da Computação I 40 33,3 Introdução à Tecnologia Web I 80 66,6 Matemática Básica 80 66,6 Lógica de Programação I 80 66,6 Interação Humano-Computador I 40 Comunicação Empresarial 40 Fundamentos de Economia 40 33,3 Subtotal 400 333 Atividades Complementares I 40 40 Total da Série 440 373 Formação Básica 280 33,3 Formação Técnica 40 33,3 Formação Complementar 80 Formação Suplementar 40 440 2º SEMESTRE MATRIZ CURRICULAR A PARTIR DE 2015 Disciplinas/atividades H/A H/R Introdução à Ciência da Computação II 40 33,3 Área de formação H/A Introdução à Tecnologia Web II 80 66,6 Matemática Discreta 80 66,6 Formação Básica 280 Lógica de Programação II 80 66,6 Interação Humano-Computador II 40 33,3 Formação Técnica 40 Práticas de Produção de Textos 40 33,3 Fundamentos de Administração 40 33,3 Formação Complementar 80 Subtotal 400 333 Atividades Complementares II 40 40 Total da Série 440 373 400 Formação Suplementar 40 440 3º SEMESTRE MATRIZ CURRICULAR A PARTIR DE 2015 Disciplinas/atividades H/A H/R Probabilidade e Estatística 80 66,6 Linguagem de programação I 80 66,6 Estrutura de Dados I 80 66,6 Arquitetura e organização de Computadores 80 66,6 Metodologia de Pesquisa 40 33,3 Sistemas de Informação Gerenciais I 40 33,3 Subtotal 400 333 Atividades Complementares III 40 40 Projeto Integrador Multidisciplinar I 40 40 Total da Série 480 413 Área de formação H/A Formação Básica 320 Formação Complementar 80 400 Formação Suplementar 80 480 4º SEMESTRE MATRIZ CURRICULAR A PARTIR DE 2015 Disciplinas/atividades H/A H/R Pesquisa Operacional 40 33,3 Linguagem de programação II 80 66,6 Estrutura de dados II 80 66,6 Área de formação H/A Formação Básica 280 Introdução à engenharia de software 80 66,6 Gestão de projetos 80 66,6 Sistemas de Informação Gerenciais II 40 33,3 Subtotal 400 333 Atividades Complementares IV 40 40 Projeto Integrador Multidisciplinar II 40 40 Total da Série 480 413 Formação Complementar 120 400 Formação Suplementar 80 480 5º SEMESTRE MATRIZ CURRICULAR A PARTIR DE 2015 Disciplinas/atividades H/A H/R Área de formação H/A Linguagem de Programação III 80 66,6 Formação Básica 80 Empreendedorismo I 40 33,3 Princípios de contabilidade 40 33,3 Formação Complementar 80 Sistemas operacionais I 40 33,3 Análise e projetos I 80 66,6 Formação Técnica 200 Banco de Dados I 80 66,6 Filosofia e Ética das Organizações 40 33,3 Formação Humanística 40 Subtotal 400 333 Projeto Integrador Multidisciplinar III 40 40 Total da Série 440 373 400 Formação Suplementar 40 440 6º SEMESTRE MATRIZ CURRICULAR A PARTIR DE 2015 Disciplinas/atividades H/A H/R Área de formação H/A Linguagem de Programação IV 80 66,6 80 Empreendedorismo II 40 33,3 Formação Básica Formação Complementar Sistemas operacionais II 40 33,3 Análise e projetos II 80 66,6 Banco de Dados II 80 66,6 Formação Técnica 280 Redes 80 66,6 Subtotal 400 333 Projeto Integrador Multidisciplinar IV 40 40 Total da Série 440 373 40 400 Formação Suplementar 40 440 7º SEMESTRE MATRIZ CURRICULAR A PARTIR DE 2015 Disciplinas/atividades H/A H/R Área de formação H/A Arquitetura de Sistemas de Informação I 80 66,6 Formação Básica 80 Sistemas distribuídos Tópicos complementares em engenharia de software 80 66,6 80 66,6 Formação Técnica 160 E-commerce e E-business 80 66,6 Formação Complementar 80 Psicologia aplicada a sistemas de informação 40 33,3 Sustentabilidade e Responsabilidade Social 40 33,3 Subtotal 400 333 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) I 80 80 Total da Série 480 413 Formação Humanística Formação Humanística 80 400 Formação Suplementar 80 480 8º SEMESTRE MATRIZ CURRICULAR A PARTIR DE 2015 Disciplinas/atividades H/A H/R Área de formação H/A Arquitetura e Sistemas de Informação II 80 66,6 Formação Básica 80 Inteligência artificial 80 66,6 Segurança e Auditoria de Sistemas 80 66,6 Formação Técnica 160 Marketing digital 40 33,3 Gestão de Tecnologia da Informação 80 66,6 Formação Complementar 120 Legislação em Informática e Internet 40 33,3 Formação Humanística 40 Subtotal 400 333 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) II 80 80 Total da Série 480 413 Total do Curso 3680 3147 400 Formação Suplementar 80 480 368 0 Dimensionamento da Carga horária do curso por área de formação A estrutura do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação procurou distribuir os componentes curriculares e devidas cargas horárias conforme o currículo de referência proposto pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC, 2003) de acordo com as áreas de formação descritas a seguir (Tabela I e Gráfico I): a) Formação Básica: compreende as disciplinas de caráter específico de Sistemas de Informação (Computação, Matemática e Sistemas de Informação); b) Formação Tecnológica: as disciplinas relacionadas às tecnologias de informação empregadas em sistemas de informação, também contemplando os sistemas de informação aplicados; c) Formação Complementar: essas disciplinas visam à preparação do egresso para interação com profissionais de outras áreas, destacando-se aquelas que buscam o embasamento organizacional da atuação em Sistemas de Informação. d) Formação Humanística: composta por um conjunto de disciplinas que visa subsidiar a discussão e compreensão da dimensão humana dos sistemas de informação; e) Formação Suplementar: composta pelo Trabalho de Conclusão (TCC) e pelo Projeto Integrador. Tabela 1 - Distribuição da matriz curricular por área de formação Áreas de formação H/A TOTAL H/R TOTAL Formação Básica 1480 1233 Formação Tecnológica 880 733 Formação Complementar 680 567 Formação Humanística 160 133 Formação Suplementar 480 480 Total 3680 3147 Gráfico 1 - Distribuição da matriz curricular por área de formação Avaliação A verificação do rendimento escolar, nos termos do art. 61 e seguintes do Regimento das Faculdades Integradas “Campos Salles”, é feita por disciplina, compreenderá a avaliação do aproveitamento e a apuração da assiduidade, sendo que a sistemática de avaliação de desempenho e de promoção do aluno é estabelecida pela Congregação. A frequência às aulas e demais atividades escolares, permitida apenas aos matriculados, é obrigatória, vedado o abono de faltas. A apuração e o registro da frequência do aluno são de responsabilidade do professor e seu controle, da Secretaria Geral. Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver nota de aproveitamento final, igual ou superior a 6,0 (seis inteiros), e frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) às aulas e demais atividades da disciplina. A avaliação multidisciplinar, integrante da sistemática de verificação do rendimento escolar, procura diagnosticar se o aluno, ao longo do curso, desenvolveu habilidades e competências para o exercício da profissão, proporcionando-lhe, inclusive, visão integrada e abrangente do currículo, no contexto dos objetivos formulados para o curso. As questões tomam como referência os conteúdos desenvolvidos no decorrer do curso. O aluno que não tiver alcançado a frequência escolar mínima, ou a média final exigida, repetirá a disciplina, na forma de dependência, conforme estabelecido pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão. O aluno aprovado em todas as disciplinas do período cursado é promovido ao semestre letivo seguinte, admitindo-se ainda a promoção do primeiro ao último semestre letivo, quando apresentar até 4 (quatro) disciplinas pendentes, independentemente do semestre letivo a que se refiram as dependências. O aluno será considerado reprovado, ficando retido no semestre letivo para cursar somente as disciplinas em dependência, quando ultrapassar os limites estabelecidos. Poderão organizar-se classes ou turmas especiais, sob regime de dependência, em período não necessariamente semestral desde que assegurada a carga horária componente e preservada a qualidade do ensino. Do ponto de vista didático é conveniente ressaltar a importância do diálogo entre o aluno e o professor quanto aos resultados da verificação do aprendizado. O processo de revisão de prova, a ser formalizado por escrito à instância administrativa, deverá ocorrer quando esse diálogo salutar, inclusive mediado pelo Coordenador do Curso, quando necessário, tornar impossível dirimir a dúvida levantada. Alegações subjetivas, tais como procedimento injusto do professor ou de simples insatisfação do aluno com o resultado não ensejarão curso à tramitação de requerimento de revisão de prova. Para tanto, as razões alegadas pelo aluno devem ter caráter objetivo, enquadrando-se, exemplificativamente, nas seguintes hipóteses: erro de identificação da prova quando fica evidenciado engano na identificação do estudante, autor da prova; não coincidência entre a nota atribuída e o gabarito de correção; a falta de coincidência entre a resposta rejeitada pelo professor e a explicação dada em aula ou consignada em livro-texto; tratamento diferente para respostas idênticas dadas pelos alunos da mesma turma. Sistemas de Informação-Atividades acadêmicas articuladas à Formação Considerações iniciais A nova proposta para o PPC do curso é a de estabelecer uma mudança significativa no papel do professor, que deixa de ser aquele que sabe, ensinando para aquele que não sabe. Na perspectiva educacional adotada, o papel do professor é muito mais comprometido com cada um de seus alunos, com sua comunidade, com seus significados sociais, suas reais necessidades, os conteúdos específicos e necessários de cada área do conhecimento. Ele não se dissocia dos conteúdos apreendidos pelo aluno ao longo de seu processo histórico. O curso utilizará três conjuntos de técnicas nas disciplinas teóricas: a) Técnicas de exposição pelo professor, na forma de aulas expositivas participativas e interativas, consideradas como necessárias para introduzir um novo assunto, propiciar uma visão global e sintética, esclarecer conceitos e concluir estudos; b) Técnicas centradas no aluno, na forma de estudos de texto e de casos e de estudos dirigidos (ou orientados), que objetivam desenvolver a capacidade de estudar um problema, de forma sistemática, desenvolver a capacidade analítica e as habilidades de compreensão, interpretação, análise, crítica, criação/ recriação de textos, e desenvolver a capacidade analítica e preparar para o enfrentamento de situações complexas; c) Técnicas de trabalho em grupo, objetivando, em especial, dar a todos alunos ocasião de participar, quer formulando perguntas, quer formulando respostas e perguntas, ou expressando opiniões e posições e aprofundar a discussão de um tema ou problema, chegando a conclusões. Formas de Realização da Interdisciplinaridade A interdisciplinaridade é assunto discutido na educação. Tem-se como princípio que no mundo atual, um profissional saiba encontrar as soluções para os diversos problemas apresentados, já que existem sempre desafios e problemas de desenvolvimento e de sobrevivência a destrinchar e a solucionar. O papel das instituições de ensino seja fundamental, médio, graduação ou pós-graduação é de enfatizar a aprendizagem para que os indivíduos gerem conhecimento por si próprios. Para isso, é necessária uma mudança nas práticas que envolvem o processo de ensino e de aprendizagem. Dentre essas mudanças está a prática da interdisciplinaridade. Na busca por uma nova prática obedecendo esta visão atual discutida por diversos educadores, o curso de Sistemas de Informação das Faculdades Integradas “Campos Salles” implantou (a partir de 2015) o “Projeto Integrador Multidisciplinar”, considerando que ao entrar na Universidade o aluno deve obedecer a um currículo pré-estabelecido que segue as diretrizes do Ministério de Educação, nada mais providencial que por esse currículo linear exista uma preocupação concreta da prática interdisciplinar dos processos de ensino incluindo a leitura e a escrita que perpassa em um eixo vertical todas as disciplinas. Os Projetos Integradores perfazem uma carga horária de 160 horas, implementados no 3º, 4º 5º e 6º semestres do curso, com 40 horas cada. Cada projeto integrador é concebido em forma de um trabalho que o aluno deve entregar no final do semestre, cujos conteúdos desenvolvidos devem envolver as disciplinas das áreas de formação básica e formação técnica. Para cada semestre será definido um tema e seus objetivos a serem desenvolvidos pelos alunos durante o período, obedecendo prazos e normas que serão disponibilizados aos alunos, até 7 dias após o início do semestre letivo, pelo coordenador do curso. O trabalho deverá ser entregue no final do semestre ao coordenador do curso, para que esse faça sua distribuição aos professores avaliadores. Para a avaliação dos trabalhos os professores avaliadores podem adotar alguns critérios, tais como: qualidade do trabalho, funcionalidade, praticidade, soluções encontradas e tecnologia utilizada. Após feita a avaliação o professor deverá informar uma nota, de 0 a 10, que será atribuída ao respectivo Processo Integrador. Atividades complementares As atividades complementares, conforme disposto no art. 2° da Resolução CNE/CES n°. 9, de 2004, são componentes curriculares enriquecedores e complementadores do perfil do formando, possibilitam o reconhecimento, por avaliação de habilidades, conhecimento e competência do aluno, inclusive adquirida fora do ambiente acadêmico, incluindo a prática de estudos e atividades independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, especialmente nas relações com o mercado do trabalho e com as ações de extensão junto à comunidade. Os conhecimentos obtidos por meio das atividades complementares podem ser de dois tipos: a formação complementar preestabelecida e a formação complementar aberta. A formação complementar preestabelecida constitui a possibilidade de obtenção de conhecimentos e o desenvolvimento de habilidades que podem ser definidas pelo Conselho ou pelo próprio aluno que deverá cumprir um número pré-determinado pelo Conselho, de atividades acadêmicas que lhe assegure uma formação complementar. A ideia é que o conjunto predeterminado seja constituído através de um elenco de atividades acadêmicas pré-definidas. A escolha desse conjunto de atividades tem que se pautar pela possibilidade de que o aluno complemente sua formação específica no Curso, propiciando-lhe aquisição de conhecimentos e o desenvolvimento de habilidades que podem ser definidas pelo Conselho ou pelo próprio aluno. No caso específico, estabeleceu-se por meio de deliberação do Conselho de Curso – CONCUR, que todo aluno deve ler obrigatoriamente um livro não técnico por semestre. A formação complementar aberta é pensada a partir da proposição construída pelo aluno, com ou sem orientação de um docente. Nesse caso, o papel do professor orientador, quando houver, é buscar preservar uma conexão conceitual mínima com a linha do Curso do aluno. Sua intenção é possibilitar ao aluno ampliar sua formação em qualquer campo do conhecimento com base principalmente no seu interesse individual. Nessa concepção, o aluno buscará obter créditos em atividade acadêmica curricular ou extracurricular de qualquer curso. As vantagens são, nesse caso, de estimular a visão crítica do saber e responder às aspirações individuais por algum tipo de conhecimento particular. Além disso, as atividades complementares propiciam uma maior versatilidade na formação, podendo ser útil na definição do perfil do aluno para responder a um anseio de fundamentação acadêmica ou de demanda elevada da sociedade em algum momento específico. Para que o aluno sinta-se estimulado a usufruir destas vivências o curso de Bacharelado em Sistemas de Informação oportunizará as Atividades Complementares, estas atividades serão obrigatórias e deverão ser realizadas fora do horário do curso normal e fora dos componentes curriculares obrigatórios. A carga horária a ser cumprida deverá ser de no mínimo 160 horas e serão validadas com apresentação de certificados ou atestados, contendo número de horas e descrição das atividades desenvolvidas. Para o curso de Sistemas de Informação serão consideradas, para fins de cômputo de carga horária, as seguintes atividades: ATIVIDADES DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO/2014 Referência Atividade Comprovação Carga horária atribuída Congressos e convenções Participação em Congressos e Convenções relacionados à profissão promovidos pelos órgãos de classe ou similares. Até 10 horas por evento e no máximo de 2 por semestre. Cursos de extensão ou atualização Frequência a cursos de Extensão ou Atualização, dentro ou fora da Instituição, presencial ou on-line, incluindo-se: os de línguas estrangeiras, softwares ou linguagens computacionais, métodos quantitativos, Língua Brasileira de Sinais, etc. Declaração, Certificado, ou lista de presença quando na própria instituição, comprovando frequência regular e número de horas cursadas. Declaração, Certificado, ou lista de presença quando na própria instituição, comprovando frequência regular e número de horas cursadas. Exposições, Museus, Mostras, cinema e teatro Visitas a exposições, mostras, museus, cinema e teatro. Até 5 horas por evento e no máximo de 2 por semestre. Monitoria Auxiliar gratuitamente aos colegas no desenvolvimento dos conteúdos da disciplina, desde que indicado pelo professor e aprovado pelo Coordenador do Curso. Participação como membro de órgãos colegiados da FICS como Conselhos, Comissões e Comissão Própria de Avaliação. Participação como ouvinte ou participante em palestras e seminários, encontros e conferências na área. Participação em programas/projetos de voluntariado social, promovidos pela FICS ou externos, relacionados à área do curso, inclusive Projeto Voluntariado do IRPF. Resenhas de livros indicados e artigos de Comprovante de presença e/ou relatório elaborado pelo aluno ou orientador responsável. Declaração atestando a condição de Monitor durante o semestre e apresentação de relatório das atividades desenvolvidas, assinado pelo professor Orientador Certidão de Nomeação e efetiva participação emitida pela Coordenação. Declaração ou certificado de participação ou lista de presença (quando da própria instituição). Certificado de Participação no treinamento ou lista de presença aprovada pelo professor responsável, submetida à Coordenação. Horas conforme comprovação, limitado a 5 horas por evento. Resenha 10 horas por artigo ou resenha por semestre, Órgãos Colegiados da FICS Palestras, conferências e seminários Programas de Voluntariado Resenha de livros indicados e artigos Até 20 horas por semestre, no caso de curso presencial, limitada a 30 horas por semestres, e, no caso de curso online, até o limite de 15 horas por semestre. No caso de cursos de libras, o total de horas comprovadamente cursadas, sem limite de horas. Até 30 horas, limitada a uma disciplina por semestre. Até 10 horas por órgão e no máximo 2 por semestre. 2 horas para treinamento e 2 horas por participação efetiva no evento, limitadas a 10 horas por semestre. Representatividade estudantil Visitas orientadas Outras atividades revistas ou periódicos indicados ou não por professores. Representar a classe no decorrer do semestre e participar das reuniões inerentes à atribuição. Visitas orientadas por professor da FICS, de cunho sócio cultural. Participação em outras atividades relacionadas ao curso e não especificadas nos demais itens. Limitada a 2 títulos por semestre. Certificado instituído pela FICS mediante declaração aprovada pelo Coordenador do Curso. Relatório do professor e lista dos alunos presentes. Certificado de participação emitido pela entidade promotora e aprovado pela Coordenação do Curso. Até 10 horas por semestre, conforme comprovação do Coordenador do Curso. Até 30 horas por evento e por semestre. Até 5 horas por evento e por semestre. Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) Em linhas gerais, o Trabalho de Conclusão de Curso será realizado obrigatoriamente sob a orientação de um professor do corpo docente do curso de Sistemas de Informação das Faculdades Integradas “Campos Salles”, sendo que, o aluno regularmente matriculado no 7º semestre deverá inscrever-se para orientação do TCC na data fixada pela Coordenação do Curso por meio de edital. Concluídas as inscrições para o TCC, o aluno deverá procurar o professor-orientador para discussão do seu projeto que deverá ser depositado pelo aluno até a data fixada pela Coordenação do Curso (permitindo-se prorrogação somente com aprovação ad referendum do CONCUR). A produção textual do TCC será realizada de acordo com as regras da ABNT, observadas as orientações contidas nos manuais de metodologia do trabalho científico. A avaliação das atividades do TCC será realizada por meio de exame de qualificação e de sessão pública de defesa. A solução encontrada para a melhoria significativa dos trabalhos deu-se por meio da realização de exame de qualificação, para o qual o aluno deverá se inscrever, obrigatoriamente, até o dia 15 de maio do ano em que o aluno estiver cursando o 7º semestre. Após a inscrição, o aluno depositará a versão incompleta de seu TCC para submissão a exame de qualificação, que ocorrerá em data previamente divulgada pela Coordenação do Curso no mural das Faculdades Integradas “Campos Salles”. A dinâmica do exame de qualificação se dará por meio de reunião do aluno com dois professores, sendo um deles o professor-orientador, em sala reservada para tal fim, com as portas abertas para garantir a publicidade do ato em questão. Durante o exame de qualificação, cada professor arguirá o aluno sobre o desenvolvimento do seu trabalho, tecendo as críticas e sugestões que entenderem pertinentes. Os critérios para aferição do resultado do exame de qualificação levarão em conta: o empenho do aluno desde a inscrição para o TCC e a realização deste exame; a frequência do aluno aos encontros de orientação; a apresentação ou não dos resultados parciais do TCC e o desempenho do aluno no exame de qualificação. Realizado o julgamento, a banca examinadora poderá aprovar o aluno ou reprová-lo, anunciando o resultado reservadamente. Será reprovado no exame de qualificação o aluno que, segundo os critérios de avaliação descritos no parágrafo acima, não obtiver nota igual ou superior a 6,0 (seis); ou ainda sumariamente, em cujo texto se verifique plágio (ainda que de pequeno trecho), ou linguagem incompatível com o nível acadêmico do aluno. A fim de registrar os exames de qualificação, será lavrada uma ata para cada banca, cuja cópia será entregue ao aluno mediante recibo, a qual conterá todas as observações dos professores. Ao aluno reprovado no exame de qualificação é assegurado recurso ao CONCUR, que poderá deliberar em sala reservada sobre a decisão proferida pela banca de qualificação. Da decisão proferida pelo CONCUR não caberá recurso. O aluno reprovado no exame de qualificação somente poderá realizar novo exame depois de 30 (trinta) dias e somente poderá depositar a monografia final 90 (noventa) dias após a aprovação no exame de qualificação, e em data máxima fixada pela Coordenação do Curso, permitindo-se prorrogação somente com aprovação ad referendum do CONCUR. O TCC será depositado em quatro vias impressas, sendo três delas encadernadas em espiral e uma via encadernada em percalux preto com gravação em dourado e uma versão eletrônica gravada em CD no formato pdf. A avaliação do TCC correrá em sessão pública de defesa para o Trabalho de Conclusão de Curso em data divulgada pela Coordenação do Curso no mural das Faculdades Integradas “Campos Salles”, e desta será lavrada ata. A banca examinadora será composta por 3 (três) professores, presidida pelo professor-orientador e dois docentes do Curso de Sistemas de Informação das Faculdades Integradas “Campos Salles’. Aberta a sessão de defesa do TCC, o aluno terá o prazo de 20 (vinte) minutos para realizar a sustentação oral do seu trabalho; então, cada professor terá o prazo de 10 (dez) minutos para realizar sua arguição, concedendo-se igual tempo para a defesa do aluno. Por fim, destaca-se que a arguição do aluno pelo professor-orientador é facultativa. Encerrada a arguição, a banca examinadora se retirará do local e reunir-se-á em sala privativa, ou convidará os presentes para se retirarem do local, para o julgamento do aluno, sendo que, a nota final será apurada a partir da avaliação global do desempenho do aluno na realização dessa atividade, levandose em conta o empenho do aluno ao longo da atividade; a frequência do aluno aos encontros de orientação; a apresentação ou não dos resultados parciais do TCC; o atendimento às sugestões dos professores que participaram da banca de exame de qualificação; a versão final do TCC e o desempenho do aluno na sessão pública de defesa para o seu Trabalho de Conclusão de Curso. Realizado o julgamento, a banca examinadora poderá aprovar o aluno, anunciando o resultado publicamente na sala onde se realizou a sessão pública de defesa; poderá suspender a sessão, para solicitar, reservadamente com o aluno, a correção de parte da monografia dentro do prazo de 5 (cinco) a 15 (quinze) dias, a critério da banca examinadora; ou ainda, reprovar o aluno, anunciando o resultado reservadamente. Considerar-se-á reprovado com a nota zero, o aluno que apresentar monografia em que se verifique plágio – ainda que de pequeno trecho – na versão final do TCC, ou linguagem incompatível com o nível acadêmico do aluno, assegurando-se recurso ao Conselho de Curso. O aluno reprovado na sessão pública de defesa do TCC deverá iniciar novo trabalho e somente poderá realizar exame de qualificação do novo texto depois de 90 (noventa) dias a contar da data da reprovação. Todas as comunicações sobre datas finais e de realização de exames e sessões públicas serão realizadas por meio de fixação de avisos no mural das Faculdades Integradas “Campos Salles”. Por fim, os casos omissos serão resolvidos pelo CONCUR ou pela Coordenação do Curso, ad referendum do CONCUR. Pesquisa e Produção Científica O incentivo à pesquisa tem a missão de produzir novos conhecimentos, contribuir para a melhor capacitação e enriquecimento curricular do aluno, despertando, através da iniciação científica, os talentos potenciais dos estudantes de graduação, além de proporcionar, no seu conjunto, o aprimoramento intelectual de pós-graduandos, docentes e pesquisadores. No que se refere à pesquisa, reconhece-se um leque bastante diversificado de possibilidades de articulação do trabalho realizado no Curso com setores da sociedade. Assume interesse especial a possibilidade de produção de conhecimento na interface instituição/comunidade, priorizando as metodologias participativas e favorecendo o diálogo entre categorias utilizadas por pesquisados e pesquisadores, visando à criação e recriação de conhecimentos possibilitadores de transformações sociais, onde a questão central é identificar o que deve ser pesquisado e para quais fins e interesses se buscam novos conhecimentos. As Faculdades Integradas “Campos Salles”, justamente por sua estrutura, não tem obrigação legal de desenvolvimento de pesquisas, ao contrário das Universidades e Centros Universitários. Todavia, sempre teve em mente essa preocupação com a realização de projetos de pesquisa e de iniciação científica. Segura de seus compromissos institucionais com a pesquisa, esta receberá, doravante, especial atenção por parte do curso de Sistemas de Informação. Com a alteração dos objetivos do curso, a pesquisa cumprirá papel importante dentro do novo PPC. A pesquisa, como atividade institucional do Curso de Sistemas de Informação, está fundamentalmente centrada na Monografia Final e nas atividades de pesquisas desenvolvidas em nível de Iniciação Científica. O ingresso do discente no Programa de Iniciação Científica é por meio de inscrição, conforme os requisitos dispostos no edital elaborado pelo Núcleo Docente Estruturante. O Edital irá conter o cronograma das atividades, os requisitos de inscrição e concessão de bolsas de apoio ao discente integrante do Programa de Iniciação Científica. No formulário de inscrição, o aluno e o professor orientador devem dispor sobre a linha de pesquisa adotada, o tema de pesquisa, o cronograma de trabalho e o termo de compromisso pelo qual o aluno e o professor orientador se comprometem a realizar o trabalho. Após a admissão no Programa de Iniciação Científica, o aluno deverá elaborar um projeto de pesquisa no prazo de 30 (trinta) dias. Os trabalhos dos alunos são acompanhados por um professor orientador, que deve estar à disposição do aluno orientado. Cada reunião entre o professor orientador e o aluno orientando deve ser lavrada em ata com data, hora e local, bem como a matéria da pauta de reunião. Com essas medidas, espera-se que o aluno seja levado, de uma forma acadêmica e pedagogicamente elaborada, a trabalhar o conhecimento com o objetivo de ter um pensamento independente, desenvolver sua capacidade de estruturar e contextualizar problemas e buscar soluções alternativas às propostas. Nesse sentido, a Associação Educativa Campos Salles irá colaborar para sedimentar a cultura de pesquisa, de maneira que ela possa contribuir de maneira efetiva para o desenvolvimento das pessoas e da comunidade. Espera-se que a pesquisa forme recursos humanos, podendo propiciar o aumento do conhecimento na área de Sistemas de Informação, como também produzir inovações de impacto para a melhoria da sociedade. Desse modo, o Curso de Sistemas de Informação das Faculdades Integradas “Campos Salles” pretende: a) Qualificar os melhores alunos com vistas à continuidade da respectiva formação acadêmica, especialmente pelo encaminhamento dos mesmos para os programas de pós-graduação; b) Propiciar condições institucionais para o atendimento aos projetos de pesquisa; c) Estimular pesquisadores produtivos a engajarem, no processo acadêmico, alunos de destacado desempenho, otimizando a capacidade de orientação de pesquisa no Curso; d) Estimular o aumento da produção científica; e) Incentivar o envolvimento de novos docentes em atividades de pesquisa e de orientação discente; f) Melhorar a qualidade do ensino e da aprendizagem. Em relação aos discentes, o Curso pretende: a) Despertar a vocação científica e incentivar talentos potenciais entre estudantes de graduação, mediante a participação em projetos de pesquisa, introduzindo o jovem universitário no domínio do método científico; b) Proporcionar o domínio da metodologia científica, assim como estimular o desenvolvimento do pensar cientificamente e da criatividade, decorrentes das condições criadas pelo confronto direto com os problemas de pesquisa; c) Despertar uma nova mentalidade em relação à pesquisa; d) Preparar alunos participantes do Programa de Iniciação Científica para o acesso à pósgraduação. Como meio de divulgação dos trabalhos acadêmicos de alunos e professores, foi criada a Revista Acadêmica Augusto Guzzo Revista Acadêmica (ISSN Impresso 1518-9597, ISSN Eletrônico 23163852), uma publicação semestral e interdisciplinar das Faculdades Integradas "Campos Salles” (FICS), com qualificação B4 (Qualis) pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), com os seguintes membros em sua Comissão Editorial: Profa. Dra. Aida Hanania, FFLCHUSP, Brasil Prof. Dr. Antonio Cesar Amaru Maximiano, USP, Brasil Prof. Dr. Celso Campos, Faculdades Integradas "Campos Salles" FICS-SP, Brasil Profa. Dra. Chie Hirose, Faculdades Integradas “Campos Salles” FICS-SP Prof. Dr. Enric Mallorquí Ruscalleda, Universidade de Girona - Espanha Prof. Dr. Fernanda Cristina Barbosa Pereira Queiroz, UFSC Prof. Dr. Fernando Horta Tavares, Dr. PUCMINAS – Pós Dr. p/ Univ. LISBOA Prof. Dr. Hélio Roberto Hékis, UFSC Profa. Dra. Isaura Alberton de Lima, Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR Prof. Dr. Jamerson Viegas Queiroz, UFRN Prof. Dr. Jean Lauand, Faculdade de Educação - USP / PPGE Univ. Metodista - SP Prof. Dr. Luiz Costa Pereira Jr., Revista Língua Portuguesa Prof. Dr. Marciano Furukawa, UFRN Prof. Dr. Marcos Roberto Celestino, PUC-SP Prof. Dr. Mauro Maia Laruccia, PUC-SP/FICS-SP Prof. Dr. Óscar Mealha, Universidade de Aveiro/Portugal Prof. Dr. Roberto Carlos Gomes de Castro, Faculdades Integradas Alcântara Machado Prof. Dr. Vitor Echeto, Universidade de Valência/Espanha Semana de Estudos Acadêmicos A semana de estudos acadêmicos ocorreu entre os dias 06 e 10 de outubro de 2015, cuja organização contou com a participação dos alunos do 6º semestre do Curso de Administração das Faculdades Integradas “Campos Salles” O programa desta semana foi interdisciplinar com várias palestras e oficinas ocorrendo simultaneamente, obedecendo a seguinte programação: Segunda Suportes:Nomes Artigo (Producao) Evento Palestrante Local Horario Jean / Vitor Ok Abertura Prof. Senger Guzzo 19:00 19:20 Everton Everton Abertura Palestra Motivacional Convidado Externo- Helder Moreira Guzzo 19:25 21:30 Lista no Local Juliana Apresentação Franquia Mary Kay Sala 32 19:30 21:30 Thayna Chery Thayna Chery Ok Plenario Direito 20:40 Guzzo 6º Andar Oficina apresentada pelos alunos Pequeno 19:30 orientandos de TCC/2014 do Prof. Ms. Djair auditório Pereira Terça 22:00 Lista no Local Mercado de Trabalho e Processo Seletivo: Como enfrenta-los. O nosso TCC e o estado da arte Convidado Externo- pela Aluna Juliana 6º Semestre Adm. Palestra com a Nube Lista no Local Nomes Beatriz Artigo Adriana Lista no Local Adriana Ok Everton Gilberto 21:00 Franquia Up Palestrante Sala LocalDigital 19:30 Horario 20:55 Profa. Ms. Fabiana Fevorini e Prof. Ms Turma 4º Semestre Administração Gilmar Deghi Convidado Externo - Daniel Martin Guzzo Sala Digital 19:00 21:00 20:25 22:00 Everton Franquia Evento UP -Retorno sobre Investimentos Como utilizar a Internet para Trabalhos Administração Financeira - Como gerir Academincos suas financas pessoais Pensamento Critico Guzzo 20:30 22:00 Gilberto e Social 20:25 Ok Logistica Reversa do Lixo Eletronico Pequeno Auditório Pequeno Auditório 19:00 Lista no Local 20:30 21:30 Lista no Local Ok Planilhas e fórmulas do Excel Laboratório 19:30 21:00 Lista no Local Willian Multimídia e interatividade Sala 41 19:30 21:00 Lista no Local Ok Estagios e Trainees - Diferencas Sala Digital 20:30 21:30 Lista no Local Ok Hp12 C Aluno - Gilberto Holovatino - 6º Semestre CC Ex-alunas de Administração 2013, Crislene de Fátima Garcia Gisele Aparecida da Silva Santos Gisely Silva Viana Ferreira Valéria Ribeiro da Silva Viviane Suelin da Silva Aluna - Jéssica Aline Araújo de Lima - 2º semestre de Logística Convidado Externo- Vanessa Teodoro (Editora do portal da Band) Aluno - Francisco Saturnino e equipe - 2º Semestre Ciências Contabeis Milton Piscinato Sala 45 19:00 20:30 Convidado Externo - Karina dos Santos Cabral Sala 5 - 4 Andar 19:30 21:00 Projetos na Educação Infantil Quarta Nom es Artigo Evento Matheus Matheus Leticia Leticia Everton Everton Philipe Philipe Lista no Local Ok Lista no Local Ok Lista no Local Michelli Lista no Local Ok Lista no Local Ok BSGI(Brasil Soka Gakkai Internacional) Convidado Externo- Aluna Rachel 8º Semestre Adm Mulheres e Negócios Convidado Externo- Michelly Cunha – Gerente de RH- MBI em gestão de Pessoas na FGV Relações Interpessoais e novas Prof. Dr. FICS Luciano Schimidt Tecnologias Logistica Reversa do Lixo Eletronico Ex-alunas de Administração 2013, Crislene de Fátima Garcia Gisele Aparecida da Silva Santos Gisely Silva Viana Ferreira Valéria Ribeiro da Silva Viviane Suelin da Silva Pesquisa de Campo com a utilização Palestrante: Prof. Dr. Mauro Lauruccia de ferramentas digitais fornecidas Moderador: prof. Ms. Djair Pereira pelo Google Planilhas e fórmulas do Excel Aluna - Jéssica Aline Araújo de Lima - 2º semestre de Logística Gestão de infraestrutura em TI Convidado Externo- Mauricio Melo (Gerente de TI da Cobasi) Administração Pessoal - Como ser um Turma 4º Semestre Adminsitração profissional bem sucedido Como utilizar a HP12c Aluno - José Carlos Raimundo Júnior - 2º semestre de Logística. Palestrante Local Guzzo Horari o 19:00 20:25 Guzzo 20:30 21:30 Pequeno Auditorio Pequeno Auditorio 19:00 20:55 21:00 22:00 Plenario Direito - 19:00 Guzzo 6º Andar Laboratorio 19:30 21:30 Sala 41 19:30 21:00 Sala Digital 19:00 20:25 Sala Digital 20:30 22:00 Palestrante Local Carla Azevedo Carla Azevedo Apresentação de Coral Professores, alunos e Funcionarios FICS Guzzo Horari o 19:00 19:30 Adriana Adriana Projeto Pedagogico Prof. Dr USP - José Cerchi Fusari Guzzo 19:35 21:00 Lista no Local Henrique RH x Fusoes e Incorporações 19:30 20:55 Lista no Local Ok Intolerância 21:00 22:00 Lista no Local Ok Business Plan - Franquia Mary Kay 19:30 21:30 Lista no Local Ok Matematica Financeira Aplicada 19:30 21:00 Lista no Local Ok Desafios de um e-commerce 19:30 21:00 Lista no Local Ok Empreendedorirsmo e Linha de Produção Convidado Externo- prof. Milton (Justino) Pequeno Auditorio Alunos do 2º Semestre de Administração Pequeno Auditorio Convidado Externo- Aluna Juliana 6º Sala 32 Semestre Adm Aluno - Gabriel Maceno - 6º Semestre Sala 34 Administração Convidado Externo- Patrizia Parenti Sala 41 (Gerente mundial do projeto Microsoft Window s) Aluna - Rosana Vendramini - Gestão Sala Digital Financeira / Prof. Ms. Osvaldo Matarossi 19:30 21:00 Lista no Local Ok Hp12 C Milton Piscinato 19:00 20:30 21:00 Quinta Nom es Artigo Evento Sala 45 Sexta Nom es Artigo Evento Philipe Philipe Bolsa de Valores Palestrante Local Convidado Externo- Aluna Rachel - 8º Semestre Adm Carla Azevedo Carla Azevedo la inclusión educativa de niños con Convidado Externo - Dr. Israel Tonatiuh Síndrome de Asperger en Lay - Mexico. PodCast + questões pelo Guadalajara skype + sms Adriana Adriana A Importância da Cultura e da Arte na Convidado Externo: Sanny Coreia da Silva Educação - Crítica de Arte - graduada em letras, especialista em Mediação de conflitos, Trainer em PNL Lucas Lucas Educação Financeira; Convidado Externo _ Prof. Fernando Hiroshi Mitoni – graduado em comercio e especialista em finanças e seguros Lista no Local Thayna Chery Poetisa - Poesia Contemporânea Convidado Externo - Poetisa Silvana Gonçalves Luiz convidada da aluna Thayna Cherrie 6º Semestre - Tema Poesia: Sentimento Abstrato Lista no Local Poliana Inclusão Étnico-Racial e as Metas do Convidado Externo - Fátima Sanches Milênio Graduada em letras, especialista em ingles Lista no Local OK Teoria de Maslow x Softw ares Prof. Vinicius (Campos Salles) Guzzo Horari o 19:00 20:55 Guzzo 21:00 21:50 Plenario Direito - 19:00 Guzzo 6º Andar 20:15 Plenario Direito - 20:20 Guzzo 6º Andar Pequeno 19:00 Auditorio 21:35 Pequeno Auditorio 20:20 21:35 Sala 41 19:30 21:00 Cardoso Cardoso Sala Digital 19:00 20:00 Lista no Local Ok 20:00 21:30 Lista no Local Ok 19:00 19:40 Lista no Local Ok Aluno - José Carlos Raimundo Júnior - 2º Sala Digital semestre de Logística A influencia da psicologia no Aluno - Davi Alves de Souza - Aluno 2 Sala 51 comportamento organizacional. Semestre Analise dos tipos de comportamentos Aluno - Desiree Rangel Mercedes - 1 e 2 Sala 51 a partir da comunicação Semestres 19:45 20:25 Lista no Local Ok Jean / Vitor Ok Psicologia versos comunicação e o comportamento nas empresas. Encerramento A influência da cultura na qualidade do ambiente organizacional no seguimento comercial na região da Lapa/São Paulo SP Como utilizar a HP12c Ex aluna Andrea Miguel 20:15 Aluna - Tauane - 1 e 2 Semestres Sala 51 20:30 21:10 Prof. Senger Guzzo 22:10 22:15 Palestras com temas focados em Sistemas de Informação A semana acadêmica contou com a participação de 4 palestrantes que abordaram temas aderentes ao curso de Sistemas de Informação. Por se tratar de uma semana de estudos, incluído dentro do horário das aulas, sua participação foi obrigatória (controlada pela lista de presença). Também foi exigido dos alunos a entrega dos resumos das referidas palestras avaliados pelos Professores Carlos Oliviero e Galvez Gonsalves e atribuídos como atividades complementares. Palestrantes e Temas 07/10 19h30 às 21h - Terça - Multimídia e interatividade (Vanessa Teodoro - Editora do portal da Band) - Apresentação de resumo obrigatório. 08/10 19h30 às 21 - Quarta - Gestão de infraestrutura em TI (Mauricio Melo - Gerente de TI da Cobasi) - Apresentação de resumo obrigatório. 09/10 19h30 às 21h - Quinta - Desafios de um e-commerce (Patrizia Parenti - Gerente mundial do projeto Microsoft Windows) - Apresentação de resumo obrigatório. 10/10 19h30 às 21h - Sexta - Teoria de Maslow x Softwares (Prof. Vinicius - Campos Salles) Apresentação de resumo obrigatório. Durante o evento, um estande da Drogasil foi montado para o atendimento ao público interno e externo com controle de diabetes e pressão arterial. Enade Justificativa Nas provas realizadas pelo ENADE em 2005 e 2008, o curso de Sistemas de Informação obteve nota 3 contra 0,7816 (1) do ENADE 2011, bem abaixo do limite mínimo estabelecido pelo INEP (3), um resultado que pode ser atribuído aos seguintes fatores: Mudança da grade do curso em 2007 com forte ênfase no mercado. Tal ação distanciou o curso das Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Graduação em Computação; Alteração na distribuição das questões da prova do ENADE de 2011; Falta de uma base sólida nas disciplinas de matemática e língua portuguesa dos alunos entrantes no curso. Das 75 instituições avaliadas no Estado de São Paulo, 27 (36%) foram aprovadas e 48 (64%) reprovadas. No ranking, a FICS ocupou o 73º lugar (tabela 1). Tabela 2 - Resultado ENADE 2011 (estado de São Paulo) Nº de Instituições 1 4 22 44 Nota ENADE 5 4 3 2 % 1,33% 5,33% 29,33% 58,66% 4 1 5,33% Resultado 36% Aprovado 64% Reprovado É importante ressaltar que no ENADE 2011, das 40 questões, apenas 5 foram reservadas para a formação específica, contra 20 questões dos exames anteriores (tabela 2). Tabela 3 - Distribuição das questões do ENADE (2011, 2008 e 2005) Distribuição das questões Formação geral / múltipla escolha Formação geral / discursiva Total - formação geral Núcleo comum / múltipla escolha Núcleo comum / discursiva Total - núcleo comum Componente específico (SI) / múltipla escolha Componente específico (SI) / discursiva Total específico Total de questões 2011 8 2 10 22 3 25 5 0 5 40 2008 8 2 10 9 1 10 18 2 20 40 2005 8 2 10 9 1 10 18 2 20 40 Mediante esse cenário, em agosto de 2014 foi elaborada uma proposta para avaliar as condições do curso de Sistemas de Informação, bem como, propor ações que preparassem os alunos para a prova do ENADE desse ano. Suas diretrizes levaram em consideração os seguintes aspectos: O parecer da comissão avaliadora do MEC, realizada em maio desse ano, quanto à grade curricular do curso; Comparação da grade de 2011 com grades curriculares de faculdades similares que obtiveram nota 4 ou 5 no ENADE 2011; Relatório dos resultados obtidos pelas Faculdades Campos Salles no ENADE 2011 publicado pelo INEP; Questionário do estudante (socioeconômico), preenchido on-line, pelos alunos. Também foi observado que as questões do núcleo comum deram muita ênfase a conteúdos curriculares como lógica matemática e matemática discreta, probabilidade e estatística e pesquisa operacional; Embora não conclusivo, é possível que o próximo ENADE, em vista dos resultados obtidos em 2011, volte a dar mais ênfase às questões específicas do curso. Tal fato, se concretizado, não exclui a necessidade da compreensão dos conteúdos curriculares acima descritos, já que fazem parte da Portaria Inep nº 265, de 02 de junho de 2014 para a definição das diretrizes dos componentes específicos da área de Sistemas de Informação. A comissão do MEC, em visita realizada no primeiro semestre de 2014, constatou que a grade do curso é mais aderente a cursos tecnólogos de computação, não atendendo em sua plenitude, aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares para o curso de Bacharelado de Sistemas de Informação. Ao analisar os conteúdos curriculares da FICS x INEP, constatou-se que 48% das disciplinas não são contempladas pela Campos Salles (tabela 3). Tabela 4 - Conteúdos curriculares INEP x FICS Conteúdo curricular (INEP) Matemática Discreta Probabilidade e Estatística Algoritmos e Estruturas de Dados Fundamentos de Programação e Linguagens de Programação Pesquisa Operacional Fundamentos de Sistemas de Informação e Teoria Geral de Sistemas Arquitetura empresarial Governança de Tecnologia da Informação e Comunicação Arquitetura e Organização de Computadores Sistemas Operacionais Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos Engenharia de Software Gerência de Projetos Qualidade de Processo e Produto Interação Humano-Computador Segurança e Auditoria de Sistemas Banco de Dados Gestão do Conhecimento Modelagem de Processos de Negócio Informática e Sociedade Psicologia Aplicada a Sistemas de Informação Legislação em Informática e Internet Sustentabilidad23*48 e e responsabilidade social FICS Não contemplado Não contemplado OK OK Não contemplado OK OK Não contemplado OK OK OK OK OK Não contemplado Não contemplado OK OK Não contemplado Não contemplado Não contemplado Não contemplado OK Não contemplado Comparando-se a grade da FICS com os Conteúdos Curriculares exigidos pelo INEP, pode-se observar deficiências nas seguintes áreas: Matemática Discreta; Probabilidade e Estatística; Pesquisa Operacional; Governança de Tecnologia da Informação e Comunicação; Qualidade de Processo e Produto; Interação Humana - Computador; Gestão do Conhecimento; Modelagem de Processos de Negócio; Informática e Sociedade; Psicologia Aplicada a Sistemas de Informação; Sustentabilidade, Responsabilidade Social e Princípios Éticos. Com base neste cenário, é possível concluir que o atual 7º semestre não possuía as condições necessárias que habilitassem seus alunos para a realização do ENADE, um fato extremamente preocupante pois, se reprovados, o curso poderá ser descredenciado. Reverter este processo, em tão curto espaço de tempo, é uma tarefa extremamente complexa e com sucesso não garantido. Entretanto, se nada fosse feito a respeito, existia quase que 100% de probabilidade dos alunos serem reprovados no ENADE 2014. Desse modo, em julho desse ano, foi constituída uma comissão de professores (Gilmar, Galvez, Senger e Carlos), com o propósito de desenvolver um curso preparatório, com 96 horas/aula, para o ENADE 2014 com os seguintes objetivos: Produzir textos para a melhoria de desempenho nas questões dissertativas; Extrair conclusões por indução e/ou dedução; Estabelecer relações, comparações e contrastes em diferentes situações; Dominar princípios, técnicas e metodologias associadas a problemas de estruturas discretas; Compreender a importância das probabilidades e a estatística no campo da informática; Desenvolver a capacidade de formular, estruturar e solucionar modelos matemáticos como instrumentos auxiliares no processo de tomada de decisão, relacionado ao planejamento e gestão dos sistemas produtivos; Preparar o aluno para o questionário socioeconômico. Após análise, a comissão deliberou que o curso preparatório deveria ser composto pelas seguintes disciplinas: Práticas de produção e interpretação de textos (32 horas/aula) – Profa. Geralda; Matemática Discreta (24 horas/aula) – Prof. Sergio; Probabilidade e estatística (24 horas/aula) – Prof. Sergio; Pesquisa operacional (16 horas/aula) – Prof. Gilmar; Análise do questionário socioeconômico (4 horas/aula) – Prof Carlos. Motivação Para atrair o interesse dos alunos na participação do curso preparatório e garantir um provável sucesso da operação, as seguintes ações foram realizadas: Formação do time: permitiu um engajamento entre alunos e professores com espírito de união e colaboração para “vencer a batalha”; TCC: foi dispensado o desenvolvimento dos códigos fonte (implementação do programa); Simulados: foram elaborados 2 simulados, no padrão ENADE; Prova multidisciplinar: substituída pelos simulados; Conscientização: os alunos foram conscientizados da importância de um diploma emitido por uma faculdade bem avaliada versus uma faculdade descredenciada; Premiação: foram estabelecidas as regras para premiar os três primeiros colocados no simulado 2: 1º lugar - uma bolsa de estudos de 100% para a pós-graduação em Gestão Estratégica de Comércio Eletrônico, 2º lugar - uma bolsa de estudos de 50% para o mesmo curso e 3º lugar um notebook. Os prêmios serão divulgados durante a formatura. Resultado das aulas Embora o time de professores tenha sido composto por professores com alto índice de aceitação por parte dos alunos, a frequência ficou muito aquém do esperado, com 48% de aproveitamento das aulas. Resultado do Simulado 1 O simulado 1 do ENADE 2014, aplicado em 30 de outubro de 2014 (das 19:15 às 22:15), para o 8º semestre do curso de Sistemas de Informação, contou com a presença de todos alunos do curso, sendo 25 formandos em 2014 e do aluno Alex da Silva Santos formado em 2011. O resultado final, seguindo os mesmos critérios de cálculo do ENADE, ficou em 2,5479 pontos. A prova contou com 30 questões distribuídas da seguinte maneira: Componentes Num de questões Formação Geral/Objetivas Formação Geral/Discursivas Componente Específico Comum/Objetivas Componente Específico Comum/Discursivas Componente Específico/Objetivas – Sistemas de informação Questionário de percepção da Prova De 1 a 14 Discursiva 15 De 16 a 23 Discursiva 24 e 25 Peso das questões 60% 40% Peso dos componentes 25% 75% De 26 a 30 Objetivas 85% Discursivas 15% De 1 a 9 - - Das 15 questões de formação geral 4 foram extraídas das três últimas provas do ENADE e 11 formuladas pela Prof. Geralda (Produção Textual), sendo 10 objetivas e 1 discursiva. As 10 questões do componente específico foram elaboradas pelo Prof. Sergio (Probabilidade e Estatística), sendo 8 objetivas e 2 discursivas (uma questão foi anulada). As 5 questões do componente específico para o curso de Sistemas de Informação foram extraídas das três últimas provas do ENADE. Metodologia da análise Para análise dos resultados foram adotadas três metodologias, todas seguindo os mesmos critérios de cálculo do ENADE: Análise geral da prova (30 questões); Análise das questões elaboradas exclusivamente pelo ENADE (9 questões); Análise das questões elaboradas exclusivamente pela Profa. Geralda - Produção Textual e Prof. Sérgio - Probabilidade e Estatística (21 questões). Se considerada a análise geral da prova, as 14 questões objetivas de formação geral obtiveram um índice de acerto de 62,09%, enquanto que as 14 questões objetivas do componente específico obtiveram um índice de acerto de 53,21%. Seguindo os mesmos critérios de avaliação do ENADE, a média final ficou em 2,5479 (3), gráfico 1 e 2. Se consideradas apenas as 9 questões objetivas extraídas do ENADE, as 4 questões de formação geral obtiveram um índice de acerto de 63.46%, enquanto que as 5 questões do componente específico obtiveram um índice de acerto de 62,31%. Seguindo os mesmos critérios de avaliação do ENADE, a média final ficou em 3.1298 (3), gráfico 1 e 2. Se consideradas apenas as questões elaboradas pelos professores, as 11 questões de formação geral obtiveram um índice de acerto de 61,54%, enquanto que as 10 questões do componente específico obtiveram um índice de acerto de 46,70%. Seguindo os mesmos critérios de avaliação do ENADE, a média final ficou em 2,3565 (2), gráfico 1 e 2. Gráfico 2- Índices de acerto da prova Formação geral; Índice Geral; 62% FormaçãoFormação geral; Específica; Índice Enade; 63,46% Índice Enade; 62,31% Formação geral; Índice CS; 61,54% Formação Específica; Índice Geral; 53% Formação Específica; Índice CS; 46,70% Formação geral Formação Específica Gráfico 1 - Médias de pontuação da prova Pontuação; Pontuação Geral; 2,5479 Pontuação; Pontuação Enade; 3,1298 Pontuação; Pontuação CS; 2,3365 A elevação da média, se considerada apenas a pontuação do ENADE, pode ser atribuída ao acesso antecipado, por parte dos alunos, às provas e gabaritos divulgados pela internet. Classificação dos Alunos 1 Alberto Oliveira Barbosa 1,0393 2,8125 3,8518 2 Alessandra Ferreira de Souza 0,8857 2,8250 3,7107 3 Lucas Andrade Kano 0,9321 2,6156 3,5478 4 Rene da Silva Fernandes 0,9929 2,2375 3,2304 5 Luciano de Souza Coelho 0,8786 2,2938 3,1723 6 Antonio Pereira de Souza 0,9393 2,1250 3,0643 7 Gabriel Martins Pereira de Brito 0,6714 2,3906 3,0621 8 Bruno Alcantara Feitosa 0,6214 2,4063 3,0277 9 Alex da Silva Santos 0,8321 2,0844 2,9165 10 Rodrigo de Souza da Cunha 0,7286 2,1250 2,8536 11 Sandrine Ap. Nunes da Rosa 0,5143 2,1250 2,6393 12 Charles Fernandes Ribeiro 0,9429 1,5938 2,5366 13 Juliana de Melo Barbosa 0,9429 1,5938 2,5366 14 Matheus da Rocha Ferreira 0,6714 1,8594 2,5308 15 Jaliel Gleison da Silva 0,6250 1,8594 2,4844 16 Klismann Ferreira de Souza 0,8357 1,5938 2,4295 17 Raquel Peres Rodrigues 0,6786 1,6500 2,3286 18 Diego Garcia Africa 0,6750 1,6094 2,2844 19 Serliana Meireles dos S. Coelho 0,7857 1,4406 2,2263 20 Camila de Souza Santos 0,7893 1,3281 2,1174 21 Diego Siqueira de Oliveira 0,6321 1,4688 2,1009 22 Keli de Cassia M. Ferreira 0,5750 1,3281 1,9031 23 Heloisa de Souza Mendes 0,8393 1,0625 1,9018 24 Emerson Camara 0,6250 1,0625 1,6875 25 Gabriel dos Santos Zini 0,6821 0,7969 1,4790 26 Jessica Nathamy C. Freitas 0,6214 0,0000 0,6214 3 2 1 Questionário de percepção da prova O questionário de percepção da prova tem por objetivo levantar a opinião do aluno quanto a qualidade e adequação da prova. Esse questionário, com 9 questões, também integrou o simulado, entretanto, não foi analisado. Questionário socioeconômico O Questionário do Estudante, um dos instrumentos de coleta de informações do ENADE, de caráter obrigatório, tem por objetivo subsidiar a construção do perfil socioeconômico do estudante e obter uma apreciação quanto ao seu processo formativo. Levando-se em consideração que o questionário socioeconômico possui um peso considerável para o cálculo da média final do ENADE, durante o mês de agosto, suas questões (uso do laboratório, biblioteca, plano de ensino, atividades complementares, professores, etc) foram amplamente discutidas com os alunos, com o objetivo de prepara-los para o preenchimento do mesmo. Em 2014, o questionário socioeconômico será preenchido pelo aluno, no período de 21 de outubro a 23 de novembro por intermédio do “Sistema ENADE”. O processo será realizado no Laboratório de Informática das Faculdades Campos Salles, em data e hora marcadas futuramente. Ações futuras Em outubro e novembro, novas disciplinas integrarão o curso (Pesquisa Operacional e Matemática Discreta), além de dois novos simulados. Durante esses meses os alunos serão permanentemente monitorados, motivados e orientados para atingirem os objetivos esperados. Conclusão Mediante as médias obtidas no simulado, a permanente orientação aos alunos por parte dos professores, coordenação e direção, além das ações a serem realizadas nos próximos meses, é possível concluir que existe uma grande chance de atingirmos um resultado final satisfatório. Resultado do Simulado 2 O simulado 2 do ENADE 2014, aplicado em 19 de novembro de 2014 (das 19:15 às 22:15), para o 8º semestre do curso de Sistemas de Informação, contou com a presença de todos alunos do curso, sendo 25 formandos em 2014 e do aluno Alex da Silva Santos formado em 2011. O resultado final, seguindo os mesmos critérios de cálculo do ENADE, ficou em 2,0058 pontos (inferior ao resultado obtido pelo simulado 1). A prova contou com 30 questões distribuídas da seguinte maneira: Peso das questões Peso dos componentes 60% 40% 25% 75% De 26 a 30 Objetivas 85% Discursivas 15% De 1 a 9 - - Componentes Num de questões Formação Geral/Objetivas Formação Geral/Discursivas Componente Específico Comum/Objetivas Componente Específico Comum/Discursivas Componente Específico/Objetivas – Sistemas de informação Questionário de percepção da Prova De 1 a 14 Discursiva 15 De 16 a 23 Discursiva 24 e 25 Das 15 questões de formação geral 4 foram extraídas das três últimas provas do ENADE e 11 formuladas pela Prof. Geralda (Produção Textual), sendo 10 objetivas e 1 discursiva. Das 10 questões do componente específico 5 foram elaboradas pelo Prof. Sergio (Matemática Discreta) 5 elaboradas pelo Pro. Gilmar (Pesquisa Operacional), sendo 8 objetivas e 2 discursivas. As 5 questões do componente específico para o curso de Sistemas de Informação foram extraídas das três últimas provas do ENADE. A Tabela 5 exibe o resultado final do simulado 2. Tabela 5 - Resultado FINAL DO SIMULADO Faculdades Integradas Campos Salles - Cálculo de notas - Simulado 2 ENADE] CLAS ALUNO 2-C1 (A) 2-C1 MÉDIA 2-C1 (B) 2-C1 (C) 2-C3 MÉDIA M.FINAL 1 Alberto Oliveira Barbosa 7 7 0,9333 9 4 2 2,2934 3,2268 2 Luciano de Souza Coelho 5 7 0,7667 10 4 1 2,4049 3,1716 3 Alessandra Ferreira de Souza 6 7 0,8500 8 4 0 2,0132 2,8632 4 Bruno Alcantara Feitosa 4 5 0,5833 5 3 10 1,9046 2,4879 5 Lucas Andrade Kano 4 7 0,6833 7 3 2 1,7901 2,4735 6 Antonio Pereira de Souza 6 6 0,8000 4 5 2 1,6224 2,4224 7 Rodrigo de Souza da Cunha 6 6 0,8000 6 3 2 1,6224 2,4224 8 Juliana de Melo Barbosa 3 7 0,6000 7 3 2 1,7901 2,3901 9 Rene da Silva Fernandes 3 5 0,5000 7 4 0 1,8454 2,3454 10 Jaliel Gleison da Silva 5 5 0,6667 6 3 0 1,5099 2,1765 11 Diego Garcia Africa 5 7 0,7667 4 4 0 1,3421 2,1088 12 Matheus da Rocha Ferreira 5 7 0,7667 6 2 0 1,3421 2,1088 13 Diego Siqueira de Oliveira 3 8 0,6500 5 3 0 1,3421 1,9921 14 Charles Fernandes Ribeiro 5 7 0,7667 5 2 0 1,1743 1,9410 15 Heloisa de Souza Mendes 6 6 0,8000 4 2 2 1,1191 1,9191 16 Klismann Ferreira de Souza 2 5 0,4167 6 2 1,3421 1,7588 17 Alex da Silva Santos 4 6 0,6333 2 4 2 1,1191 1,7524 18 Jessica Nathamy C. Freitas 2 8 0,5667 7 0 0 1,1743 1,7410 19 Gabriel dos Santos Zini 1 5 0,3333 5 3 0 1,3421 1,6754 20 Serliana Meireles dos S. Coelho 2 6 0,4667 5 2 0 1,1743 1,6410 21 Raquel Peres Rodrigues 1 6 0,3833 5 2 0 1,1743 1,5577 22 Sandrine Ap. Nunes da Rosa 3 6 0,5500 3 2 2 0,9513 1,5013 23 Gabriel Martins Pereira de Brito 1 8 0,4833 3 1 1 0,7273 1,2106 24 Emerson Camara 3 5 0,5000 0 3 0 0,5033 1,0033 25 Camila de Souza Santos 2 6 0,4667 1 2 0 0,5033 0,9700 26 Keli de Cassia M. Ferreira 1 4 0,2833 3 1 0,6711 0,9544 Premiação Com base nas regras publicadas no “REGULAMENTO GERAL - Projeto Cultural - Que venha o ENADE” (Anexo 3) na participação dos alunos nas aulas destinadas ao ENADE e os resultados obtidos nos simulados 1 e 2, foi possível definir os ganhadores dos prêmios oferecidos pela instituição aos três primeiros colocados, descritos a seguir: Primeiro lugar: Alberto Oliveira Barbosa – 100% de bolsa para um dos cursos de pós graduação ofertados pelas Faculdades Integradas “Campos Sales”; Segundo lugar: Luciano de Souza Coelho – 50% de bolsa para um dos cursos de pós graduação ofertados pelas Faculdades Integradas “Campos Sales”; Terceiro lugar: Alessandra Ferreira de Souza – um Notebook Lenovo. Resultado estimado para o ENADE 2014 Com 64% dos cadernos das questões do ENADE entregues pelos alunos, foi possível estimar, por amostragem, o desempenho final do curso. Nesse cenário, a nota deverá ficar entre 1,89 e 2,08 (sem considerar o questionário socioeconômico). Se considerado o questionário socioeconômico, é possível que a nota obtida fique entre 2,39 e 2,68. Levando-se em consideração que a média do último simulado foi 2,01, o instrumento mostrou-se eficaz, pois ficamos muito próximos da média estimada para a prova do ENADE de 2014. Se comparado com o ENADE de 2011, onde obtivemos 0,78, uma nota entre 2,49 e 2,68 demonstra um crescimento relativamente significativo. Em relação ao corpo discente, ao corpo técnico-administrativo, às instalações físicas (biblioteca e laboratórios; assim como as salas de aula), os questionários serão ainda aplicados neste ano, pois houve mudança da coordenação do curso, o que prejudicou o bom andamento da avaliação que se pretendia fazer. Sistemas de Informação - Corpo docente Perfil Docente Em 2014, o corpo docente do curso de Sistemas de Informação era constituído por 7 professores, sendo 1 Doutor (14,28%), 5 Mestres (71,42) e 1 Especialista (14,28), com tempo de vínculo ininterrupto com o curso e experiência na área respectiva bastante significativos, depreendendo-se daí a preocupação da IES em manter profissionais comprometidos com a docência. Publicações acadêmicas e bancas no triênio 2012-2014 dos docentes Professor: Esp. Carlos Antonio José Oliviero Plataforma Lattes: http://lattes.cnpq.br/4934038947742451 Publicações acadêmicas - triênio 2012-2014 3 Livros publicados/organizados ou edições OLIVIERO, C.A.J. Programação Web com C# utilizando o Microsoft Visual Studio Express 2013. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2014. 176p. OLIVIERO, C.A.J.; DEGHI, G. J. E-commerce - Princípios para o Desenvolvimento e Gerenciamento de uma Loja Virtual. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2014. v. 1. 148p. OLIVIERO C.A.J. Faça um Site - PHP 5 com Banco de Dados MySQL - Comércio Eletrônico. 3. ed. São Paulo: Editora Érica, 2011. v. 1. 412p Participação em bancas de trabalhos de conclusão (2012) COLLA C.H.; Oliveira Jr F.; Kun N.B.; OLIVIERO, C.A.J. Participação em banca de Carlos Hugo Cola. Sistema de auxílio ao desenvolvimento e treino físico individual. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Sistemaa de Informação) - Faculdades Integradas “Campos Salles”. SILVA C.E.; AGUIAR, E. J. P.; LUZ M.; OLIVIERO, C.A.J. Participação em banca de Carlos Eduardo da Silva. Suporte em serviços gerais. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Sistemas de Informação) - Faculdades Integradas “Campos Salles”. DIAS, E.; OLIVEIRA, R.; ROSELLI L.; OLIVIERO, C.A.J. Participação em banca de Emerson Dias. Gestão de alertas de segurança em ambiente computacional. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Sistema de Informação) - Faculdades Integradas “Campos Salles”. Participação em bancas de trabalhos de conclusão (2011) PESSOA, M.; OLIVIERO, C.A.J. Participação em banca de Mario Pessoa e outros. Software para automação de rotina comercial de um restaurante. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Sistemas de Informação) - Faculdades Integradas “Campos Salles”. CRUZ, A. A.; SANTOS, A. S.; CAMPOS, P. C.; SANTOS, S. U.; OLIVIERO, C.A.J. Participação em banca de Adriano Araujo da Cruz e outros. Sistema de gerenciamento de docas e logística livre. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Sistemas de Informação) - Faculdades Integradas “Campos Salles”. NOVAES, C. S.; PINHEIRO, M. C.; SANCAO, M. G.; ESKENAZI, R.; OLIVIERO, C.A.J. Participação em banca de Mario Cesar Pinheiro e outros. Gerenciamento de estoque com aplicação móvel. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Sistema de Informação) - Faculdades Integradas “Campos Salles”. GONCALVES, G. D.; ELEUTERIO, E.; BARBOSA, H. R.; PEREIRA, T. S.; OLIVIERO, C.A.J. Participação em banca de Ednilson Eleutério e outros. Gestão de treinamento pessoal. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Sistemas de Informação) - Faculdades Integradas “Campos Salles”. Professor: Ms. Claudinei Senger Plataforma Lattes: http://lattes.cnpq.br/3688723482582101 Publicações acadêmicas - triênio 2012-2014 2 Artigos completos publicados em periódicos SENGER, C.; SILVA, M. P. SOUZA, M. M. M. . O papel estratégico da cultura organizacional na construção da personalidade no trabalho. Augusto Guzzo Revista Acadêmica (São Paulo), v. 1, p. 75-85, 2012. SILVA, M. P.; SENGER, C.; SOUZA, M. M. M. . O papel estratégico da cultura organizacional na construção da personalidade no trabalho.. Augusto Guzzo Revista Acadêmica (São Paulo), v. 09, p. 75-85, 2012. Participação em bancas de trabalhos de conclusão (2013) -SENGER, C.; SOUZA, M. M. M.; DEGHI, G. J.. Participação em banca de Cláudia Celestino dos Santos. Treinamentos organizacionais nas empresas brasileiras: Os riscos no desenvolvimento e aplicação dos projetos. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Administração) - Faculdades Integradas “Campos Salles”. -SENGER, C.; SOUZA, M. M. M.; DEGHI, G. J.. Participação em banca de Marinalva Teles da Silva e Salete Alves dos Santos. Gestão nas organizações sem fins lucrativos. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Administração) - Faculdades Integradas “Campos Salles”. Professor: Ms. Galvez Gonçalves Plataforma Lattes: http://lattes.cnpq.br/9631143479756720 Publicações acadêmicas - triênio 2012-2014 1 Livros publicados/organizados ou edições MATOS, E. (Org.); MANZANO, J. A. N. G. (Org.); LOURENCO, A. E. (Org.); GONCALVES, G. (Org.) ; GONÇALVES, G. (Org.) . Algoritmos Técnicas de Programação. 1. ed. são paulo: Editora Erica Ltda, 2014. v. 1000. 128p. Participação em bancas de trabalhos de conclusão (2012) GONÇALVES, G.; BASTOS, F. L.; SILVA, J. L.. Participação em banca de Felipe Lira Bastos. Sistema Gerenciador de Finanças Pessoais. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Sistemas de Informação) - Faculdades Integradas “Campos Salles”. SILVA, C. E.; LUZ, M.; AGUIA, E. J. P.; GONÇALVES, G..Participação em banca de CARLOS EDUARDO DA SILVA. Sistema de Gerenciamento de Chamados. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Sistemas de Informação) - Faculdades Integradas “Campos Salles”. RIBEIRO, E.; OLIVEIRA, R. T.; ROSELLI, L.; GONÇALVES, G..Participação em banca de EMERSOM RIBEIRO. Gestão de Alertas de Segurança em Ambiente Computacional. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Sistemas de Informação) - Faculdades Integradas “Campos Salles”. AZEVEDO, L.; MOREIRA, R. C.; GONÇALVES, G..Participação em banca de LEANDRO AZEVEDO. Sistema de Agendamento de Salas. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Sistemas de Informação) - Faculdades Integradas “Campos Salles”. Participação em bancas de trabalhos de conclusão (2011) Adriano Araujo da Cruz; Alex da Silva Santos; Paulo Cesar de Campos; Sergio Uchoa dos Santos; GONÇALVES, G.. Participação em banca de Sergio Uchoa dos Santos e outros. Sistema de Gerenciamento de Docas Logísticas Livre. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Sistemas de Informação) Faculdades Integradas “Campos Salles”. GONÇALVES, G.; Charles Silva Novais; Matheus G Sansão; Mario Cesar Pinheiro; Ricardo Eskenazi. Participação em banca de CHARLES SILVA NOVAES E OUTROS. Gerenciamento de Estoque com Aplicação Móvel. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Sistemas de Informação) Faculdades Integradas “Campos Salles”. -PESSOA, M. Mario Pessoa; GONÇALVES, G.. Participação em banca de Mario Pessoa. RISTOMOB – Software para Automação de Restaurantes.2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Sistemas de Informação) - Faculdades Integradas “Campos Salles”. SILVA, G. A.; MOROZ, G. V.; GONÇALVES, G.. Participação em banca de Gildete Amanda da Silva e Outros. Sistemas Gerenciados de Estacionamentos. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Sistemas de Informação) - Faculdades Integradas “Campos Salles”. ELEUTERIO, E.; GONÇALVES, G.; GONCALVES, G. D.; BARBOSA, H. R.; PEREIRA, T. S.. Participação em banca de Ednilson Eleuterio. Gestão de Treinamento Pessoal. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Sistemas de Informação) - Faculdades Integradas “Campos Salles”. Professor: Ms. Gilmar Jonas Deghi Plataforma Lattes: http://lattes.cnpq.br/0854245657627887 Publicações acadêmicas - triênio 2012-2014 2 Livros publicados/organizados ou edições DEGHI, GILMAR JONAS. Portabilidade - elementos e características de um ambiente computacional São Paulo: Érica - Saraiva, 2014. v. 1. 136p. OLIVIERO, C.A.J.; DEGHI, G. J. E-commerce - Princípios para o Desenvolvimento e Gerenciamento de uma Loja Virtual. 1. ed. São Paulo: Saraiva, 2014. v. 1. 148p. Professor: Ms. João Alexandre Magri Plataforma Lattes: http://lattes.cnpq.br/3883188470462873 Publicações acadêmicas - triênio 2012-2014 3 Artigos completos publicados em periódicos MAGRI, J. A. Uso de Servlets nas Aplicações Web desenvolvidas para a Plataforma Java., v. 1, p. 86-101, 2014. MAGRI, J. A. .Criando e usando web services. Augusto Guzzo Revista Acadêmica (São Paulo), v. 11, p. 166183, 2013. MAGRI, J. A. Acesso a coleções de dados usando LINQ. Augusto Guzzo Revista Acadêmica (São Paulo), v. 9, p. 157-166, 2012. Participação em bancas de trabalhos de conclusão (2012) MAGRI, J. A.; Galvez Gonçalves; OLIVIERO, C. A. J.. Participação em banca de Carlos Hugo Cola. Sistema de Auxílio ao Desenvolvimento e Treino Físico Individual. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Sistemas de Informação) - Faculdades Integradas “Campos Salles”. MAGRI, J. A.; GONÇALVES, G. (Galvez Gonçalves); OLIVIERO, C. A. (Carlos Antonio Oliviero). Participação em banca de Adriano Araujo da Cruz. Suporte em Serviços Gerais. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Sistemas de Informação) - Faculdades Integradas “Campos Salles”. MAGRI, J. A.; GONÇALVES, G. (Galvez Gonçalves); OLIVIERO, C. A. (Carlos Antonio Oliviero) . Participação em banca de Emerson Dias. Gestão de Alertas de Segurança em Ambiente Computacional. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Sistemas de Informação) - Faculdades Integradas “Campos Salles”. MAGRI, J. A.; GONÇALVES, G. (Galvez Gonçalves); OLIVIERO, C. A. (Carlos Antonio Oliviero) . Participação em banca de Ednilson Eleutério. Sistema Gerenciador de Finanças Pessoais. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Sistemas de Informação) - Faculdades Integradas “Campos Salles”. Participação em bancas de trabalhos de conclusão (2011) MAGRI, J. A.; GONÇALVES, G. (Galvez Gonçalves); OLIVIERO, C. A. (Carlos Antonio Oliviero). Participação em banca de Mario Pessoa. Software para automação de rotina comercial de um restaurante. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Sistemas de Informação) - Faculdades Integradas “Campos Salles”.. MAGRI, J. A.; GONÇALVES, G. (Galvez Gonçalves); OLIVIERO, C. A. (Carlos Antonio Oliviero) . Participação em banca de Adriano Araujo da Cruz. Sistema de gerenciamento de docas e logística livre. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Sistemas de Informação) - Faculdades Integradas “Campos Salles”. MAGRI, J. A.; GONÇALVES, G. (Galvez Gonçalves); OLIVIERO, C. A. (Carlos Antonio Oliviero) . Participação em banca de Mario Cesar Pinheiro. Gerenciamento de estoque com aplicação móvel. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Sistemas de Informação) - Faculdades Integradas “Campos Salles”.. MAGRI, J. A.; GONÇALVES, G. (Galvez Gonçalves); OLIVIERO, C. A. (Carlos Antonio Oliviero). Participação em banca de Ednilson Eleutério. Gestão de treinamento pessoal. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Sistemas de Informação) - Faculdades Integradas “Campos Salles”. Professor: Ms. José Wanderlei Lua da Silva Plataforma Lattes: http://lattes.cnpq.br/2760256274822681 Publicações acadêmicas - triênio 2012-2014 Trabalhos de conclusão de curso de graduação (2012) SILVA, J. W. L. Participação em banca de Emerson Dias, Ricardo Oliveira e Lucas Roseli. Gestão de Alertas de Segurança em ambiente computacional - GASAC. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Sistema de Informação) - Faculdades Integradas “Campos Salles”. SILVA, J. W. L. Participação em banca de Carlos Hugo Cola, Fernando de Oliveiria Jr. e Nickolas Kun. Sistema de auxilio ao Desenvolvimento e Treino Físico Individual. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Sistema de Informação) - Faculdades Integradas “Campos Salles”. SILVA, J. W. L. Participação em banca de Gildete Amanda da Silva, Guilherme Vitor Moroz. Sistema Gerenciador de Estacionamento. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Sistemas de Informação) - Faculdades Integradas “Campos Salles”. SILVA, J. W. L. Participação em banca de Charles Novais, Mario. Pinheiro, Matheus Sansão e Ricardo E.. Gerenciador de Estoque com Aplicação Móvel. 2011. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Sistemas de Informação) - Faculdades Integradas “Campos Salles”. Professor: Dra. Maria Emilia Gomes Sobral Plataforma Lattes: http://lattes.cnpq.br/9514972048995307 Publicações acadêmicas - triênio 2012-2014 Trabalhos de conclusão de curso de graduação (2012) HENRIQUES, A. M.; OHARA, M. Y.; PAULO, W. C.; SOBRAL, M. E. G.. Participação em banca de Alessandro Ricardo Santos. Controle de Locação de Fretados. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Tecnologia e Análise e Desenvolvimento de Sistemas) - Centro Universitário FIEO. SOBRAL, M. E. G.; Mauro Yuji Ohara; PAULO, W. C.; HENRIQUES, A. M.. Participação em banca de Aderbal Farias. Controle de Consulta Médica. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Tecnologia e Análise e Desenvolvimento de Sistemas) - Centro Universitário FIEO. Atuação nas atividades acadêmicas A grande maioria dos alunos aprova a atuação do corpo docente. O grau de satisfação do aluno de Sistemas de Informação nas séries oferecidas foi de 77,56% Resultado dos quesitos avaliados Quesito 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 O professor apresenta aos alunos, no início do semestre letivo, o plano semestral da disciplina? O plano de ensino apresenta os seguintes elementos: objetivos, conteúdo, procedimentos de ensino e sistemática de avaliação? Os objetivos educacionais propostos foram apresentados claramente O professor demonstra segurança quanto aos conteúdos desenvolvidos Os conteúdos selecionados são pertinentes e significativos A organização dos conteúdos favorece o desenvolvimento das competências e habilidades no aluno Os conteúdos foram desenvolvidos de acordo cora a programação do Plano de Ensino Na organização dos conteúdos foram consideradas a sequência, a continuidade e a integração O professor leva em conta o nível e o ritmo de desenvolvimento dos alunos O professor leva em conta a iniciativa e a participação dos alunos O professor leva em conta o equilíbrio na solicitação dos trabalhos Ao elaborar os instrumentos de avaliação, o professor leva era conta o conteúdo do ensino ministrado As questões ou itens da avaliação são formulados de forma clara Os alunos possuem conhecimento prévio do critério de atribuição de notas Os alunos são informados do resultado geral da avaliação Grau de satisfação 75,9% 75,82% 76,58% 78,73% 77,95% 77,91% 76,42% 76,75% 76,56% 76,42% 77,49% 78,51% 76,67% 80,56% 79,98% 16 17 18 19 20 O professor é um incentivador dos alunos O professor é disponível ao dialogo O professor é um profissional interessado no aprendizado dos alunos O professor favorece e estimula o desenvolvimento de valores humanos da profissão O professor é um profissional assíduo e pontual em seus trabalhos MÉDIA 77,11% 79,56% 77,69% 76,45% 78,02% 77,56% SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - Quadro de Objetivos, Ações e Resultados Fragilidades Potencialidades Estratégias Proposições e/ou resultados Criação de um curso preparatório para o ENADE 2014. Possibilitar um aumento substancial da nota do ENADE 2014. Fazer um levantamento das disciplinas necessárias para a elaboração do curso, por intermédio de uma equipe de professores da área; Conscientizar os alunos da importância de um diploma de uma Faculdade bem avaliada. Reformulação do Projeto Pedagógico do curso (PPC) A partir das discussões realizadas pelo NDE, adequar o PPC do curso às Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Graduação em Computação (Parecer CNE/CES Nº: 136/2012); Permitir um melhor ajuste da matriz curricular aos atuais perfis do mercado. Alteração da matriz curriculares para os ingressantes em 2015, com a readequação a carga horária e conteúdo; Definição de regras mais claras para o TCC; Implantação de Projetos Integradores. Uso da semana acadêmica para apresentação de palestras com temas voltados para o curso de Sistemas de Informação. A partir das discussões realizadas com os professores e alunos, foram detectados os temas de maior interesse. Buscar no mercado profissionais de destaque para proferirem as respectivas palestras. Foi proposto um curso com 96 horas/aula, com as seguintes disciplinas: produção textual, matemática discreta, probabilidade e estatística e pesquisa operacional. Implantação de 2 simulados seguindo os padrões ENADE; Resultado: todas as ações propostas foram desenvolvidas e seus objetivos atingidos com sucesso. Foi proposto que este processo de reformulação do PPC pudesse ser discutido além das reuniões do NDE por intermédio de ferramentas assíncronas. Resultado: A nova matriz foi definida pelo NDE; a conclusão de suas ementas e demais propostas estarão concluídas em 27 de março de 2015, conforme cronograma (Anexo 4). Foi proposto que os alunos fizessem resumos das referidas palestras com pontuação para suas atividades complementares; Resultado: As palestras agendadas foram proferidas com sucesso, pois contou com a presença de profissionais de relevância no mercado de trabalho (Anexo 5) Apoio ao discente A IES oferece regularmente cursos de nivelamento de Português e Matemática, áreas em que mais se concentram as dificuldades apresentadas pelos alunos, conforme demonstraram os resultados das pesquisas. Há, também, o Programa de Monitoria, conforme regulamentação prevista na Portaria DG de 1º de junho de 2011. Mantém convênio com organizações privadas de colocação de jovens no mercado de trabalho, por meio de programas de estágios que, por sua vez, oferecem também cursos gratuitos, tais como: NUBE, CIEE etc. Incentiva a pesquisa, tanto ao corpo discente como aos professores, propiciada pela edição da Revista Augusto Guzzo Revista Acadêmica (ISSN Impresso 1518-9597, ISSN Eletrônico 2316-3852), com publicação semestral e interdisciplinar das Faculdades Integradas "Campos Salles” (FICS), com qualificação (Qualis) B-3 (Administração), B-4 (Sociologia e Engenharia), B-5 (Educação) pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), cujas edições são disponibilizadas no site. Apoio psicopedagógico em situações emergenciais: devido à tradição da “Campos Salles” no ensino da pedagogia, a IES conta com a Profª Syomara Sylvia Capelotto de Assis Leite, Assistente de Direção, que além da licenciatura mencionada possui Especialização em Psicopedagogia. É estendido apoio psicopedagógico aos alunos dos cursos da FICS, outrora realizado informalmente pela Profª Mônica Maria Martins de Souza, que foi regulamentado pela Portaria do Diretor Geral, Prof. Claudinei Senger. O atendimento é agendado com a professora citada, que atende às segundas-feiras, das 17h às 18h e 20m. Atuação do Núcleo Docente Estruturante - NDE O corpo docente do curso de Sistemas de Informação é constituído somente de 7 professores, sendo 1 Doutor, 5 Mestres e 1 Especialista, com tempo de vínculo ininterrupto com o curso e experiência na área respectiva bastante significativos, depreendendo-se daí a preocupação da IES em manter profissionais comprometidos com a docência. Mantém, ainda, professora da instituição – Ana Maria Belavenuto e Freitas – Mestra em Integração da América Latina e bacharela em Ciências Econômicas, designada em 15-02-2011, conforme Portaria do Diretor Geral, para integrar o Núcleo de Apoio Didático e Administrativo, sendo que uma de suas funções é supervisionar os Núcleos Docentes Estruturantes dos diferentes cursos da IES. Das reuniões do NDE, a referida professora participou daquelas realizadas nos dias 9-4-2011 e 24-62011, mantendo, posteriormente, encontros regulares. Como integrante da Comissão de Acompanhamento do Protocolo de Compromisso – CAPC - participou de suas reuniões. Os demais professores do curso, em número de 3, que não participam do Núcleo Docente Estruturante não puderam disponibilizar seu tempo em virtude de vinculação com outras instituições/empresas, características do mercado de trabalho paulistano. Destaca-se, também, o perfil de alguns professores que não se alinham às atividades administrativas de instituições de ensino. Embora o NDE tenha se restringido a quatro membros incluindo-se o Coordenador do Curso (Professores Galvez Gonçalves, João Alexandre Magri, José Wanderlei Lua da Silva, Maria Emília Gomes Sobral), conforme Portaria de designação do Diretor Geral contou, ainda, com a supervisão da professora Ana Maria Belavenuto e Freitas acima mencionada. Regime de trabalho do corpo docente do curso Conforme relatório da Comissão, o regime de trabalho dos 7 (sete) professores contratados, 5 (cinco) como horistas (72%) e 2 (dois) em tempo parcial (28%), refletindo a nota “2”. Necessário contextualizar este quesito no que tange à qualidade docente e sustentabilidade financeira. Dentro do espírito que permeia o Parecer CNE/CES n. 1070/99, a análise do corpo docente deve ocorrer nas esferas quantitativa e qualitativa, o determinante da qualidade do curso é o seu corpo docente, e, dentro dessa dimensão, sua competência, motivação, carreira docente, regime de trabalho e o apoio que o mesmo recebe no ambiente em que atua. Neste sentido, é o parecer da Comissão in loco: “Os pontos fortes da IES são: funcionários comprometidos, pouca rotatividade (funcionários antigos de casa), incentivo de 100% de bolsa de estudos para funcionários e familiares, infraestrutura, localização, tradição na região, professores comprometidos.” (grifo nosso). O Corpo Docente é constituído em sua maioria, por doutores e mestres; apenas um professor é especialista. Todos têm experiência no magistério superior (86%) e em empresas privadas (87% possuem 18 anos ou mais). A evolução de produções acadêmicas, que serão tratadas no item a seguir, também merecem destaque. Além disso, o significado social da continuidade dos compromissos na oferta da educação superior está diretamente ligado à sustentabilidade financeira da IES. Finalmente, a alteração ou contratação imediata em regime integral dos docentes levando em consideração seu perfil profissional, bem como a estrutura semestral do curso, tornar-se-iam inviáveis. Do ponto de vista qualitativo, é notório, pelo conjunto probatório, que a nota “2” não se traduz como fator de desabono, tampouco sendo citado nos pontos a melhorar elencados pela Comissão in loco. Produção científica, cultural, artística ou tecnológica Atualmente, conforme observado na Plataforma Lattes no triênio 2012-2014, dos 7 professores, 3 possuem até 3 produções (43%) e 3 professores possuem de 4 a 6 produções (43%). Como resultado, 86% dos professores possuem entre 1 a 3 produções no triênio analisado. Claramente é possível observar a dedicação e o comprometimento do corpo docente à pesquisa, dobrando em apenas 6 meses, o índice de 43% (identificado pela Comissão) para 86%. Do ponto de vista Institucional, a melhoria neste indicador está alinhada com o Regimento Geral (art. 2º, inciso IV) apresentado no PDI, que busca, dentro de sua missão educacional, incentivar a produção docente através de gratificações remuneratórias baseados, dentre outros critérios, em atividades de pesquisa e produção acadêmica, tais como publicação de livros, resumos, resenhas, artigos em Anais de eventos, periódicos nacionais e internacionais. Acervo bibliográfico Historicamente o percentual de crescimento anual do acervo da biblioteca é de 3% a 4%. Em 2013, tivemos um crescimento de 8,71%. Com uma política de atualização do acervo bem implementada, projeta-se um crescimento de 12,5% ao ano para o próximo triênio, satisfazendo à sua plenitude as necessidades bibliográficas do curso já em 2015. Em que pese a citação pela comissão de que alguns títulos da bibliografia complementar eram compostos por links de apostilas da internet, deve-se à própria natureza do curso de tecnologia, onde as necessidades do mercado de trabalho se renovam a cada dia. Este alinhamento buscado pelo PPC garante ao egresso acesso extremamente atualizado. Vale lembrar que o próprio meio acadêmico se utiliza cada vez mais das publicações online, inclusive possibilitando aos autores a pré-publicação de artigos e livros que antecedem versões formatadas e institucionalizadas pelas editoras, dada a necessidade de velocidade na disseminação do conhecimento científico. O acesso contínuo e irrestrito a este material é garantido pelas condições estruturais de acesso à internet na biblioteca, laboratórios ou através dos hot-spots wi-fi em todo o campus. Projeto Cultural “Que venha o ENADE” Para concluintes dos Cursos de Pedagogia e Sistemas de Informação foram selecionados para o ENADE 2014. Projeto Cultural “Que venha o ENADE”. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Este Regulamento dispõe sobre o Projeto Cultural “Que venha o ENADE” promovido pelas Faculdades Integradas “Campos Salles”, mantida pela Associação Educativa “Campos Salles” inscrita no CNPJ sob o nº 62.622.857/0001-09, com sede na Rua Nossa Senhora da Lapa, 284, Lapa, na cidade de São Paulo, no estado de São Paulo. O Projeto Cultural ‘“Que venha o ENADE”. Será realizado em uma única etapa no dia 03/11/2014. DOS OBJETIVOS DO PROJETO ENADE Alcançar a nota máxima no ENADE. Integrar ainda mais, alunos, coordenadores e professores. Conscientizar e estimular a participação dos alunos dos cursos selecionados nas edições do ENADE. Valorização do aprendizado do aluno. DA COMPOSIÇÃO DA PROVA SIMULADA A Prova Simulada será realizada no dia 10 de novembro (segunda-feira) no horário regular de aula e consiste na simulação do “Dia do ENADE”, nos mesmos termos da Prova Oficial do ENADE, respeitando limites de horário de início e término, pontuação da prova, número de questões e fiscalização. A Prova Simulada será composta de questões de múltipla escolha (objetivas) e discursivas de formação geral e do componente específico da área. METODOLOGIA DA APLICAÇÃO DA PROVA No dia da realização do simulado (10 de novembro), os alunos participantes terão que manter os aparelhos eletrônicos desligados, principalmente os aparelhos celulares. Não será permitida a comunicação entre os alunos durante a realização das provas. DA APURAÇÃO E CRITÉRIOS DE ESCOLHA Considerações sobre correção da prova, média e critérios de aprovação. Considerações sobre Média: a) Média : é a soma das notas individuais de cada participante da turma, dividido pelo número de alunos participantes. b) Cálculos da Média: X = Nota Individual n = Número de Participantes M = Média da turma M = (X1+...+Xn)/n Dos cursos participantes a turma que obtiver a maior pontuação na prova simulada e atingir o número de 90% dos alunos participando da prova no dia do simulado. CRITÉRIOS DE DESEMPATE Em caso de empate, serão consideradas como critério de desempate: a) A maior nota na composição de Questões de Formação Específica Discursiva. b) A maior nota na composição de Questões de Formação Específica de Múltipla Escolha; c) A maior nota na composição de Questões de Formação Geral Discursivas. d) A maior nota na composição de Questões de Formação Geral de Múltipla Escolha; e) O candidato de idade mais elevada. f) Sorteio. DO RESULTADO O resultado da PROVA SIMULADA será publicado até o dia 20 de novembro 2014. DA PREMIAÇÃO O presente regulamento estabelece as regras para o prêmio do Projeto Cultural “Que venha o ENADE” das Faculdades Integradas Campos Salles – FICS. Parágrafo Único – Trata-se de promoção de projeto cultural que visa estimular e fomentar o empenho dos alunos participantes do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes – ENADE 2014, a ser realizado nos dias 10 de novembro (Prova Simulada), premiando-os pelo êxito alcançado no simulado, valendo este regulamento e decorrentes premiações apenas para este exame de 2014, sendo certo que tais regras não se aplicarão a exames futuros ou passados, diversos deste. DA PARTICIPAÇÃO, DOS REQUISITOS E PREMIAÇÕES. Somente poderão participar da concorrência dos prêmios no dia da PROVA SIMULADA os acadêmicos devidamente matriculados nas Faculdades Integradas “Campos Salles” - FICS, dos Cursos participantes do ENADE 2014. Concorrerão aos prêmios relacionados abaixo, os cursos participantes do ENADE 2014, onde a turma obtiver participação mínima de 90% e aproveitamento do simulado mínimo de 70%. – Sistemas de Informação Prova Ordem Prêmio Critério 10/11/2014 1º lugar – UM aluno de Bolsa 100% para o aluno em - Turma com 90% de um dos cursos de pós- participação CADA CURSO. graduação da FICS - Turma com 70% de aproveita mento da prova, conforme a média simples citada no item 5.1.1. 10/11/2014 2º lugar – UM aluno de Bolsa 50% para o aluno em - Turma com 90% de um dos cursos de pós- participação CADA CURSO. graduação da FICS - Turma com 70% de aproveita mento da prova, conforme a média simples citada no item 5.1.1. 10/11/2014 3º lugar – UM aluno de Notebook ACER CADA CURSO. - Turma com 90% de participação - Turma com 70% de aproveita mento da prova, conforme a média simples citada no item 5.1.1. DA ENTREGA DO PRÊMIO Os prêmios referentes ao Simulado realizado no dia 10 de novembro serão entregues na cerimônia de Colação de Grau, mediante a presença do Diretor Geral e da Coordenação de cada curso. Os prêmios referentes às Bolsa de Estudos 100% e 50% - Pós-Graduação FICS serão concedidos aos alunos que obtiverem o melhor desempenho comprovado pelo resultado do Simulado. O vencedor ganhará Bolsa de Estudo Integral de 100% (cem por cento) ou Bolsa de Estudo Parcial de 50% (cinquenta por cento) em um dos cursos de Pós-Graduação ofertados pela FICS, na campanha 2015/1 ou 2015/2. O ganhador ficará responsável de efetuar sua matrícula gratuitamente em um dos cursos ofertados. A FICS reserva-se o direito de não iniciar o curso caso o número de alunos inscritos seja inferior a 30 (trinta) alunos. Parágrafo Único: Sob nenhuma hipótese os prêmios poderão ser trocados por seus ganhadores. A FICS reserva-se o direito de substituir os prêmios indicados, por outros de valor igual ou similar pela falta do produto. DA GARANTIA DOS PRODUTOS A garantia do produto será de exclusiva responsabilidade do fabricante. Não cabendo à FICS nenhuma responsabilidade sobre o mesmo. DA COMISSÃO ORGANIZADORA Compõe a comissão organizadora deste concurso, o Diretor Geral, o Conselho de Coordenadores (CONCUR) e professores dos cursos selecionados para o ENADE 2014 e a Secretaria Geral da IES. DAS PENALIDADES Serão sumariamente excluídos do projeto os participantes que cometerem qualquer tentativa de fraude, ficando, ainda, sujeitos à responsabilização penal e civil. DO REGULAMENTO A Comissão Organizadora reserva-se o direito de modificar o regulamento, por motivos de força maior, caso seja necessário por questões de organização, realização ou para garantir o bom funcionamento do mesmo. Nesse caso, compromete-se a notificar as modificações aos participantes com a devida antecedência. Todos os acadêmicos que participarem do projeto estarão sujeitos às condições deste Regulamento. Não serão aceitas alegações de desconhecimento deste documento. 12.3. É de responsabilidade conjunta do Departamento de Comunicação, coordenadores e professores de cada curso, a ampla divulgação das normas do projeto, junto aos alunos selecionados para o ENADE 2014. DA ACEITAÇÃO DO REGULAMENTO Os discentes participantes têm pleno conhecimento deste Regulamento e do funcionamento do Projeto. A participação no Concurso implica em total ciência e aceitação deste Regulamento, que ficará disponível no site da FICS (www.cs.edu.br). Os vencedores, em virtude da participação no projeto, desde já autorizam a publicação de seus nomes no site, bem como nas redes sociais da gerenciadas pela FICS, de forma inteiramente gratuita. DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Eventuais omissões, contestações e situações não previstas neste regulamento serão submetidas e julgadas em caráter soberano e irrevogável pelo Diretor Geral. Cronograma de atividades do NDE/2015 18/02/2015 Entrega por e-mail: comentários sobre a nova matriz curricular-2015 (em anexo) 19/02/2015 Reunião do NDE (18:00 horas) para discussão e finalização da matriz curricular e divisão de tarefas para a elaboração das respectivas ementas 09/03/2015 Entrega das ementas 16/03/2015 Envio do PPC (por e-mail) para leitura e comentários 20/03/2015 Devolução do PPC comentado 23/03/2015 Envio do PPC (por e-mail) para revisão final 25/03/2015 Devolução do PPC com a revisão final 27/03/2015 Envio do PPC para a secretaria 2ª ETAPA: Curso tecnológico em Análise e Desenvolvimento de Sistemas 09/04/2015 Reunião do NDE (18 h) para discussão de implantação do curso Tecnológico em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Fotos das palestras voltadas para o curso de Sistemas de Informação CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING 2014 CPA I Organização didático-pedagógica 1 Administração Acadêmica Coordenação de Curso Prof.Ms.Djair Pereira Núcleo Docente Estruturante: Prof.Ms.Djair Pereira Profa Ms.Fabiana Bittencourt Fevorini Prof.Ms.Gilmar Jonas Deghi Prof.Dr.Mauro Maia Laruccia Prof. Ana Maria Jansen Matias Comissão de Acompanhamento do Protocolo de Compromisso Prof.Ms.Djair Pereira Coordenador do Curso Superior de Tecnologia em Marketing Profa Dra Monica Maria Martins de Souza Representante da CPA-Comissão Própria de Avaliação Profa Ms.Fabiana Bittencourt Fevorini Representante do Corpo Docente Sra Solange Aparecida Luiz Representante do Corpo Técnico-Administrativo 2. Projeto Pedagógico do Curso O Projeto Pedagógico do curso Superior de Tecnologia em Marketing, em consonância com o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), atende aos princípios instituídos nas Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais e está organizado de modo a estabelecer estreita relação entre a teoria e a prática profissional. As novas formas de gestão e da organização do trabalho alavancaram demandas de qualificação profissional que se diferenciaram do passado. A intensificação no uso de novas tecnologias passou a requerer novas ocupações em detrimento de outras. Nessa nova organização, o profissional da área de Marketing ocupa papel estratégico no mundo dos negócios, cujos mercados tornam-se cada vez mais competitivos. A captura e a fidelização do cliente tornam-se estratégico num ambiente concorrencial, independentemente do nicho de mercado em que a empresa atua e, sob esse espectro, tende a ampliarse a demanda por tecnólogos da área de Marketing em razão das exigências de profissionalização dos negócios empresariais. O funcionamento dos Cursos Superiores de Tecnologia das Faculdades Integradas “Campos Salles” foi autorizado pela Portaria SETEC 22, de 16-01-2008 – D.O.U. 17-01-08 e, em alinhamento com o espírito que sempre norteou as ações das Faculdades Integradas “Campos Salles”, a oferta de 120 vagas, para o período noturno, do curso de Tecnologia em Marketing, corresponde às ocorrências derivadas das transformações operadas no sistema produtivo e consequentemente nas relações sociais. Desde o seu início o curso foi estruturado de acordo com a normativa vigente e tem por objetivo formar pessoas a partir de uma abordagem multidisciplinar, humanista e plural. Concepção do Curso O mundo moderno, permeado de incertezas acarreta desafios para a ciência da educação. Os saberes disciplinares necessitam estar estruturados de modo a estabelecer uma clara relação entre as relações sociais e o mundo do trabalho. A interseção entre a teoria e a prática profissional, que deve estar presente na didática de ensino dos cursos de Tecnologia, necessita, entretanto, não apenas do domínio da técnica, mas também a compreensão que o homem está inserido num contexto onde estão presentes vários elementos das relações sociais. Nesse sentido a educação superior como elemento de complementação da formação do indivíduo em agente profissional não pode abstrair do reconhecimento de que o cidadão ou cidadã precede o ser profissional. Sob esse aspecto o elemento diferenciador da qualidade do ensino perpassa pela aplicação de técnicas didáticas que percebe e faz perceber que o homem está inserido num contexto que é social e de diferente matiz. O Curso Superior de Tecnologia em Marketing das Faculdades Integradas “Campos Salles” está estruturado de modo a permitir que o egresso do curso de Marketing tenha além do domínio das técnicas aplicáveis ao exercício da profissão, o entendimento de um mundo multifacetado, instável e mutável onde a capacidade de articular conhecimentos, habilidades, atitudes e valores são formas necessárias para enfrentar os desafios profissionais. Definição do perfil profissional A oferta do Curso Superior de Tecnologia em Marketing, em consonância com as diretrizes nacionais gerais (resolução CNE/CP 3, Parecer CNE/CES 436/2001), visa atender uma demanda derivada de uma nova forma de gestão e de competitividade empresarial que coloca as ocupações da área de Marketing como estratégicas para o mundo dos negócios. Considerando que a formação profissional é uma ação continuada, a superação dessa etapa formativa abre janelas para níveis superiores de formação e especialização da carreira profissional. O perfil dos egressos do curso Superior de Tecnologia em Marketing deverá ser de um profissional capaz de reunir um conjunto de conhecimentos que o torne apto a entender o comportamento do consumidor de modo a consolidar determinado produto ou serviço no mercado, ser capaz de reconhecer oportunidades e ameaças, bem como de elaborar estratégias para o atingimento das metas e objetivos das empresas para qual presta serviços. Criatividade, espírito empreendedor e habilidade para enfrentar ambientes competitivos devem nortear a formação do tecnólogo de Marketing. Competências a serem desenvolvidas Capacidade de prestação de serviços de qualidade aliados às novas necessidades e exigências do mercado de trabalho. Capacidade de reunir conhecimentos e flexibilidade para fazer frente às exigências do mercado de trabalho. Capacidade de planejamento a partir de uma visão estratégica das oportunidades e ameaças de um mercado competitivo e instável. Capacidade de atuar de forma criativa e empreendedora e com clara percepção da complexidade social que compõe o ambiente urbano e um mundo global. Capacidade de orientar, recomendar e vistoriar processos mercadológicos bem como do gerenciamento de informações. Objetivos do Curso Objetivos Gerais O Curso Superior de Tecnologia em Marketing, objetiva proporcionar uma formação profissional sólida do ponto de vista do domínio da teoria e da técnica profissional. As bases tecnológicas do curso estão ligadas diretamente às constantes mudanças de paradigmas do mercado e do desenvolvimento sobre Marketing. O Curso Superior de Tecnologia em Marketing busca empreender uma educação que torne os egressos capazes de conseguirem um juízo racional e crítico, conscientes da dignidade transcendente do ser humano, em direção a uma formação profissional que compreenda valores éticos e o sentido de serviço às pessoas e à sociedade. Como diferencial competitivo, pretende-se preparar o aluno para que, ao término do seu curso, tenha condições de atuar como gestor nas funções que são características de um curso de tecnólogo na área de Marketing. Objetivos Específicos O Curso Superior de Tecnologia em Marketing tem por objetivo específico capacitar os alunos a: Elaborar o plano de marketing de uma empresa em toda sua amplitude, como pesquisa de mercado, desenvolvimento de produto, planejamento estratégico; Interpretar e aplicar as rotinas ligadas ao setor de marketing; Atuar de forma empreendedora e criativa; Interpretar instrumentos de controle orçamentário para tomada de decisão; Comparar projetos de viabilidade econômica junto ao segmento comercial e às prestadoras de serviços; Elaborar e implantar rotinas em ambientes comerciais e de gerenciamento de negócios; Estabelecer elos de relações comerciais com clientes e fornecedores; Conhecer a estrutura de formação de preços, prazos e qualidade nas transações comerciais; Conhecer o processo logístico que envolve um sistema de distribuição de mercadorias Interpretar o micro e o macro ambiente empresarial como forma de explorar oportunidades e superar obstáculos Estrutura do Curso A estrutura do curso é pautada, entre outros componentes, pelos princípios da flexibilidade, da interdisciplinaridade e da contextualização. O plano de ensino está organizado de modo a atender os princípios estruturantes do Curso de Tecnologia em Marketing. Os conteúdos programáticos foram organizados de modo que as diversas disciplinas constituam-se em um sistema integrado cujas partes estejam conectadas de forma interdisciplinar. Em especial, os conteúdos programáticos das disciplinas “Responsabilidade Social, Sustentabilidade e Princípios Éticos”, “Estudos Sociológicos e antropológicos” e “Projeto Integrador” estão organizados de modo a trabalhar, também, temas com características de transversalidade. Com esse enfoque, o curso superior de Tecnologia em Marketing está metodologicamente estruturado para atender de forma multidisciplinar aos padrões do ambiente empresarial competitivo da atualidade. Comprometido com a interdisciplinaridade, o curso faz a integração de disciplinas que partilham de um mesmo objeto de conhecimento. O processo de integração entre as disciplinas apresenta-se em quatro (4) níveis, a saber: Módulo 1: Básico É a fase de uniformização do conhecimento e de integração de disciplinas alcançado através da avaliação multidisciplinar, que objetiva proporcionar ao aluno, uma visão global dos seus conhecimentos, do domínio das técnicas da escrita, do raciocínio lógico, dos fundamentos das administrações privada e do método de elaboração de projeto a partir de temas transversais. Assim, essa vivência de abordagem multidisciplinar encoraja pela aproximação do tratamento interdisciplinar. Módulo 2: Relações Organizacionais Procura apresentar aos alunos as disciplinas relacionadas ao Marketing destacando sua importância nas relações organizacionais. É a fase do conhecimento voltada à formação teórica e específica do futuro profissional. O aluno devera compreender o papel do Marketing como processo social que permeia relações de troca entre as empresas e a sociedade bem como relações entre empresas e entre empresas e governos e outras instâncias organizacionais. Módulo 3: Gestão É a fase do conhecimento que sistematiza as práticas do gerenciamento do negócio de modo a propiciar ao aluno o conhecimento teórico e da prática de gestão dos negócios e dos projetos da área de marketing. Módulo 4: Marketing É a fase de consolidação do conhecimento e da utilização das mais modernas ferramentas de interação com os diversos segmentos de consumidor. Estrutura curricular A modulação foi adotada como forma de flexibilização curricular, considerando-se o módulo como um conjunto técnico-pedagógico, sistematicamente organizado para o desenvolvimento de competências profissionais significativas. Acresça-se que a viabilidade de obtenção de certificação intermediária após a conclusão de cada módulo, especialmente no terceiro semestre, favorecido pela qualificação profissional específica, potencializa o acesso ou sequência das atividades no setor produtivo. Matriz curricular18 Módulo I – Básico 1 Comunicação Empresarial 2 Fundamentos de Administração 3 Matemática aplicada aos negócios 4 Empreendedorismo 5 Responsabilidade Social, Sustentabilidade e Princípios Éticos 6 Projeto Integrador I Total de horas do semestre Módulo II – Relações Organizacionais 1 Pesquisa de Mercado – Estatística Instrumental 2 Estudos Sociológicos e antropológicos 3 Economia de mercado 4 Gestão de preços 5 Fundamentos de Marketing 6 Estudo do comportamento do consumidor 7 Projeto Integrador II 18 Para ingressantes a partir do ano de 2013. 80 80 120 80 40 80 480 80 40 80 80 80 40 80 Total de horas do semestre Módulo III – Gestão 1 Gestão da Inovação e Criatividade 2 Desenvolvimento de marcas e produtos/serviços 3 Administração Financeira 4 Gestão de Projetos de Marketing de Varejo e Serviços 5 Canais de distribuição de produtos e serviços 6 Gestão de marketing de varejo 7 Trade Marketing 8 Projeto Integrador III Total de horas do semestre Módulo IV – Módulo Marketing 1 Sistemas de Informações Gerenciais 2 E-commerce 3 Planejamento de marketing 4 Marketing de Serviços 5 Marketing Digital 6 Técnicas de Atendimento ao Cliente 7 Projeto Integrador IV Total de horas do semestre Total de horas do curso – 2 anos 480 40 40 80 80 40 80 40 80 480 80 80 80 40 40 40 80 480 1.920 * * Nota: Nº de horas equivalente hora relógio = 1600 Atividades Acadêmicas articuladas à Formação Prática Profissional As aulas do Curso Superior de Tecnologia em Marketing são expositivas e práticas. 2.1.1 Aulas expositivas O desenvolvimento das aulas expositivas está estruturado de modo que o aluno mantenha constante interação com o professor, questionando, debatendo e tendo uma efetiva participação da aula. O professor tem como recursos pedagógicos de infraestrutura lousa e equipamentos de multimídia (datashow) instalados em sala de aula e demais recursos tecnológicos como filmes e slides. 2.1.2 Aulas práticas Nessas aulas o Professor leva o aluno a vivenciar os conceitos e fundamentos aprendidos nas aulas com casos reais e práticos de mercado. Isso ocorre por meio da leitura técnica de estudo de casos, análise de material de marketing e propaganda disponível na mídia no dia a dia do mundo empresarial, debates acerca de posicionamento de novos produtos divulgados pela mídia, análise de preços praticados por meio de técnicas de gestão e formação de preços (ex.: mark-up).Para os debates e análise sobre pesquisa de mercado (definição de público-alvo, amostra estatística)são utilizados os recursos do laboratório de informática. 2.2 Sistema de avaliação do processo ensino-aprendizagem 2.2.1 Da verificação do Rendimento Escolar A verificação do rendimento escolar, feita por disciplina, compreende a avaliação do aproveitamento e a apuração da assiduidade. A frequência às aulas e demais atividades escolares, permitida apenas aos matriculados, é obrigatória, vedado o abono de faltas. A apuração e o registro da frequência do aluno e atribuição das notas de aproveitamento são de competência exclusiva e indeclinável do professor. A avaliação multidisciplinar, integrante da sistemática de verificação do rendimento escolar, procura diagnosticar se o aluno, ao longo do curso, desenvolveu habilidades e competências para o exercício da profissão, proporcionando-lhe, inclusive, visão integrada e abrangente do currículo, no contexto dos objetivos formulados para o curso. As questões tomam como referência os conteúdos desenvolvidos no decorrer do curso. 2.2.2 Da promoção Em qualquer disciplina, o aluno que obtiver, nas provas trimestrais, média anual de aproveitamento igual ou superior a 6,0 (cinco) e frequência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) será considerado aprovado. O aluno aprovado em todas as disciplinas do período cursado é promovido ao semestre letivo seguinte, admitindo-se ainda a promoção do primeiro ao último semestre letivo, quando apresentar até 4 (quatro) disciplinas pendentes, independentemente do semestre letivo a que se refiram as dependências. O aluno será considerado reprovado, ficando retido no semestre letivo para cursar somente as disciplinas em pendência quando ultrapassar os limites estabelecidos. 2.2.3 Da dependência Poderão organizar-se classes ou turmas especiais, sob regime de dependência, em período não necessariamente semestral desde que preservada a qualidade de ensino. 2.3 Cursos extracurriculares A Instituição oferece cursos, workshops, seminários e palestras extracurriculares, com temas multidisciplinares que nem sempre fazem parte da fazem parte do conteúdo programático do curso, mas que incentivam o aluno em seu aprendizado de forma mais ampla. A Semana de Estudos das Faculdades Integradas Campos Salles é um bom exemplo. São organizadas palestras, seminários, oficinas e fóruns de debates com temas atuais e de interesse da comunidade acadêmica ( que participa na organização do evento). 2.4 Atividades de responsabilidade social ( projetos integradores) Como parte da sua formação acadêmica, os alunos são estimulados durante o curso a desenvolverem projetos de responsabilidade social, sustentabilidade e princípios éticos. Os projetos integradores constantes da grade curricular são exemplos da prática da cidadania acadêmica dos alunos das Faculdades Integradas Campos Salles. 2.5 Projetos Integradores Os alunos do Curso Superior de Tecnologia em Marketing desenvolvem a cada encerramento de módulos, trabalhos de conclusão denominados Projetos Integradores. Esses projetos permitem que o aluno vivenciem desde o módulo inicial (módulo I) até o Módulo IV (encerramento do curso) a prática da gestão do marketing, relações organizacionais e o marketing aplicado aos negócios. Destaca-se nesses projetos a importância nas organizações da responsabilidade social, sustentabilidade do meio ambiente, ética e cidadania. O objetivo específico é estimular no aluno à consciência crítica sobre a complexidade da organização social de países em seus diversos estágios de desenvolvimento, num contexto globalizado e plural e o papel das empresas num ambiente de competitividade e de responsabilidade social. A escolha do tema, de caráter transversal, tem como fundamento a promoção da equidade social, ao mesmo tempo em que desenvolve a prática da reflexão, do diálogo e da pesquisa. Desenvolvido em grupo, o método permite a prática de diversos elementos didáticos como: organização, argumento, ordenação das ideias, a forma do registro científico e a pesquisa, como elementos fundantes do pensamento crítico. É regido por Regulamento, Manual e Projeto de Pesquisa. Do atendimento ao protocolo de compromisso: DIMENSAO 1 – ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA AÇÃO 4 - Indicadores 1.5 e 1.6 - A IES deverá reestruturar e implementar de forma suficiente o Projeto Pedagógico de Curso (PPC) de modo a garantir: (i) estrutura curricular com flexibilidade, interdisciplinaridade, compatibilidade da carga horária total (em horas), articulação da teoria com a prática e, nos casos de cursos a distância, mecanismos de familiarização com essa modalidade; e (ii) conteúdos curriculares previstos/implantados que possibilitem o desenvolvimento do perfil profissional do egresso considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos de atualização, adequação das cargas horárias (em horas) e adequação da bibliografia. O curso superior de Tecnologia em Marketing tem seu projeto pedagógico delineado à luz dos Pareceres CNE-CES nº 436, aprovado em 02-4-01 / CNE-CP nº 29, aprovado em 03-12-02 e Resolução CNE-CP nº 03, de 18-12-02, com adoção à modularidade, entendida como sendo um conjunto didáticopedagógico sistematicamente organizado para o desenvolvimento de competências profissionais significativas. Sua reestruturação contempla edificação curricular com flexibilidade, interdisciplinaridade, compatibilidade da carga horária total em horas e adequação da bibliografia. Objetiva proporcionar uma formação profissional sólida do ponto de vista do domínio da teoria e da técnica profissional. As bases tecnológicas do curso estão ligadas diretamente às constantes mudanças de paradigmas do mercado e do desenvolvimento sobre Marketing. AÇÃO 5 - Indicador 1.8 - A IES deverá garantir que o número de vagas previstas/implantadas corresponda, de maneira suficiente, à dimensão do corpo docente e às condições de infraestrutura da IES. A IES conta atualmente com 80 professores, em média. São titulados e possuem experiência docente e empresarial conforme parâmetros. Nada impede que se lance mão de professores alocados em outros cursos, que tenham disponibilidade e que suas disciplinas comprovadamente sejam aderentes às de outro curso. A infraestrutura da IES, conforme explicitado na dimensão pertinente, comporta salas de aulas e demais dependências superior ao número total de vagas da instituição. AÇÃO 6 – Indicadores 1.8 e 1.10 - A IES deverá garantir a existência e o adequado funcionamento de: (i) estágio curricular supervisionado previsto/implantado regulamentado/institucionalizado, de maneira suficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos de carga horária, previsão/existência de convênios, formas de apresentação, orientação, supervisão e coordenação; e (ii) trabalho de conclusão de curso previsto/implantado regulamentado/institucionalizado, de maneira suficiente, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos de carga horária, formas de apresentação, orientação e coordenação. O curso em tela não contempla o Estágio Supervisionado em sua matriz curricular. No entanto, mantém os componentes curriculares “Projeto Integrador I, II, III e IV”, que objetivam estimular a reflexão sobre o mundo contemporâneo, bem como o desenvolvimento da técnica de pesquisa e da linguagem científica. O objetivo específico é estimular no aluno à consciência crítica sobre a complexidade da organização social de países em seus diversos estágios de desenvolvimento, num contexto globalizado e plural e o papel das empresas num ambiente de competitividade e de responsabilidade social. A escolha do tema, de caráter transversal, tem como fundamento a promoção da equidade social, ao mesmo tempo em que desenvolve a prática da reflexão, do diálogo e da pesquisa. Desenvolvido em grupo, o método permite a prática de diversos elementos didáticos como: organização, argumento, ordenação das ideias, a forma do registro científico e a pesquisa, como elementos fundantes do pensamento crítico. É regido por Regulamento, Manual e Projeto de Pesquisa. AÇÃO 7 – Indicador 1.11 - A IES deverá promover ações de apoio ao discente que contemplem, de maneira suficiente, os programas de apoio extraclasse e psicopedagógico, de atividades de nivelamento e extracurriculares não computadas como atividades complementares e de participação em centros acadêmicos e de intercâmbios. A IES oferece regularmente cursos de nivelamento de Português e Matemática, áreas em que mais se concentram as dificuldades apresentadas pelos alunos, conforme demonstraram os resultados das pesquisas. Oferece Programa de monitoria, conforme regulamentação prevista na Portaria DG de 1º de junho de 2011. Mantém convênio com organizações privadas de colocação de jovens no mercado de trabalho, por meio de programas de estágios que, por sua vez, oferecem também cursos gratuitos, tais como: NUBE, CIEE etc. Incentiva a pesquisa, tanto ao corpo discente como aos professores, propiciada pela edição da Revista Augusto Guzzo Revista Acadêmica (ISSN Impresso 1518-9597, ISSN Eletrônico 2316-3852), com publicação semestral e interdisciplinar das Faculdades Integradas "Campos Salles” (FICS), com qualificação (Qualis) B-3 (Administração), B-4 (Sociologia e Engenharia), B-5 (Educação) pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), cujas edições são disponibilizadas no site. É estendido apoio psicopedagógico aos alunos pela Profª Mônica Maria Martins de Souza, regulamentado pela Portaria do Diretor Geral, Prof. Claudinei Senger. O atendimento é agendado com a professora citada, que atende às segundas-feiras, das 17h às 18h e 20m. Qualificação: Doutora em Comunicação e Semiótica / Pontifícia Universidade Católica de São Paulo / 2005. Mestre em Administração de Empresas / Universidade Presbiteriana Mackenzie / 1999. Especialista em Tecnologia Educacional / Centro Universitário Nove de Julho 2000. Especialista em Administração de Recursos Humanos / Faculdade de Ciências Gerenciais da UMA / 1995. Bacharela e Licenciada em Psicologia / Instituto Cultural Newton Paiva Ferreira / 1992. AÇÃO 8 – Indicador 1.12 - A IES deverá implementar de maneira suficiente as ações acadêmicoadministrativas decorrentes dos relatórios produzidos pela autoavaliação e pela avaliação externa (ENADE e outros). A Comissão Própria de Avaliação – CPA – das Faculdades Integradas “Campos Salles”, em funcionamento desde 2007, além de se nortear pelas diretrizes e princípios, tem incorporado algumas sugestões e proposições indicadas nas diferentes reuniões que ocorreram, tais como: (i) fortalecer o compromisso de todos – coordenadores, professores, estudantes e funcionários – com o processo interno de desenvolvimento das Faculdades Integradas Campos Salles/FICS; (ii) considerar a importância de se empreender um processo educativo que favoreça o desenvolvimento de seres humanos, dotados de capacidade crítica, de autonomia intelectual e comprometidos com a resolução dos problemas sociais; (iii) ampliar a inserção social da IES mediante uma articulação, cada vez mais intensa, com o contexto local; (iv) incrementar a qualificação do corpo docente e técnico; (v) incrementar e desenvolver as atividades de extensão oferecidas a todos os cursos; (vi) fortalecer momentos e espaços de integração entre os diferentes cursos por meio de seminários, ciclos de debates, palestras, mesas redondas a respeito de temas da atualidade e que estabeleçam relações com os cursos desenvolvidos; (vii) fomentar e/ou fortalecer as parcerias já existentes com empresas, instituições públicas e privadas e a comunidade, visando a assegurar o cumprimento de sua missão institucional; (viii) induzir e apoiar projetos que possibilitem a ampliação das fronteiras e a diversidade do conhecimento; (ix) promover ações que conduzam à renovação da instituição mediante constante intercâmbio com a comunidade; (x) consolidar o processo de avaliação que já há alguns anos vem sendo implementado, a fim de fortalecer uma cultura avaliativa, que tem por objetivo o aperfeiçoamento da qualidade do ensino e do desempenho acadêmico dos estudantes e professores das FICS. Tais objetivos são frutos de discussões coletivas e compartilhadas no âmbito da CPA, durante as reuniões mensais e conforme a demanda institucional por parte dos coordenadores, professores, alunos e/ou funcionários. Com base nestes objetivos, a CPA tem estabelecido ultimamente os seguintes procedimentos, que estão sendo cumpridos rigorosamente. Entre eles, distinguimos: (i). sistematizar e integrar os dados das avaliações, buscando desenvolver as temáticas geradoras dos diferentes encontros, tendo em vista as necessidades de formação diagnosticadas, em especial, pelos coordenadores de curso a partir das avaliações parciais realizadas e dos Relatórios Parciais que são elaborados pelo Núcleo Docente Estruturante/NDE de cada um dos cursos, assim como pela documentação enviada à CPA pelos coordenadores de cursos; (ii) Elaborar indicadores institucionais, de modo a permitir subsídio às ações de gestão e acompanhamento dos Projetos Pedagógicos dos Cursos/PPC, articulando-os com o Projeto Pedagógico da Instituição/PPI; (iii) Indicar mudanças institucionais a partir do acompanhamento das ações e das discussões no âmbito da CPA, voltadas para imprimir um caráter formativo ao processo avaliativo que se está desenvolvendo; (iv) Divulgar os dados da autoavaliação para toda a comunidade acadêmica, de modo que todos tenham acesso às ações realizadas com a finalidade de que possam participar, ainda que indiretamente, deste processo de autoavaliação, possibilitando, assim, uma devolutiva, também, à comunidade em geral. É importante, também, mencionar que, com base nas “Orientações Gerais para o Roteiro de Autoavaliação das Instituições”, elaborado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais – INEP, o trabalho da CPA conta, desde 2007, com a seguinte metodologia de trabalho: (i) Elaboração de um rol de indicadores relevantes para a instituição em cada uma das dez dimensões propostas (agregando os instrumentos de pesquisa que também dessem conta das especificidades da IES); (ii) delimitação de públicos-alvo específicos referentes aos professores, alunos e pessoal técnicoadministrativo de diferentes setores da IES; (iii) Estabelecimento de um Plano de Ação que envolvesse cada um dos setores institucionais em ações avaliativas, primando pelo princípio da responsabilidade compartilhada. A estratégia adotada pela CPA na condução dos trabalhos, consta de três momentos: (i) Concepção, proposta e (re)formulação do Plano de Ação: Estabelecidas após avaliação em conjunto das fragilidades e das potencialidades apontadas, delineando e orientando as estratégias a serem adotadas pelos diferentes atores sociais, por meio dos diferentes instrumentos de pesquisa utilizados, assim como pelos registros das atas realizadas, apontando estratégias indicadas. Após discutir os pontos frágeis e/ou fortes, a CPA reorienta o processo de autoavaliação, tendo em vista: (ii) A execução, o desenvolvimento e a análise, por meio da Aplicação dos instrumentos ou prosseguimento de acordo com as indicações da CPA; Análise dos resultados sob a orientação da CPA; Discussão conjunta com os envolvidos sobre as informações em foco. (iii) Síntese dos resultados da autoavaliação, através da(o): Coleta dos resultados e síntese dos vários momentos da avaliação; (iv) Divulgação dos resultados globais, por meio dos Relatórios Parciais de cada um dos cursos que integram as FICS, assim como aqueles referentes à infraestrutura (Biblioteca, Laboratórios etc.). Assim, culminase com o Relatório Final, que é divulgado a todos os envolvidos e para a comunidade acadêmica. Reinício do processo de concepção, proposta e formulação, retornando-se o ciclo de autoavaliação contínuo e participativo. A IES busca, através de pesquisas regulares, avaliar o corpo docente, coordenações, as condições de oferta e, ainda, o processo ensino-aprendizagem para que, tendo em mãos esses resultados, a IES possa programar e/ou reprogramar ações buscando resultados positivos. Os resultados do ENADE têm nos sinalizado algumas ações significativas que foram e estão sendo adotadas pela IES.r AÇÃO 9 – Indicador 1.17 - A IES deverá adotar, nos processos de ensino-aprendizagem, procedimentos de avaliação que atendam, de maneira suficiente, à concepção do curso definida no PPC. O curso utiliza conjunto de três técnicas nas disciplinas teóricas: (i) técnicas de exposição pelo professor, na forma de aulas expositivas participativas e interativas, consideradas como necessárias para introduzir um novo assunto, propiciar uma visão global e sintética, esclarecer conceitos e concluir estudos; (ii) técnicas centradas no aluno, na forma de estudos de texto e de casos e de estudos dirigidos (ou orientados), que objetivam desenvolver a capacidade de estudar um problema, de forma sistemática, desenvolver a capacidade analítica e as habilidades de compreensão, interpretação, análise, crítica, e (re)criação de textos, e desenvolver a capacidade analítica e preparar para o enfrentamento de situações complexas; (iii) técnicas de trabalho em grupo, objetivando, em especial, dar a todos alunos ocasião de participar, quer formulando perguntas, quer formulando respostas e perguntas, ou expressando opiniões e posições e aprofundar a discussão de um tema ou problema, chegando a conclusões. Utiliza-se, ainda, a avaliação multidisciplinar, integrante da sistemática de verificação do rendimento escolar, procura diagnosticar se o aluno, ao longo do semestre, desenvolveu competências e habilidades para o exercício da profissão, proporcionando-lhe, inclusive, visão integrada e abrangente do currículo, no contexto dos objetivos formulados para o curso. As questões tomam como referência os conteúdos desenvolvidos no decorrer de cada semestre letivo e elaboradas nos moldes do ENADE. No intuito de motivar os alunos são atribuídos pontos acrescidos ao total dos obtidos em cada disciplina, após a última avaliação semestral, de acordo com critérios previamente estabelecidos. DIMENSAO 2 – CORPO DOCENTE Ação 10 – Indicador 2.1 – A IES deverá reestruturar o corpo docente de modo a garantir um NDE para o curso, implantado de forma suficiente considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos concepção, acompanhamento, consolidação e avaliação do PPC. Em atendimento à Resolução CONAES nº 01/2010, o Núcleo Docente Estruturante do curso superior de tecnologia em MARKETING, regulamentado Pela Portaria FICS-DG-08/2011, encontra-se em funcionamento a partir de 15-3-2012, quando se deu a designação também por Portaria baixada nessa data. Em decorrência da não formação de turmas no ano de 2013 com reflexo também em 2014, o NDE manteve-se constituído pelos professores: Fabiana Bittencourt Fevorini, Gilmar Jonas Deghi, Djair Pereira e, ainda, a coordenadora do curso Ana Maria Belavenuto e Freitas que a partir do final de 2014 deixou de fazer parte do quadro de funcionários da IES. Atualmente, o curso de Marketing tem como coordenador o Prof. Djair Pereira que integra o NDE juntamente com os professores já citados e com acréscimo dos professores Mauro Maia Laruccia e Ana Maria Jansen Matias, convidados a integrar o Núcleo referido no letivo de 2015. Dessa forma, cumprese a constituição do NDE com 3 Mestres, 1 Doutor e 1 Especialista. Em obediência à Resolução CONAES mencionada, as atribuições do NDE do curso em pauta encontram-se perfeitamente alinhadas em regulamento, instalado na forma preceituada com atribuições acadêmicas de acompanhamento, atuante no processo de concepção, consolidação e contínua atualização do projeto pedagógico do curso. Ressalte-se que no Parecer CONAES nº 4, de 17.06.2010 que deu origem à Resolução CONAES nº 01, de 17/07/2010, consta que “o NDE deve ser considerado não como exigência ou requisito legal, mas como diferenciador da qualidade do curso, no que diz respeito à interseção entre as dimensões do corpo docente o Projeto Pedagógico do Curso”. Destaca o parecer em referência, que a “CONAES entende que o NDE é um bom indicador da qualidade de um curso de graduação e um elemento de diferenciação quanto ao comprometimento da instituição com o bom padrão acadêmico”. Adiante se encontra no mesmo parecer que “como regra geral, não é necessário que se constitua em um percentual do corpo docente, pois poderia, em alguns casos, dar-lhe um tamanho desmesurado que inviabilizaria suas ações e, em outros, ficar resumido a um ou dois professores.” (grifo da IES) Ação 11 – Indicador 2.7 - Para os cursos de bacharelado e licenciatura, a IES deverá garantir mínimo de 30% do corpo docente com titulação obtida em programas de pós-graduação stricto sensu. O corpo docente do curso superior de tecnologia em Marketing é composto pelos seguintes professores: Ana Maria Jansen Matias, Especialista; Celso Ribeiro Campos, Doutor; João Henrique Nogueira Mateos, Mestre; Mauro Maia Laruccia, Doutor; Gilmar Jonas Deghi, Mestre; Pedro Paulo Angrisani Gomes, Mestre. Destarte, computam-se 87% de professores titulados em programas de pós-graduação stricto sensu e 17% de professores titulados em pós-graduação “lato sensu ”. Ação 12 – Indicador 2.9 - A IES deverá garantir mínimo de 33% do corpo docente com regime de trabalho de tempo parcial ou integral. Aquiesceram ao convite para exercer tempo parcial a partir do próximo ano letivo os seguintes professores: Gilmar Jonas Deghi, agregando-se, ainda, o Prof. Djair Pereira, designado recentemente como Coordenador do curso . Dessa forma, computam-se 33% de docentes com regime parcial, conforme compromisso. Ação 13 – Indicador 2.10 – A IES deverá garantir que um contingente maior que 40% do corpo docente previsto/efetivo possuam experiência profissional (excluídas as atividades no magistério superior) de, pelo menos, 2 anos para bacharelados e licenciaturas ou 3 anos para os cursos superiores de tecnologia. Dos 6 professores do curso, 4 deles atingem experiência profissional exigida, excluídas as atividades no magistério superior: Ana Maria Jansen Matias, 20 anos; Celso Ribeiro Campos, 1 ano; João Henrique Nogueira Mateos, 2 anos; Mauro Maia Laruccia, 30 anos; Gilmar Jonas Deghi, 11 anos; Pedro Paulo Angrisani Gomes, 30 anos. Infere-se, assim, que os professores contingenciados nesse patamar superam a marca de 60%. DIMENSAO 3 – INFRAESTRUTURA Ação 14 – Indicador 3.4 - A IES deverá disponibilizar salas de aula consideradas satisfatórias nos seguintes aspectos: quantidade de número de alunos por turma, disponibilidade de equipamentos, dimensões em função das vagas previstas/autorizadas, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade. A Faculdades Integradas “Campos Salles” dispõe de 4 prédios: “Augusto Guzzo”, com o total de 16 salas de aulas, perfazendo 794,60 m2, com capacidade para 730 alunos; “Educação”: com 6 salas de aulas, perfazendo 536,40 m2 e capacidade para 590 alunos; prédio “Semeador”, totalizando 16 salas de aulas, perfazendo 1.214,90 m2 e capacidade para 1.335 alunos; prédio “Campos Salles”: com 10 salas de aulas, perfazendo 476m2 e capacidade para 460 alunos. A capacidade total excede os 3.000 lugares. As vagas totalizam 1.650. As demais áreas como garagem, pátios, sanitários, biblioteca, praça de alimentação, dependências para os professores, laboratórios de informática superam 3.000 m2. Os prédios disponibilizados pela Associação Educativa Campos Salles, mantenedora da IES, foram construídos especialmente para abrigar estabelecimento de ensino. Os espaços não oferecem barreiras arquitetônicas; há rampas de acesso, sanitários, elevadores para pessoas com dificuldades de locomoção, telefones públicos, sendo um deles destinado a pessoas portadoras de necessidades especiais. As salas de aulas do prédio “Semeador”, onde está alocado o curso em pauta, em ótimo estado de conservação, dispõem de quadro negro, mesa e cadeira para docente, 60/70 cadeiras de braço, em média, inclusive as destinadas para canhotos, com capacidade para atender plenamente as necessidades dos alunos e professores, como boa iluminação, espaços suficientes entre as cadeiras e o quadro-negro; infraestrutura para aparelho retroprojetor e datashow e 3 salas com lousas digitais; janelas para o corredor interno, ventiladores de teto e a iluminação artificial do espaço é feita por lâmpadas fluorescentes de cor branca. A ampla sala dos professores, com sanitários masculino e feminino separadamente, atende aos requisitos de dimensão, limpeza, iluminação, acústica, ventilação, conservação e comodidade necessárias à atividade desenvolvida. O coordenador do curso dispõe de sala com 3 computadores conectados à internet e impressora laser multifuncional, além de mesa de trabalho. O NDE reúne-se em sala do andar térreo do mesmo prédio onde funciona o curso (prédio Semeador), que dispõe de mesa pra reuniões e cadeiras, bem como de mesa e computador com acesso à internet. Ação 15 – Indicador 3.5 – A IES deverá disponibilizar de maneira suficiente laboratórios ou outros meios implantados de acesso à informática para o curso, considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: quantidade de equipamentos relativa ao número total de usuários, acessibilidade, velocidade de acesso à internet, política de atualização de equipamentos e softwares e adequação do espaço físico. Todos os itens se cumprem, devendo-se ressaltar, ainda, a disponibilidade dos recursos já aprovados pela Mantenedora para expansão significativa dos equipamentos. Ação 16 – Indicador 3.6 – A IES deverá garantir acervo da bibliografia básica, com no mínimo 3 títulos por unidade curricular, disponíveis na proporção média de 1 exemplar para a faixa de 10 vagas anuais autorizadas, além de estar informatizado e tombado junto ao patrimônio da IES. A expansão do acervo nos moldes deste indicador já se encontra em andamento acelerado, tendo em vista os recursos disponibilizados pela Mantenedora da IES. Plano de Melhorias* Ato: Renovação de Reconhecimento do Curso Superior de Tecnologia em Marketing Processo Nº: 201361212 Descrição do processo: PROPOSTA DO PROTOCOLO DE COMPROMISSO Data de disponibilização: 17/12/2013 Prazo para resposta: 17/01/2014 SESU/DESUP/CGFP PROTOCOLO DE COMPROMISSO Protocolo de Compromisso que as FACULDADES INTEGRADAS “CAMPOS SALLES”, representada por seu dirigente principal, Professor Eduardo Césere Baságlia, Diretor Geral, apresenta perante a Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do Ministério da Educação, com exposição das medidas de saneamento que serão tomadas para corrigir as fragilidades apresentadas pelo Curso Superior de Tecnologia em Marketing, observadas na divulgação dos resultados dos indicadores de qualidade (CPC<3), no âmbito dos processos de Renovação de Reconhecimento, com base nos Artigos 60 e 61 do Decreto nº 7.773, de 9 de maio de 2006 e no art. 36-A da Portaria Normativa MEC nº 40/2010, redação incluída pela Portaria Normativa MEC nº 24/2012. Do Objeto Este Protocolo de Compromisso tem por objeto estabelecer ações que visem à melhoria das condições gerais de oferta do curso superior de Tecnologia em Marketing, bem como o saneamento de deficiências identificadas nos resultados obtidos dos indicadores já citados das Faculdades Integradas “Campos Salles”, com sede à Rua Nossa Senhora da Lapa, 284 – Lapa – CEP 05072-000 – São Paulo – SP, em consonância com o ordenamento legal vigente conforme os termos estabelecidos pela Lei 10.861/2004 que regulamenta o Sistema Nacional da Avaliação da Educação Superior (SINAES), Decreto 5.773/2006, Portaria Normativa MEC nº 40/2010 e alterações, introduzidas pela Portaria Normativa MEC de nº 24/2012. 1. DIAGNÓSTICO DAS CONDIÇÕES DA INSTITUIÇÃO A assinatura do presente Protocolo de Compromisso, nos termos do art..60 do Decreto 5.773/2006, é consequência do desempenho da IES, referente ao curso Superior de Tecnologia em Marketing, cujos parâmetros utilizados no cálculo do indicador do CPC resultaram como insuficientes. Dos compromissos: FACULDADES INTEGRADAS “CAMPOS SALLES”, doravante denominada apenas IES, assume o compromisso de realizar as seguintes ações de melhorias, nos prazos definidos neste Protocolo de Compromisso: 2. DAS OBRIGAÇÕES Ação 1 – Comissão de Acompanhamento Constituir, na forma do art. 61, V, do Decreto nº 5773/2006, Comissão de Acompanhamento do Protocolo de Compromisso (CAPC) composta por 5 (cinco) membros, a saber: 1 Representante da IES, 1 Representante da Comissão Própria de Avaliação (CPA), 1 Representante do corpo docente, 1 Representante do Corpo Discente e 1 Representante do Corpo Técnico-Administrativo; Órgão responsável: NDE Metas: – Reuniões para criação da CAPC, de sua composição e de suas atribuições. – Normatização da CAPC – Publicação da constituição da CAPC e da nomeação de seus membros pelo diretor da IES. Ação 2 – Elaboração de relatórios Elaboração de relatórios de acompanhamento de forma objetiva e esquematizada com a indicação do cumprimento das ações e metas previstas neste Protocolo de Compromisso, com as análises críticas, justificativas e ajustes realizados para a correção das ações para o cronograma inicialmente ajustado. Órgão responsável: CAPC Metas: - reuniões para definição do cronograma de trabalho e da metodologia a ser empregada; - criação do modelo de relatório de acompanhamento Ação 3 – Divulgação dos relatórios Realizar eventos de divulgação dos relatórios da CAPC, visando à discussão sobre a concretização das ações do presente Protocolo de Compromisso, com ampla divulgação junto à comunidade acadêmica, garantindo-se a participação dos segmentos discentes, dos docentes e dos técnico-administrativos. Órgão responsável: CPA, CAPC Metas: - reuniões conjuntas entre os órgãos envolvidos para definir a metodologia de sensibilização, a forma de desenvolvimento dos eventos e as mídias utilizadas para divulgação dos relatórios; - reuniões para definir as datas de divulgação dos relatórios da CAPC à comunidade acadêmica; - aprovação dos eventos junto aos órgãos competentes da IES. DIMENSÃO 1 – Organização didático-pedagógica Ação 4 – Reformulação do Projeto Pedagógico do curso A IES já tomou a iniciativa de reformular o PPC e se compromete a discutir o projeto pedagógico com os órgãos competentes definido nesse Protocolo de Compromisso, de forma a avaliar a situação atual do projeto pedagógico do curso Superior de Tecnologia em Marketing, de forma a garantir sintonia com os projetos oficiais da IES e o contexto local, com atendimento integral à legislação do ensino superior vigente, objetivando a melhoria do curso Superior de Tecnologia em Marketing para que atinja pelo menos a nota 3 no indicador “Conceito Preliminar de Curso” (CPC) Órgão responsável: CONSEPE, CONCUR, NDE, CPA, CAPC Metas: - reuniões de órgãos competentes para avaliação da situação atual dos projetos pedagógicos, bem como adequação à legislação vigente e aos documentos oficiais da IES. - reuniões para definir e colocar em prática estratégias que visem alterar os resultados negativos obtidos; - encaminhamento, aos órgãos competentes, de relatórios que comprovem o cumprimento das estratégias estabelecidas. Ação 5 – Metodologia de avaliação A IES se compromete a aperfeiçoar as metodologias de avaliação considerando os princípios adotados pelo ENADE, focadas em habilidades e competências e de abordagem interdisciplinar, constantes do PDI e da reformulação das normas internas que disciplinam o processo de avaliação dos discentes para os fins de promoção nos estudos, adotadas pela IES. Prazo: até 6 meses após a assinatura do protocolo Órgão responsável: CONSEPE, CONCUR, NDE, CAPC. Metas: - estudo reflexivo sobre as metodologias de avaliação aplicadas no ENADE, com intuito de construir metodologia a ser utilizada nos cursos; - reuniões dos órgãos competentes de curso para discussão e aprovação de metodologias de avaliação com princípios críticos, interpretativos e discursivos. Ação 6 – Oficinas com o corpo discente A IES compromete-se a realizar quatro oficinas com os estudantes dos cursos, com explicitação do sistema de avaliação utilizado e com a apresentação da dinâmica das avaliações, buscando a participação dos alunos matriculados, privilegiando-se o uso de Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) Prazo: até 12 meses da assinatura do protocolo Órgão responsável: CONSEPE, CONCUR, NDE, CAPC Metas: - reuniões dos órgãos competentes para definição e aprovação das metodologias a serem utilizadas, das tecnologias de informação e comunicação e das datas de realização das oficinas; - criação de roteiro do projeto de extensão e Oficinas. - aprovação das oficinas pelo órgão competente. DIMENSÃO 2 – Corpo Docente Ação 7 Na dimensão 2 tem-se um nível de qualidade adequado para uma boa formação dos alunos matriculados no curso Superior de Tecnologia em Marketing, uma vez que o curso conta com 80% de professores com titulação de mestres e 20% de professores especialistas. O corpo docente é formado por profissionais que atuam no mercado de trabalho dentro de suas respectivas áreas de competências e contribui para fortalecer a qualidade do ensino aplicado. A IES engendrará esforços no sentido de estabelecer que seu corpo docente esteja na proporção de no mínimo 33% em regime de trabalho de tempo parcial. __________________________________________________________________________________ DIMENSÃO 3 – Infraestrutura física, especialmente a de ensino e pesquisa, biblioteca, recursos de informação e comunicação. Ação 8 A IES se compromete a manter instalações adequadas, com boa iluminação, acústica, ventilação, acessibilidade, conservação e comodidade, bem como número adequado de alunos por turma e equipamentos adequados para o perfeito desenvolvimento das atividades acadêmicas. Ação 9 A IES já disponibiliza de maneira suficiente laboratórios e outros meios de acesso à informática para o curso Superior de Tecnologia em Marketing e não deixa de se preocupar com a permanente atualização dos equipamentos, que estão disponíveis em quantidade suficiente em relação ao número total de usuários. Os laboratórios de informática apresentam boa acessibilidade e adequada velocidade de acesso à internet e a IES se compromete a manter a política de atualização de equipamentos e softwares. Ação 10 A IES se compromete a garantir o acervo da bibliografia básica com no mínimo 3 títulos por unidade curricular, disponíveis na proporção média de 1 exemplar para a faixa de 10 vagas anuais autorizadas, além de estar informatizado e tombado junto ao patrimônio da IES. PRIMEIRO RELATÓRIO DO PROTOCOLO DE COMPROMISSO Curso:Superior de Tecnologia em Marketing Instituição: Faculdades Integradas “Campos Salles” Ato: Renovação de Reconhecimento de Curso Superior de Tecnologia em Marketing Nº Processo: 201361212 Descrição do Processo: Primeiro Relatório do Protocolo de Compromisso sobre as ações adotadas no tocante à Dimensão 2 – Corpo Docente Prazo: 60 dias a vencer em 15/03/2014 I – Dimensão 2 – Corpo Docente Ação 10 – A IES deverá reestruturar o corpo docente de modo a garantir um núcleo Docente Estruturante (NDE) para o curso, implantado de forma suficiente considerando, em uma análise sistêmica e global, os aspectos: concepção, acompanhamento, consolidação e avaliação do PPC. A IES já tem constituído o NDE do curso de Marketing, desde 2012. Seus componentes atuais são: Fabiana Bittencourt Fevorini, Gilmar Jonas Deghi,Djair Pereira, Ana Maria Belavenuto e Freitas. Ação 11 – Para os cursos de bacharelados e licenciatura, a IES deverá garantir mínimo de 30% do corpo docente com titulação obtida em programas de pós-graduação stricto sensu. Os docentes do curso Superior de Tecnologia em Marketing são, em sua maioria (83%), titulados em programas de pós-gradução stricto sensu, sendo 50% com titulação de mestre, 33% com titulação de doutor e 17%, na categoria de pós-graduação lato sensu. Ação 12 – A IES deverá garantir mínimo de 33% do corpo docente com regime de trabalho de tempo parcial ou integral. O regime de trabalho dos profissionais docentes da IES é de hora aula. Apenas o coordenador tem regime parcial de trabalho e sua jornada corresponde a 22,5% de uma jornada semanal de 40 horas. Ação 13 – A IES deverá garantir que um contingente maior que 40% do corpo docente previsto/efetivo possua experiência profissional (excluída as atividades no magistério superior) de, pelo menos, 2 anos para bacharelado e licenciaturas ou 3 anos para cursos superiores de tecnologia. Todos os profissionais do curso Superior de Marketing possuem experiência profissional, excluída as atividades do magistério superior, acima de três anos e são responsáveis por disciplinas em sua área de conhecimento e experiência. CURSOS TECNOLÓGICOS Gestão de Recursos Humanos e Gestão Comercial CPA – 2014 I - Categoria - Organização didático-pedagógica 1. Administração Coordenação de Curso: Prof. Ms. Ana Maria Belavenuto e Freitas até Agosto de 2014. Relatório elaborado por Acadêmica: Milton Tadeu Piscinato Colegiado de Curso: Coordenador, Representantes dos Professores e Representantes das Classes dos Alunos do Curso. 2. Projeto Pedagógico dos Cursos: Gestão Comercial Recursos Humanos a) Concepção do Curso Os Cursos Superiores de Tecnologia das Faculdades Integradas “Campos Salles” tem acima de tudo, como concepção a revisão permanente da matriz curricular de modo a adaptá-la às mudanças que ocorrem no mundo do trabalho. Por essa razão algumas disciplinas passaram por revisões que ocorreram em 2009 e 2011. Em 2012, fez-se uma remodelação na matriz curricular e sua implantação ocorre no ano seguinte para os ingressantes de 2014. Enquanto concepção busca-se integrar os saberes disciplinares com a prática do mundo do trabalho. O curso está voltado ao desenvolvimento das competências e habilidades necessárias nas respectivas áreas formativas. O desenvolvimento de competência (o saber fazer) e a habilidade (como melhor fazer) constituem-se na estrutura formativa desses profissionais. Espera-se que os egressos da instituição “Campos Salles” apresentem capacidade que lhes permitam atuar em qualquer instituição, seja pública, privada ou em Organizações não Governamentais. A construção do conhecimento não pode estar desconectada dos contextos sociais, culturais e econômicos de um mundo incerto. O indivíduo está rodeado de incertezas, e a padronização de procedimentos inerentes ao ambiente profissional constitui apenas uma parte dos elementos da solução de problemas. Nessa configuração a formação deve resultar num agente reflexivo e de raciocínio crítico, concomitante ao domínio dos instrumentos técnicos para o exercício da atividade profissional. b) Matriz curricular A matriz curricular contempla disciplinas estrategicamente dispostas, de modo a oferecer adequado encadeamento na formação técnico-profissional, agregadas com outras que suportam eficiente formação moral, ética e de conhecimentos gerais complementares. Os Cursos Tecnológicos são oferecidos em períodos semestrais, modulares, perfazendo 4 (quatro) módulos. Os currículos dos cursos privilegiam a interdisciplinaridade e contempla as Diretrizes Curriculares para os Cursos Tecnológicos (PARECER CNE/CES 436/2001) Nos primeiro e segundo módulos são ministradas disciplinas que propiciam Formação Geral e o desenvolvimento de competência nas respectivas áreas de equivalência ao requisito acadêmico da modalidade de ensino. A matriz curricular implantada em 2014, na área de formação geral contempla as seguintes disciplinas: Comunicação empresarial, fundamentos da administração, matemática aplicada aos negócios, empreendedorismo, sustentabilidade, responsabilidade social e princípios éticos. E projeto integrador (disciplina que compõe a matriz curricular nos quatros módulos de todos os cursos superiores de tecnologia e desenvolvidos em grupo). No segundo módulo, disciplinas como Economia e Mercado, Estudos Sociológicos e Antropológicos continuam comuns a todos os cursos e no conjunto a carga horária de formação específica é proporcionalmente maior. Em Gestão Comercial, o segundo semestre conta com as seguintes disciplinas: Pesquisa de Mercado-Estatistica Instrumental, Gestão de Preços, Fundamentos de Marketing, Direito Empresarial e Legislação Comercial. O terceiro semestre, possui: Gestão de Inovação e Criatividade, Técnicas de Negociação, Administração Financeira, Gestão de Projetos de Marketing de Varejo e de Serviços, Estudo do Comportamento do Consumidos, Gestão de Vendas em Varejo, Trade Marketing. O quarto semestre possui as seguintes disciplinas: Sistemas de Informação Gerencial, E-Commerce, Estratégia Mercadológica, Marketing de Serviços, Marketing Digital, Técnicas de Atendimento a Clientes, Comércio Internacional. Em Recursos Humanos, o segundo semestre conta com as seguintes disciplinas: Estatística Instrumental em RH, Principios Contabeis (Não Contadores), Psicologia Aplicada às Organizações, Gestão de Treinamento e Desenvolvimento Pessoal. No terceiro Semestre, as disciplinas são: Operações e Rotinas de Calculo trabalhistas, Sistemas de Informações Gerenciais, Gestão e Avaliação de Desempenho, Gestão de Projetos em Recursos Humanos, Comportamento Organizacional, Gestão de Cargos e Salários. No quarto semestre temos as seguintes disciplinas: Planejamento Estratégico em RH, Recrutamento e Seleção, Direito Trabalhista e Previdenciário, Higiene e Segurança no Trabalho, Gestão Estratégica de Pessoas, Gestão de conhecimentos e Talentos (Capital Intelectual), Remuneração, Benefícios e Serviços. c) Avaliação do Ensino-Aprendizagem Verificação do rendimento escolar A avaliação do rendimento escolar é realizada de forma contínua através do próprio envolvimento e participação do aluno em sala de aula, sendo constituída ao longo do semestre de: - Trabalhos individuais de análise de exercícios de aplicação sobre o conteúdo programático. - Trabalhos em equipe, referentes aos problemas atuais e sua relação com o componente teórico apresentado. - Avaliação institucional, composta por duas avaliações trimestrais, na forma escrita, de acordo com o calendário escolar. - Avaliação multidisciplinar; - Observações sobre o desempenho individual em classe, realçando: interesse, participação, atenção, assiduidade, pontualidade, disciplina, comprometimento etc. A presença às aulas e demais atividades acadêmicas são permitidas somente aos matriculados. É vedado ao professor o abono de faltas. A apuração e o registro de frequência às aulas e atribuição de notas de aproveitamento são de competência exclusiva e individual dos professores. Compete ao professor realizar vistas de provas e o lançamento de notas no sistema acadêmico da IES. Da sistemática de avaliação, do cálculo da média semestral, da promoção, da dependência, dos períodos de provas regulares e das substitutivas, da frequência, do tempo de integralização do curso, etc., estão disponíveis no Manual do Aluno cujo acesso se faz por meio do site da instituição. 3. Atividades Acadêmicas articuladas à Formação: a) Prática Profissional O curso em geral é pródigo em aulas práticas de aplicabilidade da metodologia dessa ciência em relação aos conceitos vivenciados em sala de aula. Embora não seja, oficialmente, denominado de Escritório-Modelo, a maioria dos exercícios práticos aplicados representa a realidade do mercado de trabalho na área de gestão. As aulas são expositivas, bem como são utilizados recursos tecnológicos, como filmes, transparências e data-show. Os alunos vão percebendo, ao longo do curso, a importância e a necessidade do domínio dessa tecnologia. c) Palestras Semana de Estudos Acadêmicos: Entre os dia 06 a 10 de Outubro foi realizada a Semana de Estudos Acadêmicos. Esta semana teve a participação dos alunos de todos os Tecnológicos, inclusive Gestão Comercial e Recursos Humanos. O programa desta semana foi inter e multidisciplinar. Houve várias palestras e oficinas simultâneas ocorrendo em grande parte da instituição, de forma que os alunos e participantes externos pudessem participar. A programação foi: Data Palestra /Oficina Nr Tema Palestrante Horario Local Inicio Termino 06/10/2014 Palestra 1 2 06/10/2014 Oficina 3 06/10/2014 Abertura 06/10/2014 Palestra 06/10/2014 Oficina 06/10/2014 Oficina 06/10/2014 Oficina Data Palestra /Oficina 4 Abertura Prof. Senger 19:00 19:20 Abertura Palestra Motivacional Convidado Externo- Helder Moreira 19:25 21:30 Apresentação Franquia Mary Kay Convidado Externo- pela Aluna Juliana 6º Semestre Adm. 19:30 21:30 Mercado de Trabalho e Processo Seletivo: Como enfrenta-los. O nosso TCC e o estado da arte Guzzo Sala 32 Palestra com a Nube 20:40 Plenario 22:00 Direito - Guzzo 6º Andar Oficina apresentada pelos alunos orientandos de TCC/2014 do Prof. Ms. Djair Pereira 19:30 21:30 Pequeno Auditorio 5 6 Franquia UP -Retorno sobre Investimentos Franquia Up 19:30 20:55 Sala Digital 7 Administração Financeira - Como gerir suas financas pessoais Turma 4º Semestre Administração 21:00 22:00 Sala Digital Nr Tema Palestrante Horario Local Inicio Termino 07/10/2014 Palesta 07/10/2014 Palesta 07/10/2014 Palestra 8 9 10 Como utilizar a Internet para Trabalhos Academincos Profa. Ms. Fabiana Fevorini e Prof. Ms Gilmar Deghi 19:00 20:25 Pensamento Critico Convidado Externo - Daniel Martin 20:30 22:00 Aluno - Gilberto Holovatino - 6º Semestre CC 19:00 20:25 20:30 21:30 Pequeno Auditorio 19:30 21:00 Laboratorio e Social Logistica Reversa do Lixo Eletronico 07/10/2014 Oficina 11 07/10/2014 Oficina 12 07/10/2014 Oficina 13 48 07/10/2014 Oficina 07/10/2014 Oficina 07/10/2014 Oficina 14 15 Planilhas e fórmulas do Excel Multimídia e interatividade Ex-alunas de Administração 2013, Crislene de Fátima Garcia Gisele Aparecida da Silva Santos Gisely Silva Viana Ferreira Valéria Ribeiro da Silva Viviane Suelin da Silva Aluna - Jéssica Aline Araújo de Lima - 2º semestre de Logística Convidado Externo- Vanessa Teodoro (Editora do portal da Band) Guzzo 19:30 21:00 Sala 41 Erros e Manipulações de Graficos Estatisticos Prof. Ms. Celso Campos 19:00 20:25 Sala Digital Estagios e Trainees - Diferencas Aluno - Francisco Saturnino e equipe - 2º Semestre Ciências Contabeis 20:30 21:30 Sala Digital Hp12 C Milton Piscinato 19:00 20:30 Sala 45 Data Palestra /Oficina Nr Tema Palestrante Horario Local Inicio Termino 08/10/2014 Palestra 08/10/2014 Palestra 08/10/2014 Palestra 16 BSGI(Brasil Soka Gakkai Internacional) 17 18 Mulheres e Negócios Guzzo 19:00 20:55 Logistica Reversa do Lixo Eletronico 21:00 22:00 Pesquisa de Campo com a utilização de ferramentas digitais fornecidas pelo Google Palestrante: Prof. Dr. Mauro Lauruccia Moderador: prof. Ms. Djair Pereira 19:00 Plenario 21:30 Direito - Guzzo 6º Andar 20 08/10/2014 Oficina 21 Planilhas e fórmulas do Excel 22 Gestão de infraestrutura em TI Aluna - Jéssica Aline Araújo de Lima - 2º 19:30 semestre de Logística Convidado Externo- Mauricio Melo (Gerente de TI 19:30 da Cobasi) Laboratorio 21:00 Sala 41 Turma 4º Semestre Adminsitração 19:00 20:25 20:30 22:00 19:30 21:00 08/10/2014 Oficina 24 Como utilizar a HP12c 08/10/2014 Palestra 47 Projetos na Educação Infantil Convidado Externo - Karina dos Santos Cabral Palestra /Oficina Nr Tema Palestrante Pequeno Auditorio 21:00 Administração Pessoal - Como ser um profissional bem sucedido Aluno - José Carlos Raimundo Júnior - 2º semestre de Logística. Data 21:30 Prof. Dr. FICS Luciano Schimidt 08/10/2014 Oficina 23 20:25 20:30 Ex-alunas de Administração 2013, Crislene de Fátima Garcia Gisele Aparecida da Silva Santos Gisely Silva Viana Ferreira Valéria Ribeiro da Silva Viviane Suelin da Silva 19 08/10/2014 Oficina 19:00 Relações Interpessoais e novas Tecnologias 08/10/2014 Palestra 08/10/2014 Oficina Convidado Externo- Aluna Rachel 8º Semestre Adm Convidado Externo- Michelly Cunha – Gerente de RH- MBI em gestão de Pessoas na FGV Sala Digital Horario Sala 5 - 4 Andar Local Inicio Termino Apresentação de Coral Professores, alunos e Funcionarios FICS 19:00 19:30 Projeto Pedagogico Prof. Dr USP - José Cerchi Fusari 19:35 21:00 Inovações. Convidado Externo- prof. Milton (Justino) 19:35 20:55 09/10/2014 Oficina 25 26 27 28 Intolerância Alunos do 2º Semestre de Administração 19:30 22:00 Pequeno Auditorio 09/10/2014 Oficina 29 Business Plan - Franquia Mary Kay 19:30 21:30 Sala 32 09/10/2014 Oficina 30 Matematica Financeira Aplicada 19:30 21:00 Sala 34 09/10/2014 Oficina 31 Desafios de um e-commerce 19:30 21:00 Sala 41 09/10/2014 Oficina 32 33 Empreendedorirsmo e Linha de Produção 19:30 21:00 Sala Digital 19:00 20:30 Sala 45 09/10/2014 Cultural 09/10/2014 Palestra 09/10/2014 Palestra 09/10/2014 Oficina Data Palestra /Oficina Nr Convidado Externo- Aluna Juliana 6º Semestre Adm Aluno - Gabriel Maceno - 6º Semestre Administração Convidado Externo- Patrizia Parenti (Gerente mundial do projeto Microsoft Windows) Aluna - Rosana Vendramini - Gestão Financeira / Prof. Ms. Osvaldo Matarossi Hp12 C Milton Piscinato Tema Palestrante Horario Guzzo Local Inicio Termino 10/10/2014 Palestra 10/10/2014 Palestra 34 Bolsa de Valores 35 la inclusión educativa de niños con Síndrome de Asperger en Guadalajara A Importância da Cultura e da Arte na Educação 10/10/2014 Palestra 36 10/10/2014 Palestra 37 Educação Financeira; 10/10/2014 Oficina 10/10/2014 Oficina 10/10/2014 Oficina 10/10/2014 Palestra 38 39 40 41 10/10/2014 Oficina 42 10/10/2014 Oficina 43 10/10/2014 Oficina 10/10/2014 Oficina 10/10/2014 Abertura 44 45 46 Poetisa - Poesia Contemporânea Inclusão Étnico-Racial e as Metas do Milênio Teoria de Maslow x Softwares Convidado Externo- Aluna Rachel - 8º Semestre Adm Convidado Externo - Dr. Israel Tonatiuh Lay Mexico. PodCast + questões pelo skype + sms 19:00 20:55 21:00 21:50 Convidado Externo: Sanny Coreia da Silva - Crítica de Arte - graduada em letras, especialista em Mediação de conflitos, Trainer em PNL 19:00 20:15 Convidado Externo _ Prof. Fernando Hiroshi Mitoni – graduado em comercio e especialista em finanças e seguros 20:20 21:35 19:00 20:15 20:20 21:35 Convidado Externo - Poetisa Silvana Gonçalves Luiz convidada da aluna Thayna Cherrie 6º Semestre - Tema Poesia: Sentimento Abstrato Convidado Externo - Fátima Sanches - Graduada em letras, especialista em ingles Guzzo Plenario Direito - Guzzo 6º Andar Pequeno Auditorio Prof. Vinicius (Campos Salles) 19:30 21:00 A influência da cultura na qualidade do ambiente organizacional no seguimento comercial na região da Lapa/São Paulo SP Ex aluna Andrea Miguel 19:00 20:00 Como utilizar a HP12c Aluno - José Carlos Raimundo Júnior - 2º semestre de Logística 20:00 21:30 Aluno - Davi Alves de Souza - Aluno 2 Semestre 19:00 19:40 Sala 51 Aluno - Desiree Rangel Mercedes - 1 e 2 Semestres 19:45 20:25 Sala 51 Aluna - Tauane - 1 e 2 Semestres 20:30 21:10 Sala 51 22:10 22:15 Guzzo A influencia da psicologia no comportamento organizacional. Analise dos tipos de comportamentos a partir da comunicação Psicologia versos comunicação e o comportamento nas empresas. Encerramento Sala 41 Sala Digital Durante a semana, atividades simultâneas envolvendo, arrecadação de brinquedos, agasalhos em bom estado de conservação, alimentos e itens de higiene pessoal. Um posto fixo foi montado na entrada da instituição e os itens arrecadados e entregues ao Pensionato para Idosos –Vila City America. Um estande da Drogasil foi montado para atendimento ao público interno e externo: fizeram o controle de diabetes e da pressão arterial. c) Trabalho de Conclusão de Curso para alunos ingressantes, anterior ao ano de 2014 - Os alunos do último módulo preparam a partir de pesquisas o Trabalho de Conclusão de Módulo, em equipes, sob orientação do professor responsável pela disciplina Prática de Projetos, no caso dos ingressantes anterior a 2014 e para os ingressantes a partir de 2014, a disciplina Projeto Integrador, tem como objetivo inserir o aluno na prática de elaboração de projeto (módulo I), desenvolvimento do tema (Módulo II). 5. Corpo Docente 2. Corpo Discente 3. Corpo Técnico Administrativo 5. Instalações especiais e laboratórios II. Categoria II – Corpo Docente, Corpo Discente e Corpo Técnico e Administrativo. c) Perfil Docente O corpo docente do Curso Tecnológico de Recursos Humanos conta com 12 professores entre Especialistas, Mestre e Doutores. O corpo docente do Curso Tecnológico de Gestão Comercial Humanos conta com 10 professores entre Especialistas, Mestre e Doutores. Atenção aos discentes Anualmente os alunos são estimulado a responder por meio de questionário préformatado, a uma série de questões, porém devido a transição de coordenação, não houve passagem destes conteúdos para que o relatório da CPA fosse gerado. Esta é uma das deficiências do curso, a não organização e planejamento para situações que pedem a continuidade dos trabalhos. a) Atuação no âmbito do curso O mesmo se aplica a este item. Não há registros para compor a impressão do aluno quanto ao Corpo Técnico Administrativo para este ano, por falta de um procedimento para continuidade dos trabalhos dos cursos. III. Categoria – Instalações Físicas O mesmo se aplica a este item. Não há registros para compor a impressão do aluno quanto ao Corpo Técnico Administrativo para este ano, por falta de um procedimento para continuidade dos trabalhos dos cursos. OBJETIVOS, AÇÕES REALIZADAS E RESULTADOS ALCANÇADOS 2014 1- CURSO DE TECNOLOGIA EM RECURSOS HUMANOS 3 - CURSO DE TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL Coordenador: Milton Tadeu Piscinato 1- Objetivos Ações realizadas Resultados alcançados Fragilidades/Dificuldades Dar continuidade às atividades do Núcleo Docente Estruturante em 2015. Ações foram realizadas segundo , ações que envolveram o grupo NDE e também os professores dos cursos porém a continuidade dos trabalhos, até este momento, foi perdida. Não há registros efetivos das discussões. Há a necessidade de continuar os trabalhos e as discussões em si através das reuniões dos Grupos NDE’s. A grande fragilidade neste momento é organizar tais reuniões e registros de forma a ser perene o processo de gestão do curso. O grupo de alguns professores, mesmo com dificuldades que enfrentam, participam e se auto motivam a tais discussões. Outra fragilidade é processo de comunicação e divulgação das discussões feitas. Resultados alcançados Fragilidades/Dificuldades Ausência de registros oficiais e ou desconhecimento de onde estão tais registros efetivos, já que não houve a divulgação de tais discussões. Há a fragilidade de um processo efetivo para gestão dos cursos, seja ele , qualquer. Resultados alcançados Fragilidades/Dificuldades As discussões sobre o projeto integrador não atingiram os seus objetivos. Os temas devem abordar um temática própria do curso em que estão. Uma situação que permita haver uma reflexão sobre o assunto e a proposição de alternativas de solução. Para o ano de 2015 já foram propostas esta dinâmica com os alunos. Neste planejamento, há a confecção de relatórios com base em Metodologia Cientifica, confecção de Banner e a apresentação do projeto, bem como sua defesa. Discutir as Responsabilidades a serem realizadas pelo NDE no primeiro e segundo semestre. 2 – Objetivos Continuar a discutir sobre nova grade dos tecnológicos para 2015, nos Cursos de Gestão Comercial e de Recursos Humanos Ações realizadas Idem ao anterior 3 – Objetivos Analisar os temas do projeto integrador. Ações realizadas Analisar os temas do projeto integrador. Houve a discussão dos temas, pois particularmente, participei de tal discussão. Observação Observação Observação 4 – Objetivos Atualização Tecnologica do curso frente as demandas de mercado. Ações realizadas Estabelecimento de relações com entidades que forneçam softwares ERP, e assim introduzir filosofia de Sistema Integrados de Gestão. Esta ação é provocatória e continuará este semestre. Resultados alcançados Fragilidades/Dificuldades Convite aos professores para participarem desta ação foi feito, porém poucos manifestaram a motivação para faze-lo. A Instituição pode também prover os recursos: capacitação, recursos de ordem financeira e infra estrutura para que tal atividade aconteça. Observação 5 – Objetivos Ampliação da oferta de cursos extra curriculares e de formação especifica, de atividades e experiências que possibilitem a utilização de conhecimentos adquiridos Ações realizadas Aproximação com alguns parceiros: Empresas de Gestão de Mão de Obra, Escritorios Contabeis, Empresas de Prospecçao de Vendas, etc Resultados alcançados Fragilidades/Dificuldades Há parceiros já em contato com a Instituição. Há possibilidades reais destes contatos serem produtivos e trazerem a prática aos alunos. Observação 6- Objetivos Ciclos de Palestras e Semana de Estudos Ações realizadas Resultados alcançados Fragilidades/Dificuldades Observação: Realizada uma primeira versão da Semana de Estudos em que busca-se a participação ativa dos alunos e não somente, que sejam ouvintes. - Participarem do planejamento, organização e execução do evento - participarem da logística do evento do evento na recepção de parceiros, palestrantes e publico em geral - serem palestrantes supervisionados por professores; - acompanharem os parceiros nas suas atividades, sejam elas de prestação de serviço a comunidade, coleta de doações de toda sorte, natureza, etc - participarem da divulgação do evento, seja do planejamento e execução , através de mídia social disponível na instituição - serem suportes na logística do evento, seja na cobertura do evento com fotos, filmes, na infra estrutura do evento - produzirem relatórios estatisitcos que descrevam o grau de satisfação dos participantes no evento, assim como colher expectativas, criticas e sugestões - produzirem artigos científicos associando a cada evento a seus conhecimentos obtidos. Desta forma Na versão 2014, Foram distribuídas as atividades de organização dos eventos além da preparação dos conteúdos colocados no site da instituição para acesso dos alunos. Proximo ano, ampliar ainda mais a participação dos alunos. conectando a teoria com a pratica, e sua a instrumentalização. 7- Objetivos Troca de experiências e vivencias Ações realizadas Palestras com profissionais do CRA 8- Objetivos Aproximação com os alunos do curso Ações realizadas Reuniões com representantes de Classe Resultados alcançados Fragilidades/Dificuldades Foram realizados e tivemos êxito. Para os próximos semestres também existira tais encontros. Resultados alcançados Fragilidades/Dificuldade Serão realizadas neste semestre Observação: Observação: Realizadas em outras coordenações, e sempre são oportunidades muito ricas. MANUAL DE PROCEDIMENTOS DO PROJETO INTEGRADOR DOS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA 2014 CPA Capítulo I Da Finalidade Art. 1º - Este Manual destina-se à regulamentação e orientação do processo de planejamento, desenvolvimento e avaliação do Projeto Integrador dos Cursos Superiores de Tecnologia, das Faculdades Integradas “Campos Salles”. CAPÍTULO II DA FUNDAMENTAÇÃO Art. 2º - A organização curricular dos Cursos Superiores de Tecnologia está fundamentada nas Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos superiores de tecnologia. O Projeto Integrador fundamenta-se nos princípios educacionais estabelecidos no Projeto Pedagógico do Curso. CAPÍTULO III DA ORGANIZAÇÃO CURRICULAR Art. 3º - Os cursos superiores de Tecnologia estão organizados de modo a aliar pensamento reflexivo e as causas e efeitos do processo tecnológico. Art. 4º A matriz curricular do curso superior de Tecnologia em Marketing tem por objetivo qualificar os alunos no processo de planejamento, execução, concepção da formação dos preços, promoção e distribuição de produtos e serviços de modo que as trocas satisfaçam indivíduos e empresas, sem perder de vista as inter-relações sociais, culturais e ambientais da sociedade. Art. 5º A matriz curricular, estruturada em consonância com a resolução CNE/CP 3, compreende quatro módulos perfazendo, quatro semestres com o total de 1880 horas/aula. Art. 6º O Projeto Integrador, componente curricular é realizado em quatro semestres com as seguintes nomenclaturas: Projeto Integrador I, II, III e IV. Art. 7º Todo aluno regularmente matriculado no respectivo Módulo está apto a realizar o Projeto Integrador do referido módulo. Art. 8º Objetivo Geral Conhecer e aplicar as normas científicas, ter domínio da elaboração de projetos e da construção de dados quantitativos e qualitativos, praticar e explorar dados dos institutos de pesquisas nacionais e internacionais a partir de temas transversais utilizando-se de conhecimento técnico adquiridos em sala de aula. Art.. 9º Objetivo Específico - Desenvolver no aluno o senso crítico e analítico a partir de abordagens que são sociais, econômicas e ambientais que envolvem as relações individuais e coletivas do mundo atual. -Permitir a reflexão sobre o significado das desigualdades sociais, de gênero, de raça e das questões relacionadas ao meio ambiente; -Capacitar o aluno a se reconhecer enquanto cidadão e agente transformador das relações sociais e interpessoais no mundo do trabalho; -Capacitar o aluno na promoção de estratégias e no combate aos preconceitos étnicos raciais e da construção de uma sociedade mais cidadã. – Propor soluções aos problemas diagnosticados na análise de situações do mundo real de acordo com as proposituras teóricas apreendidas ao longo do curso. Art. 10º O Projeto Integrador é um trabalho de iniciação científica que conjuga teoria e prática materializada em pesquisas orientadas e da aplicação de fundamentação teórico de caráter multidisciplinar. Art. 11º O Projeto Integrador é composto por 320 horas distribuídas por quatro módulos, correspondente a 80 horas em cada módulo. A distribuição de horas do projeto integrador é assim constituída: 32 encontros/aula, 168 horas de pesquisa e 120 horas de elaboração e confecção de documento final. Art. 12º O Projeto Integrador deve obrigatoriamente ser feito sob orientação de um professor responsável, preferencialmente em grupo. Os grupos devem ser compostos por no máximo cinco componentes que podem ou não ser recomposto em cada módulo, respeitando-se os arranjos autônomos dos discentes dos respectivos módulos. Art. 13º A orientação do Projeto Integrador ocorre durante o período letivo, previsto no calendário institucional, com o respectivo aceite do Orientador (vide documento). Art. 14º Os encontros devem ser realizados nas dependências da instituição de forma presencial. Art. 15º As datas e horários da orientação devem ser acertados entre orientado e orientandos. Art. 16º O cronograma de trabalho deve ser estabelecido entre o orientador e orientandos e que esteja em consonância com o calendário escolar estabelecido pela instituição de ensino. ATA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO INTEGRADOR Trabalho escrito: ________________ (Até 10 pontos) Título da Pesquisa: __________________________________________________________________ Na qualidade de professor orientador, professor (a) __________________________________, tendo em vista a nota atribuída, os discentes foram considerados (reprovados/aprovados)________________,obtendo como resultado final a nota________(____________________), ora formalmente divulgada aos discentes. Ass.: Professor Orientador: _______________________________________________________________ Ass.: Discentes: _______________________________________________________________ FICHA DE AVALIAÇÃO Nome do Discente:_____________________________________________________ Título do Trabalho:_____________________________________________________ Nome do Professor Avaliador:____________________________________________ Quesitos a serem considerados Pontuação I - Aspectos formais de apresentação gráfica a) Qualidade visual 0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 b) Elementos Pré-textuais 0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 c) Estruturação lógica dos elementos pós-textuais 0 0,2 0,4 0,6 0,8 1,0 d) Bibliografia 0 0,2 0,4 0,6 0,8 1,0 f) Introdução 0 0,2 0,4 0,6 0,8 1,0 g) Ortografia, clareza e coerência do texto 0 0,4 0,8 1,2 1,6 2,0 h) Discurso imparcial 0 0,3 0,6 0,9 1,2 1,5 i) Fundamentação teórica 0 0,3 0,6 0,9 1,2 1,5 j) Conclusão 0 0,2 0,4 0,6 0,8 1,0 II – Aspectos formais de conteúdo Nota 1: Será reprovado o discente que obter nota entre 0 (zero) e 4,9 (quatro virgula nove) e aprovado o discente que obter nota entre 5,0 (cinco) a 10,0 (dez). Nota 2: A fraude na elaboração do trabalho, na forma de plágio ou outra de igual relevância, será considerada “falta grave”, estando o discente sujeito às penalidades previstas, que incluem a hipótese de reprovação sem direito a correções. Nota 3: Será considerada para efeito de avaliação o compromisso do grupo com as datas e horários estabelecidos para orientação, bem como o atendimento no prazo requerido dos procedimentos sugeridos pelo orientador. FICHA DE ORIENTAÇÃO19 1 Tema: 2 Componentes do grupo (digitado): 3 Data do encontro (dd/mm/aaaa) 19 4 Questões trazidas para a orientação: 5 Rubrica do aluno representante do grupo A ficha de orientação deve estar em posse do aluno com os campos 1 e 2 devidamente preenchidos. Os campos 3 e 4 devem ser preenchidos pelo professor orientador o aluno deve rubricar/assinar o campo 5. - Pós-Graduação lato sensu Centro de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão das Faculdades Integradas Núcleo Educação Somos uma instituição de mais de oito décadas dedicadas a um projeto educacional que visa formar e informar. Comprometendo-nos com uma educação que se preocupa em formar pessoas capacitadas a transformar a sociedade. Objetivando habilitar profissionais para o discernimento, a sensibilidade, a criatividade, a autonomia, a responsabilidade social e as competências e habilidades técnicas e éticas, garantimos formação continuada ao corpo docente, instalações modernas, recursos tecnológicos e atividades pedagógicas diferenciadas. Tendo como uma de suas diretrizes a garantia da excelência dos cursos por elas oferecidos, as Faculdades Integradas “Campos Salles” permanecem atentas à dinâmica do mundo moderno, caracterizado pela transitoriedade, pelas constantes transformações, que tornam imprescindível a adaptação rotineira do processo educacional. A “Campos Salles” investe naqueles que acreditam em si e sabem que aprender a pensar é o melhor caminho para o sucesso. Administração da Instituição: Weder de Oliveira Direção Geral das FICS: Professor Claudinei Senger Coordenadora do Núcleo Educação (Cursos de Graduação e Pós –Graduação): Professora Luci Ana Santos da Cunha. Localizada no coração da Lapa e dos lapeanos, as Faculdades Integradas “Campos Salles” iniciaram suas atividades em 1971, mantendo a tradição de ser uma instituição honesta, que vem contribuindo há muitas gerações com a formação de bons profissionais na área de Educação. Com base no princípio da Educação Continuada, os cursos oferecidos pela instituição asseguram plena integração entre a graduação (Pedagogia) e a pós-graduação. O Centro de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão das Faculdades Integradas “Campos Salles” visa possibilitar ao profissional dentro do processo de especialização, o desenvolvimento da consciência crítica em face à realidade brasileira, de adequada fundamentação teórica e aquisição de habilidades técnicas necessárias a uma atuação responsável, competente e eficiente. Apresenta-se então, como um "locus" privilegiado de especialização, atualização e aperfeiçoamento de profissionais para atuarem em diferentes campos de trabalho. A tradicional qualidade que faz toda a diferença: Auditórios : equipados com sistema de som e projetores multimídia. Biblioteca: acervos constituídos por livros, periódicos, vídeos, CD-ROMs, hemeroteca, teses e monografias (Trabalho de Conclusão de Curso). Consultas por intermédio de terminais, permitindo a localização da publicação por autor, título e assunto, bem como a reserva para empréstimo por sistema digital. Brinquedoteca - laboratório de aprendizagem: tem como objetivo Professores competentes, que articulam teoria no e prática, pesquisa, reflexão nas árease contribuir processo de ensino dose intervenção futuros professores de estudo. especialistas, definindo uma metodologia capaz de articular os Acesso à rede wireless. Laboratório de informática. Conjunto poliesportivo coberto. Localização de fácil acesso (terminais de trem e ônibus). conteúdos teóricos estudados, em aprimoramento prático. Este enriquecimento acadêmico e profissional se engendrará a partir da possibilidade de articular as teorias estudadas nos cursos às aplicações nas atividades práticas. Os cursos de pós-graduação lato sensu, oferecidos pelo Centro de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão das Faculdades Integradas “Campos Salles”, seguem as normas do Conselho Nacional de Educação (CNE) e do Ministério da Educação (MEC), em conformidade com a resolução nº 1, de 8 de junho de 2007, bem como as normas do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP/MEC), de conforme a portaria MEC nº 328, de 1º de fevereiro de 2005. I. Dos cursos de Pós-Graduação em Educação 1.PSICOPEDAGOGIA O Programa Educação do Centro de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão, aborda o curso de Psicopedagogia como área de conhecimento e pesquisa em uma perspectiva interdisciplinar, buscando aprofundar o foco nos processos de ensino-aprendizagem, integrando diagnóstico e intervenção em contexto individual, coletivo e institucional. Consideramos a análise dos processos inseridos e contextualizados, buscando os fatores externos e internos dos problemas apresentados pela criança, discriminando o particular e o geral, o individual e o sociocultural, entre as especificidades e a universalidade, conforme os pressupostos da ABPp. Foi aprovada a Lei 557 no dia 04 de Dezembro de 2013 que estabelece a inserção obrigatória do psicopedagogo e do psicólogo como equipe especialista das escolas públicas do Brasil. Objetivo do Curso: Formar profissionais que pretendem aperfeiçoar-se nos processos e distúrbios de aprendizagem, em de uma abordagem interdisciplinar, para atuação clínica e institucional. Público-alvo: profissionais egressos das diversas Licenciaturas e concluintes do curso de Pedagogia. Equipe docente: Doutores, mestres e especialistas na área de educação e saúde. Duração: Quatro semestres – 360 horas Horário: 3ªs e 5ªs feiras, das 19h às 22h30min - Sábados: das 8h às 16h 2.Alfabetização, letramento e leitura de mundo - 360 HORAS Como tornar os alunos leitores e escritores competentes é uma das maiores dificuldades dos professores, e o domínio da competência leitora e escritora uma das maiores dificuldades dos alunos, o preparo do professor requer a construção de saberes profissionais para ensinar a ler e a escrever. O critério básico de seleção de conteúdos da formação de professores das séries iniciais Ensino Fundamental, portanto, é a possibilidade de contribuir para um fazer pedagógico melhor, no que se refere ao ensino da leitura e escrita, tanto de crianças como jovens e adultos. Objetivo do Curso: contribuir para o desenvolvimento profissional de professores do Ensino Fundamental - séries iniciais- na área de Língua Portuguesa e propor situações didáticas de como pode se trabalhar o conhecimento Iinguístico com crianças e adultos para que venham a assumir de fato a condição de cidadãos da cultura letrada. Público-alvo: O Curso de Formação de Professores Alfabetizadores é destinado especialmente a professores que desejam aprender a ensinar a ler e escrever na Educação Infantil e no Ensino Fundamental, tanto crianças como jovens e adultos. Embora seja destinado em especial a professores que alfabetizam, é aberto a outros profissionais da educação que pretendem aprofundar seus conhecimentos sobre o ensino e a aprendizagem no período da alfabetização. Equipe Docente: Doutores, mestres e especialistas nas áreas de educação. Duração: 1 ano (quatro módulos de 10 semanas) Horário: Período noturno: terças e quintas-feiras das 19h às 22h30min 3.DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR - O Curso de Docência no Ensino Superior atende a crescente demanda por formação pedagógica especializada, voltada para professores que atuam ou desejam atuar no ensino superior, acompanhando os novos comportamentos desse mercado. Considerando a expressiva expansão do acesso ao ensino superior, o docente deve reestruturar suas práticas, fazendo uso de novas competências e habilidades, com vistas à formação de um indivíduo criativo, ético e crítico, capaz de adaptar-se às novas demandas dos processos acadêmicos. Objetivo do Curso: Formar profissionais provenientes de diferentes campos de conhecimento para o exercício da docência no ensino superior, tendo como fio condutor a interação entre os princípios científicos e éticos, em consonância com a práxis pedagógica e científica, dinâmica e atualizada. Público-alvo: profissionais egressos de diferentes cursos superiores e concluintes do curso de Pedagogia que desejem se preparar para serem professores no ensino superior. Equipe docente: Doutores, mestres e especialistas na área. Duração: Quatro semestres – 360 horas Horário: 3ªs e 5ªs feiras, das 19h às 22h30. 4.EDUCAÇÃO INCLUSIVA – Déficit Intelectual Diante da responsabilidade de se garantir a Educação como direito público subjetivo, é necessário que as políticas públicas garantam o acesso ao conhecimento e aos ambientes sociais e escolares de alunos com deficiência e altas habilidades, como prescrição constitucional, no ensino básico e superior. Compreender a constituição da Educação Especial e as propostas de escolarização das pessoas com deficiência, em diferentes momentos históricos é importante instrumento de compreensão do processo de inclusão social. Objetivo do Curso: Formar profissionais que já trabalham ou desejam trabalhar em classes regulares, aprofundando seus estudos para atender crianças com necessidades especiais (déficit intelectual), ou em escolas e demais instituições que ofereçam atendimento especializado a educandos nessas condições. Público Alvo: docentes para trabalhar em classes regulares de escolas ou instituições especializadas, para atender crianças com necessidades especiais (déficit intelectual). Equipe docente: Doutores, mestres e especialistas na área. Duração: Quatro semestres – 360 horas Horário: 3ªs e 5ªs feiras, das 19h às 22h30. 5. GESTÃO EDUCACIONAL O curso discute conhecimentos básicos relativos à organização e gestão do trabalho escolar, compreendendo a evolução histórica e os diferentes modelos de gestão escolar que estruturam as relações educativas, em nível de sistema e de unidade escolar, com ênfase na perspectiva de gestão democrática, no trabalho coletivo e nos mecanismos de participação democrática na instituição escolar. Objetivo do Curso: Formar gestores educacionais dentro de uma visão democrática, visando a busca da melhoria na qualidade do ensino e da autonomia da escola. Público-alvo: profissionais egressos das diversas Licenciaturas e concluintes do curso de Pedagogia. Equipe docente: Doutores, mestres e especialistas na área. Duração: Quatro semestres – 1.000 horas Horário: 2ªs às 6ªs feiras, das 19h às 22h30 6. DIREITO EDUCACIONAL - 360 HORAS - em parceria científica com o curso de Direito Este curso foi concebido para profissionais da área da educação a partir da crescente necessidade de conhecimentos sobre o direito aplicado à educação, com ênfase na apresentação dos fundamentos de direito a profissionais não formados na área jurídica, o estudo da regulação do ensino brasileiro, a gestão administrativa, soluções alternativas de conflitos e direito da criança e do adolescente. Objetivos do Curso: proporcionar ao aluno os conhecimentos relativos ao direito educacional, mediante oferecimento dos fundamentos do direito voltados à educação e aprofundamento das principais questões jurídicas relacionadas à vida escolar. Público-Alvo: profissionais atuantes em todos os níveis escolares na docência e gestão escolar ou acadêmica. Equipe Docente: Doutores, mestres e especialistas nas áreas de direito e pedagogia. Duração: 1 ano (quatro módulos de 10 semanas) Horário: sextas-feiras, das 19h às 22h; sábados das 9h às 12h e das 14h às 17h. II. Cursos de atualização e aperfeiçoamento: Módulos a partir de 12 horas de duração, aos sábados. Detalhamento de cada curso: www.cs.edu.br A Música e o Movimento como práticas educacionais no cotidiano escolar Alfabetização e Letramento – Módulos I, II e III -Módulo I: Alfabetização Inicial. Fases da escrita e intervenções pedagógicas. -Módulo II: Revisão textual - organização do enredo e do conhecimento linguístico, ortografia, gramática e pontuação. -Módulo III: Gêneros literários nas séries iniciais do Ensino Fundamental Contação de histórias Brinquedoteca: Como montar, criar e organizar uma brinquedoteca O teatro como desenvolvimento corporal, vocal e cênico Português Instrumental: Leitura e Produção de Texto – Módulos I e II. Língua Brasileira de Sinais Corpo e movimento: expressão corporal Mediação de conflitos Jogos pedagógicos: fundamentação pedagógica e elaboração FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO DE DISCIPLINA/PROFESSOR DE PÓSGRADUAÇÃO LATO SENSU Prezado(a) aluno(a)! Solicitamos sua contribuição para a avaliação e melhoria dos nossos cursos de especialização, respondendo aos questionamentos a seguir de forma sincera e criteriosa. Para cada questão, indique como resposta o valor numérico de 0 a 10 que melhor se ajuste à sua opinião, lembrando que o valor “0” corresponde a totalmente insatisfeito ou inadequado e o valor “10” corresponde a totalmente satisfeito ou adequado. Desde já, agradecemos pelo seu auxílio! Disciplina: Nome do(a) Professor(a): Considerando o desempenho do(a) professor(a) quanto aos parâmetros indicados a seguir, atribua uma nota de 0 a 10 para cada um: I PROGRAMA E DESENVOLVIMENTO DA DISCIPLINA PELO(A) PROFESSOR(A) 1. Proporção entre conceitos, exemplos práticos e exercícios 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 2. Programa da disciplina e bibliografia 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 3. Profundidade e desenvolvimento dos temas em relação aos objetivos 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 4. Ritmo da exposição do conteúdo da disciplina 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 5. Qualidade dos recursos didáticos 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 6. Método de avaliação utilizado 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 7. Quantidade de informações novas 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 8. A carga horária de trabalhos/estudos exigida em relação ao conteúdo 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 9. A carga horária de trabalhos/estudos exigida em relação ao tempo disponível 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 II O(A) PROFESSOR(A) 10. Conhecimento demonstrado pelo professor sobre o assunto 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11. Preparação das aulas (clareza e objetividade na exposição dos conteúdos) 11.a. Em sala 11.b. Via internet 11.c. Apostila/lições/material disponibilizado 12. Comunicação com os alunos/a turma 13. Relacionamento com os alunos/a turma 14. Incentivo aos alunos se expressarem 15. Pontualidade e assiduidade 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 III APLICABILIDADE DA DISCIPLINA 16. Aplicação dos novos conhecimentos e habilidades no trabalho 17. Atendimento de necessidades pessoais 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 IV AUTOAVALIAÇÃO 18. Aprendizagem dos temas abordados 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 19. Acompanhamento dos conteúdos apresentados 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 20. Contribuição da participação para o desenvolvimento da disciplina 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 V SUGESTÕES Quais comentários adicionais, sugestões, pontos fortes ou fracos que gostaria de destacar em relação a esta disciplina ou deste(a) professor(a)? Referência BITTENCOURT, D. F. A. A construção de um modelo de curso lato sensu via internet – a experiência com o curso de especialização para gestores de instituições de ensino técnico UFSC/SENAI Florianópolis, 1999. 101 f. Dissertação (Mestrado em engenharia da Produção) – Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas. Universidade Federal de Santa Catarina. FACULDADES INTEGRADAS “CAMPOS SALLES” Carmem R. M. Sales (1) BIBLIOTECA “PROF. HENRIQUE GAMBA” 1. Carmem Rosana Moreira Sales. Bibliotecária Faculdades Integradas “Campos Salles”. 2015 ESTATÍSTICA DE USO DA BIBLIOTECA Empréstimo mensal no período de Jan. a dezembro de 2013/2014 Este gráfico mostra como o acervo da biblioteca está sendo utilizado pelos alunos da Instituição. Número total de empréstimos em 2013 – 8.586 EMPRÉSTIMO MENSAL - (Jan-Dez/2013) -8.586 1.160 1.149 1.200 1.019 969 1.000 921 902 900 803 800 670 600 400 200 93 Jan/Fev Mar Abr Maio Jun Jul Ago Set Out Nov/dez Empréstimo por usuários de janeiro a dezembro de 2013 EMPRÉSTIMO POR USUÁRIO - Jan a Dez- 2013 (8.586) ADM CC ED TECNOL PSICO SI DI OUTROS 3.298 3.500 3.000 2.500 2.000 1.500 1.252 1.252 1.007 894 1.000 433 300 500 150 0 ADM CC ED TECNOL PSICO SI DI OUTROS Número total de empréstimos no período de janeiro a dezembro de 2014 – 8.041 EMPRÉSTIMO MENSAL - (Jan-Dez/ 2014) - 8.041 1.600 1.416 1.400 1.200 1072 957 1.000 838 758 802 217 800 711 546 600 400 200 120 109 Jan/Fev Mar Abr Maio Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Empréstimo por usuários no período de jan a dez de 2014 EMPRÉSTIMO POR USUÁRIO - Jan a Dez- 2014 (8.041) ADM CC ED TECNOL PSICO SI DI OUTROS 3.000 2.511 2.500 2.099 2.000 1.500 912 930 1.000 610 480 500 146 67 0 ADM CC ED TECNOL PSICO SI DI OUTROS Atualização do acervo No período de janeiro a dezembro de 2014 foram adquiridos 450 títulos e 802 volumes de livros sendo a seguinte forma de aquisição: Compra: Total = 86 titulos e 200 volumes Doação: 364 títulos e 602volumes 19 volumes foram descartados do acervo por extravio Foram renovadas 6 assinaturas de periódicos. Total geral do acervo: TOTAL GERAL Livros Títulos 9.292 volumes 18.180 periodicos 188 Apêndice XV - AÇÃO DE DOAÇÕES NAS FICS - Gráficos representativos dos resultados e comentários sobre a ação de doações realizada pela Faculdades Integradas Campos Salles. Relação geral da entrevista Total de entrevistados 40 Alunos da Faculdade Público em geral 25 15 Grau de importância de doações beneficentes em organizações e instituições de ensino na opinião do público Muito importante Importante Razoávelmente importante Sem importância 34 4 2 0 0 Não sei O impacto que ações beneficentes podem causar a sociedade na opinião do público. Teríamos um país melhor, podendo contribuir para a qualidade de vida de muitas pessoas carentes que necessitam dessas ações. Diminuir as desigualdades sociais, repassando aquilo que me sobra para quem precisa, além de ser gratificante transmitir carinho e amor para pessoas carentes. Servir dealerta para que os órgãos políticos tomem atitudes de ajudar os necessitados e proporcionem a igualdade social Não acho que tenha muita influência, pois o problema atingiu um nível que não tem solução Não sei 21 12 6 1 0 Como você avalia a atitude da Faculdades Integradas Campos Salles em inicias este projeto de doações? Uma bela atitude, onde demonstrar que a faculdade além de se preocupar com o ensino de seu alunos, se preocupa também com a sociedade. Um projeto importante que torna a Campos Salles diferente das demais faculdades que deviam seguir o exemplo. Legal a iniciativa, porém deveria expandir mais a idéia. Não vejo nada de diferente, pois muitas outras instituições também realizam esta ação. Não sei. 30 6 4 0 0 Você colaborou com as doações da campanha da Campos Salles? Sim, e ajudaria de novo. Não, pois o tempo era curto e não consegui me programar, mas tenho vontade em doar nos próximos anos. Não, pois já faço doações para outas entidades Não, pois não tinha nada para doar. Não gosto de fazer doações 21 16 2 1 0 Comentários do público nas redes socais Opinião do Asilo Pensionato para idosos Vila City América Considerações finais Com base nos gráficos representativos das pesquisas, comentários nas redes sociais, na faculdade durante e após o termino do evento podemos analisar que a ação é muito bem vista e incentivada por alunos e o público em geral. Entretanto, a maior ressalta é referente ao tempo e divulgação que devem ser trabalhados com mais intensidade para o próximo ano. Ampliar o tempo para arrecadar doações é uma das atitudes mais importantes a ser considerada para o próximo ano, incluindo a divulgação que também deve ser reforçada. Outro ponto interessante é tentar unir a semana de arrecadação de doações da Faculdade Campos Salles juntamente com a semana do Colégio Campos Salles, pois a comunidade em volta da instituição levantou esta questão. Nós, da turma do 6° Semestre de Administração, adquirimos muitas experiências participando deste projeto, seja como profissionais e também como seres humanos. simplesmente gratificante. Por fim, podemos afirmar que ações de doações beneficentes são extremamente importantes para qualquer organização, além de ser vista com outros olhos a Campos Salles se torna uma instituição diferenciada das demais iniciando esta atitude tão nobre. ATOS LEGAIS CURSOS 1. Administração, Bacharelado (Linhas de Formação em Administração geral e em Currículo) ATOS LEGAIS Reconhecimento: Decreto nº 80780 (DOU, 23/11/1977) e Portaria Ministerial nº 746, DOU, de 07/05/1999 Nº de vagas: 330 vagas totais anuais Regime do Curso: Seriado Semestral Turno de Funcionamento: Diurno e Noturno Integralização: Mínimo: 4 anos letivos Máximo: 7 anos letivos 2. Ciências Contábeis, Reconhecimento: Decreto nº 80780 (DOU, 23/11/1977) Bacharelado Nº de vagas: 250 vagas totais anuais Regime do Curso: Seriado Semestral Turno de Funcionamento: Diurno e Noturno Integralização: Mínimo: 4 anos letivos Máximo: 7 anos letivos 3. Ciências Econômi- Reconhecimento: Portaria Ministerial nº 1666 (DOU, 08/06/2004) cas, Bacharelado Nº de vagas: 200 vagas totais anuais Regime do Curso: Seriado Semestral Turno de Funcionamento: Diurno e Noturno Integralização: Mínimo: 4 anos letivos Máximo: 7 anos letivos 4. Curso Superior de Autorização: Portaria SETEC nº 149 (DOU, 04/04/2008) Tecnologia em Gestão Nº de vagas: 60 vagas totais anuais Comercial Regime do Curso: Seriado Semestral Turno de Funcionamento: Noturno Integralização: Mínimo: 4 semestres letivos Máximo: 6 semestres letivos 5. Curso Superior de Autorização: Portaria SETEC nº 620 (DOU, 21/12/2007) Tecnologia em Gestão Nº de vagas: 60 vagas totais anuais de Recursos Humanos Regime do Curso: Seriado Semestral Turno de Funcionamento: Noturno Integralização: Mínimo: 4 semestres letivos Máximo: 6 semestres letivos 6. Curso Superior de Autorização: Portaria SETEC nº 517 (DOU, 05/10/2007) Tecnologia em Gestão Nº de vagas: 120 vagas totais anuais Financeira Regime do Curso: Seriado Semestral Turno de Funcionamento: Noturno Integralização: Mínimo: 4 semestres letivos Máximo: 6 semestres letivos 7. Curso Superior de Autorização: Portaria SETEC nº 620 (DOU, 21/12/2007) Tecnologia em Logística Nº de vagas: 60 vagas totais anuais Regime do Curso: Seriado Semestral Turno de Funcionamento: Noturno Integralização: Mínimo: 4 semestres letivos Máximo: 6 semestres letivos 8. Curso Superior de Autorização: Portaria SETEC nº 22 (DOU, 17/01/2008) Tecnologia em Nº de vagas: 120 vagas totais anuais Marketing Regime do Curso: Seriado Semestral Turno de Funcionamento: Noturno Integralização: Mínimo: 4 semestres letivos Máximo: 6 semestres letivos 9. Direito, Bacharelado Autorização: Portaria Ministerial nº 3686 (DOU, 10/12/2003) Nº de vagas: 200 vagas totais anuais Regime do Curso: Seriado Semestral Turno de Funcionamento: Noturno Integralização: Mínimo: 5 anos letivos Máximo: 8 anos letivos 10. Pedagogia, Licen- Reconhecimento: Decreto nº 76029 (DOU, 28/07/1975) e Portaria ciatura (Magistério da Ministerial nº 1058 (DOU, 03/05/2004) Educação Infantil e Séries Iniciais do Ensino Nº de vagas: 800 vagas totais anuais Regime do Curso: Seriado Semestral Fundamental) Turno de Funcionamento: Diurno e Noturno Integralização: Mínimo: 3 anos letivos Máximo: 5 anos letivos 10. Sistemas de Reconhecimento: Portaria Ministerial nº 588 (DOU, 16/03/2004) Informação, Nº de vagas: 100 vagas totais anuais Bacharelado Regime do Curso: Seriado Semestral Turno de Funcionamento: Noturno Integralização: Mínimo: 4 anos letivos Máximo: 7 anos letivos CPA - COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO Rua Nossa Senhora da Lapa, 270 05072-000 - São Paulo - SP Acompanhe os trabalhos da CPA Comissão Própria de Avaliação da FICS através do site: cs.edu.br/cpa Tel.: (11) 3649-7000 Fax. (11) 3649-7001 email: [email protected] www.cs.edu.br