Documentos 117 ISSN 1415-2312 Novembro, 2008 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 2008-2011 ISSN 1415-2312 Novembro, 2008 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Hortaliças Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Documentos 117 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças: 2008-2011 análise organizacional Coordenador Waldir Aparecido Marouelli Membros André Nepomuceno Dusi Dione Melo da Silva Francisco Vilela Resende Geovani Bernardo Amaro Neide Botrel Gonçalves Roberto César Alves do Nascimento Valter Rodrigues Oliveira Colaboradores Alessandra Vilardi Martini Carlos Alberto Lopes Giovani Olegário da Silva Silvia Satiko Onoyama Revisão de Texto Marcos Renato de Andrade Simões Esteves Embrapa Hortaliças Brasília, DF 2008 Exemplares desta publicação podem ser adquiridos na: Embrapa Hortaliças BR 060 Rodovia Brasilia-Anápolis km 9 Caixa Postal 218, 70351-970, Brasília-DF Telefone (61)3385-9105 E-mail: [email protected] Comitê de Publicações da Embrapa Hortaliças Presidente: Gilmar P. Henz Secretária-Executiva: Fabiana Spada Editor Técnico: Flávia Aparecida Alcântara Membros:Edson Guiducci Filho Milza Moreira Lana Alice Maria Quezado Duval Normalização Bibliográfica: Rosane Mendes Parmagnani Editoração eletrônica: Rafael Miranda Lobo 1a edição 1a impressão (2008): 50 exemplares Todos os direitos reservados. A reprodução não-autorizada desta publicação, no todo ou em parte, constitui violação dos direitos autorais (Lei nº 9.610). Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Embrapa Hortaliças IV Plano diretor da Embrapa Hortaliças: 2008-2011: análise organizacional. -- Brasília : Embrapa Hortaliças, 2008. 84 p. ; (Embrapa Hortaliças. Documentos, ISSN 1415-2312; 117) 1. Plano Diretor - Embrapa Hortaliças. 2. PDU. I. Série. CDD 635.072 (19. ed.) @Embrapa 2008 SUMÁRIO Resumo...............................................................................................................1 Análise Organizacional.......................................................................................... 2 Introdução............................................................................................................2 Questionário Utilizado para a Pesquisa......................................................................2 Universo de Empregados e Amostra Inicial................................................................3 Amostra Final........................................................................................................5 Metodologia de Análise dos Dados...........................................................................5 Resultados da Análise.............................................................................................6 Síntese dos Resultados.......................................................................................... 13 Resultados Quantitativos e Qualitativos da Pesquisa..................................................17 1. Desempenho Global .....................................................................................17 1.1 Imagem....................................................................................................18 1.2 Gestão econômico-financeira.......................................................................19 1.3 Satisfação do cliente..................................................................................20 1.4 Comentários............................................................................................. 20 2. Gestão de Pessoas e Cultura Organizacional.........................................................22 2.1 Recursos humanos.....................................................................................23 2.2 Cultura organizacional.................................................................................26 2.3 Comentários..............................................................................................27 3. Gestão do Conhecimento e Propriedade Intelectual................................................30 3.1 Gestão do conhecimento.............................................................................30 3.2. Propriedade intelectual...............................................................................31 3.3 Comentários..............................................................................................32 4. Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação e Transferência de Tecnologia.....................33 4.1 Articulação para cooperação tecnológica .....................................................34 4.2 Financiamento para PD&I........................................................................... 35 4.3 Processos de PD&I e transferência de tecnologias..........................................36 4.4 Comentários..............................................................................................37 5. Gestão da Infra-estrutura................................................................................... 40 5.1 Condições de infra-estrutura de pesquisa...................................................... 40 5.2 Gestão da infra-estrutura de suporte.............................................................42 5.3 Comentários............................................................................................ 43 6. Planejamento e Gestão..................................................................................... 44 6.1. Planejamento e gestão...............................................................................45 6.2. Processo decisório.................................................................................... 46 6.3. Modelo de gestão..................................................................................... 47 6.4. Processo de comunicação.......................................................................... 48 6.5 Comentários............................................................................................. 49 Anexos................................................................................................................51 I. Questionário utilizado na pesquisa de avaliação organizacional e indicação das perguntas respondidas pelos grupos de respondentes.................................................51 II. Estratificação do universo elegível, amostra inicial e final para avaliação Organizacional.......................................................................................................59 III. Freqüência de conceitos para os quesitos avaliados, conforme a categoria de respondentes.........................................................................................................60 IV. Variação da percepção das categorias de respondentes em relação à média de todas as categorias, conforme a dimensão valiada...................................................................64 V. Resultado do teste de Kruskal-Wallis para análise de convergência entre as percepções das categorias de respondente.................................................................................66 VI. Distribuição quantitativa dos empregados da Embrapa Hortaliças, por cargo, área e setor....................................................................................................................69 VII. Atas das reuniões do Grupo de Trabalho............................................................ 72 VIII. Princiapis documentos consultados.................................................................. 79 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 1 Resumo Realizou-se uma pesquisa de avaliação organizacional do ambiente interno da Embrapa Hortaliças visando subsidiar a formulação do IV Plano Diretor da Unidade. O universo de respondentes foi definido de forma a assegurar a representatividade dos diferentes espaços ocupacionais na Unidade. A amostra final foi de 30 pesquisadores, 15 analistas e 45 assistentes (51% dos empregados elegíveis). O questionário utilizado na pesquisa contemplou 96 quesitos relacionados às seguintes dimensões de análise: “Desempenho global”; “Gestão de pessoas e cultura organizacional”; “Gestão do conhecimento e propriedade intelectual”; “PD&I e transferência de tecnologia”; “Gestão da infra-estrutura”; e “Planejamento e gestão”. Os respondentes tinham de marcar uma das seis opções de resposta (Excelente, Bom, Regular, Ruim, Muito Ruim, e Não tenho conhecimento para opinar) e espaço para comentários e justificativas. A percepção organizacional global captada pela pesquisa de avaliação é de alerta (66% de conceitos Regular, Ruim e Muito Ruim). Quatro das dimensões avaliadas (“Gestão de pessoas e cultura organizacional”, “Gestão do conhecimento e propriedade intelectual”, “Gestão da infra-estrutura” e “Planejamento e gestão”) indicaram predominância de pontos de fragilidade e de alerta. Considerando todas as categorias de respondentes, 10% dos quesitos foram avaliados como pontos fortes, 8% positivos, 39% de alerta e 43% de fragilidade. Os principais pontos forte captados incluem: imagem da Unidade perante os diferentes públicos externos; satisfação dos clientes externos com os produtos e serviços ofertados; tamanho e qualificação da equipe de pesquisadores; e captação de recursos para projetos junto aos macroprogramas. Dentre os pontos de fragilidade, destacam: suporte para campos experimentais; aperfeiçoamento da equipe de apoio; renovação e rearranjo do quadro de empregados; transparência e adequação dos processos de premiação e avaliação de desempenho; política de formação de futuros gestores; estímulo ao trabalho em equipe e a cooperação para a obtenção de resultados; ambiente que estimule a criatividade e a inovação; condições de trabalho para minimizar ocorrência de doenças ocupacionais; gestão do conhecimento; integração entre as áreas de P&D e de Comunicação e Negócios; quantidade e qualidade de tecnologias geradas; inovação nos processos de transferência de tecnologias, gestão da infra-estrutura e de projetos de P&D; e transparência e grau de participação dos empregados nos processos de tomada de decisão. 2 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças Análise Organizacional Introdução A avaliação organizacional do ambiente interno da Embrapa Hortaliças foi efetuada a partir de pesquisa realizada no período de 20 a 26 de maio de 2008 com uma amostra de pesquisadores, analistas e assistentes, incluindo gestores e supervisores, visando subsidiar o processo de formulação do IV Plano Diretor da Unidade. A análise, incluindo a aplicação de questionário específico, foi realizada pelo Grupo de Trabalho encarregado da análise do ambiente interno, para auxiliar a elaboração do IV PDU, constituído pela Chefia Geral da Unidade (O.S. CNPH No 28/08). Questionário Utilizado para a Pesquisa O questionário, estruturado e definido para a pesquisa organizacional na Unidade, contemplou um conjunto de itens e quesitos relacionados às seguintes dimensões de análise e objetivos: • Desempenho global – avaliar o desempenho da Embrapa Hortaliças no tocante à gestão de seus recursos econômico-financeiros, à satisfação dos clientes e à solidez de sua imagem perante os seus públicos interno e externo; • Gestão de pessoas e cultura organizacional – avaliar o perfil técnico e gerencial da Embrapa Hortaliças, dos processos de gestão de pessoas e dos princípios, valores, atitudes e padrões de comportamento; • Gestão do conhecimento e propriedade intelectual – avaliar os processos de gestão do conhecimento e de propriedade intelectual para a execução das atividades de PD&I e transferência de tecnologia; • Pesquisa, desenvolvimento & inovação e transferência de tecnologia – contemplar a avaliação de fatores que permitem à Embrapa Hortaliças ampliar a capacidade de atendimento e a efetividade de suas ações, compreendendo a atuação em redes para cooperação tecnológica, o financiamento para PD&I, a capacidade de inovação em produtos e serviços e a transferência de tecnologia; • Gestão da infra-estrutura – compreender a avaliação da adequação da infra-estrutura física e de equipamentos para execução das atividades da Embrapa Hortaliças; IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 3 • Planejamento e gestão – avaliar a existência, qualidade e adequação das decisões estratégicas e dos processos de planejamento, de gestão estratégica e operacional, e de comunicação da Embrapa Hortaliças. Teve-se como referência o questionário proposto como modelo pela Embrapa, com 62 perguntas, que foi ajustado para as necessidades da Embrapa Hortaliças. A estrutura básica do questionário original foi mantida, não tendo sido alterada as dimensões propostas e os itens dentro de cada dimensão. Todavia, os quesitos dentro de cada item foram revistos, alguns subdivididos ou eliminados e outros incluídos. Procurou-se simplificar ao máximo a redação dos quesitos questionados para atender os diferentes públicos da Unidade. Anteriormente à pesquisa, foi realizada a validação do questionário, tendo este sido aplicado a 21 empregados com cargos de pesquisador, analista e assistente. Apesar dos ajustes realizados após o processo de validação não terem sido expressivos, os indivíduos que contribuíram para a validação foram solicitados a responder novamente o questionário final. O questionário utilizado para a pesquisa de avaliação organizacional na Unidade contou com 96 perguntas (Anexo I). Ao final de cada item avaliado existiu um espaço destinado para os respondentes apresentarem os comentários e justificativas que julgassem pertinentes. Universo de Empregados e Amostra Inicial O universo e a amostra para o diagnóstico do ambiente interno foi definido de forma a assegurar a representatividade dos diferentes espaços ocupacionais existentes na Unidade. Foi considerado que todos os empregados com cargos de pesquisador e de analista (classes A e B) e aqueles com funções gerenciais e de supervisão deveriam ser ouvidos, além de um conjunto representativo dos empregados com cargo de assistente (classes A, B e C) sem função gerencial. Assim, todos aqueles com função gerencial, gratificada ou não, que participam dos processos decisórios importantes na Unidade, como os presidentes e secretários executivos de comitês, os líderes de projetos dos Macroprogramas e supervisores de setores, foram amostrados. Entre os assistentes, foram escolhidos preferencialmente aqueles que possuíam uma visão mais abrangente do funcionamento da empresa. Foram considerados elegíveis para participar do processo os empregados que não se encontravam em férias ou licenças e aqueles com um ou mais anos de admissão. 4 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças O quadro atual da Embrapa Hortaliças (junho de 2008) totaliza 218 empregados, sendo 45 pesquisadores, 25 analistas e 148 assistentes. Desses, 12 estão em funções de chefia (geral e adjuntas) e de supervisão de setores. A partir do cruzamento desses universos identificou-se um total de 175 indivíduos elegíveis (36 pesquisadores, 19 analistas e 120 assistentes). Para que não houvesse um desbalanceamento da amostra de respondentes, adotou-se a estratégia de elaborar uma amostra estratificada, composta por 100% dos indivíduos com cargos de pesquisador e analista (Grupo 1), 60% dos assistentes com funções de técnicos agrícolas, laboratoristas, supervisores e secretárias de chefias (Grupo 2) e 40% dos demais assistentes (Grupo 3), de forma que a amostra final contivesse cerca de 50% de indivíduos do Grupo 1 (pesquisadores e analistas) e 50% de indivíduos dos Grupos 2 e 3 (assistentes). A maior percentagem de indivíduos do Grupo 2, em relação ao Grupo 3, deveu-se em razão de serem em menor número e possuírem uma visão mais abrangente do funcionamento da Unidade. O procedimento adotado para selecionar os indivíduos dos Grupos 2 e 3 foi o da amostragem dirigida, tendo sido o grau de escolaridade e a habilidade para leitura os critérios considerados. Desta forma, a amostra inicial para o diagnóstico do ambiente interno foi composta de 112 indivíduos, representando 51,4% do universo dos empregados da Unidade e de 63,6% dos indivíduos elegíveis. Fizeram parte da amostra inicial 37 pesquisadores, 19 analistas e 56 assistentes, ou seja, 56 indivíduos do Grupo 1, 23 indivíduos do Grupo 2 e 33 indivíduos do Grupo 3. Com esse procedimento se conseguiu uma amostra bastante representativa em relação ao universo elegível (Anexo II). Apenas aos indivíduos do Grupo 1 foi aplicado o questionário completo com todos os 96 quesitos. O questionário aplicado aos indivíduos do Grupo 2 continha 62 quesitos enquanto o aplicado aos indivíduos do Grupo 3 continha 35 quesitos (Anexo I). As perguntas feitas aos indivíduos dos Grupos 2 e 3 foram selecionadas do questionário completo. Tal resolução deveu-se à provável dificuldade que os indivíduos dos Grupos 2 e 3 teriam em responder vários dos quesitos questionados. IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 5 Amostra Final O questionário foi respondido por 90 indivíduos, ou seja, 51% dos empregados elegíveis da Unidade e 80% da amostra inicial estabelecida, o que demonstra um excelente nível de participação e comprometimento dos empregados da Unidade nesta fase de elaboração do IV PDU. Destes, 45 referem-se a indivíduos do Grupo 1 (30 pesquisadores e 15 analistas) e 45 assistentes (21 do Grupo 2 e 24 do Grupo 3). Portanto, a proporção de respondentes considerando os cargos de pesquisador, analista e assistente está coerente com o definido na amostra inicial, conforme quadro a seguir. Quadro 1 :Comparativo da distribuição e do tamanho da amostra inicial e dos respondentes, por grupo e cargo, assim como número de empregados elegíveis. Grupo Amostra inicial Respondentes 1 (pesquisadores e analistas) 50% 50% 2 + 3 (assistentes) 50% 50% Total 100% 100% Cargo Elegíveis Amostra inicial Respondentes Pesquisador 37 37 30 Analista 19 19 15 Assistente 120 56 45 176 112 90 Total (*) (*) Dos totais de elegíveis e da amostra inicial, 12 são chefes e supervisores, enquanto do total dos respondentes, 10 são chefes e supervisores. Os respondentes com cargos de pesquisador e analista representam 50,0% da amostra final analisada, enquanto os indivíduos com cargo de assistente que responderam o questionário representam 50,0% da respectiva amostra. Metodologia de Análise dos Dados A análise dos resultados constou da realização de um teste de freqüência para cada um dos quesitos formulados no questionário. Consideraram-se as respostas de todos os indivíduos (análise global) e por categoria de respondente (pesquisador, analista, 6 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças assistente e chefe/supervisor). No capítulo “Resultados Quantitativos e Qualitativos da Pesquisa” são apresentadas as tabelas de freqüência de conceito considerando todos os respondentes. Foi realizada análise estatística dos dados para verificar situações em que não houve convergência entre percepções das diferentes categorias de respondentes. Para tal, foi utilizado o método não-paramétrico de Kruskal-Wallis (α de 0,05) que permite testar a hipótese geral de que todas as medianas populacionais entre grupos são iguais. Além da análise para cada quesito avaliado, foram realizadas análises agregadas para cada item e dimensão avaliados. Foi determinada ainda a percepção dos empregados sobre a avaliação organizacional global da Unidade (média de todos os quesitos). A análise final também considerou os comentários predominantes apresentados pelos entrevistados ao final de cada item (ver capítulo “Resultados da Pesquisa”). De modo a capturar a percepção do conjunto de entrevistados em relação aos aspectos organizacionais mais relevantes para a Embrapa Hortaliças, os quesitos foram classificados em pontos fortes (quesitos cuja soma dos conceitos Excelente e Bom equivaleram no mínimo a 60% das opiniões), positivos (quesitos com soma dos conceitos Excelente e Bom equivalente no mínimo a 50% das opiniões, mas que não atingiram o critério de forte), de alerta (soma dos conceitos Regular, Ruim e Muito Ruim superior a 50% das opiniões, mas que não atingiram o critério de fragilidade) e de fragilidade (quesitos cuja soma dos conceitos Ruim e Muito Ruim equivaleram no mínimo a 30% das opiniões). Para se determinar a freqüência de conceitos atribuídos para cada quesito avaliado, não se considerou as respostas “Não tenho conhecimento para opinar”, ou seja, o somatório de conceitos Excelente, Bom, Regular, Ruim e Muito Ruim totalizaram 100%. Resultados da Análise O percentual médio de respostas na categoria “Não tem conhecimento” foi de 11,1%. Os valores percentuais para cada quesito são apresentados no capítulo “Resultados Quantitativos e Qualitativos da Pesquisa”. IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 7 Com base nos critérios estabelecidos e considerando todas as categorias de respondentes, 10,4% dos quesitos avaliados foram considerados pontos fortes, 8,3% pontos positivos, 38,6% pontos de alerta e 42,7% pontos de fragilidade. Em termos percentuais médios, menor divergência de percepção entre as categorias de respondentes ocorreu para as dimensões “Desempenho global” (Dim 1) e “Pesquisa, desenvolvimento & inovação e transferência de tecnologia” (Dim 4), enquanto os maiores desvios ocorreram para as dimensões “Gestão de pessoas e cultura organizacional” (Dim 2), “Gestão do conhecimento e propriedade intelectual (Dim 3), “Gestão da infra-estrutura” (Dim 5) e “Planejamento e gestão” (Dim 6). A média dos conceitos da categoria de pesquisador foi 7,1% menor que a média global das quatro categorias de respondentes, a da categoria de analista foi 1,2% menor, a da categoria de assistentes foi 5,1% maior e a da categoria de chefe/supervisor foi 11,1% maior. 25 Variação da percepção das categorias de respondentes em relação à média de todas as categorias, conforme a dimensão avaliada Pesquisador Analista Assistente Chefe/supervisor Variação (%) 15 5 Dim 1 Dim 2 Dim 3 Dim 4 Dim 5 Dim 6 Todas -5 -15 Comparativamente à categoria de pesquisador, as médias dos conceitos das categorias de analista, assistente e chefe/supervisor foram 6,9%, 16,4% e 20,6% maiores, respectivamente. Nos casos de divergências significativas de percepção, foram feitos os respectivos registros na avaliação dos itens específicos no capítulo “Resultados da Pesquisa”. Os resultados da pesquisa por categoria de respondentes estão disponibilizados no Anexo III. 8 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 40 Variação da percepção das categorias de respondentes em relação à categoria de pesqusador, conforme a dimensão avaliada Analista Assistente Chefe/supervisor Variação (%) 30 20 10 0 Dim 1 Dim 2 Dim 3 Dim 4 Dim 5 Dim 6 Todas Pelo teste de Kruskal-Wallis (α de 0,05), não houve convergência entre as percepções das diferentes categorias de respondentes em 15 dos 96 quesitos avaliados (Anexo VI). Os quesitos com divergência de percepção foram: “Tamanho e qualificação da equipe da área de Informática”; “Tamanho e qualificação de pessoal de suporte para campos experimentais”; “Treinamento, formação e aperfeiçoamento da equipe de apoio”; “Reconhecimento e valorização profissional”; “Renovação e de rearranjo do quadro de empregados”; “Transparência e adequação dos processos de premiação e avaliação de desempenho”; “Número de patentes registradas pela Unidade”; “Infra-estrutura de laboratórios”; “Atualização e manutenção dos equipamentos”; “Compartilhamento de equipamentos com Unidades descentralizadas da Embrapa”; “Compartilhamento interno de equipamentos entre laboratórios”; “Infra-estrutura da área de informação e comunicação”; “Infra-estrutura para estagiários”; “Logística de acesso à Unidade para estagiários”; e “Acompanhamento das atividades/metas individuais e por equipe”. Não foi verificada diferença significativa de percepção para nenhum dos quesitos avaliados nas dimensões “Desempenho global” e “Pesquisa, desenvolvimento & inovação e transferência de tecnologia”. A seguir são listados os conjuntos de aspectos fortes, positivos, de alerta e de fragilidade, conforme a percepção do universo global dos respondentes. Aspectos Fortes Relacionados à imagem • Imagem perante os parceiros externos da área de PD&I, assistência técnica e extensão rural, seus público-alvo e a sociedade. • Imagem perante as demais Unidades da Embrapa. IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 9 Relacionados à satisfação do cliente • Satisfação dos clientes externos com os produtos e serviços ofertados. Relacionados aos recursos humanos • Tamanho e qualificação da equipe de pesquisadores. Relacionados à gestão do conhecimento • Acesso a bases de informações de PD&I no Brasil e exterior. Relacionados ao financiamento para PD&I • Captação de recursos para projetos junto aos Macroprogramas. Relacionados à gestão da infra-estrutura de suporte • Infra-estrutura da área de informação e comunicação. Aspectos Positivos Relacionados aos recursos humanos • Perfil técnico da equipe de pesquisadores para atendimentos das demandas nas diferentes áreas de pesquisa. • Tamanho e qualificação da equipe da Área de Comunicação e Negócios. Relacionados à articulação para cooperação tecnológica • Grau de cooperação tecnológica com universidades e institutos de pesquisa. Relacionados ao financiamento para PD&I • Capacidade de elaboração de projetos competitivos pelo corpo técnico-científico. Relacionados às condições de infra-estrutura de pesquisa • Infra-estrutura de laboratórios. Relacionados à gestão da infra-estrutura de suporte • Gestão dos recursos materiais. • Infra-estrutura de salas para o corpo técnico-científico. Relacionados ao planejamento e gestão • Aderência da programação de PD&I ao PDU. Aspectos que sugerem motivo de Alerta Relacionados à imagem 10 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças • Imagem perante os empregados da Unidade. Relacionados à gestão econômico-financeira • Volume anual de recursos financeiros totais disponíveis frente às necessidades. • Distribuição dos recursos financeiros considerando manutenção, projetos de pesquisa e investimentos. • Acompanhamento da aplicação dos recursos econômico-financeiros. Relacionados à satisfação do cliente • Satisfação dos empregados com o atendimento e serviços prestados pelos diferentes setores da Unidade. Relacionados aos recursos humanos • Qualificação e perfil gerencial da equipe de chefes e supervisores. • Tamanho e qualificação da equipe das áreas de Informática e Biblioteca. • Tamanho e qualificação de pessoal de suporte para laboratórios e área administrativa. Relacionados à cultura organizacional • Comprometimento dos empregados com as metas e resultados. • Flexibilidade e receptividade dos empregados às mudanças. • Satisfação com o ambiente de trabalho. Relacionados à articulação para cooperação tecnológica • Cooperação tecnológica com empresas privadas do agronegócio. • Cooperação com as fundações de apoio a pesquisa. • Cooperação em projetos de pesquisa entre Unidades Descentralizadas. Relacionados ao financiamento para PD&I • Captação de recursos externos para projetos de PD&I. • Mecanismos para captação externa de financiamento para PD&I. • Aderência dos recursos captados de outras fontes externas à estratégia da Unidade. Relacionados aos processos de PD&I e transferência de tecnologias • Aplicabilidade das tecnologias geradas na atividade produtiva. • Inovação nos processos de geração de conhecimentos e tecnologias. • Projetos adequadamente planejados para o alcance dos objetivos/metas previstos. • Gerenciamento e avaliação de resultados dos projetos. • Acreditação e qualidade das atividades de pesquisa desenvolvidas. Relacionados às condições de infra-estrutura de pesquisa • Compartilhamento interno de equipamentos entre laboratórios. IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 11 • Infra-estrutura de campos experimentais, incluindo as casas de vegetação e salas/galpões de apoio. Relacionados à gestão da infra-estrutura de suporte • Gestão de laboratórios • Mobiliário e equipamentos de informática. • Infra-estrutura para estagiários. Relacionados ao planejamento e gestão • Processo de negociação e definição das metas institucionais. Relacionados ao processo decisório • Autonomia na tomada de decisão pelos supervisores. Relacionados ao modelo de gestão • Estrutura organizacional. Relacionados ao processo de comunicação • Adequação dos canais de comunicação internos e externos utilizados pela Unidade. • Fluxo de informações via cadeia hierárquica de comando. • Fluxo de informações "horizontais", entre pessoas de diferentes setores sem intermediação das respectivas chefias. Aspectos que sugerem Fragilidades Relacionados aos recursos humanos • Tamanho e qualificação de pessoal de suporte para campos experimentais. • Treinamento, formação e aperfeiçoamento da equipe de apoio. • Retenção de talentos, reconhecimento e valorização profissional. • Renovação e rearranjo do quadro de empregados. • Transparência e adequação dos processos de premiação e avaliação desempenho. • Processo de seleção, treinamento, formação e aperfeiçoamento de estagiários. • Política de formação de futuros gestores. • Recepção de novos empregados e estagiários. • Compartilhamento de mão-de-obra entre laboratórios e entre equipes de campo. Relacionados à cultura organizacional • Estímulo ao trabalho em equipe e a cooperação para a obtenção de resultados. • Ambiente que estimule a criatividade e a inovação. • Condições de trabalho para minimizar ocorrência de doenças ocupacionais. de 12 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças Relacionados à gestão do conhecimento • Gestão das informações sobre conhecimentos e tecnologias geradas. • Identificação de métodos e práticas que possibilitem melhor desempenho das atividades e processos realizados (benchmarking). Relacionados à propriedade intelectual • Quantidade de patentes registradas pela Unidade. • Análise prévia de patentes registradas no Brasil e exterior. • Proteção das informações confidenciais. • Adoção de oportunidades oferecidas pela Lei de Inovação. Relacionados à articulação para cooperação tecnológica • Cooperação tecnológica com empresas congêneres no exterior. • Integração de ações entre as áreas de P&D e de Comunicação e Negócios da Unidade. Relacionados aos processos de PD&I e transferência de tecnologias • Quantidade de tecnologias geradas em relação aos recursos utilizados. • Inovação nos processos de transferência de tecnologias. Relacionados às condições de infra-estrutura de pesquisa • Número de laboratórios para análises acreditados. • Atualização e manutenção de equipamentos. • Compartilhamento externo de equipamentos. Relacionados à gestão da infra-estrutura de suporte • Gestão do campo experimental, incluindo área de campo, de casas de vegetação e salas/galpões de apoio. • Eficiência de uso e gestão da infra-estrutura da Unidade. • Logística de acesso à Unidade para estagiários. Relacionados ao planejamento e gestão • Influência do planejamento na tomada de decisão estratégica. • Monitoramento e avaliação do planejado versus programado versus realizado. • Acompanhamento das atividades/metas individuais e por equipe. • Procedimentos dos processos de compra. • Política ambiental interna da Unidade. Relacionados ao processo decisório • Transparência no processo de tomada de decisão. • Capacidade e velocidade de resposta às demandas e problemas. IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 13 • Participação dos empregados na tomada de decisão. • Grau de normatização de processos e comitês existentes na Unidade. Relacionados ao modelo de gestão • Adequação das ferramentas de gestão. Relacionados ao processo de comunicação • Grau de conhecimento dos Objetivos e Diretrizes Estratégicas do PDU. Síntese dos Resultados A amostra final com 90 indivíduos que responderam o questionário foi altamente representativa. Representou 80% da amostra inicial e 51% de todos os empregados elegíveis, incluindo pesquisadores, analistas, assistentes, chefes e supervisores. Na maioria dos quesitos questionados houve convergência de percepção entre as diferentes categorias de respondentes. De um modo geral, a percepção global captada quanto ao ambiente interno da Embrapa Hortaliças é de alerta (66% de conceitos Regular, Ruim e Muito Ruim). Quatro das seis dimensões avaliadas indicaram predominância de pontos de fragilidade e de alerta, enquanto em apenas duas dimensões houve predominância de pontos fortes e positivos. 1. Pesquisa, desenvolvimento & inovação e transferência de tecnologia Freqüência de conceitos - Percepção global M Ruim 7% 1. Pesquisa, desenvolvimento & inovação e transferência de tecnologia Freqüência de conceitos - Percepção global Exelente 3% Ruim/M Ruim 28% Ruim 21% Exelente/ Bom 34% Bom 31% Regular 38% Regular 38% As principais conclusões quanto ao diagnóstico do ambiente interno da Embrapa Hortaliças, extraídas da análise das informações obtidas com a pesquisa interna, são apresentadas a seguir tendo como referência as dimensões consideradas: • Desempenho global; • Gestão de pessoas e cultura organizacional; • Gestão do conhecimento e propriedade intelectual; 14 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças • Pesquisa, desenvolvimento & inovação e transferência de tecnologia; • Gestão da infra-estrutura; • Planejamento e gestão. Em cada dimensão estão identificados os pontos fortes e positivos da Embrapa Hortaliças e aqueles onde a instituição ainda precisa melhorar (pontos de fragilidade e de alerta), na percepção dos respondentes. Também são listados a seguir comentários apresentados pelos respondentes e considerados pertinentes pelo Grupo de Trabalho, que não haviam sido contemplados pelos 96 quesitos avaliados. Desempenho global Percepção favorável • Imagem da Unidade perante os diferentes públicos externos, incluindo técnicos das áreas de PD&I, assistência técnica e extensão rural e produtores. • Satisfação dos clientes externos com os produtos e serviços ofertados. O que precisa melhorar • Imagem perante seus próprios empregados. • Imagem perante seus fornecedores. • Monitoramento da satisfação do público externo para com a qualidade dos • • • • produtos e serviços ofertados. Qualidade no atendimento e serviços prestados internamente pelos setores. Capilaridade no território nacional. Sistema de cobrança da taxa administrativa de projetos, não penalizando apenas os projetos com recursos da Embrapa. Aplicação dos recursos para investimentos e de manutenção. Gestão de pessoas e cultura organizacional Percepção favorável • Tamanho, perfil e qualificação da equipe de pesquisadores. • Qualificação da equipe da Área de Comunicação e Negócios. O que precisa melhorar • Qualificação e perfil gerencial da equipe de chefes e supervisores. • Tamanho e qualificação das equipes de suporte do SCE, laboratórios e informática. IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 15 • Qualificação das equipes de suporte das áreas administrativa e biblioteca • • • • • • • • • • • • • • • • • visando melhoria de desempenho. Tamanho da equipe de analistas da ACN voltados para as atividades de validação e transferência de tecnologias. Programa de treinamento, formação e aperfeiçoamento da equipe de apoio. Mecanismos para a retenção e captação de talentos. Clima organizacional como um todo. Motivação, reconhecimento e valorização profissional. Renovação e rearranjo do quadro de empregados. Transparência e adequação dos processos de premiação e avaliação de desempenho. Processos de seleção, treinamento, formação e aperfeiçoamento de estagiários. Política de formação de futuros gestores. Estratégia de recepção de novos empregados e estagiários. Compartilhamento de mão-de-obra entre laboratórios e entre equipes de campo. Comprometimento dos empregados com as metas e resultados. Flexibilidade e receptividade dos empregados às mudanças. Estímulo ao trabalho em equipe e a cooperação para a obtenção de resultados de impacto. Estímulo à criatividade e inovação. Satisfação com o ambiente de trabalho. Condições de trabalho para minimizar ocorrência de doenças ocupacionais. Gestão do conhecimento e propriedade intelectual Percepção favorável • Acesso a bases de informações de PD&I no Brasil e no exterior. O que precisa melhorar • Gestão da informação sobre os conhecimentos e produtos gerados. • Identificação de métodos e práticas que possibilitem melhor desempenho das atividades e processos (benchmarking). • Análise prévia de patentes registradas e quantidade de patentes registradas pela Unidade. • Proteção das informações confidenciais. • Oportunidades oferecidas pela Lei de Inovação. Pesquisa, desenvolvimento & inovação e transferência de tecnologia Percepção favorável • Cooperação tecnológica com universidades e institutos de pesquisa. 16 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças • Capacidade de elaboração projetos competitivos pelo corpo técnico-científico. • Captação de recursos para projetos junto aos Macroprogramas. O que precisa melhorar • Cooperação tecnológica com empresas privadas do agronegócio e empresas • • • • • • • • • • • • • • congêneres no exterior, com as fundações de apoio a pesquisa e em projetos de pesquisa entre Unidades Descentralizadas. Integração entre as áreas de P&D e de Comunicação e Negócios da Unidade. Agilidade na elaboração e assinatura de contratos de parcerias. Mecanismos e captação de recursos externos para projetos de PD&I. Aderência dos recursos captados de outras fontes externas à estratégia da Unidade. Quantidade das tecnologias geradas em relação aos recursos utilizados. Aplicabilidade das tecnologias geradas na atividade produtiva. Produtividade dos pesquisadores e a qualidade das tecnologias geradas, lembrando que a missão principal da Embrapa é PD&I. Inovação nos processos de geração de conhecimentos, tecnologias e transferência de tecnologias. Projetos focados em resultados de impacto e/ou produtos que tragam inovação. Planejamento dos projetos para o pleno alcance dos objetivos/metas previstos. Sistema de gerenciamento e avaliação de resultados dos projetos. Acreditação das atividades de pesquisa desenvolvidas. Identificação das tecnologias geradas, classificando aquelas com maior potencial de impacto. Redes para a validação e transferência das tecnologias. Gestão da infra-estrutura Percepção favorável • Infra-estrutura de laboratórios, de salas para o corpo técnico-científico e da área de informação e comunicação. • Gestão dos recursos materiais. O que precisa melhorar • Número de laboratórios acreditados. • Manutenção, atualização e adequação • • • • de instalações, máquinas e equipamentos. Compartilhamento interno e externo de equipamentos. Gestão da infra-estrutura da Unidade. Gestão de laboratórios e do Setor de Campos Experimentais (SCE), incluindo casas de vegetação, telados, salas e galpões de apoio. Infra-estrutura geral do SCE, incluindo telados e casas de vegetação. IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças • • • • 17 Infra-estrutura para estagiários e de mobiliário e equipamentos de informática. Logística de acesso à Unidade para estagiários. Processos de compra e de gestão de estoque. Qualidade dos espaços destinados para refeição/lanche e banheiros. Planejamento e gestão Percepção favorável • Aderência da programação de PD&I ao PDU. O que precisa melhorar • Tomada de decisão estratégica no estabelecimento de atividades e projetos a • • • • • • • • • • • serem executados. Processo de negociação e definição das metas institucionais. Acompanhamento e avaliação das atividades e metas planejadas versus programadas versus realizadas (individual por equipe). Política ambiental interna da Unidade. Qualidade e velocidade de resposta às demandas e problemas. Normatizações dos processos e comitês internos existentes. Estrutura organizacional e ferramentas de gestão. Autonomia na tomada de decisão pelos supervisores. Transparência e participação dos empregados nos processos de tomada de decisão. Adequação dos canais de comunicação internos e externos. Fluxo de informações via cadeia hierárquica de comando e entre pessoas de diferentes setores, sem intermediação das respectivas chefias. Conhecimento dos Objetivos e Diretrizes Estratégicas do PDU pelos empregados. Resultados Quantitativos e Qualitativos da Pesquisa 1. Desempenho Global Considera a avaliação do desempenho da Embrapa Hortaliças no tocante à gestão de seus recursos econômico-financeiros, à satisfação dos seus clientes e à solidez de sua imagem perante os seus públicos interno e externo. Considerando a média de todos os quesitos avaliados nos três itens dessa dimensão, verificasse que 7,5% dos respondentes consideram Excelente o desempenho global da Unidade, 46,7% como Bom, 37,1% como Regular, 6,8% como Ruim e 2,0% como 18 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças Muito Ruim. Muito embora o somatório de conceitos Bom e Excelente não tenha superado 60%, houve uma percepção positiva (mais de 50% de conceitos Excelente e Bom) desta dimensão avaliada. Apesar disso, atenção deve ser dada a aspectos relacionados à gestão econômico-financeira, onde todos os quesitos foram considerados pontos de alerta. 1. Pesquisa, desenvolvimento & inovação e transferência tecnologia Freqüênciade de conceitos 1. Pesquisa, desenvolvimento & inovação e transferência Freqüênciade de tecnologia conceitos Ruim M Ruim Exelente 2% 7% 7% Regular 37% Ruim/ M Ruim 9% Bom 47% Regular 37% Exelente/ Bom 54% Pelo teste de Kruskal-Wallis, não foi verificada diferença significativa (P > CHISQ = 0,05) de percepção entre as categorias de respondentes para nenhum dos quesitos avaliados na presente dimensão (Anexo VI). 1.1. Imagem Houve uma percepção altamente positiva da imagem da Unidade, caracterizada pela expressiva concentração das respostas nos conceitos Bom e Excelente (71,8%). Nos quatro primeiros quesitos relacionados à percepção dos respondentes com relação à imagem da Unidade perante os diferentes públicos e parceiros externos, a soma de conceitos Bom e Excelente superou 70% (pontos fortes). Deve-se enfatizar que esses conceitos referem-se a uma percepção dos empregados da própria Unidade sobre a imagem que acreditam que parceiros e público externo em geral têm sobre a Embrapa Hortaliças, o que pode não refletir a real imagem do publico externo. Já o conceito da imagem da Unidade perante seus próprios empregados foi mais modesto, tendo atingido 47,2% (ponto positivo). IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 1.1. Imagem 1. Imagem da UD perante os parceiros da área de PD&I 2. Imagem da UD perante as demais UDs descentralizadas da Embrapa 3. Imagem da UD perante os parceiros da área de assistência técnica e extensão rural 4. Imagem da UD perante o público-alvo 5. Imagem da UD perante os empregados da UD Média Excelente Bom 12,1 72,4 15,5 0,0 0,0 12,1 9,1 67,3 23,6 0,0 0,0 15,4 18,0 60,7 19,7 1,6 0,0 7,6 14,7 57,4 23,0 4,9 0,0 7,6 3,4 43,8 38,2 12,4 2,2 1,1 11,5 60,3 24,0 3,8 0,4 8,8 19 Regula Muito Não Ruim r Ruim sabe(*) (*) A resposta “Não sabe” (Não tenho conhecimento para opinar) não foi considerada no cálculo de freqüência dos demais conceitos, que totaliza 100%. 1.2. Gestão econômico-financeira Em todos os quesitos predomina o conceito Regular na avaliação dos respondentes, com 54% a 60% dos respondentes (ponto de alerta). Apesar de não ter sido constatado pontos fracos, a gestão econômico-financeira da Unidade merece atenção e a implantação de ações de melhoria. 1.2. Gestão econômicoExcefinanceira lente 1. Volume anual de recursos financeiros totais disponíveis na 0,0 UD frente as suas necessidades 2. Distribuição dos recursos financeiros considerando manutenção da operação da UD, 3,7 projetos de pesquisa e investimentos 3. Acompanhamento da aplicação dos recursos 5,0 econômico-financeiros Média 2,9 (*) Bom Regula Muito Não Ruim r Ruim sabe(*) 25,6 59,0 12,8 2,6 13,3 21,3 53,8 18,7 2,5 11,1 20,0 60,0 7,5 7,5 11,1 22,3 57,6 13,0 4,2 11,8 A resposta “Não sabe” (Não tenho conhecimento para opinar) não foi considerada no cálculo de freqüência dos demais conceitos, que totaliza 100%. 20 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 1.3. Satisfação do cliente Na percepção dos respondentes, o grau de satisfação do cliente com os produtos e serviços ofertados é forte, com 65% na soma dos conceitos Bom e Excelente. Já o grau de satisfação do cliente interno para com o atendimento e serviços prestados pelos diferentes setores da Unidade moderado (58% de conceitos Regular, Ruim e Muito Ruim), o que indica um ponto de alerta. 1.3. Satisfação do cliente 1. Satisfação dos clientes externos com os produtos e serviços ofertados 2. Satisfação dos empregados da UD com o atendimento e serviços prestados pelos diferentes setores da UD Média Excelente Bom Regula Muito Não Ruim r Ruim sabe(*) 5,3 59,7 33,3 1,7 0,0 12,3 3,6 38,6 44,6 8,4 4,8 4,6 4,5 49,2 39,0 5,1 2,4 8,5 (*) A resposta “Não sabe” (Não tenho conhecimento para opinar) não foi considerada no cálculo de freqüência dos demais conceitos, que totaliza 100%. 1.4. Comentários Os comentários mais recorrentes apresentados pelo conjunto de respondentes relacionados à dimensão Desempenho Global estão apresentados a seguir. Comentários dos respondentes sobre desempenho global Relacionados à imagem • As atividades “meio” estão ocupando mais espaço em comparação com a atividade “fim” (P&D). Os parceiros reclamam da burocracia e da lentidão da Embrapa para solucionar problemas. • Perante os produtores, seria melhor que as tecnologias geradas pela Unidade fossem mais aplicáveis na prática (tecnologias acabadas). IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 21 • É necessário melhorar a imagem da Unidade perante seus fornecedores, reduzindo o atraso de pagamentos e o excesso de burocracia em processos de compras. • A capilaridade da Unidade no território nacional é muito baixa. • Deve-se melhor a imagem da Unidade perante instituições de PD&I brasileiras e de outros países. Em relação às instituições públicas brasileiras, a atuação da Unidade precisa ser mais colaborativa e não competitiva. Em relação às instituições estrangeiras, é necessário melhorias na questão operacional e na proteção dos conhecimentos produzidos. • É necessário dar maior destaque da marca Embrapa nos produtos desenvolvidos pela Unidade, especialmente no caso de tecnologias comercializadas por terceiros, como, por exemplo, sementes. • Dependendo da circunstância, a Embrapa é vista como parceira ou concorrente. Todavia, a empresa não tem conhecimento para lidar com a condição de ser concorrente. • A Embrapa tem uma imagem muito boa perante o público externo em geral. Em contrapartida, é mal vista internamente devido ao sofrível gerenciamento dos recursos humanos. • A distância entre a Embrapa Hortaliças e os produtores e suas associações é muito grande. O público-alvo ainda não está convencido da real importância da Unidade. Relacionados à gestão econômico-financeira • Os recursos financeiros à disposição da Unidade, especialmente para investimento e manutenção, têm sido insuficientes para atender suas necessidades, visto que os projetos de PD&I são penalizados com a taxa administrativa e o sucateamento da infra-estrutura. Ademais, o orçamento anual não condiz com a importância das hortaliças. • Deve-se aperfeiçoar o sistema de cobrança da taxa administrativa dos projetos, evitando-se apenas a penalização dos projetos financiados com recursos dos Macroprogramas. • É necessário se ter projeto específico para sua manutenção da Unidade, evitando a cobrança de taxas de administração sobre projetos de pesquisa. • Deve-se melhorar o planejamento na aplicação dos recursos para investimentos e de manutenção da Unidade. Especialmente no final do ano volumes expressivos de recursos são repassados e, muitas vezes, são gastos sem qualquer critério. As prioridades devem ser estabelecidas antecipadamente e com participação do corpo técnico-científico. 22 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças • A gestão econômico-financeira é um grande desafio da Embrapa, pois é lenta, travada e burocratizada. • Deve-se ter um melhor acompanhamento da aplicação de recursos econômicofinanceiros na Unidade, inclusive maior transparência. Avaliar a possibilidade de se ter um “Portal da transparência”. • Setores importantes, como o de Campos Experimentais, estão sendo deixados de lado no que diz respeito a investimentos. • Criar mecanismos para desburocratização na compra de materiais de emergência, tais como peças de reposição de máquinas e veículos, manutenção das instalações, etc. Relacionados à satisfação do cliente • Há necessidade de um maior conhecimento e prospecção das demandas do setor produtivo de hortaliças, incluindo os pequenos agricultores. O diálogo deve ser mais qualificado, pois são os que irão usar as tecnologias e produtos gerados. • Apesar imagem da Embrapa ser boa perante o público em geral, é necessário implementar mecanismos de avaliação contínua da satisfação do público externo para com a qualidade dos produtos e serviços ofertados, considerando os diversos segmentos do agronegócio, bem como do público interno. • Deve ser implementado um programa de melhoria da qualidade no atendimento e serviços prestados pelos diferentes setores da Unidade. Há nítida impressão que o atendimento em alguns setores é apenas uma questão de favor, pois em muitas situações a primeira resposta é “não”. Falta respeito à hierarquia e não há percepção por parte dos funcionários da maioria dos setores, que aqueles colegas que demandam qualquer serviço são seus clientes. • Baixos resultados para a sociedade, com produtos de qualidade, em relação ao grau de aperfeiçoamento do corpo técnico-científico. • A carência de funcionários em muitos setores impede a prestação de serviços de qualidade. • A falta de informações quanto ao tipo de serviços prestados no âmbito da Unidade gera desconforto ao cliente externo. 2. Gestão de Pessoas e Cultura Organizacional Visa avaliar o perfil técnico e gerencial da Embrapa Hortaliças, dos processos de gestão de pessoas e dos princípios, valores, atitudes e padrões de comportamento. IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 23 A percepção geral captada quanto à dimensão “Gestão de Pessoas e Cultura Organizacional” da Unidade é de relativa fragilidade (30% de conceitos Ruim e Muito Ruim). Existe uma grande predominância de pontos fracos e de alerta em relação aos pontos fortes e positivos. Assim, ações para a melhoria da gestão de pessoas devem ser introduzidas sob pena de a Unidade ter seu desempenho prejudicado nos próximos anos. 1. Pesquisa, desenvolvimento & inovação e transferência de tecnologia 1. Pesquisa, desenvolvimento & inovação e transferência de tecnologia Freqüência de conceitos M Ruim 10% Freqüência de conceitos Exelente 4% Ruim/M Ruim 30% Exelente/ Bom 35% Bom 31% Ruim 20% Regular 35% Regular 35% Não foi verificada diferença significativa de percepção entre as categorias de respondentes para nenhum dos quesitos avaliados na presente dimensão. 2.1. Recursos humanos Na percepção dos respondentes, o tamanho e qualificação da equipe de pesquisadores são considerados pontos fortes, com 88% e 67% na soma dos conceitos Bom e Excelente, respectivamente. Verificou-se avaliação positiva nos quesitos “Perfil técnico da equipe de pesquisadores” e “Tamanho/qualificação da equipe da Área de Comunicação e Negócios”, sendo que nos comentários apresentados foi relatado por vários respondentes que o tamanho da equipe é insuficiente para atender todas as demandas. Predominou a avaliação Regular para os quesitos “Qualificação e perfil gerencial da equipe de chefes e supervisores” e os relacionados ao tamanho e qualificação das equipes das áreas de Informática, Biblioteca, Administrativa e pessoal de suporte para laboratórios. Diferentemente das demais categorias de respondentes, a categoria de assistente avaliou o quesito “Tamanho e qualificação da equipe da área de Informática” com ponto forte (66% Bom e Excelente). 24 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças A maioria dos quesitos relacionados a recursos humanos, no entanto, sinalizaram para possíveis pontos de fragilidade (33% a 75% de conceitos Ruim e Muito Ruim), sendo eles: “Tamanho e qualificação de pessoal de suporte para campos experimentais”; ”Treinamento, formação e aperfeiçoamento da equipe de apoio”; “Estratégias para não permitir a saída de bons empregados”; “Reconhecimento e valorização profissional”; “Renovação e de rearranjo do quadro de empregados”; “Transparência e adequação dos processos de premiação e avaliação de desempenho”; “Processo de seleção, treinamento, formação e aperfeiçoamento de estagiários”; “Política de formação de futuros gestores”; “Recepção de novos empregados e estagiários”; e “Compartilhamento de mão-de-obra entre laboratórios e entre equipes de campo”. Vale destacar que no caso de retenção de talentos, 75% de conceitos Ruim e Muito Ruim. O quesito “Tamanho e qualificação de pessoal de suporte para campos experimentais” foi avaliado pelas categorias de pesquisador e analista como ponto de fragilidade e como ponto de alerta pelas categorias de assistente e chefe/supervisor. Já os quesitos “Treinamento, formação e aperfeiçoamento da equipe de apoio”, “Reconhecimento e valorização profissional”, “Renovação e de rearranjo do quadro de empregados” e “Transparência e adequação dos processos de premiação e avaliação de desempenho” foram avaliados como pontos de alerta pelos respondentes da categoria de chefe/supervisor e como pontos de fragilidade pelas demais categorias. O “Compartilhamento de mão-de-obra entre laboratórios e entre equipes de campo” foi o quesito com maior percentual de respondentes que indicaram não ter conhecimento para opinar (22%). Nos demais quesitos foi inferior a 17%. 2.1. Recursos humanos 1. Qualificação da equipe de pesquisadores 2. Tamanho da equipe de pesquisadores 3. Perfil técnico (composição) da equipe de pesquisadores para atendimentos das demandas nas diferentes áreas de pesquisa 4. Qualificação e perfil gerencial da equipe de chefes e supervisores 5. Tamanho e qualificação da equipe da Área de Comunicação Excelente Bom Regula Muito Não Ruim r Ruim sabe(*) 29,1 59,3 10,5 0,0 1,1 3,4 13,9 53,2 27,8 3,8 1,3 10,2 14,0 42,1 42,1 0,0 1,8 8,1 3,5 38,1 40,5 15,5 2,4 4,6 1,7 50,0 38,3 8,3 1,7 9,1 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 2.1. Recursos humanos Excelente Bom 3,1 29,7 42,2 21,9 3,1 3,0 3,2 46,0 31,7 17,5 1,6 4,6 0,0 33,9 41,1 19,6 5,4 13,9 0,0 14,3 28,6 36,3 20,8 10,5 5,8 41,9 31,4 17,4 3,5 2,3 1,3 21,5 41,8 29,1 6,3 6,0 1,2 8,8 15,0 36,3 38,7 7,0 0,0 17,2 36,8 23,0 23,0 0,0 0,0 10,6 42,3 31,8 15,3 2,3 1,2 20,7 25,6 23,2 29,3 3,5 1,3 29,7 36,5 25,7 6,8 15,9 0,0 23,0 35,1 27,0 14,9 16,9 1,2 27,4 29,7 26,2 15,5 5,6 2,9 22,1 35,3 27,9 11,8 21,8 4,4 31,0 33,3 20,6 10,8 7,8 25 Regula Muito Não Ruim r Ruim sabe(*) e Negócios 6. Tamanho e qualificação da equipe da área de Informática 7. Tamanho e qualificação da equipe da Biblioteca 8. Tamanho e qualificação de pessoal de suporte para laboratórios 9. Tamanho e qualificação de pessoal de suporte para campos experimentais 10. Tamanho e qualificação de pessoal de suporte para área administrativa 11. Treinamento, formação e aperfeiçoamento da equipe de apoio 12. Estratégias da Embrapa para não permitir a saída de bons empregados 13. Reconhecimento e valorização profissional 14. Renovação e de rearranjo do quadro de empregados 15. Transparência e adequação dos processos de premiação e avaliação de desempenho 16. Processo de seleção, treinamento, formação e aperfeiçoamento de estagiários 17. Política de formação de futuros gestores 18. Recepção de novos empregados e estagiários 19. Compartilhamento de mãode-obra entre laboratórios e entre equipes de campo Média (*) A resposta “Não sabe” (Não tenho conhecimento para opinar) não foi considerada no cálculo de freqüência dos demais conceitos, que totaliza 100%. 26 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 2.2. Cultura organizacional Não houve diferença significativa de percepção entre as categorias de respondentes para nenhum dos quesitos relacionados à cultura organizacional. No que se refere à cultura organizacional, houve concentração da avaliação nos conceitos Regular (40%), Bom (28%) e Ruim (20%), não tendo sido identificado nenhum ponto forte ou positivo. Houve avaliação negativa (30% a 48% de conceitos Ruim e Muito Ruim) nos quesitos “Estímulo ao trabalho em equipe e a cooperação para a obtenção de resultados”, “Ambiente que estimule a criatividade e a inovação” e “Condições de trabalho para minimizar ocorrência de doenças ocupacionais”. A percepção dos respondentes é de alerta (51% a 72% de Regular, Ruim e Muito Ruim) para os quesitos “Comprometimento dos empregados com as metas e resultados”, “Satisfação com o ambiente de trabalho” e “Flexibilidade e receptividade dos empregados às mudanças”. 2.2. Cultura organizacional 1. Comprometimento dos empregados com as metas e resultados 2. Flexibilidade e receptividade dos empregados às mudanças 3. Estímulo ao trabalho em equipe e a cooperação para a obtenção de resultados 4. Ambiente que estimule a criatividade e a inovação 5. Satisfação com o ambiente de trabalho 6. Condições de trabalho para minimizar ocorrência de doenças ocupacionais Média (*) Excelente Bom Regula Muito Não Ruim r Ruim sabe(*) 2,3 30,7 53,4 11,3 2,3 1,1 3,4 25,0 46,6 22,7 2,3 1,1 2,3 23,3 44,2 20,9 9,3 1,2 5,6 27,0 37,1 20,2 10,1 0,0 7,9 41,6 32,6 11,2 6,7 0,0 3,4 23,0 25,3 32,2 16,1 2,3 4,2 28,4 39,9 19,8 7,8 0,9 A resposta “Não sabe” (Não tenho conhecimento para opinar) não foi considerada no cálculo de freqüência dos demais conceitos, que totaliza 100%. IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 27 2.3. Comentários Os comentários mais recorrentes apresentados pelo conjunto de respondentes relacionados à dimensão Gestão de Pessoas e Cultura Organizacional estão apresentados a seguir. Comentários dos respondentes sobre gestão de pessoas e cultura organizacional Relacionado aos recursos humanos • Falta solução de continuidade em algumas áreas temáticas antes abrangidas por pesquisadores que se aposentaram. Faltam pesquisadores em algumas áreas e há pesquisadores com qualificação insuficiente em outras. • Falta um programa institucional de capacitação e reciclagem de curta duração para pesquisadores. • A equipe gerencial deve ter perfil para tal, treinamento e capacitação contínua em suas áreas de atuação, especialmente em gestão de pessoas. • Implementar um processo contínuo de avaliação, renovação, distribuição e qualificação de pessoal de suporte (informática, laboratórios, biblioteca, campos experimentais, áreas administrativas, etc.). • Aumentar o tamanho da equipe de informática, qualificando-os principalmente no que se refere ao bom atendimento ao cliente interno. • O tamanho das equipes ligadas à biblioteca e à maioria dos setores da área administrativa é excelente, todavia requerem ser mais bem qualificadas e principalmente motivadas visando melhoria de desempenho. • O tamanho da equipe de analistas voltados para as atividades de validação e transferência de tecnologias é muito reduzido e não atende as atuais demandas. • Definir de forma clara (e fazer cumprir) a atividade de analistas ligados a pesquisa, lembrando que analista não é pesquisador. Com isso, poderia ser ampliado o quadro de analista para auxiliar a condução de experimentos /ensaios, melhorando a qualidade da pesquisa. • Com o atual processo de concurso e contratação na referência inicial de salário, é praticamente impossível trazer profissionais experimentes e de reconhecida competência para a Embrapa. • Revisar e dar maior transparência ao processo de premiação na Unidade, como forma de reconhecimento e valorização profissional. 28 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças • Necessidade urgente de revisão do atual sistema de avaliação. O problema é crônico, a forma de avaliação de desempenho e competência pouco transparente tem produzindo mais desgaste interno que resultados concretos para a melhoria do clima organizacional. • Internalizar plenamente as normas e regras que regem os processos promoção e premiação, incluindo os processos de avaliação. Disponibilizar ao final de cada ano, a todos na Unidade, as atividades desenvolvidas pelos pesquisadores e analistas. • Há problemas de quantidade e qualidade (treinados e motivados) de pessoal de apoio às atividades fins de pesquisa (campos experimentais, laboratórios, etc.). Aliado a isso, a estrutura de pesquisa a campo está totalmente sucateada. Isso afeta não somente a quantidade, mas principalmente a qualidade da pesquisa realizada. • No SCE há falta crônica de mão-de-obra para as atividades previstas em projetos de pesquisa aprovados, o que compromete o cumprimento das metas propostas. Faz-se urgente encontrar uma forma de contratação de terceiros. • Os laboratórios e turmas de campo atendem basicamente aos pesquisadores responsáveis pelos mesmos. Muitos dos projetos aprovados não dispõem de nenhum assistente para atender as atividades em andamento, o que prejudica a qualidade dos resultados ou até mesmo inviabiliza parcialmente alguns projetos. No SCE, principalmente, é necessário “implorar” por mão-de-obra. • Há necessidade de implementação de política de formação, renovação e aperfeiçoamento de gestores e líderes. • Implantar um sistema eficiente de recepção e acompanhamento de novos empregados, o que vai melhorar a integração dos mesmos, reduzir problemas de afastamentos por “problemas de saúde” e permitir identificar a necessidade de treinamento. • Institucionalizar o processo de seleção, recepção e treinamento (metodologia científica) de estagiários, pois atualmente a responsabilidade é do orientador. Deve ser elaborada uma norma de conduta interna. • De um modo geral, os pesquisadores são pouco comprometidos com o treinamento formal dos estagiários, sendo que em alguns casos esses passam meses apenas fazendo serviços repetitivos. • Há necessidade de viabilizar transporte para estagiários chegar e sair da Unidade entre as 12 e 13 horas, de modo a atrair estudantes da Universidade de Brasília, por exemplo. • Faltam incentivos em relação aos funcionários de nível médio, tais como elevação de escolaridade e cursos de aperfeiçoamento. IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças • 29 As reclamações de empregados em relação a chefes ou supervisores geralmente são tratadas de forma conturbada, levando ao agravamento da situação. Quase sempre o empregado sai fragilizado do processo e o supervisor protegido. Relacionado à cultura organizacional • A burocracia, o controle de ponto, a falta de apoio (mão-de-obra qualificada) às atividades de pesquisa e a falta de estímulo ao trabalho colaborativo contribuem para reprimir a criatividade e inovação, e, conseqüentemente, a obtenção de resultados impactantes. • Implementar urgentemente ações e mecanismos para a melhoria da motivação e comprometimento dos empregados, que é variável, mas no geral vem caindo. Estas ações incluem a internalização de metas e resultados previstos, implantação de formas de premiação que sejam motivadoras e de sistemas efetivos de cobranças. • É difícil se ter comprometimento quando não se tem mecanismos de cobrança. • Implementar um programa formal visando a melhoria do clima organizacional, buscando, se necessário, a ajuda de profissionais externos (sede e/ou consultoria). • Instituir ações efetivas para punição e/ou não promoção/premiação de empregados sem qualquer comprometimento com a empresa. Empregados sem qualquer comprometimento quando não são punidos afetam negativamente os demais. A impressão é que na Unidade tudo é permitido. • Estabelecer um programa de estímulo ao trabalho em equipe e cooperação, pois o ambiente de trabalho é extremamente competitivo. As equipes estabelecidas, geralmente de tamanho reduzida, geralmente não têm nenhum interesse em cooperar com outras. É visível que determinadas equipes e setores não conversam entre si e até conspiram uns contra os outros. • Aperfeiçoar e regulamentar urgentemente o SAAD para não se repetir o caos ocorrido neste ano no agrupamento de pesquisa. • As condições de trabalho são ruins e favorecem a ocorrência de doenças ocupacionais, principalmente no SCE. Na época do desbaste de cenoura e outras culturas, por exemplo, os trabalhadores ficam 5-7 horas abaixados, o que provoca dores na coluna e articulações das pernas. • Estabelecer um programa contínuo de saúde ocupacional, evitando-se ou pelo menos reduzindo os problemas com doenças ocupacionais. • Aprimorar, por meio de cursos de atualização, a forma de manuseio de produtos químicos e postura física em relação ao carregamento de peso, e possibilitar a prática de ginástica laboral. 30 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças • A implementação efetiva de BPL e de gerenciamento ambiental podem melhorar substancialmente as condições de trabalho e minimizar a ocorrência de doenças ocupacionais. • A presença do médico do trabalho e de um técnico de segurança do trabalho no âmbito da Unidade é fundamental e não tem ocorrido. • A demanda de trabalho é muito maior que a quantidade de funcionários, o que acarreta sobrecarga. Isto tem gerando insatisfação, estresse, cansaço, doenças ocupacionais e falta de tempo para o desenvolvimento da criatividade. 3. Gestão do Conhecimento e Propriedade Intelectual Visa avaliar os processos de gestão do conhecimento e de propriedade intelectual da Embrapa Hortaliças para a execução das atividades de PD&I e transferência de tecnologia. A percepção geral quanto à “Gestão do Conhecimento e Propriedade Intelectual” é de fragilidade (46% de conceitos Ruim e Muito Ruim). De sete quesitos avaliados, apenas um foi considerado ponto forte, sendo todos os demais classificados como pontos de fragilidade ou de alerta. 1. Pesquisa, desenvolvimento & inovação e transferência tecnologia Freqüênciade de conceitos M Ruim 9% 1. Pesquisa, desenvolvimento & inovação e transferência tecnologia Freqüênciade de conceitos Exelente 3% Exelente/Bom 26% Bom 24% Ruim/ M Ruim 46% Ruim 37% Regular 27% Regular 28% 3.1. Gestão do conhecimento Não houve diferença significativa de percepção entre as categorias de respondentes para nenhum dos quesitos relacionados à gestão do conhecimento. IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 31 O item mais bem avaliado no item gestão do conhecimento foi “Acesso a bases de informações de PD&I no Brasil e no exterior”, considerado Bom ou Excelente por 88% dos respondentes. Apesar de o conceito Regular ter prevalecido para os quesitos “Gestão das informações sobre os conhecimentos e tecnologias geradas” e “Identificação de métodos e práticas que possibilitem melhor desempenho das atividades e processos”, os conceitos Ruim e Muito Ruim atingiram 31% (ponto fraco). 3.1. Gestão do conhecimento 1. Gestão das informações sobre os conhecimentos e tecnologias geradas 2. Acesso a bases de informações de PD&I no Brasil e no exterior 3. Identificação de métodos e práticas que possibilitem melhor desempenho das atividades e processos realizados na UD Média Excelente Bom Regula Muito Não Ruim r Ruim sabe(*) 0,0 28,5 40,5 28,6 2,4 6,7 19,0 69,1 11,9 0,0 0,0 6,7 0,0 16,6 52,4 28,6 2,4 6,7 6,3 38,1 34,9 19,1 1,6 6,7 (*) A resposta “Não sabe” (Não tenho conhecimento para opinar) não foi considerada no cálculo de freqüência dos demais conceitos, que totaliza 100%. 3.2. Propriedade intelectual Os quesitos relacionados à avaliação da propriedade intelectual foram destacadamente aqueles com maior percentual de respondentes que indicaram não ter conhecimento para opinar (entre 27% e 38%). O conceito Ruim prevaleceu para todos os quesitos relacionados à Propriedade intelectual, sendo que a soma de conceitos Ruim e Muito Ruim (50% a 73%) foi maior que o somatório dos demais conceitos. 32 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças Apesar do número de patentes registradas pela Unidade ter sido considerado um ponto de fragilidade por todas as categorias de respondentes, houve diferença significativa de percepção entre os respondentes. Enquanto os conceitos Ruim e Muito Ruim foram atribuídos por 88% dos pesquisadores, os mesmos conceitos foram atribuídos por 44% dos analistas e 75% dos chefes/supervisores. 3.2. Propriedade intelectual 1. Número de patentes registradas pela UD 2. Análise prévia de patentes já registradas no Brasil e exterior 3. Proteção das informações confidenciais 4. Adoção de oportunidades oferecidas pela Lei de Inovação Média ExceRegula Muito Não Bom Ruim lente r Ruim sabe(*) 0,0 10,0 16,7 53,3 20,0 33,3 0,0 10,7 21,4 57,2 10,7 37,8 0,0 12,9 29,0 45,2 12,9 31,1 0,0 18,2 21,2 45,4 15,2 26,7 0,0 13,0 22,1 50,3 14,7 32,2 (*) A resposta “Não sabe” (Não tenho conhecimento para opinar) não foi considerada no cálculo de freqüência dos demais conceitos, que totaliza 100%. 3.3. Comentários Os comentários mais recorrentes apresentados pelo conjunto de respondentes relacionados à dimensão Gestão do Conhecimento e Propriedade Intelectual estão apresentados a seguir. Comentários dos respondentes sobre gestão do conhecimento e propriedade intelectual Relacionados à gestão do conhecimento • A política de gestão do conhecimento é tímida e embrionária. Faltam mecanismos para a sistematização e difusão do conhecimento tácito, gestão da informação e memória técnica dos produtos gerados. • A gestão da informação e processos relacionados à área-fim da Unidade melhorou com a contratação de um Analista, mas tem muito a ser melhorado. • Há necessidade de se aprender a lidar com a informação gerada, buscando mais a qualidade e em detrimento da quantidade. IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 33 • Melhorar a gestão sobre o Sistema de Informação de Apoio à Decisão Estratégica da Embrapa (SIDE). • Há necessidade de um maior envolvimento dos empregados na formulação de processos de gestão do conhecimento. • Realizar anualmente um levantamento das tecnologias e produtos gerados na Unidade, o que precisa ser desenvolvido e qual o potencial impacto. • Organizar as informações sobre os conhecimentos e as tecnologias geradas é fundamental para se criar e manter a memória da Unidade. Relacionados à propriedade intelectual • Existe carência de política coorporativa que priorize a inovação e a proteção das tecnologias e informações confidenciais. • Falta agilidade nos processos de negociação de contratos e estabelecimento de parcerias, que se deve, em parte, à ausência de profissional com treinamento na área e entraves na área jurídica da Embrapa. • A questão da propriedade intelectual nos trabalhos em parceria ainda encontra entraves burocráticos, sendo necessários agilidade e meios alternativos para o estabelecimento de parcerias em bases legais. • É necessário internalizar os aspectos sobre a política e práticas de propriedade intelectual, visando maior consciência entre os pesquisadores e analistas sobre o tema. • O Comitê de Propriedade Intelectual foi criado, mas ainda se encontra em estado dormente. • A Embrapa Hortaliças foi a Unidade a ter o primeiro contrato firmado baseado na lei de inovação; temos um grande potencial. • Estabelecer uma equipe para avaliar criteriosamente as tecnologias a serem geradas e dar suporte durante o processo desenvolvimento e pedido de patente. 4. Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação e Transferência de Tecnologia Contempla a avaliação de fatores que permitem à Embrapa Hortaliças ampliar a capacidade de atendimento e a efetividade de suas ações, compreendendo a atuação em redes para cooperação tecnológica, o financiamento para PD&I, a capacidade de inovação em produtos e serviços e a transferência de tecnologia. 34 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças A percepção geral sobre a dimensão “Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação e Transferência de Tecnologia” foi positiva, com 54% de conceitos Excelente e Bom. Todavia, apenas três, dos dezenove quesitos avaliados nesta dimensão, foram considerados pontos fortes ou positivos, o que deve ser considerado como motivo de alerta para o futuro da Unidade. 1. Pesquisa, desenvolvimento & inovação e transferência de tecnologia 1. Pesquisa, desenvolvimento & inovação e transferência de tecnologia Freqüência de conceitos Freqüência de conceitos Ruim M Ruim Exelente 2% 4% 7% Regular 37% Ruim/ M Ruim 9% Bom 50% Regular 37% Exelente/ Bom 54% Não houve diferença significativa de percepção entre as categorias de respondentes para nenhum dos quesitos relacionados aos itens avaliados nessa dimensão. 4.1. Articulação para cooperação tecnológica A percepção dos respondentes em relação à avaliação da articulação para cooperação tecnológica da Unidade apresentou variação, predominando os conceitos Bom e Regular, para quatro dos seis quesitos avaliados. Do conjunto de respondentes, 90%, 74%, 87% e 95% destacam com conceitos Bom e Regular os quesitos grau de cooperação tecnológica com universidades e institutos de pesquisa, com empresas privadas do agronegócio, com as fundações de apoio a pesquisa, e em projetos de pesquisa entre Unidades Descentralizadas da Embrapa, respectivamente. Os quesitos “Grau de cooperação tecnológica com empresas congêneres no exterior” e “Integração de ações entre as áreas de P&D e de Comunicação e Negócios da Unidade” apresentaram 80% e 68% de conceitos Regular e Ruim. O quesito “Grau de cooperação tecnológica com empresas congêneres no exterior“ foi o com maior percentual de respondentes que indicaram não ter conhecimento para opinar (32%), sendo nos demais inferior a 16%. IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 35 4.1. Articulação para ExceRegula Muito Não Bom Ruim cooperação tecnológica lente r Ruim sabe(*) 1. Grau de cooperação tecnológica com universidades e 7,5 45,0 45,0 2,5 0,0 9,1 institutos de pesquisa 2. Grau de cooperação tecnológica com empresas 0,0 26,3 47,4 26,3 0,0 13,6 privadas do agronegócio 3. Grau de cooperação tecnológica com empresas 0,0 10,0 46,7 33,3 10,0 31,8 congêneres no exterior 4. Grau de cooperação com as 0,0 48,7 37,8 13,5 0,0 15,9 fundações de apoio a pesquisa 5. Grau de cooperação em projetos de pesquisa entre UDs 0,0 46,3 48,8 4,9 0,0 6,8 descentralizadas 6. Integração de ações entre as áreas de P&D e de Comunicação 0,0 20,0 35,0 32,5 12,5 9,1 e Negócios da UD Média 1,3 32,7 43,5 18,8 3,8 14,4 (*) A resposta “Não sabe” (Não tenho conhecimento para opinar) não foi considerada no cálculo de freqüência dos demais conceitos, que totaliza 100%. 4.2. Financiamento para PD&I A melhor avaliação entre os quesitos relacionados ao Financiamento para PD&I, com 69% dos respondentes no conceito Bom, foi “Captação de recursos para projetos junto aos macroprogramas”, seguido do quesito “Capacidade de elaboração projetos competitivos pelo corpo técnico-científico” com 54%. Na percepção do conjunto de respondentes houve equilíbrio entre a avaliação Bom e Regular para “Captação de recursos para projetos de PD&I de outras fontes” e “Aderência dos recursos captados de outras fontes externas à estratégia da UD”. No caso do quesito “Mecanismos para captação externa de financiamento para PD&I”, 83% dos respondentes avaliaram com conceitos Regular e Ruim. Os quesitos “Mecanismos para captação externa de financiamento para PD&I“ e “Aderência dos recursos captados de outras fontes externas à estratégia da UD“ foram 36 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças os com maior percentual de respondentes que indicaram não ter conhecimento para opinar (22% e 29%, respectivamente), sendo os demais inferiores a 18%. 4.2. Financiamento para PD&I 1. Captação de recursos para projetos junto aos macroprogramas 2. Captação de recursos para projetos de PD&I de outras fontes 3. Mecanismos para captação externa de financiamento para PD&I 4. Capacidade de elaboração projetos competitivos pelo corpo técnico-científico 5. Aderência dos recursos captados de outras fontes externas à estratégia da UD Média Excelente Bom Regula Muito Não Ruim r Ruim sabe(*) 0,0 69,2 20,5 7,7 2,6 13,3 0,0 40,6 43,2 16,2 0,0 17,8 0,0 17,2 57,1 25,7 0,0 22,2 2,4 53,7 34,1 9,8 0,0 8,9 0,0 46,9 37,5 12,5 3,1 28,9 0,5 45,5 38,5 14,4 1,1 18,2 (*) A resposta “Não sabe” (Não tenho conhecimento para opinar) não foi considerada no cálculo de freqüência dos demais conceitos, que totaliza 100%. 4.3. Processos de PD&I e transferência de tecnologias Na percepção do conjunto de respondentes predominou o conceito Regular na avaliação dos quesitos relacionados aos processos de PD&I e Transferência de Tecnologias, exceto no quesito “Gerenciamento dos projetos”, onde houve equilíbrio entre os conceitos Regular e Bom. Apesar disso, nenhum dos quesitos atingiu o limite mínimo estabelecido para ser considerado ponto forte ou positivo. Os quesitos com pior avaliação foram “Quantidade de tecnologias geradas em relação aos recursos utilizados” e “Inovação nos processos de transferência de tecnologias” com mais de 30% de conceito Ruim. A percepção dos demais quesitos foi de alerta. IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 37 O quesito “Gerenciamento dos projetos“ foi o com maior percentual de respondentes que indicaram não ter conhecimento para opinar (20%), sendo nos demais inferior a 13%. 4.3. Processos de PD&I e ExceRegula Muito Não Bom Ruim transferência de tecnologias lente r Ruim sabe(*) 1. Quantidade de tecnologias geradas em relação aos recursos 0,0 15,4 46,2 33,3 5,1 13,3 utilizados 2. Aplicabilidade das tecnologias 2,4 30,9 42,9 19,0 4,8 6,7 geradas na atividade produtiva 3. Inovação nos processos de geração de conhecimentos e 2,4 19,0 57,1 19,1 2,4 6,7 tecnologias 4. Inovação nos processos de 0,0 20,5 43,6 30,8 5,1 11,4 transferência de tecnologias 5. Projetos adequadamente planejados para o pleno alcance 0,0 35,9 51,3 10,2 2,6 13,3 dos objetivos/metas previstos 6. Gerenciamento dos projetos 2,8 38,9 38,9 19,4 0,0 20,0 7. Avaliação de resultados dos 5,1 23,1 43,6 25,6 2,6 13,3 projetos 8. Acreditação e qualidade das atividades de pesquisa 7,1 31,0 47,6 7,2 7,1 6,7 desenvolvidas Média 2,5 26,8 46,4 20,6 3,7 11,4 (*) A resposta “Não sabe” (Não tenho conhecimento para opinar) não foi considerada no cálculo de freqüência dos demais conceitos, que totaliza 100%. 4.4 Comentários Os comentários mais recorrentes apresentados pelo conjunto de respondentes relacionados à dimensão Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação e Transferência de Tecnologia estão apresentados a seguir. Comentários dos respondentes sobre PD&I e transferência de tecnologia Relacionados à cooperação tecnológica • Apesar de os recursos externos serem fundamentais atualmente para o sistema de pesquisa na Embrapa, os projetos submetidos devem estar aderentes à estratégia da Unidade. 38 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças • Os contratos são vistos como barreiras às atividades de cooperação, sendo que a demora e as questões jurídicas não são bem compreendidas pelos parceiros e pelo próprio corpo técnico-científico da Unidade. • As dificuldades legais e burocráticas na execução financeira dificultam ou até inviabilizam o estabelecimento de parcerias com outras instituições públicas. • A cooperação com universidades e institutos de pesquisa é mais devido a esforços individuais, podendo melhorar consideravelmente com a lei de inovação e política de empresa. • A área de P&D tem que se integrar com a de Comunicação e Negócios ACN desde a fase de elaboração do projeto de pesquisa, passando informações para a construção de plano de negócios. Não podem mais atuar de forma desconectada, pontual e desorganizada. • A cooperação internacional é feita basicamente em função de talentos individuais. A chefia da Unidade não catalisa esse processo. Relacionados aos processos de PD&I • A maior parte dos projetos está voltada à obtenção de metas “burocráticas”, sendo ainda minoria os projetos focados em resultados de impacto e/ou inovação, que é imprescindível para a sustentabilidade da Unidade no longo prazo. • A Unidade ressente de um sistema efetivo de acompanhamento e avaliação qualitativa dos projetos de P&D. • A Unidade deve ter pessoas melhor treinadas para auxiliar a elaboração e a gestão de projetos competitivos de maior “envergadura”. É fundamental a efetiva implementação do Núcleo de Assessoria de Projetos (NAP). • Existe, em geral, baixa qualidade na condução dos experimentos e ensaios realizados na Unidade, o que leva a resultados pouco confiáveis. • A manutenção e a calibração sistemática de equipamentos e a implantação de BPL vai melhorar a qualidade dos trabalhos da Unidade. • Deve existir uma carteira de projetos de PD&I, alinhados às diretrizes estratégicas do PDU. Projetos elaborados de última hora têm poucas chances de serem aprovados em editais competitivos. • A produtividade média dos pesquisadores é baixa, lembrando que a missão principal da Embrapa é PD&I. • Não há uma analise para verificar a vinculação de projetos externos e mesmos os internos com os objetivos estratégicos do PDU. Na verdade, os objetivos estratégicos do PDU são muito amplos e praticamente não limita qualquer linha de pesquisa com hortaliças. IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 39 • Existe pouca inovação nos produtos gerados e a Unidade ainda não sabe explorar outros tipos de tecnologias que não sejam cultivares. Há necessidade de se valorar outras áreas que não melhoramento. • “Melhoramento” é considerado nosso “carro chefe”, mas até hoje vivemos da cenoura “Brasília”. Dizer hoje que nosso produto é “Brasília” é admitirmos nosso fracasso. Pouquíssimas cultivares tiveram impacto significante nos últimos anos. • Existe grande distanciamento das atividades de P&D desenvolvidas pela Unidade dos reais problemas vividos pelo setor produtivo. • A captação externa de recursos por meio de projetos competitivos é apenas função de talentos individuais. Não existe processo formal de estímulo à captação de recursos e o NAP ficou apenas no papel. • A Embrapa Hortaliças não pode participar em projetos em rede em que seja apenas provedora de germoplasma. • Os resultados (qualidade) obtidos pelos pesquisadores estão bem mais elevados do que a qualidade e condições de trabalho. • Há resistência dos pesquisadores na implantação de processos de acreditação, melhoria de qualidade, e validação de metodologias e rastreabilidade. Relacionados à transferência de tecnologia • Necessidade de se identificar anualmente as tecnologias geradas e analisar as necessidades, oportunidades e prioridades daquelas a serem validadas e transferidas. Elaborar agenda das tecnologias a serem validadas e transferidas a cada ano. • É necessária a construção de redes para a validação e de transferência das tecnologias geradas. O processo de transferência está longe dos projetos de pesquisa e há pouca inovação. • Não há divulgação interna e externa da quantidade de tecnologias geradas em relação aos recursos utilizados ou qualquer tipo de mecanismo para a quantificação da aplicabilidade das mesmas. Nem mesmo um controle quantitativo dos “downloads” das publicações disponibilizadas na Internet existe. • O volume de recursos utilizados é muito alto em comparação com a quantidade de produtos disponibilizados, o que é preocupante para o futuro da Unidade. Ademais, as tecnologias efetivamente utilizadas pelo setor produtivo são reduzidas e não são monitoradas. • O Comitê Local de Publicações (CPL) deve aprimorar o “crivo” de análise para melhorar a qualidade das publicações da série Embrapa. 40 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 5. Gestão da Infra-estrutura Contempla a avaliação de fatores que permitem à Embrapa Hortaliças ampliar a capacidade de atendimento e a efetividade de suas ações, compreendendo a atuação em redes para cooperação tecnológica, o financiamento para PD&I, a capacidade de inovação em produtos e serviços e a transferência de tecnologia. A pesquisa captou que para a Unidade melhorar a efetividade de suas ações ou ampliar a capacidade de atendimento a demandas futuras, ações de melhoria da gestão da infraestrutura deverão ser implantadas de forma contínua nos próximos anos. Trinta por cento dos conceitos atribuídos pelos respondentes aos quesitos vinculados a esta dimensão foram Ruim ou Muito Ruim e 36% Regular. 1. Pesquisa, desenvolvimento & inovação e transferência tecnologia Freqüênciade de conceitos M Ruim 8% 1. Pesquisa, desenvolvimento & inovação e transferência tecnologia Freqüênciade de conceitos Exelente 3% Bom 31% Ruim 22% Regular 36% Ruim/ M Ruim 30% Exelente/Bom 34% Regular 36% 5.1. Condições de infra-estrutura de pesquisa A percepção dos respondentes em relação às condições de infra-estrutura de pesquisa foi, na maioria dos quesitos, negativa (soma dos conceitos Ruim e Muito Ruim), exceto para “Infra-estrutura de laboratórios“ considerada positiva (91% de conceito pelo menos Regular). Os destaques negativos foram: “Número de laboratórios para análises acreditados” (46%); “Atualização e manutenção dos equipamentos” (52%); e “Compartilhamento de equipamentos com outras Unidades Descentralizadas da Embrapa (47%)” Os quesitos “Compartilhamento interno de equipamentos entre laboratórios” e “Infraestrutura de campos experimentais, incluindo as casas de vegetação e salas/galpões de apoio”, com 56% e 65% de conceito Regular ou inferior, carecem de preocupação. IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 41 O quesito “Infra-estrutura de laboratórios” foi considerado um ponto positivo para a média dos respondentes e pelas categorias de pesquisador, analista e chefe/supervisor. Já na percepção dos analistas, o quesito foi considerado como ponto de alerta. Os respondentes da categoria de chefe/supervisor avaliaram os quesitos “Atualização e manutenção dos equipamentos”, “Compartilhamento de equipamentos com UDs descentralizadas da Embrapa” e “Compartilhamento interno de equipamentos entre laboratórios” como ponto de alerta, enquanto as demais categorias consideraram como ponto de fragilidade. Os quesitos 2, 4 e 5 do item “Condições de infra-estrutura de pesquisa” foram os com maior percentual de respondentes que indicaram não ter conhecimento para opinar (entre 21% e 27%), sendo os demais inferior a 17%. 5.1. Condições de infraExceestrutura de pesquisa lente 1. Infra-estrutura de 3,7 laboratórios 2. Número de laboratórios para 3,9 análises acreditados 3. Atualização e manutenção 1,8 dos equipamentos 4. Compartilhamento de equipamentos com UDs 2,1 descentralizadas da Embrapa 5. Compartilhamento externo 0,0 de equipamentos 6. Compartilhamento interno 4,2 de equipamentos entre laboratórios 7. Infra-estrutura de campos experimentais, incluindo as 3,7 casas de vegetação e salas/galpões de apoio Média 2,8 (*) Bom Regula Muito Não Ruim r Ruim sabe(*) 50,0 37,0 7,4 1,9 16,9 17,3 32,7 26,9 19,2 21,2 10,7 35,7 32,2 19,6 15,2 24,5 26,5 34,7 12,2 25,8 18,8 50,0 20,8 10,4 27,3 39,6 33,3 16,7 6,2 27,3 31,2 40,0 16,3 8,8 11,1 27,4 36,5 22,1 11,2 20,7 A resposta “Não sabe” (Não tenho conhecimento para opinar) não foi considerada no cálculo de freqüência dos demais conceitos, que totaliza 100%. 42 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 5.2. Gestão da infra-estrutura de suporte Na percepção dos respondentes não há um equilíbrio de conceito entre os diferentes quesitos associados à Gestão da infra-estrutura de suporte. O quesito “Infra-estrutura da área de informação e comunicação” obteve 65% de conceitos Excelente e Bom, enquanto “Gestão dos recursos materiais” e “Infra-estrutura de salas para o corpo técnico-científico” obtiveram 61% e 87% de conceitos Regular e acima. O quesito “Infra-estrutura da área de informação e comunicação” foi considerado como ponto forte por todas as categorias de respondentes, exceto pela de analistas que avaliou como ponto positivo. Percepção negativa (conceitos Ruim e Muito Ruim) foi verificada para os quesitos “Administração do campo experimental, incluindo área de campo, de casas de vegetação e salas/galpões de apoio” (33%), “Eficiência de uso e gestão da infra-estrutura” (34%) e “Logística de acesso à Unidade para estagiários” (49%). Quesitos com melhor avaliação, mas que também carecem de preocupação (conceitos Regular e inferior) são “Gestão de laboratórios” (62%), “Infra-estrutura de mobiliário e equipamentos de informática” (65%) e “Infra-estrutura para estagiários” (76%). O quesito “Infra-estrutura para estagiários” foi considerado ponto de alerta pelo conjunto total de respondentes e pelas categorias de assistente e chefe/supervisor, mas como fragilidade pelos pesquisadores e analistas. Já o quesito “Logística de acesso à UD para estagiários” foi considerado ponto de fraco por todo o conjunto de respondentes e pelas categorias de pesquisador e analista e como ponto de alerta pelo conjunto de assistentes, chefes e supervisores. O quesito “Gerenciamento de labortatório“ foi o com maior percentual de respondentes que indicaram não ter conhecimento para opinar (27%), sendo nos demais inferior a 14%. 5.2. Gestão da infra-estrutura ExceRegula Muito Não Bom Ruim de suporte lente r Ruim sabe(*) 1. Gestão dos recursos materiais 0,0 18,6 42,4 25,4 13,6 10,6 2. Gestão de laboratórios 3. Administração do campo experimental, incluindo área de 0,0 38,3 42,6 17,0 2,1 26,6 7,9 31,6 27,6 22,4 10,5 13,6 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças campo, de casas de vegetação e salas/galpões de apoio 4. Infra-estrutura de mobiliário e 1,6 equipamentos de informática 5. Infra-estrutura de salas para o 8,3 corpo técnico-científico 6. Infra-estrutura da área de 8,3 informação e comunicação 7. Infra-estrutura para 1,7 estagiários 8. Eficiência de uso e gestão da 1,6 infra-estrutura da UD 9. Logística de acesso à UD 3,5 para estagiários Média 3,7 33,9 43,6 17,7 3,2 4,6 48,3 30,0 13,4 0,0 7,7 56,7 21,7 10,0 3,3 9,1 22,0 47,5 20,3 8,5 9,2 24,2 40,3 30,7 3,2 4,6 21,1 26,3 42,1 7,0 13,6 32,7 35,8 22,1 5,7 43 11,1 (*) A resposta “Não sabe” (Não tenho conhecimento para opinar) não foi considerada no cálculo de freqüência dos demais conceitos, que totaliza 100%. 5.3. Comentários Os comentários mais recorrentes apresentados pelo conjunto de respondentes relacionados à dimensão Gestão da Infra-estrutura estão apresentados a seguir. Comentários dos respondentes sobre gestão da infra-estrutura Relacionados à infra-estrutura de pesquisa • A infra-estrutura de campos experimentais, incluindo as casas de vegetação e salas/galpões de apoio, já se encontra totalmente obsoleta e em precário estado de manutenção. Necessita ser totalmente revitalizada. • Existe grande dificuldade na Unidade para manutenção e adequação de instalações, máquinas e equipamentos, principalmente no SCE. • O compartilhamento externo de equipamentos de laboratório não é prioritário, pois a Unidade tem dificuldades até para a manutenção dos mesmos. • A quantidade de equipamentos novos cresceu e a infra-estrutura está melhorando, mas ainda falta uma melhor utilização do espaço e manutenção periódica dos equipamentos, aceleração no processo de instalação. 44 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças • Há sérios problemas quanto à racionalização dos recursos na Unidade, como de instalações prediais em geral, equipamentos e máquinas de laboratórios e campo. Relacionados à infra-estrutura de suporte • Como a tecnologia de informação e informática avança numa velocidade rápida, cabe à Unidade promover a modernização e atualização constante da infraestrutura de redes de comunicação, equipamentos, recursos humanos, política de compra e uso de hardware e software, manutenção, etc. • Os processos de compra e de gestão de estoque (almoxarifado) devem ser informatizados com acesso em tempo real. É necessário se ter conhecimento sobre o andamento dos processos de compra, sem ter que ficar perguntando às pessoas do setor responsável. • Criar facilidades para o acesso (transporte) e a permanência de “bons” estagiários na Unidade; devem existir mais salas, com mesas e computadores. • Falta disciplinar o papel do gestor de laboratório e melhorar a distribuição e a gestão das turmas de campo. A informatização de sistemas seria fundamental para auxiliar a gestão. • Cada técnico e/ou pesquisador conduz “seu” laboratório ou atividades de campo como acha ser correto. Não existe gestão visando o aumento de eficiência e/ou a melhoria da qualidade. • É necessária melhorias no ambiente de convívio dos funcionários, tais como local para refeição e lanches, banheiro, dentre outras. 6. Planejamento e Gestão Visa avaliar a existência, qualidade e adequação das decisões estratégicas e dos processos de planejamento, de gestão estratégica e operacional, e de comunicação da Embrapa Hortaliças. A percepção geral sobre a dimensão “Planejamento e Gestão” é de fragilidade (32% de conceitos Ruim e Muito Ruim), com quase que total predominância de pontos fracos e de alerta. Isso indica a necessidade de melhoraria na qualidade e na adequação dos processos de planejamento e mecanismos de gestão. IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 1. Pesquisa, desenvolvimento & inovação e transferência tecnologia Freqüênciade de conceitos M Ruim 9% 45 1. Pesquisa, desenvolvimento & inovação e transferência tecnologia Freqüênciade de conceitos Exelente 2% Bom 24% Exelente/Bom 27% Ruim/ M Ruim 32% Ruim 24% Regular 41% Regular 41% 6.1. Planejamento e gestão Houve variação na percepção dos respondentes no que se refere à avaliação dos diferentes quesitos relacionados ao “Planejamento e Gestão”. Apesar da predominância de conceito Regular, entre 38% e 44% dos respondentes consideram negativa (Ruim e Muito Ruim) a avaliação dos quesitos “Influência efetiva do planejamento na tomada de decisão estratégica”, “Monitoramento e avaliação do planejado x programado x realizado”, “Acompanhamento das atividades/metas individuais e por equipe”, “Procedimentos dos processos de compra” e “Política ambiental interna da Unidade”. O quesito “Acompanhamento das atividades/metas individuais e por equipe” foi considerado ponto de fraco pelo conjunto de respondentes e pelas categorias de pesquisador e analista, mas como ponto de alerta pelas categorias de assistente e chefe/supervisor. A avaliação do quesito “Processo de negociação e definição das metas institucionais” foi considerada Regular para 46% do conjunto de respondentes, Bom para 27% e Ruim para outros 27%. Avaliação positiva somente foi alcançada pelo quesito “Aderência da programação de PD&I ao PDU”, com 50% de conceito Bom. 46 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 6.1. Planejamento e gestão 1. Influência efetiva do planejamento na tomada de decisão estratégica 2. Aderência da programação de PD&I ao PDU 3. Processo de negociação e definição das metas institucionais 4. Monitoramento e avaliação do planejado x programado x realizado 5. Acompanhamento das atividades/metas individuais e por equipe 6. Procedimentos dos processos de compra 7. Política ambiental interna da UD Média Excelente Bom Regula Muito Não Ruim r Ruim sabe(*) 0,0 10,0 47,5 37,5 5,0 9,1 2,5 50,0 37,5 10,0 0,0 11,1 0,0 27,0 46,0 27,0 0,0 17,8 0,0 11,6 48,8 34,9 4,7 4,4 2,5 21,0 33,3 37,0 6,2 9,0 0,0 22,9 32,8 23,0 21,3 7,6 0,0 11,9 50,0 23,8 14,3 6,7 0,7 22,1 42,3 27,6 7,4 9,4 (*) A resposta “Não sabe” (Não tenho conhecimento para opinar) não foi considerada no cálculo de freqüência dos demais conceitos, que totaliza 100%. 6.2. Processo decisório Houve predominância do conceito Regular na avaliação dos quesitos relacionados ao processo decisório, tendo sido também expressida a frequencia de conceitos Bom e Ruim para alguns dos quesitos avaliados. Apesar disso, a percepção foi negativa (conceitos Ruim e Muito Ruim) para os quesitos “Autonomia na tomada de decisão pelos supervisores” (34%), “Transparência no processo de tomada de decisão” (46%), “Capacidade e velocidade de resposta às demandas e problemas” (54%) e “Participação dos empregados na tomada de decisão” (32%), e de alerta para “Autonomia na tomada de decisão pelos supervisores“ (61% de conceitos Regular, Ruim e Muito Ruim). IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 6.2. Processo decisório 1. Autonomia na tomada de decisão pelos supervisores 2. Transparência no processo de tomada de decisão 3. Capacidade e velocidade de resposta às demandas e problemas 4. Participação dos empregados na tomada de decisão 5. Grau de normatização de processos e comitês existentes na UD Média Excelente Bom 6,6 32,9 40,8 14,5 5,2 14,6 3,6 24,1 38,5 20,5 13,3 6,7 0,0 13,2 41,0 32,5 13,3 4,6 2,3 11,6 32,6 33,7 19,8 3,4 0,0 26,4 41,5 24,5 7,6 18,5 2,5 21,6 38,9 25,1 11,8 9,6 47 Regula Muito Não Ruim r Ruim sabe(*) (*) A resposta “Não sabe” (Não tenho conhecimento para opinar) não foi considerada no cálculo de freqüência dos demais conceitos, que totaliza 100%. 6.3. Modelo de gestão A estrutura organizacional foi avaliada como Regular e Bom pela maioria dos respondentes, atingindo 82% na soma desses conceitos. Por outro lado, 66% do conjunto de respondentes consideram negativo (Ruim e Muito Ruim) o quesito “Adequação das ferramentas de gestão“, o que demonstra um certo descompasso entre a estrutura e as ferramentas de gestão utilizadas na Unidade. 6.3. Modelo de gestão 1. Estrutura organizacional 2. Adequação das ferramentas de gestão Média (*) ExceRegula Muito Não Bom Ruim lente r Ruim sabe(*) 2,7 40,5 41,9 12,2 2,7 7,5 0,0 9,7 24,4 41,5 24,4 8,9 1,4 25,1 33,2 26,9 13,6 8,2 A resposta “Não sabe” (Não tenho conhecimento para opinar) não foi considerada no cálculo de freqüência dos demais conceitos, que totaliza 100%. 48 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 6.4. Processo de comunicação Na avaliação dos quesitos relacionados ao processo de comunicação na Unidade houve uma ligeira predominância do conceito Regular (38% a 49%). A adequação dos canais de comunicação internos externos utilizados pela Unidade e os fluxos de informações via cadeia hierárquica de comando (“vertical”) e entre pessoas de diferentes setores sem intermediação das respectivas chefias ("horizontais") também receberam expressiva freqüência de conceito Bom (31% a 39%). Apesar desses conceitos, a percepção pelo conjunto de respondentes foi de alerta. Percepção negativa foi captada para o quesito “Grau de conhecimento dos Objetivos e Diretrizes Estratégicas existentes no PDU”, com 38% de conceitos Ruim e Muito Ruim. 6.4. Processo de comunicação 1. Adequação dos canais de comunicação externos utilizados pela UD 2. Adequação dos canais de comunicação internos utilizados pela UD 3. Fluxo de informações via cadeia hierárquica de comando 4. Fluxo de informações "horizontais", entre pessoas de diferentes setores sem intermediação das respectivas chefias 5. Grau de conhecimento dos Objetivos e Diretrizes Estratégicas existentes no PDU da UD Média (*) Excelente Bom Regula Muito Não Ruim r Ruim sabe(*) 7,0 32,5 46,5 10,5 3,5 3,4 5,7 38,6 40,9 11,4 3,4 1,1 1,2 36,3 37,5 18,8 6,2 8,1 5,9 30,6 49,4 11,7 2,4 3,4 1,3 17,7 43,0 25,3 12,7 11,2 4,2 31,1 43,5 15,5 5,6 5,4 A resposta “Não sabe” (Não tenho conhecimento para opinar) não foi considerada no cálculo de freqüência dos demais conceitos, que totaliza 100%. IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 49 6.5. Comentários Os comentários mais recorrentes apresentados pelo conjunto de respondentes relacionados à dimensão Planejamento e Gestão estão apresentados a seguir. Comentários dos respondentes sobre planejamento e gestão Relacionados ao planejamento e gestão • O planejamento estratégico não norteia a elaboração do PDU, que é preparado com o propósito principal de congregar as atividades realizadas na Unidade. • A programação de P&D é resultado de projetos elaborados sem planejamento estratégico, o que leva, em regra, a geração de tecnologias de reduzido impacto e/ou com pouca inovação. • A negociação e definição das metas institucionais são frágeis e o aumento contínuo das mesmas com base no ano anterior tem levado a queda na qualidade dos produtos gerados e atividades realizadas. • Não há planejamento das atividades de pesquisa e transferência de tecnologias, sendo as mesmas geralmente estabelecidas em cima de demandas de última hora. • Inexiste, do ponto de vista prático, monitoramento e avaliação do foi realizado em relação ao que foi planejado nos projetos. • Não existe política ambiental na Unidade, apenas algumas ações pontuais. • Especificamente em relação aos processos de compra, há necessidade de implementação de mecanismo que possibilite acompanhamento contínuo do andamento dos processos (compra e serviços). Relacionados ao processo decisório • De forma geral, a tomada de decisão é centralizada, burocratizada e pouco transparente. O grau de participação de empregados na tomada de decisão é muito baixo, ficando muitas vezes a aqueles mais chegados à chefia. • Não há hábito para consulta aos empregados nas tomadas de decisões. Os gestores fazem aquilo que acham que está certo e ponto final. • Tem que haver bom censo, os empregados não têm que participar de todas as decisões, seminário para isso, reunião para outra coisa, etc. Capacidade e velocidade de resposta é que precisa melhorar. • A tomada de decisões precisa ser mais ágil e menos burocrática. É necessário estabelecer processos e protocolos para as atividades básicas de cada setor. Isso 50 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças ira permitir que os supervisores possam ter maior velocidade de resposta às demandas e problemas. • Geralmente pessoas com postura de dependente não servem para ocupar cargos de supervisão. Percebe-se que há supervisores com uma submissão fora do comum. Por outro lado, aqueles que assumem uma postura mais autônoma geralmente são substituídos. • Melhorar a rapidez e a eficiência da Assessoria Jurídica na tomada de decisões em processos de avaliação e elaboração de contratos, etc. Relacionados ao modelo de gestão • Encontrar formas de gestão que permitam estabelecer rearranjos internos rápidos, adequado aos novos cenários. • Falta integração entre diretoria da Embrapa e a chefia da Unidade no estabelecimento de metas estratégicas e durante a própria elaboração do PDU. • A estrutura organizacional da Unidade está extremamente comprometida. Algumas equipes são minúsculas e outras quase inexistentes. É necessário haver remanejamento de pessoas entre equipes e setores, melhorando a qualidade e a capacidade de trabalho. • As ferramentas de gestão existentes são relativamente adequadas. No entanto, há muitas vezes distorção na forma de uso de tais ferramentas. Um caso concreto disso é o SAAD, muito mal gerido na Unidade. • O setor de laboratórios deveria estar sob supervisão da chefia adjunta de P&D, enquanto o SCE deveria estar na chefia administrativa. • As ferramentas de gestão existentes não estão adequadamente integradas e somente aumentam a burocracia. • Os comitês de assessoramento precisam ser utilizados de forma mais ativa e estratégica pela chefia em Unidade. • Nas áreas de comunicação e negócios e administrativa existem muitos supervisores para poucos subordinados. • Alto grau de desconhecimento dos membros do CAE sobre os reais problemas da Unidade. • Os grupos de pesquisa e/ou núcleos temáticos são ainda estabelecidos de modo muito incipiente o que prejudica a aprovação de grandes projetos, inovação e a geração de tecnologias de impacto. • Falta de sistema de cobrança e parâmetros para a realização de um número mínimo de atividades por pesquisador. IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 51 Relacionados ao processo de comunicação • As pessoas se comunicam pouco, não discutindo problemas e propondo soluções globais para os mesmos. Em geral, as discussões são realizadas dentro de círculos de amizade e, nesse caso, as soluções propostas são geralmente de interesse de grupos específicos, não institucional. • A maioria dos funcionários de apoio desconhece quase que por completo o que existe no PDU da Unidade. • Dar maior divulgação do PDU para todos os empregados, por meio de palestras, cursos, cartilhas explicativas, resumos, etc. • Falta intensificar a comunicação entre os funcionários de apoio e os do corpo técnico-científico. Isso é fundamental para a melhoria no ambiente de trabalho e da qualidade das atividades desenvolvidas. • Falta uma política de incentivo à vinculação de notícias e falta interesse em divulgar daqueles que detém a notícia. • Necessidade urgente de manter nossa página na Internet atualizada (atualização contínua) e com mais informações sobre tecnologias geradas pela Unidade e informações gerais sobre hortaliças. • Apesar da Internet, existe necessidade de atualizar e enriquecer o acervo da Biblioteca. • A comunicação interna tem melhorado nos últimos meses e a externa deve ser mais ágil. 52 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças ANEXO I Questionário utilizado na pesquisa de avaliação organizacional e indicação das perguntas respondidas pelos grupos de respondentes IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 53 54 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 55 56 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 57 58 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 59 ANEXO II Estratificação do universo elegível, amostra inicial e final para avaliação organizacional Função / cargo Universo elegível Amostra inicial Amostra final No % No % No % Chefe (geral/adjunto) 4 2,3 4 3,6 4 4,4 Supervisor 8 4,5 8 7,1 6 6,7 Total 1 12 6,8 12 10,7 10 11,1 Pesquisador (*) 37 21,0 37 33,0 30 33,3 19 10,8 19 17,0 15 16,7 120 68,2 56 50,0 45 50,0 176 100,0 112 100,0 90 100,0 Analista (*) Assistente Total 2 (*) (*) Ao total de pesquisadores, analistas e assistentes estão incluídos os empregados com funções de chefia e supervisor. Desses, cinco tem cargo de pesquisador, um de analista e seis de assistente. 60 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças Freqüência de conceitos Quesito *ANEXO III para os quesitos avaliados, conforme a categoria de respondentes Pesquisador (**) P1101 P1102 P1103 P1104 P1105 P1201 P1202 P1203 P1301 P1302 P2101 P2102 P2103 P2104 P2105 P2106 P2107 P2108 P2109 P2110 P2111 P2112 (*) Analista Assistente Chefes / supervisores MR Ruim Reg Bom Exc MR Ruim Reg Bom Exc MR Ruim Reg Bom Exc MR Ruim Reg Bom Exc 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 4,5 9,1 8,7 0,0 0,0 0,0 4,0 0,0 4,0 4,5 4,0 4,0 9,5 50,0 4,0 9,1 52,2 0,0 0,0 4,3 4,5 12,5 13,6 18,2 13,0 4,8 8,3 0,0 8,0 0,0 24,0 18,2 28,0 28,0 28,6 31,8 28,0 27,3 26,1 25,0 19,0 34,8 22,7 50,0 50,0 59,1 65,2 28,6 45,8 4,0 40,0 66,7 56,0 36,4 52,0 32,0 38,1 13,6 24,0 40,9 13,0 66,7 66,7 47,8 68,2 33,3 31,8 13,6 8,7 66,7 45,8 72,0 48,0 28,6 16,0 40,9 16,0 32,0 23,8 4,5 44,0 22,7 8,7 8,3 14,3 13,0 4,5 4,2 0,0 0,0 4,3 0,0 0,0 24,0 0,0 4,8 0,0 0,0 0,0 4,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 6,7 0,0 0,0 8,3 0,0 13,3 0,0 0,0 7,7 7,1 0,0 0,0 0,0 8,3 8,3 7,1 0,0 33,3 0,0 0,0 0,0 7,1 13,3 8,3 16,7 0,0 0,0 13,3 0,0 0,0 0,0 28,6 7,1 35,7 15,4 8,3 58,3 14,3 45,5 66,7 8,3 23,1 15,4 21,4 33,3 75,0 83,3 58,3 30,8 53,3 7,7 30,8 38,5 50,0 42,9 35,7 38,5 41,7 16,7 28,6 54,5 0,0 83,3 76,9 69,2 64,3 46,7 16,7 0,0 33,3 61,5 20,0 53,8 61,5 38,5 14,3 50,0 28,6 46,2 41,7 16,7 42,9 0,0 0,0 8,3 0,0 15,4 7,1 0,0 0,0 0,0 0,0 7,7 0,0 38,5 7,7 15,4 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 7,1 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 2,5 0,0 0,0 0,0 6,7 15,0 0,0 45,5 13,3 33,3 32,5 66,7 36,4 60,0 26,7 47,5 33,3 18,2 26,7 33,3 2,5 0,0 25,0 41,7 27,8 5,6 0,0 5,9 2,6 0,0 0,0 0,0 0,0 6,7 0,0 0,0 11,8 2,7 8,1 40,6 0,0 5,9 0,0 0,0 0,0 5,7 0,0 0,0 6,7 20,0 29,4 10,8 29,7 25,0 42,9 38,2 13,2 25,8 14,3 34,3 21,4 26,7 20,0 33,3 38,2 35,1 37,8 18,8 50,0 44,1 52,6 45,2 57,1 51,4 71,4 53,3 66,7 46,7 20,6 43,2 21,6 12,5 7,1 5,9 31,6 29,0 28,6 8,6 7,1 13,3 6,7 0,0 0,0 8,1 2,7 3,1 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 10,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 20,0 0,0 0,0 0,0 10,0 0,0 10,0 0,0 10,0 0,0 20,0 10,0 12,5 44,4 22,2 11,1 50,0 20,0 10,0 0,0 10,0 40,0 60,0 50,0 40,0 33,3 50,0 20,0 0,0 33,3 10,0 60,0 50,0 40,0 62,5 44,4 44,4 44,4 30,0 80,0 90,0 80,0 70,0 50,0 20,0 40,0 40,0 55,6 30,0 60,0 80,0 55,6 80,0 40,0 30,0 50,0 25,0 11,1 33,3 44,4 10,0 0,0 0,0 20,0 20,0 10,0 0,0 10,0 20,0 11,1 10,0 20,0 10,0 11,1 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças P2113 P2114 P2115 P2116 P2117 P2118 P2119 P2201 P2202 P2203 P2204 P2205 P2206 P3101 P3102 P3103 P3201 P3202 P3203 P3204 P4101 P4102 P4103 P4104 P4105 P4106 P4201 P4202 P4203 P4204 P4205 29,2 24,0 44,0 8,7 33,3 36,4 20,0 4,0 4,2 24,0 12,0 4,0 12,5 4,3 0,0 0,0 29,4 18,8 11,1 26,3 0,0 0,0 15,0 0,0 0,0 16,7 4,2 0,0 0,0 0,0 5,0 37,5 40,0 24,0 47,8 23,8 27,3 35,0 24,0 41,7 28,0 28,0 16,0 45,8 34,8 0,0 40,9 58,8 56,3 50,0 47,4 4,2 27,3 35,0 8,7 8,3 33,3 12,5 21,7 36,4 8,3 10,0 25,0 32,0 20,0 26,1 28,6 27,3 35,0 48,0 29,2 40,0 32,0 28,0 29,2 39,1 16,0 36,4 5,9 18,8 27,8 26,3 50,0 50,0 45,0 47,8 54,2 37,5 8,3 43,5 45,5 41,7 25,0 8,3 4,0 12,0 17,4 14,3 9,1 10,0 24,0 20,8 8,0 28,0 52,0 12,5 21,7 68,0 22,7 5,9 6,3 11,1 0,0 41,7 22,7 5,0 43,5 37,5 12,5 75,0 34,8 18,2 45,8 60,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 4,2 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 16,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 4,2 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 4,2 0,0 20,0 15,4 16,7 15,4 8,3 20,0 0,0 0,0 0,0 6,7 6,7 6,7 7,1 0,0 0,0 6,7 11,1 0,0 12,5 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 9,1 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 20,0 30,8 41,7 23,1 66,7 13,3 40,0 6,7 20,0 20,0 20,0 13,3 50,0 21,4 0,0 20,0 33,3 50,0 37,5 44,4 0,0 36,4 40,0 33,3 0,0 36,4 0,0 11,1 12,5 16,7 28,6 53,3 53,8 33,3 38,5 16,7 53,3 60,0 73,3 60,0 53,3 46,7 53,3 28,6 35,7 8,3 66,7 44,4 25,0 25,0 22,2 36,4 27,3 40,0 11,1 41,7 27,3 40,0 33,3 75,0 16,7 57,1 6,7 0,0 8,3 23,1 8,3 13,3 0,0 20,0 20,0 20,0 26,7 26,7 14,3 42,9 66,7 6,7 11,1 25,0 25,0 33,3 45,5 36,4 20,0 55,6 58,3 27,3 60,0 55,6 12,5 66,7 14,3 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 25,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 18,2 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 26,3 13,5 28,6 3,3 9,7 5,4 12,9 0,0 2,6 2,8 10,3 7,7 25,6 18,4 32,4 17,1 13,3 16,1 29,7 16,1 7,9 12,8 16,7 20,5 10,3 23,1 31,6 35,1 28,6 43,3 45,2 18,9 35,5 47,4 48,7 38,9 28,2 28,2 20,5 23,7 18,9 22,9 36,7 29,0 43,2 29,0 42,1 30,8 36,1 28,2 38,5 23,1 0,0 0,0 2,9 3,3 0,0 2,7 6,5 2,6 5,1 5,6 12,8 15,4 7,7 0,0 0,0 10,0 0,0 0,0 0,0 0,0 10,0 0,0 0,0 10,0 10,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 20,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 10,0 10,0 20,0 12,5 20,0 30,0 42,9 0,0 20,0 20,0 0,0 0,0 10,0 20,0 0,0 0,0 75,0 75,0 40,0 40,0 0,0 0,0 20,0 0,0 0,0 20,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 60,0 80,0 20,0 37,5 40,0 40,0 0,0 60,0 60,0 60,0 70,0 30,0 30,0 60,0 0,0 80,0 0,0 25,0 40,0 0,0 40,0 80,0 60,0 40,0 40,0 40,0 40,0 60,0 80,0 40,0 60,0 61 30,0 0,0 10,0 0,0 50,0 0,0 50,0 0,0 40,0 0,0 30,0 0,0 57,1 0,0 20,0 10,0 20,0 0,0 20,0 0,0 20,0 0,0 50,0 10,0 60,0 0,0 20,0 0,0 80,0 20,0 20,0 0,0 25,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 60,0 0,0 60,0 0,0 20,0 0,0 20,0 0,0 60,0 0,0 60,0 0,0 40,0 0,0 60,0 0,0 40,0 0,0 20,0 0,0 60,0 0,0 40,0 0,0 62 P4301 P4302 P4303 P4304 P4305 P4306 P4307 P4308 P5101 P5102 P5103 P5104 P5105 P5106 P5107 P5201 P5202 P5203 P5204 P5205 P5206 P5207 P5208 P5209 P6101 P6102 P6103 P6104 P6105 P6106 P6107 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 9,1 4,2 4,2 10,0 4,3 0,0 4,3 12,5 0,0 27,3 26,1 15,0 15,0 4,8 22,7 13,0 0,0 28,6 4,0 0,0 8,7 18,2 8,3 9,5 8,7 0,0 0,0 8,3 8,0 29,2 20,8 36,4 20,8 20,8 40,0 4,3 27,3 30,4 8,3 9,1 22,7 43,5 40,0 20,0 23,8 13,6 30,4 15,8 38,1 16,0 20,0 8,7 18,2 41,7 61,9 43,5 16,0 42,9 41,7 76,0 33,3 25,0 40,9 45,8 54,2 35,0 56,5 27,3 34,8 45,8 36,4 36,4 26,1 35,0 60,0 33,3 40,9 47,8 47,4 28,6 40,0 32,0 21,7 40,9 37,5 19,0 34,8 32,0 28,6 41,7 12,0 25,0 41,7 13,6 29,2 20,8 15,0 34,8 45,5 26,1 25,0 54,5 13,6 4,3 10,0 5,0 33,3 22,7 8,7 36,8 4,8 36,0 44,0 56,5 22,7 8,3 9,5 13,0 52,0 28,6 8,3 4,0 12,5 12,5 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 4,3 8,3 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 4,8 0,0 0,0 0,0 0,0 4,0 4,0 4,3 0,0 4,2 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 7,7 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 8,3 0,0 20,0 14,3 14,3 0,0 0,0 18,2 0,0 0,0 7,1 0,0 0,0 0,0 0,0 7,7 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 15,4 7,7 33,3 23,1 23,1 21,4 27,3 11,1 18,2 7,7 0,0 45,5 40,0 42,9 42,9 11,1 23,1 18,2 10,0 40,0 21,4 15,4 14,3 40,0 42,9 53,8 41,7 0,0 0,0 21,4 41,7 30,8 30,8 41,7 30,8 53,8 50,0 36,4 55,6 54,5 30,8 50,0 45,5 30,0 14,3 28,6 55,6 61,5 54,5 40,0 40,0 42,9 38,5 35,7 46,7 42,9 15,4 58,3 70,0 81,8 71,4 50,0 46,2 53,8 25,0 30,8 15,4 28,6 36,4 22,2 18,2 53,8 41,7 9,1 10,0 28,6 14,3 33,3 15,4 9,1 50,0 20,0 28,6 46,2 42,9 13,3 14,3 23,1 0,0 30,0 18,2 7,1 8,3 7,7 7,7 0,0 7,7 7,7 0,0 0,0 11,1 9,1 7,7 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 7,1 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 16,7 21,4 14,3 7,1 18,2 5,6 18,8 9,1 5,6 0,0 0,0 0,0 7,1 0,0 7,1 16,7 25,0 21,4 28,6 21,4 18,2 16,7 37,5 27,3 11,1 21,4 7,7 7,1 14,3 20,0 14,3 33,3 16,7 42,9 28,6 42,9 9,1 30,6 31,3 45,5 22,2 42,9 23,1 14,3 42,9 40,0 28,6 50,0 41,7 14,3 28,6 28,6 54,5 38,9 12,5 18,2 44,4 35,7 61,5 71,4 35,7 40,0 35,7 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 8,3 0,0 0,0 16,7 0,0 7,7 7,1 0,0 0,0 14,3 8,6 26,7 14,3 13,3 37,1 40,0 34,3 20,0 5,7 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 28,6 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 20,0 80,0 0,0 0,0 0,0 60,0 40,0 0,0 0,0 80,0 20,0 0,0 20,0 60,0 20,0 0,0 0,0 60,0 40,0 0,0 0,0 60,0 40,0 0,0 20,0 60,0 20,0 0,0 0,0 100,0 0,0 0,0 0,0 25,0 50,0 25,0 14,3 28,6 0,0 28,6 11,1 55,6 22,2 11,1 25,0 12,5 50,0 12,5 0,0 57,1 42,9 0,0 0,0 42,9 42,9 14,3 11,1 44,4 44,4 0,0 0,0 33,3 66,7 0,0 14,3 28,6 57,1 0,0 11,1 33,3 55,6 0,0 11,1 55,6 33,3 0,0 0,0 22,2 44,4 33,3 11,1 11,1 55,6 22,2 0,0 75,0 12,5 12,5 0,0 44,4 55,6 0,0 22,2 55,6 22,2 0,0 0,0 80,0 20,0 0,0 0,0 0,0 80,0 20,0 20,0 40,0 40,0 0,0 40,0 20,0 40,0 0,0 11,1 55,6 33,3 0,0 0,0 22,2 77,8 0,0 0,0 80,0 20,0 0,0 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças P6201 P6202 P6203 P6204 P6205 P6301 P6302 P6401 P6402 P6403 P6404 P6405 (*) 4,3 20,0 20,0 24,0 9,5 5,0 34,8 4,0 4,0 8,0 0,0 12,0 8,7 32,0 40,0 40,0 33,3 15,0 26,1 8,0 24,0 32,0 8,0 24,0 47,8 28,0 40,0 32,0 52,4 45,0 30,4 64,0 52,0 36,0 56,0 40,0 30,4 20,0 0,0 4,0 4,8 35,0 8,7 24,0 20,0 24,0 28,0 24,0 8,7 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 8,0 0,0 0,0 6,7 6,7 20,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 14,3 0,0 14,3 38,5 26,7 40,0 33,3 25,0 14,3 61,5 28,6 20,0 14,3 6,7 35,7 46,2 60,0 53,3 40,0 58,3 57,1 23,1 50,0 46,7 42,9 66,7 50,0 15,4 6,7 0,0 6,7 16,7 21,4 15,4 14,3 33,3 28,6 26,7 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 7,1 0,0 7,1 0,0 0,0 0,0 0,0 10,0 15,2 12,1 22,2 16,7 3,1 6,7 15,2 30,3 36,1 25,0 12,5 43,3 39,4 36,4 27,8 8,3 40,6 36,7 27,3 21,2 8,3 50,0 40,6 3,3 3,0 0,0 5,6 0,0 3,1 5,4 5,3 3,2 5,7 13,3 2,7 2,6 12,9 17,1 20,0 32,4 28,9 38,7 42,9 40,0 45,9 52,6 41,9 25,7 23,3 13,5 10,5 3,2 8,6 3,3 Muito ruim (MR), ruim, regular (Reg), bom e excelente (Exc). (**) O primeiro número refere-se à dimensão, o segundo ao irem e os dois últimos ao quesito (pergunta) avaliado. 0,0 0,0 10,0 0,0 0,0 0,0 40,0 0,0 0,0 0,0 0,0 10,0 20,0 0,0 10,0 10,0 0,0 0,0 60,0 20,0 0,0 10,0 10,0 30,0 10,0 30,0 40,0 40,0 37,5 12,5 0,0 50,0 50,0 30,0 30,0 50,0 63 50,0 20,0 50,0 20,0 40,0 0,0 50,0 0,0 62,5 0,0 87,5 0,0 0,0 0,0 30,0 0,0 40,0 10,0 60,0 0,0 60,0 0,0 10,0 0,0 64 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças ANEXO IV Variação da percepção das categorias de respondentes em relação à média de todas as categorias, conforme a dimensão avaliada 30 Dimensão 1: Desempenho global Variação (%) 20 10 0 101 102 103 104 105 201 202 203 301 302 -10 Pesquisador Analista -20 Assistente Chefe/supervisor Número do quesito 40 Dimensão 2: Gestão de pessoas e cultura organizacional 30 Variação (%) 20 10 0 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 201 202 203 204 205 -10 -20 Pesquisador Analista -30 Assistente Chefe/supervisor Número do quesito 40 Dimensão 3: Pesquisa, desenvolvimento & inovação e transferência de tecnologia 30 Variação (%) 20 10 0 101 102 103 201 202 -10 Pesquisador -20 Analista Número do quesito Chefe/supervisor 203 204 206 65 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 30 Dimensão 4: Pesquisa, desenvolvimento & inovação e transferência de tecnologia Variação (%) 20 10 0 101 102 103 104 105 106 201 202 203 204 205 301 302 303 304 305 306 307 308 -10 Pesquisador Analista -20 Chefe/supervisor Número do quesito 50 Dimensão 5: Gestão da infra-estrutura 40 30 Variação (%) 20 10 0 101 102 103 104 105 106 107 201 202 203 204 205 206 207 208 209 -10 -20 -30 Pesquisador Analista -40 Assistente Chefe/supervisor Número do quesito 60 Dimensão 6: Planejamento e gestão 50 40 Variação (%) 30 20 10 0 101 102 103 104 105 106 107 201 202 203 204 205 3011 302 -10 -20 -30 Pesquisador -40 Analista Assistente Número do quesito Chefe/supervisor 401 402 403 404 405 66 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças ANEXO V Resultado do teste de Kruskal-Wallis para análise de convergência entre as percepções das categorias de respondente Média dos conceitos(**) Quesito (*) Pesquisador Analista Assistente Chefe/ supervisor P > CHISQ P1101 3,83 4,00 4,33 3,80 0,99 P1102 3,95 3,77 3,73 3,90 0,43 P1103 3,70 4,00 4,13 4,20 0,65 P1104 3,73 3,71 3,87 4,10 0,46 P1105 3,29 3,20 3,33 3,70 0,72 P1201 3,09 3,08 -- 3,00 0,30 P1202 2,77 2,83 3,14 3,60 0,26 P1203 2,87 3,17 -- 3,80 0,09 P1301 3,62 3,77 3,64 3,78 0,85 P1302 3,38 2,80 3,38 3,40 0,97 P2101 4,20 4,31 4,11 4,00 0,65 P2102 3,32 3,77 4,03 3,90 0,20 P2103 3,38 3,54 4,14 3,78 0,10 P2104 2,84 2,71 3,63 3,70 0,12 P2105 3,14 3,43 3,86 3,40 0,06 P2106 2,80 2,93 3,67 3,10 0,01 P2107 3,04 3,31 3,73 3,40 0,40 P2108 2,76 3,17 3,27 3,13 0,16 P2109 1,73 2,42 2,68 2,67 0,05 P2110 3,08 3,29 3,43 3,11 0,08 P2111 2,77 2,55 2,81 3,33 0,04 P2112 1,78 1,67 2,13 2,40 0,61 P2113 2,13 2,47 2,53 3,20 0,01 P2114 2,16 2,38 2,59 3,00 0,04 P2115 2,00 2,33 2,54 3,10 0,01 P2116 2,52 2,69 3,23 3,38 0,22 P2117 2,24 2,25 2,94 3,20 0,31 P2118 2,09 2,60 3,08 3,00 0,93 P2119 2,35 2,60 3,00 3,14 0,62 P2201 2,92 3,13 3,39 3,20 0,19 P2202 2,79 3,00 3,23 3,00 0,11 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças P2203 2,32 2,87 3,25 3,00 0,38 P2204 2,76 2,93 3,13 3,00 0,18 P2205 3,28 3,00 3,44 3,50 0,23 P2206 2,42 2,50 2,64 3,50 0,14 P3101 2,78 3,21 -- 3,00 0,22 P3102 4,00 4,17 -- 4,20 0,62 P3103 2,82 2,73 -- 3,20 0,42 P3201 1,88 2,56 -- 2,50 0,04 P3202 2,13 2,75 -- 2,25 0,26 P3203 2,39 2,63 -- 2,20 0,54 P3204 2,00 2,89 -- 3,20 0,60 P4101 3,46 3,82 -- 3,60 0,12 P4102 2,95 3,00 -- 3,20 0,77 P4103 2,40 2,80 -- 3,00 0,59 P4104 3,35 3,22 -- 3,60 0,86 P4105 3,29 3,58 -- 3,60 0,09 P4106 2,46 2,73 -- 3,20 0,59 P4201 3,54 3,60 -- 3,60 0,85 P4202 3,13 3,44 -- 3,40 0,48 P4203 2,82 3,00 -- 3,20 0,80 P4204 3,46 3,50 -- 3,60 0,91 P4205 3,40 2,86 -- 3,40 0,67 P4301 2,59 2,92 -- 2,80 0,97 P4302 3,00 3,08 -- 3,40 0,81 P4303 2,92 3,08 -- 3,20 0,99 P4304 2,55 3,07 -- 3,00 0,89 P4305 3,22 3,09 -- 3,40 0,58 P4306 3,18 3,33 -- 3,40 0,42 P4307 2,96 3,18 -- 3,00 0,66 P4308 3,08 3,62 -- 3,00 0,34 P5101 3,45 3,25 3,33 4,00 0,01 P5102 2,36 2,64 2,83 2,86 0,15 P5103 2,09 2,30 2,50 3,33 0,03 P5104 2,40 2,57 2,71 3,50 0,11 P5105 2,55 2,43 2,93 3,43 0,08 P5106 3,10 3,22 3,00 3,71 0,01 P5107 2,64 2,92 3,28 3,33 0,07 P5201 2,52 2,55 2,38 3,67 0,28 P5202 3,21 3,40 2,73 3,43 0,08 67 68 (*) IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças P5203 2,10 2,80 3,56 3,44 0,63 P5204 3,20 2,93 3,14 3,22 0,72 P5205 3,32 3,31 3,69 4,11 0,11 P5206 3,39 3,43 3,79 3,89 0,05 P5207 2,68 2,73 3,07 3,38 0,01 P5208 2,58 2,71 3,20 3,56 0,11 P5209 2,29 2,54 3,36 3,00 0,04 P6101 2,52 2,58 -- 3,20 0,21 P6102 3,36 3,30 -- 4,20 0,06 P6103 2,86 3,18 -- 3,20 0,65 P6104 2,50 2,86 -- 3,00 0,21 P6105 2,12 2,67 3,14 3,22 0,02 P6106 2,21 2,46 2,53 3,78 0,14 P6107 2,46 2,62 -- 3,20 0,57 P6201 3,30 2,77 3,17 3,70 0,20 P6202 2,48 2,67 2,88 3,90 0,14 P6203 2,20 2,47 2,67 3,10 0,51 P6204 2,16 2,33 2,39 3,40 0,29 P6205 2,52 2,92 2,92 3,63 0,16 P6301 3,10 3,21 3,28 3,88 0,09 P6302 2,13 2,54 -- 1,60 0,67 P6401 3,08 3,00 3,59 3,10 0,92 P6402 2,88 3,13 3,61 3,60 0,20 P6403 2,76 2,86 3,29 3,50 0,39 P6404 3,36 3,20 3,14 3,50 0,08 P6405 2,76 2,36 2,83 2,60 0,50 O primeiro número refere-se à dimensão, o segundo ao irem e os dois últimos ao quesito (pergunta) avaliado. (**) A média dos conceitos foi determinada considerando o valor 1 para Muito Ruim, 2 para Ruim, 3 para Regular, 4 para Bom e 5 para Excelente. IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 69 ANEXO VI Distribuição quantitativa dos empregados da Embrapa Hortaliças, por cargo, área e setor Discriminação do quadro de recursos humanos na Unidade em 1999 (II PDU), 2004 (III PDU) e 2008 (IV PDU), por cargo e classe. (*) Cargo / classe 1999(*) 2004(*) 06/2008(**) Pesquisador Classe A Classe B Analista Classe A Classe B Assistente Classe A Classe B Classe C Total 46 27 19 20 5 15 162 14 58 90 228 53 40 13 20 8 12 159 18 49 92 232 45 37 8 25 9 16 148 41 44 63 218 Em 1999 e 2004, os cargos e classes tinham outras denominações e foram ajustados para a denominação atual. Não incluído os cedidos a outros órgãos e em aposentadoria temporária por invalidez. (**) 70 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças Alocação dos empregados em 06/2008, conforme o cargo, área ou setor de atuação. Número total, afastados (INSS e pós-graduação) e efetivamente trabalhando na Unidade, excluindo aqueles cedidos a outros órgãos e em aposentadoria temporária por invalidez. Descrição Total Afastados INSS PG Efetivo Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) Pesquisadores por área técnica Biologia celular Biologia molecular Cultivo orgânico Economia rural Entomologia Estatística Fertilidade do solo Fisiologia da produção Fitotecnia Fitopatologia Genética e melhoramento Impacto ambiental Irrigação Nematologia Pós-colheita Sociologia rural Solos e nutrição vegetal Tecnologia de alimentos Tecnologia de sementes Virologia Subtotal pesquisador (*) Analistas por área técnica Germoplasma Gestão de laboratórios Gestão de P&D Núcleo de assessoria a projetos Tecnologia de sementes Subtotal analista Assistentes no Setor de Campos Experimentais (SCE) Alho / cebola Apoio / manutenção / vitrine Batata Capsicum / berinjela Casa de vegetação Cenoura / mandioquinha-salsa Cucurbitáceas Cultivo orgânico 1 0 1 1 3 1 1 1 2 5 12 1 2 1 5 2 1 1 1 3 1 2 45 3 1 0 1 1 3 1 1 0 2 5 10 1 2 1 5 2 1 1 1 3 42 1 1 1 1 1 5 1 1 1 1 1 5 5 10 5 3 4 5 3 3 5 7 4 3 4 4 2 2 3 1 1 1 1 71 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças Cultivo protegido Irrigação Plantas daninhas Supervisor Tomate / brássicas Tratoristas UBS / batata-doce / germoplasma Subtotal SCE Analistas e assistentes no Setor de Laboratórios (Lab) Biologia celular Biologia molecular Entomologia Fitopatologia Genética e melhoramento Irrigação Nematologia Nutrição vegetal Pós-colheita Quarentenário Sementes Solos Virologia Tecnologia de alimentos Subtotal Lab Total P&D 3 6 1 1 8 9 5 71 4 1 1 4 3 1 1 2 3 1 2 1 2 1 27 148 3 4 1 1 7 7 5 59 2 1 2 12 1 1 2 14 3 4 1 1 3 2 1 1 2 3 1 2 1 2 1 25 131 Comunicação e Negócios (CN) Biblioteca Informática Multimeios Negócios Suporte Transferência de tecnologia Total CN 4 4 4 2 4 4 22 1 1 3 3 4 2 4 3 19 4 3 4 5 4 14 16 1 47 197 1 1 2 Administração (ADM) Secretarias das chefias Setor de gestão de pessoas (SGP) Setor de patrimônio e material (SPM) Setor de orçamentos e fianças (SOF) Setor de serviços auxiliares (SSA) Setor de veículos e transporte (SVT) Eng. Elétrico Total ADM TOTAL GERAL 3 4 5 4 15 16 1 48 218 1 1 17 (*) Foram incluídos quatro pesquisadores (2 fitopatologia, melhoramento e virologia) que ocupam função de chefia e um (sociologia rural) que ocupa função de supervisão. 72 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças ANEXO VII Atas das reuniões do Grupo de Trabalho Ata da 1ª Reunião do Grupo de Trabalho do Ambiente Interno – IV PDU Foi realizada no dia 09/05/2008, das 10-12h, na sala de reunião da administração, a primeira reunião do Grupo de Trabalho do Ambiente Interno – IV PDU (Ordem de serviço CNPH no 28/08). Participaram da reunião Waldir Marouelli (coordenador), Valter Rodrigues, Carlos Lopes, Neide Botrel, Francisco Resende, André Dusi, Roberto Nascimento, Alessandra Vilardi Martini, Dione Melo, Geovani Amaro, Giovani Olegário e Silvia Onoyama. A reunião teve por objetivo delinear as atividades de trabalho do ambiente interno. A abertura da reunião foi realizada pelo Chefe-Geral da Unidade, Dr. José Amauri Buso, que abordou sobre a importância do trabalho a ser realizado pelo Grupo de Trabalho (GT) visando à elaboração do IV PDU. Orientou que deve ser colocado no IV PDU somente o que efetivamente será executado e que as UDs contarão com o suporte da Marcoplan (empresa de consultoria que elaborou a metodologia do IV PDU) na etapa 04. Mencionou ainda que o PAC Embrapa aportará recursos às UDs, com reforços em infra-estrutura, reformas, equipamentos, dentre outros. Para tanto, o IV PDU deve sinalizar essas necessidades, em congruência com o V PDE. Com a saída do Dr. Amauri, o coordenador do grupo de trabalho deu inicio a reunião de trabalho. Primeiramente foi apresentada uma série de slides visando nivelar o conhecimento sobre a metodologia sobre etapa IV (ambiente interno) de elaboração do IV PDU. As principais atividades a serem realizadas pelo grupo de trabalho para análise do ambiente interno são: a) analisar os documentos associados ao PDU (PDE: análise organizacional; relatório do grupo do ambiente interno do III PDU; documento elaborado pelo corpo técnico sobre problemas das esferas de gestão global; pesquisa e desenvolvimento; comunicação e negócios; e administrativa; memória da reunião com os melhoristas; etc.); refletir a execução do III PDU: a etapa 03 da metodologia não foi plenamente discutida, poderia ser realizada novamente após os dados do ambiente interno levantados; definir o universo da amostra para análise do ambiente interno: identificar e selecionar atores-chaves (de setores, ou áreas ou agrupamentos); ajustar e validar o questionário base de avaliação organizacional do âmbito do V PDE para o IV PDU; agendar e realizar entrevistas com os atores-chaves; transcrever, analisar e consolidar as principais forças e fragilidades; análise integrada com o ambiente externo; elaborar relatório das atividades do ambiente interno. Depois da breve explanação, o grupo começou a discutir o roteiro de perguntas. Dúvidas foram levantadas, quanto à abordagem: o olhar será micro ou macro? Como a análise organizacional do V PDE; as dimensões do roteiro do V PDE serão obedecidas ou não?; Cada setor/área/agrupamento terá um questionário diferente?; haverá perguntas abertas ou fechadas com abertura de comentários e sugestões? Pontuou-se que com o questionário fechado, o grupo poderá analisar quantitativamente as respostas, subsidiando assim, pontos fortes e fracos. Após debater essas questões, o grupo decidiu ter como questionário base para todos os setores/áreas/agrupamentos: o roteiro da análise organizacional do V PDE (olhar macro). Para verificar as IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 73 peculiaridades de cada setor/área/agrupamento será elaborado um questionário a parte como anexo. Outra dúvida foi alçada: as perguntas em anexo serão diferentes ou genéricas para cada setor/área/agrupamento? Isso será discutido na próxima reunião. Outro ponto foi quanto à decisão dos atores-chaves a serem entrevistados. Concordou-se em dividir a amostra por agrupamentos: pesquisadores; analistas da área fim, analistas da área meio, assistentes da área fim e assistentes da área meio. Também foram incluídos estagiários das áreas fim e meio. Pesquisadores de outras unidades que realizam com freqüência atividades de pesquisa em conjunto com a Embrapa Hortaliças serão entrevistados. De acordo com o grupo, eles pertencem ao agrupamento dos pesquisadores. Sinalizou-se a importância de estabelecer um número mínimo de pessoas a serem entrevistadas de cada agrupamento para ter uma boa amostragem dos empregados do CNPH. Estabeleceu-se que serão entrevistados estagiários com mais de seis meses e funcionários com mais de um ano, para ter respostas significativas do ambiente interno. Dr. Marouelli estudará o número de cada agrupamento apresentará os resultados na próxima reunião. Por último, o grupo levantou o que será perguntado a cada agrupamento. Para tanto, chegou a um consenso que cada membro elaborará um conjunto de perguntas para cada agrupamento. Os resultados serão apresentados na próxima reunião: a) Dr Lopes ficou responsável por elaborar perguntas específicas para o agrupamento dos pesquisadores; b) Dra. Neide e Dr. Giovani Olegário para o agrupamento dos analistasfim; c) Roberto para os analistas meio; d) Dione e Alessandra para assistentes-fim; e) Dr. Valter para assistentes meio; f) Silvia e Dr. Geovani Amaro para estagiários meio, g) Dr. Francisco para estagiários da área fim; h) Dr. Marouelli ficou responsável em definir a amostra a ser entrevista. Ficou acordado que cada responsável deverá encaminhar as perguntas ao coordenador do Grupo de Trabalho até o dia 12/05/08. A próxima reunião do Grupo de Trabalho ficou agendada para as 10h do dia 13/05/08, na sala do CTI, e terá por objetivo a estruturação e validação dos questionários e definição do número da amostra. A reunião foi relatada pela analista Silvia Onoyama. Não havendo nada a mais para ser discutido assinam esta ata os membros do Grupo de Trabalho presentes. Ata da 2ª Reunião do Grupo de Trabalho do Ambiente Interno – IV PDU Foi realizada no dia 13/05/2008, das 10-12h, na sala de reunião da administração, a segunda reunião do Grupo de Trabalho do Ambiente Interno – IV PDU (Ordem de serviço CNPH no 28/08). Participaram da reunião Waldir Marouelli (coordenador), Dione Melo, André Dusi, Celso Moretti, Geovani Amaro, Giovani Olegário, Francisco Vilela, Carlos Lopes, Neide Botrel, Rita Luengo, Alessandra Vilardi Martini e Silvia Onoyama. A reunião teve por objetivo avaliar as considerações levantadas pelo grupo para consolidação do questionário. O coordenador pontuou que somente os membros que ficaram responsáveis por dois grupos enviaram perguntas adicionais a serem inseridas no questionário. Foi relatada a dificuldade de se elaborar perguntas adicionais diferentes agrupamentos funcionais. Em adição, discutiram-se mudanças no questionário. Pontuou-se que caso haja grandes mudanças no questionário, a análise dos resultados e a adequação frente à análise do ambiente interno realizada no âmbito 74 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças do V PDE poderão ser comprometidas. Assim, diferentemente da primeira reunião, foi decidido que não seria oportuna a elaboração de pesquisas específicas por agrupamento funcional. Concordou-se em retirar o agrupamento de estagiários, ao contrário do decidido na primeira reunião, porque a pesquisa deve ser direcionada apenas aos empregados da Unidade. Foi colocado que o pessoal do campo teria dificuldades em responder muitas questões do questionário, por causa do assunto e da linguagem. Decidiu-se então manter as dimensões e os itens do questionário original e fazer adequações e simplificação nas perguntas, assim como subdivisão e inclusão de novas perguntas, o que foi realizado durante a reunião. Das perguntas formuladas, chegou-se a um consenso em selecionar perguntas que seriam respondidos por cada agrupamento. Depois de retirado o agrupamento de estagiários, congregou-se os demais cinco agrupamentos em três grandes grupos: 1) pesquisadores e analistas; 2) técnicos agrícolas, laboratoristas (assistentes A e B), supervisores e secretárias das chefias; e 3) demais assistentes B e C. Em seguida, o grupo de trabalho revisou e classificou cada questão, no intuito de customatizar o questionário para os três grupos: 1) perguntas 1.1.1 ao 1.1.4 serão respondidos pelos grupos 1 e 2; 2)1.1.5 será respondido por todos; 3)todos as perguntas do 1.2 serão respondidos pelo grupo 1; 4) 1.3.1 pelos grupos 1 e 2; 5) 1.3.2 por todos os grupos; 4) 2.1.1 ao 2.1.3 por todos os grupos, além disso desdobrou a pergunta 2.1.3 em duas, separando qualificação e dimensionamento/perfil técnico, 5) 2.1.5 grupos 1 e 2; 6) 2.1.6 e 2.1.7 grupos 1 e 2; 7) 2.1.8 ao 2.1.17 por todos os grupos; 8) todos as perguntas do item 2.2 serão respondidos por todos e foi modificado o item 2.6: condições de trabalho para minimizar ocorrência; 9) todas as perguntas do item 3.1, 3.2, 4.1, 4.2, 4.3 serão respondidas pelo grupo 1. As perguntas 4.3.5 e 4.3.7 foram modificadas para projeto estruturado para alcance dos objetivos e na pergunta 4.3.7 acrescentou-se CTI e gestores dos macroprogramas como exemplos; 10) perguntas 5.1.1. à 5.1.7 serão respondidos pelos grupos 1 e 2 e 5.1.6 por todos; 11) 5.2.1 e 5.2.2 serão respondidas pelos grupos 1 e 2; 12) 5.2.3 será respondida por todos; 13) todas as perguntas do item 6.1 serão respondidas pelo grupo 1 (6.1.5 retirou-se a palavra cobrança e inseriu acompanhamento), 6.1.4 também será respondidas pelos grupos 2 e 3, 6.1.5 pelo grupo 2; 14) todos as perguntas do item 6.2 serão respondidas por todos; 15) 6.3.1 será respondida por todos e 6.3.2 pelo grupo 1 (item novo foi inserido);18) e por último todos as perguntas do item 6.4 serão respondidas por todos. Ao final decidiu-se validar o questionário com os três grupos no dia seguinte. A amostra será de sete pessoas por grupo. A próxima reunião do grupo de trabalho ficou agendada para as 10h do dia 16/05/08, na sala do CTI, e terá por objetivo analisar os resultados da validação e ajustar questionário, bem como definir a amostra dos entrevistados. A reunião foi relatada pela analista Silvia Onoyama. Não havendo nada a mais para ser discutido assinam esta ata os membros do Grupo de Trabalho presentes. Ata da 3ª Reunião do Grupo de Trabalho do Ambiente Interno – IV PDU Foi realizada no dia 16/05/2008, das 10-12h, na sala de reunião da administração, a terceira reunião do Grupo de Trabalho do Ambiente Interno - IV PDU (Ordem de IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 75 serviço CNPH no 28/08). Participaram da reunião Waldir Marouelli (coordenador), Carlos Lopes, Geovani Amaro, Dione Silva, José A. Buso, Valter Rodrigues, Giovani Olegário, Roberto Nascimento e Silvia Onoyama. A reunião teve por objetivo avaliar os resultados da validação, ajustar o questionário e definir a amostra dos entrevistados. No início da reunião, o coordenador relatou sobre o processo de validação dos questionários, sob responsabilidade de Dr. Marouelli, Dr. Francisco, Dr. Giovani Olegário e Silvia Onoyama, que foi realizado no dia 14/05/2008, às 15h. Alguns respondentes reclamaram que o questionário estava demasiadamente longo, enquanto outros abordaram que alguns itens estavam muito gerais e que deveriam ser desdobrados. Além disso, o espaço para justificativas foi considerado pequeno e a linguagem do questionário gerou dúvidas para determinados entrevistados. Decidiu-se por manter a maioria das perguntas agrupadas e orientar ao entrevistado a dar uma nota média e relatar os pontos fortes e fracos de cada setor/assunto no campo destinado para “justificativas e comentários” (que será aumentado). A seguir, são indicadas as principais alterações realizadas nas perguntas do questionário (sublinhado): 1.2.1. Volume anual de recursos financeiros totais disponíveis na Unidade frente as suas necessidades; 1.3.1. (Grau-retirado) Satisfação dos clientes externos com os produtos e serviços ofertados; 1.3.2. (Grau-retirado) Satisfação dos empregados do CNPH com o atendimento e serviços prestados pelos diferentes setores da Unidade; Nos 2.1.2, 2.1.5, 2.1.8, 2.1.9, 2.1.10. Tamanho (substituiu Dimensionamento) da equipe de pesquisadores, área de comunicação e negócios, de pessoal de suporte para laboratórios, campos experimentais e administrativo; Inseriu 3 itens do 2.1: 2.1.6. Tamanho e qualificação da equipe da área de Informática, 2.1.7. Tamanho e qualificação da equipe da Biblioteca, 2.1.11. Treinamento, formação e aperfeiçoamento da equipe de apoio; 2.1.12. Estratégias da Embrapa para não permitir a saída de bons empregados (retenção de talentos); 2.1.13. (Sistema de retirado) Reconhecimento e valorização profissional; 2.1.14. (Política de - retirado) Renovação e de rearranjo do quadro de empregados; 3.1.2. Acesso a bases de informações de PD&I no Brasil e no exterior (ex.: periódicos CAPES, etc.); 3.1.3. (Procedimentos sistemáticos - retirado) Identificação de métodos e práticas que possibilitem melhor desempenho (superior - retirado) das atividades e processos realizados na Unidade; 3.2.2. Análise (sistemática - retirado) prévia de patentes já registradas (concedidas no setor - retirado) no Brasil e exterior (antes do desenvolvimento de novos produtos); 4.3.1. Quantidade (substituiu número) de tecnologias geradas em relação aos recursos utilizados; 4.3.5. Projetos adequadamente planejados para o pleno alcance dos objetivos / metas previstos (antes era Grau de adequação do planejamento dos projetos - projeto estruturado para alcance dos objetivos); 4.3.6. Gerenciamento dos projetos (ex.: qualidade, cumprimento de metas, prazos e custos) antes era Adequação do gerenciamento (qualidade, prazos e custos) dos projetos; 4.3.7. (Adequação de - retirado) Avaliação de resultados dos projetos (ex.: CTI, gestores de macroprogramas, etc.); 5.1.1. Infraestrutura de laboratórios (área física e equipamentos) antes era Dimensionamento e adequação do sistema laboratorial; 5.1.7. (Retirada de Adequação) Infra-estrutura de campos experimentais, incluindo as casas de vegetação e salas/galpões de apoio; 76 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 5.2.3. Administração (substituiu Gestão) do campo experimental, incluindo área de campo, de casas de vegetação e salas/galpões de apoio; 5.2.4 a 5.2.7 Retirada da palavra adequação; 5.2.8. Eficiência de uso e gestão da infra-estrutura da Unidade (antes “Uso e gestão da infra-estrutura da Unidade”); 6.1.5 Mecanismos das atividades/metas individuais e por equipe (antes Mecanismos de acompanhamento de atividades/metas individuais e por equipe); 6.1.7. Política ambiental interna da Unidade; 6.2 Processo decisório (forma como as decisões são tomadas na Unidade); 6.2.1, 6.2.4 e 6.2.5 retirada da palavra grau. Em seguida, o grupo debateu sobre o número de pessoas que deverão responder o questionário. Dr. Marouelli apresentou uma planilha com o número de pessoas elegíveis de cada grupo para responder: Grupo 1 com 53 pessoas elegíveis, grupo 2 com 40 pessoas elegíveis e o grupo 3 com 82 pessoas. Discutiu-se a representatividade de cada grupo na amostra a ser entrevistada. Se entrevistassem todos os elegíveis de cada grupo, o grupo 1 teria 30% de representatividade (pesquisadores - 22%). Como para a elaboração do V PDE, a Sede somente entrevistou analistas e pesquisadores, foi decidido balancear a representatividade de cada grupo. Foi aceito então entrevistar 100% dos empregados elegíveis do grupo 1 (36 pesquisadores e 19 analistas), 60% do grupo 2 (23 empregados) e 40% do grupo 3 (33 empregados). Assim, do total de 111 empregados a responder o questionário, 50% seriam do grupo 1 e 50% dos grupos 2 e 3. Decidiu-se chamar cada grupo em uma sala e pedir para responder o questionário no próprio local. As datas, horários e local estabelecidos são: Grupo 1 na terça-feira (monitores: Geovani Amaro e Francisco) e quarta-feira das 10-12h (monitores: Neide e André Dusi); Grupo 2 ma terça-feira das 15-17h (monitores: Valter e Giovani Olegário); Grupo 3 na quarta-feira das 15-17h (monitores: Dione e Roberto Nascimento). A pesquisa será realizada nos dias 20 e 21 de maio. A próxima reunião do Grupo de Trabalho será agendada após a tabulação dos dados com o objetivo de discutir os resultados. A reunião foi relatada pela analista Silvia Onoyama. Não havendo nada a mais para ser discutido assinam esta ata os membros do Grupo de Trabalho presentes. Ata da4ª Reunião do Grupo de Trabalho do Ambiente Interno – IV PDU Foi realizada no dia 04/06/2008, das 10-12h, na sala de reunião da ACN, a quarta reunião do Grupo de Trabalho do Ambiente Interno – IV PDU (Ordem de serviço CNPH no 28/08). Participaram da reunião Waldir Marouelli (coordenador), Carlos Lopes, André Dusi , Geovani Amaro, Giovani Olegário, Dione Melo, José Amauri Buso, Geni Villas Boas, Flávia Alcântara, Warley Nascimento e Silvia Onoyama. A reunião teve por objetivo apresentar aos membros do Grupo de Trabalho os resultados da pesquisa sobre o ambiente organizacional interno da Unidade. O coordenador iniciou a reunião relatando sobre o tamanho das amostras inicial e final da pesquisa e as percentagens dos respondentes em relação aos empregados elegíveis e à amostra inicial. Em seguida, debateu-se sobre a análise dos resultados. Foram apresentadas as médias e distribuição das freqüências da análise global para os três grupos de respondentes. Foi indicado que será feito a posteriori uma análise dos dados por cargo (pesquisador, analista, assistente) e chefias/supervisores para verificar a divergência de percepção IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 77 entre as categorias dos respondentes. Na análise estatística, a Sede considerou as freqüências de “não tenho conhecimento para opinar”. Entretanto, o Grupo de Trabalho não achou pertinente inserir essas respostas no cálculo das percentagens de freqüência, pois não pontua a qualidade do item. Sendo assim, a escala utilizada para o cálculo das médias/freqüências de conceitos foi de Excelente até Muito Ruim. Como a média de resposta “não tenho conhecimento para opinar” foi de 11% e em alguns itens o percentual ultrapassou 30%, foi levantada a necessidade de incluir esses dados numa outra coluna da tabela de freqüência para sinalizar possíveis gargalos que poderiam estar associados a essa resposta. Para classificar os itens em pontos fortes e fragilidades, adotou-se o critério do manual de elaboração do IV PDU: a) Pontos fortes: soma dos conceitos Excelente e Bom maior e igual a 60%; b) Fragilidades: soma de Ruim e Muito Ruim maior igual a 30% (conforme manual do ambiente interno). Foi proposto e aceito pelos presentes ampliar a tipologia, adicionando pontos positivos (Excelente + Bom maior igual a 50%) e pontos de alerta (Regular+ Ruim+ Muito Ruim maior igual a 50%). Das seis dimensões do questionário, a 1ª e 4ª foram pontuadas como fortes e as demais como fracas. Ao final, foi apresentada a estrutura do relatório final: introdução; questionário utilizado na pesquisa; universo de empregados, amostra inicial e amostra final; análise dos resultados, com a listagem das forças e fraquezas, e síntese dos resultados, onde serão apresentados os pontos favoráveis e o que precisa melhorar para cada dimensão. Nos anexos, seguirá o detalhamento da pesquisa: questionário; estratificação da amostra; freqüência da pontuação; distribuição quantitativa atual dos empregados (por setor, cargo e área técnica); quadro dos empregados dos anos de 1999 e 2004; e as atas das reuniões. Antes de terminar a reunião, o coordenador pontuou as etapas que estão faltando para finalizar as atividades do Grupo de Trabalho: análise estatística para verificar as diferenças entre as categorias de respondentes; finalizar a compatibilização dos comentários e justificativas; adequar a redação do documento; concluir o levantamento de dados sobre o quadro de empregados. A reunião foi relatada pela analista Silvia Onoyama. Não havendo nada a mais para ser discutido assinam esta ata os presentes na reunião. Ata da 5ª Reunião do Grupo de Trabalho do Ambiente Interno – IV PDU Foi realizada no dia 13/06/2008, das 10-12h, na sala nº 2 de reunião da ACN, a quinta reunião do Grupo de Trabalho (GT) do Ambiente Interno - IV PDU. Participaram da reunião Waldir Marouelli (coordenador), Carlos Lopes, André N. Dusi, Dione M. Silva, Francisco V. Resende, Geovani Amaro, Giovani Olegário, Neide B. Gonçalvez e Valter Rodrigues. A reunião teve por objetivos o fechamento do Relatório de Avaliação Organizacional do Ambiente Interno e discussão das atividades posteriores ainda a serem realizadas pelo GT. O coordenador do GT apresentou o Relatório final, anteriormente encaminhado para sugestões para todos os membros do GT e colaboradores. Durante a reunião foram ainda realizados alguns pequenos ajustes e correções no documento. Concluindo, foi decidido pelos presentes encaminhar o Relatório para revisão de texto pelo jornalista Marcos Esteves. Foi também proposto a apresentação do relatório em seminário interno daqui a cerca de três semanas e sua 78 IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças publicação na forma de Série Documentos da Embrapa Hortaliças, mas sem a disponibilização na página da Unidade na Internet. A próxima fase dos trabalhos será a avaliação do grau de relação das forças e fragilidades, identificadas pela pesquisa de avaliação organizacional da Unidade, para o horizonte 2008-2001, com o conjunto de oportunidades e ameaças de alto impacto e elevada urgência, a ser estabelecido pelo GT do Ambiente Externo durante a fase de focalização de cenários prospectivos. Assim, será realizada uma reunião com o corpo técnico-científico para a avaliação do grau de relação das forças e fragilidades com o conjunto de oportunidades e ameaças tão logo tal fase seja concluída. A próxima reunião do GT será agendada pelo seu coordenador em função do calendário das atividades de elaboração do IV PDU. A presente reunião foi relatada por Geovani Amaro. Não havendo nada a mais para ser discutido assinam esta ata os presentes na reunião. IV Plano Diretor da Embrapa Hortaliças 79 ANEXO VIII Principais documentos consultados EMBRAPA Hortaliças. Identificação de problemas e proposição de ações para a Embrapa Hortaliças: uma contribuição preliminar de seu corpo técnico-científico para o processo de gestão estratégica da Unidade. Brasília,DF, 2008. 21 p (Documento Interno). EMBRAPA Hortaliças. Relatório da análise do ambiente interno da Embrapa Hortaliças para o processo de planejamento estratégico: III plano diretor (2004-2007). Brasília, DF, 2004. 22 p. EMBRAPA. IV plano diretor da Embrapa 2008-2023: análise organizacional. Brasília, DF: Embrapa: Macroplan, 2008. 58 p. EMBRAPA. IV plano diretor das unidades descentralizadas 2008-2011: metodologia de elaboração. Brasília, DF: Embrapa: Macroplan, 2008. 96 p.