Demonstrações
Contábeis
2014
Planalto Central
Demonstrações Contábeis
2014
Demonstrações
Contábeis
Central das Cooperativas de Economia e Crédito do Planalto Central Ltda - Sicoob Planalto Central
SIG - Quadra 06 - Lote 2080 - Torre II - 2º Andar - CEP: 70.610-460 - Brasília - DF
CNPJ: 00.692.214/0001-76
BALANÇOS PATRIMONIAIS
Exercícios findos em 31/12/2014 e 31/12/2013
ATIVO
ATIVO CIRCULANTE
Disponibilidades
Caixa
Bancoob
Aplicações Interfinanceiras
Letras Financeiras do Tesouro
Aplicações em Depósitos Interfinanceiros
31/12/2014
31/12/2013
147.175.513,16
35.330,04
32.330,04
3.000,00
153.919.358,26
151.702,80
148.702,80
3.000,00
106.849.701,35
5.038.820,24
101.810.881,11
123.758.972,23
9.204.684,21
114.554.288,02
8.237.865,68
8.237.865,68
-
7.596.712,24
6.450,28
7.368.210,89
222.051,07
31.175.685,09
31.684.687,75
32.486.798,36
(802.110,61)
(509.002,66)
21.555.112,71
21.915.507,57
22.748.334,33
(832.826,76)
(360.394,86)
Títulos e Valores Mobiliários
Outros - Instrumento Hibrido de Cap e Divida
Cotas de Fundos de Investimento – Curto Prazo
Títulos Vinculados a Prestação de Garantias
Operações de Crédito
Empréstimos e títulos descontados
Empréstimos
(-) Rendas a apropriar
(-) Provisão para operações de crédito
Outros Créditos
Rendas a Receber
Diversos
Outros Valores e Bens
Almoxarifado
Despesas Antecipadas
ATIVO NÃO CIRCULANTE
Realizável a Longo Prazo
Operações de Crédito
Emprestimos e Títulos Descontados
Empréstimos
(-) Rendas a Apropriar
(-) Provisão para operações de crédito
839.010,86
281,60
838.729,26
793.775,52
1.470,38
792.305,14
37.920,14
2.086,72
35.833,42
63.082,76
2.307,28
60.775,48
75.496.874,55
55.568.045,76
299.178,49
1.684.099,59
-
564.073,05
564.073,05
Investimentos
Participação Instituição Financeira Controlada - Bancoob
Participação
Empresa (Confebrás,
Controlada -CNAC
Corretora
Annellus
Outros
Investimentos
e Sicoob
Confederação)
72.016.426,50
67.563.851,36
12.500,00
4.440.075,14
50.506.839,99
48.111.511,01
12.500,00
2.382.828,98
Imobilizado de Uso
Imóveis
Moveis e Equipamentos de Uso
Sistema de Comunicação
Sistema de Processamento de Dados
(-) Depreciações Acumuladas
3.075.358,61
3.816.689,60
183.748,46
17.398,46
485.316,44
(1.427.794,35)
3.262.756,23
3.816.689,60
180.048,46
17.398,46
452.928,99
(1.204.309,28)
Diferido
Gastos c/ Aquisição e Desenvol. de Logisciais
(-) Amortização Acumulada
88.244,06
117.030,93
(28.786,87)
92.683,10
117.030,93
(24.347,83)
Intangível
Outros Ativos Intangíveis
(-) Depreciações Acumuladas
17.666,89
40.000,00
(22.333,11)
21.666,85
40.000,00
(18.333,15)
TOTAL DO ATIVO
222.672.387,71
José Alves de Sena
Diretor Presidente
Em Reais
31/12/2013
137.929.607,79
144.894.998,02
134.734.423,01
134.734.423,01
141.983.276,09
141.983.276,09
3.195.184,78
2.911.721,93
Sociais e Estatutárias
Fundo de Assitência Tecnica Educacional e Social
645.621,28
645.621,28
330.703,05
330.703,05
Fiscais e Previdenciárias
Impostos e Contribuições a Recolher
152.034,06
152.034,06
144.569,53
144.569,53
2.397.529,44
1.358,12
19.474,00
420.311,64
1.956.385,68
2.436.449,35
24.318,29
18.200,00
391.176,56
2.002.754,50
84.742.779,92
64.592.406,00
74.050.824,47
74.050.824,47
-
54.833.283,62
54.951.783,62
(118.500,00)
Reserva de Lucros
Reserva Legal
8.418.545,38
8.418.545,38
7.786.374,13
7.786.374,13
Sobras ou Perdas Acumuladas
Sobras ou Perdas Acumuladas
2.273.410,07
2.273.410,07
1.972.748,25
1.972.748,25
222.672.387,71
209.487.404,02
PASSIVO CIRCULANTE
Relações Interfinanceiras
Centralização Financeira - Cooperativas
Outras Obrigações
Diversas
Obrigações por Aquisição de Bens e Direitos
Obrigações Por Prestação de Serviços de Pagamento
Provisão para Pagamentos a efetuar
Credores Diversos
PATRIMÔNIO LÍQUIDO
Capital Social
Capital de Domiciliados no País
(-) Capital a Realizar
1.120.026,54
1.140.706,55
1.145.431,27
(4.724,72)
(20.680,01)
299.178,49
299.178,49
Aplicações Interfinanceiras de Liquidez
Depósitos Interfinanceiros
31/12/2014
PASSIVO E PATRIMÔNIO LIQUIDO
209.487.404,02
TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LIQUIDO
Sérgio Luiz Viott
Diretor Financeiro
Jorge Luiz Moreira
Contador
CRC/DF 7.534
(As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contábeis)
Pág.: 241
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DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO 2º SEMESTRE DE 2014 E EXERCÍCIOS
FINDOS EM DEZEMBRO DE 2014 E 2013
Em Reais
2º Semestre 2014
Descrição
Receitas da Intermediação Financeira
Operações de Crédito
Resultado Operações com Títulos e Valores Mobiliários
11.023.403,94
3.343.837,67
7.679.566,27
155.186,87
155.186,87
Despesas da Intermediação Financeira
Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa
Resultado Bruto Intermediação Financeira
Outras Receitas/Despesas Operacionais
Receitas Prestação de Serviços
Receitas Prestação de Serviços de atos não cooperativos
Resultado de Participação em Coligadas e Controladas
Outras Receitas Operacionais
Despesas de Pessoal
Outras Despesas Administrativas
Despesas Tributárias
Outras Despesas Operacionais
Resultado Antes Tributação do Lucro e Participações
Sobras Líquidas
(60.533,63)
(60.533,63)
13.085.062,49
(8.333.850,35)
1.387,40
2.666,47
2.688.192,97
3.960.523,64
(2.641.017,24)
(1.266.128,58)
(13.295,81)
(11.066.179,20)
(13.379.621,54)
2.391,20
4.413,78
6.450.456,86
7.850.420,89
(5.118.839,42)
(2.643.944,23)
(27.339,69)
(19.897.180,93)
(9.795.828,92)
2.368,80
2.968,90
3.346.916,05
7.060.053,61
(4.624.279,44)
(2.350.901,22)
(29.410,77)
(13.203.544,85)
2.844.740,46
6.325.057,46
3.289.233,57
-
Participações Estatutárias (FATES/Reserva Legal)
(127.927,79)
(127.927,79)
13.145.596,12
3.466.250,59
9.679.345,53
19.704.679,00
2.844.382,70
Resultado Antes Participações Estatutárias
19.832.606,79
5.750.137,49
14.082.469,30
Exercício de 2013
11.178.590,81
(357,76)
Imposto de Renda e Contribuição Social
Exercício de 2014
2.844.382,70
(724,89)
(363,57)
6.324.332,57
3.288.870,00
(1.266.962,61)
(1.316.121,75)
5.057.369,96
1.972.748,25
Sérgio Luiz Viott
Diretor Financeiro
José Alves de Sena
Diretor Presidente
Jorge Luiz Moreira
Contador
CRC/DF 7.534
(As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contábeis)
pàg.: 242
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DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO
EXERCÍCIOS DE 2013 A 2014
Em Reais
ESPECIFICAÇÕES
CAPITAL
REALIZADO
SALDOS EM 01/JAN/2013
38.809.777,46
INTEGRALIZAÇÃO DE CAPITAL
12.486.624,18
TRANSF. AUTORIZADA AGO ABRIL/2013
3.536.881,98
SOBRAS DO EXERCICIO
-
DESTINAÇÕES
-Reserva Legal
-FATES
-
RESERVA
LEGAL
SOBRAS
OU PERDAS
ACUMULADAS
6.481.875,78
318.124,22
-
986.374,13
-
3.855.006,20
(3.855.006,20)
3.288.870,00
(986.374,13)
(329.747,62)
TOTAL
49.146.659,44
12.486.624,18
3.288.870,00
(329.747,62)
SALDOS EM 31/DEZ/2013
54.833.283,62
7.786.374,13
1.972.748,25
64.592.406,00
MUTAÇÕES DO EXERCÍCIO
16.023.506,16
1.304.498,35
(1.882.257,95)
15.445.746,56
SALDOS EM 01/JAN/2014
54.833.283,62
7.786.374,13
1.972.748,25
64.592.406,00
INTEGRALIZAÇÃO DE CAPITAL
14.460.832,71
-
1.972.748,25
-
(1.972.748,25)
11.676.872,82
-
-
6.324.332,57
TRANSF. AUTORIZADA AGO ABRIL/2014
SOBRAS DO EXERCICIO
-
DESTINAÇÕES
-Incorporação de sobras do 1º sem AGO/08/2014
-Reserva Legal
-FATES
2.783.959,89
-
632.171,25
SALDOS EM 31/DEZ/2014
74.050.824,47
8.418.545,38
2.273.410,07
81.958.820,03
MUTAÇÕES DO EXERCÍCIO
19.217.540,85
632.171,25
300.661,82
17.366.414,03
José Alves de Sena
Diretor Presidente
(2.783.959,89)
(632.171,25)
(634.791,36)
6.324.332,57
-
Sérgio Luiz Viott
Diretor Financeiro
Jorge Luiz Moreira
Contador
CRC/DF 7.534
(As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contábeis)
(634.791,36)
Central das Cooperativas de Economia e Crédito do Planalto Central Ltda - Sicoob Planalto Central
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DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA PELO MÉTODO INDIRETO
FINDOS EM DEZEMBRO DE 2014 E 2013
Exercício
Exercício
2014
2013
FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS
Sobras/(perdas) líquidas antes do imposto de renda e da contribuição social......................................
6.325.057,46
Ajustes as sobras/perdas líquidas: (não afetaram o caixa)
(6.090.605,00)
Despesas de depreciação e amortização................................................................................
231.924,07
(Lucro)/Prejuízo na equivalência patrimonial............................................................................
(6.450.456,86)
Provisão Para Crédito de Liquidação Duvidosa..................................................................
Variações patrimoniais: (afetaram o resultado/receitas e despesas)
127.927,79
3.289.233,57
(3.061.106,68)
225.275,74
(3.346.916,05)
60.533,63
(21.031.528,97)
(1.952.562,44)
(4.140.922,70)
(47.074.946,11)
Aplicações interfinanceiras de liquidez....................................................................................
Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos..................................................
(641.153,44)
(2.302.535,78)
Relações interfinanceiras e interdependências..........................................................................
(7.248.853,08)
49.578.350,78
Operações de crédito.......................................................................................................
(8.628.473,63)
(2.090.949,04)
Outros créditos..............................................................................................................
(45.235,34)
(117.277,86)
Outros valores e bens......................................................................................................
25.162,62
(19.255,74)
Outras obrigações ..........................................................................................................
(351.394,47)
74.329,99
Imposto de Renda e Contribuição Social pagos............................................................................................................
CAIXA LÍQUIDO PROVENIENTE DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS
(658,93)
(278,68)
(20.797.076,51)
(1.724.435,55)
(15.059.129,65)
(8.557.960,27)
(36.087,45)
(57.982,93)
(15.095.217,10)
(8.615.943,20)
FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO
Aquisição de investimentos................................................................................................
Aquisição de imobilizado de uso...........................................................................................
CAIXA LÍQUIDO USADO NAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO
FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO
Variações patrimoniais:
Integralização de capital.............................................................................................
CAIXA LÍQUIDO USADO NAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO
Aumento líquido de caixa e de equivalentes de caixa
14.460.832,71
12.486.624,18
14.460.832,71
12.486.624,18
14.460.832,71
12.486.624,18
(21.431.460,90)
2.146.245,43
Caixa e equivalentes de caixa no início do período.....................................................................
28.510.727,54
26.364.482,11
Caixa e equivalentes de caixa no fim do período.......................................................................
7.079.266,64
28.510.727,54
José Alves de Sena
Sérgio Luiz Viott
Diretor Presidente
Diretor Financeiro
Jorge Luiz Moreira
Contador
CRC/DF 7.534
(As notas explicativas integram o conjunto das demonstrações contábeis)
Parecer Externo e do Conselho Fiscal
2014
Demonstrações
Contábeis
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES
CONTÁBEIS
PAR 15/006
Aos Administradores e Conselheiros da
CENTRAL DAS COOPERATIVAS DE ECONOMIA E CRÉDITO DO PLANALTO CENTRAL
– SICOOB PLANALTO CENTRAL
Brasília – DF
Examinamos as demonstrações contábeis da CENTRAL DAS COOPERATIVAS DE
ECONOMIA E CRÉDITO DO PLANALTO CENTRAL – SICOOB PLANALTO CENTRAL,
que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2014 e as respectivas
demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para
o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e
demais notas explicativas.
Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis
A Administração da Cooperativa é responsável pela elaboração e adequada apresentação
dessas demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil
aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos
controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de
demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por
fraude ou erro.
Responsabilidade dos auditores independentes
Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações
contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e
internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas
pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter
segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.
Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de
evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis.
Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação
dos riscos de distorção relevante das demonstrações contábeis, independentemente se
causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles
internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações
contábeis da instituição para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados
nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses
controles internos da cooperativa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação
das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela
administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis
tomadas em conjunto.
SAUS Qd. 04, bl. A, lotes 09/10, salas 1225 a 1228 Ed. Victória Office Tower
Asa Sul - Brasília/DF – CEP 70070-938 – Telefones (61) 3012-9900 – Fax (61) 3012-9900
www.bakertillybrasil.com.br
Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar
nossa opinião.
Opinião
Em nossa opinião, as demonstrações contábeis referidas acima apresentam
adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da
CENTRAL DAS COOPERATIVAS DE ECONOMIA E CRÉDITO DO PLANALTO CENTRAL
– SICOOB PLANALTO CENTRAL em 31 de dezembro de 2014, o desempenho de suas
operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as
práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo
Banco Central do Brasil.
Outros Assuntos
Os valores correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, apresentados
para fins de comparação, foram anteriormente auditados por outros auditores independentes
que emitiram relatório sem modificação datado de 06 de fevereiro de 2014.
Brasília, 18 de fevereiro de 2015.
MG AUDITORES INDEPENDENTES
CRC/MG – 005455/O-1 “S” DF
GILBERTO GALINKIN
Contador CRC/MG 35718/O-8
NESTOR FERREIRA CAMPOS FILHO
Contador CRC/DF 013421/O-9
SAUS Qd. 04, bl. A, lotes 09/10, salas 1225 a 1228 Ed. Victória Office Tower
Asa Sul - Brasília/DF – CEP 70070-938 – Telefones (61) 3012-9900 – Fax (61) 3012-9900
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WsicooB
PARECER DO CONSELHO FiSCAL
O Conselho Fiscal da Central das Cooperativas de Economia e Credito do Planalto
Sicoob Planalto Central, no uso de suas atribuig6es legais e
estatut6rias, declara que procedeu ao exame das Demonstrag6es ContSbeis do
exercicio de 2014, conforme registrado em sua 204a Ata de ReuniSo Ordin6ria, do
Central Ltda
-
2014, fundamentado nas andlises e verificagOes, nas Notas
Explicativas, nas averiguag6es periodicas e no Parecer da Auditoria lndependente
exercicio
de
da empresa Baker Tilly Brasil Auditores & Consultores, cujos documentos refletem,
de forma adequada, a situagio patrimonial e financeira do Sicoob Planalto Central.
Assim sendo, o Conselho Fiscal 6 favor6vel a aprovagdo das contas do exercicio de
2014 e recomenda a aprovagio pela Assembleia Geral Ordin6ria.
Brasilia―
Mttfte
Espedito
I
de Souza J0nior
DF,25 de fevereiro de 2015.
ヒ
Humberto B∂ ges de Souza
Membro - ecret6rio
Josё AntOnio de Oli
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Gerenciamento de Risco
2014
Demonstrações
Contábeis
Risco Operacional
O gerenciamento do risco operacional da Credsef objetiva garantir a aderência
às normas vigentes e minimizar o risco operacional, por meio da adoção de
boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN
3.380/2006.
.
1.2 Conforme preceitua o artigo 11 da Resolução CMN 3.721/2009, a
Cooperativa aderiu à estrutura única de gestão do risco operacional do Sicoob,
centralizada na Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda.
(Sicoob Confederação), a qual encontra-se evidenciada em relatório disponível
no sítio www.sicoob.com.br..
1.3 O processo de gerenciamento do risco operacional do Sicoob consiste na
avaliação qualitativa dos riscos objetivando a melhoria contínua dos processos.
1.4 O uso da Lista de Verificação de Conformidade (LVC) tem por objetivo
identificar situações de risco de não conformidade, que após identificadas são
cadastradas no Sistema de Controles Internos e Riscos Operacionais (Scir).
1.5 As informações cadastradas no Sistema de Controles Internos e Riscos
Operacionais (Scir) são mantidas em banco de dados fornecido pelo Sicoob
Confederação.
1.6 A documentação que evidencia a efetividade, a tempestividade e a
conformidade das ações para tratamento dos riscos operacionais, bem como
as informações referentes às perdas associadas ao risco operacional são
registradas e mantidas em cada entidade do Sicoob, sob a supervisão da
respectiva entidade auditora (se cooperativa singular, da cooperativa central;
se cooperativa central e Bancoob, do Sicoob Confederação)
.
1.7 Para as situações de risco identificadas são estabelecidos planos de ação,
com a aprovação da Diretoria Executiva, que são registrados em sistema
próprio para acompanhamento pelo Agente de Controles Internos e Riscos
(ACIR)
.
1.8 Não obstante a centralização do gerenciamento do risco operacional, a
Credsef possui estrutura compatível com a natureza das operações e com a
complexidade dos produtos e serviços oferecidos, sendo proporcional à
dimensão da exposição ao risco operacional.
2. Riscos de Mercado e de Liquidez
2.1 O gerenciamento dos riscos de mercado e de liquidez da Credsef objetiva
garantir a aderência às normas vigentes e minimizar os riscos de mercado e de
liquidez, por meio das boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída nas
Resoluções CMN 3.464/2007.
2.2 Conforme preceitua o artigo 11 da Resolução CMN 3.721/2009, a Credsef
aderiu à estrutura única de gestão dos riscos de mercado e de liquidez do
Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), que pode
ser evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br.
2.3 No gerenciamento dos riscos de mercado são adotados procedimentos
padronizados de identificação de fatores de risco, de classificação da carteira
de negociação (trading) e não negociação (banking), de mensuração do risco
de mercado, de estabelecimento de limites de risco, de testes de stress e de
aderência do modelo de mensuração de risco (backtesting).
2.4 Não obstante a centralização do gerenciamento dos riscos de mercado e
de liquidez, a Credsef possui estrutura compatível com a natureza das
operações e com a complexidade dos produtos e serviços oferecidos, sendo
proporcional à dimensão da exposição ao risco de mercado da entidade.
3. Risco de crédito
3.1 O gerenciamento de risco de crédito da Credsef, objetiva garantir a
aderência às normas vigentes, maximizar o uso do capital e minimizar os riscos
envolvidos nos negócios de crédito por meio das boas práticas de gestão de
riscos.
3.2 Conforme preceitua o artigo 10 da Resolução CMN nº 3.721/2009, a
Credsef aderiu à estrutura única de gestão do risco de crédito do Sicoob,
centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), a qual encontrase evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br.
3.3 Compete ao gestor a padronização de processos, de metodologias de
análises de risco de clientes e de operações, de criação e de manutenção de
política única de risco de crédito para o Sicoob, além do monitoramento das
carteiras de crédito das cooperativas
.
3.4 Não obstante a centralização do gerenciamento de risco de crédito, a
Credsef possui estrutura compatível com a natureza das operações e com a
complexidade dos produtos e serviços oferecidos, sendo proporcional à
dimensão da exposição ao risco de crédito da entidade.
4. Gerenciamento de capital
4.1 A estrutura de gerenciamento de capital da Credsef, objetiva garantir a
aderência às normas vigentes e minimizar o risco de insuficiência de capital
para fazer face aos riscos em que a entidade está exposta, por meio das boas
práticas de gestão de capital, na forma instruída na Resolução CMN
3.988/2011.
4.2 Conforme preceitua o artigo 9 da Resolução CMN 3.988/2011, a Credsef
aderiu à estrutura única de gerenciamento de capital do Sicoob, centralizada na
Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. (Sicoob
Confederação), a qual encontra-se evidenciada em relatório disponível no sítio
www.sicoob.com.br.
4.3 O gerenciamento de capital centralizado consiste em um processo contínuo
de monitoramento do capital, e é realizado pelas entidades do Sicoob com
objetivo de:
a) avaliar a necessidade de capital para fazer face aos riscos a que as
entidades do Sicoob estão sujeitas;
b)
b) planejar metas e necessidade de capital, considerando os objetivos
estratégicos das entidades do Sicoob;
c) adotar postura prospectiva, antecipando a necessidade de capital
decorrente de possíveis mudanças nas condições de mercado.
4.4 Adicionalmente, são realizadas também simulações de eventos severos em
condições extremas de mercado, com a consequente avaliação de seus
impactos no capital das entidades do Sicoob.
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