em campo ANO 01 - Nº 02 SETEMBRO DE 2010 LUÍS EDUARDO MAGALHÃES/BA BRS 286 é sucesso comprovado e já ultrapassa os limites do cerrado baiano Produtor do cerrado baiano ganha prêmio nacional de produtividade Volnei Martinazzo, proprietário da Fazenda Iguaçu II, em Correntina/BA, foi o ganhador da categoria não irrigada da etapa Norte/Nordeste do Prêmio Desafio Nacional de Máxima Produtividade em Soja, promovido pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB). Página 04 Somando Conhecimentos para Multiplicar Resultados A KUHLMANN LABORATÓRIOS é uma parceira do Centro de Pesquisa e Tecnologia do Oeste da Bahia - CPTO, administrado pela Fundação Bahia. Surgiu da necessidade do mercado agrícola do Oeste baiano e presta serviços de coletas e análises laboratoriais para o setor agronômico, biológico e ambiental executando ensaios físicos, químicos e biológicos. Página 07 Fundação Bahia tem novo diretor administrativo Com expectativa de alcançar 40% do mercado de algodão precoce, ou 10% de todo o algodão plantado na Bahia, a variedade BRS 286, lançada pela Fundação de Apoio à Pesquisa e Desenvolvimento do Oeste Baiano (Fundação Bahia) no ano passado, já é um sucesso. O primeiro algodão genuinamente baiano do Brasil, fruto de um trabalho de pesquisa e desenvolvimento (P&D) de 10 anos, já ousa ultrapassar os limites do cerrado da Bahia. Página 03 João Silveira Brito veio do setor bancário para reforçar o time da Fundação Bahia. Nascido em Malhada de Pedras e radicado em São Paulo por 18 anos, voltou à Bahia a cinco anos, para o município de Luís Eduardo Magalhães, aceitou o desafio e já traça metas para a entidade. Página 07 Certificação de Sementes A partir de agora, realizar a certificação das suas sementes ficará mais ágil e prático, com este novo serviço disponibilizado pela Fundação Bahia, certificador autorizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O processo inclui as etapas de certificação desde o plantio, até o armazenamento, com análises laboratoriais. Procure-nos e confira! Certificamos sementes de: - Soja - Algodão - Capim brachiaria e panicuns - Feijão em campo ANO 01 - Nº 02 - SETEMBRO DE 2010 - LUÍS EDUARDO MAGALHÃES/BA Palavra do presidente Bonito de se ver Dia de Campo do Algodão tem sucesso embalado pela boa fase da fibra Amauri Stracci - Presidente da Fundação Bahia Cabreiro, desconfiado por natureza, coisa muito natural de quem sabe o quanto dói apanhar, o produtor rural dificilmente alardeia suas conquistas. Reclama quando precisa - e precisa muito – mas não costuma a fazer festa com o que sabe fazer de melhor. E olha que nesse país o que os agricultores fazem, e o modo como fazem, deixa muito gringo de boca aberta. Vai ver que é por isso que produtor tem fama de chorão, e lamenta o total desconhecimento que aqueles que nunca viram uma lavoura e juram que o leite vem da caixa “longa vida” têm do seu trabalho e valor. É por isso que nesta edição do seu jornal “Em Campo”, a Fundação Bahia decidiu celebrar o sucesso de sua mais nova vitória: a BRS286, algodão com sotaque baiano verdadeiro, produzido com tecnologia de ponta nos laboratórios do CPTO. Vai abalar o mercado? Improvável. Vai dominar as lavouras do Brasil e do mundo? Não mesmo. Mas será uma grande alternativa para o produtor pela sua excelência e já está mostrando a que veio nesta safra. Teve até a audácia de cruzar as fronteiras nacionais e chegar até a Venezuela. Trocando em miúdos, a tecnologia promete. E as promessas não acabam por aí. Na safra que vem, uma variedade Fundação Bahia tem tudo para revolucionar o mercado, com um pacote que inclui a desejável fibra longa, produtividade, qualidade e resistência. São dez anos de trabalho, muito dinheiro investido e cabeças pensando. Vamos nos encher de orgulho e dizer para todo mundo. Sim, nós fazemos tecnologia no Oeste da Bahia. Parceria Reforçada: Boa safra, preços bons e aquela sensação de que o pior já passou, – pelo menos por enquanto – encheu de animação o cotonicultor baiano, que foi conferir de perto o show de tecnologia da Fundação Bahia para a fibra branca do cerrado. A Fundação Bahia estima que mais de 70% dos produtores da região estavam representados no evento, que superou a marca de 1000 pessoas esperadas. A grande mostra do melhor do algodão do cerrado da Bahia foi realizada nos dias 11 e 12 de junho, no Centro de Pesquisa e Tecnologia do Oeste da Bahia (CPTO), em Luís Eduardo Magalhães-BA. A grande atração deste ano foram duas novas variedades convencionais que deverão estar disponíveis em escala comercial para a safra 2011/12. Uma delas possui fibra média, e a outra, longa, ambos com excelente produtividade. Seu tamanho varia entre 32.5 a 33 milímetros, contra a variedade preponderante no mercado, que tem de 30 a 31 milímetros. Os materiais estão em observação e ainda não foram registrados, mas a expectativa da Fundação Bahia, da Associação Baiana dos Produtores de Algodão - Abapa e do mercado é grande. “Será, sem dúvida, uma excelente tecnologia para produtor, uma vez que o algodão de fibra longa permite confeccionar tecidos de melhor qualidade, o que vai somar ainda mais atributos à já excelente fibra baiana”, diz o presidente da Abapa, João Carlos Jacobsen, que afirma ainda que esta modalidade de fibra poderá remunerar em cerca de 10% mais o cotonicultor. Know how - Junto com a Passarela da Soja e o Encontro Técnico do Milho, o Dia de Campo do Algodão completa o ciclo dos três grandes eventos promovidos pela Fundação Bahia na região. De acordo com o presidente Amauri Stracci, é nestas ocasiões que, além de mostrar resultados de suas pesquisas, a Fundação tem maior oportunidade de ouvir o produtor, conhecer suas demandas e, assim, desenvolver soluções afinadas com o seu mercado. “Ainda não inventaram nada melhor para difundir tecnologia para o produtor rural que o dia de campo, e a Fundação Bahia, juntamente com suas entidades parceiras, Abapa, Aiba, Fundeagro, EBDA e Embrapa, além de empresas do setor, vem aperfeiçoando cada vez mais a sua capacidade de produzir eventos de altíssimo nível, que agregam ainda mais valor às nossas lavouras”, explica. O Dia de Campo do Algodão aconteceu em uma área de 10 mil metros quadrados, dividida em quatro estações. Os temas abordados este ano foram transgenia, defesa fitossanitária, com foco em nematóide, além da técnica do plantio adensado de algodão. Além do estande institucional que tradicionalmente ocupa com a Aiba, Abapa e Fundeagro, este ano a Fundação Bahia, junto com a Embrapa Cerrados e a Fundação Cerrados, montou uma área especial para apresentar os resultados desta simbiose que vem trazendo grandes avanços para as lavouras do Oeste. A resposta do público foi tão boa que as en- 2 tidades confirmaram a intenção de repetir o feito no ano que vem, e em área ainda maior. Quem visitou o estande das instituições de pesquisa pôde ver de perto as cultivares recém lançadas ou em vias de lançamento adaptadas para as condições locais, especialmente em soja e algodão. O produtor teve oportunidade de negociar os produtos ali mesmo. As grandes atrações foram as cultivares de soja (BRS 313, 314 e 315RR). De acordo com o diretor executivo da Fundação Bahia, Luciano de Andrade, para o próximo ano, com a previsão do lançamento de mais quatro cultivares de soja e duas de algodão, as parcerias devem aumentar a área de exposição na feira, para comportar ainda o portfólio atual. EXPEDIENTE Fundação Bahia, Fundação Cerrados e Embrapa Cerrados estreitam laços no Bahia Farm Show em campo CONSELHO EDITORIAL Luciano de Andrade João Silveira Millena Oliveira Fabiano Bender Marcella Prado Ricardo Cruz Murilo Barros Edmilson Figueredo Franciso José da Silva Jussara Piai Alex Rasia Ernani Sabai Jornalista responsável: Catarina Guedes - DRT 2370-BA Editoração Eletrônica: Eduardo Lena (77) 3611-8811 Impressão: Gráfica Poligraf (77) 3612-1155 Tiragem: 2.500 exemplares www.abapaba.org.br www.aiba.org.br www.fundacaoba.com.br [email protected] Comentários sobre o conteúdo editorial desta publicação, sugestões e críticas, devem ser encaminhadas através de e-mail para: [email protected] e [email protected] A reprodução total ou parcial do conteúdo desta publicação é permitida e até recomendada, desde que citada a fonte. Rod BR 020/242, KM 50,7 S/N, Zona Rural - Luís Eduardo Magalhães-BA - Cx P 853 CEP: 47.850-000 - Fone: (77) 3628-4241 em campo ANO 01 - Nº 02 - SETEMBRO DE 2010 - LUÍS EDUARDO MAGALHÃES/BA Algodão: variedade da Fundação Bahia é sucesso comprovado e já ultrapassa os limites do cerrado baiano Tecnologia 100% desenvolvida no Oeste da Bahia já está disponível para próxima safra, com grandes vantagens competitivas Com expectativa de alcançar 40% do mercado de algodão precoce, ou 10% de todo o algodão plantado na Bahia, a variedade BRS 286, lançada pela Fundação de Apoio à Pesquisa e Desenvolvimento do Oeste Baiano (Fundação Bahia) no ano passado, já é um sucesso. O primeiro algodão genuinamente baiano do Brasil, fruto de um trabalho de pesquisa e desenvolvimento (P&D) de 10 anos, já ousa ultrapassar os limites do cerrado da Bahia, chegando com grande aceitação ao Mato Grosso do Sul, e já saiu até do Brasil, com a venda de 450 toneladas de sementes para a Venezuela no mês passado. Obtida através do cruzamento entre as variedades CNPA ITA 90 e CNPA 7H, a BRS 286 foi avaliada por cinco safras consecutivas em condições de cerrado antes de estar disponível como variedade comercial. “Esse processo longo de desenvolvimento é característico de toda nova tecnologia que é lançada. No caso das cultivares que a Fundação Bahia trabalha, chega-se a levar 10 anos entre os primeiros cruzamentos e os últimos testes. Isso é necessário para garantir tanto a qualidade, quanto a segurança destes materiais”, explica o presidente da Fundação Bahia, Amauri Stracci. A performance da BRS 286 é de produtividade média de 325 arrobas por hectare de algodão em caroço, com rendimento de pluma de até 41%. As fibras e fios deste material são de alta qualidade, o que confere mais valor à tecnologia. Nas lavouras, a BRS 286 se caracteriza pelo baixo porte das plantas e por exigir menores doses de reguladores de crescimento. O ciclo de vida dela varia de 140 a 150 dias, além disso, possui níveis adequados de resistência as pragas e doenças com ocorrência no cerrado da Bahia. No gatilho - Estão em fase final de lançamento duas novas variedades convencionais de algodão, que a Fundação Bahia desenvolveu e deverão estar disponíveis para a safra 2011/12. O grande atrativo que trazem é aliar fibras maiores que as existentes no mercado (média e longa), com boa produtividade. Os materiais estão em observação e ainda não foram registrados, mas a expectativa da Fundação Bahia, da Associação Baiana dos Produtores de Algodão - Abapa e do mercado é grande. Tecnologia de ponta - Para desenvolver tecnologias como a BRS286 e as diversas outras já lançadas ou em teste, a Fundação Bahia, uma entidade de pesquisa privada, fundada há 12 anos, investe anualmente algo em torno de R$ 8 milhões apenas nos trabalhos de melhora- mento. Estes recursos são oriundos do produtor rural e do Governo do Estado, através do Fundo para o Desenvolvimento do Agronegócio do Algodão (Fundeagro). A Fundação Bahia/ Centro de Pesquisa e Tecnologia do Oeste da Bahia (CPTO) está instalada em um moderno complexo equipado com laboratórios de Fitopatologia, Sementes, Entomologia, Nematologia e Solos. Os laboratórios têm foco no algodão, mas com flexibilidade para atender também a outras culturas. Só de laboratórios, o Centro dispõe de 900 metros quadrados para atender aos produtores locais, e breve, segundo a estimativa da entidade, atenderá também agricultores de outras regiões como o Sul do Piauí e do Tocantins. Os laboratórios do CPTO estão instalados no Complexo Bahia Farm Show, onde todos os anos é realizada a maior feira de tecnologia agrícola e negócios do Norte/Nordeste. Fazem parte do CPTO cinco pivôs de irrigação, onde ocorrem as etapas de campo do desenvolvimento tecnológico. Nesse pivôs, além de algodão, há ensaios com algumas das principais culturas da região, como soja, milho e feijão. “Assim encurtamos as distâncias entre a teoria e a prática, garantindo mais qualificação para os profissionais do agronegócio da Bahia”, explica Amauri Stracci. Passaporte para um novo mundo! CPTO foi palco da cerimônia de diplomação das duas turmas Fundeagro forma mais 80 alunos através do Programa de Inclusão Digital A tela do computador é o mais novo portal pelo qual 80 jovens do Oeste da Bahia esperam adentrar um futuro melhor. Tratam-se de meninos e meninas da rede pública de ensino, contemplados pelo Programa de Inclusão Digital do Fundo para o Desenvolvimento do Agronegócio do Algodão (Fundeagro). No último dia 15 de junho, 40 estudantes de Barreiras e de São Desidério receberam o certificado de conclusão do curso que lhes habilita como Operador de Computador. Cerimônia foi realizada na sede da escola Microlins de Barreiras. Já no dia 17, mais 40 jovens estudantes, desta vez de Luís Eduardo Magalhães e Roda Velha, receberam o certificado em solenidade ocorrida em Luís Eduardo Magalhães, no Auditório do Centro de Pes- quisa e Tecnologia do Oeste da Bahia (CPTO)/ Fundação Bahia. Como forma de agradecer ao Fundeagro pela iniciativa que os ajudou a se preparar para um futuro mercado de trabalho, os jovens produziram e apresentaram um documentário em vídeo sobre o processo de aprendizagem, desde o início das aulas. “Desde que montamos este projeto, em 2006, já formamos 280 alunos. Mais que conferir um certificado de curso qualquer, estamos Esperança nos olhos e diploma na mão dando a pessoas que dificilmente teriam condições de arcar sozinhas com os custos desta qualificação, as chaves de um novo mundo”, diz o presidente do Fundeagro, Ezelino Carvalho. “A internet definiu uma nova forma de as pessoas se relacionarem, trabalharem e encararem a realidade. Estar fora dela é estar excluído. É contra isso que lutamos com este projeto, assim como para fazer com que cada pessoa formada aqui um dia possa entrar no mercado de trabalho com um atributo a mais no currículo, alcançando, desta maneira, uma vida melhor”, concluiu Carvalho. O PID seleciona alunos com bom desempenho na rede pública de ensino, e oferece além do curso gratuito na escola Microlins, todo o material didático, valetransporte e uniforme. Durante a cerimônia de Formatura são sorteados para cada turma, micro-computadores completos. 3 em campo ANO 01 - Nº 02 - SETEMBRO DE 2010 - LUÍS EDUARDO MAGALHÃES/BA A voz do produtor Ganhador do Prêmio Norte/Nordeste Desafio Nacional Máxima Produtividade Volnei Martinazzo Gaúcho de Campinas do Sul, Volnei Martinazzo chegou ao Oeste da Bahia em 1999, onde inciou sua trajetória na Fazenda Iguaçu II, em Correntina. Após 11 anos na região, Martinazzo foi o ganhador da categoria não irrigada da etapa Nordeste do Prêmio Desafio Nacional de Máxima Produtividade, promovido pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB). Na área de 10 hectares plantada com soja transgênica, o produtor obteve 83,4 sacas por hectare. “Me sinto gratificado pelo trabalho de buscar a melhor produtividade. Foram 10 anos acertando detalhes e corrigindo erros para aumentar a produtividade”, conta o premiado, com formação técnica em agropecuária. Para alcançar os níveis atuais de produtividade, Martinazzo contou com o trabalho do engenheiro agrônomo Ivair Gomes, que foi seu consultor técnico. “O Volnei é um produtor de agricultura de precisão, usuário de alta tecnologia. Em razão disso, o resultado foi cheio de êxito. A Fundação Bahia é, em grande parte, responsável pelo sucesso dele”. Gomes destaca as palestras e os dias de campo promovidos pela Fundação Bahia para orientar os produtores da região. O Desafio mobilizou 800 produtores e consultores técnicos, de 285 municípios em 12 estados brasileiros. Na categoria de Volnei, participaram ao todo seis fazendas, sendo três delas de Correntina, na Bahia. aos melhores do mundo se houver incentivo, apoio institucional e incremento da pesquisa com emprego de modernas tecnologias. O Desafio 2009/2010 comprova isso”, afirma Eltje Loman. Os vencedores da categoria área não irrigada são: Volnei Martinazo, representando a região norte/ nordeste, alcançou a produtividade de 83,42 sacas por hectare em sua área, na Bahia. Cristiano Petrykosy, do Mato Grosso do Sul, foi o vencedor da região centro oeste, alcançando a produtividade de 86,47 sacas por hectare. Do sudeste, Rosival Ventura, de São Paulo, conseguiu a marca de 87,34 sacas/ha e Leandro Ricci, vencedor nacional, representou a região sul, atingindo a marca recorde de 108,35 sacas/ha. O CESB premiou também a melhor produtividade na categoria área irrigada. Claudio Lopes Nunes, de São Paulo, alcançou o número de 88,13 sacas/ha. Para a 2ª edição do concurso, o CESB espera pelo menos 1.500 áreas inscritas. “A expectativa é consolidar o sucesso obtido este ano dobrando o número de participantes e obtendo resultados de aumento de produtividade ainda mais representativos”, completa Loman. As regras e demais informações poderão ser encontradas no site oficial do CESB: http://www.cesbrasil.org.br/ a partir de setembro de 2010. O Rei da Produtividade da Soja do Brasil Vencedor do 1º Desafio Nacional de Máxima Produtividade safra 2009/2010 alcançou a impressionante marca de 08,4 sacas de soja por hectare É do Paraná, mais especificamente da cidade de Mamborê, o vencedor do Desafio Nacional de Máxima Produtividade safra 2009/2010, promovido pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB). O sojicultor Leandro Ricci alcançou a marca de 108,4 sacas de soja por hectare, quando a média nacional é de 48,6. O desafio, que contou com 800 áreas inscritas, também premiou os melhores produtores de soja das regiões centro-oeste, sudeste, sul, norte e nordeste, divididos pelas categorias área irrigada e não irrigada. Os vencedores ganharam uma viagem técnica aos principais centros de tecnologia e produção de soja dos Estados Unidos. Segundo Leandro Ricci, o segredo para produzir 108,4 sacas 4 por hectare foi usar técnicas simples, mas eficazes, como o método de plantio cruzado. “Nesse sistema, você semeia duas vezes na mesma área, cruzando as linhas de plantio. Também usei uma variedade transgênica de alta produtividade, utilizei um bom tratamento de sementes, fungicidas e inseticidas diferenciados, além de adubar muito bem o terreno. Para complementar o serviço, o clima ajudou muito, com chuvas na medida certa”, explica Ricci. Mais importante do que a lucratividade, afirma o sojicultor vencedor, o Desafio Nacional de Máxima Produtividade proporcionou uma excelente oportunidade para testar novas tecnologias. “Futuramente esse sistema poderá ser adaptado e utilizado por sojicultores de todo o país, pois amplia a produtividade de forma sustentável, que é o objetivo de todos no agronegócio”, concluiu. O Desafio Máxima Produtividade é uma iniciativa pioneira do CESB, um comitê sem fins lucrativos, criado para promover estratégias que contribuam para elevar a produtividade sustentável, além de valorizar a cultura da soja brasileira, uma das mais importantes do país e que movimenta mais de R$ 76 bilhões ao ano. Um dos objetivos do Comitê é estimular por meio da criação de estratégias sustentáveis, o aumento da produção média dos atuais 2.941 Kg/ha para no mínimo 4.000Kg/ha até 2020. O resultado do desafio não poderia ter sido mais bem sucedido. Segundo Eltje Loman, presidente do CESB, os 20 melhores projetos incrementaram sua produtividade em 72% em relação à média do Brasil na safra 2009/2010, número bem além das expectativas para a 1ª edição. “Os sojicultores brasileiros podem alcançar índices comparáveis em campo ANO 01 - Nº 02 - SETEMBRO DE 2010 - LUÍS EDUARDO MAGALHÃES/BA Vamos respeitar o Vazio da Soja O Vazio da Soja é uma medida de controle da doença “ferrugem asiática”, que no passado chegou a comprometer cerca de 30% das lavouras na região. Ele estabelece que no período que vai de 15 de agosto a 15 de outubro, o plantio do grão é proibido no cerrado baiano. Esta medida tem como objetivo quebrar o ciclo de reprodução do fungo causador da doença. Os sojicultores do Oeste da Bahia devem acessar o site da Associação de Agricultores Irrigantes da Bahia - Aiba (www. aiba.org.br) para cadastrar ou atualizar os dados de suas propriedades para fins de controle do Vazio Sanitário da Soja, estabelecido pelo Ministério da Agricultura (Mapa) e executado pelo Governo do Estado da Bahia através da Secretaria da Agricultura (Seagri)/Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab). De acordo com Portaria da Adab, todo proprietário, arrendatário ou ocupante a qualquer título de propriedade produtora de soja, inclusive aqueles que utilizem quaisquer sistemas de irrigação, deverão realizar a cada ano o cadastramento da propriedade, assim como comunicar as eventuais alterações deste no site da Aiba. As penalidades previstas em caso de descumprimento do vazio sanitário da soja são multa, interdição da propriedade e descredenciamento para o crédito rural. Prrograma Garantia Safra Fundo de natureza financeira criado pelo Governo Federal, vinculado ao Ministério do Desenvolvimento Agrário, o Programa Garantia Safra visa garantir condições mínimas de sobrevivência aos agricultores familiares de municí- pios sistematicamente sujeitos a perda por razão do fenômeno da estiagem ou excesso hídrico, situados na área de atuação da serão investidos recursos da ordem de R$ 19,1 milhões R$ 12,8 milhões do governo federal R$ 5,1 milhões do governo estadual R$ 960 mil das prefeituras municipais R$ 320 mil de taxa de adesão dos agricultores Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste-Sudene. Para a safra 2010/2011 serão investidos recursos da ordem de R$19,1 milhões, sendo R$12,8 milhões do governo federal, 5,1 milhões do governo estadual, R$960 mil das prefeituras municipais e R$ 320 mil de taxa de adesão dos agricultores, o que permitirá atender 100.000 famílias dos 200 municípios localizados no semiárido baiano. Caso haja perda de safra igual ou superior a 50%, cada agricultor receberá uma bolsa de R$640, 00, dividido em quatro parcelas de R$160,00. O agricultor que ainda não se inscreveu em nenhum ano, deverá se dirigir a uma Empresa Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural (EBDA) para adquirir uma Declaração de Aptidão ao Pronaf – DAP. 5 em campo ANO 01 - Nº 02 - SETEMBRO DE 2010 - LUÍS EDUARDO MAGALHÃES/BA Sementes em Alta * Célio Viana Ribeiro É de grande importância que agricultores e pecuaristas fiquem atentos sobre a alta dos preços que as sementes para pastagem vêm sofrendo, e essa alta vem acontecendo devido a dois fatores cruciais que causaram uma grande queda de estoque de sementes em todo território nacional. O primeiro acontece devido a diminuição de áreas plantas que representa 35% a menos em relação a safras anteriores, isso por si próprio já causaria uma menor produção em âmbito nacional, porem a produtividade das áreas cultivadas foram apenas 40% do esperado devido a fatores climáticos, portanto esses dois fatores implicaram em um redução muito grande de produção e o mercado corre sérios riscos de faltar sementes para algumas regiões. Sementes de Alta Tecnologia Estamos disponibilizando de sementes com altos padrões de pureza e tecnologia com as sementes incrustadas da linha PS PLUS. O que é uma semente Incrustrada? Semente incrusrtada é aquela semente que passa por um processo de escarificação, onde se remove o tegumento(casca) da semente elevando a pureza da mesma para níveis acima de 95%, após este processo é iniciada a incrusrtação propriamente dita, nesta etapa serão agregados as sementes fungicida, macronutrientes quais sejam, Cálcio, Fósforo, Magnésio e Enxofre, bem como alguns micronutrientes tais como Zinco, Boro e Cobre. Existe também a possibilidade segundo necessidade do agricultor de se agregar inseticida a este processo para evitar ataquesde formigas, brocas e cupins.Desta maneira a semente estará “levando” um pequeno suprimento nutricional que será muito importante no início de sua vida, bem como estará protegida de fungos na sua fase inicial pois a mesma estará tratada com fungicida. Vantagens em se usar Semente Incrustrada: - Para se produzir a semente incrustrada primeiro ela é escarificada, o que irá proporcionar uma semente livre de torrões e pragas, ou seja, o risco de levarmos ervas daninhas para a área de plantio é praticamente nulo. - Durante o processo de incrustração a semente é tratada com fungicida o que irá proteger a semente e a planta no processo inicial de germinação e formação da pastagem. - Ao ser incrustrada a semente recebe uma camada de macro e micronutrientes, o que irá proporcionar um excelente arranque inicial com uma rápida expansão do sistema radicular, proporcionado assim a planta uma maior capacidade de alcançar os nutrientes ao seu desenvolvimento inicial e por consequência uma maior resistência a veranicos que por acaso venham a ocorrer. - A regulagem do plantio destas sementes é mais segura, visto que, devido a sua coloração e uniformidade sua visualização no terreno preparado é muito fácil. - A interferência do vento durante o processo de semeadura a lanço é mínima, bem como não teremos mais o processo de separação das partes do produto, como acontece com as sementes comuns durante o processo de semeadura, ou seja, durante o deslocamento vão se sedimentando no fundo do depósito os torrões, depois as sementes puras, e na parte superior a palha, provocando assim uma distribuição desuniforme do produto e por conseqüência Abapa elege nova diretoria A Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) elegeu sua nova diretoria no último dia 5 de agosto. A cotonicultora Isabel da Cunha será a nova presidente da entidade. Após a eleição, Isabel da Cunha disse que vai trabalhar para consolidar as conquistas da Abapa no mercado nacional e internacional. “Iremos dar continuidade aos projetos importantes como aqueles voltados para agricultura familiar, programa socioambiental e fitos- 6 sanitário de combate ao bicudo”, destaca. Os produtores presentes na Assembléia Geral Extraordinária que elegeram a nova diretoria, destacaram o trabalho realizado pelo atual presidente, João Carlos Jacobsen. Há dois anos, quando tomou posse na presidência da Abapa, Jacobsen iniciou ações importantes para a entidade. Entre elas estavam a abertura de novos mercados na Ásia, o investimento em marketing e a integração com o mercado internacional. Além disso, Jacobsen priorizou investimentos na conscientização e capacitação do cotonicultor rural para o manejo ecologicamente correto das lavouras na região e para o cumprimento das normas trabalhistas estabelecidas pela NR31. “Nossa idéia foi sempre manter as conquistas alcançadas pela fibra baiana a criação da entidade e ampliar a atuação em pontos como o comércio internacional do algodão da Bahia”, afirma o produtor, lembrando ainda que o reconhecimento internacional da qualidade contribui para a remuneração do pro- dutor e para o fortalecimento da imagem do país como origem de excelência do produto. Para a nova administração, dar agilidade às análises de plumas é outro ponto importante. “Disponibilizar as análises com rapidez é imprescindível para que o produtor não perca tempo na realização de seus projetos”, analisa Isabel da Cunha, acrescentando que pretende buscar uma maior interação entre a Abapa e os produtores. O mercado externo também está na pauta da nova dirigente. “Vamos buscar sempre novos mercados para o algodão baiano”, finaliza. uma pastagem mal formada. - No processo de semeadura por avião a deriva é bem menor, devido ao maior peso da semente, proporcionando assim uma distribuição mais uniforme da semente no campo. - Problemas com pássaros e formigas deixam de existir, pois, os mesmos não atacam este tipo de semente. Comentário Final - Como toda cultura a pastagem tem como sua etapa mais importante o plantio, pois é onde começamos a definir nosso sucesso ou nossa frustração na implantação de nosso projeto, é a fase onde não nos é permitido errar sob a pena de prejuízos tais como, perdas por horas de máquinas trabalhadas no processo e, sobretudo perda da época correta do plantio. Para tanto é necessário, no que diz respeito a formação de pastagem, que façamos uma reflexão sobre uso de sementes de qualidade superior na formação de nossas pastagens visando pastos mais bemformados e com vida útil prolongada. Para saber mais informações consulte nossos técnicos agendando uma visita ou entre no nosso site www.pasoita.com.br Lembrando que na hora de comprar suas sementes procure comprar sempre sementes certificadas. Sementes Paso Ita pensando sempre no futuro do pecuarista e do agriculto AQUI TEM QUALIDADE. * Eng. Agrônomo - Sementes Paso Ita Ltda Certificação de Sementes A partir de agora, realizar a certificação das suas sementes ficará mais ágil e prático, com este novo serviço disponibilizado pela Fundação Bahia, certificador autorizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O processo inclui as etapas de certificação desde o plantio, até o armazenamento, com análises laboratoriais. Certificamos sementes de: - Soja - Algodão - Capim brachiaria e panicuns - Feijão Procure-nos e confira! em campo ANO 01 - Nº 02 - SETEMBRO DE 2010 - LUÍS EDUARDO MAGALHÃES/BA Somando Conhecimentos para Multiplicar Resultados A KUHLMANN LABORATÓRIOS é uma parceira recente do Centro de Pesquisa e Tecnologia do Oeste da Bahia - CPTO, comandado pela Fundação Bahia. Surgiu da necessidade do mercado agrícola do Oeste baiano e presta serviços de coletas e análises laboratoriais para o setor agronômico, biológico e ambiental executando ensaios físicos, químicos e biológicos. A Kuhlmann Laboratórios presta ainda serviços de classificação de grãos, análise de nematóides, doenças fitopatológicas, sementes, fertilizantes, solos, foliares e análises microbioló- gicas em água e solo, resíduos de defensivo e tecidos vegetais. Os serviços são prestados tanto nas instalações da Kuhlmann Laboratórios como em locais fora de suas instalações permanentes, ou em instalações associadas ao laboratório. A política da qualidade da Kuhlmann Laboratórios privilegia a satisfação dos clientes que é conseguida através do cumprimento de prazos e da apresentação de resultados confiáveis. No sistema da qualidade da Kuhlmann Laboratórios aplicamse os requisitos da norma NBR ISO/IEC 17025:2000 – Requisitos gerais para a competência de laboratórios de ensaio e calibração, que estabelece os fundamentos para a implantação de Sistemas de Gestão de Qualidade em Laboratórios, garantindo o fornecimento de produtos e serviços com eficiência. No sistema da qualidade do laboratório, existem métodos, procedimentos, instruções, processos, regulamentos e leis. O Sistema de Gestão da Qualidade da KUHLMANN LABORATÓRIOS se aplica nos procedimentos operacionais padronizados adotados e o sistema de automação garante a administração do laboratório e a execução dos ensaios de forma Fundação Bahia tem novo diretor administrativo Formado em Ciências, com habilitação em Matemática pelas Faculdades Integradas Ribeirão Pires, de São Paulo, João Silveira Brito veio do setor bancário para reforçar o time da Fundação Bahia. Nascido em Malhada de Pedras e radicado em São Paulo por 18 anos, voltou à Bahia a cinco anos, para o município de Luís Eduardo Magalhães. Casado e pai de três adolescentes, vê no novo cargo um dos seus maiores desafios. “Comecei no final de agosto e estou me aprofundando no conhecimento da entidade. Saber como funciona cada um dos seus departamentos e conhecer os seus trabalhos será fundamental para estabelecer meus objetivos e metas para a instituição. O jornal Em Campo, em nome de todos da Fundação Bahia, deseja sucesso ao novo diretor administrativo! padronizada nas instalações permanentes do laboratório. Os procedimentos da KUHLMANN LABORATÓRIOS foram estabelecidos de acordo com os critérios gerais das boas práticas de laboratório, são disseminados em todos os níveis e acompanhados em procedimentos específicos, buscando aprimorar os processos analíticos através da seleção de metodologias comprovadas. O laboratório irá desempenhar importante papel no desenvolvimento técnicocientífico, atendendo aos agricultores da região e às mais diversas empresas estatais e privadas. O funcionamento do laboratório Entenda como será seu atendimento na Kuhlmann Laboratórios: Primeiramente, após a recepção dos clientes é gerada uma proposta comercial com número unívoco e seqüencial. Após isso, o laboratório faz uma análise crítica sobre as amostras e se elas estiverem em bom estado, a análise da amostra é realizada para posterior emissão do certificado ou laudo. Se por acaso não estiver em bom estado para análise, o cliente é imediatamente comunicado para tomada de decisão conjunta. Todos os relatórios de ensaio e relatórios técnicos são assinados pelo gerente técnico, em conjunto com o supervisor responsável ou responsável técnico (RT), quando se aplica, analisando criticamente se cumprem os requisitos da norma NBR ISO/IEC 17025, se atendem aos requisitos do ministério da agricultura, pecuária e abastecimento (MAPA), a legislação ambiental aplicável e se estão de acordo com os princípios da ética. Reforço no quadro Chegou para reforçar ainda mais o time da Fundação Bahia, o engenheiro agrônomo Fabiano Andrei Bender da Cruz. Mestre e Doutor em Agronomia pela Universidade do Estado de São Paulo (UNESP) e Especialista em Plantio Direto pela Universidade de Brasilia, ele vai atuar nas áreas de Química e Fertilidade do Solo, Nutrição e Adubação de Plantas do Centro de Pesquisa e Tecnologia do Oeste Baiano (CPTO), será o primeiro profissional com dedicação exclusiva à Fundação Bahia nestas especialidades. “Nosso objetivo é iniciar novos trabalhos e dar continuidade ao que já existia, gerando informações para atender às demandas locais em pesquisa, buscando alternativas para o uso racional dessas práticas”, diz Andrei. Recém chegado à Bahia e com uma vasta experiência em solos de cerrado, ele considera o trabalho um grande desafio profissional. “Trata-se de uma região muito peculiar. Precisamos conhecer a fundo as condições daqui para encontrar soluções adequadas”, explica. 7 em campo ANO 01 - Nº 02 - SETEMBRO DE 2010 - LUÍS EDUARDO MAGALHÃES/BA Viagens a trabalho Reunião na Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado da Bahia – SECTI Ciceroneados pelo presidente da Assocafé e diretor regional da Aiba, João Lopes Araujo, o presidente da Fundação Bahia, Amauri Stracci e o diretor Luciano de Andrade se reuniram com o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Feliciano Tavares Monteiro, e o superintendente de Desenvolvimento Científico e Tecnológico da SECTI, Francisco de Assis Pinheiro. Na pauta, as demandas do Oeste em tecnologia e os programas em desenvolvimento da Fundação Bahia. Em 13 a 14 de julho, em Campinas – SP, a Fundação Bahia mais uma vez foi representada pela sua pesquisadora Marcella Prado em um evento importante, promovido pela Timac Agro Brasil e Espanha. O obje- tivo da reunião foi definir metodologias para pesquisa com nova tecnologia de adubo fosfatado produzido pelo braço brasileiro da empresa. Na foto, da esquerda para a direita, Marcella Prado, Djalma Martinhão (Embrapa), Vivalmi Cerqueira (Timac Agro) e Jorge Santos (UFRB). A pesquisadora Marcella Prado participou do evento MOSAIC CONECTA, realizado de 9 a 11 de junho últimos em São Paulo. Presentes no encontro, o corpo técnico da Mosaic, consultores e pesquisadores de diversas regiões agrícolas do Brasil. O objetivo da reunião foi gerar manifestos à comunidade científica, produtores rurais e sociedade em geral, acerca da Agricultura no Brasil, ressaltando temas como a importância da atividade agrícola para a segurança alimentar, além de um check-list para boa produção, dentre outros temas. Na ocasião, formouse uma frente de trabalho com pesquisadores a fim de discutir e elaborar material técnico com assuntos sobre o uso de fertilizantes, e a forma de melhorar a eficiência destes. A Fundação Bahia também marcou presença no SOYBEANforum - Fórum Internacional de Produtores de Soja & CIA, realizado em Salvador entre os dias 18 e 21 de agosto de 2010. Na platéia, cerca de 300 participantes, entre produtores de destaque em soja e outros grãos de todo o país, autoridades, investidores e executivos da indústria de insumos e maquinaria do setor. O evento abordou temas de grande relevância para a região do MAPITO e BA (Maranhão, Piauí e Tocantins e Bahia), como os desafios das produtividades e logística de escoamento da produção da soja via região Norte, saindo do eixo Paranaguá/Santos, além de perspectivas e desafios para a produção de soja nesta região. Também foram discutidos Novo Código Ambiental, dentre outros temas. Participou do evento pela Fundação Bahia o pesquisador Ricardo Cruz. O pesquisador Ricardo Cruz também participou de reunião na Associação Brasileira de Produtores de Grãos Não Geneticamente Modificados - Abragen, em São Paulo, no dia 20 de agosto, durante a 6ª Reunião da Comissão de Estudo Especial de Grãos Não Geneticamente Modificados, na sede da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. A Abragen pretende criar protocolos para a produção de soja não geneticamente modificada, para que o produto possa ter melhor remuneração sobre os grãos convencionais, através do prêmio pago por este tipo de grão pelo mercado internacional. Visitantes ilustres Reunião entre Abapa, Aiba, Fundeagro, Fundação Bahia, Seagri, Sefaz e consultores da Fundação Getúlio Vargas com objetivo de iniciar atividades relacionadas ao Projeto “Estudo das Cadeias produtivas da Soja, Milho e Algodão”. Estiveram presentes na reunião o presidente da Fundação Ba, Amauri Stracci, o diretor executivo Luciano de Andarde, Celito Breda (Consultor e Tesoureiro Abapa), Isabel da Cunha (Presidente Abapa), Jairo Vaz (Seagri), Alex Rasia (Executivo Aiba), Ernani Sabai ( Executivo Abapa), Jussara (Executiva Fundeagro), Raimundo Santos (Corretora Sandias), Sando Cordeiro Fael (Sefaz), e consultores da FGV (José Bento; Mateus Marino; Fábio Mizumoto; Fernando Schontag). Visita Técnica da Franor, com a presença do gerente geral da empresa, Luís Evandro, do consultor Luís Henrique Kasuya, de Eduardo Moraes Rodrigues, do departamento Comercial do IMAmt, e Carlos Demant, Pesquisador/IMAmt com o diretor executivo da Fundação Bahia, Luciano de Andrade, e o pesquisador da Fundação Bahia, Ricardo Cruz. A Cheminova realizou no dia 1º de setembro, no auditório da Fundação Bahia, o III Prime Cotton, evento técnico voltado a cultura do algodão que contou com mais de 90 participantes relacionados com o agronegócio da cultura do algodoeiro. O evento contou com a presença de Walter Jorge dos Santos, João Carlos Jacobsen, Ezelino de Carvalho, entre outros. (77) 3628-4241 http://www.fundacaoba.com.br/ 8 Rod BR 020/242, KM 50,7 S/N, Zona Rural - Luís Eduardo Magalhães - BA - Cx P 853 CEP: 47.850-000 - Fone: (77) 3628-4241