em campo
ANO 01 - Nº 02
SETEMBRO DE 2010
LUÍS EDUARDO MAGALHÃES/BA
BRS 286 é sucesso comprovado e já
ultrapassa os limites do cerrado baiano
Produtor do cerrado baiano ganha
prêmio nacional de produtividade
Volnei Martinazzo, proprietário da Fazenda
Iguaçu II, em Correntina/BA, foi o ganhador da
categoria não irrigada da etapa Norte/Nordeste
do Prêmio Desafio Nacional de Máxima Produtividade em Soja, promovido pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB).
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Somando Conhecimentos
para Multiplicar Resultados
A KUHLMANN LABORATÓRIOS é uma parceira do Centro de Pesquisa e Tecnologia do
Oeste da Bahia - CPTO, administrado pela Fundação Bahia. Surgiu da necessidade do mercado agrícola do Oeste baiano e presta serviços
de coletas e análises laboratoriais para o setor
agronômico, biológico e ambiental executando
ensaios físicos, químicos e biológicos.
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Fundação Bahia tem novo
diretor administrativo
Com expectativa de alcançar 40% do
mercado de algodão precoce, ou 10% de
todo o algodão plantado na Bahia, a variedade BRS 286, lançada pela Fundação
de Apoio à Pesquisa e Desenvolvimento
do Oeste Baiano (Fundação Bahia) no ano
passado, já é um sucesso. O primeiro algodão genuinamente baiano do Brasil, fruto
de um trabalho de pesquisa e desenvolvimento (P&D) de 10 anos, já ousa ultrapassar os limites do cerrado da Bahia.
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João Silveira Brito veio do setor bancário
para reforçar o time da Fundação Bahia.
Nascido em Malhada de Pedras e radicado
em São Paulo por 18 anos, voltou à Bahia a
cinco anos, para o município de Luís Eduardo Magalhães, aceitou o desafio e já traça
metas para a entidade.
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Certificação de Sementes
A partir de agora, realizar a certificação das suas sementes ficará
mais ágil e prático, com este novo serviço disponibilizado pela
Fundação Bahia, certificador autorizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O processo inclui as etapas de
certificação desde o plantio, até o armazenamento, com análises
laboratoriais.
Procure-nos e confira!
Certificamos sementes de:
- Soja
- Algodão
- Capim brachiaria e panicuns
- Feijão
em campo
ANO 01 - Nº 02 - SETEMBRO DE 2010 - LUÍS EDUARDO MAGALHÃES/BA
Palavra do presidente
Bonito de se ver
Dia de Campo do Algodão tem sucesso
embalado pela boa fase da fibra
Amauri Stracci - Presidente da Fundação Bahia
Cabreiro, desconfiado por natureza, coisa muito natural de quem
sabe o quanto dói apanhar, o produtor rural dificilmente alardeia suas
conquistas. Reclama quando precisa - e precisa muito – mas não costuma a fazer festa com o que sabe fazer de melhor. E olha que nesse
país o que os agricultores fazem, e o modo como fazem, deixa muito
gringo de boca aberta. Vai ver que é por isso que produtor tem fama
de chorão, e lamenta o total desconhecimento que aqueles que nunca
viram uma lavoura e juram que o leite vem da caixa “longa vida” têm
do seu trabalho e valor.
É por isso que nesta edição do seu jornal “Em Campo”, a Fundação
Bahia decidiu celebrar o sucesso de sua mais nova vitória: a BRS286,
algodão com sotaque baiano verdadeiro, produzido com tecnologia de
ponta nos laboratórios do CPTO. Vai abalar o mercado? Improvável.
Vai dominar as lavouras do Brasil e do mundo? Não mesmo. Mas será
uma grande alternativa para o produtor pela sua excelência e já está
mostrando a que veio nesta safra. Teve até a audácia de cruzar as
fronteiras nacionais e chegar até a Venezuela. Trocando em miúdos,
a tecnologia promete. E as promessas não acabam por aí. Na safra
que vem, uma variedade Fundação Bahia tem tudo para revolucionar
o mercado, com um pacote que inclui a desejável fibra longa, produtividade, qualidade e resistência. São dez anos de trabalho, muito
dinheiro investido e cabeças pensando. Vamos nos encher de orgulho
e dizer para todo mundo.
Sim, nós fazemos tecnologia no Oeste da Bahia.
Parceria Reforçada:
Boa safra, preços bons e aquela
sensação de que o pior já passou, –
pelo menos por enquanto – encheu
de animação o cotonicultor baiano,
que foi conferir de perto o show de
tecnologia da Fundação Bahia para
a fibra branca do cerrado. A Fundação Bahia estima que mais de 70%
dos produtores da região estavam
representados no evento, que superou a marca de 1000 pessoas esperadas. A grande mostra do melhor
do algodão do cerrado da Bahia foi
realizada nos dias 11 e 12 de junho,
no Centro de Pesquisa e Tecnologia do Oeste da Bahia (CPTO), em
Luís Eduardo Magalhães-BA.
A grande atração deste ano foram duas novas variedades convencionais que deverão estar disponíveis em escala comercial para
a safra 2011/12. Uma delas possui
fibra média, e a outra, longa, ambos
com excelente produtividade. Seu
tamanho varia entre 32.5 a 33 milímetros, contra a variedade preponderante no mercado, que tem de 30
a 31 milímetros. Os materiais estão
em observação e ainda não foram
registrados, mas a expectativa da
Fundação Bahia, da Associação
Baiana dos Produtores de Algodão
- Abapa e do mercado é grande.
“Será, sem dúvida, uma excelente tecnologia para produtor, uma
vez que o algodão de fibra longa
permite confeccionar tecidos de
melhor qualidade, o que vai somar
ainda mais atributos à já excelente
fibra baiana”, diz o presidente da
Abapa, João Carlos Jacobsen, que
afirma ainda que esta modalidade
de fibra poderá remunerar em cerca de 10% mais o cotonicultor.
Know how - Junto com a Passarela da Soja e o Encontro Técnico do Milho, o Dia de Campo do
Algodão completa o ciclo dos três
grandes eventos promovidos pela
Fundação Bahia na região. De
acordo com o presidente Amauri Stracci, é nestas ocasiões que,
além de mostrar resultados de
suas pesquisas, a Fundação tem
maior oportunidade de ouvir o produtor, conhecer suas demandas e,
assim, desenvolver soluções afinadas com o seu mercado. “Ainda
não inventaram nada melhor para
difundir tecnologia para o produtor rural que o dia de campo, e a
Fundação Bahia, juntamente com
suas entidades parceiras, Abapa,
Aiba, Fundeagro, EBDA e Embrapa, além de empresas do setor, vem aperfeiçoando cada vez
mais a sua capacidade de produzir eventos de altíssimo nível, que
agregam ainda mais valor às nossas lavouras”, explica.
O Dia de Campo do Algodão
aconteceu em uma área de 10 mil
metros quadrados, dividida em quatro estações. Os temas abordados
este ano foram transgenia, defesa
fitossanitária, com foco em nematóide, além da técnica do plantio
adensado de algodão.
Além do estande
institucional que tradicionalmente ocupa
com a Aiba, Abapa e
Fundeagro, este ano
a Fundação Bahia,
junto com a Embrapa
Cerrados e a Fundação Cerrados, montou uma área especial
para apresentar os resultados desta simbiose que vem trazendo
grandes avanços para
as lavouras do Oeste.
A resposta do público
foi tão boa que as en-
2
tidades confirmaram
a intenção de repetir o feito no ano que
vem, e em área ainda
maior.
Quem visitou o estande das instituições
de pesquisa pôde ver
de perto as cultivares
recém lançadas ou
em vias de lançamento adaptadas para as
condições locais, especialmente em soja
e algodão. O produtor
teve oportunidade de
negociar os produtos
ali mesmo. As grandes
atrações foram as cultivares de soja (BRS
313, 314 e 315RR). De
acordo com o diretor
executivo da Fundação Bahia, Luciano de
Andrade, para o próximo ano, com a previsão do lançamento de
mais quatro cultivares
de soja e duas de algodão, as parcerias
devem aumentar a
área de exposição na
feira, para comportar
ainda o portfólio atual.
EXPEDIENTE
Fundação Bahia, Fundação Cerrados e Embrapa
Cerrados estreitam laços no Bahia Farm Show
em campo
CONSELHO EDITORIAL
Luciano de Andrade
João Silveira
Millena Oliveira
Fabiano Bender
Marcella Prado
Ricardo Cruz
Murilo Barros
Edmilson Figueredo
Franciso José da Silva
Jussara Piai
Alex Rasia
Ernani Sabai
Jornalista responsável:
Catarina Guedes - DRT 2370-BA
Editoração Eletrônica:
Eduardo Lena (77) 3611-8811
Impressão:
Gráfica Poligraf
(77) 3612-1155
Tiragem:
2.500 exemplares
www.abapaba.org.br
www.aiba.org.br
www.fundacaoba.com.br
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em campo
ANO 01 - Nº 02 - SETEMBRO DE 2010 - LUÍS EDUARDO MAGALHÃES/BA
Algodão: variedade da Fundação Bahia é sucesso comprovado e já ultrapassa os limites do cerrado baiano
Tecnologia 100% desenvolvida no Oeste da Bahia já está disponível para próxima safra, com grandes vantagens competitivas
Com
expectativa
de alcançar 40% do
mercado de algodão
precoce, ou 10% de
todo o algodão plantado na Bahia, a variedade BRS 286, lançada pela Fundação
de Apoio à Pesquisa
e Desenvolvimento do
Oeste Baiano (Fundação Bahia) no ano passado, já é um sucesso. O primeiro algodão
genuinamente baiano
do Brasil, fruto de um
trabalho de pesquisa e desenvolvimento (P&D) de 10 anos,
já ousa ultrapassar os
limites do cerrado da
Bahia, chegando com
grande aceitação ao
Mato Grosso do Sul,
e já saiu até do Brasil,
com a venda de 450
toneladas de sementes para a Venezuela
no mês passado.
Obtida através do
cruzamento entre as
variedades CNPA ITA
90 e CNPA 7H, a BRS
286 foi avaliada por
cinco safras consecutivas em condições de
cerrado antes de estar disponível como
variedade comercial.
“Esse processo longo
de desenvolvimento é
característico de toda
nova tecnologia que é
lançada. No caso das
cultivares que a Fundação Bahia trabalha,
chega-se a levar 10
anos entre os primeiros cruzamentos e os
últimos testes. Isso é
necessário para garantir tanto a qualidade, quanto a segurança destes materiais”,
explica o presidente
da Fundação Bahia,
Amauri Stracci.
A performance da
BRS 286 é de produtividade média de 325 arrobas por hectare de algodão em caroço, com
rendimento de pluma
de até 41%. As fibras
e fios deste material
são de alta qualidade,
o que confere mais valor à tecnologia. Nas
lavouras, a BRS 286
se caracteriza pelo baixo porte das plantas e
por exigir menores doses de reguladores de
crescimento. O ciclo de
vida dela varia de 140
a 150 dias, além disso,
possui níveis adequados de resistência as
pragas e doenças com
ocorrência no cerrado
da Bahia.
No gatilho - Estão
em fase final de lançamento duas novas variedades convencionais
de algodão, que a Fundação Bahia desenvolveu e deverão estar
disponíveis para a safra 2011/12. O grande
atrativo que trazem é
aliar fibras maiores que
as existentes no mercado (média e longa),
com boa produtividade. Os materiais estão
em observação e ainda não foram registrados, mas a expectativa
da Fundação Bahia, da
Associação Baiana dos
Produtores de Algodão
- Abapa e do mercado
é grande.
Tecnologia de ponta - Para desenvolver
tecnologias como a
BRS286 e as diversas
outras já lançadas ou
em teste, a Fundação
Bahia, uma entidade
de pesquisa privada,
fundada há 12 anos, investe anualmente algo
em torno de R$ 8 milhões apenas nos trabalhos de melhora-
mento. Estes recursos
são oriundos do produtor rural e do Governo
do Estado, através do
Fundo para o Desenvolvimento do Agronegócio do Algodão (Fundeagro).
A Fundação Bahia/
Centro de Pesquisa e
Tecnologia do Oeste
da Bahia (CPTO) está
instalada em um moderno complexo equipado com laboratórios
de Fitopatologia, Sementes, Entomologia,
Nematologia e Solos.
Os laboratórios têm
foco no algodão, mas
com flexibilidade para
atender também a outras culturas. Só de laboratórios, o Centro
dispõe de 900 metros
quadrados para atender aos produtores locais, e breve, segundo
a estimativa da entidade, atenderá também
agricultores de outras
regiões como o Sul do
Piauí e do Tocantins.
Os laboratórios do
CPTO estão instalados
no Complexo Bahia
Farm Show, onde todos os anos é realizada a maior feira de
tecnologia agrícola e
negócios do Norte/Nordeste. Fazem parte do
CPTO cinco pivôs de
irrigação, onde ocorrem as etapas de campo do desenvolvimento
tecnológico. Nesse pivôs, além de algodão,
há ensaios com algumas das principais culturas da região, como
soja, milho e feijão.
“Assim encurtamos as
distâncias entre a teoria e a prática, garantindo mais qualificação
para os profissionais do
agronegócio da Bahia”,
explica Amauri Stracci.
Passaporte para um novo mundo!
CPTO foi palco da
cerimônia de diplomação
das duas turmas
Fundeagro forma mais 80
alunos através do Programa
de Inclusão Digital
A tela do computador é o mais novo
portal pelo qual 80
jovens do Oeste da
Bahia esperam adentrar um futuro melhor.
Tratam-se de meninos
e meninas da rede
pública de ensino,
contemplados
pelo
Programa de Inclusão
Digital do Fundo para
o
Desenvolvimento
do Agronegócio do
Algodão (Fundeagro).
No último dia 15 de
junho, 40 estudantes
de Barreiras e de São
Desidério receberam o
certificado de conclusão
do curso que lhes habilita como Operador de
Computador. Cerimônia
foi realizada na sede da
escola Microlins de Barreiras. Já no dia 17, mais
40 jovens estudantes,
desta vez de Luís Eduardo Magalhães e Roda
Velha, receberam o certificado em solenidade
ocorrida em Luís Eduardo Magalhães, no Auditório do Centro de Pes-
quisa e Tecnologia do
Oeste da Bahia (CPTO)/
Fundação Bahia.
Como
forma
de
agradecer ao Fundeagro pela iniciativa que
os ajudou a se preparar
para um futuro mercado
de trabalho, os jovens
produziram e apresentaram um documentário em vídeo sobre o
processo de aprendizagem, desde o início das
aulas.
“Desde que montamos este projeto, em
2006, já formamos 280
alunos. Mais que conferir um certificado de
curso qualquer, estamos
Esperança nos olhos e
diploma na mão
dando a pessoas que dificilmente teriam condições de arcar sozinhas
com os custos desta
qualificação, as chaves
de um novo mundo”, diz
o presidente do Fundeagro, Ezelino Carvalho.
“A internet definiu uma
nova forma de as pessoas se relacionarem,
trabalharem e encararem a realidade. Estar
fora dela é estar excluído. É contra isso que lutamos com este projeto,
assim como para fazer
com que cada pessoa
formada aqui um dia
possa entrar no mercado
de trabalho com um atributo a mais no currículo,
alcançando, desta maneira, uma vida melhor”,
concluiu Carvalho.
O PID seleciona alunos com bom desempenho na rede pública de
ensino, e oferece além
do curso gratuito na escola Microlins, todo o
material didático, valetransporte e uniforme.
Durante a cerimônia de
Formatura são sorteados para cada turma,
micro-computadores
completos.
3
em campo
ANO 01 - Nº 02 - SETEMBRO DE 2010 - LUÍS EDUARDO MAGALHÃES/BA
A voz do produtor
Ganhador do Prêmio Norte/Nordeste Desafio Nacional Máxima Produtividade
Volnei Martinazzo
Gaúcho de Campinas do Sul, Volnei
Martinazzo chegou
ao Oeste da Bahia
em 1999, onde inciou sua trajetória na
Fazenda Iguaçu II,
em Correntina. Após
11 anos na região,
Martinazzo foi o ganhador da categoria
não irrigada da etapa
Nordeste do Prêmio
Desafio Nacional de
Máxima Produtividade,
promovido pelo Comitê
Estratégico Soja Brasil
(CESB).
Na área de 10 hectares plantada com soja
transgênica, o produtor obteve 83,4 sacas
por hectare. “Me sinto
gratificado pelo trabalho de buscar a melhor
produtividade. Foram
10 anos acertando
detalhes e corrigindo
erros para aumentar a
produtividade”, conta o
premiado, com formação técnica em agropecuária.
Para alcançar os
níveis atuais de produtividade, Martinazzo
contou com o trabalho
do engenheiro agrônomo Ivair Gomes, que
foi seu consultor técnico. “O Volnei é um
produtor de agricultura
de precisão, usuário
de alta tecnologia. Em
razão disso, o resultado foi cheio de êxito.
A Fundação Bahia é,
em grande parte, responsável pelo sucesso
dele”. Gomes destaca
as palestras e os dias
de campo promovidos
pela Fundação Bahia
para orientar os produtores da região.
O Desafio mobilizou 800 produtores e
consultores técnicos,
de 285 municípios
em 12 estados brasileiros. Na categoria
de Volnei, participaram ao todo seis fazendas, sendo três
delas de Correntina,
na Bahia.
aos melhores do mundo se houver incentivo, apoio institucional
e incremento da pesquisa com emprego de
modernas tecnologias.
O Desafio 2009/2010
comprova isso”, afirma
Eltje Loman.
Os vencedores da
categoria área não
irrigada são: Volnei
Martinazo, representando a região norte/
nordeste, alcançou a
produtividade de 83,42
sacas por hectare em
sua área, na Bahia.
Cristiano
Petrykosy,
do Mato Grosso do
Sul, foi o vencedor da
região centro oeste,
alcançando a produtividade de 86,47 sacas
por hectare. Do sudeste, Rosival Ventura, de
São Paulo, conseguiu
a marca de 87,34 sacas/ha e Leandro Ricci, vencedor nacional,
representou a região
sul, atingindo a marca recorde de 108,35
sacas/ha. O CESB
premiou também a
melhor produtividade
na categoria área irrigada. Claudio Lopes
Nunes, de São Paulo,
alcançou o número de
88,13 sacas/ha.
Para a 2ª edição do
concurso, o CESB espera pelo menos 1.500
áreas inscritas. “A expectativa é consolidar
o sucesso obtido este
ano dobrando o número de participantes e
obtendo resultados de
aumento de produtividade ainda mais representativos”, completa
Loman. As regras e
demais informações
poderão ser encontradas no site oficial do
CESB: http://www.cesbrasil.org.br/ a partir
de setembro de 2010.
O Rei da Produtividade da Soja do Brasil
Vencedor do 1º Desafio Nacional de Máxima Produtividade
safra 2009/2010 alcançou a impressionante marca de
08,4 sacas de soja por hectare
É do Paraná, mais
especificamente da cidade de Mamborê, o
vencedor do Desafio
Nacional de Máxima
Produtividade
safra
2009/2010, promovido
pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB).
O sojicultor Leandro
Ricci alcançou a marca
de 108,4 sacas de soja
por hectare, quando a
média nacional é de
48,6.
O desafio, que
contou com 800 áreas inscritas, também
premiou os melhores
produtores de soja das
regiões centro-oeste,
sudeste, sul, norte e
nordeste,
divididos
pelas categorias área
irrigada e não irrigada.
Os vencedores ganharam uma viagem técnica aos principais centros de tecnologia e
produção de soja dos
Estados Unidos.
Segundo Leandro
Ricci, o segredo para
produzir 108,4 sacas
4
por hectare foi usar
técnicas simples, mas
eficazes, como o método de plantio cruzado.
“Nesse sistema, você
semeia duas vezes na
mesma área, cruzando as linhas de plantio. Também usei uma
variedade transgênica
de alta produtividade,
utilizei um bom tratamento de sementes,
fungicidas e inseticidas
diferenciados, além de
adubar muito bem o
terreno. Para complementar o serviço, o clima ajudou muito, com
chuvas na medida certa”, explica Ricci.
Mais importante do
que a lucratividade,
afirma o sojicultor vencedor, o Desafio Nacional de Máxima Produtividade proporcionou
uma excelente oportunidade para testar novas tecnologias. “Futuramente esse sistema
poderá ser adaptado e
utilizado por sojicultores de todo o país, pois
amplia a produtividade
de forma sustentável,
que é o objetivo de todos no agronegócio”,
concluiu.
O Desafio Máxima
Produtividade é uma
iniciativa pioneira do
CESB, um comitê sem
fins lucrativos, criado
para promover estratégias que contribuam
para elevar a produtividade sustentável, além
de valorizar a cultura
da soja brasileira, uma
das mais importantes
do país e que movimenta mais de R$ 76
bilhões ao ano. Um
dos objetivos do Comitê é estimular por meio
da criação de estratégias sustentáveis, o
aumento da produção
média dos atuais 2.941
Kg/ha para no mínimo
4.000Kg/ha até 2020.
O resultado do desafio não poderia ter
sido mais bem sucedido. Segundo Eltje
Loman, presidente do
CESB, os 20 melhores
projetos incrementaram sua produtividade
em 72% em relação à
média do Brasil na safra 2009/2010, número
bem além das expectativas para a 1ª edição.
“Os sojicultores brasileiros podem alcançar
índices comparáveis
em campo
ANO 01 - Nº 02 - SETEMBRO DE 2010 - LUÍS EDUARDO MAGALHÃES/BA
Vamos respeitar o Vazio da Soja
O Vazio da Soja é uma medida de controle da doença “ferrugem asiática”, que no passado chegou a comprometer cerca de
30% das lavouras na região. Ele estabelece que no período que
vai de 15 de agosto a 15 de outubro, o plantio do grão é proibido
no cerrado baiano. Esta medida tem como objetivo quebrar o
ciclo de reprodução do fungo causador da doença.
Os sojicultores do Oeste da Bahia devem acessar o site da
Associação de Agricultores Irrigantes da Bahia - Aiba (www.
aiba.org.br) para cadastrar ou atualizar os dados de suas propriedades para fins de controle do Vazio Sanitário da Soja,
estabelecido pelo Ministério da Agricultura (Mapa) e executado pelo Governo do Estado da Bahia através da Secretaria
da Agricultura (Seagri)/Agência de Defesa Agropecuária da
Bahia (Adab).
De acordo com Portaria da Adab, todo proprietário, arrendatário ou ocupante a qualquer título de propriedade produtora de soja, inclusive aqueles que utilizem quaisquer sistemas
de irrigação, deverão realizar a cada ano o cadastramento da
propriedade, assim como comunicar as eventuais alterações
deste no site da Aiba. As penalidades previstas em caso de
descumprimento do vazio sanitário da soja são multa, interdição da propriedade e descredenciamento para o crédito rural.
Prrograma Garantia Safra
Fundo de natureza financeira criado pelo Governo
Federal, vinculado
ao Ministério do
Desenvolvimento
Agrário, o Programa
Garantia Safra visa
garantir condições mínimas de sobrevivência aos agricultores
familiares de municí-
pios sistematicamente
sujeitos a perda por
razão do fenômeno da
estiagem ou excesso
hídrico, situados na
área de atuação da
serão investidos recursos
da ordem de R$ 19,1
milhões
R$ 12,8 milhões do governo federal
R$ 5,1 milhões do governo estadual
R$ 960 mil das prefeituras municipais
R$ 320 mil de taxa de
adesão dos agricultores
Superintendência do
Desenvolvimento do
Nordeste-Sudene.
Para a safra
2010/2011 serão investidos recursos da ordem
de R$19,1 milhões,
sendo R$12,8 milhões
do governo federal, 5,1
milhões do governo estadual, R$960 mil das
prefeituras municipais
e R$ 320 mil de taxa
de adesão dos agricultores, o que permitirá
atender 100.000 famílias dos 200 municípios
localizados no semiárido baiano.
Caso haja perda de safra igual
ou superior a 50%,
cada agricultor receberá uma bolsa de
R$640, 00, dividido
em quatro parcelas
de R$160,00.
O agricultor que
ainda não se inscreveu em nenhum ano,
deverá se dirigir a
uma Empresa Estadual de Assistência
Técnica e Extensão
Rural (EBDA) para
adquirir uma Declaração de Aptidão ao
Pronaf – DAP.
5
em campo
ANO 01 - Nº 02 - SETEMBRO DE 2010 - LUÍS EDUARDO MAGALHÃES/BA
Sementes em Alta
* Célio Viana Ribeiro
É de grande importância que agricultores e pecuaristas fiquem atentos sobre a alta dos preços que as
sementes para pastagem vêm sofrendo, e essa alta
vem acontecendo devido a dois fatores cruciais que
causaram uma grande queda de estoque de sementes em todo território nacional. O primeiro acontece
devido a diminuição de áreas plantas que representa
35% a menos em relação a safras anteriores, isso
por si próprio já causaria uma menor produção em
âmbito nacional, porem a produtividade das áreas
cultivadas foram apenas 40% do esperado devido a
fatores climáticos, portanto esses dois fatores implicaram em um redução muito grande de produção e o
mercado corre sérios riscos de faltar sementes para
algumas regiões.
Sementes de Alta Tecnologia
Estamos disponibilizando de sementes com altos
padrões de pureza e tecnologia com as sementes incrustadas da linha PS PLUS.
O que é uma semente Incrustrada?
Semente incrusrtada é aquela semente que passa
por um processo de escarificação, onde se remove
o tegumento(casca) da semente elevando a pureza da mesma para níveis acima de 95%, após este
processo é iniciada a incrusrtação propriamente dita,
nesta etapa serão agregados as sementes fungicida,
macronutrientes quais sejam, Cálcio, Fósforo, Magnésio e Enxofre, bem como alguns micronutrientes tais
como Zinco, Boro e Cobre. Existe também a possibilidade segundo necessidade do agricultor de se agregar inseticida a este processo para evitar ataquesde
formigas, brocas e cupins.Desta maneira a semente
estará “levando” um pequeno suprimento nutricional
que será muito importante no início de sua vida, bem
como estará protegida de fungos na sua fase inicial
pois a mesma estará tratada com fungicida.
Vantagens em se usar Semente Incrustrada:
- Para se produzir a semente incrustrada primeiro
ela é escarificada, o que irá proporcionar uma semente livre de torrões e pragas, ou seja, o risco de
levarmos ervas daninhas para a área de plantio é
praticamente nulo.
- Durante o processo de incrustração a semente é
tratada com fungicida o que irá proteger a semente e
a planta no processo inicial de germinação e formação da pastagem.
- Ao ser incrustrada a semente recebe uma camada de macro e micronutrientes, o que irá proporcionar um excelente arranque inicial com uma rápida
expansão do sistema radicular, proporcionado assim
a planta uma maior capacidade de alcançar os nutrientes ao seu desenvolvimento inicial e por consequência uma maior resistência a veranicos que por
acaso venham a ocorrer.
- A regulagem do plantio destas sementes é mais
segura, visto que, devido a sua coloração e uniformidade sua visualização no terreno preparado é muito fácil.
- A interferência do vento durante o processo de
semeadura a lanço é mínima, bem como não teremos mais o processo de separação das partes do
produto, como acontece com as sementes comuns
durante o processo de semeadura, ou seja, durante
o deslocamento vão se sedimentando no fundo do
depósito os torrões, depois as sementes puras, e na
parte superior a palha, provocando assim uma distribuição desuniforme do produto e por conseqüência
Abapa elege nova diretoria
A Associação Baiana
dos Produtores de Algodão (Abapa) elegeu sua
nova diretoria no último dia 5 de agosto. A
cotonicultora Isabel da
Cunha será a nova presidente da entidade.
Após a eleição, Isabel da Cunha disse que
vai trabalhar para consolidar as conquistas da
Abapa no mercado nacional e internacional.
“Iremos dar continuidade aos projetos importantes como aqueles
voltados para agricultura familiar, programa
socioambiental e fitos-
6
sanitário de combate ao
bicudo”, destaca.
Os produtores presentes na Assembléia
Geral Extraordinária que
elegeram a nova diretoria, destacaram o trabalho realizado pelo atual
presidente, João Carlos
Jacobsen. Há dois anos,
quando tomou posse na
presidência da Abapa,
Jacobsen iniciou ações
importantes para a entidade. Entre elas estavam a abertura de novos mercados na Ásia, o
investimento em marketing e a integração com o
mercado internacional.
Além disso, Jacobsen priorizou investimentos na conscientização e capacitação do
cotonicultor rural para o
manejo ecologicamente
correto das lavouras na
região e para o cumprimento das normas trabalhistas estabelecidas
pela NR31.
“Nossa idéia foi
sempre manter as conquistas alcançadas pela
fibra baiana a criação
da entidade e ampliar
a atuação em pontos
como o comércio internacional do algodão da
Bahia”, afirma o produtor, lembrando ainda
que o reconhecimento
internacional da qualidade contribui para a
remuneração do pro-
dutor e para o fortalecimento da imagem do
país como origem de
excelência do produto.
Para a nova administração, dar agilidade
às análises de plumas
é outro ponto importante. “Disponibilizar as
análises com rapidez é
imprescindível para que
o produtor não perca
tempo na realização de
seus projetos”, analisa
Isabel da Cunha, acrescentando que pretende
buscar uma maior interação entre a Abapa e
os produtores.
O mercado externo
também está na pauta
da nova dirigente. “Vamos buscar sempre novos mercados para o algodão baiano”, finaliza.
uma pastagem mal formada.
- No processo de semeadura por avião a deriva é
bem menor, devido ao maior peso da semente, proporcionando assim uma distribuição mais uniforme
da semente no campo.
- Problemas com pássaros e formigas deixam de
existir, pois, os mesmos não atacam este tipo de semente.
Comentário Final - Como toda cultura a pastagem tem como sua etapa mais importante o plantio,
pois é onde começamos a definir nosso sucesso ou
nossa frustração na implantação de nosso projeto,
é a fase onde não nos é permitido errar sob a pena
de prejuízos tais como, perdas por horas de máquinas trabalhadas no processo e, sobretudo perda
da época correta do plantio. Para tanto é necessário,
no que diz respeito a formação de pastagem, que
façamos uma reflexão sobre uso de sementes de
qualidade superior na formação de nossas pastagens visando pastos mais bemformados e com vida
útil prolongada.
Para saber mais informações consulte nossos
técnicos agendando uma visita ou entre no nosso
site www.pasoita.com.br
Lembrando que na hora de comprar suas sementes procure comprar sempre sementes certificadas.
Sementes Paso Ita pensando sempre no futuro do
pecuarista e do agriculto AQUI TEM QUALIDADE.
* Eng. Agrônomo - Sementes Paso Ita Ltda
Certificação de
Sementes
A partir de agora, realizar a certificação das
suas sementes ficará mais ágil e prático, com
este novo serviço disponibilizado pela Fundação Bahia, certificador autorizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O processo inclui as etapas de certificação
desde o plantio, até o armazenamento, com
análises laboratoriais.
Certificamos sementes de:
- Soja
- Algodão
- Capim brachiaria e panicuns
- Feijão
Procure-nos e confira!
em campo
ANO 01 - Nº 02 - SETEMBRO DE 2010 - LUÍS EDUARDO MAGALHÃES/BA
Somando Conhecimentos para Multiplicar Resultados
A KUHLMANN LABORATÓRIOS é uma
parceira recente do
Centro de Pesquisa
e Tecnologia do Oeste da Bahia - CPTO,
comandado pela Fundação Bahia. Surgiu
da necessidade do
mercado agrícola do
Oeste baiano e presta
serviços de coletas e
análises laboratoriais
para o setor agronômico, biológico e ambiental executando ensaios físicos, químicos
e biológicos.
A Kuhlmann Laboratórios presta ainda
serviços de classificação de grãos, análise de nematóides,
doenças fitopatológicas, sementes, fertilizantes, solos, foliares
e análises microbioló-
gicas em água e solo,
resíduos de defensivo
e tecidos vegetais. Os
serviços são prestados
tanto nas instalações
da Kuhlmann Laboratórios como em locais
fora de suas instalações permanentes, ou
em instalações associadas ao laboratório.
A política da qualidade
da Kuhlmann Laboratórios privilegia a satisfação dos clientes que
é conseguida através
do cumprimento de
prazos e da apresentação de resultados
confiáveis.
No sistema da qualidade da Kuhlmann
Laboratórios aplicamse os requisitos da
norma NBR ISO/IEC
17025:2000 – Requisitos gerais para a
competência de laboratórios de ensaio e
calibração, que estabelece os fundamentos para a implantação
de Sistemas de Gestão
de Qualidade em Laboratórios, garantindo
o fornecimento de produtos e serviços com
eficiência. No sistema
da qualidade do laboratório, existem métodos, procedimentos,
instruções, processos,
regulamentos e leis.
O Sistema de Gestão da Qualidade da
KUHLMANN LABORATÓRIOS se aplica nos
procedimentos operacionais padronizados
adotados e o sistema
de automação garante
a administração do laboratório e a execução
dos ensaios de forma
Fundação Bahia tem novo
diretor administrativo
Formado em Ciências, com
habilitação em Matemática
pelas Faculdades Integradas
Ribeirão Pires, de São Paulo, João Silveira Brito veio do
setor bancário para reforçar
o time da Fundação Bahia.
Nascido em Malhada de Pedras e radicado em São Paulo
por 18 anos, voltou à Bahia a
cinco anos, para o município
de Luís Eduardo Magalhães.
Casado e pai de três adolescentes, vê no novo cargo um
dos seus maiores desafios.
“Comecei no final de agosto e
estou me aprofundando no conhecimento da entidade. Saber como funciona
cada um dos seus departamentos e conhecer os seus trabalhos será fundamental para estabelecer meus objetivos e metas para a instituição. O jornal
Em Campo, em nome de todos da Fundação Bahia, deseja sucesso ao novo
diretor administrativo!
padronizada nas instalações permanentes
do laboratório.
Os procedimentos
da KUHLMANN LABORATÓRIOS foram estabelecidos de acordo
com os critérios gerais
das boas práticas de
laboratório, são disseminados em todos os
níveis e acompanhados em procedimentos
específicos, buscando
aprimorar os processos analíticos através
da seleção de metodologias
comprovadas. O laboratório irá
desempenhar importante papel no desenvolvimento
técnicocientífico, atendendo
aos agricultores da região e às mais diversas empresas estatais
e privadas.
O funcionamento do laboratório
Entenda como será seu atendimento na
Kuhlmann Laboratórios:
Primeiramente, após a recepção dos clientes
é gerada uma proposta comercial com número
unívoco e seqüencial. Após isso, o laboratório faz
uma análise crítica sobre as amostras e se elas
estiverem em bom estado, a análise da amostra
é realizada para posterior emissão do certificado
ou laudo. Se por acaso não estiver em bom estado para análise, o cliente é imediatamente comunicado para tomada de decisão conjunta.
Todos os relatórios de ensaio e relatórios técnicos são assinados pelo gerente técnico, em
conjunto com o supervisor responsável ou responsável técnico (RT), quando se aplica, analisando criticamente se cumprem os requisitos
da norma NBR ISO/IEC 17025, se atendem aos
requisitos do ministério da agricultura, pecuária
e abastecimento (MAPA), a legislação ambiental aplicável e se estão de acordo com os princípios da ética.
Reforço no quadro
Chegou para reforçar ainda mais o
time da Fundação Bahia, o engenheiro
agrônomo Fabiano Andrei Bender da
Cruz. Mestre e Doutor em Agronomia
pela Universidade do Estado de São
Paulo (UNESP) e Especialista em Plantio Direto pela Universidade de Brasilia,
ele vai atuar nas áreas de Química e
Fertilidade do Solo, Nutrição e Adubação de Plantas do Centro de Pesquisa
e Tecnologia do Oeste Baiano (CPTO),
será o primeiro profissional com dedicação exclusiva à Fundação Bahia nestas
especialidades.
“Nosso objetivo é iniciar novos trabalhos e dar continuidade ao que já existia, gerando informações para atender
às demandas locais em pesquisa, buscando alternativas para o uso racional dessas práticas”, diz Andrei. Recém chegado à Bahia e com uma vasta experiência em solos de cerrado,
ele considera o trabalho um grande desafio profissional. “Trata-se de uma
região muito peculiar. Precisamos conhecer a fundo as condições daqui
para encontrar soluções adequadas”, explica.
7
em campo
ANO 01 - Nº 02 - SETEMBRO DE 2010 - LUÍS EDUARDO MAGALHÃES/BA
Viagens a trabalho
Reunião na Secretaria de Ciência, Tecnologia e
Inovação do Estado da Bahia – SECTI
Ciceroneados pelo presidente da Assocafé e diretor regional da Aiba, João Lopes Araujo, o presidente da Fundação Bahia, Amauri
Stracci e o diretor
Luciano de Andrade se reuniram
com o secretário
de Ciência, Tecnologia e Inovação,
Feliciano Tavares
Monteiro, e o superintendente de
Desenvolvimento
Científico e Tecnológico da SECTI, Francisco de Assis Pinheiro. Na pauta, as demandas do Oeste em
tecnologia e os programas em desenvolvimento da
Fundação Bahia.
Em 13 a 14 de
julho, em Campinas – SP, a Fundação Bahia mais
uma vez foi representada pela sua
pesquisadora Marcella Prado em um
evento importante,
promovido pela Timac Agro Brasil e
Espanha. O obje-
tivo da reunião foi definir metodologias para pesquisa
com nova tecnologia de adubo fosfatado produzido
pelo braço brasileiro da empresa. Na foto, da esquerda para a direita, Marcella Prado, Djalma Martinhão
(Embrapa), Vivalmi Cerqueira (Timac Agro) e Jorge
Santos (UFRB).
A pesquisadora Marcella Prado participou do
evento MOSAIC CONECTA, realizado de 9 a 11 de
junho últimos em São Paulo. Presentes no encontro,
o corpo técnico da Mosaic, consultores e pesquisadores de diversas regiões agrícolas do Brasil. O objetivo da reunião foi gerar manifestos à comunidade
científica, produtores rurais e sociedade em geral,
acerca da Agricultura no Brasil, ressaltando temas
como a importância da atividade agrícola para a segurança alimentar, além de um check-list para boa
produção, dentre outros temas. Na ocasião, formouse uma frente de trabalho com pesquisadores a fim
de discutir e elaborar material técnico com assuntos
sobre o uso de fertilizantes, e a forma de melhorar a
eficiência destes.
A Fundação Bahia também marcou presença no
SOYBEANforum - Fórum Internacional de Produtores de Soja & CIA, realizado em Salvador entre os
dias 18 e 21 de agosto de 2010. Na platéia, cerca
de 300 participantes, entre produtores de destaque
em soja e outros grãos de todo o país, autoridades,
investidores e executivos da indústria de insumos
e maquinaria do setor. O evento abordou temas de
grande relevância para a região do MAPITO e BA
(Maranhão, Piauí e Tocantins e Bahia), como os desafios das produtividades e logística de escoamento
da produção da soja via região Norte, saindo do eixo
Paranaguá/Santos, além de perspectivas e desafios
para a produção de soja nesta região. Também foram discutidos Novo Código Ambiental, dentre outros
temas. Participou do evento pela Fundação Bahia o
pesquisador Ricardo Cruz.
O
pesquisador Ricardo
Cruz
também
participou
de
reunião na Associação Brasileira de Produtores de Grãos
Não Geneticamente Modificados - Abragen,
em São Paulo,
no dia 20 de
agosto, durante
a 6ª Reunião
da Comissão de
Estudo Especial
de Grãos Não
Geneticamente Modificados, na sede da Associação
Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. A Abragen
pretende criar protocolos para a produção de soja
não geneticamente modificada, para que o produto
possa ter melhor remuneração sobre os grãos convencionais, através do prêmio pago por este tipo de
grão pelo mercado internacional.
Visitantes ilustres
Reunião entre Abapa, Aiba, Fundeagro, Fundação Bahia,
Seagri, Sefaz e consultores da Fundação Getúlio Vargas com
objetivo de iniciar atividades relacionadas ao Projeto “Estudo
das Cadeias produtivas da Soja, Milho e Algodão”.
Estiveram presentes na reunião o presidente da Fundação
Ba, Amauri Stracci, o diretor executivo Luciano de Andarde,
Celito Breda (Consultor e Tesoureiro Abapa), Isabel da Cunha
(Presidente Abapa), Jairo Vaz (Seagri), Alex Rasia (Executivo
Aiba), Ernani Sabai ( Executivo Abapa), Jussara (Executiva
Fundeagro), Raimundo Santos (Corretora Sandias), Sando
Cordeiro Fael (Sefaz), e consultores da FGV (José Bento;
Mateus Marino; Fábio Mizumoto; Fernando Schontag).
Visita Técnica da Franor, com a presença do gerente geral da empresa, Luís Evandro, do consultor Luís
Henrique Kasuya, de Eduardo Moraes Rodrigues, do
departamento Comercial do IMAmt, e Carlos Demant,
Pesquisador/IMAmt com o diretor executivo da Fundação Bahia, Luciano de Andrade, e o pesquisador da
Fundação Bahia, Ricardo Cruz.
A Cheminova realizou no dia 1º de setembro, no
auditório da Fundação Bahia, o III Prime Cotton,
evento técnico voltado a cultura do algodão que
contou com mais de 90 participantes relacionados com o agronegócio da cultura do algodoeiro.
O evento contou com a presença de Walter Jorge dos Santos, João Carlos Jacobsen, Ezelino
de Carvalho, entre outros.
(77) 3628-4241
http://www.fundacaoba.com.br/
8
Rod BR 020/242, KM 50,7 S/N,
Zona Rural - Luís Eduardo Magalhães - BA
- Cx P 853
CEP: 47.850-000 - Fone: (77) 3628-4241
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Jornal em Campo Setembro de 2010