Serviço Público Federal
Ministério da Educação
Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul
FORMULÁRIO-SÍNTESE DA PROPOSTA - SIPES
EDITAL EDITAL PROPI Nº 010/2013 – FOMENTO INTERNO 2014/2015 – IFRS
Uso exclusivo da Pró-Reitoria de Pesquisa
PROCESSO N°:
SIPES N°: 172065.801.88826.19022014
1. Introdução
1.1 Identificação da Proposta
Título:
ACALM 3.0 - Desenvolvimento de uma Tecnologia Assistiva
Coordenador:
Lisiane Cezar de Oliveira / Docente
Tipo da Proposta:
Projeto Institucional
Edital:
EDITAL PROPI Nº 010/2013 – FOMENTO INTERNO 2014/2015 – IFRS
Instituição:
Unidade Geral:
IFRS - Instituto Federal de Educação, Ciência e
Tecnologia do Rio Grande do Sul
Ibirubá - Câmpus Ibirubá - Pesquisa
Unidade de Origem:
P&I - Pesquisa e Inovação
Início Previsto:
01/04/2014
Término Previsto:
21/12/2014
Possui Recurso Financeiro:
Sim
Gestor:
Lisiane Cezar de Oliveira / Docente
Órgão Financeiro:
Conta Única
1.2 Detalhes da Proposta
Natureza do Projeto:
Aplicada
Área de Conhecimento:
Ciências Agrárias » Agronomia
Grupo de Pesquisa no CNPq:
Ciência e Tecnologia Alto Jacuí
Linha de Pesquisa:
Sistemas de Computação
Parecer do Comitê de Ética:
Humanos
Local de Realização:
IFRS- Ibirubá
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1.3 Parcerias
Não há Instituição Parceira.
1.4 Descrição da Proposta
Resumo da Proposta:
Ao longo dos tempos, desde os primórdios da humanidade, a tecnologia tem sido aplicada como forma de
facilitar a interação dos indivíduos com o mundo que o cerca, permitindo sua adaptação, autonomia e
evolução nos mais diferentes sentidos. As Tecnologias Assistivas (TA) surgem como um artefato
tecnológico dotado de poder de transformação significativa na vida de muitas pessoas com necessidades
especiais. O presente projeto objetiva a validação e o desenvolvimento de uma nova versão de uma TA,
ou seja, um software de comunicação alternativa e aumentativa, chamado ACALM (Assistente de
Comunicação Alternativa e Aumentativa Móvel). Esse é um vocalizador desenvolvido para a plataforma
Android e executado em tablets, cujo objetivo é assessorar pessoas com dificuldade na comunicação, seja
permanente ou temporária, possibilitando assim que as interações dessas com o meio onde vivem sejam
facilitadas através do uso de um dispositivo móvel (tablet). O mesmo vem sendo desenvolvido como plano
de fundo em outros projetos de pesquisa como PRA- Incluir – Produção de Recursos Acessíveis (2012) e
ReDE – Recursos Educacionais Especiais (2013). Pretende-se disponibilizar a versão 2.0 do ACALM para
download na web e fornecer questionário avaliativo para obter feedback dos usuários a cerca das
funcionalidades do vocalizador . Também pretende-se disponibilizar a versão para os NAPNE´s e obter
retorno dos alunos e servidores que possuam déficit na fala. Todas essas informações servirão de base
para o desenvolvimento de uma nova versão mais adaptada as necessidades dos usuários finais.
Palavras-Chave:
Tecnologias Assistivas, Educação Inclusiva, Acessibilidade, Necessidades Específicas/Especiais
Informações Relevantes para Avaliação da Proposta:
Interdisciplinaridade: A proposta se caracteriza como pesquisa de cunho interdisciplinar, em virtude da
necessidade de envolvimento de profissionais com formação diversas. O projeto conta com equipe
multidisciplinar como professores/servidores da área da informática, pedagogia e membros do NAPNE,
além de considerar o apoio da APAE como parceira para troca de conhecimento e validação dos recursos
criados ou adaptados pelo projeto.
Integração: O projeto terá a integração do IFRS com a APAE (Associação de Pais e Amigos dos
Excepcionais), trabalho esse que já vem sendo realizado com êxito pelo NAPNE.
Inovação tecnológica: O foco do projeto como descrito nos objetivos geral e específicos é a produção de
novos produtos e/ou adaptação dos mesmos, atendendo o quesito em questão.
Relevância da proposta: Dada a relevância da Educação Inclusiva, pretende-se que a proposta
apresente-se primeiramente como um importante veículo de disseminação de informações e de
conscientização a respeito de conceitos que permeiam a área como deficiências, acessibilidade e
tecnologias assistivas.
Secundariamente, e não menos importante, a criação do NAPNE no IFRS Ibirubá, que apresenta dois
grandes desafios, primeiro de atendimento especial, seguido de um desafio profissional aos docentes para
enfrentar um público diferenciado que necessita de especial atenção. Nesse projeto estão como
colaboradoras a pedagoga Maria Inês Simon e a professora de Informática, Lisiane Cezar de Oliveira,
membros do NAPNE. Durante o ano de 2012 desenvolveram o projeto PRA-Incluir, o qual teve como um
dos produtos desenvolvidos o software ACALM (Assistente de Comunicação Alternativa via Dispositivo
Móvel), um exemplo de Tecnologia Assistiva, que foi matéria do Jornal Correio do Povo, no dia 06 de
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Outubro de 2012. Em 2014 fará parte de um livro sobre Tecnologia Assistiva desenvolvido pelo NAPNE do
IFRS, coordenado por Andréa Poletto Sonza.
1.4.1 Justificativa
Durante boa parte da história humana, as pessoas com algum tipo de deficiência, seja ela física ou mental,
foram excluídas e deixadas à margem. No entanto, a partir dos anos 60 esse contexto se modificou, já que
emergiram novos conceitos que passaram a envolver a integração de pessoas diferentes na sociedade, o
mais importante deles foi o da inclusão que busca o respeito pelas diferenças e uma adaptação das
mesmas ao contexto social. Por esse motivo, ou seja, pela inclusão social tardia e pela marginalização
histórica das pessoas com deficiência, a maioria das escolas não possui uma totalidade de ambientes e
elementos acessíveis.
O censo de 2010 aponta que 6,7% da população brasileira (mais de 17,7 milhões de pessoas) têm
alguma deficiência considerada 'severa', sendo que representam 23% da população do país, cerca de 45,
6 milhões de pessoas (IBGE,2011). De longa data várias iniciativas tem sido tomadas como forma de
institucionalizar a inclusão. Na Constituição Federal de 1988, adota-se como princípio a “igualdade de
condições para o acesso e permanência na escola”, prevendo uma sociedade com escolas abertas a
todos, em qualquer etapa ou modalidade, bem como o acesso a níveis mais elevados de ensino
(MEC/SEESP,2006). Os artigos 58, 59 e 60 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB de
1996 definem parâmetros para a inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais em classe
comum da rede regular de ensino. No ano de 2011, a presidenta Dilma Rousseff lançou o programa Viver
sem Limite – Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, anunciando a pretensão de investir
R$ 7,6 bilhões até 2014 para ampliar a integração social de portadores de deficiência (BRASIL,2011).
A educação inclusiva é um desafio para qualquer escola e para a maioria dos educadores há muito tempo.
Existe uma infinidade de dúvidas a respeito de como integrar alunos com necessidades especiais e/ou
específicas. As escolas não estão preparadas para recebê-los nem os professores para atendê-los. O
NAPNE (Núcleo de Apoio a Portadores de Necessidades Específicas), se apresenta como um espaço
onde a diferença precisa ser estudada e onde possam ser produzidos recursos que atendam aqueles que
necessitam de algum tipo de adaptação.
Nesse contexto, está sendo desenvolvido no IFRS –Campus Ibirubá – o software ACALM (Assistente de
Comunicação Alternativa e Aumentativa Móvel), cujo objetivo consiste em assessorar pessoas com
dificuldades na comunicação, a fim de auxiliar a interação do usuário com o mundo que o cerca, e assim
possibilitá-lo ao exercício pleno de sua cidadania
1.4.2 Fundamentação Teórica
Nessa seção serão apresentados conceitos relevantes para a compreensão do escopo do projeto como
educação inclusiva, ajudas técnicas, necessidades especiais e especificas e tecnologias assistivas.
EDUCAÇÃO INCLUSIVA
A inclusão relaciona-se com as mudanças práticas que podem ser feitas para que todos os indivíduos de
origens e capacidades diferentes ou não possam ser bem sucedidos nas escolas. Mais especificamente
“Inclusivo” refere-se aos indivíduos com deficiências tais como as que têm dificuldades em ver e em ouvir,
que não conseguem andar ou que precisam de mais tempo para aprender. No entanto, “inclusivo” também
significa incluir todos indivíduos que não frequentam ou são excluídos da escola (UNESCO,2011). Desse
modo, a inclusão social das pessoas com deficiências significa torná-las participantes da vida social,
econômica e política, assegurando o respeito aos seus direitos no âmbito da Sociedade, do Estado e do
Poder Público. Em 2008, foi lançada a Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da
educação inclusiva e aprovada, por meio de emenda constitucional, a convenção da ONU (Organização
das Nações Unidas) sobre os direitos das pessoas com deficiência. De acordo com a convenção, devem
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ser assegurados sistemas educacionais inclusivos em todos os níveis. O Decreto nº 6.571, de 17 de
setembro de 2008, dispõe sobre o atendimento educacional especializado (MEC,2011).
Os resultados do Censo Escolar da Educação Básica de 2008 apontam um crescimento significativo nas
matrículas da educação especial nas classes comuns do ensino regular. O índice de matriculados passou
de 46,8% do total de alunos com deficiência, em 2007, para 54% no ano
de 2011. Estão em classes comuns 375.772 estudantes com eficiência, transtornos globais do
desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação (IBGE,2011). A concepção de educação inclusiva,
com base nos princípios do direito de todos à educação e valorização da diversidade humana, fundamenta
a política de educação especial que orienta os sistemas de ensino para garantir o acesso de todos às
escolas comuns da sua comunidade e o atendimento às necessidades educacionais especiais dos alunos
(MEC/SEESP,2011). A educação inclusiva traz consigo o desafio de não só acolhermos os alunos com
deficiência, mas de garantirmos condições de acesso e de aprendizagem em todos os espaços,
programas e atividades no cotidiano escolar.
NECESSIDADES ESPECIAIS E ESPECÍFICAS
Segundo Passerino (2007), são considerados Portadores de Necessidades Especiais (PNE) todas as
pessoas que em maior ou menor medida precisam de algum apoio ou suporte externo para se desenvolver
e serem autônomas. Consideramos que necessidades especiais engloba um conjunto de aspectos que
ultrapassam em muito, o antigo conceito de “deficiente”. Por esse motivo, podemos considerar dentro do
espectro de necessidades especiais grupos sociais como terceira idade, desempregados, pessoas
carentes, além das pessoas com deficiências motoras, cognitivas e/ou sociais. Essa mudança de enfoque
da “deficiência” para a necessidade especial, leva consigo a concepção da variabilidade do caráter
permanente da deficiência para o transitório, isto é, da visão de 'adaptar a pessoa deficiente' para viver na
sociedade à da “inclusão” pela “adaptação da sociedade” e pela superação das necessidades.
AJUDAS TÉCNICAS
Existe um número incontável de possibilidades, de recursos simples e de baixo custo, que podem e devem
ser disponibilizados nas salas de aula inclusivas, conforme as necessidades específicas de cada aluno,
segundo Teófilo Galvão Filho (2009), como suportes para visualização de textos ou livros, fixação do papel
ou caderno na mesa com fitas adesivas; engrossadores de lápis ou caneta confeccionados com esponjas
enroladas e amarradas, ou com punho de bicicleta ou tubos de PVC “recheados” com epóxi; substituição
da mesa por pranchas de madeira ou acrílico fixadas na cadeira de rodas; órteses diversas, e inúmeras
outras possibilidades.
TECNOLOGIAS ASSISTIVAS
Na área da Informática existem à disposição recursos em hardware e software, chamados de TA
(Tecnologias Assistivas), que segundo Bersch (2005) , 'é o termo utilizado para identificar o conjunto de
recursos e serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com
deficiência e consequentemente promover vida independente e inclusão”. Dentro de cada categoria de
necessidade especial existem vários recursos como pranchas de comunicação, construídas com
simbologia gráfica, letras ou palavras escritas, são utilizados pelo usuário da CAA (Comunicação
Aumentativa e Alternativa) para expressar suas questões, desejos, sentimentos, entendimentos.
Há alta tecnologia de vocalizadores (pranchas com produção de voz) ou o computador com softwares
específicos, que garantem grande eficiência à função comunicativa. Também softwares leitores de texto
(OCR) como Dosvox e Jaws, impressoras braile para deficientes visuais. Um importante fator em relação
ao baixo custo dos recursos, a ser considerado é o uso de soluções livres. Existe também o leitor de tela
ORCA, que é uma tecnologia assistiva livre, de código aberto, flexível, extensível e poderosa para
pessoas com deficiência visual. Usando várias combinações da síntese de fala, do braille, e da ampliação
(GNOME,2011). No contexto desse projeto será utilizado o termo Tecnologia Assistiva para conceituar
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qualquer recurso que promova ou amplie as habilidades de pessoas que possuem privação funcional ou
em decorrência de deficiência (BERSCH,2005).
O avanço, que as tecnologias da comunicação e da informação (TIC´s) vêm propiciando, aos diferentes
setores da sociedade, promove, sem dúvida, o desenvolvimento de cenários diferenciados de interação.
Dessa forma, as relações humanas têm sofrido influências significativas por parte das tecnologias,
inclusive re-significando espaço e tempo. E, conectadas a essa realidade, as pessoas com necessidades
especiais conseguem apropriar-se, positivamente, das Tecnologias Assistivas, alcançando autonomia e
independência, em relação às atividades cotidianas.
Vários são os conceitos e as terminologias hoje conhecidos, acerca dos recursos que possam auxiliar as
PNE´s. Entretanto, o que se pretende, nesse capítulo, é usar o conceito do Comitê de Ajudas Técnicas, e
considerar a TA como uma aplicação de software (Apps):
Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos,
recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços,cujo objetivo consiste em promover a
funcionalidade, relacionada à atividade e à participação de pessoas com deficiência, incapacidades ou
com mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social.
(CAT, 2007).
Existe uma infinidade de tecnologias voltadas às mais diferentes deficiências, e utilizadas como ferramenta
de apoio em ambientes de aprendizagem. A própria Santarosa (2007) destaca que, na Educação Especial,
as Tecnologias Assistivas serão afetadas pelos avanços e aplicações que vêm ocorrendo neste campo, de
modo a atender as mais diferentes limitações e necessidades especiais.
À vista desse cenário, destacam-se os softwares de comunicação alternativa ou aumentativa (CAA), que
se constituem em recursos tecnológicos, visando a assessorar pessoas com dificuldades na comunicação,
de modo aauxiliá-las a relacionar-se com o mundo e as pessoas que as cercam.
Comunicação Alternativa e Aumentativa (CAA)
A comunicação é um recurso poderoso de interação, de fazer-se humano e integrante de um espaço
social. A capacidade de se comunicar pode estar diretamente ligada ao êxito que um indivíduo terá em sua
vida. O ato de se expressar permite que humanos ampliem seu potencial, em função das trocas que
ocorrem nesse processo. Para Schirmer (2004, p. 96), “a linguagem serve de veículo na comunicação, ou
seja, constitui um instrumento social usado em interações visando à comunicação”.
Ao longo da vida, os indivíduos podem apresentar dificuldades de comunicação em diferentes situações e
por diferentes fatores. Há os que nascem com incapacidade de falar ou adquirem prejuízo na fala,
temporária ou permanentemente. Há também indivíduos com alguma síndrome, como o Autismo, os quais
podem apresentar problemas em razão disso. Nesse caso, a fim de garantir ao indivíduo autonomia e
inclusão na sociedade, tornam-se necessários artefatos comunicacionais alternativos, como forma de
mediar e/ou compensar o déficit ocorrido.
Entre alguns recursos existentes, encontra-se a Comunicação Aumentativa ou Alternativa (CAA),
exemplificada na Figura 1, que procura promover a comunicação via símbolos pictográficos, gestos,
alfabeto, expressões faciais, entre outros. Para Bersch (2005, p.6), esse termo é conceituado como “uma
das áreas da Tecnologia Assistiva, que atende pessoas sem fala ou escrita funcional ou ainda em
defasagem entre sua necessidade comunicativa e sua habilidade em falar e/ou escrever”.
Geralmente, esses símbolos são inseridos em pranchas para facilitar a comunicação, chegando a ser
implementados como sistemas sofisticados, a fim de serem usados em computadores, com recursos de
voz sintetizada e tablets.
Os softwares que fazem uso dessa representação simbólica, geralmente são chamados de Softwares
para Comunicação Alternativa e Aumentativa. Alguns são bastante conhecidos, como o Livox, o Adapt e o
Que Fala. Tais aplicativos, desenvolvidos para dispositivos móveis como tablets e/ou smartphones,
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configuram-se como a virtualização de recursos concretos e as pranchas de comunicação em papel. Eles
podem ser utilizados em atividades cotidianas, inclusive em ambiente hospitalar ou em clínicas. É o caso
do Que Fala!
Nos últimos anos, a popularidade dos dispositivos móveis tem impulsionado o desenvolvimento de
aplicações voltadas para essa plataforma. A evidência de que esses artefatos tecnológicos estão
presentes no cotidiano das pessoas, acena positivamente para a sua aplicação, com sucesso, em
contextos de necessidades especiais, já que disponibilizam uma infinidade de recursos computacionais
poderosos e interativos, podendo ser comparados a extensões do próprio corpo.
2 Mobilidade e Dispositivos Móveis
No final de 2010, o Brasil tinha um total de 202 milhões e 94 mil telefones celulares. Se comparados com
dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de celulares é maior do que o de
habitantes do país, que gira em torno de 190 milhões e 73 mil pessoas (BRASIL,2011). A previsão do
Cisco® Visual Networking Index, segundo a ITWEb, é que o país terá, até o ano de 2015, 575 milhões de
dispositivos móveis em rede, ou seja, 2,8 aparelhos por pessoa (ITWEB,2011).
Os dispositivos móveis já fazem parte do cotidiano da maioria dos indivíduos, substituindo as atividades
que, anteriormente, eram realizadas em computadores pessoais. Neles é possível acessar a web, e-mails,
as mais diferenciadas aplicações baixadas de lojas virtuais, além de acessar as redes sociais. Tudo isso
pode ser feito através de um equipamento, geralmente de tamanho reduzido, em relação aos notebooks,e
com maior interatividade através de telas sensíveis ao toque.
As características apresentadas aos seus usuários, pelos tablets, smartphones e celulares, que merecem
ser destacadas são: mobilidade, definida por Lee (2005, p.1) como “a capacidade de se deslocar ou ser
deslocado facilmente”; e ubiquidade, definida como a onipresença, ou seja, a possibilidade de um
indivíduo estar em diferentes lugares, ao mesmo tempo. Assim, os dispositivos móveis geram a mobilidade
e estes, por sua vez, permitem a ubiquidade.
Uma das plataformas mais amplamente usada para o desenvolvimento de aplicativos móveis, é chamada
AndroidTM. É open source, ou seja, de utilização livre e voltada para dispositivos móveis como celulares,
tablets e smarthphones. É um pacote composto de sistema operacional, aplicativos, interface com o
usuário e middleware (PEREIRA, 2012), sendo que todos os aplicativos são escritos na linguagem Java.
Os dispositivos móveis permitem a utilização de aplicativos que auxiliam os usuários a se comunicarem,
em diferentes ambientes e lugares. Também possibilitam que famílias, educadores e profissionais possam
utilizá-los em contextos de aprendizagem, permitindo a integração do usuário com seu ambiente social
(RODRÍGUEZ, 2011).
1.4.3 Objetivos
Geral: Desenvolver uma nova versão do aplicativo ACALM, uma Tecnologia Assistiva para apoio a
pessoas com dificuldade na fala.
Específicos
Desenvolver um site para publicar o aplicativo e obter feedback dos usuários
Produzir Questionário para validação do aplicativo via web e fisicamente
Implementação de funções identificadas, fruto do feedback
Valida o aplicativo junto a usuários na web
Validar o aplicativo por alunos e servidores do IFRS
Validar o aplicativo junto a extensionistas/parceiros do IFRS
Publicar em eventos
Produzir Vídeo Explicativo sobre o Aplicativo
Confeccionar Manual de Uso
Atualizar site com informações sobre o projeto
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1.4.4 Metodologia e Avaliação
A pesquisa se configura de carácter qualitativo visando obter um produto mais adaptado ao uso e com
abordagem experimental visto que será disponibilizada uma versão para validação/teste.
O público alvo será composto por interessados que fizerem download do aplicativo na web e alunos,
servidores ou extensionista que pertencem ao IFRS. Esses, ao utilizar o aplicativo fornecerão feedback via
formulário web ou físico.
Posteriormente ao download e uso serão levantadas informações relevantes para o aperfeiçoamento de
uma nova versão do aplicativo pretendo seguir os passos, sugeridos para a produção de ajudas técnicas
ou recursos educacionais adaptados, como o ciclo descrito pelas seguintes ações: Entender a situação ,
Gerar Ideias, Escolher Alternativas, Representar a ideia, Construir o Objeto, Avaliar o Uso e Acompanhar
o Uso, numa perspectiva cíclica até que se encontre um recurso que permita que o usuário tenha
facilidade de acesso ao aprendizado.
O presente projeto pretende se adaptar as recomendações do Portal de Ajudas Técnicas para
Educação(MEC,2002), que configuram-se como orientações para os profissionais da educação, no sentido
de encontrarem soluções de objetos que auxiliem o aprendizado de pessoas com necessidades especiais.
Cada necessidade é única e, portanto, cada caso deve ser estudado com muita atenção. A
experimentação deve ser muito utilizada, pois permite observar como a ajuda técnica desenvolvida está
contemplando as necessidades percebidas. Esse projeto requer parecer do comitê de ética pelo fato de
obter feedback junto a usuários finais.
1.4.5 Referências Bibliográficas
BERSCH, Rita. Tecnologia Assistiva no Processo Educacional. In: MEC/SEESP. Ensaios Pedagógicos:
Construindo Escolas Inclusivas. Brasilia: Mec,seesp, 2005. p. 87-92.
BRASIL. Tecnologia pode garantir oportunidade a pessoas com deficiência. Disponível em:
http://www2.planalto.gov.br/imprensa/noticias-de-governo/tecnologia-pode-garantir-oportunidade-a-pessoa
s-com-deficiencia
CAT, 2007. Ata da Reunião VII, de dezembro de 2007, Comitê de Ajudas Técnicas, Secretaria Especial
dos Direitos Humanos da Presidência da República (CORDE/SEDH/PR). Disponível em:
http://www.comunicacaoalternativa.com. Acesso em: 15 fev. 2013.
FERREIRA, Simone Bacellar Leal; NUNES, Ricardo Rodrigues. Alguns conceitos de e- acessibilidade. In:
FERREIRA, Simone Bacellar Leal;
NUNES, Ricardo Rodrigues. Alguns conceitos de e-acessibilidade. Rio de Janeiro: Ltc, 2008. p. 134-156.
GALVÃO FILHO, T. A. A Tecnologia Assistiva: de que se trata? In: MACHADO, G. J. C.; SOBRAL, M. N.
(Orgs.). Conexões: educação, comunicação, inclusão e interculturalidade. 1 ed. Porto Alegre: Redes
Editora, p. 207-235, 2009. Disponível em: http://www.galvaofilho.net/assistiva.pdf. Acessado em:
29/11/2011
GNOME. ORCA: tecnologia assistiva livre, de código aberto, flexível, extensível e poderosa para pessoas
com deficiência visual. Disponível em: <http://projects.gnome.org/orca>. Acesso em: 29 nov. 2011.
ITWEB. Em 2015 serão 15 bilhões de dispositivos móveis. 2011. Disponível em:
<http://itweb.com.br/43857/em-2015-serao-15-bilhoes-de-dispositivos-moveis/>. Acesso em: 17 maio 2013.
LEE, Valentino. Aplicações Móveis: Arquitetura, projeto e desenvolvimento. São Paulo: Pearson Education
do Brasil, 2005.
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MEC - MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO (Org.). Portal de ajudas técnicas para educação. Brasília - Df:
Mec/see, 2002. 56 p. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/rec_adaptados.pdf>.
Acesso em: 21 fev. 2013.
MEC/SEESP. Direito à Educação Subsídios para a Gestão dos Sistemas Educacionais: Orientações
Gerais
e
Marcos
Legais.
Disponível
em:
<http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/direitoaeducacao.pdf>. Acesso em: 22 nov. 2011.
MECb.
DOCUMENTO
SUBSIDIÁRIO
À
POLÍTICA
DE
INCLUSÃO.
Disponível
em:
http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/docsubsidiariopoliticadeinclusao.pdf>. Acesso em: 22 nov.
2011.
MECc. Política de educação inclusiva. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br>. Acesso em: 22 nov.
2011.
PAIXÃO, Luis de Pontes. O uso de recursos didáticos no ensino de História para deficientes visuais. Rio
de Janeiro: Benjamin Constant, 2011. 50 p.
PASSERINO, Liliana Maria; MONTARDO, Sandra Portella. Inclusão social via acessibilidade digital:
Proposta de inclusão digital para Pessoas com Necessidades Especiais. Revista da Associação Nacional
Dos Programas de Pós-graduação em Comunicação, Pelotas, n. , p.2-18, 01 abr. 2007. Ibirubá. Disponível
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PEREIRA, Lúcio Camilo Oliva; SILVA, Michel Lourenço. Android para desenvolvedores. 2 ed. Rio de
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RODRI&#769;GUEZ, Fo&#769;rtiz M.J, FERNA&#769;NDEZ, Lo&#769;pez A e RODRI&#769;GUEZ M.L
(2011). Mobile Communication and Learning Applications for Autistic People, Autism Spectrum Disorders From Genes to Environment, Prof. Tim Williams (Ed.), ISBN: 978-953-307-558-7, InTech, Disponívelem:
http://www.intechopen.com/books/autism-spectrumdisorders-from-genes-to-environment/mobile-communic
ation-and-learning-applications-for-autistic-people. Acesso em: 17 Maio 2013.
SANTAROSA, Lucila Maria Costi. Escola Virtual para a Educação Especial: Ambientes de Aprendizagem
Telemáticos Cooperativos como Alternativa de Desenvolvimento. Informática Educativa, Bogotá Colombia,
n.
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p.115-138,
1997.
Disponível
em:
<http://www.educacaoparavida.com/resources/EscolaVirtualparaEducacaoEspecial.pdf>. Acesso em: 13
maio 2013.
SCHIRMER, Carolina R. et al. Atendimento Educacional Especializado: Deficiência Física. In: SCHIRMER,
Carolina R.; BERSCH, Rita. Comunicação Aumentativa e Alternativa: CAA. Brasília/DF: Seesp / Seed /
MEC, 2007. Cap. 5, p. 57-83. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/aee_df.pdf>.
Acesso em: 13 maio 2013.
UNESCO. Como criar um Ambiente Inclusivo e Amigo da Aprendizagem.
<http://redeinclusao.web.ua.pt/files/fl_73.pdf>. Acesso em: 22 nov. 2011.
Disponível
em:
ZARDO, Sinara Pollom. Políticas Públicas de Educação Especial: A organização dos sistemas de ensino
na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília - Df: Fe/unb, 2012. 39 p.
1.4.6 Observações
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1.5 Outros Produtos Acadêmicos
Gera Produtos:
Sim
Produtos:
Artigo Completo
Capítulo de Livro
Livro
Manual
Oficina
Produto Audiovisual-CDROM
Produto Audiovisual-DVD
Produto Audiovisual-Filme
Produto Audiovisual-Vídeo
Pôster
Relatório Técnico
Software
Website
Descrição/Tiragem:
1.6 Anexos
Nome
Tipo
segundoplano_de_trab
Outro
201311119117923anexo
Outro
2. Equipe de Execução
2.1 Membros da Equipe de Execução
Docentes da IFRS
Nome
Regime - Contrato
Instituição
CH Total
Funções
Coordenador da
Lisiane Cezar de Oliveira
Dedicação exclusiva
IFRS
100 hrs
Ação,
Gestor
Luis Claudio Gubert
Dedicação exclusiva
IFRS
69 hrs
Roger Luis Hoff Lavarda
Dedicação exclusiva
IFRS
99 hrs
Regime de Trabalho
Instituição
Carga
40 horas
IFRS
46 hrs
Orientador,
Colaborador
Orientador,
Colaborador
Discentes da IFRS
Não existem Discentes na sua atividade
Técnico-administrativo da IFRS
Nome
Maria Inês Simon
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Função
Orientador,
Colaborador
Outros membros externos a IFRS
Não existem Membros externos na sua atividade
Coordenador:
Nome: Lisiane Cezar de Oliveira
RGA:
CPF: 92166695000
Email: [email protected]
Categoria: Professor Titular
Fone/Contato: (55) 8409-8335
Gestor:
Nome: Lisiane Cezar de Oliveira
RGA:
CPF: 92166695000
Email: [email protected]
Categoria: Professor Titular
Fone/Contato: (55) 8409-8335
2.2 Cronograma de Atividades
Atividade:
Desenvolver a versão 3.0 do aplicativo ACALM (Assistente de Comunicação
Alternativa via Dispositivos Móveis)
Início:
Ago/2014
Duração:
Somatório da carga horária dos membros: 7 Horas/Mês
Carga Horária Semanal:
1.8 Horas
Responsável:
Roger Luis Hoff Lavarda (C.H. 4 horas/Mês)
Membros Vinculados:
Lisiane Cezar de Oliveira (C.H. 1 hora/Mês)
Luis Claudio Gubert (C.H. 1 hora/Mês)
Maria Inês Simon (C.H. 1 hora/Mês)
Atividade:
Desenvolver e atualizar um site para o projeto tendo como objetivo a
disponibilização do aplicativo para download e acesso a questionário avaliativo
(feedback)
Início:
Abr/2014
Duração:
Somatório da carga horária dos membros: 3 Horas/Mês
Carga Horária Semanal:
0.8 Horas
Responsável:
Lisiane Cezar de Oliveira (C.H. 1 hora/Mês)
Membros Vinculados:
Luis Claudio Gubert (C.H. 1 hora/Mês)
Roger Luis Hoff Lavarda (C.H. 1 hora/Mês)
Atividade:
4 Meses
10 Meses
Entender uma situação problema, gerar idéias, escolher alternativas, representar
uma idéia, desenvolver um objeto, avaliar o uso e acompanhar o uso de
determinada ajuda técnica ou tecnologia assistiva aplicada
Propostas - SiPES/SIGProj - Página 10 de 15
Início:
Abr/2014
Duração:
Somatório da carga horária dos membros: 14 Horas/Mês
Carga Horária Semanal:
3.5 Horas
Responsável:
Lisiane Cezar de Oliveira (C.H. 4 horas/Mês)
Membros Vinculados:
Luis Claudio Gubert (C.H. 2 horas/Mês)
Maria Inês Simon (C.H. 4 horas/Mês)
Roger Luis Hoff Lavarda (C.H. 4 horas/Mês)
Atividade:
Produzir um manual do aplicativo
Início:
Out/2014
Duração:
Somatório da carga horária dos membros: 4 Horas/Mês
Carga Horária Semanal:
1 Horas
Responsável:
Lisiane Cezar de Oliveira (C.H. 1 hora/Mês)
Membros Vinculados:
Luis Claudio Gubert (C.H. 1 hora/Mês)
Maria Inês Simon (C.H. 1 hora/Mês)
Roger Luis Hoff Lavarda (C.H. 1 hora/Mês)
Atividade:
1 Mês
Publicar em Eventos
Início:
Nov/2014
Duração:
Somatório da carga horária dos membros: 7 Horas/Mês
Carga Horária Semanal:
1.8 Horas
Responsável:
Lisiane Cezar de Oliveira (C.H. 4 horas/Mês)
Membros Vinculados:
Luis Claudio Gubert (C.H. 1 hora/Mês)
Maria Inês Simon (C.H. 1 hora/Mês)
Roger Luis Hoff Lavarda (C.H. 1 hora/Mês)
Atividade:
1 Mês
Produzir vídeo explicativo
Início:
Set/2014
Duração:
Somatório da carga horária dos membros: 2 Horas/Mês
Carga Horária Semanal:
0.5 Horas
Responsável:
Lisiane Cezar de Oliveira (C.H. 1 hora/Mês)
Membro Vinculado:
Maria Inês Simon (C.H. 1 hora/Mês)
Atividade:
9 Meses
4 Meses
Validar novas versões do aplicativo
Início:
Mai/2014
Duração:
Somatório da carga horária dos membros: 12 Horas/Mês
Carga Horária Semanal:
3 Horas
Responsável:
Roger Luis Hoff Lavarda (C.H. 4 horas/Mês)
Membros Vinculados:
Lisiane Cezar de Oliveira (C.H. 4 horas/Mês)
Luis Claudio Gubert (C.H. 4 horas/Mês)
Propostas - SiPES/SIGProj - Página 11 de 15
8 Meses
2014
Responsável
Atividade
Jan
Fev
Mar
Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
Set
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Nov Dez
Lisiane Cezar de Oliveira
Desenvolver e atualizar um site para o proj...
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Lisiane Cezar de Oliveira
Entender uma situação problema, gerar idéia...
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Roger Luis Hoff Lavarda
Validar novas versões do aplicativo
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Roger Luis Hoff Lavarda
Desenvolver a versão 3.0 do aplicativo ACAL...
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Lisiane Cezar de Oliveira
Produzir vídeo explicativo
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Lisiane Cezar de Oliveira
Produzir um manual do aplicativo
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Lisiane Cezar de Oliveira
Publicar em Eventos
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X
X
3. Receita
3.1 Re
Bolsas
Valor(R$)
Bolsa - Auxílio Financeiro a Estudantes (3390-18)
Bolsa - Auxílio Financeiro a Pesquisadores (3390-20)
2.160,00
0,00
Subtotal
R$ 2.160,00
Rubricas
Valor(R$)
Material de Consumo (3390-30)
400,00
Passagens e Despesas com Locomoção (3390-33)
0,00
Diárias - Pessoal Civil (3390-14)
0,00
Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Física (3390-36)
0,00
Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Jurídica
(3390-39)
Equipamento e Material Permanente (4490-52)
Encargos Patronais (3390-47)
400,00
3.400,00
0,00
Subtotal
R$ 4.200,00
Total:
R$ 6.360,00
3.2 Recursos de Terceiros
Não há Recursos de Terceiros.
3.3 Receita Consolidada
Elementos da Receita (Com Bolsa)
Subtotal 1 (Arrecadação)
R$
0,00
Subtotal 2 (Recursos da IES (IFRS): Bolsas + Outras Rubricas)
Subtotal 3 (Recursos de Terceiros)
6.360,00
0,00
Total
6.360,00
Elementos da Receita (Sem Bolsa)
Subtotal 1 (Arrecadação)
R$
0,00
Subtotal 2 (Recursos da IES (IFRS): Rubricas)
Subtotal 3 (Recursos de Terceiros)
4.200,00
0,00
Total
4.200,00
Propostas - SiPES/SIGProj - Página 12 de 15
4. Despesas
Elementos de Despesas
Arrecadação (R$)
IES (IFRS)(R$)
Terceiros (R$)
Total (R$)
0,00
2.160,00
0,00
2.160,00
0,00
0,00
0,00
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Subtotal 1
0,00
2.160,00
0,00
2.160,00
Diárias - Pessoal Civil (3390-14)
0,00
0,00
0,00
0,00
Material de Consumo (3390-30)
0,00
400,00
0,00
400,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
400,00
0,00
400,00
0,00
3.400,00
0,00
3.400,00
Outras Despesas
0,00
0,00
0,00
0,00
Outras Despesas (Impostos)
0,00
0,00
0,00
0,00
Subtotal
0,00
4.200,00
0,00
4.200,00
Total
0,00
6.360,00
0,00
6.360,00
Bolsa - Auxílio Financeiro a
Estudantes (3390-18)
Bolsa - Auxílio Financeiro a
Pesquisadores (3390-20)
Passagens e Despesas com
Locomoção (3390-33)
Outros Serviços de Terceiros Pessoa Física (3390-36)
Outros Serviços de Terceiros Pessoa Jurídica (3390-39)
Equipamento e Material Permanente
(4490-52)
Valor total solicitado em Reais: R$ 6.360,00
Seis Mil e Trezentos e Sessenta Reais
A seguir são apresentadas as despesas em relação a cada elemento de despesa da atividade: Diárias - Pessoal
Civil, Material de Consumo, Passagens e Despesas com Locomoção, Outros Serviços de Terceiros – Pessoa
Física, Outros Serviços de Terceiros – Pessoa Jurídica, Equipamento e Material Permanente, Bolsistas e Outras
Despesas. Nos respectivos quadros de despesas são apresentados itens específicos, sendo relevante destacar
o campo “Fonte”. O campo “Fonte” refere-se à origem do recurso financeiro, podendo ser Arrecadação,
Instituição e Terceiros.
4.1 Despesas - Diárias
Não há Diárias.
4.2 Despesas - Material de Consumo
Descrição
Fones de Ouvido
Qtde
Unidade
Custo Unitário
Fonte
Custo Total
4
Unidade(s)
R$ 100,00
IES (IFRS)
R$ 400,00
Total
R$400,00
Propostas - SiPES/SIGProj - Página 13 de 15
4.3 Despesas - Passagens
Não há Passagem.
4.4 Despesas - Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Física
Não há Serviço de Terceiros - Pessoa Física.
4.5 Despesas - Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Jurídica
Descrição
Confecção de Banners
Fonte
Custo Total
IES (IFRS)
R$ 400,00
Total
R$400,00
4.6 Despesas - Equipamento e Material Permanente
Descrição
Material de Informática e Eletrônicos
Qtde
Custo Unitário
Fonte
Custo Total
1
R$ 3.400,00
IES (IFRS)
R$ 3.400,00
Total
R$3.400,00
Observação: Aquisição de um computador (notebook) para o aluno desenvolver a programação e dispositivos de
som (caixa acústico) pois o aplicativo ao rodar no tablet não apresenta uma sonorização apropriada
4.7 Despesas - Bolsistas
Nome do Bolsista
[!] A ser selecionado
Início/Térm
ino
01/04/2014
01/04/2015
Fonte
IES (IFRS)
Tipo
Remuneração/M
Institucional
ês
Discente de
Curso Técnico
R$ 240,00
Total
Custo Total
R$ 2.160,00
R$2.160,00
Plano de Trabalho do(s) Bolsista(s)
[!] A ser selecionado
Carga Horária Semanal: 12 hora(s)
Objetivos:
em anexo ao projeto
Atividades a serem desenvolvidas/Mês:
em anexo ao projeto
4.8 Despesas - Outras Despesas
Descrição
Fonte
Custo Total
INSS - 11%
Arrecadação
R$ 0,00
ISS - 5%
Arrecadação
R$ 0,00
PATRONAL - 20%
Arrecadação
R$ 0,00
SubTotal 1
R$ 0,00
INSS - 11%
IES (IFRS)
R$ 0,00
ISS - 5%
IES (IFRS)
R$ 0,00
PATRONAL - 20%
IES (IFRS)
R$ 0,00
SubTotal 2
R$ 0,00
INSS - 11%
Terceiros
R$ 0,00
ISS - 5%
Terceiros
R$ 0,00
PATRONAL - 20%
Terceiros
R$ 0,00
Propostas - SiPES/SIGProj - Página 14 de 15
SubTotal 3
R$ 0,00
Total
R$0,00
, 27/02/2014
Local
Lisiane Cezar de Oliveira
Coordenador(a) da Proposta de Pesquisa
Propostas - SiPES/SIGProj - Página 15 de 15
Download

ACALM 3.0