Serviço Público Federal Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul FORMULÁRIO-SÍNTESE DA PROPOSTA - SIPES EDITAL EDITAL PROPI Nº 010/2013 – FOMENTO INTERNO 2014/2015 – IFRS Uso exclusivo da Pró-Reitoria de Pesquisa PROCESSO N°: SIPES N°: 172065.801.88826.19022014 1. Introdução 1.1 Identificação da Proposta Título: ACALM 3.0 - Desenvolvimento de uma Tecnologia Assistiva Coordenador: Lisiane Cezar de Oliveira / Docente Tipo da Proposta: Projeto Institucional Edital: EDITAL PROPI Nº 010/2013 – FOMENTO INTERNO 2014/2015 – IFRS Instituição: Unidade Geral: IFRS - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Ibirubá - Câmpus Ibirubá - Pesquisa Unidade de Origem: P&I - Pesquisa e Inovação Início Previsto: 01/04/2014 Término Previsto: 21/12/2014 Possui Recurso Financeiro: Sim Gestor: Lisiane Cezar de Oliveira / Docente Órgão Financeiro: Conta Única 1.2 Detalhes da Proposta Natureza do Projeto: Aplicada Área de Conhecimento: Ciências Agrárias » Agronomia Grupo de Pesquisa no CNPq: Ciência e Tecnologia Alto Jacuí Linha de Pesquisa: Sistemas de Computação Parecer do Comitê de Ética: Humanos Local de Realização: IFRS- Ibirubá Propostas - SiPES/SIGProj - Página 1 de 15 1.3 Parcerias Não há Instituição Parceira. 1.4 Descrição da Proposta Resumo da Proposta: Ao longo dos tempos, desde os primórdios da humanidade, a tecnologia tem sido aplicada como forma de facilitar a interação dos indivíduos com o mundo que o cerca, permitindo sua adaptação, autonomia e evolução nos mais diferentes sentidos. As Tecnologias Assistivas (TA) surgem como um artefato tecnológico dotado de poder de transformação significativa na vida de muitas pessoas com necessidades especiais. O presente projeto objetiva a validação e o desenvolvimento de uma nova versão de uma TA, ou seja, um software de comunicação alternativa e aumentativa, chamado ACALM (Assistente de Comunicação Alternativa e Aumentativa Móvel). Esse é um vocalizador desenvolvido para a plataforma Android e executado em tablets, cujo objetivo é assessorar pessoas com dificuldade na comunicação, seja permanente ou temporária, possibilitando assim que as interações dessas com o meio onde vivem sejam facilitadas através do uso de um dispositivo móvel (tablet). O mesmo vem sendo desenvolvido como plano de fundo em outros projetos de pesquisa como PRA- Incluir – Produção de Recursos Acessíveis (2012) e ReDE – Recursos Educacionais Especiais (2013). Pretende-se disponibilizar a versão 2.0 do ACALM para download na web e fornecer questionário avaliativo para obter feedback dos usuários a cerca das funcionalidades do vocalizador . Também pretende-se disponibilizar a versão para os NAPNE´s e obter retorno dos alunos e servidores que possuam déficit na fala. Todas essas informações servirão de base para o desenvolvimento de uma nova versão mais adaptada as necessidades dos usuários finais. Palavras-Chave: Tecnologias Assistivas, Educação Inclusiva, Acessibilidade, Necessidades Específicas/Especiais Informações Relevantes para Avaliação da Proposta: Interdisciplinaridade: A proposta se caracteriza como pesquisa de cunho interdisciplinar, em virtude da necessidade de envolvimento de profissionais com formação diversas. O projeto conta com equipe multidisciplinar como professores/servidores da área da informática, pedagogia e membros do NAPNE, além de considerar o apoio da APAE como parceira para troca de conhecimento e validação dos recursos criados ou adaptados pelo projeto. Integração: O projeto terá a integração do IFRS com a APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), trabalho esse que já vem sendo realizado com êxito pelo NAPNE. Inovação tecnológica: O foco do projeto como descrito nos objetivos geral e específicos é a produção de novos produtos e/ou adaptação dos mesmos, atendendo o quesito em questão. Relevância da proposta: Dada a relevância da Educação Inclusiva, pretende-se que a proposta apresente-se primeiramente como um importante veículo de disseminação de informações e de conscientização a respeito de conceitos que permeiam a área como deficiências, acessibilidade e tecnologias assistivas. Secundariamente, e não menos importante, a criação do NAPNE no IFRS Ibirubá, que apresenta dois grandes desafios, primeiro de atendimento especial, seguido de um desafio profissional aos docentes para enfrentar um público diferenciado que necessita de especial atenção. Nesse projeto estão como colaboradoras a pedagoga Maria Inês Simon e a professora de Informática, Lisiane Cezar de Oliveira, membros do NAPNE. Durante o ano de 2012 desenvolveram o projeto PRA-Incluir, o qual teve como um dos produtos desenvolvidos o software ACALM (Assistente de Comunicação Alternativa via Dispositivo Móvel), um exemplo de Tecnologia Assistiva, que foi matéria do Jornal Correio do Povo, no dia 06 de Propostas - SiPES/SIGProj - Página 2 de 15 Outubro de 2012. Em 2014 fará parte de um livro sobre Tecnologia Assistiva desenvolvido pelo NAPNE do IFRS, coordenado por Andréa Poletto Sonza. 1.4.1 Justificativa Durante boa parte da história humana, as pessoas com algum tipo de deficiência, seja ela física ou mental, foram excluídas e deixadas à margem. No entanto, a partir dos anos 60 esse contexto se modificou, já que emergiram novos conceitos que passaram a envolver a integração de pessoas diferentes na sociedade, o mais importante deles foi o da inclusão que busca o respeito pelas diferenças e uma adaptação das mesmas ao contexto social. Por esse motivo, ou seja, pela inclusão social tardia e pela marginalização histórica das pessoas com deficiência, a maioria das escolas não possui uma totalidade de ambientes e elementos acessíveis. O censo de 2010 aponta que 6,7% da população brasileira (mais de 17,7 milhões de pessoas) têm alguma deficiência considerada 'severa', sendo que representam 23% da população do país, cerca de 45, 6 milhões de pessoas (IBGE,2011). De longa data várias iniciativas tem sido tomadas como forma de institucionalizar a inclusão. Na Constituição Federal de 1988, adota-se como princípio a “igualdade de condições para o acesso e permanência na escola”, prevendo uma sociedade com escolas abertas a todos, em qualquer etapa ou modalidade, bem como o acesso a níveis mais elevados de ensino (MEC/SEESP,2006). Os artigos 58, 59 e 60 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB de 1996 definem parâmetros para a inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais em classe comum da rede regular de ensino. No ano de 2011, a presidenta Dilma Rousseff lançou o programa Viver sem Limite – Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, anunciando a pretensão de investir R$ 7,6 bilhões até 2014 para ampliar a integração social de portadores de deficiência (BRASIL,2011). A educação inclusiva é um desafio para qualquer escola e para a maioria dos educadores há muito tempo. Existe uma infinidade de dúvidas a respeito de como integrar alunos com necessidades especiais e/ou específicas. As escolas não estão preparadas para recebê-los nem os professores para atendê-los. O NAPNE (Núcleo de Apoio a Portadores de Necessidades Específicas), se apresenta como um espaço onde a diferença precisa ser estudada e onde possam ser produzidos recursos que atendam aqueles que necessitam de algum tipo de adaptação. Nesse contexto, está sendo desenvolvido no IFRS –Campus Ibirubá – o software ACALM (Assistente de Comunicação Alternativa e Aumentativa Móvel), cujo objetivo consiste em assessorar pessoas com dificuldades na comunicação, a fim de auxiliar a interação do usuário com o mundo que o cerca, e assim possibilitá-lo ao exercício pleno de sua cidadania 1.4.2 Fundamentação Teórica Nessa seção serão apresentados conceitos relevantes para a compreensão do escopo do projeto como educação inclusiva, ajudas técnicas, necessidades especiais e especificas e tecnologias assistivas. EDUCAÇÃO INCLUSIVA A inclusão relaciona-se com as mudanças práticas que podem ser feitas para que todos os indivíduos de origens e capacidades diferentes ou não possam ser bem sucedidos nas escolas. Mais especificamente “Inclusivo” refere-se aos indivíduos com deficiências tais como as que têm dificuldades em ver e em ouvir, que não conseguem andar ou que precisam de mais tempo para aprender. No entanto, “inclusivo” também significa incluir todos indivíduos que não frequentam ou são excluídos da escola (UNESCO,2011). Desse modo, a inclusão social das pessoas com deficiências significa torná-las participantes da vida social, econômica e política, assegurando o respeito aos seus direitos no âmbito da Sociedade, do Estado e do Poder Público. Em 2008, foi lançada a Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva e aprovada, por meio de emenda constitucional, a convenção da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre os direitos das pessoas com deficiência. De acordo com a convenção, devem Propostas - SiPES/SIGProj - Página 3 de 15 ser assegurados sistemas educacionais inclusivos em todos os níveis. O Decreto nº 6.571, de 17 de setembro de 2008, dispõe sobre o atendimento educacional especializado (MEC,2011). Os resultados do Censo Escolar da Educação Básica de 2008 apontam um crescimento significativo nas matrículas da educação especial nas classes comuns do ensino regular. O índice de matriculados passou de 46,8% do total de alunos com deficiência, em 2007, para 54% no ano de 2011. Estão em classes comuns 375.772 estudantes com eficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação (IBGE,2011). A concepção de educação inclusiva, com base nos princípios do direito de todos à educação e valorização da diversidade humana, fundamenta a política de educação especial que orienta os sistemas de ensino para garantir o acesso de todos às escolas comuns da sua comunidade e o atendimento às necessidades educacionais especiais dos alunos (MEC/SEESP,2011). A educação inclusiva traz consigo o desafio de não só acolhermos os alunos com deficiência, mas de garantirmos condições de acesso e de aprendizagem em todos os espaços, programas e atividades no cotidiano escolar. NECESSIDADES ESPECIAIS E ESPECÍFICAS Segundo Passerino (2007), são considerados Portadores de Necessidades Especiais (PNE) todas as pessoas que em maior ou menor medida precisam de algum apoio ou suporte externo para se desenvolver e serem autônomas. Consideramos que necessidades especiais engloba um conjunto de aspectos que ultrapassam em muito, o antigo conceito de “deficiente”. Por esse motivo, podemos considerar dentro do espectro de necessidades especiais grupos sociais como terceira idade, desempregados, pessoas carentes, além das pessoas com deficiências motoras, cognitivas e/ou sociais. Essa mudança de enfoque da “deficiência” para a necessidade especial, leva consigo a concepção da variabilidade do caráter permanente da deficiência para o transitório, isto é, da visão de 'adaptar a pessoa deficiente' para viver na sociedade à da “inclusão” pela “adaptação da sociedade” e pela superação das necessidades. AJUDAS TÉCNICAS Existe um número incontável de possibilidades, de recursos simples e de baixo custo, que podem e devem ser disponibilizados nas salas de aula inclusivas, conforme as necessidades específicas de cada aluno, segundo Teófilo Galvão Filho (2009), como suportes para visualização de textos ou livros, fixação do papel ou caderno na mesa com fitas adesivas; engrossadores de lápis ou caneta confeccionados com esponjas enroladas e amarradas, ou com punho de bicicleta ou tubos de PVC “recheados” com epóxi; substituição da mesa por pranchas de madeira ou acrílico fixadas na cadeira de rodas; órteses diversas, e inúmeras outras possibilidades. TECNOLOGIAS ASSISTIVAS Na área da Informática existem à disposição recursos em hardware e software, chamados de TA (Tecnologias Assistivas), que segundo Bersch (2005) , 'é o termo utilizado para identificar o conjunto de recursos e serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e consequentemente promover vida independente e inclusão”. Dentro de cada categoria de necessidade especial existem vários recursos como pranchas de comunicação, construídas com simbologia gráfica, letras ou palavras escritas, são utilizados pelo usuário da CAA (Comunicação Aumentativa e Alternativa) para expressar suas questões, desejos, sentimentos, entendimentos. Há alta tecnologia de vocalizadores (pranchas com produção de voz) ou o computador com softwares específicos, que garantem grande eficiência à função comunicativa. Também softwares leitores de texto (OCR) como Dosvox e Jaws, impressoras braile para deficientes visuais. Um importante fator em relação ao baixo custo dos recursos, a ser considerado é o uso de soluções livres. Existe também o leitor de tela ORCA, que é uma tecnologia assistiva livre, de código aberto, flexível, extensível e poderosa para pessoas com deficiência visual. Usando várias combinações da síntese de fala, do braille, e da ampliação (GNOME,2011). No contexto desse projeto será utilizado o termo Tecnologia Assistiva para conceituar Propostas - SiPES/SIGProj - Página 4 de 15 qualquer recurso que promova ou amplie as habilidades de pessoas que possuem privação funcional ou em decorrência de deficiência (BERSCH,2005). O avanço, que as tecnologias da comunicação e da informação (TIC´s) vêm propiciando, aos diferentes setores da sociedade, promove, sem dúvida, o desenvolvimento de cenários diferenciados de interação. Dessa forma, as relações humanas têm sofrido influências significativas por parte das tecnologias, inclusive re-significando espaço e tempo. E, conectadas a essa realidade, as pessoas com necessidades especiais conseguem apropriar-se, positivamente, das Tecnologias Assistivas, alcançando autonomia e independência, em relação às atividades cotidianas. Vários são os conceitos e as terminologias hoje conhecidos, acerca dos recursos que possam auxiliar as PNE´s. Entretanto, o que se pretende, nesse capítulo, é usar o conceito do Comitê de Ajudas Técnicas, e considerar a TA como uma aplicação de software (Apps): Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços,cujo objetivo consiste em promover a funcionalidade, relacionada à atividade e à participação de pessoas com deficiência, incapacidades ou com mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social. (CAT, 2007). Existe uma infinidade de tecnologias voltadas às mais diferentes deficiências, e utilizadas como ferramenta de apoio em ambientes de aprendizagem. A própria Santarosa (2007) destaca que, na Educação Especial, as Tecnologias Assistivas serão afetadas pelos avanços e aplicações que vêm ocorrendo neste campo, de modo a atender as mais diferentes limitações e necessidades especiais. À vista desse cenário, destacam-se os softwares de comunicação alternativa ou aumentativa (CAA), que se constituem em recursos tecnológicos, visando a assessorar pessoas com dificuldades na comunicação, de modo aauxiliá-las a relacionar-se com o mundo e as pessoas que as cercam. Comunicação Alternativa e Aumentativa (CAA) A comunicação é um recurso poderoso de interação, de fazer-se humano e integrante de um espaço social. A capacidade de se comunicar pode estar diretamente ligada ao êxito que um indivíduo terá em sua vida. O ato de se expressar permite que humanos ampliem seu potencial, em função das trocas que ocorrem nesse processo. Para Schirmer (2004, p. 96), “a linguagem serve de veículo na comunicação, ou seja, constitui um instrumento social usado em interações visando à comunicação”. Ao longo da vida, os indivíduos podem apresentar dificuldades de comunicação em diferentes situações e por diferentes fatores. Há os que nascem com incapacidade de falar ou adquirem prejuízo na fala, temporária ou permanentemente. Há também indivíduos com alguma síndrome, como o Autismo, os quais podem apresentar problemas em razão disso. Nesse caso, a fim de garantir ao indivíduo autonomia e inclusão na sociedade, tornam-se necessários artefatos comunicacionais alternativos, como forma de mediar e/ou compensar o déficit ocorrido. Entre alguns recursos existentes, encontra-se a Comunicação Aumentativa ou Alternativa (CAA), exemplificada na Figura 1, que procura promover a comunicação via símbolos pictográficos, gestos, alfabeto, expressões faciais, entre outros. Para Bersch (2005, p.6), esse termo é conceituado como “uma das áreas da Tecnologia Assistiva, que atende pessoas sem fala ou escrita funcional ou ainda em defasagem entre sua necessidade comunicativa e sua habilidade em falar e/ou escrever”. Geralmente, esses símbolos são inseridos em pranchas para facilitar a comunicação, chegando a ser implementados como sistemas sofisticados, a fim de serem usados em computadores, com recursos de voz sintetizada e tablets. Os softwares que fazem uso dessa representação simbólica, geralmente são chamados de Softwares para Comunicação Alternativa e Aumentativa. Alguns são bastante conhecidos, como o Livox, o Adapt e o Que Fala. Tais aplicativos, desenvolvidos para dispositivos móveis como tablets e/ou smartphones, Propostas - SiPES/SIGProj - Página 5 de 15 configuram-se como a virtualização de recursos concretos e as pranchas de comunicação em papel. Eles podem ser utilizados em atividades cotidianas, inclusive em ambiente hospitalar ou em clínicas. É o caso do Que Fala! Nos últimos anos, a popularidade dos dispositivos móveis tem impulsionado o desenvolvimento de aplicações voltadas para essa plataforma. A evidência de que esses artefatos tecnológicos estão presentes no cotidiano das pessoas, acena positivamente para a sua aplicação, com sucesso, em contextos de necessidades especiais, já que disponibilizam uma infinidade de recursos computacionais poderosos e interativos, podendo ser comparados a extensões do próprio corpo. 2 Mobilidade e Dispositivos Móveis No final de 2010, o Brasil tinha um total de 202 milhões e 94 mil telefones celulares. Se comparados com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de celulares é maior do que o de habitantes do país, que gira em torno de 190 milhões e 73 mil pessoas (BRASIL,2011). A previsão do Cisco® Visual Networking Index, segundo a ITWEb, é que o país terá, até o ano de 2015, 575 milhões de dispositivos móveis em rede, ou seja, 2,8 aparelhos por pessoa (ITWEB,2011). Os dispositivos móveis já fazem parte do cotidiano da maioria dos indivíduos, substituindo as atividades que, anteriormente, eram realizadas em computadores pessoais. Neles é possível acessar a web, e-mails, as mais diferenciadas aplicações baixadas de lojas virtuais, além de acessar as redes sociais. Tudo isso pode ser feito através de um equipamento, geralmente de tamanho reduzido, em relação aos notebooks,e com maior interatividade através de telas sensíveis ao toque. As características apresentadas aos seus usuários, pelos tablets, smartphones e celulares, que merecem ser destacadas são: mobilidade, definida por Lee (2005, p.1) como “a capacidade de se deslocar ou ser deslocado facilmente”; e ubiquidade, definida como a onipresença, ou seja, a possibilidade de um indivíduo estar em diferentes lugares, ao mesmo tempo. Assim, os dispositivos móveis geram a mobilidade e estes, por sua vez, permitem a ubiquidade. Uma das plataformas mais amplamente usada para o desenvolvimento de aplicativos móveis, é chamada AndroidTM. É open source, ou seja, de utilização livre e voltada para dispositivos móveis como celulares, tablets e smarthphones. É um pacote composto de sistema operacional, aplicativos, interface com o usuário e middleware (PEREIRA, 2012), sendo que todos os aplicativos são escritos na linguagem Java. Os dispositivos móveis permitem a utilização de aplicativos que auxiliam os usuários a se comunicarem, em diferentes ambientes e lugares. Também possibilitam que famílias, educadores e profissionais possam utilizá-los em contextos de aprendizagem, permitindo a integração do usuário com seu ambiente social (RODRÍGUEZ, 2011). 1.4.3 Objetivos Geral: Desenvolver uma nova versão do aplicativo ACALM, uma Tecnologia Assistiva para apoio a pessoas com dificuldade na fala. Específicos Desenvolver um site para publicar o aplicativo e obter feedback dos usuários Produzir Questionário para validação do aplicativo via web e fisicamente Implementação de funções identificadas, fruto do feedback Valida o aplicativo junto a usuários na web Validar o aplicativo por alunos e servidores do IFRS Validar o aplicativo junto a extensionistas/parceiros do IFRS Publicar em eventos Produzir Vídeo Explicativo sobre o Aplicativo Confeccionar Manual de Uso Atualizar site com informações sobre o projeto Propostas - SiPES/SIGProj - Página 6 de 15 1.4.4 Metodologia e Avaliação A pesquisa se configura de carácter qualitativo visando obter um produto mais adaptado ao uso e com abordagem experimental visto que será disponibilizada uma versão para validação/teste. O público alvo será composto por interessados que fizerem download do aplicativo na web e alunos, servidores ou extensionista que pertencem ao IFRS. Esses, ao utilizar o aplicativo fornecerão feedback via formulário web ou físico. Posteriormente ao download e uso serão levantadas informações relevantes para o aperfeiçoamento de uma nova versão do aplicativo pretendo seguir os passos, sugeridos para a produção de ajudas técnicas ou recursos educacionais adaptados, como o ciclo descrito pelas seguintes ações: Entender a situação , Gerar Ideias, Escolher Alternativas, Representar a ideia, Construir o Objeto, Avaliar o Uso e Acompanhar o Uso, numa perspectiva cíclica até que se encontre um recurso que permita que o usuário tenha facilidade de acesso ao aprendizado. O presente projeto pretende se adaptar as recomendações do Portal de Ajudas Técnicas para Educação(MEC,2002), que configuram-se como orientações para os profissionais da educação, no sentido de encontrarem soluções de objetos que auxiliem o aprendizado de pessoas com necessidades especiais. Cada necessidade é única e, portanto, cada caso deve ser estudado com muita atenção. A experimentação deve ser muito utilizada, pois permite observar como a ajuda técnica desenvolvida está contemplando as necessidades percebidas. Esse projeto requer parecer do comitê de ética pelo fato de obter feedback junto a usuários finais. 1.4.5 Referências Bibliográficas BERSCH, Rita. Tecnologia Assistiva no Processo Educacional. In: MEC/SEESP. Ensaios Pedagógicos: Construindo Escolas Inclusivas. Brasilia: Mec,seesp, 2005. p. 87-92. BRASIL. Tecnologia pode garantir oportunidade a pessoas com deficiência. Disponível em: http://www2.planalto.gov.br/imprensa/noticias-de-governo/tecnologia-pode-garantir-oportunidade-a-pessoa s-com-deficiencia CAT, 2007. Ata da Reunião VII, de dezembro de 2007, Comitê de Ajudas Técnicas, Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (CORDE/SEDH/PR). Disponível em: http://www.comunicacaoalternativa.com. Acesso em: 15 fev. 2013. FERREIRA, Simone Bacellar Leal; NUNES, Ricardo Rodrigues. Alguns conceitos de e- acessibilidade. In: FERREIRA, Simone Bacellar Leal; NUNES, Ricardo Rodrigues. Alguns conceitos de e-acessibilidade. Rio de Janeiro: Ltc, 2008. p. 134-156. GALVÃO FILHO, T. A. A Tecnologia Assistiva: de que se trata? In: MACHADO, G. J. C.; SOBRAL, M. N. (Orgs.). Conexões: educação, comunicação, inclusão e interculturalidade. 1 ed. Porto Alegre: Redes Editora, p. 207-235, 2009. Disponível em: http://www.galvaofilho.net/assistiva.pdf. Acessado em: 29/11/2011 GNOME. ORCA: tecnologia assistiva livre, de código aberto, flexível, extensível e poderosa para pessoas com deficiência visual. Disponível em: <http://projects.gnome.org/orca>. Acesso em: 29 nov. 2011. ITWEB. Em 2015 serão 15 bilhões de dispositivos móveis. 2011. Disponível em: <http://itweb.com.br/43857/em-2015-serao-15-bilhoes-de-dispositivos-moveis/>. Acesso em: 17 maio 2013. LEE, Valentino. Aplicações Móveis: Arquitetura, projeto e desenvolvimento. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2005. 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Escola Virtual para a Educação Especial: Ambientes de Aprendizagem Telemáticos Cooperativos como Alternativa de Desenvolvimento. Informática Educativa, Bogotá Colombia, n. , p.115-138, 1997. Disponível em: <http://www.educacaoparavida.com/resources/EscolaVirtualparaEducacaoEspecial.pdf>. Acesso em: 13 maio 2013. SCHIRMER, Carolina R. et al. Atendimento Educacional Especializado: Deficiência Física. In: SCHIRMER, Carolina R.; BERSCH, Rita. Comunicação Aumentativa e Alternativa: CAA. Brasília/DF: Seesp / Seed / MEC, 2007. Cap. 5, p. 57-83. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/aee_df.pdf>. Acesso em: 13 maio 2013. UNESCO. Como criar um Ambiente Inclusivo e Amigo da Aprendizagem. <http://redeinclusao.web.ua.pt/files/fl_73.pdf>. Acesso em: 22 nov. 2011. Disponível em: ZARDO, Sinara Pollom. Políticas Públicas de Educação Especial: A organização dos sistemas de ensino na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília - Df: Fe/unb, 2012. 39 p. 1.4.6 Observações Propostas - SiPES/SIGProj - Página 8 de 15 1.5 Outros Produtos Acadêmicos Gera Produtos: Sim Produtos: Artigo Completo Capítulo de Livro Livro Manual Oficina Produto Audiovisual-CDROM Produto Audiovisual-DVD Produto Audiovisual-Filme Produto Audiovisual-Vídeo Pôster Relatório Técnico Software Website Descrição/Tiragem: 1.6 Anexos Nome Tipo segundoplano_de_trab Outro 201311119117923anexo Outro 2. Equipe de Execução 2.1 Membros da Equipe de Execução Docentes da IFRS Nome Regime - Contrato Instituição CH Total Funções Coordenador da Lisiane Cezar de Oliveira Dedicação exclusiva IFRS 100 hrs Ação, Gestor Luis Claudio Gubert Dedicação exclusiva IFRS 69 hrs Roger Luis Hoff Lavarda Dedicação exclusiva IFRS 99 hrs Regime de Trabalho Instituição Carga 40 horas IFRS 46 hrs Orientador, Colaborador Orientador, Colaborador Discentes da IFRS Não existem Discentes na sua atividade Técnico-administrativo da IFRS Nome Maria Inês Simon Propostas - SiPES/SIGProj - Página 9 de 15 Função Orientador, Colaborador Outros membros externos a IFRS Não existem Membros externos na sua atividade Coordenador: Nome: Lisiane Cezar de Oliveira RGA: CPF: 92166695000 Email: [email protected] Categoria: Professor Titular Fone/Contato: (55) 8409-8335 Gestor: Nome: Lisiane Cezar de Oliveira RGA: CPF: 92166695000 Email: [email protected] Categoria: Professor Titular Fone/Contato: (55) 8409-8335 2.2 Cronograma de Atividades Atividade: Desenvolver a versão 3.0 do aplicativo ACALM (Assistente de Comunicação Alternativa via Dispositivos Móveis) Início: Ago/2014 Duração: Somatório da carga horária dos membros: 7 Horas/Mês Carga Horária Semanal: 1.8 Horas Responsável: Roger Luis Hoff Lavarda (C.H. 4 horas/Mês) Membros Vinculados: Lisiane Cezar de Oliveira (C.H. 1 hora/Mês) Luis Claudio Gubert (C.H. 1 hora/Mês) Maria Inês Simon (C.H. 1 hora/Mês) Atividade: Desenvolver e atualizar um site para o projeto tendo como objetivo a disponibilização do aplicativo para download e acesso a questionário avaliativo (feedback) Início: Abr/2014 Duração: Somatório da carga horária dos membros: 3 Horas/Mês Carga Horária Semanal: 0.8 Horas Responsável: Lisiane Cezar de Oliveira (C.H. 1 hora/Mês) Membros Vinculados: Luis Claudio Gubert (C.H. 1 hora/Mês) Roger Luis Hoff Lavarda (C.H. 1 hora/Mês) Atividade: 4 Meses 10 Meses Entender uma situação problema, gerar idéias, escolher alternativas, representar uma idéia, desenvolver um objeto, avaliar o uso e acompanhar o uso de determinada ajuda técnica ou tecnologia assistiva aplicada Propostas - SiPES/SIGProj - Página 10 de 15 Início: Abr/2014 Duração: Somatório da carga horária dos membros: 14 Horas/Mês Carga Horária Semanal: 3.5 Horas Responsável: Lisiane Cezar de Oliveira (C.H. 4 horas/Mês) Membros Vinculados: Luis Claudio Gubert (C.H. 2 horas/Mês) Maria Inês Simon (C.H. 4 horas/Mês) Roger Luis Hoff Lavarda (C.H. 4 horas/Mês) Atividade: Produzir um manual do aplicativo Início: Out/2014 Duração: Somatório da carga horária dos membros: 4 Horas/Mês Carga Horária Semanal: 1 Horas Responsável: Lisiane Cezar de Oliveira (C.H. 1 hora/Mês) Membros Vinculados: Luis Claudio Gubert (C.H. 1 hora/Mês) Maria Inês Simon (C.H. 1 hora/Mês) Roger Luis Hoff Lavarda (C.H. 1 hora/Mês) Atividade: 1 Mês Publicar em Eventos Início: Nov/2014 Duração: Somatório da carga horária dos membros: 7 Horas/Mês Carga Horária Semanal: 1.8 Horas Responsável: Lisiane Cezar de Oliveira (C.H. 4 horas/Mês) Membros Vinculados: Luis Claudio Gubert (C.H. 1 hora/Mês) Maria Inês Simon (C.H. 1 hora/Mês) Roger Luis Hoff Lavarda (C.H. 1 hora/Mês) Atividade: 1 Mês Produzir vídeo explicativo Início: Set/2014 Duração: Somatório da carga horária dos membros: 2 Horas/Mês Carga Horária Semanal: 0.5 Horas Responsável: Lisiane Cezar de Oliveira (C.H. 1 hora/Mês) Membro Vinculado: Maria Inês Simon (C.H. 1 hora/Mês) Atividade: 9 Meses 4 Meses Validar novas versões do aplicativo Início: Mai/2014 Duração: Somatório da carga horária dos membros: 12 Horas/Mês Carga Horária Semanal: 3 Horas Responsável: Roger Luis Hoff Lavarda (C.H. 4 horas/Mês) Membros Vinculados: Lisiane Cezar de Oliveira (C.H. 4 horas/Mês) Luis Claudio Gubert (C.H. 4 horas/Mês) Propostas - SiPES/SIGProj - Página 11 de 15 8 Meses 2014 Responsável Atividade Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Lisiane Cezar de Oliveira Desenvolver e atualizar um site para o proj... - - - X X X X X X X X X Lisiane Cezar de Oliveira Entender uma situação problema, gerar idéia... - - - X X X X X X X X X Roger Luis Hoff Lavarda Validar novas versões do aplicativo - - - - X X X X X X X X Roger Luis Hoff Lavarda Desenvolver a versão 3.0 do aplicativo ACAL... - - - - - - - X X X X - Lisiane Cezar de Oliveira Produzir vídeo explicativo - - - - - - - - X - - - Lisiane Cezar de Oliveira Produzir um manual do aplicativo - - - - - - - - - X - - Lisiane Cezar de Oliveira Publicar em Eventos - - - - - - - - - - X X 3. Receita 3.1 Re Bolsas Valor(R$) Bolsa - Auxílio Financeiro a Estudantes (3390-18) Bolsa - Auxílio Financeiro a Pesquisadores (3390-20) 2.160,00 0,00 Subtotal R$ 2.160,00 Rubricas Valor(R$) Material de Consumo (3390-30) 400,00 Passagens e Despesas com Locomoção (3390-33) 0,00 Diárias - Pessoal Civil (3390-14) 0,00 Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Física (3390-36) 0,00 Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Jurídica (3390-39) Equipamento e Material Permanente (4490-52) Encargos Patronais (3390-47) 400,00 3.400,00 0,00 Subtotal R$ 4.200,00 Total: R$ 6.360,00 3.2 Recursos de Terceiros Não há Recursos de Terceiros. 3.3 Receita Consolidada Elementos da Receita (Com Bolsa) Subtotal 1 (Arrecadação) R$ 0,00 Subtotal 2 (Recursos da IES (IFRS): Bolsas + Outras Rubricas) Subtotal 3 (Recursos de Terceiros) 6.360,00 0,00 Total 6.360,00 Elementos da Receita (Sem Bolsa) Subtotal 1 (Arrecadação) R$ 0,00 Subtotal 2 (Recursos da IES (IFRS): Rubricas) Subtotal 3 (Recursos de Terceiros) 4.200,00 0,00 Total 4.200,00 Propostas - SiPES/SIGProj - Página 12 de 15 4. Despesas Elementos de Despesas Arrecadação (R$) IES (IFRS)(R$) Terceiros (R$) Total (R$) 0,00 2.160,00 0,00 2.160,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Subtotal 1 0,00 2.160,00 0,00 2.160,00 Diárias - Pessoal Civil (3390-14) 0,00 0,00 0,00 0,00 Material de Consumo (3390-30) 0,00 400,00 0,00 400,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 400,00 0,00 400,00 0,00 3.400,00 0,00 3.400,00 Outras Despesas 0,00 0,00 0,00 0,00 Outras Despesas (Impostos) 0,00 0,00 0,00 0,00 Subtotal 0,00 4.200,00 0,00 4.200,00 Total 0,00 6.360,00 0,00 6.360,00 Bolsa - Auxílio Financeiro a Estudantes (3390-18) Bolsa - Auxílio Financeiro a Pesquisadores (3390-20) Passagens e Despesas com Locomoção (3390-33) Outros Serviços de Terceiros Pessoa Física (3390-36) Outros Serviços de Terceiros Pessoa Jurídica (3390-39) Equipamento e Material Permanente (4490-52) Valor total solicitado em Reais: R$ 6.360,00 Seis Mil e Trezentos e Sessenta Reais A seguir são apresentadas as despesas em relação a cada elemento de despesa da atividade: Diárias - Pessoal Civil, Material de Consumo, Passagens e Despesas com Locomoção, Outros Serviços de Terceiros – Pessoa Física, Outros Serviços de Terceiros – Pessoa Jurídica, Equipamento e Material Permanente, Bolsistas e Outras Despesas. Nos respectivos quadros de despesas são apresentados itens específicos, sendo relevante destacar o campo “Fonte”. O campo “Fonte” refere-se à origem do recurso financeiro, podendo ser Arrecadação, Instituição e Terceiros. 4.1 Despesas - Diárias Não há Diárias. 4.2 Despesas - Material de Consumo Descrição Fones de Ouvido Qtde Unidade Custo Unitário Fonte Custo Total 4 Unidade(s) R$ 100,00 IES (IFRS) R$ 400,00 Total R$400,00 Propostas - SiPES/SIGProj - Página 13 de 15 4.3 Despesas - Passagens Não há Passagem. 4.4 Despesas - Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Física Não há Serviço de Terceiros - Pessoa Física. 4.5 Despesas - Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Jurídica Descrição Confecção de Banners Fonte Custo Total IES (IFRS) R$ 400,00 Total R$400,00 4.6 Despesas - Equipamento e Material Permanente Descrição Material de Informática e Eletrônicos Qtde Custo Unitário Fonte Custo Total 1 R$ 3.400,00 IES (IFRS) R$ 3.400,00 Total R$3.400,00 Observação: Aquisição de um computador (notebook) para o aluno desenvolver a programação e dispositivos de som (caixa acústico) pois o aplicativo ao rodar no tablet não apresenta uma sonorização apropriada 4.7 Despesas - Bolsistas Nome do Bolsista [!] A ser selecionado Início/Térm ino 01/04/2014 01/04/2015 Fonte IES (IFRS) Tipo Remuneração/M Institucional ês Discente de Curso Técnico R$ 240,00 Total Custo Total R$ 2.160,00 R$2.160,00 Plano de Trabalho do(s) Bolsista(s) [!] A ser selecionado Carga Horária Semanal: 12 hora(s) Objetivos: em anexo ao projeto Atividades a serem desenvolvidas/Mês: em anexo ao projeto 4.8 Despesas - Outras Despesas Descrição Fonte Custo Total INSS - 11% Arrecadação R$ 0,00 ISS - 5% Arrecadação R$ 0,00 PATRONAL - 20% Arrecadação R$ 0,00 SubTotal 1 R$ 0,00 INSS - 11% IES (IFRS) R$ 0,00 ISS - 5% IES (IFRS) R$ 0,00 PATRONAL - 20% IES (IFRS) R$ 0,00 SubTotal 2 R$ 0,00 INSS - 11% Terceiros R$ 0,00 ISS - 5% Terceiros R$ 0,00 PATRONAL - 20% Terceiros R$ 0,00 Propostas - SiPES/SIGProj - Página 14 de 15 SubTotal 3 R$ 0,00 Total R$0,00 , 27/02/2014 Local Lisiane Cezar de Oliveira Coordenador(a) da Proposta de Pesquisa Propostas - SiPES/SIGProj - Página 15 de 15