UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA
COMISSÃO DE GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO EDUCAÇÃO FÍSICA
HABILITAÇÃO BACHARELADO
Agosto de 2012
2
SUMÁRIO
1 APRESENTAÇÃO ................................................................................................................................................ 3
2 IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ONDE O CURSO ESTÁ LOCALIZADO .......................................................... 13
3 DO CURSO......................................................................................................................................................... 13
3.1 DENOMINAÇÃO .......................................................................................................................................... 13
3.2 TOTAL DE VAGAS ANUAIS ........................................................................................................................ 13
3.3 NÚMERO MÉDIO DE ALUNOS POR TURMA ........................................................................................... 13
3.4 TURNOS DE FUNCIONAMENTO ............................................................................................................... 13
3.5 CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO ...................................................................................................... 14
3.6 INTEGRALIZAÇÃO DA CARGA HORÁRIA PREVISTA .............................................................................. 14
3.7 OBJETIVO DO CURSO ............................................................................................................................... 14
3.8 PERFIL DE EGRESSO PRETENDIDO ....................................................................................................... 15
3.9 MISSÃO/FINALIDADE DO CURSO ............................................................................................................. 15
3.10 HABILIDADES E COMPETÊNCIAS A SEREM OBTIDAS......................................................................... 15
3.11 ÁREAS DE ATUAÇÃO DO EGRESSO...................................................................................................... 17
3.12 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ................................................................................................................ 17
4 SÚMULAS DAS DISCIPLINAS ........................................................................................................................... 28
5 ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS ...................................................................................................................... 62
6 ATIVIDADES COMPLEMENTARES ................................................................................................................... 63
7 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO/APRENDIZAGEM E DO PROJETO
PEDAGÓGICO ...................................................................................................................................................... 63
7.1 CONCEPÇÃO GERAL – BASE TEÓRICA .................................................................................................. 63
7.2 OPERACIONALIZAÇÃO .............................................................................................................................. 69
8 INTEGRAÇÃO ENTRE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO ............................................................................ 70
9 EQUIPE DE TRABALHO .................................................................................................................................... 73
9.1 CORPO DOCENTE DO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA......................................................... 73
9.2 SERVIDORES TÉCNICOS .......................................................................................................................... 74
10 INFRA-ESTRUTURA E RECURSOS ............................................................................................................... 76
10.1 INFRA-ESTRUTURA ................................................................................................................................. 76
10.1.1 Setor Administrativo ............................................................................................................................ 76
10.1.2 Sala de professores e sala de reuniões .............................................................................................. 76
10.1.3 Gabinetes de trabalho para professores ............................................................................................. 76
10.1.4 Salas de aula e demais setores .......................................................................................................... 77
10.2 RECURSOS ............................................................................................................................................... 79
10.2.1 Laboratório de Pesquisa do Exercício................................................................................................. 79
10.2.2 Biblioteca ............................................................................................................................................ 81
11 IMPLANTAÇÃO DO NOVO CURRÍCULO ........................................................................................................ 82
Referências ............................................................................................................................................................ 84
APÊNDICE A ......................................................................................................................................................... 85
3
1 APRESENTAÇÃO
A elaboração de um Projeto Pedagógico de Curso (PPC) para uma
unidade universitária, no caso, a Escola de Educação Física da UFRGS,
pressupõe um esforço coletivo que envolve não somente a utilização das
especializações individuais presentes nessa Escola, mas, principalmente, a
disponibilidade da conversação entre esses saberes, ou seja, a construção de
uma interdisciplinaridade dentro dos próprios saberes.
Na ESEF, em um movimento de cunho inovador, essa possibilidade se
materializou em um projeto curricular construído ao longo de dois anos pela
comunidade esefiana e sistematizado por uma Comissão Especial de
Reestruturação curricular (CERC), instituída pela Portaria n° 5 de 1° de
setembro de 2010 pela Direção da Escola de Educação Física da UFRGS,
constituída pelos professores Alex Branco Fraga, Flavio Antônio de Souza
Castro, Lisiane Torres e Cardoso e Fernando Jaime González como consultor
ad hoc. A CERC apresentava, por missão, redigir um documento que
materializasse as discussões até então realizadas pela Comissão de Reforma
Curricular (CRC) sobre a unificação e reforma do currículo de formação em
Educação Física (EF) e viabilizasse a implantação de um novo currículo para
os ingressantes do vestibular 2012.
A primeira comissão curricular (CRC) iniciou as discussões de modo
mais sistematizado em 2009. Era composta pela Direção da Escola, pela
COMGRAD/EFI, pelo Diretório Acadêmico (DA) e pelo Núcleo de Avaliação da
Unidade (NAU). A expressividade dos estudantes e sua preocupação com o
currículo, principalmente na relação de dualidade entre bacharelado e
licenciatura e os impactos dessa divisão no campo de atuação profissional,
gerou uma intensa mobilização em prol da modificação dos currículos a fim de
romper com a fragmentação da formação em Educação Física, estampada em
dois currículos (bacharelado e licenciatura) muitos similares em sua estrutura.
Diferentemente do que ocorreu com a maioria dos processos de
reformulação implementados anteriormente, neste, a ESEF não foi pressionada
a mudar em função de uma legislação educacional específica 1. A mobilização
1
A reformulação curricular do curso de EF da ESEF de 1987 é uma exceção, pois naquele ano
foi lançada a Resolução 03/1987, que previa a oferta de curso de bacharelado em Educação
4
emanou de um desconforto proveniente da estrutura curricular vigente
associado à discriminação das habilitações no exercício profissional imposta
pela Lei n. 9696/1998 que regulamentou a profissão de EF. Fundamentalmente
pela discriminação do licenciado no mercado de trabalho fora dos ambientes
escolares, algo que exigia uma resposta efetiva e urgente por parte da
instituição de formação mais antiga do estado e uma das mais antigas do país.
Com a intenção de envolver os mais diferentes segmentos para
elaboração de uma resposta baseada em princípios curriculares condizentes
com a formação unificada, foram propostas várias atividades pela CRC. A
primeira delas foi a Semana Acadêmica, organizada pelo DA com o tema “O
currículo de Educação Física em questão: estudantes pensando a formação”;
Em 9 de julho de 2009, outro grande evento foi realizado pela CRC: O
Seminário de Reestruturação Curricular dos Cursos de Educação Física contou
a participação de 300 estudantes, 25 professores e alguns técnicos
administrativos, quando foi apresentado, em quatro mesas distintas, o processo
histórico de formação de professores da Escola de Educação Física 2. A terceira
atividade foi realizada no dia 18 de setembro de 2009, quando foi apresentado
o Projeto Pedagógico do curso de Fisioterapia, destacando o modo como foi
estruturado, o modo como o conhecimento estava organizado e as possíveis
conexões com o futuro curso de Educação Física. Já a quarta e quinta
atividades contaram com a presença de técnicos da pró-reitoria de graduação
(PROGRAD), e tinha por objetivo explicar os trâmites burocráticos da
Universidade relativos às alterações curriculares e à estrutura de PPC
necessária para uma reformulação do porte almejado pela comunidade. Outras
atividades se seguiram, sempre com o intuito de favorecer o amplo debate
sobre a estrutura curricular vigente e dar sustentação à construção de uma
nova plataforma curricular.
Física para as instituições que assim desejassem. Apesar de a reforma curricular da ESEF ter
sido quase concomitante à Resolução, ela não foi provocada pela Resolução 03/1987, e sim
fruto de de discussões acumuladas pela comunidade esefiana desde, pelo menos, o início da
década de 1980.
2
A COMGRAD/EFI disponibilizou à época do seminário uma pasta eletrônica com documentos
que embasavam a discussão sobre o tema. Destaque para o vídeo da palestra "Reformulação
curricular: Formação e Atuação Profissional em Educação Física" do Prof. Paulo
Barone, consultor do Conselho Nacional de Educação, que elaborou o Parecer 400/2005 do
Conselho Nacional de Educação, que entre outras tantas questões, apontava a
inconstitucionalidade da discriminação do licenciado e do bacharel promovida pelo sistema
CREF/CONFEF.
5
A partir dos debates gerados nestas várias atividades, a CRC formulou
um documento intitulado Carta ao Conselho da Unidade (CONSUNI) da
Escola de Educação Física/UFRGS (documento em anexo), que indicava a
necessidade de se construir um currículo unificado, que permitisse a dupla
modalidade de formação (licenciatura/bacharelado) em um curso único de EF.
Assim, as possibilidades de atuação dos egressos seriam alargadas, mas sem
deixar de contemplar as exigências do campo profissional contemporâneo e as
diretrizes para a formação superior da área. Esta Carta foi o momento
culminante desta primeira comissão, pois a mesma foi aprovada por
unanimidade pelo CONSUNI em 9 de julho de 2010.
Os princípios e os rumos políticos do novo currículo da ESEF já estavam
delineados na Carta ao CONSUNI, faltava a efetivação destes princípios em
um projeto que pudesse materializar todos os esforços desta primeira
comissão, que fosse condizente com a tradição da ESEF/UFRGS, estivesse de
acordo com o marco regulatório educacional vigente e que se ajustasse à
estrutura organizacional da UFRGS. Enfim, uma tarefa igualmente complexa.
Em primeiro de setembro de 2010, a Comissão Especial de Estruturação
Curricular (CERC) é instituída pela Direção. A intenção da Direção era dar
condições estruturais para que três representantes docentes e dois
representantes discentes passassem a alinhavar o documento final que desse
corpo ao novo currículo. Tal como expressa a portaria n° 5, que instituiu a
CERC, a representação política dos alunos não indicou seus representantes
por divergências relativas ao encaminhamento da reforma nesta fase de
transição das comissões. Em que pese a dificuldade inicial na estruturação dos
trabalhos, a CERC procurou dar seguimento ao processo de construção da
nova plataforma curricular. E a tarefa, como já se supunha desde o início, não
foi simples.
O objetivo era ousado e o tempo curto. A meta inicial era apresentar a
redação final em abril de 2011, para que fosse possível trabalhar com os
trâmites dentro da UFRGS a fim de que os novos currículos estivessem prontos
para a implantação no vestibular de 2012 com certa folga. O primeiro
movimento foi montar uma agenda de trabalho para organização das
estratégias que contemplassem as diretrizes da Carta ao CONSUNI, mas sem
deixar de atender as diretrizes curriculares nacionais, mais especificamente a
6
Resolução n. 7/2004 do CNE/CES que trata das diretrizes curriculares para os
cursos de graduação em Educação Física, e a Resoluções n. 1 e n. 2/2002 do
CNE, que tratam da formação de professores de Educação Básica.
Portanto, não bastava simplesmente unificar o curso e seguir com a
mesma estrutura curricular, era preciso criar um dispositivo de desestabilização
da fragmentação do curso sem deixar brechas legais que pudessem
desestabilizar o processo de formação baseado em um única entrada no
vestibular e a dupla modalidade (licenciatura e bacharelado). O primeiro
movimento de alinhamento foi pautar a formação em fundamentos que
permitissem a inserção qualificada do diplomado da ESEF/UFRGS no mundo
do trabalho focado orientado pelos seguintes princípios:
a) Educação Física é uma área predominantemente de intervenção, que
se apóia em um conjunto de conceitos das ciências (humanas e naturais) para
lidar com a cultura corporal de movimento, mas não se constitui em uma
ciência básica.
b) organização disciplinar centrada no compartilhamento de saberes
entre os docentes da ESEF e, se possível, entre os docentes da UFRGS.
c) Equilíbrio entre o que há de mais inovador na produção de
conhecimento em Educação Física no Brasil e no mundo e os setenta anos de
tradição da ESEF na formação de profissionais nesta área.
d) Oferecimento do curso em dois turnos, já identificados quando da
inscrição no vestibular (Educação Física-manhã e Educação Física-tarde).
e) Currículo pautado prioritariamente em competências e habilidades
requeridas pelo campo de atuação profissional eleito como prioritário na
formação em Educação Física na ESEF/UFRGS.
Competências, áreas ou campos que se sustentam pelo entrelaçamento
estratégico e didático de teoria, prática e pesquisa, no sentido de promover
uma ambiência de ensino/aprendizagem interdisciplinarizada, na qual qualquer
problematização envolva o concurso de várias disciplinas para a sua resolução.
Esta metodologia da problematização privilegia uma efetiva integração entre
ensino, serviço e comunidade, entre a educação, saúde e trabalho, educação e
empregabilidade, educação e cidadania. Nessa configuração, o aluno é tomado
7
como epicentro motivador da estrutura, desde o seu ingresso até a conclusão
de sua formação. O foco no discente e na sua trajetória traduz-se como
desenvolvimento de um currículo por áreas de competências.
A partir do delineamento dos princípios, a CERC partiu para uma
segunda e decisiva fase de organização do currículo: montagem de um mapa
curricular. Uma “tecnologia” simples que permite visualizar todo o currículo de
modo panorâmico, bem como perceber os efeitos de toda e qualquer mudança
tanto no sentido longitudinal quanto no sentido transversal. Uma matriz
curricular dinâmica integrando um currículo por competências, na qual cada
célula, componente curricular ou núcleo de conhecimento se conecta uma a
outra. Por meio deste instrumento, foi possível perceber de que modo
repercutia a alteração de carga horária na trajetória do estudante, algo
particularmente importante nesta proposta na medida em que a comunidade
esefiana tinha optado em distribuir as vagas no turno da manhã e no turno da
tarde já no vestibular, o que permite aos alunos trabalhadores a conciliação de
sua atividade laboral com os estudos universitários.
Os campos de atuação foram delineados levando-se em conta a relação
tradição/inovação. Do lado da tradição, a área da Educação Física Escolar e a
formação na área do Esporte e Lazer, no qual a ESEF consolidou sua fama de
instituição formadora em 70 anos de história 3. Além destes, um campo
emergente passou a integrar o horizonte da formação bem mais recentemente:
o campo da saúde. Dada a inclusão de modo formal dos cursos de Educação
Física no campo da saúde em 19974, a inserção da área no Programa Nacional
de Reorientação da Formação Profissional em Saúde5 (Pró-Saúde II), que
almejava “reorientar o processo de formação dos cursos de graduação da área
da saúde, de modo a oferecer à sociedade profissionais habilitados para
responder às necessidades da população brasileira e à operacionalização do
SUS”, e a adesão da ESEF/UFRGS ao Pró-Saúde II em 2008, a CERC
também passou a levar em consideração a efetiva contrapartida curricular do
curso neste grande projeto nacional.
3
O primeiro curso de formação superior em Educação Física remonta ao ano de 1941. E desde
então, até 2005, predominou a oferta de curso de licenciatura.
4
Por meio da Resolução 218/1997 do Conselho Nacional de Saúde.
5
Lançado por meio da Portaria Interministerial MS/MEC n. 3.019, de 27 de novembro de 2007.
8
Definidos os campos de atuação focais, a CERC distribuiu as
competências e habilidades (elaboradas pelo conjunto de professores da
ESEF) em três grandes eixos de formação: geral6 (comum a todo estudante
universitário), específica (comum a todo o aluno de educação física) e
orientada (de acordo com o campo de atuação profissional). Não são eixos
estanques, pelo contrário, eles se relacionam, se completam, conversam entre
si para ampliar a interconexão de conhecimento de quem por eles trafega: o
aluno. A comissão começou a discussão pelo fim, ou seja, pela formação
orientada, pois era fundamental desmanchar o pensar, no primeiro momento,
sob a forma disciplinar. Em seguida, foram pensados os núcleos de
conhecimento que sustentariam cada um dos eixos, para em uma última etapa
pensar as disciplinas.
No meio deste processo, a CERC teve de lidar com um primeiro grande
entrave. A CERC foi alertada da nota técnica n. 3/2010, emitida em 5 de agosto
de 2010 pela Coordenação Geral de Orientação e Controle da Secretaria do
Ensino Superior (SESU), do Ministério da Educação. A partir daí a Comissão
passou a discutir uma forma de dar conta do que previa a referida nota (para
cada vestibular um diploma) sem deixar de levar a cabo as diretrizes previstas
na Carta ao CONSUNI (ingresso único e dupla modalidade de formação).
Mesmo considerando que a nota feria o princípio da autonomia universitária, a
CERC resolveu levar a discussão para o âmbito da Pró-Reitoria de Graduação
da UFRGS e para a Direção da ESEF. O princípio da Carta ao CONSUNI foi
mantido, pois a solução encontrada prevê a oferta da licenciatura via vestibular,
em função da tradição da Escola de Educação Física, e o ingresso para o
bacharelado via mecanismo de permanência ou ingresso de diplomado para as
vagas remanescentes7. Depois de contornado o entrave, os mapas foram
realinhados.
Uma primeira versão do mapa curricular foi apresentada à toda
comunidade esefiana em 10 de dezembro de 2010, quando todo o processo foi
explicado.
6
Críticas
e
sugestões
vieram
e
foram
acolhidas.
E,
Em meio às discussões na comunidade esefiana, e diante das dificuldades na negociação
com outros departamentos da UFRGS para a oferta de disciplinas deste núcleo, optou-se pela
incorporação da formação geral à formação específica, abrindo a possibilidade de se discutir no
futuro a inclusão deste núcleo.
7
Tal mecanismo se encontra detalhado no Projeto Curricular do Curso de Bacharelado da
UFRGS.
9
fundamentalmente, foi decido que na semana de 14 a 18 de março de 2011 o
quadro docente da ESEF seria convocado para discutir, avaliar e redigir a
versão preliminar do currículo.
Para essa reunião, realizada no LAPEX em caráter aberto, que contou
com a presença expressiva de professores, alunos e técnicos, foi convidada a
Profa. Dra. Roseli Ferreira da Silva, da Universidade Federal de São Carlos,
que proferiu palestra sobre a elaboração de currículos “inspirados” em
competências e habilidades. Depois da palestra de abertura, num primeiro
momento, todas as pessoas presentes tiveram oportunidade de solicitar
esclarecimentos sobre o que foi desenvolvido pela palestrante, acerca da
temática em pauta. Num segundo momento, a nova versão do mapa curricular
foi
apresentada
pela
Comissão,
quando
os
participantes
receberam
esclarecimentos e puderam apresentar sugestões8. No turno da tarde, todos os
professores e professoras da Escola foram divididos em grupos de trabalhos
(GTs) de acordo com a três áreas de formação orientada. Nesses encontros,
discutiram exaustivamente as linhas de competência dentro de cada área e as
habilidades necessárias para a formação do aluno em Educação Física, que
foram sistematizadas pela CERC a cada final de jornada de trabalho. A
Comissão pontuou que o currículo deveria estar em consonância com os
recursos humanos existentes na Escola, potencializando, assim, todos os
envolvidos. Essas discussões não buscaram abandonar o movimento criador
de cada campo ou disciplina, mas sim agenciar, inferir, experimentar um
deslocamento de seu sentido habitual, ressignificar os próprios limites de cada
um e do corpo docente no conjunto da obra. Ou, de outra forma, produzir um
movimento de criação em uma zona de interseção entre os núcleos de
conhecimento e o conjunto das disciplinas, pois o currículo é como se fosse um
organismo vivo, pulsante.
8
Dentre as sugestões apresentadas, uma conduziu a uma alteração significativa no mapa
curricular: tendo sido solicitado que a temática do lazer recebesse mais atenção no novo
currículo, a plenária decidiu que o bacharelado com ênfase em “saúde”, fosse alterado para
“saúde e lazer”. No retorno no horário da tarde essa modificação se manteve e, dalí em diante,
todos os professores e professoras da Escola foram divididos em grupos de trabalhos (GTs) de
acordo com a três áreas de formação orientada: Licenciatura; Esportes; Saúde e Lazer. Porém,
pelo fato de que, posteriormente, foi considerado que a temática lazer se vinculava tanto ao
esporte como à saúde, foi decidido o retorno à proposta inicial, com a ampliação de disciplinas
relacionadas ao lazer, em ambos os eixos de formação, Esporte e Saúde. Isso será identificado
nas páginas posteriores desse documento.
10
Depois de uma semana inteira de intensa atividade para todos os
envolvidos, o resultado não foi o currículo pronto e acabado, como a
comunidade ansiava, muita coisa ficou aberta para mais rodadas de debates,
avaliações, críticas, sugestões e incorporações. Contudo, algo muito
significativo se produziu ao longo daquela semana, um legado imaterial que foi
deixado por um grupo de quase 50 professores universitários de uma das
escolas de Educação Física mais importantes do Brasil. Mesmo com todas as
suas diferenças,este grupo
conseguiu produzir entendimentos sobre a
formação inicial numa área demarcada pela multidisciplinaridade. Um momento
emblemático para uma instituição com mais de 70 anos de história.
Após esta semana, a CERC entra em outra fase: as das sistematizações
do que foi produzido. Dado o volume de trabalho, e do pouco tempo disponível
para debates desta magnitude, uma semana não foi suficiente para chegarmos
até a organização das disciplinas dentro dos núcleos, uma das últimas etapas.
Para dar conta dos próximos passos, nos dias 2 e 3 de maio de 2011 a
CERC se reuniu para definir um calendário de reuniões com os professores,
que foram distribuídos tanto pela formação orientada quanto pelo núcleo de
conhecimento correspondente. Para organizar o trabalho dos grupos de
professores, a comissão fez um estudo sobre as súmulas9 disponíveis na
UFRGS e construiu uma forma mais aproximada de escrita que permitisse o
alinhamento entre as diferentes disciplinas, evitando, assim, a superposição de
conteúdos, e permitindo o compartilhamento entre saberes docentes
exclusivamente para as disciplinas alocadas no Departamento de Educação
Física (DEFI). As súmulas neste currículo se caracterizam por ser um esforço
de explicitação do lugar (responsabilidade curricular) que o componente
assume no mapa/trajetória de conhecimento da formação profissional. O
formato escolhido para a elaboração do texto da súmula tem como sujeito a
“disciplina” e se constitui de três períodos:

O primeiro identifica o conhecimento de que trata a disciplina
(Exemplo de verbos: aborda, estuda, trata, tematiza...);
9
Este é o nome utilizado na UFRGS para as ementas das disciplinas.
11

O segundo identifica a ênfase que o conhecimento de que trata a
disciplina recebe em função do campo profissional
(Exemplo de verbos:
discute; problematiza; analisa...).

E o terceiro identifica como o conhecimento de que trata a
disciplina, em função do campo profissional, deveria ser mobilizado (Exemplo
de verbos: estimula, instiga, provoca...).
Nesta proposta curricular, portanto, as súmulas elaboradas pelos
professores pertencentes ao DEFI, as que possuem o código “EFI”, seguiram
tal configuração, com ligeiras adaptações em função das especificidades de
conhecimentos tratados em cada núcleo.
Depois da elaboração interna das diferentes disciplinas dos núcleos
pertencentes ao DEFI, a CERC passou a negociar as disciplinas a serem
oferecidas. pelos demais departamentos. Este foi um movimento que levou
bem menos tempo do que imaginávamos, pois a recepção à proposta foi, de
um modo geral, muito positiva. Os contratempos que surgiram foram resolvidos
com diálogo e conhecimento mútuo das demandas e potencialidades de cada
um dos departamentos e comissões de graduação envolvidos. Por meio deste
processo foi possível perceber a grandeza e a pujança de uma universidade
como a UFRGS, bem como as inúmeras possibilidades de se fazer uma
formação qualificada dentro da estrutura disponível.
Ainda no mês de setembro de 2011, a COMGRAD/EFI realizou ajustes
no mapa curricular aprovado em reunião do Conselho da Unidade da Escola de
Educação Física no mês de julho. Tais ajustes se fizeram necessários para
atender à exigência da carga horária necessária para garantir a possibilidade
de solicitação da permanência para aqueles estudantes que desejarem
ingressar na habilitação Bacharelado, conforme legislação vigente da
Universidade. O Conselho da Unidade da Escola de Educação Física aprovou
essas alterações em sua reunião ordinária do mês de setembro.
Durante os meses de janeiro e fevereiro de 2012, a Coordenação da
COMGRAD/EFI enviou diversas mensagens eletrônicas aos estudantes
orientando seu processo de matrícula. Realizou, também, muitos atendimentos
individuais aos estudantes do curso, esclarecendo suas dúvidas referentes à
nova organização curricular do Curso de Educação Física.
12
A partir do mês de abril de 2012, a Coordenação da COMGRAD/EFI e a
Direção da Escola de Educação Física realizaram diversas reuniões com os
professores que atuam no curso para avaliar a implantação do currículo. No
período de abril a julho de 2012 foram realizadas quatro reuniões com os
professores que atuam especificamente nos estágios de docência; duas
reuniões com os professores que atuam nos Núcleos Fundamentos da
Educação Física na Escola, Práticas Docentes em Educação Física Escolar e
Desenvolvimento Humano, quatro reuniões com os professores que atuam com
disciplinas esportivas, três reuniões com os professores que atuam nos
Núcleos Campo Profissional, Pesquisa em Educação Física, Estudos
Socioculturais, Conhecimentos Biodinâmicos; além de três reuniões gerais. O
resultado deste trabalho coletivo foram algumas alterações curriculares
encaminhadas à Câmara de Graduação em agosto de 2012, formuladas a
partir
da
necessidade
de
superar
dificuldades
encontradas
na
operacionalização dos estágios,na adequação dos horários de algumas
disciplinas dos Departamentos da Faculdade de Educação e de uma melhor
distribuição da carga horária total do curso entre o grupo de docentes que atua
no Curso de Educação Física.
Não há dúvidas de que fazer um currículo é um processo desgastante,
que exige a necessidade de diálogo franco, da capacidade de escuta, do
exercício da tolerância, mesmo nos momentos em que as forças para
argumentação parecem exauridas diante de tanto volume de informação e da
complexidade das relações humanas. De qualquer forma, em que pese todas
as dificuldades encontradas ao longo desta jornada, não há dúvidas de que a
comunidade esefiana continua deu mais um passo importante na sua trajetória
de formação superior em Educação Física.
13
2 IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ONDE O CURSO ESTÁ LOCALIZADO
A Escola de Educação Física da Universidade Federal (ESEF) foi criada
em maio de 1940 e, atualmente, possui, além do Curso de Educação Física
(Habilitações Licenciatura e Bacharelado), os cursos
Bacharelado em
Fisioterapia e Licenciatura em Dança.
Além de diversos projetos de pesquisa e extensão, a unidade possui o
Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano, avaliado
com o conceito cinco pela CAPES.
3 DO CURSO
3.1 DENOMINAÇÃO
Educação Física – Habilitação Bacharelado
Portaria Normativa no. 40 do MEC Reconhecimento do Curso: 15.582
Publicação em D.O. de 12/12/2007
3.2 TOTAL DE VAGAS ANUAIS
160 vagas anuais, em duas entradas
O ingresso no curso será, prioritariamente, para os alunos do Curso
Educação Física – Licenciatura da UFRGS que já tiverem concluído 75% da
formação da Habilitação Bacharelado mediante solicitação de permanência na
Universidade, de forma facultativa aos mesmos.As vagas remanescentes serão
destinadas a licenciados em Educação Fisica, por processo de ingresso extravestibular – modalidade ingresso de diplomado.
3.3 NÚMERO MÉDIO DE ALUNOS POR TURMA
40 alunos nas disciplinas teóricas e teórico – práticas
25 alunos nas disciplinas práticas
3.4 TURNOS DE FUNCIONAMENTO
manhã e tarde
14
3.5 CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO
3210 horas
A Carga horária total está distribuída da seguinte forma:
- 353 horas de prática como componente curricular
- 150 horas de estágio supervisionado
- 2407 horas de conteúdos curriculares de natureza científico-cultural
- 300 horas de Atividades Complementares
3.6 INTEGRALIZAÇÃO DA CARGA HORÁRIA PREVISTA
Os estudantes do Curso Educação Física – habilitação Licenciatura, que
solicitarem permanência na Universidade para ingressar na habilitação
Bacharelado deverão concluir a carga horária total desta última habilitação em
dois semestres.
O prazo máximo para a integralização da carga horária da habilitação
Bacharelado para os estudantes oriundos do Curso Educação Física –
habilitação Licenciatura, desta Universidade, será o prazo recomendado no
parágrafo anterior, acrescido do prazo não utilizado para fins de jubilamento na
habilitação Licenciatura.
Os licenciados em Educação Física, ingressantes no Curso Educação
Física – habilitação Bacharelado através do ingresso extra-vestibular,
modalidade ingresso de diplomado, deverão integralizar a carga horária dessa
habilitação no tempo mínimo de 2 semestres e no tempo máximo de 4
semestres.
Ao integralizar a carga horária prevista para o Curso Educação FísicaHabilitação Bacharelado, o estudante receberá o Diploma de Bacharel em
Educação Física.
3.7 OBJETIVO DO CURSO
Formar profissionais de educação física competentes para o ensino dos
elementos da cultura corporal do movimento por meio de uma organização
15
curricular que contemple e articule os conhecimentos de áreas diversificadas
(biológica, sociocultural, pedagógica).
3.8 PERFIL DE EGRESSO PRETENDIDO
O Bacharel em Educação Física da UFRGS é o profissional que atua
preferencialmente nos campos do esporte, do lazer e da saúde. Promove a
aprendizagem e a prática dos elementos da cultura corporal do movimento por
meio de intervenção pedagógica pautada pelos princípios da ética democrática
e desenvolvida de forma criativa e crítica, considerando e reconhecendo o
contexto sociocultural dos locais onde atua. Realiza pesquisas em diferentes
sub-áreas da Educação Física, coordena e supervisiona equipes de trabalho
em ações e programas que tematizem as práticas corporais sistematizadas.
3.9 MISSÃO/FINALIDADE DO CURSO
Propiciar que o egresso desenvolva as habilidades relativas às
competências do atuar com a Educação Física em clubes, unidades de saúde,
academias, centros comunitários, instituições públicas e/ou privadas.
3.10 HABILIDADES E COMPETÊNCIAS A SEREM OBTIDAS
Considerando que a Educação Física configura-se enquanto área de
intervenção cujos objetos de ação são as práticas corporais sistematizadas
(esporte,
práticas
corporais
expressivas,
ginástica,
jogos,
lutas),
os
pressupostos para a atuação do egresso de Educação Física da ESEF/UFRGS
estão fundamentados em:

pautar-se na ética, na solidariedade e princípios democráticos
como ser humano, cidadão e profissional;

buscar sensibilidade e equilíbrio ao agir profissionalmente;

aprender de forma autônoma e independente;

produzir e divulgar novos conhecimentos, tecnologias e serviços;

aprender formas diversificadas de atuação profissional;

atuar inter, multi e transdisciplinarmente;
16

incluir-se em processos de gestão participativa em instituições
públicas e/ou privadas;

comprometer-se com a preservação da biodiversidade no
ambiente natural e construído, com sustentabilidade e melhoria da qualidade
de vida.
Para concretizar a finalidade a que se propõe, o currículo do curso é
organizado a partir de três eixos de Formação: Formação Geral, Formação
Específica (comum a todo o aluno de educação física e organizada em nove
núcleos de conhecimento : Campo Profissional da Educação Física, Pesquisa
em Educação Física, Estudos Socioculturais, Desenvolvimento Humano,
Práticas
Corporais
Sistematizadas,
Conhecimentos
Biodinâmicos,
Fundamentos da Educação Inclusiva, Estudos do Lazer e Exercício Físico e
Saúde) e Formação Orientada para Saúde, Lazer e Esporte.
O diálogo
constante entre as áreas do conhecimento que constituem os diferentes
núcleos possibilitarão o desenvolvimento das competências necessárias para a
atuação qualificada no mundo do trabalho.
As Áreas de Competências e Competências da Formação Orientada
para Saúde, Lazer e Esporte são:
a) Área de competência: Atenção à saúde do coletivo; Competência:
Diagnosticar perfis epidemiológicos; planejar, executar e avaliar ações de
práticas corporais voltadas à atenção em saúde do coletivo, no âmbito da
Educação Física
b) Área de competência: Educação para a saúde; Competências: (1)
Desenvolver ações de educação e promoção da saúde da pessoa e do
coletivo; (2) Desenvolver ações voltadas para a educação e usufruto do lazer
em relação à promoção da saúde em diferentes contextos.
c) Área de competência: Gestão do trabalho em saúde; Competência:
Avaliar e formular políticas, programas e projetos em saúde, tendo iniciativa e
tomando decisões, visando a gestão de pessoas, de equipamentos, de
materiais, de procedimentos e de práticas de cuidado.
d) Área de competência: Ensino e formação no esporte
Competências: (1) Planejar, organizar, conduzir e avaliar processos de
ensino e formação (habilidades motoras, cognitivas, afetivas e sociais) nas
17
diversas manifestações do esporte em suas diferentes etapas evolutivas; (2)
Oportunizar e promover as práticas esportivas inclusivas; (3) Interagir em
equipe multiprofissional no processo de ensino e formação
e) Área de competência: Especialização e Rendimento Esportivo
Competências: (1) Planejar, organizar, conduzir e avaliar processos de
treinamento (físico/técnico/tático/moral/volitivo) de atletas e de equipes
esportivas; (2) Implementar ações para o processo de promoção de talentos;
(3) Interagir em equipe multiprofissional no processo de especialização e
rendimento
f) Área de competência: Gestão Esportiva
Competências: (1) Elaborar, organizar e implementar projetos e eventos
esportivos; (2) Gerenciar órgãos/setores públicos e privados no âmbito do
esporte; (3) Coordenar grupos de trabalho em projetos esportivos
3.11 ÁREAS DE ATUAÇÃO DO EGRESSO
Ensino, aprendizagem e prática dos elementos da cultura corporal de
movimento (jogos, esportes, danças, ginásticas, lutas) em clubes, unidades de
saúde, academias, centros comunitários, instituições públicas e/ou privadas.
3.12 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
O currículo está organizado em três eixos de formação que articulam as
unidades de conhecimento de formação específica e ampliada conforme a
Resolução CNE/CES 7/2004. Tal organização tem por finalidade possibilitar a
aquisição de habilidades que favoreçam o desenvolvimento das diferentes
competências referentes à qualificada atuação do Bacharel em Educação
Física.
Esses três Eixos de Formação são compostos por diferentes núcleos de
conhecimento que, por sua vez, são constituídos por diferentes disciplinas.
O Eixo da Formação Geral é composto por duas disciplinas que tem por
objetivo que os estudantes compreendam a organização do currículo do seu
18
curso e a organização da Universidade onde estudam. Este eixo é constituído
pelas disciplinas Introdução aos Estudos Universitários I e Introdução aos
Estudos Universitário II .
O Eixo da Formação Específica (comum a todo o aluno de um curso de
graduação em Educação Física) está organizada em nove núcleos:

Núcleo Campo Profissional: a fim de que os estudantes
compreendam as diferentes possibilidades de atuação na área da Educação
Física e suas possíveis inter-relações, este Núcleo é constituído pela disciplina
Campo Profissional da Educação Física..

Núcleo Pesquisa em Educação Física: a fim de que os estudantes
adquiram as habilidades relativas à produção do conhecimento científico, este
núcleo é composto pelas disciplinas Pesquisa em Educação Física I, Pesquisa
em Educação Física II, Trabalho de Conclusão de Curso I, Trabalho de
Conclusão de Curso em Educação Física Escolar, Metodologia da Pesquisa
Bibliográfica e Estatística aplicada à Educação Física.

Núcleo Estudos Socioculturais: a fim de que os estudantes
adquiram as habilidades relacionadas aos conhecimentos básicos sobre
natureza, cultura e sociedade e as práticas corporais. Este Núcleo
é
constituído pelas disciplinas Estudos Socioculturais I, II e III, além da disciplina
Antropologia do Corpo e da Saúde.

Núcleo Desenvolvimento Humano: a fim de que os estudantes
adquiram as habilidades relacionadas aos conhecimentos do Desenvolvimento
Humano este núcleo é constituído pelas disciplinas Psicologia aplicada à
Saúde, Desenvolvimento Motor e Aprendizagem Motora;

Núcleo Práticas Corporais Sistematizadas: a fim de que os
estudantes adquiram as habilidades relacionadas aos conhecimentos dos
esportes, das ginásticas, das danças, dos jogos e dos exercícios físicos, este
Núcleo de Conhecimento é formado por disciplinas que abordam tais práticas;

Núcleo Conhecimentos Biodinâmicos : a fim de que os estudantes
adquiram as habilidades relacionadas aos conhecimentos da Anatomia,
Cinesiologia, Fisiologia e Fisiologia do Exercício, da Biomecânica e do
19
Treinamento Físico. Integram este Núcleo as seguintes disciplinas eletivas:
Bioquímica Básica, Bioquímica do Exercício.

Núcleo Exercício Físico e Saúde: a fim de que os estudantes
adquiram as habilidades relacionadas aos conhecimentos da prática do
exercício físico no âmbito da saúde, este Núcleo de Conhecimento é formado
pelas disciplinas Educação e Promoção da Saúde, Prescrição e Avaliação em
Práticas Corporais e Saúde, Exercício Físico e Envelhecimento, Bases das
Práticas Corporais e Saúde, Avaliação e Educação Postural e Práticas
Integradas em Saúde I;

Núcleo de Estudos do Lazer: a fim de que os estudantes
adquiram as habilidades relacionadas aos conhecimentos da área do lazer e
suas inter-relações com as práticas corporais. Este Núcleo é constituído pelas
disciplinas Dinamização de programas Recreativos e de lazer e Bases Teóricas
do Lazer;

Núcleo Fundamentos da Educação Inclusiva: a fim de que os
estudantes desenvolvam as habilidades referentes aos conhecimentos
relacionados ao ensino das práticas corporais sistematizadas para pessoas
deficientes. Este núcleo é constituído pelas disciplinas Fundamentos da
Educação Física Especial e Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS);
O Eixo da Formação Orientada para a Saúde, Lazer e Esporte está
organizado em dois núcleos (Práticas Corporais e Saúde e Esporte e Lazer),
compostos por disciplinas que objetivam o desenvolvimento das habilidades e
competências referentes à atuação do profissional de Educação Física nas
áreas da Saúde, Lazer e Esporte.
O mapa da organização do currículo ilustrando os núcleos de
conhecimento e sua respectiva distribuição ao longo dos dez semestres de
formação encontra-se em anexo. A listagem das disciplinas constituintes dos
diferentes núcleos está apresentada nos quadros a seguir. As cores utilizadas
estão relacionadas aos núcleos de conhecimento.
20
Quadro 1- Disciplinas da 1ª Etapa
DISCIPLINAS
CARGA
HORÁRIA
DEPARTAMENTO
PRÉ-REQUISITO
CRÉDITOS
CARÁTER
1a ETAPA
Estudos AnátomoFuncionais: Anatomia
Bases das Práticas
Corp Sistematizadas
Bases das Ativ
Aquáticas
Bases das Práticas
Corporais(Esportes)
Psicologia aplicada à
saúde
Estudos
Socioculturais I
Campo profissional
da Ed. Física
Introdução aos
Estudos
Universitários I
TOTAL
60 h
DEP CIÊNC MORF/
ICBS
04
Obrigatório
60 h
DEFI
04
Obrigatório
30 h
DEFI
02
Obrigatório
02
Obrigatório
02
Obrigatório
30 h
30 h
DEFI
DEP PSIC DO
DESENV E DA PERS
INST DE PSICO
DEFI
60 h
Obrigatório
04
60 h
DEFI
04
Obrigatório
15 h
DEFI
01
Obrigatório
345 h
23
21
Quadro 2 – Disciplinas da 2ª Etapa
DISCIPLINAS
CARGA
HORÁRIA
DEPARTAMENTO
PRÉ-REQUISITO
CRÉDITOS
CARÁTER
2a ETAPA
Estudos AnátomoFuncionais:
Cinesiologia
60 h
Fisiologia
90 h
DEP DE FISIOLOGIA
ICBS
Ginástica: Acrobacia
30 h
DEFI
Ginástica:Exercício
Físico
30 h
DEFI
Desenvolvimento
Motor
60 h
DEFI
Estudos
Socioculturais II
60 h
DEFI
Introdução aos
Estudos
Universitários II
15 h
DEFI
TOTAL
345 h
DEFI
Campo Profis da
Ed. Física
04
Obrigatório
06
Obrigatório
02
Obrigatório
02
Obrigatório
04
Obrigatório
04
Obrigatório
01
Obrigatório
Estudos AnátomoFuncionais: Anat
Campo Profis da
Ed. Física
Estudos AnátomoFuncionais: Anat
Campo Profis da
Ed. Física
Bases Prát Corp
Sistematizadas
Bases Prát Corp
(esporte)
Campo Profis da
Ed. Física
Bases Prát Corp
Sistematizadas
Bases Prát Corp
(esporte)
Campo Profis da
Ed. Física
Psicologia
aplicada à saúde
Campo Profis da
Ed. Física
Estudos
Socioculturais I
Campo Profis da
Ed. Física
Introd aos Estudos
Universitários I
23
22
Quadro 3 – Disciplinas da 3ª Etapa
CARGA
HORÁRIA
DEPARTAMENTO
LIBRAS
30h
DEE/FACED
Fisiologia do
Exercício
60 h
DEFI
60 h
DEFI
DISCIPLINAS
PRÉ-REQUISITO
CRÉDITOS
CARÁTER
3a ETAPA
Dinamização de
Programas
Recreativos e de
Lazer
Práticas Corporais
Expressivas I
02
Obrigatório
Fisiologia
04
Obrigatório
Bases Prát Corp
Sistematizadas
04
Obrigatório
02
Obrigatório
Estudos
Socioculturais II
30 h
DEFI
Esporte I
Basquetebol
60 h
DEFI
Esporte I
Atletismo
Esporte II
Futebol
DEFI
60 h
Esporte II
Futsal
Aprendizagem
Motora
60 h
TOTAL
360 h
DEFI
Bases Prát Corp
Sistematizadas
Bases Prát Corp
(esporte)
Bases Prát Corp
Sistematizadas
Bases Prát Corp
(esporte)
Bases Prát Corp
Sistematizadas
Bases Prát Corp
(esporte)
Bases Prát Corp
Sistematizadas
Bases Prát Corp
(esporte)
Bases Prát Corp
Sistematizadas
Bases Prát Corp
(esporte)
Desenvolvimento
Motor
Obrigatório
Alternativa
04
Obrigatório
Alternativa
Obrigatório
Alternativa
04
Obrigatório
Alternativa
04
24
Obrigatório
23
Quadro 4 – Disciplinas da 4ª Etapa
CARGA
HORÁRIA
DEPARTAMENTO
Fundamentos da Ed.
Física Especial
60 h
DEFI
Aprend Motora
Desenv Motor
04
Obrigatório
Biomecânica Básica
30 h
DEFI
EAF: Cinesiologia
02
Obrigatório
DISCIPLINAS
PRÉ-REQUISITO
CRÉDITOS
CARÁTER
4a ETAPA
Danças Folclóricas
Gaúchas
Dança
Contemporânea I
Danças Folclóricas
Brasileiras
60h
DEFI
Prat Corporais
Expressivas I
DEFI
Bases Prát Corp
Sistematizadas
Bases Prát Corp
(esporte)
Bases Prát Corp
Sistematizadas
Bases Prát Corp
(esporte)
Campo Profis da
Ed. Física
Esporte III
Voleibol
Esporte III
Ginástica Artística
Educação e
Promoção da Saúde
Eletiva
TOTAL
60h
04
Obrigatório
Alternativo
Obrigatório
Alternativo
Obrigatório
Alternativ0
Obrigatório
Alternativa
04
Obrigatório
Alternativa
02
Obrigatório
60 h
04
Eletivo
300 h
20
30h
DAOP
24
Quadro 5 – Disciplinas da 5ª Etapa
CARGA
HORÁRIA
DISCIPLINAS
DEPARTAMENTO
PRÉ-REQUISITO
CRÉDITOS
CARÁTER
5a ETAPA
Treinamento Físico
60 h
DEFI
Fisiologia do
Exercício
04
Obrigatório
Exercício Físico para
Crianças e Jovens
60 h
DEFI
Fisiologia do
Exercício
04
Obrigatório
Eletiva
60 h
04
Eletivo
180 h
12
TOTAL
Quadro 6 – Disciplinas da 6ª Etapa
CARGA
HORÁRIA
DEPARTAMENTO
Exercício Físico
(Treinamento de
Força)
60 h
DEFI
Ginástica: Ex
Físico
EAF: Cinesiologia
Pedagogia do Esporte
60 h
DEFI
Bases Prát Corp
(esporte)
Pesquisa em Ed
Física I
60 h
DEFI
DISCIPLINAS
PRÉ-REQUISITO
CRÉDITOS
CARÁTER
6a ETAPA
TOTAL
Campo Profis da
Ed. Física
180 h
04
Obrigatório
04
Obrigatório
04
Obrigatório
12
Quadro 7 – Disciplinas de 7ª Etapa
DISCIPLINAS
CARGA
HORÁRIA
DEPARTAMENTO
60 h
DEFI
60 h
DEFI
PRÉ-REQUISITO
CRÉDITOS
CARÁTER
7a ETAPA
Prescrição e
Avaliação em Prat
Corp e Saúde
Estudos Sócioculturais III
Fisiologia do
Exercício
Estudos Sócioculturais II
120 h
TCC I
60 h
TOTAL
180 h
04
Obrigatório
04
Obrigatório
08
DEFI
Pesquisa em Ed.
Fisica I
---
Obrigatório
25
Quadro 8 – Disciplinas de 8ª Etapa
CARGA
HORÁRIA
DISCIPLINAS
DEPARTAMENTO
PRÉ-REQUISITO
DEFI
Estudos SócioCulturais III
Prescrição e
Avaliação em Prat
Corp e Saúde
Desenvolvimento
MotorI
CRÉDITOS
CARÁTER
8a ETAPA
Bases Teóricas do
Lazer
Bases das Práticas
Corporais e Saúde
60 h
60 h
DEFI
Obrigatório
04
Obrigatório
03
Obrigatório
Eletivo
Práticas Corporais e
Envelhecimento
45 h
Eletiva
60 h
04
225 h
15
TOTAL
DEFI
04
Quadro 9 – Disciplinas de 9ª Etapa
DISCIPLINAS
CARGA
HORÁRIA
DEPARTAMENTO
PRÉ-REQUISITO
CRÉDITOS
60 h
DEFI
04
Obrigatório
60 h
DEFI
04
Obrigatório
60 h
DAOP
04
Obrigatório
60 h
DEFI
04
Obrigatório
60 h
DEFI
04
Obrigatório
CARÁTER
8a ETAPA
Teoria e Metodologia
do Treinamento
Esportivo
Organização do
Sistema Esportivo e
de Lazer
Organização do
Sistema de Saúde no
Brasil
Práticas Corporais na
Rede de Atenção
Básica em Saúde
Estágio Profissional
em Esporte, Saúde e
Lazer
I
Eletiva
60 h
04
Eletivo
Eletiva
45 h
03
Eletivo
405 h
27
TOTAL
Quadro 10 – Disciplinas de 10ª. Etapa
DISCIPLINAS
CARGA
HORÁRIA
DEPARTAMENTO
PRÉ-REQUISITO
CRÉDITOS
8a ETAPA
Eletivas
TCC II - Bacharelado
Estágio Profissional
TOTAL
180 h
60h
150 h
390 h
12
CARÁTER
26
Quadro 9 – Disciplinas Eletivas
CÓDIGO
HUM05002
EFI04343
CBS01028
CBS01001
EFI04359
BIB03306
EDU01017
EFI04341
ODO99037
EFI04339
EFI04358
EFI04002
EFI04003
EFI04020
EFI04298
EFI04372
EFI04371
EFI04373
EFI04369
EFI04375
EFI04373
DISCIPLINA
Antropologia do Corpo e da Saúde
Avaliação e Educação Postural
Biomecânica aplicada à saúde e ao
Esporte
Bioquímica Básica
Bioquímica do Exercício
Estatística aplicada à Educação Física
Esporte Handebol
Esporte Natação
Esporte Tênis
Esporte Caratê
Esporte Judô
Esporte Ginástica Rítmica
Esporte Rugby
Esporte Hóquei sobre grama
Esporte Orientação
Esporte Pólo Aquático
Esporte Canoagem
Esporte Remo
Esporte Ginástica de Trampolim
Gestão em Esporte, Lazer e Saúde
Metodologia da Pesquisa Bibliográfica
Psicologia da Educação – o Jogo I
Práticas Corporais em Saúde Mental
Práticas Integradas em Saúde I
Pesquisa em Educação Física II
Seminário Integrador das Habilitações
Licenciatura e Bacharelado em Educação
Física
Tópicos Especiais em Educação Física I
Tópicos Especiais em Educação Física II
Tópicos Especiais em Educação Física III
Tópicos Especiais em Educação Física IV
Tópicos Especiais em Práticas Corporais e
Saúde I
Tópicos Especiais em Práticas Corporais e
Saúde II
Tópicos Especiais em Práticas Corporais e
Saúde III
Tópicos Especiais em Esporte I
Tópicos Especiais em Esporte II
Tópicos Especiais em Esporte III
DEPARTAMENTO
Depto. de Antropologia
Depto de Educação Física
Depto. de Educação Física
Depto. de Bioquímica
Depto. de Bioquímica
Depto de Educação Física
Depto de Educação Física
Depto de Educação Física
Depto de Educação Física
Depto de Educação Física
Depto de Educação Física
Depto de Educação Física
Depto de Educação Física
Depto de Educação Física
Depto de Educação Física
Depto de Educação Física
Depto de Educação Física
Depto de Educação Física
Depto de Educação Física
Depto de Educação Física
Depto. de Ciência da Informação
Depto. de Estudos Básicos
Depto. de EducaçãoFísica
COMGRAD/ODONTO
Depto de Educação Física
Depto de Educação Física
Depto de Educação Física
Depto de Educação Física
Depto de Educação Física
Depto de Educação Física
Depto de Educação Física
Depto de Educação Física
Depto de Educação Física
Depto de Educação Física
Depto de Educação Física
Depto de Educação Física
27
Quadro 10 - Resumo da carga horária total do curso
Prática como componente curricular
Núcleo Campo Profissional
Campo Profissional da Ed. Física: 15 h
Núcleo Estudos Socioculturais
Estudos Socioculturais I: 15 h
Estudos Socioculturais II: 15 h
Estudos Socioculturais III: 12 h
Núcleo Desenvolvimento e Aprendizagem:
Desenvolvimento Motor: 15 h
Aprendizagem Motora: 15 h
Núcleo Práticas Corporais Sistematizadas
Bases das Práticas Corporais (esporte): 08 h
Bases das Atividades Aquáticas: 15 h
Bases das Práticas Corporais Sistematizadas: 15 h
Ginástica Acrobática : 08 h
Ginástica:Exercício Físico: 08 h
Esporte I: 15 h
Esporte II: 15h
Esporte III: 15h
Pedagogia do Esporte: 15 h
Práticas Corporais I: 08 h
Práticas Corporais II: 15 h
Ex. Físico:treinamento de força: 15 h
Núcleo Conhecimentos Biodinâmicos
Estudo Anátomo-Funcionais:Cinesiologia:15 h
Núcleo Fundamentos da Educação Inclusiva
Fundamentos da Ed. Física Especial: 15 h
Núcleo Exercício Físico e Saúde:
Prescrição e Avaliação em Prat Corporais e Saúde: 15 h
Exercício Físico para Crianças e Jovens: 15 h
Práticas Corporais e Envelhecimento: 12 h
Bases das Práticas Corporais e Saúde: 15 h
Núcleo de Estudos do Lazer:
Dinamização de Programas Recreativos e de Lazer: 15 h
Bases Teóricas do Lazer: 15h
Estágio Profissional
Estágio Profissional em Saúde ou Estágio Profissional em Esporte
Conteúdos curriculares de natureza científico-cultural
Núcleo Introdução aos Estudos Universitários: 30 h
Núcleo Campo Profissional : 45 h
Núcleo Pesquisa em Educação Física: 120 h
Núcleo Estudos Socioculturais: 138 h
Núcleo Desenvolvimento Humano: 120 h
Núcleo Práticas Corporais Sistematizadas : 403 h
Núcleo Conhecimentos Biodinâmicos: 345 h
Núcleo Fundamentos da Educação Inclusiva: 75 h
Núcleo Exercício Físico e Saúde: 198 h
Núcleo de Estudos do Lazer: 105 h:
Disciplinas Eletivas: 180 h
Formação Orientada para Saúde e Esporte: 645 h
Atividades Complementares
TOTAL
356 h
15 h
42 h
30 h
152 h
15 h
15 h
57 h
30 h
150 h
2404 h
300 h
3210 h
28
5 SÚMULAS DAS DISCIPLINAS
5.1 Disciplinas Obrigatórias
EIXO FORMAÇÃO GERAL
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Introdução aos Estudos Universitários I
Formação Geral
1ª
Obrigatória
15 h
(Até 20% da Carga Horária poderá ser desenvolvida em EAD)
Aborda a organização dos Currículos das Habilitações
Licenciatura e Bacharelado do Curso de Educação Física.
Explica a estrutura da Escola de Educação Física e da
Universidade. Realiza divulgação da Secretaria de Assistência
ao Estudante e as suas ações e programas.
Referências Básicas
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Referências Básicas
Introdução aos Estudos Universitários II
Formação Geral
2ª
Obrigatória
15 h
(Até 20% da Carga Horária poderá ser desenvolvida em EAD)
Discute o processo de ensino, pesquisa e extensão na
UFRGS e na Escola de Educação Física. Estimula a
vivência Universitária.
29
EIXO FORMAÇÃO ESPECÍFICA – NÚCLEO CAMPO PROFISSIONAL
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Referências Básicas
Campo Profissional da Educação Física
Formação Específica
Campo profissional
1ª
Obrigatória
60h (45h Teóricas e 15h Prática como componente curricular)
Até 20% da Carga Horária poderá ser desenvolvida em EAD
Aborda o universo da Educação Física no Brasil, identificando a
prática profissional dentro dos sistemas de educação, de
esporte e lazer e de saúde, bem como os trajetos curriculares
previstos para os cursos de Educação Física da Escola de
Educação Física da UFRGS. Trata do cotidiano laboral da
educação física: escolar, serviços de saúde pública, serviços de
lazer (rede pública municipal, estadual e federal, OSCIPs Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público), e
serviços privados de orientação/treinamento de práticas
corporais (academias de ginástica, clubes, escolas de formação
esportiva etc.). Instiga a reflexão sobre os dilemas éticonormativos da intervenção profissional. Promove visitas a campo
como atividades práticas do componente curricular.
GONZÁLEZ, F. J.; FENSTERSEIFER, P. E. (Org.). Dicionário
crítico de Educação Física. Ijuí/RS: UNIJUI, 2005.
FIGUEIREDO, Zenólia Cristina Campos (Org.). Formação
profissional em Educação Física e o mundo do trabalho. Vitória,
ES: Gráfica da Faculdade Salesiana, 2005.
SOUZA NETO, Samuel de; HUNGER, D. A. C. F. (Org.).
Formação profissional em educação física: estudos e pesquisas.
Rio Claro: Biblioética, 2006.
EIXO FORMAÇÃO ESPECÍFICA – NÚCLEO EXERCÍCIO FÍSICO E SAÚDE
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Referências Básicas
Educação e Promoção da Saúde*
Formação Específica
Exercício Físico e Saúde
4ª
Obrigatória
30h
Atividades de ensino envolvendo educação e comunicação,
educação permanente em saúde e educação de profissionais de
saúde. Desenvolve conteúdos na perspectiva sócio-ambiental e
de educação na saúde, com ênfase na dimensão sócio-política e
seus determinantes. Enfoca a noção de saúde e promoção de
saúde em diferentes contextos sócio-culturais.
CECCIM, Ricardo Burg. Saúde e doença: reflexão para a
educação da saúde. In: MEYER, Dagmar E. Estermann (Org).
Saúde e sexualidade na escola. 3 ed. Porto Alegre: Mediação,
2006.
MEYER, Dagmar et al. "Você aprende. A gente ensina?":
interrogando relações entre educação e saúde desde a
perspectiva da vulnerabilidade. Cadernos de Saúde Pública,
2006, v. 22, n. 6, p. 1335-1342.
WERNER, Jairo. Saúde educação: desenvolvimento e
aprendizagem do aluno. Rio de Janeiro: Gryphus, 2005.
* Disciplina do Departamento de Assistência e Orientação Profissional – DAOP, Escola de Enfermagem
30
Disciplina
Eixo
Núcleos de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Referências Básicas
Disciplina
Eixo
Núcleos de
conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Referências Básicas
Disciplina
Eixo
Núcleos de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Referências Básicas
Práticas Corporais e Envelhecimento
Formação Específica
Exercício Físico e Saúde
8ª
Obrigatória
45 h
Aborda os aspectos psicológicos, sociais e biológicos do
envelhecimento humano e os programas de exercícios físicos
voltados à saúde dessa população.
FARINATTI, P.T.V.; FERREIRA, M.S. Saúde: promoção da saúde
e educação física. Rio de Janeiro: EDUERJ, 2006.
POLOOCK, ML.; WILMORE, JH. Exercícios na saúde e na
doença: avaliação e prescrição para prevenção e reabilitação.
Medsi (ISBN: 8571990719)
SHARKEY, Brian J. Condicionamento físico e saúde. Porto
Alegre: Artmed, 2006.
Exercício Físico para Crianças e Jovens
Formação Específica
Exercício Físico e Saúde
5ª
Obrigatória
60 h
Aborda os diferentes aspectos do desenvolvimento de crianças e
jovens e os programas de exercícios físicos voltados à saúde
dessa população.
GAYA, Adroaldo; MARQUES, Antonio; TANI, Go. Desporto para
crianças e jovens: razões e finalidades. Porto Alegre: UFRGS,
2004.
FARINATTI, P.T.V.; FERREIRA, M.S. Saúde: promoção da
saúde e educação física. Rio de Janeiro: EDUERJ, 2006.
Prescrição e Avaliação em Práticas Corporais e Saúde
Formação Específica
Exercício Físico e Saúde
7ª
Obrigatória
60 h
Aborda técnicas de ergometria, antropometria, dinamometria,
testes laboratoriais e de campo para a prescrição de práticas
corporais. Discute e avalia as práticas corporais para a saúde com
base em evidências. Discute e avalia os conceitos de mortalidade,
doença cardiovascular, diabetes, obesidade, doença respiratória,
doença musculoesquelética, HIV/AIDS, saúde da criança,
envelhecimento, estratificação de risco cardiovascular. Estimula a
prescrição de práticas corporais na saúde e na doença.
HEYWARD, VH. Avaliação física e prescrição de exercício:
técnicas avançadas. Porto Alegre: Artmed (ISBN: 853630412X)
QUEIROGA, MR. Testes e medidas para avaliação da aptidão
física relacionada à saúde em adultos. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2005. (ISBN: 85-277-0981-3)
POLOOCK, ML.; WILMORE, JH. Exercicios na saúde e na
doenca: avaliação e prescrição para prevenção e reabilitação.
Medsi (ISBN: 8571990719)
31
Disciplina
Eixo
Núcleos de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Referências Básicas
Bases das Práticas Corporais e Saúde
Formação Orientada
Exercício Físico e Saúde
8ª
Obrigatória
60 h
Aborda as características das diferentes Práticas Corporais
Sistematizadas para o uso em intervenções profissionais no
campo da Saúde. Discute as potencialidades e debilidades das
práticas corporais desde diferentes perspectivas (fisiológicas,
biomecânicas, psicológicas, sociais) para intervir com diferentes
intencionalidades. Instiga à formulação de critérios consistentes
para a seleção, adaptação, criação de Práticas Corporais
Sistematizadas adequadas ao objetivo da intervenção nos
respectivos campos profissionais.
MENDES, M. I. B. S. Mens Sana in Corpore Sano: saberes e
práticas educativas sobre corpo e saúde. Porto Alegre: Sulina,
2007.
CAMPOS, G.W.S. et al. (Org.). Tratado de saúde coletiva. 2. ed.
São Paulo/Rio de Janeiro: Hucitec/Fiocruz, 2008. v. 1.
HARRIS, Janet C.; HOFFMAN, Shirl J. Cinesiologia: o estudo da
atividade física. Porto Alegre: Artmed, 2002.
EIXO FORMAÇÃO ESPECÍFICA – NÚCLEO PESQUISA EM EDUCAÇÃO FÍSICA
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Pesquisa em Educação Física I
Formação Específica
Pesquisa em Educação Física
6ª
Obrigatória
60 h
Trata dos princípios epistemológicos da produção do
conhecimento científico. Trata dos condicionantes históricos e
sociológicos do conhecimento científico. Trata dos pressupostos
éticos da produção do conhecimento científico e relaciona os
princípios epistemológicos da produção do conhecimento com
as especificidades da área de conhecimento da Educação
Física. Estimula o exercício da lógica da linguagem científica a
partir da análise de casos concretos.
Referências Básicas
ROESCH, Sylvia Maria Azevedo; BECKER, Grace Vieira; MELLO,
Maria Ivone de. Projetos de estágio e de pesquisa em administração:
guia para estágios, trabalhos de conclusão, dissertações e estudos de
caso. São Paulo: Atlas (ISBN: 8522440492)
THOMAS, Jerry R. et al. Métodos de pesquisa em atividade física.
Porto Alegre: Artmed (ISBN: 9788536308647)
MOLINA NETO, Vicente; TRIVINOS, Augusto Nibaldo Silva. A pesquisa
qualitativa na educação física: alternativas metodológicas. 3. ed. Porto
Alegre: Sulina, 2010.
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
TCC I
Formação Específica
Pesquisa em Educação Física
7ª
Obrigatória
60 h
Trata do desenvolvimento do projeto de trabalho de conclusão
de curso acompanhado por um comitê de assessoramento.
Definida a partir da temática de estudo escolhida pelo estudante
Referências Básicas
32
EIXO FORMAÇÃO ESPECÍFICA – NÚCLEO ESTUDOS SOCIOCULTURAIS
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Estudos Socioculturais I
Formação Específica
Estudos Socioculturais
1ª
Obrigatória
60h (45h Teóricas e 15h Prática como componente curricular)
Até 20% da Carga Horária poderá ser desenvolvida em EAD
Aborda conceitos básicos sobre natureza, cultura e sociedade,
tematizando o corpo e as práticas corporais, na sua relação com
esses conceitos. Discute criticamente acerca do corpo e das
práticas corporais no contexto da diversidade cultural,
problematizando as suas relações com estética e saúde,
considerando diferentes marcadores identitários, tais como:
gênero; raça/etnia; classe social; geração; e populações com
necessidades especiais. Estimula a reflexão critica acerca das
distintas perspectivas e autores tratados, estabelecendo entre
eles:
diferenças
e
semelhanças,
continuidades
e
descontinuidades, contradições e complementaridades. Prevê
até 20% da carga horária em atividades EAD.
Referências Básicas
DA MATTA, Roberto. Relativizando - uma introdução à Antropologia
Social. Petrópolis: Vozes, 1987.
CARVALHO, Yara Maria de; RUBIO, Kátia. Educação Física e Ciências
Humanas. São Paulo: Hucitec, 2001.
VILA NOVA, Sebastião. Introdução à sociologia. São Paulo: Editora
Atlas, 2008.
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Estudos Socioculturais II
Formação Específica
Estudos Socioculturais
2ª
Obrigatória
60h Teóricas
Até 20% da Carga Horária poderá ser desenvolvida em EAD
Aborda aspectos históricos e socioculturais da Educação Física,
do esporte e do lazer. Estuda distintas práticas corporais
(esportivas ou não), no contexto da diversidade cultural e na
relação com diferentes espaços sociais. Analisa criticamente
acerca de aspectos históricos e socioculturais da Educação
Física, do esporte e do lazer, na relação com diferentes práticas
corporais e da complexidade das dinâmicas sociais. Instiga os
estudantes a refletir criticamente e tomar posição acerca das
temáticas abordadas e autores tratados, estabelecendo entre
eles:
diferenças
e
semelhanças,
continuidades
e
descontinuidades, contradições e complementaridades. Prevê
até 20% da carga horária em atividades EAD.
DEL PRIORI, Mari e MELO, Victor. História do esporte no Brasil:
do império aos dias atuais. Rio Claro:Unesp, 2009.
MARCELLINO, Nelson Carvalho. Estudos do Lazer: uma
introdução. Campinas: Autores Associados, 1996b.
STIGGER, Marco Paulo. Educação Física, esporte e
diversidade. Campinas, SP: Autores Associados, 2005.
Ementa
Referências Básicas
33
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Referências Básicas
Estudos Socioculturais III
Formação Específica
Estudos Socioculturais
7ª
Obrigatória
60h (45h Teóricas e 15h Prática como componente curricular)
Até 20% da Carga Horária poderá ser desenvolvida em EAD
Estuda temas contemporâneos sobre práticas corporais, esporte
e lazer, e as suas relações com a Educação Física (a mídia; a
globalização; questões de gênero; raça; classe social;
populações com necessidades especiais; o mercado esportivo;
outros). Analisa e discute criticamente acerca desses temas,
problematizando seus vínculos com ações de intervenção social
(políticas sociais; desigualdade social; exclusão social;
educação e cidadania; voluntariado; outros). Provoca a tomada
de posições sobre atividades e projetos de intervenção social e
as suas relações com a Educação Física. Estimula os alunos a
refletir criticamente acerca de distintas perspectivas e autores
tratados, estabelecendo entre eles: diferenças e semelhanças,
continuidades
e
descontinuidades,
contradições
e
complementaridades.
MARCELLINO, Nelson Carvalho. (Org.). Políticas públicas
setoriais de lazer: o papel das prefeituras. Campinas: Autores
Associados, 1996.
ZALUAR, Alba. Cidadãos não vão ao paraíso: juventude e
política social. Campinas: Editora da Universidade Estadual de
Campinas, 1994.
EIXO FORMAÇÃO ESPECÍFICA – NÚCLEO DESENVOLVIMENTO HUMANO
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Psicologia aplicada à saúde*
Formação Específica
Desenvolvimento Humano
1ª
Obrigatória
30h
Estudo do desenvolvimento humano através de diferentes
paradigmas
psicológicos.
Compreensão
dos
aspectos
fundamentais da psicologia social e sua articulação com as
questões de saúde.
Referências Básicas
Bowlby, J. - Uma base segura - Editora Artes Médicas
Carter, Elizabeth A.; McGoldrick, Monica - As mudanças no ciclo
de vida familiar :uma estrutura para a terapia familiar - Editora
Artes Médicas
Eizirik, Claudio Laks; Kapczinski, Flávio Pereira; Bassols, Ana
Margareth Siqueira, Kapczinzki, F - O ciclo da vida humana
:uma perspectiva psicodinâmica - Editora Artmed (ISBN:
8573079096)
* Disciplina do Instituto de Psicologia
34
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Referências Básicas
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Referências Básicas
Desenvolvimento Motor
Formação Específica
Desenvolvimento Humano
2ª
Obrigatória
60h (45h Teóricas e 15h Prática como componente curricular)
Até 20% da Carga Horária poderá ser desenvolvida em EAD
Aborda a identificação das diferentes fases do desenvolvimento
motor ao longo da vida, relacionando-as com a aprendizagem
das habilidades motoras. Discute as diferentes práticas
interventivas no processo de desenvolvimento humano.
HAYWOOD, Kathleen M; GETCHELL, Nancy. Desenvolvimento
motor ao longo da vida. Porto Alegre: Artmed, 2010. ISBN
9788536322469
PAPALIA, Daiane E. Desenvolvimento humano. São Paulo:
McGraw-Hill do Brasil, 2009. ISBN 9788577260249
GALLAHUE, David L. Compreendendo o desenvolvimento
motor: bebês, crianças, adolescentes e adultos. São Paulo:
Phorte, 2005. ISBN 8576550164
Aprendizagem Motora
Formação Específica
Desenvolvimento Humano
3ª
Obrigatória
60h (45h Teóricas e 15h Prática como componente curricular)
Até 20% da Carga Horária poderá ser desenvolvida em EAD
Aborda o processo ensino-aprendizagem de habilidades
motoras. Discute os mecanismos internos que regulam o
movimento, bem como os fatores ambientais que afetam o
mesmo. Problematiza a prática das habilidades motoras nas
diferentes fases da vida.
HAYWOOD, Kathleen M; GETCHELL, Nancy. Desenvolvimento motor
ao longo da vida. Porto Alegre: Artmed, 2010. ISBN 9788536322469
MAGIL, Robert A. Aprendizagem motora: conceitos e aplicações. São
Paulo: Edgard Blücher, 2000.
SCHMIDT, R.A., WRISBERG, C.A. Aprendizagem e performance
humana: uma abordagem da aprendizagem baseada no problema.
Champaign: Human Kinetics, 2001.
35
EIXO FORMAÇÃO ESPECÍFICA – NÚCLEO PRÁTICAS CORPORAIS SISTEMATIZADAS
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Referências Básicas
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Referências Básicas
Bases das Práticas Corporais Sistematizadas
Formação Específica
Práticas Corporais Sistematizadas
1ª
Obrigatória
60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente
curricular)
Aborda conceitos das praticas corporais sistematizadas
(ginastica, jogo motor, praticas corporais expressivas, praticas
corporais junto a natureza) a partir dos critérios de logica interna
e externa. Propicia a vivencia e a analise das diferentes
demandas motoras dessas praticas. Estimula a capacidade
reflexiva que envolve o fenômeno da cultura corporal do
movimento na perspectiva do campo profissional.
DANTAS, M. Dança: o enigma do movimento. Porto Alegre: Ed.
Universidade/UFRGS, 1999.
HAAS, A. N.; GARCIA, A. Expressão corporal: aspectos gerais.
Porto Alegre: Editora da PUCRS, 2008.
SHINCA, M. Psicomotricidade, ritmo e expressão corporal:
exercícios práticos. São Paulo: Manole, 1991.
Bases das Práticas Corporais (Esporte)
Formação Específica
Práticas Corporais Sistematizadas
1ª
Obrigatória
30h (22h Teórico-práticas e 08h Prática como componente
curricular)
Aborda conceitos de esporte em relação a outros termos
vinculados à cultura corporal de movimento, contextualizando e
reconhecendo o fenômeno esporte e seus critérios de lógica
interna e externa para sua classificação. Analisa e discute as
tarefas motoras dos esportes, com base nos elementos
universais das regras esportivas (elementos formais, normas do
desenvolvimento da modalidade esportiva, meta-regras) em
suas diferentes manifestações. Define e diferencia os elementos
técnicos, as regras de ação, as combinações táticas, os
sistemas de jogo, a estratégia, bem como a capacidades físicas
e volitivas. Estimula a aproximação das diferentes modalidades,
desenvolvendo a capacidade reflexiva que envolve o fenômeno
esportivo desde a perspectiva do campo profissional
PAES, R.; BALBINO, H. F. Pedagogia do esporte: contextos e
perspectivas. Editora Guanabara.
MARQUES, António; TANI, Go (Org.). Desporto para crianças e
jovens: razões e finalidades. Porto Alegre: UFRGS, 2004.
KRÖGER, C.; ROTH, K. Escola da bola: um ABC para iniciantes
nos jogos esportivos. São Paulo: Phorte.
36
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Referências Básicas
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Referências Básicas
Bases das Atividades Aquáticas
Formação Específica
Práticas Corporais Sistematizadas
1ª
Obrigatória
30h (15h Teórico-práticas e 15h Prática como componente
curricular)
Aborda os processos de ambientação e adaptação ao meio
aquático, em relação às habilidades de controle respiratório,
imersão, flutuação, sustentação, saltos e deslocamentos (nados
elementares e utilitários) no meio líquido. Analisa e discute os
efeitos básicos do meio líquido sobre o corpo humano nos
exercícios e esportes aquáticos. Estimula a experimentação
corporal no meio aquático.
CATTEAU, R; GAROFF, G. O ensino da natação. São Paulo:
Manole, 1990
LOBO DA COSTA, PH. Natação e atividades aquáticas:
subsídios para o ensino. São Paulo: Manole, 2010.
PALMER, M. A ciência do ensino da natação. São Paulo:
Manole, 1990.
Ginástica: acrobacia
Formação Específica
Práticas Corporais Sistematizadas
2ª
Obrigatória
30h (22h Teórico-práticas e 08h Prática como componente
curricular)
Aborda elementos da ginástica que se caracterizam por uma
relação permanente entre equilíbrio e desequilíbrio corporal
mediante o uso combinado de força, agilidade e destreza.
Analisa as características das acrobacias realizadas no solo, no
ar ou em um aparelho específico, tanto de maneira individual
quanto coletiva: rolamentos, parada de mão, ponte, piruetas,
saltos mortais, pirâmide humana, trapézio, corda, cama elástica
etc. distinguindo dos exercícios de condicionamento físico.
Estimula a experimentação de movimentos acrobáticos básicos
e a criação de novas possibilidades de expressão e composição
gímnica.
BORTOLETO, M A. C. et al Introdução à pedagogia das
atividades circenses. Jundiaí: Editora Fontoura, 2008.
GÓIS, Ana Angélica Freitas; GAIO, Roberta; BATISTA, José
Carlos Freitas. A ginástica em questão: corpo e movimento. São
Paulo: Phorte, 2010.
ARAÚJO, Carlos. Manual de ajudas em ginástica. Porto: Editora
do autor, 2002.
37
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Referências Básicas
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Referências Básicas
Ginástica: Exercício Físico
Formação Específica
Práticas Corporais Sistematizadas
2ª
Obrigatória
30h (22h Teórico-práticas e 08h Prática como componente
curricular)
Aborda a ginástica na perspectiva da melhoria ou da
manutenção da condição física. Analisa a estrutura e dinâmica
dos exercícios físicos para fortalecimento e alongamento da
musculatura, o fortalecimento do sistema cardiovascular; o
aperfeiçoamento das habilidades atléticas; a perda de peso e/ou
a manutenção das funções orgânicas de alguma parte do corpo.
Estimula a descrição de movimentos utilizando terminologia
específica, a identificação das capacidades físicas e
coordenativas demandadas pelos diferentes tipos de exercícios
e a avaliação/orientação da realização adequada dos exercícios
físicos.
COSTA, Marcelo Gomes. Ginástica localizada. Rio de Janeiro:
Sprint, 1996.
SHARKEY, Brian J. Condicionamento físico e saúde. Porto
Alegre: Artmed, 2006.
HARRIS, Janet C.; HOFFMAN, Shirl J. O estuda da atividade
física. Porto Alegre: Artmed, 2002.
Práticas Corporais Expressivas I
Formação Específica
Práticas Corporais Sistematizadas
3ª
Obrigatória
30h (22h Teórico-práticas e 08h Prática como componente
curricular)
Aborda as práticas corporais expressivas ao tratar de temas
relacionados à percepção corporal e do ritmo musical e à
criação por meio do movimento. Problematiza esses temas no
campo profissional da Educação Física ao promover reflexões
nos diferentes contextos de atuação. Instiga a conexão e a
articulação com outros campos do saber.
ARTAXO, I.; MONTEIRO, G. A. Ritmo e movimento. São Paulo:
Phorte, 2000.
HALSELBACH, B. Improvisação e movimento. Rio de Janeiro:
Ao Livro Técnico, 1988.
GARCIA, A.; HAAS, A. N. Ritmo e dança: aspectos gerais.
Canoas: Ed. ULBRA, 2006.
38
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Dança Contemporânea I
Formação Específica
Práticas Corporais Sistematizadas
4ª
Obrigatória Alternativa
60h (48h Teórico-práticas e 12h Prática como componente
curricular)
Súmula
Estudo e conhecimento histórico e técnico da Dança
Contemporânea, abrangendo diferentes escolas.
Referências Básicas
BÓGEA, I. (Org.). Oito ou nove ensaios sobre o Grupo Corpo.
São Paulo: Cosac & Naify, 2007.
MOMMENSOHN, M.; PETRELLA, P. Reflexões sobre Laban: o
mestre do movimento. São Paulo: Summus, 2006.
SILVA E. R. Dança e pós-modernidade. Salvador: EDUFBA, 2005.
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Danças Folclóricas Brasileiras
Formação Específica
Práticas Corporais Sistematizadas
4ª
Obrigatória Alternativa
60h (48h Teórico-práticas e 12h Prática como componente
curricular)
Súmula
Iniciação ao estudo das danças e aprendizado de um
vocabulário provindo de manifestações tradicionais e populares
brasileiras. Investigação de manifestações culturais que
envolvem a dança no Brasil, do Brasil e sobre o Brasil. Folclore
e dança.
Referências Básicas ANDR ANDRADE, Mário de. Danças dramáticas do Brasil. Itatiaia
(ISBN: 8531904153)
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que e folclore. Rio de Janeiro:
Brasiliense (ISBN: 8511010602)
CASCUDO, Luis da Camara. Dicionário do folclore brasileiro.
Editora Global (ISBN: 8526006444)
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Referências Básicas
Danças Folclóricas Gaúchas
Formação Específica
Práticas Corporais Sistematizadas
4ª
Obrigatória Alternativa
60h (48h Teórico-práticas e 12h Prática como componente
curricular)
Estudo das manifestações culturais regionais e das danças
folclóricas gaúchas. A poética popular, ritmos e formas gaúchas.
CÔRTES, P. Manual de danças gaúchas. Editora Irmãos Vitale
(ISBN: 9788585188917)
MOVIMENTO TRADICIONALISTA GAÚCHO. Fundação Cultural
Gaúcha. Danças tradicionais gaúchas. 2. ed. rev. e ampl. Porto
Alegre, 2008.
39
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Referências Básicas
Disciplina
Eixo
Núcleos de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Referências Básicas
Exercício Físico:Treinamento de Força
Formação Específica
Práticas Corporais Sistematizadas
6ª
Obrigatória
60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente
curricular)
Aborda as alterações músculo-esqueléticas como resultado do
treinamento de força. Identifica as formas de manifestação da
força muscular nas diferentes práticas corporais. Analisa e
discute o planejamento, a aplicação e avaliação dos métodos
para seu treinamento. Estimula o desenvolvimento do
conhecimento técnico-científico para a organização do processo
do treinamento da força.
BADILLO, J.J.G.; AYESTARÁN, E.G. Fundamentos do
treinamento de força. 2. ed. Porto Alegre: Artmed (ISBN:
8573077948)
FLECK, S.; KRAEMER, W.J. Fundamentos do treinamento de
força muscular 3. ed. Porto Alegre: Artmed (ISBN:
9788536306452)
KOMI, Paavo V. Força e potência no esporte. Porto Alegre:
Artmed (ISBN: 8536306912)
Pedagogia do Esporte
Formação Específica
Práticas Corporais Sistematizadas
6ª
Obrigatória
60 h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente
curricular)
Aborda as teorias e metodologias dos processos de ensinoaprendizagem dos esportes. Discute as diferentes visões de
ensino em distintas modalidades esportivas, de acordo com suas
especificidades. Estimula a elaboração, aplicação e avaliação de
planos de ensino.
TANI, Go; BENTO; Pedagogia do desporto: definições, conceitos
e orientações. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
GAYA; MARQUES; TANI. Desporto para crianças e jovens. Porto
Alegre: Editora UFRGS, 2004.
KRÖGER; Roth. Escola da bola. São Paulo : Porte, 2006.
40
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Referências Básicas
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Referências Básicas
Esporte I – Basquetebol
Formação Específica
Práticas Corporais Sistematizadas
3ª
Obrigatória Alternativa
60 (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente
curricular)
Aborda o conhecimento e o ensino dos fundamentos técnicos
(manejo e domínio do corpo e da bola, passe e recepção,
arremesso e rebote) e táticos (tomadas de decisão,
posicionamento nas diferentes situações de jogo). Tematiza as
estratégias individuais e coletivas de defesa e ataque. Trata
sobre o conhecimento e aplicação das regras do basquetebol.
Estimula o exercício da elaboração e aplicação de planos de
aula e/ou treinamento da modalidade.
DAIUTO, Moacyr. Basquete: metodologia do ensino. Editora
Hemus (ISBN: 852890217X)
DE ROSE JUNIOR, Dante; TRICOLI, Valmor. Basquetebol: uma
visão integrada entre ciência e prática. São Paulo: Manole
(ISBN: 85-204-2212-8)
KRÖGER, Christian; ROTH, Klaus. Escola da bola: um ABC
para iniciantes nos jogos esportivos. São Paulo: Phorte (ISBN:
85-7655-026-1)
Esporte I – Atletismo
Formação Específica
Práticas Corporais Sistematizadas
3ª
Obrigatória Alternativa
60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente
curricular)
Trata sobre os elementos fundamentais do atletismo (saltos,
corridas, arremesso e lançamentos), bem como seu ensino.
Analisa e discute os elementos básicos das regras da
modalidade esportiva. Estimula a elaboração e aplicação de
exercícios para o aprendizado da modalidade, enfatizando sua
importância como esporte base
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE ATLETISMO. Regras
Oficiais de Atletismo. Rio de Janeiro: Sprint, 2009. (ISBN: 8585031-09-3)
GRANELL, José Campos; GALLACH LAZCORRETA, José
Henrique. Las tecnicas de atletismo. Paidotribo (ISBN:
8480147854)
MARTTHIESEN, Sara Quenzer. Atletismo se aprende na escola.
2. ed. São Paulo: Fontoura, 2009.
41
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Referências Básicas
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Referências Básicas
Esporte II – Futebol
Formação Específica
Práticas Corporais Sistematizadas
3ª
Obrigatória Alternativa
60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente
curricular)
Aborda o conhecimento e o ensino dos fundamentos técnicos
(passe, drible, chute, técnica do goleiro e outros), táticos
(sistemas táticos e estratégias ofensivas e defensivas), físicos
(resistência, velocidade, força e outros) e axiológicos (ética, fairplay, sociabilidade, etc.). Estuda a história do futebol e as suas
implicações sociais, econômicas e imaginárias. Desenvolve os
diferentes conteúdos e metodologias aplicadas ao ensino e ao
treino de futebol. Trata sobre o conhecimento e a aplicação das
regras do futebol, bem como as suas adaptações aos jogos
reduzidos e recreativos. Desafia no exercício de simulação de
aulas práticas.
TANI, G.; BENTO, J.; PETERSEN, R. Pedagogia do desporto.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
FREIRE, J. B. Pedagogia do futebol. Campinas: Autores
Associados, 2006.
WEINECK, J. Treinamento ideal. São Paulo: Manole, 2003.
Esporte II – Futsal
Formação Específica
Práticas Corporais Sistematizadas
3ª
Obrigatória Alternativa
60 (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente
curricular)
Aborda o conhecimento e o ensino dos fundamentos técnicos
(dos jogadores de linha e do goleiro) e táticos (tomadas de
decisão, posicionamento nas diferentes situações de jogo,
princípios do jogo). Tematiza as estratégias individuais e
coletivas de defesa e ataque. Trata sobre o conhecimento e
aplicação das regras do futsal. Estimula o exercício da
elaboração e aplicação de planos de aula e/ou treinamento da
modalidade.
MUTTI, D. Futsal: da Iniciação ao alto nível. São Paulo: Phorte,
2003.
VOSER, R. C. Futsal: princípios técnicos e táticos. 2. ed.
Canoas: Editora da Ulbra, 2003.
VOSER, R. da C.; GIUSTI, J. G. O futsal e a escola: uma
perspectiva pedagógica. Porto Alegre: Artmed, 2002.
42
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Referências Básicas
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Referências Básicas
Esporte III – Voleibol
Formação Específica
Práticas Corporais Sistematizadas
4ª
Obrigatória Alternativa
60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente
curricular)
Aborda questões metodológicas para o ensino do Voleibol no
âmbito dos fundamentos e respectivos procedimentos do jogo,
bem como os contextualiza na relação técnico/tática, ou seja,
como fazer, o que fazer e quando fazer. Trata sobre o
conhecimento e aplicação do regulamento do Voleibol e sua
respectiva adequação e significação ao perfil do iniciante.
BIZZOCCHI, Cacá. O voleibol de alto nível: da iniciação à
competição. Editora Fazendo Arte (ISBN: 85-86425-18-8)
BOJIKIAN, J.C.M. Ensinando o voleibol. São Paulo: Phorte
(ISBN: 85-86702-13-7)
Esporte III – Ginástica Artística
Formação Específica
Práticas Corporais Sistematizadas
4ª
Obrigatória Alternativa
60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente
curricular)
Aborda os conteúdos teóricos e práticos dos movimentos
básicos nos diferentes aparelhos oficiais da ginástica artística
masculina e feminina. Analisa e discute alternativas com
materais acessórios para aplicação em locais onde não haja o
equipamento oficial. Apresentar o Código de Pontação que é
objeto que promove a pontuação na ginástica artísitica. Estimula
a utilização da Ginástica Artística como elemento a ser
ensinado.
ARAÚJO, C. Manual de ajudas em ginástica olímpica. Canoas:
Editora Ulbra, 2003.
BROCHADO, F.A; BROCHADO, M.M.V. Fundamentos da
ginástica artística e de trampolins. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2005.
NUNOMURA, M.; NISTA-PÍCCOLO, V. L. (Org)
Compreendendo a ginástica artística. São Paulo: Phorte, 2005.
43
EIXO FORMAÇÃO ESPECÍFICA – NÚCLEO CONHECIMENTOS BIODINÂMICOS
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Referências Básicas
Estudos Anátomo-Funcionais: Anatomia*
Formação Específica
Conhecimentos Biodinâmicos
1ª
Obrigatória
60h Teóricas
Aborda as estruturas, os tecidos e a organização morfofuncional de diferentes sistemas do corpo humano. Discute as
relações dos sistemas mio-ósteo-articular, neuro-endócrino,
cardio-vascular e respiratório com o movimento humano.
Estimula o reconhecimeto das estruturas, tecidos e sistemas no
corpo humano em movimento
CASTRO, Sebastião Vicente de. Anatomia fundamental. Makron
Books (ISBN: 8534608555)
NETTER, Frank Henry. Atlas de anatomia humana. Elsevier
(ISBN: 9788535221480)
SOBOTTA, Johannes. Sobotta: atlas de anatomia humana. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan (ISBN: 978852771177)
* Disciplina do Instituto de Ciências Básicas da Saúde
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Referências Básicas
Estudos Anátomo-Funcionais: Cinesiologia
Formação Específica
Conhecimentos Biodinâmicos
2ª
Obrigatória
60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente
curricular)
Aborda a análise anátomo-funcional do movimento humano a
partir dos princípios e/ou mecanismos responsáveis pela
estruturação do mesmo. Discute as relações das articulações e
seus movimentos, dos grupos musculares envolvidos e dos tipos
de contração.. Estimula a realização de análise anátomofuncional das práticas corporais sistematizadas
BANKOFF, Antonia Dalla Pria. Morfologia e cinesiologia:
aplicada ao movimento humano. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2007 (ISBN:978-85-277-1277-4)
SMITH, L., WEISS, E; LEHMKUHL, L. D. Cinesiologia Clínica de
Brunnstrom. 5. ed. São Paulo: Manole, 1997.(ISBN:
8520404197)
RASCH, P.J. Cinesiologia e anatomia aplicada. 7. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan,1991.(ISBN: 85-226-0049-X)
44
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Referências Básicas
Fisiologia *
Formação Específica
Conhecimentos Biodinâmicos
2ª
Obrigatória
90h Teóricas
A disciplina visa abordar os temas fundamentais destacando os
assuntos relacionados à Fisiologia celular (homeostasia,
transporte pelas membranas, bioeletrogênese e contração
muscular) e de órgãos e sistemas (sistemas nervoso,
respiratório, cardiovascular, renal, endócrino e digestório).
Adicionalmente, a disciplina objetiva também correlacionar os
conceitos básicos da Fisiologia com o exercício da educação
física, apresentando aos alunos exemplos práticos em que se
aplicam os fundamentos fisiológicos estudados.
GUYTON, A. C. Tratado de fisiologia médica. Elsewier (ISBN:
1397835216417)
MARIEB, Elaine Nicpon et al. Anatomia e fisiologia. Porto
Alegre: Artmed (ISBN: 9788536315508)
Silverthorn, Dee Unglaub et al. Fisiologia humana: uma
abordagem integrada. São Paulo: Manole (ISBN: 8520412416)
* Disciplina do Instituto de Ciências Básicas da Saúde
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Fisiologia do Exercício
Formação Específica
Conhecimentos Biodinâmicos
3ª
Obrigatória
60h Teóricas
Aborda os mecanismos de resposta e adaptação dos sistemas
metabólico, neuromuscular, cardiorrespiratório, endócrino,
digestório e termorregulatório ao exercício físico. Discute as
respostas agudas e crônicas destes sistemas aos diferentes
exercícios. Estimula a análise e aplicação das práticas corporais
sistematizadas sob ponto de vista fisiológico.
Referências Básicas
ASTRAND, PO. Tratado de fisiologia do trabalho: bases fisiológicas do
exercício. Porto Alegre: Artmed, 2006.
POWERS, SK.; HOWLEY, ET. Fisiologia do exercício: teoria e
aplicação ao condicionamento e ao desempenho. Barueri: Manole,
1997.
WILMORE, JH.; COSTILL, DL. Fisiologia do esporte e do exercício. Rio
de Janeiro: Manole. 2010.
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Biomecânica Básica
Formação Específica
Conhecimentos Biodinâmicos
4ª
Obrigatória
30h Teóricas
Trata das variáveis velocidade, aceleração, força e torque,
pressão e trabalho associadas às práticas corporais
sistematizadas. Problematiza a análise do movimento sob o
ponto de vista mecânico. Estimula a realização de análise
biomecânica das práticas corporais sistematizadas
Referências Básicas
MCGINNIS, P. Biomecânica do esporte e do exercício. Porto Alegre:
Artmed, 2002.
OKUNO, E.; FRATIN, L. Desvendando a física do corpo humano:
biomecânica. São Paulo: Manole, 2003.
HALL, S. Biomecânica básica. São Paulo: Manole, 2009.
45
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Referências Básicas
Treinamento Físico
Formação Específica
Conhecimentos Biodinâmicos
5ª
Obrigatória
60h Teóricas
Aborda os elementos históricos e evolutivos do treinamento e as
escolas do treinamento, planejamentos, testes e programas.
Discute as capacidades condicionantes força, velocidade,
flexibilidade, resistência e coordenativas nas práticas corporais
sistematizadas. Estimula a realização de planejamentos para
diferentes práticas corporais, sua organização em ciclos e sua
avaliação com base nos princípios do treinamento.
BOMPA, T. Periodização: teoria e metodologia do treinamento.
São Paulo: Phorte, 2002.
GOMES, AC. Treinamento desportivo: estrutura e periodização.
Porto Alegre: Artmed, 2002.
WEINECK, J. Treinamento ideal. São Paulo: Manole, 2003.
EIXO FORMAÇÃO ESPECÍFICA – NÚCLEO ESTUDOS DO LAZER
Disciplina
Eixo
Núcleos de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Referências Básicas
Dinamização de programas recreativos e de lazer
Formação Específica
Estudos do Lazer
3ª
Obrigatória
60 h
Aborda necessidades e demandas relativas às práticas corporais
voltadas ao lazer de pessoas, grupos e coletividades, nas suas
dimensões biopsicossocioculturais. Discute o planejamento e a
coordenação de jornadas e serviços recreativos em âmbitos
vinculados ao lazer, com ênfase em experiências corporais
lúdicas, em articulação com outras manifestações culturais
(linguagens), considerando diferentes marcadores sociais
(geração, classe social, religião, gênero, raça e etnia) e condição
de saúde das pessoas e coletivos participantes. Analisa e
problematiza a aplicação de métodos e instrumentos de avaliação
continuada de atividades, programas e projetos de ações no
âmbito do lazer. Propõe estratégias promoção da auto-gestão de
práticas de lazer em diferentes contextos.
MASCARENHAS, Fernando. O lazer como prática de liberdade.
Goiânia: UFG, 2004.
MARCELLINO, Nelson Carvalho (Org.). Repertório de atividades
de recreação e lazer: para hotéis, acampamentos, prefeituras,
clubes e outros. Campinas: Papirus, 2009.
SILVA, T.A.C.; GONÇALVES, K.G.F. Manual de lazer e
recreação: o mundo lúdico ao alcance de todos. São Paulo:
Phorte, 2010.
46
Disciplina
Eixo
Núcleos de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Referências Básicas
Bases Teóricas do lazer
Formação Específica
Estudos do Lazer
8ª
Obrigatória
60 h
Aborda a constituição do campo do lazer enquanto um fenômeno
social e a sua relação com o mundo de trabalho, a urbanização,
as políticas públicas e sociais, a indústria do entretenimento e a
educação. Discute o processo de significação do espaço-tempo
do lazer, na sua relação com as práticas corporais. Estimula a
investigação sobre os modos de participação social em práticas
corporais de lazer, no que se refere aos seus sentidos e
significados, às possibilidades de acesso e às barreiras
socioculturais vinculadas a populações de diferentes contextos.
DUMAZEDIER, Jofre. Lazer e cultura popular. São Paulo:
Perspectiva, 1973.
ELIAS, Norbert; DUNNING, Eric. A busca da excitação. Lisboa:
Difel, 1992.
MARCELLINO, Nelson Carvalho. Estudos do lazer: uma
introdução. Campinas: Autores Associados, 1996.
EIXO FORMAÇÃO ESPECÍFICA – NÚCLEO FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS)*
Formação Específica
Fundamentos da Educação Inclusiva
3ª
Obrigatória
30 h Teóricas
Súmula
Aspectos lingüísticos da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS).
História das comunidades surdas, da cultura e das identidades
surdas. Estudo básico da LIBRAS. Políticas lingüísticas e
educacionais para surdos.
QUADROS, Ronice Muller; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua
de
sinais
brasileira.
Porto
Alegre:
Artmed
(ISBN:
9788536303086)
THOMA, Adriana da Silva. A invenção da surdez: cultura,
identidade, identidades e diferença no campo da educação.
Editora EDUNISC
Referências Bibliográficas
Básicas
 Disciplina da Faculdade de Educação
47
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Fundamentos da Educação Física Especial
Formação Específica
Fundamentos da Educação Inclusiva
4ª
Obrigatória
60 h ( 45h teóricas e 15h Prática como componente curricular)
Súmula
Aborda o ensino da educação física para pessoas com
deficiências. Discute estratégias de ensino coerentes com as
especificidades de cada deficiência. Propõe a elaboração e
aplicação de planos de ensino de educação física em turmas
com inclusão no ensino básico e em escolas especiais.
ROSADAS, Sidney de Carvalho. Educação física especial para
deficientes: fundamentos da avaliação e aplicabilidade de
programas sensório motores em deficientes. Editora Atheneu
SOLER, Reinaldo. Educação física inclusiva na escola: em
busca de uma escola plural - Editora Sprint (ISBN: 85-7332-2330)
Referências Bibliográficas
Básicas
EIXO FORMAÇÃO ORIENTADA PARA SAÚDE, LAZER E ESPORTE
Disciplina
Eixo
Núcleos de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Referências Básicas
Praticas Corporais na Rede de Atenção Básica em Saúde
Formação Orientada para Saúde, Lazer e Esporte
Práticas Corporais e Saúde
9ª
Obrigatório
60 h
Aborda as práticas corporais de acordo com as demandas e
necessidades em serviços de saúde para propor intervenções em
equipe
com
base
nas
políticas
públicas
voltadas,
preferencialmente, para a atenção básica. Problematiza a saúde
como campo do saber e sua relação com as dimensões
sociopolíticas e as condições de saúde. Estimula a proposição e
avaliação de políticas a partir das demandas de cada território e
as possibilidades de uso das práticas corporais como meio de
assistência e cuidado à saúde de acordo com as especificidades
de cada comunidade.
MENDES, Eugênio Vilaça As redes de atenção à saúde. Brasília:
Organização Pan-Americana da Saúde, 2011.
CORDONI JR., L. Elaboração e avaliação de projetos em saúde
coletiva. Londrina: EDUEL, 2005.
FRAGA, A.B; WACHS, F. (Org.). Educação Física e saúde
coletiva: políticas de formação e perspectiva de intervenção. Porto
Alegre: UFRGS, 2007.
48
Disciplina
Eixo
Núcleos de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Referências Básicas
Disciplina
Eixo
Núcleos de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Referências Básicas
Organização do Sistema de Saúde no Brasil
Formação Orientada para Saúde,Lazer e Esporte
Práticas Corporais e Saúde
9ª
Obrigatório
60 h
Atividades de ensino envolvendo a história da organização do
sistema de saúde no Brasil, a reforma sanitária brasileira e a
correlação entre políticas e sistemas de saúde. Aborda a
composição das instituições de saúde na história brasileira, desde
o Brasil colônia ao Pacto pela Saúde. Enfoca a conformação das
políticas públicas de saúde na dinâmica social, na organização
das práticas profissionais e nos sistemas de atenção no setor da
saúde, apresentando as principais questões que constituem a
agenda internacional do setor da saúde em relação à organização
dos sistemas de saúde.
ANDRADE, Selma Maffei de; SOARES, Darli Antonio; CORDONI
Jr., Luiz - Bases da Saúde Coletiva. Londrina - Editora UEL
CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa; MINAYO, Maria Cecília de
Souza; AKERMAN, Marco; DRUMOND Jr., Marcos; CARVALHO,
Yara Maria - Tratado de Saúde Coletiva - Editora Hucitec / Fiocruz
CECCIM, Ricardo Burg - Invenção da saúde coletiva e do controle
social em saúde no Brasil: nova educação na saúde e novos
contornos e potencialidades à cidadania. - Editora Revista de
Estudos Universitários
Teoria e Metodologia do Treinamento Esportivo
Formação Orientada para Saúde, Lazer e Esporte
Esporte e Lazer
9ª
Obrigatório
60 h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente
curricular)
Aborda as teorias e metodologias do treinamento esportivo.
Discute as diferentes formas de condução dos processos de
organização e estruturação do treinamento esportivo, seus ciclos
e unidades. Estimula a elaboração de planos de treinamento e
sua aplicação no esporte.
WEINECK Treinamento ideal. Barueri : Manole, 2003.
PLATONOV. Teoria geral do treinamento desportivo olímpico.
Porto Alegre: Artmed, 2004.
VERKHOSHANSKI.
Treinamento
desportivo:
teoria
e
metodologia. Porto Alegre: Artmed, 2001.
49
Disciplina
Eixo
Núcleos de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Referências Básicas
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Referências Básicas
Organização do Sistema de Esporte e Lazer
Formação Orientada para Saúde, Lazer e Esporte
Esporte e Lazer
9ª
Obrigatório
60 h
Aborda a organização dos processos de gestão do sistema
nacional de esporte e lazer no âmbito das organizações
governamentais (instâncias Nacionais, Estaduais, Regionais,
Municipais e Locais) e das instituições não-governamentais, bem
como as políticas públicas de esporte lazer. Estimula a utilização
de conceitos e de recursos derivados de teorias administrativas
organizacionais para exercer o gerenciamento de serviços
(planejamento estratégico, gestão de pessoas, gestão de recursos
financeiros), assim como desenvolver possibilidades de
articulação entre diferentes instâncias de gestão que operam
dentro do Sistema Nacional de Esporte e Lazer.
ISAYAMA, Hélder F et al. (Org.) Gestão de políticas de esporte e
lazer: experiências, inovações, potencialidades e desafios. Belo
Horizonte: UFMG, 2011.
MARCELLINO, Nelson Carvalho. (Org.). Políticas públicas
setoriais de lazer: o papel das prefeituras. Campinas: Autores
Associados, 1996.
Revista Motrivivência. Ano X N. 11 – setembro / 1998. Políticas
públicas: Educação Física/Esporte/Lazer, 1998.
Estágio Profissional em Esporte, Lazer e Saúde
Formação Específica
Campo Profissional
9ª. etapa
Eletivo
60 h
Tematiza o exercício da ação do profissional de Educação
Física em serviços públicos e privados de esporte, lazer e
saúde. Discute os dilemas que emergem da observação da
intervenção profissional. Estimula as reflexões referentes às
competências para atuação do profissional nesses campos de
atuação profissional.
PEREIRA, Isabel Brasi;l LIMA, Julio César França. Dicionário da
educação profissional em saúde. Rio de Janeiro: EPSJV, 2008.
50
Disciplina
Eixo
Núcleos de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Referências Básicas
Disciplina
Eixo
Núcleos de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Referências Básicas
Estágio Profissional em Saúde e Lazer
Formação Orientada para Saúde, Lazer e Esporte
Práticas Corporais e Saúde
10ª
Obrigatório
150 h
Propicia a prática de orientação em programas de exercícios
físicos para a saúde na forma de estágio profissional, nos campos
abordados em Práticas Corporais, Lazer e Saúde.
ASTRAND, PO. Tratado de fisiologia do trabalho: bases
fisiológicas do exercício. Porto Alegre: Artmed, 2006.
CORDONI JR., L. Elaboração e avaliação de projetos em saúde
coletiva. Londrina: EDUEL, 2005.
FARINATTI, P.T.V.; FERREIRA, M.S. Saúde: promoção da saúde
e educação física. Rio de Janeiro: EDUERJ, 2006.
FLECK, Steven J.; KRAEMER, William J. Fundamentos do
treinamento de força muscular. 3. ed. Porto Alegre : Artmed, 2006.
HARRIS, Janet C.; HOFFMAN, Shirl J. O estudo da atividade
física. Porto Alegre: Artmed, 2002.
MERHY, E. E et. all. O trabalho em saúde: olhando e
experenciando o SUS no cotidiano. São Paulo: Hucitec, 2003.
Estágio Profissional em Esporte e Lazer
Formação Orientada para Saúde, Lazer e Esporte
Esporte e Lazer
10ª
Obrigatório
150 h
Propicia o planejamento, a aplicação, o acompanhamento e a
avaliação prática de processos de ensino-aprendizagemtreinamento de modalidades esportivas.
KRÖGER; Roth. Escola da bola. São Paulo : Porte, 2006.
GAYA; MARQUES; TANI. Desporto para crianças e jovens. Porto
Alegre: Editora UFRGS, 2004.
PLATONOV. Teoria geral do treinamento desportivo olímpico.
Porto Alegre: Artmed, 2004.
TANI, Go; BENTO; Petersen. Pedagogia do Desporto: definições,
conceitos e orientações. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2006.
VERKHOSHANSKI.
Treinamento
desportivo:
teoria
e
metodologia. Porto Alegre: Artmed, 2001.
WEINECK Treinamento ideal. Barueri : Manole, 2003.
51
5.2 Disciplinas Eletivas
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Referências Básicas
Antropologia do Corpo e da Saúde *
Formação Específica
Conhecimentos Socioculturais
Sem etapa
Eletivo
30 h
Conceito antropológico de cultura, a construção cultural do corpo,
contexto social e cultural da relação saúde/doença
DA MATTA, R. - Explorações: Ensaios de Sociologia Interpretativa Editora Rocco
HELMAN, C. - Cultura, saúde e doença - Editora Artmed (ISBN:
9788536317953)
LARAIA, R. - Cultura :um conceito antropológico - Editora J. Zahar (ISBN:
9788571104389)
*Disciplina do Departamento de Antropologia
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Referências Básicas
Disciplina
Eixo
Núcleos de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Referências Básicas
Avaliação e Educação Postural
Formação Específica
Conhecimentos Biodinâmicos
Sem etapa
Eletivo
60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente
curricular)
Aborda a avaliação e a educação postural. Discute postura, más
e boas atitudes posturais e alternativas para a reeducação
postural. Estimula a aplicação e a avaliação de alternativas para
a reeducação postural e a pesquisa na área.
CAMPIGNION, Philippe. Aspectos biomecânicos: cadeias musculares e
articulares - Método G.D.S. São Paulo: Summus.
KENDALL, Florence Peterson; MCCREARY, Elizabeth Kendall;
PROVANCE, Patricia Geise. Músculos: provas e funções. São Paulo:
Manole.
KAPANDJI, Ibrahim Adalbert. Fisiologia articular: esquemas
comentados da mecânica humana. São Paulo: Manole
Biomecânica Aplicada à Saúde e ao Esporte
Formação Específica
Conhecimentos Biodinâmicos
Sem etapa
Eletivo
60 h
Aborda as características biomecânicas do movimento humano na
realização do gesto esportivo e na prevenção às lesões e na
reabilitação. Discute as características cinesiológicas e
biomecânicas associadas ao gesto esportivo e ao exercício físico.
Estimula a aplicação dos princípios biomecânicos aos esportes e
ao exercício físico realizados no meio terrestre e no meio líquido.
ZATSIORSKY, Vladimir M. Biomecânica no esporte: performance
do desempenho e prevenção de lesão. São Paulo. Guanabara,
2010.
MCGINNIS, Peter. Biomecânica do esporte e do exercício. Editora
Artmed, São Paulo, 2002.
OKUNO, Emico Desvendando a física do corpo humano:
biomecânica. Editora Manole, 2004.
52
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Referências Básicas
Bioquímica Básica *
Formação Específica
Conhecimentos Biodinâmicos
Sem etapa
Eletivo
60 h
Aminoácidos essenciais, ocasionalmente essenciais e não
essenciais. Proteínas: estrutura de proteínas, proteínas
alostéricas. Comunicação celular. Enzimas: cinética enzimática,
controle da reação enzimática, coenzimas. Síntese de DNA,
síntese de RNA, síntese de proteínas. Ciclo de Krebs, fosforilação
oxidativa. Digestão de carboidratos e absorção de oses.
Transportadores de oses. Metabolismo dos carboidratos: glicólise
e gliconeogênese, glicogenólise e glicogênese, ciclo das
pentoses. Metabolismo de lipídios: oxidação de ácidos graxos e
síntese de corpos cetônicos, síntese de ácidos graxos,
triglicerídeos e colesterol. Metabolismo das proteínas: oxidação
de aminoácidos, aminogênese, ciclo da uréia. Metabolismo
integrado: interelações entre os diferentes tecidos: tracto
gastrointestinal, fígado, músculo esquelético, músculo cardíaco,
tecido adiposo. Sistema nervoso central e rim.
Nelson, David L.; Cox, Michael M.; Lehninger, Albert Lester; Simões,
Arnaldo Antonio; Lodi, Wilson Roberto Navega - Lehninger princípios de
bioquímica - Editora Sarvier (ISBN: 8573781661)
Smith, Colleen M.; Marks, Allan D.; Lieberman, Michael; Dutra Filho,
Carlos Severo; Azevedo, Ana Maria Ponzio de; Wannmacher, Clovis
Milton Duval - Bioquímica médica básica de Marks :uma abordagem
clínica - Editora Artmed (ISBN: 9788536308807)
Voet, Donald; Voet, Judith G.; Pratt, Charlotte W. - Fundamentos de
bioquímica:a vida em nível molecular - Editora Artmed (ISBN:
9788536313474)
*Disciplina do Departamento de Bioquímica
Disciplina
Bioquímica do Exercício *
Formação Específica
Conhecimentos Biodinâmicos
Sem etapa
Eletivo
60 h
Metabolismo energético citológico e mitocondrial, no repouso e no
exercício, com enfoque no tecido muscular
Referências Básicas
Champe, PC; Harvey, RA; Ferrier, DR - Bioquímica Ilustrada. Editora ARTMED (ISBN: 9788536317137)
Maughan, R.; Gleeson, M.; Greenhaff, P. L - Bioquímica do
Exercício e do Treinamento - Editora Editora Manole LTDA (ISBN:
8520409377)
Smith, C; Marks, A; Lieberman, M. - Bioquimica Básica de MarksUma abordagem clinica - Editora Artmed (ISBN: 9788536308807)
*Disciplina do Departamento de Bioquímica
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
53
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Referências Básicas
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Referências Básicas
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Referências Básicas
Esporte – Canoagem
Formação Específica
Práticas Corporais Sistematizadas
Sem etapa
Eletivo
60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente
curricular)
Aborda o conhecimento e o ensino dos fundamentos técnicos
específicos da Canoagem. Estimula o exercício da elaboração e
aplicação de planos de aula e/ou treinamento da modalidade.
BRASIL. Ministério Extraordinário dos Esportes. Canoagem para
pessoas
portadoras
de
deficiência.
Brasília : Indesp,
Cetefe, 1996.
BYDE, Alan. ABC da canoagem. Lisboa: Presença, 1984.
FREITAS, Silvia. O que é remo, canoagem e esqui aquático?
Casa da Palavra, 2007
Esporte – Caratê
Formação Específica
Práticas Corporais Sistematizadas
Sem etapa
Eletivo
60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente
curricular)
Aborda o conhecimento e o ensino dos fundamentos técnicos
específicos.Trata sobre o conhecimento e aplicação das regras
esportivas do Caratê. Estimula o exercício da elaboração e
aplicação de planos de aula e/ou treinamento da modalidade.
NAKAYAMA, M. Dynamic karate. Kodansha International (ISBN:
978-0-87011-788-6 / 0-87011-788-2).
Esporte – Ginástica Rítmica
Formação Específica
Práticas Corporais Sistematizadas
Sem etapa
Eletivo
60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente
curricular)
Aborda o conhecimento e o ensino dos fundamentos técnicos
específicos. Estimula o exercício da elaboração e aplicação de
planos de aula e/ou treinamento da modalidade.
LEBRE, E.; ARAÚJO, C. Manual de ginástica rítmica. Porto:
Porto, 2006.
SANTOS, EVN.; LOURENÇO, MRA; GAIO, R. Composição
coreográfica em ginástica rítmica: do aprender ao fazer. Jundiaí:
Fontoura, 2010
GAIO, R. Ginástica rítmica: da iniciação ao alto nível. Jundiaí :
Fontoura, 2008
54
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Referências Básicas
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Esporte – Ginástica de Trampolim
Formação Específica
Práticas Corporais Sistematizadas
Sem etapa
Eletivo
60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente
curricular)
Aborda o conhecimento e o ensino dos fundamentos técnicos
específicos da Ginástica de Trampolim. Estimula o exercício da
elaboração e aplicação de planos de aula e/ou treinamento da
modalidade.
ARAUJO, Carlos. Manual Técnico e Pedagógico de Trampolins.
Porto: Editora do Porto, 2004.
BORTOLETO, M A. C. et al Introdução à pedagogia das
atividades circenses. Jundiaí: Editora Fontoura, 2008.
BROCHADO, Fernando Augusto. Fundamentos de Ginástica
Artística e de Trampolins. São Paulo: Editora Guanabara, 2005.
Esporte – Handebol
Formação Específica
Práticas Corporais Sistematizadas
Sem etapa
Eletivo
60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente
curricular)
Aborda o conhecimento e o ensino dos fundamentos técnicos e
táticos (tomadas de decisão, posicionamento nas diferentes
situações de jogo). Tematiza as estratégias individuais e
coletivas de defesa e ataque. Trata sobre o conhecimento e
aplicação das regras do handebol. Estimula o exercício da
elaboração e aplicação de planos de aula e/ou treinamento da
modalidade.
Referências Básicas
KRÖGER, Christian; ROTH, Klaus. Escola da bola: um ABC para
iniciantes nos jogos esportivos. São Paulo: Phorte (ISBN: 85-7655-0261)
SANTOS, Ana Lúcia Padrão dos. Manual de mini-handebol. Phorte.
TENROLLER, Carlos Alberto. Handebol: teoria e prática. Sprint (ISBN:
857332192X)
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Esporte – Hóquei sobre Grama
Formação Específica
Práticas Corporais Sistematizadas
Sem etapa
Eletivo
60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente
curricular)
Aborda o conhecimento e o ensino dos fundamentos técnicos e
táticos (tomadas de decisão, posicionamento nas diferentes
situações de jogo, princípios do jogo). Tematiza as estratégias
individuais e coletivas de defesa e ataque. Trata sobre o
conhecimento e aplicação das regras do Hóquei sobre Grama.
Estimula o exercício da elaboração e aplicação de planos de
aula e/ou treinamento da modalidade.
Súmula
Referências Básicas
CALLIONI, S. Hóckey: el aprendizaje a través del juego - como enseñar
el deporte hoy? - 1 ed. - Buenos Aires: Stadium, 2010.
FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE HÓQUEI. Documento de Apoio do
ensino do hóquei na escola - Porto: Tipografia Meneses, 2010.
VIEIRA, S. ; FREITAS, A. O que é Beisebol, Softbol e Hóquei sobre
Grama - Rio de Janeiro: Casa da Palavra: COB, 2007.
55
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Referências Básicas
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Referências Básicas
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Referências Básicas
Esporte – Judô
Formação Específica
Práticas Corporais Sistematizadas
Sem etapa
Eletivo
60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente
curricular)
Tematiza conhecimentos básicos referentes à história do Judô.
Aborda o conhecimento e o ensino elementos técnicos e
táticos. Tematiza as estratégias de defesa e ataque. Estimula o
exercício da elaboração e aplicação de planos de aula e/ou
treinamento da modalidade.
KANO, Jigoro. Judo kodokan. Cultrix (ISBN: 8531610233)
KANO, Jigoro. Kodokan judô. Kodansha International (ISBN:
0870116819)
Esporte – Natação
Formação Específica
Práticas Corporais Sistematizadas
Sem etapa
Eletivo
60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente
curricular)
Aborda os elementos fundamentais na natação (quatro estilos
competitivos, saídas e viradas), bem como seu ensino. Analisa e
discute os elementos básicos das regras da modalidade
esportiva. Estimula a elaboração e aplicação de exercícios para
o aprendizado da modalidade, enfatizando efeitos e
características do meio líquido.
CATTEAU, R.; GAROFF, G. O ensino da natação. São Paulo:
Manole, 1990.
MAGLISCHO, E. W. Nadando ainda mais rápido. São Paulo:
Manole, 1999
PALMER, M. A ciência do ensino da natação. São Paulo:
Manole, 1990.
Esporte – Orientação
Formação Específica
Práticas Corporais Sistematizadas
Sem etapa
Eletivo
60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente
curricular)
Aborda o conhecimento e o ensino dos fundamentos técnicos
específicos do esporte Orientação. Estimula o exercício da
elaboração e aplicação de planos de aula e/ou treinamento da
modalidade.
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE ORIENTAÇÃO, Regras
Gerais e Orientação Pedestre: Santa Maria – RS – Brasil: CBO,
2005.
DORNELLES, J. O. F., O percurso de Orientação, 2ª edição,
Santa Maria – RS: Brasil, Editora Palotti, 2007.
ESPANHA. Secretaría de Estado de Educación. Deporte de
orientación: secretaría de estado de educación.. Madrid:
MEC/SEE, 1996.
56
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Referências Básicas
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Referências Básicas
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Referências Básicas
Esporte – Polo Aquático
Formação Específica
Práticas Corporais Sistematizadas
Sem etapa
Eletivo
60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente
curricular)
Aborda o conhecimento e o ensino dos fundamentos técnicos e
táticos. Tematiza as estratégias individuais e coletivas de defesa
e ataque. Trata sobre o conhecimento e aplicação das regras do
Polo Aquático. Estimula o exercício da elaboração e aplicação
de planos de aula e/ou treinamento da modalidade.
CATTEAU, R.; GAROFF, G. O ensino da natação. São Paulo:
Manole, 1990.
MAGLISCHO, E. W. Nadando ainda mais rápido. São Paulo:
Manole, 1999
PALMER, M. A ciência do ensino da natação. São Paulo:
Manole, 1990
Esporte – Remo
Formação Específica
Práticas Corporais Sistematizadas
Sem etapa
Eletivo
60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente
curricular)
Aborda o conhecimento e o ensino dos fundamentos técnicos
específicos do Remo. Estimula o exercício da elaboração e
aplicação de planos de aula e/ou treinamento da modalidade.
FREITAS, Silvia. O que é remo, canoagem e esqui aquático?
Casa da Palavra, 2007.
MOLINA, Carlos. Remo de competicion, Wanceulen, 1997.
CBRemo. Manual Técnico. Rio de Janeiro, 2010.
Esporte – Rugby
Formação Específica
Práticas Corporais Sistematizadas
Sem etapa
Eletivo
60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente
curricular)
Aborda o conhecimento e o ensino dos fundamentos técnicos e
táticos do Rugby (tomadas de decisão, posicionamento nas
diferentes situações de jogo, princípios do jogo). Tematiza as
estratégias individuais e coletivas de defesa e ataque. Trata
sobre o conhecimento e aplicação das regras do Rugby.
Estimula o exercício da elaboração e aplicação de planos de
aula e/ou treinamento da modalidade.
CORLESS, Barrie. El Rugby. Madrid: Hispano Europea, 1995.
INTERNATIONAL RUGBY BOARD. Introdução ao RugbyCoaching Nível 1.
INTERNATIONAL RUGBY BOARD. Introduccón al arbitraje. s/d.
57
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Súmula
Referências Básicas
Disciplina
Eixo
Núcleos de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Referências Básicas
Disciplina
Esporte IV – Tênis
Formação Específica
Práticas Corporais Sistematizadas
Sem etapa
Eletivo
60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente
curricular)
Aborda, além do ensino dos fundamentos técnico-táticos (direita,
revés, saque, voleios, deslocamentos), os conhecimentos
básicos sobre a história do esporte, suas regras, o mini-tênis, e
o tênis em cadeira de rodas. Tematiza as diferentes estratégias
utilizadas para a elaboração de planos de aula (conteúdos e
metodologias aplicadas ao ensino do tênis). Estimula a
aplicação dos planos de aula em atividades práticas simuladas.
BALBINOTTI, C. (Org.) O ensino do tênis: novas perspectivas
de aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2009.
KRÖGER, C.; ROTH, K. Escola da bola: um abc para iniciantes
nos jogos esportivos. São Paulo: Phorte, 2002.
TANI, G.; BENTO, J.; PETERSEN, R. Pedagogia do desporto.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
Estatística Aplicada à Educação Física
Formação Específica
Pesquisa em Educação Física
Sem etapa
Eletivo
60 h
Aborda conceitos e modelos estatísticos e suas aplicações na
pesquisa científica e na avaliação em Educação Física.
BARROS, M.V.G.; REIS, R.S. Análise de dados em atividade
física e saúde. Londrina: Midiograf, 2003.
CLEGG, F. Estatística para todos. Lisboa: Gradiva, 1995.
TRIOLA, M.F. Introdução à estatística. Rio de Janeiro: Atlas,
1999.
Metodologia da Pesquisa Bibliográfica *
Formação Específica
Pesquisa em Educação Física
Sem etapa
Eletivo
45 h
A evolução dos registros do conhecimento humano. As bibliotecas
como fontes de conhecimento e de informação e manuseio das
fontes de informação. Técnicas de leitura e elaboração dos
trabalhos científicos. Normalização da apresentação dos
trabalhos. Bibliotecas como fontes de conhecimento e da
informação. Metodologia da pesquisa bibliográfica.
Referências Básicas
Rudio, Franz Victor - Introdução ao projeto de pesquisa científica Editora Vozes (ISBN: 8532600271)
Santos, Boaventura de Sousa - Pela mão de Alice :o social e o
político na pós-modernidade - Editora Cortez (ISBN: 8524905786)
VASCONCELOS, Eduardo Mourão - Complexidade e pesquisa
interdisciplinar: epistemologia e metodologia operativa. - Editora
Petrópolis (ISBN: 85.326.2791-9)
*Disciplina do Departamento de Ciência da Informação
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
58
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Referências Básicas
Disciplina
Eixo
Núcleos de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Referências Básicas
Pesquisa em Ed. Física II
Formação Específica
Pesquisa em Educação Física
Sem etapa
Eletiva
60 h
Trata de elaborar um projeto de pesquisa que cubra as
exigências metodológicas de um estudo de qualidade
acadêmica
bem
como
identificar
os
pressupostos
epistemológicos inerentes à opção metodológica do projeto
proposto.
BRACHT, Valter. Pesquisa em ação: educação física na escola.
Ijui: Editora Unijuí (ISBN: 85-7429-305-9)
FLICK, Uwe; COSTA, Joice Elias; CAREGNATO, Sonia Elisa Introdução à pesquisa qualitativa. Porto Alegre: Artmed (ISBN:
9788536317113)
LINCOLN, Yvonna S. et al. O planejamento da pesquisa
qualitativa: teorias e abordagens. Porto Alegre: Artmed (ISBN:
9788536306636
THOMAS, Jerry R. et al. Métodos de pesquisa em atividade
física. Porto Alegre: Artmed (ISBN: 9788536308647)
Molina
GAYA, A. metodologia da pesquisa em ciências do movimento
humano. Porto Alegre: Artmed (ISBN: 978-85-363-1438-9)
MOLINA NETO, Vicente; TRIVINOS, Augusto Nibaldo Silva. A
pesquisa qualitativa na educação física: alternativas
metodológicas. 3. ed. Porto Alegre: Sulina, 2010.
Praticas Corporais em Saúde Mental
Formação Orientada para Lazer e Saúde
9ª
Obrigatória
60 h
Aborda a organização da política de saúde mental no Brasil
considerando a perspectiva de desinstitucionalização, a
organização dos Centros de Atenção Psicossocial e a constituição
de redes de articulação com a rede de atenção básica. Discute a
potencialidade das práticas corporais como ferramenta
terapêutica em serviços de saúde mental. Instiga o uso das
práticas corporais como prática de cuidado de sujeitos portadores
de sofrimento psíquico e usuários de álcool e outras drogas.
AMARANTE, Paulo. Saúde mental e atenção psicossocial. Rio de
Janeiro: Editora da Fiocruz, 2007.
COSTA, Clarice Moura; FIGUEIREDO, Ana Cristina. Oficinas
terapêuticas em saúde mental: sujeito, produção e cidadania. Rio
de Janeiro: Contra Capa, 2004.
LANCETTI, Antonio. Clínica peripatética. São Paulo: Hucitec,
2008.
59
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Referências Básicas
Disciplina
Práticas Integradas em Saúde I
Formação Específica
Exercício Físico e Saúde
Eletivo
30 h
Estudos e vivências multiprofissionais e interdisciplinares em
cenários de práticas no Sistema Único de Saúde-SUS.
Conhecimento e análise do território e dos serviços de saúde.
Proposição de ações compartilhadas em saúde a partir das
necessidades identificadas na e pela comunidade.
MARTELETO, Regina Maria; STOTZ, Eduardo Navarro (Orgs.) Informação, saúde e redes sociais: diálogos de conhecimentos
nas comunidades da Maré - Editora Fiocruz;UFMG (ISBN: 19816278)
TESSER, Carlos - Medicalização Social e Atenção à Saúde no
SUS. - Editora HUCITEC (ISBN: 9788570790118)
TRAD, Leny A. Bomfim - Família contemporânea e saúde:
significados, práticas e políticas públicas. - Editora Fiocruz
(ISBN: 9788575411971)
Psicologia da Educação – o Jogo I *
Formação Específica
Fundamentos da Educação Escolar
8ª
Eletivo
30 h
Jogo, brinquedo, brincadeira: questões etimológicas, históricas,
conceituais e culturais. As funções do jogo: teorias clássicas e
contemporâneas. Processos de subjetivação e ludicidade:
perspectiva psicanalítica, cognitiva e psicomotora. Jogo e cultura:
o papel do brinquedo na impregnação cultural da criança, cultura
lúdica, mídia e ludicidade, relações com tempo livre, recreação,
lazer e ócio.
Referências Básicas
Piaget, Jean - A formação do símbolo na criança - Editora Zahar
Retondar, Jeferson José Moebus - Teoria do jogo: a dimensão
lúdica da existência humana - Editora Vozes (ISBN: 978-85-3263515-0)
Vigotsky, Lev Semenovich - A formação social da mente: o
desenvolvimento dos processos psicológicos superiores - Editora
Martins Fontes (ISBN: 978-85-336-2264-7)
*Disciplina do Departamento de Estudos Básicos
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
60
Disciplina
Eixo
Núcleo de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Referências Básicas
Disciplina
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Referências Básicas
Disciplina
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Referências Básicas
Seminário Integrador das Habilitações Licenciatura e Bacharelado
em Educação Física
Formação Específica
Sem etapa
Eletivo
30 h
Aborda a prática profissional em Educação Física no campo do
lazer, da saúde e do esporte a partir competências e habilidades
previstas para os componentes curriculares referentes às Práticas
Corporais, Lazer, Saúde e Desenvolvimento no/do Esporte.
Discute as competências e habilidades necessárias para atuar de
forma proficiente em serviços de saúde pública, em serviços de
lazer e nos serviços privados de orientação/treinamento de
práticas corporais, bem como no ensino/treinamento de
modalidades esportivas. Estimula o reconhecimento e as
possibilidades de articulação entre a prática profissional em
Educação Física no ambiente escolar e ambientes extraescolares,
bem como o desenvolvimento do pensamento crítico sobre a
produção do conhecimento na área.
FRAGA, A.B.; MAZO, J.Z.; STIGGER, M. P.; GOELLNER, S. V. (Org.).
Políticas de lazer e saúde em espaços urbanos. Porto Alegre: Gênese,
2009.
HARRIS, Janet C.; HOFFMAN, Shirl J. O estudo da atividade física. Porto
Alegre: Artmed, 2002.
Tópicos Especiais em Educação Física I
Sem etapa
Eletivo
30 h
Temas da atualidade relativos as áreas da Educação Física
(podem ser concedidos através de cursos de extensão ou estudos
em projetos de pesquisa cujos planos de ensino ou atividades e
sistemas de avaliação tenham sido previamente aprovados pela
Comgrad-EFI
Serão definidas a cada semestre, de acordo com os temas
propostos
Tópicos Especiais em Educação Física II
Sem etapa
Eletivo
60 h
Temas da atualidade relativos as áreas da Educação Física
(podem ser concedidos através de cursos de extensão ou estudos
em projetos de pesquisa cujos planos de ensino ou atividades e
sistemas de avaliação tenham sido previamente aprovados pela
Comgrad-EFI
Serão definidas a cada semestre, de acordo com os temas
propostos
61
Disciplina
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Referências Básicas
Disciplina
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Referências Básicas
Disciplina
Eixo
Núcleos de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Referências Básicas
Disciplina
Eixo
Núcleos de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Referências Básicas
Disciplina
Eixo
Núcleos de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Referências Básicas
Tópicos Especiais em Educação Física III
Sem etapa
Eletivo
60 h
Temas da atualidade relativos as áreas da Educação Física
(podem ser concedidos através de cursos de extensão ou estudos
em projetos de pesquisa cujos planos de ensino ou atividades e
sistemas de avaliação tenham sido previamente aprovados pela
Comgrad-EFI
Serão definidas a cada semestre, de acordo com os temas
propostos
Tópicos Especiais em Educação Física IV
Sem etapa
Eletivo
60 h
Temas da atualidade relativos as áreas da Educação Física
(podem ser concedidos através de cursos de extensão ou estudos
em projetos de pesquisa cujos planos de ensino ou atividades e
sistemas de avaliação tenham sido previamente aprovados pela
Comgrad-EFI
Serão definidas a cada semestre, de acordo com os temas
propostos
Tópicos Especiais em Praticas Corporais e Saúde I
Formação Orientada para Saúde, Lazer e Esporte
Sem etapa
Eletivo
20 h
Aborda temas da atualidade na área.
A serem definidas de acordo com a temática
Tópicos Especiais em Praticas Corporais e Saúde II
Formação Orientada para Saúde, Lazer e Esporte
Sem etapa
Eletivo
45 h
Aborda temas da atualidade na área.
A serem definidas de acordo com a temática
Tópicos Especiais em Praticas Corporais e Saúde III
Formação Orientada para Saúde, Lazer e Esporte
Sem etapa
Eletivo
60 h
Aborda temas da atualidade na área.
A serem definidas de acordo com a temática
62
Disciplina
Eixo
Núcleos de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Referências Básicas
Disciplina
Eixo
Núcleos de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Referências Básicas
Disciplina
Eixo
Núcleos de conhecimento
Etapa
Caráter
Carga horária
Ementa
Referências Básicas
Tópicos Especiais em Esporte I
Formação Orientada para Saúde, Lazer e Esporte
Sem etapa
Eletivo
30 h
Aborda temas da atualidade na área.
A serem definidas de acordo com a temática
Tópicos Especiais em Esporte II
Formação Orientada para Saúde, Lazer e Esporte
Sem etapa
Eletivo
45 h
Aborda temas da atualidade na área.
A serem definidas de acordo com a temática
Tópicos Especiais em Esporte III
Formação Orientada para Saúde, Lazer e Esporte
Sem etapa
Eletivo
60 h
Aborda temas da atualidade na área.
A serem definidas de acordo com a temática
5 ESTÁGIOS PROFISSIONAIS
Os estágios curriculares obrigatórios são oferecidos a partir da 9ª etapa
do currículo por meio de ações integradas com diferentes instituições.
O estudante poderá escolher a área de realização do estágio profissional
(obrigatório – 150 h): saúde e lazer ou esporte e lazer. Para a realização do
estágio na área de saúde e lazer o estudante deverá ter cursado duas das
quatro disciplinas listadas a seguir:
- EFI 04341 – Práticas Corporais em Saúde Mental
- EFI 04372 – Tópicos Especiais em Práticas Corporais e Saúde I
- EFI 04371 – Tópicos Especiais em Práticas Corporais e Saúde II
- EFI 04370 – Tópicos Especiais em Práticas Corporais e Saúde III
Será facultado ao discente a realização de estágio curricular não
obrigatório, devidamente orientado por um professor da unidade, de acordo
com a Lei Nº11.7888/2008 e de critérios acadêmicos estabelecidos pela
COMGRAD/EFI através de Resolução específica.
63
6 ATIVIDADES COMPLEMENTARES
No Curso Educação Física - Habilitação Licenciatura estão previstas 300
horas de Atividades Complementares tendo por objetivo incentivar o estudante
a expandir sua formação acadêmica para além das atividades de ensino
desenvolvidas no âmbito dos núcleos de conhecimento constituintes da
presente organização curricular.
Conforme a Resolução 24/2006 do CEPE/UFRGS e Resolução
específica da COMGRAD/EFI o estudante pode converter a carga horária
realizada em diversas atividades, no contexto da extensão universitária,
pesquisa,
estudos
independentes,
entre
outros,
em
atividades
complementares. O estudante deve reunir os documentos que comprovem a
realização de tais atividades e abrir um processo junto ao Departamento de
Consultoria em Registros Discentes (DECORDI), solicitando à Comissão de
Graduação a análise de tais documentos e registro da carga horária
homologada no Sistema de Graduação da Universidade.
7 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO/APRENDIZAGEM
E DO PROJETO PEDAGÓGICO
7.1 CONCEPÇÃO GERAL – BASE TEÓRICA
De acordo com PACHECO (2002), avaliar é olhar a partir de
determinados critérios já que não é possível saber se algo está adequado ou
inadequado, apto ou inapto, se não houver clara identificação daquilo que se
considera o parâmetro almejado. Avaliar, de certa forma é também medir
(HOFFMAN, 1991), ainda que isso seja feito de diferentes formas com
diferentes objetivos. Uma quantificação, algumas vezes empregada na
avaliação, aliada a outras estratégias de cunho qualitativo, pode oferecer
importantes subsídios para os encaminhamentos que venham a ser
desencadeados ao longo de um processo avaliativo
Nesta proposta curricular, a avaliação é um processo contínuo, e não um
ponto de chegada. É tomar uma decisão no sentido de saber aonde se quer
chegar, identificar o que não está adequado, quantificar satisfações,
64
insatisfações e expectativas. É também uma forma de subsidiar mudanças
positivas em prol de uma meta que se deseja alcançar. É uma forma tanto de
analisar o rendimento dos alunos, como também a metodologia do ensino,
especialmente quando um currículo é inspirado em competências e
habilidades, como é o caso da presente proposta da ESEF/UFRGS.
Apesar de vasta literatura a respeito, destacadamente a vasta produção
de Philippe Perrenoud, ainda pairam dúvidas sobre o termo “competência” em
contraposição a “habilidades”. Pode-se dizer que as habilidades estão
associadas ao saber fazer indicando uma capacidade adquirida. Alguns
exemplos de habilidades podem ser a) Identificar variáveis; b) compreender
fenômenos; c) relacionar informações; d) analisar situações-problema e propor
soluções adequadas. As competências são um conjunto de habilidades
harmonicamente desenvolvidas e que caracterizam uma função/profissão
específica, no caso o professor de Educação Física.
Neste sentido uma competência é a capacidade para solucionar
situações complexas que exijam conhecimentos e habilidades de diversas
naturezas. A Competência é um atributo do sujeito e não da situação
complexa. No caso da avaliação, é essencial diferenciarmos competência e
desempenho,
pois
revela
graus
de
eficiência
baseado
em
critérios
estabelecidos. Assim as habilidades devem ser desenvolvidas na busca das
competências. Uma mesma habilidade pode contribuir para competências
diferentes. No PPC da ESEF-UFRGS existe a indicação das competências
retiradas da consulta à comunidade em diferentes momentos.
Mas trabalhar com competências significa uma mudança epistemológica
com a formatação de ensino fundada na compartimentalização do saber em
disciplinas, para um conhecimento fundamentado na transdisciplinaridade. A
disciplina tem importante função organizacional no conhecimento humano,
institui-se mediante demarcação, divisão e especialização ação profissional,
respondendo a distintos domínios determinados pelo paradigma dominante.
Cada grupo de especialistas em determinada disciplina tem em conta suas
fronteiras, a linguagem por meio da qual se estrutura e se expande, com
teorias e técnicas próprias utilizadas em suas investigações. Tudo isso pode
manifestar tendência à uma autonomia exacerbada cuja face mais deturpada é
65
o enclausuramento da complexidade da realidade ao conceito dogmático de
respectiva disciplina
Porém existem organismos, sistemas, fatos, ações, elementos, que se
constituem objeto de estudo de mais de uma disciplina. Sobre a base dessa
característica podem desenvolver-se investigações e práticas docentes das
quais participem os professores-investigadores como representantes de cada
uma dessas disciplinas. Nesse caso, o trabalho investigativo se emoldura nos
limites da multidisciplinaridade. O domínio de cada disciplina serve para
aprofundar e enriquecer os conhecimentos das demais. No entanto, a
finalidade está inscrita no marco dos objetivos de cada uma, separadamente.
Os muros diminuem sua altura, mas ainda permanecem os territórios
delimitados.
A interdisciplinaridade é outro nível de colaboração, em grau superior
a multidisciplinaridade e ocorre quando durante o desenvolvimento de ação
docente afim entre os especialistas de distintas disciplinas se estabelece
transferência de conhecimentos, habilidades, propósitos, instrumentos e
tarefas. Serve como um modelo de elo no marco da preservação das
particularidades de cada especialidade. Apesar das ligações que possam
ocorrer, ainda não é sinônimo de transdisciplinaridade de uma aprendizagem
por competências.
Uma
transdisciplinaridade,
que
se
manifesta
como
fruto
do
desenvolvimento atual da ciência e tecnologia, se refere ao conhecimento que
ultrapassa a área das disciplinas, não implicando qualquer ataque aos
fundamentos disciplinares e muito menos aos seus especialistas. Antes,
porém, sugere a cooperação entre eles, a interdependência e a integração para
o desenvolvimento de competências.
Essa
interação
propicia
transformações
nas
diversas
relações,
sobretudo nas do conhecimento e requer da parte do docente uma visão ampla
e
sistêmica
da
realidade,
assim
como
experiência
em
dinâmicas
interdisciplinares, com o objetivo de superar os limites anteriores dos âmbitos
disciplinares. Não pode, e não deve reduzir-se a um intercâmbio entre
profissionais de diferentes áreas muito menos a confrontação de disciplinas e
atividades.
66
A
transdisciplinaridade,
apesar
de
ser
uma
conseqüência
do
desenvolvimento científico-tecnológico atual, não pode ser vista como um
processo espontâneo. Para alcançá-la é imprescindível a ação consciente dos
indivíduos que neste processo se envolvem. Isso se refere às pessoas,
instituições, organizações, setores populacionais e a sociedade em conjunto.
Sem menosprezar a importância de nenhum componente, não existe dúvida
em afirmar que o papel de protagonista corresponde ao setor educacional
com suas instituições, e em especial, aos docentes. As instituições de ensino
superior não podem estar alheias às mudanças no processo de criação,
transferência e uso do conhecimento, fundamentadas no reconhecimento da
complexidade, multidimensionalidade e globalidade/localizada de qualquer
objeto de conhecimento.
A educação superior tem a missão de preparar profissionais aptos a
buscarem sua auto-superação como especialistas durante toda a vida. Para
êxito desta realização contribui a formação de uma visão ampla e um
pensamento criativo, apto para dar respostas não previstas a situações
imprevisíveis, e capaz de adaptar-se ativamente a novas situações. Isto seria
facilitado se os egressos da universidade já estivessem acostumados a
assimilar conhecimentos transdisciplinares e preparados para dispor deles,
num processo de avaliação de competências.
Uma formação transdisciplinar na educação superior é um propósito de
ampla envergadura. Sua dimensão requer uma série de exigências. Entre elas
as mais importantes são o enfoque sistêmico e a integração dos conteúdos,
ambas relacionadas entre si através das competências.
O enfoque sistêmico propõe compreender o objeto de estudo como um
sistema e por sua vez como componente de um sistema mais amplo. A
integração dos conteúdos através das competências não pode ser concebida
como uma mescla ou fusão arbitrária. É ver o todo tendo em conta seus
componentes ou através de diversas especializações.
A prática (docente) deve incluir, além do conteúdo, o processo de
geração de novos conhecimentos e sua utilização. Uma via efetiva para
conseguir esta integração é a elaboração de atividades relacionadas com
textos reais, que mostrem aos alunos:
67
1- os pontos comuns a diversas especialidades com relação a objetivos,
tarefas e problemas;
2- a necessidade de dar uma nova conotação aos conceitos mais
usados e de assimilar outros novos ou aparentemente alheios à sua disciplina.
Seu efeito dependeria, em grande parte, do trabalho do professor para
despertar nos alunos o interesse por novas relações e a disposição de
conseguir outros avanços. Assim, dotará o processo de significado e porá fim
às atitudes mecanicistas. A criatividade deverá ser constante no seu trabalho.
Deve ser propósito de o professor garantir que cada aluno seja capaz de
criar e caminhar com independência. A integração deve abarcar a relação
teoria-prática. Semelhante ao enfoque sistêmico, a integração deve ampliar sua
presença em toda estrutura curricular: a tarefa docente, o tema, a disciplina, a
carreira. É preciso repensar suas dimensões e seus vínculos com outras
profissões não afins. É necessário lutar contra o isolamento de especialidades.
Assim, uma avaliação num currículo baseado em competências deve
estruturar-se em alguns procedimentos comuns e suficientemente elaborados a
partir das singularidades de cada prática docente e do conjunto de
conhecimentos no desenvolvimento de determinadas competências:
1)
Situação Desafiadora – O docente precisa desafiar o aluno com
situações e/ou problemas que mantenham sua atenção e motivação na busca
da resolução da mesma. Situações demasiadamente complexas sem o
domínio de alguns pré-requisitos podem provocar desistências do processo de
aprendizagem por entenderem a mesma muito além de suas condições
momentâneas
de
resolução.
No
extremo
oposto
uma
situação
demasiadamente simples desencadeia um desinteresse pela não exigência em
níveis adequados de suas habilidades existentes.
2)
Valor sócio-cultural - Buscar a maior proximidade possível com
a realidade. Se possível, simular esta realidade ou realização de tarefas
conjuntas nos contextos de atuação do futuro acadêmico.
3)
Nível Crescente De Dificuldade Solucionar um problema
utilizando-se da Elaboração de hipóteses; Transferências de habilidades ou
68
conhecimentos anteriores; Tomar decisões e Avaliar o resultado alcançado
através da evocação de saberes dos conteúdos, habilidades e competências.
4)
Aprendizagem
em
diferentes
níveis
-
Aprendizagem
procedimental a)Seqüência de ações rotineiras; b) Associações e repetições
levam à automatização e Aprendizagem estratégica a) Planejamento, decisões,
controle e adaptação b)Reflexão e consciência para a reestruturação de nova
ação.
5)
Aspectos
cognitivos:
a)
Autogestão
do
processo
de
aprendizagem; b) Tornar-se ativo, construtivo e reflexivo
6)
Contextualizar - Possibilitar a “tradução” do conteúdo e facilitar a
demonstração de exemplos; Equalizar a linguagem em uso aproximando-a dos
exemplos apresentados
Assim, a partir deste procedimento inicial cada docente pode questionarse sobre suas referências para avaliar, refletindo sobre estes tópicos:
1) Parâmetros: Que peso devo dar à avaliação dos conteúdos? Como
vou avaliá-los? A demonstração da competência é suficiente para a avaliação
dos conteúdos ou vou avaliá-los em separado?
2. Diversificação de estratégias
3. Negociação, que se caracteriza por: a. Facilitar a auto-análise e a
auto-crítica; b. Deixar claros objetivos e métodos; c. Estar em constante
reconstrução.
4. Tarefas contextualizadas
5. Problemas complexos
6. Conhecimento prévio da tarefa e de suas exigências
7. Avalia ações cognitivas e metacognitivas focada nos erros relativos à
construção das competências
8. A auto-avaliação é parte integrante deste processo
10. Os procedimentos, condições e apoio devem ser iguais para todos
A Avaliação neste sentido é valiosa estratégia de mediação da
aprendizagem. Nesse sentido, ela deve encorajar o aluno a reorganizar o seu
saber; colocar aluno e professor em movimento de busca de sua auto-
69
superação e favorecer a construção de sentido. De acordo com Hoffman
(1991), o maior desafio é a tomada de consciência por parte do professor com
relação a sua prática. É promover a transição da ação coercitiva para a ação
educativa.
7.2 OPERACIONALIZAÇÃO
De acordo com o Regimento Geral da Universidade o desempenho
acadêmico dos discentes é expresso sob a forma de conceitos: A, B, C
(indicam aprovação) e D (reprovação por insuficiência de aproveitamento) e
FF(reprovação por ausência de freqüência).
Dada a diversidade de disciplinas de cunho teórico e prático, os
procedimentos de avaliação são diversos. De um modo geral, os docentes
adotam variados instrumentos avaliativos tais como provas sobre o conteúdo
aplicado, apresentação de trabalhos de conclusão de disciplina, portfólio,
trabalhos escritos em grupo e individualmente, apresentação de seminários,
relatórios de observação da prática, fichas de leitura. A avaliação processual,
realizada com diversos instrumentos, possibilita um acompanhamento mais
qualificado do processo de aprendizagem e possibilita a realização da
intervenção pedagógica direcionada à superação das dificuldades percebidas.
A participação em aula, assiduidade, freqüência dos estudantes também são
considerados, por alguns docentes, fatores intervenientes no processo
avaliativo.
Ao término de cada semestre letivo os discentes podem realizar a
avaliação das atividades de ensino através de formulário padrão da
Universidade disponível na internet (portal do aluno). Esse instrumento
possibilita aos discentes a expressão de suas opiniões relacionadas ao
desenvolvimento das disciplinas com vistas ao aperfeiçoamento constante do
ensino, do currículo e da infra-estrutura do curso. Antes do início do semestre
subseqüente, cada docente pode acessar o relatório de avaliação das
disciplinas que ministrou, construído a partir das respostas dos discentes. É
possibilitada à Coordenação da Comissão de Graduação o acesso aos
relatórios, preenchidos pelos discentes, de todas as disciplinas do curso e os
resultados são analisados nas reuniões da Comissão de Graduação do Curso.
70
Em março de 2009 foi composta uma equipe para desenvolver as
atividades do Núcleo de Avaliação da Unidade (NAU). Este Núcleo tem por
objetivo criar entre os integrantes da comunidade acadêmica uma cultura
permanente de avaliação da Escola de Educação Física. Sua abordagem inicial
foi organizada em quatro etapas:

Etapa 1: mapeamento dos setores a partir de relatório fornecido
pelas chefias/coordenações abordando recursos físicos, humanos e funções
desenvolvidas;

Etapa 2: percepção das equipes de trabalho sobre o seu setor a
partir do roteiro inicial e das dimensões de avaliação do MEC;

Etapa 3: percepção do público atendido sobre os diferentes
setores

Etapa 4: percepção de cada setor em relação aos demais com os
quais se relaciona.
A partir de março de 2012 o NAU iniciou a avaliação da atual
organização curricular, implementada em fevereiro do referido ano. No primeiro
semestre de 2012 foram aplicados questionários em dois segmentos da
comunidade escolar (estudantes e professores). Após a análise dos dados
coletados e apresentação dos principais resultados à comunidade, o NAU
prevê realizar grupos focais com estudantes, professores e técnicos visando
avaliar a organização curricular vigente.
Pretende-se que as informações coletadas pelo NAU, ao realizar grupos
focais com professores, estudantes e técnicos de forma sistemática, forneçam
subsídios para o incremento da avaliação do PPC do curso.
8 INTEGRAÇÃO ENTRE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
A ESEF possui reconhecida estrutura de pesquisa e extensão,
possibilitando que seus alunos de graduação atuem de modo inequívoco tanto
com bolsas, quanto voluntários nesses projetos. Esta atuação pode ser
exemplificada pela participação de seus alunos nos Salões de Extensão e de
Iniciação Científica da UFRGS e de outras instituições. As possibilidades de
71
atuação, desde o início do curso, em projetos e programas de extensão, levam,
também, à participação dos alunos em alguns dos inúmeros grupos de
pesquisa da ESEF, já que há forte relação entre os Grupos de Pesquisa e os
Projetos de Extensão. Deste modo, ao participar de um projeto de extensão, o
acadêmico já se vê confrontado com problemas de pesquisa relacionados à
prática profissional em Educação Física.
Neste Currículo, de modo mais específico, as Disciplinas de Campo
Profissional da Educação Física e de Introdução aos Estudos Universitários,
ambas na 1ª estapa, deverão, com estratégias e focos específicos, mostrar aos
alunos, a importância e as possibilidades de inserção nas atividades de
pesquisa e extensão na ESEF e na UFRGS.
Em relação à estrutura de pesquisa, cabe ressaltar a significativa
contribuição da ESEF para a construção do campo da educação física
brasileira, pois está entre as primeiras instituições formadoras de professores e
professoras de educação física no país. Gradativamente a ESEF conquistou
espaço no cenário nacional, principalmente pela tradição de pesquisa do
Laboratório de Pesquisa do Exercício (LAPEX), criado no princípio da década
de 1970. A estrutura oferecida pelo LAPEX foi um marco importante no
incentivo a configuração de uma vocação para a pesquisa acadêmica na
ESEF/UFRGS, como também para a capacitação e treinamento de
profissionais da América do Sul e Espanha. O destaque conquistado pelo
LAPEX no panorama da educação física nacional contribuiu para que a
ESEF/UFRGS incorporasse um Centro de Excelência Esportiva (CENESP), em
1997. A pesquisa também é incentivada na ESEF pelo Centro de Memória do
Esporte (CEME), inaugurado em dezembro de 1996. O CEME foi criado com a
missão de preservar a memória da educação física e dos esportes no estado
do Rio Grande do Sul e promover atividades de pesquisa, extensão e ensino. A
criação do CEME foi uma iniciativa pioneira na educação física brasileira, que
serviu de referência para outras escolas de educação física construir seus
centros de memória. Ao longo dos mais de 10 anos de existência, o CEME
reuniu um importante acervo sobre esporte, educação física, lazer e dança no
Brasil. Este Centro tem se constituído num importante local de pesquisa, seja
pelas próprias produções, seja por se configurar como espaço de consulta para
pesquisadores que investigam as práticas corporais sistematizadas. Em 2009,
72
o CEME mudou para um novo espaço constituído de sala de acervo, sala de
exposições, sala de estudos e reuniões e sala de aula. Outro convênio que
vem beneficiando em particular os acadêmicos da ESEF foi celebrado entre o
Ministério do Esporte e a UFRGS no mês de dezembro de 2005 para
implantação do Centro de Desenvolvimento do Esporte e Lazer na Escola de
Educação Física (CEDES). Desde sua instalação, o núcleo da REDE CEDES
instalado na ESEF tem conquistado aprovação de seus projetos de pesquisa
nos editais anuais da Rede. O projeto aprovado em 2009 envolve cinco
professores permanentes do PPGCHM além de seus alunos de doutorado,
mestrado e graduação vinculados aos grupos específicos de pesquisa.
Dentre os Grupos de Pesquisa da ESEF, dos quais os alunos de
graduação participam ativamente, listam-se: Grupo de Investigação da
Mecânica do Movimento (BIOMEC), Grupo de Estudos Qualitativos Formação
de Professores e Prática Pedagógica em Educação Física e Ciências do
Esporte (F3P-EFICE), Grupo de Estudos em Fisiologia e Bioquímica do
Exercício (GEFEX), Grupo de Estudos Socioculturais em Educação Física
(GESEF), Grupo Interinstitucional de Estudos Olímpicos (GIEO), Grupo de
Pesquisa em Atividades Aquáticas e Terrestres (GPAT), Grupo de Pesquisas
em Biomecânica e Cinesiologia (GPBiC), Grupo de Pesquisa em Esportes
Aquáticos (GPEA), Grupo de Estudos sobre Cultura e Corpo (GRECCO),
Grupo de Intervenções Motoras, Grupo de Pesquisa em Mecânica e Energética
da Locomoção Terrestre (LOCOMOTION), Núcleo de Estudos em História e
Memória do Esporte (NEHME), Núcleo de Pesquisa em Políticas Públicas de
Esporte e Lazer da Cidade (NUPÉ DA CIDADE), Núcleo de Estudos em
Pedagogia e Psicologia do Esporte (NP3), Postura Corporal e Qualidade do
Movimento (PCQM), Políticas de Formação em Educação Física e Saúde
(POLIFES), Grupo de Estudos em Arte, Corpo e Educação (GRACE) e Projeto
Esporte Brasil (PRO-ESP-BR).
Em relação às atividades de Pós-Graduação, a ESEF possui o
Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano, com
mestrado e doutorado, plenamente consolidado e avaliado com conceito cinco
pela CAPES. Na área de Educação Física, no Brasil, há 25 programas de pósgraduação, apenas dois programas avaliados com conceito seis e três com
conceitos cinco.
73
Além da atuação do LAPEX e do CEME cabe sublinhar a longa e
múltipla experiência da ESEF na área da extensão universitária, com Comissão
de Extensão atuante com estrutura própria, o que possibilita um campo prático
de ensino e pesquisa em vários graus de interesse. A ESEF, atualmente,
mantém aproximadamente 50 projetos de extensão em funcionamento tanto
nas suas instalações, quanto em outros espaços (escolas, entidades, institutos,
unidades básicas de saúde) o que lhe atribui situação privilegiada no âmbito da
UFRGS.
Cabe ressaltar, também que neste currículo, há um núcleo específico
relativo à produção do conhecimento, com as disciplinas de Pesquisa em
Educação Física I, Pesquisa em Educação Física II e Trabalho de Conclusão
de Curso. Ainda, para cada formação orientada, há um Trabalho de Conclusão
de Curso (1- Educação Física Escolar, 2- Práticas Corporais Saúde e Lazer ou
Esporte), quando o acadêmico deverá, em um seminário, apresentar
publicamente seu trabalho, que é avaliado por banca.
A ESEF publica ininterruptamente, desde 1994, a revista Movimento,
com avaliação B1 para a área da Educação Física; B2 para Interdisciplinar; B3
para Educação e Saúde Coletiva; B5 para História e C para Administração,
Ciências Contábeis e Turismo no Qualis e disponível no Portal da CAPES,
indexado no ISI Web Knowledge; SCOPUS; LATINDEX, LILACS e está
presente nas seguintes bases de dados: SPORTDiscus; LAPTOC; REDALYC.
A revista Movimento tem tiragem de 1000 exemplares impressos, periodicidade
quadrimestral, propiciando permuta com mais de 60 publicações de instituições
do Brasil e do exterior.
9 EQUIPE DE TRABALHO
9.1 CORPO DOCENTE DO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA QUE
ATUA NO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA
Nº NOME
Data de
Ingresso
1.
2.
3.
4.
5.
ADRIANA BERLEZE
ADRIANE VIEIRA
ADROALDO CEZAR ARAÚJO GAYA
ALBERTO DE OLIVEIRA
MONTEIRO
ALBERTO REINALDO REPPOLD
FILHO
Data de
ingresso no
regime atual
01/03/2011
25/08/2009
08/03/1978
28/07/1993
Titulação
Classe
Nível
01/03/2011
25/08/2009
08/03/1978
01/03/1983
Regime
de
Trabalho
DE
DE
DE
DE
Doutor
Doutor
Doutor
Doutor
ADJ1
ADJ1
TIT
ADJ2
05/08/1985
DE
12/07/1988
Doutor
ASSO2
74
6.
ALEX BRANCO FRAGA
04/09/1998
DE
04/09/1998
Doutor
ADJ3
ALEXANDRE VELLY NUNES
ALVARO REISCHAK DE OLIVEIRA
ANDRÉA KRUGER GONÇALVES
CARLOS ADELAR ABAIDE
BALBINOTTI
11. CLÁUDIA SILVEIRA LIMA
01/03/1982
03/03/1998
08/02/2010
04/09/1997
DE
DE
DE
DE
10/08/1994
03/03/1998
08/02/2010
04/09/1997
Mestre
Doutor
Doutor
Doutor
ASS2
ASSO2
ADJ1
ADJ4
09/01/1997
DE
09/01/1997
Doutor
ADJ2
12. CLAUDIA TARRAGO CANDOTTI
31/07/2009
DE
31/07/2009
Doutor
ADJ1
13. CLÉZIO JOSÉ DOS SANTOS
GONÇALVES
14. DENISE GROSSO DA FONSECA
13/06/1994
DE
29/11/2000
Doutor
ADJ1
16/02/2011
DE
16/02/2011
Doutor
ADJ1
15. ELISANDRO SCHULTZ
WITTIZORECKI
16. FABIANO BOSSLE
21/02/2011
DE
21/02/2011
Doutor
ADJ1
17/02/2011
DE
17/02/2011
Doutor
ADJ1
17. FLÁVIA MEYER
18. FLÁVIO ANTÔNIO DE SOUZA
CASTRO
19. JAIR FELIPE BONATTO UMANN
12/02/1997
29/09/2005
DE
DE
12/02/1997
29/09/2005
Doutor
Doutor
ASSO2
ADJ2
17/02/2010
DE
17/02/2010
Mestre
ASS1
20. JANICE ZARPELLON MAZO
21. JEFFERSON FAGUNDES LOSS
16/01/1997
20/06/1998
DE
DE
16/01/1997
20/06/1998
Doutor
Doutor
ADJ4
ASSO1
22. JOÃO CARLOS OLIVA
10/08/1994
40
29/11/2000
Doutor
ADJ1
23. JOSÉ CÍCERO MORAES
24. LEONARDO ALEXANDRE PEYRÉ
TARTARUGA
25. LISIANE TORRES E CARDOSO
26. LUIZ BIAZÚS
27. LUIZ FERNANDO MARTINS KRUEL
28. MARCELO FRANCISCO DA SILVA
CARDOSO
29. MARCO AURÉLIO VAZ
30. MARCO PAULO STIGGER
31. MARIA LUISA OLIVEIRA DA CUNHA
32. MARIO ROBERTO GENEROSI
BRAUNER
33. MARTHA M. RATENIEKS
ROESSLER
34. MIRIAM STOCK PALMA
29/12/1989
20/06/2006
DE
DE
03/07/2002
20/06/2006
Doutor
Doutor
ASSO1
ADJ1
25/04/2006
01/03/1973
13/06/1984
08/02/1999
DE
DE
DE
DE
25/04/2006
01/03/1973
12/04/1988
08/02/1999
Doutor
Grad.
Doutor
Doutor
ADJ1
ADJ2
ASSO1
ADJ2
19/05/1992
27/03/1980
14/02/2010
03/03/1979
DE
DE
DE
DE
19/05/1992
01/11/1993
14/02/2010
09/01/1989
Doutor
Doutor
Mestre
Doutor
ASSO3
ASSO1
ASSO1
ADJ4
29/12/1989
DE
29/12/1989
Doutor
ADJ1
12/03/1984
DE
08/07/1992
Doutor
ADJ1
35. NÁDIA CRISTINA VALENTINI
11/02/2003
DE
11/02/2003
Doutor
ADJ3
36. RICARDO DEMÉTRIO DE SOUZA
PETERSEN
37. ROGÉRIO DA CUNHA VOSER
01/01/1980
DE
01/01/1980
Doutor
ASSO2
01/02/2007
DE
01/02/2007
Doutor
ADJ2
38. RONEI SILVEIRA PINTO
22/08/1994
DE
22/08/1994
Doutor
ADJ1
39. SILVANA VILODRE GOELLNER
40. VERUSKA PIRES (afastamento para
acompanhamento de cônjuge)
41. VICENTE MOLINA NETO
03/05/1993
10/10/1997
DE
DE
03/05/1993
10/10/1997
Doutor
Mestre
ASSO1
ASS1
13/01/1981
DE
23/09/1992
Doutor
TIT
7.
8.
9.
10.
9.2 SERVIDORES TÉCNICOS DA ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA
Matrícula
Nome
Categoria Funcional
03576884
ANA CRISTINA DE FREITAS GRIEBLER
BIBLIOTECARIO-DOCUMENTALISTA
12864382
CINTIA CIBELE RAMOS FONSECA
BIBLIOTECARIO-DOCUMENTALISTA
03560287
ELAINE CORREA
BIBLIOTECARIO-DOCUMENTALISTA
03544176
NAILA TOUGUINHA LOMANDO
BIBLIOTECARIO-DOCUMENTALISTA
03817008
RENATO LOVATTO PENNA
ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO
03509729
ALBERTO RAMOS BISCHOFF
TECNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS
03557618
CARLOS ROBERTO PIRES
SERVENTE DE OBRAS
75
Matrícula
Nome
Categoria Funcional
10302621
JOSE TUMAX ISBARROLA SERPA
PORTEIRO
03517561
CLAUDIO LUIZ GARCIA
ADMINISTRADOR
03569934
EDUARDO PELLEGRINO DORNELLES
ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO
03577211
JORGE LUIS DA SILVEIRA TORRES
PORTEIRO
16517490
RAMIRO MEDEIROS SARAIVA
ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO
17564557
CARLA LISBOA GRESPAN
TECNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS
16816536
CINTIA BUENO MARQUES
TECNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS
03560015
CLAUDIO NUNES SILVA
ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO
07571305
ELIANE JOST BLESSMANN
ASSISTENTE SOCIAL
03528847
IVONE JOB
BIBLIOTECARIO-DOCUMENTALISTA
03580334
JULIO DA COSTA ROCHA
JARDINEIRO
11109521
LEILA CARNEIRO MATTOS
SERVENTE DE LIMPEZA
03539611
MARIA CRISTINA LUNARDI KERN
TECNICO EM SECRETARIADO
03548260
PAULO ROBERTO PERES PAZ
ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO
03576396
RICARDO LUIZ FALCETTA DA SILVEIRA
PORTEIRO
03593517
VILI TISSOT
ALMOXARIFE
03564193
WALTER FAGUNDES
PORTEIRO
03593754
ALEX DE OLIVEIRA FAGUNDES
PORTEIRO
03517667
CLAUDIO ROBERTO ESCOVAR PAIVA
ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO
03537528
LUIZ PINTO RIBEIRO
TECNICO DE LABORATORIO AREA
17365376
RODRIGO FREITAS MANTOVANI
FISIOTERAPEUTA
03572854
ANA LUCIA MINOR LARRATEA
ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO
03563634
ROSANE AMARO LOPES
TECNICO DESPORTIVO
03513033
ARLETE DA SILVA SERPA
VESTIARISTA
03525406
GILBERTO QUERVALT RODRIGUES
ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO
10966102
JOSE CLAUDIO TASSONI DA SILVEIRA
OPERADOR DE MAQUINAS AGRICOLAS
03562174
MARA REJANE SCHIAVO DA ROSA
ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO
10355340
MARCIA DOS SANTOS DORNELLES
ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO
03582582
PAULO AFONSO RODRIGUES DE LIMA
MESTRE DE EDIFICACOES E INFRAESTRUTURA
14903415
RAFAEL CECAGNO
ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO
03569411
SELDA ENGELMAN
ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO
03580210
TANIA MARIA FONTOURA DE SOUZA
PORTEIRO
03581977
GILSON DA SILVA CARDOSO
PORTEIRO
03584550
EZEQUIEL DA ROSA MEDEIROS
PORTEIRO
03528251
ISABEL CRISTINA OLIVEIRA GARCIA
TECNICO EM CONTABILIDADE
03594114
SARAH PINHEIRO SANTOS
RECEPCIONISTA
03514791
CARLA SANTOS FERREIRA
TECNICO EM CONTABILIDADE
03583139
LUCIANO SOUZA WUTKE
VIGILANTE
03551458
ROSANGELA AZEVEDO DE ANDRADE
ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO
03564691
VANESSA BEATRIZ ROCHA
VASCONCELLOS
ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO
03566293
JAQUELINE SANTOS COSME
ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO
00190817
MÁRCIO ACOSTA MALDONADO
TÉCNICO ADMINISTRATIVO EM EDUCAÇÃO:
MÉDICO
76
10 INFRA-ESTRUTURA E RECURSOS
10.1 INFRA-ESTRUTURA
10.1.1 Setor Administrativo
O setor administrativo é composto de: salas para a direção, secretarias
administrativa, secretaria de extensão, secretaria da COMGRAD e COMPESQ,
secretaria do Departamento de Educação Física, secretaria do pós-graduação,
duas salas de aula do pós-graduação equipadas com computadores e datashow, para 20 alunos, salas de aula do pós-graduação equipadas com
computadores e data-show, para 20 alunos, uma sala de aula do pósgraduação equipada com computador e data-show, para 10 alunos, um
laboratório de informática com 20 computadores interligados à Internet a
disposição dos alunos.
10.1.2 Sala de professores e sala de reuniões
A Escola de Educação Física dispõe de vários gabinetes onde os
professores atuam ou individualmente ou em pequenos grupos. Há uma sala
de reuniões que acomoda 20 pessoas, onde acontecem as reuniões do
Conselho da Unidade e das demais instâncias da Escola: Colegiado do
Departamento; Comissões de Graduação, Pesquisa e Extensão, entre outras
que são agendadas. A Escola também dispõe de uma Sala de Seminários, com
capacidade para 70 pessoas, localizada junto ao Laboratório de Pesquisa do
Exercício (LAPEX), que se destina a reuniões de grupos de pesquisa; a
apresentações públicas de TCCs, dissertações e teses; a aulas com um grande
número de alunos; entre outras atividades agendadas.
10.1.3 Gabinetes de trabalho para professores
-
Cinco
professores
utilizam
dois
gabinetes
Poliesportivo 1, em função de suas áreas de atuação;
junto
ao
Ginásio
77
- Dois professores ocupam dois gabinetes junto ao Ginásio Bugre
Lucena, também em função de suas áreas de atuação;
- Seis professores ocupam dois gabinetes junto ao prédio administrativo;
- Dois professores, o Diretor e o Vice-Diretor da Escola, possuem
gabinetes próprios junto ao prédio administrativo;
- Dois professores que coordenam as Comissões de Graduação de
Fisioterapia e Dança compartilham gabinete de uso exclusivo junto ao prédio
administrativo;
- Professor que coordena a Comissão de Graduação de Educação
Física possui um gabinete junto a secretaria das Comissões de Graduação;
- Um professor, chefe do Departamento de Educação Física, utiliza a
sala do Departamento, junto com três servidores;
- Professor coordenador do PPG possui gabinete exclusivo junto à
secretaria do Programa;
- Professor diretor do Laboratório de Pesquisa do Exercício ocupa um
gabinete naquele local;
- Professor coordenador do Centro de Memória do Esporte dispõe de um
gabinete junto àquele local;
- Professor coordenador do projeto Segundo Tempo utiliza um gabinete
junto à secretaria do projeto;
- Professor tutor do Programa de Educação Tutorial ocupa uma sala
coletiva junto ao grupo;
- Seis Professores dividem uma grande sala junto ao prédio
administrativo;
- Dois Professores, coordenador e colaborador, do Centro de Lazer e
Recreação do Idoso utilizam a sala da sede do projeto, junto ao Centro
Natatório;
- Vinte e dois professores utilizam 12 gabinetes no prédio do LAPEX.
10.1.4 Salas de aula e demais setores
O Campus Olímpico, localizado em uma área de 12,5 hectares, dispõe
de uma área construída de aproximadamente 11.000m 2, onde são oferecidos
78
cursos de graduação, Programa de Pós–Graduação, cursos de especialização,
além dos projetos de extensão. São utilizadas salas de aula para disciplinas de
cunho teórico e salas para aulas práticas. Os ambientes são adequados às
atividades de ensino, pesquisa e extensão ali desenvolvidas. Sendo composto
por:
- um ginásio (ginásio I) poliesportivo com possibilidade de uso
simultâneo de duas quadras de voleibol, ou duas quadras de basquetebol ou
duas quadras de futsal (dimensões pequenas), ou duas quadras de handebol
(dimensões pequenas) ou uma quadra de futsal (dimensão grande), ou ainda,
uma quadra de handebol dimensão grande), contando ainda com duas salas
de aula equipadas com computadores e data-shows e sala de professor;
- um ginásio (ginásio II) para uso simultâneo das modalidades de judo,
ginástica rítmica desportiva, ginástica olímpica e saltos acrobáticos, contendo
ainda duas salas de professores e vestiários;
duas salas para as aulas de Práticas Corporais Expressivas e ginásticas;
- um conjunto de seis salas de aula para 40 alunos cada, equipadas
comcomputadores e data-shows, junto a sanitários e a biblioteca.
- um centro natatório com duas piscinas térmicas, sendo uma profunda
de 25x12 metros e outra rasa de 12x6 metros, com vestiários, três gabinetes
relacionados a projetos de extensão desenvolvidos no centro natatório, uma
sala de aula, uma sala de ginástica, um setor administrativo interno, uma sala
para as atividades do Centro de Recreação e Lazer (CELARI), projeto de
extensão para a terceira idade) e a sede do Núcleo de Avaliação da Unidade
(NAU).
- uma sala de musculação equipada, com espaço para aulas alternadas
de musculação;
- um Laboratório de Pesquisas (LAPEX) com setor administrativo
interno, quatro setores de pesquisa equipados para investigações nas áreas de
biomecânica, fisiologia do exercício, cinesiologia, desenvolvimento motor e
outros, uma sala para fisioterapia, salas para professores pesquisadores, sala
para alunos dos programas de pós-graduação, vestiários e uma sala de
multimídia.
- uma biblioteca setorial com um espaço de 401,61 m², com um total de
13622 exemplares entre livros, teses e dissertações, 135 periódicos correntes,
79
482 periódicos não correntes, 208 fitas de vídeo, seis computadores em rede
com as possibilidades oferecidas pela Biblioteca Central da Universidade, sala
para projeção das fitas de vídeo, sala para administração interna e espaço para
leitura;
- uma quadra polivalentes ao ar livre para voleibol, basquetebol,
handebol e futsal;
- duas quadras ao ar livre para voleibol;
- uma quadra ao ar livre para voleibol de areia;
- três quadras ao ar livre para futsal;
- quatro quadras ao ar livre para tênis;
- dois campos gramados de futebol;
- um complexo atlético para competições de atletismo, pista e campo,
com espaço alternativo para campo de futebol, com vestiários próximos.
10.2 RECURSOS
10.2.1 Laboratório de Pesquisa do Exercício
O Laboratório de Pesquisa do Exercício apresenta estrutura humana e
física adequada e de alto nível nos diversos setores que o compõem:
Biomecânica - Avalia eventos de várias modalidades esportivas. As
avaliações envolvem força de reação com o solo e diversas variáveis
relacionadas ao movimento humano, como trajetória do movimento, ângulo das
articulações, velocidades e aceleração dos segmentos, e localização do centro
de massa. Equipamentos: Células de carga para medida de força; sistema de
mecanografia;
acelerômetros
unidirecionais;
goniômetro;
dinamômetro;
plataforma de força; sistema para medida de impulso vertical; sistema de vídeo
para análise de movimentos.
Avaliação Postural - Analisam-se as posturas estática e dinâmica,
medem-se
as
amplitudes
articulares
e
levantam-se
informações
complementares sobre a postura diária dos avaliados. Equipamentos:
Posturógrafo; máquina fotográfica digital; maca.
Cineantropometria - Analisa a composição corporal de sedentários e
atletas, procurando observar suas alterações e fornecer equações específicas
80
para essa população. Equipamentos: Aparelho de bioimpedância; compasso
de dobras cutâneas; fita métrica; paquímetro; estadiômetro; balança; aparelho
para medir envergadura.
Fisiologia e Bioquímica do Exercício - Avalia capacidades e potências
aeróbica e anaeróbica. Os testes são realizados em esteira, bicicleta ou em
campo, por meio da mensuração de lactato sanguíneo, consumo de oxigênio e
produção de dióxido de carbono. Equipamentos: Bomba de sucção;
centrífuga; banho termostatizado; espectrofotômetro; microscópio; lactímetro;
analisador de consumo direto O2 e CO2; medidor de batimentos cardíacos;
bicicleta ergométrica; esteiras rolantes; analisador de eletrólitos.
Câmara
Ambiental
-
Desenvolve
pesquisas
sobre
respostas
fisiológicas, perceptivas, metabólicas e de performance quando o organismo é
exposto a diferentes condições ambientais. Simula diversas condições de calor
ou frio numa faixa muito acurada de temperatura e umidade de ar. Assim, são
avaliados diversos aspectos da regulação térmica, como taxa de sudorese,
processo de aclimatização e reidratação, tanto no repouso, durante o exercício
e na recuperação, em indivíduos atletas, ativos ou sedentários.
Neuromuscular - Desenvolve pesquisa básica nas áreas de Mecânica
Muscular, Fisiologia Muscular e Controle Motor associadas ao Esporte. Sua
infraestrutura possibilita a investigação científica tanto do funcionamento do
sistema neuromuscular como da influência dos processos fisiológicos e dos
fatores mecânicos na condição física do atleta. Equipamentos: Sistema de
eletromiografia; dinamômetro isocinético; estimulador elétrico; osciloscópio.
Ergometria - Desenvolve um Programa de Avaliação Funcional e
Cardiológica por meio de testes ergométricos. Esses testes, disponíveis para a
comunidade universitária e a comunidade em geral, consistem em um esforço
padronizado em esteira rolante. São realizadas medidas fisiológicas da
capacidade física, controle de pressão arterial e registro do eletrocardiograma
que darão o perfil das condições de aptidão do indivíduo para a prática de
exercícios.
Avaliação em Atividades Aquáticas - Realiza avaliações que fornecem
informações precisas no campo da fisiologia, da biomecânica e do
treina¬mento desportivo aplicado, para uso na elaboração de treinamentos.
81
Permite a filmagem e avaliações fisiológicas do indivíduo realizando qualquer
modalidade aquática.
Plasticidade Neuromuscular - Desenvolve pesquisa básica nas áreas
de Mecânica Muscular, Fisiologia Muscular e Controle Motor associadas ao
esporte. Possibilita a investigação científica tanto do funcionamento do sistema
neuromuscular como da influência dos processos fisiológicos e dos fatores
mecânicos na condição física do atleta. Equipamentos: Sistema de
eletromiografia; dinamômetro isocinético; ecógrafo; estimulador elétrico;
osciloscópio.
10.2.2 Biblioteca
A UFRGS mantém um Sistema de Bibliotecas que abrange 33
bibliotecas setoriais. A política de atualização do acervo de graduação
fundamenta-se na aquisição do material bibliográfico (livros impressos)
identificado nos planos de ensino das disciplinas. O número de exemplares
necessários é calculado com base na média do número de matrículas por
disciplina
e
no
status
da
bibliografia
(básica
essencial,
básica
ou
complementar, pelo sistema - SABi).
A distribuição do material adquirido entre as bibliotecas que compõem o
Sistema de Bibliotecas é feita de acordo com os locais, onde são ministradas
as disciplinas, de modo que o material bibliográfico impresso fique localizado o
mais próximo possível do aluno e do docente. Desde 2005 a Biblioteca Central
vem adquirindo também livros em formato eletrônico para uso na pesquisa e na
pós-graduação, o que permite amplo acesso por parte da comunidade, pois o
material é liberado para todo o intervalo de IPs da Universidade, incluindo
acesso remoto pelo mecanismo de Proxy.
A coleção da Biblioteca Edgar Sperb da Escola de Educação/ESEF faz
parte do Sistema de Bibliotecas da UFRGS, assim ficam compartilhados todos
os acervos da Universidade - os usuários internos e externos têm acesso a
esse Sistema. O acervo é considerado plenamente adequado, em quantidade,
pertinência, relevância acadêmico-científica e atualização, atendendo dessa
forma à bibliografia básica estabelecida nos planos de ensino das unidades
82
envolvidas no curso em avaliação (Educação, Ciências Básicas da Saúde,
Medicina, Artes). Também é alimentado e atualizado com repasse de verba do
MEC, dos cursos de pós-graduação, doações de professores que publicam
nessa área e de editoras especializadas.
A metodologia institucional para aquisição, implantada em 2006, prioriza
a bibliografia básica em quantidade de exemplares compatível com o número
de matrículas efetuadas em cada disciplina.
Para identificação dos títulos a serem adquiridos, os planos de ensino
são coletados junto ao Departamento de Ensino e é feita a verificação, no
Sistema de Automação de Bibliotecas - SABi, dos títulos já constantes no
acervo. É gerado um relatório das disciplinas e a bibliografia correspondente.
Em relação a periódicos, a Universidade utiliza amplamente o Portal
Periódicos da CAPES. As coleções impressas correntes são adquiridas através
de doação e intercâmbio entre as instituições publicadoras de periódicos
científicos. O acervo de periódicos da UFRGS na área de Educação Física é
um dos mais completos da região Sul do País.
Periódicos nacionais são recebidos em sua maioria através de doação
interinstitucional e permuta; é importante, para isso, o incentivo que os editores
de periódicos recebem de órgãos de fomento e avaliação, como CNPq e
CAPES. Em relação aos periódicos estrangeiros e bases de dados, a UFRGS
tem acesso ao Portal Periódicos CAPES em sua totalidade. A Biblioteca Edgar
Sperb faz parte do CCN e COMUT – como Biblioteca Base.
11 IMPLANTAÇÃO DO NOVO CURRÍCULO
Considerando a estrutura da Escola de Educação Física da UFRGS, em
relação às instalações físicas e quadro de professores e servidores técnicoadministrativos envolvidos com as atividades da graduação, tanto direta,
quanto indiretamente, ao implantar-se este projeto, todos os alunos vinculados
ao Curso de Educação Física – Habilitação Licenciatura, irão migrar para a
organização curricular descrita neste PPC, com exceção dos alunos vinculados
ao currículo 0.45.00, que será extinto em 2012/2.
Os alunos que ingressaram no Curso Educação Física – Habilitação
Licenciatura a partir do ano de 2005 e que, ao término do 2º. Semestre letivo
83
de 2011 necessitavam de, no máximo, 60 créditos e a disciplina de Trabalho de
Conclusão de Curso II para integralizar a carga horária do curso e, ainda,
pretendem solicitar a colação de grau em 2012/2, estão recebendo um
tratamento diferenciado: a coordenação da COMGRAD/EFI está orientando a
matrícula desses estudantes de forma a garantir o atendimento à legislação
atual sem prejudicar sua diplomação no tempo por eles previsto.
A Comissão de Graduação-EFI irá divulgar amplamente o quadro das
disciplinas liberadas e liberadoras aprovada em Resolução específica , além de
realizar reuniões com os estudantes para esclarecer suas dúvidas referentes
ao processo de adaptação ao novo currículo.
Serão estudados, pela Comissão de Graduação-EFI, individualmente, os
casos, a fim de que os alunos sejam colocados no currículo proposto, sem que
permaneçam mais tempo do que o previsto, na Universidade, e sem que haja
prejuízos em suas formações. Além disso, na transição dos currículos, será
levada em consideração a legislação pertinente às horas totais de atividades,
as horas de estágio, as horas de prática como atividade curricular e as horas
relativas aos créditos complementares.
84
Referências
BENITES, L. C.; SOUZA NETO, S.; HUNGER, D. O processo de constituição histórica das
diretrizes curriculares na formação de professores de Educação Física. Educação e Pesquisa.
São Paulo, v. 34, n. 2, p. 343-360, maio-ago. 2008.
FRAGA, A. B. ; WACHS, Felipe ; NUNES, R. V. ; BOSSLE, C. B. ; BASTOS, A. P. P.;
BREUNIG, F. F. . Alterações curriculares de uma escola septuagenária: um estudo sobre as
grades dos cursos de formação superior em educação física da ESEF/UFRGS. Movimento
(UFRGS. Impresso), v. Espec., p. 1-27, 2010.
Goellner, S. V.; Dalsin, K.; Dutra, L. dos S.; Frizzo, G. E.; von Muhlen, J. C.; Romero, C.S.;
Duarte, A. P.; Carmona, H.P.; Mattos, L. C. ESEF 65 anos: entre memórias e histórias.
Movimento, vol. 11, núm. 3, septiembre-diciembre, pp. 201-218. 2005
GUTIERREZ,
W.
Histórico.
Porto
Alegre,
1971.
www6.ufrgs.br/esef/esef/historico.htm. Acesso em 10 jun 2011.
Disponível
em
http://
MAZO, J. Memórias da Escola Superior de Educação Física da Universidade Federal do Rio
Grande do Sul (ESEF/UFRGS): um estudo do período de sua fundação até sua federalização.
Movimento (Niterói), Porto Alegre, v. 11, n. 1, p. 143-167, 2005.
MOLINA NETO, V. ; NUNES, C. F. T. O processo de federalização da ESEF/UFRGS sob a
perspectiva dos professores: o estudo de um caso.. Movimento (Porto Alegre), Porto Alegre, v.
11, n. 2, p. 167-189, 2005.
SOUZA NETO, S. ; ALEGRE, A. de N. ; HUNGER, D. ; PEREIRA, J. M. . A formação do
profissional de Educação Física no Brasil: uma história sob a perspectiva da legislação federal
no século XX. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, Campinas, v. 25, n. 2, p. 350-362,
2004.
85
APÊNDICE A
Ao Conselho da Unidade (CONSUNI) da Escola de Educação Física/UFRGS.
A Comissão de Reestruturação Curricular (CRC) vem por meio desta carta solicitar que seja
referendado o que foi sistematizado a partir das discussões da comunidade esefiana, que se encontra
descrito abaixo.
Justificativa
A Educação Física (EF) é uma área de intervenção caracterizada pela prática pedagógica dos
elementos da cultura corporal em diferentes contextos: escolas, academias, clubes, serviços de saúde
pública, etc. No âmbito da formação inicial, é necessário o desenvolvimento de capacidades que
contemplem essas áreas de atuação. A formação em Educação Física, tal como se encontra hoje
estruturada na Escola de Educação Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul
(ESEF/UFRGS), dividida em Licenciatura e Bacharelado, restringe a área de atuação do profissional e
limita o acesso a determinados conhecimentos da EF – como os pedagógicos para os bacharéis e do
treinamento para os licenciados – e não tem dado conta dessa configuração.
Desde 2007, a ESEF vem discutindo os efeitos do processo de implantação dos cursos de
Licenciatura e Bacharelado de 2005. Essas discussões resultaram na criação da CRC em junho de 2009,
que, a partir de então, organizou novas discussões e sistematizou as questões e encaminhamentos
levantados.
Com o aprofundamento dos estudos acerca do currículo, a partir dos problemas encontrados,
concluiu-se a necessidade de construir um curso de EF com dupla modalidade (Bacharelado e
Licenciatura) que resulte numa formação ampla a fim de satisfazer as exigências do campo de atuação
profissional.
Perfil do Egresso
O campo de trabalho da EF é caracterizado pelo exercício da prática pedagógica dos elementos
da cultura corporal em diferentes contextos. O egresso do curso de EF da UFRGS, por meio de uma
formação estruturada nos conhecimentos de diferentes áreas (biológica\pedagógica\sociocultural) terá
construído um conjunto de competências e habilidades globais e específicas, para compreender e intervir
na realidade possibilitando a sua transformação.
O egresso do curso de EF da UFRGS deve ter uma formação resultante de um currículo que
promova a transdisciplinaridade, a articulação dos saberes – transitar entre, através e além das diversas
disciplinas – construindo novos conhecimentos. A prática, articulada à teoria, deve ser garantida desde o
primeiro semestre, para que o indivíduo identifique as problemáticas a serem superadas e que busque,
nas disciplinas, sustentação teórica para procurar, de alguma forma, superar os desafios encontrados na
realidade complexa. Embora o objetivo não seja formar pesquisadores, é importante que o egresso tenha
se apropriado dos instrumentos de pesquisa para subsidiar sua prática pedagógica.
Dessa forma, o perfil do egresso do curso de EF almejado pela ESEF/UFRGS deve atender às
demandas sociais de maneira contextualizada na realidade em que está inserido, com uma sólida
formação, através da práxis social.
a disposição do CONSUNI e aguardamos deferimento.
Att.,
Comissão de Reestruturação Curricular
Porto Alegre, 09 de julho de 2010.
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Habilitação Bacharelado