UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA COMISSÃO DE GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO EDUCAÇÃO FÍSICA HABILITAÇÃO BACHARELADO Agosto de 2012 2 SUMÁRIO 1 APRESENTAÇÃO ................................................................................................................................................ 3 2 IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ONDE O CURSO ESTÁ LOCALIZADO .......................................................... 13 3 DO CURSO......................................................................................................................................................... 13 3.1 DENOMINAÇÃO .......................................................................................................................................... 13 3.2 TOTAL DE VAGAS ANUAIS ........................................................................................................................ 13 3.3 NÚMERO MÉDIO DE ALUNOS POR TURMA ........................................................................................... 13 3.4 TURNOS DE FUNCIONAMENTO ............................................................................................................... 13 3.5 CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO ...................................................................................................... 14 3.6 INTEGRALIZAÇÃO DA CARGA HORÁRIA PREVISTA .............................................................................. 14 3.7 OBJETIVO DO CURSO ............................................................................................................................... 14 3.8 PERFIL DE EGRESSO PRETENDIDO ....................................................................................................... 15 3.9 MISSÃO/FINALIDADE DO CURSO ............................................................................................................. 15 3.10 HABILIDADES E COMPETÊNCIAS A SEREM OBTIDAS......................................................................... 15 3.11 ÁREAS DE ATUAÇÃO DO EGRESSO...................................................................................................... 17 3.12 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ................................................................................................................ 17 4 SÚMULAS DAS DISCIPLINAS ........................................................................................................................... 28 5 ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS ...................................................................................................................... 62 6 ATIVIDADES COMPLEMENTARES ................................................................................................................... 63 7 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO/APRENDIZAGEM E DO PROJETO PEDAGÓGICO ...................................................................................................................................................... 63 7.1 CONCEPÇÃO GERAL – BASE TEÓRICA .................................................................................................. 63 7.2 OPERACIONALIZAÇÃO .............................................................................................................................. 69 8 INTEGRAÇÃO ENTRE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO ............................................................................ 70 9 EQUIPE DE TRABALHO .................................................................................................................................... 73 9.1 CORPO DOCENTE DO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA......................................................... 73 9.2 SERVIDORES TÉCNICOS .......................................................................................................................... 74 10 INFRA-ESTRUTURA E RECURSOS ............................................................................................................... 76 10.1 INFRA-ESTRUTURA ................................................................................................................................. 76 10.1.1 Setor Administrativo ............................................................................................................................ 76 10.1.2 Sala de professores e sala de reuniões .............................................................................................. 76 10.1.3 Gabinetes de trabalho para professores ............................................................................................. 76 10.1.4 Salas de aula e demais setores .......................................................................................................... 77 10.2 RECURSOS ............................................................................................................................................... 79 10.2.1 Laboratório de Pesquisa do Exercício................................................................................................. 79 10.2.2 Biblioteca ............................................................................................................................................ 81 11 IMPLANTAÇÃO DO NOVO CURRÍCULO ........................................................................................................ 82 Referências ............................................................................................................................................................ 84 APÊNDICE A ......................................................................................................................................................... 85 3 1 APRESENTAÇÃO A elaboração de um Projeto Pedagógico de Curso (PPC) para uma unidade universitária, no caso, a Escola de Educação Física da UFRGS, pressupõe um esforço coletivo que envolve não somente a utilização das especializações individuais presentes nessa Escola, mas, principalmente, a disponibilidade da conversação entre esses saberes, ou seja, a construção de uma interdisciplinaridade dentro dos próprios saberes. Na ESEF, em um movimento de cunho inovador, essa possibilidade se materializou em um projeto curricular construído ao longo de dois anos pela comunidade esefiana e sistematizado por uma Comissão Especial de Reestruturação curricular (CERC), instituída pela Portaria n° 5 de 1° de setembro de 2010 pela Direção da Escola de Educação Física da UFRGS, constituída pelos professores Alex Branco Fraga, Flavio Antônio de Souza Castro, Lisiane Torres e Cardoso e Fernando Jaime González como consultor ad hoc. A CERC apresentava, por missão, redigir um documento que materializasse as discussões até então realizadas pela Comissão de Reforma Curricular (CRC) sobre a unificação e reforma do currículo de formação em Educação Física (EF) e viabilizasse a implantação de um novo currículo para os ingressantes do vestibular 2012. A primeira comissão curricular (CRC) iniciou as discussões de modo mais sistematizado em 2009. Era composta pela Direção da Escola, pela COMGRAD/EFI, pelo Diretório Acadêmico (DA) e pelo Núcleo de Avaliação da Unidade (NAU). A expressividade dos estudantes e sua preocupação com o currículo, principalmente na relação de dualidade entre bacharelado e licenciatura e os impactos dessa divisão no campo de atuação profissional, gerou uma intensa mobilização em prol da modificação dos currículos a fim de romper com a fragmentação da formação em Educação Física, estampada em dois currículos (bacharelado e licenciatura) muitos similares em sua estrutura. Diferentemente do que ocorreu com a maioria dos processos de reformulação implementados anteriormente, neste, a ESEF não foi pressionada a mudar em função de uma legislação educacional específica 1. A mobilização 1 A reformulação curricular do curso de EF da ESEF de 1987 é uma exceção, pois naquele ano foi lançada a Resolução 03/1987, que previa a oferta de curso de bacharelado em Educação 4 emanou de um desconforto proveniente da estrutura curricular vigente associado à discriminação das habilitações no exercício profissional imposta pela Lei n. 9696/1998 que regulamentou a profissão de EF. Fundamentalmente pela discriminação do licenciado no mercado de trabalho fora dos ambientes escolares, algo que exigia uma resposta efetiva e urgente por parte da instituição de formação mais antiga do estado e uma das mais antigas do país. Com a intenção de envolver os mais diferentes segmentos para elaboração de uma resposta baseada em princípios curriculares condizentes com a formação unificada, foram propostas várias atividades pela CRC. A primeira delas foi a Semana Acadêmica, organizada pelo DA com o tema “O currículo de Educação Física em questão: estudantes pensando a formação”; Em 9 de julho de 2009, outro grande evento foi realizado pela CRC: O Seminário de Reestruturação Curricular dos Cursos de Educação Física contou a participação de 300 estudantes, 25 professores e alguns técnicos administrativos, quando foi apresentado, em quatro mesas distintas, o processo histórico de formação de professores da Escola de Educação Física 2. A terceira atividade foi realizada no dia 18 de setembro de 2009, quando foi apresentado o Projeto Pedagógico do curso de Fisioterapia, destacando o modo como foi estruturado, o modo como o conhecimento estava organizado e as possíveis conexões com o futuro curso de Educação Física. Já a quarta e quinta atividades contaram com a presença de técnicos da pró-reitoria de graduação (PROGRAD), e tinha por objetivo explicar os trâmites burocráticos da Universidade relativos às alterações curriculares e à estrutura de PPC necessária para uma reformulação do porte almejado pela comunidade. Outras atividades se seguiram, sempre com o intuito de favorecer o amplo debate sobre a estrutura curricular vigente e dar sustentação à construção de uma nova plataforma curricular. Física para as instituições que assim desejassem. Apesar de a reforma curricular da ESEF ter sido quase concomitante à Resolução, ela não foi provocada pela Resolução 03/1987, e sim fruto de de discussões acumuladas pela comunidade esefiana desde, pelo menos, o início da década de 1980. 2 A COMGRAD/EFI disponibilizou à época do seminário uma pasta eletrônica com documentos que embasavam a discussão sobre o tema. Destaque para o vídeo da palestra "Reformulação curricular: Formação e Atuação Profissional em Educação Física" do Prof. Paulo Barone, consultor do Conselho Nacional de Educação, que elaborou o Parecer 400/2005 do Conselho Nacional de Educação, que entre outras tantas questões, apontava a inconstitucionalidade da discriminação do licenciado e do bacharel promovida pelo sistema CREF/CONFEF. 5 A partir dos debates gerados nestas várias atividades, a CRC formulou um documento intitulado Carta ao Conselho da Unidade (CONSUNI) da Escola de Educação Física/UFRGS (documento em anexo), que indicava a necessidade de se construir um currículo unificado, que permitisse a dupla modalidade de formação (licenciatura/bacharelado) em um curso único de EF. Assim, as possibilidades de atuação dos egressos seriam alargadas, mas sem deixar de contemplar as exigências do campo profissional contemporâneo e as diretrizes para a formação superior da área. Esta Carta foi o momento culminante desta primeira comissão, pois a mesma foi aprovada por unanimidade pelo CONSUNI em 9 de julho de 2010. Os princípios e os rumos políticos do novo currículo da ESEF já estavam delineados na Carta ao CONSUNI, faltava a efetivação destes princípios em um projeto que pudesse materializar todos os esforços desta primeira comissão, que fosse condizente com a tradição da ESEF/UFRGS, estivesse de acordo com o marco regulatório educacional vigente e que se ajustasse à estrutura organizacional da UFRGS. Enfim, uma tarefa igualmente complexa. Em primeiro de setembro de 2010, a Comissão Especial de Estruturação Curricular (CERC) é instituída pela Direção. A intenção da Direção era dar condições estruturais para que três representantes docentes e dois representantes discentes passassem a alinhavar o documento final que desse corpo ao novo currículo. Tal como expressa a portaria n° 5, que instituiu a CERC, a representação política dos alunos não indicou seus representantes por divergências relativas ao encaminhamento da reforma nesta fase de transição das comissões. Em que pese a dificuldade inicial na estruturação dos trabalhos, a CERC procurou dar seguimento ao processo de construção da nova plataforma curricular. E a tarefa, como já se supunha desde o início, não foi simples. O objetivo era ousado e o tempo curto. A meta inicial era apresentar a redação final em abril de 2011, para que fosse possível trabalhar com os trâmites dentro da UFRGS a fim de que os novos currículos estivessem prontos para a implantação no vestibular de 2012 com certa folga. O primeiro movimento foi montar uma agenda de trabalho para organização das estratégias que contemplassem as diretrizes da Carta ao CONSUNI, mas sem deixar de atender as diretrizes curriculares nacionais, mais especificamente a 6 Resolução n. 7/2004 do CNE/CES que trata das diretrizes curriculares para os cursos de graduação em Educação Física, e a Resoluções n. 1 e n. 2/2002 do CNE, que tratam da formação de professores de Educação Básica. Portanto, não bastava simplesmente unificar o curso e seguir com a mesma estrutura curricular, era preciso criar um dispositivo de desestabilização da fragmentação do curso sem deixar brechas legais que pudessem desestabilizar o processo de formação baseado em um única entrada no vestibular e a dupla modalidade (licenciatura e bacharelado). O primeiro movimento de alinhamento foi pautar a formação em fundamentos que permitissem a inserção qualificada do diplomado da ESEF/UFRGS no mundo do trabalho focado orientado pelos seguintes princípios: a) Educação Física é uma área predominantemente de intervenção, que se apóia em um conjunto de conceitos das ciências (humanas e naturais) para lidar com a cultura corporal de movimento, mas não se constitui em uma ciência básica. b) organização disciplinar centrada no compartilhamento de saberes entre os docentes da ESEF e, se possível, entre os docentes da UFRGS. c) Equilíbrio entre o que há de mais inovador na produção de conhecimento em Educação Física no Brasil e no mundo e os setenta anos de tradição da ESEF na formação de profissionais nesta área. d) Oferecimento do curso em dois turnos, já identificados quando da inscrição no vestibular (Educação Física-manhã e Educação Física-tarde). e) Currículo pautado prioritariamente em competências e habilidades requeridas pelo campo de atuação profissional eleito como prioritário na formação em Educação Física na ESEF/UFRGS. Competências, áreas ou campos que se sustentam pelo entrelaçamento estratégico e didático de teoria, prática e pesquisa, no sentido de promover uma ambiência de ensino/aprendizagem interdisciplinarizada, na qual qualquer problematização envolva o concurso de várias disciplinas para a sua resolução. Esta metodologia da problematização privilegia uma efetiva integração entre ensino, serviço e comunidade, entre a educação, saúde e trabalho, educação e empregabilidade, educação e cidadania. Nessa configuração, o aluno é tomado 7 como epicentro motivador da estrutura, desde o seu ingresso até a conclusão de sua formação. O foco no discente e na sua trajetória traduz-se como desenvolvimento de um currículo por áreas de competências. A partir do delineamento dos princípios, a CERC partiu para uma segunda e decisiva fase de organização do currículo: montagem de um mapa curricular. Uma “tecnologia” simples que permite visualizar todo o currículo de modo panorâmico, bem como perceber os efeitos de toda e qualquer mudança tanto no sentido longitudinal quanto no sentido transversal. Uma matriz curricular dinâmica integrando um currículo por competências, na qual cada célula, componente curricular ou núcleo de conhecimento se conecta uma a outra. Por meio deste instrumento, foi possível perceber de que modo repercutia a alteração de carga horária na trajetória do estudante, algo particularmente importante nesta proposta na medida em que a comunidade esefiana tinha optado em distribuir as vagas no turno da manhã e no turno da tarde já no vestibular, o que permite aos alunos trabalhadores a conciliação de sua atividade laboral com os estudos universitários. Os campos de atuação foram delineados levando-se em conta a relação tradição/inovação. Do lado da tradição, a área da Educação Física Escolar e a formação na área do Esporte e Lazer, no qual a ESEF consolidou sua fama de instituição formadora em 70 anos de história 3. Além destes, um campo emergente passou a integrar o horizonte da formação bem mais recentemente: o campo da saúde. Dada a inclusão de modo formal dos cursos de Educação Física no campo da saúde em 19974, a inserção da área no Programa Nacional de Reorientação da Formação Profissional em Saúde5 (Pró-Saúde II), que almejava “reorientar o processo de formação dos cursos de graduação da área da saúde, de modo a oferecer à sociedade profissionais habilitados para responder às necessidades da população brasileira e à operacionalização do SUS”, e a adesão da ESEF/UFRGS ao Pró-Saúde II em 2008, a CERC também passou a levar em consideração a efetiva contrapartida curricular do curso neste grande projeto nacional. 3 O primeiro curso de formação superior em Educação Física remonta ao ano de 1941. E desde então, até 2005, predominou a oferta de curso de licenciatura. 4 Por meio da Resolução 218/1997 do Conselho Nacional de Saúde. 5 Lançado por meio da Portaria Interministerial MS/MEC n. 3.019, de 27 de novembro de 2007. 8 Definidos os campos de atuação focais, a CERC distribuiu as competências e habilidades (elaboradas pelo conjunto de professores da ESEF) em três grandes eixos de formação: geral6 (comum a todo estudante universitário), específica (comum a todo o aluno de educação física) e orientada (de acordo com o campo de atuação profissional). Não são eixos estanques, pelo contrário, eles se relacionam, se completam, conversam entre si para ampliar a interconexão de conhecimento de quem por eles trafega: o aluno. A comissão começou a discussão pelo fim, ou seja, pela formação orientada, pois era fundamental desmanchar o pensar, no primeiro momento, sob a forma disciplinar. Em seguida, foram pensados os núcleos de conhecimento que sustentariam cada um dos eixos, para em uma última etapa pensar as disciplinas. No meio deste processo, a CERC teve de lidar com um primeiro grande entrave. A CERC foi alertada da nota técnica n. 3/2010, emitida em 5 de agosto de 2010 pela Coordenação Geral de Orientação e Controle da Secretaria do Ensino Superior (SESU), do Ministério da Educação. A partir daí a Comissão passou a discutir uma forma de dar conta do que previa a referida nota (para cada vestibular um diploma) sem deixar de levar a cabo as diretrizes previstas na Carta ao CONSUNI (ingresso único e dupla modalidade de formação). Mesmo considerando que a nota feria o princípio da autonomia universitária, a CERC resolveu levar a discussão para o âmbito da Pró-Reitoria de Graduação da UFRGS e para a Direção da ESEF. O princípio da Carta ao CONSUNI foi mantido, pois a solução encontrada prevê a oferta da licenciatura via vestibular, em função da tradição da Escola de Educação Física, e o ingresso para o bacharelado via mecanismo de permanência ou ingresso de diplomado para as vagas remanescentes7. Depois de contornado o entrave, os mapas foram realinhados. Uma primeira versão do mapa curricular foi apresentada à toda comunidade esefiana em 10 de dezembro de 2010, quando todo o processo foi explicado. 6 Críticas e sugestões vieram e foram acolhidas. E, Em meio às discussões na comunidade esefiana, e diante das dificuldades na negociação com outros departamentos da UFRGS para a oferta de disciplinas deste núcleo, optou-se pela incorporação da formação geral à formação específica, abrindo a possibilidade de se discutir no futuro a inclusão deste núcleo. 7 Tal mecanismo se encontra detalhado no Projeto Curricular do Curso de Bacharelado da UFRGS. 9 fundamentalmente, foi decido que na semana de 14 a 18 de março de 2011 o quadro docente da ESEF seria convocado para discutir, avaliar e redigir a versão preliminar do currículo. Para essa reunião, realizada no LAPEX em caráter aberto, que contou com a presença expressiva de professores, alunos e técnicos, foi convidada a Profa. Dra. Roseli Ferreira da Silva, da Universidade Federal de São Carlos, que proferiu palestra sobre a elaboração de currículos “inspirados” em competências e habilidades. Depois da palestra de abertura, num primeiro momento, todas as pessoas presentes tiveram oportunidade de solicitar esclarecimentos sobre o que foi desenvolvido pela palestrante, acerca da temática em pauta. Num segundo momento, a nova versão do mapa curricular foi apresentada pela Comissão, quando os participantes receberam esclarecimentos e puderam apresentar sugestões8. No turno da tarde, todos os professores e professoras da Escola foram divididos em grupos de trabalhos (GTs) de acordo com a três áreas de formação orientada. Nesses encontros, discutiram exaustivamente as linhas de competência dentro de cada área e as habilidades necessárias para a formação do aluno em Educação Física, que foram sistematizadas pela CERC a cada final de jornada de trabalho. A Comissão pontuou que o currículo deveria estar em consonância com os recursos humanos existentes na Escola, potencializando, assim, todos os envolvidos. Essas discussões não buscaram abandonar o movimento criador de cada campo ou disciplina, mas sim agenciar, inferir, experimentar um deslocamento de seu sentido habitual, ressignificar os próprios limites de cada um e do corpo docente no conjunto da obra. Ou, de outra forma, produzir um movimento de criação em uma zona de interseção entre os núcleos de conhecimento e o conjunto das disciplinas, pois o currículo é como se fosse um organismo vivo, pulsante. 8 Dentre as sugestões apresentadas, uma conduziu a uma alteração significativa no mapa curricular: tendo sido solicitado que a temática do lazer recebesse mais atenção no novo currículo, a plenária decidiu que o bacharelado com ênfase em “saúde”, fosse alterado para “saúde e lazer”. No retorno no horário da tarde essa modificação se manteve e, dalí em diante, todos os professores e professoras da Escola foram divididos em grupos de trabalhos (GTs) de acordo com a três áreas de formação orientada: Licenciatura; Esportes; Saúde e Lazer. Porém, pelo fato de que, posteriormente, foi considerado que a temática lazer se vinculava tanto ao esporte como à saúde, foi decidido o retorno à proposta inicial, com a ampliação de disciplinas relacionadas ao lazer, em ambos os eixos de formação, Esporte e Saúde. Isso será identificado nas páginas posteriores desse documento. 10 Depois de uma semana inteira de intensa atividade para todos os envolvidos, o resultado não foi o currículo pronto e acabado, como a comunidade ansiava, muita coisa ficou aberta para mais rodadas de debates, avaliações, críticas, sugestões e incorporações. Contudo, algo muito significativo se produziu ao longo daquela semana, um legado imaterial que foi deixado por um grupo de quase 50 professores universitários de uma das escolas de Educação Física mais importantes do Brasil. Mesmo com todas as suas diferenças,este grupo conseguiu produzir entendimentos sobre a formação inicial numa área demarcada pela multidisciplinaridade. Um momento emblemático para uma instituição com mais de 70 anos de história. Após esta semana, a CERC entra em outra fase: as das sistematizações do que foi produzido. Dado o volume de trabalho, e do pouco tempo disponível para debates desta magnitude, uma semana não foi suficiente para chegarmos até a organização das disciplinas dentro dos núcleos, uma das últimas etapas. Para dar conta dos próximos passos, nos dias 2 e 3 de maio de 2011 a CERC se reuniu para definir um calendário de reuniões com os professores, que foram distribuídos tanto pela formação orientada quanto pelo núcleo de conhecimento correspondente. Para organizar o trabalho dos grupos de professores, a comissão fez um estudo sobre as súmulas9 disponíveis na UFRGS e construiu uma forma mais aproximada de escrita que permitisse o alinhamento entre as diferentes disciplinas, evitando, assim, a superposição de conteúdos, e permitindo o compartilhamento entre saberes docentes exclusivamente para as disciplinas alocadas no Departamento de Educação Física (DEFI). As súmulas neste currículo se caracterizam por ser um esforço de explicitação do lugar (responsabilidade curricular) que o componente assume no mapa/trajetória de conhecimento da formação profissional. O formato escolhido para a elaboração do texto da súmula tem como sujeito a “disciplina” e se constitui de três períodos: O primeiro identifica o conhecimento de que trata a disciplina (Exemplo de verbos: aborda, estuda, trata, tematiza...); 9 Este é o nome utilizado na UFRGS para as ementas das disciplinas. 11 O segundo identifica a ênfase que o conhecimento de que trata a disciplina recebe em função do campo profissional (Exemplo de verbos: discute; problematiza; analisa...). E o terceiro identifica como o conhecimento de que trata a disciplina, em função do campo profissional, deveria ser mobilizado (Exemplo de verbos: estimula, instiga, provoca...). Nesta proposta curricular, portanto, as súmulas elaboradas pelos professores pertencentes ao DEFI, as que possuem o código “EFI”, seguiram tal configuração, com ligeiras adaptações em função das especificidades de conhecimentos tratados em cada núcleo. Depois da elaboração interna das diferentes disciplinas dos núcleos pertencentes ao DEFI, a CERC passou a negociar as disciplinas a serem oferecidas. pelos demais departamentos. Este foi um movimento que levou bem menos tempo do que imaginávamos, pois a recepção à proposta foi, de um modo geral, muito positiva. Os contratempos que surgiram foram resolvidos com diálogo e conhecimento mútuo das demandas e potencialidades de cada um dos departamentos e comissões de graduação envolvidos. Por meio deste processo foi possível perceber a grandeza e a pujança de uma universidade como a UFRGS, bem como as inúmeras possibilidades de se fazer uma formação qualificada dentro da estrutura disponível. Ainda no mês de setembro de 2011, a COMGRAD/EFI realizou ajustes no mapa curricular aprovado em reunião do Conselho da Unidade da Escola de Educação Física no mês de julho. Tais ajustes se fizeram necessários para atender à exigência da carga horária necessária para garantir a possibilidade de solicitação da permanência para aqueles estudantes que desejarem ingressar na habilitação Bacharelado, conforme legislação vigente da Universidade. O Conselho da Unidade da Escola de Educação Física aprovou essas alterações em sua reunião ordinária do mês de setembro. Durante os meses de janeiro e fevereiro de 2012, a Coordenação da COMGRAD/EFI enviou diversas mensagens eletrônicas aos estudantes orientando seu processo de matrícula. Realizou, também, muitos atendimentos individuais aos estudantes do curso, esclarecendo suas dúvidas referentes à nova organização curricular do Curso de Educação Física. 12 A partir do mês de abril de 2012, a Coordenação da COMGRAD/EFI e a Direção da Escola de Educação Física realizaram diversas reuniões com os professores que atuam no curso para avaliar a implantação do currículo. No período de abril a julho de 2012 foram realizadas quatro reuniões com os professores que atuam especificamente nos estágios de docência; duas reuniões com os professores que atuam nos Núcleos Fundamentos da Educação Física na Escola, Práticas Docentes em Educação Física Escolar e Desenvolvimento Humano, quatro reuniões com os professores que atuam com disciplinas esportivas, três reuniões com os professores que atuam nos Núcleos Campo Profissional, Pesquisa em Educação Física, Estudos Socioculturais, Conhecimentos Biodinâmicos; além de três reuniões gerais. O resultado deste trabalho coletivo foram algumas alterações curriculares encaminhadas à Câmara de Graduação em agosto de 2012, formuladas a partir da necessidade de superar dificuldades encontradas na operacionalização dos estágios,na adequação dos horários de algumas disciplinas dos Departamentos da Faculdade de Educação e de uma melhor distribuição da carga horária total do curso entre o grupo de docentes que atua no Curso de Educação Física. Não há dúvidas de que fazer um currículo é um processo desgastante, que exige a necessidade de diálogo franco, da capacidade de escuta, do exercício da tolerância, mesmo nos momentos em que as forças para argumentação parecem exauridas diante de tanto volume de informação e da complexidade das relações humanas. De qualquer forma, em que pese todas as dificuldades encontradas ao longo desta jornada, não há dúvidas de que a comunidade esefiana continua deu mais um passo importante na sua trajetória de formação superior em Educação Física. 13 2 IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ONDE O CURSO ESTÁ LOCALIZADO A Escola de Educação Física da Universidade Federal (ESEF) foi criada em maio de 1940 e, atualmente, possui, além do Curso de Educação Física (Habilitações Licenciatura e Bacharelado), os cursos Bacharelado em Fisioterapia e Licenciatura em Dança. Além de diversos projetos de pesquisa e extensão, a unidade possui o Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano, avaliado com o conceito cinco pela CAPES. 3 DO CURSO 3.1 DENOMINAÇÃO Educação Física – Habilitação Bacharelado Portaria Normativa no. 40 do MEC Reconhecimento do Curso: 15.582 Publicação em D.O. de 12/12/2007 3.2 TOTAL DE VAGAS ANUAIS 160 vagas anuais, em duas entradas O ingresso no curso será, prioritariamente, para os alunos do Curso Educação Física – Licenciatura da UFRGS que já tiverem concluído 75% da formação da Habilitação Bacharelado mediante solicitação de permanência na Universidade, de forma facultativa aos mesmos.As vagas remanescentes serão destinadas a licenciados em Educação Fisica, por processo de ingresso extravestibular – modalidade ingresso de diplomado. 3.3 NÚMERO MÉDIO DE ALUNOS POR TURMA 40 alunos nas disciplinas teóricas e teórico – práticas 25 alunos nas disciplinas práticas 3.4 TURNOS DE FUNCIONAMENTO manhã e tarde 14 3.5 CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO 3210 horas A Carga horária total está distribuída da seguinte forma: - 353 horas de prática como componente curricular - 150 horas de estágio supervisionado - 2407 horas de conteúdos curriculares de natureza científico-cultural - 300 horas de Atividades Complementares 3.6 INTEGRALIZAÇÃO DA CARGA HORÁRIA PREVISTA Os estudantes do Curso Educação Física – habilitação Licenciatura, que solicitarem permanência na Universidade para ingressar na habilitação Bacharelado deverão concluir a carga horária total desta última habilitação em dois semestres. O prazo máximo para a integralização da carga horária da habilitação Bacharelado para os estudantes oriundos do Curso Educação Física – habilitação Licenciatura, desta Universidade, será o prazo recomendado no parágrafo anterior, acrescido do prazo não utilizado para fins de jubilamento na habilitação Licenciatura. Os licenciados em Educação Física, ingressantes no Curso Educação Física – habilitação Bacharelado através do ingresso extra-vestibular, modalidade ingresso de diplomado, deverão integralizar a carga horária dessa habilitação no tempo mínimo de 2 semestres e no tempo máximo de 4 semestres. Ao integralizar a carga horária prevista para o Curso Educação FísicaHabilitação Bacharelado, o estudante receberá o Diploma de Bacharel em Educação Física. 3.7 OBJETIVO DO CURSO Formar profissionais de educação física competentes para o ensino dos elementos da cultura corporal do movimento por meio de uma organização 15 curricular que contemple e articule os conhecimentos de áreas diversificadas (biológica, sociocultural, pedagógica). 3.8 PERFIL DE EGRESSO PRETENDIDO O Bacharel em Educação Física da UFRGS é o profissional que atua preferencialmente nos campos do esporte, do lazer e da saúde. Promove a aprendizagem e a prática dos elementos da cultura corporal do movimento por meio de intervenção pedagógica pautada pelos princípios da ética democrática e desenvolvida de forma criativa e crítica, considerando e reconhecendo o contexto sociocultural dos locais onde atua. Realiza pesquisas em diferentes sub-áreas da Educação Física, coordena e supervisiona equipes de trabalho em ações e programas que tematizem as práticas corporais sistematizadas. 3.9 MISSÃO/FINALIDADE DO CURSO Propiciar que o egresso desenvolva as habilidades relativas às competências do atuar com a Educação Física em clubes, unidades de saúde, academias, centros comunitários, instituições públicas e/ou privadas. 3.10 HABILIDADES E COMPETÊNCIAS A SEREM OBTIDAS Considerando que a Educação Física configura-se enquanto área de intervenção cujos objetos de ação são as práticas corporais sistematizadas (esporte, práticas corporais expressivas, ginástica, jogos, lutas), os pressupostos para a atuação do egresso de Educação Física da ESEF/UFRGS estão fundamentados em: pautar-se na ética, na solidariedade e princípios democráticos como ser humano, cidadão e profissional; buscar sensibilidade e equilíbrio ao agir profissionalmente; aprender de forma autônoma e independente; produzir e divulgar novos conhecimentos, tecnologias e serviços; aprender formas diversificadas de atuação profissional; atuar inter, multi e transdisciplinarmente; 16 incluir-se em processos de gestão participativa em instituições públicas e/ou privadas; comprometer-se com a preservação da biodiversidade no ambiente natural e construído, com sustentabilidade e melhoria da qualidade de vida. Para concretizar a finalidade a que se propõe, o currículo do curso é organizado a partir de três eixos de Formação: Formação Geral, Formação Específica (comum a todo o aluno de educação física e organizada em nove núcleos de conhecimento : Campo Profissional da Educação Física, Pesquisa em Educação Física, Estudos Socioculturais, Desenvolvimento Humano, Práticas Corporais Sistematizadas, Conhecimentos Biodinâmicos, Fundamentos da Educação Inclusiva, Estudos do Lazer e Exercício Físico e Saúde) e Formação Orientada para Saúde, Lazer e Esporte. O diálogo constante entre as áreas do conhecimento que constituem os diferentes núcleos possibilitarão o desenvolvimento das competências necessárias para a atuação qualificada no mundo do trabalho. As Áreas de Competências e Competências da Formação Orientada para Saúde, Lazer e Esporte são: a) Área de competência: Atenção à saúde do coletivo; Competência: Diagnosticar perfis epidemiológicos; planejar, executar e avaliar ações de práticas corporais voltadas à atenção em saúde do coletivo, no âmbito da Educação Física b) Área de competência: Educação para a saúde; Competências: (1) Desenvolver ações de educação e promoção da saúde da pessoa e do coletivo; (2) Desenvolver ações voltadas para a educação e usufruto do lazer em relação à promoção da saúde em diferentes contextos. c) Área de competência: Gestão do trabalho em saúde; Competência: Avaliar e formular políticas, programas e projetos em saúde, tendo iniciativa e tomando decisões, visando a gestão de pessoas, de equipamentos, de materiais, de procedimentos e de práticas de cuidado. d) Área de competência: Ensino e formação no esporte Competências: (1) Planejar, organizar, conduzir e avaliar processos de ensino e formação (habilidades motoras, cognitivas, afetivas e sociais) nas 17 diversas manifestações do esporte em suas diferentes etapas evolutivas; (2) Oportunizar e promover as práticas esportivas inclusivas; (3) Interagir em equipe multiprofissional no processo de ensino e formação e) Área de competência: Especialização e Rendimento Esportivo Competências: (1) Planejar, organizar, conduzir e avaliar processos de treinamento (físico/técnico/tático/moral/volitivo) de atletas e de equipes esportivas; (2) Implementar ações para o processo de promoção de talentos; (3) Interagir em equipe multiprofissional no processo de especialização e rendimento f) Área de competência: Gestão Esportiva Competências: (1) Elaborar, organizar e implementar projetos e eventos esportivos; (2) Gerenciar órgãos/setores públicos e privados no âmbito do esporte; (3) Coordenar grupos de trabalho em projetos esportivos 3.11 ÁREAS DE ATUAÇÃO DO EGRESSO Ensino, aprendizagem e prática dos elementos da cultura corporal de movimento (jogos, esportes, danças, ginásticas, lutas) em clubes, unidades de saúde, academias, centros comunitários, instituições públicas e/ou privadas. 3.12 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR O currículo está organizado em três eixos de formação que articulam as unidades de conhecimento de formação específica e ampliada conforme a Resolução CNE/CES 7/2004. Tal organização tem por finalidade possibilitar a aquisição de habilidades que favoreçam o desenvolvimento das diferentes competências referentes à qualificada atuação do Bacharel em Educação Física. Esses três Eixos de Formação são compostos por diferentes núcleos de conhecimento que, por sua vez, são constituídos por diferentes disciplinas. O Eixo da Formação Geral é composto por duas disciplinas que tem por objetivo que os estudantes compreendam a organização do currículo do seu 18 curso e a organização da Universidade onde estudam. Este eixo é constituído pelas disciplinas Introdução aos Estudos Universitários I e Introdução aos Estudos Universitário II . O Eixo da Formação Específica (comum a todo o aluno de um curso de graduação em Educação Física) está organizada em nove núcleos: Núcleo Campo Profissional: a fim de que os estudantes compreendam as diferentes possibilidades de atuação na área da Educação Física e suas possíveis inter-relações, este Núcleo é constituído pela disciplina Campo Profissional da Educação Física.. Núcleo Pesquisa em Educação Física: a fim de que os estudantes adquiram as habilidades relativas à produção do conhecimento científico, este núcleo é composto pelas disciplinas Pesquisa em Educação Física I, Pesquisa em Educação Física II, Trabalho de Conclusão de Curso I, Trabalho de Conclusão de Curso em Educação Física Escolar, Metodologia da Pesquisa Bibliográfica e Estatística aplicada à Educação Física. Núcleo Estudos Socioculturais: a fim de que os estudantes adquiram as habilidades relacionadas aos conhecimentos básicos sobre natureza, cultura e sociedade e as práticas corporais. Este Núcleo é constituído pelas disciplinas Estudos Socioculturais I, II e III, além da disciplina Antropologia do Corpo e da Saúde. Núcleo Desenvolvimento Humano: a fim de que os estudantes adquiram as habilidades relacionadas aos conhecimentos do Desenvolvimento Humano este núcleo é constituído pelas disciplinas Psicologia aplicada à Saúde, Desenvolvimento Motor e Aprendizagem Motora; Núcleo Práticas Corporais Sistematizadas: a fim de que os estudantes adquiram as habilidades relacionadas aos conhecimentos dos esportes, das ginásticas, das danças, dos jogos e dos exercícios físicos, este Núcleo de Conhecimento é formado por disciplinas que abordam tais práticas; Núcleo Conhecimentos Biodinâmicos : a fim de que os estudantes adquiram as habilidades relacionadas aos conhecimentos da Anatomia, Cinesiologia, Fisiologia e Fisiologia do Exercício, da Biomecânica e do 19 Treinamento Físico. Integram este Núcleo as seguintes disciplinas eletivas: Bioquímica Básica, Bioquímica do Exercício. Núcleo Exercício Físico e Saúde: a fim de que os estudantes adquiram as habilidades relacionadas aos conhecimentos da prática do exercício físico no âmbito da saúde, este Núcleo de Conhecimento é formado pelas disciplinas Educação e Promoção da Saúde, Prescrição e Avaliação em Práticas Corporais e Saúde, Exercício Físico e Envelhecimento, Bases das Práticas Corporais e Saúde, Avaliação e Educação Postural e Práticas Integradas em Saúde I; Núcleo de Estudos do Lazer: a fim de que os estudantes adquiram as habilidades relacionadas aos conhecimentos da área do lazer e suas inter-relações com as práticas corporais. Este Núcleo é constituído pelas disciplinas Dinamização de programas Recreativos e de lazer e Bases Teóricas do Lazer; Núcleo Fundamentos da Educação Inclusiva: a fim de que os estudantes desenvolvam as habilidades referentes aos conhecimentos relacionados ao ensino das práticas corporais sistematizadas para pessoas deficientes. Este núcleo é constituído pelas disciplinas Fundamentos da Educação Física Especial e Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS); O Eixo da Formação Orientada para a Saúde, Lazer e Esporte está organizado em dois núcleos (Práticas Corporais e Saúde e Esporte e Lazer), compostos por disciplinas que objetivam o desenvolvimento das habilidades e competências referentes à atuação do profissional de Educação Física nas áreas da Saúde, Lazer e Esporte. O mapa da organização do currículo ilustrando os núcleos de conhecimento e sua respectiva distribuição ao longo dos dez semestres de formação encontra-se em anexo. A listagem das disciplinas constituintes dos diferentes núcleos está apresentada nos quadros a seguir. As cores utilizadas estão relacionadas aos núcleos de conhecimento. 20 Quadro 1- Disciplinas da 1ª Etapa DISCIPLINAS CARGA HORÁRIA DEPARTAMENTO PRÉ-REQUISITO CRÉDITOS CARÁTER 1a ETAPA Estudos AnátomoFuncionais: Anatomia Bases das Práticas Corp Sistematizadas Bases das Ativ Aquáticas Bases das Práticas Corporais(Esportes) Psicologia aplicada à saúde Estudos Socioculturais I Campo profissional da Ed. Física Introdução aos Estudos Universitários I TOTAL 60 h DEP CIÊNC MORF/ ICBS 04 Obrigatório 60 h DEFI 04 Obrigatório 30 h DEFI 02 Obrigatório 02 Obrigatório 02 Obrigatório 30 h 30 h DEFI DEP PSIC DO DESENV E DA PERS INST DE PSICO DEFI 60 h Obrigatório 04 60 h DEFI 04 Obrigatório 15 h DEFI 01 Obrigatório 345 h 23 21 Quadro 2 – Disciplinas da 2ª Etapa DISCIPLINAS CARGA HORÁRIA DEPARTAMENTO PRÉ-REQUISITO CRÉDITOS CARÁTER 2a ETAPA Estudos AnátomoFuncionais: Cinesiologia 60 h Fisiologia 90 h DEP DE FISIOLOGIA ICBS Ginástica: Acrobacia 30 h DEFI Ginástica:Exercício Físico 30 h DEFI Desenvolvimento Motor 60 h DEFI Estudos Socioculturais II 60 h DEFI Introdução aos Estudos Universitários II 15 h DEFI TOTAL 345 h DEFI Campo Profis da Ed. Física 04 Obrigatório 06 Obrigatório 02 Obrigatório 02 Obrigatório 04 Obrigatório 04 Obrigatório 01 Obrigatório Estudos AnátomoFuncionais: Anat Campo Profis da Ed. Física Estudos AnátomoFuncionais: Anat Campo Profis da Ed. Física Bases Prát Corp Sistematizadas Bases Prát Corp (esporte) Campo Profis da Ed. Física Bases Prát Corp Sistematizadas Bases Prát Corp (esporte) Campo Profis da Ed. Física Psicologia aplicada à saúde Campo Profis da Ed. Física Estudos Socioculturais I Campo Profis da Ed. Física Introd aos Estudos Universitários I 23 22 Quadro 3 – Disciplinas da 3ª Etapa CARGA HORÁRIA DEPARTAMENTO LIBRAS 30h DEE/FACED Fisiologia do Exercício 60 h DEFI 60 h DEFI DISCIPLINAS PRÉ-REQUISITO CRÉDITOS CARÁTER 3a ETAPA Dinamização de Programas Recreativos e de Lazer Práticas Corporais Expressivas I 02 Obrigatório Fisiologia 04 Obrigatório Bases Prát Corp Sistematizadas 04 Obrigatório 02 Obrigatório Estudos Socioculturais II 30 h DEFI Esporte I Basquetebol 60 h DEFI Esporte I Atletismo Esporte II Futebol DEFI 60 h Esporte II Futsal Aprendizagem Motora 60 h TOTAL 360 h DEFI Bases Prát Corp Sistematizadas Bases Prát Corp (esporte) Bases Prát Corp Sistematizadas Bases Prát Corp (esporte) Bases Prát Corp Sistematizadas Bases Prát Corp (esporte) Bases Prát Corp Sistematizadas Bases Prát Corp (esporte) Bases Prát Corp Sistematizadas Bases Prát Corp (esporte) Desenvolvimento Motor Obrigatório Alternativa 04 Obrigatório Alternativa Obrigatório Alternativa 04 Obrigatório Alternativa 04 24 Obrigatório 23 Quadro 4 – Disciplinas da 4ª Etapa CARGA HORÁRIA DEPARTAMENTO Fundamentos da Ed. Física Especial 60 h DEFI Aprend Motora Desenv Motor 04 Obrigatório Biomecânica Básica 30 h DEFI EAF: Cinesiologia 02 Obrigatório DISCIPLINAS PRÉ-REQUISITO CRÉDITOS CARÁTER 4a ETAPA Danças Folclóricas Gaúchas Dança Contemporânea I Danças Folclóricas Brasileiras 60h DEFI Prat Corporais Expressivas I DEFI Bases Prát Corp Sistematizadas Bases Prát Corp (esporte) Bases Prát Corp Sistematizadas Bases Prát Corp (esporte) Campo Profis da Ed. Física Esporte III Voleibol Esporte III Ginástica Artística Educação e Promoção da Saúde Eletiva TOTAL 60h 04 Obrigatório Alternativo Obrigatório Alternativo Obrigatório Alternativ0 Obrigatório Alternativa 04 Obrigatório Alternativa 02 Obrigatório 60 h 04 Eletivo 300 h 20 30h DAOP 24 Quadro 5 – Disciplinas da 5ª Etapa CARGA HORÁRIA DISCIPLINAS DEPARTAMENTO PRÉ-REQUISITO CRÉDITOS CARÁTER 5a ETAPA Treinamento Físico 60 h DEFI Fisiologia do Exercício 04 Obrigatório Exercício Físico para Crianças e Jovens 60 h DEFI Fisiologia do Exercício 04 Obrigatório Eletiva 60 h 04 Eletivo 180 h 12 TOTAL Quadro 6 – Disciplinas da 6ª Etapa CARGA HORÁRIA DEPARTAMENTO Exercício Físico (Treinamento de Força) 60 h DEFI Ginástica: Ex Físico EAF: Cinesiologia Pedagogia do Esporte 60 h DEFI Bases Prát Corp (esporte) Pesquisa em Ed Física I 60 h DEFI DISCIPLINAS PRÉ-REQUISITO CRÉDITOS CARÁTER 6a ETAPA TOTAL Campo Profis da Ed. Física 180 h 04 Obrigatório 04 Obrigatório 04 Obrigatório 12 Quadro 7 – Disciplinas de 7ª Etapa DISCIPLINAS CARGA HORÁRIA DEPARTAMENTO 60 h DEFI 60 h DEFI PRÉ-REQUISITO CRÉDITOS CARÁTER 7a ETAPA Prescrição e Avaliação em Prat Corp e Saúde Estudos Sócioculturais III Fisiologia do Exercício Estudos Sócioculturais II 120 h TCC I 60 h TOTAL 180 h 04 Obrigatório 04 Obrigatório 08 DEFI Pesquisa em Ed. Fisica I --- Obrigatório 25 Quadro 8 – Disciplinas de 8ª Etapa CARGA HORÁRIA DISCIPLINAS DEPARTAMENTO PRÉ-REQUISITO DEFI Estudos SócioCulturais III Prescrição e Avaliação em Prat Corp e Saúde Desenvolvimento MotorI CRÉDITOS CARÁTER 8a ETAPA Bases Teóricas do Lazer Bases das Práticas Corporais e Saúde 60 h 60 h DEFI Obrigatório 04 Obrigatório 03 Obrigatório Eletivo Práticas Corporais e Envelhecimento 45 h Eletiva 60 h 04 225 h 15 TOTAL DEFI 04 Quadro 9 – Disciplinas de 9ª Etapa DISCIPLINAS CARGA HORÁRIA DEPARTAMENTO PRÉ-REQUISITO CRÉDITOS 60 h DEFI 04 Obrigatório 60 h DEFI 04 Obrigatório 60 h DAOP 04 Obrigatório 60 h DEFI 04 Obrigatório 60 h DEFI 04 Obrigatório CARÁTER 8a ETAPA Teoria e Metodologia do Treinamento Esportivo Organização do Sistema Esportivo e de Lazer Organização do Sistema de Saúde no Brasil Práticas Corporais na Rede de Atenção Básica em Saúde Estágio Profissional em Esporte, Saúde e Lazer I Eletiva 60 h 04 Eletivo Eletiva 45 h 03 Eletivo 405 h 27 TOTAL Quadro 10 – Disciplinas de 10ª. Etapa DISCIPLINAS CARGA HORÁRIA DEPARTAMENTO PRÉ-REQUISITO CRÉDITOS 8a ETAPA Eletivas TCC II - Bacharelado Estágio Profissional TOTAL 180 h 60h 150 h 390 h 12 CARÁTER 26 Quadro 9 – Disciplinas Eletivas CÓDIGO HUM05002 EFI04343 CBS01028 CBS01001 EFI04359 BIB03306 EDU01017 EFI04341 ODO99037 EFI04339 EFI04358 EFI04002 EFI04003 EFI04020 EFI04298 EFI04372 EFI04371 EFI04373 EFI04369 EFI04375 EFI04373 DISCIPLINA Antropologia do Corpo e da Saúde Avaliação e Educação Postural Biomecânica aplicada à saúde e ao Esporte Bioquímica Básica Bioquímica do Exercício Estatística aplicada à Educação Física Esporte Handebol Esporte Natação Esporte Tênis Esporte Caratê Esporte Judô Esporte Ginástica Rítmica Esporte Rugby Esporte Hóquei sobre grama Esporte Orientação Esporte Pólo Aquático Esporte Canoagem Esporte Remo Esporte Ginástica de Trampolim Gestão em Esporte, Lazer e Saúde Metodologia da Pesquisa Bibliográfica Psicologia da Educação – o Jogo I Práticas Corporais em Saúde Mental Práticas Integradas em Saúde I Pesquisa em Educação Física II Seminário Integrador das Habilitações Licenciatura e Bacharelado em Educação Física Tópicos Especiais em Educação Física I Tópicos Especiais em Educação Física II Tópicos Especiais em Educação Física III Tópicos Especiais em Educação Física IV Tópicos Especiais em Práticas Corporais e Saúde I Tópicos Especiais em Práticas Corporais e Saúde II Tópicos Especiais em Práticas Corporais e Saúde III Tópicos Especiais em Esporte I Tópicos Especiais em Esporte II Tópicos Especiais em Esporte III DEPARTAMENTO Depto. de Antropologia Depto de Educação Física Depto. de Educação Física Depto. de Bioquímica Depto. de Bioquímica Depto de Educação Física Depto de Educação Física Depto de Educação Física Depto de Educação Física Depto de Educação Física Depto de Educação Física Depto de Educação Física Depto de Educação Física Depto de Educação Física Depto de Educação Física Depto de Educação Física Depto de Educação Física Depto de Educação Física Depto de Educação Física Depto de Educação Física Depto. de Ciência da Informação Depto. de Estudos Básicos Depto. de EducaçãoFísica COMGRAD/ODONTO Depto de Educação Física Depto de Educação Física Depto de Educação Física Depto de Educação Física Depto de Educação Física Depto de Educação Física Depto de Educação Física Depto de Educação Física Depto de Educação Física Depto de Educação Física Depto de Educação Física Depto de Educação Física 27 Quadro 10 - Resumo da carga horária total do curso Prática como componente curricular Núcleo Campo Profissional Campo Profissional da Ed. Física: 15 h Núcleo Estudos Socioculturais Estudos Socioculturais I: 15 h Estudos Socioculturais II: 15 h Estudos Socioculturais III: 12 h Núcleo Desenvolvimento e Aprendizagem: Desenvolvimento Motor: 15 h Aprendizagem Motora: 15 h Núcleo Práticas Corporais Sistematizadas Bases das Práticas Corporais (esporte): 08 h Bases das Atividades Aquáticas: 15 h Bases das Práticas Corporais Sistematizadas: 15 h Ginástica Acrobática : 08 h Ginástica:Exercício Físico: 08 h Esporte I: 15 h Esporte II: 15h Esporte III: 15h Pedagogia do Esporte: 15 h Práticas Corporais I: 08 h Práticas Corporais II: 15 h Ex. Físico:treinamento de força: 15 h Núcleo Conhecimentos Biodinâmicos Estudo Anátomo-Funcionais:Cinesiologia:15 h Núcleo Fundamentos da Educação Inclusiva Fundamentos da Ed. Física Especial: 15 h Núcleo Exercício Físico e Saúde: Prescrição e Avaliação em Prat Corporais e Saúde: 15 h Exercício Físico para Crianças e Jovens: 15 h Práticas Corporais e Envelhecimento: 12 h Bases das Práticas Corporais e Saúde: 15 h Núcleo de Estudos do Lazer: Dinamização de Programas Recreativos e de Lazer: 15 h Bases Teóricas do Lazer: 15h Estágio Profissional Estágio Profissional em Saúde ou Estágio Profissional em Esporte Conteúdos curriculares de natureza científico-cultural Núcleo Introdução aos Estudos Universitários: 30 h Núcleo Campo Profissional : 45 h Núcleo Pesquisa em Educação Física: 120 h Núcleo Estudos Socioculturais: 138 h Núcleo Desenvolvimento Humano: 120 h Núcleo Práticas Corporais Sistematizadas : 403 h Núcleo Conhecimentos Biodinâmicos: 345 h Núcleo Fundamentos da Educação Inclusiva: 75 h Núcleo Exercício Físico e Saúde: 198 h Núcleo de Estudos do Lazer: 105 h: Disciplinas Eletivas: 180 h Formação Orientada para Saúde e Esporte: 645 h Atividades Complementares TOTAL 356 h 15 h 42 h 30 h 152 h 15 h 15 h 57 h 30 h 150 h 2404 h 300 h 3210 h 28 5 SÚMULAS DAS DISCIPLINAS 5.1 Disciplinas Obrigatórias EIXO FORMAÇÃO GERAL Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Introdução aos Estudos Universitários I Formação Geral 1ª Obrigatória 15 h (Até 20% da Carga Horária poderá ser desenvolvida em EAD) Aborda a organização dos Currículos das Habilitações Licenciatura e Bacharelado do Curso de Educação Física. Explica a estrutura da Escola de Educação Física e da Universidade. Realiza divulgação da Secretaria de Assistência ao Estudante e as suas ações e programas. Referências Básicas Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Referências Básicas Introdução aos Estudos Universitários II Formação Geral 2ª Obrigatória 15 h (Até 20% da Carga Horária poderá ser desenvolvida em EAD) Discute o processo de ensino, pesquisa e extensão na UFRGS e na Escola de Educação Física. Estimula a vivência Universitária. 29 EIXO FORMAÇÃO ESPECÍFICA – NÚCLEO CAMPO PROFISSIONAL Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Referências Básicas Campo Profissional da Educação Física Formação Específica Campo profissional 1ª Obrigatória 60h (45h Teóricas e 15h Prática como componente curricular) Até 20% da Carga Horária poderá ser desenvolvida em EAD Aborda o universo da Educação Física no Brasil, identificando a prática profissional dentro dos sistemas de educação, de esporte e lazer e de saúde, bem como os trajetos curriculares previstos para os cursos de Educação Física da Escola de Educação Física da UFRGS. Trata do cotidiano laboral da educação física: escolar, serviços de saúde pública, serviços de lazer (rede pública municipal, estadual e federal, OSCIPs Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público), e serviços privados de orientação/treinamento de práticas corporais (academias de ginástica, clubes, escolas de formação esportiva etc.). Instiga a reflexão sobre os dilemas éticonormativos da intervenção profissional. Promove visitas a campo como atividades práticas do componente curricular. GONZÁLEZ, F. J.; FENSTERSEIFER, P. E. (Org.). Dicionário crítico de Educação Física. Ijuí/RS: UNIJUI, 2005. FIGUEIREDO, Zenólia Cristina Campos (Org.). Formação profissional em Educação Física e o mundo do trabalho. Vitória, ES: Gráfica da Faculdade Salesiana, 2005. SOUZA NETO, Samuel de; HUNGER, D. A. C. F. (Org.). Formação profissional em educação física: estudos e pesquisas. Rio Claro: Biblioética, 2006. EIXO FORMAÇÃO ESPECÍFICA – NÚCLEO EXERCÍCIO FÍSICO E SAÚDE Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa Referências Básicas Educação e Promoção da Saúde* Formação Específica Exercício Físico e Saúde 4ª Obrigatória 30h Atividades de ensino envolvendo educação e comunicação, educação permanente em saúde e educação de profissionais de saúde. Desenvolve conteúdos na perspectiva sócio-ambiental e de educação na saúde, com ênfase na dimensão sócio-política e seus determinantes. Enfoca a noção de saúde e promoção de saúde em diferentes contextos sócio-culturais. CECCIM, Ricardo Burg. Saúde e doença: reflexão para a educação da saúde. In: MEYER, Dagmar E. Estermann (Org). Saúde e sexualidade na escola. 3 ed. Porto Alegre: Mediação, 2006. MEYER, Dagmar et al. "Você aprende. A gente ensina?": interrogando relações entre educação e saúde desde a perspectiva da vulnerabilidade. Cadernos de Saúde Pública, 2006, v. 22, n. 6, p. 1335-1342. WERNER, Jairo. Saúde educação: desenvolvimento e aprendizagem do aluno. Rio de Janeiro: Gryphus, 2005. * Disciplina do Departamento de Assistência e Orientação Profissional – DAOP, Escola de Enfermagem 30 Disciplina Eixo Núcleos de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa Referências Básicas Disciplina Eixo Núcleos de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa Referências Básicas Disciplina Eixo Núcleos de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa Referências Básicas Práticas Corporais e Envelhecimento Formação Específica Exercício Físico e Saúde 8ª Obrigatória 45 h Aborda os aspectos psicológicos, sociais e biológicos do envelhecimento humano e os programas de exercícios físicos voltados à saúde dessa população. FARINATTI, P.T.V.; FERREIRA, M.S. Saúde: promoção da saúde e educação física. Rio de Janeiro: EDUERJ, 2006. POLOOCK, ML.; WILMORE, JH. Exercícios na saúde e na doença: avaliação e prescrição para prevenção e reabilitação. Medsi (ISBN: 8571990719) SHARKEY, Brian J. Condicionamento físico e saúde. Porto Alegre: Artmed, 2006. Exercício Físico para Crianças e Jovens Formação Específica Exercício Físico e Saúde 5ª Obrigatória 60 h Aborda os diferentes aspectos do desenvolvimento de crianças e jovens e os programas de exercícios físicos voltados à saúde dessa população. GAYA, Adroaldo; MARQUES, Antonio; TANI, Go. Desporto para crianças e jovens: razões e finalidades. Porto Alegre: UFRGS, 2004. FARINATTI, P.T.V.; FERREIRA, M.S. Saúde: promoção da saúde e educação física. Rio de Janeiro: EDUERJ, 2006. Prescrição e Avaliação em Práticas Corporais e Saúde Formação Específica Exercício Físico e Saúde 7ª Obrigatória 60 h Aborda técnicas de ergometria, antropometria, dinamometria, testes laboratoriais e de campo para a prescrição de práticas corporais. Discute e avalia as práticas corporais para a saúde com base em evidências. Discute e avalia os conceitos de mortalidade, doença cardiovascular, diabetes, obesidade, doença respiratória, doença musculoesquelética, HIV/AIDS, saúde da criança, envelhecimento, estratificação de risco cardiovascular. Estimula a prescrição de práticas corporais na saúde e na doença. HEYWARD, VH. Avaliação física e prescrição de exercício: técnicas avançadas. Porto Alegre: Artmed (ISBN: 853630412X) QUEIROGA, MR. Testes e medidas para avaliação da aptidão física relacionada à saúde em adultos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. (ISBN: 85-277-0981-3) POLOOCK, ML.; WILMORE, JH. Exercicios na saúde e na doenca: avaliação e prescrição para prevenção e reabilitação. Medsi (ISBN: 8571990719) 31 Disciplina Eixo Núcleos de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa Referências Básicas Bases das Práticas Corporais e Saúde Formação Orientada Exercício Físico e Saúde 8ª Obrigatória 60 h Aborda as características das diferentes Práticas Corporais Sistematizadas para o uso em intervenções profissionais no campo da Saúde. Discute as potencialidades e debilidades das práticas corporais desde diferentes perspectivas (fisiológicas, biomecânicas, psicológicas, sociais) para intervir com diferentes intencionalidades. Instiga à formulação de critérios consistentes para a seleção, adaptação, criação de Práticas Corporais Sistematizadas adequadas ao objetivo da intervenção nos respectivos campos profissionais. MENDES, M. I. B. S. Mens Sana in Corpore Sano: saberes e práticas educativas sobre corpo e saúde. Porto Alegre: Sulina, 2007. CAMPOS, G.W.S. et al. (Org.). Tratado de saúde coletiva. 2. ed. São Paulo/Rio de Janeiro: Hucitec/Fiocruz, 2008. v. 1. HARRIS, Janet C.; HOFFMAN, Shirl J. Cinesiologia: o estudo da atividade física. Porto Alegre: Artmed, 2002. EIXO FORMAÇÃO ESPECÍFICA – NÚCLEO PESQUISA EM EDUCAÇÃO FÍSICA Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa Pesquisa em Educação Física I Formação Específica Pesquisa em Educação Física 6ª Obrigatória 60 h Trata dos princípios epistemológicos da produção do conhecimento científico. Trata dos condicionantes históricos e sociológicos do conhecimento científico. Trata dos pressupostos éticos da produção do conhecimento científico e relaciona os princípios epistemológicos da produção do conhecimento com as especificidades da área de conhecimento da Educação Física. Estimula o exercício da lógica da linguagem científica a partir da análise de casos concretos. Referências Básicas ROESCH, Sylvia Maria Azevedo; BECKER, Grace Vieira; MELLO, Maria Ivone de. Projetos de estágio e de pesquisa em administração: guia para estágios, trabalhos de conclusão, dissertações e estudos de caso. São Paulo: Atlas (ISBN: 8522440492) THOMAS, Jerry R. et al. Métodos de pesquisa em atividade física. Porto Alegre: Artmed (ISBN: 9788536308647) MOLINA NETO, Vicente; TRIVINOS, Augusto Nibaldo Silva. A pesquisa qualitativa na educação física: alternativas metodológicas. 3. ed. Porto Alegre: Sulina, 2010. Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa TCC I Formação Específica Pesquisa em Educação Física 7ª Obrigatória 60 h Trata do desenvolvimento do projeto de trabalho de conclusão de curso acompanhado por um comitê de assessoramento. Definida a partir da temática de estudo escolhida pelo estudante Referências Básicas 32 EIXO FORMAÇÃO ESPECÍFICA – NÚCLEO ESTUDOS SOCIOCULTURAIS Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa Estudos Socioculturais I Formação Específica Estudos Socioculturais 1ª Obrigatória 60h (45h Teóricas e 15h Prática como componente curricular) Até 20% da Carga Horária poderá ser desenvolvida em EAD Aborda conceitos básicos sobre natureza, cultura e sociedade, tematizando o corpo e as práticas corporais, na sua relação com esses conceitos. Discute criticamente acerca do corpo e das práticas corporais no contexto da diversidade cultural, problematizando as suas relações com estética e saúde, considerando diferentes marcadores identitários, tais como: gênero; raça/etnia; classe social; geração; e populações com necessidades especiais. Estimula a reflexão critica acerca das distintas perspectivas e autores tratados, estabelecendo entre eles: diferenças e semelhanças, continuidades e descontinuidades, contradições e complementaridades. Prevê até 20% da carga horária em atividades EAD. Referências Básicas DA MATTA, Roberto. Relativizando - uma introdução à Antropologia Social. Petrópolis: Vozes, 1987. CARVALHO, Yara Maria de; RUBIO, Kátia. Educação Física e Ciências Humanas. São Paulo: Hucitec, 2001. VILA NOVA, Sebastião. Introdução à sociologia. São Paulo: Editora Atlas, 2008. Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Estudos Socioculturais II Formação Específica Estudos Socioculturais 2ª Obrigatória 60h Teóricas Até 20% da Carga Horária poderá ser desenvolvida em EAD Aborda aspectos históricos e socioculturais da Educação Física, do esporte e do lazer. Estuda distintas práticas corporais (esportivas ou não), no contexto da diversidade cultural e na relação com diferentes espaços sociais. Analisa criticamente acerca de aspectos históricos e socioculturais da Educação Física, do esporte e do lazer, na relação com diferentes práticas corporais e da complexidade das dinâmicas sociais. Instiga os estudantes a refletir criticamente e tomar posição acerca das temáticas abordadas e autores tratados, estabelecendo entre eles: diferenças e semelhanças, continuidades e descontinuidades, contradições e complementaridades. Prevê até 20% da carga horária em atividades EAD. DEL PRIORI, Mari e MELO, Victor. História do esporte no Brasil: do império aos dias atuais. Rio Claro:Unesp, 2009. MARCELLINO, Nelson Carvalho. Estudos do Lazer: uma introdução. Campinas: Autores Associados, 1996b. STIGGER, Marco Paulo. Educação Física, esporte e diversidade. Campinas, SP: Autores Associados, 2005. Ementa Referências Básicas 33 Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa Referências Básicas Estudos Socioculturais III Formação Específica Estudos Socioculturais 7ª Obrigatória 60h (45h Teóricas e 15h Prática como componente curricular) Até 20% da Carga Horária poderá ser desenvolvida em EAD Estuda temas contemporâneos sobre práticas corporais, esporte e lazer, e as suas relações com a Educação Física (a mídia; a globalização; questões de gênero; raça; classe social; populações com necessidades especiais; o mercado esportivo; outros). Analisa e discute criticamente acerca desses temas, problematizando seus vínculos com ações de intervenção social (políticas sociais; desigualdade social; exclusão social; educação e cidadania; voluntariado; outros). Provoca a tomada de posições sobre atividades e projetos de intervenção social e as suas relações com a Educação Física. Estimula os alunos a refletir criticamente acerca de distintas perspectivas e autores tratados, estabelecendo entre eles: diferenças e semelhanças, continuidades e descontinuidades, contradições e complementaridades. MARCELLINO, Nelson Carvalho. (Org.). Políticas públicas setoriais de lazer: o papel das prefeituras. Campinas: Autores Associados, 1996. ZALUAR, Alba. Cidadãos não vão ao paraíso: juventude e política social. Campinas: Editora da Universidade Estadual de Campinas, 1994. EIXO FORMAÇÃO ESPECÍFICA – NÚCLEO DESENVOLVIMENTO HUMANO Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa Psicologia aplicada à saúde* Formação Específica Desenvolvimento Humano 1ª Obrigatória 30h Estudo do desenvolvimento humano através de diferentes paradigmas psicológicos. Compreensão dos aspectos fundamentais da psicologia social e sua articulação com as questões de saúde. Referências Básicas Bowlby, J. - Uma base segura - Editora Artes Médicas Carter, Elizabeth A.; McGoldrick, Monica - As mudanças no ciclo de vida familiar :uma estrutura para a terapia familiar - Editora Artes Médicas Eizirik, Claudio Laks; Kapczinski, Flávio Pereira; Bassols, Ana Margareth Siqueira, Kapczinzki, F - O ciclo da vida humana :uma perspectiva psicodinâmica - Editora Artmed (ISBN: 8573079096) * Disciplina do Instituto de Psicologia 34 Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa Referências Básicas Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Referências Básicas Desenvolvimento Motor Formação Específica Desenvolvimento Humano 2ª Obrigatória 60h (45h Teóricas e 15h Prática como componente curricular) Até 20% da Carga Horária poderá ser desenvolvida em EAD Aborda a identificação das diferentes fases do desenvolvimento motor ao longo da vida, relacionando-as com a aprendizagem das habilidades motoras. Discute as diferentes práticas interventivas no processo de desenvolvimento humano. HAYWOOD, Kathleen M; GETCHELL, Nancy. Desenvolvimento motor ao longo da vida. Porto Alegre: Artmed, 2010. ISBN 9788536322469 PAPALIA, Daiane E. Desenvolvimento humano. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 2009. ISBN 9788577260249 GALLAHUE, David L. Compreendendo o desenvolvimento motor: bebês, crianças, adolescentes e adultos. São Paulo: Phorte, 2005. ISBN 8576550164 Aprendizagem Motora Formação Específica Desenvolvimento Humano 3ª Obrigatória 60h (45h Teóricas e 15h Prática como componente curricular) Até 20% da Carga Horária poderá ser desenvolvida em EAD Aborda o processo ensino-aprendizagem de habilidades motoras. Discute os mecanismos internos que regulam o movimento, bem como os fatores ambientais que afetam o mesmo. Problematiza a prática das habilidades motoras nas diferentes fases da vida. HAYWOOD, Kathleen M; GETCHELL, Nancy. Desenvolvimento motor ao longo da vida. Porto Alegre: Artmed, 2010. ISBN 9788536322469 MAGIL, Robert A. Aprendizagem motora: conceitos e aplicações. São Paulo: Edgard Blücher, 2000. SCHMIDT, R.A., WRISBERG, C.A. Aprendizagem e performance humana: uma abordagem da aprendizagem baseada no problema. Champaign: Human Kinetics, 2001. 35 EIXO FORMAÇÃO ESPECÍFICA – NÚCLEO PRÁTICAS CORPORAIS SISTEMATIZADAS Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Referências Básicas Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Referências Básicas Bases das Práticas Corporais Sistematizadas Formação Específica Práticas Corporais Sistematizadas 1ª Obrigatória 60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente curricular) Aborda conceitos das praticas corporais sistematizadas (ginastica, jogo motor, praticas corporais expressivas, praticas corporais junto a natureza) a partir dos critérios de logica interna e externa. Propicia a vivencia e a analise das diferentes demandas motoras dessas praticas. Estimula a capacidade reflexiva que envolve o fenômeno da cultura corporal do movimento na perspectiva do campo profissional. DANTAS, M. Dança: o enigma do movimento. Porto Alegre: Ed. Universidade/UFRGS, 1999. HAAS, A. N.; GARCIA, A. Expressão corporal: aspectos gerais. Porto Alegre: Editora da PUCRS, 2008. SHINCA, M. Psicomotricidade, ritmo e expressão corporal: exercícios práticos. São Paulo: Manole, 1991. Bases das Práticas Corporais (Esporte) Formação Específica Práticas Corporais Sistematizadas 1ª Obrigatória 30h (22h Teórico-práticas e 08h Prática como componente curricular) Aborda conceitos de esporte em relação a outros termos vinculados à cultura corporal de movimento, contextualizando e reconhecendo o fenômeno esporte e seus critérios de lógica interna e externa para sua classificação. Analisa e discute as tarefas motoras dos esportes, com base nos elementos universais das regras esportivas (elementos formais, normas do desenvolvimento da modalidade esportiva, meta-regras) em suas diferentes manifestações. Define e diferencia os elementos técnicos, as regras de ação, as combinações táticas, os sistemas de jogo, a estratégia, bem como a capacidades físicas e volitivas. Estimula a aproximação das diferentes modalidades, desenvolvendo a capacidade reflexiva que envolve o fenômeno esportivo desde a perspectiva do campo profissional PAES, R.; BALBINO, H. F. Pedagogia do esporte: contextos e perspectivas. Editora Guanabara. MARQUES, António; TANI, Go (Org.). Desporto para crianças e jovens: razões e finalidades. Porto Alegre: UFRGS, 2004. KRÖGER, C.; ROTH, K. Escola da bola: um ABC para iniciantes nos jogos esportivos. São Paulo: Phorte. 36 Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Referências Básicas Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Referências Básicas Bases das Atividades Aquáticas Formação Específica Práticas Corporais Sistematizadas 1ª Obrigatória 30h (15h Teórico-práticas e 15h Prática como componente curricular) Aborda os processos de ambientação e adaptação ao meio aquático, em relação às habilidades de controle respiratório, imersão, flutuação, sustentação, saltos e deslocamentos (nados elementares e utilitários) no meio líquido. Analisa e discute os efeitos básicos do meio líquido sobre o corpo humano nos exercícios e esportes aquáticos. Estimula a experimentação corporal no meio aquático. CATTEAU, R; GAROFF, G. O ensino da natação. São Paulo: Manole, 1990 LOBO DA COSTA, PH. Natação e atividades aquáticas: subsídios para o ensino. São Paulo: Manole, 2010. PALMER, M. A ciência do ensino da natação. São Paulo: Manole, 1990. Ginástica: acrobacia Formação Específica Práticas Corporais Sistematizadas 2ª Obrigatória 30h (22h Teórico-práticas e 08h Prática como componente curricular) Aborda elementos da ginástica que se caracterizam por uma relação permanente entre equilíbrio e desequilíbrio corporal mediante o uso combinado de força, agilidade e destreza. Analisa as características das acrobacias realizadas no solo, no ar ou em um aparelho específico, tanto de maneira individual quanto coletiva: rolamentos, parada de mão, ponte, piruetas, saltos mortais, pirâmide humana, trapézio, corda, cama elástica etc. distinguindo dos exercícios de condicionamento físico. Estimula a experimentação de movimentos acrobáticos básicos e a criação de novas possibilidades de expressão e composição gímnica. BORTOLETO, M A. C. et al Introdução à pedagogia das atividades circenses. Jundiaí: Editora Fontoura, 2008. GÓIS, Ana Angélica Freitas; GAIO, Roberta; BATISTA, José Carlos Freitas. A ginástica em questão: corpo e movimento. São Paulo: Phorte, 2010. ARAÚJO, Carlos. Manual de ajudas em ginástica. Porto: Editora do autor, 2002. 37 Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Referências Básicas Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Referências Básicas Ginástica: Exercício Físico Formação Específica Práticas Corporais Sistematizadas 2ª Obrigatória 30h (22h Teórico-práticas e 08h Prática como componente curricular) Aborda a ginástica na perspectiva da melhoria ou da manutenção da condição física. Analisa a estrutura e dinâmica dos exercícios físicos para fortalecimento e alongamento da musculatura, o fortalecimento do sistema cardiovascular; o aperfeiçoamento das habilidades atléticas; a perda de peso e/ou a manutenção das funções orgânicas de alguma parte do corpo. Estimula a descrição de movimentos utilizando terminologia específica, a identificação das capacidades físicas e coordenativas demandadas pelos diferentes tipos de exercícios e a avaliação/orientação da realização adequada dos exercícios físicos. COSTA, Marcelo Gomes. Ginástica localizada. Rio de Janeiro: Sprint, 1996. SHARKEY, Brian J. Condicionamento físico e saúde. Porto Alegre: Artmed, 2006. HARRIS, Janet C.; HOFFMAN, Shirl J. O estuda da atividade física. Porto Alegre: Artmed, 2002. Práticas Corporais Expressivas I Formação Específica Práticas Corporais Sistematizadas 3ª Obrigatória 30h (22h Teórico-práticas e 08h Prática como componente curricular) Aborda as práticas corporais expressivas ao tratar de temas relacionados à percepção corporal e do ritmo musical e à criação por meio do movimento. Problematiza esses temas no campo profissional da Educação Física ao promover reflexões nos diferentes contextos de atuação. Instiga a conexão e a articulação com outros campos do saber. ARTAXO, I.; MONTEIRO, G. A. Ritmo e movimento. São Paulo: Phorte, 2000. HALSELBACH, B. Improvisação e movimento. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1988. GARCIA, A.; HAAS, A. N. Ritmo e dança: aspectos gerais. Canoas: Ed. ULBRA, 2006. 38 Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Dança Contemporânea I Formação Específica Práticas Corporais Sistematizadas 4ª Obrigatória Alternativa 60h (48h Teórico-práticas e 12h Prática como componente curricular) Súmula Estudo e conhecimento histórico e técnico da Dança Contemporânea, abrangendo diferentes escolas. Referências Básicas BÓGEA, I. (Org.). Oito ou nove ensaios sobre o Grupo Corpo. São Paulo: Cosac & Naify, 2007. MOMMENSOHN, M.; PETRELLA, P. Reflexões sobre Laban: o mestre do movimento. São Paulo: Summus, 2006. SILVA E. R. Dança e pós-modernidade. Salvador: EDUFBA, 2005. Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Danças Folclóricas Brasileiras Formação Específica Práticas Corporais Sistematizadas 4ª Obrigatória Alternativa 60h (48h Teórico-práticas e 12h Prática como componente curricular) Súmula Iniciação ao estudo das danças e aprendizado de um vocabulário provindo de manifestações tradicionais e populares brasileiras. Investigação de manifestações culturais que envolvem a dança no Brasil, do Brasil e sobre o Brasil. Folclore e dança. Referências Básicas ANDR ANDRADE, Mário de. Danças dramáticas do Brasil. Itatiaia (ISBN: 8531904153) BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que e folclore. Rio de Janeiro: Brasiliense (ISBN: 8511010602) CASCUDO, Luis da Camara. Dicionário do folclore brasileiro. Editora Global (ISBN: 8526006444) Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Referências Básicas Danças Folclóricas Gaúchas Formação Específica Práticas Corporais Sistematizadas 4ª Obrigatória Alternativa 60h (48h Teórico-práticas e 12h Prática como componente curricular) Estudo das manifestações culturais regionais e das danças folclóricas gaúchas. A poética popular, ritmos e formas gaúchas. CÔRTES, P. Manual de danças gaúchas. Editora Irmãos Vitale (ISBN: 9788585188917) MOVIMENTO TRADICIONALISTA GAÚCHO. Fundação Cultural Gaúcha. Danças tradicionais gaúchas. 2. ed. rev. e ampl. Porto Alegre, 2008. 39 Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Referências Básicas Disciplina Eixo Núcleos de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa Referências Básicas Exercício Físico:Treinamento de Força Formação Específica Práticas Corporais Sistematizadas 6ª Obrigatória 60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente curricular) Aborda as alterações músculo-esqueléticas como resultado do treinamento de força. Identifica as formas de manifestação da força muscular nas diferentes práticas corporais. Analisa e discute o planejamento, a aplicação e avaliação dos métodos para seu treinamento. Estimula o desenvolvimento do conhecimento técnico-científico para a organização do processo do treinamento da força. BADILLO, J.J.G.; AYESTARÁN, E.G. Fundamentos do treinamento de força. 2. ed. Porto Alegre: Artmed (ISBN: 8573077948) FLECK, S.; KRAEMER, W.J. Fundamentos do treinamento de força muscular 3. ed. Porto Alegre: Artmed (ISBN: 9788536306452) KOMI, Paavo V. Força e potência no esporte. Porto Alegre: Artmed (ISBN: 8536306912) Pedagogia do Esporte Formação Específica Práticas Corporais Sistematizadas 6ª Obrigatória 60 h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente curricular) Aborda as teorias e metodologias dos processos de ensinoaprendizagem dos esportes. Discute as diferentes visões de ensino em distintas modalidades esportivas, de acordo com suas especificidades. Estimula a elaboração, aplicação e avaliação de planos de ensino. TANI, Go; BENTO; Pedagogia do desporto: definições, conceitos e orientações. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. GAYA; MARQUES; TANI. Desporto para crianças e jovens. Porto Alegre: Editora UFRGS, 2004. KRÖGER; Roth. Escola da bola. São Paulo : Porte, 2006. 40 Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Referências Básicas Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Referências Básicas Esporte I – Basquetebol Formação Específica Práticas Corporais Sistematizadas 3ª Obrigatória Alternativa 60 (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente curricular) Aborda o conhecimento e o ensino dos fundamentos técnicos (manejo e domínio do corpo e da bola, passe e recepção, arremesso e rebote) e táticos (tomadas de decisão, posicionamento nas diferentes situações de jogo). Tematiza as estratégias individuais e coletivas de defesa e ataque. Trata sobre o conhecimento e aplicação das regras do basquetebol. Estimula o exercício da elaboração e aplicação de planos de aula e/ou treinamento da modalidade. DAIUTO, Moacyr. Basquete: metodologia do ensino. Editora Hemus (ISBN: 852890217X) DE ROSE JUNIOR, Dante; TRICOLI, Valmor. Basquetebol: uma visão integrada entre ciência e prática. São Paulo: Manole (ISBN: 85-204-2212-8) KRÖGER, Christian; ROTH, Klaus. Escola da bola: um ABC para iniciantes nos jogos esportivos. São Paulo: Phorte (ISBN: 85-7655-026-1) Esporte I – Atletismo Formação Específica Práticas Corporais Sistematizadas 3ª Obrigatória Alternativa 60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente curricular) Trata sobre os elementos fundamentais do atletismo (saltos, corridas, arremesso e lançamentos), bem como seu ensino. Analisa e discute os elementos básicos das regras da modalidade esportiva. Estimula a elaboração e aplicação de exercícios para o aprendizado da modalidade, enfatizando sua importância como esporte base CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE ATLETISMO. Regras Oficiais de Atletismo. Rio de Janeiro: Sprint, 2009. (ISBN: 8585031-09-3) GRANELL, José Campos; GALLACH LAZCORRETA, José Henrique. Las tecnicas de atletismo. Paidotribo (ISBN: 8480147854) MARTTHIESEN, Sara Quenzer. Atletismo se aprende na escola. 2. ed. São Paulo: Fontoura, 2009. 41 Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Referências Básicas Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Referências Básicas Esporte II – Futebol Formação Específica Práticas Corporais Sistematizadas 3ª Obrigatória Alternativa 60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente curricular) Aborda o conhecimento e o ensino dos fundamentos técnicos (passe, drible, chute, técnica do goleiro e outros), táticos (sistemas táticos e estratégias ofensivas e defensivas), físicos (resistência, velocidade, força e outros) e axiológicos (ética, fairplay, sociabilidade, etc.). Estuda a história do futebol e as suas implicações sociais, econômicas e imaginárias. Desenvolve os diferentes conteúdos e metodologias aplicadas ao ensino e ao treino de futebol. Trata sobre o conhecimento e a aplicação das regras do futebol, bem como as suas adaptações aos jogos reduzidos e recreativos. Desafia no exercício de simulação de aulas práticas. TANI, G.; BENTO, J.; PETERSEN, R. Pedagogia do desporto. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. FREIRE, J. B. Pedagogia do futebol. Campinas: Autores Associados, 2006. WEINECK, J. Treinamento ideal. São Paulo: Manole, 2003. Esporte II – Futsal Formação Específica Práticas Corporais Sistematizadas 3ª Obrigatória Alternativa 60 (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente curricular) Aborda o conhecimento e o ensino dos fundamentos técnicos (dos jogadores de linha e do goleiro) e táticos (tomadas de decisão, posicionamento nas diferentes situações de jogo, princípios do jogo). Tematiza as estratégias individuais e coletivas de defesa e ataque. Trata sobre o conhecimento e aplicação das regras do futsal. Estimula o exercício da elaboração e aplicação de planos de aula e/ou treinamento da modalidade. MUTTI, D. Futsal: da Iniciação ao alto nível. São Paulo: Phorte, 2003. VOSER, R. C. Futsal: princípios técnicos e táticos. 2. ed. Canoas: Editora da Ulbra, 2003. VOSER, R. da C.; GIUSTI, J. G. O futsal e a escola: uma perspectiva pedagógica. Porto Alegre: Artmed, 2002. 42 Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Referências Básicas Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Referências Básicas Esporte III – Voleibol Formação Específica Práticas Corporais Sistematizadas 4ª Obrigatória Alternativa 60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente curricular) Aborda questões metodológicas para o ensino do Voleibol no âmbito dos fundamentos e respectivos procedimentos do jogo, bem como os contextualiza na relação técnico/tática, ou seja, como fazer, o que fazer e quando fazer. Trata sobre o conhecimento e aplicação do regulamento do Voleibol e sua respectiva adequação e significação ao perfil do iniciante. BIZZOCCHI, Cacá. O voleibol de alto nível: da iniciação à competição. Editora Fazendo Arte (ISBN: 85-86425-18-8) BOJIKIAN, J.C.M. Ensinando o voleibol. São Paulo: Phorte (ISBN: 85-86702-13-7) Esporte III – Ginástica Artística Formação Específica Práticas Corporais Sistematizadas 4ª Obrigatória Alternativa 60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente curricular) Aborda os conteúdos teóricos e práticos dos movimentos básicos nos diferentes aparelhos oficiais da ginástica artística masculina e feminina. Analisa e discute alternativas com materais acessórios para aplicação em locais onde não haja o equipamento oficial. Apresentar o Código de Pontação que é objeto que promove a pontuação na ginástica artísitica. Estimula a utilização da Ginástica Artística como elemento a ser ensinado. ARAÚJO, C. Manual de ajudas em ginástica olímpica. Canoas: Editora Ulbra, 2003. BROCHADO, F.A; BROCHADO, M.M.V. Fundamentos da ginástica artística e de trampolins. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. NUNOMURA, M.; NISTA-PÍCCOLO, V. L. (Org) Compreendendo a ginástica artística. São Paulo: Phorte, 2005. 43 EIXO FORMAÇÃO ESPECÍFICA – NÚCLEO CONHECIMENTOS BIODINÂMICOS Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Referências Básicas Estudos Anátomo-Funcionais: Anatomia* Formação Específica Conhecimentos Biodinâmicos 1ª Obrigatória 60h Teóricas Aborda as estruturas, os tecidos e a organização morfofuncional de diferentes sistemas do corpo humano. Discute as relações dos sistemas mio-ósteo-articular, neuro-endócrino, cardio-vascular e respiratório com o movimento humano. Estimula o reconhecimeto das estruturas, tecidos e sistemas no corpo humano em movimento CASTRO, Sebastião Vicente de. Anatomia fundamental. Makron Books (ISBN: 8534608555) NETTER, Frank Henry. Atlas de anatomia humana. Elsevier (ISBN: 9788535221480) SOBOTTA, Johannes. Sobotta: atlas de anatomia humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan (ISBN: 978852771177) * Disciplina do Instituto de Ciências Básicas da Saúde Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Referências Básicas Estudos Anátomo-Funcionais: Cinesiologia Formação Específica Conhecimentos Biodinâmicos 2ª Obrigatória 60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente curricular) Aborda a análise anátomo-funcional do movimento humano a partir dos princípios e/ou mecanismos responsáveis pela estruturação do mesmo. Discute as relações das articulações e seus movimentos, dos grupos musculares envolvidos e dos tipos de contração.. Estimula a realização de análise anátomofuncional das práticas corporais sistematizadas BANKOFF, Antonia Dalla Pria. Morfologia e cinesiologia: aplicada ao movimento humano. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007 (ISBN:978-85-277-1277-4) SMITH, L., WEISS, E; LEHMKUHL, L. D. Cinesiologia Clínica de Brunnstrom. 5. ed. São Paulo: Manole, 1997.(ISBN: 8520404197) RASCH, P.J. Cinesiologia e anatomia aplicada. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,1991.(ISBN: 85-226-0049-X) 44 Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Referências Básicas Fisiologia * Formação Específica Conhecimentos Biodinâmicos 2ª Obrigatória 90h Teóricas A disciplina visa abordar os temas fundamentais destacando os assuntos relacionados à Fisiologia celular (homeostasia, transporte pelas membranas, bioeletrogênese e contração muscular) e de órgãos e sistemas (sistemas nervoso, respiratório, cardiovascular, renal, endócrino e digestório). Adicionalmente, a disciplina objetiva também correlacionar os conceitos básicos da Fisiologia com o exercício da educação física, apresentando aos alunos exemplos práticos em que se aplicam os fundamentos fisiológicos estudados. GUYTON, A. C. Tratado de fisiologia médica. Elsewier (ISBN: 1397835216417) MARIEB, Elaine Nicpon et al. Anatomia e fisiologia. Porto Alegre: Artmed (ISBN: 9788536315508) Silverthorn, Dee Unglaub et al. Fisiologia humana: uma abordagem integrada. São Paulo: Manole (ISBN: 8520412416) * Disciplina do Instituto de Ciências Básicas da Saúde Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Fisiologia do Exercício Formação Específica Conhecimentos Biodinâmicos 3ª Obrigatória 60h Teóricas Aborda os mecanismos de resposta e adaptação dos sistemas metabólico, neuromuscular, cardiorrespiratório, endócrino, digestório e termorregulatório ao exercício físico. Discute as respostas agudas e crônicas destes sistemas aos diferentes exercícios. Estimula a análise e aplicação das práticas corporais sistematizadas sob ponto de vista fisiológico. Referências Básicas ASTRAND, PO. Tratado de fisiologia do trabalho: bases fisiológicas do exercício. Porto Alegre: Artmed, 2006. POWERS, SK.; HOWLEY, ET. Fisiologia do exercício: teoria e aplicação ao condicionamento e ao desempenho. Barueri: Manole, 1997. WILMORE, JH.; COSTILL, DL. Fisiologia do esporte e do exercício. Rio de Janeiro: Manole. 2010. Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Biomecânica Básica Formação Específica Conhecimentos Biodinâmicos 4ª Obrigatória 30h Teóricas Trata das variáveis velocidade, aceleração, força e torque, pressão e trabalho associadas às práticas corporais sistematizadas. Problematiza a análise do movimento sob o ponto de vista mecânico. Estimula a realização de análise biomecânica das práticas corporais sistematizadas Referências Básicas MCGINNIS, P. Biomecânica do esporte e do exercício. Porto Alegre: Artmed, 2002. OKUNO, E.; FRATIN, L. Desvendando a física do corpo humano: biomecânica. São Paulo: Manole, 2003. HALL, S. Biomecânica básica. São Paulo: Manole, 2009. 45 Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Referências Básicas Treinamento Físico Formação Específica Conhecimentos Biodinâmicos 5ª Obrigatória 60h Teóricas Aborda os elementos históricos e evolutivos do treinamento e as escolas do treinamento, planejamentos, testes e programas. Discute as capacidades condicionantes força, velocidade, flexibilidade, resistência e coordenativas nas práticas corporais sistematizadas. Estimula a realização de planejamentos para diferentes práticas corporais, sua organização em ciclos e sua avaliação com base nos princípios do treinamento. BOMPA, T. Periodização: teoria e metodologia do treinamento. São Paulo: Phorte, 2002. GOMES, AC. Treinamento desportivo: estrutura e periodização. Porto Alegre: Artmed, 2002. WEINECK, J. Treinamento ideal. São Paulo: Manole, 2003. EIXO FORMAÇÃO ESPECÍFICA – NÚCLEO ESTUDOS DO LAZER Disciplina Eixo Núcleos de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa Referências Básicas Dinamização de programas recreativos e de lazer Formação Específica Estudos do Lazer 3ª Obrigatória 60 h Aborda necessidades e demandas relativas às práticas corporais voltadas ao lazer de pessoas, grupos e coletividades, nas suas dimensões biopsicossocioculturais. Discute o planejamento e a coordenação de jornadas e serviços recreativos em âmbitos vinculados ao lazer, com ênfase em experiências corporais lúdicas, em articulação com outras manifestações culturais (linguagens), considerando diferentes marcadores sociais (geração, classe social, religião, gênero, raça e etnia) e condição de saúde das pessoas e coletivos participantes. Analisa e problematiza a aplicação de métodos e instrumentos de avaliação continuada de atividades, programas e projetos de ações no âmbito do lazer. Propõe estratégias promoção da auto-gestão de práticas de lazer em diferentes contextos. MASCARENHAS, Fernando. O lazer como prática de liberdade. Goiânia: UFG, 2004. MARCELLINO, Nelson Carvalho (Org.). Repertório de atividades de recreação e lazer: para hotéis, acampamentos, prefeituras, clubes e outros. Campinas: Papirus, 2009. SILVA, T.A.C.; GONÇALVES, K.G.F. Manual de lazer e recreação: o mundo lúdico ao alcance de todos. São Paulo: Phorte, 2010. 46 Disciplina Eixo Núcleos de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa Referências Básicas Bases Teóricas do lazer Formação Específica Estudos do Lazer 8ª Obrigatória 60 h Aborda a constituição do campo do lazer enquanto um fenômeno social e a sua relação com o mundo de trabalho, a urbanização, as políticas públicas e sociais, a indústria do entretenimento e a educação. Discute o processo de significação do espaço-tempo do lazer, na sua relação com as práticas corporais. Estimula a investigação sobre os modos de participação social em práticas corporais de lazer, no que se refere aos seus sentidos e significados, às possibilidades de acesso e às barreiras socioculturais vinculadas a populações de diferentes contextos. DUMAZEDIER, Jofre. Lazer e cultura popular. São Paulo: Perspectiva, 1973. ELIAS, Norbert; DUNNING, Eric. A busca da excitação. Lisboa: Difel, 1992. MARCELLINO, Nelson Carvalho. Estudos do lazer: uma introdução. Campinas: Autores Associados, 1996. EIXO FORMAÇÃO ESPECÍFICA – NÚCLEO FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS)* Formação Específica Fundamentos da Educação Inclusiva 3ª Obrigatória 30 h Teóricas Súmula Aspectos lingüísticos da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). História das comunidades surdas, da cultura e das identidades surdas. Estudo básico da LIBRAS. Políticas lingüísticas e educacionais para surdos. QUADROS, Ronice Muller; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de sinais brasileira. Porto Alegre: Artmed (ISBN: 9788536303086) THOMA, Adriana da Silva. A invenção da surdez: cultura, identidade, identidades e diferença no campo da educação. Editora EDUNISC Referências Bibliográficas Básicas Disciplina da Faculdade de Educação 47 Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Fundamentos da Educação Física Especial Formação Específica Fundamentos da Educação Inclusiva 4ª Obrigatória 60 h ( 45h teóricas e 15h Prática como componente curricular) Súmula Aborda o ensino da educação física para pessoas com deficiências. Discute estratégias de ensino coerentes com as especificidades de cada deficiência. Propõe a elaboração e aplicação de planos de ensino de educação física em turmas com inclusão no ensino básico e em escolas especiais. ROSADAS, Sidney de Carvalho. Educação física especial para deficientes: fundamentos da avaliação e aplicabilidade de programas sensório motores em deficientes. Editora Atheneu SOLER, Reinaldo. Educação física inclusiva na escola: em busca de uma escola plural - Editora Sprint (ISBN: 85-7332-2330) Referências Bibliográficas Básicas EIXO FORMAÇÃO ORIENTADA PARA SAÚDE, LAZER E ESPORTE Disciplina Eixo Núcleos de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa Referências Básicas Praticas Corporais na Rede de Atenção Básica em Saúde Formação Orientada para Saúde, Lazer e Esporte Práticas Corporais e Saúde 9ª Obrigatório 60 h Aborda as práticas corporais de acordo com as demandas e necessidades em serviços de saúde para propor intervenções em equipe com base nas políticas públicas voltadas, preferencialmente, para a atenção básica. Problematiza a saúde como campo do saber e sua relação com as dimensões sociopolíticas e as condições de saúde. Estimula a proposição e avaliação de políticas a partir das demandas de cada território e as possibilidades de uso das práticas corporais como meio de assistência e cuidado à saúde de acordo com as especificidades de cada comunidade. MENDES, Eugênio Vilaça As redes de atenção à saúde. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2011. CORDONI JR., L. Elaboração e avaliação de projetos em saúde coletiva. Londrina: EDUEL, 2005. FRAGA, A.B; WACHS, F. (Org.). Educação Física e saúde coletiva: políticas de formação e perspectiva de intervenção. Porto Alegre: UFRGS, 2007. 48 Disciplina Eixo Núcleos de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa Referências Básicas Disciplina Eixo Núcleos de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa Referências Básicas Organização do Sistema de Saúde no Brasil Formação Orientada para Saúde,Lazer e Esporte Práticas Corporais e Saúde 9ª Obrigatório 60 h Atividades de ensino envolvendo a história da organização do sistema de saúde no Brasil, a reforma sanitária brasileira e a correlação entre políticas e sistemas de saúde. Aborda a composição das instituições de saúde na história brasileira, desde o Brasil colônia ao Pacto pela Saúde. Enfoca a conformação das políticas públicas de saúde na dinâmica social, na organização das práticas profissionais e nos sistemas de atenção no setor da saúde, apresentando as principais questões que constituem a agenda internacional do setor da saúde em relação à organização dos sistemas de saúde. ANDRADE, Selma Maffei de; SOARES, Darli Antonio; CORDONI Jr., Luiz - Bases da Saúde Coletiva. Londrina - Editora UEL CAMPOS, Gastão Wagner de Sousa; MINAYO, Maria Cecília de Souza; AKERMAN, Marco; DRUMOND Jr., Marcos; CARVALHO, Yara Maria - Tratado de Saúde Coletiva - Editora Hucitec / Fiocruz CECCIM, Ricardo Burg - Invenção da saúde coletiva e do controle social em saúde no Brasil: nova educação na saúde e novos contornos e potencialidades à cidadania. - Editora Revista de Estudos Universitários Teoria e Metodologia do Treinamento Esportivo Formação Orientada para Saúde, Lazer e Esporte Esporte e Lazer 9ª Obrigatório 60 h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente curricular) Aborda as teorias e metodologias do treinamento esportivo. Discute as diferentes formas de condução dos processos de organização e estruturação do treinamento esportivo, seus ciclos e unidades. Estimula a elaboração de planos de treinamento e sua aplicação no esporte. WEINECK Treinamento ideal. Barueri : Manole, 2003. PLATONOV. Teoria geral do treinamento desportivo olímpico. Porto Alegre: Artmed, 2004. VERKHOSHANSKI. Treinamento desportivo: teoria e metodologia. Porto Alegre: Artmed, 2001. 49 Disciplina Eixo Núcleos de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa Referências Básicas Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Referências Básicas Organização do Sistema de Esporte e Lazer Formação Orientada para Saúde, Lazer e Esporte Esporte e Lazer 9ª Obrigatório 60 h Aborda a organização dos processos de gestão do sistema nacional de esporte e lazer no âmbito das organizações governamentais (instâncias Nacionais, Estaduais, Regionais, Municipais e Locais) e das instituições não-governamentais, bem como as políticas públicas de esporte lazer. Estimula a utilização de conceitos e de recursos derivados de teorias administrativas organizacionais para exercer o gerenciamento de serviços (planejamento estratégico, gestão de pessoas, gestão de recursos financeiros), assim como desenvolver possibilidades de articulação entre diferentes instâncias de gestão que operam dentro do Sistema Nacional de Esporte e Lazer. ISAYAMA, Hélder F et al. (Org.) Gestão de políticas de esporte e lazer: experiências, inovações, potencialidades e desafios. Belo Horizonte: UFMG, 2011. MARCELLINO, Nelson Carvalho. (Org.). Políticas públicas setoriais de lazer: o papel das prefeituras. Campinas: Autores Associados, 1996. Revista Motrivivência. Ano X N. 11 – setembro / 1998. Políticas públicas: Educação Física/Esporte/Lazer, 1998. Estágio Profissional em Esporte, Lazer e Saúde Formação Específica Campo Profissional 9ª. etapa Eletivo 60 h Tematiza o exercício da ação do profissional de Educação Física em serviços públicos e privados de esporte, lazer e saúde. Discute os dilemas que emergem da observação da intervenção profissional. Estimula as reflexões referentes às competências para atuação do profissional nesses campos de atuação profissional. PEREIRA, Isabel Brasi;l LIMA, Julio César França. Dicionário da educação profissional em saúde. Rio de Janeiro: EPSJV, 2008. 50 Disciplina Eixo Núcleos de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa Referências Básicas Disciplina Eixo Núcleos de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa Referências Básicas Estágio Profissional em Saúde e Lazer Formação Orientada para Saúde, Lazer e Esporte Práticas Corporais e Saúde 10ª Obrigatório 150 h Propicia a prática de orientação em programas de exercícios físicos para a saúde na forma de estágio profissional, nos campos abordados em Práticas Corporais, Lazer e Saúde. ASTRAND, PO. Tratado de fisiologia do trabalho: bases fisiológicas do exercício. Porto Alegre: Artmed, 2006. CORDONI JR., L. Elaboração e avaliação de projetos em saúde coletiva. Londrina: EDUEL, 2005. FARINATTI, P.T.V.; FERREIRA, M.S. Saúde: promoção da saúde e educação física. Rio de Janeiro: EDUERJ, 2006. FLECK, Steven J.; KRAEMER, William J. Fundamentos do treinamento de força muscular. 3. ed. Porto Alegre : Artmed, 2006. HARRIS, Janet C.; HOFFMAN, Shirl J. O estudo da atividade física. Porto Alegre: Artmed, 2002. MERHY, E. E et. all. O trabalho em saúde: olhando e experenciando o SUS no cotidiano. São Paulo: Hucitec, 2003. Estágio Profissional em Esporte e Lazer Formação Orientada para Saúde, Lazer e Esporte Esporte e Lazer 10ª Obrigatório 150 h Propicia o planejamento, a aplicação, o acompanhamento e a avaliação prática de processos de ensino-aprendizagemtreinamento de modalidades esportivas. KRÖGER; Roth. Escola da bola. São Paulo : Porte, 2006. GAYA; MARQUES; TANI. Desporto para crianças e jovens. Porto Alegre: Editora UFRGS, 2004. PLATONOV. Teoria geral do treinamento desportivo olímpico. Porto Alegre: Artmed, 2004. TANI, Go; BENTO; Petersen. Pedagogia do Desporto: definições, conceitos e orientações. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. VERKHOSHANSKI. Treinamento desportivo: teoria e metodologia. Porto Alegre: Artmed, 2001. WEINECK Treinamento ideal. Barueri : Manole, 2003. 51 5.2 Disciplinas Eletivas Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa Referências Básicas Antropologia do Corpo e da Saúde * Formação Específica Conhecimentos Socioculturais Sem etapa Eletivo 30 h Conceito antropológico de cultura, a construção cultural do corpo, contexto social e cultural da relação saúde/doença DA MATTA, R. - Explorações: Ensaios de Sociologia Interpretativa Editora Rocco HELMAN, C. - Cultura, saúde e doença - Editora Artmed (ISBN: 9788536317953) LARAIA, R. - Cultura :um conceito antropológico - Editora J. Zahar (ISBN: 9788571104389) *Disciplina do Departamento de Antropologia Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Referências Básicas Disciplina Eixo Núcleos de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa Referências Básicas Avaliação e Educação Postural Formação Específica Conhecimentos Biodinâmicos Sem etapa Eletivo 60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente curricular) Aborda a avaliação e a educação postural. Discute postura, más e boas atitudes posturais e alternativas para a reeducação postural. Estimula a aplicação e a avaliação de alternativas para a reeducação postural e a pesquisa na área. CAMPIGNION, Philippe. Aspectos biomecânicos: cadeias musculares e articulares - Método G.D.S. São Paulo: Summus. KENDALL, Florence Peterson; MCCREARY, Elizabeth Kendall; PROVANCE, Patricia Geise. Músculos: provas e funções. São Paulo: Manole. KAPANDJI, Ibrahim Adalbert. Fisiologia articular: esquemas comentados da mecânica humana. São Paulo: Manole Biomecânica Aplicada à Saúde e ao Esporte Formação Específica Conhecimentos Biodinâmicos Sem etapa Eletivo 60 h Aborda as características biomecânicas do movimento humano na realização do gesto esportivo e na prevenção às lesões e na reabilitação. Discute as características cinesiológicas e biomecânicas associadas ao gesto esportivo e ao exercício físico. Estimula a aplicação dos princípios biomecânicos aos esportes e ao exercício físico realizados no meio terrestre e no meio líquido. ZATSIORSKY, Vladimir M. Biomecânica no esporte: performance do desempenho e prevenção de lesão. São Paulo. Guanabara, 2010. MCGINNIS, Peter. Biomecânica do esporte e do exercício. Editora Artmed, São Paulo, 2002. OKUNO, Emico Desvendando a física do corpo humano: biomecânica. Editora Manole, 2004. 52 Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa Referências Básicas Bioquímica Básica * Formação Específica Conhecimentos Biodinâmicos Sem etapa Eletivo 60 h Aminoácidos essenciais, ocasionalmente essenciais e não essenciais. Proteínas: estrutura de proteínas, proteínas alostéricas. Comunicação celular. Enzimas: cinética enzimática, controle da reação enzimática, coenzimas. Síntese de DNA, síntese de RNA, síntese de proteínas. Ciclo de Krebs, fosforilação oxidativa. Digestão de carboidratos e absorção de oses. Transportadores de oses. Metabolismo dos carboidratos: glicólise e gliconeogênese, glicogenólise e glicogênese, ciclo das pentoses. Metabolismo de lipídios: oxidação de ácidos graxos e síntese de corpos cetônicos, síntese de ácidos graxos, triglicerídeos e colesterol. Metabolismo das proteínas: oxidação de aminoácidos, aminogênese, ciclo da uréia. Metabolismo integrado: interelações entre os diferentes tecidos: tracto gastrointestinal, fígado, músculo esquelético, músculo cardíaco, tecido adiposo. Sistema nervoso central e rim. Nelson, David L.; Cox, Michael M.; Lehninger, Albert Lester; Simões, Arnaldo Antonio; Lodi, Wilson Roberto Navega - Lehninger princípios de bioquímica - Editora Sarvier (ISBN: 8573781661) Smith, Colleen M.; Marks, Allan D.; Lieberman, Michael; Dutra Filho, Carlos Severo; Azevedo, Ana Maria Ponzio de; Wannmacher, Clovis Milton Duval - Bioquímica médica básica de Marks :uma abordagem clínica - Editora Artmed (ISBN: 9788536308807) Voet, Donald; Voet, Judith G.; Pratt, Charlotte W. - Fundamentos de bioquímica:a vida em nível molecular - Editora Artmed (ISBN: 9788536313474) *Disciplina do Departamento de Bioquímica Disciplina Bioquímica do Exercício * Formação Específica Conhecimentos Biodinâmicos Sem etapa Eletivo 60 h Metabolismo energético citológico e mitocondrial, no repouso e no exercício, com enfoque no tecido muscular Referências Básicas Champe, PC; Harvey, RA; Ferrier, DR - Bioquímica Ilustrada. Editora ARTMED (ISBN: 9788536317137) Maughan, R.; Gleeson, M.; Greenhaff, P. L - Bioquímica do Exercício e do Treinamento - Editora Editora Manole LTDA (ISBN: 8520409377) Smith, C; Marks, A; Lieberman, M. - Bioquimica Básica de MarksUma abordagem clinica - Editora Artmed (ISBN: 9788536308807) *Disciplina do Departamento de Bioquímica Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa 53 Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Referências Básicas Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Referências Básicas Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Referências Básicas Esporte – Canoagem Formação Específica Práticas Corporais Sistematizadas Sem etapa Eletivo 60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente curricular) Aborda o conhecimento e o ensino dos fundamentos técnicos específicos da Canoagem. Estimula o exercício da elaboração e aplicação de planos de aula e/ou treinamento da modalidade. BRASIL. Ministério Extraordinário dos Esportes. Canoagem para pessoas portadoras de deficiência. Brasília : Indesp, Cetefe, 1996. BYDE, Alan. ABC da canoagem. Lisboa: Presença, 1984. FREITAS, Silvia. O que é remo, canoagem e esqui aquático? Casa da Palavra, 2007 Esporte – Caratê Formação Específica Práticas Corporais Sistematizadas Sem etapa Eletivo 60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente curricular) Aborda o conhecimento e o ensino dos fundamentos técnicos específicos.Trata sobre o conhecimento e aplicação das regras esportivas do Caratê. Estimula o exercício da elaboração e aplicação de planos de aula e/ou treinamento da modalidade. NAKAYAMA, M. Dynamic karate. Kodansha International (ISBN: 978-0-87011-788-6 / 0-87011-788-2). Esporte – Ginástica Rítmica Formação Específica Práticas Corporais Sistematizadas Sem etapa Eletivo 60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente curricular) Aborda o conhecimento e o ensino dos fundamentos técnicos específicos. Estimula o exercício da elaboração e aplicação de planos de aula e/ou treinamento da modalidade. LEBRE, E.; ARAÚJO, C. Manual de ginástica rítmica. Porto: Porto, 2006. SANTOS, EVN.; LOURENÇO, MRA; GAIO, R. Composição coreográfica em ginástica rítmica: do aprender ao fazer. Jundiaí: Fontoura, 2010 GAIO, R. Ginástica rítmica: da iniciação ao alto nível. Jundiaí : Fontoura, 2008 54 Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Referências Básicas Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Esporte – Ginástica de Trampolim Formação Específica Práticas Corporais Sistematizadas Sem etapa Eletivo 60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente curricular) Aborda o conhecimento e o ensino dos fundamentos técnicos específicos da Ginástica de Trampolim. Estimula o exercício da elaboração e aplicação de planos de aula e/ou treinamento da modalidade. ARAUJO, Carlos. Manual Técnico e Pedagógico de Trampolins. Porto: Editora do Porto, 2004. BORTOLETO, M A. C. et al Introdução à pedagogia das atividades circenses. Jundiaí: Editora Fontoura, 2008. BROCHADO, Fernando Augusto. Fundamentos de Ginástica Artística e de Trampolins. São Paulo: Editora Guanabara, 2005. Esporte – Handebol Formação Específica Práticas Corporais Sistematizadas Sem etapa Eletivo 60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente curricular) Aborda o conhecimento e o ensino dos fundamentos técnicos e táticos (tomadas de decisão, posicionamento nas diferentes situações de jogo). Tematiza as estratégias individuais e coletivas de defesa e ataque. Trata sobre o conhecimento e aplicação das regras do handebol. Estimula o exercício da elaboração e aplicação de planos de aula e/ou treinamento da modalidade. Referências Básicas KRÖGER, Christian; ROTH, Klaus. Escola da bola: um ABC para iniciantes nos jogos esportivos. São Paulo: Phorte (ISBN: 85-7655-0261) SANTOS, Ana Lúcia Padrão dos. Manual de mini-handebol. Phorte. TENROLLER, Carlos Alberto. Handebol: teoria e prática. Sprint (ISBN: 857332192X) Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Esporte – Hóquei sobre Grama Formação Específica Práticas Corporais Sistematizadas Sem etapa Eletivo 60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente curricular) Aborda o conhecimento e o ensino dos fundamentos técnicos e táticos (tomadas de decisão, posicionamento nas diferentes situações de jogo, princípios do jogo). Tematiza as estratégias individuais e coletivas de defesa e ataque. Trata sobre o conhecimento e aplicação das regras do Hóquei sobre Grama. Estimula o exercício da elaboração e aplicação de planos de aula e/ou treinamento da modalidade. Súmula Referências Básicas CALLIONI, S. Hóckey: el aprendizaje a través del juego - como enseñar el deporte hoy? - 1 ed. - Buenos Aires: Stadium, 2010. FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE HÓQUEI. Documento de Apoio do ensino do hóquei na escola - Porto: Tipografia Meneses, 2010. VIEIRA, S. ; FREITAS, A. O que é Beisebol, Softbol e Hóquei sobre Grama - Rio de Janeiro: Casa da Palavra: COB, 2007. 55 Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Referências Básicas Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Referências Básicas Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Referências Básicas Esporte – Judô Formação Específica Práticas Corporais Sistematizadas Sem etapa Eletivo 60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente curricular) Tematiza conhecimentos básicos referentes à história do Judô. Aborda o conhecimento e o ensino elementos técnicos e táticos. Tematiza as estratégias de defesa e ataque. Estimula o exercício da elaboração e aplicação de planos de aula e/ou treinamento da modalidade. KANO, Jigoro. Judo kodokan. Cultrix (ISBN: 8531610233) KANO, Jigoro. Kodokan judô. Kodansha International (ISBN: 0870116819) Esporte – Natação Formação Específica Práticas Corporais Sistematizadas Sem etapa Eletivo 60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente curricular) Aborda os elementos fundamentais na natação (quatro estilos competitivos, saídas e viradas), bem como seu ensino. Analisa e discute os elementos básicos das regras da modalidade esportiva. Estimula a elaboração e aplicação de exercícios para o aprendizado da modalidade, enfatizando efeitos e características do meio líquido. CATTEAU, R.; GAROFF, G. O ensino da natação. São Paulo: Manole, 1990. MAGLISCHO, E. W. Nadando ainda mais rápido. São Paulo: Manole, 1999 PALMER, M. A ciência do ensino da natação. São Paulo: Manole, 1990. Esporte – Orientação Formação Específica Práticas Corporais Sistematizadas Sem etapa Eletivo 60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente curricular) Aborda o conhecimento e o ensino dos fundamentos técnicos específicos do esporte Orientação. Estimula o exercício da elaboração e aplicação de planos de aula e/ou treinamento da modalidade. CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE ORIENTAÇÃO, Regras Gerais e Orientação Pedestre: Santa Maria – RS – Brasil: CBO, 2005. DORNELLES, J. O. F., O percurso de Orientação, 2ª edição, Santa Maria – RS: Brasil, Editora Palotti, 2007. ESPANHA. Secretaría de Estado de Educación. Deporte de orientación: secretaría de estado de educación.. Madrid: MEC/SEE, 1996. 56 Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Referências Básicas Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Referências Básicas Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Referências Básicas Esporte – Polo Aquático Formação Específica Práticas Corporais Sistematizadas Sem etapa Eletivo 60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente curricular) Aborda o conhecimento e o ensino dos fundamentos técnicos e táticos. Tematiza as estratégias individuais e coletivas de defesa e ataque. Trata sobre o conhecimento e aplicação das regras do Polo Aquático. Estimula o exercício da elaboração e aplicação de planos de aula e/ou treinamento da modalidade. CATTEAU, R.; GAROFF, G. O ensino da natação. São Paulo: Manole, 1990. MAGLISCHO, E. W. Nadando ainda mais rápido. São Paulo: Manole, 1999 PALMER, M. A ciência do ensino da natação. São Paulo: Manole, 1990 Esporte – Remo Formação Específica Práticas Corporais Sistematizadas Sem etapa Eletivo 60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente curricular) Aborda o conhecimento e o ensino dos fundamentos técnicos específicos do Remo. Estimula o exercício da elaboração e aplicação de planos de aula e/ou treinamento da modalidade. FREITAS, Silvia. O que é remo, canoagem e esqui aquático? Casa da Palavra, 2007. MOLINA, Carlos. Remo de competicion, Wanceulen, 1997. CBRemo. Manual Técnico. Rio de Janeiro, 2010. Esporte – Rugby Formação Específica Práticas Corporais Sistematizadas Sem etapa Eletivo 60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente curricular) Aborda o conhecimento e o ensino dos fundamentos técnicos e táticos do Rugby (tomadas de decisão, posicionamento nas diferentes situações de jogo, princípios do jogo). Tematiza as estratégias individuais e coletivas de defesa e ataque. Trata sobre o conhecimento e aplicação das regras do Rugby. Estimula o exercício da elaboração e aplicação de planos de aula e/ou treinamento da modalidade. CORLESS, Barrie. El Rugby. Madrid: Hispano Europea, 1995. INTERNATIONAL RUGBY BOARD. Introdução ao RugbyCoaching Nível 1. INTERNATIONAL RUGBY BOARD. Introduccón al arbitraje. s/d. 57 Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Súmula Referências Básicas Disciplina Eixo Núcleos de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa Referências Básicas Disciplina Esporte IV – Tênis Formação Específica Práticas Corporais Sistematizadas Sem etapa Eletivo 60h (45h Teórico-práticas e 15h Prática como componente curricular) Aborda, além do ensino dos fundamentos técnico-táticos (direita, revés, saque, voleios, deslocamentos), os conhecimentos básicos sobre a história do esporte, suas regras, o mini-tênis, e o tênis em cadeira de rodas. Tematiza as diferentes estratégias utilizadas para a elaboração de planos de aula (conteúdos e metodologias aplicadas ao ensino do tênis). Estimula a aplicação dos planos de aula em atividades práticas simuladas. BALBINOTTI, C. (Org.) O ensino do tênis: novas perspectivas de aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2009. KRÖGER, C.; ROTH, K. Escola da bola: um abc para iniciantes nos jogos esportivos. São Paulo: Phorte, 2002. TANI, G.; BENTO, J.; PETERSEN, R. Pedagogia do desporto. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. Estatística Aplicada à Educação Física Formação Específica Pesquisa em Educação Física Sem etapa Eletivo 60 h Aborda conceitos e modelos estatísticos e suas aplicações na pesquisa científica e na avaliação em Educação Física. BARROS, M.V.G.; REIS, R.S. Análise de dados em atividade física e saúde. Londrina: Midiograf, 2003. CLEGG, F. Estatística para todos. Lisboa: Gradiva, 1995. TRIOLA, M.F. Introdução à estatística. Rio de Janeiro: Atlas, 1999. Metodologia da Pesquisa Bibliográfica * Formação Específica Pesquisa em Educação Física Sem etapa Eletivo 45 h A evolução dos registros do conhecimento humano. As bibliotecas como fontes de conhecimento e de informação e manuseio das fontes de informação. Técnicas de leitura e elaboração dos trabalhos científicos. Normalização da apresentação dos trabalhos. Bibliotecas como fontes de conhecimento e da informação. Metodologia da pesquisa bibliográfica. Referências Básicas Rudio, Franz Victor - Introdução ao projeto de pesquisa científica Editora Vozes (ISBN: 8532600271) Santos, Boaventura de Sousa - Pela mão de Alice :o social e o político na pós-modernidade - Editora Cortez (ISBN: 8524905786) VASCONCELOS, Eduardo Mourão - Complexidade e pesquisa interdisciplinar: epistemologia e metodologia operativa. - Editora Petrópolis (ISBN: 85.326.2791-9) *Disciplina do Departamento de Ciência da Informação Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa 58 Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa Referências Básicas Disciplina Eixo Núcleos de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa Referências Básicas Pesquisa em Ed. Física II Formação Específica Pesquisa em Educação Física Sem etapa Eletiva 60 h Trata de elaborar um projeto de pesquisa que cubra as exigências metodológicas de um estudo de qualidade acadêmica bem como identificar os pressupostos epistemológicos inerentes à opção metodológica do projeto proposto. BRACHT, Valter. Pesquisa em ação: educação física na escola. Ijui: Editora Unijuí (ISBN: 85-7429-305-9) FLICK, Uwe; COSTA, Joice Elias; CAREGNATO, Sonia Elisa Introdução à pesquisa qualitativa. Porto Alegre: Artmed (ISBN: 9788536317113) LINCOLN, Yvonna S. et al. O planejamento da pesquisa qualitativa: teorias e abordagens. Porto Alegre: Artmed (ISBN: 9788536306636 THOMAS, Jerry R. et al. Métodos de pesquisa em atividade física. Porto Alegre: Artmed (ISBN: 9788536308647) Molina GAYA, A. metodologia da pesquisa em ciências do movimento humano. Porto Alegre: Artmed (ISBN: 978-85-363-1438-9) MOLINA NETO, Vicente; TRIVINOS, Augusto Nibaldo Silva. A pesquisa qualitativa na educação física: alternativas metodológicas. 3. ed. Porto Alegre: Sulina, 2010. Praticas Corporais em Saúde Mental Formação Orientada para Lazer e Saúde 9ª Obrigatória 60 h Aborda a organização da política de saúde mental no Brasil considerando a perspectiva de desinstitucionalização, a organização dos Centros de Atenção Psicossocial e a constituição de redes de articulação com a rede de atenção básica. Discute a potencialidade das práticas corporais como ferramenta terapêutica em serviços de saúde mental. Instiga o uso das práticas corporais como prática de cuidado de sujeitos portadores de sofrimento psíquico e usuários de álcool e outras drogas. AMARANTE, Paulo. Saúde mental e atenção psicossocial. Rio de Janeiro: Editora da Fiocruz, 2007. COSTA, Clarice Moura; FIGUEIREDO, Ana Cristina. Oficinas terapêuticas em saúde mental: sujeito, produção e cidadania. Rio de Janeiro: Contra Capa, 2004. LANCETTI, Antonio. Clínica peripatética. São Paulo: Hucitec, 2008. 59 Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa Referências Básicas Disciplina Práticas Integradas em Saúde I Formação Específica Exercício Físico e Saúde Eletivo 30 h Estudos e vivências multiprofissionais e interdisciplinares em cenários de práticas no Sistema Único de Saúde-SUS. Conhecimento e análise do território e dos serviços de saúde. Proposição de ações compartilhadas em saúde a partir das necessidades identificadas na e pela comunidade. MARTELETO, Regina Maria; STOTZ, Eduardo Navarro (Orgs.) Informação, saúde e redes sociais: diálogos de conhecimentos nas comunidades da Maré - Editora Fiocruz;UFMG (ISBN: 19816278) TESSER, Carlos - Medicalização Social e Atenção à Saúde no SUS. - Editora HUCITEC (ISBN: 9788570790118) TRAD, Leny A. Bomfim - Família contemporânea e saúde: significados, práticas e políticas públicas. - Editora Fiocruz (ISBN: 9788575411971) Psicologia da Educação – o Jogo I * Formação Específica Fundamentos da Educação Escolar 8ª Eletivo 30 h Jogo, brinquedo, brincadeira: questões etimológicas, históricas, conceituais e culturais. As funções do jogo: teorias clássicas e contemporâneas. Processos de subjetivação e ludicidade: perspectiva psicanalítica, cognitiva e psicomotora. Jogo e cultura: o papel do brinquedo na impregnação cultural da criança, cultura lúdica, mídia e ludicidade, relações com tempo livre, recreação, lazer e ócio. Referências Básicas Piaget, Jean - A formação do símbolo na criança - Editora Zahar Retondar, Jeferson José Moebus - Teoria do jogo: a dimensão lúdica da existência humana - Editora Vozes (ISBN: 978-85-3263515-0) Vigotsky, Lev Semenovich - A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores - Editora Martins Fontes (ISBN: 978-85-336-2264-7) *Disciplina do Departamento de Estudos Básicos Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa 60 Disciplina Eixo Núcleo de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa Referências Básicas Disciplina Etapa Caráter Carga horária Ementa Referências Básicas Disciplina Etapa Caráter Carga horária Ementa Referências Básicas Seminário Integrador das Habilitações Licenciatura e Bacharelado em Educação Física Formação Específica Sem etapa Eletivo 30 h Aborda a prática profissional em Educação Física no campo do lazer, da saúde e do esporte a partir competências e habilidades previstas para os componentes curriculares referentes às Práticas Corporais, Lazer, Saúde e Desenvolvimento no/do Esporte. Discute as competências e habilidades necessárias para atuar de forma proficiente em serviços de saúde pública, em serviços de lazer e nos serviços privados de orientação/treinamento de práticas corporais, bem como no ensino/treinamento de modalidades esportivas. Estimula o reconhecimento e as possibilidades de articulação entre a prática profissional em Educação Física no ambiente escolar e ambientes extraescolares, bem como o desenvolvimento do pensamento crítico sobre a produção do conhecimento na área. FRAGA, A.B.; MAZO, J.Z.; STIGGER, M. P.; GOELLNER, S. V. (Org.). Políticas de lazer e saúde em espaços urbanos. Porto Alegre: Gênese, 2009. HARRIS, Janet C.; HOFFMAN, Shirl J. O estudo da atividade física. Porto Alegre: Artmed, 2002. Tópicos Especiais em Educação Física I Sem etapa Eletivo 30 h Temas da atualidade relativos as áreas da Educação Física (podem ser concedidos através de cursos de extensão ou estudos em projetos de pesquisa cujos planos de ensino ou atividades e sistemas de avaliação tenham sido previamente aprovados pela Comgrad-EFI Serão definidas a cada semestre, de acordo com os temas propostos Tópicos Especiais em Educação Física II Sem etapa Eletivo 60 h Temas da atualidade relativos as áreas da Educação Física (podem ser concedidos através de cursos de extensão ou estudos em projetos de pesquisa cujos planos de ensino ou atividades e sistemas de avaliação tenham sido previamente aprovados pela Comgrad-EFI Serão definidas a cada semestre, de acordo com os temas propostos 61 Disciplina Etapa Caráter Carga horária Ementa Referências Básicas Disciplina Etapa Caráter Carga horária Ementa Referências Básicas Disciplina Eixo Núcleos de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa Referências Básicas Disciplina Eixo Núcleos de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa Referências Básicas Disciplina Eixo Núcleos de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa Referências Básicas Tópicos Especiais em Educação Física III Sem etapa Eletivo 60 h Temas da atualidade relativos as áreas da Educação Física (podem ser concedidos através de cursos de extensão ou estudos em projetos de pesquisa cujos planos de ensino ou atividades e sistemas de avaliação tenham sido previamente aprovados pela Comgrad-EFI Serão definidas a cada semestre, de acordo com os temas propostos Tópicos Especiais em Educação Física IV Sem etapa Eletivo 60 h Temas da atualidade relativos as áreas da Educação Física (podem ser concedidos através de cursos de extensão ou estudos em projetos de pesquisa cujos planos de ensino ou atividades e sistemas de avaliação tenham sido previamente aprovados pela Comgrad-EFI Serão definidas a cada semestre, de acordo com os temas propostos Tópicos Especiais em Praticas Corporais e Saúde I Formação Orientada para Saúde, Lazer e Esporte Sem etapa Eletivo 20 h Aborda temas da atualidade na área. A serem definidas de acordo com a temática Tópicos Especiais em Praticas Corporais e Saúde II Formação Orientada para Saúde, Lazer e Esporte Sem etapa Eletivo 45 h Aborda temas da atualidade na área. A serem definidas de acordo com a temática Tópicos Especiais em Praticas Corporais e Saúde III Formação Orientada para Saúde, Lazer e Esporte Sem etapa Eletivo 60 h Aborda temas da atualidade na área. A serem definidas de acordo com a temática 62 Disciplina Eixo Núcleos de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa Referências Básicas Disciplina Eixo Núcleos de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa Referências Básicas Disciplina Eixo Núcleos de conhecimento Etapa Caráter Carga horária Ementa Referências Básicas Tópicos Especiais em Esporte I Formação Orientada para Saúde, Lazer e Esporte Sem etapa Eletivo 30 h Aborda temas da atualidade na área. A serem definidas de acordo com a temática Tópicos Especiais em Esporte II Formação Orientada para Saúde, Lazer e Esporte Sem etapa Eletivo 45 h Aborda temas da atualidade na área. A serem definidas de acordo com a temática Tópicos Especiais em Esporte III Formação Orientada para Saúde, Lazer e Esporte Sem etapa Eletivo 60 h Aborda temas da atualidade na área. A serem definidas de acordo com a temática 5 ESTÁGIOS PROFISSIONAIS Os estágios curriculares obrigatórios são oferecidos a partir da 9ª etapa do currículo por meio de ações integradas com diferentes instituições. O estudante poderá escolher a área de realização do estágio profissional (obrigatório – 150 h): saúde e lazer ou esporte e lazer. Para a realização do estágio na área de saúde e lazer o estudante deverá ter cursado duas das quatro disciplinas listadas a seguir: - EFI 04341 – Práticas Corporais em Saúde Mental - EFI 04372 – Tópicos Especiais em Práticas Corporais e Saúde I - EFI 04371 – Tópicos Especiais em Práticas Corporais e Saúde II - EFI 04370 – Tópicos Especiais em Práticas Corporais e Saúde III Será facultado ao discente a realização de estágio curricular não obrigatório, devidamente orientado por um professor da unidade, de acordo com a Lei Nº11.7888/2008 e de critérios acadêmicos estabelecidos pela COMGRAD/EFI através de Resolução específica. 63 6 ATIVIDADES COMPLEMENTARES No Curso Educação Física - Habilitação Licenciatura estão previstas 300 horas de Atividades Complementares tendo por objetivo incentivar o estudante a expandir sua formação acadêmica para além das atividades de ensino desenvolvidas no âmbito dos núcleos de conhecimento constituintes da presente organização curricular. Conforme a Resolução 24/2006 do CEPE/UFRGS e Resolução específica da COMGRAD/EFI o estudante pode converter a carga horária realizada em diversas atividades, no contexto da extensão universitária, pesquisa, estudos independentes, entre outros, em atividades complementares. O estudante deve reunir os documentos que comprovem a realização de tais atividades e abrir um processo junto ao Departamento de Consultoria em Registros Discentes (DECORDI), solicitando à Comissão de Graduação a análise de tais documentos e registro da carga horária homologada no Sistema de Graduação da Universidade. 7 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO/APRENDIZAGEM E DO PROJETO PEDAGÓGICO 7.1 CONCEPÇÃO GERAL – BASE TEÓRICA De acordo com PACHECO (2002), avaliar é olhar a partir de determinados critérios já que não é possível saber se algo está adequado ou inadequado, apto ou inapto, se não houver clara identificação daquilo que se considera o parâmetro almejado. Avaliar, de certa forma é também medir (HOFFMAN, 1991), ainda que isso seja feito de diferentes formas com diferentes objetivos. Uma quantificação, algumas vezes empregada na avaliação, aliada a outras estratégias de cunho qualitativo, pode oferecer importantes subsídios para os encaminhamentos que venham a ser desencadeados ao longo de um processo avaliativo Nesta proposta curricular, a avaliação é um processo contínuo, e não um ponto de chegada. É tomar uma decisão no sentido de saber aonde se quer chegar, identificar o que não está adequado, quantificar satisfações, 64 insatisfações e expectativas. É também uma forma de subsidiar mudanças positivas em prol de uma meta que se deseja alcançar. É uma forma tanto de analisar o rendimento dos alunos, como também a metodologia do ensino, especialmente quando um currículo é inspirado em competências e habilidades, como é o caso da presente proposta da ESEF/UFRGS. Apesar de vasta literatura a respeito, destacadamente a vasta produção de Philippe Perrenoud, ainda pairam dúvidas sobre o termo “competência” em contraposição a “habilidades”. Pode-se dizer que as habilidades estão associadas ao saber fazer indicando uma capacidade adquirida. Alguns exemplos de habilidades podem ser a) Identificar variáveis; b) compreender fenômenos; c) relacionar informações; d) analisar situações-problema e propor soluções adequadas. As competências são um conjunto de habilidades harmonicamente desenvolvidas e que caracterizam uma função/profissão específica, no caso o professor de Educação Física. Neste sentido uma competência é a capacidade para solucionar situações complexas que exijam conhecimentos e habilidades de diversas naturezas. A Competência é um atributo do sujeito e não da situação complexa. No caso da avaliação, é essencial diferenciarmos competência e desempenho, pois revela graus de eficiência baseado em critérios estabelecidos. Assim as habilidades devem ser desenvolvidas na busca das competências. Uma mesma habilidade pode contribuir para competências diferentes. No PPC da ESEF-UFRGS existe a indicação das competências retiradas da consulta à comunidade em diferentes momentos. Mas trabalhar com competências significa uma mudança epistemológica com a formatação de ensino fundada na compartimentalização do saber em disciplinas, para um conhecimento fundamentado na transdisciplinaridade. A disciplina tem importante função organizacional no conhecimento humano, institui-se mediante demarcação, divisão e especialização ação profissional, respondendo a distintos domínios determinados pelo paradigma dominante. Cada grupo de especialistas em determinada disciplina tem em conta suas fronteiras, a linguagem por meio da qual se estrutura e se expande, com teorias e técnicas próprias utilizadas em suas investigações. Tudo isso pode manifestar tendência à uma autonomia exacerbada cuja face mais deturpada é 65 o enclausuramento da complexidade da realidade ao conceito dogmático de respectiva disciplina Porém existem organismos, sistemas, fatos, ações, elementos, que se constituem objeto de estudo de mais de uma disciplina. Sobre a base dessa característica podem desenvolver-se investigações e práticas docentes das quais participem os professores-investigadores como representantes de cada uma dessas disciplinas. Nesse caso, o trabalho investigativo se emoldura nos limites da multidisciplinaridade. O domínio de cada disciplina serve para aprofundar e enriquecer os conhecimentos das demais. No entanto, a finalidade está inscrita no marco dos objetivos de cada uma, separadamente. Os muros diminuem sua altura, mas ainda permanecem os territórios delimitados. A interdisciplinaridade é outro nível de colaboração, em grau superior a multidisciplinaridade e ocorre quando durante o desenvolvimento de ação docente afim entre os especialistas de distintas disciplinas se estabelece transferência de conhecimentos, habilidades, propósitos, instrumentos e tarefas. Serve como um modelo de elo no marco da preservação das particularidades de cada especialidade. Apesar das ligações que possam ocorrer, ainda não é sinônimo de transdisciplinaridade de uma aprendizagem por competências. Uma transdisciplinaridade, que se manifesta como fruto do desenvolvimento atual da ciência e tecnologia, se refere ao conhecimento que ultrapassa a área das disciplinas, não implicando qualquer ataque aos fundamentos disciplinares e muito menos aos seus especialistas. Antes, porém, sugere a cooperação entre eles, a interdependência e a integração para o desenvolvimento de competências. Essa interação propicia transformações nas diversas relações, sobretudo nas do conhecimento e requer da parte do docente uma visão ampla e sistêmica da realidade, assim como experiência em dinâmicas interdisciplinares, com o objetivo de superar os limites anteriores dos âmbitos disciplinares. Não pode, e não deve reduzir-se a um intercâmbio entre profissionais de diferentes áreas muito menos a confrontação de disciplinas e atividades. 66 A transdisciplinaridade, apesar de ser uma conseqüência do desenvolvimento científico-tecnológico atual, não pode ser vista como um processo espontâneo. Para alcançá-la é imprescindível a ação consciente dos indivíduos que neste processo se envolvem. Isso se refere às pessoas, instituições, organizações, setores populacionais e a sociedade em conjunto. Sem menosprezar a importância de nenhum componente, não existe dúvida em afirmar que o papel de protagonista corresponde ao setor educacional com suas instituições, e em especial, aos docentes. As instituições de ensino superior não podem estar alheias às mudanças no processo de criação, transferência e uso do conhecimento, fundamentadas no reconhecimento da complexidade, multidimensionalidade e globalidade/localizada de qualquer objeto de conhecimento. A educação superior tem a missão de preparar profissionais aptos a buscarem sua auto-superação como especialistas durante toda a vida. Para êxito desta realização contribui a formação de uma visão ampla e um pensamento criativo, apto para dar respostas não previstas a situações imprevisíveis, e capaz de adaptar-se ativamente a novas situações. Isto seria facilitado se os egressos da universidade já estivessem acostumados a assimilar conhecimentos transdisciplinares e preparados para dispor deles, num processo de avaliação de competências. Uma formação transdisciplinar na educação superior é um propósito de ampla envergadura. Sua dimensão requer uma série de exigências. Entre elas as mais importantes são o enfoque sistêmico e a integração dos conteúdos, ambas relacionadas entre si através das competências. O enfoque sistêmico propõe compreender o objeto de estudo como um sistema e por sua vez como componente de um sistema mais amplo. A integração dos conteúdos através das competências não pode ser concebida como uma mescla ou fusão arbitrária. É ver o todo tendo em conta seus componentes ou através de diversas especializações. A prática (docente) deve incluir, além do conteúdo, o processo de geração de novos conhecimentos e sua utilização. Uma via efetiva para conseguir esta integração é a elaboração de atividades relacionadas com textos reais, que mostrem aos alunos: 67 1- os pontos comuns a diversas especialidades com relação a objetivos, tarefas e problemas; 2- a necessidade de dar uma nova conotação aos conceitos mais usados e de assimilar outros novos ou aparentemente alheios à sua disciplina. Seu efeito dependeria, em grande parte, do trabalho do professor para despertar nos alunos o interesse por novas relações e a disposição de conseguir outros avanços. Assim, dotará o processo de significado e porá fim às atitudes mecanicistas. A criatividade deverá ser constante no seu trabalho. Deve ser propósito de o professor garantir que cada aluno seja capaz de criar e caminhar com independência. A integração deve abarcar a relação teoria-prática. Semelhante ao enfoque sistêmico, a integração deve ampliar sua presença em toda estrutura curricular: a tarefa docente, o tema, a disciplina, a carreira. É preciso repensar suas dimensões e seus vínculos com outras profissões não afins. É necessário lutar contra o isolamento de especialidades. Assim, uma avaliação num currículo baseado em competências deve estruturar-se em alguns procedimentos comuns e suficientemente elaborados a partir das singularidades de cada prática docente e do conjunto de conhecimentos no desenvolvimento de determinadas competências: 1) Situação Desafiadora – O docente precisa desafiar o aluno com situações e/ou problemas que mantenham sua atenção e motivação na busca da resolução da mesma. Situações demasiadamente complexas sem o domínio de alguns pré-requisitos podem provocar desistências do processo de aprendizagem por entenderem a mesma muito além de suas condições momentâneas de resolução. No extremo oposto uma situação demasiadamente simples desencadeia um desinteresse pela não exigência em níveis adequados de suas habilidades existentes. 2) Valor sócio-cultural - Buscar a maior proximidade possível com a realidade. Se possível, simular esta realidade ou realização de tarefas conjuntas nos contextos de atuação do futuro acadêmico. 3) Nível Crescente De Dificuldade Solucionar um problema utilizando-se da Elaboração de hipóteses; Transferências de habilidades ou 68 conhecimentos anteriores; Tomar decisões e Avaliar o resultado alcançado através da evocação de saberes dos conteúdos, habilidades e competências. 4) Aprendizagem em diferentes níveis - Aprendizagem procedimental a)Seqüência de ações rotineiras; b) Associações e repetições levam à automatização e Aprendizagem estratégica a) Planejamento, decisões, controle e adaptação b)Reflexão e consciência para a reestruturação de nova ação. 5) Aspectos cognitivos: a) Autogestão do processo de aprendizagem; b) Tornar-se ativo, construtivo e reflexivo 6) Contextualizar - Possibilitar a “tradução” do conteúdo e facilitar a demonstração de exemplos; Equalizar a linguagem em uso aproximando-a dos exemplos apresentados Assim, a partir deste procedimento inicial cada docente pode questionarse sobre suas referências para avaliar, refletindo sobre estes tópicos: 1) Parâmetros: Que peso devo dar à avaliação dos conteúdos? Como vou avaliá-los? A demonstração da competência é suficiente para a avaliação dos conteúdos ou vou avaliá-los em separado? 2. Diversificação de estratégias 3. Negociação, que se caracteriza por: a. Facilitar a auto-análise e a auto-crítica; b. Deixar claros objetivos e métodos; c. Estar em constante reconstrução. 4. Tarefas contextualizadas 5. Problemas complexos 6. Conhecimento prévio da tarefa e de suas exigências 7. Avalia ações cognitivas e metacognitivas focada nos erros relativos à construção das competências 8. A auto-avaliação é parte integrante deste processo 10. Os procedimentos, condições e apoio devem ser iguais para todos A Avaliação neste sentido é valiosa estratégia de mediação da aprendizagem. Nesse sentido, ela deve encorajar o aluno a reorganizar o seu saber; colocar aluno e professor em movimento de busca de sua auto- 69 superação e favorecer a construção de sentido. De acordo com Hoffman (1991), o maior desafio é a tomada de consciência por parte do professor com relação a sua prática. É promover a transição da ação coercitiva para a ação educativa. 7.2 OPERACIONALIZAÇÃO De acordo com o Regimento Geral da Universidade o desempenho acadêmico dos discentes é expresso sob a forma de conceitos: A, B, C (indicam aprovação) e D (reprovação por insuficiência de aproveitamento) e FF(reprovação por ausência de freqüência). Dada a diversidade de disciplinas de cunho teórico e prático, os procedimentos de avaliação são diversos. De um modo geral, os docentes adotam variados instrumentos avaliativos tais como provas sobre o conteúdo aplicado, apresentação de trabalhos de conclusão de disciplina, portfólio, trabalhos escritos em grupo e individualmente, apresentação de seminários, relatórios de observação da prática, fichas de leitura. A avaliação processual, realizada com diversos instrumentos, possibilita um acompanhamento mais qualificado do processo de aprendizagem e possibilita a realização da intervenção pedagógica direcionada à superação das dificuldades percebidas. A participação em aula, assiduidade, freqüência dos estudantes também são considerados, por alguns docentes, fatores intervenientes no processo avaliativo. Ao término de cada semestre letivo os discentes podem realizar a avaliação das atividades de ensino através de formulário padrão da Universidade disponível na internet (portal do aluno). Esse instrumento possibilita aos discentes a expressão de suas opiniões relacionadas ao desenvolvimento das disciplinas com vistas ao aperfeiçoamento constante do ensino, do currículo e da infra-estrutura do curso. Antes do início do semestre subseqüente, cada docente pode acessar o relatório de avaliação das disciplinas que ministrou, construído a partir das respostas dos discentes. É possibilitada à Coordenação da Comissão de Graduação o acesso aos relatórios, preenchidos pelos discentes, de todas as disciplinas do curso e os resultados são analisados nas reuniões da Comissão de Graduação do Curso. 70 Em março de 2009 foi composta uma equipe para desenvolver as atividades do Núcleo de Avaliação da Unidade (NAU). Este Núcleo tem por objetivo criar entre os integrantes da comunidade acadêmica uma cultura permanente de avaliação da Escola de Educação Física. Sua abordagem inicial foi organizada em quatro etapas: Etapa 1: mapeamento dos setores a partir de relatório fornecido pelas chefias/coordenações abordando recursos físicos, humanos e funções desenvolvidas; Etapa 2: percepção das equipes de trabalho sobre o seu setor a partir do roteiro inicial e das dimensões de avaliação do MEC; Etapa 3: percepção do público atendido sobre os diferentes setores Etapa 4: percepção de cada setor em relação aos demais com os quais se relaciona. A partir de março de 2012 o NAU iniciou a avaliação da atual organização curricular, implementada em fevereiro do referido ano. No primeiro semestre de 2012 foram aplicados questionários em dois segmentos da comunidade escolar (estudantes e professores). Após a análise dos dados coletados e apresentação dos principais resultados à comunidade, o NAU prevê realizar grupos focais com estudantes, professores e técnicos visando avaliar a organização curricular vigente. Pretende-se que as informações coletadas pelo NAU, ao realizar grupos focais com professores, estudantes e técnicos de forma sistemática, forneçam subsídios para o incremento da avaliação do PPC do curso. 8 INTEGRAÇÃO ENTRE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO A ESEF possui reconhecida estrutura de pesquisa e extensão, possibilitando que seus alunos de graduação atuem de modo inequívoco tanto com bolsas, quanto voluntários nesses projetos. Esta atuação pode ser exemplificada pela participação de seus alunos nos Salões de Extensão e de Iniciação Científica da UFRGS e de outras instituições. As possibilidades de 71 atuação, desde o início do curso, em projetos e programas de extensão, levam, também, à participação dos alunos em alguns dos inúmeros grupos de pesquisa da ESEF, já que há forte relação entre os Grupos de Pesquisa e os Projetos de Extensão. Deste modo, ao participar de um projeto de extensão, o acadêmico já se vê confrontado com problemas de pesquisa relacionados à prática profissional em Educação Física. Neste Currículo, de modo mais específico, as Disciplinas de Campo Profissional da Educação Física e de Introdução aos Estudos Universitários, ambas na 1ª estapa, deverão, com estratégias e focos específicos, mostrar aos alunos, a importância e as possibilidades de inserção nas atividades de pesquisa e extensão na ESEF e na UFRGS. Em relação à estrutura de pesquisa, cabe ressaltar a significativa contribuição da ESEF para a construção do campo da educação física brasileira, pois está entre as primeiras instituições formadoras de professores e professoras de educação física no país. Gradativamente a ESEF conquistou espaço no cenário nacional, principalmente pela tradição de pesquisa do Laboratório de Pesquisa do Exercício (LAPEX), criado no princípio da década de 1970. A estrutura oferecida pelo LAPEX foi um marco importante no incentivo a configuração de uma vocação para a pesquisa acadêmica na ESEF/UFRGS, como também para a capacitação e treinamento de profissionais da América do Sul e Espanha. O destaque conquistado pelo LAPEX no panorama da educação física nacional contribuiu para que a ESEF/UFRGS incorporasse um Centro de Excelência Esportiva (CENESP), em 1997. A pesquisa também é incentivada na ESEF pelo Centro de Memória do Esporte (CEME), inaugurado em dezembro de 1996. O CEME foi criado com a missão de preservar a memória da educação física e dos esportes no estado do Rio Grande do Sul e promover atividades de pesquisa, extensão e ensino. A criação do CEME foi uma iniciativa pioneira na educação física brasileira, que serviu de referência para outras escolas de educação física construir seus centros de memória. Ao longo dos mais de 10 anos de existência, o CEME reuniu um importante acervo sobre esporte, educação física, lazer e dança no Brasil. Este Centro tem se constituído num importante local de pesquisa, seja pelas próprias produções, seja por se configurar como espaço de consulta para pesquisadores que investigam as práticas corporais sistematizadas. Em 2009, 72 o CEME mudou para um novo espaço constituído de sala de acervo, sala de exposições, sala de estudos e reuniões e sala de aula. Outro convênio que vem beneficiando em particular os acadêmicos da ESEF foi celebrado entre o Ministério do Esporte e a UFRGS no mês de dezembro de 2005 para implantação do Centro de Desenvolvimento do Esporte e Lazer na Escola de Educação Física (CEDES). Desde sua instalação, o núcleo da REDE CEDES instalado na ESEF tem conquistado aprovação de seus projetos de pesquisa nos editais anuais da Rede. O projeto aprovado em 2009 envolve cinco professores permanentes do PPGCHM além de seus alunos de doutorado, mestrado e graduação vinculados aos grupos específicos de pesquisa. Dentre os Grupos de Pesquisa da ESEF, dos quais os alunos de graduação participam ativamente, listam-se: Grupo de Investigação da Mecânica do Movimento (BIOMEC), Grupo de Estudos Qualitativos Formação de Professores e Prática Pedagógica em Educação Física e Ciências do Esporte (F3P-EFICE), Grupo de Estudos em Fisiologia e Bioquímica do Exercício (GEFEX), Grupo de Estudos Socioculturais em Educação Física (GESEF), Grupo Interinstitucional de Estudos Olímpicos (GIEO), Grupo de Pesquisa em Atividades Aquáticas e Terrestres (GPAT), Grupo de Pesquisas em Biomecânica e Cinesiologia (GPBiC), Grupo de Pesquisa em Esportes Aquáticos (GPEA), Grupo de Estudos sobre Cultura e Corpo (GRECCO), Grupo de Intervenções Motoras, Grupo de Pesquisa em Mecânica e Energética da Locomoção Terrestre (LOCOMOTION), Núcleo de Estudos em História e Memória do Esporte (NEHME), Núcleo de Pesquisa em Políticas Públicas de Esporte e Lazer da Cidade (NUPÉ DA CIDADE), Núcleo de Estudos em Pedagogia e Psicologia do Esporte (NP3), Postura Corporal e Qualidade do Movimento (PCQM), Políticas de Formação em Educação Física e Saúde (POLIFES), Grupo de Estudos em Arte, Corpo e Educação (GRACE) e Projeto Esporte Brasil (PRO-ESP-BR). Em relação às atividades de Pós-Graduação, a ESEF possui o Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano, com mestrado e doutorado, plenamente consolidado e avaliado com conceito cinco pela CAPES. Na área de Educação Física, no Brasil, há 25 programas de pósgraduação, apenas dois programas avaliados com conceito seis e três com conceitos cinco. 73 Além da atuação do LAPEX e do CEME cabe sublinhar a longa e múltipla experiência da ESEF na área da extensão universitária, com Comissão de Extensão atuante com estrutura própria, o que possibilita um campo prático de ensino e pesquisa em vários graus de interesse. A ESEF, atualmente, mantém aproximadamente 50 projetos de extensão em funcionamento tanto nas suas instalações, quanto em outros espaços (escolas, entidades, institutos, unidades básicas de saúde) o que lhe atribui situação privilegiada no âmbito da UFRGS. Cabe ressaltar, também que neste currículo, há um núcleo específico relativo à produção do conhecimento, com as disciplinas de Pesquisa em Educação Física I, Pesquisa em Educação Física II e Trabalho de Conclusão de Curso. Ainda, para cada formação orientada, há um Trabalho de Conclusão de Curso (1- Educação Física Escolar, 2- Práticas Corporais Saúde e Lazer ou Esporte), quando o acadêmico deverá, em um seminário, apresentar publicamente seu trabalho, que é avaliado por banca. A ESEF publica ininterruptamente, desde 1994, a revista Movimento, com avaliação B1 para a área da Educação Física; B2 para Interdisciplinar; B3 para Educação e Saúde Coletiva; B5 para História e C para Administração, Ciências Contábeis e Turismo no Qualis e disponível no Portal da CAPES, indexado no ISI Web Knowledge; SCOPUS; LATINDEX, LILACS e está presente nas seguintes bases de dados: SPORTDiscus; LAPTOC; REDALYC. A revista Movimento tem tiragem de 1000 exemplares impressos, periodicidade quadrimestral, propiciando permuta com mais de 60 publicações de instituições do Brasil e do exterior. 9 EQUIPE DE TRABALHO 9.1 CORPO DOCENTE DO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA QUE ATUA NO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA Nº NOME Data de Ingresso 1. 2. 3. 4. 5. ADRIANA BERLEZE ADRIANE VIEIRA ADROALDO CEZAR ARAÚJO GAYA ALBERTO DE OLIVEIRA MONTEIRO ALBERTO REINALDO REPPOLD FILHO Data de ingresso no regime atual 01/03/2011 25/08/2009 08/03/1978 28/07/1993 Titulação Classe Nível 01/03/2011 25/08/2009 08/03/1978 01/03/1983 Regime de Trabalho DE DE DE DE Doutor Doutor Doutor Doutor ADJ1 ADJ1 TIT ADJ2 05/08/1985 DE 12/07/1988 Doutor ASSO2 74 6. ALEX BRANCO FRAGA 04/09/1998 DE 04/09/1998 Doutor ADJ3 ALEXANDRE VELLY NUNES ALVARO REISCHAK DE OLIVEIRA ANDRÉA KRUGER GONÇALVES CARLOS ADELAR ABAIDE BALBINOTTI 11. CLÁUDIA SILVEIRA LIMA 01/03/1982 03/03/1998 08/02/2010 04/09/1997 DE DE DE DE 10/08/1994 03/03/1998 08/02/2010 04/09/1997 Mestre Doutor Doutor Doutor ASS2 ASSO2 ADJ1 ADJ4 09/01/1997 DE 09/01/1997 Doutor ADJ2 12. CLAUDIA TARRAGO CANDOTTI 31/07/2009 DE 31/07/2009 Doutor ADJ1 13. CLÉZIO JOSÉ DOS SANTOS GONÇALVES 14. DENISE GROSSO DA FONSECA 13/06/1994 DE 29/11/2000 Doutor ADJ1 16/02/2011 DE 16/02/2011 Doutor ADJ1 15. ELISANDRO SCHULTZ WITTIZORECKI 16. FABIANO BOSSLE 21/02/2011 DE 21/02/2011 Doutor ADJ1 17/02/2011 DE 17/02/2011 Doutor ADJ1 17. FLÁVIA MEYER 18. FLÁVIO ANTÔNIO DE SOUZA CASTRO 19. JAIR FELIPE BONATTO UMANN 12/02/1997 29/09/2005 DE DE 12/02/1997 29/09/2005 Doutor Doutor ASSO2 ADJ2 17/02/2010 DE 17/02/2010 Mestre ASS1 20. JANICE ZARPELLON MAZO 21. JEFFERSON FAGUNDES LOSS 16/01/1997 20/06/1998 DE DE 16/01/1997 20/06/1998 Doutor Doutor ADJ4 ASSO1 22. JOÃO CARLOS OLIVA 10/08/1994 40 29/11/2000 Doutor ADJ1 23. JOSÉ CÍCERO MORAES 24. LEONARDO ALEXANDRE PEYRÉ TARTARUGA 25. LISIANE TORRES E CARDOSO 26. LUIZ BIAZÚS 27. LUIZ FERNANDO MARTINS KRUEL 28. MARCELO FRANCISCO DA SILVA CARDOSO 29. MARCO AURÉLIO VAZ 30. MARCO PAULO STIGGER 31. MARIA LUISA OLIVEIRA DA CUNHA 32. MARIO ROBERTO GENEROSI BRAUNER 33. MARTHA M. RATENIEKS ROESSLER 34. MIRIAM STOCK PALMA 29/12/1989 20/06/2006 DE DE 03/07/2002 20/06/2006 Doutor Doutor ASSO1 ADJ1 25/04/2006 01/03/1973 13/06/1984 08/02/1999 DE DE DE DE 25/04/2006 01/03/1973 12/04/1988 08/02/1999 Doutor Grad. Doutor Doutor ADJ1 ADJ2 ASSO1 ADJ2 19/05/1992 27/03/1980 14/02/2010 03/03/1979 DE DE DE DE 19/05/1992 01/11/1993 14/02/2010 09/01/1989 Doutor Doutor Mestre Doutor ASSO3 ASSO1 ASSO1 ADJ4 29/12/1989 DE 29/12/1989 Doutor ADJ1 12/03/1984 DE 08/07/1992 Doutor ADJ1 35. NÁDIA CRISTINA VALENTINI 11/02/2003 DE 11/02/2003 Doutor ADJ3 36. RICARDO DEMÉTRIO DE SOUZA PETERSEN 37. ROGÉRIO DA CUNHA VOSER 01/01/1980 DE 01/01/1980 Doutor ASSO2 01/02/2007 DE 01/02/2007 Doutor ADJ2 38. RONEI SILVEIRA PINTO 22/08/1994 DE 22/08/1994 Doutor ADJ1 39. SILVANA VILODRE GOELLNER 40. VERUSKA PIRES (afastamento para acompanhamento de cônjuge) 41. VICENTE MOLINA NETO 03/05/1993 10/10/1997 DE DE 03/05/1993 10/10/1997 Doutor Mestre ASSO1 ASS1 13/01/1981 DE 23/09/1992 Doutor TIT 7. 8. 9. 10. 9.2 SERVIDORES TÉCNICOS DA ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA Matrícula Nome Categoria Funcional 03576884 ANA CRISTINA DE FREITAS GRIEBLER BIBLIOTECARIO-DOCUMENTALISTA 12864382 CINTIA CIBELE RAMOS FONSECA BIBLIOTECARIO-DOCUMENTALISTA 03560287 ELAINE CORREA BIBLIOTECARIO-DOCUMENTALISTA 03544176 NAILA TOUGUINHA LOMANDO BIBLIOTECARIO-DOCUMENTALISTA 03817008 RENATO LOVATTO PENNA ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO 03509729 ALBERTO RAMOS BISCHOFF TECNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS 03557618 CARLOS ROBERTO PIRES SERVENTE DE OBRAS 75 Matrícula Nome Categoria Funcional 10302621 JOSE TUMAX ISBARROLA SERPA PORTEIRO 03517561 CLAUDIO LUIZ GARCIA ADMINISTRADOR 03569934 EDUARDO PELLEGRINO DORNELLES ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO 03577211 JORGE LUIS DA SILVEIRA TORRES PORTEIRO 16517490 RAMIRO MEDEIROS SARAIVA ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO 17564557 CARLA LISBOA GRESPAN TECNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS 16816536 CINTIA BUENO MARQUES TECNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS 03560015 CLAUDIO NUNES SILVA ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO 07571305 ELIANE JOST BLESSMANN ASSISTENTE SOCIAL 03528847 IVONE JOB BIBLIOTECARIO-DOCUMENTALISTA 03580334 JULIO DA COSTA ROCHA JARDINEIRO 11109521 LEILA CARNEIRO MATTOS SERVENTE DE LIMPEZA 03539611 MARIA CRISTINA LUNARDI KERN TECNICO EM SECRETARIADO 03548260 PAULO ROBERTO PERES PAZ ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO 03576396 RICARDO LUIZ FALCETTA DA SILVEIRA PORTEIRO 03593517 VILI TISSOT ALMOXARIFE 03564193 WALTER FAGUNDES PORTEIRO 03593754 ALEX DE OLIVEIRA FAGUNDES PORTEIRO 03517667 CLAUDIO ROBERTO ESCOVAR PAIVA ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO 03537528 LUIZ PINTO RIBEIRO TECNICO DE LABORATORIO AREA 17365376 RODRIGO FREITAS MANTOVANI FISIOTERAPEUTA 03572854 ANA LUCIA MINOR LARRATEA ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO 03563634 ROSANE AMARO LOPES TECNICO DESPORTIVO 03513033 ARLETE DA SILVA SERPA VESTIARISTA 03525406 GILBERTO QUERVALT RODRIGUES ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO 10966102 JOSE CLAUDIO TASSONI DA SILVEIRA OPERADOR DE MAQUINAS AGRICOLAS 03562174 MARA REJANE SCHIAVO DA ROSA ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO 10355340 MARCIA DOS SANTOS DORNELLES ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO 03582582 PAULO AFONSO RODRIGUES DE LIMA MESTRE DE EDIFICACOES E INFRAESTRUTURA 14903415 RAFAEL CECAGNO ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO 03569411 SELDA ENGELMAN ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO 03580210 TANIA MARIA FONTOURA DE SOUZA PORTEIRO 03581977 GILSON DA SILVA CARDOSO PORTEIRO 03584550 EZEQUIEL DA ROSA MEDEIROS PORTEIRO 03528251 ISABEL CRISTINA OLIVEIRA GARCIA TECNICO EM CONTABILIDADE 03594114 SARAH PINHEIRO SANTOS RECEPCIONISTA 03514791 CARLA SANTOS FERREIRA TECNICO EM CONTABILIDADE 03583139 LUCIANO SOUZA WUTKE VIGILANTE 03551458 ROSANGELA AZEVEDO DE ANDRADE ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO 03564691 VANESSA BEATRIZ ROCHA VASCONCELLOS ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO 03566293 JAQUELINE SANTOS COSME ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO 00190817 MÁRCIO ACOSTA MALDONADO TÉCNICO ADMINISTRATIVO EM EDUCAÇÃO: MÉDICO 76 10 INFRA-ESTRUTURA E RECURSOS 10.1 INFRA-ESTRUTURA 10.1.1 Setor Administrativo O setor administrativo é composto de: salas para a direção, secretarias administrativa, secretaria de extensão, secretaria da COMGRAD e COMPESQ, secretaria do Departamento de Educação Física, secretaria do pós-graduação, duas salas de aula do pós-graduação equipadas com computadores e datashow, para 20 alunos, salas de aula do pós-graduação equipadas com computadores e data-show, para 20 alunos, uma sala de aula do pósgraduação equipada com computador e data-show, para 10 alunos, um laboratório de informática com 20 computadores interligados à Internet a disposição dos alunos. 10.1.2 Sala de professores e sala de reuniões A Escola de Educação Física dispõe de vários gabinetes onde os professores atuam ou individualmente ou em pequenos grupos. Há uma sala de reuniões que acomoda 20 pessoas, onde acontecem as reuniões do Conselho da Unidade e das demais instâncias da Escola: Colegiado do Departamento; Comissões de Graduação, Pesquisa e Extensão, entre outras que são agendadas. A Escola também dispõe de uma Sala de Seminários, com capacidade para 70 pessoas, localizada junto ao Laboratório de Pesquisa do Exercício (LAPEX), que se destina a reuniões de grupos de pesquisa; a apresentações públicas de TCCs, dissertações e teses; a aulas com um grande número de alunos; entre outras atividades agendadas. 10.1.3 Gabinetes de trabalho para professores - Cinco professores utilizam dois gabinetes Poliesportivo 1, em função de suas áreas de atuação; junto ao Ginásio 77 - Dois professores ocupam dois gabinetes junto ao Ginásio Bugre Lucena, também em função de suas áreas de atuação; - Seis professores ocupam dois gabinetes junto ao prédio administrativo; - Dois professores, o Diretor e o Vice-Diretor da Escola, possuem gabinetes próprios junto ao prédio administrativo; - Dois professores que coordenam as Comissões de Graduação de Fisioterapia e Dança compartilham gabinete de uso exclusivo junto ao prédio administrativo; - Professor que coordena a Comissão de Graduação de Educação Física possui um gabinete junto a secretaria das Comissões de Graduação; - Um professor, chefe do Departamento de Educação Física, utiliza a sala do Departamento, junto com três servidores; - Professor coordenador do PPG possui gabinete exclusivo junto à secretaria do Programa; - Professor diretor do Laboratório de Pesquisa do Exercício ocupa um gabinete naquele local; - Professor coordenador do Centro de Memória do Esporte dispõe de um gabinete junto àquele local; - Professor coordenador do projeto Segundo Tempo utiliza um gabinete junto à secretaria do projeto; - Professor tutor do Programa de Educação Tutorial ocupa uma sala coletiva junto ao grupo; - Seis Professores dividem uma grande sala junto ao prédio administrativo; - Dois Professores, coordenador e colaborador, do Centro de Lazer e Recreação do Idoso utilizam a sala da sede do projeto, junto ao Centro Natatório; - Vinte e dois professores utilizam 12 gabinetes no prédio do LAPEX. 10.1.4 Salas de aula e demais setores O Campus Olímpico, localizado em uma área de 12,5 hectares, dispõe de uma área construída de aproximadamente 11.000m 2, onde são oferecidos 78 cursos de graduação, Programa de Pós–Graduação, cursos de especialização, além dos projetos de extensão. São utilizadas salas de aula para disciplinas de cunho teórico e salas para aulas práticas. Os ambientes são adequados às atividades de ensino, pesquisa e extensão ali desenvolvidas. Sendo composto por: - um ginásio (ginásio I) poliesportivo com possibilidade de uso simultâneo de duas quadras de voleibol, ou duas quadras de basquetebol ou duas quadras de futsal (dimensões pequenas), ou duas quadras de handebol (dimensões pequenas) ou uma quadra de futsal (dimensão grande), ou ainda, uma quadra de handebol dimensão grande), contando ainda com duas salas de aula equipadas com computadores e data-shows e sala de professor; - um ginásio (ginásio II) para uso simultâneo das modalidades de judo, ginástica rítmica desportiva, ginástica olímpica e saltos acrobáticos, contendo ainda duas salas de professores e vestiários; duas salas para as aulas de Práticas Corporais Expressivas e ginásticas; - um conjunto de seis salas de aula para 40 alunos cada, equipadas comcomputadores e data-shows, junto a sanitários e a biblioteca. - um centro natatório com duas piscinas térmicas, sendo uma profunda de 25x12 metros e outra rasa de 12x6 metros, com vestiários, três gabinetes relacionados a projetos de extensão desenvolvidos no centro natatório, uma sala de aula, uma sala de ginástica, um setor administrativo interno, uma sala para as atividades do Centro de Recreação e Lazer (CELARI), projeto de extensão para a terceira idade) e a sede do Núcleo de Avaliação da Unidade (NAU). - uma sala de musculação equipada, com espaço para aulas alternadas de musculação; - um Laboratório de Pesquisas (LAPEX) com setor administrativo interno, quatro setores de pesquisa equipados para investigações nas áreas de biomecânica, fisiologia do exercício, cinesiologia, desenvolvimento motor e outros, uma sala para fisioterapia, salas para professores pesquisadores, sala para alunos dos programas de pós-graduação, vestiários e uma sala de multimídia. - uma biblioteca setorial com um espaço de 401,61 m², com um total de 13622 exemplares entre livros, teses e dissertações, 135 periódicos correntes, 79 482 periódicos não correntes, 208 fitas de vídeo, seis computadores em rede com as possibilidades oferecidas pela Biblioteca Central da Universidade, sala para projeção das fitas de vídeo, sala para administração interna e espaço para leitura; - uma quadra polivalentes ao ar livre para voleibol, basquetebol, handebol e futsal; - duas quadras ao ar livre para voleibol; - uma quadra ao ar livre para voleibol de areia; - três quadras ao ar livre para futsal; - quatro quadras ao ar livre para tênis; - dois campos gramados de futebol; - um complexo atlético para competições de atletismo, pista e campo, com espaço alternativo para campo de futebol, com vestiários próximos. 10.2 RECURSOS 10.2.1 Laboratório de Pesquisa do Exercício O Laboratório de Pesquisa do Exercício apresenta estrutura humana e física adequada e de alto nível nos diversos setores que o compõem: Biomecânica - Avalia eventos de várias modalidades esportivas. As avaliações envolvem força de reação com o solo e diversas variáveis relacionadas ao movimento humano, como trajetória do movimento, ângulo das articulações, velocidades e aceleração dos segmentos, e localização do centro de massa. Equipamentos: Células de carga para medida de força; sistema de mecanografia; acelerômetros unidirecionais; goniômetro; dinamômetro; plataforma de força; sistema para medida de impulso vertical; sistema de vídeo para análise de movimentos. Avaliação Postural - Analisam-se as posturas estática e dinâmica, medem-se as amplitudes articulares e levantam-se informações complementares sobre a postura diária dos avaliados. Equipamentos: Posturógrafo; máquina fotográfica digital; maca. Cineantropometria - Analisa a composição corporal de sedentários e atletas, procurando observar suas alterações e fornecer equações específicas 80 para essa população. Equipamentos: Aparelho de bioimpedância; compasso de dobras cutâneas; fita métrica; paquímetro; estadiômetro; balança; aparelho para medir envergadura. Fisiologia e Bioquímica do Exercício - Avalia capacidades e potências aeróbica e anaeróbica. Os testes são realizados em esteira, bicicleta ou em campo, por meio da mensuração de lactato sanguíneo, consumo de oxigênio e produção de dióxido de carbono. Equipamentos: Bomba de sucção; centrífuga; banho termostatizado; espectrofotômetro; microscópio; lactímetro; analisador de consumo direto O2 e CO2; medidor de batimentos cardíacos; bicicleta ergométrica; esteiras rolantes; analisador de eletrólitos. Câmara Ambiental - Desenvolve pesquisas sobre respostas fisiológicas, perceptivas, metabólicas e de performance quando o organismo é exposto a diferentes condições ambientais. Simula diversas condições de calor ou frio numa faixa muito acurada de temperatura e umidade de ar. Assim, são avaliados diversos aspectos da regulação térmica, como taxa de sudorese, processo de aclimatização e reidratação, tanto no repouso, durante o exercício e na recuperação, em indivíduos atletas, ativos ou sedentários. Neuromuscular - Desenvolve pesquisa básica nas áreas de Mecânica Muscular, Fisiologia Muscular e Controle Motor associadas ao Esporte. Sua infraestrutura possibilita a investigação científica tanto do funcionamento do sistema neuromuscular como da influência dos processos fisiológicos e dos fatores mecânicos na condição física do atleta. Equipamentos: Sistema de eletromiografia; dinamômetro isocinético; estimulador elétrico; osciloscópio. Ergometria - Desenvolve um Programa de Avaliação Funcional e Cardiológica por meio de testes ergométricos. Esses testes, disponíveis para a comunidade universitária e a comunidade em geral, consistem em um esforço padronizado em esteira rolante. São realizadas medidas fisiológicas da capacidade física, controle de pressão arterial e registro do eletrocardiograma que darão o perfil das condições de aptidão do indivíduo para a prática de exercícios. Avaliação em Atividades Aquáticas - Realiza avaliações que fornecem informações precisas no campo da fisiologia, da biomecânica e do treina¬mento desportivo aplicado, para uso na elaboração de treinamentos. 81 Permite a filmagem e avaliações fisiológicas do indivíduo realizando qualquer modalidade aquática. Plasticidade Neuromuscular - Desenvolve pesquisa básica nas áreas de Mecânica Muscular, Fisiologia Muscular e Controle Motor associadas ao esporte. Possibilita a investigação científica tanto do funcionamento do sistema neuromuscular como da influência dos processos fisiológicos e dos fatores mecânicos na condição física do atleta. Equipamentos: Sistema de eletromiografia; dinamômetro isocinético; ecógrafo; estimulador elétrico; osciloscópio. 10.2.2 Biblioteca A UFRGS mantém um Sistema de Bibliotecas que abrange 33 bibliotecas setoriais. A política de atualização do acervo de graduação fundamenta-se na aquisição do material bibliográfico (livros impressos) identificado nos planos de ensino das disciplinas. O número de exemplares necessários é calculado com base na média do número de matrículas por disciplina e no status da bibliografia (básica essencial, básica ou complementar, pelo sistema - SABi). A distribuição do material adquirido entre as bibliotecas que compõem o Sistema de Bibliotecas é feita de acordo com os locais, onde são ministradas as disciplinas, de modo que o material bibliográfico impresso fique localizado o mais próximo possível do aluno e do docente. Desde 2005 a Biblioteca Central vem adquirindo também livros em formato eletrônico para uso na pesquisa e na pós-graduação, o que permite amplo acesso por parte da comunidade, pois o material é liberado para todo o intervalo de IPs da Universidade, incluindo acesso remoto pelo mecanismo de Proxy. A coleção da Biblioteca Edgar Sperb da Escola de Educação/ESEF faz parte do Sistema de Bibliotecas da UFRGS, assim ficam compartilhados todos os acervos da Universidade - os usuários internos e externos têm acesso a esse Sistema. O acervo é considerado plenamente adequado, em quantidade, pertinência, relevância acadêmico-científica e atualização, atendendo dessa forma à bibliografia básica estabelecida nos planos de ensino das unidades 82 envolvidas no curso em avaliação (Educação, Ciências Básicas da Saúde, Medicina, Artes). Também é alimentado e atualizado com repasse de verba do MEC, dos cursos de pós-graduação, doações de professores que publicam nessa área e de editoras especializadas. A metodologia institucional para aquisição, implantada em 2006, prioriza a bibliografia básica em quantidade de exemplares compatível com o número de matrículas efetuadas em cada disciplina. Para identificação dos títulos a serem adquiridos, os planos de ensino são coletados junto ao Departamento de Ensino e é feita a verificação, no Sistema de Automação de Bibliotecas - SABi, dos títulos já constantes no acervo. É gerado um relatório das disciplinas e a bibliografia correspondente. Em relação a periódicos, a Universidade utiliza amplamente o Portal Periódicos da CAPES. As coleções impressas correntes são adquiridas através de doação e intercâmbio entre as instituições publicadoras de periódicos científicos. O acervo de periódicos da UFRGS na área de Educação Física é um dos mais completos da região Sul do País. Periódicos nacionais são recebidos em sua maioria através de doação interinstitucional e permuta; é importante, para isso, o incentivo que os editores de periódicos recebem de órgãos de fomento e avaliação, como CNPq e CAPES. Em relação aos periódicos estrangeiros e bases de dados, a UFRGS tem acesso ao Portal Periódicos CAPES em sua totalidade. A Biblioteca Edgar Sperb faz parte do CCN e COMUT – como Biblioteca Base. 11 IMPLANTAÇÃO DO NOVO CURRÍCULO Considerando a estrutura da Escola de Educação Física da UFRGS, em relação às instalações físicas e quadro de professores e servidores técnicoadministrativos envolvidos com as atividades da graduação, tanto direta, quanto indiretamente, ao implantar-se este projeto, todos os alunos vinculados ao Curso de Educação Física – Habilitação Licenciatura, irão migrar para a organização curricular descrita neste PPC, com exceção dos alunos vinculados ao currículo 0.45.00, que será extinto em 2012/2. Os alunos que ingressaram no Curso Educação Física – Habilitação Licenciatura a partir do ano de 2005 e que, ao término do 2º. Semestre letivo 83 de 2011 necessitavam de, no máximo, 60 créditos e a disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso II para integralizar a carga horária do curso e, ainda, pretendem solicitar a colação de grau em 2012/2, estão recebendo um tratamento diferenciado: a coordenação da COMGRAD/EFI está orientando a matrícula desses estudantes de forma a garantir o atendimento à legislação atual sem prejudicar sua diplomação no tempo por eles previsto. A Comissão de Graduação-EFI irá divulgar amplamente o quadro das disciplinas liberadas e liberadoras aprovada em Resolução específica , além de realizar reuniões com os estudantes para esclarecer suas dúvidas referentes ao processo de adaptação ao novo currículo. Serão estudados, pela Comissão de Graduação-EFI, individualmente, os casos, a fim de que os alunos sejam colocados no currículo proposto, sem que permaneçam mais tempo do que o previsto, na Universidade, e sem que haja prejuízos em suas formações. Além disso, na transição dos currículos, será levada em consideração a legislação pertinente às horas totais de atividades, as horas de estágio, as horas de prática como atividade curricular e as horas relativas aos créditos complementares. 84 Referências BENITES, L. C.; SOUZA NETO, S.; HUNGER, D. O processo de constituição histórica das diretrizes curriculares na formação de professores de Educação Física. Educação e Pesquisa. São Paulo, v. 34, n. 2, p. 343-360, maio-ago. 2008. FRAGA, A. B. ; WACHS, Felipe ; NUNES, R. V. ; BOSSLE, C. B. ; BASTOS, A. P. P.; BREUNIG, F. F. . Alterações curriculares de uma escola septuagenária: um estudo sobre as grades dos cursos de formação superior em educação física da ESEF/UFRGS. Movimento (UFRGS. Impresso), v. Espec., p. 1-27, 2010. Goellner, S. V.; Dalsin, K.; Dutra, L. dos S.; Frizzo, G. E.; von Muhlen, J. C.; Romero, C.S.; Duarte, A. P.; Carmona, H.P.; Mattos, L. C. ESEF 65 anos: entre memórias e histórias. Movimento, vol. 11, núm. 3, septiembre-diciembre, pp. 201-218. 2005 GUTIERREZ, W. Histórico. Porto Alegre, 1971. www6.ufrgs.br/esef/esef/historico.htm. Acesso em 10 jun 2011. Disponível em http:// MAZO, J. Memórias da Escola Superior de Educação Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (ESEF/UFRGS): um estudo do período de sua fundação até sua federalização. Movimento (Niterói), Porto Alegre, v. 11, n. 1, p. 143-167, 2005. MOLINA NETO, V. ; NUNES, C. F. T. O processo de federalização da ESEF/UFRGS sob a perspectiva dos professores: o estudo de um caso.. Movimento (Porto Alegre), Porto Alegre, v. 11, n. 2, p. 167-189, 2005. SOUZA NETO, S. ; ALEGRE, A. de N. ; HUNGER, D. ; PEREIRA, J. M. . A formação do profissional de Educação Física no Brasil: uma história sob a perspectiva da legislação federal no século XX. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, Campinas, v. 25, n. 2, p. 350-362, 2004. 85 APÊNDICE A Ao Conselho da Unidade (CONSUNI) da Escola de Educação Física/UFRGS. A Comissão de Reestruturação Curricular (CRC) vem por meio desta carta solicitar que seja referendado o que foi sistematizado a partir das discussões da comunidade esefiana, que se encontra descrito abaixo. Justificativa A Educação Física (EF) é uma área de intervenção caracterizada pela prática pedagógica dos elementos da cultura corporal em diferentes contextos: escolas, academias, clubes, serviços de saúde pública, etc. No âmbito da formação inicial, é necessário o desenvolvimento de capacidades que contemplem essas áreas de atuação. A formação em Educação Física, tal como se encontra hoje estruturada na Escola de Educação Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (ESEF/UFRGS), dividida em Licenciatura e Bacharelado, restringe a área de atuação do profissional e limita o acesso a determinados conhecimentos da EF – como os pedagógicos para os bacharéis e do treinamento para os licenciados – e não tem dado conta dessa configuração. Desde 2007, a ESEF vem discutindo os efeitos do processo de implantação dos cursos de Licenciatura e Bacharelado de 2005. Essas discussões resultaram na criação da CRC em junho de 2009, que, a partir de então, organizou novas discussões e sistematizou as questões e encaminhamentos levantados. Com o aprofundamento dos estudos acerca do currículo, a partir dos problemas encontrados, concluiu-se a necessidade de construir um curso de EF com dupla modalidade (Bacharelado e Licenciatura) que resulte numa formação ampla a fim de satisfazer as exigências do campo de atuação profissional. Perfil do Egresso O campo de trabalho da EF é caracterizado pelo exercício da prática pedagógica dos elementos da cultura corporal em diferentes contextos. O egresso do curso de EF da UFRGS, por meio de uma formação estruturada nos conhecimentos de diferentes áreas (biológica\pedagógica\sociocultural) terá construído um conjunto de competências e habilidades globais e específicas, para compreender e intervir na realidade possibilitando a sua transformação. O egresso do curso de EF da UFRGS deve ter uma formação resultante de um currículo que promova a transdisciplinaridade, a articulação dos saberes – transitar entre, através e além das diversas disciplinas – construindo novos conhecimentos. A prática, articulada à teoria, deve ser garantida desde o primeiro semestre, para que o indivíduo identifique as problemáticas a serem superadas e que busque, nas disciplinas, sustentação teórica para procurar, de alguma forma, superar os desafios encontrados na realidade complexa. Embora o objetivo não seja formar pesquisadores, é importante que o egresso tenha se apropriado dos instrumentos de pesquisa para subsidiar sua prática pedagógica. Dessa forma, o perfil do egresso do curso de EF almejado pela ESEF/UFRGS deve atender às demandas sociais de maneira contextualizada na realidade em que está inserido, com uma sólida formação, através da práxis social. a disposição do CONSUNI e aguardamos deferimento. Att., Comissão de Reestruturação Curricular Porto Alegre, 09 de julho de 2010.