CONCEPÇÕES DOS DISCENTES DO MUNICÍPIO DE SANTA HELENA – PB SOBRE A IMPORTÂNCIA DO LIXO ELETRÔNICO E SUA RELAÇÃO COM A DISCIPLINA DE QUÍMICA. Otoniel Anacleto Estrela Filho¹, Luciano Leal de Morais Sales, Albaneide Fernandes Wanderley 1. [email protected] Resumo É inegável o desinteresse pela disciplina de química no ensino médio, caracterizando-a muitas vezes como desmotivante, possivelmente por ser apresentada diante uma abordagem descontextualizada e sem problematização o que reflete de maneira negativa na aprendizagem significativa dos alunos. Nesta perspectiva, há necessidade de despertar o interesse dos estudantes por meio de um enfoque interdisciplinar e transversal, utilizando temáticas associadas ao seu cotidiano a exemplo do lixo eletrônico. Sendo assim se faz necessário compreender a relação entre este tipo de resíduo com a disciplina de química mediante a concepção dos discentes do ensino médio, buscando enfatizar seus interesses por este assunto e destacar a sua relevância para formação acadêmica e cidadã. Para isso, utilizou-se como ferramenta investigativa, entrevistas semi-estruturas as quais 54 alunos do segundo ano do ensino médio foram submetidos, após serem respondidas foi possível aplicar o tratamento dos dados e a análise dos resultados. Diante dos resultados obtidos 57,4% dos entrevistados reconhecem a importância deste tema a ser discutido em sala de aula, por utilizarem diversos equipamentos que futuramente irão fazer parte desses resíduos e 48,5% demonstraram interesse por assuntos ligados a questões ambientais. Ao serem abordados sobre a relação entre a química e o lixo eletrônico, apenas 22% citam que a ligação entre eles está na constituição dos aparelhos eletrônico. Portanto a introdução do lixo eletrônico como ferramenta de ensino nas aulas de química pode motivar os alunos e aprofundar seus conhecimentos sobre esta temática. Palavras-chave: Ensino de Química. Lixo Eletrônico. Concepções dos Alunos. Abstract It cannot be denied the lack of interest in chemistry lessons in high school, often characterized as demotivating, possibly be on presented a decontextualized approach and without questioning which reflects negatively on significant student learning. In this perspective, there is a need to awaken the interest of students through an interdisciplinary and cross-cutting approach, using themes related to their daily lives like the electronic waste. Therefore, it is necessary to understand the relationship between this type of waste and Chemistry lessons by the design of the high school students, seeking to emphasize their interest in this issue and highlight its relevance to academic experience and citizen. Semi-structured interview was the chosen method to gather information from 54 students of the second year of high school in the city of Santa Helena-PB. Results obtained show 57.4% of respondents recognize the importance of this issue to be discussed in the classroom, by using different equipment that will eventually be part of such wastes and 48.5% showed interest in issues related to environmental issues. When approached about the relationship between chemical and electronic waste, only 22% state that the link between them is in the constitution of electronic devices. Therefore the introduction of electronic waste as a teaching tool in chemistry lessons can motivate students and deepen their knowledge on the subject. Keywords: Chemistry Teaching. Electronic Waste. Students’ Conceptions. Introdução A partir do século XX, período que coincide com a revolução cientifica-tecnológica, os equipamentos eletroeletrônicos vem se tornando cada vez mais acessíveis a todos os níveis socioeconômicos, trazendo grandes avanços tecnológicos. Tal desenvolvimento em conjunto com o capitalismo global trouxe consigo graves problemas ambientais, a exemplo do acumulo de lixo eletrônico, também conhecido como e-lixo ou lixo high tech, provenientes da crescente produção e consumo de equipamentos eletroeletrônicos, característicos por apresentarem em sua constituição elementos químicos nocivos ao meio ambiente e a saúde pública quando descartados de forma inadequada. As questões ambientais mesmo não sendo conteúdos obrigatório nos currículos escolares do ensino médio, devem ser explorados de forma transversal proporcionando um debate fluente entre professor e aluno, a exemplo do lixo eletrônico, por estarem em contatos diários com equipamentos eletroeletrônicos, que em um curto espaço de tempo irão compor os resíduos eletrônicos, além de instigar a conscientização e preservação do dos recursos naturais. Estas explorações são imprescindíveis devido à falta de instrução da grande maioria dos discentes o que tornando esta problemática cada vez mais ameaçadora. Segundo Anacleton (2014) através do estudo realizado com alunos do segundo ano do ensino médio em duas escolas estaduais, uma situada no estado da Paraíba e outra no Ceará, verificou que 76,2% dos entrevistados sabem do que se trata o lixo eletrônico, porém de forma sucinta, e cerca de 71,4% desconhecem sobre a constituição de elementos químicos em dispositivos eletrônicos como pilhas e baterias, consequentemente ignoram os perigos que podem causar. Assim, compreender a relação entre este tipo de resíduo com a disciplina de química mediante a concepção dos discentes do ensino médio, buscando enfatizar seus interesses por este assunto e destacar sua relevância para que posteriormente seja possível propor metodologias adequadas de acordo com a realidade dos alunos. Referencial Teórico De acordo com estudo produzido por Silva (2009), o século XX é considerado como o século da Ciência devido ao grande avanço e propagação de produtos tecnológicos, tornando-os indispensáveis no nosso cotidiano. Esse desenvolvimento científico vem permitindo a inclusão tecnológica em todas as regiões do mundo, sendo notório seu crescente consumo. Tal crescimento acompanho pelo fascínio dos jovens a ter acesso as novas tecnologias que são lançados constantemente a exemplo dos computadores, celulares e aparelhos de som, há o desejo de substituir os equipamentos antigos pelos mais atuais tornando-os obsoletos no curto espaço de tempo, diminuindo de 6 para 2 anos em 2005, ocasionando o aumento da produção do lixo eletrônico que cresce a uma velocidade 3 vezes mais do que o lixo urbano (OLIVEIRA, 2010). Em 2010 foram gerados cerca de 40 milhões de toneladas de lixo eletrônico, sendo EUA, Alemanha, Japão e China os que mais produzem, utilizam e descartam produtos tecnológicos. Neste mesmo ano, o Brasil foi o pais emergente que mais gerou este tipo de resíduo e o campeão no descarte de computadores, algo em torno de 0,5 Kg por pessoa (WEILER, 2013). Os metais pesados, elementos químicos altamente tóxicos, são constituintes fundamentes na composição destes aparelhos os quais em grandes concentrações interrompe a manutenção da vida, de acordo com Celere (2007) o lixo eletrônico é um dos piores geradores de problemas ambientais, podendo contaminar o solo, os lenções subterrâneos e causar bioacumulação por organismos vivos podendo atingir todos os níveis tróficos, o chumbo por exemplo, um dos metais mais utilizados, pode provocar náuseas, perda de coordenação e de memória. Diante toda problemática do lixo, em agosto de 2010 no Brasil, foi criada a lei 12.305/2010 que dispõe da Política Nacional de Resíduos Sólidos tratando de uma série de medidas ente elas a reponsabilidade em comunhão entre fabricantes, importadores, distribuidores e vendedores na logística reversa de produtos eletroeletrônicos e a proibição da destinação inadequada de resíduos em corpos hídricos e a céu aberto. Mesmo amparados pela lei, não precisamos irmos tão longe, para comprovarmos que tal fato não ocasionou medidas que estimulasse a população a se preocupar com o descarte adequado dos seus equipamentos e nem políticas de incentivo para conscientização, sendo muitas vezes um assunto esquecido. A falta de conhecimento é perceptível, de acordo com o estudo feito por Weiler (2013) sobre o lixo eletrônico, realizado em 10 escolas nos municípios de Frederico Westphalen e Taquaruçu do Sul, no Rio Grande do Sul, onde 44% dos alunos entrevistados não tem conhecimento dos danos causados pelo descarte inadequado do lixo, mesmo que cerca de 78% sabem do que se trata o termo lixo eletrônico. A escassez de conhecimento não se restringe a região Sul do Brasil, pois segundo Anacleton (2014) pesquisa realizada em duas escolas estaduais, uma situada no estado da Paraíba e outra no Ceará, 76,2% conhecem o termo em questão, porém quando questionado a respeito da composição química das baterias e pilhas 71,4% desconhecem sobre sua constituição. Para Silva (2009) apenas por meio da educação é possível mudar a sociedade, tendo a escola como o caminho para o desenvolvimento de novos conceitos, valores e conscientização dos indivíduos sobre sua importância no meio onde vivem. Há necessidade de priorizar o processo ensino-aprendizagem de forma contextualizada, relacionando-o aos acontecimentos do cotidiano do aluno, para que estes possam perceber a importância socioeconômica da química, numa sociedade avançada, no sentido tecnológico (TREVISAN e MARTINS, 2006). Nesta perspectiva, inserir o tema lixo eletrônico nas aulas de química no ensino médio de forma transversal proporciona a formação de cidadãos mais conscientes e críticos, resultando em uma mudança de comportamento pois os mesmo terão conhecimento sobre os riscos causados pelo o continuo acréscimo deste lixo e as possíveis formas de reutilização e descartes. Portanto, como define Bernardes (2010), os temas transversais são conteúdos educativos e não está ligado a nenhuma disciplina especifica mas sim abrangente a todas elas que busca a troca de informação dentro e fora da sala de aula. Para isso se faz necessário identificar o conhecimento prévio dos estudantes, seu interesse e relevância por determinado assunto, para que posteriormente o professor possa propor metodologias adequadas de acordo com a realidade dos alunos. Metodologia O referente trabalho ocorreu em três etapas, no primeiro momento foi feito um levantamento de dados bibliográficos sobre o tema que segundo Pizzani (2012) a revisão bibliografia permite adquirir conhecimento sobre o objeto de estudo, facilita a escolha dos métodos a serem usados e auxilia no desenvolvimento e na sua legitimidade. No segundo momento foi utilizada como ferramenta de pesquisa entrevistas semi-estruturadas que segundo Gil (1999, p.129) uma das vantagens do uso deste instrumento é a não exposição dos pesquisados à influência das opiniões e do aspecto pessoal do entrevistado, isso permitiu que os alunos não se entusiasmassem com fatores externos e assim foi possível que eles respondessem de acordo com sua própria realidade sobre as questões abordadas neste trabalho. Na última etapa, foi possível analisar os dados obtidos com caráter quali-quantitativo para que essas informações fossem relacionadas com a teoria, através das respostas de 54 alunos, do segundo ano do ensino médio, distribuídos entre três turmas com média de 18 alunos cada, entre 15 a 22 anos de idade, sem distinção social, matriculados na escola E.E.E.F.M. Elaine Soares Brasileiro, situada no município de Santa Helena no alto sertão paraibano. Resultados As análises dos resultados proporcionam o entendimento da real concepção dos discentes, onde foi possível perceber que 54% dos alunos conhecem a respeito do lixo eletrônico, apesar de não terem uma noção aprofundada, eles compreendem que esse lixo é proveniente de materiais eletrônicos quebrados ou que não usam mais. Cerca de 46% desconhecem sobre o tema. Quando questionados sobre o que eles entendem sobre esse tipo de lixo, 41% responderam de forma correta, porém com um conhecimento sucinto, afirmando de modo geral que esses lixos eram resultantes de equipamentos eletroeletrônicos, citando aparelhos celulares, radio, televisores, computadores, chips, como exemplo. Outros 3,57% dos entrevistados não souberam responder. Esta falta de informação é justificada pelo fato deste conteúdo nunca ter sido explorado em sala de aula, de acordo com 92% dos alunos. IMPORTÂNCIA DO TEMA E-LIXO POR SEREM OBJETOS MUITO UTILIZADOS 6,25% CONSCIENTIZAR AS PESSOAS ADQUIRIR CONHECIMENTO 18,75% 6,25% RECONHECEM A IMPORTÂNCIA 26,15% NÃO SOUBERAM RESPONDER DEIXARAM DE RESPONDER 27,80% 14,80% Figura 1. Importância do tema lixo eletrônico mediante concepção dos discentes. Com a escassez de conhecimentos sobre o tema, mediante a Figura 1, cerca de 26,15% dos entrevistados reconhecem a importância do lixo eletrônico, porém não especificam nenhum motivo que justifique sua relevância. Outros 18,75% dos discentes visam o e-lixo como uma temática válida para conscientizar as pessoas sobre os riscos proporcionados por estes resíduos, já 6,25% dos alunos consideram importante por estarem em contato diários com objetos eletrônicos e os 6,25% restantes citam o lixo eletrônico como relevante apenas para adquirir conhecimentos. De modo geral 57,4% dos estudantes tratam o e-lixo como assunto pertinente para ser discutido nas aulas de química. Entretanto, cerca de 27,8% não souberam e 14,8% deixaram de responder, afirmando não terem conhecimento suficiente para se posicionar a respeito, porque o mesmo nunca foi discutido. Para tentar diminuir a falta de informação sobre o tema e destacar sua importância devido à crescente geração destes resíduos resultantes do ritmo acelerada da sua produção e do descarte inadequados dos aparelhos eletroeletrônico, cabe ao professor explorar o perigo iminente que o lixo eletrônico causa ao meio ambiente a exemplo da contaminação do solo e dos lenções subterrâneos e a saúde pública como danos neurológicos, aos osso, desordem hormonal, problemas cardiovasculares e agentes cancerígenos provocados pelos metais pesados que constituem os equipamentos eletroeletrônicos. Ao questionar sobre o interesse dos estudantes em discutir nas aulas de química temas ambientais a exemplo do lixo eletrônico, a Figura 2 expõe que 48,1% dos entrevistados demostraram ter curiosidade sobre temas de foco ambiental, entre estes 15% ressaltam a importância do assunto mas não especificam qual o seu interesse, cerca de 18,5% afirmam a necessidade de aprofundar seus conhecimentos sobre esta temática, outros 11,2% mostraramse preocupados em contribuir com a preservação o meio ambiente e apenas 3,8% dos discentes destacam sua curiosidade devido a química está ligada diretamente aos conteúdos ambientais. INTERESSE POR TEMAS AMBIENTAIS NÃO TEM INTERESSE 3,80% 18,50% 27,80% NÃO SOUBERAM RESPONDER IMPORTÂNCIA DO TEMA 11,20% 15% 24,10% AJUDA A PRESERVAR O MEIO AMBIENTE CONHECER MAIS O ASSUNTO POR ESTA RELACIONADO COM A QUÍMICA Figura 2. Interesse dos discentes por temas ambientais. Entre os entrevistados 24,1% não souberam responder e outros 27% relatam que os conteúdos sobre meio ambiente não despertam seus interesses nas aulas de químicas. Entretanto, temas de foco ambiental contempla um grande leque de desafios que merecem uma atenção maior, em especial o próprio lixo eletrônico os quais são resíduos extremamente nocivos. Como enfatiza Bernardes (2010), a educação ambiental busca o desenvolvimento igualitário, solidário e garantir a vida para as gerações futuras, interligando-a com os conteúdos tradicionais e discutila estabelecendo relação com todo o meio que nos cerca. Assim não há outro caminho além da educação para mudar o cenário que vivemos. Com intuito de entender a capacidade dos discente em relacionar a química com o lixo eletrônico, de acordo com a Figura 3, é possível observar que os entrevistados tem a compreensão sobre esta relação, onde 22,2 % dos discentes afirmam que a química está diretamente ligada com o e-lixo através da constituição dos equipamentos eletrônicos mas não citam de qual forma, porém essa concepção está de acordo com a realidade pois sabemos que os elementos químicos, em especial os metais pesados, são constituintes fundamentais na produção e funcionamento dos eletroeletrônicos. RELAÇÃO ENTRE A QUÍMICA E O LIXO ELETRÔNICO NÃO SOUBERAM RESPONDER 4% 4% 9% 2% NÃO TEM NENHUMA RELAÇÃO 18,50% 3,70% 24% 22,20% 11,10% 1,80% CONSTITUIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS ENERGIA DOS ELETRÔNICOS PRODUÇÃO DO LIXO NÃO CITARAM QUAL SERIA A RELAÇÃO RADIAÇÃO A QUÍMICA ESTA PRESENTE EM TUDO DECOMPOSIÇÃO DOS ELETRÔNICOS RECICLAGEM DOS ELETRÔNICOS Figura 3. Concepção dos discentes sobre a relação entre a química e o e-lixo. Cerca de 9% dos alunos relatam a reciclagem dos eletrônicos como forma de relação com a química, mesmo sendo um baixo percentual, este resultado é importante por gerar uma interação mais próxima entre ambos, pois neste processo ocorre a separação dos componentes dos aparelhos eletroeletrônicos e para isso muitas vezes é necessário dispor de conhecimento químico, a exemplo de reações de oxi-redução para a separação dos metais, como também conhecer sobre as propriedades dos elementos químicos constituintes, os quais podem ser altamente tóxicos. Entre os entrevistados, 24% conhecem esta relação mais não souberam citar nenhuma ligação, outro 11,1% dos discentes indicam que a química está envolvida com o e-lixo através da energia dos aparelhos. Cerca de 18,5% dos alunos não souberam responder e apenas 3,7% disseram quem não existe nenhuma interação entre ambos. Assim, é perceptível que 78,1% dos estudantes são cientes da afinidade entre o lixo eletrônico e a química, porém de maneira superficial, possivelmente trata-se de informações adquiridas ao longo das situações vivenciadas no seu cotidiano já que este conteúdo nunca havia sido explorado nas aulas de química. Portanto é papel da escola de modo geral, moldar o conhecimento prévio dos alunos, adequando de forma autentica com a realidade, objetivando a formação de agentes modificadores do seu meio, fornecendo-os uma educação de qualidade como principal ferramenta para esta construção. Considerações Finais Há uma necessidade de entendimento mais profundo quando se trata dos aspectos relacionados ao lixo eletrônico, pois os alunos têm apenas uma noção carente do que sejam esses resíduos. A maioria dos discentes consegue interligar a química com a problemática do e-lixo, possivelmente através de informações adquiridas ao longo das situações vivenciadas no seu cotidiano. Em meio às dificuldades, mais da metade dos discentes, reconheceram a importância do e-lixo, acreditando assim que esta problemática pode despertar o interesse dos estudantes sobre as questões ambientais e auxiliar no desenvolvimento da aprendizagem durante as aulas tornandoas mais participativa. Propor aos discentes o acesso a este assunto relacionando com os conteúdos de química ou através de aulas práticas, seminário e palestras com o intuito de expor e conscientizar a sociedade sobre o lixo eletrônico e suas consequências. Referências ANACLETON, O; MOURA, Silva J.; LEAL, de Morais Sales L.; ESTRELA, dos Santos J.; ANTONIO, Portela da Cunha, F.; WANDERLEY, F. Concepções dos discentes do ensino médio sobre lixo eletrônico como eixo didático no ensino de química. In: 54º Congresso Brasileiro de Química. Natal – RN. Novembro de 2014. ISBN 978-85-85905-10-1. BERNARDES, Maria Beatriz, Junqueira; PRIETO, Élisson Cesar. Educação ambiental: Disciplina Versus Tema Transversal. 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