Análise do desempenho dos operadores de equipamentos de mina Estudo de caso - Mina Casa de Pedra (CSN) Congonhas/MG Walter Schmidt Felsch Junior Adilson Curi 1 – Introdução 1.1 - Localização • Mina Casa de Pedra • Ferrovia MRS (33%) • Usina Presidente Vargas • Porto de Itaguaí 1 – Introdução 1.2 - Visão Geral da Mina • Corpo Principal e Corpo Oeste (Lavra em cava) • Corpo Norte e Serra do Mascate (Lavra em encosta) 1 – Introdução 1.3 - Equipamentos e Efetivo operacional Equipamentos de produção de mina Transporte Caminhões 240 t Caminhões 150 t Total Carga Escavadeiras hidráulicas Pás carregadeiras - Diesel Total 36 15 51 6 8 14 Efetivo operacional – Operação de Mina Gerente Engenheiros Supervisores Técnicos (Sala de controle e campo) Instrutores Operadores de equipamentos de transporte Operadores de equipamentos de carga 1 3 7 20 7 211 60 Equipes de operação de mina (turno) 5 1 – Introdução 1.4 - Operação da mina 1 – Introdução 1.5 – Motivações do trabalho Falta de mão de obra qualificada na mineração; Baixa aderência ao plano de lavra; Relação custo - benefício; Desenvolvimento interpessoal; Tema com poucas referências relacionadas. 1 – Introdução 1.6 – Objetivos Objetivo Geral Analisar os impactos na lavra da mina através de correções na conduta de operação individual dos equipamentos de carga e transporte. Objetivos específicos • Classificar os operadores buscando identificar classes operacionais variadas e a fim de estabelecer ações sobre as atividades que resultam nos motivos de baixo rendimento; • Estabelecer metodologias para o treinamento de operadores; 1 – Introdução 1.7 – Justificativas • Maior aderência ao plano de lavra mensal; • Inovação da metodologia utilizada para classificação dos operadores; • Criação de treinamentos específicos para cada ponto fraco identificado; • Estímulo ao operador através de “feedbacks”; • Redução do custo de produção (R$/t). 1 – Introdução 1.7 – Justificativas Peso de fatores chave na produtividade de equipamentos 30% 27% 26% 25% 20% 14% 15% 12% 10% 8% 7% 6% 5% 0% Falha mecânica FATOR MÁQUINA Normas e procedimentos inadequados Planejamento e organização deficientes Baixa supervisão Desobediência a normas e procedimentos FATOR ADMINISTRAÇÃO Fonte: Revista M&T – (fev/mar 2004) Desatenção FATOR OPERAÇÃO Imperícia 2 – Materiais e métodos 2.1 – Sistema de despacho • Controle da produção de equipamentos de mina (Carga e transporte); • Otimização do ciclo dos equipamentos; • Redução de custos operacionais. Alocação Dinâmica de caminhões: MR Melhor rota de viagem Topografia; Rede de estradas. PL Velocidades, rotas e fluxos de lavra Disponibilidade; Tempo de ciclo; Tempos fixos; Taxas de alimentação (britagem, estoques); Tipo de Material. PD Alocação ótima do caminhão Restrições operacionais; Imagem atual da mina; Designações automáticas; 2 – Materiais e métodos 2.1 – Sistema de despacho • Rede de telecomunicações (Wireless); • Computador de bordo (LCD 5”); • Sistema de GPS; • Banco de dados. Ciclo de carga e transporte; 2 – Materiais e métodos 2.2 – Operadores de equipamentos de transporte Indicadores utilizados: 1. Tempo de manobra (minutos); 2. Tempo de basculamento (minutos); 3. Relação produtiva: (Produtividade efetiva (t/h) X DMT (Km)); Correlação Média: -89,84% Produtividade efetiva X DMT - Mensal 2011 2012 Produtividade Efetiva (t/h) DMT (km) January December November October September August July June May April March February January December November October 2 September 350,00 August 2,5 July 380,00 June 3 May 410,00 April 3,5 March 440,00 February 4 January 470,00 2013 2 – Materiais e métodos 2.2 – Operadores de equipamentos de transporte Metodologia de cálculo: Nft = F(x) * [(DMT) * (Pef)] * (1/Tb) * (1/Tm) / 2 Nft: Nota final de operadores de equipamentos de transporte ; F(x): Fatores de correção de cada frota de transporte; DMT: Distância Média de Transporte (Km); Pef: Produtividade efetiva de transporte (t/h); Tb: Tempo de basculamento (h); Tm: Tempo de manobra (h). Equipamentos de transporte Frota 1 Frota 2 Frota 3 Quantidade Capacidade volumétrica (m³) Capacidade nominal (t) Sistema de tração 20 15 13 160 90 144 234 136 221 Mecânico Diesel-elétrico Diesel-elétrico 2 – Materiais e métodos 2.3 – Operadores de equipamentos de carga Indicadores utilizados 1. 2. 3. 4. Produtividade efetiva (Toneladas movimentadas / horas trabalhadas); Carga Média (%); Tempo de carregamento (minutos); Integridade de carregamentos válidos (%). Critérios utilizados: FATORES DE CARGA POR LITOLOGIA E FROTA DE EQUIPAMENTOS DE TRANSPORTE Frota de carregamento; Litologia Densidade (t/m³) Frota 1 (t) Frota 2 (t) Frota 3 (t) 206 116 185 de transporte 1,932carregada; 203 114 203 2,315 136 221 1,941 Xisto Frota Laterita Filito Ferruginoso Tipo Itabirito Pobre Brando 234 Faixa Estéril de material ou estéril). 2,485 transportado 234 (minério 136 221 Itabirito Rico Brando 2,866 234 136 221 Hematita Branda 3,246 234 136 221 Hematita Compacta 4,538 234 136 221 Minério 2 – Materiais e métodos 2.3 – Operadores de equipamentos de carga Metodologia de cálculo Nfc = F(x) * (Pef) * (1/Tc) * (Cm) * (Ic) Nfc: F(x): Pef: Tc: Cm: Ic: Nota final para operadores de equipamentos de carga: Fatores de correção de cada frota; Produtividade efetiva de carregamento (t/h); Tempo de carregamento (h); Carga média (%); Integridade de carregamentos válidos (%). Equipamentos de Carga Frota 4 Frota 5 Frota 6 Frota 7 Frota 8 Quantidade Capacidade volumétrica da caçamba (m³) Taxa de escavação (t/h) Característica 6 1 1 3 3 28 14 19 15 16 2200 1300 1800 1450 1600 Elétrica / Hidráulica Diesel / Hidráulica Diesel / Hidráulica Diesel / Hidráulica Diesel / Hidráulica 2 – Materiais e métodos 2.4 – Análise estatística de dados I. II. III. IV. Variáveis aleatórias contínuas Testes de Normalidade e gráficos de probabilidade normal Análise do p-value Utilização de média (µ) e desvio padrão (τ) Classificação: Classe A: valores acima da média + desvio padrão; Classe B: valores entre a média e o desvio padrão positivo; Classe C: valores entre a média e o desvio padrão negativo; Classe D: valores abaixo da média – desvio padrão. C D B A 2 – Materiais e métodos 2.5 – Validação da metodologia Pontos Pontosdetectados detectados Ações Açõescorretivas corretivas Criação de de forma relatório individual de Acionar imediata a equipe nos tempos de ciclo Condições ruinsapontamentos nas praças dedos carregamento e anomalias de infraestrutura de mina para Erros nos ciclos operacionais e realização de da basculamento avaliação do local e correção operacionais reciclagens periódicas dos anomalia. operadores. Orientação cumprimento do Elaboração de para treinamento específico Equipamentos em condições inadequadas de Falta de conhecimento dos padrões operacional dosprocedimento operadores para operaçãode do operação estabelecidos operação de equipamentos. sistema de despacho. Realização de "site survey" em Problemas de origem familiar Encaminhamento para aa fim áreade de periodicidade semanal, Falta de sinal de rede Wireless (relacionamentos, doenças) socialsem sinal identificarassistência possíveis áreas wireless. 3 – Análise do desempenho dos operadores 3.1 – Equipamentos de transporte Operadores da frota 3 (Seleção brasileira de 1958) Tempo médio de manobra (min) Tempo médio de basculo (min) DMT (Km) Produtividade efetiva (t/h) Relação Produtiva (Km x t/h) INDICADOR OPERACIONAL Operador Viagens Payload (t) PELÉ 25 5.697 0,85 1,12 3,74 420,2 1570,4 NILTON SANTOS 41 9.237 1,06 1,09 3,97 435,5 1730,7 DIDI 145 32.788 0,87 1,28 3,65 424,3 1550,4 GARRINCHA 183 41.603 1,06 1,15 3,70 441,2 1633,7 DJALMA SANTOS 142 32.043 1,15 1,12 3,96 417,3 1650,6 ZITO 16 3.601 1,01 1,15 3,81 389,9 1485,2 BELLINI 147 33.141 1,09 1,19 3,66 425,8 1558,6 ZÓZIMO 12 2.777 0,95 1,29 3,15 448,5 1412,6 CASTILHO 168 38.096 1,14 1,35 3,65 432,0 1578,6 MAZZOLA 116 26.231 1,20 1,29 3,81 409,2 1560,2 JOEL 137 30.981 1,28 1,28 3,82 411,3 1569,5 7,61 6,78 6,66 6,37 ORLANDO 166 37.320 1,39 1,13 3,58 390,0 1394,4 5,84 ZAGALLO 149 33.688 1,38 1,40 3,89 380,0 1480,0 VAVÁ 156 35.406 1,38 1,36 3,70 375,6 1388,8 ORLANDO 19 4.157 1,57 1,26 3,59 388,3 1395,1 PEPE 21 4.708 1,47 1,21 3,51 356,9 1253,4 5,07 4,90 4,67 4,65 10,95 9,89 9,18 8,86 8,51 8,40 7,89 CLASSE OPERACIONAL A B C D 3 – Análise do desempenho dos operadores 3.1 – Equipamentos de transporte Operador: Pelé FROTA Frota 1 Frota 2 MÊS Movimentação (t) Tempo de manobra (min) Tempo de Produtividade basculamento efetiva (t/h) (min) 12 2.657 1.32 1.46 1 2.976 0.96 2 4.942 12 DMT (Km) Relação Produtiva (t/h*Km) Velocidade Média (Km/h) 397.75 3.68 1.465 15.11 1.18 350.12 4.42 1.546 16.01 0.96 1.87 452.56 2.59 1.172 13.37 B A B 2.018 1.28 1.81 429.36 2.04 875 14.08 C 11 6.013 1.12 1.50 384.71 3.78 1.455 16.97 12 13.051 1.03 1.14 353.38 3.99 1.410 16.78 1 11.924 0.93 1.07 377.12 3.92 1.478 16.68 2 14.455 0.86 1.31 372.17 3.39 1.361 15.88 B A A A Frota 3 CONCEITO 3 – Análise do desempenho dos operadores 3.2 – Equipamentos de carga Operadores da frota 4 carregando a frota 1 - Minério Operador Payload (t) N° de Cargas N° de Cargas Válidas Integridade de carregamento (%) Tempo médio de carregamento (min) Carga média (%) GETÚLIO VARGAS 79.267 338 294 87% 3,89 97% JUSCELINO KUBITSCHEK 25.953 113 104 92% 3,91 95% FERNANDO HENRIQUE 22.761 100 90 90% 4,01 98% JOÃO GOULART 60.529 262 234 89% 3,82 94% LUÍS INÁCIO LULA 25.623 113 95 84% 3,95 96% DEODORO DA FONSECA 50.094 217 201 93% 4,34 99% JOÃO FIGUEIREDO 50.514 232 198 85% 3,88 95% ITAMAR FRANCO 74.001 359 298 83% 3,75 94% DILMA ROUSSEFF 36.575 178 132 74% 3,82 96% EMÍLIO MÉDICI 48.762 243 199 82% 3,99 93% EPITÁCIO PESSOA 53.154 257 215 84% 4,09 96% ARTHUR COSTA E SILVA 48.423 229 175 76% 4,18 97% WASHINGTON LUÍS 44.820 210 179 85% 4,13 89% CAMPOS SALES 30.334 165 141 85% 4,36 91% JOSÉ SARNEY 24.414 108 75 69% 4,57 89% FERNANDO COLLOR 46.467 219 162 74% 4,26 83% Produtividade efetiva (t/h) CLASSE OPERACIONAL 2.448 2.367 2.272 2.178 2.220 2.139 2.023 1.986 2.042 1.966 1.896 2.075 1.910 1.856 1.937 1.796 A B C D 3 – Análise do desempenho dos operadores 3.2 – Equipamentos de carga Comparativo entre as equipes de produção Equipe Nº Cargas Cargas Válidas Integridade de Carregamento (%) Tempo de Operação (h) Mov. Total (t) Temp. Médio de Carga (min) Produtividade Efetiva (t/h) Carga média (%) 1 6.857 5.991 87% 557,0 923.700 2,32 1.671,7 83% 8,70 B 2 7.914 6.017 76% 665,4 1.065.076 2,36 1.604,5 86% 7,40 C 3 7.187 6.553 91% 653,3 969.493 2,39 1.493,5 95% 9,01 A 4 7.542 6.729 89% 644,9 1.013.711 2,62 1.579,1 97% 8,70 B 5 5.059 4.216 83% 479,4 782.134 2,80 1.478,1 89% 6,53 D Indicador Conceito operacional Operacional 3 – Análise do desempenho dos operadores 3.3 – Metodologia de treinamento 1. Escolha do indicador a ser analisado; 2. Escolha de operadores com desempenho considerado como insatisfatório (classe D); 3. Entrevista individual com a intenção de identificar possíveis desvios externos; 4. Treinamento teórico de operação do equipamento e operação do sistema de despacho (reciclagem); 5. Designação de um instrutor especialista em operação de equipamentos de carga/transporte para acompanhamento do operador durante um determinado período de tempo; 6. Monitoramento dos resultados durante e depois dos treinamentos. 3 – Análise do desempenho dos operadores 3.3.1 – Metodologia de treinamento (transporte) 1. Escolha do indicador a ser analisado (tempo de manobra, tempo de basculamento ou relação produtiva); 2. Escolha de operadores com desempenho considerado como insatisfatório (classe D); Operador Tempo médio de manobra (min) Tempo médio de basculamento (min) EQUIPE PEPE ∆ 1,17 1,47 25,3% 1,23 1,21 -1,3% 3 – Análise do desempenho dos operadores 3.3.1 – Metodologia de treinamento (transporte) 1. Primeiramente, foi identificado que o operador possui tempo de experiência em operação de caminhões menor que dois anos; 2. O regime de trabalho do operador foi modificado, ele foi transferido da equipe de turno para a equipe de operação que trabalha em horário administrativo; 3. Foi realizado treinamento teórico de 8 horas, sobre operação do sistema de despacho; 4. Um dos instrutores de equipamentos de transporte foi designado para acompanhar o operador por uma semana, de modo a identificar o modo de condução do mesmo, analisando principalmente suas manobras; 5. Após o período de uma semana recebendo instruções, o operador retornou a equipe de operação do turno; 6. Durante uma semana, o caminhão operado pelo operador PEPE foi priorizado a operar em ciclos mais curtos (menor DMT), assim houve uma maior prática de atividades de manobra. 3 – Análise do desempenho dos operadores 3.3.1 – Metodologia de treinamento (transporte) Resultado Tempo médio de manobra (min) Operador Tempo anterior ao treinamento 1ª semana (treinamento com o instrutor) 2ª semana (treinamento em ciclos mais curtos) 3ª semana 4ª semana EQUIPE 1,17 1,15 1,18 1,19 1,15 PEPE 1,47 1,43 1,39 1,37 1,31 ∆ 25,3% 24,3% 17,8% 15,1% 13,9% Redução de 11% no tempo de manobra 3 – Análise do desempenho dos operadores 3.3.2 – Metodologia de treinamento (carga) 1. Escolha do indicador a ser analisado (tempo de carregamento, carga média ou produtividade efetiva); 2. Escolha de operadores com desempenho considerado como insatisfatório (classe D); Operador Tempo médio de carregamento (min) Carga média (%) Produtividade efetiva (t/h) EQUIPE 4,05 95% 2.088 FERNANDO C. 4,26 83% 1.796 ∆ 5% -12% -14% 3 – Análise do desempenho dos operadores 3.3.2 – Metodologia de treinamento (carga) 1. A princípio, foram identificados quais os tipos litológicos o operador escavou no período de tempo analisado. Foi verificado que a densidade do material escavado está dentro da média praticada pelos outros operadores da equipe; 2. O regime de trabalho do operador foi modificado, ele foi transferido da equipe de turno para a equipe de operação que trabalha em horário administrativo; 3. Foi realizado treinamento teórico de 8 horas sobre operação do sistema de despacho; 4. Um dos instrutores de equipamentos de carga foi designado para acompanhar o operador por duas semanas, de modo a identificar o modo de operação do mesmo, analisando o posicionamento da maquina e a sua habilidade; 5. Para este caso específico e para a maioria dos operadores classificados como classe “D”, foi constatado elevado ângulo de giro no carregamento. Este fator influencia diretamente, de forma negativa, no resultado dos indicadores tempo de carregamento e produtividade efetiva; 6. Outro ponto identificado foi o baixo fator de enchimento da caçamba dos equipamentos de carga, impactando diretamente os indicadores “carga média” e “produtividade efetiva”. 3 – Análise do desempenho dos operadores 3.3.2 – Metodologia de treinamento (carga) Resultado Tempo médio de carregamento (min) Operador Tempo anterior ao treinamento 1ª e 2ª semanas (treinamento com o instrutor) EQUIPE 4,05 4,03 4,02 4,03 FERNANDO C. M. 4,26 4,22 4,19 4,18 ∆ 5,2% 4,7% 4,23% 3,72% 3ª semana 4ª semana Redução de 1,88% no tempo de carregamento 3 – Análise do desempenho dos operadores 3.3.2 – Metodologia de treinamento (carga) Resultado Carga média (%) Operador Tempo anterior ao treinamento 1ª e 2ª semanas (treinamento com o instrutor) 3ª semana 4ª semana EQUIPE 95% 96% 95% 94% FERNANDO C. M. 83% 87% 85% 87% ∆ -12% -9% -10% -7% Melhoria de 5% na carga média 3 – Análise do desempenho dos operadores 3.3.2 – Metodologia de treinamento (carga) Resultado Produtividade efetiva (t/h) Operador Tempo anterior ao treinamento 1ª e 2ª semanas (treinamento com o instrutor) 3ª semana 4ª semana EQUIPE 2.088 2.103 2.052 2.078 FERNANDO C. M. 1.796 1.825 1.827 1.853 ∆ -14% -13,2% -10,96% -10,83% Melhoria de 3,17% na Produtividade efetiva (57 t/h) 4 – Resultados 4.1 – Redução de tempos fixos Acompanhamento de tempos fixos (minutos/viagem) 5,50 5,40 5,30 5,20 5,10 5,00 4,90 2012 Realizado (min/viagem) 2013 Média 2012 Média 2013 Redução de 4,79% nos valores dos tempos fixos, comparando as médias dos anos de 2012 e 2013. Queda de 0,251 minuto por viagem realizada. Março Fevereiro Janeiro Dezembro Novembro Outubro Setembro Agosto Julho Junho Maio Abril Março Fevereiro Janeiro 4,80 4 – Resultados 4.1 – Redução de tempos fixos Número mensal de viagens realizadas 45.000 40.000 35.000 30.000 25.000 2012 N° de viagens realizadas Março Fevereiro Janeiro Dezembro Novembro Outubro Setembro Agosto Julho Junho Maio Abril Março Fevereiro Janeiro 20.000 2013 Média mensal de viagens no período Ganho nos tempos fixos por viagem (min) Número médio mensal de viagens Ganho mensal (horas) Ganho anual (horas) 0,251 32.706 136,82 1641,84 4 – Resultados 4.2 – Aderência ao plano mensal de lavra Desvio Desvio médio médio absoluto absoluto (%) (%) Produtividade de equipamentos de transporte 10% 18% 9% 15% 8% 12% 7% 6%9% 5%6% 4%3% 0% 2012 Setembro Agosto Julho Junho Maio Abril Março Fevereiro Janeiro Dezembro Novembro Outubro Agosto Julho Junho Maio Abril Março Setembro 1% Fevereiro 2% Janeiro 3%0% 2013 Produtividade de Transporte Produtividade Carga Produtividade Transporte (%) Médiade 2012 (%) 2012 2013 Movimentação Média 2013 (%) Total 5 – Considerações finais Com o objetivo de melhorar o desempenho geral dos operadores de equipamentos de mina e reter o efetivo operacional mais experiente, a empresa está tomando medidas administrativas envolvendo as áreas de Recursos Humanos e Engenharia: • Revisão da base salarial dos operadores de equipamentos; • Estudo de critérios para obtenção de méritos financeiros e promoções individuais; • Desenvolvimento de metodologias de treinamentos específicos para operadores detectados com baixo rendimento; • Criação de um plano de carreira e sucessão; • Investimentos em segurança na pratica do trabalho, como a implantação de sistemas de detecção de fadiga e detecção de proximidade de equipamentos móveis. Obrigado! Perguntas? Walter Schmidt Felsch Júnior Engenheiro de Minas, MSc. – Despacho Eletrônico [email protected] [email protected]