OFICINA Nº: 02
JOGOS DOS ENIGMAS
ÁREA: Matemática
FAIXA ETÁRIA: 13 a 16 anos
CARGA HORÁRIA: 03 horas
OBJETIVO:

Desenvolver raciocínio lógico, resolver problemas e criar regras
AÇÃO
AQUECIMENTO
TEMPO
15 min
ATIVIDADE
Roda de
conversa
DESENVOLVIMENTO DA ATIVIDADE
Convide o grupo para sentar nos tapetes e para
aquecer, pergunte se sabem o que é um
enigma.
Explique para os alunos qual será a atividade que
realizarão: uma competição onde deverão resolver
enigmas e a equipe que errar sofrerá uma punição
divertida.
Organize os alunos em grupos com no mínimo 3 e
no máximo 5 participantes.
EXPERIMENTAÇÃO
150 min
Conhecer o jogo
e suas regras
Apresente o jogo aos alunos e explique suas regras.
Isso pode ser feito em sala, usando-se lousa e giz.
RECURSOS NECESSÁRIOS
 40 tapetes
 1 cópia da oficina
 Lousa e giz
 (*) Fonte para
consulta:
http://www.jogos.a
ntigos.nom.br/jmate
maticos.asp
 30 cópias dos cartões
com os desafios
Cada equipe terá 10 minutos para desvendar um
desafio e as equipes que errarem pagam uma
penalidade divertida.
Certifique-se de que todos compreenderam as
regras.
Jogar
Defina com as equipes as penalidades que deverão
ser pagas pelas equipes que errarem os desafios. As
penalidades podem ser, por exemplo: cantar ou
dançar determinada música, imitar um animal,
máquina ou pessoa.
Escreva as penalidades em cartões que serão
sorteados posteriormente.
Proponha o desafio oralmente ou projetando em um
telão, ou ainda, distribuindo cartões (ANEXO 2A)
para as equipes.
As equipes terão 10 minutos para encontrar a
solução e escrevê-la em um cartão.
Leia as respostas e decidam, com as equipes, quais
respostas são válidas. Aqui é preciso ter alguma
flexibilidade em alguns casos.
Sorteie uma penalidade para as equipes que
errarem. Se todas as equipes errarem todos têm que
pagar a penalidade.
Faltando 45 minutos para o final da oficina, ou
(ANEXO 2A)
 30 Cartões para
escrever as
penalidades.
 30 Cartões para
escrever os novos
desafios e
penalidades.
Modificar o jogo
assim que terminarem os desafios, proponha que
cada equipe, a seu critério, crie um novo desafio e
apresente para você (sem que as demais equipes
saibam qual é o desafio) junto com a resposta.
Distribua os cartões em branco para que façam isso.
Verifique se os desafios são válidos.
Sorteie dentre os desafios um deles. A equipe que
criou o desafio não participa, mas escolhe uma
penalidade para as equipes que errarem.
Os grupos realizam os desafios criados.
Se “sobrarem desafios”, proponha que cada equipe
coloque seu desafio (que sobrou) em um cartaz e
divulgá-lo na escola. Se houver a possibilidade de
usar meios digitais (TIC – como um blog da escola
ou alguma rede social bastante usada pelos alunos,
esses desafios também podem ser postados lá).
AVALIAÇÃO
15 min
Avaliar a
atividade
Em roda de conversa, verifique se os alunos
gostaram da atividade (pontos positivos e
negativos).
Quais foram os desafios mais difíceis? Porquê?
Quais foram os mais fáceis? Porquê?
Peça que falem sobre a variante do jogo que eles
criaram. De onde tiraram a ideia? Qual a
“matemática” presente em cada desafio?
 40 tapetes
 Lista de presença
 Avaliação da oficina
Procure levar os alunos a identificarem os
conhecimentos de matemática que utilizaram e os
raciocínios utilizados. Tentem explicitar esses
raciocínios em linguagem falada.
Aplique a avaliação da oficina e passe a lista de
presença para que os participantes assinem.
Estimule que todos guardem os tapetes e os
materiais utilizados. Deixe a sala em ordem antes de
ir embora.
Para o facilitador:
Prezado(a) colega, desafios matemáticos e lógicos são excelentes ferramentas para o desenvolvimento do pensamento abstrato, a
indução e a generalização. Tratar isso de uma forma lúdica é uma ótima oportunidade para unir o útil ao agradável.
Resolver desafios é “desafiador” e quando feito em grupo é também divertido, pois permite a colaboração e a socialização. A
“punição divertida” é uma forma bastante salutar de premiar vencedores e perdedores e as “punições” devem ter sempre esse
caráter.
Criar novos desafios pode não ser uma tarefa muito simples, por isso é provável que alguns deles sejam apenas “relembrados” pelos
alunos. Todos eles, porém, sejam inéditos ou “relembrados”, devem ser “desafiadores”, mas não podem ser muito difíceis. Os desafios
podem ser numéricos, de raciocínio ou de qualquer outra espécie que não envolvam apenas memorização.
Durante a fase de criação dos desafios é fundamental que você ofereça suporte para as equipes, auxiliando-as a proporem e a
escreverem os desafios propostos. Por isso, quanto mais tempo puder dedicar a isso, melhor será o resultado em termos de
aprendizagem dos alunos.
Na fase de avaliação, tente fazer ver aos alunos “onde está a matemática”, ou o raciocínio lógico e cada desafio. É importante que
eles associem a ideia de que a matemática é fundamental no desenvolvimento desse raciocínio lógico.
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