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PROJETO
PEDAGÓGICO
CURSO:
Curso Superior de Tecnologia em
Automação Industrial
2011
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SUMÁRIO
DADOS DO CURSO...............................................................................................................4
ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ..............................................................................8
A. Contexto Educacional ........................................................................................................... 8
1.
Implementação das Políticas Institucionais constantes no PDI, no âmbito do curso
8
2.
Auto-avaliação do curso ........................................................................................... 12
3.
Atuação do Coordenador do Curso .......................................................................... 13
B. Projeto Pedagógico ............................................................................................................. 14
1. Objetivos do Curso .......................................................................................................... 15
2. Perfil do Egresso.............................................................................................................. 16
3. Estrutura Curricular......................................................................................................... 25
4. Conteúdos Curriculares................................................................................................... 30
5. Metodologia .................................................................................................................... 57
6. Atendimento ao discente ................................................................................................ 70
CORPO DOCENTE...............................................................................................................72
A. Administração Acadêmica................................................................................................... 72
1. Núcleo Docente Estruturante – NDE............................................................................... 72
2. Coordenador do Curso .................................................................................................... 73
3. Colegiado de curso ou equivalente ................................................................................. 74
B. Perfil Docente...................................................................................................................... 76
1. Corpo Docente ................................................................................................................ 76
2. Produção Científica ......................................................................................................... 78
C. Condições de Trabalho........................................................................................................ 79
INSTALAÇÕES FÍSICAS ........................................................................................................81
A. Instalações Gerais ............................................................................................................... 81
1. Sala de Professores e Sala de Reuniões .......................................................................... 81
2. Gabinete de Trabalho para Professores.......................................................................... 81
3. Salas de Aula.................................................................................................................... 81
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4. Acesso dos alunos a equipamentos de informática........................................................ 81
5. Acessibilidade a portadores com deficiência .................................................................. 82
B. Registros Acadêmicos ......................................................................................................... 82
C. Biblioteca............................................................................................................................. 83
1. Política de aquisição de livros da Bibliografia Básica e Complementar .......................... 83
2. Periódicos especializados indexados e correntes ........................................................... 84
D. Instalações e Laboratórios específicos ............................................................................... 85
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DADOS DO CURSO
a)
Mantenedora:
A FACULDADE POLITÉCNICA DE CAMPINAS - POLICAMP é uma Instituição de Ensino
Superior, localizada à Rua Luiz Otávio, nº 1.281 – Fazenda Santa Cândida – Campinas/SP,
mantida pelo Instituto Bandeirantes de Ciência e Tecnologia, também denominado pela sigla
IBCT (CNPJ nº 05.640.668/0001-17), entidade jurídica de direito privado, de fins educacionais,
sem fins lucrativos ou de objetivos econômicos para seus associados, constituída na forma do
Código Civil Brasileiro, de seu estatuto e pela legislação vigente que lhe for aplicável, fundado
em 16 de janeiro de 2003, conforme dispositivos legais pertinentes, e tem como sede e foro a
cidade de Campinas, Estado de SP.
b)
IES
Faculdade Politécnica de Campinas (Policamp)
c)
Endereço
Rua Luiz Otávio, nº 1.281 – Parque Santa Cândida – Campinas/SP
d)
Perfil e Missão
A missão da POLICAMP é promover a educação socialmente responsável, com alto grau
de qualidade, propiciando o desenvolvimento dos projetos de vida de seus alunos.
Os objetivos da faculdade estão concentrados na oferta de um ensino de qualidade que
busca desenvolver nos formandos uma sólida base de conhecimentos, conceitos, posturas e
práticas profissionais, para que possam desenvolver habilidades e competências com vistas à
implementação dos seus projetos de vida.
e) Breve histórico da IES
O IBCT é uma entidade jurídica de direito privado, de fins educacionais, sem fins lucrativos
ou de objetivos econômicos para seus associados, constituída na forma do Código Civil
Brasileiro, de seu estatuto e pela legislação vigente que lhe for aplicável. Foi fundada em 16 de
janeiro de 2003, conforme dispositivos legais pertinentes, e tem como sede e foro a cidade de
Campinas, SP.
Desde a sua criação, a POLICAMP tem se destacado na formação de profissionais, bem
como nos altos conceitos obtidos nas avaliações realizadas pelos órgãos governamentais.
Em 2004, as primeiras turmas dos cursos de Administração e Ciências Contábeis iniciaram
suas atividades. Seguiram-se a eles os cursos de Direito, Sistemas de Informação, Cursos
Superiores de Curta Duração em Redes de Computadores e em Marketing de Varejo em 2005
e Engenharia de Controle e Automação e Engenharia de Produção, em 2006. Em 2007 tiveram
início os Cursos Superiores de Tecnologia em Logística e Desenvolvimento de Sistemas para
Internet, e em 2008 o curso de Tecnologia em Automação Industrial.
O ano de 2006 marcou o lançamento dos cursos de pós-graduação Lato Sensu nas áreas
de Tecnologia, Marketing e Negócios.
Em 2011 tiveram início os cursos de Engenharia Elétrica, Engenharia Ambiental,
Engenharia de Computação e Tecnologia em Recursos Humanos.
No mesmo ano foram lançados os cursos de pós-graduação: Especialização em Gestão de
Processos Industriais e MBA em Gestão de Qualidade com Certificação Black Belt.
Para 2012, estão previstos os Cursos de Engenharia Civil e de Tecnologia em Gastronomia,
já aprovados pelo MEC.
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f)
Dados sócio-econômicos da região
Em 2009, a população da região chegou a 2.770.822 habitantes ou 6,7% da estadual. A
densidade demográfica de 722,1 habitantes por km2 apresenta-se mais elevada nos municípios
de Hortolândia (3.243 hab./ km2), Campinas (1.328 hab./ km2) e Sumaré (1.494 hab./ km2).
Dos 19 municípios da região, apenas dois possuíam, em 2009, população inferior a 20 mil
habitantes (Engenheiro Coelho e Holambra). Campinas (1.064.669 habitantes), Sumaré,
Americana, Santa Bárbara, Hortolândia e Indaiatuba são os maiores municípios, todos com
população superior a 100 mil habitantes, concentram 77% da população regional.
A taxa de urbanização metropolitana atingiu, em 2009, 97,3%. Apenas cinco municípios
possuíam taxas de urbanização inferiores a 90%: Holambra (53,7%), Engenheiro Coelho
(77,1%), Itatiba (77,5%), Santo Antônio de Posse (84,9%) e Jaguariúna (89,7%).
A região possui dinamismo superior ao de muitas metrópoles nacionais que são capitais
estaduais e, nas últimas três décadas, apresentou taxas de crescimento demográfico maiores
do que as da RMSP. Campinas, a sede da região, tornou-se um dos 20 maiores municípios
brasileiros, abrigando 39,9% dos habitantes da RMC.
A evolução sócio-econômica e espacial da região transformou-a em um espaço
metropolitano com uma estrutura produtiva moderna, com alto grau de complexidade e
grande riqueza concentrada em seu território.
A infra-estrutura de transportes, a proximidade do maior mercado consumidor do país,
que é a RMSP, o sofisticado sistema de ciência e tecnologia, a mão-de-obra altamente
qualificada, entre outros, deram à RMC vantagens para instalação de novas empresas e para
formação de arranjos produtivos nas áreas de petroquímica, têxtil, cerâmica e flores, entre
outros.
A localização geográfica e o sistema viário foram fatores primordiais no desenvolvimento
da agroindústria, ao permitirem a ligação com regiões produtoras de matérias primas e os
grandes mercados consumidores e terminais de exportação.
O setor agropecuário tornou-se moderno e diversificado, possuindo forte integração com
os complexos agroindustriais e elevada participação de produtos exportáveis ou destinados ao
mercado urbano de maior poder aquisitivo. Seus principais produtos são cana-de-açúcar,
laranja, suinocultura, avicultura, horticultura, fruticultura e floricultura.
A produção regional tem aumentado sua participação no total estadual com a instalação
de novas fábricas de setores intensivos em tecnologia, o que indica a posição privilegiada da
região para a localização industrial, transformando-a no terceiro maior parque industrial do
país, atrás apenas das Regiões Metropolitanas de São Paulo e do Rio de Janeiro.
A indústria abriga setores modernos e plantas industriais articuladas em grandes e
complexas cadeias produtivas, com relevantes participações na produção estadual. Uma das
divisões mais representativas é a de alimentos e bebidas, que responde por cerca de um
quarto da produção estadual.
Sobressaem, ainda, os ramos mais complexos, como o de material de transporte, químico
e petroquímico, de material elétrico e de comunicações, mecânico, de produtos farmacêuticos
e perfumaria e de borracha.
A indústria regional é bastante diversificada, podendo-se destacar: em Paulínia, o Pólo
Petroquímico composto pela Refinaria do Planalto - Replan, da Petrobrás, e por outras
empresas do setor químico e petroquímico; em Americana, Nova Odessa e Santa Bárbara
d´Oeste, o parque têxtil; em Campinas e Hortolândia, o pólo de alta tecnologia, formado por
empresas ligadas à emergente área de tecnologia de informação.
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A existência das instituições de ensino e pesquisa e de inúmeras escolas técnicas e a
conseqüente disponibilidade de pessoal qualificado foram fundamentais para a presença de
grande número de empresas de alta tecnologia, que atuam principalmente nos setores de
informática, microeletrônica, telecomunicações, eletrônica e química fina, automobilística,
além de um grande número de empresas de pequeno e médio porte fornecedoras de insumos,
componentes, partes, peças e serviços.
O dinamismo regional assegura ao município de Campinas escala para desenvolver um
conjunto de atividades tradicionalmente encontradas apenas nas grandes capitais do país:
grande rede de serviços educacionais e bancários; hospitais e serviços médicos especializados;
setor terciário moderno; comércio diversificado e de grande porte e estrutura hoteleira de
ótima qualidade.
O setor terciário é dinâmico e avançado, apresentando interação com os demais setores
da economia; abrigam modernos equipamentos de comércio, empreendimentos de grande
porte em alimentação, entretenimento e hotelaria, além de uma variada gama de serviços,
como os profissionais e os voltados para empresas. Na área da saúde, a RMC dispõe de
importantes equipamentos públicos e privados, com destaque para o Hospital das Clínicas da
Unicamp.
A economia local se beneficia do suporte técnico propiciado pela presença de
importantes instituições de ensino e pesquisa. A região abriga um dos mais importantes
sistemas científicos e tecnológicos do país, composto por várias Universidades, destacando-se
a Universidade Estadual de Campinas-Unicamp e a Pontifícia Universidade Católica de
Campinas - PUCCAMP.
Campinas possui a maior concentração de instituições de P&D do interior brasileiro, com
a presença do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento - CPqD, com papel estratégico no setor
de telecomunicações, do Centro Tecnológico da Informação Renato Archer-CTI, da Fundação
Instituto Tecnológico de Logística-FITEL, da Companhia de Desenvolvimento Tecnológico Codetec, do Instituto Agronômico de Campinas-IAC, do Instituto Tecnológico de Alimentos ITAL e do Laboratório Nacional de Luz Sincroton-LNLS.
g) Curso
Tecnologia em Automação Industrial (Portaria n° 22, de 16 de janeiro de 2008 – D.O.U de
17 de janeiro de 2008)
h) Modalidade do curso
Presencial
i)
Número de vagas previstas no ato da criação, número atual e formas de ingresso:
O curso de graduação em Tecnologia em Automação Industrial possui um total de 36
alunos matriculados, distribuídos em 02 turmas.
Atualmente o curso aproveita 8,33% das vagas ofertadas e autorizadas pelo MEC (100
vagas conforme Portaria n° 22, de 16 de janeiro de 2008). A forma de acesso ao curso é por
vestibular, pelo PROUNI ou transferência.
O vestibular ocorre de maneira anual, por meio de processo seletivo, respeitando o
número de vagas autorizadas por semestre.
A transferência acontece mediante análise curricular e disponibilidade de vaga. Para a
aceitação da transferência o aluno deve, obrigatoriamente, apresentar o atestado de
matrícula, o histórico escolar, o conteúdo programático das disciplinas e a comprovação da
faculdade de origem de ser autorizada ou reconhecida pelo Ministério da Educação.
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j)
Turno(s) de funcionamento
Noturno
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ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
A. CONTEXTO EDUCACIONAL
1.
Implementação das Políticas Institucionais constantes no PDI, no âmbito do
curso
O termo projeto vem do latim e, em seu sentido mais estrito, significa ‘lançar para diante’
Estruturar um Projeto Pedagógico é portanto planejar o trabalho de formação humana em seu
sentido mais amplo. A Faculdade de Politécnica de Campinas (POLICAMP) entende que o
Projeto Pedagógico dos seus Cursos representa muito mais do um documento estruturado e
estático que norteia as ações de formação humana e profissional da instituição. É antes a
representação da sua visão acerca de como o futuro se apresenta e a conseqüente tradução e
incorporação desta visão nas ações que norteiam e circunscrevem os seus Projetos
Pedagógicos. Em outras palavras a construção das diretrizes para formar as pessoas para o
futuro acontece no presente. Daí a importância, ao propor Projetos Pedagógicos, de se levar
em conta as condições atuais e de se confrontar as mesmas com o que a instituição julga ser
necessário. È nesta perspectiva que se insere a concepção da POLICAMP acerca dos seus
Projetos Pedagógicos - é do confronto entre as condições atuais e as desejáveis que surge a
melhor forma de construir o que é possível na formação humana e profissional. O possível
neste âmbito significa a exploração dos limites do real tendo como instrumento de
transformação da realidade a identificação de alternativas de ação.
A elaboração de um Projeto Pedagógico para a POLICAMP implica em analisar o
contexto real e o escolar definindo ações, estabelecendo o que alcançar, criando percursos e
fases para o trabalho, definindo tarefas para os atores envolvidos e acompanhando e
avaliando a trajetória percorrida e os resultados parciais e finais.
Esta função não pode ser assumida, na visão da POLICAMP, sem que haja uma efetiva
articulação com outros instrumentos que sinalizam a direção institucional para o alcance de
compromissos sociais. Assim torna-se imprescindível a implementação do Projeto Pedagógico
Institucional – PPI e o Plano Desenvolvimento Institucional – PDI que juntos com o Projeto
Pedagógico dos Cursos – PPC formam o tripé que sustentam o cumprimento da missão
institucional e social da Faculdade.
O Projeto Pedagógico Institucional define princípios que orientam os agentes
responsáveis pela sua operacionalização. É um instrumento que estabelece o pensamento
institucional acerca das concepções da instituição sobre educação é a construção da
identidade institucional. Implica numa análise coletiva tanto da sua história (a que lhe deu as
características que apresenta no momento) quanto das direções intencionais que serão
assumidas em função das definições tomadas pelo Projeto Pedagógico dos Cursos.
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O PPI contribui efetivamente para tornar os Projetos Pedagógicos dos Cursos da
POLICAMP um instrumento de condução do presente e do futuro. O PPI na Faculdade de
Politécnica de Campinas é um instrumento que serve de guia para a prática pedagógica dos
cursos e promove a unidade pedagógica que expressa a sua filosofia educacional. A Diretoria é
o principal agente articulador dos Projetos tanto Institucional quanto Pedagógico. É a partir da
atuação destes atores que se está permanentemente ligando e articulando as ações de ambos
os projetos visando a potencialização das suas relações e a composição da teia curricular que
circunscreve cada um dos Projetos Pedagógicos dos Cursos.
A implementação do Projeto Pedagógico Institucional da POLICAMP norteia a ação
transformadora da realidade e viabiliza as idéias inseridas nos Projetos Pedagógicos dos
Cursos. A articulação entre o Projeto Pedagógico Institucional e o Projeto Pedagógico se dá a
partir de várias dimensões. De um lado os responsáveis principais da POLICAMP articulam
ações para promover as relações entre ambos e de outro o compromisso e envolvimento dos
Coordenadores dos Cursos e do corpo docente no sentido de tornar concretas as ações
consignadas no Projeto Pedagógico dos Cursos. A reflexão permanente e o exercício das ações
traçadas em ambos os documentos vão delineando a construção e a re-construção das
diretrizes curriculares.
A POLICAMP entende que tanto o PPI quanto o PPC são frutos de uma reflexão
consciente de todos os atores envolvidos na sua implementação. Acredita que esta concepção
oferece unidade, singularidade e especificidade aos Cursos que possui. Assim assume o
compromisso de promover a contínua construção, avaliação e re-elaboração de ambos visando
torná-lo uma expressão atualizada da visão que adquire sobre educação superior, sobre
universidade e sua função social, sobre o curso, sobre o ensino, sobre a pesquisa e sua relação
com o ensino, sobre a extensão e sua relação com o currículo, sobre a relação teoria e prática.
Compromete-se a abrir espaços institucionalizados para a discussão e troca de informações
visando a promoção do acompanhamento da articulação entre PPI e PPC. Compromete-se
também a gerar instrumentos que efetivamente sinalizem a necessidade de alteração das
concepções e ações inseridas no PPI e PPC. Estes compromissos de acompanhamento das
ações consignadas em ambos os documentos e sua articulação entre si e com os demais
instrumentos é percebido como uma ação de grande relevância à medida que pode revelar as
características da instituição, nos cursos e entre os cursos, do sistema educacional superior e
do contexto social do qual faz parte.
O Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI é um instrumento que mapeia a
organização e o planejamento institucional da Policamp, bem como indica um conjunto de
objetivos, estratégias e ações básicas para viabilizar sua reestruturação. É um instrumento que
oferece condições da Faculdade executar seus Projetos Pedagógico Institucional e Pedagógicos
dos Cursos.
O Projeto Pedagógico Institucional serviu de alicerce para a conformação da grade
curricular e dos correspondentes conteúdos programáticos, na medida em que se contemplou
a realidade das relações humanas no mercado de trabalho e as formas de distribuição física de
bens tangíveis e intangíveis, através dos canais de distribuição e as suas multi-relações
intrínsecas e extrínsecas, num contexto globalizado, visando atender as necessidades
organizacionais no desenvolvimento local, regional, nacional e internacional.
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Os Projetos pedagógicos, em constante desenvolvimento e aperfeiçoamento, serão
acompanhados pela Coordenação de Curso, Direção e Professores num compromisso conjunto
pela qualidade. A Coordenação de Curso terá como uma das principais atribuições acadêmicas,
o acompanhamento e a análise do andamento do projeto pedagógico. Contudo, a Direção e os
Professores também serão responsáveis pela consolidação e pela qualidade do mesmo. A
Direção sobretudo, na logística institucional administrativa para o desenvolvimento de cada
projeto de curso da faculdade e os professores especificamente, encaminhando a parte
voltada para a dimensão didático-pedagógica do curso. Todos com a consciência coletiva de
responsabilidade de avaliar constantemente os trabalhos desenvolvidos e a qualidade dos
cursos oferecidos. Tal avaliação é formalizada através do Programa de Avaliação Institucional
onde todos terão a oportunidade de registrar suas críticas e sugestões.
As Atividades Acadêmicas permanentes de ensino, pesquisa e extensão estarão
integradas de forma a se reforçarem mutuamente. O compromisso maior da Faculdade de
Politécnica de Campinas é com o Ensino de qualidade. Assim, a pesquisa na Instituição terá
característica empírica de aplicação prática. Contarão como pesquisa: os Trabalhos discentes
de Conclusão de Curso - TCC, as Pesquisas de Iniciação Científica - PIC e as atividades
desenvolvidas nas disciplinas de PAC - Pesquisa e Atividades Complementares. A extensão será
incentivada pelas semanas de estudos e jornadas que serão organizadas anualmente sob a
responsabilidade de cada coordenadoria de curso, as visitas técnicas desenvolvidas por
professores fora e dentro do Campus. A natureza da pesquisa possível nesta realidade
educacional será voltada quase que inteiramente para as questões do Ensino, estando aí a
integração legítima entre Pesquisa e Ensino.
O curso de Tecnologia em Automação Industrial da POLICAMP foi autorizado por meio da
Portaria n°22 do D.O.U de 17 de janeiro de 2008.
Em 2008 foi instituída a primeira turma do curso, sendo realizado a partir de então
vestibulares anuais para formação de novas turmas. Atualmente (2011) na IES existem duas
turmas com tamanho médio de 18 alunos para as aulas teóricas e para as aulas práticas.
A construção da estrutura curricular da proposta pedagógica do curso de Tecnologia em
Automação Industrial da POLICAMP constitui-se de um conjunto encadeado de disciplinas
teóricas e práticas cuja carga horária perfaz um total de 2.400 horas, distribuídas em 06
semestres.
No decorrer dos anos (2006 a 2010) foram construídos laboratórios específicos para
atender a demanda das disciplinas, contando atualmente na IES com 08 laboratórios
específicos para o curso de Tecnologia em Automação Industrial.
Todas estas ações e outras complementares visam atender as especificações contidas no
Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI e são detalhadas na Tabela 1. Nesta Tabela são
descritas as correlações entre o PDI e as ações tomadas para sua implementação no curso de
Tecnologia em Automação Industrial, descritos em seu PPC.
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Tabela 1. Articulação entre gestão institucional e a gestão do curso para implementação do PDI no Curso de Tecnologia em Automação Industrial
TÓPICO DO PDI*
SEÇÃO NO PDI*
TÓPICO DO PPC
SEÇÃO DO PPC
Missão Institucional
2.1.1
Ações Institucionais propostas
Gestão acadêmico-administrativa
2.1.2
2.1.3
Existência e implementação do PPC
2.2.1
Dados do Curso - B. 1
Dados do Curso - B. 2
Corpo Docente – B. 2
Corpo Docente – A. 1
Corpo Docente – A. 3
Organização Didático-Pedagógica - A
Organização Didático-Pedagógica - A.1
Processo de implantação e
integralização dos cursos
Acompanhamento e avaliação dos PPC e
das atividades pedagógicas
2.2.2
Avaliação Institucional
Administração acadêmica
Coordenador de curso
Organização acadêmico-administrativa
Atenção aos discentes
Atividades acadêmicas articuladas
2.3
2.4
2.4.1.
2.4.2.
2.4.3.
2.5
Corpo docente
Instalações
3
4
Objetivos do Curso
Perfil do Egresso
Produção Científica
Núcleo Docente Estruturante – NDE
Colegiado de curso ou equivalente
Contexto Educacional
Implementação das Políticas Institucionais
constantes no PDI, no âmbito do curso
Dados do curso
Breve histórico da IES
Atuação do coordenador de curso
Núcleo Docente Estruturante – NDE
Colegiado de curso ou equivalente
Auto-avaliação do curso
Administração Acadêmica
Atuação do coordenador de curso
Registros Acadêmicos
Atendimento ao discente
Metodologia
Programa de Visitas Técnicas
Aulas práticas em ambiente industrial
Ciclo de estudos
Trabalhos multidisciplinares
Interação Teoria/Prática
Corpo Docente
A. Instalações Gerais
C. Biblioteca
D. Instalações e Laboratórios específicos
PÁGINA DO
PPC
14
15
75
69
71
07
07
Dados do curso
Dados do curso – item “e”
Organização Didático-Pedagógica – A.3
Corpo Docente – A. 1
Corpo Docente – A. 3
Organização Didático-Pedagógica – A. 2
Corpo Docente - A
Dados do Curso – A. 3
Instalações Físicas - B
Organização Didático-Pedagógica - B. 7
Organização Didático-Pedagógica – B.5
Organização Didático-Pedagógica – B.5
Organização Didático-Pedagógica – B.5.2
Organização Didático-Pedagógica – B.5.3
Organização Didático-Pedagógica – B.5.4
Organização Didático-Pedagógica – B.5.5
Corpo Docente – B.1
Instalações Físicas – A
Instalações Físicas – C
Instalações Físicas – D
04
04
12
69
71
11
69
12
78
67
55
57
58
59
60
62
69
78
80
82
*Referente ao PDI: Período 2005 a 2010
2.2.3.
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2.
Auto-avaliação do curso
O conceito de avaliação que subsidia o curso prende-se à natureza própria desse processo
que é comparar e medir os resultados produzidos com as metas estabelecidas e, a partir deles,
interpretar os dados obtidos para formular juízos e tomar decisões.
O Sistema de avaliação do projeto do curso abriga o projeto de avaliação interna ou autoavaliação que, de acordo com a legislação, tem como principais objetivos “produzir
conhecimentos, pôr em questão os sentidos do conjunto de atividades e finalidades cumpridas
pela instituição, identificar as causas dos seus problemas e deficiências, aumentar a
consciência pedagógica e capacidade profissional do corpo docente e técnico-administrativo,
fortalecer as relações de cooperação entre os diversos atores institucionais, tornar mais
efetiva a vinculação da instituição com a comunidade, julgar acerca da relevância cientifica e
social de suas atividades e produtos, além de prestar contas à sociedade.”
A Avaliação Institucional é um processo imerso em aspectos ideológicos, políticos,
econômicos, culturais, dentre outros. É um processo interno, configurado com padrões
próprios da instituição, não tem caráter público e propósito de comparação com outras
instituições. É consenso entre especialistas que a avaliação é um instrumento fundamental
para todo organismo social que busque desenvolvimento e qualidade. Mais ainda para as
instituições de ensino superior, cuja razão de ser encontra-se na prestação de serviços de
qualidade à sociedade, buscando sempre a excelência na produção, sistematização e
democratização do saber. O propósito da Avaliação Institucional é conduzir os
empreendimentos humanos ao aperfeiçoamento contínuo.
O Programa original de Avaliação Institucional da POLICAMP já estruturava condições
para a efetivação de um sistema de auto-avaliação. As pesquisas envolvem toda a comunidade
acadêmica em um esforço de diagnosticar acertos e possíveis falhas institucionais referentes
aos aspectos políticos, pedagógicos, administrativos e de infra-estrutura. Este diagnóstico
subsidiou um Plano de Melhorias para cada período letivo subseqüente, coordenado pela
Comissão Própria de Avaliação – CPA, com vistas à melhoria da qualidade de ensino.
A CPA tem como objetivos viabilizar o processo de melhoria contínua, suplantando as
atividades de avaliação, conforme propõe o SINAES. Atua em atividades como diagnósticos,
avaliações, ações, orientações, estabelecimento de metas e procedimentos, bem como criação
de indicadores da qualidade, assumido como meta executiva por todos os segmentos
institucionais, cada qual em suas especificidades. Após a vigência de cada Plano de Melhorias,
sua adequação é submetida a nova avaliação para ajustes e reformulações. A Comissão propõe
atividades que construam de forma conjunta os procedimentos acima estabelecidos, atuando
de maneira participativa e colaborativa. Segundo Preddy, 2006 p.22 “os sistemas distribuídos
exigem a utilização de processos de garantia da qualidade, pois não podem recorrer aos
mecanismos de controle da qualidade fornecidos por sistemas administrativos centralizados.”
A Coordenação de Curso, de posse dos dados coletados através de diferentes segmentos,
estuda, propõe, gere e acompanha as ações de melhoria cabíveis e esperadas na instituição e
no curso.
A integração entre a CPA e a Coordenação permite a rápida captação de oportunidades de
melhoria.
O retorno dos resultados é feito através de:
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- Divulgação dos resultados gerais para os Cursos;
- Retorno individual dos resultados, aos professores do Curso, por meio de documento
contendo a análise individual do desempenho;
- Reuniões com o corpo administrativo;
- Reuniões com o corpo docente;
- Informativo distribuído aos alunos e professores com a relação de melhorias efetivadas e
a serem efetivadas.
3.
Atuação do Coordenador do Curso
O Coordenador de curso tem uma função de amplo espectro e alto grau de complexidade.
Cabe-lhe a tarefa de favorecer a construção de uma equipe coesa, engajada e, sobretudo,
convicta da viabilidade operacional das prioridades consensualmente assumidas e
formalizadas na proposta de trabalho da instituição. O coordenador exerce, no espaço da
autonomia que lhe foi conferida, seu papel de elemento-chave no gerenciamento do curso, o
que exige ações de articulação e mobilização da equipe, tendo sempre em vista o
aperfeiçoamento do fazer pedagógico na instituição.
Para isso o Coordenador do curso possui, conforme descrito no Capítulo V, Artigo 35, do
Regimento do IBCT as seguintes atribuições:
I - coordenar os trabalhos dos membros docentes que desenvolvem aulas e atividades de
ensino, pesquisa ou extensão relacionadas com o respectivo curso, sob as diretrizes do
respectivo projeto pedagógico;
II - supervisionar o cumprimento das atribuições de cada docente do curso dando ciência
de irregularidades ao Diretor da Faculdade;
III - representar o curso junto às autoridades e órgãos da Faculdade;
IV - convocar e presidir as reuniões de docentes das várias áreas de estudo ou disciplinas
afins que compõem o curso;
V - coordenar a elaboração e sistematização das ementas, bibliografia de apoio e
programas de ensino das disciplinas do currículo pleno do curso para compor o respectivo
projeto pedagógico e acompanhar seu desenvolvimento;
VI - compatibilizar os conteúdos programáticos necessários à formação profissional
prevista no perfil do curso;
VII - fomentar e incentivar a produção científica e intelectual do corpo docente;
VIII - supervisionar e fiscalizar a execução das atividades programadas, bem como a
assiduidade e a produção científica e intelectual dos professores, constituindo um banco
de dados da mesma;
IX - auxiliar na coordenação do processo de avaliação do desempenho do pessoal
docente, técnico-administrativo e da infra-estrutura;
X - apresentar, anualmente, ao Diretor da unidade, relatório de suas atividades e das do
seu curso, bem como as indicações bibliográficas necessárias para o próximo período
letivo;
XI - exercer as demais atribuições que lhe sejam delegadas pelo Diretor da Faculdade, as
previstas na legislação ou neste Regimento.
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B. PROJETO PEDAGÓGICO
Face a grande evolução tecnológica da humanidade nos últimos 50 anos, novas
especialidades profissionais surgiram e mais recentemente resultaram em novas
modalidades voltadas à indústria. Dentre as mais recentes tem-se a Tecnologia em
Automação Industrial, uma modalidade surgida da interação das áreas de Mecânica,
Eletro/Eletrônica e Informática.
Assim sendo, este Projeto Pedagógico tem como finalidade proporcionar os
mecanismos e condições para o aprendizado integral do exercício profissional nas
atividades relacionadas à Tecnologia em Automação Industrial, comprometidos e que
exerçam de forma crítica, consciente e ética, respeitando a legislação vigente.
Este Projeto Pedagógico considera também a realidade de que os problemas
existentes nos ambientes corporativos não são estritamente técnicos e nem podem
ser divididos em áreas puras de conhecimentos e por estes motivos está estruturado
em um núcleo de disciplinas básicas, um núcleo de disciplinas profissionalizantes e um
núcleo de disciplinas específicas, cujos conteúdos programáticos possuem o caráter de
interdisciplinaridade, característica indispensável a um Curso de Tecnologia em
Automação Industrial.
O curso de Tecnologia em Automação Industrial está concebido em semestres,
com as seguintes características:
• Tempo de integralização previsto para três anos, divididos em seis semestres
letivos;
• Semestres letivos com duração de 20 semanas;
• Disciplinas com carga horária presencial de 40 ou 80 horas-aula;
• Carga horária total do curso é definida em 2400 horas presenciais.
A atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9394/96) procura
flexibilizar a organização curricular dos novos cursos superiores e estabelece ainda que
os conteúdos de conhecimentos a serem desenvolvidos no decorrer do curso deverão
culminar em atender ao perfil do egresso desejado, a desenvolver competências e
habilidades no educando de forma que o mesmo possa atuar profissionalmente em
todo território nacional, entretanto deverão ser atendidas, preferencialmente as
necessidades regionais e locais (art.26 da LDB).
Posto isto, um Curso de Graduação em Tecnologia em Automação Industrial
sediado na cidade de Campinas, se constitui em um proposta da POLICAMP Faculdade Politécnica de Campinas às solicitações da LDB e as necessidades deste tipo
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de profissional em uma região fortemente industrializada e em franca expansão
tecnológica.
1. Objetivos do Curso
O curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial tem como objetivos:
•
•
•
•
•
•
•
•
Preparar o profissional para planejar, supervisionar, elaborar, executar e coordenar
projetos e serviços em Automação Industrial
Preparar o profissional para atuar na automatização de máquinas, equipamentos,
manufatura e processos industriais
Preparar o profissional para efetuar a integração de sistemas eletro-pneumáticohidráulico utilizando Controladores Lógicos programáveis, Microcontroladores e
Comandos Numéricos Computadorizados
Preparar o profissional para desenvolver Interface Homem Máquina e sistemas
supervisórios
Preparar o profissional para aplicar técnicas de manufatura e processos de fabricação,
para Identificar, selecionar e especificar componentes de sistemas para Automação
Industrial
Preparar o profissional para aplicar técnicas para a instrumentação, sensoriamento,
monitoramento e aquisição de dados aplicados à Automação Industrial
Prepara o profissional para atuar eticamente em equipes multidisciplinares e de forma
empreendedora
Formar profissionais capazes de atuar eticamente de forma empreendedora no
planejamento, supervisão, elaboração, coordenação de projetos e serviços de
automação industrial e na gestão de processos de produção e unidades
automatizadas.
Cabe ainda ao curso contribuir para a geração de propostas de desenvolvimento, com
e para a comunidade local e socializar técnicas e processos inovadores e empreendedores
visando valorizar e qualificar os sistemas locais de produção.
O curso proporcionará o desenvolvimento do aluno com respeito à auto-iniciativa,
integridade e o trabalho em equipe, o que representa o perfil básico da cidadania e da
exigência do mercado, para que haja um aumento da qualidade e produtividade nas indústrias.
O Tecnólogo em Automação Industrial é um profissional qualificado para atuar em
diversas áreas da indústria, estando capacitado para projetar sistemas automatizados, instalar
equipamentos, gerenciar processos, planejar e executar a manutenção de sistemas industriais.
Este profissional será capaz de atuar na área de projetos, processos automatizados de
manufatura e automatização nas áreas de manutenção dos setores industriais. Terá domínio
também dos processos de controle da produção. Será capaz de utilizar os recursos da
informática, como os softwares de CAD/CAM, sistemas supervisórios, CLPs e aplicativos
destinados a inteligência dos processos.
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2. Perfil do Egresso
O egresso do Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial poderá atuar em
empresas exercendo atividades relacionadas à automação de processos de fabricação,
automação de máquinas, integração de sistemas relacionados à pneumática-hidráulicaeletrônica, automatizar processos de manufatura, integração e desenvolvimento de sistemas
de automação. Tendo os egressos, condições de assumir um papel de agente transformador
do mercado, como empregado ou empreendedor.
As principais ocupações, entre outras, a serem exercidas pelos egressos são:
•
•
•
•
•
•
Programador de Sistema CLP
Manutenção de Sistemas Automatizados
Integrador de Sistemas de Automação
Desenvolvedor de Sistemas para Automação de Processos
Instalador de Sistemas Industriais Automatizados
Desenvolvedor de Sistemas com componentes Eletro-Hidro-Pneumáticos
As competências básicas que serão adquiridas de acordo com as certificações
modulares no Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial são:
MÓDULO I: MÓDULO BÁSICO - SEM CERTIFICAÇÃO
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Conhecer e aplicar ferramentas de Cálculo Diferencial e Integral na Automação de
máquinas e processos industriais
Conhecer e aplicar lógica de programação na elaboração de algoritmos computacionais
para a automação de máquinas e processos industriais
Possuir raciocínio lógico e dedutivo
Conhecer linguagens de programação para implementação de algoritmos computacionais
Conhecer técnicas e normas aplicadas ao desenho técnico de componentes e máquinas
Desenvolver Interface Homem Máquina e Sistemas Supervisórios
Conhecer técnicas e os fundamentos para planejar, supervisionar, elaborar e coordenar
projetos e serviços em automação industrial
Conhecer técnicas para projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados
Conhecer técnicas para comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica
Conhecer fundamentos de circuitos lógicos aplicados à automação de máquinas
Atuar eticamente em equipes multidisciplinares
MÓDULO II: INTEGRADOR DE SISTEMAS HIDRÁULICOS-PNEUMÁTICOS
•
Conhecer e aplicar ferramentas de Cálculo Diferencial e Integral na Automação de
máquinas e processos industriais
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•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Conhecer e aplicar lógica de programação na elaboração de algoritmos computacionais
para a automação de máquinas e processos industriais
Possuir raciocínio lógico e dedutivo
Conhecer linguagens de programação para implementação de algoritmos computacionais
Desenvolver Interface Homem-Máquina e Sistemas supervisórios
Conhecer técnicas para Identificar, selecionar e especificar componentes de sistemas
hidro-pneumáticos para automação industrial
Conhecer fundamentos de circuitos elétricos aplicados à automação de máquinas
Conhecer técnicas para projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados
Conhecer técnicas de desenvolvimento de projetos utilizando softwares CAD
Atuar eticamente em equipes multidisciplinares
Atuar de forma empreendedora
MÓDULO III: INTEGRADOR DE SISTEMAS COM CLP
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Desenvolver Interface Homem Máquina e Sistemas Supervisórios
Desenvolver o controle de processos utilizando CLP
Conhecer técnicas de manufatura aplicada à automação industrial
Conhecer técnicas para Identificar, selecionar e especificar componentes eletroeletrônicos de máquinas e sistemas para automação industrial
Conhecer fundamentos de circuitos lógicos e sistemas eletrônicos analógicos e digitais
aplicados à automação de máquinas
Conhecer técnicas e os fundamentos para planejar, supervisionar, elaborar e coordenar
projetos e serviços em automação industrial
Conhecer técnicas para projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados
Conhecer máquinas elétricas para aplicações em automação industrial
Atuar eticamente em equipes multidisciplinares
Atuar de forma empreendedora
MÓDULO IV: AUTOMAÇÃO DE PROCESSOS
•
•
•
•
•
•
•
Desenvolver Interface Homem-Máquina entre sistemas industriais
Conhecer técnicas de manufatura aplicada à automação industrial
Desenvolver o conhecimento
computadorizados
em
programação
para
comandos
numéricos
Conhecer técnicas e os fundamentos para planejar, supervisionar, elaborar e coordenar
projetos e serviços de engenharia de automação industrial
Conhecer e aplicar técnicas de controle para a automação de máquinas e processos
Conhecer técnicas para a instrumentação, sensoriamento e monitoramento
Conhecer técnicas para projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados
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•
•
Atuar eticamente em equipes multidisciplinares
Atuar de forma empreendedora
MÓDULO V: INTEGRADOR DE SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Desenvolver Interface Homem-Máquina e Sistemas Supervisórios
Conhecer técnicas e os fundamentos para planejar, supervisionar, elaborar e coordenar
projetos e serviços em automação industrial
Conhecer técnicas e os fundamentos para planejar, supervisionar, elaborar e coordenar
projetos e serviços em automação industrial
Conhecer e aplicar técnicas de controle para a automação de máquinas e processos
Conhecer técnicas para a instrumentação, sensoriamento, monitoramento e aquisição de
dados
Conhecer técnicas para projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados
Conhecer técnicas para interligação de máquinas e processos em rede computacional
industrial
Conhecer máquinas elétricas para aplicações em automação industrial
Conhecer técnicas de programação em robôs de porte industrial
Conhecer técnicas de simulação virtual de células de fabricação contendo robôs industriais
Atuar eticamente em equipes multidisciplinares
Atuar de forma empreendedora
MÓDULO VI: DESENVOLVEDOR DE SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO
•
•
•
•
•
•
•
•
Conhecer técnicas de controle de equipamentos e máquinas através de aplicações e
desenvolvimento de projetos em automação industrial
Desenvolver softwares para monitoramento, supervisão e interface com o usuário.
Conhecer técnicas e os fundamentos para desenvolver, elaborar e supervisionar projetos
mecânicos com componentes automatizados
Conhecer técnicas de uso de sistemas CAE para simulação virtual de estruturas mecânicas
Desenvolver software
microcontroladores
e
aplicações
para
automação
industrial
utilizando
Conhecer técnicas para a instrumentação, sensoriamento, monitoramento e aquisição de
dados
Atuar eticamente em equipes multidisciplinares
Atuar de forma empreendedora
MÓDULO I: MÓDULO BÁSICO-SEM CERTIFICAÇÃO
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COMPETÊNCIAS
UNIDADES CURRICULARES
Conhecer e aplicar ferramentas de Cálculo
Diferencial e Integral na Automação de máquinas e
•
processos industriais
Conhecer e aplicar lógica de programação na
elaboração de algoritmos computacionais para a
•
automação de máquinas e processos industriais
Possuir raciocínio lógico e dedutivo
•
Conhecer linguagens de programação para
•
implementação de algoritmos computacionais
Cálculo Aplicado à Automação I
Lógica de Programação
Lógica de Programação
Linguagem e Técnicas de Programação
Desenvolver Interface Homem-Máquina e
•
Sistemas Supervisórios
Conhecer técnicas e normas aplicadas ao desenho
•
técnico de componentes e máquinas
Conhecer técnicas e os fundamentos para planejar,
•
supervisionar, elaborar e coordenar projetos e
serviços em automação industrial
Conhecer
técnicas
para
comunicar-se
eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica
Conhecer fundamentos de circuitos
aplicados à automação de máquinas
Linguagem e Técnicas de Programação
Desenho Técnico
Fundamentos de Automação Industrial
•
Comunicação Empresarial
•
Circuitos Lógicos
lógicos
Conhecer técnicas para projetar e conduzir
•
experimentos e interpretar resultados
Atuar eticamente em equipes multidisciplinares
•
Desenho Técnico I
Fundamentos de Automação Industrial
MÓDULO II: INTEGRADOR DE SISTEMAS HIDRÁULICOS-PNEUMÁTICOS
COMPETÊNCIAS
UNIDADES CURRICULARES
Conhecer e aplicar ferramentas de Cálculo
Diferencial e Integral na Automação de máquinas e
•
processos industriais
Conhecer e aplicar lógica de programação na •
Cálculo Aplicado à Automação II
Lógica
de
Programação
Aplicada
à
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elaboração de algoritmos computacionais para a
automação de máquinas e processos industriais
Automação Industrial
•
Possuir raciocínio lógico e dedutivo
Conhecer linguagens de programação para
implementação de algoritmos computacionais
Desenvolver Interface Homem Máquina e
•
•
•
Sistemas Supervisórios
Conhecer técnicas para Identificar, selecionar e
especificar componentes de sistemas hidro•
pneumáticos para automação industrial
Conhecer fundamentos de circuitos
aplicados à automação de máquinas
Lógica de Programação Aplicada à
Automação Industrial
Lógica de Programação Aplicada à
Automação Industrial
Linguagem e Técnicas de Programação
para CLP
Linguagem e Técnicas de Programação
para CLP
Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos
elétricos
•
Conhecer técnicas para projetar e conduzir
•
experimentos e interpretar resultados
Conhecer sistemas hidro-pneumáticos aplicados à •
•
automação industrial
Conhecer técnicas de desenvolvimento de projetos
•
utilizando softwares CAD
Atuar eticamente em equipes multidisciplinares
•
Atuar de forma empreendedora
•
Eletricidade e Circuitos Elétricos
Projeto Temático - Projeto de Controle
para Sistemas Hidro-Pneumáticos
Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos
Projeto Temático - Projeto de Controle
para Sistemas Hidro-Pneumáticos
Desenho
Técnico
Computador
Assistido
por
Projeto Temático - Projeto de Controle
para Sistemas Hidro-Pneumáticos
Projeto Temático - Projeto de Controle
para Sistemas Hidro-Pneumáticos
MÓDULO III: INTEGRADOR DE SISTEMAS COM CLP
COMPETÊNCIAS
UNIDADES CURRICULARES
Desenvolver Interface Homem-Máquina e
•
•
Sistemas Supervisórios
Desenvolver o controle de processos utilizando CLP
•
•
•
•
Conhecer técnicas de manufatura aplicada à
•
automação industrial
Conhecer técnicas para Identificar, selecionar e •
Automação Industrial
Projeto Temático - Controle de Processos
Utilizando CLP
Controladores Digitais
Automação Industrial
Projeto Temático - Controle de Processos
Utilizando CLP
Controladores Digitais
Processos de Fabricação
Máquinas
Elétricas
e
Acionamentos
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especificar componentes
automação industrial
de
sistemas
para
(Atuadores Elétricos)
Conhecer técnicas e os fundamentos para planejar,
supervisionar, elaborar e coordenar projetos e •
•
serviços em automação industrial
Automação Industrial
Controladores Digitais
Conhecer fundamentos de circuitos lógicos e
sistemas eletrônicos analógicos e digitais aplicados •
•
à automação de máquinas
Eletrônica I
Circuitos Digitais
Conhecer técnicas para projetar e conduzir
•
experimentos e interpretar resultados
Projeto Temático - Controle de Processos
Utilizando CLP
Atuar eticamente em equipes multidisciplinares
•
Atuar de forma empreendedora
•
Projeto Temático - Controle de Processos
Utilizando CLP
Projeto Temático - Controle de Processos
Utilizando CLP
MÓDULO IV: AUTOMAÇÃO DE PROCESSOS
COMPETÊNCIAS
Desenvolver Interface
sistemas industriais
UNIDADES CURRICULARES
Homem-Máquina
entre •
•
Conhecer técnicas de manufatura aplicada à •
•
automação industrial
Desenvolver o conhecimento em programação para •
comandos numéricos computadorizados
•
•
Conhecer técnicas e os fundamentos para planejar,
•
supervisionar, elaborar e coordenar projetos e
•
serviços em automação de processos industriais
•
Conhecer e aplicar técnicas de controle para a
•
automação de máquinas e processos
Conhecer técnicas para a instrumentação,
sensoriamento, monitoramento e aquisição de
•
dados
Conhecer técnicas para projetar e conduzir •
•
experimentos e interpretar resultados
Atuar eticamente em equipes multidisciplinares
•
Manufatura Auxiliada por Computador
Projeto Temático - Automação de
Processos
Manufatura Auxiliada por Computador
Projeto Temático - Automação de
Processos
Comando Numérico Computadorizado –
CNC
Manufatura Auxiliada por Computador
Eletrônica II
Instrumentação I
Sistemas de Controle I
Projeto Temático - Automação de
Processos
Sistemas de Controle I
Instrumentação I
Instrumentação I
Projeto Temático
Processos
Projeto Temático
Processos
-
Automação
de
-
Automação
de
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Atuar de forma empreendedora
•
Projeto Temático
Processos
-
Automação
de
MÓDULO V: INTEGRADOR DE SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO
COMPETÊNCIAS
Desenvolver Interface Homem-Máquina e
UNIDADES CURRICULARES
•
Sistemas Supervisórios
Projeto Temático - Integração de Sistemas
para Automação Industrial
Conhecer técnicas e os fundamentos para planejar,
•
supervisionar, elaborar e coordenar projetos e
•
serviços em automação industrial
Sistemas de Controle II
Projeto Temático - Integração de Sistemas
para Automação Industrial
Conhecer a estrutura e organização de sistemas
•
mecatrônicos e sua integração
Integração de Sistemas de Automação
Conhecer e aplicar técnicas de controle para a
•
automação de máquinas e processos
•
Sistemas de Controle II
Instrumentação II
Conhecer técnicas para a instrumentação,
sensoriamento, monitoramento e aquisição de •
•
dados
Sistemas de Controle II
Instrumentação II
Conhecer técnicas para projetar e conduzir •
•
experimentos e interpretar resultados
Conhecer técnicas para interligação de máquinas e
•
processos em rede computacional industrial
Conhecer máquinas elétricas para aplicações em
automação industrial
•
Sistemas de Controle II
Projeto Temático - Integração de Sistemas
para Automação Industrial
Redes de Comunicação Industrial
Máquinas Elétricas
(Atuadores Elétricos)
Conhecer técnicas de programação em robôs de
•
porte industrial
Robótica Industrial
Conhecer técnicas de simulação virtual de células
•
de fabricação contendo robôs industriais
Robótica Industrial
Atuar eticamente em equipes multidisciplinares
•
Atuar de forma empreendedora
•
e
Acionamentos
Projeto Temático - Integração de Sistemas
para Automação Industrial
Projeto Temático - Integração de Sistemas
para Automação Industrial
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MÓDULO VI: DESENVOLVEDOR DE SISTEMAS PARA AUTOMAÇÃO
COMPETÊNCIAS
UNIDADES CURRICULARES
Conhecer técnicas de controle de equipamentos e
máquinas através de aplicações e desenvolvimento
•
de projetos em automação industrial
Desenvolver softwares para monitoramento,
•
supervisão e interface com o usuário.
Conhecer técnicas e os fundamentos para •
desenvolver, elaborar e supervisionar projetos •
•
mecânicos com componentes automatizados
Controle de Processos
Sistemas Supervisórios
Resistência dos Materiais
Elementos de Máquinas
Projeto Temático Desenvolvimento de
Projetos para Automação Industrial
Conhecer técnicas de uso de sistemas CAE para
•
simulação virtual de estruturas mecânicas
Projeto Auxiliado por Computador
desenvolver software e aplicações para automação
•
industrial utilizando microcontroladores
Microcontroladores
Conhecer técnicas para a instrumentação,
sensoriamento, monitoramento e aquisição de •
•
dados
Sistemas de Controle II
Instrumentação II
Atuar eticamente em equipes multidisciplinares
•
Atuar de forma empreendedora
•
2.1.
Projeto Temático Desenvolvimento de
Projetos para Automação Industrial
Projeto Temático Desenvolvimento de
Projetos para Automação Industrial
PERFIL PROFISSIONAL E MERCADO DE TRABALHO
O egresso do Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial poderá atuar em
empresas exercendo atividades relacionadas à automação de processos de fabricação,
automação de máquinas, integração de sistemas relacionados à pneumática-hidráulicaeletrônica, automatizar processos de manufatura, integração e desenvolvimento de sistemas
de automação. Tendo os egressos, condições de assumir um papel de agente transformador
do mercado, como empregado ou empreendedor.
As principais ocupações, entre outras, a serem exercidas pelos egressos são:
•
•
•
•
•
•
Programador de Sistema CLP
Manutenção de Sistemas Automatizados
Integrador de Sistemas de Automação
Desenvolvedor de Sistemas para Automação de Processos
Instalador de Sistemas Industriais Automatizados
Desenvolvedor de Sistemas com componentes Eletro-Hidro-Pneumáticos
P á g i n a | 24
2.2.
MERCADO DE TRABALHO
Nos últimos anos o mundo tem sofrido grandes transformações econômicas e sociais,
principalmente, pela introdução de novas tecnologias e o estabelecimento de uma nova
ordem nos mercados mundiais, a chamada “globalização dos mercados”. Essas transformações
mundiais exigem novos padrões de qualidade que, naturalmente, exigem maior qualificação
do pessoal produtivo e gerencial. Nesse sentido, o Brasil necessita investir maciçamente na
modernização do parque industrial, visando manter a competitividade de seus produtos e
serviços no cenário mundial.
Inserida e atuante nestas mudanças, a Tecnologia em Automação Industrial, tem a
finalidade de buscar e integrar as novas tecnologias com o homem e seus ambientes sócio econômicos, vislumbrando-se assim um mercado bastante promissor. No País, os Tecnólogos
em Automação Industrial vêm, sobretudo, realizando a implantação de novos sistemas visando
atender aos cada vez mais exigentes padrões da qualidade e produtividade, atuando em todas
as atividades industriais, agrícolas e comerciais.
Neste contexto, o Tecnólogo em Automação Industrial é componente fundamental no
desenvolvimento de novos sistemas em todos os ramos da atividade econômica e empresarial,
assegurando posição de destaque principalmente nas organizações industriais.
2.3.
CAMPOS DE ATUAÇÃO
De um modo geral, o mercado profissional da Tecnologia em Automação Industrial tem
crescido até mesmo quando ocorrem crises em alguns setores da indústria nacional.
Os campos de atuação de Tecnologia em Automação Industrial são as empresas
automobilísticas, siderúrgicas, de mecânica fina, de conformação mecânica, transformação,
agro-industriais, químicas, de desenvolvimento de softwares para automação e controle, ou
seja, mais notadamente as empresas que fazem uso da tecnologia para melhorar seus
processos e produtos.
Nessas empresas o Tecnólogo em Automação Industrial poderá trabalhar em diversas
atividades, entre as quais projetos assistidos por computador, robótica, supervisão, e
manutenção. Com os conhecimentos adquiridos no curso, o profissional poderá propor
soluções inovadoras para os problemas que constantemente surgem em um mercado em
progressiva transformação.
Este profissional estará em perfeitas condições para ser absorvido pelo crescente e
diversificado parque industrial e produtivo, da maioria das regiões brasileiras, empresas estas
que exigem cada vez mais uma formação com maior direcionamento e especialização, que se
adapte com rapidez, através de sua formação ao modelo de crescimento da indústria nacional.
P á g i n a | 25
3. Estrutura Curricular
3.1. Flexibilidade Curricular
O Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial está dividido em seis
módulos independentes totalizando 2400 Horas, conferindo as seguintes certificações:
•
Módulo I: Módulo Básico: sem certificação
•
Módulo II: Integrador de Sistemas Hidráulicos-Pneumáticos
•
Módulo III: Integrador de Sistemas com CLP
•
Módulo IV: Automação de Processos
•
Módulo V: Integrador de Sistemas de Automação
•
Módulo VI: Desenvolvedor de Sistemas para Automação
O Módulo I é básico, sendo de efetivação inicial e obrigatória e não confere
certificação. Sequencialmente o discente pode cursar um dos seguintes módulos: Módulos II,
Módulos III, Módulos IV e Módulo V em qualquer ordem. O módulo VI poderá ser cursado
somente após o aluno ter cursado o Módulo V. O Fluxograma 1 apresentado em anexo mostra
as alternativas de percurso para a formação em Tecnologia em Automação Industrial.
Fluxograma 1 – Fluxo de possibilidades para a formação no curso de Tecnologia em
Automação Industrial.
P á g i n a | 26
A terminalidade dos Módulos I e II confere ao discente a certificação intermediária de
Integrador de Sistemas Hidráulicos-Pneumáticos. A terminalidade dos Módulos I e III confere
ao discente a certificação intermediária de Integrador de Sistemas com CLP. A terminalidade
dos Módulos I e IV confere ao discente a certificação intermediária de Automação de
Processos. A terminalidade dos Módulos I e V confere ao discente a certificação intermediária
de Integrador de Sistemas de Automação. A terminalidade dos Módulos I e VI confere ao
discente a certificação intermediária de Desenvolvedor de Sistemas para Automação.
O percurso de formação alternativo só se concretizará quando todos os módulos do
curso estiverem em funcionamento. A conclusão dos 6 Módulos confere o diploma de curso:
Superior de Tecnologia em Automação Industrial.
O aluno regular poderá determinar o percurso de sua formação do curso, desde que
exista vaga disponível na turma, que deve ter no máximo 50 alunos. Os alunos não regulares
que tiverem interesse em cursar alguma unidade curricular, poderão requerer a matrícula
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desde que exista a disponibilidade de vaga, levando em consideração o número máximo de 50
alunos por turma.
Os alunos com disciplinas cursadas e aprovadas em Cursos Superiores da Faculdade
Politécnica de Campinas - POLICAMP e de outras instituições de Ensino Superior poderão
requerer análise curricular com fins a dispensa de disciplinas. As dispensas são efetuadas
segundo regulamento próprio da faculdade.
Os alunos que se mostrarem proficientes em algum conteúdo devido a estudos
anteriores, conhecimentos práticos comprovados, experiência profissional e etc. poderão
realizar teste de proficiência com objetivo de dispensa de disciplina. As disciplinas que poderão
ser eliminadas via teste de proficiência são definidas pelo coordenador do curso em cada
período letivo. O teste de proficiência segue regulamento próprio definido pelos órgãos
colegiados da faculdade.
Os alunos provenientes por meio de transferência de outros cursos da faculdade e de
outras instituições de ensino superior serão submetidos a análise curricular, sendo elaborado
um plano de estudos para adaptação do aluno ao currículo do curso.
3.2 Projeto Temático
O Projeto do Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial da Policamp está
centrado na metodologia de Projeto Temático visando romper com a atomicidade do processo
de ensino/aprendizagem centrada em unidades curriculares independentes e dissociadas. A
metodologia Projeto Temático que estamos implementando no Curso consiste em introduzir
na grade curricular tradicional um elemento gestor de caráter integrador capaz de propiciar o
desenvolvimento de atividades interdisciplinares, utilizando técnicas empregadas no
desenvolvimento de projetos de engenharia. Este elemento gestor é uma nova disciplina
curricular, chamada Projeto Temático, onde as disciplinas do semestre corrente devem
integrar-se concorrentemente. Para cada semestre a Coordenação do Curso e o Corpo
Docente definem um tema e especificam um projeto que será executado na disciplina Projeto
Temático, cuja execução manifeste a necessidade curricular de todas as disciplinas já cursadas
pelos alunos e principalmente pelas disciplinas do semestre corrente, ou seja, que tenha
proximidade programática com o conteúdo curricular disciplinar corrente, de tal forma que o
aluno possa adquirir novas competências e habilidades.
No contexto do projeto temático, as disciplinas apresentam-se como colaboradoras
diretas na metodologia, execução e gestão do aprendizado. Existe forte acoplamento técnico
entre os saberes e sua aplicação para a resolução d os problemas, constituindo-se um processo
iterativo e recorrente. Todo este processo é dinâmico, exigindo vários feedbacks avaliativos e
corretivos, o que desencadeia a necessidade de soluções alternativas não incorporadas nas
bases tecnológicas curriculares das disciplinas deste semestre, sendo comum a apresentação,
por parte dos alunos, de soluções buscadas nas experiências em indústrias.
P á g i n a | 28
Desta forma os conteúdos curriculares são tratados de forma integrada com interação
direta das disciplinas e seus currículos e o aluno são o agente operacional do processo
executivo e desenvolvimento do aprendizado.
3.3. Grade Curricular
DISCIPLINAS
CARGA HORÁRIA
1º Semestre - SEM CERTIFICAÇÃO
Teoria Prática
Total
01. Cálculo Aplicado à Automação I
40
40
80
02. Lógica de Programação
20
20
40
03. Linguagem e Técnicas de Programação
40
40
80
04. Fundamentos de Automação Industrial
20
20
40
05. Circuitos Lógicos
20
20
40
06. Desenho Técnico
40
40
80
07. Optativa (*)
20
20
40
TOTAL 200
200
400
2º Semestre - INTEGRADOR DE SISTEMAS HIDRÁULICOS-PNEUMÁTICOS
Teoria
Prática Total
08. Cálculo Aplicado à Automação II
40
40
80
09. Eletricidade e Circuitos Elétricos
40
40
80
10. Lógica de Programação Aplicada à Automação Industrial
20
20
40
11. Linguagem e Técnicas de Programação para CLP
20
20
40
12. Desenho Técnico Assistido por Computador
40
40
80
13. Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos
40
40
80
80
80
280
480
14. Projeto Temático - Projeto de Controle para Sistemas Hidro-Pneumáticos
TOTAL 200
3º Semestre - INTEGRADOR DE SISTEMAS COM CLP
Teoria Prática Total
15. Eletrônica I
40
40
80
16. Automação Industrial
40
40
80
17.Controladores Digitais
40
40
80
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18. Circuitos Digitais
40
40
80
19. Processos de Fabricação
40
40
80
100
100
300
500
20. Projeto Temático - Controle de Processos Utilizando CLP
TOTAL 200
4º Semestre - AUTOMAÇÃO DE PROCESSOS
Teoria Prática Total
21. Eletrônica II
40
40
80
22. Instrumentação I
40
40
80
23. Sistemas de Controle I
40
40
80
24. Manufatura Auxiliada por Computador
40
40
80
25. Comando Numérico Computadorizado - CNC
40
40
80
100
100
300
500
26. Projeto Temático - Automação de Processos
TOTAL 200
5º Semestre - INTEGRADOR DE SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO
Teoria Prática Total
27. Instrumentação II
40
40
80
28. Máquinas Elétricas e Acionamentos (Atuadores Elétricos)
40
40
80
29. Sistemas de Controle II
40
40
80
30. Robótica Industrial
40
40
80
31. Redes de Comunicação Industrial
40
40
80
100
100
300
500
32. Projetos Temáticos - Integração de Sistemas para Automação Industrial
TOTAL 200
6º Semestre - DESENVOLVEDOR DE SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO
Teoria Prática Total
33. Controle de Processos
40
40
80
34. Sistemas Supervisórios
20
20
40
35. Resistência dos Materiais
20
20
40
36. Elementos de Máquinas
40
40
80
37. Projeto Auxiliado por Computador
40
40
80
P á g i n a | 30
38. Microcontroladores
40
40
80
100
100
TOTAL 200
300
500
TOTAL GERAL =
1200
1680
2880
TOTAL GERAL (EM HORAS) =
1000
1400
2400
39. Projeto Temático – Desenvolvimento de Projetos para Automação Industrial
(*) Disciplinas Optativas:
Matérias complementares ao curso de Tecnologia em Automação Industrial, com carga
horária de 40 h, destinadas a agregar um maior conhecimento ao aluno em áreas de menor
grau específico, entretanto, de extrema importância para a formação de um futuro profissional
com visão multidisciplinar, diferencial cada vez mais necessário para o mercado de trabalho.
Para a conclusão do curso de Tecnologia em Automação Industrial o aluno deve cumprir ao
menos uma disciplina referente à lista de Disciplinas Optativas no 1º. semestre, apresentadas a
seguir:
Libras
20
20
40
Comunicação Empresarial
20
20
40
4. Conteúdos Curriculares
1o Semestre
Cálculo Aplicado à Automação I – 80 ha
O Objetivo desta disciplina é desenvolver no aluno a capacidade na resolução de
problemas envolvendo funções, derivação e integração.
Ementa
Funções. Limites. Derivadas. Aplicações de derivadas para determinação do Máximo e
de mínimo. Gráficos de funções. Integral. Técnicas de Integração.
Bibliografia Básica
LEITHOLD, Louis. O Cálculo com geometria Analítica. 3. ed. São Paulo : HARBRA, 2 v
1994.
STEWART, J. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001. 1v
SIMMONS, G.F. Cálculo com geometria analítica. 2. ed. S.Paulo: Pearson, 2005
Bibliografia Complementar
P á g i n a | 31
RUGGIERO, M.A.G., LOPES, V.L.R. Cálculo numérico:
computacionais. 2ºed. São Paulo: Makron Books, 1996
aspectos
teóricos
e
LARSON, R.E. et alli. Cálculo com Geometria Analítica. 5ºed. RJ, vol. 2, ed. LTC, 1998
STEINBRUCH, A., WINTERLE, P. Geometria Analítica. 2ºed. São Paulo: McGraw-Hill,
1987
FLEMMING, Marília Diva; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A: funções, limite,
derivação, integração. 5.ed. São Paulo: Pearson Makron, 1992
GLEASON, Andrew M.; MCCALLU, Willian G.; HUGHES-HALLETT, Deborah. Cálculo de
uma variável. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC- Livros técnicos e científicos Editora S/A, 2004.
Fundamentos de Automação Industrial – 40 ha
Esta disciplina tem como objetivo apresentar os conceitos básicos de Automação
Industrial, ressaltando as aplicações e áreas de atuação do profissional.
Ementa
O profissional de Automação. Áreas de Atuação. Perfil da Formação do Tecnólogo em
Automação. Introdução aos elementos básicos dos sistemas de manufatura. Automação de
manufatura. Controladores Lógico Programáveis. Redes de comunicação. Controle numérico.
Planejamento da manufatura. CAD. Manufatura Integrada e Flexível.
Bibliografia Básica
BAZZO, W.A., PEREIRA, L.T.V. Introdução à Engenharia. 6ª Ed. Florianópolis: Ed. UFSC,
2003.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo, Cortez,
1996.
ALBERTAZZI JR, Armando. Fundamentos de metrologia científica e industrial. Barueri:
Manole, 2008
Bibliografia Complementar
CRESPO, A. A. Estatística fácil. São Paulo: Saraiva, 2002.
MORAES, Cícero Couto de. Engenharia de automação industrial. 2.ed. RJ: LTC, 2007.
ALVES, Jose Luiz Loureiro. Instrumentação, controle e automação de processos. RJ:
LTC, 2005
SILVEIRA, Paulo R. da. Automação e controle discreto. 9ed. SP: Érica, 2009
DORF, Richard C. Sistemas de controle modernos. 8.ed. RJ: LTC, 2001
Lógica de Programação – 40 ha
Apresentar aos alunos os componentes básicos de lógica de programação de alto nível.
Ementa
P á g i n a | 32
Noção de algoritmo, dado, variável, instrução e programa. Construções básicas:
atribuição, leitura e escrita. Estruturas de controle: seqüência, seleção e iteração. Estruturas
de Repetição. Tipos de dados escalares: inteiros, reais, caractere, intervalos e enumerações.
Tipos estruturados básicos: vetores, matrizes registros e Strings. Subprogramas: funções,
procedimentos.
Bibliografia Básica
FORBELLONE, André Luiz Villar, EBERSPACHER, Henri Frederico. Lógica de
programação: a construção de algoritmos e estruturas de dados. São Paulo: Makron,
177 p, 1993.
MANZANO, J. A. N. G.. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de
computadores. 11. ed. São Paulo: Érica, 236p, 2001..
BLOCH, S. Excel para engenheiros e cientistas. LTC, 2000
PREISS, Bruno R.. Estrutura de dados e algoritmos: padrões de projetos orientados a
abjeto com Java. Tradução: Elizabeth Ferreira. Rio de Janeiro: Campus, 2000.
Bibliografia Complementar
VELOSO, P.A.S. Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: Campus, 1983
SALIBA, Walter Luiz Caram. Técnicas de programação : uma abordagem estruturada.
São Paulo : Makron, 1993. 141 p.
SILVA, M.G. Informática/Excel 2000, Acess 2000, Powerpoint 2000. SP. Èrica, 2000
JORGE, M. Microsoft Office excel 2003 – passo a passo. Ed. Pearson Brasil, 2004.
SOUZA, Marco Antonio Furlan, et al. Algoritmos e lógica de programação. São Paulo:
Thomson Learning, 2006.
Linguagem e Técnicas de Programação – 80 ha
Apresentar aos alunos os componentes básicos presentes nos linguagens de
programação de alto nível.
Ementa
Implementação de Algoritmos. Linguagem de Programação. Tipos de dados. Variável.
Ambiente de Programação. Sintaxe e Semântica. Implementação de estruturas para atribuição,
leitura e escrita de dados, implementação de estruturas de controle, estruturas de repetição.
Tipos estruturados básicos: vetores, matrizes registros e Strings. Subprogramas: funções,
procedimentos.
Bibliografia Básica
FORBELLONE, André Luiz Villar, EBERSPACHER, Henri Frederico. Lógica de programação
: a construção de algoritmos e estruturas de dados. São Paulo : Makron, 1993. 177 p
MANZANO, J. A. N. G.. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de
computadores. 11. ed. São Paulo: Érica, 2001. 236p.
BLOCH, S. Excel para engenheiros e cientistas. LTC, 2000
P á g i n a | 33
PREISS, Bruno R.. Estrutura de dados e algoritmos: padrões de projetos orientados a
abjeto com Java. Tradução: Elizabeth Ferreira. Rio de Janeiro: Campus, 2000.
Bibliografia Complementar
VELOSO, P.A.S. Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: Campus, 1983
SALIBA, Walter Luiz Caram. Técnicas de programação : uma abordagem estruturada.
São Paulo : Makron, 1993. 141 p.
SILVA, M.G. Informática/Excel 2000, Acess 2000, Powerpoint 2000. SP. Èrica, 2000
JORGE, M. Microsoft Office excel 2003 – passo a passo. Ed. Pearson Brasil, 2004.
SOUZA, Marco Antonio Furlan, et al. Algoritmos e lógica de programação. São Paulo:
Thomson Learning, 2006
Circuitos Lógicos – 40 ha
Tornar o aluno apto a utilizar diferentes sistemas de numeração. Tornar o aluno apto a
utilizar a álgebra booleana para expressão de funções lógicas. Capacitar o aluno nos projetos
de circuitos combinacionais e seqüenciais. Permitir que o aluno empregue os circuitos
integrados comerciais no projeto de circuitos lógicos.
Ementa
Sistemas Numéricos. Operações Aritméticas. Introdução à Álgebra Booleana. Portas
Lógicas. Simplificação de Circuitos. Circuitos Combinacionais. Circuitos Combinacionais
Dedicados. Circuitos Seqüenciais. Famílias Lógicas. Multivibradores Monoestáveis e Astáveis.
Bibliografia Básica
IDOETA E CAPUANO. Elementos de Eletrônica Digital. 31ª Edição. São Paulo: Érica,
2000
TOCCI, Ronald J. Sistemas digitais. 8.ed. SP: Prentice Hall, 2003
BOYLESTAD, Robert L. Dispositivos eletrônicos e teoria dos circuitos. 8.ed. SP: Prentice
Hall, 2004
Bibliografia Complementar
TOCCI E WIDMER. Sistemas Digitais: princípios e Aplicações. 8.ed. SP: LTC, 2000
ERCEGOVAC, LANG E MORENO. Introdução aos Sistemas digitais. 1ª Edição. Porto
Alegre: Bookman, 2000.
ALBUQUERQUE, Rômulo Oliveira. Análise e simulação de circuitos no computador:
EWB5. SP: Erica, 2001
WIRTH, Almir. Eletricidade e eletrônica básica. 2.ed. RJ: Alta Books, 2007.
LOURENÇO, Antonio Carlos de et al. Circuitos digitais: eletrônica digital. 6.ed. SP: Erica,
1996
Desenho Técnico – 80 ha
P á g i n a | 34
Tornar o aluno apto para efetuar a leitura de desenhos técnicos de máquinas e
equipamentos.
Ementa
Normas e convenções. Construções geométricas. Representações de um sólido no
plano bidimensional. Projeções ortogonais segundo ABNT. Cortes, secções e interseções.
Bibliografia Básica
MAGUIRE, D.E. e SIMMONS, C.H. Desenho Técnico: Problemas e Soluções Gerais de
Desenho. Hemus. 2004. 257 p
MANFE, Giovanni; POZZA, Rino; SCARATO, Giovanni. Desenho Técnico Mecânico:
Curso completo - vol. 1. Hemus. 2004
PAGE-JONES, Meilir. Fundamentos do desenho orientado a objeto com UML.
Tradução: Celso Roberto Paschoa. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2001
Bibliografia Complementar
JONES, F. Manual técnico para desenhistas e projetistas de máquinas. SP: Hemus
FRENCH, T.E. Desenho técnico. Porto Alegre: Globo, 1979
SILVA, Arlindo. RIBEIRO, Carlos Tavares ; DIAS, Joao; SOUSA, Luis. Desenho técnico
moderno. 4. ed. Rio de Janeiro.: LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora S/A, 2006.
NBR6158 – Sistemas de tolerâncias e ajustes
NBR6409 – Tolerâncias geométricas
NBR8196 - Emprego de escalas
NBR8402 – Execução de caracter para escrita em desenho técnico
NBR8403 – Aplicação de linhas em desenhos
NBR8404 – Indicação do estado de superfícies em desenhos técnicos
NBR9964 – Linhas e símbolos de estruturas navais
NBR10592 – Zíper
NBR12298 – Representação de área de corte por meio de hachuras em desenho
técnico
NBR13104 – Representação de entalhado em desenho técnico
NBRISO10209-2 – Máquinas e equipamentos mecânicos
NBRISO2768-1 – Tolerâncias – parte 1
NBRISO2768-21 – Tolerâncias – parte 2
(*) Disciplinas Optativas:
Libras
Ementa
P á g i n a | 35
Noções de língua portuguesa e lingüística. Parâmetros em libras. Noçõe slinguísticas de
libras. Sistema de transcrição; Tipos de frases em libras. Incorporação de negação, teoria de
tradução e interpretação. Classificadores de Libras. Técnicas de tradução da
libras/português.Técnicas de tradução de português/libras.
Bibliográfica Básica:
LIBRASKARNOPP e QUADROS. Língua de Sinais Brasileira. Porto Alegre: Artmed, 2004.
CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkíria Duarte. Dicionário Enciclopédico
Ilustrado Trilíngüe da Língua de Sinais Brasileira, Volume I: Sinais de A a L. 3 ed. São
Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2001.
SKLIAR, Carlos (org). Atualidade da educação bilíngüe para surdos. Texto: A localização
política da educação bilíngüe para surdos. Porto Alegre, Mediação, 1999.
Bibliografia Complementar:
LIBRASQUADROS, R. M. de & KARNOPP, L. B. Língua de sinais brasileira: Estudos
lingüísticos. Porto Alegre. Artes Médicas. 2004.
LODI, Ana C B (org.); et al. Letramento e minorias. Porto Alegre: Mediação, 2002.
BOTELHO, Paula. Segredos e Silêncios na Educação dos Surdos. Belo Horizonte:
Autêntica.1998.
SKLIAR, Carlos. Surdez: Um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Mediação, 1997.
BARBOZA, H. H. e MELLO, A.C.P. T. O surdo, este desconhecido. Rio de Janeiro, Folha
Carioca, 1997.
Comunicação Empresarial – 40 ha
Tornar o aluno apto a interpretar e desenvolver relatórios técnicos.
Ementa
O resumo. Comunicações empresariais. O texto argumentativo. Prática de leitura e
produção de textos.
Bibliografia Básica
FIORIN, J. L.; SAVIOLI, F.P. Para entender o texto: leitura e redação. 3. ed. São Paulo:
Ática, 1991.
FIORIN, J. L.; SAVIOLI, F.P. Lições de texto: leitura e redação. 4. ed. São Paulo: Ática,
1999
ANDRADE, M. M; HENRIQUES, A. Língua portuguesa: noções básicas para cursos
superiores. São Paulo: Atlas, 1999.
Bibliografia Complementar
MEDEIROS, João Bosco. Redação Empresarial. São Paulo: Ed. Atlas, 1998
P á g i n a | 36
PASQUALE NETO, C. & ULISSES, I. Gramática da língua portuguesa, 6ºed. SP, ed.
Scipione, 2003
BARBOSA, Severino Antônio M. Redação: Escrever é desvendar o mundo. Campinas:
Papirus, 2003
BLIKSTEIN, I. Técnicas de comunicação escrita. São Paulo: Ática, 1998.
CIPRO NETO, Pasquale ; INFANTE, Ulisses. Gramática da língua portuguesa. 2 ed. São
Paulo: Scipione. 2003
2o Semestre
Cálculo Aplicado à Automação II – 80 ha
Desenvolver a capacidade do aluno na resolução de problemas envolvendo
diferenciação e integração de funções de várias variáveis, com aplicações a problemas de
automação industrial.
Ementa
Funções de várias variáveis. Derivadas parciais, diferenciais, derivada direcional,
máximos mínimos. Integral dupla. Coordenadas polares. Equações diferenciais ordinárias.
Introdução a Séries.
Bibliografia Básica
STEINBRUCH, A., WINTERLE, P. Geometria Analítica. 2ºed. São Paulo: McGraw-Hill,
1987
LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo : HARBRA, 1994. 2
v.
STEWART, J. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001. 2v
Bibliografia Complementar
LARSON, R.E. et alli. Cálculo com Geometria Analítica.vol.2. RJ, ed. LTC, 1998
SIMMONS, G.F. Cálculo com geometria analítica. 2. ed. S.Paulo: Pearson, 2005
GLEASON, Andrew M.; MCCALLU, Willian G.; HUGHES-HALLETT, Deborah. Cálculo de
uma variável. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC- Livros técnicos e científicos Editora S/A, 2004.
GONCALVES,Mirian Buss . Calculo B. São Paulo: Pearson Makron Books, 1999
HUGHES-HALLETT, Deborah; GLEASON, Andrew M.; LOCK, Patti Frazer; FLATH, Daniel
E. Cálculo e aplicações. Tradução: Elza F. Gomide. São Paulo: Edgard Blucher, 1999.
Eletricidade e Circuitos Elétricos – 80 ha
P á g i n a | 37
Apresentar ao aluno os conceitos fundamentais de Eletricidade e Circuitos Elétricos.
Fazer com que o aluno seja capaz de interpretar diagramas elétricos. Tornar o aluno apto a
entender e resolver circuitos elétricos básicos de corrente contínua e alternada, bem como
suas aplicações na área de Eletrônica.
Ementa
Fundamentos de Eletricidade: Energia, Trabalho, Força, Potencial Elétrico, Carga
Elétrica e Campo Elétrico. Símbolos Gráficos e Diagramas Elétricos. Diferença de Potencial.
Corrente Elétrica. Resistência. Lei de Ohm. Circuitos Série e Paralelo. Baterias. Leis de Kirchoff.
Teoremas de Thevenin e Norton. Capacitância. Fundamentos de Magnetismo. Corrente
Alternada. Indutância. Geradores e Motores CC e CA. Transformadores. Sistemas Trifásicos.
Bibliografia Básica
JOHNSON, D. E., HILBURN, J. L., JOHNSON, J. R. Fundamentos de análise de circuitos
elétricos. LTC. 2001
EDMINISTER Joseph. Circuitos elétricos. 4.ed. Porto Alegre: Bookman, 2005
SCHAUM, Milton Gussow. Eletricidade básica. 2.ed. SP: Pearson, 1997
Bibliografia Complementar
DORF, Richard C. Introdução aos Circuitos elétricos. LTC. 5a Ed. 2003
IRWIN, J. David. Introdução a Analise de Circuitos Elétricos.2005
MARKUS, Otávio. Circuitos elétricos: corrente contínua e corrente alternada. 7.ed. SP:
Erica, 2007.
WIRTH, Almir. Eletricidade e eletrônica básica. 2.ed. RJ: Alta Books, 2007
CAPUANO, Francisco Gabriel. Laboratório de eletricidade e eletrônica: teoria e prática.
23.ed. SP: Erica, 2007.
Lógica de Programação Aplicada à Automação Industrial – 40 ha
Apresentar aos alunos os componentes básicos de lógica de programação aplicados ao
desenvolvimento de aplicações para Automação Industrial
Ementa
Algoritmos para desenvolvimento de Interface e sistemas Supervisórios. Sistemas de
Arquivos. Comunicação em rede de computadores e equipamentos.
Bibliografia Básica
FORBELLONE, André Luiz Villar, EBERSPACHER, Henri Frederico. Lógica de programação
: a construção de algoritmos e estruturas de dados. São Paulo : Makron, 1993. 177 p
MANZANO, J. A. N. G.. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de
computadores. 11. ed. São Paulo: Érica, 2001. 236p.
PREISS, Bruno R.. Estrutura de dados e algoritmos: padrões de projetos orientados a
abjeto com Java. Tradução: Elizabeth Ferreira. Rio de Janeiro: Campus, 2000.
P á g i n a | 38
Bibliografia Complementar
VELOSO, P.A.S. Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: Campus, 1983
SALIBA, Walter Luiz Caram. Técnicas de programação : uma abordagem estruturada.
São Paulo : Makron, 1993. 141 p.
SILVA, M.G. Informática/Excel 2000, Acess 2000, Powerpoint 2000. SP. Èrica, 2000
JORGE, M. Microsoft Office excel 2003 – passo a passo. Ed. Pearson Brasil, 2004.
SOUZA, Marco Antonio Furlan, et al. Algoritmos e lógica de programação. São Paulo:
Thomson Learning, 2006.
Linguagem e Técnicas de Programação para CLP– 40 ha
Proporcionar ao aluno uma introdução à programação de CLPs e capacitá-lo a
desenvolver software utilizando linguagens específicas.
Ementa
Fundamentos de Programação para CLP. Diagramas Lógicos. Introdução à Linguagem
de programação LADDER. Ambiente de Programação. Sintaxe e Semântica. Implementação de
estruturas para atribuição, estruturas de entrada e saída, contadores, estruturas de controle,
estruturas de repetição, temporizadores.
Bibliografia Básica
GEORGINI, M. Automação Aplicada: descrição e implementação de sistemas
seqüenciais com PLCs. Ed. Érica, 2001.
ALVES, Jose Luiz Loureiro. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. Rio de
Janeiro: LTC, 2005.
MANZANO, J. A. N. G.. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de
computadores. 11. ed. São Paulo: Érica, 2001. 236p.
Bibliografia Complementar
VELOSO, P.A.S. Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: Campus, 1983.
SALIBA, Walter Luiz Caram. Técnicas de programação : uma abordagem estruturada.
São Paulo : Makron, 1993. 141 p.
NATALE, Ferdinando. Automação industrial.
brasileira de tecnologia).
São Paulo, ed. Érica, 1995. (Serie
SILVEIRA, Paulo Rogério da, SANTOS, Winderson E. dos.
discreto. São Paulo, 4a ed. Érica. 2002.
Automação e controle
CASTRUCCI, Plínio de Lauro; MORAES, Cícero Couto. Engenharia de automação
Industrial. LTC. 2001
Desenho Assistido por Computador – 80 ha
P á g i n a | 39
Esta disciplina tem como objetivo capacitar o aluno a desenvolver desenho técnico
utilizando ferramentas computacionais
Ementa
Utilização sistemas CAD. Geração de sólidos. Geração de desenhos de engenharia e de
fabricação a partir de sólidos. Geração de desenhos de conjunto e montagens. Introdução à
um programa computacional de desenho; Desenho de elementos de máquinas; Desenho de
conjunto; Detalhamento de conjunto; Modelamento.
Bibliografia Básica:
MAGUIRE, D.E. e SIMMONS, C.H. Desenho Técnico: Problemas e Soluções Gerais de
Desenho. Hemus. 2004. 257 p
MANFE, Giovanni; POZZA, Rino; SCARATO, Giovanni. Desenho Técnico Mecânico:
Curso completo - vol. 1. Hemus. 2004
PAGE-JONES, Meilir. Fundamentos do desenho orientado a objeto com UML.
Tradução: Celso Roberto Paschoa. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2001
Bibliografia Complementar
JONES, F. Manual técnico para desenhistas e projetistas de máquinas. SP: Hemus v. 2
FRENCH, T.E. Desenho técnico. Porto Alegre: Globo, 1979
SILVA, Arlindo. RIBEIRO, Carlos Tavares ; DIAS, Joao; SOUSA, Luis. Desenho técnico
moderno. 4. ed. Rio de Janeiro.: LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora S/A, 2006.
ASSOCIACAO BRASILEIRA DE NORMAS TECNICAS – ABNT. Desenho técnico:
representação de símbolos aplicados a tolerâncias geométricas: proporções e
dimensões. NBR 14699. Rio de Janeiro: ABNT, 2001.
ASSOCIACAO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. Cotagem em desenho
técnico. NBR 10126. Rio de Janeiro: ABNT, 1987
Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos – 80 ha
Esta disciplina tem como objetivo fornecer os conceitos de Hidráulica e Pneumática
necessários para o projeto e dimensionamento de circuitos hidráulicos e pneumáticos.
Ementa
Conceitos de Hidráulica e Pneumática. Bombas e Motor Hidráulico. Tubulações.
Válvulas. Acumuladores. Circuitos Hidráulicos. Produção e Distribuição do Ar Comprimido.
Atuadores Pneumáticos. Circuitos Pneumáticos.
Bibliografia Básica
FIALHO, A.B. Automação Hidráulica: projetos, dimensionamento e análise de circuitos.
Érica. 2002, 260 P
ALVES, Jose Luiz Loureiro. Instrumentação, controle e automação de processos. RJ:
LTC, 2005
P á g i n a | 40
FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação pneumática: projetos, dimensionamento e
análise de circuitos. 5.ed. SP: Erica, 2007
Bibliografia Complementar
STEWART, Harry L. Pneumática e hidráulica. 3. ed. são Paulo : Hemus. 481 p
BONACORSO, N.G. Automação eletropneumática. 3 ed. Érica. 1997
CAPELLI, Alexandre. Automação industrial: controle do movimento e processos
contínuos. 2.ed. SP: Érica, 2007.
NATALE, Ferdinando. Automação industrial. SP: Erica, 2008.
BEGA, Egidio Alberto. Automação industrial. 2.ed. RJ: Interciência, 2006
Projeto Temático - Projeto de Controle para Sistemas Hidráulicos-Pneumáticos – 80 ha
Permitir ao aluno o desenvolvimento de aplicações utilizando dispositivos hidropneumáticos-mecanismos.
Ementa
Desenvolvimento de Aplicações Hidráulica e Pneumática
Bombas e Motores, Tubulações, Válvulas, Acumuladores.
utilizando Atuadores,
Bibliografia Básica
FIALHO, A.B. Automação Hidráulica: projetos, dimensionamento e análise de circuitos.
Érica. 2002, 260 P
ALVES, Jose Luiz Loureiro. Instrumentação, controle e automação de processos. RJ:
LTC, 2005
FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação pneumática: projetos, dimensionamento e
análise de circuitos. 5.ed. SP: Erica, 2007
Bibliografia Complementar
STEWART, Harry L. Pneumática e hidráulica. 3. ed. são Paulo : Hemus. 481 p
BONACORSO, N.G. Automação eletropneumática. 3 ed. Érica. 1997
CAPELLI, Alexandre. Automação industrial: controle do movimento e processos
contínuos. 2.ed. SP: Érica, 2007.
NATALE, Ferdinando. Automação industrial. SP: Erica, 2008.
BEGA, Egidio Alberto. Automação industrial. 2.ed. RJ: Interciência, 2006
3o Semestre
Eletrônica I – 80 ha
P á g i n a | 41
Apresentar ao aluno os conceitos de Eletrônica Analógica. Fazer que o aluno seja capaz
de desenvolver e projetar circuitos eletrônicos. Tornar o aluno apto a entender o
funcionamento dos circuitos eletrônicos para a área de Telecomunicações.
Ementa
Instrumentação para Telecomunicações. Física dos Semicondutores. Diodos.
Retificadores. Transistor Bipolar. Polarização de Transistor. Transistor de Efeito de Campo.
Acopladores
Ópticos.
Optoeletrônica.
Osciladores.Amplificadores.
Amplificadores
Operacionais. Conversores AD e DA.
Bibliografia Básica
BOYLESTAD, Robert, NASHELSKY, Louis. Dispositivos eletrônicos e teoria dos circuitos.
8a ed. Pearson Brasil 2004. 672 p
IDOETA, Ivan V.; CAPUANO, Francisco Gabriel. Elementos de Eletrônica. Érica. 2002
CAPUANO, Francisco Gabriel. Elementos de eletrônica digital. SP: Erica.
Bibliografia Complementar
MALVINO, Albert Paul. Eletrônica – vol.1. Makron. 1997.
MALVINO, Albert Paul. Eletrônica – vol.2. Makron. 1997
LOURENÇO, Antonio Carlos; FERREIRA, S.; CRUZ, Eduardo César Alves. Circuitos
Digitais. Érica. 1996
WIRTH, Almir. Eletricidade e eletrônica básica. 2.ed. RJ: Alta Books, 2007
TOCCI, Ronald J.; WIDMER, Neal S. Sistemas Digitais: princípios e aplicações. 8. ed.
Pearson. 2003.
Automação Industrial – 80 ha
Capacidade o aluno a conhecer Controladores Lógicos Programáveis e suas aplicações.
Ementa
Sistemas de automação discreta. Métodos de representação e análise de sistemas
seqüenciais. Controladores Lógicos Programáveis: Conceito, Programação e Aplicações.
Projetos em automação industrial: Integração Hardware/Software. Estudos de Casos e
Aplicações.
Bibliografia Básica
FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação Hidráulica. Érica. 2003
FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação Pneumática . Érica. 2003
ALVES, Jose Luiz Loureiro. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. Rio de
Janeiro: LTC, 2005
Bibliografia Complementar
GEORGINI, Marcelo. Automação Aplicada. São Paulo, ed. Érica, 2001
P á g i n a | 42
CASTRUCCI, Plínio de Lauro; MORAES, Cícero Couto. Engenharia de automação
Industrial. LTC. 2001
NATALE, Ferdinando. Automação industrial.
brasileira de tecnologia).
São Paulo, ed. Érica, 1995. (Serie
SILVEIRA, Paulo Rogério da, SANTOS, Winderson E. dos.
discreto. São Paulo, 4a ed. Érica. 2002
Automação e controle
CAPELLI, Alexandre. Automação Industrial: Controle do Movimento e Processos
Contínuos. 2ª Edição. São Paulo: Érica, 2007
BONACORSO, Nelso Gauze; NOLL,Valdir.Automação Eletropneumática. 10ª Edição. São
Paulo: Érica, 2007
Controladores Digitais – 80 ha
Capacitar o aluno a desenvolver software e aplicações em automação industrial
utilizando Controladores Lógicos Programáveis
Ementa
Configuração de CLPs, simulação de processos, Portas entrada e saídas digitais e
analógicas, Técnicas de controle: PI e PID, interconexão de CLPs.
Bibliografia Básica
CAPUANO, Francisco Gabriel. Elementos de eletrônica digital. SP: Erica.
ALVES, Jose Luiz Loureiro. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. Rio de
Janeiro: LTC, 2005.
GEORGINI, M., Automação aplicada: descrição e implementação de sistemas
seqüenciais com PLCs. Ed. Érica, 2001.
Bibliografia Complementar
BEGA, Egidio Alberto. Automação industrial. 2.ed. RJ: Interciência, 2006
CASTRUCCI, Plínio de Lauro; MORAES, Cícero Couto. Engenharia de automação
Industrial. LTC. 2001
NATALE, Ferdinando. Automação industrial.
brasileira de tecnologia).
São Paulo, ed. Érica, 1995. (Serie
SILVEIRA, Paulo Rogério da, SANTOS, Winderson E. dos.
discreto. São Paulo, 4a ed. Érica. 2002.
Automação e controle
CAPELLI, Alexandre. Automação Industrial: Controle do Movimento e Processos
Contínuos. 2ª Edição. São Paulo: Érica, 2007.
BONACORSO, Nelso Gauze; NOLL,Valdir.Automação Eletropneumática. 10ª Edição. São
Paulo: Érica, 2007.
FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação Pneumática . Érica. 2003.
P á g i n a | 43
Circuitos Digitais – 80 ha
Capacitar o aluno a utilizar componentes para circuitos digitais.
Ementa
Flip-flops. Contadores e registradores. Codificadores e
Multiplexadores e demultiplexadores. Comparadores digitais. Aplicações.
decodificadores.
Bibliografia Básica
TOCCI, Ronald J.; WIDMER, Neal S. Sistemas Digitais: princípios e aplicações. 8. ed.
Pearson. 2003.
IDOETA, Ivan V.; CAPUANO, Francisco Gabriel. Elementos de Eletrônica. Érica. 2002
MALVINO, Albert Paul. Eletrônica. 4.ed. SP: Pearson, 1997. v. 2
Bibliografia Complementar
LOURENÇO, Antonio Carlos; FERREIRA, S.; CRUZ, Eduardo César Alves. Circuitos
Digitais. Erica, 2004
ERCEGOVAC, Milos. Introdução aos Sistemas Digitais. Bookman. 2000
GIROD, Bernd. Sinais e sistemas. SP: LTC, 2003
BOYLESTAD, Robert. Dispositivos eletrônicos e teoria dos circuitos. 3.ed. RJ: Prentice
Hall, 1986.
CAPUANO, Francisco Gabriel. Laboratório de eletricidade e eletrônica. 23.ed. SP: Erica,
1998
Processos de Fabricação – 80 ha
Capacitar o aluno a conhecer processos de fabricação e sua automação.
Ementa
Classificação dos processos de fabricação. Processos metalúrgicos de fabricação:
fundição, soldagem e metalurgia do pó. Tecnologia da usinagem. Automação do Processo de
Fabricação.
Bibliografia Básica
CALLISTER Jr., William D.Ciência Engenharia de Materiais - Uma Introdução. LTC. 5a Ed.
2002
VAN VLACK, Lawrence Hall. Princípios de ciência e tecnologia dos materiais. Campus.
1994. 565 p
WAINER, Emilio; BRANDI, Sergio Duarte; MELLO, F.D. Soldagem - Processos e
Metalurgia. Edgard Blucher. 1995.
Bibliografia Complementar
FERRARESI, Dino. Usinagem dos metais: fundamentos da usinagem dos metais. Edgard
Blücher. 1988.
P á g i n a | 44
DINIZ, Anselmo Eduardo; MARCONDES, Francisco Carlos; COPPINI, Nivaldo Lemos
Tecnologia da Usinagem dos Materiais. Artliber . 3a Ed. 2001.
PADILHA, Ângelo Fernando. Materiais de Engenharia - Microestrutura e Propriedades.
HEMUS. 1997
ASHBY, Michael F. Engenharia de materiais: uma introdução a propriedades, aplicações
e projeto. 3. ed. RJ: Elsevier, v. 1, 2007
ASKELAND, Donald R. Ciência e engenharia dos materiais. SP: Cengage Learning, 2008
Projetos Temáticos - Controle de Processos Utilizando CLP – 100 ha
Permitir ao aluno o desenvolvimento de aplicações utilizando CLP.
Ementa
Estudos de Casos e desenvolvimento de aplicações utilizando, Controladores Lógicos
Programáveis. Integração Hardware/Software. Estudos de Casos e Aplicações.
Bibliografia Básica
FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação Hidráulica. Érica. 2003
FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação Pneumática . Érica. 2003
ALVES, Jose Luiz Loureiro. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. Rio de
Janeiro: LTC, 2005
Bibliografia Complementar
GEORGINI, Marcelo. Automação Aplicada. São Paulo, ed. Érica, 2001
CASTRUCCI, Plínio de Lauro; MORAES, Cícero Couto. Engenharia de automação
Industrial. LTC. 2001
NATALE, Ferdinando. Automação industrial.
brasileira de tecnologia).
São Paulo, ed. Érica, 1995. (Serie
SILVEIRA, Paulo Rogério da, SANTOS, Winderson E. dos.
discreto. São Paulo, 4a ed. Érica. 2002
Automação e controle
CAPELLI, Alexandre. Automação Industrial: Controle do Movimento e Processos
Contínuos. 2ª Edição. São Paulo: Érica, 2007
BONACORSO, Nelso Gauze; NOLL,Valdir.Automação Eletropneumática. 10ª Edição. São
Paulo: Érica, 2007
4o Semestre
Eletrônica II – 80 ha
P á g i n a | 45
Noções de eletrônica industrial. Dispositivos eletrônicos de potência e aplicações.
Acionamento de cargas elétricas.
Bibliografia Básica
BOYLESTAD, Robert, NASHELSKY, Louis. Dispositivos Eletrônicos e Teoria dos Circuitos.
8a ed. Pearson Brasil 2004. 672 p
IDOETA, Ivan V.; CAPUANO, Francisco Gabriel. Elementos de Eletrônica. Érica. 2002
MALVINO, Albert Paul. Eletrônica – vol.1. Makron. 1997
Bibliografia Complementar
LOURENÇO, Antonio Carlos; FERREIRA, S.; CRUZ, Eduardo César Alves. Circuitos
Digitais. Erica, 1996
MALVINO, Albert Paul. Eletrônica – vol.2. Makron. 1997
CAPUANO, Francisco Gabriel. Laboratório de eletricidade e eletrônica. 23.ed. SP: Erica,
1998
WIRTH, Almir. Eletricidade e eletrônica básica. 2.ed. RJ: Alta Books, 2007
NAHVi, Mahmood; EDMINISTER, Joseph. Circuitos elétricos. 4.ed. Porto Alegre:
Bookman, 2005
Instrumentação I – 80 ha
Esta disciplina tem como objetivo apresentar os conceitos fundamentais de medições
e estudo dos principais tipos de sensores usados na área de Automação Industrial.
Ementa
Erros. Medidas das Principais Grandezas Físicas e Aplicações. Funcionamento de
instrumentos e transdutores. Sensores: Fundamentos e Aspectos Gerais. Sensores Térmicos,
Mecânicos e Óticos. Conversores A/D e D/A.
Bibliografia Básica
BEGA, Egídio Alberto. Instrumentação Industrial. 2. ed. RJ: Intercência. 2006.
LOUREIRO, José Luiz Alves. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. LTC
Editora; 1ªed. 2005. 286 p.
DORF, Richard C. Sistemas de controle modernos. 8.ed. RJ: LTC, 1998
Bibliografia Complementar
FIALHO, Arivelto Bustamante, Instrumentação Industrial - Ed. Érica, 2002.
BOLTON, William. Instrumentação & Controle. Ed. Hemmus. 1a ed. 2002. 200 p
BALBINOT, A; BRUSAMARELLA, V. J; INSTRUMENTAÇÃO E FUNDAMENTOS DE MEDIDAS
- VOLUME 1, LTC – LIVROS
BALBINOT, A; BRUSAMARELLA, V. J; INSTRUMENTAÇÃO E FUNDAMENTOS DE MEDIDAS
- VOLUME 2, LTC – LIVROS
P á g i n a | 46
JOHNSON, Gary W.; JENNINGS, Richard. Labview: graphical programming. 4.ed. NY:
Labview, 2006.
Sistemas de Controle I – 80 ha
Fornecer os conceitos básicos de modelagem matemática de sistemas dinâmicos e de
teoria de controle. Apresentar e utilizar ferramentas computacionais de simulação de
sistemas. Aplicações em Automação.
Ementa
Modelos de sistemas físicos. Modelos de variáveis de estados. Respostas dos sistemas
de controle. Análise da reposta em freqüência de modelos de 1a e 2a ordem. Projetos usando
a resposta em freqüência. Projeto de controladores eletrônicos.
Bibliografia Básica
ALVES, Jose Luiz Loureiro. Instrumentação, controle e automação de processos. SP:
LTC, 2005
OGATA, Katsuhiko. Engenharia de Controle Moderno. 4. ed. Pearson Brasil. 2003.
GILAT, Amos. MATLAB: com aplicações em engenharia. 2.ed. Porto Alegre: Bookman,
2006.
Bibliografia Complementar
SUBRAMANIAM, Vish; GILAT, Amos, UMA INTRODUÇÃO COM APLICAÇÕES USANDO O
MATLAB Ed. Makon Books, 2006.
NASCIMENTO JR, Cairo L. Inteligência artificial em controle e automação. SP: FAPESP,
2004.
DORF, Richard C., BISHOP, Robert H. Sistemas de Controle Moderno. 8. ed. Pearson
Brasil. 2001. 684 p.
SILVEIRA, Paulo R. da. Automação e controle discreto. 9.ed. SP: Erica, 2009.
Felício, Luiz Carlos; MODELAGEM DA DINÂMICA DE SISTEMAS E ESTUDO DA RESPOSTA
– 1ª Edição - EDITORA RIBEIRO MARTINS LTDA-RIMA - 2007
Garcia, Cláudio; MODELAGEM E SIMULAÇÃO DE PROCESSOS INDUSTRIAIS E DE
SISTEMAS ELETROMECÂNICOS – 2ª Edição - Editora EDUSP – 2006
Manufatura Auxiliada por Computador – 80 ha
Esta disciplina tem como objetivo capacitar o aluno a desenvolver a automação da
manufatura através da integração de sistemas CAD com CAM utilizando equipamentos com
Comando Numérico Computadorizado.
Ementa
P á g i n a | 47
Sistemas de produção. Sistemas de Manufatura. Automação nos sistemas de
produção. Operações de manufatura. Introdução a manufatura de sistemas. Componentes de
um sistema de manufatura. Máquinas com Comando Numérico Computadorizado (CNC).
Operação e programação CNC. Planejamento de processo e fabricação industrial. Integração
CAD/CAM. Sistemas flexíveis de manufatura. Tipos de Manutenção: conceitos e definições
básicas.
Bibliografia Básica
DINIZ, A. E.; MARCONDES, F. C.; COPPINI, N. L. Tecnologia da usinagem dos materiais.
6. ed. SP: Artliber, 2008
FERRARESI, Dino. Usinagem dos metais: fundamentos da usinagem dos metais. Sao
Paulo : Edgard Blucher, 1970-1988. v. 1.
Silva, Sidnei D. Cnc - Programação de Comandos Numéricos Computadorizados Torneamento - Série Formação Profissional. Ed. Erica
Bibliografia Complementar
Souza, Adriano Fagali de, Engenharia Integrada por Computador e sistema
CAD/CAM/CNC: princípios e aplicações. Ed. Antenna Edições Técnicas Hemu, 2009
NELSON BACK, PROJETO INTEGRADO DE PRODUTOS: PLANEJAMENTO, CONCEPÇÃO E
MODELAGEM - Editora: Manole
PETER POLAK, PROJETOS EM ENGENHARIA - Editora: Hemus
Eduardo Romeiro Filho et al. Projeto do produto. Editora Campus, 2009
Neto, Joao Amato. Manufatura Classe Mundial. ED. Atlas.
Correa, Henrique. Administração de Produção e Operações: Manufatura e Serviços
ANDRADE, Evermar. Produtividade Industrial Sem Investimentos. Sao Paulo: Ciencia
Moderna, 2008.
Comando Numérico Computadorizado - CNC – 80 ha
Introduzir ao aluno os conceitos de programação e reconhecimento de linguagens em
comando numérico.
Ementa
Comando Numérico Computadorizado: conceitos e aplicações. Ambiente de
programação CNC. Linguagem de programação para CNC. Máquinas e equipamentos CNC.
Operação e programação CNC.
Bibliografia Básica
DINIZ, A. E.; MARCONDES, F. C.; COPPINI, N. L. Tecnologia da usinagem dos materiais.
6. ed. SP: Artliber, 2008.
Silva, Sidnei D. Cnc - Programação de Comandos Numéricos Computadorizados Torneamento - Série Formação Profissional. Ed. Erica
P á g i n a | 48
Souza, Adriano Fagali de, Engenharia Integrada por Computador e sistema
CAD/CAM/CNC: princípios e aplicações. Ed. Antenna Edições Técnicas Hemu, 2009.
Bibliografia Complementar
FERRARESI, Dino. Usinagem dos metais: fundamentos da usinagem dos metais. Sao
Paulo : Edgard Blucher, 1970-1988. v. 1.
Souza, Adriano Fagali de, Engenharia Integrada por Computador e sistema
CAD/CAM/CNC: princípios e aplicações. Ed. Antenna Edições Técnicas Hemu, 2009.
NELSON BACK, PROJETO INTEGRADO DE PRODUTOS: PLANEJAMENTO, CONCEPÇÃO E
MODELAGEM - Editora: Manole.
PETER POLAK, PROJETOS EM ENGENHARIA - Editora: Hemus
ANDRADE, Evermar. Produtividade Industrial Sem Investimentos. Sao Paulo: Ciencia
Moderna, 2008.
Neto, Joao Amato. Manufatura Classe Mundial. ED. Atlas.
Correa, Henrique. Administração de Produção e Operações: Manufatura e Serviços
Projeto Temático - Automação de Processos – 100 ha
Permitir ao aluno o desenvolvimento de aplicações utilizando sistemas robóticos
integrados em um processo de manufatura.
Ementa
Aplicação de controle de robôs. Programação de Robôs. Integração de robôs ao
Processo de manufatura. Estudos de Casos. Efetuadores.
Bibliografia Básica
FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação Hidráulica. Érica. 2003
FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação Pneumática . Érica. 2003
ALVES, Jose Luiz Loureiro. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. Rio de
Janeiro: LTC, 2005
Bibliografia Complementar
GEORGINI, Marcelo. Automação Aplicada. São Paulo, ed. Érica, 2001
CASTRUCCI, Plínio de Lauro; MORAES, Cícero Couto. Engenharia de automação
Industrial. LTC. 2001
NATALE, Ferdinando. Automação industrial.
brasileira de tecnologia).
São Paulo, ed. Érica, 1995. (Serie
SILVEIRA, Paulo Rogério da, SANTOS, Winderson E. dos.
discreto. São Paulo, 4a ed. Érica. 2002
Automação e controle
CAPELLI, Alexandre. Automação Industrial: Controle do Movimento e Processos
Contínuos. 2ª Edição. São Paulo: Érica, 2007
P á g i n a | 49
BONACORSO, Nelso Gauze; NOLL,Valdir.Automação Eletropneumática. 10ª Edição. São
Paulo: Érica, 2007
5o Semestre
Instrumentação II – 80 ha
Dispositivos de aquisição de dados. Sistemas de medida auxiliados por computador.
Instrumentação virtual. Introdução ao Processamento Digital de Sinais.
Bibliografia Básica
BEGA, Egídio Alberto. Instrumentação Industrial. 2. ed. RJ: Intercência. 2006.
LOUREIRO, José Luiz Alves. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. LTC
Editora; 1ªed. 2005. 286 p
BALBINOT, A; BRUSAMARELLA, V. J; INSTRUMENTAÇÃO E FUNDAMENTOS DE MEDIDAS
- VOLUME 1, LTC - LIVROS TECNICOS E CIENTIFICOS, 2006
Bibliografia Complementar
DORF, Richard C. Sistemas de controle modernos. 8.ed. RJ: LTC, 1998.
CONCI, Aura et al. Computação gráfica: teoria e prática. RJ: Elsevier, 2008. v. 2
JOHNSON, Gary W.; JENNINGS, Richard. Labview: graphical programming. 4.ed. NY:
Labview, 2006.
BOLTON, William. Instrumentação & Controle. Ed. Hemmus. 1a ed. 2002. 200 p.
BALBINOT, A; BRUSAMARELLA, V. J; INSTRUMENTAÇÃO E FUNDAMENTOS DE MEDIDAS
- VOLUME 2, LTC - LIVROS TECNICOS E CIENTIFICOS, 2006
FIALHO, Arivelto Bustamante, Instrumentação Industrial - Ed. Érica, 2002.
Máquinas Elétricas e Acionamentos (Atuadores Elétricos) – 80 ha
Estudo de máquinas elétricas, tanto em regime transitório como em regime
permanente. Introduzir os conceitos das novas tendências de utilização das máquinas elétricas
e seus acionamentos. Técnicas de controle de velocidade.
Ementa
Fundamentos de conversão eletromecânica de energia. Princípios de funcionamento e
características principais. Especificação e modelagem de máquinas elétricas. Princípios de
funcionamento dos conversores estáticos. Atuadores Elétricos: Motor CC, Motor CA, Motor de
Passo, Eletro-Válvulas, Solenóides.
Bibliografia Básica
Carvalho, Geraldo máquinas elétricas: teoria e ensaios, editora ERICA, 2006
Franchi, Claiton Mora, Acionamentos eletricos editora Érica, 2007
Bim, Edson, MÁQUINAS ELÉTRICAS E ACIONAMENTO, EDITORA CAMPUS, 2009
P á g i n a | 50
Bibliografia Complementar
CASILLAS, A. L. . MAQUINAS : FORMULARIO TECNICO. São Paulo: Mestre Jou.
Martignoni, Alfonso, ENSAIOS DE MÁQUINAS ELÉTRICAS, EDITORA GLOBO, 1987
Markus, Otavio. CIRCUITOS ELETRICOS: CORRENTE CONTINUA E CORRENTE
ALTERNADA. São Paulo - SP: Erica.2007
Martignoni, Alfonso, MAQUINAS ELETRICAS DE CORRENTE CONTINUA, EDITORA
GLOBO, 2007
SIMONE, Gilio Aluisio. Maquinas de Indução Trifásicas. Erica.
Sistemas de Controle II – 80 ha
Esta disciplina tem como objetivo apresentar aos alunos as aplicações de Sistemas de
Controle através de aplicações e desenvolvimento de projetos de cunho prático.
Ementa
Automação de sistemas. Estratégias de comando e controle. Controle de Processos
Industriais. Introdução ao Controle Digital. Aplicações e Projetos Práticos.
Bibliografia Básica
DORF, Richard C., BISHOP, Robert H. Sistemas de Controle Moderno. 8. ed. Pearson
Brasil. 2001. 684 p
GILAT, Amos. MATLAB: com aplicações em engenharia. 2.ed. Porto Alegre: Bookman,
2006
NASCIMENTO JR, Cairo L. Inteligência artificial em controle e automação. SP: FAPESP,
2004
Bibliografia Complementar
SUBRAMANIAM, Vish; GILAT, Amos, UMA INTRODUÇÃO COM APLICAÇÕES USANDO O
MATLAB Ed. Makron Books, 2006
OGATA, Katsuhiko. Engenharia de Controle Moderno. 4. ed. Pearson Brasil. 2003
SILVEIRA, Paulo R. da. Automação e controle discreto. 9.ed. SP: Erica, 2009.
Felício, Luiz Carlos; MODELAGEM DA DINÂMICA DE SISTEMAS E ESTUDO DA RESPOSTA
– 1ª Edição - EDITORA RIBEIRO MARTINS LTDA-RIMA - 2007
Garcia, Cláudio; MODELAGEM E SIMULAÇÃO DE PROCESSOS INDUSTRIAIS E DE
SISTEMAS ELETROMECÂNICOS – 2ª Edição - Editora EDUSP – 2006
Robótica Industrial – 80 ha
O objetivo desta disciplina é apresentar os conceitos de Robótica e suas aplicações.
Ementa
P á g i n a | 51
Conceitos de Automação e robótica. Componentes de um robô. Classificação e
especificação de robôs. Modelagem de robôs. Controle de robôs. Aplicações.
Bibliografia Básica
LUCENA, HENRIQUE NEVES DE ; SILVA, LEANDRO CUNHA DA . INTRODUCAO A
ROBOTICA INDUSTRIAL. (Apostila de Robótica Básica), Campinas - SP: FACULDADE
POLITECNICA DE CAMPINAS, 2010.
Apostila Robot Studio, Policamp, 2010.
Martins, Agenor, QUE É ROBÓTICA, O. EDITORA BRASILIENSE, 2° edição, 2007.
Bibliografia Complementar
ALVES, Jose Luiz Loureiro. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. Rio de
Janeiro: LTC, 2005
MORAES, Cícero Couto de. Engenharia de automação industrial. 2.ed. RJ: LTC, 2007.
GEORGINI, Marcelo. Automação Aplicada. São Paulo, ed. Érica, 2001
MORAVEC, Hans, Homens e Robots: o Futuro da Inteligências Humana e Robótica IMPORT, ed. Gradiva, 2000.
NASCIMENTO JR, Cairo L. Inteligência artificial em controle e automação. SP: FAPESP,
2004.
Redes de Comunicação Industrial – 80 ha
Apresentar aos alunos os conceitos de redes industriais e protocolos de comunicação
industriais.
Ementa
Protocolos de comunicação e padrões especiais para redes industriais. Meios de
transmissão e Interfaces de Comunicação de Dados Industriais. Redes inteligentes. Segurança
de redes. Sistemas distribuídos. Comunicação multimídia. Internet. Implementação de sistema
de controle em redes Fieldbus.
Bibliografia Básica
LUGLI, A. B.; SANTOS, M. M. D. Sistemas Fieldbus para Automação Industrial. Ed. Érica,
2009.
TANEMBAUM, Andrew. Redes de computadores. 4.ed. RJ: Elsevier, 2003.
Apostila de Redes Industriais, Policamp, 2010.
Bibliografia Complementar
COMER, D. E., Interligação Em Redes Tcp/Ip. Vol. 1., Ed. Campus, 1998.
SOUZA, Lindeberg Barros De. Redes De Computadores: Dados, Voz E Imagem. 8.Ed. Sp:
Erica, 1999.
P á g i n a | 52
FOROUZAN, Behrouz A. Comunicação De Dados E Redes De Computadores. 3.Ed. Porto
Alegre: Bookman, 2006.
ALVES, J.L.L., Instrumentação, Controle E Automação De Processos., Ed. Ltc, 2005.
NATALE, Ferdinando. Automação Industrial.
Brasileira De Tecnologia).
São Paulo, Ed. Érica, 1995. (Serie
Projeto Temático – Integração de Sistemas para Automação Industrial– 100 ha
Permitir ao aluno o desenvolvimento de um trabalho teórico/prático focando a
automação de equipamentos e processos industriais.
Ementa
Desenvolvimento de um projeto na área de Automação Industrial. Levantamento
bibliográfico: definição do problema, planejamento do estudo. Fontes bibliográficas.
Comunicação: estrutura e apresentação do trabalho. Normas ABNT.
Bibliografia Básica
FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação Hidráulica. Érica. 2003
FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação Pneumática . Érica. 2003
ALVES, Jose Luiz Loureiro. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. Rio de
Janeiro: LTC, 2005
Bibliografia Complementar
GEORGINI, Marcelo. Automação Aplicada. São Paulo, ed. Érica, 2001
CASTRUCCI, Plínio de Lauro; MORAES, Cícero Couto. Engenharia de automação
Industrial. LTC. 2001
NATALE, Ferdinando. Automação industrial.
brasileira de tecnologia).
São Paulo, ed. Érica, 1995. (Serie
SILVEIRA, Paulo Rogério da, SANTOS, Winderson E. dos.
discreto. São Paulo, 4a ed. Érica. 2002
Automação e controle
CAPELLI, Alexandre. Automação Industrial: Controle do Movimento e Processos
Contínuos. 2ª Edição. São Paulo: Érica, 2007
BONACORSO, Nelso Gauze; NOLL,Valdir.Automação Eletropneumática. 10ª Edição. São
Paulo: Érica, 2007
6o semestre
Controle de Processos – 80 ha
Esta disciplina tem como objetivo apresentar aos alunos técnicas de controle de
equipamentos e máquinas através de aplicações e desenvolvimento de projetos de cunho
prático.
P á g i n a | 53
Ementa
Projeto e sintonia de controladores. Controladores PID. Técnicas avançadas de
controle: cascata, feed forward, preditivo. Laboratório. Sistemas supervisórios.
Bibliografia Básica
DORF, Richard C., BISHOP, Robert H. Sistemas de Controle Moderno. 8. ed. Pearson
Brasil. 2001. 684 p.
OGATA, Katsuhiko. Engenharia de Controle Moderno. 4. ed. Pearson Brasil. 2003.
GILAT, Amos. MATLAB: com aplicações em engenharia. 2.ed. Porto Alegre: Bookman,
2006.
Bibliografia Complementar
SUBRAMANIAM, Vish; GILAT, Amos, UMA INTRODUÇÃO COM APLICAÇÕES USANDO O
MATLAB Ed. Makon Books, 2006.
NASCIMENTO JR, Cairo L. Inteligência artificial em controle e automação. SP: FAPESP,
2004.
SILVEIRA, Paulo R. da. Automação e controle discreto. 9.ed. SP: Erica, 2009.
Felício, Luiz Carlos; MODELAGEM DA DINÂMICA DE SISTEMAS E ESTUDO DA RESPOSTA
– 1ª Edição - EDITORA RIBEIRO MARTINS LTDA-RIMA - 2007
Garcia, Cláudio; MODELAGEM E SIMULAÇÃO DE PROCESSOS INDUSTRIAIS E DE
SISTEMAS ELETROMECÂNICOS – 2ª Edição - Editora EDUSP – 2006
Sistemas Supervisórios – 40 ha
Esta disciplina tem como objetivo apresentar os conceitos de supervisórios
capacitando o aluno para o desenvolvimento de software para monitoramento, supervisão e
interface com o usuário.
Ementa
Sistemas Supervisórios: conceitos, Hardware e Software para desenvolvimento de
Supervisórios, Interfaceamento com CLP, IHM-Interface Homem Máquina.
Bibliografia Básica
GEORGINI, M. Automação Aplicada: descrição e implementação de sistemas
seqüenciais com PLCs. Ed. Érica, 2001.
ALVES, Jose Luiz Loureiro. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. Rio de
Janeiro: LTC, 2005.
MANZANO, J. A. N. G.. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de
computadores. 11. ed. São Paulo: Érica, 2001. 236p.
P á g i n a | 54
Bibliografia Complementar
VELOSO, P.A.S. Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: Campus, 1983.
SALIBA, Walter Luiz Caram. Técnicas de programação : uma abordagem estruturada.
São Paulo : Makron, 1993. 141 p.
NATALE, Ferdinando. Automação industrial.
brasileira de tecnologia).
São Paulo, ed. Érica, 1995. (Serie
SILVEIRA, Paulo Rogério da, SANTOS, Winderson E. dos.
discreto. São Paulo, 4a ed. Érica. 2002.
Automação e controle
CASTRUCCI, Plínio de Lauro; MORAES, Cícero Couto. Engenharia de automação
Industrial. LTC. 2001
Resistência dos Materiais – 40 ha
Esta disciplina tem como objetivo apresentar os conceitos de resistência dos materiais
permitindo ao aluno avaliar as solicitações e tensões sobre os elementos físicos de
máquinas automatizadas.
Ementa
Tipos de solicitações e tensões. Estudo das tensões e deformações no carregamento
axial. Estudo das tensões e deformações na torção. Estudo das tensões e deformações
na flexão. Carregamento transversal.Carregamento combinado. Análise de tensões e
deformações. Critérios de Resistência. Flambagem.
Bibliografia Básica
BEER, Ferdinand P.,JOHNSTON JR., E. Russel. Resistência dos materiais. 3. ed. Makron,
1995. 1255 p.
HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. Prentice Hall Brasil. 2004
MERIAM, J. L. Mecânica: estática. 5.ed. LTC, 2004.
Bibliografia Complementar
POPOV, E. Introdução à mecânica dos sólidos. Ed. Edgard Blucher, 1978.
SHAMES, I. H. Estática Mecânica para Engenharia. Pearson Education. 4a Ed. 2002.
SCHMIDT, R. J.; BORESI, A. P. Estática. Thomson Pioneira. 2003.
BEER, F. P. & JOHNSTON, E. R., Mecânica Vetorial para Engenheiros - Estática. 5ª Ed.,
Makron Books. 1999.
KAMINSKI, Paulo Carlos. Mecânica geral para engenheiros. Edgard Bluccher, 2004
GERE, J.M. Mecânica dos materiais. Thomson Learning, 2003
Elementos de Máquinas – 80 ha
P á g i n a | 55
Esta disciplina tem como objetivo apresentar os conceitos de elementos de máquinas
utilizados em máquinas automatizadas.
Ementa
Elementos de união. Elementos de fixação. Elementos de transmissão. Eixos e árvores
de acionamento. Engrenagens. Mancais de rolamento e deslizamento. Lubrificação.
Bibliografia Básica
NIEMANN, J. Elementos de Máquinas, vol.1. 7a ed. Edgard Blucher. 2002.
NIEMANN, J. Elementos de Máquinas, vol.2. 7a ed. Edgard Blucher. 2002.
MELCONIAN, Sarkis. Elementos de máquinas. 8.ed. SP: Erica, 2007
Bibliografia Complementar
NIEMANN, J. Elementos de Máquinas, vol.3. 1º Edição Edgard Blucher. 2004.
CASILLAS, A. L. . MAQUINAS : FORMULARIO TECNICO. São Paulo: Mestre Jou.PARETO,L.
Elementos de Máquinas, HEMUS EDITORA , 2003
CUNHA, L. B., Elementos de Máquinas, 1ª edição, LTC - LIVROS TECNICOS E
CIENTIFICOS 2005
COLLINS, J., PROJETO MECÂNICO DE ELEMENTOS DE MÁQUINAS - UMA PERSPECTIVA
DE PREVENÇÃO DA FALHA, 1ª edição, LTC - LIVROS TECNICOS E CIENTIFICOS 2006
Projeto Auxiliado por Computadores – 80 ha
Esta disciplina tem como objetivo capacitar o aluno a aplicar resistência dos materiais,
elementos de máquinas e sistemas CAE para o dimensionamento de elementos mecânicos
aplicados à automação industrial.
Ementa
Sistemas CAD e sua interação com Sistemas CAPP, CAM, CAE; Tipos de Sistemas CAD e
aplicações principais; Sistemas 2D e 3D; Modelos principais de representação
(wireframe, CSG, B-REP, paramétrica); Método dos Elementos finitos. Softwares
Comerciais de CAE. Pré e Pós Processamento. Geração de Malhas. Dimensionamento
de Elementos.
Bibliografia Básica
Sobrinho, Antonio da Silva Castro. Introdução ao Método dos Elementos Finitos. Ed.
Ciência Moderna
BELYTSCHKO, Ted, JACOB, Fish Um primeiro curso de elementos finitos. Editora LTC
2009.
Souza, Adriano Fagali de, Engenharia Integrada por Computador e sistema
CAD/CAM/CNC: princípios e aplicações. Ed. Antenna Edições Técnicas Hemu, 2009
Bibliografia Complementar
P á g i n a | 56
ASSAN, A. E. Método dos elementos finitos: primeiros passos. Editora UNICAMP, 1999
ALVES Filho, Avelino. Elementos Finitos – A Base da Tecnologia CAE. Ed. Érica. 1a ed.
2000. 320 p
Silva, Sidnei D. Cnc - Programação de Comandos Numéricos Computadorizados Torneamento - Série Formação Profissional. Ed. Erica
HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. Ed. LTC. 1a ed. 2000
BEER, Ferdinand P. Resistência dos Materiais. Ed. Makron Books. 3a ed. 1995. 1255 p
Microcontroladores – 80 ha
Esta disciplina tem como objetivo desenvolver software e aplicações para automação
industrial utilizando microcontroladores.
Ementa
Arquitetura típica de microcontroladores. Memórias. Dispositivos de entrada e saída.
Contadores e temporizadores. Sistemas de desenvolvimento. Sistemas de aquisição de
dados e de controle. Programação e aplicações.
Bibliografia Básica
Nicolosi, Denys E. C., LABORATÓRIO DE MICROCONTROLADORES FAMÍLIA 8051 TREINO DE INSTRUÇÕES, HARDWARE E SOFTWARE, Ed. Érica, 2008
Souza, David José de, microcontroladores: desbravando pic -ampliado e atualizado
para pic 16F628A, editora Érica, 2005.
ZANCO, Wagner da Silva. Microcontroladores PIC16F628A/648A.Érica. 2005.
Bibliografia Complementar
PEREIRA, Fabio. Microcontroladores MSP430. Érica. 2005.
Projetando com os Microcontroladores da Família PIC 18, Ed.Ensino Profissional, 2007
GIMENEZ, SALVADOR P. Microcontroladores 8051, Ed.Prentice-Hall, 2002
NICOLOS, DENYS E. C., Microcontrolador 8051: Detalhado, Ed. Érica, 2001
SILVA, Renato, A., Programando microcontroladores PIC - Linguagem C, Saber, 2009
Projeto Temático – Desenvolvimento de Projetos para Automação Industrial– 100 ha
Permitir ao aluno o desenvolvimento de um trabalho teórico/prático focando o projeto
de automação de uma máquina e/ou processo industrial.
Ementa
Desenvolvimento de um projeto na área de Automação Industrial. Desenvolvimento de
artigo sobre o projeto desenvolvido: levantamento bibliográfico: definição do problema,
planejamento do estudo. Fontes bibliográficas. Comunicação: estrutura e apresentação do
trabalho. Normas ABNT.
Bibliografia Básica
P á g i n a | 57
FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação Hidráulica. Érica. 2003
FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação Pneumática . Érica. 2003
ALVES, Jose Luiz Loureiro. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. Rio de
Janeiro: LTC, 2005
Bibliografia Complementar
GEORGINI, Marcelo. Automação Aplicada. São Paulo, ed. Érica, 2001
CASTRUCCI, Plínio de Lauro; MORAES, Cícero Couto. Engenharia de automação
Industrial. LTC. 2001
NATALE, Ferdinando. Automação industrial.
brasileira de tecnologia).
São Paulo, ed. Érica, 1995. (Serie
SILVEIRA, Paulo Rogério da, SANTOS, Winderson E. dos.
discreto. São Paulo, 4a ed. Érica. 2002
Automação e controle
CAPELLI, Alexandre. Automação Industrial: Controle do Movimento e Processos
Contínuos. 2ª Edição. São Paulo: Érica, 2007
BONACORSO, Nelso Gauze; NOLL,Valdir.Automação Eletropneumática. 10ª Edição. São
Paulo: Érica, 2007
5. Metodologia
Parte-se da concepção de que um ensino eficaz deve ser de qualidade e, portanto,
organizado em função dos alunos aos quais é dirigido de forma a assegurar que o tempo
concedido para o trabalho em sala de aula seja efetivamente dedicado à aprendizagem.
A organização do
intercomplementares:
currículo
do
curso
prevê
dois
momentos
distintos
e
1º) alunos em atividades de ensino junto com o professor: neste momento é o professor
quem direciona o processo ou as relações de mediação entre o conteúdo e o aluno, no qual o
professor, dentre outras coisas, orienta o desenvolvimento de atividades de estudo;
2º) alunos sozinhos ou em grupos em atividades supervisionadas de aprendizagem, ou
seja, em contato direto com o objeto de conhecimento: neste momento é o próprio aluno
quem conduz seu processo de aprender, por meio das relações de estudo e a partir das
orientações recebidas em sala de aula.
Os princípios metodológicos que dão sustentabilidade a essa organização curricular são:
a) O ensino e, portanto, a aprendizagem extrapola as atividades desenvolvidas em sala
de aula;
b) O saber não é pré-fabricado, mas tem necessidade de ser (re)construído por cada
aluno;
c) O processo de (re)construção do saber precisa ser conduzido / guiado / orientado
para o sujeito aprendente assumi-lo como seu (relações de mediação);
P á g i n a | 58
d) Nas relações de mediação acontece o desenvolvimento das operações lógicas
(ativação dos processos mentais) e das operações estratégicas (influencia o
desenvolvimento das atividades intelectuais);
e) Não é o professor quem faz as aprendizagens e sim o aluno: o aprender depende
muito do envolvimento pessoal do aluno.
f)
A aprendizagem é um processo contínuo e intencional que exige esforço pessoal do
aluno, e não está limitada a reprodução do conteúdo.
g) Os professores precisam ter capacidade para orientar a organização do tempo do
aluno, por meio do planejamento de atividades que orientem os momentos de
estudo;
Enfim, acredita-se na necessidade do aluno assumir uma postura de apropriação e
compreensão do conteúdo em estudo, o que exige do professor o planejamento das preleções
semanais e também de atividades de fixação, reforço e revisão da matéria para serem
desenvolvidas de forma individualizada, ou em grupos, pelos alunos após cada encontro
didático em sala de aula.
A Avaliação de Aprendizagem (regida pela Circular Normativa – CN-DA n° 01 é realizada
por meio do acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nas provas
escritas ou trabalhos de avaliação de conhecimento, nos exercícios de classe ou domiciliares,
nas outras atividades escolares e provas parciais.
Compete ao professor da disciplina ou ao Coordenador do Curso, quando for o caso,
elaborar os exercícios escolares sob forma de provas de avaliação e demais trabalhos, bem
como julgar e registrar os resultados.
Os exercícios escolares e outras formas de verificação do aprendizado previstas no plano
de ensino da disciplina, e aprovadas pelo órgão competente, sob forma de avaliação, visam à
aferição do aproveitamento escolar do aluno.
A cada verificação de aproveitamento é atribuída uma nota expressa em grau numérico
de ZERO a DEZ, com variação de 0,1 ponto (Exemplos: 4,1; 6,7), não havendo arredondamento
nas notas 1 e 2 e supletiva.
Há durante cada ano letivo, para as disciplinas semestrais, 02(duas) avaliações oficiais,
para verificação do aprendizado em cada disciplina aplicadas ao longo do período letivo,
conforme consta do Calendário Escolar.
Outros trabalhos escritos, orais, desempenho em apresentação de seminários, artigos ou
outras formas complementares de apuração do rendimento escolar podem ser exigidos dos
alunos e ponderados em cada avaliação oficial, a critério do professor, após a aprovação da
Coordenação.
Atendida a exigência do mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) de freqüência às
aulas e demais atividades programadas, o aluno é considerado aprovado na disciplina quando
obtiver média final igual ou superior a 6,0 (seis inteiros).
A média final é obtida através da média aritmética simples das notas das avaliações
oficiais, através do arredondamento universal, com o resultado final devidamente
arredondado para múltiplos de 0,5 ponto.
Há uma única prova supletiva de cada disciplina, por semestre, como alternativa para o
aluno que faltar à prova escrita oficial de avaliação ou desejar substituir a menor das notas
obtidas nos bimestres anteriores, realizada ao final do semestre letivo, com matéria
cumulativa, desde que requerida no prazo definido.
P á g i n a | 59
A nota da prova supletiva substitui apenas uma das notas oficiais. A nota da prova
supletiva, qualquer que seja ela, substitui a menor das notas oficiais.
Sabendo que as atividades do tecnólogo não são estanques em áreas e que os trabalhos
inter e multidisciplinares são importantes para a formação do aluno, no curso de Tecnologia
em Automação Industrial as disciplinas componentes do curso abordam:
a) Atividades acadêmicas docentes: compreende atividades formativas como assistência
a aulas, aulas expositivas, e realização de seminários.
b) Trabalho discente efetivo: compreendem atividade práticas supervisionadas e
atividades práticas de diferente natureza, como laboratórios, atividades em biblioteca ou
centros de documentação, iniciação científica, trabalhos individuais e em grupos, participação
em grupos cooperativos de estudos, visitas a instituições, entre outros.
As próximas seções ilustram algumas destas práticas desenvolvidas pelos alunos do curso
de Tecnologia em Automação Industrial da Policamp.
5.1. Programa de Visitas Técnicas
As visitas técnicas são atividades de campo que permitem ao aluno observar as aplicações
práticas dos conceitos estudados e são particularmente importantes para a motivação do
alunado. A POLICAMP está inserida em uma região onde o parque empresarial está em
expansão e, atualmente, estas expansões são acompanhadas pela implantação de processos
automatizados e diversas ferramentas de processos de melhoria. Desta forma, as visitas
técnicas são uma excelente forma do aluno vivenciar um ambiente industrial e conhecer
melhor o mercado de trabalho.
As visitas técnicas são oferecidas aos alunos do curso semestralmente. Empresas de
grande, médio e pequeno porte são freqüentemente visitadas pelos alunos do curso de
Tecnologia em Automação Industrial, tais como: MAHLE, MABE, SANDVIK, Cerâmica
CHIAROTTI, JAGUAR PLAST, Extreme Robot, entre outras; feiras e eventos também inserem-se
nas visitas, tais como: feira da Mecânica, feira da Usinagem e outras que estão relacionadas
diretamente com o curso de produção. Além disso, para os alunos que estão iniciando o curso
são oferecidas visitas à TECNORAMA (Figuras 1 a 3), parque do conhecimento onde é possível
conhecer experimentos que comprovam as teorias envolvidas em disciplinas básicas como
matemática, física e química.
Figura 1. Visita à Extreme Robot
P á g i n a | 60
Figura 2. Visita à Feira Internacional da Mecânica 2010.
Figura 3. Visita à Tecnorama.
5.2. Aulas práticas em ambiente industrial
Objetivando maior vivência no ambiente industrial, estreitamento das relações entre
ambiente acadêmico e indústria além de uma motivação ainda maior por parte dos discentes
nas aulas, o curso de Tecnologia em Automação Industrial da POLICAMP tem procurado
executar algumas de suas aulas em indústrias da região. Disciplinas como Processos de
Fabricação e Instrumentação são exemplos onde esse tipo de aula pode ser aplicado.
Por meio da disciplina Processos de Fabricação, cuja ementa envolve basicamente o
detalhamento dos principais processos de produção discretos, a usinagem, conformação
plástica dos metais, fundição, soldagem e sinterização passando por processos de fabricação
de termoplásticos e de termofixos, é possível medir diversos resultados desses processos na
indústria. Através da parceria com a indústria USH de Jaguariúna, ENGRATECH, JaguarMoldes,
P á g i n a | 61
Senai, Bener e JaguarPlast (Figura 4 e 5), por exemplo, foi possível a realização de tal atividade
já no primeiro semestre em que a disciplina foi oferecida para os alunos, devendo as demais
turmas passarem pela mesma experiência
Figura 4. Aula prática na empresa ENGRATECH.
Figura 5. Aula prática na empresa Jaguar Moldes
5.3. Ciclo de estudos
O ciclo de estudos faz parte das atividades previstas no calendário acadêmico da
POLICAMP e ocorre sempre no segundo semestre do ano letivo. O ciclo consiste em uma
sucessão de eventos envolvendo a apresentação de palestras técnicas, minicursos e workshops
ministrados por empresários do setor produtivo de diferentes áreas (Figura 6).
P á g i n a | 62
Figura 6. Cursos e Workshops ministrados por empresas parceiras (Rexroth Bosch,
Mitsubischi e Debmaq)
5.4. Trabalhos multidisciplinares – Projetos Temáticos
Sabendo que as atividades do tecnólogo em Automação Industrial não são estanques em
áreas e que os trabalhos inter e multidisciplinares são importantes para a formação do aluno,
são propostas os trabalhos em nas disciplinas denominadas como “projetos temáticos”. Nestas
disciplinas são desenvolvidos projetos multidisciplinares em grupo.
As disciplinas são caracterizadas por uma ementa focando as outras disciplinas do mesmo
semestre, visando tratar de tópicos e tecnologias atuais voltadas para a aplicação de conceitos
aprendidos em sala de aula nos ambientes industriais, de acordo com a demanda das
empresas; visa também o aprendizado prático através da utilização da multidisciplinaridade na
construção/otimização de linhas produtivas e/ou produtos; ou seja, essas disciplinas têm como
característica aproximar os discentes do ambiente produtivo, promovendo a integração e
trabalho em equipe como um todo (Figuras 7 e 8).
P á g i n a | 63
Figura 7. Alunos em projeto temático de sistemas hidro-pneumáticos
P á g i n a | 64
Figura 8. Alunos em projeto temático de mecanismos articulados
5.5. Interação Teoria/Prática
Para promover a interação entre teoria e prática estão sendo implantados laboratórios
de diversas áreas (ver item 5 – Instalações Físicas).
As atividades a serem realizadas nestes laboratórios têm por objetivo geral a fixação e
expansão do conhecimento apresentado em sala de aula, por meio de aulas práticas sobre os
assuntos versados na teoria.
Os laboratórios são constituídos de equipamentos baseados em tecnologias já
consagradas que, naturalmente, podem evoluir, porém dificilmente serão substituídas.
Os laboratórios são construídos com áreas adequadas ao bom atendimento do aluno,
pretendendo assim aliar o ensino sólido nas bases fundamentais ao uso de tecnologias atuais
(Figura 9 a 14).
Figura 9. Alunos no laboratório de Eletricidade
P á g i n a | 65
Figura 10. Alunos no laboratório de CAD/CAM/CAE.
Figura 11. Alunos no laboratório de Física -Química.
P á g i n a | 66
Figura 7. Alunos no laboratório de Processos
Figura 8. Alunos no laboratório de Hardware
P á g i n a | 67
Figura 9. Alunos no laboratório de Mecatrônica (Projeto Minifábrica)
A Tabela 4 apresenta as atividades desenvolvidas no curso de Tecnologia em Automação
Industrial, como atividades metodológicas utilizadas.
P á g i n a | 68
Tabela 2.Relação de Visita Técnicas, Ciclo de Estudos, Palestras, Eventos, Competições
desenvolvidas no curso Tecnologia em Automação Industrial (2008 a 2011)
P á g i n a | 69
P á g i n a | 70
5.6. Empresa Júnior
Uma Empresa Júnior é uma associação civil sem fins lucrativos e com fins educacionais
formada exclusivamente por alunos do ensino superior.
As empresas juniores são criadas por alunos de graduação de uma instituição de
ensino superior e deve ser sempre ligada a um ou mais cursos de graduação. A gestão de uma
EJ, sigla para Empresa Júnior, é feita pelos próprios alunos. A empresa júnior não constitui em
si uma pessoa jurídica específica.
O objetivo primeiro das empresas juniores é promover a melhor experiência de
mercado aos alunos graduandos na instituição à qual ela é vinculada. Por esse objetivo
entende-se fomentar o crescimento pessoal e profissional do aluno membro, por meio do
oferecimento de serviços de qualidade e a baixo custo ao mercado. Dessa forma, além de
atingir seu próprio objetivo, as EJs contribuem para o desenvolvimento do empreendedorismo
em sua região.
As EJ se enquadram no terceiro setor da economia, pois estão enquadrados no setor
privado (portanto não são do Primeiro Setor) e não têm por fim último o lucro (excluindo-se do
Segundo Setor). Dessa forma, acabam por ter reduzidos custos operacionais e de tributação,
podendo oferecer serviços de qualidade a um custo baixo. As EJ atendem principalmente o
mercado das micro e pequenas empresas, que costumeiramente não tem acesso a consultoria
sênior e enfrentam grandes dificuldades na gestão.
A fim de garantir um excelente aprendizado, todo o trabalho executado possui o
acompanhamento e a orientação de um professor da respectiva área do conhecimento, visto
que esses trabalhos são prestados como consultoria a todo tipo de empresas, embora o
mercado maior seja o das MPE (micro e pequenas empresas).
Entende-se que ex-alunos que passam por empresas juniores contam com diferencial
de conhecer o mercado, ter experiência de trabalho, conhecer a prática empreendedora e
desenvolvimento de suas habilidades empresariais.
6. Atendimento ao discente
A Faculdade Politécnica de Campinas (POLICAMP) dispõe ao docente do PROE
(Programa de Orientação ao estudante). Trata-se de um programa subsidiado pelas
Instituições que compõem o Grupo POLIS Educacional e contribui para uma formação
acadêmica e profissional diferenciada. Entre as diversas atividades realizadas o PROE se
destaca por oferecer:
−
Orientações de estudos
−
Oficinas de aprimoramento acadêmico e profissional
−
Orientação profissional
−
Cursos de língua estrangeira
−
Programas de aperfeiçoamento: informática, matemática, leitura e interpretação
de textos
−
Promoção de cursos, palestras e workshops
−
Dinâmicas de grupo
P á g i n a | 71
Voltado ao curso de Tecnologia em Automação Industrial o PROE oferece aos alunos,
diversos cursos básicos, voltados ao nivelamento de conhecimento por parte dos mesmos, e
que são oferecidos na forma de pré-aula (durante a semana das 18hs as 19hs) ou aos sábados
(no período matutino ou vespertino):
−
Matemática
−
Sistemas CAD
−
Sistemas CAM
−
Calculadora HP 48G+, 49G+ e 50G
−
Eletrônica básica
−
Informática
−
Lógica de Programação
−
Português
−
Centro de Usinagem
−
Técnicas Apresentação de Trabalhos
−
Atendimento Individual
P á g i n a | 72
CORPO DOCENTE
A. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
1. Núcleo Docente Estruturante – NDE
O Núcleo Docente Estruturante do Curso de Tecnologia em Automação Industrial é
o órgão de coordenação didática integrante da Administração Superior, destinado a
elaborar e implantar a política de ensino, pesquisa e extensão e acompanhar sua
execução, ressalvada a competência dos Conselhos superiores, possuindo caráter
deliberativo e normativo em sua esfera de decisão.
São atribuições do Núcleo Docente Estruturante
a) Elaborar o Projeto Pedagógico do Curso (PPC) definindo sua concepção e
fundamentos.
b) Estabelecer o perfil profissional do egresso do curso.
c) Atualizar periodicamente o PPC.
d) Supervisionar e acompanhar as formas de avaliação do curso.
e) Conduzir trabalho de reestruturação curricular, para aprovação do COT, sempre
que necessário.
f) Analisar e avaliar os Planos de Ensino dos componentes curriculares.
g) Promover a integração horizontal e vertical do curso, respeitando os eixos
estabelecidos pelo PPC.
h) Acompanhar as atividades do corpo docente, recomendando ao COT a
indicação ou substituição de docentes quando necessário.
i) Coordenar a elaboração e recomendar a aquisição de lista de títulos
bibliográficos e outros materiais necessários ao curso.
COMPOSIÇÃO DO NDE
Nome do Professor
Titulação
Formação Acadêmica*
Regime de Trabalho
André Luis Helleno
Doutor
Engenharia de Produção
Tempo Parcial
André Mendeleck
Doutor
Engenharia Mecânica
Tempo Parcial
André Strieder
Mestre
Engenharia Mecânica
Tempo Integral
Eduardo Sátolo
Mestre
Engenharia de Produção
Tempo Integral
Henrique Neves de Lucena
Mestre
Engenharia de Produção
Tempo Integral
Estaner Claro Romão
Doutor
Engenharia Mecânica
Tempo Parcial
(*) Maior n° de docentes pertencentes ao NDE deve ter titulação no curso de origem ou
correlata.
P á g i n a | 73
2. Coordenador do Curso
I. Nome:
Henrique Neves de Lucena
II. Titulação:
a) Mestrado: Curso: Engenharia de Produção
IES: Universidade Metodista de Piracicaba (Capes nota 4)
Ano de Conclusão:2009
b) Graduação: Curso: Tecnologia em Mecânica de Precisão
IES: Faculdade de Tecnologia de São Paulo - FATEC
Ano de Conclusão: 2004
III. Experiência Profissional no Magistério Superior:
a) Faculdade Politécnica de Campinas (Policamp)
Celetista formal, Enquadramento Funcional: Professor Adjunto e Coordenador, Carga
horária: 40
2008 – atual - Ensino, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia de Produção,
Tecnologia em Automação Industrial, Nível: Graduação.
Disciplinas ministradas Atualmente:
−
−
−
−
−
−
−
−
Ética e Exercício Profissional
Desenho I
Desenho II
Desenho Assistido por Computador
Planejamento e Controle da Produção e da Manufatura
Gestão Empreendedora
Metrologia
Projeto Auxiliado por Computador
Disciplinas já ministradas:
− Mecânica dos Fluidos
b) Faculdade de Jaguariúna (FAJ)
Celetista formal, Enquadramento Funcional: Professor Assistente, Carga horária: 04
02/2009 – 12/2009 - Ensino, Engenharia de Produção, Engenharia de Controle e
Automação, Tecnologia em Automação Industrial, Nível: Graduação.
Disciplinas ministradas:
−
Engenharia Integrada I
−
Gestão Empreendedora,
−
Projeto Auxiliado por Computador
P á g i n a | 74
IV. Experiência Profissional fora do Magistério:
a) Graftel
2005- Atual Vínculo: Sócio, Enquadramento Funcional: Consultor, Carga horária:
Até 20 hrs
Atividades:
Consultoria em Melhoria e desenvolvimento de Projetos.
b) Laboratório SCPM – Sistemas Computacionais para Processos de Manufatura
2006-2009 Vínculo: Pesquisador, Enquadramento Funcional: Pesquisador, Carga
horária: 40hrs
Atividades:
Pesquisa e desenvolvimento .
Linhas de pesquisa: Estudo de de estratégias de medição por máquina de medir
por coordenadas através de superfícies complexas usinadas
c) Laboratório de Vidros e Datação
2005-2005 Vínculo: Iniciação Científica, Enquadramento Funcional: Pesquisa,
Carga horária: 30.
Atividades:
Pesquisa e desenvolvimento .
Linhas de pesquisa: Estudo de produção de materiais vítreos de óxidos de metais
pesados nano-nucleados com partículas de prata.
VI. Regime de trabalho
O regime de trabalho do coordenador de curso de Tecnologia em Automação Industrial é
de tempo integral, com uma carga horária semanal de 40 horas.
Esta carga horária apresenta-se distribuída para coordenação do curso, atividades
administrativas e para ministrar aulas.
A carga horária para coordenação apresenta-se em um total de 12 horas semanais, o
que representa uma proporção de 1 hora para cada 8 vagas anuais do curso.
3. Colegiado de curso ou equivalente
Segundo conta no Capitulo V do Regimento do IBCT:
Art.31. O Colegiado de Curso é a menor fração da estrutura da Faculdade para todos os
efeitos da organização administrativa.
§1º O Colegiado de Curso é constituído de todos os docentes de um curso de
graduação e um representante discente eleito por seus pares, para efeito de
realização do planejamento didático-pedagógico, planos de ensino e aprendizagem e
de avaliação do desempenho dos respectivos cursos e de seus agentes.
P á g i n a | 75
Art.32. O Colegiado de Curso reunir-se-á, para suas funções, ordinariamente 02 (duas)
vezes por ano, cuja convocação será feita pelo Diretor da Faculdade, por escrito, com
antecedência mínima de 08 (oito) dias, com ordem do dia indicada.
Art.36. São competências do Colegiado de Curso:
I - elaborar, pelos seus docentes, os planos de ensino, cronogramas de aulas e
atividades, programas, bibliografia e ementas de cada disciplina, conforme as
exigências do projeto pedagógico do curso, antes do início do período letivo,
com a devida atualização, para aprovação do Conselho Pedagógico;
II - sugerir medidas para aperfeiçoar o perfil profissional de cada curso, em
função de suas características profissionais e sociais;
III - planejar a distribuição eqüitativa, ao longo do período letivo, dos trabalhos
escolares a serem exigidos dos alunos, nas várias disciplinas do Curso, de
acordo com o Calendário Escolar;
IV - sugerir e propor para o Coordenador do Curso, cursos extraordinários,
seminários ou conferências julgadas necessárias ou úteis à formação
profissional dos alunos;
V - indicar ao seu Coordenador, bibliografia específica necessária aos planos de
ensino, em tempo hábil para constar do plano orçamentário;
VI - promover o entrosamento das matérias e/ou disciplinas de sua área com
as demais, propiciando o bom andamento dos conteúdos programáticos;
VII - zelar pela execução das atividades e dos planos de ensino das disciplinas
que o integram;
VIII - propor medidas para o aperfeiçoamento do ensino, da pesquisa e da
extensão, bem como do próprio pessoal docente;
IX - exercer as demais funções previstas neste Regimento ou que lhe sejam
delegadas.
P á g i n a | 76
B. PERFIL DOCENTE
1. Corpo Docente
Tempo de experiência
Nome
Magistério
André Luis Helleno
05
Outras
08
CORPO DOCENTE
Regime
Disciplinas Ministradas
de
Trabalho
Parcial
•
•
André Mendeleck
16
01
Parcial
André Strieder
10
21
Integral
•
•
•
•
•
•
•
•
Bruno Broggio de
Oliveira
02
-
Parcial
•
•
•
•
•
Eduardo Guilherme
Satolo
Estaner Claro Romão
03
04
Integral
•
04
14
Parcial
•
Francisco de Salles
Cintra Gomes
14
03
Parcial
•
Henrique Neves de
Lucena
03
05
Integral
•
•
•
•
Comando Numérico
Computadorizado –
CNC
Projeto Auxiliado por
Computador
Automação Industrial
Microcontroladores
Controladores Digitais
Circuitos Digitais
Robótica Industrial
Sistemas Hidropneumáticos
Controle de Processos
Projeto Temático –
Desenvolvimento de
Projetos para
Automação Industrial
Desenho Técnico
Manufatura Auxiliada
por Computador
Sistemas
Supervisórios
Projeto Temático –
Controle de
Processos Utilizando
CLP
Projeto Temático –
Automação de
Processos
Resistência dos
Materiais
Lógica de
Programação
Fundamentos de
Automação Industrial
Circuitos Lógicos
Projeto Temático –
Projeto de Controle
para Sistemas Hidropneumáticos
Projeto Temático –
Integração de
Sistemas para
Automação Industrial
Desenho Técnico
Assistido por
Computador
Titulação
Número
Produção
Docente*
Doutor
20
Doutor
7
Mestre
1
Mestre
2
Mestre
21
Doutor
16
Mestre
3
Mestre
3
P á g i n a | 77
Igor Iansen
01
10
Parcial
•
•
•
•
Jeovano de Jesus
Alves de Lima
03
03-
Parcial
•
•
•
•
José Flaudemir Alves
10
07
Parcial
•
Márcio José Cuccolo
Rosales
01
01
Integral
•
•
Suely Castro de
Almeida Pereira
Thales Coelho Borges
Lima
12
0
Integral
•
15
11
Integral
•
•
•
•
Vanessa Davanço
Pereira
02
03
Integral
* Considerar os últimos 03 anos e contar de forma generalizada.
•
Linguagem e Técnica
de Programação
Redes de
Comunicação
Industrial
Lógica de
Programação
Aplicada à
Automação Industrial
Linguagem e Técnicas
de Programação para
CLP
Instrumentação I
Instrumentação II
Sistemas de Controle
I
Sistemas de Controle
II
Cálculo Aplicado à
Automação I
Processos de
Fabricação
Elementos de
Máquinas
Comunicação
Empresarial
Eletrônica I
Eletrônica II
Máquinas Elétricas e
Acionamentos
Eletricidade e
Circuitos Elétricos
Cálculo Aplicado à
Automação II
Especialista
0
Mestre
02
Mestre
0
Mestre
4
Mestre
0
Doutor
0
Doutor
0
P á g i n a | 78
2. Produção Científica
Na IES são realizados diversos programas de incentivo a Produção Científica, tanto para
docentes quanto discentes.
O FOCO é um grupo interno de Formação Continuada de Docentes da POLICAMP que
desenvolve estudos relacionados à potencialização do processo ensino-aprendizagem. Os
cursos são oferecidos de maneira continua e de forma gratuita aos professores, com os
seguintes objetivos:
− Propiciar bases teórico-metodológicas para o exercício da docência no ensino
superior, articuladas à produção do conhecimento, que se desenvolve através da
relação pesquisa científica/prática docente;
− Fornecer uma atualização das questões educacionais de modo articulado com a
experiência já consolidada no exercício da docência no ensino superior;
− Auxiliar o planejamento da atividade docente em diferentes áreas do currículo,
adequando-a às necessidades do aluno.
A Policamp oferece ainda o Programa de Pós Graduação nas mais diversas áreas do
conhecimento. As atividades são organizadas por docentes e pesquisadores das faculdades e
também por palestrantes convidados, sempre com a perspectiva de aliar a teoria à prática,
buscando atualizar o conhecimento que é imprescindível para o sucesso profissional, propiciar
diferencial aos alunos no mercado de trabalho, assim como desenvolver o “net-work”.
Nesse contexto, os cursos oferecidos pela IES estão direcionados tanto às expectativas
de aprimoramento acadêmico como profissional e têm como objetivo atualizar e qualificar
profissionais para atuarem no mercado de trabalho em sintonia com os avanços científicos e
tecnológicos.
A Policamp possui o PIC (Programa de Iniciação Cientifica) que é um instrumento que
permite introduzir os estudantes de graduação, potencialmente mais promissores, na pesquisa
cientifica. É a possibilidade de colocar o aluno desde cedo em contato direto com a atividade
científica e engajá-lo na pesquisa. Nesta perspectiva, a iniciação científica caracteriza-se como
instrumento de apoio teórico e metodológico à realização de um projeto de pesquisa e
constitui um canal adequado de auxílio para a formação de uma nova mentalidade no aluno.
Em síntese, a iniciação científica pode ser definida como instrumento de formação.
A IES proporciona e incentiva a participação de docentes e discentes no ENIC (Encontro
de Iniciação Científica) que constitui-se em um espaço privilegiado para apresentação e
discussão de saberes nas diversas áreas do conhecimento afins com os cursos de graduação e
pós-graduação das diversas faculdades integrantes do Grupo Polis Educacional: Faculdade Max
Planck, Policamp, Faculdade de Jaguariúna – FAJ, Faculdade Politécnica de Indaiatuba,
Faculdade Politécnica de Sumaré, Faculdade OPEP e Faculdade Politécnica de Campinas
(Policamp).
Ainda neste âmbito é incentivada a partição dos docentes e discentes no CONIC que é
o Congresso Nacional de Iniciação Científica que tem por objetivo identificar talentos e
estimular a transformação de idéias em realidades, promovendo o interesse pela pesquisa nos
campos da Ciência e da Tecnologia.
P á g i n a | 79
C. CONDIÇÕES DE TRABALHO
Atualmente o curso de Tecnologia em Automação Industrial conta com 7 professores
em tempo integral, tendo 46 alunos matriculados. O curso conta com uma média de
alunos por docente em tempo integral de 6,57.
1.1.1. Número de alunos por turma em disciplina teórica
Atualmente o curso de Tecnologia em Automação Industrial conta com 3 turmas:
1° semestre: 13 alunos
3° semestre: 15 alunos e
5° semestre: 18 alunos
As turmas tem disciplinas teóricas individualmente.
1.1.2. Número médio de disciplinas por docente
O curso conta com 39 disciplinas em sua grade curricular, tendo uma média de 6,5
disciplinas por semestre ao longo de seus 6 semestres.
O curso tem em seu quadro atualmente 15 docentes. Sendo assim temos a seguinte
situação para os dois últimos anos:
2009:
1° semestre: Turmas -1° e 2° - Total: 14 disciplinas, número de professores: 11 –
Média de disciplinas por semestre , por docente: 1,27
2° semestre: Turmas – 2° e 3° - Total: 13 disciplinas, número de professores: 10 –
Média de disciplinas por semestre , por docente: 1,3
2010:
1° Semestre: Turmas – 1°, 3° e 4° - 19 disciplinas, número de professores: 12 – Média
de disciplinas por semestre , por docente: 1,58
2° Semestre: Turmas – 2°, 4° e 5° - 19 disciplinas, número de professores: 14 – Média
de disciplinas por semestre , por docente: 1,35
2011:
1° semestre: Turmas – 1°, 3° e 5° - 19 disciplinas – número de professores: 12 – Média
de disciplinas por semestre, por docente: 1,58
Total de média de disciplinas por semestre por docente para o curso de TAI nos
últimos dois anos: 1,4.
P á g i n a | 80
CONDIÇÕES DE TRABALHO
N° de docentes
15 docentes
Vagas anuais
autorizadas*
Vagas autorizadas /
Docente equivalente a TI**
Alunos por turma Disciplina Teórica
100
vagas
anuais
= 50 vagas autorizadas/ 07
docente TI
=7,14 vagas
autorizadas/docente TI
=36 alunos/2 turmas
= 18 alunos/turma
* Ver publicação de autorização ou reconhecimento do curso
** Tempo Integral
Média de disciplinas
por docente nos
últimos dois anos
1,4
P á g i n a | 81
INSTALAÇÕES FÍSICAS
A. INSTALAÇÕES GERAIS
1. Sala de Professores e Sala de Reuniões
A IES possui uma sala de professores, equipadas com computadores com acesso a
internet e também com rede sem fio. A sala dispõe de poltronas, cadeiras e mesas para que o
trabalho do docente tenha a comodidade necessária às atividades desenvolvidas. É
disponibilizada ainda uma sala de reuniões, ampla e arejada para as atividades a que se
propõem cujo uso depende de agendamento prévio. Todas as salas são adequadamente
iluminadas, ventiladas e com as dimensões necessárias ao bom desenvolvimento das
atividades do curso.
2. Gabinete de Trabalho para Professores
A coordenação do curso está instalada em uma sala de 8,0 m², com computador com
acesso a internet e acesso a rede sem fio, mesa, telefone, armário para a guarda de
documento e demais acessórios pertinentes à sua atividade. Tem também apoio técnicoadministrativo. Os integrantes do NDE e os docentes em tempo integral e parcial possuem
uma sala específica com 36,0 m², localizada no mezanino da faculdade, também com
computadores com acesso a internet, ramal telefônico, acesso a rede sem fio e apoio técnicoadministrativo.
3. Salas de Aula
Todas as salas de aula estão equipadas com carteiras em excelente estado de conservação
e cadeiras estofadas. Possuem cortinas para isolamento de iluminação externa, quadro
branco, tomadas para a instalação de equipamentos didático-pedagógicos (TV, DVD, DataShow, Retroprojetor, entre outros) e tela de projeção. Possuem ar-condicionado iluminação
com lâmpadas fluorescentes em quantidade adequada para garantir o conforto dos alunos.
4. Acesso dos alunos a equipamentos de informática
A IES possui atualmente 322 computadores para o acesso dos alunos, todos com acesso a
internet, distribuídos em oito laboratórios de informática, biblioteca e sala de orientação de
TCC.
No turno de funcionamento do curso de Tecnologia em Automação Industrial (noturno) a
IES possui 1.280 alunos, resultando numa proporção de um terminal para 2,25 alunos. Há,
ainda, aproximadamente 400 notebooks cadastrados na intranet da IES.
P á g i n a | 82
5. Acessibilidade a portadores com deficiência
A POLICAMP possui infraestrutura adaptada aos requisitos de acessibilidade de pessoas
portadoras de necessidades especiais. Sua infraestrutura conta com vagas de estacionamento
exclusivas, rampas de acesso, banheiros adaptados, entre outros. Desta maneira, a IES atende
as exigências contidas no Parecer Técnico nº 1126/2001 e no Decreto n° 5.296/2004.
B. REGISTROS ACADÊMICOS
A administração da Faculdade de Politécnica de Campinas é exercida pelos órgãos abaixo
relacionados, cujas atribuições estão descritas no Regimento da Instituição:
I- de Administração Superior:
a) Conselho Pedagógico - COP;
b) Diretoria Geral.
II- de Administração Básica:
a) Diretoria da Faculdade;
b) Coordenadoria de Curso;
c) Coordenadoria do Instituto Superior de Educação – ISE
O Corpo Técnico-Administrativo, constituído por todos os servidores com funções nãodocentes e técnicos de laboratórios, tem a seu cargo os serviços necessários ao bom
funcionamento dos diversos setores da Faculdade.
A organização acadêmico-administrativa está apoiada no Sistema de Gestão Acadêmica
RM, da TOTVS. A organização acadêmico-administrativa está apoiada no Sistema de Gestão
Acadêmica RM, da TOTVS. A plataforma de operação do sistema é baseada num Sistema
Gerenciador de Banco de Dados (SGDB) que garante a unicidade e a confiabilidade das
informações, além de contar com um sistema de backup da base de dados. O sistema RM
transcende a esfera acadêmica, sendo responsável pela gestão financeira, contábil e
patrimonial da Instituição, operando como um sistema ERP (Enterprise Resourcing Planning).
Para melhor controle, distribuição e recuperação das informações, e para facilitar o acesso aos
usuários, o sistema divide-se em módulos integrados, assim distribuídos: Classisnet; Biblios,
Labore, Agilis, Bis, Fluxus, Nucleus, Saldus, Portal.
Como ferramenta de gestão, o RM permite que os professores, coordenadores de curso e
diretores das unidades acadêmicas acompanhem os apontamentos de notas e faltas de seus
alunos, através dos módulos Portal, Classisnet e Agilis.
Coerente ao projeto pedagógico e ao controle acadêmico, o módulo Biblios permite:
identificar a comunidade usuária; catalogar livros e periódicos; cadastrar editoras e
fornecedores; consultar o acervo (conforme critérios definidos – local ou via internet);
controlar a circulação de empréstimos, retiradas e renovações; controlar reservas; estabelecer
políticas de empréstimo diferenciadas por grupos de usuários e tipos de materiais; controlar
multas por atraso na devolução, de acordo com o regulamento da Biblioteca; emitir relatórios
variados.
P á g i n a | 83
Além disso, o acesso por meio da intranet permite aos alunos acessar informações
importantes para o acompanhamento de sua vida acadêmica e financeira, utilizando
diferentes módulos.
Organização do controle acadêmico
O controle acadêmico é exercido pela Central de Atendimento – de apoio direto à
Diretoria e demais órgãos da Instituição – que se compõem pelos setores de Controle
Acadêmico, Arquivo e Atendimento/Protocolo.
A CA é responsável pelo registro, controle e expedição de todas as informações
acadêmicas, tais como: registro da documentação legal exigida pelos órgãos oficiais; emissão
de documentos e relatórios relativos à vida acadêmica dos alunos; acompanhamento da
freqüência às atividades didáticas e pedagógicas; lançamento e controle das avaliações
emitidas pelos professores; processos de matrícula, de trancamento e de transferência, entre
outros.
Por meio do Protocolo/Atendimento os alunos são recebidos e podem fazer qualquer tipo
de solicitação: da matrícula de ingresso na Instituição à solicitação do seu diploma, ao final do
curso. O atendimento pode ocorrer: pessoalmente nos guichês, via telefone ou via internet
(online). Este setor trabalha em conjunto com o Apoio Docente, que tem por finalidade prover
os docentes em tudo o que é necessário para o encaminhamento diário às aulas.
O setor de Arquivo é responsável pela guarda dos documentos oficiais da instituição,
incluindo o prontuário de todos os alunos, assim como pela confecção do diploma e envio do
mesmo para registro, na UFSCAR – Universidade Federal de São Carlos.
C. BIBLIOTECA
1. Política de aquisição de livros da Bibliografia Básica e Complementar
A bibliografia encontra-se distribuída, junto com as demais bibliografias dos outros cursos
oferecidos pela IES, numa área de aproximadamente 120 m². Na biblioteca o acadêmico
dispõem ainda de quatro salas de estudos em grupo (com 7 m² cada) e 12 box de estudos
individuais. Além disso, há ainda um espaço de 80 m2 com mesas, cadeiras e computadores.
A política de aquisição de títulos de periódicos da IES é feita por meio de um trabalho
articulado entre a Biblioteca, os Coordenadores de Cursos e os Docentes. São analisados e
indicados títulos de abrangência temática, distribuídos entre as principais áreas do curso. Para
isto, o ponto de referência é sempre o Projeto Pedagógico e nele as ementas das várias
disciplinas que compõem a matriz do curso. Os títulos indicados são adquiridos a partir da
implantação do Curso nas unidades e são renovados anualmente. Outras indicações podem ser
feitas no decorrer do Curso, mediante necessidade e adequação.
A média de alunos por turma é de 18 alunos. A bibliografia básica do curso, indicada no
PPC e nos planos de ensino resume-se em 1.480 exemplares e 177 títulos nas diversas áreas do
conhecimento vinculadas à formação do curso de Tecnologia em Automação Industrial, todos
devidamente atualizados e tombados junto ao patrimônio da IES. Com estes números obtémse uma média de 8,36 exemplares por título. Assim, para cada turma têm-se a relação média
P á g i n a | 84
aproximada de um exemplar de cada bibliografia básica para um grupo de 2 alunos por turma.
Em relação à bibliografia complementar, tem-se 1.057 exemplares e 195 títulos nas diversas
áreas do conhecimento todos devidamente atualizados e tombados junto ao patrimônio da IES
e com minimamente 02 exemplares.
2. Periódicos especializados indexados e correntes
Estão disponíveis aos alunos do curso de Tecnologia em Automação Industrial diversos
periódicos e anais de congressos correntes, listados na Tabela 6.
Tabela 3. Relação de periódicos e anais de congressos indexados ao Curso de Tecnologia em
Automação Industrial
PERIÓDICOS E REVISTAS
Periódico
Número de Periódicos
Disponíveis
1
Revista Produção
25 números
2
Revista Gestão e Produção
40 números
Revista Produção on line3
30 números
Revista GEPROS4
12 números
5
Pesquisa Operacional
28 números
6
Revista ABENGE
10 números
7
Revista Produto e Produção
16 números
Product: Management & Develop- 16 números
ment8
Revista Exacta9
13 números
Revista HSM Managment
37 números
Revista Intech
47 números
Revista Harvard Bussiness Review 04 números
Brasil
Revista Pequenas Empresas Grandes 79 números
Negócios
Revista Project Management
01
Ano
ISSN
2002 a 2011
1997 a 2011
2003 a 2011
2005 a 2011
2000 a 2011
2005 a 2011
2001 a 2011
2002 a 2011
0103-6513
0104-530X
1676-1901
1984-2430
0101-7438
0101-5001
1516-3660
1676-4056
2003 a 2011
2004 a 2011
1997 a 2011
2006 a 2011
1983-9308
1415-8868
1413-6147
1415-9856
2003 a 2011
0104-2297
2010 a 2011
ANAIS DE EVENTOS E CONGRESSOS
Evento ou Congresso
Encontro Nacional de Engenharia de Produção (ENEGEP)10
Simpósio de Engenharia de Produção (SIMPEP)11
Simpósio de Administração da Produção, Logística e Operações Internacionais
(SIMPOI)12
International Conference on Industrial Engineering and Operations
Management (ICIEOM) 13
1. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0103-6513&lng=pt&nrm=iso
2. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0104-530X&lng=pt&nrm=iso
3. http://producaoonline.org.br/index.php/rpo
4. http://revista.feb.unesp.br/index.php/gepros
5. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0101-7438&nrm=iso&rep=&lng=pt
6. http://www.upf.br/seer/index.php/ree
Anos disponíveis
1996 a 2009
1999 a 2009
2002 a 2009
1996 a 2009
P á g i n a | 85
7. http://www.seer.ufrgs.br/index.php/produto&producao/
8. http://pmd.hostcentral.com.br/
9. http://www.uninove.br/revistaexacta
10. http://publicacoes.abepro.org.br/
11. http://www.simpep.feb.unesp.br/anais.php
12. http://www.simpoi.fgvsp.br/
13. http://publicacoes.abepro.org.br/
D. INSTALAÇÕES E LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS
Para a implantação dos laboratórios foi observado à área, a quantidade/ proporção de
equipamentos adequados para as turmas e a acessibilidade aos laboratórios por portadores de
deficiência.
Atualmente o curso de Tecnologia em Automação Industrial da POLICAMP, conta com
oito laboratórios específicos, cada qual para atender a uma necessidade específica do curso e
atender as habilidades e competências cogentes as disciplinas.
Os laboratórios foram implantados de acordo com a Tabela 7.
Tabela 4. Cronograma de Implantação dos Laboratórios
Laboratório
Capacidade
Implantação
Laboratório de Física-Química
Laboratório de Informática e CAD/CAM/CAE
Laboratório de Hardware
Laboratório de Processos de Fabricação
Laboratório de Eletro-Eletrônica
Laboratório de Mecatrônica
Laboratório de Redes Industriais
Laboratório de Robótica Virtual
32 alunos
50 alunos
28 alunos
40 alunos
30 alunos
40 alunos
36 alunos
50 alunos
imediata
imediata
1o / 2007
2o / 2007
2o / 2008
2o / 2008
2o / 2009
2°/2009
Utilização
1o / 2006
1o / 2006
2o / 2007
1o / 2008
1o / 2009
1o / 2009
1o / 2010
1°/2010
1. Laboratório de Física-Química
A capacidade do laboratório é de 32 alunos.
A Tabela 8 indica os equipamentos do Laboratório de Física.
Tabela 5. Equipamentos do Laboratório de Física
Quant.
Descrição
(1)
08
Conjunto didático Plano inclinado
10
Conjunto didático Equilíbrio de Corpo Rígido (1)
08
Conjunto didático Mesa de forças (1)
10
Conjunto Didático Empuxo (1)
10
Conjunto didático de Eletricidade e Magnetismo (1)
01
Conjunto Óptico(1)
03
Conjunto didático de Calorimetria (1)
(1)
ver www.azeheb.com.br, www.mogiglass.com.br e www.tesequipamentos.com.br
A Tabela 9 indica os equipamentos do Laboratório de Química.
Tabela 6. Equipamentos do Laboratório de Química
P á g i n a | 86
Quant.
04
01
01
01
01
01
01
01
Vários
vários
Descrição
Bancadas com alimentação de água, GLP e eletricidade.
Balança eletrônica semi analítica
Balança digital
Balança de plataforma e escala tríplice
Estufa
Capela
Banho Maria
Forno até 1400ºC
Equipamentos de manipulação química (almofariz, béquer, balões
volumétricos, cadinho, dissecador, bureta, erlenmeyer, funil, pipeta, proveta,
tripés, agitadores com aquecimento, espátulas etc.),
Reagentes químicos diversos
3. Laboratório de Informática e CAD/CAM/CAE
A capacidade do laboratório é de 50 alunos.
A Tabela 10 indica os equipamentos do Laboratório de Informática e CAD/CAM/CAE.
Quant.
50
50
150
150
Tabela 7. Equipamentos do Laboratório de Informática e CAD/CAM/CAE
Descrição
Microcomputadores
Licença de Compilador C
Licença de Software Siemens NX versão 6 – (sistema CAD/CAM/CAE)
Licença de Software Siemens Solid Edge versão 20 – (sistema CAD/CAE)
4. Laboratório de Hardware
A capacidade do laboratório é de 28 alunos.
A Tabela 11 indica os equipamentos do Laboratório de Hardware
Quant.
07
16
06
02
08
Tabela 8. Equipamentos do Laboratório de Hardware
Descrição
Bancadas
Computadores
Kits para googo board
mesas
Instrumentos para aulas práticas (alicates, chaves fendas, chaves Phillips etc)
Conjunto didáticos de sistemas digitais UTP
5. Laboratório de Processos
A capacidade do laboratório é de 35 alunos.
A Tabela 12 indica os equipamentos do Laboratório de Processos.
Quant.
01
Tabela 9. Equipamentos do Laboratório de Processos
Descrição
Prensa Hidráulica Manual
P á g i n a | 87
01
01
02
01
01
05
05
01
01
Diversos
01
01
01
01
01
Diversos
01
01
06
01
Vários
01
01
01
01
01
26 pç
01
01
01
01
01
01
01
01
15
15
10
05
01
01
01
01
Serra de Fita
Furadeira de Bancada
Morsas
Mini-Torno
Furadeira Fresadora
Serras Tico-tico
Retificadeiras
Esmirilhadeira
Furadeira
Jogos de brocas e ferramentas para torno
Esmeril
Jogo de chave de Biela
Alicate de Corte
Alicate Universal
Alicate de Pressão
Jogo de chaves Allen, chaves Phillips, chaves de fenda
Martelo Bola
Martelo Pena
Martelos de carpinteiro, ferramentas para fresa
Máquina de solda Elétrica
Eletrodos
Máquina de Solda MIG-MAG
Compressor de Ar Industrial
Jogo de chaves fixa
Jogo de chaves combinada
Jogo de chaves torque
Jogo de Soquetes
Alicate de bico
Alicate desencapador
Arrebitadeira
Saca polia
Paquímetro hansa
Cabo para extensão
Compressor profissional
Mini Compressor
Paquímetros starret
Micrômetros starret 25 à 50 mm
Micrômetros Zaas 0 à 25 mm
Régua Graduada – 0 à 300 mm
Régua Graduada – 0 à 500 mm
Parafusadeira bosch 12v
Torno mecânico Magnum CUT Mod 1640GZJ
Fresa ferramenteira Veker mod. 406 VK
6. Laboratório de Eletro-Eletrônica
A capacidade do laboratório é de 30 alunos.
A Tabela 13 indica os equipamentos do Laboratório de Eletro-Eletrônica.
P á g i n a | 88
Quant.
06
06
06
08
vários
vários
vários
várias
várias
06
06
07
07
07
vários
Tabela 10. Laboratório de Eletro-Eletrônica.
Descrição
Geradores de função
Osciloscópios digitais
Kit maleta eletrônica
Pasta para projetos
Alicates universal
Alicates de corte
Alicates desencapadores de fios
Chave de fendas
Chaves Phillips
Painéis elétricos
Bancadas
Fontes 0 a 30 V , 3 A.
Multímetros
Proto board
Componentes eletrônicos
7. Laboratório de Mecatrônica
A capacidade do laboratório é de 40 alunos.
A Tabela 14 indica os equipamentos do Laboratório de Mecatrônica.
Tabela 11. Laboratório de Mecatrônica.
Quant.
01
01
01
01
07
07
03
01
01
vários
Descrição
Mufla
Prensa hidráulica
Robô Industrial 2400 – ABB
Moinho
Bancadas de apoio componentes minifábrica
Peneiras (gramatura diversas)
Computadores
Bancada Pneumática – Festo
Bancada Hidráulica – RexRoth Bosch
Materiais consumo minifábrica
8. Laboratório de Redes Industriais
A capacidade do laboratório é de 36 alunos.
A Tabela 15 indica os equipamentos do Laboratório de Mecatrônica.
Tabela 12. Laboratório de Mecatrônica.
Quant.
12
12
01
42
01
Descrição
Computadores
Mesas
Lousa
Cadeiras
Kit de Redes Industriais Automation House – RexRoth Bosch
P á g i n a | 89
9. Laboratório de Robótica Virtual
A capacidade do laboratório é de 50 alunos.
A Tabela 16 indica os equipamentos do Laboratório de Mecatrônica.
Tabela 16. Laboratório de Robótica Virtual.
Quant.
50
50
150
150
100
Descrição
Microcomputadores
Licença de Compilador C
Licença de Software Siemens NX versão 6 – (sistema CAD/CAM/CAE)
Licença de Software Siemens Solid Edge versão 20 – (sistema CAD/CAE)
Licença de Software Robot Studio - ABB
Download

PROJETO PEDAGÓGICO CURSO: