Página |1 PROJETO PEDAGÓGICO CURSO: Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial 2011 Página |2 SUMÁRIO DADOS DO CURSO...............................................................................................................4 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ..............................................................................8 A. Contexto Educacional ........................................................................................................... 8 1. Implementação das Políticas Institucionais constantes no PDI, no âmbito do curso 8 2. Auto-avaliação do curso ........................................................................................... 12 3. Atuação do Coordenador do Curso .......................................................................... 13 B. Projeto Pedagógico ............................................................................................................. 14 1. Objetivos do Curso .......................................................................................................... 15 2. Perfil do Egresso.............................................................................................................. 16 3. Estrutura Curricular......................................................................................................... 25 4. Conteúdos Curriculares................................................................................................... 30 5. Metodologia .................................................................................................................... 57 6. Atendimento ao discente ................................................................................................ 70 CORPO DOCENTE...............................................................................................................72 A. Administração Acadêmica................................................................................................... 72 1. Núcleo Docente Estruturante – NDE............................................................................... 72 2. Coordenador do Curso .................................................................................................... 73 3. Colegiado de curso ou equivalente ................................................................................. 74 B. Perfil Docente...................................................................................................................... 76 1. Corpo Docente ................................................................................................................ 76 2. Produção Científica ......................................................................................................... 78 C. Condições de Trabalho........................................................................................................ 79 INSTALAÇÕES FÍSICAS ........................................................................................................81 A. Instalações Gerais ............................................................................................................... 81 1. Sala de Professores e Sala de Reuniões .......................................................................... 81 2. Gabinete de Trabalho para Professores.......................................................................... 81 3. Salas de Aula.................................................................................................................... 81 Página |3 4. Acesso dos alunos a equipamentos de informática........................................................ 81 5. Acessibilidade a portadores com deficiência .................................................................. 82 B. Registros Acadêmicos ......................................................................................................... 82 C. Biblioteca............................................................................................................................. 83 1. Política de aquisição de livros da Bibliografia Básica e Complementar .......................... 83 2. Periódicos especializados indexados e correntes ........................................................... 84 D. Instalações e Laboratórios específicos ............................................................................... 85 Página |4 DADOS DO CURSO a) Mantenedora: A FACULDADE POLITÉCNICA DE CAMPINAS - POLICAMP é uma Instituição de Ensino Superior, localizada à Rua Luiz Otávio, nº 1.281 – Fazenda Santa Cândida – Campinas/SP, mantida pelo Instituto Bandeirantes de Ciência e Tecnologia, também denominado pela sigla IBCT (CNPJ nº 05.640.668/0001-17), entidade jurídica de direito privado, de fins educacionais, sem fins lucrativos ou de objetivos econômicos para seus associados, constituída na forma do Código Civil Brasileiro, de seu estatuto e pela legislação vigente que lhe for aplicável, fundado em 16 de janeiro de 2003, conforme dispositivos legais pertinentes, e tem como sede e foro a cidade de Campinas, Estado de SP. b) IES Faculdade Politécnica de Campinas (Policamp) c) Endereço Rua Luiz Otávio, nº 1.281 – Parque Santa Cândida – Campinas/SP d) Perfil e Missão A missão da POLICAMP é promover a educação socialmente responsável, com alto grau de qualidade, propiciando o desenvolvimento dos projetos de vida de seus alunos. Os objetivos da faculdade estão concentrados na oferta de um ensino de qualidade que busca desenvolver nos formandos uma sólida base de conhecimentos, conceitos, posturas e práticas profissionais, para que possam desenvolver habilidades e competências com vistas à implementação dos seus projetos de vida. e) Breve histórico da IES O IBCT é uma entidade jurídica de direito privado, de fins educacionais, sem fins lucrativos ou de objetivos econômicos para seus associados, constituída na forma do Código Civil Brasileiro, de seu estatuto e pela legislação vigente que lhe for aplicável. Foi fundada em 16 de janeiro de 2003, conforme dispositivos legais pertinentes, e tem como sede e foro a cidade de Campinas, SP. Desde a sua criação, a POLICAMP tem se destacado na formação de profissionais, bem como nos altos conceitos obtidos nas avaliações realizadas pelos órgãos governamentais. Em 2004, as primeiras turmas dos cursos de Administração e Ciências Contábeis iniciaram suas atividades. Seguiram-se a eles os cursos de Direito, Sistemas de Informação, Cursos Superiores de Curta Duração em Redes de Computadores e em Marketing de Varejo em 2005 e Engenharia de Controle e Automação e Engenharia de Produção, em 2006. Em 2007 tiveram início os Cursos Superiores de Tecnologia em Logística e Desenvolvimento de Sistemas para Internet, e em 2008 o curso de Tecnologia em Automação Industrial. O ano de 2006 marcou o lançamento dos cursos de pós-graduação Lato Sensu nas áreas de Tecnologia, Marketing e Negócios. Em 2011 tiveram início os cursos de Engenharia Elétrica, Engenharia Ambiental, Engenharia de Computação e Tecnologia em Recursos Humanos. No mesmo ano foram lançados os cursos de pós-graduação: Especialização em Gestão de Processos Industriais e MBA em Gestão de Qualidade com Certificação Black Belt. Para 2012, estão previstos os Cursos de Engenharia Civil e de Tecnologia em Gastronomia, já aprovados pelo MEC. Página |5 f) Dados sócio-econômicos da região Em 2009, a população da região chegou a 2.770.822 habitantes ou 6,7% da estadual. A densidade demográfica de 722,1 habitantes por km2 apresenta-se mais elevada nos municípios de Hortolândia (3.243 hab./ km2), Campinas (1.328 hab./ km2) e Sumaré (1.494 hab./ km2). Dos 19 municípios da região, apenas dois possuíam, em 2009, população inferior a 20 mil habitantes (Engenheiro Coelho e Holambra). Campinas (1.064.669 habitantes), Sumaré, Americana, Santa Bárbara, Hortolândia e Indaiatuba são os maiores municípios, todos com população superior a 100 mil habitantes, concentram 77% da população regional. A taxa de urbanização metropolitana atingiu, em 2009, 97,3%. Apenas cinco municípios possuíam taxas de urbanização inferiores a 90%: Holambra (53,7%), Engenheiro Coelho (77,1%), Itatiba (77,5%), Santo Antônio de Posse (84,9%) e Jaguariúna (89,7%). A região possui dinamismo superior ao de muitas metrópoles nacionais que são capitais estaduais e, nas últimas três décadas, apresentou taxas de crescimento demográfico maiores do que as da RMSP. Campinas, a sede da região, tornou-se um dos 20 maiores municípios brasileiros, abrigando 39,9% dos habitantes da RMC. A evolução sócio-econômica e espacial da região transformou-a em um espaço metropolitano com uma estrutura produtiva moderna, com alto grau de complexidade e grande riqueza concentrada em seu território. A infra-estrutura de transportes, a proximidade do maior mercado consumidor do país, que é a RMSP, o sofisticado sistema de ciência e tecnologia, a mão-de-obra altamente qualificada, entre outros, deram à RMC vantagens para instalação de novas empresas e para formação de arranjos produtivos nas áreas de petroquímica, têxtil, cerâmica e flores, entre outros. A localização geográfica e o sistema viário foram fatores primordiais no desenvolvimento da agroindústria, ao permitirem a ligação com regiões produtoras de matérias primas e os grandes mercados consumidores e terminais de exportação. O setor agropecuário tornou-se moderno e diversificado, possuindo forte integração com os complexos agroindustriais e elevada participação de produtos exportáveis ou destinados ao mercado urbano de maior poder aquisitivo. Seus principais produtos são cana-de-açúcar, laranja, suinocultura, avicultura, horticultura, fruticultura e floricultura. A produção regional tem aumentado sua participação no total estadual com a instalação de novas fábricas de setores intensivos em tecnologia, o que indica a posição privilegiada da região para a localização industrial, transformando-a no terceiro maior parque industrial do país, atrás apenas das Regiões Metropolitanas de São Paulo e do Rio de Janeiro. A indústria abriga setores modernos e plantas industriais articuladas em grandes e complexas cadeias produtivas, com relevantes participações na produção estadual. Uma das divisões mais representativas é a de alimentos e bebidas, que responde por cerca de um quarto da produção estadual. Sobressaem, ainda, os ramos mais complexos, como o de material de transporte, químico e petroquímico, de material elétrico e de comunicações, mecânico, de produtos farmacêuticos e perfumaria e de borracha. A indústria regional é bastante diversificada, podendo-se destacar: em Paulínia, o Pólo Petroquímico composto pela Refinaria do Planalto - Replan, da Petrobrás, e por outras empresas do setor químico e petroquímico; em Americana, Nova Odessa e Santa Bárbara d´Oeste, o parque têxtil; em Campinas e Hortolândia, o pólo de alta tecnologia, formado por empresas ligadas à emergente área de tecnologia de informação. Página |6 A existência das instituições de ensino e pesquisa e de inúmeras escolas técnicas e a conseqüente disponibilidade de pessoal qualificado foram fundamentais para a presença de grande número de empresas de alta tecnologia, que atuam principalmente nos setores de informática, microeletrônica, telecomunicações, eletrônica e química fina, automobilística, além de um grande número de empresas de pequeno e médio porte fornecedoras de insumos, componentes, partes, peças e serviços. O dinamismo regional assegura ao município de Campinas escala para desenvolver um conjunto de atividades tradicionalmente encontradas apenas nas grandes capitais do país: grande rede de serviços educacionais e bancários; hospitais e serviços médicos especializados; setor terciário moderno; comércio diversificado e de grande porte e estrutura hoteleira de ótima qualidade. O setor terciário é dinâmico e avançado, apresentando interação com os demais setores da economia; abrigam modernos equipamentos de comércio, empreendimentos de grande porte em alimentação, entretenimento e hotelaria, além de uma variada gama de serviços, como os profissionais e os voltados para empresas. Na área da saúde, a RMC dispõe de importantes equipamentos públicos e privados, com destaque para o Hospital das Clínicas da Unicamp. A economia local se beneficia do suporte técnico propiciado pela presença de importantes instituições de ensino e pesquisa. A região abriga um dos mais importantes sistemas científicos e tecnológicos do país, composto por várias Universidades, destacando-se a Universidade Estadual de Campinas-Unicamp e a Pontifícia Universidade Católica de Campinas - PUCCAMP. Campinas possui a maior concentração de instituições de P&D do interior brasileiro, com a presença do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento - CPqD, com papel estratégico no setor de telecomunicações, do Centro Tecnológico da Informação Renato Archer-CTI, da Fundação Instituto Tecnológico de Logística-FITEL, da Companhia de Desenvolvimento Tecnológico Codetec, do Instituto Agronômico de Campinas-IAC, do Instituto Tecnológico de Alimentos ITAL e do Laboratório Nacional de Luz Sincroton-LNLS. g) Curso Tecnologia em Automação Industrial (Portaria n° 22, de 16 de janeiro de 2008 – D.O.U de 17 de janeiro de 2008) h) Modalidade do curso Presencial i) Número de vagas previstas no ato da criação, número atual e formas de ingresso: O curso de graduação em Tecnologia em Automação Industrial possui um total de 36 alunos matriculados, distribuídos em 02 turmas. Atualmente o curso aproveita 8,33% das vagas ofertadas e autorizadas pelo MEC (100 vagas conforme Portaria n° 22, de 16 de janeiro de 2008). A forma de acesso ao curso é por vestibular, pelo PROUNI ou transferência. O vestibular ocorre de maneira anual, por meio de processo seletivo, respeitando o número de vagas autorizadas por semestre. A transferência acontece mediante análise curricular e disponibilidade de vaga. Para a aceitação da transferência o aluno deve, obrigatoriamente, apresentar o atestado de matrícula, o histórico escolar, o conteúdo programático das disciplinas e a comprovação da faculdade de origem de ser autorizada ou reconhecida pelo Ministério da Educação. Página |7 j) Turno(s) de funcionamento Noturno Página |8 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA A. CONTEXTO EDUCACIONAL 1. Implementação das Políticas Institucionais constantes no PDI, no âmbito do curso O termo projeto vem do latim e, em seu sentido mais estrito, significa ‘lançar para diante’ Estruturar um Projeto Pedagógico é portanto planejar o trabalho de formação humana em seu sentido mais amplo. A Faculdade de Politécnica de Campinas (POLICAMP) entende que o Projeto Pedagógico dos seus Cursos representa muito mais do um documento estruturado e estático que norteia as ações de formação humana e profissional da instituição. É antes a representação da sua visão acerca de como o futuro se apresenta e a conseqüente tradução e incorporação desta visão nas ações que norteiam e circunscrevem os seus Projetos Pedagógicos. Em outras palavras a construção das diretrizes para formar as pessoas para o futuro acontece no presente. Daí a importância, ao propor Projetos Pedagógicos, de se levar em conta as condições atuais e de se confrontar as mesmas com o que a instituição julga ser necessário. È nesta perspectiva que se insere a concepção da POLICAMP acerca dos seus Projetos Pedagógicos - é do confronto entre as condições atuais e as desejáveis que surge a melhor forma de construir o que é possível na formação humana e profissional. O possível neste âmbito significa a exploração dos limites do real tendo como instrumento de transformação da realidade a identificação de alternativas de ação. A elaboração de um Projeto Pedagógico para a POLICAMP implica em analisar o contexto real e o escolar definindo ações, estabelecendo o que alcançar, criando percursos e fases para o trabalho, definindo tarefas para os atores envolvidos e acompanhando e avaliando a trajetória percorrida e os resultados parciais e finais. Esta função não pode ser assumida, na visão da POLICAMP, sem que haja uma efetiva articulação com outros instrumentos que sinalizam a direção institucional para o alcance de compromissos sociais. Assim torna-se imprescindível a implementação do Projeto Pedagógico Institucional – PPI e o Plano Desenvolvimento Institucional – PDI que juntos com o Projeto Pedagógico dos Cursos – PPC formam o tripé que sustentam o cumprimento da missão institucional e social da Faculdade. O Projeto Pedagógico Institucional define princípios que orientam os agentes responsáveis pela sua operacionalização. É um instrumento que estabelece o pensamento institucional acerca das concepções da instituição sobre educação é a construção da identidade institucional. Implica numa análise coletiva tanto da sua história (a que lhe deu as características que apresenta no momento) quanto das direções intencionais que serão assumidas em função das definições tomadas pelo Projeto Pedagógico dos Cursos. Página |9 O PPI contribui efetivamente para tornar os Projetos Pedagógicos dos Cursos da POLICAMP um instrumento de condução do presente e do futuro. O PPI na Faculdade de Politécnica de Campinas é um instrumento que serve de guia para a prática pedagógica dos cursos e promove a unidade pedagógica que expressa a sua filosofia educacional. A Diretoria é o principal agente articulador dos Projetos tanto Institucional quanto Pedagógico. É a partir da atuação destes atores que se está permanentemente ligando e articulando as ações de ambos os projetos visando a potencialização das suas relações e a composição da teia curricular que circunscreve cada um dos Projetos Pedagógicos dos Cursos. A implementação do Projeto Pedagógico Institucional da POLICAMP norteia a ação transformadora da realidade e viabiliza as idéias inseridas nos Projetos Pedagógicos dos Cursos. A articulação entre o Projeto Pedagógico Institucional e o Projeto Pedagógico se dá a partir de várias dimensões. De um lado os responsáveis principais da POLICAMP articulam ações para promover as relações entre ambos e de outro o compromisso e envolvimento dos Coordenadores dos Cursos e do corpo docente no sentido de tornar concretas as ações consignadas no Projeto Pedagógico dos Cursos. A reflexão permanente e o exercício das ações traçadas em ambos os documentos vão delineando a construção e a re-construção das diretrizes curriculares. A POLICAMP entende que tanto o PPI quanto o PPC são frutos de uma reflexão consciente de todos os atores envolvidos na sua implementação. Acredita que esta concepção oferece unidade, singularidade e especificidade aos Cursos que possui. Assim assume o compromisso de promover a contínua construção, avaliação e re-elaboração de ambos visando torná-lo uma expressão atualizada da visão que adquire sobre educação superior, sobre universidade e sua função social, sobre o curso, sobre o ensino, sobre a pesquisa e sua relação com o ensino, sobre a extensão e sua relação com o currículo, sobre a relação teoria e prática. Compromete-se a abrir espaços institucionalizados para a discussão e troca de informações visando a promoção do acompanhamento da articulação entre PPI e PPC. Compromete-se também a gerar instrumentos que efetivamente sinalizem a necessidade de alteração das concepções e ações inseridas no PPI e PPC. Estes compromissos de acompanhamento das ações consignadas em ambos os documentos e sua articulação entre si e com os demais instrumentos é percebido como uma ação de grande relevância à medida que pode revelar as características da instituição, nos cursos e entre os cursos, do sistema educacional superior e do contexto social do qual faz parte. O Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI é um instrumento que mapeia a organização e o planejamento institucional da Policamp, bem como indica um conjunto de objetivos, estratégias e ações básicas para viabilizar sua reestruturação. É um instrumento que oferece condições da Faculdade executar seus Projetos Pedagógico Institucional e Pedagógicos dos Cursos. O Projeto Pedagógico Institucional serviu de alicerce para a conformação da grade curricular e dos correspondentes conteúdos programáticos, na medida em que se contemplou a realidade das relações humanas no mercado de trabalho e as formas de distribuição física de bens tangíveis e intangíveis, através dos canais de distribuição e as suas multi-relações intrínsecas e extrínsecas, num contexto globalizado, visando atender as necessidades organizacionais no desenvolvimento local, regional, nacional e internacional. P á g i n a | 10 Os Projetos pedagógicos, em constante desenvolvimento e aperfeiçoamento, serão acompanhados pela Coordenação de Curso, Direção e Professores num compromisso conjunto pela qualidade. A Coordenação de Curso terá como uma das principais atribuições acadêmicas, o acompanhamento e a análise do andamento do projeto pedagógico. Contudo, a Direção e os Professores também serão responsáveis pela consolidação e pela qualidade do mesmo. A Direção sobretudo, na logística institucional administrativa para o desenvolvimento de cada projeto de curso da faculdade e os professores especificamente, encaminhando a parte voltada para a dimensão didático-pedagógica do curso. Todos com a consciência coletiva de responsabilidade de avaliar constantemente os trabalhos desenvolvidos e a qualidade dos cursos oferecidos. Tal avaliação é formalizada através do Programa de Avaliação Institucional onde todos terão a oportunidade de registrar suas críticas e sugestões. As Atividades Acadêmicas permanentes de ensino, pesquisa e extensão estarão integradas de forma a se reforçarem mutuamente. O compromisso maior da Faculdade de Politécnica de Campinas é com o Ensino de qualidade. Assim, a pesquisa na Instituição terá característica empírica de aplicação prática. Contarão como pesquisa: os Trabalhos discentes de Conclusão de Curso - TCC, as Pesquisas de Iniciação Científica - PIC e as atividades desenvolvidas nas disciplinas de PAC - Pesquisa e Atividades Complementares. A extensão será incentivada pelas semanas de estudos e jornadas que serão organizadas anualmente sob a responsabilidade de cada coordenadoria de curso, as visitas técnicas desenvolvidas por professores fora e dentro do Campus. A natureza da pesquisa possível nesta realidade educacional será voltada quase que inteiramente para as questões do Ensino, estando aí a integração legítima entre Pesquisa e Ensino. O curso de Tecnologia em Automação Industrial da POLICAMP foi autorizado por meio da Portaria n°22 do D.O.U de 17 de janeiro de 2008. Em 2008 foi instituída a primeira turma do curso, sendo realizado a partir de então vestibulares anuais para formação de novas turmas. Atualmente (2011) na IES existem duas turmas com tamanho médio de 18 alunos para as aulas teóricas e para as aulas práticas. A construção da estrutura curricular da proposta pedagógica do curso de Tecnologia em Automação Industrial da POLICAMP constitui-se de um conjunto encadeado de disciplinas teóricas e práticas cuja carga horária perfaz um total de 2.400 horas, distribuídas em 06 semestres. No decorrer dos anos (2006 a 2010) foram construídos laboratórios específicos para atender a demanda das disciplinas, contando atualmente na IES com 08 laboratórios específicos para o curso de Tecnologia em Automação Industrial. Todas estas ações e outras complementares visam atender as especificações contidas no Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI e são detalhadas na Tabela 1. Nesta Tabela são descritas as correlações entre o PDI e as ações tomadas para sua implementação no curso de Tecnologia em Automação Industrial, descritos em seu PPC. P á g i n a | 11 Tabela 1. Articulação entre gestão institucional e a gestão do curso para implementação do PDI no Curso de Tecnologia em Automação Industrial TÓPICO DO PDI* SEÇÃO NO PDI* TÓPICO DO PPC SEÇÃO DO PPC Missão Institucional 2.1.1 Ações Institucionais propostas Gestão acadêmico-administrativa 2.1.2 2.1.3 Existência e implementação do PPC 2.2.1 Dados do Curso - B. 1 Dados do Curso - B. 2 Corpo Docente – B. 2 Corpo Docente – A. 1 Corpo Docente – A. 3 Organização Didático-Pedagógica - A Organização Didático-Pedagógica - A.1 Processo de implantação e integralização dos cursos Acompanhamento e avaliação dos PPC e das atividades pedagógicas 2.2.2 Avaliação Institucional Administração acadêmica Coordenador de curso Organização acadêmico-administrativa Atenção aos discentes Atividades acadêmicas articuladas 2.3 2.4 2.4.1. 2.4.2. 2.4.3. 2.5 Corpo docente Instalações 3 4 Objetivos do Curso Perfil do Egresso Produção Científica Núcleo Docente Estruturante – NDE Colegiado de curso ou equivalente Contexto Educacional Implementação das Políticas Institucionais constantes no PDI, no âmbito do curso Dados do curso Breve histórico da IES Atuação do coordenador de curso Núcleo Docente Estruturante – NDE Colegiado de curso ou equivalente Auto-avaliação do curso Administração Acadêmica Atuação do coordenador de curso Registros Acadêmicos Atendimento ao discente Metodologia Programa de Visitas Técnicas Aulas práticas em ambiente industrial Ciclo de estudos Trabalhos multidisciplinares Interação Teoria/Prática Corpo Docente A. Instalações Gerais C. Biblioteca D. Instalações e Laboratórios específicos PÁGINA DO PPC 14 15 75 69 71 07 07 Dados do curso Dados do curso – item “e” Organização Didático-Pedagógica – A.3 Corpo Docente – A. 1 Corpo Docente – A. 3 Organização Didático-Pedagógica – A. 2 Corpo Docente - A Dados do Curso – A. 3 Instalações Físicas - B Organização Didático-Pedagógica - B. 7 Organização Didático-Pedagógica – B.5 Organização Didático-Pedagógica – B.5 Organização Didático-Pedagógica – B.5.2 Organização Didático-Pedagógica – B.5.3 Organização Didático-Pedagógica – B.5.4 Organização Didático-Pedagógica – B.5.5 Corpo Docente – B.1 Instalações Físicas – A Instalações Físicas – C Instalações Físicas – D 04 04 12 69 71 11 69 12 78 67 55 57 58 59 60 62 69 78 80 82 *Referente ao PDI: Período 2005 a 2010 2.2.3. P á g i n a | 12 2. Auto-avaliação do curso O conceito de avaliação que subsidia o curso prende-se à natureza própria desse processo que é comparar e medir os resultados produzidos com as metas estabelecidas e, a partir deles, interpretar os dados obtidos para formular juízos e tomar decisões. O Sistema de avaliação do projeto do curso abriga o projeto de avaliação interna ou autoavaliação que, de acordo com a legislação, tem como principais objetivos “produzir conhecimentos, pôr em questão os sentidos do conjunto de atividades e finalidades cumpridas pela instituição, identificar as causas dos seus problemas e deficiências, aumentar a consciência pedagógica e capacidade profissional do corpo docente e técnico-administrativo, fortalecer as relações de cooperação entre os diversos atores institucionais, tornar mais efetiva a vinculação da instituição com a comunidade, julgar acerca da relevância cientifica e social de suas atividades e produtos, além de prestar contas à sociedade.” A Avaliação Institucional é um processo imerso em aspectos ideológicos, políticos, econômicos, culturais, dentre outros. É um processo interno, configurado com padrões próprios da instituição, não tem caráter público e propósito de comparação com outras instituições. É consenso entre especialistas que a avaliação é um instrumento fundamental para todo organismo social que busque desenvolvimento e qualidade. Mais ainda para as instituições de ensino superior, cuja razão de ser encontra-se na prestação de serviços de qualidade à sociedade, buscando sempre a excelência na produção, sistematização e democratização do saber. O propósito da Avaliação Institucional é conduzir os empreendimentos humanos ao aperfeiçoamento contínuo. O Programa original de Avaliação Institucional da POLICAMP já estruturava condições para a efetivação de um sistema de auto-avaliação. As pesquisas envolvem toda a comunidade acadêmica em um esforço de diagnosticar acertos e possíveis falhas institucionais referentes aos aspectos políticos, pedagógicos, administrativos e de infra-estrutura. Este diagnóstico subsidiou um Plano de Melhorias para cada período letivo subseqüente, coordenado pela Comissão Própria de Avaliação – CPA, com vistas à melhoria da qualidade de ensino. A CPA tem como objetivos viabilizar o processo de melhoria contínua, suplantando as atividades de avaliação, conforme propõe o SINAES. Atua em atividades como diagnósticos, avaliações, ações, orientações, estabelecimento de metas e procedimentos, bem como criação de indicadores da qualidade, assumido como meta executiva por todos os segmentos institucionais, cada qual em suas especificidades. Após a vigência de cada Plano de Melhorias, sua adequação é submetida a nova avaliação para ajustes e reformulações. A Comissão propõe atividades que construam de forma conjunta os procedimentos acima estabelecidos, atuando de maneira participativa e colaborativa. Segundo Preddy, 2006 p.22 “os sistemas distribuídos exigem a utilização de processos de garantia da qualidade, pois não podem recorrer aos mecanismos de controle da qualidade fornecidos por sistemas administrativos centralizados.” A Coordenação de Curso, de posse dos dados coletados através de diferentes segmentos, estuda, propõe, gere e acompanha as ações de melhoria cabíveis e esperadas na instituição e no curso. A integração entre a CPA e a Coordenação permite a rápida captação de oportunidades de melhoria. O retorno dos resultados é feito através de: P á g i n a | 13 - Divulgação dos resultados gerais para os Cursos; - Retorno individual dos resultados, aos professores do Curso, por meio de documento contendo a análise individual do desempenho; - Reuniões com o corpo administrativo; - Reuniões com o corpo docente; - Informativo distribuído aos alunos e professores com a relação de melhorias efetivadas e a serem efetivadas. 3. Atuação do Coordenador do Curso O Coordenador de curso tem uma função de amplo espectro e alto grau de complexidade. Cabe-lhe a tarefa de favorecer a construção de uma equipe coesa, engajada e, sobretudo, convicta da viabilidade operacional das prioridades consensualmente assumidas e formalizadas na proposta de trabalho da instituição. O coordenador exerce, no espaço da autonomia que lhe foi conferida, seu papel de elemento-chave no gerenciamento do curso, o que exige ações de articulação e mobilização da equipe, tendo sempre em vista o aperfeiçoamento do fazer pedagógico na instituição. Para isso o Coordenador do curso possui, conforme descrito no Capítulo V, Artigo 35, do Regimento do IBCT as seguintes atribuições: I - coordenar os trabalhos dos membros docentes que desenvolvem aulas e atividades de ensino, pesquisa ou extensão relacionadas com o respectivo curso, sob as diretrizes do respectivo projeto pedagógico; II - supervisionar o cumprimento das atribuições de cada docente do curso dando ciência de irregularidades ao Diretor da Faculdade; III - representar o curso junto às autoridades e órgãos da Faculdade; IV - convocar e presidir as reuniões de docentes das várias áreas de estudo ou disciplinas afins que compõem o curso; V - coordenar a elaboração e sistematização das ementas, bibliografia de apoio e programas de ensino das disciplinas do currículo pleno do curso para compor o respectivo projeto pedagógico e acompanhar seu desenvolvimento; VI - compatibilizar os conteúdos programáticos necessários à formação profissional prevista no perfil do curso; VII - fomentar e incentivar a produção científica e intelectual do corpo docente; VIII - supervisionar e fiscalizar a execução das atividades programadas, bem como a assiduidade e a produção científica e intelectual dos professores, constituindo um banco de dados da mesma; IX - auxiliar na coordenação do processo de avaliação do desempenho do pessoal docente, técnico-administrativo e da infra-estrutura; X - apresentar, anualmente, ao Diretor da unidade, relatório de suas atividades e das do seu curso, bem como as indicações bibliográficas necessárias para o próximo período letivo; XI - exercer as demais atribuições que lhe sejam delegadas pelo Diretor da Faculdade, as previstas na legislação ou neste Regimento. P á g i n a | 14 B. PROJETO PEDAGÓGICO Face a grande evolução tecnológica da humanidade nos últimos 50 anos, novas especialidades profissionais surgiram e mais recentemente resultaram em novas modalidades voltadas à indústria. Dentre as mais recentes tem-se a Tecnologia em Automação Industrial, uma modalidade surgida da interação das áreas de Mecânica, Eletro/Eletrônica e Informática. Assim sendo, este Projeto Pedagógico tem como finalidade proporcionar os mecanismos e condições para o aprendizado integral do exercício profissional nas atividades relacionadas à Tecnologia em Automação Industrial, comprometidos e que exerçam de forma crítica, consciente e ética, respeitando a legislação vigente. Este Projeto Pedagógico considera também a realidade de que os problemas existentes nos ambientes corporativos não são estritamente técnicos e nem podem ser divididos em áreas puras de conhecimentos e por estes motivos está estruturado em um núcleo de disciplinas básicas, um núcleo de disciplinas profissionalizantes e um núcleo de disciplinas específicas, cujos conteúdos programáticos possuem o caráter de interdisciplinaridade, característica indispensável a um Curso de Tecnologia em Automação Industrial. O curso de Tecnologia em Automação Industrial está concebido em semestres, com as seguintes características: • Tempo de integralização previsto para três anos, divididos em seis semestres letivos; • Semestres letivos com duração de 20 semanas; • Disciplinas com carga horária presencial de 40 ou 80 horas-aula; • Carga horária total do curso é definida em 2400 horas presenciais. A atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9394/96) procura flexibilizar a organização curricular dos novos cursos superiores e estabelece ainda que os conteúdos de conhecimentos a serem desenvolvidos no decorrer do curso deverão culminar em atender ao perfil do egresso desejado, a desenvolver competências e habilidades no educando de forma que o mesmo possa atuar profissionalmente em todo território nacional, entretanto deverão ser atendidas, preferencialmente as necessidades regionais e locais (art.26 da LDB). Posto isto, um Curso de Graduação em Tecnologia em Automação Industrial sediado na cidade de Campinas, se constitui em um proposta da POLICAMP Faculdade Politécnica de Campinas às solicitações da LDB e as necessidades deste tipo P á g i n a | 15 de profissional em uma região fortemente industrializada e em franca expansão tecnológica. 1. Objetivos do Curso O curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial tem como objetivos: • • • • • • • • Preparar o profissional para planejar, supervisionar, elaborar, executar e coordenar projetos e serviços em Automação Industrial Preparar o profissional para atuar na automatização de máquinas, equipamentos, manufatura e processos industriais Preparar o profissional para efetuar a integração de sistemas eletro-pneumáticohidráulico utilizando Controladores Lógicos programáveis, Microcontroladores e Comandos Numéricos Computadorizados Preparar o profissional para desenvolver Interface Homem Máquina e sistemas supervisórios Preparar o profissional para aplicar técnicas de manufatura e processos de fabricação, para Identificar, selecionar e especificar componentes de sistemas para Automação Industrial Preparar o profissional para aplicar técnicas para a instrumentação, sensoriamento, monitoramento e aquisição de dados aplicados à Automação Industrial Prepara o profissional para atuar eticamente em equipes multidisciplinares e de forma empreendedora Formar profissionais capazes de atuar eticamente de forma empreendedora no planejamento, supervisão, elaboração, coordenação de projetos e serviços de automação industrial e na gestão de processos de produção e unidades automatizadas. Cabe ainda ao curso contribuir para a geração de propostas de desenvolvimento, com e para a comunidade local e socializar técnicas e processos inovadores e empreendedores visando valorizar e qualificar os sistemas locais de produção. O curso proporcionará o desenvolvimento do aluno com respeito à auto-iniciativa, integridade e o trabalho em equipe, o que representa o perfil básico da cidadania e da exigência do mercado, para que haja um aumento da qualidade e produtividade nas indústrias. O Tecnólogo em Automação Industrial é um profissional qualificado para atuar em diversas áreas da indústria, estando capacitado para projetar sistemas automatizados, instalar equipamentos, gerenciar processos, planejar e executar a manutenção de sistemas industriais. Este profissional será capaz de atuar na área de projetos, processos automatizados de manufatura e automatização nas áreas de manutenção dos setores industriais. Terá domínio também dos processos de controle da produção. Será capaz de utilizar os recursos da informática, como os softwares de CAD/CAM, sistemas supervisórios, CLPs e aplicativos destinados a inteligência dos processos. P á g i n a | 16 2. Perfil do Egresso O egresso do Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial poderá atuar em empresas exercendo atividades relacionadas à automação de processos de fabricação, automação de máquinas, integração de sistemas relacionados à pneumática-hidráulicaeletrônica, automatizar processos de manufatura, integração e desenvolvimento de sistemas de automação. Tendo os egressos, condições de assumir um papel de agente transformador do mercado, como empregado ou empreendedor. As principais ocupações, entre outras, a serem exercidas pelos egressos são: • • • • • • Programador de Sistema CLP Manutenção de Sistemas Automatizados Integrador de Sistemas de Automação Desenvolvedor de Sistemas para Automação de Processos Instalador de Sistemas Industriais Automatizados Desenvolvedor de Sistemas com componentes Eletro-Hidro-Pneumáticos As competências básicas que serão adquiridas de acordo com as certificações modulares no Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial são: MÓDULO I: MÓDULO BÁSICO - SEM CERTIFICAÇÃO • • • • • • • • • • • Conhecer e aplicar ferramentas de Cálculo Diferencial e Integral na Automação de máquinas e processos industriais Conhecer e aplicar lógica de programação na elaboração de algoritmos computacionais para a automação de máquinas e processos industriais Possuir raciocínio lógico e dedutivo Conhecer linguagens de programação para implementação de algoritmos computacionais Conhecer técnicas e normas aplicadas ao desenho técnico de componentes e máquinas Desenvolver Interface Homem Máquina e Sistemas Supervisórios Conhecer técnicas e os fundamentos para planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços em automação industrial Conhecer técnicas para projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados Conhecer técnicas para comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica Conhecer fundamentos de circuitos lógicos aplicados à automação de máquinas Atuar eticamente em equipes multidisciplinares MÓDULO II: INTEGRADOR DE SISTEMAS HIDRÁULICOS-PNEUMÁTICOS • Conhecer e aplicar ferramentas de Cálculo Diferencial e Integral na Automação de máquinas e processos industriais P á g i n a | 17 • • • • • • • • • • Conhecer e aplicar lógica de programação na elaboração de algoritmos computacionais para a automação de máquinas e processos industriais Possuir raciocínio lógico e dedutivo Conhecer linguagens de programação para implementação de algoritmos computacionais Desenvolver Interface Homem-Máquina e Sistemas supervisórios Conhecer técnicas para Identificar, selecionar e especificar componentes de sistemas hidro-pneumáticos para automação industrial Conhecer fundamentos de circuitos elétricos aplicados à automação de máquinas Conhecer técnicas para projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados Conhecer técnicas de desenvolvimento de projetos utilizando softwares CAD Atuar eticamente em equipes multidisciplinares Atuar de forma empreendedora MÓDULO III: INTEGRADOR DE SISTEMAS COM CLP • • • • • • • • • • Desenvolver Interface Homem Máquina e Sistemas Supervisórios Desenvolver o controle de processos utilizando CLP Conhecer técnicas de manufatura aplicada à automação industrial Conhecer técnicas para Identificar, selecionar e especificar componentes eletroeletrônicos de máquinas e sistemas para automação industrial Conhecer fundamentos de circuitos lógicos e sistemas eletrônicos analógicos e digitais aplicados à automação de máquinas Conhecer técnicas e os fundamentos para planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços em automação industrial Conhecer técnicas para projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados Conhecer máquinas elétricas para aplicações em automação industrial Atuar eticamente em equipes multidisciplinares Atuar de forma empreendedora MÓDULO IV: AUTOMAÇÃO DE PROCESSOS • • • • • • • Desenvolver Interface Homem-Máquina entre sistemas industriais Conhecer técnicas de manufatura aplicada à automação industrial Desenvolver o conhecimento computadorizados em programação para comandos numéricos Conhecer técnicas e os fundamentos para planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia de automação industrial Conhecer e aplicar técnicas de controle para a automação de máquinas e processos Conhecer técnicas para a instrumentação, sensoriamento e monitoramento Conhecer técnicas para projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados P á g i n a | 18 • • Atuar eticamente em equipes multidisciplinares Atuar de forma empreendedora MÓDULO V: INTEGRADOR DE SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO • • • • • • • • • • • • Desenvolver Interface Homem-Máquina e Sistemas Supervisórios Conhecer técnicas e os fundamentos para planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços em automação industrial Conhecer técnicas e os fundamentos para planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços em automação industrial Conhecer e aplicar técnicas de controle para a automação de máquinas e processos Conhecer técnicas para a instrumentação, sensoriamento, monitoramento e aquisição de dados Conhecer técnicas para projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados Conhecer técnicas para interligação de máquinas e processos em rede computacional industrial Conhecer máquinas elétricas para aplicações em automação industrial Conhecer técnicas de programação em robôs de porte industrial Conhecer técnicas de simulação virtual de células de fabricação contendo robôs industriais Atuar eticamente em equipes multidisciplinares Atuar de forma empreendedora MÓDULO VI: DESENVOLVEDOR DE SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO • • • • • • • • Conhecer técnicas de controle de equipamentos e máquinas através de aplicações e desenvolvimento de projetos em automação industrial Desenvolver softwares para monitoramento, supervisão e interface com o usuário. Conhecer técnicas e os fundamentos para desenvolver, elaborar e supervisionar projetos mecânicos com componentes automatizados Conhecer técnicas de uso de sistemas CAE para simulação virtual de estruturas mecânicas Desenvolver software microcontroladores e aplicações para automação industrial utilizando Conhecer técnicas para a instrumentação, sensoriamento, monitoramento e aquisição de dados Atuar eticamente em equipes multidisciplinares Atuar de forma empreendedora MÓDULO I: MÓDULO BÁSICO-SEM CERTIFICAÇÃO P á g i n a | 19 COMPETÊNCIAS UNIDADES CURRICULARES Conhecer e aplicar ferramentas de Cálculo Diferencial e Integral na Automação de máquinas e • processos industriais Conhecer e aplicar lógica de programação na elaboração de algoritmos computacionais para a • automação de máquinas e processos industriais Possuir raciocínio lógico e dedutivo • Conhecer linguagens de programação para • implementação de algoritmos computacionais Cálculo Aplicado à Automação I Lógica de Programação Lógica de Programação Linguagem e Técnicas de Programação Desenvolver Interface Homem-Máquina e • Sistemas Supervisórios Conhecer técnicas e normas aplicadas ao desenho • técnico de componentes e máquinas Conhecer técnicas e os fundamentos para planejar, • supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços em automação industrial Conhecer técnicas para comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica Conhecer fundamentos de circuitos aplicados à automação de máquinas Linguagem e Técnicas de Programação Desenho Técnico Fundamentos de Automação Industrial • Comunicação Empresarial • Circuitos Lógicos lógicos Conhecer técnicas para projetar e conduzir • experimentos e interpretar resultados Atuar eticamente em equipes multidisciplinares • Desenho Técnico I Fundamentos de Automação Industrial MÓDULO II: INTEGRADOR DE SISTEMAS HIDRÁULICOS-PNEUMÁTICOS COMPETÊNCIAS UNIDADES CURRICULARES Conhecer e aplicar ferramentas de Cálculo Diferencial e Integral na Automação de máquinas e • processos industriais Conhecer e aplicar lógica de programação na • Cálculo Aplicado à Automação II Lógica de Programação Aplicada à P á g i n a | 20 elaboração de algoritmos computacionais para a automação de máquinas e processos industriais Automação Industrial • Possuir raciocínio lógico e dedutivo Conhecer linguagens de programação para implementação de algoritmos computacionais Desenvolver Interface Homem Máquina e • • • Sistemas Supervisórios Conhecer técnicas para Identificar, selecionar e especificar componentes de sistemas hidro• pneumáticos para automação industrial Conhecer fundamentos de circuitos aplicados à automação de máquinas Lógica de Programação Aplicada à Automação Industrial Lógica de Programação Aplicada à Automação Industrial Linguagem e Técnicas de Programação para CLP Linguagem e Técnicas de Programação para CLP Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos elétricos • Conhecer técnicas para projetar e conduzir • experimentos e interpretar resultados Conhecer sistemas hidro-pneumáticos aplicados à • • automação industrial Conhecer técnicas de desenvolvimento de projetos • utilizando softwares CAD Atuar eticamente em equipes multidisciplinares • Atuar de forma empreendedora • Eletricidade e Circuitos Elétricos Projeto Temático - Projeto de Controle para Sistemas Hidro-Pneumáticos Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos Projeto Temático - Projeto de Controle para Sistemas Hidro-Pneumáticos Desenho Técnico Computador Assistido por Projeto Temático - Projeto de Controle para Sistemas Hidro-Pneumáticos Projeto Temático - Projeto de Controle para Sistemas Hidro-Pneumáticos MÓDULO III: INTEGRADOR DE SISTEMAS COM CLP COMPETÊNCIAS UNIDADES CURRICULARES Desenvolver Interface Homem-Máquina e • • Sistemas Supervisórios Desenvolver o controle de processos utilizando CLP • • • • Conhecer técnicas de manufatura aplicada à • automação industrial Conhecer técnicas para Identificar, selecionar e • Automação Industrial Projeto Temático - Controle de Processos Utilizando CLP Controladores Digitais Automação Industrial Projeto Temático - Controle de Processos Utilizando CLP Controladores Digitais Processos de Fabricação Máquinas Elétricas e Acionamentos P á g i n a | 21 especificar componentes automação industrial de sistemas para (Atuadores Elétricos) Conhecer técnicas e os fundamentos para planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e • • serviços em automação industrial Automação Industrial Controladores Digitais Conhecer fundamentos de circuitos lógicos e sistemas eletrônicos analógicos e digitais aplicados • • à automação de máquinas Eletrônica I Circuitos Digitais Conhecer técnicas para projetar e conduzir • experimentos e interpretar resultados Projeto Temático - Controle de Processos Utilizando CLP Atuar eticamente em equipes multidisciplinares • Atuar de forma empreendedora • Projeto Temático - Controle de Processos Utilizando CLP Projeto Temático - Controle de Processos Utilizando CLP MÓDULO IV: AUTOMAÇÃO DE PROCESSOS COMPETÊNCIAS Desenvolver Interface sistemas industriais UNIDADES CURRICULARES Homem-Máquina entre • • Conhecer técnicas de manufatura aplicada à • • automação industrial Desenvolver o conhecimento em programação para • comandos numéricos computadorizados • • Conhecer técnicas e os fundamentos para planejar, • supervisionar, elaborar e coordenar projetos e • serviços em automação de processos industriais • Conhecer e aplicar técnicas de controle para a • automação de máquinas e processos Conhecer técnicas para a instrumentação, sensoriamento, monitoramento e aquisição de • dados Conhecer técnicas para projetar e conduzir • • experimentos e interpretar resultados Atuar eticamente em equipes multidisciplinares • Manufatura Auxiliada por Computador Projeto Temático - Automação de Processos Manufatura Auxiliada por Computador Projeto Temático - Automação de Processos Comando Numérico Computadorizado – CNC Manufatura Auxiliada por Computador Eletrônica II Instrumentação I Sistemas de Controle I Projeto Temático - Automação de Processos Sistemas de Controle I Instrumentação I Instrumentação I Projeto Temático Processos Projeto Temático Processos - Automação de - Automação de P á g i n a | 22 Atuar de forma empreendedora • Projeto Temático Processos - Automação de MÓDULO V: INTEGRADOR DE SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO COMPETÊNCIAS Desenvolver Interface Homem-Máquina e UNIDADES CURRICULARES • Sistemas Supervisórios Projeto Temático - Integração de Sistemas para Automação Industrial Conhecer técnicas e os fundamentos para planejar, • supervisionar, elaborar e coordenar projetos e • serviços em automação industrial Sistemas de Controle II Projeto Temático - Integração de Sistemas para Automação Industrial Conhecer a estrutura e organização de sistemas • mecatrônicos e sua integração Integração de Sistemas de Automação Conhecer e aplicar técnicas de controle para a • automação de máquinas e processos • Sistemas de Controle II Instrumentação II Conhecer técnicas para a instrumentação, sensoriamento, monitoramento e aquisição de • • dados Sistemas de Controle II Instrumentação II Conhecer técnicas para projetar e conduzir • • experimentos e interpretar resultados Conhecer técnicas para interligação de máquinas e • processos em rede computacional industrial Conhecer máquinas elétricas para aplicações em automação industrial • Sistemas de Controle II Projeto Temático - Integração de Sistemas para Automação Industrial Redes de Comunicação Industrial Máquinas Elétricas (Atuadores Elétricos) Conhecer técnicas de programação em robôs de • porte industrial Robótica Industrial Conhecer técnicas de simulação virtual de células • de fabricação contendo robôs industriais Robótica Industrial Atuar eticamente em equipes multidisciplinares • Atuar de forma empreendedora • e Acionamentos Projeto Temático - Integração de Sistemas para Automação Industrial Projeto Temático - Integração de Sistemas para Automação Industrial P á g i n a | 23 MÓDULO VI: DESENVOLVEDOR DE SISTEMAS PARA AUTOMAÇÃO COMPETÊNCIAS UNIDADES CURRICULARES Conhecer técnicas de controle de equipamentos e máquinas através de aplicações e desenvolvimento • de projetos em automação industrial Desenvolver softwares para monitoramento, • supervisão e interface com o usuário. Conhecer técnicas e os fundamentos para • desenvolver, elaborar e supervisionar projetos • • mecânicos com componentes automatizados Controle de Processos Sistemas Supervisórios Resistência dos Materiais Elementos de Máquinas Projeto Temático Desenvolvimento de Projetos para Automação Industrial Conhecer técnicas de uso de sistemas CAE para • simulação virtual de estruturas mecânicas Projeto Auxiliado por Computador desenvolver software e aplicações para automação • industrial utilizando microcontroladores Microcontroladores Conhecer técnicas para a instrumentação, sensoriamento, monitoramento e aquisição de • • dados Sistemas de Controle II Instrumentação II Atuar eticamente em equipes multidisciplinares • Atuar de forma empreendedora • 2.1. Projeto Temático Desenvolvimento de Projetos para Automação Industrial Projeto Temático Desenvolvimento de Projetos para Automação Industrial PERFIL PROFISSIONAL E MERCADO DE TRABALHO O egresso do Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial poderá atuar em empresas exercendo atividades relacionadas à automação de processos de fabricação, automação de máquinas, integração de sistemas relacionados à pneumática-hidráulicaeletrônica, automatizar processos de manufatura, integração e desenvolvimento de sistemas de automação. Tendo os egressos, condições de assumir um papel de agente transformador do mercado, como empregado ou empreendedor. As principais ocupações, entre outras, a serem exercidas pelos egressos são: • • • • • • Programador de Sistema CLP Manutenção de Sistemas Automatizados Integrador de Sistemas de Automação Desenvolvedor de Sistemas para Automação de Processos Instalador de Sistemas Industriais Automatizados Desenvolvedor de Sistemas com componentes Eletro-Hidro-Pneumáticos P á g i n a | 24 2.2. MERCADO DE TRABALHO Nos últimos anos o mundo tem sofrido grandes transformações econômicas e sociais, principalmente, pela introdução de novas tecnologias e o estabelecimento de uma nova ordem nos mercados mundiais, a chamada “globalização dos mercados”. Essas transformações mundiais exigem novos padrões de qualidade que, naturalmente, exigem maior qualificação do pessoal produtivo e gerencial. Nesse sentido, o Brasil necessita investir maciçamente na modernização do parque industrial, visando manter a competitividade de seus produtos e serviços no cenário mundial. Inserida e atuante nestas mudanças, a Tecnologia em Automação Industrial, tem a finalidade de buscar e integrar as novas tecnologias com o homem e seus ambientes sócio econômicos, vislumbrando-se assim um mercado bastante promissor. No País, os Tecnólogos em Automação Industrial vêm, sobretudo, realizando a implantação de novos sistemas visando atender aos cada vez mais exigentes padrões da qualidade e produtividade, atuando em todas as atividades industriais, agrícolas e comerciais. Neste contexto, o Tecnólogo em Automação Industrial é componente fundamental no desenvolvimento de novos sistemas em todos os ramos da atividade econômica e empresarial, assegurando posição de destaque principalmente nas organizações industriais. 2.3. CAMPOS DE ATUAÇÃO De um modo geral, o mercado profissional da Tecnologia em Automação Industrial tem crescido até mesmo quando ocorrem crises em alguns setores da indústria nacional. Os campos de atuação de Tecnologia em Automação Industrial são as empresas automobilísticas, siderúrgicas, de mecânica fina, de conformação mecânica, transformação, agro-industriais, químicas, de desenvolvimento de softwares para automação e controle, ou seja, mais notadamente as empresas que fazem uso da tecnologia para melhorar seus processos e produtos. Nessas empresas o Tecnólogo em Automação Industrial poderá trabalhar em diversas atividades, entre as quais projetos assistidos por computador, robótica, supervisão, e manutenção. Com os conhecimentos adquiridos no curso, o profissional poderá propor soluções inovadoras para os problemas que constantemente surgem em um mercado em progressiva transformação. Este profissional estará em perfeitas condições para ser absorvido pelo crescente e diversificado parque industrial e produtivo, da maioria das regiões brasileiras, empresas estas que exigem cada vez mais uma formação com maior direcionamento e especialização, que se adapte com rapidez, através de sua formação ao modelo de crescimento da indústria nacional. P á g i n a | 25 3. Estrutura Curricular 3.1. Flexibilidade Curricular O Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial está dividido em seis módulos independentes totalizando 2400 Horas, conferindo as seguintes certificações: • Módulo I: Módulo Básico: sem certificação • Módulo II: Integrador de Sistemas Hidráulicos-Pneumáticos • Módulo III: Integrador de Sistemas com CLP • Módulo IV: Automação de Processos • Módulo V: Integrador de Sistemas de Automação • Módulo VI: Desenvolvedor de Sistemas para Automação O Módulo I é básico, sendo de efetivação inicial e obrigatória e não confere certificação. Sequencialmente o discente pode cursar um dos seguintes módulos: Módulos II, Módulos III, Módulos IV e Módulo V em qualquer ordem. O módulo VI poderá ser cursado somente após o aluno ter cursado o Módulo V. O Fluxograma 1 apresentado em anexo mostra as alternativas de percurso para a formação em Tecnologia em Automação Industrial. Fluxograma 1 – Fluxo de possibilidades para a formação no curso de Tecnologia em Automação Industrial. P á g i n a | 26 A terminalidade dos Módulos I e II confere ao discente a certificação intermediária de Integrador de Sistemas Hidráulicos-Pneumáticos. A terminalidade dos Módulos I e III confere ao discente a certificação intermediária de Integrador de Sistemas com CLP. A terminalidade dos Módulos I e IV confere ao discente a certificação intermediária de Automação de Processos. A terminalidade dos Módulos I e V confere ao discente a certificação intermediária de Integrador de Sistemas de Automação. A terminalidade dos Módulos I e VI confere ao discente a certificação intermediária de Desenvolvedor de Sistemas para Automação. O percurso de formação alternativo só se concretizará quando todos os módulos do curso estiverem em funcionamento. A conclusão dos 6 Módulos confere o diploma de curso: Superior de Tecnologia em Automação Industrial. O aluno regular poderá determinar o percurso de sua formação do curso, desde que exista vaga disponível na turma, que deve ter no máximo 50 alunos. Os alunos não regulares que tiverem interesse em cursar alguma unidade curricular, poderão requerer a matrícula P á g i n a | 27 desde que exista a disponibilidade de vaga, levando em consideração o número máximo de 50 alunos por turma. Os alunos com disciplinas cursadas e aprovadas em Cursos Superiores da Faculdade Politécnica de Campinas - POLICAMP e de outras instituições de Ensino Superior poderão requerer análise curricular com fins a dispensa de disciplinas. As dispensas são efetuadas segundo regulamento próprio da faculdade. Os alunos que se mostrarem proficientes em algum conteúdo devido a estudos anteriores, conhecimentos práticos comprovados, experiência profissional e etc. poderão realizar teste de proficiência com objetivo de dispensa de disciplina. As disciplinas que poderão ser eliminadas via teste de proficiência são definidas pelo coordenador do curso em cada período letivo. O teste de proficiência segue regulamento próprio definido pelos órgãos colegiados da faculdade. Os alunos provenientes por meio de transferência de outros cursos da faculdade e de outras instituições de ensino superior serão submetidos a análise curricular, sendo elaborado um plano de estudos para adaptação do aluno ao currículo do curso. 3.2 Projeto Temático O Projeto do Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial da Policamp está centrado na metodologia de Projeto Temático visando romper com a atomicidade do processo de ensino/aprendizagem centrada em unidades curriculares independentes e dissociadas. A metodologia Projeto Temático que estamos implementando no Curso consiste em introduzir na grade curricular tradicional um elemento gestor de caráter integrador capaz de propiciar o desenvolvimento de atividades interdisciplinares, utilizando técnicas empregadas no desenvolvimento de projetos de engenharia. Este elemento gestor é uma nova disciplina curricular, chamada Projeto Temático, onde as disciplinas do semestre corrente devem integrar-se concorrentemente. Para cada semestre a Coordenação do Curso e o Corpo Docente definem um tema e especificam um projeto que será executado na disciplina Projeto Temático, cuja execução manifeste a necessidade curricular de todas as disciplinas já cursadas pelos alunos e principalmente pelas disciplinas do semestre corrente, ou seja, que tenha proximidade programática com o conteúdo curricular disciplinar corrente, de tal forma que o aluno possa adquirir novas competências e habilidades. No contexto do projeto temático, as disciplinas apresentam-se como colaboradoras diretas na metodologia, execução e gestão do aprendizado. Existe forte acoplamento técnico entre os saberes e sua aplicação para a resolução d os problemas, constituindo-se um processo iterativo e recorrente. Todo este processo é dinâmico, exigindo vários feedbacks avaliativos e corretivos, o que desencadeia a necessidade de soluções alternativas não incorporadas nas bases tecnológicas curriculares das disciplinas deste semestre, sendo comum a apresentação, por parte dos alunos, de soluções buscadas nas experiências em indústrias. P á g i n a | 28 Desta forma os conteúdos curriculares são tratados de forma integrada com interação direta das disciplinas e seus currículos e o aluno são o agente operacional do processo executivo e desenvolvimento do aprendizado. 3.3. Grade Curricular DISCIPLINAS CARGA HORÁRIA 1º Semestre - SEM CERTIFICAÇÃO Teoria Prática Total 01. Cálculo Aplicado à Automação I 40 40 80 02. Lógica de Programação 20 20 40 03. Linguagem e Técnicas de Programação 40 40 80 04. Fundamentos de Automação Industrial 20 20 40 05. Circuitos Lógicos 20 20 40 06. Desenho Técnico 40 40 80 07. Optativa (*) 20 20 40 TOTAL 200 200 400 2º Semestre - INTEGRADOR DE SISTEMAS HIDRÁULICOS-PNEUMÁTICOS Teoria Prática Total 08. Cálculo Aplicado à Automação II 40 40 80 09. Eletricidade e Circuitos Elétricos 40 40 80 10. Lógica de Programação Aplicada à Automação Industrial 20 20 40 11. Linguagem e Técnicas de Programação para CLP 20 20 40 12. Desenho Técnico Assistido por Computador 40 40 80 13. Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos 40 40 80 80 80 280 480 14. Projeto Temático - Projeto de Controle para Sistemas Hidro-Pneumáticos TOTAL 200 3º Semestre - INTEGRADOR DE SISTEMAS COM CLP Teoria Prática Total 15. Eletrônica I 40 40 80 16. Automação Industrial 40 40 80 17.Controladores Digitais 40 40 80 P á g i n a | 29 18. Circuitos Digitais 40 40 80 19. Processos de Fabricação 40 40 80 100 100 300 500 20. Projeto Temático - Controle de Processos Utilizando CLP TOTAL 200 4º Semestre - AUTOMAÇÃO DE PROCESSOS Teoria Prática Total 21. Eletrônica II 40 40 80 22. Instrumentação I 40 40 80 23. Sistemas de Controle I 40 40 80 24. Manufatura Auxiliada por Computador 40 40 80 25. Comando Numérico Computadorizado - CNC 40 40 80 100 100 300 500 26. Projeto Temático - Automação de Processos TOTAL 200 5º Semestre - INTEGRADOR DE SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO Teoria Prática Total 27. Instrumentação II 40 40 80 28. Máquinas Elétricas e Acionamentos (Atuadores Elétricos) 40 40 80 29. Sistemas de Controle II 40 40 80 30. Robótica Industrial 40 40 80 31. Redes de Comunicação Industrial 40 40 80 100 100 300 500 32. Projetos Temáticos - Integração de Sistemas para Automação Industrial TOTAL 200 6º Semestre - DESENVOLVEDOR DE SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO Teoria Prática Total 33. Controle de Processos 40 40 80 34. Sistemas Supervisórios 20 20 40 35. Resistência dos Materiais 20 20 40 36. Elementos de Máquinas 40 40 80 37. Projeto Auxiliado por Computador 40 40 80 P á g i n a | 30 38. Microcontroladores 40 40 80 100 100 TOTAL 200 300 500 TOTAL GERAL = 1200 1680 2880 TOTAL GERAL (EM HORAS) = 1000 1400 2400 39. Projeto Temático – Desenvolvimento de Projetos para Automação Industrial (*) Disciplinas Optativas: Matérias complementares ao curso de Tecnologia em Automação Industrial, com carga horária de 40 h, destinadas a agregar um maior conhecimento ao aluno em áreas de menor grau específico, entretanto, de extrema importância para a formação de um futuro profissional com visão multidisciplinar, diferencial cada vez mais necessário para o mercado de trabalho. Para a conclusão do curso de Tecnologia em Automação Industrial o aluno deve cumprir ao menos uma disciplina referente à lista de Disciplinas Optativas no 1º. semestre, apresentadas a seguir: Libras 20 20 40 Comunicação Empresarial 20 20 40 4. Conteúdos Curriculares 1o Semestre Cálculo Aplicado à Automação I – 80 ha O Objetivo desta disciplina é desenvolver no aluno a capacidade na resolução de problemas envolvendo funções, derivação e integração. Ementa Funções. Limites. Derivadas. Aplicações de derivadas para determinação do Máximo e de mínimo. Gráficos de funções. Integral. Técnicas de Integração. Bibliografia Básica LEITHOLD, Louis. O Cálculo com geometria Analítica. 3. ed. São Paulo : HARBRA, 2 v 1994. STEWART, J. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001. 1v SIMMONS, G.F. Cálculo com geometria analítica. 2. ed. S.Paulo: Pearson, 2005 Bibliografia Complementar P á g i n a | 31 RUGGIERO, M.A.G., LOPES, V.L.R. Cálculo numérico: computacionais. 2ºed. São Paulo: Makron Books, 1996 aspectos teóricos e LARSON, R.E. et alli. Cálculo com Geometria Analítica. 5ºed. RJ, vol. 2, ed. LTC, 1998 STEINBRUCH, A., WINTERLE, P. Geometria Analítica. 2ºed. São Paulo: McGraw-Hill, 1987 FLEMMING, Marília Diva; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A: funções, limite, derivação, integração. 5.ed. São Paulo: Pearson Makron, 1992 GLEASON, Andrew M.; MCCALLU, Willian G.; HUGHES-HALLETT, Deborah. Cálculo de uma variável. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC- Livros técnicos e científicos Editora S/A, 2004. Fundamentos de Automação Industrial – 40 ha Esta disciplina tem como objetivo apresentar os conceitos básicos de Automação Industrial, ressaltando as aplicações e áreas de atuação do profissional. Ementa O profissional de Automação. Áreas de Atuação. Perfil da Formação do Tecnólogo em Automação. Introdução aos elementos básicos dos sistemas de manufatura. Automação de manufatura. Controladores Lógico Programáveis. Redes de comunicação. Controle numérico. Planejamento da manufatura. CAD. Manufatura Integrada e Flexível. Bibliografia Básica BAZZO, W.A., PEREIRA, L.T.V. Introdução à Engenharia. 6ª Ed. Florianópolis: Ed. UFSC, 2003. SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo, Cortez, 1996. ALBERTAZZI JR, Armando. Fundamentos de metrologia científica e industrial. Barueri: Manole, 2008 Bibliografia Complementar CRESPO, A. A. Estatística fácil. São Paulo: Saraiva, 2002. MORAES, Cícero Couto de. Engenharia de automação industrial. 2.ed. RJ: LTC, 2007. ALVES, Jose Luiz Loureiro. Instrumentação, controle e automação de processos. RJ: LTC, 2005 SILVEIRA, Paulo R. da. Automação e controle discreto. 9ed. SP: Érica, 2009 DORF, Richard C. Sistemas de controle modernos. 8.ed. RJ: LTC, 2001 Lógica de Programação – 40 ha Apresentar aos alunos os componentes básicos de lógica de programação de alto nível. Ementa P á g i n a | 32 Noção de algoritmo, dado, variável, instrução e programa. Construções básicas: atribuição, leitura e escrita. Estruturas de controle: seqüência, seleção e iteração. Estruturas de Repetição. Tipos de dados escalares: inteiros, reais, caractere, intervalos e enumerações. Tipos estruturados básicos: vetores, matrizes registros e Strings. Subprogramas: funções, procedimentos. Bibliografia Básica FORBELLONE, André Luiz Villar, EBERSPACHER, Henri Frederico. Lógica de programação: a construção de algoritmos e estruturas de dados. São Paulo: Makron, 177 p, 1993. MANZANO, J. A. N. G.. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de computadores. 11. ed. São Paulo: Érica, 236p, 2001.. BLOCH, S. Excel para engenheiros e cientistas. LTC, 2000 PREISS, Bruno R.. Estrutura de dados e algoritmos: padrões de projetos orientados a abjeto com Java. Tradução: Elizabeth Ferreira. Rio de Janeiro: Campus, 2000. Bibliografia Complementar VELOSO, P.A.S. Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: Campus, 1983 SALIBA, Walter Luiz Caram. Técnicas de programação : uma abordagem estruturada. São Paulo : Makron, 1993. 141 p. SILVA, M.G. Informática/Excel 2000, Acess 2000, Powerpoint 2000. SP. Èrica, 2000 JORGE, M. Microsoft Office excel 2003 – passo a passo. Ed. Pearson Brasil, 2004. SOUZA, Marco Antonio Furlan, et al. Algoritmos e lógica de programação. São Paulo: Thomson Learning, 2006. Linguagem e Técnicas de Programação – 80 ha Apresentar aos alunos os componentes básicos presentes nos linguagens de programação de alto nível. Ementa Implementação de Algoritmos. Linguagem de Programação. Tipos de dados. Variável. Ambiente de Programação. Sintaxe e Semântica. Implementação de estruturas para atribuição, leitura e escrita de dados, implementação de estruturas de controle, estruturas de repetição. Tipos estruturados básicos: vetores, matrizes registros e Strings. Subprogramas: funções, procedimentos. Bibliografia Básica FORBELLONE, André Luiz Villar, EBERSPACHER, Henri Frederico. Lógica de programação : a construção de algoritmos e estruturas de dados. São Paulo : Makron, 1993. 177 p MANZANO, J. A. N. G.. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de computadores. 11. ed. São Paulo: Érica, 2001. 236p. BLOCH, S. Excel para engenheiros e cientistas. LTC, 2000 P á g i n a | 33 PREISS, Bruno R.. Estrutura de dados e algoritmos: padrões de projetos orientados a abjeto com Java. Tradução: Elizabeth Ferreira. Rio de Janeiro: Campus, 2000. Bibliografia Complementar VELOSO, P.A.S. Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: Campus, 1983 SALIBA, Walter Luiz Caram. Técnicas de programação : uma abordagem estruturada. São Paulo : Makron, 1993. 141 p. SILVA, M.G. Informática/Excel 2000, Acess 2000, Powerpoint 2000. SP. Èrica, 2000 JORGE, M. Microsoft Office excel 2003 – passo a passo. Ed. Pearson Brasil, 2004. SOUZA, Marco Antonio Furlan, et al. Algoritmos e lógica de programação. São Paulo: Thomson Learning, 2006 Circuitos Lógicos – 40 ha Tornar o aluno apto a utilizar diferentes sistemas de numeração. Tornar o aluno apto a utilizar a álgebra booleana para expressão de funções lógicas. Capacitar o aluno nos projetos de circuitos combinacionais e seqüenciais. Permitir que o aluno empregue os circuitos integrados comerciais no projeto de circuitos lógicos. Ementa Sistemas Numéricos. Operações Aritméticas. Introdução à Álgebra Booleana. Portas Lógicas. Simplificação de Circuitos. Circuitos Combinacionais. Circuitos Combinacionais Dedicados. Circuitos Seqüenciais. Famílias Lógicas. Multivibradores Monoestáveis e Astáveis. Bibliografia Básica IDOETA E CAPUANO. Elementos de Eletrônica Digital. 31ª Edição. São Paulo: Érica, 2000 TOCCI, Ronald J. Sistemas digitais. 8.ed. SP: Prentice Hall, 2003 BOYLESTAD, Robert L. Dispositivos eletrônicos e teoria dos circuitos. 8.ed. SP: Prentice Hall, 2004 Bibliografia Complementar TOCCI E WIDMER. Sistemas Digitais: princípios e Aplicações. 8.ed. SP: LTC, 2000 ERCEGOVAC, LANG E MORENO. Introdução aos Sistemas digitais. 1ª Edição. Porto Alegre: Bookman, 2000. ALBUQUERQUE, Rômulo Oliveira. Análise e simulação de circuitos no computador: EWB5. SP: Erica, 2001 WIRTH, Almir. Eletricidade e eletrônica básica. 2.ed. RJ: Alta Books, 2007. LOURENÇO, Antonio Carlos de et al. Circuitos digitais: eletrônica digital. 6.ed. SP: Erica, 1996 Desenho Técnico – 80 ha P á g i n a | 34 Tornar o aluno apto para efetuar a leitura de desenhos técnicos de máquinas e equipamentos. Ementa Normas e convenções. Construções geométricas. Representações de um sólido no plano bidimensional. Projeções ortogonais segundo ABNT. Cortes, secções e interseções. Bibliografia Básica MAGUIRE, D.E. e SIMMONS, C.H. Desenho Técnico: Problemas e Soluções Gerais de Desenho. Hemus. 2004. 257 p MANFE, Giovanni; POZZA, Rino; SCARATO, Giovanni. Desenho Técnico Mecânico: Curso completo - vol. 1. Hemus. 2004 PAGE-JONES, Meilir. Fundamentos do desenho orientado a objeto com UML. Tradução: Celso Roberto Paschoa. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2001 Bibliografia Complementar JONES, F. Manual técnico para desenhistas e projetistas de máquinas. SP: Hemus FRENCH, T.E. Desenho técnico. Porto Alegre: Globo, 1979 SILVA, Arlindo. RIBEIRO, Carlos Tavares ; DIAS, Joao; SOUSA, Luis. Desenho técnico moderno. 4. ed. Rio de Janeiro.: LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora S/A, 2006. NBR6158 – Sistemas de tolerâncias e ajustes NBR6409 – Tolerâncias geométricas NBR8196 - Emprego de escalas NBR8402 – Execução de caracter para escrita em desenho técnico NBR8403 – Aplicação de linhas em desenhos NBR8404 – Indicação do estado de superfícies em desenhos técnicos NBR9964 – Linhas e símbolos de estruturas navais NBR10592 – Zíper NBR12298 – Representação de área de corte por meio de hachuras em desenho técnico NBR13104 – Representação de entalhado em desenho técnico NBRISO10209-2 – Máquinas e equipamentos mecânicos NBRISO2768-1 – Tolerâncias – parte 1 NBRISO2768-21 – Tolerâncias – parte 2 (*) Disciplinas Optativas: Libras Ementa P á g i n a | 35 Noções de língua portuguesa e lingüística. Parâmetros em libras. Noçõe slinguísticas de libras. Sistema de transcrição; Tipos de frases em libras. Incorporação de negação, teoria de tradução e interpretação. Classificadores de Libras. Técnicas de tradução da libras/português.Técnicas de tradução de português/libras. Bibliográfica Básica: LIBRASKARNOPP e QUADROS. Língua de Sinais Brasileira. Porto Alegre: Artmed, 2004. CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkíria Duarte. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngüe da Língua de Sinais Brasileira, Volume I: Sinais de A a L. 3 ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2001. SKLIAR, Carlos (org). Atualidade da educação bilíngüe para surdos. Texto: A localização política da educação bilíngüe para surdos. Porto Alegre, Mediação, 1999. Bibliografia Complementar: LIBRASQUADROS, R. M. de & KARNOPP, L. B. Língua de sinais brasileira: Estudos lingüísticos. Porto Alegre. Artes Médicas. 2004. LODI, Ana C B (org.); et al. Letramento e minorias. Porto Alegre: Mediação, 2002. BOTELHO, Paula. Segredos e Silêncios na Educação dos Surdos. Belo Horizonte: Autêntica.1998. SKLIAR, Carlos. Surdez: Um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Mediação, 1997. BARBOZA, H. H. e MELLO, A.C.P. T. O surdo, este desconhecido. Rio de Janeiro, Folha Carioca, 1997. Comunicação Empresarial – 40 ha Tornar o aluno apto a interpretar e desenvolver relatórios técnicos. Ementa O resumo. Comunicações empresariais. O texto argumentativo. Prática de leitura e produção de textos. Bibliografia Básica FIORIN, J. L.; SAVIOLI, F.P. Para entender o texto: leitura e redação. 3. ed. São Paulo: Ática, 1991. FIORIN, J. L.; SAVIOLI, F.P. Lições de texto: leitura e redação. 4. ed. São Paulo: Ática, 1999 ANDRADE, M. M; HENRIQUES, A. Língua portuguesa: noções básicas para cursos superiores. São Paulo: Atlas, 1999. Bibliografia Complementar MEDEIROS, João Bosco. Redação Empresarial. São Paulo: Ed. Atlas, 1998 P á g i n a | 36 PASQUALE NETO, C. & ULISSES, I. Gramática da língua portuguesa, 6ºed. SP, ed. Scipione, 2003 BARBOSA, Severino Antônio M. Redação: Escrever é desvendar o mundo. Campinas: Papirus, 2003 BLIKSTEIN, I. Técnicas de comunicação escrita. São Paulo: Ática, 1998. CIPRO NETO, Pasquale ; INFANTE, Ulisses. Gramática da língua portuguesa. 2 ed. São Paulo: Scipione. 2003 2o Semestre Cálculo Aplicado à Automação II – 80 ha Desenvolver a capacidade do aluno na resolução de problemas envolvendo diferenciação e integração de funções de várias variáveis, com aplicações a problemas de automação industrial. Ementa Funções de várias variáveis. Derivadas parciais, diferenciais, derivada direcional, máximos mínimos. Integral dupla. Coordenadas polares. Equações diferenciais ordinárias. Introdução a Séries. Bibliografia Básica STEINBRUCH, A., WINTERLE, P. Geometria Analítica. 2ºed. São Paulo: McGraw-Hill, 1987 LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo : HARBRA, 1994. 2 v. STEWART, J. Cálculo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001. 2v Bibliografia Complementar LARSON, R.E. et alli. Cálculo com Geometria Analítica.vol.2. RJ, ed. LTC, 1998 SIMMONS, G.F. Cálculo com geometria analítica. 2. ed. S.Paulo: Pearson, 2005 GLEASON, Andrew M.; MCCALLU, Willian G.; HUGHES-HALLETT, Deborah. Cálculo de uma variável. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC- Livros técnicos e científicos Editora S/A, 2004. GONCALVES,Mirian Buss . Calculo B. São Paulo: Pearson Makron Books, 1999 HUGHES-HALLETT, Deborah; GLEASON, Andrew M.; LOCK, Patti Frazer; FLATH, Daniel E. Cálculo e aplicações. Tradução: Elza F. Gomide. São Paulo: Edgard Blucher, 1999. Eletricidade e Circuitos Elétricos – 80 ha P á g i n a | 37 Apresentar ao aluno os conceitos fundamentais de Eletricidade e Circuitos Elétricos. Fazer com que o aluno seja capaz de interpretar diagramas elétricos. Tornar o aluno apto a entender e resolver circuitos elétricos básicos de corrente contínua e alternada, bem como suas aplicações na área de Eletrônica. Ementa Fundamentos de Eletricidade: Energia, Trabalho, Força, Potencial Elétrico, Carga Elétrica e Campo Elétrico. Símbolos Gráficos e Diagramas Elétricos. Diferença de Potencial. Corrente Elétrica. Resistência. Lei de Ohm. Circuitos Série e Paralelo. Baterias. Leis de Kirchoff. Teoremas de Thevenin e Norton. Capacitância. Fundamentos de Magnetismo. Corrente Alternada. Indutância. Geradores e Motores CC e CA. Transformadores. Sistemas Trifásicos. Bibliografia Básica JOHNSON, D. E., HILBURN, J. L., JOHNSON, J. R. Fundamentos de análise de circuitos elétricos. LTC. 2001 EDMINISTER Joseph. Circuitos elétricos. 4.ed. Porto Alegre: Bookman, 2005 SCHAUM, Milton Gussow. Eletricidade básica. 2.ed. SP: Pearson, 1997 Bibliografia Complementar DORF, Richard C. Introdução aos Circuitos elétricos. LTC. 5a Ed. 2003 IRWIN, J. David. Introdução a Analise de Circuitos Elétricos.2005 MARKUS, Otávio. Circuitos elétricos: corrente contínua e corrente alternada. 7.ed. SP: Erica, 2007. WIRTH, Almir. Eletricidade e eletrônica básica. 2.ed. RJ: Alta Books, 2007 CAPUANO, Francisco Gabriel. Laboratório de eletricidade e eletrônica: teoria e prática. 23.ed. SP: Erica, 2007. Lógica de Programação Aplicada à Automação Industrial – 40 ha Apresentar aos alunos os componentes básicos de lógica de programação aplicados ao desenvolvimento de aplicações para Automação Industrial Ementa Algoritmos para desenvolvimento de Interface e sistemas Supervisórios. Sistemas de Arquivos. Comunicação em rede de computadores e equipamentos. Bibliografia Básica FORBELLONE, André Luiz Villar, EBERSPACHER, Henri Frederico. Lógica de programação : a construção de algoritmos e estruturas de dados. São Paulo : Makron, 1993. 177 p MANZANO, J. A. N. G.. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de computadores. 11. ed. São Paulo: Érica, 2001. 236p. PREISS, Bruno R.. Estrutura de dados e algoritmos: padrões de projetos orientados a abjeto com Java. Tradução: Elizabeth Ferreira. Rio de Janeiro: Campus, 2000. P á g i n a | 38 Bibliografia Complementar VELOSO, P.A.S. Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: Campus, 1983 SALIBA, Walter Luiz Caram. Técnicas de programação : uma abordagem estruturada. São Paulo : Makron, 1993. 141 p. SILVA, M.G. Informática/Excel 2000, Acess 2000, Powerpoint 2000. SP. Èrica, 2000 JORGE, M. Microsoft Office excel 2003 – passo a passo. Ed. Pearson Brasil, 2004. SOUZA, Marco Antonio Furlan, et al. Algoritmos e lógica de programação. São Paulo: Thomson Learning, 2006. Linguagem e Técnicas de Programação para CLP– 40 ha Proporcionar ao aluno uma introdução à programação de CLPs e capacitá-lo a desenvolver software utilizando linguagens específicas. Ementa Fundamentos de Programação para CLP. Diagramas Lógicos. Introdução à Linguagem de programação LADDER. Ambiente de Programação. Sintaxe e Semântica. Implementação de estruturas para atribuição, estruturas de entrada e saída, contadores, estruturas de controle, estruturas de repetição, temporizadores. Bibliografia Básica GEORGINI, M. Automação Aplicada: descrição e implementação de sistemas seqüenciais com PLCs. Ed. Érica, 2001. ALVES, Jose Luiz Loureiro. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. Rio de Janeiro: LTC, 2005. MANZANO, J. A. N. G.. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de computadores. 11. ed. São Paulo: Érica, 2001. 236p. Bibliografia Complementar VELOSO, P.A.S. Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: Campus, 1983. SALIBA, Walter Luiz Caram. Técnicas de programação : uma abordagem estruturada. São Paulo : Makron, 1993. 141 p. NATALE, Ferdinando. Automação industrial. brasileira de tecnologia). São Paulo, ed. Érica, 1995. (Serie SILVEIRA, Paulo Rogério da, SANTOS, Winderson E. dos. discreto. São Paulo, 4a ed. Érica. 2002. Automação e controle CASTRUCCI, Plínio de Lauro; MORAES, Cícero Couto. Engenharia de automação Industrial. LTC. 2001 Desenho Assistido por Computador – 80 ha P á g i n a | 39 Esta disciplina tem como objetivo capacitar o aluno a desenvolver desenho técnico utilizando ferramentas computacionais Ementa Utilização sistemas CAD. Geração de sólidos. Geração de desenhos de engenharia e de fabricação a partir de sólidos. Geração de desenhos de conjunto e montagens. Introdução à um programa computacional de desenho; Desenho de elementos de máquinas; Desenho de conjunto; Detalhamento de conjunto; Modelamento. Bibliografia Básica: MAGUIRE, D.E. e SIMMONS, C.H. Desenho Técnico: Problemas e Soluções Gerais de Desenho. Hemus. 2004. 257 p MANFE, Giovanni; POZZA, Rino; SCARATO, Giovanni. Desenho Técnico Mecânico: Curso completo - vol. 1. Hemus. 2004 PAGE-JONES, Meilir. Fundamentos do desenho orientado a objeto com UML. Tradução: Celso Roberto Paschoa. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2001 Bibliografia Complementar JONES, F. Manual técnico para desenhistas e projetistas de máquinas. SP: Hemus v. 2 FRENCH, T.E. Desenho técnico. Porto Alegre: Globo, 1979 SILVA, Arlindo. RIBEIRO, Carlos Tavares ; DIAS, Joao; SOUSA, Luis. Desenho técnico moderno. 4. ed. Rio de Janeiro.: LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora S/A, 2006. ASSOCIACAO BRASILEIRA DE NORMAS TECNICAS – ABNT. Desenho técnico: representação de símbolos aplicados a tolerâncias geométricas: proporções e dimensões. NBR 14699. Rio de Janeiro: ABNT, 2001. ASSOCIACAO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. Cotagem em desenho técnico. NBR 10126. Rio de Janeiro: ABNT, 1987 Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos – 80 ha Esta disciplina tem como objetivo fornecer os conceitos de Hidráulica e Pneumática necessários para o projeto e dimensionamento de circuitos hidráulicos e pneumáticos. Ementa Conceitos de Hidráulica e Pneumática. Bombas e Motor Hidráulico. Tubulações. Válvulas. Acumuladores. Circuitos Hidráulicos. Produção e Distribuição do Ar Comprimido. Atuadores Pneumáticos. Circuitos Pneumáticos. Bibliografia Básica FIALHO, A.B. Automação Hidráulica: projetos, dimensionamento e análise de circuitos. Érica. 2002, 260 P ALVES, Jose Luiz Loureiro. Instrumentação, controle e automação de processos. RJ: LTC, 2005 P á g i n a | 40 FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação pneumática: projetos, dimensionamento e análise de circuitos. 5.ed. SP: Erica, 2007 Bibliografia Complementar STEWART, Harry L. Pneumática e hidráulica. 3. ed. são Paulo : Hemus. 481 p BONACORSO, N.G. Automação eletropneumática. 3 ed. Érica. 1997 CAPELLI, Alexandre. Automação industrial: controle do movimento e processos contínuos. 2.ed. SP: Érica, 2007. NATALE, Ferdinando. Automação industrial. SP: Erica, 2008. BEGA, Egidio Alberto. Automação industrial. 2.ed. RJ: Interciência, 2006 Projeto Temático - Projeto de Controle para Sistemas Hidráulicos-Pneumáticos – 80 ha Permitir ao aluno o desenvolvimento de aplicações utilizando dispositivos hidropneumáticos-mecanismos. Ementa Desenvolvimento de Aplicações Hidráulica e Pneumática Bombas e Motores, Tubulações, Válvulas, Acumuladores. utilizando Atuadores, Bibliografia Básica FIALHO, A.B. Automação Hidráulica: projetos, dimensionamento e análise de circuitos. Érica. 2002, 260 P ALVES, Jose Luiz Loureiro. Instrumentação, controle e automação de processos. RJ: LTC, 2005 FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação pneumática: projetos, dimensionamento e análise de circuitos. 5.ed. SP: Erica, 2007 Bibliografia Complementar STEWART, Harry L. Pneumática e hidráulica. 3. ed. são Paulo : Hemus. 481 p BONACORSO, N.G. Automação eletropneumática. 3 ed. Érica. 1997 CAPELLI, Alexandre. Automação industrial: controle do movimento e processos contínuos. 2.ed. SP: Érica, 2007. NATALE, Ferdinando. Automação industrial. SP: Erica, 2008. BEGA, Egidio Alberto. Automação industrial. 2.ed. RJ: Interciência, 2006 3o Semestre Eletrônica I – 80 ha P á g i n a | 41 Apresentar ao aluno os conceitos de Eletrônica Analógica. Fazer que o aluno seja capaz de desenvolver e projetar circuitos eletrônicos. Tornar o aluno apto a entender o funcionamento dos circuitos eletrônicos para a área de Telecomunicações. Ementa Instrumentação para Telecomunicações. Física dos Semicondutores. Diodos. Retificadores. Transistor Bipolar. Polarização de Transistor. Transistor de Efeito de Campo. Acopladores Ópticos. Optoeletrônica. Osciladores.Amplificadores. Amplificadores Operacionais. Conversores AD e DA. Bibliografia Básica BOYLESTAD, Robert, NASHELSKY, Louis. Dispositivos eletrônicos e teoria dos circuitos. 8a ed. Pearson Brasil 2004. 672 p IDOETA, Ivan V.; CAPUANO, Francisco Gabriel. Elementos de Eletrônica. Érica. 2002 CAPUANO, Francisco Gabriel. Elementos de eletrônica digital. SP: Erica. Bibliografia Complementar MALVINO, Albert Paul. Eletrônica – vol.1. Makron. 1997. MALVINO, Albert Paul. Eletrônica – vol.2. Makron. 1997 LOURENÇO, Antonio Carlos; FERREIRA, S.; CRUZ, Eduardo César Alves. Circuitos Digitais. Érica. 1996 WIRTH, Almir. Eletricidade e eletrônica básica. 2.ed. RJ: Alta Books, 2007 TOCCI, Ronald J.; WIDMER, Neal S. Sistemas Digitais: princípios e aplicações. 8. ed. Pearson. 2003. Automação Industrial – 80 ha Capacidade o aluno a conhecer Controladores Lógicos Programáveis e suas aplicações. Ementa Sistemas de automação discreta. Métodos de representação e análise de sistemas seqüenciais. Controladores Lógicos Programáveis: Conceito, Programação e Aplicações. Projetos em automação industrial: Integração Hardware/Software. Estudos de Casos e Aplicações. Bibliografia Básica FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação Hidráulica. Érica. 2003 FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação Pneumática . Érica. 2003 ALVES, Jose Luiz Loureiro. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. Rio de Janeiro: LTC, 2005 Bibliografia Complementar GEORGINI, Marcelo. Automação Aplicada. São Paulo, ed. Érica, 2001 P á g i n a | 42 CASTRUCCI, Plínio de Lauro; MORAES, Cícero Couto. Engenharia de automação Industrial. LTC. 2001 NATALE, Ferdinando. Automação industrial. brasileira de tecnologia). São Paulo, ed. Érica, 1995. (Serie SILVEIRA, Paulo Rogério da, SANTOS, Winderson E. dos. discreto. São Paulo, 4a ed. Érica. 2002 Automação e controle CAPELLI, Alexandre. Automação Industrial: Controle do Movimento e Processos Contínuos. 2ª Edição. São Paulo: Érica, 2007 BONACORSO, Nelso Gauze; NOLL,Valdir.Automação Eletropneumática. 10ª Edição. São Paulo: Érica, 2007 Controladores Digitais – 80 ha Capacitar o aluno a desenvolver software e aplicações em automação industrial utilizando Controladores Lógicos Programáveis Ementa Configuração de CLPs, simulação de processos, Portas entrada e saídas digitais e analógicas, Técnicas de controle: PI e PID, interconexão de CLPs. Bibliografia Básica CAPUANO, Francisco Gabriel. Elementos de eletrônica digital. SP: Erica. ALVES, Jose Luiz Loureiro. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. Rio de Janeiro: LTC, 2005. GEORGINI, M., Automação aplicada: descrição e implementação de sistemas seqüenciais com PLCs. Ed. Érica, 2001. Bibliografia Complementar BEGA, Egidio Alberto. Automação industrial. 2.ed. RJ: Interciência, 2006 CASTRUCCI, Plínio de Lauro; MORAES, Cícero Couto. Engenharia de automação Industrial. LTC. 2001 NATALE, Ferdinando. Automação industrial. brasileira de tecnologia). São Paulo, ed. Érica, 1995. (Serie SILVEIRA, Paulo Rogério da, SANTOS, Winderson E. dos. discreto. São Paulo, 4a ed. Érica. 2002. Automação e controle CAPELLI, Alexandre. Automação Industrial: Controle do Movimento e Processos Contínuos. 2ª Edição. São Paulo: Érica, 2007. BONACORSO, Nelso Gauze; NOLL,Valdir.Automação Eletropneumática. 10ª Edição. São Paulo: Érica, 2007. FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação Pneumática . Érica. 2003. P á g i n a | 43 Circuitos Digitais – 80 ha Capacitar o aluno a utilizar componentes para circuitos digitais. Ementa Flip-flops. Contadores e registradores. Codificadores e Multiplexadores e demultiplexadores. Comparadores digitais. Aplicações. decodificadores. Bibliografia Básica TOCCI, Ronald J.; WIDMER, Neal S. Sistemas Digitais: princípios e aplicações. 8. ed. Pearson. 2003. IDOETA, Ivan V.; CAPUANO, Francisco Gabriel. Elementos de Eletrônica. Érica. 2002 MALVINO, Albert Paul. Eletrônica. 4.ed. SP: Pearson, 1997. v. 2 Bibliografia Complementar LOURENÇO, Antonio Carlos; FERREIRA, S.; CRUZ, Eduardo César Alves. Circuitos Digitais. Erica, 2004 ERCEGOVAC, Milos. Introdução aos Sistemas Digitais. Bookman. 2000 GIROD, Bernd. Sinais e sistemas. SP: LTC, 2003 BOYLESTAD, Robert. Dispositivos eletrônicos e teoria dos circuitos. 3.ed. RJ: Prentice Hall, 1986. CAPUANO, Francisco Gabriel. Laboratório de eletricidade e eletrônica. 23.ed. SP: Erica, 1998 Processos de Fabricação – 80 ha Capacitar o aluno a conhecer processos de fabricação e sua automação. Ementa Classificação dos processos de fabricação. Processos metalúrgicos de fabricação: fundição, soldagem e metalurgia do pó. Tecnologia da usinagem. Automação do Processo de Fabricação. Bibliografia Básica CALLISTER Jr., William D.Ciência Engenharia de Materiais - Uma Introdução. LTC. 5a Ed. 2002 VAN VLACK, Lawrence Hall. Princípios de ciência e tecnologia dos materiais. Campus. 1994. 565 p WAINER, Emilio; BRANDI, Sergio Duarte; MELLO, F.D. Soldagem - Processos e Metalurgia. Edgard Blucher. 1995. Bibliografia Complementar FERRARESI, Dino. Usinagem dos metais: fundamentos da usinagem dos metais. Edgard Blücher. 1988. P á g i n a | 44 DINIZ, Anselmo Eduardo; MARCONDES, Francisco Carlos; COPPINI, Nivaldo Lemos Tecnologia da Usinagem dos Materiais. Artliber . 3a Ed. 2001. PADILHA, Ângelo Fernando. Materiais de Engenharia - Microestrutura e Propriedades. HEMUS. 1997 ASHBY, Michael F. Engenharia de materiais: uma introdução a propriedades, aplicações e projeto. 3. ed. RJ: Elsevier, v. 1, 2007 ASKELAND, Donald R. Ciência e engenharia dos materiais. SP: Cengage Learning, 2008 Projetos Temáticos - Controle de Processos Utilizando CLP – 100 ha Permitir ao aluno o desenvolvimento de aplicações utilizando CLP. Ementa Estudos de Casos e desenvolvimento de aplicações utilizando, Controladores Lógicos Programáveis. Integração Hardware/Software. Estudos de Casos e Aplicações. Bibliografia Básica FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação Hidráulica. Érica. 2003 FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação Pneumática . Érica. 2003 ALVES, Jose Luiz Loureiro. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. Rio de Janeiro: LTC, 2005 Bibliografia Complementar GEORGINI, Marcelo. Automação Aplicada. São Paulo, ed. Érica, 2001 CASTRUCCI, Plínio de Lauro; MORAES, Cícero Couto. Engenharia de automação Industrial. LTC. 2001 NATALE, Ferdinando. Automação industrial. brasileira de tecnologia). São Paulo, ed. Érica, 1995. (Serie SILVEIRA, Paulo Rogério da, SANTOS, Winderson E. dos. discreto. São Paulo, 4a ed. Érica. 2002 Automação e controle CAPELLI, Alexandre. Automação Industrial: Controle do Movimento e Processos Contínuos. 2ª Edição. São Paulo: Érica, 2007 BONACORSO, Nelso Gauze; NOLL,Valdir.Automação Eletropneumática. 10ª Edição. São Paulo: Érica, 2007 4o Semestre Eletrônica II – 80 ha P á g i n a | 45 Noções de eletrônica industrial. Dispositivos eletrônicos de potência e aplicações. Acionamento de cargas elétricas. Bibliografia Básica BOYLESTAD, Robert, NASHELSKY, Louis. Dispositivos Eletrônicos e Teoria dos Circuitos. 8a ed. Pearson Brasil 2004. 672 p IDOETA, Ivan V.; CAPUANO, Francisco Gabriel. Elementos de Eletrônica. Érica. 2002 MALVINO, Albert Paul. Eletrônica – vol.1. Makron. 1997 Bibliografia Complementar LOURENÇO, Antonio Carlos; FERREIRA, S.; CRUZ, Eduardo César Alves. Circuitos Digitais. Erica, 1996 MALVINO, Albert Paul. Eletrônica – vol.2. Makron. 1997 CAPUANO, Francisco Gabriel. Laboratório de eletricidade e eletrônica. 23.ed. SP: Erica, 1998 WIRTH, Almir. Eletricidade e eletrônica básica. 2.ed. RJ: Alta Books, 2007 NAHVi, Mahmood; EDMINISTER, Joseph. Circuitos elétricos. 4.ed. Porto Alegre: Bookman, 2005 Instrumentação I – 80 ha Esta disciplina tem como objetivo apresentar os conceitos fundamentais de medições e estudo dos principais tipos de sensores usados na área de Automação Industrial. Ementa Erros. Medidas das Principais Grandezas Físicas e Aplicações. Funcionamento de instrumentos e transdutores. Sensores: Fundamentos e Aspectos Gerais. Sensores Térmicos, Mecânicos e Óticos. Conversores A/D e D/A. Bibliografia Básica BEGA, Egídio Alberto. Instrumentação Industrial. 2. ed. RJ: Intercência. 2006. LOUREIRO, José Luiz Alves. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. LTC Editora; 1ªed. 2005. 286 p. DORF, Richard C. Sistemas de controle modernos. 8.ed. RJ: LTC, 1998 Bibliografia Complementar FIALHO, Arivelto Bustamante, Instrumentação Industrial - Ed. Érica, 2002. BOLTON, William. Instrumentação & Controle. Ed. Hemmus. 1a ed. 2002. 200 p BALBINOT, A; BRUSAMARELLA, V. J; INSTRUMENTAÇÃO E FUNDAMENTOS DE MEDIDAS - VOLUME 1, LTC – LIVROS BALBINOT, A; BRUSAMARELLA, V. J; INSTRUMENTAÇÃO E FUNDAMENTOS DE MEDIDAS - VOLUME 2, LTC – LIVROS P á g i n a | 46 JOHNSON, Gary W.; JENNINGS, Richard. Labview: graphical programming. 4.ed. NY: Labview, 2006. Sistemas de Controle I – 80 ha Fornecer os conceitos básicos de modelagem matemática de sistemas dinâmicos e de teoria de controle. Apresentar e utilizar ferramentas computacionais de simulação de sistemas. Aplicações em Automação. Ementa Modelos de sistemas físicos. Modelos de variáveis de estados. Respostas dos sistemas de controle. Análise da reposta em freqüência de modelos de 1a e 2a ordem. Projetos usando a resposta em freqüência. Projeto de controladores eletrônicos. Bibliografia Básica ALVES, Jose Luiz Loureiro. Instrumentação, controle e automação de processos. SP: LTC, 2005 OGATA, Katsuhiko. Engenharia de Controle Moderno. 4. ed. Pearson Brasil. 2003. GILAT, Amos. MATLAB: com aplicações em engenharia. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. Bibliografia Complementar SUBRAMANIAM, Vish; GILAT, Amos, UMA INTRODUÇÃO COM APLICAÇÕES USANDO O MATLAB Ed. Makon Books, 2006. NASCIMENTO JR, Cairo L. Inteligência artificial em controle e automação. SP: FAPESP, 2004. DORF, Richard C., BISHOP, Robert H. Sistemas de Controle Moderno. 8. ed. Pearson Brasil. 2001. 684 p. SILVEIRA, Paulo R. da. Automação e controle discreto. 9.ed. SP: Erica, 2009. Felício, Luiz Carlos; MODELAGEM DA DINÂMICA DE SISTEMAS E ESTUDO DA RESPOSTA – 1ª Edição - EDITORA RIBEIRO MARTINS LTDA-RIMA - 2007 Garcia, Cláudio; MODELAGEM E SIMULAÇÃO DE PROCESSOS INDUSTRIAIS E DE SISTEMAS ELETROMECÂNICOS – 2ª Edição - Editora EDUSP – 2006 Manufatura Auxiliada por Computador – 80 ha Esta disciplina tem como objetivo capacitar o aluno a desenvolver a automação da manufatura através da integração de sistemas CAD com CAM utilizando equipamentos com Comando Numérico Computadorizado. Ementa P á g i n a | 47 Sistemas de produção. Sistemas de Manufatura. Automação nos sistemas de produção. Operações de manufatura. Introdução a manufatura de sistemas. Componentes de um sistema de manufatura. Máquinas com Comando Numérico Computadorizado (CNC). Operação e programação CNC. Planejamento de processo e fabricação industrial. Integração CAD/CAM. Sistemas flexíveis de manufatura. Tipos de Manutenção: conceitos e definições básicas. Bibliografia Básica DINIZ, A. E.; MARCONDES, F. C.; COPPINI, N. L. Tecnologia da usinagem dos materiais. 6. ed. SP: Artliber, 2008 FERRARESI, Dino. Usinagem dos metais: fundamentos da usinagem dos metais. Sao Paulo : Edgard Blucher, 1970-1988. v. 1. Silva, Sidnei D. Cnc - Programação de Comandos Numéricos Computadorizados Torneamento - Série Formação Profissional. Ed. Erica Bibliografia Complementar Souza, Adriano Fagali de, Engenharia Integrada por Computador e sistema CAD/CAM/CNC: princípios e aplicações. Ed. Antenna Edições Técnicas Hemu, 2009 NELSON BACK, PROJETO INTEGRADO DE PRODUTOS: PLANEJAMENTO, CONCEPÇÃO E MODELAGEM - Editora: Manole PETER POLAK, PROJETOS EM ENGENHARIA - Editora: Hemus Eduardo Romeiro Filho et al. Projeto do produto. Editora Campus, 2009 Neto, Joao Amato. Manufatura Classe Mundial. ED. Atlas. Correa, Henrique. Administração de Produção e Operações: Manufatura e Serviços ANDRADE, Evermar. Produtividade Industrial Sem Investimentos. Sao Paulo: Ciencia Moderna, 2008. Comando Numérico Computadorizado - CNC – 80 ha Introduzir ao aluno os conceitos de programação e reconhecimento de linguagens em comando numérico. Ementa Comando Numérico Computadorizado: conceitos e aplicações. Ambiente de programação CNC. Linguagem de programação para CNC. Máquinas e equipamentos CNC. Operação e programação CNC. Bibliografia Básica DINIZ, A. E.; MARCONDES, F. C.; COPPINI, N. L. Tecnologia da usinagem dos materiais. 6. ed. SP: Artliber, 2008. Silva, Sidnei D. Cnc - Programação de Comandos Numéricos Computadorizados Torneamento - Série Formação Profissional. Ed. Erica P á g i n a | 48 Souza, Adriano Fagali de, Engenharia Integrada por Computador e sistema CAD/CAM/CNC: princípios e aplicações. Ed. Antenna Edições Técnicas Hemu, 2009. Bibliografia Complementar FERRARESI, Dino. Usinagem dos metais: fundamentos da usinagem dos metais. Sao Paulo : Edgard Blucher, 1970-1988. v. 1. Souza, Adriano Fagali de, Engenharia Integrada por Computador e sistema CAD/CAM/CNC: princípios e aplicações. Ed. Antenna Edições Técnicas Hemu, 2009. NELSON BACK, PROJETO INTEGRADO DE PRODUTOS: PLANEJAMENTO, CONCEPÇÃO E MODELAGEM - Editora: Manole. PETER POLAK, PROJETOS EM ENGENHARIA - Editora: Hemus ANDRADE, Evermar. Produtividade Industrial Sem Investimentos. Sao Paulo: Ciencia Moderna, 2008. Neto, Joao Amato. Manufatura Classe Mundial. ED. Atlas. Correa, Henrique. Administração de Produção e Operações: Manufatura e Serviços Projeto Temático - Automação de Processos – 100 ha Permitir ao aluno o desenvolvimento de aplicações utilizando sistemas robóticos integrados em um processo de manufatura. Ementa Aplicação de controle de robôs. Programação de Robôs. Integração de robôs ao Processo de manufatura. Estudos de Casos. Efetuadores. Bibliografia Básica FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação Hidráulica. Érica. 2003 FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação Pneumática . Érica. 2003 ALVES, Jose Luiz Loureiro. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. Rio de Janeiro: LTC, 2005 Bibliografia Complementar GEORGINI, Marcelo. Automação Aplicada. São Paulo, ed. Érica, 2001 CASTRUCCI, Plínio de Lauro; MORAES, Cícero Couto. Engenharia de automação Industrial. LTC. 2001 NATALE, Ferdinando. Automação industrial. brasileira de tecnologia). São Paulo, ed. Érica, 1995. (Serie SILVEIRA, Paulo Rogério da, SANTOS, Winderson E. dos. discreto. São Paulo, 4a ed. Érica. 2002 Automação e controle CAPELLI, Alexandre. Automação Industrial: Controle do Movimento e Processos Contínuos. 2ª Edição. São Paulo: Érica, 2007 P á g i n a | 49 BONACORSO, Nelso Gauze; NOLL,Valdir.Automação Eletropneumática. 10ª Edição. São Paulo: Érica, 2007 5o Semestre Instrumentação II – 80 ha Dispositivos de aquisição de dados. Sistemas de medida auxiliados por computador. Instrumentação virtual. Introdução ao Processamento Digital de Sinais. Bibliografia Básica BEGA, Egídio Alberto. Instrumentação Industrial. 2. ed. RJ: Intercência. 2006. LOUREIRO, José Luiz Alves. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. LTC Editora; 1ªed. 2005. 286 p BALBINOT, A; BRUSAMARELLA, V. J; INSTRUMENTAÇÃO E FUNDAMENTOS DE MEDIDAS - VOLUME 1, LTC - LIVROS TECNICOS E CIENTIFICOS, 2006 Bibliografia Complementar DORF, Richard C. Sistemas de controle modernos. 8.ed. RJ: LTC, 1998. CONCI, Aura et al. Computação gráfica: teoria e prática. RJ: Elsevier, 2008. v. 2 JOHNSON, Gary W.; JENNINGS, Richard. Labview: graphical programming. 4.ed. NY: Labview, 2006. BOLTON, William. Instrumentação & Controle. Ed. Hemmus. 1a ed. 2002. 200 p. BALBINOT, A; BRUSAMARELLA, V. J; INSTRUMENTAÇÃO E FUNDAMENTOS DE MEDIDAS - VOLUME 2, LTC - LIVROS TECNICOS E CIENTIFICOS, 2006 FIALHO, Arivelto Bustamante, Instrumentação Industrial - Ed. Érica, 2002. Máquinas Elétricas e Acionamentos (Atuadores Elétricos) – 80 ha Estudo de máquinas elétricas, tanto em regime transitório como em regime permanente. Introduzir os conceitos das novas tendências de utilização das máquinas elétricas e seus acionamentos. Técnicas de controle de velocidade. Ementa Fundamentos de conversão eletromecânica de energia. Princípios de funcionamento e características principais. Especificação e modelagem de máquinas elétricas. Princípios de funcionamento dos conversores estáticos. Atuadores Elétricos: Motor CC, Motor CA, Motor de Passo, Eletro-Válvulas, Solenóides. Bibliografia Básica Carvalho, Geraldo máquinas elétricas: teoria e ensaios, editora ERICA, 2006 Franchi, Claiton Mora, Acionamentos eletricos editora Érica, 2007 Bim, Edson, MÁQUINAS ELÉTRICAS E ACIONAMENTO, EDITORA CAMPUS, 2009 P á g i n a | 50 Bibliografia Complementar CASILLAS, A. L. . MAQUINAS : FORMULARIO TECNICO. São Paulo: Mestre Jou. Martignoni, Alfonso, ENSAIOS DE MÁQUINAS ELÉTRICAS, EDITORA GLOBO, 1987 Markus, Otavio. CIRCUITOS ELETRICOS: CORRENTE CONTINUA E CORRENTE ALTERNADA. São Paulo - SP: Erica.2007 Martignoni, Alfonso, MAQUINAS ELETRICAS DE CORRENTE CONTINUA, EDITORA GLOBO, 2007 SIMONE, Gilio Aluisio. Maquinas de Indução Trifásicas. Erica. Sistemas de Controle II – 80 ha Esta disciplina tem como objetivo apresentar aos alunos as aplicações de Sistemas de Controle através de aplicações e desenvolvimento de projetos de cunho prático. Ementa Automação de sistemas. Estratégias de comando e controle. Controle de Processos Industriais. Introdução ao Controle Digital. Aplicações e Projetos Práticos. Bibliografia Básica DORF, Richard C., BISHOP, Robert H. Sistemas de Controle Moderno. 8. ed. Pearson Brasil. 2001. 684 p GILAT, Amos. MATLAB: com aplicações em engenharia. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2006 NASCIMENTO JR, Cairo L. Inteligência artificial em controle e automação. SP: FAPESP, 2004 Bibliografia Complementar SUBRAMANIAM, Vish; GILAT, Amos, UMA INTRODUÇÃO COM APLICAÇÕES USANDO O MATLAB Ed. Makron Books, 2006 OGATA, Katsuhiko. Engenharia de Controle Moderno. 4. ed. Pearson Brasil. 2003 SILVEIRA, Paulo R. da. Automação e controle discreto. 9.ed. SP: Erica, 2009. Felício, Luiz Carlos; MODELAGEM DA DINÂMICA DE SISTEMAS E ESTUDO DA RESPOSTA – 1ª Edição - EDITORA RIBEIRO MARTINS LTDA-RIMA - 2007 Garcia, Cláudio; MODELAGEM E SIMULAÇÃO DE PROCESSOS INDUSTRIAIS E DE SISTEMAS ELETROMECÂNICOS – 2ª Edição - Editora EDUSP – 2006 Robótica Industrial – 80 ha O objetivo desta disciplina é apresentar os conceitos de Robótica e suas aplicações. Ementa P á g i n a | 51 Conceitos de Automação e robótica. Componentes de um robô. Classificação e especificação de robôs. Modelagem de robôs. Controle de robôs. Aplicações. Bibliografia Básica LUCENA, HENRIQUE NEVES DE ; SILVA, LEANDRO CUNHA DA . INTRODUCAO A ROBOTICA INDUSTRIAL. (Apostila de Robótica Básica), Campinas - SP: FACULDADE POLITECNICA DE CAMPINAS, 2010. Apostila Robot Studio, Policamp, 2010. Martins, Agenor, QUE É ROBÓTICA, O. EDITORA BRASILIENSE, 2° edição, 2007. Bibliografia Complementar ALVES, Jose Luiz Loureiro. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. Rio de Janeiro: LTC, 2005 MORAES, Cícero Couto de. Engenharia de automação industrial. 2.ed. RJ: LTC, 2007. GEORGINI, Marcelo. Automação Aplicada. São Paulo, ed. Érica, 2001 MORAVEC, Hans, Homens e Robots: o Futuro da Inteligências Humana e Robótica IMPORT, ed. Gradiva, 2000. NASCIMENTO JR, Cairo L. Inteligência artificial em controle e automação. SP: FAPESP, 2004. Redes de Comunicação Industrial – 80 ha Apresentar aos alunos os conceitos de redes industriais e protocolos de comunicação industriais. Ementa Protocolos de comunicação e padrões especiais para redes industriais. Meios de transmissão e Interfaces de Comunicação de Dados Industriais. Redes inteligentes. Segurança de redes. Sistemas distribuídos. Comunicação multimídia. Internet. Implementação de sistema de controle em redes Fieldbus. Bibliografia Básica LUGLI, A. B.; SANTOS, M. M. D. Sistemas Fieldbus para Automação Industrial. Ed. Érica, 2009. TANEMBAUM, Andrew. Redes de computadores. 4.ed. RJ: Elsevier, 2003. Apostila de Redes Industriais, Policamp, 2010. Bibliografia Complementar COMER, D. E., Interligação Em Redes Tcp/Ip. Vol. 1., Ed. Campus, 1998. SOUZA, Lindeberg Barros De. Redes De Computadores: Dados, Voz E Imagem. 8.Ed. Sp: Erica, 1999. P á g i n a | 52 FOROUZAN, Behrouz A. Comunicação De Dados E Redes De Computadores. 3.Ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. ALVES, J.L.L., Instrumentação, Controle E Automação De Processos., Ed. Ltc, 2005. NATALE, Ferdinando. Automação Industrial. Brasileira De Tecnologia). São Paulo, Ed. Érica, 1995. (Serie Projeto Temático – Integração de Sistemas para Automação Industrial– 100 ha Permitir ao aluno o desenvolvimento de um trabalho teórico/prático focando a automação de equipamentos e processos industriais. Ementa Desenvolvimento de um projeto na área de Automação Industrial. Levantamento bibliográfico: definição do problema, planejamento do estudo. Fontes bibliográficas. Comunicação: estrutura e apresentação do trabalho. Normas ABNT. Bibliografia Básica FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação Hidráulica. Érica. 2003 FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação Pneumática . Érica. 2003 ALVES, Jose Luiz Loureiro. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. Rio de Janeiro: LTC, 2005 Bibliografia Complementar GEORGINI, Marcelo. Automação Aplicada. São Paulo, ed. Érica, 2001 CASTRUCCI, Plínio de Lauro; MORAES, Cícero Couto. Engenharia de automação Industrial. LTC. 2001 NATALE, Ferdinando. Automação industrial. brasileira de tecnologia). São Paulo, ed. Érica, 1995. (Serie SILVEIRA, Paulo Rogério da, SANTOS, Winderson E. dos. discreto. São Paulo, 4a ed. Érica. 2002 Automação e controle CAPELLI, Alexandre. Automação Industrial: Controle do Movimento e Processos Contínuos. 2ª Edição. São Paulo: Érica, 2007 BONACORSO, Nelso Gauze; NOLL,Valdir.Automação Eletropneumática. 10ª Edição. São Paulo: Érica, 2007 6o semestre Controle de Processos – 80 ha Esta disciplina tem como objetivo apresentar aos alunos técnicas de controle de equipamentos e máquinas através de aplicações e desenvolvimento de projetos de cunho prático. P á g i n a | 53 Ementa Projeto e sintonia de controladores. Controladores PID. Técnicas avançadas de controle: cascata, feed forward, preditivo. Laboratório. Sistemas supervisórios. Bibliografia Básica DORF, Richard C., BISHOP, Robert H. Sistemas de Controle Moderno. 8. ed. Pearson Brasil. 2001. 684 p. OGATA, Katsuhiko. Engenharia de Controle Moderno. 4. ed. Pearson Brasil. 2003. GILAT, Amos. MATLAB: com aplicações em engenharia. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. Bibliografia Complementar SUBRAMANIAM, Vish; GILAT, Amos, UMA INTRODUÇÃO COM APLICAÇÕES USANDO O MATLAB Ed. Makon Books, 2006. NASCIMENTO JR, Cairo L. Inteligência artificial em controle e automação. SP: FAPESP, 2004. SILVEIRA, Paulo R. da. Automação e controle discreto. 9.ed. SP: Erica, 2009. Felício, Luiz Carlos; MODELAGEM DA DINÂMICA DE SISTEMAS E ESTUDO DA RESPOSTA – 1ª Edição - EDITORA RIBEIRO MARTINS LTDA-RIMA - 2007 Garcia, Cláudio; MODELAGEM E SIMULAÇÃO DE PROCESSOS INDUSTRIAIS E DE SISTEMAS ELETROMECÂNICOS – 2ª Edição - Editora EDUSP – 2006 Sistemas Supervisórios – 40 ha Esta disciplina tem como objetivo apresentar os conceitos de supervisórios capacitando o aluno para o desenvolvimento de software para monitoramento, supervisão e interface com o usuário. Ementa Sistemas Supervisórios: conceitos, Hardware e Software para desenvolvimento de Supervisórios, Interfaceamento com CLP, IHM-Interface Homem Máquina. Bibliografia Básica GEORGINI, M. Automação Aplicada: descrição e implementação de sistemas seqüenciais com PLCs. Ed. Érica, 2001. ALVES, Jose Luiz Loureiro. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. Rio de Janeiro: LTC, 2005. MANZANO, J. A. N. G.. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de computadores. 11. ed. São Paulo: Érica, 2001. 236p. P á g i n a | 54 Bibliografia Complementar VELOSO, P.A.S. Estruturas de Dados. Rio de Janeiro: Campus, 1983. SALIBA, Walter Luiz Caram. Técnicas de programação : uma abordagem estruturada. São Paulo : Makron, 1993. 141 p. NATALE, Ferdinando. Automação industrial. brasileira de tecnologia). São Paulo, ed. Érica, 1995. (Serie SILVEIRA, Paulo Rogério da, SANTOS, Winderson E. dos. discreto. São Paulo, 4a ed. Érica. 2002. Automação e controle CASTRUCCI, Plínio de Lauro; MORAES, Cícero Couto. Engenharia de automação Industrial. LTC. 2001 Resistência dos Materiais – 40 ha Esta disciplina tem como objetivo apresentar os conceitos de resistência dos materiais permitindo ao aluno avaliar as solicitações e tensões sobre os elementos físicos de máquinas automatizadas. Ementa Tipos de solicitações e tensões. Estudo das tensões e deformações no carregamento axial. Estudo das tensões e deformações na torção. Estudo das tensões e deformações na flexão. Carregamento transversal.Carregamento combinado. Análise de tensões e deformações. Critérios de Resistência. Flambagem. Bibliografia Básica BEER, Ferdinand P.,JOHNSTON JR., E. Russel. Resistência dos materiais. 3. ed. Makron, 1995. 1255 p. HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. Prentice Hall Brasil. 2004 MERIAM, J. L. Mecânica: estática. 5.ed. LTC, 2004. Bibliografia Complementar POPOV, E. Introdução à mecânica dos sólidos. Ed. Edgard Blucher, 1978. SHAMES, I. H. Estática Mecânica para Engenharia. Pearson Education. 4a Ed. 2002. SCHMIDT, R. J.; BORESI, A. P. Estática. Thomson Pioneira. 2003. BEER, F. P. & JOHNSTON, E. R., Mecânica Vetorial para Engenheiros - Estática. 5ª Ed., Makron Books. 1999. KAMINSKI, Paulo Carlos. Mecânica geral para engenheiros. Edgard Bluccher, 2004 GERE, J.M. Mecânica dos materiais. Thomson Learning, 2003 Elementos de Máquinas – 80 ha P á g i n a | 55 Esta disciplina tem como objetivo apresentar os conceitos de elementos de máquinas utilizados em máquinas automatizadas. Ementa Elementos de união. Elementos de fixação. Elementos de transmissão. Eixos e árvores de acionamento. Engrenagens. Mancais de rolamento e deslizamento. Lubrificação. Bibliografia Básica NIEMANN, J. Elementos de Máquinas, vol.1. 7a ed. Edgard Blucher. 2002. NIEMANN, J. Elementos de Máquinas, vol.2. 7a ed. Edgard Blucher. 2002. MELCONIAN, Sarkis. Elementos de máquinas. 8.ed. SP: Erica, 2007 Bibliografia Complementar NIEMANN, J. Elementos de Máquinas, vol.3. 1º Edição Edgard Blucher. 2004. CASILLAS, A. L. . MAQUINAS : FORMULARIO TECNICO. São Paulo: Mestre Jou.PARETO,L. Elementos de Máquinas, HEMUS EDITORA , 2003 CUNHA, L. B., Elementos de Máquinas, 1ª edição, LTC - LIVROS TECNICOS E CIENTIFICOS 2005 COLLINS, J., PROJETO MECÂNICO DE ELEMENTOS DE MÁQUINAS - UMA PERSPECTIVA DE PREVENÇÃO DA FALHA, 1ª edição, LTC - LIVROS TECNICOS E CIENTIFICOS 2006 Projeto Auxiliado por Computadores – 80 ha Esta disciplina tem como objetivo capacitar o aluno a aplicar resistência dos materiais, elementos de máquinas e sistemas CAE para o dimensionamento de elementos mecânicos aplicados à automação industrial. Ementa Sistemas CAD e sua interação com Sistemas CAPP, CAM, CAE; Tipos de Sistemas CAD e aplicações principais; Sistemas 2D e 3D; Modelos principais de representação (wireframe, CSG, B-REP, paramétrica); Método dos Elementos finitos. Softwares Comerciais de CAE. Pré e Pós Processamento. Geração de Malhas. Dimensionamento de Elementos. Bibliografia Básica Sobrinho, Antonio da Silva Castro. Introdução ao Método dos Elementos Finitos. Ed. Ciência Moderna BELYTSCHKO, Ted, JACOB, Fish Um primeiro curso de elementos finitos. Editora LTC 2009. Souza, Adriano Fagali de, Engenharia Integrada por Computador e sistema CAD/CAM/CNC: princípios e aplicações. Ed. Antenna Edições Técnicas Hemu, 2009 Bibliografia Complementar P á g i n a | 56 ASSAN, A. E. Método dos elementos finitos: primeiros passos. Editora UNICAMP, 1999 ALVES Filho, Avelino. Elementos Finitos – A Base da Tecnologia CAE. Ed. Érica. 1a ed. 2000. 320 p Silva, Sidnei D. Cnc - Programação de Comandos Numéricos Computadorizados Torneamento - Série Formação Profissional. Ed. Erica HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. Ed. LTC. 1a ed. 2000 BEER, Ferdinand P. Resistência dos Materiais. Ed. Makron Books. 3a ed. 1995. 1255 p Microcontroladores – 80 ha Esta disciplina tem como objetivo desenvolver software e aplicações para automação industrial utilizando microcontroladores. Ementa Arquitetura típica de microcontroladores. Memórias. Dispositivos de entrada e saída. Contadores e temporizadores. Sistemas de desenvolvimento. Sistemas de aquisição de dados e de controle. Programação e aplicações. Bibliografia Básica Nicolosi, Denys E. C., LABORATÓRIO DE MICROCONTROLADORES FAMÍLIA 8051 TREINO DE INSTRUÇÕES, HARDWARE E SOFTWARE, Ed. Érica, 2008 Souza, David José de, microcontroladores: desbravando pic -ampliado e atualizado para pic 16F628A, editora Érica, 2005. ZANCO, Wagner da Silva. Microcontroladores PIC16F628A/648A.Érica. 2005. Bibliografia Complementar PEREIRA, Fabio. Microcontroladores MSP430. Érica. 2005. Projetando com os Microcontroladores da Família PIC 18, Ed.Ensino Profissional, 2007 GIMENEZ, SALVADOR P. Microcontroladores 8051, Ed.Prentice-Hall, 2002 NICOLOS, DENYS E. C., Microcontrolador 8051: Detalhado, Ed. Érica, 2001 SILVA, Renato, A., Programando microcontroladores PIC - Linguagem C, Saber, 2009 Projeto Temático – Desenvolvimento de Projetos para Automação Industrial– 100 ha Permitir ao aluno o desenvolvimento de um trabalho teórico/prático focando o projeto de automação de uma máquina e/ou processo industrial. Ementa Desenvolvimento de um projeto na área de Automação Industrial. Desenvolvimento de artigo sobre o projeto desenvolvido: levantamento bibliográfico: definição do problema, planejamento do estudo. Fontes bibliográficas. Comunicação: estrutura e apresentação do trabalho. Normas ABNT. Bibliografia Básica P á g i n a | 57 FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação Hidráulica. Érica. 2003 FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação Pneumática . Érica. 2003 ALVES, Jose Luiz Loureiro. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. Rio de Janeiro: LTC, 2005 Bibliografia Complementar GEORGINI, Marcelo. Automação Aplicada. São Paulo, ed. Érica, 2001 CASTRUCCI, Plínio de Lauro; MORAES, Cícero Couto. Engenharia de automação Industrial. LTC. 2001 NATALE, Ferdinando. Automação industrial. brasileira de tecnologia). São Paulo, ed. Érica, 1995. (Serie SILVEIRA, Paulo Rogério da, SANTOS, Winderson E. dos. discreto. São Paulo, 4a ed. Érica. 2002 Automação e controle CAPELLI, Alexandre. Automação Industrial: Controle do Movimento e Processos Contínuos. 2ª Edição. São Paulo: Érica, 2007 BONACORSO, Nelso Gauze; NOLL,Valdir.Automação Eletropneumática. 10ª Edição. São Paulo: Érica, 2007 5. Metodologia Parte-se da concepção de que um ensino eficaz deve ser de qualidade e, portanto, organizado em função dos alunos aos quais é dirigido de forma a assegurar que o tempo concedido para o trabalho em sala de aula seja efetivamente dedicado à aprendizagem. A organização do intercomplementares: currículo do curso prevê dois momentos distintos e 1º) alunos em atividades de ensino junto com o professor: neste momento é o professor quem direciona o processo ou as relações de mediação entre o conteúdo e o aluno, no qual o professor, dentre outras coisas, orienta o desenvolvimento de atividades de estudo; 2º) alunos sozinhos ou em grupos em atividades supervisionadas de aprendizagem, ou seja, em contato direto com o objeto de conhecimento: neste momento é o próprio aluno quem conduz seu processo de aprender, por meio das relações de estudo e a partir das orientações recebidas em sala de aula. Os princípios metodológicos que dão sustentabilidade a essa organização curricular são: a) O ensino e, portanto, a aprendizagem extrapola as atividades desenvolvidas em sala de aula; b) O saber não é pré-fabricado, mas tem necessidade de ser (re)construído por cada aluno; c) O processo de (re)construção do saber precisa ser conduzido / guiado / orientado para o sujeito aprendente assumi-lo como seu (relações de mediação); P á g i n a | 58 d) Nas relações de mediação acontece o desenvolvimento das operações lógicas (ativação dos processos mentais) e das operações estratégicas (influencia o desenvolvimento das atividades intelectuais); e) Não é o professor quem faz as aprendizagens e sim o aluno: o aprender depende muito do envolvimento pessoal do aluno. f) A aprendizagem é um processo contínuo e intencional que exige esforço pessoal do aluno, e não está limitada a reprodução do conteúdo. g) Os professores precisam ter capacidade para orientar a organização do tempo do aluno, por meio do planejamento de atividades que orientem os momentos de estudo; Enfim, acredita-se na necessidade do aluno assumir uma postura de apropriação e compreensão do conteúdo em estudo, o que exige do professor o planejamento das preleções semanais e também de atividades de fixação, reforço e revisão da matéria para serem desenvolvidas de forma individualizada, ou em grupos, pelos alunos após cada encontro didático em sala de aula. A Avaliação de Aprendizagem (regida pela Circular Normativa – CN-DA n° 01 é realizada por meio do acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nas provas escritas ou trabalhos de avaliação de conhecimento, nos exercícios de classe ou domiciliares, nas outras atividades escolares e provas parciais. Compete ao professor da disciplina ou ao Coordenador do Curso, quando for o caso, elaborar os exercícios escolares sob forma de provas de avaliação e demais trabalhos, bem como julgar e registrar os resultados. Os exercícios escolares e outras formas de verificação do aprendizado previstas no plano de ensino da disciplina, e aprovadas pelo órgão competente, sob forma de avaliação, visam à aferição do aproveitamento escolar do aluno. A cada verificação de aproveitamento é atribuída uma nota expressa em grau numérico de ZERO a DEZ, com variação de 0,1 ponto (Exemplos: 4,1; 6,7), não havendo arredondamento nas notas 1 e 2 e supletiva. Há durante cada ano letivo, para as disciplinas semestrais, 02(duas) avaliações oficiais, para verificação do aprendizado em cada disciplina aplicadas ao longo do período letivo, conforme consta do Calendário Escolar. Outros trabalhos escritos, orais, desempenho em apresentação de seminários, artigos ou outras formas complementares de apuração do rendimento escolar podem ser exigidos dos alunos e ponderados em cada avaliação oficial, a critério do professor, após a aprovação da Coordenação. Atendida a exigência do mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) de freqüência às aulas e demais atividades programadas, o aluno é considerado aprovado na disciplina quando obtiver média final igual ou superior a 6,0 (seis inteiros). A média final é obtida através da média aritmética simples das notas das avaliações oficiais, através do arredondamento universal, com o resultado final devidamente arredondado para múltiplos de 0,5 ponto. Há uma única prova supletiva de cada disciplina, por semestre, como alternativa para o aluno que faltar à prova escrita oficial de avaliação ou desejar substituir a menor das notas obtidas nos bimestres anteriores, realizada ao final do semestre letivo, com matéria cumulativa, desde que requerida no prazo definido. P á g i n a | 59 A nota da prova supletiva substitui apenas uma das notas oficiais. A nota da prova supletiva, qualquer que seja ela, substitui a menor das notas oficiais. Sabendo que as atividades do tecnólogo não são estanques em áreas e que os trabalhos inter e multidisciplinares são importantes para a formação do aluno, no curso de Tecnologia em Automação Industrial as disciplinas componentes do curso abordam: a) Atividades acadêmicas docentes: compreende atividades formativas como assistência a aulas, aulas expositivas, e realização de seminários. b) Trabalho discente efetivo: compreendem atividade práticas supervisionadas e atividades práticas de diferente natureza, como laboratórios, atividades em biblioteca ou centros de documentação, iniciação científica, trabalhos individuais e em grupos, participação em grupos cooperativos de estudos, visitas a instituições, entre outros. As próximas seções ilustram algumas destas práticas desenvolvidas pelos alunos do curso de Tecnologia em Automação Industrial da Policamp. 5.1. Programa de Visitas Técnicas As visitas técnicas são atividades de campo que permitem ao aluno observar as aplicações práticas dos conceitos estudados e são particularmente importantes para a motivação do alunado. A POLICAMP está inserida em uma região onde o parque empresarial está em expansão e, atualmente, estas expansões são acompanhadas pela implantação de processos automatizados e diversas ferramentas de processos de melhoria. Desta forma, as visitas técnicas são uma excelente forma do aluno vivenciar um ambiente industrial e conhecer melhor o mercado de trabalho. As visitas técnicas são oferecidas aos alunos do curso semestralmente. Empresas de grande, médio e pequeno porte são freqüentemente visitadas pelos alunos do curso de Tecnologia em Automação Industrial, tais como: MAHLE, MABE, SANDVIK, Cerâmica CHIAROTTI, JAGUAR PLAST, Extreme Robot, entre outras; feiras e eventos também inserem-se nas visitas, tais como: feira da Mecânica, feira da Usinagem e outras que estão relacionadas diretamente com o curso de produção. Além disso, para os alunos que estão iniciando o curso são oferecidas visitas à TECNORAMA (Figuras 1 a 3), parque do conhecimento onde é possível conhecer experimentos que comprovam as teorias envolvidas em disciplinas básicas como matemática, física e química. Figura 1. Visita à Extreme Robot P á g i n a | 60 Figura 2. Visita à Feira Internacional da Mecânica 2010. Figura 3. Visita à Tecnorama. 5.2. Aulas práticas em ambiente industrial Objetivando maior vivência no ambiente industrial, estreitamento das relações entre ambiente acadêmico e indústria além de uma motivação ainda maior por parte dos discentes nas aulas, o curso de Tecnologia em Automação Industrial da POLICAMP tem procurado executar algumas de suas aulas em indústrias da região. Disciplinas como Processos de Fabricação e Instrumentação são exemplos onde esse tipo de aula pode ser aplicado. Por meio da disciplina Processos de Fabricação, cuja ementa envolve basicamente o detalhamento dos principais processos de produção discretos, a usinagem, conformação plástica dos metais, fundição, soldagem e sinterização passando por processos de fabricação de termoplásticos e de termofixos, é possível medir diversos resultados desses processos na indústria. Através da parceria com a indústria USH de Jaguariúna, ENGRATECH, JaguarMoldes, P á g i n a | 61 Senai, Bener e JaguarPlast (Figura 4 e 5), por exemplo, foi possível a realização de tal atividade já no primeiro semestre em que a disciplina foi oferecida para os alunos, devendo as demais turmas passarem pela mesma experiência Figura 4. Aula prática na empresa ENGRATECH. Figura 5. Aula prática na empresa Jaguar Moldes 5.3. Ciclo de estudos O ciclo de estudos faz parte das atividades previstas no calendário acadêmico da POLICAMP e ocorre sempre no segundo semestre do ano letivo. O ciclo consiste em uma sucessão de eventos envolvendo a apresentação de palestras técnicas, minicursos e workshops ministrados por empresários do setor produtivo de diferentes áreas (Figura 6). P á g i n a | 62 Figura 6. Cursos e Workshops ministrados por empresas parceiras (Rexroth Bosch, Mitsubischi e Debmaq) 5.4. Trabalhos multidisciplinares – Projetos Temáticos Sabendo que as atividades do tecnólogo em Automação Industrial não são estanques em áreas e que os trabalhos inter e multidisciplinares são importantes para a formação do aluno, são propostas os trabalhos em nas disciplinas denominadas como “projetos temáticos”. Nestas disciplinas são desenvolvidos projetos multidisciplinares em grupo. As disciplinas são caracterizadas por uma ementa focando as outras disciplinas do mesmo semestre, visando tratar de tópicos e tecnologias atuais voltadas para a aplicação de conceitos aprendidos em sala de aula nos ambientes industriais, de acordo com a demanda das empresas; visa também o aprendizado prático através da utilização da multidisciplinaridade na construção/otimização de linhas produtivas e/ou produtos; ou seja, essas disciplinas têm como característica aproximar os discentes do ambiente produtivo, promovendo a integração e trabalho em equipe como um todo (Figuras 7 e 8). P á g i n a | 63 Figura 7. Alunos em projeto temático de sistemas hidro-pneumáticos P á g i n a | 64 Figura 8. Alunos em projeto temático de mecanismos articulados 5.5. Interação Teoria/Prática Para promover a interação entre teoria e prática estão sendo implantados laboratórios de diversas áreas (ver item 5 – Instalações Físicas). As atividades a serem realizadas nestes laboratórios têm por objetivo geral a fixação e expansão do conhecimento apresentado em sala de aula, por meio de aulas práticas sobre os assuntos versados na teoria. Os laboratórios são constituídos de equipamentos baseados em tecnologias já consagradas que, naturalmente, podem evoluir, porém dificilmente serão substituídas. Os laboratórios são construídos com áreas adequadas ao bom atendimento do aluno, pretendendo assim aliar o ensino sólido nas bases fundamentais ao uso de tecnologias atuais (Figura 9 a 14). Figura 9. Alunos no laboratório de Eletricidade P á g i n a | 65 Figura 10. Alunos no laboratório de CAD/CAM/CAE. Figura 11. Alunos no laboratório de Física -Química. P á g i n a | 66 Figura 7. Alunos no laboratório de Processos Figura 8. Alunos no laboratório de Hardware P á g i n a | 67 Figura 9. Alunos no laboratório de Mecatrônica (Projeto Minifábrica) A Tabela 4 apresenta as atividades desenvolvidas no curso de Tecnologia em Automação Industrial, como atividades metodológicas utilizadas. P á g i n a | 68 Tabela 2.Relação de Visita Técnicas, Ciclo de Estudos, Palestras, Eventos, Competições desenvolvidas no curso Tecnologia em Automação Industrial (2008 a 2011) P á g i n a | 69 P á g i n a | 70 5.6. Empresa Júnior Uma Empresa Júnior é uma associação civil sem fins lucrativos e com fins educacionais formada exclusivamente por alunos do ensino superior. As empresas juniores são criadas por alunos de graduação de uma instituição de ensino superior e deve ser sempre ligada a um ou mais cursos de graduação. A gestão de uma EJ, sigla para Empresa Júnior, é feita pelos próprios alunos. A empresa júnior não constitui em si uma pessoa jurídica específica. O objetivo primeiro das empresas juniores é promover a melhor experiência de mercado aos alunos graduandos na instituição à qual ela é vinculada. Por esse objetivo entende-se fomentar o crescimento pessoal e profissional do aluno membro, por meio do oferecimento de serviços de qualidade e a baixo custo ao mercado. Dessa forma, além de atingir seu próprio objetivo, as EJs contribuem para o desenvolvimento do empreendedorismo em sua região. As EJ se enquadram no terceiro setor da economia, pois estão enquadrados no setor privado (portanto não são do Primeiro Setor) e não têm por fim último o lucro (excluindo-se do Segundo Setor). Dessa forma, acabam por ter reduzidos custos operacionais e de tributação, podendo oferecer serviços de qualidade a um custo baixo. As EJ atendem principalmente o mercado das micro e pequenas empresas, que costumeiramente não tem acesso a consultoria sênior e enfrentam grandes dificuldades na gestão. A fim de garantir um excelente aprendizado, todo o trabalho executado possui o acompanhamento e a orientação de um professor da respectiva área do conhecimento, visto que esses trabalhos são prestados como consultoria a todo tipo de empresas, embora o mercado maior seja o das MPE (micro e pequenas empresas). Entende-se que ex-alunos que passam por empresas juniores contam com diferencial de conhecer o mercado, ter experiência de trabalho, conhecer a prática empreendedora e desenvolvimento de suas habilidades empresariais. 6. Atendimento ao discente A Faculdade Politécnica de Campinas (POLICAMP) dispõe ao docente do PROE (Programa de Orientação ao estudante). Trata-se de um programa subsidiado pelas Instituições que compõem o Grupo POLIS Educacional e contribui para uma formação acadêmica e profissional diferenciada. Entre as diversas atividades realizadas o PROE se destaca por oferecer: − Orientações de estudos − Oficinas de aprimoramento acadêmico e profissional − Orientação profissional − Cursos de língua estrangeira − Programas de aperfeiçoamento: informática, matemática, leitura e interpretação de textos − Promoção de cursos, palestras e workshops − Dinâmicas de grupo P á g i n a | 71 Voltado ao curso de Tecnologia em Automação Industrial o PROE oferece aos alunos, diversos cursos básicos, voltados ao nivelamento de conhecimento por parte dos mesmos, e que são oferecidos na forma de pré-aula (durante a semana das 18hs as 19hs) ou aos sábados (no período matutino ou vespertino): − Matemática − Sistemas CAD − Sistemas CAM − Calculadora HP 48G+, 49G+ e 50G − Eletrônica básica − Informática − Lógica de Programação − Português − Centro de Usinagem − Técnicas Apresentação de Trabalhos − Atendimento Individual P á g i n a | 72 CORPO DOCENTE A. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA 1. Núcleo Docente Estruturante – NDE O Núcleo Docente Estruturante do Curso de Tecnologia em Automação Industrial é o órgão de coordenação didática integrante da Administração Superior, destinado a elaborar e implantar a política de ensino, pesquisa e extensão e acompanhar sua execução, ressalvada a competência dos Conselhos superiores, possuindo caráter deliberativo e normativo em sua esfera de decisão. São atribuições do Núcleo Docente Estruturante a) Elaborar o Projeto Pedagógico do Curso (PPC) definindo sua concepção e fundamentos. b) Estabelecer o perfil profissional do egresso do curso. c) Atualizar periodicamente o PPC. d) Supervisionar e acompanhar as formas de avaliação do curso. e) Conduzir trabalho de reestruturação curricular, para aprovação do COT, sempre que necessário. f) Analisar e avaliar os Planos de Ensino dos componentes curriculares. g) Promover a integração horizontal e vertical do curso, respeitando os eixos estabelecidos pelo PPC. h) Acompanhar as atividades do corpo docente, recomendando ao COT a indicação ou substituição de docentes quando necessário. i) Coordenar a elaboração e recomendar a aquisição de lista de títulos bibliográficos e outros materiais necessários ao curso. COMPOSIÇÃO DO NDE Nome do Professor Titulação Formação Acadêmica* Regime de Trabalho André Luis Helleno Doutor Engenharia de Produção Tempo Parcial André Mendeleck Doutor Engenharia Mecânica Tempo Parcial André Strieder Mestre Engenharia Mecânica Tempo Integral Eduardo Sátolo Mestre Engenharia de Produção Tempo Integral Henrique Neves de Lucena Mestre Engenharia de Produção Tempo Integral Estaner Claro Romão Doutor Engenharia Mecânica Tempo Parcial (*) Maior n° de docentes pertencentes ao NDE deve ter titulação no curso de origem ou correlata. P á g i n a | 73 2. Coordenador do Curso I. Nome: Henrique Neves de Lucena II. Titulação: a) Mestrado: Curso: Engenharia de Produção IES: Universidade Metodista de Piracicaba (Capes nota 4) Ano de Conclusão:2009 b) Graduação: Curso: Tecnologia em Mecânica de Precisão IES: Faculdade de Tecnologia de São Paulo - FATEC Ano de Conclusão: 2004 III. Experiência Profissional no Magistério Superior: a) Faculdade Politécnica de Campinas (Policamp) Celetista formal, Enquadramento Funcional: Professor Adjunto e Coordenador, Carga horária: 40 2008 – atual - Ensino, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia de Produção, Tecnologia em Automação Industrial, Nível: Graduação. Disciplinas ministradas Atualmente: − − − − − − − − Ética e Exercício Profissional Desenho I Desenho II Desenho Assistido por Computador Planejamento e Controle da Produção e da Manufatura Gestão Empreendedora Metrologia Projeto Auxiliado por Computador Disciplinas já ministradas: − Mecânica dos Fluidos b) Faculdade de Jaguariúna (FAJ) Celetista formal, Enquadramento Funcional: Professor Assistente, Carga horária: 04 02/2009 – 12/2009 - Ensino, Engenharia de Produção, Engenharia de Controle e Automação, Tecnologia em Automação Industrial, Nível: Graduação. Disciplinas ministradas: − Engenharia Integrada I − Gestão Empreendedora, − Projeto Auxiliado por Computador P á g i n a | 74 IV. Experiência Profissional fora do Magistério: a) Graftel 2005- Atual Vínculo: Sócio, Enquadramento Funcional: Consultor, Carga horária: Até 20 hrs Atividades: Consultoria em Melhoria e desenvolvimento de Projetos. b) Laboratório SCPM – Sistemas Computacionais para Processos de Manufatura 2006-2009 Vínculo: Pesquisador, Enquadramento Funcional: Pesquisador, Carga horária: 40hrs Atividades: Pesquisa e desenvolvimento . Linhas de pesquisa: Estudo de de estratégias de medição por máquina de medir por coordenadas através de superfícies complexas usinadas c) Laboratório de Vidros e Datação 2005-2005 Vínculo: Iniciação Científica, Enquadramento Funcional: Pesquisa, Carga horária: 30. Atividades: Pesquisa e desenvolvimento . Linhas de pesquisa: Estudo de produção de materiais vítreos de óxidos de metais pesados nano-nucleados com partículas de prata. VI. Regime de trabalho O regime de trabalho do coordenador de curso de Tecnologia em Automação Industrial é de tempo integral, com uma carga horária semanal de 40 horas. Esta carga horária apresenta-se distribuída para coordenação do curso, atividades administrativas e para ministrar aulas. A carga horária para coordenação apresenta-se em um total de 12 horas semanais, o que representa uma proporção de 1 hora para cada 8 vagas anuais do curso. 3. Colegiado de curso ou equivalente Segundo conta no Capitulo V do Regimento do IBCT: Art.31. O Colegiado de Curso é a menor fração da estrutura da Faculdade para todos os efeitos da organização administrativa. §1º O Colegiado de Curso é constituído de todos os docentes de um curso de graduação e um representante discente eleito por seus pares, para efeito de realização do planejamento didático-pedagógico, planos de ensino e aprendizagem e de avaliação do desempenho dos respectivos cursos e de seus agentes. P á g i n a | 75 Art.32. O Colegiado de Curso reunir-se-á, para suas funções, ordinariamente 02 (duas) vezes por ano, cuja convocação será feita pelo Diretor da Faculdade, por escrito, com antecedência mínima de 08 (oito) dias, com ordem do dia indicada. Art.36. São competências do Colegiado de Curso: I - elaborar, pelos seus docentes, os planos de ensino, cronogramas de aulas e atividades, programas, bibliografia e ementas de cada disciplina, conforme as exigências do projeto pedagógico do curso, antes do início do período letivo, com a devida atualização, para aprovação do Conselho Pedagógico; II - sugerir medidas para aperfeiçoar o perfil profissional de cada curso, em função de suas características profissionais e sociais; III - planejar a distribuição eqüitativa, ao longo do período letivo, dos trabalhos escolares a serem exigidos dos alunos, nas várias disciplinas do Curso, de acordo com o Calendário Escolar; IV - sugerir e propor para o Coordenador do Curso, cursos extraordinários, seminários ou conferências julgadas necessárias ou úteis à formação profissional dos alunos; V - indicar ao seu Coordenador, bibliografia específica necessária aos planos de ensino, em tempo hábil para constar do plano orçamentário; VI - promover o entrosamento das matérias e/ou disciplinas de sua área com as demais, propiciando o bom andamento dos conteúdos programáticos; VII - zelar pela execução das atividades e dos planos de ensino das disciplinas que o integram; VIII - propor medidas para o aperfeiçoamento do ensino, da pesquisa e da extensão, bem como do próprio pessoal docente; IX - exercer as demais funções previstas neste Regimento ou que lhe sejam delegadas. P á g i n a | 76 B. PERFIL DOCENTE 1. Corpo Docente Tempo de experiência Nome Magistério André Luis Helleno 05 Outras 08 CORPO DOCENTE Regime Disciplinas Ministradas de Trabalho Parcial • • André Mendeleck 16 01 Parcial André Strieder 10 21 Integral • • • • • • • • Bruno Broggio de Oliveira 02 - Parcial • • • • • Eduardo Guilherme Satolo Estaner Claro Romão 03 04 Integral • 04 14 Parcial • Francisco de Salles Cintra Gomes 14 03 Parcial • Henrique Neves de Lucena 03 05 Integral • • • • Comando Numérico Computadorizado – CNC Projeto Auxiliado por Computador Automação Industrial Microcontroladores Controladores Digitais Circuitos Digitais Robótica Industrial Sistemas Hidropneumáticos Controle de Processos Projeto Temático – Desenvolvimento de Projetos para Automação Industrial Desenho Técnico Manufatura Auxiliada por Computador Sistemas Supervisórios Projeto Temático – Controle de Processos Utilizando CLP Projeto Temático – Automação de Processos Resistência dos Materiais Lógica de Programação Fundamentos de Automação Industrial Circuitos Lógicos Projeto Temático – Projeto de Controle para Sistemas Hidropneumáticos Projeto Temático – Integração de Sistemas para Automação Industrial Desenho Técnico Assistido por Computador Titulação Número Produção Docente* Doutor 20 Doutor 7 Mestre 1 Mestre 2 Mestre 21 Doutor 16 Mestre 3 Mestre 3 P á g i n a | 77 Igor Iansen 01 10 Parcial • • • • Jeovano de Jesus Alves de Lima 03 03- Parcial • • • • José Flaudemir Alves 10 07 Parcial • Márcio José Cuccolo Rosales 01 01 Integral • • Suely Castro de Almeida Pereira Thales Coelho Borges Lima 12 0 Integral • 15 11 Integral • • • • Vanessa Davanço Pereira 02 03 Integral * Considerar os últimos 03 anos e contar de forma generalizada. • Linguagem e Técnica de Programação Redes de Comunicação Industrial Lógica de Programação Aplicada à Automação Industrial Linguagem e Técnicas de Programação para CLP Instrumentação I Instrumentação II Sistemas de Controle I Sistemas de Controle II Cálculo Aplicado à Automação I Processos de Fabricação Elementos de Máquinas Comunicação Empresarial Eletrônica I Eletrônica II Máquinas Elétricas e Acionamentos Eletricidade e Circuitos Elétricos Cálculo Aplicado à Automação II Especialista 0 Mestre 02 Mestre 0 Mestre 4 Mestre 0 Doutor 0 Doutor 0 P á g i n a | 78 2. Produção Científica Na IES são realizados diversos programas de incentivo a Produção Científica, tanto para docentes quanto discentes. O FOCO é um grupo interno de Formação Continuada de Docentes da POLICAMP que desenvolve estudos relacionados à potencialização do processo ensino-aprendizagem. Os cursos são oferecidos de maneira continua e de forma gratuita aos professores, com os seguintes objetivos: − Propiciar bases teórico-metodológicas para o exercício da docência no ensino superior, articuladas à produção do conhecimento, que se desenvolve através da relação pesquisa científica/prática docente; − Fornecer uma atualização das questões educacionais de modo articulado com a experiência já consolidada no exercício da docência no ensino superior; − Auxiliar o planejamento da atividade docente em diferentes áreas do currículo, adequando-a às necessidades do aluno. A Policamp oferece ainda o Programa de Pós Graduação nas mais diversas áreas do conhecimento. As atividades são organizadas por docentes e pesquisadores das faculdades e também por palestrantes convidados, sempre com a perspectiva de aliar a teoria à prática, buscando atualizar o conhecimento que é imprescindível para o sucesso profissional, propiciar diferencial aos alunos no mercado de trabalho, assim como desenvolver o “net-work”. Nesse contexto, os cursos oferecidos pela IES estão direcionados tanto às expectativas de aprimoramento acadêmico como profissional e têm como objetivo atualizar e qualificar profissionais para atuarem no mercado de trabalho em sintonia com os avanços científicos e tecnológicos. A Policamp possui o PIC (Programa de Iniciação Cientifica) que é um instrumento que permite introduzir os estudantes de graduação, potencialmente mais promissores, na pesquisa cientifica. É a possibilidade de colocar o aluno desde cedo em contato direto com a atividade científica e engajá-lo na pesquisa. Nesta perspectiva, a iniciação científica caracteriza-se como instrumento de apoio teórico e metodológico à realização de um projeto de pesquisa e constitui um canal adequado de auxílio para a formação de uma nova mentalidade no aluno. Em síntese, a iniciação científica pode ser definida como instrumento de formação. A IES proporciona e incentiva a participação de docentes e discentes no ENIC (Encontro de Iniciação Científica) que constitui-se em um espaço privilegiado para apresentação e discussão de saberes nas diversas áreas do conhecimento afins com os cursos de graduação e pós-graduação das diversas faculdades integrantes do Grupo Polis Educacional: Faculdade Max Planck, Policamp, Faculdade de Jaguariúna – FAJ, Faculdade Politécnica de Indaiatuba, Faculdade Politécnica de Sumaré, Faculdade OPEP e Faculdade Politécnica de Campinas (Policamp). Ainda neste âmbito é incentivada a partição dos docentes e discentes no CONIC que é o Congresso Nacional de Iniciação Científica que tem por objetivo identificar talentos e estimular a transformação de idéias em realidades, promovendo o interesse pela pesquisa nos campos da Ciência e da Tecnologia. P á g i n a | 79 C. CONDIÇÕES DE TRABALHO Atualmente o curso de Tecnologia em Automação Industrial conta com 7 professores em tempo integral, tendo 46 alunos matriculados. O curso conta com uma média de alunos por docente em tempo integral de 6,57. 1.1.1. Número de alunos por turma em disciplina teórica Atualmente o curso de Tecnologia em Automação Industrial conta com 3 turmas: 1° semestre: 13 alunos 3° semestre: 15 alunos e 5° semestre: 18 alunos As turmas tem disciplinas teóricas individualmente. 1.1.2. Número médio de disciplinas por docente O curso conta com 39 disciplinas em sua grade curricular, tendo uma média de 6,5 disciplinas por semestre ao longo de seus 6 semestres. O curso tem em seu quadro atualmente 15 docentes. Sendo assim temos a seguinte situação para os dois últimos anos: 2009: 1° semestre: Turmas -1° e 2° - Total: 14 disciplinas, número de professores: 11 – Média de disciplinas por semestre , por docente: 1,27 2° semestre: Turmas – 2° e 3° - Total: 13 disciplinas, número de professores: 10 – Média de disciplinas por semestre , por docente: 1,3 2010: 1° Semestre: Turmas – 1°, 3° e 4° - 19 disciplinas, número de professores: 12 – Média de disciplinas por semestre , por docente: 1,58 2° Semestre: Turmas – 2°, 4° e 5° - 19 disciplinas, número de professores: 14 – Média de disciplinas por semestre , por docente: 1,35 2011: 1° semestre: Turmas – 1°, 3° e 5° - 19 disciplinas – número de professores: 12 – Média de disciplinas por semestre, por docente: 1,58 Total de média de disciplinas por semestre por docente para o curso de TAI nos últimos dois anos: 1,4. P á g i n a | 80 CONDIÇÕES DE TRABALHO N° de docentes 15 docentes Vagas anuais autorizadas* Vagas autorizadas / Docente equivalente a TI** Alunos por turma Disciplina Teórica 100 vagas anuais = 50 vagas autorizadas/ 07 docente TI =7,14 vagas autorizadas/docente TI =36 alunos/2 turmas = 18 alunos/turma * Ver publicação de autorização ou reconhecimento do curso ** Tempo Integral Média de disciplinas por docente nos últimos dois anos 1,4 P á g i n a | 81 INSTALAÇÕES FÍSICAS A. INSTALAÇÕES GERAIS 1. Sala de Professores e Sala de Reuniões A IES possui uma sala de professores, equipadas com computadores com acesso a internet e também com rede sem fio. A sala dispõe de poltronas, cadeiras e mesas para que o trabalho do docente tenha a comodidade necessária às atividades desenvolvidas. É disponibilizada ainda uma sala de reuniões, ampla e arejada para as atividades a que se propõem cujo uso depende de agendamento prévio. Todas as salas são adequadamente iluminadas, ventiladas e com as dimensões necessárias ao bom desenvolvimento das atividades do curso. 2. Gabinete de Trabalho para Professores A coordenação do curso está instalada em uma sala de 8,0 m², com computador com acesso a internet e acesso a rede sem fio, mesa, telefone, armário para a guarda de documento e demais acessórios pertinentes à sua atividade. Tem também apoio técnicoadministrativo. Os integrantes do NDE e os docentes em tempo integral e parcial possuem uma sala específica com 36,0 m², localizada no mezanino da faculdade, também com computadores com acesso a internet, ramal telefônico, acesso a rede sem fio e apoio técnicoadministrativo. 3. Salas de Aula Todas as salas de aula estão equipadas com carteiras em excelente estado de conservação e cadeiras estofadas. Possuem cortinas para isolamento de iluminação externa, quadro branco, tomadas para a instalação de equipamentos didático-pedagógicos (TV, DVD, DataShow, Retroprojetor, entre outros) e tela de projeção. Possuem ar-condicionado iluminação com lâmpadas fluorescentes em quantidade adequada para garantir o conforto dos alunos. 4. Acesso dos alunos a equipamentos de informática A IES possui atualmente 322 computadores para o acesso dos alunos, todos com acesso a internet, distribuídos em oito laboratórios de informática, biblioteca e sala de orientação de TCC. No turno de funcionamento do curso de Tecnologia em Automação Industrial (noturno) a IES possui 1.280 alunos, resultando numa proporção de um terminal para 2,25 alunos. Há, ainda, aproximadamente 400 notebooks cadastrados na intranet da IES. P á g i n a | 82 5. Acessibilidade a portadores com deficiência A POLICAMP possui infraestrutura adaptada aos requisitos de acessibilidade de pessoas portadoras de necessidades especiais. Sua infraestrutura conta com vagas de estacionamento exclusivas, rampas de acesso, banheiros adaptados, entre outros. Desta maneira, a IES atende as exigências contidas no Parecer Técnico nº 1126/2001 e no Decreto n° 5.296/2004. B. REGISTROS ACADÊMICOS A administração da Faculdade de Politécnica de Campinas é exercida pelos órgãos abaixo relacionados, cujas atribuições estão descritas no Regimento da Instituição: I- de Administração Superior: a) Conselho Pedagógico - COP; b) Diretoria Geral. II- de Administração Básica: a) Diretoria da Faculdade; b) Coordenadoria de Curso; c) Coordenadoria do Instituto Superior de Educação – ISE O Corpo Técnico-Administrativo, constituído por todos os servidores com funções nãodocentes e técnicos de laboratórios, tem a seu cargo os serviços necessários ao bom funcionamento dos diversos setores da Faculdade. A organização acadêmico-administrativa está apoiada no Sistema de Gestão Acadêmica RM, da TOTVS. A organização acadêmico-administrativa está apoiada no Sistema de Gestão Acadêmica RM, da TOTVS. A plataforma de operação do sistema é baseada num Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGDB) que garante a unicidade e a confiabilidade das informações, além de contar com um sistema de backup da base de dados. O sistema RM transcende a esfera acadêmica, sendo responsável pela gestão financeira, contábil e patrimonial da Instituição, operando como um sistema ERP (Enterprise Resourcing Planning). Para melhor controle, distribuição e recuperação das informações, e para facilitar o acesso aos usuários, o sistema divide-se em módulos integrados, assim distribuídos: Classisnet; Biblios, Labore, Agilis, Bis, Fluxus, Nucleus, Saldus, Portal. Como ferramenta de gestão, o RM permite que os professores, coordenadores de curso e diretores das unidades acadêmicas acompanhem os apontamentos de notas e faltas de seus alunos, através dos módulos Portal, Classisnet e Agilis. Coerente ao projeto pedagógico e ao controle acadêmico, o módulo Biblios permite: identificar a comunidade usuária; catalogar livros e periódicos; cadastrar editoras e fornecedores; consultar o acervo (conforme critérios definidos – local ou via internet); controlar a circulação de empréstimos, retiradas e renovações; controlar reservas; estabelecer políticas de empréstimo diferenciadas por grupos de usuários e tipos de materiais; controlar multas por atraso na devolução, de acordo com o regulamento da Biblioteca; emitir relatórios variados. P á g i n a | 83 Além disso, o acesso por meio da intranet permite aos alunos acessar informações importantes para o acompanhamento de sua vida acadêmica e financeira, utilizando diferentes módulos. Organização do controle acadêmico O controle acadêmico é exercido pela Central de Atendimento – de apoio direto à Diretoria e demais órgãos da Instituição – que se compõem pelos setores de Controle Acadêmico, Arquivo e Atendimento/Protocolo. A CA é responsável pelo registro, controle e expedição de todas as informações acadêmicas, tais como: registro da documentação legal exigida pelos órgãos oficiais; emissão de documentos e relatórios relativos à vida acadêmica dos alunos; acompanhamento da freqüência às atividades didáticas e pedagógicas; lançamento e controle das avaliações emitidas pelos professores; processos de matrícula, de trancamento e de transferência, entre outros. Por meio do Protocolo/Atendimento os alunos são recebidos e podem fazer qualquer tipo de solicitação: da matrícula de ingresso na Instituição à solicitação do seu diploma, ao final do curso. O atendimento pode ocorrer: pessoalmente nos guichês, via telefone ou via internet (online). Este setor trabalha em conjunto com o Apoio Docente, que tem por finalidade prover os docentes em tudo o que é necessário para o encaminhamento diário às aulas. O setor de Arquivo é responsável pela guarda dos documentos oficiais da instituição, incluindo o prontuário de todos os alunos, assim como pela confecção do diploma e envio do mesmo para registro, na UFSCAR – Universidade Federal de São Carlos. C. BIBLIOTECA 1. Política de aquisição de livros da Bibliografia Básica e Complementar A bibliografia encontra-se distribuída, junto com as demais bibliografias dos outros cursos oferecidos pela IES, numa área de aproximadamente 120 m². Na biblioteca o acadêmico dispõem ainda de quatro salas de estudos em grupo (com 7 m² cada) e 12 box de estudos individuais. Além disso, há ainda um espaço de 80 m2 com mesas, cadeiras e computadores. A política de aquisição de títulos de periódicos da IES é feita por meio de um trabalho articulado entre a Biblioteca, os Coordenadores de Cursos e os Docentes. São analisados e indicados títulos de abrangência temática, distribuídos entre as principais áreas do curso. Para isto, o ponto de referência é sempre o Projeto Pedagógico e nele as ementas das várias disciplinas que compõem a matriz do curso. Os títulos indicados são adquiridos a partir da implantação do Curso nas unidades e são renovados anualmente. Outras indicações podem ser feitas no decorrer do Curso, mediante necessidade e adequação. A média de alunos por turma é de 18 alunos. A bibliografia básica do curso, indicada no PPC e nos planos de ensino resume-se em 1.480 exemplares e 177 títulos nas diversas áreas do conhecimento vinculadas à formação do curso de Tecnologia em Automação Industrial, todos devidamente atualizados e tombados junto ao patrimônio da IES. Com estes números obtémse uma média de 8,36 exemplares por título. Assim, para cada turma têm-se a relação média P á g i n a | 84 aproximada de um exemplar de cada bibliografia básica para um grupo de 2 alunos por turma. Em relação à bibliografia complementar, tem-se 1.057 exemplares e 195 títulos nas diversas áreas do conhecimento todos devidamente atualizados e tombados junto ao patrimônio da IES e com minimamente 02 exemplares. 2. Periódicos especializados indexados e correntes Estão disponíveis aos alunos do curso de Tecnologia em Automação Industrial diversos periódicos e anais de congressos correntes, listados na Tabela 6. Tabela 3. Relação de periódicos e anais de congressos indexados ao Curso de Tecnologia em Automação Industrial PERIÓDICOS E REVISTAS Periódico Número de Periódicos Disponíveis 1 Revista Produção 25 números 2 Revista Gestão e Produção 40 números Revista Produção on line3 30 números Revista GEPROS4 12 números 5 Pesquisa Operacional 28 números 6 Revista ABENGE 10 números 7 Revista Produto e Produção 16 números Product: Management & Develop- 16 números ment8 Revista Exacta9 13 números Revista HSM Managment 37 números Revista Intech 47 números Revista Harvard Bussiness Review 04 números Brasil Revista Pequenas Empresas Grandes 79 números Negócios Revista Project Management 01 Ano ISSN 2002 a 2011 1997 a 2011 2003 a 2011 2005 a 2011 2000 a 2011 2005 a 2011 2001 a 2011 2002 a 2011 0103-6513 0104-530X 1676-1901 1984-2430 0101-7438 0101-5001 1516-3660 1676-4056 2003 a 2011 2004 a 2011 1997 a 2011 2006 a 2011 1983-9308 1415-8868 1413-6147 1415-9856 2003 a 2011 0104-2297 2010 a 2011 ANAIS DE EVENTOS E CONGRESSOS Evento ou Congresso Encontro Nacional de Engenharia de Produção (ENEGEP)10 Simpósio de Engenharia de Produção (SIMPEP)11 Simpósio de Administração da Produção, Logística e Operações Internacionais (SIMPOI)12 International Conference on Industrial Engineering and Operations Management (ICIEOM) 13 1. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0103-6513&lng=pt&nrm=iso 2. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0104-530X&lng=pt&nrm=iso 3. http://producaoonline.org.br/index.php/rpo 4. http://revista.feb.unesp.br/index.php/gepros 5. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0101-7438&nrm=iso&rep=&lng=pt 6. http://www.upf.br/seer/index.php/ree Anos disponíveis 1996 a 2009 1999 a 2009 2002 a 2009 1996 a 2009 P á g i n a | 85 7. http://www.seer.ufrgs.br/index.php/produto&producao/ 8. http://pmd.hostcentral.com.br/ 9. http://www.uninove.br/revistaexacta 10. http://publicacoes.abepro.org.br/ 11. http://www.simpep.feb.unesp.br/anais.php 12. http://www.simpoi.fgvsp.br/ 13. http://publicacoes.abepro.org.br/ D. INSTALAÇÕES E LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS Para a implantação dos laboratórios foi observado à área, a quantidade/ proporção de equipamentos adequados para as turmas e a acessibilidade aos laboratórios por portadores de deficiência. Atualmente o curso de Tecnologia em Automação Industrial da POLICAMP, conta com oito laboratórios específicos, cada qual para atender a uma necessidade específica do curso e atender as habilidades e competências cogentes as disciplinas. Os laboratórios foram implantados de acordo com a Tabela 7. Tabela 4. Cronograma de Implantação dos Laboratórios Laboratório Capacidade Implantação Laboratório de Física-Química Laboratório de Informática e CAD/CAM/CAE Laboratório de Hardware Laboratório de Processos de Fabricação Laboratório de Eletro-Eletrônica Laboratório de Mecatrônica Laboratório de Redes Industriais Laboratório de Robótica Virtual 32 alunos 50 alunos 28 alunos 40 alunos 30 alunos 40 alunos 36 alunos 50 alunos imediata imediata 1o / 2007 2o / 2007 2o / 2008 2o / 2008 2o / 2009 2°/2009 Utilização 1o / 2006 1o / 2006 2o / 2007 1o / 2008 1o / 2009 1o / 2009 1o / 2010 1°/2010 1. Laboratório de Física-Química A capacidade do laboratório é de 32 alunos. A Tabela 8 indica os equipamentos do Laboratório de Física. Tabela 5. Equipamentos do Laboratório de Física Quant. Descrição (1) 08 Conjunto didático Plano inclinado 10 Conjunto didático Equilíbrio de Corpo Rígido (1) 08 Conjunto didático Mesa de forças (1) 10 Conjunto Didático Empuxo (1) 10 Conjunto didático de Eletricidade e Magnetismo (1) 01 Conjunto Óptico(1) 03 Conjunto didático de Calorimetria (1) (1) ver www.azeheb.com.br, www.mogiglass.com.br e www.tesequipamentos.com.br A Tabela 9 indica os equipamentos do Laboratório de Química. Tabela 6. Equipamentos do Laboratório de Química P á g i n a | 86 Quant. 04 01 01 01 01 01 01 01 Vários vários Descrição Bancadas com alimentação de água, GLP e eletricidade. Balança eletrônica semi analítica Balança digital Balança de plataforma e escala tríplice Estufa Capela Banho Maria Forno até 1400ºC Equipamentos de manipulação química (almofariz, béquer, balões volumétricos, cadinho, dissecador, bureta, erlenmeyer, funil, pipeta, proveta, tripés, agitadores com aquecimento, espátulas etc.), Reagentes químicos diversos 3. Laboratório de Informática e CAD/CAM/CAE A capacidade do laboratório é de 50 alunos. A Tabela 10 indica os equipamentos do Laboratório de Informática e CAD/CAM/CAE. Quant. 50 50 150 150 Tabela 7. Equipamentos do Laboratório de Informática e CAD/CAM/CAE Descrição Microcomputadores Licença de Compilador C Licença de Software Siemens NX versão 6 – (sistema CAD/CAM/CAE) Licença de Software Siemens Solid Edge versão 20 – (sistema CAD/CAE) 4. Laboratório de Hardware A capacidade do laboratório é de 28 alunos. A Tabela 11 indica os equipamentos do Laboratório de Hardware Quant. 07 16 06 02 08 Tabela 8. Equipamentos do Laboratório de Hardware Descrição Bancadas Computadores Kits para googo board mesas Instrumentos para aulas práticas (alicates, chaves fendas, chaves Phillips etc) Conjunto didáticos de sistemas digitais UTP 5. Laboratório de Processos A capacidade do laboratório é de 35 alunos. A Tabela 12 indica os equipamentos do Laboratório de Processos. Quant. 01 Tabela 9. Equipamentos do Laboratório de Processos Descrição Prensa Hidráulica Manual P á g i n a | 87 01 01 02 01 01 05 05 01 01 Diversos 01 01 01 01 01 Diversos 01 01 06 01 Vários 01 01 01 01 01 26 pç 01 01 01 01 01 01 01 01 15 15 10 05 01 01 01 01 Serra de Fita Furadeira de Bancada Morsas Mini-Torno Furadeira Fresadora Serras Tico-tico Retificadeiras Esmirilhadeira Furadeira Jogos de brocas e ferramentas para torno Esmeril Jogo de chave de Biela Alicate de Corte Alicate Universal Alicate de Pressão Jogo de chaves Allen, chaves Phillips, chaves de fenda Martelo Bola Martelo Pena Martelos de carpinteiro, ferramentas para fresa Máquina de solda Elétrica Eletrodos Máquina de Solda MIG-MAG Compressor de Ar Industrial Jogo de chaves fixa Jogo de chaves combinada Jogo de chaves torque Jogo de Soquetes Alicate de bico Alicate desencapador Arrebitadeira Saca polia Paquímetro hansa Cabo para extensão Compressor profissional Mini Compressor Paquímetros starret Micrômetros starret 25 à 50 mm Micrômetros Zaas 0 à 25 mm Régua Graduada – 0 à 300 mm Régua Graduada – 0 à 500 mm Parafusadeira bosch 12v Torno mecânico Magnum CUT Mod 1640GZJ Fresa ferramenteira Veker mod. 406 VK 6. Laboratório de Eletro-Eletrônica A capacidade do laboratório é de 30 alunos. A Tabela 13 indica os equipamentos do Laboratório de Eletro-Eletrônica. P á g i n a | 88 Quant. 06 06 06 08 vários vários vários várias várias 06 06 07 07 07 vários Tabela 10. Laboratório de Eletro-Eletrônica. Descrição Geradores de função Osciloscópios digitais Kit maleta eletrônica Pasta para projetos Alicates universal Alicates de corte Alicates desencapadores de fios Chave de fendas Chaves Phillips Painéis elétricos Bancadas Fontes 0 a 30 V , 3 A. Multímetros Proto board Componentes eletrônicos 7. Laboratório de Mecatrônica A capacidade do laboratório é de 40 alunos. A Tabela 14 indica os equipamentos do Laboratório de Mecatrônica. Tabela 11. Laboratório de Mecatrônica. Quant. 01 01 01 01 07 07 03 01 01 vários Descrição Mufla Prensa hidráulica Robô Industrial 2400 – ABB Moinho Bancadas de apoio componentes minifábrica Peneiras (gramatura diversas) Computadores Bancada Pneumática – Festo Bancada Hidráulica – RexRoth Bosch Materiais consumo minifábrica 8. Laboratório de Redes Industriais A capacidade do laboratório é de 36 alunos. A Tabela 15 indica os equipamentos do Laboratório de Mecatrônica. Tabela 12. Laboratório de Mecatrônica. Quant. 12 12 01 42 01 Descrição Computadores Mesas Lousa Cadeiras Kit de Redes Industriais Automation House – RexRoth Bosch P á g i n a | 89 9. Laboratório de Robótica Virtual A capacidade do laboratório é de 50 alunos. A Tabela 16 indica os equipamentos do Laboratório de Mecatrônica. Tabela 16. Laboratório de Robótica Virtual. Quant. 50 50 150 150 100 Descrição Microcomputadores Licença de Compilador C Licença de Software Siemens NX versão 6 – (sistema CAD/CAM/CAE) Licença de Software Siemens Solid Edge versão 20 – (sistema CAD/CAE) Licença de Software Robot Studio - ABB