Avaliação Institucional na Educação Profissional Aurilene A. Fernandes Programa Estadual de Avaliação Institucional ionall para a Educação Profissional no Estado do Maranhão ara hão hã Proposta do Programa de Avaliação o In Institucional nsttitu ucio onaal para a Rede Estadual de Educação ducação ão Profissional P Profis of s ionaal o Avaliação institucional na Educação Profissional Aurilene A. Fernandes Avaliação Institucional na Educação Profissional 1 ©2005 UNESCO. Todos os direitos reservados. Publicado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). Esta publicação é fruto de uma parceria entre a Representação da UNESCO no Brasil e o Governo do Estado do Maranhão. Brasília, 2005 BR/2005/PI/H/35 Esta publicação tem a cooperação da UNESCO no âmbito do Projeto 31- 412504BR, o qual tem o objetivo de capacitar e promover o desenvolvimento das equipes locais responsáveis pela educação profissional nos estados do Brasil. Os autores são responsáveis pela escolha e pela apresentação dos fatos contidos nesta publicação, bem como pelas opiniões nela expressas, que não são necessariamente as da UNESCO, nem comprometem a Organização. As indicações de nomes e a apresentação do material ao longo desta publicação não implicam a manifestação de qualquer opinião por parte da UNESCO a respeito da condição jurídica de qualquer país, território, cidade, região ou de suas autoridades, tampouco a delimitação de suas fronteiras ou limites. 2 Educação Profissional :: Pontos de partida Prefácio O documento apresenta modelo de autoavaliação institucional, sugerido para a rede estadual de Centros de Educação Profissional – CEPs, do estado do Maranhão. Na Introdução, destaca a base legal (LDB e Resolução CNE/CEB nº 04/99) e conceitual do modelo sugerido, e identifica as dimensões nele propostas. No que se refere à avaliação interna, apresenta justificativa, objetivos, variáveis e pressupostos, estabelecendo relação com o Plano Estadual de Educação Profissional do Estado do Maranhão – PEP-MA. Apresenta, também, os requisitos para a implementação da avaliação institucional, plano de trabalho, condições e etapas de realização. O método proposto é o descritivo. O documento traz ainda matriz de indicadores a serem avaliados, segundo as dimensões de avaliação e as categorias de análise: Missão e Plano de Desenvolvimento Institucional, Dimensão Técnico-Pedagógica, Dimensão de Gestão e Dimensão de Integração com a Comunidade. Apresenta, também, os instrumentos da avaliação (cinco questionários), a saber: 1. Identificação da Instituição; 2. Dimensão da Missão e do Plano de Desenvolvimento Institucional; 3. Dimensão Técnico-Pedagógica; 4. Dimensão Gestão; 5. Dimensão Integração com a Comunidade. Não prevê Avaliação Externa. Apresenta bibliografia. Elizabeth Fadel Consultora Avaliação Institucional na Educação Profissional 3 Sumário APRESENTAÇÃO.....................................................................................................................07 INTRODUÇÃO..........................................................................................................................09 AVALIAÇÃO INTERNA .............................................................................................................10 2.1 Justificativa .................................................................................................................10 2.2 Variáveis .....................................................................................................................10 2.3 Pressupostos..............................................................................................................10 2.4 Requisitos para Implementação .................................................................................11 2.5 Plano de Trabalho ......................................................................................................12 2.6 Etapas de Realização.................................................................................................12 2.6.1 Preparação ........................................................................................................12 2.6.1.1 Constituição da Equipe...............................................................................12 2.6.1.2 Pesquisa Documental.................................................................................12 2.6.1.3 Aprofundamento Temático..........................................................................12 2.6.1.4 Planejamento..............................................................................................12 2.6.1.5 Sensibilização.............................................................................................13 2.6.2 Execução ...........................................................................................................13 2.6.3 Consolidação .....................................................................................................13 2.6.3.1 Apresentação dos Resultados....................................................................13 2.6.3.2 Divulgação..................................................................................................14 2.6.3.3 Análise do Processo Avaliativo...................................................................14 2.7 Indicadores .................................................................................................................14 2.8 Coleta de Dados.........................................................................................................14 2.8.1 Instrumentos ......................................................................................................14 2.8.2 Metodologia .......................................................................................................15 2.8.3 Periodicidade .....................................................................................................15 2.9 Metodologia e Instrumentos de Análise......................................................................15 ANEXOS ................................................................................................................................23 BIBLIOGRAFIA .........................................................................................................................53 Avaliação Institucional na Educação Profissional 5 Apresentação A presente proposta contempla um modelo de autoavaliação institucional, sugerido para a rede estadual de Centros de Educação Profissional – CEPs, do estado do Maranhão. O Capítulo 1 trata de aspectos de ordem jurídica, das bases conceituais e da necessidade de regulamentação da avaliação institucional, em suas dimensões interna e externa, coerente com as responsabilidades definidas nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio. No Capítulo 2, é enfocada a Autoavaliação, em suas várias etapas de realização, além de outros processos já existentes, necessários à sua complementação. Trata também dos instrumentos para a obtenção e a análise de dados de Identificação da Instituição e nas dimensões da Missão e do Plano de Desenvolvimento Institucional, da Área Técnico-Pedagógica, da Área de Gestão e de Integração com a Comunidade, possibilitando a identificação de variáveis para a avaliação da estrutura funcional e dos resultados obtidos por cada centro. Avaliação Institucional na Educação Profissional 7 1. INTRODUÇÃO A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), de 20/12/1996, em seu artigo 9º, inciso VI, comete à União a responsabilidade de “assegurar processo nacional de avaliação do rendimento escolar no ensino fundamental, médio e superior, em colaboração com os sistemas de ensino, objetivando a definição de prioridades e a melhoria da qualidade do ensino”. A mesma lei, em seu artigo 10, inciso IV, incumbe os estados de “autorizar, reconhecer, credenciar, supervisionar e avaliar, respectivamente, os cursos das instituições de educação superior e os estabelecimentos do seu sistema de ensino.” Por sua vez, a Resolução CNE/CEB nº 4/1999, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico, em seu artigo 15, estabelece que o “MEC, em regime de colaboração com os sistemas de ensino, promoverá processo nacional de avaliação da educação profissional de nível técnico, garantida a divulgação dos resultados”. A avaliação institucional, regulamentada apenas para a educação superior (Lei nº 10.861/2004 e Portaria nº 2.051/2004), nos termos do artigo 99, incisos VI, VIII e IX da LDB, é uma necessidade para a educação básica e as modalidades de ensino, na medida em que, em suas dimensões interna e externa, é complementada por outros sistemas de avaliação, revelando-se importantes instrumentos para a melhoria da qualidade da educação, o direcionamento da expansão da oferta, o aumento da eficácia institucional e da efetividade escolar e o aprofundamento de compromissos e responsabilidades sociais. Nesse sentido, a avaliação tem caráter formativo e contribui para o aperfeiçoamento dos agentes da comunidade escolar e da instituição educacional. Como resultado, sedimenta-se a cultura da avaliação, que possibilita à instituição manter uma consciência atualizada sobre sua missão e sobre as finalidades escolar e social. Dividido em duas partes, o processo passa a ser sequencial. Iniciando-se pela avaliação interna, feita com a participação da comunidade escolar, ele é complementado pela avaliação de especialistas externos que identifica a necessidade de avaliação das condições do ensino. Na avaliação externa, a apreciação de especialistas externos sobre a instituição favorece a identificação tanto de falhas na avaliação interna, como de fortalezas e debilidades institucionais, com emissão de críticas e sugestões de melhorias ou providências internas a serem tomadas. Essa apreciação inclui a análise de documentos, visitas locais, contatos com integrantes e beneficiários dos serviços da instituição e com a comunidade local ou regional. É necessário, portanto, que, aos avaliadores externos, seja facilitado o acesso a documentos e à infraestrutura da instituição. O processo completa-se com a agregação de elementos do relatório de autoavaliação ao relatório final da avaliação externa, além de outros processos avaliativos sobre a instituição: dados do Censo Escolar, Sistemas Internos e Externos de Avaliação do Desempenho de Estudantes, entrevistas, entre outros. No contexto atual, em que a avaliação externa da educação profissional depende de regulamentação pelos órgãos de direito, e considerando que cada instituição deve ter o próprio processo de avaliação, que forneça elementos para a identificação de necessidades de rever seus objetivos e/ou mecanismos de ação para o alcance de melhores resultados, a presente proposta trata da autoavaliação e está direcionada aos Centros de Capacitação Tecnológica – CetecMAs, e aos Centros Estaduais de Educação Profissional – Ceeps, a serem implantados –, aqui tratados como Instituições de Educação Profissional – IEPs. Avaliação Institucional na Educação Profissional 9 Como parte dos objetivos estratégicos, a avaliação institucional da rede está prevista no Plano Estadual de Educação Profissional do Maranhão – PEP/MA. O modelo aqui sugerido não tem caráter definitivo, visto que deverá adequar-se à futura realidade dos centros e a outras dimensões definidas na regulamentação do processo. 2. AVALIAÇÃO INTERNA 2.1 Justificativa Com base no princípio de que a avaliação interna é um processo constante, a partir do qual a instituição forma o conhecimento sobre a própria realidade, a compreensão dos significados de suas atividades deverá abrir, aos centros, possibilidades para a melhoria da qualidade da ação educativa, contribuindo para maior relevância social em sua atuação. Com a sistematização das informações, a análise em conjunto dos significados das ações de uma instituição leva a conclusões sobre suas formas de organização, administração e ação, identificando pontos fracos, fortes e potencialidades que ofereçam condições de definição de estratégias para a resolução de problemas. 2.2 Variáveis A avaliação interna ou autoavaliação é vislumbrada como um processo intermitente, cujos resultados possibilitam a identificação das necessidades de reformulação na instituição, com base na análise, na interpretação e na síntese de informações que possibilitem a identificação de variáveis para a avaliação de sua estrutura funcional e dos resultados obtidos. No caso dos Centros de Educação Profissional, a avaliação interna deverá ser complementada por informações levantadas em outros processos, como o Censo Escolar, o Cadastro dos CEPs, o rendimentos dos alunos, mediante processos avaliativos próprios do estabelecimento, e outros sistemas de avaliação das condições de ensino que venham a ser implantados. Quanto ao Censo Escolar, cabe considerar que o levantamento relativo à educação profissional necessita ser aprofundado, uma vez que não se oferece a uma análise de dados mais exaustiva. Apenas os resultados do Censo da Educação Profissional, realizado em 1999, apresentam o grau de detalhamento necessário para melhor avaliação da oferta. 2.3 Pressupostos Considerando as bases estratégicas da nova rede estadual de educação profissional, estabelecidas no Plano Estadual de Educação Profissional do Estado do Maranhão – PEP/MA, cada Centro de Educação Profissional tem a missão de “ser o centro de referência na sua área de atuação, ofertando cursos básicos e técnicos e serviços tecnológicos de excelência nos setores específicos da região, com foco no mercado de trabalho e permanente integração com a comunidade, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do Maranhão”. 10 Educação Profissional :: Pontos de partida De acordo, ainda, com as mesmas bases, que se assentam nos novos paradigmas da educação profissional, pressupõe-se, para a rede estadual, um Centro de Educação Profissional que possua ou desenvolva: • organização curricular centrada no desenvolvimento de competências, que garanta a flexibilidade, a contextualização e a adequação da oferta às demandas de formação do mercado de trabalho e da sociedade; • programa de estágio supervisionado, como complementação do processo de aprendizagem nos locais de trabalho; • materiais de ensino-aprendizagem adequados ao desenvolvimento de programas de EP; • sistema de aproveitamento de estudos e de certificação de competências; • metodologias de educação a distância para os cursos de formação inicial e continuada de educação profissional; • metodologia para acompanhamento das mudanças tecnológicas e demandas de mercado de trabalho (observatório de mercado); • políticas de valorização de recursos humanos; • capacitação continuada e em serviço de docentes e instrutores; • capacitação de forma continuada e em serviço do pessoal técnico-administrativo, com ênfase em gestão pública e na utilização de recursos de informática; • capacitação de gestores e pessoal técnico-pedagógico, com ênfase no desenvolvimento, na adequação curricular e na avaliação institucional; • modelo de gestão de recursos humanos; • banco de currículos de especialistas e docentes para a educação profissional; • oferta de cursos de formação inicial e continuada, bem como de educação profissional técnica de nível médio; • programa de avaliação institucional; • sistema de articulação e parcerias com as demais redes de educação profissional para a otimização e a expansão da oferta; • eventos de intercâmbio e visitas técnicas; • rede física e equipamentos de qualidade; • gestão descentralizada; • plano de desenvolvimento institucional; • sistema de avaliação da gestão, da aprendizagem e do acompanhamento de egressos; • canal de discussão para a formulação de políticas e a implementação de mecanismos de parcerias e identificação de demandas; • integração com a comunidade e com o setor produtivo (processos de articulação, integração e formação de parcerias); • incubadoras de microempresas e balcões de serviços tecnológicos, como estímulo ao protagonismo juvenil e incorporação de atividades complementares para geração de trabalho e renda; • programas de cooperativas comunitárias para a produção de bens e prestação de serviços, compatíveis com as vocações econômicas da região. 2.4 Requisitos para implementação Para implementação do processo de autoavaliação das IEPs estaduais, são imprescindíveis: uma equipe de coordenação, que deve planejar e organizar as atividades, mantendo o interesse pela avaliação, por meio da sensibilização da comunidade e do assessoramento aos setores da instituição, com reflexões sobre o processo; Avaliação Institucional na Educação Profissional 11 • a participação dos integrantes do Centro, tendo em vista a necessidade de seu envolvimento na construção do conhecimento que emana da própria avaliação; • o comprometimento dos gestores do Centro de Educação Profissional, não significando que estes dirigentes devam estar à frente das comissões de avaliação, pois o importante é o apoio institucional, indispensável para a profundidade e a seriedade do processo; • a natureza das informações, das quais a validade e a confiabilidade devem ser buscadas, por ser de suma importância no processo avaliativo, e sua disponibilidade pela instituição é um facilitador dos objetivos a serem alcançados; • a utilização dos resultados no futuro planejamento de ações para vencer as dificuldades e o aprimoramento da instituição, devendo-se priorizar ações de curto, médio e longo prazos, de modo compartilhado e, em etapas, para o alcance de metas simples ou mais complexas. 2.5 Plano de trabalho Um plano de trabalho, contendo cronograma, distribuição de tarefas, previsão de recursos humanos e operacionais, deverá ser elaborado, para a eficiência do processo de avaliação interna, que, em diferentes etapas, de forma isolada ou simultaneamente, deverá ser desenvolvido. 2.6 Etapas de realização Considerando que a avaliação interna é uma das dimensões da avaliação institucional e que, como tal, está sujeita à análise por parte dos órgãos externos, a organização do processo deverá passar por diferentes etapas. 2.6.1 Preparação 2.6.1.1 Constituição da equipe O primeiro passo deverá ser a criação do Grupo de Autoavaliação – GAA, próprio de cada Centro de Educação Profissional, para coordenar e articular o processo interno de avaliação, bem como facilitar o acesso às informações. O GAA deve ser composto de integrantes dos segmentos da comunidade escolar e da sociedade civil organizada. A quantidade de membros a integrá-lo, a duração do mandato, o funcionamento e a organização deverão ser regulados pelo órgão colegiado da instituição. 2.6.1.2 Pesquisa documental A pesquisa documental constitui-se no levantamento de informações e na obtenção de documentos necessários aos trabalhos a serem desenvolvidos. 2.6.1.3 Aprofundamento temático Nesta fase, os grupos de trabalho deverão reunir-se para estudos de temas pertinentes aos trabalhos a serem desenvolvidos, lançando mão dos documentos levantados na pesquisa documental. 2.6.1.4 Planejamento O GAA deverá coordenar a definição dos objetivos estratégicos, da metodologia, dos recursos e do cronograma de execução. No cronograma, deverão ser previstos os prazos de execução de ações, reuniões, seminários e outros. 12 Educação Profissional :: Pontos de partida O planejamento deve ser discutido com a comunidade escolar, levando em consideração as características da instituição, seu tamanho e experiências avaliativas que tenham ocorrido anteriormente e que possam trazer subsídios ao trabalho a ser empreendido. 2.6.1.5 Sensibilização Nesta fase, deverá ser buscado o envolvimento da comunidade escolar na definição da proposta de avaliação, mediante reuniões, palestras, seminários, entre outros itens. A sensibilização deverá ocorrer do início ao fim do processo avaliativo, considerando-se a possibilidade de novos participantes, como estudantes e integrantes do quadro docente ou técnico-administrativo. 2.6.2 Execução A autoavaliação é da maior importância para o alcance de resultados seguros no processo completo de avaliação. Bem conduzida, levará à coerência entre as ações previstas e as metodologias utilizadas, propiciando a articulação entre os participantes e o cumprimento de prazos. Na execução, concretizam-se as atividades planejadas, tais como: • reuniões ou debates para sensibilização de participantes ou colaboradores; • sistematização dos resultados desses eventos: demandas, ideias e sugestões; • seminários internos para apresentação do GAA, da proposta de avaliação interna da IEP, discussões e apresentação dos resultados; • definição dos grupos de trabalho, de acordo com as áreas de atuação do Centro: de gestão, técnico-pedagógica e de integração com a comunidade; • definição ou redefinição de indicadores; • definição ou redefinição da metodologia de análise; • análise, redefinição e reelaboração de instrumentos de coleta, com base nos modelos sugeridos na presente proposta, podendo ser previstos outros meios complementares, como entrevistas; • definição da metodologia de aquisição dos dados; • definição da metodologia de análise e interpretação dos dados; • definição das condições para o desenvolvimento dos trabalhos: espaço físico, material, pessoal (docente e técnico), carga horária e outros que se identifiquem como necessários; • definição do formato do relatório de autoavaliação; • elaboração de calendário de reuniões de trabalho; • elaboração de relatórios parciais; • sistematização e discussão dos resultados com a comunidade escolar. 2.6.3 Consolidação 2.6.3.1 Apresentação dos resultados Na etapa de consolidação, deverá ser elaborado, analisado e divulgado o relatório final. Esta etapa deverá contemplar, ainda, uma análise do processo avaliativo e de seus resultados para a melhoria do desempenho do centro. Como produto de todo o processo avaliativo, o relatório final deverá expressar os resultados das discussões, da análise e da interpretação dos dados obtidos, mais diretamente, no processo de autoavaliação. Outros dados disponíveis deverão ser agregados ao relatório, tais como os já citados resultados das avaliações interna e externa de desempenho de alunos, do Censo Escolar e outros que surgirem. Avaliação Institucional na Educação Profissional 13 O relatório final deverá passar pelos membros da comunidade escolar e da sociedade. Direcionado a esses leitores, deve preservar a clareza nas informações e na interpretação dos resultados, possibilitando, em sua conclusão, a identificação da coerência ou desvios em relação ao perfil esperado para o centro, nas premissas de que tenha alcançado os objetivos estratégicos previstos. Deverá, ainda, indicar sugestões de ações de naturezas administrativa, política, pedagógica e técnicocientífica a serem desenvolvidas. 2.6.3.2 Divulgação A divulgação, como parte do processo avaliativo, virá ensejar, além da apresentação pública do relatório, a discussão dos resultados alcançados até então. Deverá proporcionar, também, o conhecimento das ações executadas durante o processo avaliativo. Essa etapa poderá realizar-se por meio de reuniões, informativos, seminários etc. Há que se ter em conta que a avaliação interna, além de mostrar o autoconhecimento institucional – tão necessário a qualquer instituição –, deverá servir de base para a avaliação externa. 2.6.3.3 Análise do processo avaliativo A reflexão sobre o processo será o último passo da autoavaliação, considerando a necessidade de sua continuidade, pois a análise das estratégias, das dificuldades e dos avanços no seu desenvolvimento deverá subsidiar o planejamento de processos subsequentes. 2.7 Indicadores O teste do perfil e do desempenho de cada centro, em relação à situação ideal, previsto nas bases estratégicas de implantação da rede, deverá assentar-se em aspectos inerentes a cada uma das dimensões de sua atuação, no âmbito da missão e do PDI, da área técnico-pedagógica, de gestão e de integração com a comunidade. As três últimas dimensões correspondem às áreas de atuação definidas para o desenvolvimento do Plano Estadual de Educação Profissional e, consequentemente, dos centros estaduais. Esses aspectos são as bases dos indicadores de desempenho (processos e resultados) a ser avaliados, em dimensões qualitativas e quantitativas, no sentido de diagnosticar a situação institucional, em termos de organização gerencial, projeto pedagógico, oferta de cursos, desenvolvimento curricular, opções metodológicas, estágio supervisionado, opções de educação a distância, expansão da oferta com qualidade, rendimento dos alunos, sistema de acompanhamento de egressos, quadros docente, técnico e administrativo, formação continuada e em serviço de recursos humanos, infraestrutura física, disponibilidade de material escolar, acervo bibliográfico, formas de integração com a comunidade, sustentabilidade financeira. Explicitados na Matriz de Indicadores, deverão contribuir para a formação do juízo de valor das categorias de cada dimensão. 2.8 Coleta de dados 2.8.1 Instrumentos Coerentes com os indicadores a serem levantados, os instrumentos de coleta deverão constituirse de cinco questionários, conforme modelos em anexo, sendo um de identificação e quatro nas dimensões e categorias em que a instituição deverá ser avaliada. Guardando o princípio de flexibi- 14 Educação Profissional :: Pontos de partida lidade, deve-se ter em conta que ajustes poderão ser necessários, antes e durante do processo avaliativo, principalmente em relação aos indicadores e aos conteúdos dos questionários, na medida em que a realidade futura dos centros venha a exigir. 2.8.2 Metodologia O preenchimento dos questionários deverá ficar a cargo das coordenações dos centros, nas áreas afins com as dimensões de avaliação, cabendo aos GAAs a coordenação do processo. Processados eletronicamente, esses questionários deverão gerar relatórios de saída, que facilitarão a análise dos indicadores de avaliação. 2.8.3 Periodicidade Em princípio, a periodicidade da autoavaliação deve ser anual, entretanto ela poderá ser mais bem definida quando da criação do GAA. 2.9 Metodologia e instrumento de análise Para as análises, deverá ser utilizado o método descritivo, relacionando-se os dados e/ou informações obtidos com os indicadores a avaliar, devendo-se estabelecer proporções em relação a 100, quando se tratar de indicador que inclua mais de um aspecto observado. Por exemplo, número de professores por formação: com mestrado, especialização, graduação, ensino médio, ensino fundamental. Os resultados dessas análises deverão possibilitar um diagnóstico sobre o desempenho da instituição, quanto a processos e resultados apresentados na forma de relatório final. Dessa etapa, deverão participar representantes da comunidade escolar e interessados da comunidade externa. Antecedendo os trabalhos, essa equipe deverá ser submetida a processos de sensibilização e preparação, coordenados pelos GAAs. À frente dos trabalhos de análise e elaboração do relatório final deverão ficar um moderador e um redator. Por fim, deve-se ter em conta que somente com a participação efetiva da comunidade escolar é possível legitimar a autoanálise, quando, então, a instituição avalia-se, reavalia-se e propõe-se ações para mudanças e desenvolvimento. Avaliação Institucional na Educação Profissional 15 Matriz de Indicadores a serem Avaliados, segundo as Dimensões de Avaliação e as Categorias de Análise DIMENSÕES / CATEGORIAS DE ANÁLISE ENUNCIADO DOS INDICADORES INDICADORES A SEREM AVALIADOS Da missão e do plano de desenvolvimento institucional 1.1 A missão e os objetivos da instituição na Dimensão Técnico-Pedagógica 1.1.1 Práticas pedagógicas e administrativas e suas relações com os objetivos da instituição 1.1.2 Características básicas do plano de desenvolvimento institucional 1.1.3 Articulação entre o PDI e o projeto pedagógico da escola 1.1.4 Conhecimento a apropriação do PDI pela comunidade escolar 1.1.4.1 Níveis de conhecimento e apropriação 2.1 Formação inicial e continuada de trabalhadores 2.1.1 Condições da oferta 2.2 Educação profissional técnica de nível médio 2.2.1 Articulação com o ensino 2.2.1.1 Formas de articulação médio 2.3 Currículo 16 1.1.1.1 Caracterização, resultados, dificuldades, carências, possibilidades e potencialidades 1.1.2.1 Relação com os contextos sociais e econômicos 1.1.3.1 Políticas de ensino 1.1.3.2 Gestão escolar 1.1.3.3 Gestão do sistema de avaliação institucional Educação Profissional :: Pontos de partida 2.1.1.1 Capacitação, aperfeiçoamento, especialização ou atualização 2.1.1.2 Articulação com a educação de jovens e adultos 2.2.2 Perfil profissional de conclusão 2.2.2.1 Diplomações que possibilitam 2.2.3 Acesso 2.2.3.1 Requisitos de acesso 2.2.4 Organização 2.2.4.1 Formas de organização. 2.2.4.2 Saídas intermediárias de qualificação para o trabalho por curso 2.3.1 Laboratório de currículo 2.3.1.1 Disponibilidade de laboratório de currículo para os cursos de educação profissional de técnico de nível médio 2.3.2 Opções metodológicas 2.3.2.1 Desenvolvimento de metodologias apropriadas à formação por competências Matriz de Indicadores a serem Avaliados, segundo as Dimensões de Avaliação e as Categorias de Análise DIMENSÕES / CATEGORIAS DE ANÁLISE 2.4 Estágio supervisionado ENUNCIADO DOS INDICADORES INDICADORES A SEREM AVALIADOS 2.4.1 Integração com o setor produtivo 2.4.1.1 Utilização de locais de trabalho como facilitador do aproveitamento de egressos pelo setor produtivo 2.4.2 Supervisão 2.4.2.1 Existência de metodologia específica de supervisão dos estágios 2.4.2.2 Formação de orientadores de estágio 2.4.2.3 Mecanismos de acompanhamento de estagiários 2.5 Material de ensinoaprendizagem 2.5.1 Disponibilidade de material 2.5.1.1 Suficiência do material 2.5.1.2 Formas de acesso pelos alunos 2.6 Certificação de competências 2.6.1 Desenvolvimento do sistema de certificação de competências 2.6.1.1 Mecanismos legais de funcionamento 2.6.1.2 Capacitação dos recursos humanos envolvidos 2.7 Educação a distância 2.7.1 Estratégias opcionais para cursos de formação inicial e continuada 2.7.1.1 Tecnologias educacionais e multimeios utilizados 2.8 Acompanhamento das mudanças tecnológicas, das demandas sociais e do mercado de trabalho 2.8.1 Expansão da oferta com qualidade 2.8.1.1 Desenvolvimento de currículos permanentemente atualizados 2.8.1.2 Estudos das mudanças tecnológicas e atualização das demandas 2.8.1.3 Metodologias de acompanhamento apropriadas 2.8.1.4 Observatório do mercado de trabalho 2.9 Acompanhamento de egressos 2.9.1 Subsistema de acompanhamento 2.9.1.1 Formas de acompanhamento 2.9.1.2 Alimentação e aperfeiçoamento de currículos 2.9.1.3 Alimentação dos mecanismos de integração com o setor produtivo Avaliação Institucional na Educação Profissional 17 Matriz de Indicadores a serem Avaliados, segundo as Dimensões de Avaliação e as Categorias de Análise DIMENSÕES / CATEGORIAS DE ANÁLISE 18 ENUNCIADO DOS INDICADORES INDICADORES A SEREM AVALIADOS 2.10 Capacitação de profissionais 2.10.1 Formação continuada e em serviço 2.10.1.1 Capacitação da equipe técnica do centro para implementação do sistema de gestão e avaliação do CEP 2.10.1.2 Programas de capacitação desenvolvidos 2.10.1.3 Participação de instrutores e professores em metodologias para o desenvolvimento curricular 2.10.1.4 Preparação para as mudanças tecnológicas e demandas de profissionalização do mercado, para atualização curricular 2.10.1.5 Capacitação da equipe técnica em formulação e gestão de estágios orientados 2.10.1.6 Priorização do treinamento tecnológico especializado 2.10.1.7 Desenvolvimento de ações para melhoria do perfil de formação dos docentes e instrutores, coerentes com a política de educação profissional do estado e com as DCNs para a educação profissional 2.10.1.8 Capacitação de profissionais para implementação de programas de educação profissional a distância 2.11 Eficiência e/ou desperdício dos cursos técnicos 2.11.1 Taxas de eficiência e/ou 2.11.1.1 Taxas de desperdício repetência/série/curso 2.11.1.2 Taxas de evasão/série/curso 2.11.1.3 Taxas de promoção/série/curso Educação Profissional :: Pontos de partida Matriz de Indicadores a serem Avaliados, segundo as Dimensões de Avaliação e as Categorias de Análise DIMENSÕES / CATEGORIAS DE ANÁLISE Na Dimensão da Gestão ENUNCIADO DOS INDICADORES 3.1.1 Atuação do centro 3.1 Estrutura jurídicoorganizacional 3.2 INDICADORES A SEREM AVALIADOS 3.1.1.1 Formas de atuação 3.1.1.2 Autonomia e integração à rede estadual de EP 3.1.1.3 Base jurídicoorganizacional 3.2.1 Mecanismos de colabo3.2.1.1 Parcerias com instiArticulação institucional ração e congregação de esforços tuições de outras redes de EP 3.3 Gestão de recursos humanos 3.3.1 Modelo de gestão desenvolvido 3.4 Eventos de intercâmbio e visitas técnicas 3.5 Corpo docente dos cursos técnicos 3.6 Corpo técnico e administrativo 3.3.1.1 Princípios orientadores dos processos de seleção e manutenção de recursos humanos 3.3.1.2 Critérios de seleção de instrutores para os cursos técnicos de nível médio 3.3.1.3 Critérios de seleção de professores para os cursos técnicos de nível médio 3.3.1.4 Banco de currículos de especialistas e docentes, para recrutamento de profissionais 3.4.1 Participação das equipes 3.4.1.1 Troca de experiências dentro e fora do estado por em programas área de atuação 3.5.1 Professores efetivos 3.5.1.1 Quantidade por formação docente 3.5.2 Professores contratados 3.5.2.1 Número de professores contratados 3.5.3 Professores em outra situação 3.5.3.1 Número de professores em outra situação 3.5.4 Necessidade 3.5.4.1 Déficit de professores 3.5.5 Instrutores contratados 3.5.5.1 Número de instrutores contratados 3.5.6 Instrutores em outra situação 3.5.6.1 Número de instrutores em outra situação 3.6.1 Quadro de servidores 3.6.1.1 Número de técnicos 3.6.1.2 Número de administrativos 3.6.1.3 Déficit Avaliação Institucional na Educação Profissional 19 Matriz de Indicadores a serem Avaliados, segundo as Dimensões de Avaliação e as Categorias de Análise DIMENSÕES / CATEGORIAS DE ANÁLISE 20 ENUNCIADO DOS INDICADORES INDICADORES A SEREM AVALIADOS 3.7 Sistema informatizado de 3.7.1 Sistema único de avaliação da gestão, avaliação integrado aos aprendizagem e demais centros acompanhamento de egressos 3.7.1.1 Sistema de avaliação dos aspectos gerenciais e de aprendizagem dos alunos 3.7.1.2 Articulação com a gerência de desenvolvimento da região de abrangência do centro 3.7.1.3 Alimentação dos mecanismos de integração com o setor produtivo e de serviços 3.8 Capacitação de recursos humanos para a gestão 3.8.1 Formação continuada e em serviço 3.8.1.1 Capacitação de gestores para o alcance dos objetivos educacionais do CEP 3.8.1.2 Formação direcionada às necessidades de respostas às novas demandas e oportunidades de expansão e diversificação da oferta 3.8.1.3 Formação voltada para a necessidade de articulação com o setor produtivo e com a sociedade 3.8.1.4 Capacitação para integração da EP com a formação para a cidadania e com as visões de flexibilidade e laborabilidade requeridas para os cursos oferecidos 3.8.1.5 Capacitação da equipe de coordenação para a gestão de sistemas informatizados e a utilização de informações gerenciais 3.8.1.6 Capacitação de pessoal técnico-administrativo para atividades de suporte técnico e utilização da informática na gestão pública 3.9 Integração sistêmica 3.9.1 Informática e comunicação 3.9.1.1 Gestão informatizada em nível central 3.9.1.2 Interligação do centro ao órgão gestor e à gerência de articulação e desenvolvimento regional 3.9.1.3 Desenvolvimento de módulos específicos de administração e de produção de indicadores Educação Profissional :: Pontos de partida Matriz de Indicadores a serem Avaliados, segundo as Dimensões de Avaliação e as Categorias de Análise DIMENSÕES / CATEGORIAS DE ANÁLISE ENUNCIADO DOS INDICADORES INDICADORES A SEREM AVALIADOS 3.10 Desenvolvimento de processos gerenciais 3.10.1 Distribuição e priorização, aproveitamento e aplicação de critérios 3.10.1.1 Uso de recursos financeiros, humanos, didáticos e de infraestrutura 3.11 Infraestrutura física 3.11.1 Ambientes do prédio escolar – existentes e déficit 3.11.1.1 Salas de aula 3.11.1.2 Laboratórios de ensino 3.11.1.3 Ambientes administrativos 3.11.1.4 Espaços complementares 3.11.1.5 Demais áreas 3.11.2 Instalações 3.11.2.1 Condições das instalações elétricas, hidráulicas e telefônicas 3.11.3 Prédio escolar 3.11.3.1 Entidade proprietária, forma de ocupação e finalidade original da construção 3.11.4 Manutenção 3.11.4.1 Acompanhamento e atendimento às necessidades de reforma, ampliação ou adequação do prédio escolar 3.11.5 Equipamentos e mobiliário 3.11.5.1 Acompanhamento e atendimento às necessidades de reposição do equipamento, mobiliário e acervo bibliográfica 3.12.1 Funcionamento e postos 3.12.1.1 Funcionamento regular 3.12.1.2 Adequação da quantidade de postos ao número de usuários 3.12.1.3 Nível de satisfação 3.12 Biblioteca Avaliação Institucional na Educação Profissional 21 1. Matriz de Indicadores a serem Avaliados, segundo as Dimensões de Avaliação e as Categorias de Análise DIMENSÕES / CATEGORIAS DE ANÁLISE 3.13 Sustentabilidade financeira da instituição ENUNCIADO DOS INDICADORES 3.13.1 Disponibilidade financeira 3.13.1.1 Ajuste do PDI à previsão de disponibilidade financeira do centro 3.13.1.2 Fontes de financiamento 3.13.1.3 Receita por fonte 3.13.2 Custos totais no ano 3.13.2.1 Custos com pessoal ativo, manutenção, material de consumo, investimentos 4.1 Integração do centro com a comunidade e com o setor produtivo 4.1.1 Articulação, integração e formação de parcerias 4.1.1.1 Processo de articulação e de formação de parcerias em desenvolvimento 4.1.1.2 Setores e/ou instituições parceiras e compromissos mútuos 4.1.1.3 Processos de articulação e de formação de parcerias em desenvolvimento 4.1.1.4 Mecanismos de cooperação 4.2 Atividades complementares de integração com as políticas de geração de trabalho e renda 4.2.1 Produção de bens e prestação de serviços em sintonia com as vocações econômicas da área de atuação do CEP 4.2.1.1 Programas de formação para o empreendedorismo juvenil, como incubadoras de microempresas e prestação de serviços 4.2.1.2 Manutenção de cooperativas comunitárias e balcões de serviços tecnológicos 4.3 Capacitação de recursos humanos para a integração com a comunidade 4.3.1 Formação continuada e em serviço 4.3.1.1 Capacitação da equipe técnica para a parceria permanente 4.3.1.2 Capacitação da equipe técnica para a implantação de componentes operacionais do programa de formação de micro e pequenos empreendedores e de serviços tecnológicos 4.3.1.3 Capacitação da equipe técnica para a implantação e o desenvolvimento de um sistema de articulação institucional das redes de EP no estado 4.3.1.4 Capacitação da equipe técnica na área de negociação para o emprego de estratégias de integração e instrumentos de parcerias Na Dimensão da Integração com a Comunidade. 22 INDICADORES A SEREM AVALIADOS Educação Profissional :: Pontos de partida Anexos Avaliação Institucional na Educação Profissional 23 Questionários – identificação Os instrumentos sugeridos para o processo de avaliação interna dos Centros Estaduais de Educação Profissional compõem um conjunto de cinco questionários destinados ao levantamento de variáveis de identificação do estabelecimento, nas dimensões da Missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional, da área Técnico-Pedagógica, da Gestão e da Integração com a Comunidade. Os cinco instrumentos estão ordenados de modo a serem mais facilmente identificados: Questionário Q 1/5 – II Questionário Q 2/5 – DMPI Questionário Q 3/5 – DTP Questionário Q 4/5 – DG Questionário Q 5/5 – DIC 24 Educação Profissional :: Pontos de partida – de Identificação da Instituição; – na Dimensão da Missão e do Plano de Desenvolvimento Institucional; – na Dimensão Técnico-Pedagógica; – na Dimensão da Gestão; – na Dimensão da Integração com a Comunidade. Governo do Estado do Maranhão Poder Executivo Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia, Ensino Superior e Desenvolvimento Tecnológico Q 1/5 – DII Obs.: No caso de o estabelecimento oferecer cursos de formação inicial e curso técnico Avaliação Institucional na Educação Profissional 25 26 Educação Profissional :: Pontos de partida Q 2/5 – DMPI Avaliação Institucional na Educação Profissional 27 28 Educação Profissional :: Pontos de partida Avaliação Institucional na Educação Profissional 29 30 Educação Profissional :: Pontos de partida Q 3/5 – TP Avaliação Institucional na Educação Profissional 31 32 Educação Profissional :: Pontos de partida Avaliação Institucional na Educação Profissional 33 34 Educação Profissional :: Pontos de partida Avaliação Institucional na Educação Profissional 35 36 Educação Profissional :: Pontos de partida Avaliação Institucional na Educação Profissional 37 38 Educação Profissional :: Pontos de partida Q 4/5 – DG Avaliação Institucional na Educação Profissional 39 40 Educação Profissional :: Pontos de partida Avaliação Institucional na Educação Profissional 41 42 Educação Profissional :: Pontos de partida Avaliação Institucional na Educação Profissional 43 44 Educação Profissional :: Pontos de partida Avaliação Institucional na Educação Profissional 45 46 Educação Profissional :: Pontos de partida Avaliação Institucional na Educação Profissional 47 48 Educação Profissional :: Pontos de partida Q 5/5 – DIC Avaliação Institucional na Educação Profissional 49 50 Educação Profissional :: Pontos de partida Avaliação Institucional na Educação Profissional 51 Bibliografia BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Parecer CNE/CEB nº 17/1997. Estabelece as Diretrizes Operacionais para a Educação Profissional em Nível Nacional. Coletânea. Brasília: CNE, 1997. BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Parecer CNE/CEB nº 16/1999. Trata das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico. Coletânea. Brasília: CNE, 1997. BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Parecer CNE/CEB nº 33/2000. Estabelece o Novo Prazo Final para o Período de Transição para a Implantação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico. Coletânea. Brasília: CNE, 1997. BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Resolução CNE/CEB nº 4/1999. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico. Brasília, 5/10/1999. Coletânea. Brasília: CNE, 1997. BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil: com a incorporação da Emenda nº 14. Brasília: Senado Federal, 1988. BRASIL. Decreto nº 5.154/2004, de 22 de julho de 2004. Regulamenta o § 2º do art. 36 e os artigos. 39 a 41 da Lei nº 9.394, de 20/12/1996, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional e dá outra providências. Coletânea de leis da Presidência da República. Brasília: Casa Civil da Presidência da República, 2004. BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Lei de Diretrizes e Bases da Educação. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Coletânea de leis da Presidência da República. Brasília: Casa Civil da Presidência da República, 1996. BRASIL. Lei nº 10.861/2004, de 14 de abril de 2004. Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – Sinaes, e dá outras providências. Coletânea de leis da Presidência da República. Brasília: Casa Civil da Presidência da República, 2004. BRASIL. Ministério da Educação. Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior. Diretrizes para avaliação das instituições de educação superior. Brasília: MEC/Conaes, ago. 2004. 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