TRÊS MUDANÇAS
de Nicky Silver
“... não sei se o humor é uma forma, uma arma ou um instrumento que nos leva a
resolver as coisas, mas acho que é a única ferramenta que nós, como seres humanos,
temos para sobreviver. Eu não sei se o humor torna as coisas melhores, mas acho que
as torna mais toleráveis, suportáveis. E essa é apenas a minha natureza de ver as
coisas. É uma das ferramentas que temos para levar a vida adiante.”
Nick Silver
Descrição
O projeto propõe a montagem inédita da peça Três Mudanças,
de Nick Silver.
O autor, nascido na Filadélfia, em 1960, hoje um dos mais
celebrados autores americanos, considerado um dos mais
produtivos e talentosos escritores de Nova York. Nick Silver cria
uma poesia quase perversa nas banalidades sociais. Autor de
13 peças, montadas em várias partes do mundo.
Este projeto prevê a montagem e temporada do espetáculo com
36 apresentações na cidade de São Paulo, em teatro de médio
porte, para público adulto. Sendo 5 apresentações para alunos
da rede pública, seguidas de debates com estudantes, elenco e
direção do espetáculo.
Sinopse
Nathan e Laurel formam um casal
aparentemente feliz, que mora num
confortável apartamento em um bairro
charmoso de classe média alta.
Trabalham, estão sempre ocupados, contentes e vivem com relativo conforto, até
a chegada de Hal, o irmão mais velho de
Nathan, sumido há muitos anos. Hal é um
autor de seriados para televisão, de grande
sucesso, que por alguma razão fracassou
e foi parar numa clínica de reabilitação.
Ele acaba de sair da clínica, está sem
dinheiro e sozinho no mundo. Mas o que
parece ser uma visita casual, uma oportunidade de reconciliação, se torna uma
preocupação. Com o pretexto de estar
escrevendo seu primeiro romance, Hal
lentamente começa a usurpar o lugar de
Nathan naquela casa. Ele seduz Laurel e
traz para a casa um jovem, um fugitivo, que
de alguma forma completa aquela família,
uma família que não tem mais lugar para
Nathan. E no desenrolar da peça,
começamos a perceber que esses dois
homens, esses dois irmãos tentaram se
amar de alguma forma, e não conseguiram
por estarem tão presos à uma batalha
competitiva que acaba custando uma vida.
Justificativa
TRÊS MUDANÇAS, de Nicky Silver, que fala da fome por uma
família unida num mundo tão fragmenado, é uma peça cheia
de questões não respondidas, ambigüidades, tentativas de
conexão, tentativas desesperadas para se ficar junto,
tentativas frustrantes de formar uma família unida, coisa
inexistente ou pelo menos muito rara no nosso mundo atual.
Os textos de Nicky Silver são resultados de uma combinação
certeira de drama, comédia, farsa e existencialismo pop, que
reveste temas como isolamento, punição, culpa, negação,
disfunções psicológicas, sociais e as várias inclinações da
sexualidade. Tipos urbanos instáveis e complexos, seus
personagens habitam textos impregnados de humor ácido,
que corrói as entranhas de núcleos familiares e de tragédias
individuais.
Montar Nicky Silver é penetrar no nosso mundo
contemporâneo turbulento, através de seus
brilhantes diálogos, sua estrutura dramática tão
bem urdida e se impregnar por suas palavras,
tão rítmicas, tão poderosas, que quando você se
dá conta, você está completamente seduzida por
aqueles maravilhosos e complicados
personagens, que sedutoramente vão nos
levando para os lugares sombrios da nossa
alma. E ao mesmo tempo, um humor perpassa
os momentos trágicos de seu texto, como se
viesse da obscuridade para mostrar que a vida
não é uma aventura absolutamente fatalista,
e nos surpreendemos rindo da nossa absurda
precariedade e ridícula prepotência.
Ficha Técnica
Texto: Nick Silver
Iluminação: Nelson Ferreira
Direção: Denise Weinberg
Trilha sonora: Miguel Briamonte
Dramaturgia corporal: Neide Neves
Design gráfico: Marina Coelho
Tradução: Fernanda Viacava
Fernanda Sampaio
Elenco: André Garolli
Fernanda Viacava,
Francisco Bretas,
Julio Oliveira
Atriz a definir
Cenário e Figurino: Flavio Tolezani
Fotografia:Ligia Jardim
Produção: Fernanda Viacava
Produção excecutiva: Cesar Baccan
Realização: ALGO Produções Artisticas
Público-alvo
Adultos em geral.
Plano de Mídia
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ASSESSORIA DE IMPRENSA
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GUIA OFF
Um anuncio P/B de ½ página P/B vertical (4,5 x 14 cm)
Tiragem: 20.000 exemplares na cidade de São Paulo.
Periodicidade: Mensal, durante toda a temporada.
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GUIA DA FOLHA DE SÃO PAULO
Um anúncio colorido de ¼ de página (7,9cm x 7,5 cm)
Periodicidade: semanal, durante toda a temporada.
•
GUIA DIVIRTA-SE DO ESTADO DE SÃO PAULO
Um anúcio colorido (6,8 x 9 cm)
Periodicidade: semanal, durante toda a temporada.
Opções de Patrocínio
COTA MASTER
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Logomarca veiculada sob chancela APRESENTA
no cabeçalho de todo material impresso e
exposta sob a chancela PATROCÍNIO no rodapé;
Menção do patrocinador no áudio de abertura
do espetáculo;
Inclusão da logomarca do patrocinador em todo
material impresso;
Inserção de banner e vídeo institucional (cedido
pelo patrocinador) na fan page do facebook do
espetáculo, com link para site do patrocinador;
Inserção de teaser do espetáculo no YOUTUBE,
contendo a logomarca do patrocinador;
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Cessão de convites para as apresentações;
Apresentação exclusiva ao patrocinador em data
previamente acordada;
Ações promocionais combinadas e acordadas
previamente, sem custo adicional ao espetáculo;
Envio de e-mail marketing com divulgação do
espetáculo com a logomarca do patrocinador para
mais de 5.000 pessoas;
Assessoria de imprensa, mencionando os
patrocinadores sempre que o veículo permitir.
COTA COMPLEMENTAR
•
Logomarca veiculada em todo material impresso e
exposta sob a chancela COPATROCÍNIO no rodapé;
•
Menção do patrocinador no áudio de abertura do
espetáculo;
•
Inserção de banner e vídeo institucional (cedido pelo
patrocinador) na fan page do facebook do espetáculo,
com link para site do Patrocinador;
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•
Inserção de teaser do espetáculo no YOUTUBE, contendo
a logomarca do patrocinador;
Cessão de convites para as apresentações;
Envio de e-mail marketing do espetáculo com a
logomarca do patrocinador para mais de 5.000 pessoas;
Assessoria de imprensa, mencionando os patrocinadores
sempre que o veículo permitir.
Investimento
APOIO CULTURAL OU INSTITUCIONAL
•
Outras empresas e instituições financiadoras,
apoiadoras ou promotoras da ação terão crédito sob a
titulação APOIO, APOIO CULTURAL ou INSTITUCIONAL, PROMOÇÃO ou COLABORAÇÃO e terão sua logomarca
inserida nas peças promocionais em menor escala.
Observação: Poderão ser discutidas, de acordo com as possibilidades, outras formas de inserção das empresas na divulgação do espetáculo.
O projeto Três Mudanças está aprovado para
captação de patrocínio:
Âmbito estadual
Programa de Ação Cultural – ProAC – ICMS da
Secretaria de Estado da Cultura de Estado de São
Paulo – SEC (http://www.cultura.sp.gov.br/portal/
site/PAC/consultapublica/): código 9947
Âmbito federal
Lei Rouanet (Lei 8313, de 23/12/1991), do Ministério da Cultura (www.cultura.gov.br): PRONAC
132517
Valor de R$ 428.362,00
Direção
DENISE WEINBERG
Diretora e atriz
Fundadora do grupo TAPA. Recebeu, ao longo
de sua carreira, 2 Prêmios MOLIÈRE,
2 Prêmios APCA, 3 Prêmios Mambembe,
1 Prêmio Shell, 7 Prêmios em cinema.
Dirigiu os espetáculos: O Pelicano, de
Strindberg; Paulo Francis Está Morto, de
Paulo Coronato, A Refeição, de Newton
Moreno; Silêncio E Paisagem, de Harold
Pinter; O Nome, de Jon Fosse; Malkhut; A
Festa, de Harold Pinter.
Na televisão atuou na TV Globo no seriado A
Teia e na novela Amor, Eterno Amor, ambas
com direção de Rogerio Gomes; nas minissé-
ries: Dalva e Herivelto e Maysa, dirigidas por
Jayme Monjardim; na TV Cultura atuou em
Segundo Movimento Para Piano E Costura; e
na HBO, na série Alice.
No cinema atuou em De Pernas Para O Ar 2 e
De Pernas Para O Ar 1; Super Nada; À Beira
Do Caminho; Salve Geral; Cabeça A Prêmio;
Linha De Passe; Crime Delicado; Em Nome do
Pai; Lost Zweig; Quase Nada; Mauá - O Imperador e o Rei; Guerra de Canudos, entre outros.
No teatro atuou em Dançando em Lúnassa, e
Balanganguéri, O Lugar Onde Ninguém Mais
Ri, ambas com direção de Domingos Nunes,
Isso É O Que Ela Pensa, e Anna Weiss, dirigidas por Alexandre Tenório; Da Possibilidade
Da Alegria No Mundo, texto e direção de
Newton Moreno; Álbum De Família, de
Nelson Rodrigues, Oração Para Um Pé De
Chinelo, de Plinio Marcos e Arsênico e
Alfazema, as três com direção de Alexandre
Reinecke; As Lágrimas Amargas De Petra
Von Kant, de Fassbinder, direção de Ticiana
Studart; O Acidente, de Bosco Brasil, direção
de Ariela Goldmann. No grupo TAPA, com
direção de Eduardo Tolentino, atuou em A
Serpente, e Vestido De Noiva, de Nelson
Rodrigues; Navalha Na Carne, e Querô, de
Plinio Marcos; Ivanov, de Tchekov; Do Fundo
Do Lago Escuro, de Domingos de Oliveira;
Rasto Atrás, de Jorge Andrade; Senhora
Klein, de Nicholas Wright; A Megera Domada,
de Shakespeare, entre outros.
Elenco
FRANCISCO BRÊTAS
Ator, dublador e diretor de dublagem
Na televisão participou da série de teleteatro
SENTA QUE LÁ VEM COMÉDIA na TV Cultura
com a peças: Casa De Orates de Aluísio e
Arthur Azevedo, direção de Adriano Stuart e
Edison Braga e Se O Anacleto Soubesse de
Paulo Orlando, direção de Bete Dorgam e
Sérgio Galvão.
No teatro atuou em; Isso É O Que Ela Pensa,
direção de Alexandre Tenório;
A Tempestade, de Willian Shakespeare,
direção de Marcello Lazzarato; O Retrato
De Dorian Gray, de Oscar Wilde, direção de
Débora Dubois; Galileu Galilei de Bertold
Brecht, direção de Rubens Velloso, Otelo, de
William Shakespeare, direção de Marco Antonio
Rodrigues; Cárcere Privado, de Leonardo
Alkmim, direção de Dani Chao Hu; Verás Que
Tudo É Mentira, de Theóphile Gautier, direção
de Marco Antonio Rodrigues; Macbeth de
William Shakespeare, direção de Ulysses Cruz
No cinema atuou nos curta metragens A
Corrente conto de Tobias Wolff, direção de
Marcelo Toledo e A Ordem - Filme: Os Sete
Sacramentos De Canudos de Peter Przygodda
/ Uli Möller / Claudia Tronnier (ZDF), direção de
Luiz Alberto Pereira.
ANDRÉ GAROLLI
Ator e Diretor
Na televisão, destaca-se junto ao núcleo
de dramaturgia da TV Globo, atuando nas
novelas Fina Estampa, Guerra dos Sexos e na
atual Amor a Vida e nas miniséries: Lara com
Z, Cinquentinha e Na Forma da Lei , com direção de Wolf Maya e Mauro Mendonça Filho.
No teatro atua no Grupo TAPA há mais de
20 anos, tendo como principais espetáculos,
dirigidos por Eduardo Tolentino: Doze Homens, Vestir os Nus, Cloaca, A Mandrágora,
Ivanov, A Serpente, Vestido de Noiva, Megera
Domada, além de trabalhar com nomes como
Bibi Ferreira, Fauzi Arap, Juca de Oliveira,
Roberto Lage, Fulvio Stefanini, entre outros.
Ministra aulas desde 1996, atualmente trabalhando na Escola Wolf Maya de São Paulo e
do Rio de Janeiro.
Diretor artistíco da Cia Triptal há 22 anos,
dentre seus principais trabalhos estão: Dois
Perdidos numa Noite Suja, de Plínio Marcos;
e o projeto Homens ao Mar, baseado em
textos de Eugene O’ Neill; premiado no APCA
e premio Shell, tendo participado do Festival
Internacional de Chicago e o projeto infantil
Maria Clara Clareou, agraciado com os premios Coca Cola APETESP e Mambembe.
FERNANDA VIACAVA
Atriz e produtora
Em cinema, atuou nos longas: Salve Geral,
direção Sergio Rezende; O Menino da
Porteira, dirigido por Jeremias Moreira;
Quanto Dura o Amor? dirigido por Roberto
Moreira; Domésticas – O Filme, dirigido por
Fernando Meirelles e nos curtas: Calíope,
dirigido por Helena Guerra; De Resto, dirigido
por Daniel Chaia, entre outros. Ex diretora do
departamento de cinema do Pólo de
cinema de Paulínia e do Festival de Cinema
de Paulínia.
No teatro, dentre os espetáculos nos quais
atuou estão Dançando em Lúnassa, de Brian
Friel e Balanganguéri, o Lugar onde ninguém
mais ri de Tom Murphy, ambos com direção
Domingos Nunes; As Três Mulheres Sabidas,
direção André Garoli e Luciana Viacava; com
direção Eduardo Tolentino, no grupo TAPA,
atuou em Contos de Sedução, Camaradagem,
Vestir os Nus e Amargo Siciliano de Luigi Pirandello, Réquiem de Hanoch Levin, direção
Francisco Medeiros; Dotoréia, direção Brian
Penido Ross; Os Cafundó, direção de Francisco Bretas; O Prodígio do Mundo Ocidental,
direção de Ariela Goldman, Nada mais foi dito
nem Perguntado, direção de Marco Anto
nio Rodrigues e Malkhut, direção de Denise
Weinberg, A Maldição do Vale Negro, direção
Dagoberto Feliz.
Em televisão atuou na série Pedro e Bianca,
Dir. Roberto Moreira, Tv Cultura; na minissérie João Miguel , Dir. André Garolli, TV Cultura e no teleteatro: O Telescópio, Dir. Eduardo
Tolentino, TV Cultura.
JULIO OLIVEIRA
Ator
Na televisão atuou na Tv Globo nas novelas
de Maria Adelaide Amaral Ti-Ti-Ti, direção
de Jorge Fernando e na atual Sangue Bom,
direção de Vicent Vilari.
No cinema atuou no longa metragem Salve
Geral – O Dia Em Que São Paulo Parou, de
Sérgio Rezende.
No teatro atuou em Equus de Peter Shaffer, direção de Alexandre Heineck; Píramo
e Tisbe, texto e direção de Vladimir Capella
(Indicado ao Prêmio FEMSA Coca Cola como
Melhor Ator de 2011); O Rei e Eu, de Rodgers
e Hammerstein, direção de Jorge Takla; Um
Sonho de Natal, de Gerson Steves, direção
de Hélio Gerbas; O Gato de Botas, de Charles
Perrault, Direção e Adaptação de Aguinaldo
D’avilis; A Megera Domada, de William
Shakespeare, direção e adaptação de Albano
Sargaço; O Inspetor Geral, de Gogol, direção
e adaptação de Albano Sargaço; A Hora da
Estrela de Clarice Lispector, direção de Fatima do Valle; entre outras.
Contatos
Fernanda Viacava
11 999 52 1295
11 3569 5148
[email protected]
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TRÊS MUDANÇAS de Nicky Silver