Actividades º semestre de Actividades 1º semestre de 2007 Direcção de Infra-Estruturas Direcção de Infra-Estruturas Actividades º semestre de MGEN COR ALF SMOR CAB ADJ SOLD TEC SUP 1CL ASS ADM ESP DIRECÇÃO António José Maia de Mascarenhas Gil Abel de Andrade Ramos Telma Sofia Martinho da Silva Rijo Mário Alfredo Martins Maria Cristina Fortuna Fernandes Ricardo Filipe Soares de Moura Vera Cristina De Sousa Carvalho Maria de Fátima Nunes Vieira Campos REPARTIÇÃO DE PLAN. E GESTÃO DE PATRIMÓNIO TCOR Firme Alves Gaspar TCOR Carlos Nuno Leitão dos Santos Adrega TCOR José Paulo Ribeiro Berger TCOR Rui Paulo Brazão Martins Costa MAJ Vítor José Pires Costa CAP José da Silva Clemente CAP Emanuel António Correia Plácido SAJ Joaquim Farias SAJ Carlos Reis Pio SAJ Paulo Jorge dos Santos Almeida 1SAR António José Silva Marques 1SAR Nuno Miguel Patrício de Matos 1SAR Pedro Miguel Nunes Oliveira FUR Inês Maria Pinheiro Crisanto ASSESSOR Rui Manuel Silva Coelho Picado TEC SUP PRIN David António Martins de Oliveira TEC PRO PRIN Maria do Carmo Gonçalves Cunha Marques ASS ADM PRIN Jacinta Maria de Jesus Ferreira Jorge Gémio ASS ADM PRIN Ana Maria de Sousa Abreu da Fonseca Lomba ASS ADM PRIN Maria Helena da G Pereira Marcelo ASS ADM Maria Ester Marques REPARTIÇÃO TÉCNICA DE ENGENHARIA TCOR João Sequeira de Almeida MAJ José Manuel Pardieiros de Melo MAJ Artur José dos Santos Nunes Afonso MAJ Rui Manuel Farinha Freire Rodrigues MAJ João Paulo do Amaral De Oliveira CAP Albino Miguel Neves Julião CAP José António Fernandes de Amaral CAP Adalberto José Guerreiro da Silva Centenico CAP Pedro José da Silva Gonçalves Matias CAP Claudino Eurico Henriques Ferrão CAP António José Ribeiro Martins ALF Fernando Manuel de Figueiredo Correia SCH Joaquim Ferreira Singrado de Oliveira Paulo SAJ José Manuel Viegas Lousa SAJ Paulo Jorge Rodrigues Perna SAJ Paulo Manuel Correia Devesa 1SAR Nuno Miguel Valente de Sousa 1SAR Armando Jorge Pinto Fernandes Sequeira 1SAR Sérgio Manuel Gomes de Almeida 2º CABO Luís Daniel Martins de Sousa J Matildes ASSESSOR António José Teixeira Pinheiro TEC PRO ESP Guilherme W Bastos da Silva Brito TEC PRO PRIN Fernando José Almeida Marques TEC PRO PRIN Elsa Cristina C. Flores Gonçalves TEC PRO PRIN Paulo Jorge Rosa dos Santos ASS ADM PRIN Maria Henriqueta de Sousa Calado ASS ADM PRIN Maria da Graça dos Santos Dias MAJ SAJ CAB ADJ SOLD SOLD ASS ADM ASS ADM FIEL DEP ARM REPARTIÇÃO DE OBRAS Manuel José Pereira Rodrigues José Carlos Marques Dias João Paulo dos Santos A.D. de Barros Cátia Martins Antunes Tiago Emanuel Pires Lacerda Maria de Lurdes Santos Ferreira Batista Lídia Maria Fonseca Bernardo de Melo António Moura Soares DELEGAÇÃO DE INFRA-ESTRUTURAS DO NORTE MAJ Calos Alberto Nunes Pires CAP José Manuel Silva TEN RC Paulo Alexandre Filipe Afecto TEN RC Luís Eduardo Ventura Moreira SAJ Francisco de Jesus Pinto SAJ Ricardo Manuel Alves SAJ Herlander Aires Caetano Tibério CAB ADJ José Helder Martins Rodrigues 1º CABO Calos Manuel Borges Ribeiro SOLD João Andrade Silvino Rua SOLD Bruno Teixeira da Costa DELEGAÇÃO DE INFRA-ESTRUTURAS DO CENTRO TCOR António José Soares Pereira CAP José Miguel Almeida Ramalho CAP Sidónio Carneiro Dias SAJ Francisco José O R E Ferreira SAJ Hernesto de Deus da Silva Lourenço 1SAR Mário Oliveira Gomes Ribeiro 1SAR Paulo Jorge Martins Lopes 1SAR Francisco Daniel de Castro Silva 1SAR Hélder António da Fonseca Ferreira Mendes CABO ADJ Nuno Miguel Félix Granja 2º CABO Flávio Oliveira Paiva SOLD Pedro Miguel Alves Veloso TEC PROF ESP João Carlos Marques Gonçalves AUX SVC Alcina Maria Lopes Valente Caio DELEGAÇÃO DE INFRA-ESTRUTURAS DE LISBOA SUL E ILHAS MAJ Carlos Alberto Rocha Afonso MAJ João Francisco Lopes Ferreira CAP Carlos Miguel Fernandes Vítor Dias CAP Luís Emanuel Pedroso Ribeiro CAP Sérgio Miguel Pires Trindade SAJ António José Pagaimo de Sousa SAJ Luis António Pombo Palmeiro Pedro SAJ Carlos Filipe Guerra SAJ Manuel Antunes Dias 1SAR Vitorino José Vaz Pires 1SAR Jorge Augusto Fernandes de Almeida 1SAR Pedro Miguel Nunes Oliveira 1SAR Carlos Jorge Saruga Bailão 1SAR Rui Miguel Antunes Ferreira SOLD Tiago Fabrício Martins Tomás SOLD Tiago Alexandre Lopes Melo ASS ADM ESP Leonor da Conceição B. Fernandes Santos REPARTIÇÃO DE APOIO GERAL MAJ José Luís Moreira Ferreira CAP João Henrique Coelho dos Santos CAP Nuno Ricardo Henriques TEN João Miguel Barros Pereira SCH Rui José Ferreira Sousa Casimiro SAJ Jaime António Pereira de Aguiar SAJ Severino Gregório Valente SAJ Mário Jorge de Carvalho Fernandes SAJ Abel José Furtado Ambrósio 1SAR Jorge Manuel dos Santos Paiva 1SAR Marco António Salvado dos Santos 1SAR Artur Miguel Pereira Vieira 1SAR Hugo Alexandre dos Santos Fragoso 1SAR José Augusto Faustino Anjinho 1SAR Rogério Fernando do Monte Vicente CAB ADJ Miguel Ângelo Ferreira de Matos 2º CABO Daniel José Cruz Sousa SOLD Ana Paula Amaral Laires SOLD Joryi Oliveira Pulgarin SOLD Maria Inês Silva Rodrigues SOLD Alexandre Ferreira Viana SOLD Thais Vilela Vaz ASS ADM PRIN Lígia Maria Martins Santos ASS ADM PRIN Dália Maria E Runa Matias Fialho ASS ADM Valentina Condeças de Almeida AUX ADM Elisa da Conceição da Silva Alves Fonseca FIEL DEP ARM Paulo Alexandre Batista Rosado GABINETE DE ESTUDOS ARQ. DE ENGENHARIA MILITAR SCH Luís Luciano de Oliveira Ribeiro SAJ Mário José Pires da Silva 1 Direcção de Infra-Estruturas Actividades da Repartição de Planeamento e Gestão do Património Área da Secção de Planeamento e Controlo de Programas Pólo Cultural do Exército Instalação da Biblioteca do Exército / Arquivo Histórico Militar no PM50/Lisboa Foi decidido concentrar numa única área, na zona do eixo Santa Clara/Santa Apolónia, órgãos de apoio cultural que sendo afins e complementares, são mais utilizados por investigadores e público em geral. No PM50/Lisboa, Fundição de Cima, ficarão assim instalados alguns órgãos que farão parte do futuro Pólo Cultural do Exército: - Direcção de História e Cultura Militar (DHCM); - Biblioteca do Exército (BIBLEX); - Arquivo Histórico Militar (AHM); - Reservas do Museu Militar de Lisboa (MMLisboa); - Arquivo Geral do Exército (AGE); - Arquivo do MDN (eventual). Assim como outros órgãos não militares (Revista Militar, Revista da Artilharia e Ligas de Amigos do Museu Militar e do Arquivo Histórico Militar). A área de intervenção proposta corresponde a um núcleo da cidade que de longa data tem vindo a ser sucessivamente utilizado e ocupado por vários órgãos e instalações militares. É composto por 4 edifícios, que se desenvolvem paralela e assimetricamente acompanhando o declive da encosta e cujos eixos longitudinais se orientam no sentido nascente/poente. Tal orientação favorece a vista de excelência, nomeadamente dos edifícios mais elevados e dos terraços de dois deles, sobre o estuário do Tejo. A B C Vista aérea do PM50/Lisboa Destes 4 edifícios apenas se irá intervir em 3 deles – Edifícios A, B e C. São edifícios do princípio do século XX, que apenas parcial e pontualmente estão ocupados. Construtivamente, já todos apresentam estrutura de betão armado, com uma concepção 2 Actividades º semestre de tipicamente fabril (edifícios B e C) - grandes vãos preparados para suportar grandes cargas e maquinaria pesada, assim como pés direitos elevados (entre os 3,75m e os 5,10m úteis). A distribuição funcional proposta por edifício e por pisos é a seguinte: Programa para a Biblioteca do Exército – (Edifício C – piso -1) Área aproximada para instalação – ± 1.100m². Previsto possuir cerca de 11 funcionários permanentes + 4 eventuais Volume do acervo – cerca de 570m³ -Zona de Recepção e Encaminhamento; -Zona de Referenciação/Consulta; -Salas de Leitura (Público e Reservados); -Zonas de Trabalho dos Funcionários; -Zonas de Fundos (Geral e especializados); -Apoio Sanitário; -Zonas Técnicas; -Reserva de área para futura expansão; -Zonas de estacionamento, carga e descarga. 3 Direcção de Infra-Estruturas Actividades da Repartição Técnica de Engenharia JORNADAS TÉCNICAS DA DIE FORMAÇÃO CONTÍNUA: UM IMPERATIVO O tempo em que a evolução dos materiais e das técnicas era lenta e o saber de experiência feito primava, passou. Hoje, novos materiais surgem a um ritmo alucinante. Com eles, novos conhecimentos e novas técnicas permitem encarar e vencer desafios cada vez mais arrojados. Ser engenheiro, arquitecto, desenhador ou medidor-orçamentista, capaz de dar resposta competente aos novos desafios, seja no âmbito do projecto, seja no acompanhamento da obra, exige um esforço de actualização permanente pelo estudo e através de acções de formação contínua. Sendo certo que essa actualização deverá ser prioritariamente garantida por acções de formação ministradas por entidades acreditadas que garantam a certificação dos técnicos que as frequentem, as condições próprias – escassez de recursos – levaram-nos a idealizar uma alternativa. Por proposta gizada por alguns elementos da Repartição Técnica de Engenharia, autorizada e apoiada pela Direcção e apelando dos nossos próprios técnicos e de empresas com quem trabalhamos, foi desenvolvido um programa de formação contínua que designámos por Jornadas Técnicas da DIE. O plano de formação aprovado conjuga três eixos: I – Actualização de conhecimentos científicos, com base na exemplificação de procedimentos técnicos assistidos por computador no âmbito do projecto; II – Especialização, mediante a apresentação por entidades/empresas especializadas de materiais e técnicas mais usuais nos projectos e obras do Exército; III – Execução e condução de obras, a promover pelas Delegações, preferencialmente no local das obras, tendo em vista: - caracterização de obras concluídas evidenciando eventuais problemas de projecto, resposta dos materiais empregues e das soluções adoptadas; - análise de aspectos ligados à construção propriamente dita e à sua envolvente, nas vertentes administrativa e da direcção e fiscalização da obra, incluindo os aspectos de coordenação de segurança. À data em que escrevemos este apontamento foram realizadas quatro jornadas e, até publicação deste Boletim, temos ainda agendada uma outra, em 28 ou 29 de Junho, relativa a “Procedimentos administrativos de obras” incluindo uma visita a uma obra da região de Lisboa. Das primeiras jornadas damos conta de forma resumida, identificando temas, formadores, destinatários da formação, participação e nível de satisfação dos formandos. 4 Actividades Data Temas 23Jan07 I – Recomendações para a actividade de projecto e elaboração de processos de obras II – Dimensionamento de redes de águas e esgotos utilizando software CYPE III – Medições e orçamentos: Utilização da folha de cálculo tipo da DIE IV – Execução de medições de instalações eléctricas I – Prevenção e segurança na construção II – Caracterização de mobiliário a fornecer em obras do Exército I – Sistema Tectum - Estruturas metálicas para coberturas 02Mar07 13Abr07 II – Ancoragens III – Casos práticos de reabilitação 24Mai07 I – Novos conceitos de dimensionamento de redes de águas e de esgotos II – Apresentação de materiais e soluções técnicas para redes de águas e de esgotos Formadores/ orientadores TCorEng Sequeira de Almeida º semestre de Formandos/ participantes Engenheiros e medidores-orçamentistas CapEng Amaral de Oliveira Engenheiros (5) SAjEng Devesa SAjEng Perna Medidoresorçamentistas (11) Maj SMAT Melo 1SarSMat Sequeira CapEng Adalberto Centenico CapTPesSec (Arq) Martins Engº Carlos Guido e Arqª Sandra Teixeira (LUSOCERAM) Engº Helder Anastácio (HILTI) Medidoresorçamentistas (11) Engenheiros, arquitectos, medidores e fiscais (21) Arquitectos (4) Nível de satisfação n.a. 85,4% 78,2% 84,5% n.a. Engenheiros, arquitectos e medidoresorçamentistas (13) 73,1% Engenheiros e medidores-orçamentistas (21) 85,0% Engº Miguel Santos (STAP) Cap Eng Amaral de Oliveira EngºMec Vilas-Boas Jardim e EngºMec Nuno Guerreiro (AVK) Ainda no âmbito da formação contínua, para além das jornadas referidas, foi garantido: - Frequência das seguintes acções formativas da FUNDEC: - Dimensionamento de estruturas de betão de acordo com os Eurocódigos; - A nova regulamentação térmica dos edifícios: fundamentos e aplicação; - Tratamento de águas residuais e de águas lixiviantes: processos primários, secundários e terciários com reutilização; - Redes prediais de águas e esgotos; - Frequência, por 2 dos nossos técnicos, de curso sobre a nova regulamentação de segurança contra incên dios, na Escola Nacional de Bombeiros; - Participação em acção sobre “Sistemas de Gestão Técnica centralizada e soluções para a eficiência energética de edifícios, em15Mai07, promovida pela Schneider Electric Portugal; - Participação na apresentação das novas Regras Técnicas de Instalações Eléctricas de Baixa Tensão, promovido pela CERTIEL, com o apoio do Ministério da Economia; - Visita à Segurex 2007 – Salão Internacional de Protecção e Segurança, entre 14 e 17 de Março, por 5 técnicos da DIE; - Visita à Tektónica 2007, entre 27 e 31 de Março por cerca de 30 dos técnicos da DIE; - Visita ao ENDIEL 2007 - Encontro para o Desenvolvimento do Sector Eléctrico e Electrónico, entre 15 a 19 de Maio de 2007, por 5 técnicos da DIE. 5 Direcção de Infra-Estruturas Projecto para o GAP no Terreiro do Paço CARACTERIZAÇÃO DO PROJECTO – DESCRIÇÃO E JUSTIFICAÇÃO GERAL PRÉ-EXISTÊNCIAS Trata-se de um edifício, património classificado, com paredes resistentes em alvenaria e lajes mistas abobadadas e de vigamento em madeira. O edifício encontra-se em razoável estado de conservação. Toda a intervenção tem como orientação a reposição da arquitectura original. OPÇÕES ARQUITÉCTONICAS A intervenção tem como pressuposto a manutenção da volumetria, carácter e imagem do edificado. 6 Actividades º semestre de Uma nova missão para o Palácio do Marquês do Lavradio ou do Conde de Avintes: Integrar o Pólo Cultural do Exército e acolher a Direcção de História e Cultura Militar A Transformação do Exército trouxe consigo a determinação de concentrar serviços, racionalizando recursos entre os quais as instalações. Com a extinção dos Tribunais Militares e a libertação do espaço daqueles pelos serviços do Ministério da Justiça que temporariamente o utilizaram, criaram-se condições para que a Direcção de História e Cultura Militar tome o seu lugar no denominado Pólo Cultural do Exército no eixo Largo de Santa Apolónia – Campo de Santa Clara e desocupe o Convento do Coleginho onde actualmente está instalada. Tendo em vista aquela transferência, a Repartição Técnica de Engenharia, procedeu à elaboração do projecto de remodelação da ala nascente do conjunto edificado que também ocupamos e que originariamente foi Palácio do Marquês do Lavradio ou do Conde de Avintes e que, adquirido para instalação dos Tribunais Militares em 1875, acolheu também o Comando Geral de Engenharia e os órgãos da Engenharia Militar que o substituíram. Da Memória Descritiva e Justificativa de arquitectura, da autoria do Cap TPesSec (Arqº) Ribeiro Martins, transcrevemos as passagens iniciais que permitirão perceber o conceito e alcance da obra. “O edifício alvo da intervenção, foi mandado construir em 1745 por D. Tomás de Almeida, primeiro cardeal patriarca de Lisboa, sobre umas casas edificadas no séc. XVI por descendentes de D. Francisco de Almeida, 1º Vice-Rei da Índia. A obra foi encomendada ao Arquitecto - João Frederico Ludovic. Pouco depois do seu terminus, o edifício foi doado por D. Tomás de Almeida, ao seu sobrinho D. António de Almeida Soares Portugal, 1º Marquês do Lavradio (…). Nos anos de 1945 e 1946, foram adquiridos vários imóveis particulares que permitiram à Direcção Geral de Edifícios e Monumentos Nacionais, já nos anos 50, levar a efeito as obras de ampliação do Palácio. Na intervenção existiu sempre o cuidado de manter a traça original do edifício. As novas Instalações foram ocupadas pela Direcção dos Serviços de Fortificação e Obras Militares, antecessora da presente Direcção Infra-Estruturas. A área edificada onde se pretende intervir integra a ala nascente do palácio, nomeadamente os pisos 3 e 4. A área do piso 3 é constituída por um conjunto de espaços ricamente decorados com lambris em azulejo do século XVIII, tectos com baixos-relevos a gosto da época, e autênticas peças de arte de cantaria em fogões de sala, que decoravam a zona destinada aos aposentos. O piso 4 é constituído por um conjunto de espaços menos nobres, e com menos condições de habitabilidade, por aí existirem fracas condições de iluminação natural e arejamento. Pelos motivos apontados os espaços podem ter constituído áreas de arrumos e quartos da criadagem. Assim sendo, os espaços que integram o piso 3 serão preservados, e recuperados. Relativamente ao piso 4, os espaços serão remodelados com o objectivo de aí serem criadas as condições possíveis, que garantam espaços de trabalho confortáveis, seguros e ergonomicamente equilibrados, e que ao mesmo tempo mantenham a memória do edifício. Assim, pensamos nós, que foi melhorada a resposta, relativamente aos requisitos a observar em espaços de trabalho e na segurança contra o risco de incêndio, nomeadamente no campo da fluidez dos espaços e caminhos de fuga.” “O acesso aos futuros espaços será garantido quer pela escadaria principal (anterior acesso à área dos tribunais), assim como pelo núcleo de escadas que se encontra junto do acesso da Travessa das Freiras.” “Na escolha dos materiais a aplicar nos novos espaços houve o cuidado, de garantir a maior semelhança possível entre o existente e o novo, desta forma, fica garantida a atitude já anteriormente apontada na intervenção preconizada em 1952 pela Direcção dos Edifícios e Monumentos Nacionais, que claramente aposta numa solução mimética.” Acreditamos que a intervenção proposta dignificará ainda mais o conjunto edificado, inventariado pela antiga DGEMN, melhorará a organização interna e a sua resposta funcional permitindo aos futuros utentes excelentes condições de trabalho. 7 Direcção de Infra-Estruturas Actividades da Repartição de Obras Área da Delegação de Infra-Estruturas do Norte REGIMENTO DE ARTILHARIA Nº5 O Regimento de Artilharia n.º 5, instalado no Quartel da Serra do Pilar, na Cidade de Vila Nova de Gaia, devido às suas novas atribuições de Centro de Formação Geral, careceu de várias intervenções que incidiram sobre o Edifício de Alojamento de Praças e sobre o Edifício de Arrecadações. Remodelações no Edifício de Alojamento de Praças - Ao nível das coberturas, que receberam novos revestimentos com isolamentos térmicos e acústicos. - As caixilharias foram substituídas por novos elementos com viro duplo, corte térmico e acústico, para proporcionarem um maior conforto. Também os peitoris foram substituídos. 8 Actividades º semestre de - As instalações sanitárias foram remodeladas e melhoradas. Com novos materiais, e melhores condições, reflexo de um novo conceito de vivência Remodelação do Edifício de Arrecadações No sentido de concentrar e melhorar as condições de serviços de apoio, foi remodelado um edifício destinado arrecadação de fardamento e material de guerra. A intervenção incluiu a execução de uma nova cobertura (varedo, ripado e revestimento), novas compartimentações e uma recuperação geral. As diferentes obras, fiscalizadas pela Delegação de Infra-Estruturas do Norte, tiveram como executantes as firmas LOVIMEC – RENOVAÇÃO URBANA E CONSTRUÇÕES, UNIPESSOAL, Lda e CONSTRUÇÕES RODRIGUES & FILHO, Lda 9 Direcção de Infra-Estruturas REGIMENTO DE CAVALARIA Nº6 Obras de melhoramento No CDDN de Braga O Centro de Divulgação de Defesa Nacional de Braga insere-se no Quartel do Areal, sede do Regimento de Cavalaria nº6 e foi alvo de alguns melhoramentos no alpendre de acesso, de forma a dignificar e oferecer mais conforto às centenas de jovens cidadãos que aí acedem. A área de acesso foi toda revestida de materiais nobres e compartimentada de forma a conferir uma melhor habitabilidade. A obra, fiscalizada pela Delegação de Infra-Estruturas do Norte, foi executada pela firma SOCIEDADE DE CONSTRUÇÕES MARTINS PEREIRA, Lda. Duas vistas sobre o alpendre remodelado REGIMENTO DE ENGENHARIA Nº3 Fornecimento e Instalação de Grupo Gerador de Emergência de 50kVA O Regimento de Engenharia nº3, instalado no Quartel ou Campo de Aviação de Espinho, em Paramos, recebeu um novo gerador eléctrico de emergência uma vez que o existente já não supria as necessidades. O fornecimento e instalação do novo gerador e a remodelação da instalação a jusante, foram precedidos de obras de melhoramento no edifício que alberga o novo equipamento. A obra, fiscalizada pela Delegação de Infra-Estruturas do Norte, foi executada pela firma ENGTEL – INSTALAÇÕES DE ENERGIA E TELECOMUNICAÇÕES, Lda. Grupo gerador de emergência e quadro eléctrico 10 Edifício do Gerador Actividades º semestre de MUSEU MILITAR DO BUÇACO Reparação da Cobertura e Instalações eléctricas Substituição do Pavimento e Instalação do Sistema de Detecção de Incêndios e de Intrusão O Museu Militar do Buçaco, localizado na serra que lhe dá o nome e quase inteiramente dedicado à Batalha que em 1810 opôs o exército luso-inglês aos às tropas invasoras francesas comandadas por Massena, é constituído por vários edifícios contíguos. Sobressaem a Capela e a área de exposição que foram alvo de duas recentes obras. As intervenções foram variadas e centraram-se na recuperação das coberturas, na reparação da Capela, construção de tecto falso para beneficiar a iluminação, revestimento de pavimentos e montagem de sistemas de detecção e alarme de incêndios e de intrusão A obra foi fiscalizada pela Delegação de Infra-Estruturas do Norte e executada pela firma CADIMARTE – CONSTRUÇÕES, Lda. Aspecto da impermeabilização efectuada na cobertura Novo tecto falso da área de exposições do Museu Militar do Buçaco 11 Direcção de Infra-Estruturas ÁREA DA DELEGAÇÃO DE INFRA-ESTRUTURAS DO CENTRO BRIGADA MECANIZADA Beneficiação da Etar da Brig Mec Teve início no 2º semestre de 2006 e foi concluída já no corrente ano a Obra n.º 29/06 – “Beneficiação da ETAR da Brig Mec”. Constituindo uma infra-estrutura essencial à garantia de um bom desempenho ambiental do Campo Militar de Santa Margarida, a Estação de Tratamento de Águas Residuais foi objecto de um conjunto de intervenções de reabilitação que passaram pelo esvaziamento, limpeza, reparação e execução da protecção de todos os elementos em betão. No caso do percolador, procedeu-se ao seu enchimento com um novo leito de inertes. Também os equipamentos, como o demonstram as fotografias que se juntam, foram objecto de substituição. A obra, fiscalizada pela Delegação de Infra-Estruturas do Centro, foi executada pela empresa CADIMARTE – CONSTRUÇÕES, Lda. Pormenor do tamisador instalado na entrada do efluente na ETAR Vista geral do leito percolador Pormenor dos grupos electrobomba de recirculação 12 Actividades º semestre de Beneficiação do Edifício n.º - QG da Brig Mec Decorreu já no corrente ano na Brigada Mecanizada a Obra n.º 04/07 “ Beneficiação do Edifício N.º 48 - QG da Brig Mec”. Esta obra consistiu na reparação da cobertura do edifício (através do tratamento das asnas de madeira, da colocação de tabuado, isolamento térmico, aplicação de sub-telha e de nova telha cerâmica), na pintura interior e exterior do edifício, na substituição dos vãos e na beneficiação de algumas dependências do edifício, nomeadamente o auditório e a sala de visitas. A obra foi fiscalizada pela Delegação de Infra-Estruturas do Centro e executada pela firma RODRIGUES, IRMÃOS, Lda. Aspecto das Instalações Sanitárias do edifício Vista Geral do Auditório do edifício Vista geral do corredor do edifício 13 Direcção de Infra-Estruturas ESCOLA PRÁTICA DE CAVALARIA Remodelação de Anexos para Apoio às Instalações para Solípedes Dotar a Escola Prática de Cavalaria, nas suas actuais instalações em Abrantes, de uma infra-estrutura de apoio aos solípedes foi o objecto de duas obras que decorreram naquela Unidade: - Obra n.º 81/06 – “Remodelação de instalações para solípedes”, que consistiu na remodelação de um edifício utilizado como arrecadação mas que originalmente, em 1955, foi construído para cavalariças, servindo como tal nos primeiros tempos do quartel. - Obra n.º 99/06 – “Remodelação de anexos para apoio às instalações para solípedes”, que consistiu na remodelação de um edifício para instalação de apoios às cavalariças. Ambas as obras foram fiscalizadas pela Delegação de Infra-Estruturas do Centro. A primeira delas foi executada pela firma CORIFA – CONSTRUÇÃO CIVIL, Lda e a segunda pela firma RODRIGUES, IRMÃOS, Lda. Vista Geral do corredor e das boxes da zona A Vista Geral do corredor e das boxes da zona A Vista Geral do corredor e das boxes da zona A Vista Geral do corredor e das boxes da zona A 14 Actividades º semestre de ESCOLA PRÁTICA DE ENGENHARIA Construção de um Sistema Integrado de Produção de AQS: - ª Fase Decorreu na Escola Prática de Engenharia a Obra nº 13/06 – “Construção de um Sistema Integrado de Produção Águas Quentes Sanitárias – 1ª Fase” que consistiu na instalação de vários painéis solares com o objectivo de aproveitar a energia solar para o aquecimento das aguas sanitárias. Tratando-se da segunda intervenção efectuada nesta área das energias alternativas em instalações do Exército, houve o cuidado e a oportunidade de, aprendendo com os aspectos menos conseguidos na primeira intervenção realizada no RA4 em Leiria, corrigi-los, através da adopção de novos materiais e diferentes soluções técnicas. A obra, fiscalizada pela Delegação de Infra-Estruturas do Centro, foi executada pela firma CONSTRUÇÕES RODRIGUES & FILHO, Lda. Vista geral do sistema integrado de produção de AQS Sistema integrado de produção de AQS. Painéis solares e instalação de apoio 15 Direcção de Infra-Estruturas ESCOLA DE TROPAS PÁRA-QUEDISTAS Remodelação dos Aparelhos de Instrução do Curso de Paraquedismo Proporcionar aos militares que frequentam o curso de pára-quedismo melhores e mais seguras condições de instrução foi o objectivo que norteou as intervenções efectuadas em diversos aparelhos da Escola de Tropas Pára-quedistas, em Tancos. Requalificação / Recuperação da Área de Instrução (Aparelhos de Saltos) Assim, através da Obra n.º 15/06 – “Remodelação dos aparelhos de instrução do Curso de Pára-quedismo” e da Obra n.º 24/06 – “Requalificação/recuperação da área de instrução (aparelhos de salto)” foram demolidos os anteriores aparelhos e construídos outros em seu lugar. As obras foram fiscalizadas pela Delegação de Infra-Estruturas do Centro e executadas pela firma CORIFA – CONSTRUÇÃO CIVIL, Lda Aparelhos de instrução do Curso de Pára-quedismo – Banco, Arnês e Balanço Aparelhos de instrução do Curso de Pára-quedismo – Arnês 16 Actividades º semestre de Área da Delegação de Infra-Estruturas de Lisboa, Sul e Ilhas ACADEMIA MILITAR Remodelação de edifício para instalação da Enfermaria da AM/Amadora Em Abril de 2007 ficou concluída a obra de Remodelação do edifício para instalação da Enfermaria da AM, na Amadora. Esta obra consistiu na limpeza e reparação da cobertura, que apresentava problemas de infiltrações, remodelação da rede eléctrica, telefónica e de dados, e execução pinturas de paredes e tectos. O edifício foi ainda dotado de gabinete médico, gabinete do enfermeiro, sala de tratamentos, sala de fisioterapia e instalações sanitárias adequadas à função de socorrista de serviço. A obra foi executada pela firma VANIFIL – CONSTRUÇÕES, Lda e fiscalizada pela Delegação de Infra-Estruturas de Lisboa, Sul e Ilhas. Inauguração pelo PR dos Edifícios do Aluno e dos Auditórios Em 29 de Maio de 2007 foram inaugurados, por Sua Exª o Presidente da República, Professor Doutor Cavaco Silva, os Edifícios dos Auditórios e do Aluno, no Destacamento da Academia Militar, na Amadora. O evento contou também com a presença do Ministro da Defesa Nacional, Dr. Nuno Severiano Teixeira, do Ministro da Tecnologia e Ensino Superior, Dr. Mariano Gago, e várias individualidades da hierarquia militar. Projectistas, adjudicatários e as equipas de fiscalização de ambas as obras, assistiram às inaugurações. Estas obras foram financiadas através da LPM e tiveram um custo total de 5,4 milhões de euros, ficando a AM dotada de equipamentos ímpares no Exército Português, quer na área do ensino/formação, quer na área de vivência dos alunos. REMODELAÇÃO DO PALÁCIO VILALVA OU DE S. SEBASTIÃO DA PEDREIRA PARA RECEBER VÁRIOS ÓRGÃOS DO EXÉRCITO Com a Transformação do Exército, foi necessário adaptar instalações existentes a novos serviços. O Palácio Vilalva foi até Julho de dois mil e seis a sede do Quartel-General do Governo Militar de Lisboa que, com a reestruturação, foi extinto. A partir de então, as instalações foram destinadas à Inspecção-Geral do Exército, ao Conselho Superior de Disciplina do Exército, ao Centro de Finanças Geral e ao Jornal do Exército carecendo, por isso de remodelação e beneficiação, em obras que tiveram início em Outubro de dois mil e seis. 17 Direcção de Infra-Estruturas A remodelação teve como base o projecto de execução efectuado pela DIE, norteado pelo princípio de manter as características arquitectónicas do edificado e, quando possível, restabelecer a traça original. Após a aprovação do projecto as obras foram adjudicadas à Sociedade de Construções SANDILOR, LDA, que, com o acompanhamento e fiscalização pela Delegação de Infra-Estruturas de Lisboa, Sul e Ilhas, durante cinco meses realizou todos os trabalhos previstos no projecto. A remodelação do edifício teve como principais intervenções: - a reparação ou aplicação de novos revestimentos em pavimentos, o revestimento de paredes e tectos, e a reparação de caixilharias; - a demolição de antigas instalações sanitárias e outras construções executadas em zonas naturais de comunicação, como os corredores, ou de ventilação e de iluminação, como os saguões; - a construção de novas instalações sanitárias e vestiários; - a construção de novas redes eléctricas, de voz e de dados, estas com projecto da Direcção de Comunicações e Sistemas de Informação; - a recuperação dos saguões, de forma a aproveitar a luz solar através das clarabóias existentes, dando assim mais vida ao interior do Edifício; e, finalmente, por descoberta inesperada, a valorização arquitectónica de uma cisterna pré-existente sob o pavimento térreo num dos saguões. 18 Actividades º semestre de DEPÓSITO GERAL DE MATERIAL DO EXÉRCITO Recuperação da Estação de Tratamento de Águas Residuais Decorreram no PM 004/Benavente, as obras de recuperação da ETAR do DGME. Os principais trabalhos constaram da remoção de inertes do percolador e das lamas do decantador principal (cerca de 100m3) – materiais contaminados que foram transportados em viaturas próprias, estanques, para posterior tratamento por entidade acreditada pelo Ministério do Ambiente – na remoção e substituição da ponte metálica, que passou a ser motorizada, e reparação das fissuras existentes na parede do percolador para posterior pintura. No que concerne ao percolador, procedeu-se à reparação das suas lajes de fundo, e enchimento daquele com elementos de polipropileno extrudido pré-fabricados de alta eficácia da “BIOFILL” em substituição do convencional inerte com diferentes granolometrias; montagem de ponte distribuidora, circular de Ø7,0m, em aço galvanizado, com dois braços suspensos bem como o respectivo motor; montagem de válvula borboleta/cunha flangeada de comando manual, em ferro fundido, DN 125, onde foi instalado um caudalímetro electromagnético, in-line flangeado ou tipo “wafer”. A obra incluiu ainda pinturas gerais, revisão geral da rede eléctrica e o redimensionamento do Quadro Eléctrico, que incluiu a instalação de controlador por relógio programável, para evitar gastos desnecessários de energia e para que a ETAR trabalhe apenas quando o caudal de entrada fôr adequado. Esta empreitada foi realizada pela firma LOVIMEC – RENOVAÇÃO URBANA E CONSTRUÇÕES, UNIPESSOAL, Lda, e fiscalizada pela Delegação de Infra-Estruturas de Lisboa, Sul e Ilhas. 19 Direcção de Infra-Estruturas HOSPITAL MILITAR PRINCIPAL Novo Bloco Operatório de Ortopedia do HMP Sob a designação de “Remodelação do Sistema de Ventilação dos Blocos Operatórios” a obra, com um valor de cerca de 310 mil euros, visou a remodelação e renovação do Bloco Operatório da Ortopedia, no 6º PisodaCasadeSaúdedaFamíliaMilitardoHMP,criandoduasnovassalasdeoperações,umasaladerecobro, duas salas de sujos, uma zona de instalações sanitárias e vestiários e três salas de apoio técnico às operações. A fiscalização deparou-se com um conjunto de especialidades de difícil coordenação e de um elevado nível de exigência e novidade. De entre elas destacam-se a electromedicina, bem como a manutenção de ambientes de pressão negativa, através da colocação específica de sistemas de ar condicionado, cinco gases medicinais diferentes, rede estruturada, rede de vídeo, redes eléctricas, de detecção de gases, de incêndios, de humidade e temperatura, redes de águas quentes e frias, rede de águas residuais e sistema de ventilação. Entre aquelas redes e equipamentos salientamos o moderno sistema de ventilação, independente para as salas de operações, recobro e geral, que permite a renovação do ar com um elevado número de ciclos por hora e também a existência de pressões negativas dentro das salas para evitar qualquer tipo de contaminação. A grande inovação deste novo sistema de ventilação é a existência de um plano de fluxo laminar, que permite a insuflação de ar no centro da marquesa e a extracção ser realizada em percentagens diferentes consoante a altura da conduta (2/3 junto ao solo e 1/3 ao nível do tecto) garantindo assim a renovação da totalidade do ar das salas evitando a criação de bolsas de ar não renovado em cada ciclo. Na especialidade eléctrica existiu uma grande preocupação para que todo o equipamento garantisse a manutenção do funcionamento de um bloco operatório mesmo com falta de energia da rede, por exemplo através da instalação de UPS que garantem no mínimo uma hora sem energia. Refira-se também que todos os pavimentos são anti-estáticos, à base de carbono, com malha de cobre ligada à rede terra. Demolições para futura sala de recobro Cruzamentos de várias especialidades Sistema de ventilação e iluminação 20 Nova sala de recobro Actividades º semestre de QUARTEL DO DESTACAMENTO DO RG2 EM VILA DO PORTO Construção da Vedação e Execução de outras Benfeitorias No Destacamento do Regimento de Guarnição n.º2 em Vila do Porto (Santa Maria – Açores) executaram-se as obras de “Reparação do Muro de Suporte” e “Colocação de Vedação e Reparação da Iluminação”. A obra de reparação do muro de suporte visou reconstruir uma parte daquela estrutura que ruiu. Na intervenção efectuada optou-se por substituir a solução tradicional de betão armado pela solução de muro de suporte em blocos de betão, tipo SOPLACAS. A intervenção na vedação do Quartel do Destacamento foi necessária devido ao seu mau estado geral e também por existir uma parcela do Prédio Militar que não estava vedada. Para a vedação, e tal como vem sendo executado em outras instalações, adoptou-se a solução de rede metálica plastificada sobre murete de betão armado. No âmbito das empreitadas foi ainda reparada a iluminação periférica e executada a substituição da cobertura dos balneários gerais. As obras foram executadas pela CADIMARTE – CONSTRUÇÕES, Lda. e fiscalizadas pela Delegação de Infra-Estruturas de Lisboa, Sul e Ilhas. 21 Direcção de Infra-Estruturas DIRECÇÃO DE INFRA-ESTRUTURAS Campo de Santa Clara 1149-059 LISBOA Tel.: 21 881 57 00 - Fax: 21 881 57 12 [email protected] http://intranet/C7/C3/DIE/default.aspx http://www.exercito.pt/portal/exercito/_specific/public/allbrowsers/asp/default.asp?stage=1