UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA
CURSOS DE:
BACHAREL EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO
BACHAREL EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
REGIMENTO DAS DISCIPLINAS DE:
PROJETO FINAL, TRABALHO DE CONCLUSÃO DE
CURSO E PRÉ-PROJETO
Versão de novembro de 2011
Este Regimento entrou em vigor no 2º semestre de 2005.
Regimento das Disciplinas de Projeto Final, Trabalho de Conclusão de Curso e PréProjeto dos Cursos de BCC e BSI da UCB
Sumário
I - INTRODUÇÃO _______________________________________________________ 5
II - PROPÓSITO ________________________________________________________ 5
III - REQUISITOS_______________________________________________________ 6
IV - PRÉ-REQUISITOS DAS DISCIPLINAS DE PROJETO FINAL _____________ 6
V - CARACTERÍSTICAS DOS PROJETOS __________________________________ 6
VI - TIPOS DE PROJETO FINAL__________________________________________ 6
VII - PROJETOS A SEREM DEFENDIDOS _________________________________ 7
VIII - CONSTITUIÇÃO DOS GRUPOS _____________________________________ 7
IX - TEMAS DE INTERESSE DA UCB _____________________________________ 7
X - ORIENTADOR ______________________________________________________ 8
XI - DEFESA DO PROJETO (APRESENTAÇÃO) ____________________________ 8
XII - AVALIAÇÃO DO PROJETO (BANCA EXAMINADORA) _________________ 11
XIII - ATRIBUIÇÕES DA COORDENAÇÃO DE PROJETO FINAL ____________ 13
XIV - ATRIBUIÇÕES DO ORIENTADOR __________________________________ 13
XV - ATRIBUIÇÕES DO ALUNO _________________________________________ 14
XVI - ROTEIRO PARA DOCUMENTAÇÃO DE SISTEMAS ___________________ 14
XVII - PROPRIEDADE INTELECTUAL DO PROJETO ______________________ 15
XVIII - PARTICIPAÇÃO DE EMPRESAS INTERESSADAS __________________ 15
XIX - CONSIDERAÇÕES FINAIS (ASPECTOS GERAIS)_____________________ 16
ANEXO I - ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE UMA PROPOSTA DE PROJETO FICHA RESUMO PARA CADASTRO E RECIBO____________________________ 17
ANEXO I – FORMULÁRIO PARA PROPOSTA _____________________________ 18
CONTINUAÇÃO DO ANEXO I ___________________________________________ 19
ANEXO II - ESTRUTURA MÍNIMA PARA DOCUMENTAÇÃO DE PROJETO FINAL
(CONTINUAÇÃO) (Complementar ao Manual) ________________________________ 20
APLICAÇÃO COMERCIAL _____________________________________________ 20
ANEXO II - ESTRUTURA MÍNIMA PARA DOCUMENTAÇÃO DE PROJETO FINAL
(CONTINUAÇÃO) (Complementar à Norma da ABNT) _________________________ 28
APLICAÇÃO CIENTÍFICA / PESQUISA __________________________________ 28
ANEXO II - ESTRUTURA MÍNIMA PARA DOCUMENTAÇÃO DE PROJETO
FINAL (CONTINUAÇÃO) (Complementar à Norma da ABNT) _________________ 33
APLICAÇÃO DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO/CONHECIMENTO___________ 33
ANEXO III - AVALIAÇÃO DE PROJETO FINAL ___________________________ 36
ANEXO III - AVALIAÇÃO DE PROJETO FINAL (CONTINUAÇÃO) ___________ 37
ANEXO IV - FORMULÁRIO DE INFORMAÇÃO SE O GRUPO ESTÁ APTO A
REALIZAR A DEFESA. _________________________________________________ 38
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ANEXO V - FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO DA ORIENTAÇÃO ______________ 39
ANEXO V - FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO DA ORIENTAÇÃO (CONTINUAÇÃO)
______________________________________________________________________ 40
ANEXO VI - PROPRIEDADE INTELECTUAL DE PROJETO FINAL __________ 41
ANEXO VII - MODELO PARA IDENTIFICAÇÃO DO CD ____________________ 42
ANEXO VIII – FICHA PARA ENCAMINHAMENTO DE TRABALHO PARA O
WORKSHOP DE TI_____________________________________________________ 43
ANEXO IX – NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DOS ARTIGOS ______________ 44
ANEXO X – EXEMPLO DE TRABALHO PARA O WORKSHOP DE TI _________ 47
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Regimento das Disciplinas de Projeto Final, Trabalho de Conclusão de Curso e PréProjeto dos Cursos de BCC e BSI da UCB
I - INTRODUÇÃO
•
Este documento define as regras e condições para elaboração e apresentação de
trabalho das Disciplinas Projeto Final , Trabalho de Conclusão de Curso e PréProjeto dos Cursos de Bacharel em Sistemas de Informação e Bacharel em
Ciências da Computação (BCC) da Universidade Católica de Brasília (UCB).
I.1 – CONCEITUAÇÃO
• Projeto Final - Este termo é aqui empregado como um trabalho de final de
curso, das disciplinas Projeto Final e Trabalho de Conclusão de Curso, que
deve ser desenvolvido e não deve ser confundido com uma das fases do Ciclo
de Vida de um Sistema de Informação, segundo a definição clássica (Análise Projeto - Implementação - Manutenção);
• Pré-Projeto – Trata-se de disciplina preparatória para a elaboração do Projeto
Final, constituindo-se na elaboração das primeiras etapas do Projeto Final, que
deverão ser complementadas no semestre seguinte, constituindo-se assim, no
projeto completo.
• Monografia - É aqui empregado como o documento resultado final de um
projeto de pesquisa, e não como um documento elaborado por uma pessoa;
• Protótipo - É um conjunto de algoritmos que irá validar o projeto proposto,
comercial ou científico. Este termo não significa que os algoritmos poderão
estar incompletos, mas sim que não é um produto que passou por um controle
de qualidade empresarial;
• Prazos - Os prazos previstos neste Regimento serão divulgados pela
Coordenação de Projeto Final a cada semestre letivo.
II - PROPÓSITO
1. Normatizar as Disciplinas de Pré-Projeto e Projeto Final do Curso de Bacharel
em Ciência da Computação (BCC – matutino) e Trabalho de Conclusão de
Curso do Curso Bacharel em Sistemas de Informação (BSI) vigentes na
Universidade Católica de Brasília; e
2. Estabelecer regras, procedimentos e responsabilidades para o cumprimento das
etapas de Proposta de Projeto, Aprovação, Orientação, Acompanhamento,
Desenvolvimento, Documentação, Implementação, Defesa, Avaliação de
Projeto Final e Competências.
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III - REQUISITOS
Estas Disciplinas são requisitos para obtenção do grau de Bacharel em Ciência da
Computação ou de Bacharel em Sistemas de Informação, em nível de graduação.
IV - PRÉ-REQUISITOS DAS DISCIPLINAS DE PROJETO FINAL
• Disciplinas: Permanecem em vigor as disciplinas consideradas como prérequisitos das disciplinas de Trabalho de Conclusão de Curso 1 , Trabalho de
Conclusão de Curso 1, Pré-Projeto e de Projeto Final, previstos nos currículos
dos cursos correspondentes, podendo apenas matricular-se nestas disciplinas os
alunos que atenderem a tais pré-requisitos.
• Proposta de Projeto Final – Ao matricular-se nas disciplinas de Trabalho de
Conclusão de Curso 1 e Pré-Projeto Final o aluno deverá elaborar uma
proposta que será aprovada por um Professor Orientador. Esta proposta deverá
ser encaminhada à Coordenação de Projeto Final no início do semestre.
V - CARACTERÍSTICAS DOS PROJETOS
Os alunos do Curso de BSI serão avaliados na disciplina TCC1 e TCC2, e os de
BCC terão avaliação nas disciplinas Pré-Projeto e Projeto Final.
VI - TIPOS DE PROJETO FINAL
Os Projetos Finais poderão ser dos seguintes tipos:
Aplicação Comercial: São projetos que podem ser desenvolvidos utilizando-se as
Metodologias e Técnicas ensinadas nas Disciplinas de APS I e APS II (Modelagem de
Dados e de Processos Lógicos e Físicos) e de Engenharia de Software e que tenham
aplicabilidade em ambientes de negócio. Deverão ser validados com base na
implementação de um Protótipo, produto final do trabalho, que justifique o Projeto.
Projetos do Curso BSI também poderão se referir ao Planejamento de Sistemas de
Informação, Implantação de sistemas como, por exemplo, ERP, Gerenciamento da
Informação, Gerenciamento do Conhecimento, Planos Diretores de Informática.
Aplicação Científica / Pesquisa: São os que demandam pesquisa em área de
Informática ou Computação e devem ser desenvolvidos por meio da elaboração de uma
Monografia. Deverão ser validados com base na implementação de um Protótipo, se
aplicável, que comprove a aplicabilidade da pesquisa efetuada.
• Por exemplo: Sistema de Edição de Texto para Deficientes Visuais.
ATENÇÃO : TODOS OS TIPOS DE PROJETO DEVERÃO SER VALIDADOS
POR MEIO DA IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROTÓTIPO, QUANDO
APLICÁVEL
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ATENÇÃO : O PROTÓTIPO DEVERÁ ESTAR TOTALMENTE IMPLEMENTADO,
OU SEJA, TER TODAS AS FUNÇÕES IMPLEMENTADAS. A FALTA DE
IMPLEMENTAÇÃO DE ALGUMAS FUNÇÕES CONCEBIDAS IMPLICARÁ NA
PERDA DE PONTOS NA AVALIAÇÃO DA BANCA!
VII - PROJETOS A SEREM DEFENDIDOS
VII. 1 - Para que um aluno obtenha o grau de Bacharelado em Sistemas de
Informação ou Bacharelado em Ciência da Computação, deverá desenvolver um Projeto e
defendê-lo perante uma Banca Examinadora;
VII. 2 - Os professores das disciplinas de Pré-Projeto Final ou Trabalho de
Conclusão de Curso 1 dos Cursos de BCC e BSI são os responsáveis pela seleção e
aprovação dos temas dos projetos a serem defendidos pelos alunos.;
VII. 3 – Os professores orientadores somente poderão orientar projetos de
alunos matriculados regularmente na sua turma.
VIII - CONSTITUIÇÃO DOS GRUPOS
Os grupos serão compostos por, no máximo, três alunos.
IX - TEMAS DE INTERESSE DA UCB
IX. 1 - Representação do Conhecimento
• Sistemas de Informação Gerencial;
• Tutoriais;
• Pesquisas;
• Monografias;
• Sistemas utilizando recursos de Banco de Dados;
• Recursos da Internet;
• Recursos de Multimídia;
• Informática na Saúde;
• Outros compatíveis com a formação universitária do aluno, que seja de
seu interesse e aceito pelo professor orientador.
IX. 2 - Comunicação de Dados
• Redes;
• Protocolos;
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•
•
•
•
Internet;
Intranet;
Extranet;
Outros compatíveis com a formação universitária do aluno, que seja de
seu interesse e aceito pelo professor orientador.
IX. 3 - Outros compatíveis com a formação universitária do aluno e que seja de
seu interesse
X - ORIENTADOR
X.1 - Todo Projeto deverá ter um Professor Orientador;
X.2 – Poderá existir um co-orientador, interno a UCB, porém a responsabilidade
da orientação é do professor oficialmente designado para a turma.
X.3 - Na época da defesa, em data a ser determinada para cada semestre letivo, o
Orientador será o responsável por informar à Coordenação de Projeto Final, utilizando o
formulário do Anexo IV, se o grupo orientado encontra-se ou não em condições de fazer a
apresentação do Projeto desenvolvido e também as notas individuais de acompanhamento
dos alunos. Caso esta nota seja inferior a 7,0 (sete) o aluno estará automaticamente
reprovado. A nota de acompanhamento não entrará no cálculo da nota final do aluno na
disciplina.
X.4 - Para tomar esta decisão, o professor deverá basear-se na avaliação do
envolvimento e atuação do aluno durante o período de acompanhamento das diversas
etapas do desenvolvimento, com base nos encontros de orientação.
X.5 – Os alunos que não defenderem os projetos estarão automaticamente
reprovados;
X.6 - Em hipótese alguma haverá adiamento da defesa do Projeto para uma data
posterior aos dos prazos estabelecidos no calendário escolar;
X.7 - Os casos fortuitos ou de força maior ( impedimento de saúde, gravidez,etc.)
seguirão os trâmites administrativos da UCB.
XI - DEFESA DO PROJETO (APRESENTAÇÃO)
XI. 1 - Visa realizar a apresentação do Projeto Conceitual/Lógico, Físico ou
Pesquisa/Monografia, com seus respectivos Protótipos, para uma Banca Examinadora e
dar-se-á :
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XI. 1.1 - Por solicitação do Professor Orientador, em qualquer dia do semestre em
que o grupo estiver cursando a Disciplina Projeto Final ou Trabalho de Conclusão de
Curso 2, desde que aprovada pela Coordenação de Projeto Final;
XI. 1.2 – Na data marcada pela Coordenação de Projeto Final para os projetos que
não tenham solicitação.
XI. 2 - A defesa do Projeto Final deverá ser feita com o aval da Coordenação de
Projeto Final e do Orientador do grupo e será autorizada para :
XI. 2.1 - Os projetos cujos componentes do grupo estejam matriculados nas
Disciplinas de Projeto Final ou Trabalho de Conclusão de Curso.
XI. 2.2 - Os alunos que obtiveram nota de avaliação de acompanhamento igual ou
superior a 7 (sete);
XI. 2.3 - Os grupos deverão entregar, a cada Professor da sua Banca, uma cópia da
documentação do Projeto, com encadernação simples, ou os arquivos desta documentação
em meio magnético caso aceito pelo examinador. Tal documentação será analisada pelos
professores da Banca e devolvida aos alunos para que os mesmos procedam às correções
necessárias. As datas para cada um destes eventos serão de acordo com o cronograma
semestral da disciplina de Projeto Final ou Trabalho de Conclusão de Curso(TCC2), de
distribuição externa a este Regimento.
XI. 2.4 – Na conclusão das disciplinas TCC1 e Pré-Projeto deverá ser entregue a
documentação relativa os tópicos 1 a 9 e 12 do Anexo II, para avaliação pelo Professor
Orientador. Na conclusão das disciplinas TCC2 e Projeto Final deverá ser entregue toda a
documentação citada no Anexo II (englobando os resultados dos dois semestres) para
avaliação pela Banca Examinadora.
XI. 2.5 - Os grupos deverão, ao professor Orientador, no dia da defesa, uma cópia
da documentação final do Projeto, conforme Manual para apresentação de monografias,
dissertações e teses da Universidade Católica de Brasília, publicado pela Editora Universa
em 2003, e cópia dos documentos de desenvolvimento, programas fontes e executáveis do
Protótipo em meio mgnético, devidamente identificado com nome do projeto e semestre
de realização (ver modelo no Anexo VII);
XI.2.5.1 - O conteúdo do CD deverá ser distribuído em pastas com os seguintes
conteúdos:
• Documentação:
cópia de toda a documentação gerada (igual a entregue impressa;
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•
Modelos:
modelos gerados através de ferramenta CASE, incluindo diagramas e
dicionários;
•
Apresentação:
Cópia da apresentação;
•
Fontes:
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Fontes desenvolvidos;
•
Executáveis:
Conjunto de programas que permita a execução do protótipo;
•
Scripts:
Scripts Gerados para o Banco de Dados;
•
Artigo a ser publicado no Workshop de TI:
Ver anexos VIII e IX;
XI.2.5.2. Dependendo do tipo de projeto um ou mais pastas poderão ser
dispensados;
XI. 3 - A apresentação da defesa será realizada, pelos alunos componentes do
grupo, para uma Banca Examinadora composta de no mínimo dois Professores, sendo um
deles o Orientador;
XI. 4 - A duração da apresentação se dará conforme detalhado no item XII;
XI. 5 - A Coordenação de Projeto Final divulgará a data e hora em que será feita a
apresentação , em quadro de avisos, de acordo com o cronograma semestral de Projeto
Final, de distribuição externa a este Regimento.
XI. 6 - Os Projetos serão apresentados em salas de aula do prédio dos Cursos de
BCC e BSI, entretanto, poderão ser apresentados em locais fora da UCB, propostos pelos
alunos, e corroborado pelo Orientador.;
XI. 7- A apresentação da defesa deverá ter a participação de todos os componentes
do grupo;
XI. 8 - Em nenhuma hipótese haverá Regime Especial (RE) para Projeto Final;
XI. 9 - Os alunos que estiverem impossibilitados, por motivo de força maior, de
realizar a apresentação da defesa com os demais componentes do grupo, deverão entrar
com Requerimento Administrativo no DRCA, a fim de obter autorização para realizá-la
individualmente. Se aprovada, a Coordenação de Projeto Final marcará dia e hora para
esta apresentação perante a mesma Banca Examinadora. Para este tipo de apresentação
não haverá a participação dos demais componentes do grupo;
XI. 10 - A providência dos recursos de hardware, software, necessários à
apresentação do Projeto, será de responsabilidade dos componentes dos grupos. Já os
equipamentos audiovisuais, bem como o local na Universidade Católica para sua
apresentação, serão providenciados pela Coordenação de Projeto Final.
XI.11 – A avaliação do trabalho da disciplina Pré-Projeto será feita pelo professor
da disciplina, considerando a realização dos itens 1 a 9 e 12 do Anexo II, dispensando-se
a Banca Examinadora.
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XII - AVALIAÇÃO DO PROJETO (BANCA EXAMINADORA)
XII. 1 - Será composta por no mínimo dois Professores, sendo um deles o
Orientador.
XII. 2 - Será escolhida pelo professor Orientador. Caso o professor Orientador não
escolha os componentes da banca, a Coordenação de Projeto Final a fará de acordo com o
cronograma semestral de Projeto Final, de distribuição externa a este Regimento;
XII. 3 - O período estimado de reunião da Banca será de uma hora dividido da
seguinte maneira:
• Apresentação do Projeto:
0:30 min.
• Demonstração do Protótipo:
0:20 min.
• Debate:
0:10 min.
XII. 4 - Durante o debate, os integrantes da Banca poderão fazer perguntas
dirigidas a cada aluno, individualmente. Caso algum aluno não responda corretamente à
pergunta, outro membro do grupo poderá fazê-lo;
XII. 5 - A critério da Banca, cada aluno poderá ser avaliado individualmente, sem
a presença dos demais componentes do grupo;
XII. 6 - Será permitida a presença, ordeira, dos convidados para assistir a defesa
do Projeto. A banca poderá, a seu critério, solicitar que o debate transcorra sem a presença
dos convidados
XII. 7 - A avaliação do Projeto será feita com base nos seguintes conceitos:
a) Clareza, objetividade e redação;
b) Correção e completeza (se os itens abordados e a solução apresentada
estão corretos e resolve todos os problemas identificados);
c) Se a documentação está de acordo com Roteiro Mínimo estabelecido no
Anexo II;
e) Criatividade (se a solução inova ou extrapola, com correção, a definição
do trabalho).
XII. -8 - A avaliação do aluno será feita com base nos seguintes critérios:
a) O aluno responde corretamente as perguntas que lhe são dirigidas;
b) O aluno se manifesta, comedidamente, quando uma pergunta dirigida a
outro aluno não é respondida ou tem uma resposta insuficiente;
b) O aluno demonstra conhecimento sobre o projeto.
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XII. 9 - A avaliação do Projeto será de responsabilidade da Banca Examinadora,
que é soberana em emitir a nota final, para cada aluno do grupo. Cada Avaliador
preencherá uma Folha de Avaliação, conforme modelo em Anexo III, emitindo uma nota
para cada quesito e deverá observar a seguinte composição:
XII. 9.1 - Cada Professor componente da Banca
a) Nota 1 - Documentação: Esta nota é para o grupo.
Verificar se a documentação está conforme o previsto no Anexo II do
Regimento de Projeto Final e se os problemas apresentados foram solucionados
adequadamente ou concluídos através de embasamentos teóricos.
Deverá ser pontuada observando, para cada tipo de Projeto e de Metodologia
adotada:
• A Modelagem e especificação do sistema proposto. ;
• A Pesquisa;
• O Dicionário de Dados;
• A qualidade;
• A gramática.
b) Nota 2 - Protótipo: Esta nota é para o grupo.
Verificar se Projeto foi validado através da implementação de um Protótipo em
computador e que deve estar totalmente implementado.
c) Nota 3 - Apresentação: Esta nota é individual.
Avaliar, individualmente, cada componente do grupo. Caso algum componente
do grupo não efetue apresentação, salvo legítimo impedimento amparado em
lei, o mesmo estará reprovado.
Este quesito deve ser avaliado e pontuado:
• Com base nos recursos audiovisuais utilizados;
• Na clareza da exposição de idéias; e
• No domínio do assunto apresentado.
Não será considerada, como diferencial da apresentação, a quantidade de
recursos que o grupo utilizar, e sim a adequabilidade dos mesmos:
• Se retroprojetor - as transparências devem estar visíveis, claras, bem
elaboradas e de fácil entendimento;
• Se cartaz - que estejam visíveis e de fácil entendimento;
• Se data-show, que tenham boa resolução;
• E assim por diante, sempre observando a clareza e o fácil entendimento.
XII. 9.2 - Nota Final do Avaliador
= ( Nota 1 * 4 + Nota 2 * 3 + Nota 3 * 3 ) / 10;
XII. 9.3 - Nota Final do Aluno
= ∑ Nota Final dos Avaliadores / quantidade de avaliadores;
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XII. 10 - O aluno será aprovado se sua Nota Final for igual ou superior a 7,0 e, em
caso contrário, o mesmo será considerado reprovado;
XII. 11 - O aluno que não comparecer, salvo legítimo impedimento amparado em
lei, será considerado desistente e, portanto, reprovado.
XII. 12 - Em caso de atraso no horário agendado para a defesa, ficará a critério da
Banca aguardar o tempo necessário para iniciar a avaliação, ou considerar que o projeto
não foi apresentado e que todos os componentes do grupo estão reprovados.
XII. 13 - Caberá à Coordenação de Projeto Final a responsabilidade de avaliar os
casos omissos.
XIII - ATRIBUIÇÕES DA COORDENAÇÃO DE PROJETO FINAL
XIII. 1 - Cumprir e fiscalizar o cumprimento deste Regimento;
XIII. 2 - Manter atualizado o Regimento de Projeto Final divulgando novas
versões que incorporem alterações advindas de atualizações necessárias;
XIII. 3 - Publicar a composição da Banca Examinadora do Projeto Final elaborada
pelo professor Orientador, ou elaborar e publicar quando a mesma não for indicada pelo
professor Orientador;
XIII. 4 - Fiscalizar e acompanhar todas as atividades das orientações de Projeto
Final;
XIII. 5 - Assessorar as Direções dos Cursos de BCC e BSI quanto aos assuntos
referentes a Projeto Final;
XIII. 6 - Manter em arquivo todos os projetos defendidos ;
XIII. 7 - Solicitar às Direções dos Cursos de BCC e BSI, a participação de alguns
Professores, desses Cursos, para auxiliar na avaliação dos casos especiais; e
XIII. 9 - Decidir quanto aos casos omissos referentes à Disciplina de Projeto Final
e Trabalho de Conclusão de Curso.
XIV - ATRIBUIÇÕES DO ORIENTADOR
XIV. 1 - Cumprir e auxiliar na fiscalização do cumprimento deste Regimento;
XIV. 2 – Avaliar e aprovar a Proposta de Projeto apresentada pelos grupos;
XIV. 3 - Orientar o(s) grupo(s) de Projeto Final, sob sua responsabilidade, através
de reuniões semanais;
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XIV. 4 - Gerenciar os alunos sob sua responsabilidade, efetuando os lançamentos
de faltas e notas ;
XIV. 5 - Informar à Coordenação de Projeto Final por meio do formulário do
Anexo IV, se o grupo sob sua orientação está em condições de fazer a apresentação de seu
Projeto à Banca Examinadora;
XIV-6 – Sugerir à Coordenação de Projeto Final, se julgar conveniente, os
componentes da Banca Examinadora.
XIV. 7 - Informar, imediatamente, à Coordenação de Projeto Final qualquer
irregularidade com o(s) Projeto(s) sob sua orientação (impossibilidade de cumprir os
prazos e procedimentos previstos neste Regimento, alterações em propostas do projeto
original e outros); e
XIV. 8 - Informar, imediatamente, à Coordenação de Projeto Final qualquer
impossibilidade de continuar orientando o grupo.
XIV. 9 – Encaminhar à coordenação de Projeto Final, ao final de cada semestre,
para cada projeto aprovado, uma cópia da documentação final do Projeto, conforme
Manual para apresentação de monografias, dissertações e teses da Universidade Católica
de Brasília, publicado pela Editora Universa em 2003, e cópia dos documentos de
desenvolvimento, programas fontes e executáveis do Protótipo em CD-ROM,
devidamente identificado com nome do projeto e semestre de realização (ver modelo no
Anexo VII);
XIV. 10 – Encaminhar à coordenação de Projeto Final, ao final de cada semestre,
para cada turma de projeto, no mínimo um trabalho para ser submetido ao Workshop de
TI. Para cada trabalho a ser submetido, deverá ser encaminhado a Ficha para
encaminhamento de trabalho para o Workshop de TI, conforme anexo VIII, e o
resumo do trabalho conforme Modelo de Resumo de Trabalho para o Workshop de
TI, anexo IX.
XV - ATRIBUIÇÕES DO ALUNO
XV. 1 - Cumprir as regulamentações previstas neste Regimento;
XV. 2 - Informar, imediatamente, ao seu Orientador, qualquer impossibilidade de
cumprir os prazos e procedimentos previstos neste Regimento e alterações na sua
Proposta de Projeto original; e
XV. 3 - Manter atualizadas as informações referentes ao seu Projeto, junto ao seu
Orientador.
XVI - ROTEIRO PARA DOCUMENTAÇÃO DE SISTEMAS
XVI. 1 - Os Projetos Finais deverão ser documentados obedecendo ao Manual
para apresentação de monografias, dissertações e teses da Universidade Católica de
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Brasília, publicado pela Editora Universa, que se fundamenta na norma da ABNT –
Associação Brasileira de Normas Técnicas, aplicando-se aos elementos textuais
(Introdução, Desenvolvimento e Conclusão) o roteiro mínimo para documentação de
Projeto Final, conforme Anexo II, onde serão observadas as seguintes linhas para:
• Aplicação Comercial:
• Engenharia de Orientação a Objetos;
• Engenharia da Informação.
• Aplicação Científica / Pesquisa:
• Monografia.
XVI. 2 - Os Tutoriais poderão utilizar o Roteiro da Monografia como orientação.
XVI. 3 - Os manuais para a documentação do Projeto – Volume I, para a
documentação do Dicionário de dados – Volume II e documentação da Monografia,
obedecerão às padronizações contidas no Manual para apresentação de monografias,
dissertações e teses da Universidade Católica de Brasília, publicado pela Editora
Universa .
XVII - PROPRIEDADE INTELECTUAL DO PROJETO
XVII. 1 - A Propriedade Intelectual dos Projetos desenvolvidos na Universidade
Católica de Brasília será resguardada para seus autores.
XVII. 2 - Entretanto a UCB, na realização dos Cursos de BCC e BSI, se reserva o
direito de aproveitar aqueles Projetos que despertem interesse, de cunho acadêmico, para
continuar seu desenvolvimento por intermédio de outros grupos de Projeto Final;
XVII. 3 - Os componentes dos grupos devem preencher o Formulário no Anexo
VI, no qual autorizam a UCB a utilizar o projeto nas disciplinas de Projeto Final e
Trabalho de Conclusão de Curso. Tais formulários deverão ser preenchidos no dia da
defesa do Projeto, logo após a divulgação do resultado da apresentação, pela Banca, para
aqueles que forem considerados aprovados.
XVIII - PARTICIPAÇÃO DE EMPRESAS INTERESSADAS
Os Projetos Finais poderão ter a participação e/ou interesse de Empresa(s) no seu
desenvolvimento. Neste caso, serão estudados os mecanismos necessários para se firmar
um Convênio para o financiamento deste desenvolvimento, entre a UCB, a(s) Empresa(s)
e os alunos do grupo interessado, quando aplicável.
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XIX - CONSIDERAÇÕES FINAIS (ASPECTOS GERAIS)
XIX. 1 – Para matricular-se nas disciplinas de Pré- Projeto Final ou Trabalho de
Conclusão de Curso 1 o aluno deverá cumprir todos os pré-requisitos necessários;
XIX. 2 - Todos os alunos do grupo de Projeto Final e TCC2 deverão ter sido
aprovados nas disciplinas Pré-Projeto e TCC1;
ATENÇÃO : A PROPOSTA DE PROJETO DO ANEXO I, A SEGUIR, DEVE SER
APRESENTADA DE FORMA MAIS DETALHADA POSSÍVEL, PARA QUE
POSSA SER AVALIADA A DIMENSÃO DO PROJETO!
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ANEXO I - ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE UMA PROPOSTA
DE PROJETO - FICHA RESUMO PARA CADASTRO E RECIBO
Aplicação Comercial ou Científica/Pesquisa:
Deverão conter, obrigatoriamente:
1.
2.
Capa, com Ficha Resumo:
Deverá ser anexada à Proposta cujo modelo encontra-se em Anexo I. Essa ficha servirá,
também, como folha de rosto e recibo da entrega da Proposta. Preenchimento:
1.1.
SEMESTRE DA DEFESA: Semestre da provável defesa do Projeto (Ex: 1º Sem /03 ou
2º Sem /03);
1.2.
DATA PROPOSTA: Data de apresentação da Proposta;
1.3.
PROPOSTA Nº º : Não preencher;
1.4.
Assinalar por aluno:
1.4.1. O tipo de Curso (BCC/BSI);
1.4.2. O tipo de Projeto (se Aplicação Comercial ou Aplicação Científica/Pesquisa);
1.4.3. O Turno dos componentes do grupo (Se Vespertino ou Noturno);
1.5.
SIGLA E TÍTULO DO PROJETO: Indicar a sigla e o nome do Projeto;
1.6.
RESUMO DO PROJETO (SINOPSE): Resumo do que o Projeto pretende fazer;
1.7.
ALUNO(S) COMPONENTE(S) DO GRUPO: O nome completo dos alunos
componentes do grupo com suas respectivas matrículas, telefones e E-mail, se houver;
1.8.
ORIENTADOR (E CO-ORIENTADOR SE HOUVER): O nome completo do
Professor Orientador (e Co-Orientador se houver);
1.9.
HORÁRIO DAS REUNIÕES DOS ALUNOS COM ORIENTADOR PARA
ELABORAÇÃO DA PROPOSTA;
1.10. ASSINATURA dos alunos componentes do grupo, assinatura do Professor Orientador
e Co-Orientador;
1.11. OBSERVAÇÃO; e
1.12. RECIBO : Não preencher.
(continuação do AnexoI) Conteúdo, com :
2.1.
2.2.
2.3.
2.4.
2.5.
2.6.
2.7.
2.8.
2.9.
2.10.
17
Motivação: Situar o Projeto num contexto de trabalhos correlatos, indicando os
motivos que levaram a grupo a escolher a temática do Projeto;
Informar o(s) usuário(s) do Sistema;
Identificar alguma Empresa ou Organização porventura interessada ou financiadora do
sistema;
Objetivo(s) Geral(is) : Descrever de forma clara e elucidativa os objetivos gerais do
Projeto proposto;
Objetivo(s) Específico(s) : Descrever detalhadamente, de forma clara e elucidativa, os
objetivos específicos do Projeto proposto;
Resultado(s) esperado(s) : Descrever o produto resultante do Projeto proposto, sua
importância e utilização;
Indicar a(s) Metodologia(s) que será(ão) adotada(s) para o desenvolvimento do
Projeto;
Recursos: Indicar os recursos iniciais de “hardware” , “software”, pessoal e financeiros
necessários ao desenvolvimento do Projeto;
Cronograma: Elaborar um cronograma inicial, indicando:
2.9.1. As etapas a serem desenvolvidas; e
2.9.2. O prazo necessário para realização dessas etapas;
Bibliografia: Indicar a bibliografia, inicial, necessária ao desenvolvimento do Projeto
proposto.
Regimento das Disciplinas de Projeto Final, Trabalho de Conclusão de Curso e PréProjeto dos Cursos de BCC e BSI da UCB
ANEXO I – FORMULÁRIO PARA PROPOSTA
PROJETO FINAL
SEMESTRE
DA DEFESA
_____/_____
DATA
PROPOSTA
___/___/___
PROPOSTA Nº
(preenchido pela Coordenação de Projeto Final)
Curso: ______________________________ COMERCIAL
CIENTÍFICO/PESQUISA
SIGLA E TÍTULO DO PROJETO:
MATUTINO
NOTURNO
RESUMO DO PROJETO (SINOPSE) :
ALUNO(S) COMPONENTE(S) DO GRUPO :
MATR NOME
TEL CONTATO
E-MAIL
ORIENTADOR (E CO-ORIENTADOR SE HOUVER) :
NOME
TEL CONTATO
E-MAIL
HORÁRIO DAS REUNIÕES PARA ELABORAÇÃO DA PROPOSTA:
DIA
HORÁRIO
LOCAL
DIA
HORÁRIO
LOCAL
ASSINATURA DOS ALUNOS:
__________________________ _________________________ _______________________
ASSINATURA DO ORIENTADOR e CO-ORIENTADOR :
_____________________________________
__________________________________
OBSERVAÇÃO
RECIBO
LOCAL E DATA
18
NOME E RUBRICA DO RECEBEDOR DA PROPOSTA
Regimento das Disciplinas de Projeto Final, Trabalho de Conclusão de Curso e PréProjeto dos Cursos de BCC e BSI da UCB
CONTINUAÇÃO DO ANEXO I
PROJETO FINAL
2 – CONTEÚDO
2.1 – MOTIVAÇÃO
2.2 – USUÁRIOS DO SISTEMA
2.3 – EMPRESA INTERESSADA
2.4 - OBJETIVOS GERAIS
2.5 - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
2.6 - RESULTADOS ESPERADOS
2.7 – METODOLOGIAS
2.8 – RECURSOS
2.9 - CRONOGRAMA INICIAL
2.10 – BIBLIOGRAFIA
19
PROPOSTA
NR
PÁGINA
/
Regimento das Disciplinas de Projeto Final, Trabalho de Conclusão de Curso e PréProjeto dos Cursos de BCC e BSI da UCB
ATENÇÃO : OS TÓPICOS DO ANEXO II, A SEGUIR, DEVERÃO SER
SEGUIDOS RIGOROSAMENTE, VISTO QUE É UM DOS ITENS DE AVALIAÇÃO
PELA BANCA!
ANEXO II - ESTRUTURA MÍNIMA PARA DOCUMENTAÇÃO DE PROJETO
FINAL (CONTINUAÇÃO) (Complementar ao Manual)
APLICAÇÃO COMERCIAL
ENGENHARIA DE SISTEMAS ORIENTADOS A OBJETOS (BCC E BSI)
VOLUME I – ELEMENTOS TEXTUAIS (Documentação do Sistema)
1 - INTRODUÇÃO
Descrever os aspectos que levaram à proposta do trabalho; entre eles:
1.1. Motivação: relacionada principalmente com o mercado e com trabalhos
correlatos;
1.2. Breve Histórico do sistema existente: Descrição do sistema existente;
1.3. Problemas Diagnosticados (disfunções observadas no sistema existente).
1.4. Informar o(s) Usuário(s) do Sistema (de fato ou em potencial);
1.5. Organograma da Organização (se houver).
1.6. Informar se há alguma Empresa ou Organização interessada ou financiadora
do novo Sistema;
2 - OBJETIVOS
2.1. Objetivo Geral: Descrever de forma clara, sucinta e elucidativa o objetivo
geral do novo sistema.
2.2. Objetivos Específicos: Descrever detalhadamente, de forma clara e
elucidativa, os objetivos específicos do novo sistema.
3 - PROPOSTA DO SISTEMA
Descrever o novo sistema, em seus aspectos gerais.
3.1. Descrição do Sistema Proposto: Descrever o funcionamento do sistema
proposto, enfatizando os aspectos diferenciadores do novo sistema.
3.2. Resultados Esperados (ou Benefícios Esperados): Descrever o produto
resultante do novo sistema, sua importância e utilização.
20
Regimento das Disciplinas de Projeto Final, Trabalho de Conclusão de Curso e PréProjeto dos Cursos de BCC e BSI da UCB
3.3. Restrições do Sistema Proposto: O que o sistema não vai implementar, apesar
de estar em seu escopo.
3.4. Recursos Necessários para Execução:
3.4.1. Descrição do Hardware Ideal
3.4.2. Descrição do Hardware Mínimo
3.4.3. Descrição do Software
3.4.4. Configuração da Rede
3.4.5. Configuração de Bancos de Dados
3.4.6. Descrição das Instalações
3.4.7. Pessoal Exigido
3.5. Relação Custo x Benefício: Análise da viabilidade econômica do novo
sistema (obrigatório para BSI).
3.6. Áreas Afetadas pelo Novo Sistema: Órgãos ou funções alteradas pelo sistema.
Especificar as alterações previstas.
4 – JUSTIFICATIVA DA PROPOSTA
Descrever a teoria de suporte ao trabalho realizado quando o projeto se
fundamentar em temas não usuais dentro da Ciência da Computação, bem como a teoria
necessária captada em outras áreas do conhecimento. NÃO incluir (por desnecessário)
temas constantes do conteúdo programático dos cursos de Sistemas de Informação e
Ciência da Computação da UCB.
Quando não se enquadrar nestes casos, descrever o resultado de pesquisas sobre
aplicações similares ao produto proposto, destacando o diferencial.
5 – PLANEJAMENTO DO PROJETO
5.1. Plano do Processo de Desenvolvimento
(contém uma descrição detalhada do processo de desenvolvimento a ser adotado
no projeto, que deve incluir:
5.1.1 Ciclo de vida do projeto
(modelo de processo (ciclo de vida) adotado no projeto, com identificação
de todas as atividades e tarefas previstas.)
5.1.2 Métodos de Desenvolvimento e ferramentas CASE
(métodos e ferramentas CASE adotados no projeto)
5.1.3 Linguagens de programação
(identificação das linguagens de programação que serão utilizadas no
projeto)
5.1.4 Ambiente de hardware para o desenvolvimento
(identificação e descrição do ambiente de hardware a ser utilizado para o
desenvolvimento)
5.2 Plano de Organização
(contém a definição das equipes de desenvolvimento e de gerência)
5.2.1 Equipe de Gerência
5.2.1 Equipe de Desenvolvimento
21
Regimento das Disciplinas de Projeto Final, Trabalho de Conclusão de Curso e PréProjeto dos Cursos de BCC e BSI da UCB
5.3 Plano de Acompanhamento
(contém a descrição dos procedimentos adotados para acompanhamento e
controle do projeto.)
5.3.1. Marcos e Pontos de Controle
(contém a definição dos marcos e pontos de controle, distribuindo-os ao
longo do ciclo de vida)
5.3.2. Métodos de acompanhamento e controle
(descreve os métodos de acompanhamento e controle que serão usados:
apresentações orais, reuniões, relatórios, acordos de aceite, etc)
5.3.4. Análise e Gerência de Riscos
(identifica os possíveis riscos para o bom andamento do projeto e as ações
gerenciais que devem ser tomadas em cada situação)
5.4. Plano de Documentação
5.4.1. Documentos do projeto
(definição dos documentos gerados no projeto, indicando seu objetivo e
em que momento do ciclo de vida ele é produzido - Pode ser indicado
quando descrever o ciclo de vida)
5.5. Plano de Recursos e Produtos
5.5.1.
Recursos Humanos
(descrição dos recursos humanos necessários ao projeto)
5.5.2. Recursos de Hardware
(descrição dos recursos de hardware necessários ao projeto)
5.5.3. Recursos de Software
(descrição dos recursos de software necessários ao projeto)
5.5.4. Recursos Financeiros
(descrição dos recursos de software necessários ao projeto)
Recomenda-se apresentar os dados em uma tabela, com os itens a seguir:
• Discriminação
• Unidade de Medida
• Quantidade
• Valor unitário
• Índice aplicado ao software (percentual do recurso necessário ao
desenvolvimento)
• Valor total
• Somatórios parciais por categoria e total.
5.6. Cronograma
(cronograma do projeto)
22
Regimento das Disciplinas de Projeto Final, Trabalho de Conclusão de Curso e PréProjeto dos Cursos de BCC e BSI da UCB
6 – ESPECIFICAÇÃO DOS REQUISITOS DO SISTEMA
Deve descrever o que se deseja do sistema a ser desenvolvido. Não são necessários
modelos gráficos neste item. Os principais subitens da especificação são:
6.1 - Descrição do problema
6.2 - Identificação dos Interessados
6.3 - Descrição das necessidades dos interessados
6.4 - Descrição das características do sistema (p/ atender as necessidades)
6.5 - Requisitos do software (funcionalidades)
6.6 - Requisitos suplementares (não-funcionais)
6.7 – Restrições.
T
7 - MODELOS DO NEGÓCIO (Obrigatório para BSI)
A modelagem de negócios é utilizada quando temos processos organizacionais que
devem ser bem compreendidos na sua essência antes de se construir o sistema.
Representa, por meio dos diagramas da UML, os processo de negócio e suas regras, as
entidades do negócio e seus relacionamentos.
7.1 - Diagramas de Casos de Uso de Negócio (<<business>>)
Apresenta uma visão externa dos processos de negócio.
7.2 - Diagramas de classes do negócio (domain model)
Representa as entidades de negócio e suas associações.
7.3 - Diagramas de interação de objetos do negócio
Representa a dinâmica dos processos na forma de objetos interagindo.
7.4 - Diagramas de atividades (p/ workflows)
Detalha os fluxos de atividades do negócio.
8 - MODELOS DE CASOS DE USO (requisitos)
Visa modelar de forma gráfica a interação entre os atores e o sistema a ser
desenvolvido, baseando-se principalmente nos requisitos de software.. Os Casos de uso
vão orientar todo o desenvolvimento, pois a partir da definição dos mesmos, o objetivo da
equipe de projeto passa a ser realização destes.
8.1 Visão geral dos Casos de Uso e atores
Modelo visual (construído através de uma ferramenta CASE) que mostra
os Casos de Uso, atores e os relacionamentos entre eles.
8.2 Descrição dos Casos de Uso
Todo Caso de Uso deve ter uma descrição que tenha pelo menos os
seguintes itens:
Nome do Caso de Uso:
Objetivo:
Ator:
Pré-condições (se houver):
Fluxo principal:
Fluxos alternativos:
Fluxos de exceção:
Pós-condição (se houver):
Características suplementares:
23
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Nota: Para cada Caso de Uso deve ser incluído o protótipo visual equivalente na
documentação.
9 - MODELOS DE ANÁLISE
A análise segundo a visão do USDP é como um pré-projeto. Já leva em
consideração aspectos como divisão em camadas, classes de interação com atores
(boundary), classes de controle (control) e classes de armazenamento de dados (entity). A
análise não deve entrar em detalhes de plataformas de implementação, ou seja, não deve
ter detalhes de nenhuma linguagem de programação ou banco de dados específico. O
principal insumo de entrada para a análise são os Use Cases de requisitos. Na análise
deve-se representar como realizar cada Caso de Uso descrito em termos de objetos de
análise. Portanto os Casos de Uso continuam sendo os guias do desenvolvimento.
9.1. Caso de Uso 01
9.1.1-Diagrama de classes de análise
9.1.2- Diagramas de interação de objetos (colaboração) (dos principais cenários do
Caso de Uso)
........
9.n. Caso de Uso n
9.n.1 - Diagrama de classes de análise
9.n.2 - Diagramas de interação de objetos (colaboração) (dos principais cenários
do Caso de Uso )
Nota. Nas disciplinas de TCC1 e Pré-Projeto devem desenvolvidos os tópicos 1 a 9 e 12
acima, sendo que, em TCC2 e Projeto Final, deverão ser desenvolvidos os demais tópicos
do Regimento para serem agrupados aos anteriores e apresentados à Banca Examinadora.
10 - DOCUMENTAÇÃO DE PROJETO
Os tópicos a seguir podem ser alterados de acordo com as necessidades de
documentação do sistema proposto.
10.1. Memorial Descritivo das Decisões de Projeto: Descrever todas as decisões
de projeto, tais como organização do sistema em subsistemas, abordagem de
gerenciamento de rede e bancos de dados, prioridades, segurança, e quaisquer
outros tópicos relacionados ao projeto que possam ser descritos em linguagem
natural.
10.2. Diagrama de Classes do Projeto
10.3. Descrição Algorítmica das Operações: Descrever a lógica das operações
próprias da aplicação, utilizando pseudocódigo (podendo serem detalhados na
descrição de casos de uso (item 8.2)
10.4. Diagrama de Controle do Software: Diagrama de estado para a classe
Formulário ou Janela que especifica a implementação do controle do software
(às vezes denominado de Mapa de Navegação).
10.5. Descrição dos Documentos
10.5.1. Boletins de Captação de Dados: Lay-out dos documentos (formulários)
de captação de dados. Colocar as instruções de preenchimento e as
críticas que o documento poderá sofrer.
24
Regimento das Disciplinas de Projeto Final, Trabalho de Conclusão de Curso e PréProjeto dos Cursos de BCC e BSI da UCB
10.5.2. Relatórios: Lay-out dos relatórios, especificando a área ocupada pelos
campos, bem como alguns exemplos.
10.6. Descrição das Interfaces
12.6.1. Telas: Lay-out da tela. Descrição da tela com os eventos associados, e
mensagens que poderão aparecer.
10.7. Descrição de Arquivos e Bancos de Dados: Lay-out dos arquivos e tabelas,
evidenciando-se os campos e relacionamentos.
11 – CONCLUSÃO
Apresentar uma avaliação dos objetivos propostos em relação aos resultados
alcançados.
Detalhar as conclusões que o grupo chegou com a experiência do desenvolvimento
do projeto e com os resultados obtidos. Caso aplicável, descrever as possíveis
evoluções do produto gerado.
12 - BIBLIOGRAFIA
Indicar a bibliografia utilizada para o desenvolvimento do sistema, de acordo com
a notação padrão da ABNT.
25
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VOLUME II – DOCUMENTAÇÃO DA IMPLEMENTAÇÃO E DICIONÁRIO DE
DADOS
1 - DOCUMENTAÇÃO DA IMPLEMENTAÇÃO
Os tópicos a seguir podem ser alterados de acordo com as necessidades de
documentação do sistema proposto.
1.1. Listagem dos Programas
1.2. Descrição das Interfaces de Classes: Descrever as classes do sistema - definição,
propriedades, eventos, mensagens, parâmetros de mensagens, e o que mais for
necessário para a reutilização dessas classes.
1.3. Estratégia de Teste: Definição da estratégia de α-teste do sistema. Massa de
dados para o teste
Deverá preferencialmente ter a estrutura definida pela ferramenta CASE utilizada,
que deverá contemplar no mínimo os itens descritos a seguir:
2 – DICIONÁRIO DE DADOS
2.1 - MODELAGEM DE OBJETOS
• Classes
• Nome
• Definição
• Atributos
♦ Nome
♦ Definição
♦ Tipo de dado
♦ Valor default
• Operações
♦ Nome
♦ Definição
♦ Argumentos
∗ Nome
∗ Definição
∗ Tipo de dado
∗ Valor default
♦ Valor retornado
∗ Nome
∗ Definição
∗ Tipo de dado
♦ Métodos que a implementam
• Classes relacionadas
• Relacionamentos
• Nome
• Definição
26
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• Classes relacionadas
♦ Nome
♦ Multiplicidade
♦ Nome do papel
3 - NORMAS DE PADRONIZAÇÃO UTILIZADAS
4.1. Telas;
4.2. Relatórios;
4.3. Boletins de captação de dados;
4.4. Arquivos;
4.5. Nomes em Programas (variáveis, estruturas, etc...).
4 - ÍNDICE REMISSIVO
O índice remissivo deverá ser organizado em ordem alfabética Para todos os itens
anteriores onde aparece NOME.
27
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ANEXO II - ESTRUTURA MÍNIMA PARA DOCUMENTAÇÃO DE PROJETO
FINAL (CONTINUAÇÃO) (Complementar à Norma da ABNT)
APLICAÇÃO CIENTÍFICA / PESQUISA
MONOGRAFIA (BCC E BSI)
Os tópicos abaixo apresentados podem não se aplicar a todos os temas de
Pesquisa. Procurou-se listar o que se deseja como o mais amplo possível para que o aluno
possa ter um roteiro que oriente seu trabalho. Fica a critério do Orientador e da
Coordenação de Projeto Final a adequação desse Roteiro ao tema, motivo da Pesquisa.
VOLUME I - DOCUMENTAÇÃO
1 - INTRODUÇÃO
Descrever os aspectos que levaram à proposta do trabalho; entre eles:
1.1. Motivação : relacionada principalmente com o mercado e com trabalhos
correlatos;
1.2. Breve Histórico : Descrição do sistema existente (Se for o caso);
1.3. Problemas Diagnosticados (disfunções observadas no sistema existente) ( Se
for o caso).
1.4. Surgimento da Necessidade da Pesquisa;
1.5. Informar o(s) Usuário(s) (beneficiados) da Pesquisa (de fato ou em
potencial);
1.6. Organograma da Organização motivadora da Pesquisa (se houver).
1.7.Informar se há alguma Empresa ou Organização interessada ou financiadora
da Pesquisa;
2 - OBJETIVOS DA PESQUISA
2.1. Objetivo Geral: Descrever de forma clara, sucinta e elucidativa o objetivo
geral da Pesquisa.
2.2. Objetivos Específicos: Descrever detalhadamente, de forma clara e
elucidativa, os objetivos específicos da Pesquisa.
3 - PROPOSTA DA PESQUISA
Descrever a Pesquisa, em seus aspectos gerais.
3.1. Descrição da Pesquisa: Descrever a pesquisa, enfatizando os aspectos
diferenciadores.
28
Regimento das Disciplinas de Projeto Final, Trabalho de Conclusão de Curso e PréProjeto dos Cursos de BCC e BSI da UCB
3.2. Resultados Esperados (ou Benefícios Esperados): Descrever o produto
resultante da Pesquisa, sua importância e utilização;
3.3. Restrições da Pesquisa Proposta : O que a Pesquisa não vai contemplar, apesar
de estar em seu escopo;
3.4. Recursos Necessários para Execução do Novo Software (se for o caso):
• Descrição do Hardware Ideal
• Descrição do Hardware Mínimo
• Descrição do Software
• Configuração da Rede
• Configuração de Bancos de Dados
• Descrição das Instalações
• Pessoal Exigido
3.5. Relação Custo x Benefício: Análise da viabilidade econômica da Pesquisa
3.6. Áreas Afetadas pela Pesquisa: Órgãos ou funções alteradas pela Pesquisa.
Especificar as alterações previstas.
4 –METODOLOGIA DA PESQUISA (opcional)
Identificar o tipo de pesquisa de acordo com a orientação abaixo:
Classificações das pesquisas
Existem várias formas de classificar as pesquisas. As formas clássicas de classificação
serão apresentadas a seguir:
Do ponto de vista da sua natureza, pode ser:
- Pesquisa Básica: objetiva gerar conhecimentos novos úteis para o avanço da
ciência sem aplicação prática prevista. Envolve verdades e interesses universais.
- Pesquisa Aplicada: objetiva gerar conhecimentos para aplicação prática
dirigidos à solução de problemas específicos. Envolve verdades e interesses
locais.
Do ponto de vista da forma de abordagem do problema pode ser:
- Pesquisa Quantitativa: considera que tudo pode ser quantificável, o que
significa traduzir em números opiniões e informações para classificá-las e
analisá-las. Requer o uso de recursos e de técnicas estatísticas (percentagem,
média, moda, mediana, desvio-padrão, coeficiente de correlação, análise de
regressão, etc.).
- Pesquisa Qualitativa: considera que há uma relação dinâmica entre o mundo
real e o sujeito, isto é, um vínculo indissociável entre o mundo objetivo e a
subjetividade do sujeito que não pode ser traduzido em números. A interpretação
dos fenômenos e a atribuição de significados são básicas no processo de
pesquisa qualitativa. Não requer o uso de métodos e técnicas estatísticas. O
ambiente natural é a fonte direta para coleta de dados e o pesquisador é o
instrumento-chave. É descritiva. Os pesquisadores tendem a analisar seus dados
29
Regimento das Disciplinas de Projeto Final, Trabalho de Conclusão de Curso e PréProjeto dos Cursos de BCC e BSI da UCB
indutivamente. O processo e seu significado são os focos principais de
abordagem.
Quanto aos fins1, a autora afirma que a pesquisa pode ser:
A investigação exploratória é realizada em área na qual há pouco conhecimento
acumulado e sistematizado. Por sua natureza de sondagem, não comporta
hipóteses que, todavia, poderão surgir durante ou ao final da pesquisa. É,
normalmente, o primeiro passo para quem não conhece suficientemente o campo
que pretende abordar.
A pesquisa descritiva expõe características de determinada população ou de
determinado fenômeno. Pode também estabelecer correlações entre variáveis e
definir sua natureza. Não tem compromisso de explicar os fenômenos que
descreve, embora sirva de base para tal explicação. Pesquisa de opinião insere-se
nessa classificação.
A investigação explicativa tem como principal objetivo tornar algo inteligível,
justificar-lhe os motivos. Visa, portanto, esclarecer quais fatores contribuem, de
alguma forma, para a ocorrência de determinado fenômeno. Por exemplo: as raízes
do sucesso de determinado empreendimento. Pressupõe pesquisa descritiva como
base para suas explicações.
Pesquisa metodológica é o estudo que se refere a elaboração de instrumentos de
captação ou de manipulação da realidade. Está, portanto, associada a caminhos,
formas, maneiras, procedimentos para atingir determinado fim. Construir um
instrumento para avaliar o grau de descentralização decisória de uma organização
é exemplo de pesquisa metodológica.
A investigação intervencionista tem como principal objetivo interpor-se,
interferir na realidade estudada, para modificá-la. Não se satisfaz, portanto, em
apenas explicar. Distingue-se da pesquisa aplicada pelo compromisso de não
somente propor resoluções de problemas, mas também de resolvê-los efetiva e
participativamente.
Quanto aos meios de investigação2, pode ser:
Pesquisa de campo é investigação empírica realizada no local onde ocorre ou
ocorreu um fenômeno ou que dispõe de elementos para explicá-lo. Pode incluir
entrevistas, aplicação de questionários, testes e observação participante ou não.
Exemplo: levantar com os usuários do Banco X a percepção que têm sobre o
atendimento ao cliente.
Pesquisa de laboratório é experiência realizada em local circunscrito, já que no
campo seria praticamente impossível realizá-la. Simulações em computador
situam-se nesta classificação.
Pesquisa telematizada busca informações em meios que combinam o uso do
computador e as telecomunicações. Pesquisas na Internet são um exemplo disso.
Investigação documental é a realizada em documentos conservados no interior de
órgãos públicos e privados de qualquer natureza, ou com pessoas: registros, anais,
regulamentos, circulares, ofícios, memorandos, balancetes, comunicações
informais, filmes, microfilmes, fotografias, video-tape, informações em disquete,
diários, cartas pessoais a outros. O livro editado pela Fundação Getúlio Vargas e
TP
•
•
•
•
•
PT
TP
•
•
•
•
1
PT
Uma pesquisa pode ter mais de uma finalidade simultaneamente.
Este item diz respeito às maneiras pelas quais a informação será procurada e permite, também,
utilizar várias metodologias simultaneamente dependendo do que se está pretendendo.
TP
PT
TP
2
PT
30
Regimento das Disciplinas de Projeto Final, Trabalho de Conclusão de Curso e PréProjeto dos Cursos de BCC e BSI da UCB
pela Siciliano em 1995 sobre a vida de Getúlio Vargas é, basicamente, apoiado em
pesquisa documental, notadamente, o diário de Vargas.
• Pesquisa bibliográfica é o estudo sistematizado desenvolvido com base em
material publicado em livros, revistas, jornais, redes eletrônicas, isto é, material
acessível ao público em geral. Fornece instrumental analítico para qualquer outro
tipo de pesquisa, mas também pode esgotar-se em si mesma. O material publicado
pode ser fonte primária ou secundária. Por exemplo: o livro Princípios de
Administração Científica, de Frederick W. Taylor, publicado pela Editora Atlas, é
fonte primária se cotejado com obras de outros autores que descrevem ou analisam
tais princípios. Estas, por sues vez, são fontes secundárias em relação ao primeiro
por se basearem nele para explicitar outras relações.
O material publicado pode também ser fonte de primeira ou de segunda mão. Por
exemplo: se David Bohn escreveu um artigo, ele é fonte primária. No entanto, se
esse artigo aparece na rede eletrônica editado, isto é, com cortes a alterações, é
fonte de segunda mão.
• Pesquisa experimental é investigação empírica na qual o pesquisador manipula e
controla variáveis independentes e observa as variações que tal manipulação e
controle produzem em variáveis dependentes. Variável é um valor que pode ser
dado por quantidade, qualidade, característica, magnitude, variando em cada caso
individual. Exemplo: na expressão sociedade globalizada, globalizada é a variável
do conceito sociedade. Variável independente é aquela que influencia, determina
ou afeta a dependente. É conhecida, aparece antes, é o antecedente. Variável
dependente é aquela que vai ser afetada pela independente. É descoberta, é o
conseqüente. A pesquisa experimental permite observar e analisar um fenômeno,
sob condições determinadas. O estudo de Elton Mayo, em Hawthorne, é um bom
exemplo de pesquisa experimental no campo. Todavia, também se pode fazer
investigação experimental no laboratório.
• Investigação ex post facto refere-se a um fato já ocorrido. Aplica-se quando o
pesquisador não pode controlar ou manipular variáveis, seja porque suas
manifestações já ocorreram, seja porque as variáveis não são controláveis. A
impossibilidade de manipulação e controle das variáveis distingue, então, a
pesquisa experimental da ex post facto.
• A pesquisa participante não se esgota na figura do pesquisador. Dela tomam
parte pessoas implicadas no problema sob investigação, fazendo que a fronteira
pesquisador/pesquisado, ao contrário do que ocorre na pesquisa tradicional, seja
tênue.
• Pesquisa-ação é um tipo particular de pesquisa participante que supõe intervenção
participativa na realidade social. Quanto aos fins é, portanto, intervencionista.
• Estudo de caso é o circunscrito a uma ou poucas unidades, entendidas essas como
uma pessoa, uma família, um produto, uma empresa, um órgão público, uma
comunidade ou mesmo um país. Tem caráter de profundidade e detalhamento.
Pode ou não ser realizado no campo.
Os tipos de pesquisa não são mutuamente exclusivos. Por exemplo: uma pesquisa pode
ser, ao mesmo tempo, bibliográfica, documental, de campo e estudo de caso.
31
Regimento das Disciplinas de Projeto Final, Trabalho de Conclusão de Curso e PréProjeto dos Cursos de BCC e BSI da UCB
5 - DETALHAMENTO DA PESQUISA - ESTUDO TEÓRICO
Apresentar um estudo com embasamento teórico, estruturado em tópicos, que
obedeça a uma seqüência lógica, aplicável ao assunto, e que justifique a Pesquisa. Podese, também, estruturar em HIPÓTESES, onde cada uma é desenvolvida e validada com
uma conclusão.
6
-PROTÓTIPO- VALIDAÇÃO DA PESQUISA OU METODOLOGIA
REALIZAÇÃO DA PESQUISA (QUANDO APLICÁVEL)
E
ATENÇÃO : O PROTÓTIPO DEVERÁ ESTAR TOTALMENTE IMPLEMENTADO,
OU SEJA, A PESQUISA DEVERÁ TER TODAS AS FUNÇÕES
IMPLEMENTADAS. A FALTA DE PROGRAMAÇÃO DE ALGUMAS FUNÇÕES
CONCEBIDAS IMPLICARÁ NA PERDA DE PONTOS NA AVALIAÇÃO DA
BANCA!
T
7 - CONCLUSÃO
Detalhar as conclusões que o grupo chegou com a experiência e com os resultados
obtidos. Caso aplicável, descrever as possíveis evoluções.
Apresentar uma avaliação dos objetivos propostos em relação aos resultados
alcançados.
8- BIBLIOGRAFIA
Indicar a bibliografia utilizada para a pesquisa, de acordo com a notação padrão da
ABNT.
32
Regimento das Disciplinas de Projeto Final, Trabalho de Conclusão de Curso e PréProjeto dos Cursos de BCC e BSI da UCB
ANEXO II - ESTRUTURA MÍNIMA PARA DOCUMENTAÇÃO DE
PROJETO FINAL (CONTINUAÇÃO) (Complementar à Norma da
ABNT)
APLICAÇÃO DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO/CONHECIMENTO
MONOGRAFIA - TRABALHOS DE BSI
Neste grupo de trabalhos incluem-se Planejamento de Sistemas de Informação,
Implantação de Sistemas, como por exemplo, ERP, Gestão da Informação, Gestão do
Conhecimento e trabalhos similares, excluindo-se desenvolvimentos de sistemas
aplicativos e pesquisas.
Os tópicos abaixo apresentados podem não se aplicar a todos os temas do trabalho.
Procurou-se listar o que se deseja como o mais amplo possível para que o aluno possa ter
um roteiro que oriente seu trabalho. Fica a critério do Orientador e da Coordenação de
Projeto Final a adequação desse Roteiro ao tema, motivo do trabalho.
VOLUME I - DOCUMENTAÇÃO
1 - INTRODUÇÃO
Descrever os aspectos que levaram à proposta do trabalho; entre eles:
1.1. Motivação : relacionada principalmente com o mercado e com trabalhos
correlatos;
1.2. Breve Histórico : Descrição do sistema existente (Se for o caso);
1.3. Problemas Diagnosticados (disfunções observadas no sistema existente) ( Se
for o caso).
1.4. Surgimento da Necessidade do trabalho;
1.5. Informar o(s) Usuário(s) (beneficiados) do trabalho (de fato ou em
potencial);
1.6. Organograma da Organização motivadora do trabalho (se houver).
1.7.Informar se há alguma Empresa ou Organização interessada ou financiadora
do trabalho;
2 - OBJETIVOS DO TRABALHO
2.1. Objetivo Geral: Descrever de forma clara, sucinta e elucidativa o objetivo
geral do trabalho.
2.2. Objetivos Específicos: Descrever detalhadamente, de forma clara e
elucidativa, os objetivos específicos do trabalho.
33
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3 - PROPOSTA DO TRABALHO
Descrever o Trabalho, em seus aspectos gerais.
3.1. Descrição do trabalho: Descrever o trabalho, enfatizando os aspectos
diferenciadores.
3.2. Resultados Esperados (ou Benefícios Esperados): Descrever o produto
resultante do trabalho, sua importância e utilização;
3.3. Restrições do trabalho Proposto : O que o Trabalho não vai contemplar,
apesar de estar em seu escopo;
3.4. Recursos Necessários para Execução do Novo Software (se for o caso):
• Descrição do Hardware Ideal
• Descrição do Hardware Mínimo
• Descrição do Software
• Configuração da Rede
• Configuração de Bancos de Dados
• Descrição das Instalações
• Pessoal Exigido
3.5. Relação Custo x Benefício: Análise da viabilidade econômica do Trabalho,
apresentando os custos e benefícios de execução do trabalho.
3.6. Áreas Afetadas pelo trabalho: Órgãos ou funções alteradas pelo Trabalho.
Especificar as alterações previstas.
4 –METODOLOGIA DO TRABALHO
Identificação das etapas e atividades a serem desenvolvidas, especificando os
artefatos a serem produzidos durante a elaboração do trabalho.
5 - DETALHAMENTO DO TRABALHO - ESTUDO TEÓRICO
Apresentar um estudo com embasamento teórico, estruturado em tópicos, que
obedeça a uma seqüência lógica, aplicável ao assunto, e que justifique o trabalho.
6 - REALIZAÇÃO DO TRABALHO
Desenvolvimento das etapas e atividades do trabalho, evidenciando o
planejamento, execução e controle.
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7 - CONCLUSÃO
Detalhar as conclusões que o grupo chegou com a experiência e com os resultados
obtidos. Caso aplicável, descrever as possíveis evoluções.
Apresentar uma avaliação dos objetivos propostos em relação aos resultados
alcançados.
8- BIBLIOGRAFIA
Indicar a bibliografia utilizada para a pesquisa, de acordo com a notação padrão da
ABNT.
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ANEXO III - AVALIAÇÃO DE PROJETO FINAL
AVALIAÇÃO DE PROJETO FINAL
Projeto: ________________________________________________________
Nome do Avaliador : ______________________________________________________
Data : ___ / ___ / ______
Alunos :
1231) Nota 1: Documentação : ( Para o grupo )
___________
Verificar se a documentação está conforme o regimento e se os problemas apresentados
foram solucionados adequadamente ou concluídos através de embasamento teóricos.
2) Nota 2 : Protótipo : ( Para o grupo ) ___________
Verificar se o Projeto foi validado através de implementação de um Protótipo em
computador que deverá ter as funções totalmente implementadas
3) Nota 3 : Apresentação : ( Individual - preencha o quadro abaixo )
Avaliar individualmente cada componente do grupo. Caso algum aluno não faça a
apresentação, o mesmo estará reprovado. Pontuar com base nos Recursos audiovisuais
utilizados, na clareza na exposição de idéias e no domínio do assunto apresentado.
Componente
1
2
3
Nota 3
Nota Final
Nota Final = ( Nota 1 * 4 + Nota 2 * 3 + Nota 3 * 3 ) / 10
ASSINATURA DO AVALIADOR :
_____________________________________
ASSINATURA
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ANEXO III - AVALIAÇÃO DE PROJETO FINAL (CONTINUAÇÃO)
AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DO PROJETO FINAL
QUANTO SUA FUTURA UTILIZAÇÃO
Data : ___/___/______
Projeto : ____________________________________________________________
Área do Conhecimento : ________________________________________________
Orientador : __________________________________________________________
Banca Examinadora:
123Alunos:
123-
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
37
)
)
)
)
)
)
)
)
)
)
Foi concluído e está em condições de ser instalado
Merece ser testado visando posterior utilização
Apresenta possibilidade de comercialização
Tem qualidade para ser apresentado em Congressos
Tem qualidade para ser apresentado em Simpósios
Tem qualidade para ser apresentado em Concurso de Software
Merece ser prosseguido por outro grupo
Apresenta condições para uso didático no ensino da Disciplina : ___________
Deve ser devolvido ao grupo para correções
_______________________________________________________________
_______________________________________________________________
_______________________________________________________________
_______________________________________________________________
_______________________________________________________________
_______________________________________________________________
_______________________________________________________________
_______________________________________________________________
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ANEXO IV - FORMULÁRIO DE INFORMAÇÃO SE O GRUPO ESTÁ
APTO A REALIZAR A DEFESA.
Do: Orientador(a) ___________________________________________________
À Coordenação de Projeto Final:
Data: ___ / ___ / ______
Assunto: Apresentação de Projeto Final
Projeto: ________________________________________________________________
1. Participo que o Projeto acima ____________________ em condições de ser
apresentado para avaliação.
(encontra-se / não se encontra)
Banca : Professor Convidado :_____________________________________________
Previsão
: Data :___/___/____
Estou ciente da informação acima (Alunos assinar ):
Nome
às ____:______
Assinatura
Aluno 1
Aluno 2
Aluno 3
ASSINATURA DO ORIENTADOR (A):
______________________________________
38
Nota
Acompanhamento
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ANEXO V - FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO DA ORIENTAÇÃO
AVALIAÇÃO DA ORIENTAÇÃO
Projeto: _________________________________________________________________
Orientador : ______________________________________________________________
Co-Orientador : ___________________________________________________________
Data : ___ / ___ / ______
Nome do Aluno : (Opcional) : _______________________________________________
QUESITOS
1 - As reuniões de orientação ocorreram nas datas marcadas
2 - A orientação atendeu as expectativas
3 - O Orientador esclareceu as dúvidas do grupo
4 - Como foi relação entre o Orientador e seus Orientados
5 - Os alunos participaram das reuniões de Orientação
6 - Comentários
Legenda :
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R - Regular; B - Bom; MB - Bom; E - Excelente
R
B
MB
E
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ANEXO V - FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO DA ORIENTAÇÃO
(CONTINUAÇÃO)
AVALIAÇÃO DA ORIENTAÇÃO
Continuação dos Comentários
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ANEXO VI - PROPRIEDADE INTELECTUAL DE PROJETO FINAL
PROPRIEDADE INTELECTUAL DE PROJETO FINAL
Curso : _________________________________________________________________
Projeto:
______________________________________________________________________
Nome dos Alunos :
_____________________________________________________
_____________________________________________________
_____________________________________________________
Data : ___ / ___ / ______
Nós, acima mencionados, declaramos que a Universidade Católica de Brasília,
através da Coordenação de Projeto Final dos Cursos de BCC e BSI , está autorizada a
fazer uso do Projeto, por nós desenvolvidos para a Disciplina de Projeto Final ou
Trabalho de Conclusão de Curso, para :
• Continuar seu desenvolvimento, através de outros grupos de Projeto Final, caso
seja de interesse dessa Coordenação;
• Objetivos acadêmicos como: exposição em Feiras de Informática internas e/ou
externas, Seminários ou Simpósios;
• Divulgação;
NOME E ASSINATURAS DOS ALUNOS :
____________________________________________
_____________________________________________
_____________________________________________
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ANEXO VII - MODELO PARA IDENTIFICAÇÃO DO CD
Sigla e Nome do Projeto
Orientador:
Semestre/Ano
Área de Interesse:
Alunos:
P.C.I – Protocolo
Interligado
de
Comunicação
Orientador: Dr. João da Silva
10 semestre
2004
Área de Interesse:
Eng. Software
P
P
Alunos:
Manuel Pereira Santos
Pedro Bastos Junior
42
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ANEXO VIII – FICHA PARA ENCAMINHAMENTO DE TRABALHO
PARA O WORKSHOP DE TI
Nome do(s) aluno(s): _______________________________________________________________
Nome do(s) professor(es)/orientador(es): ______________________________________________
[ ] Mestrado [ ] Especialização [ ] Projeto Final [ ] Disciplina: ________________________
3
Avaliação :
TP
PT
1
2
3
4
5
Contextualização em
TI
Qualidade Técnica
Clareza de exposição
Originalidade
1
Comentários sobre a avaliação :
P
P
Contextualização em TI: ______________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
Qualidade Técnica: __________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
Clareza de exposição ________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
Originalidade _______________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
TP
3
PT
Estes itens estão reservados à Comissão Organizadora para fins de avaliação do trabalho.
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ANEXO IX – NORMAS PARA APRESENTAÇÃO DOS ARTIGOS
Formato: cada trabalho deverá ser encaminhado em um arquivo .doc com no máximo 4
páginas, formato A4, espaço 1cm, fonte Times New Roman 12 (salvo quando
especificado diferente), estabelecendo-se 2,5 cm como margens ao redor de toda a folha.
Organização do trabalho: Os trabalhos deverão ser estruturados nas seguintes partes e
seções.
1. Parte pré-textual:
a. Título do trabalho – deve expressar o conteúdo do trabalho, centrado, em
negrito – tipo Times New Roman 14;
b. Nome do(s) autor (es)- completo, caixa alta somente para as letras iniciais do
nome, centralizado a 1 linha abaixo da última linha do título do trabalho. Para
cada nome do autor deverá constar como nota de rodapé o seu e-mail e o tipo
de participação no trabalho como por exemplo: aluno do curso de Bacharelado
em Ciência da Computação, Professor Orientador,etc. ;
c. Resumo – justificado, em espaço simples, em itálico, 85,0 pontos abaixo da
especificação do tema deve conter objetivos, metodologia, principais
resultados e conclusões, em texto corrido. Limite máximo: 100 palavras.
(Norma ABNT 6028 – Resumos).
d. Palavras-chave – justificado, em espaço simples, 3 linhas abaixo do resumo.
Devem representar a conteúdo do trabalho, num máximo de três (3) palavraschave.
2. Parte textual:
Os capítulos e sub-capítulos devem ser destacados em negrito, utilizando numeração
progressiva (NBR 6024). Os elementos textuais tratam da apresentação,
desenvolvimento e conclusões do trabalho. Contêm as seguintes subdivisões, sujeita a
adaptações e modificações em função do tipo de trabalho (científico, técnico ou relato
de experiência):
a. Introdução – Descrever com clareza abrangência do campo ou assunto
tratado, os objetivos e a finalidade do trabalho, bem como suas principais
subdivisões;
b. Referencial teórico – Detalhar os conceitos extraídos da bibliografia e citar
estudos realizados por outros autores sobre tema ou problema, desde que
efetivamente usados no trabalho. Em trabalhos técnicos ou relatos de
experiência, este referencial pode ser dispensado;
c.
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Metodologia – Apresentar descrição completa e detalhada na metodologia
utilizada, permitindo ao leitor compreender e interpretar os resultados.
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Técnicas novas devem ser descritas com detalhes, e novos equipamentos
ilustrados graficamente. Devem ser mencionados os instrumentos de
levantamento de dados, bem como descritos os procedimentos de análise
desses dados;
d. Resultados – Devem ser ordenados convenientemente e exposto de forma
objetiva e clara, propiciando ao leitor a percepção completa dos resultados
obtidos. Podem incluir quadros, figuras, fotografias, gráficos, tabelas, mapas e
outros para complementação do texto;
e. Conclusões – Devem ser fundamentadas nos resultados obtidos e apresentadas
de forma clara e concisa, destacando a contribuição, inovação ou o avanço do
conhecimento na respectiva área de estudo. As conclusões representam a
síntese final do trabalho e o cumprimento dos objetivos propostos.
3. Parte pós-textual:
a. Referências bibliográficas - Todas as publicações e fontes citadas no texto
devem obrigatoriamente figurar nas referências, de acordo com as Normas
Brasileiras para Referências Bibliográficas – NBR 6022 e 6023 – 2002.
Exemplos:
Referências de artigos publicados em periódicos:
Sobrenome do autor em caixa alta separados por vírgula das iniciais
de seu nome e demais sobrenomes, sendo dois ou mais autores
separados por ponto e vírgula. Título do artigo. Título do periódico
em negrito, seguindo de local da publicação, volume, número do
fascículo, primeira e última página numeradas, mês e ano.
Ex.:
LEWIS, P.V. Defining Business Ethics: like nailing jello to
the wall. Journal of Business Ethics, v.4, n .5, p.377383,1985.
Referências de livros ou outros documentos:
Título em negrito, número da edição, nome do tradutor (quando
houver), local, editora, ano, total de páginas.
Ex.:
ARRUDA, Maria Cecília Coutinho de; WHITAKER, Maria
do Carmo; RAMOS, José Maria Rodriguez. Fundamentos
de Ética Empresarial e Econômica. 2.ed.São Paulo: Atlas,
2003.201p.
DAVENPORT, Thomas H.; MARCHAND, Donald A.:
Dickson, Tim. Dominando a Gestão de Informação. Trad.
De Carlo Gabriel Porto Bellini e Carlos Alberto Silveira
Netto Soares. Porto Alegre: Bookman, 2004.407p.
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Referências de fontes na Internet:
Título do trabalho em negrito. Endereço do Sítio e data do acesso.
Ex.:
TEIXEIRA, E. As três preocupações com os trabalhos
acadêmicos. Disponível em
http://www.astresmetodologias.com.br . Acesso em 15 de
julho 2005.
b. Tabelas: São incluídas no corpo do texto, desde que não ocupem uma página
inteira; neste caso, devem aparecer ao final do trabalho. As tabelas devem
apresentar título conciso, no topo, sendo numeradas sequencialmente, com
numerais romanos.
c. Figuras (desenhos e gráficos): devem limitar-se ao estritamente necessário
para dar clareza ao assunto tratado no texto, sendo incluídas no corpo do texto
ou ao final do mesmo. Devem ser numeradas por numerais arábicos. O título
da figura deve estar localizado ao pé da mesma.
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ANEXO X – EXEMPLO DE TRABALHO PARA O WORKSHOP DE
TI
Projeto SIGERB – Uma Aplicação de Apoio ao Melhoramento de Raças
Bovinas 4
João França5,Fabio Alisson6,Rodrigo Galdino7,Candido Salgado8
Resumo
O SIGERB - Sistema Integrado de Gestão de Rebanhos Bovinos foi desenvolvido
visando facilitar a administração e o melhoramento de rebanhos bovinos. Sua construção
está alinhada às boas práticas atualmente adotadas neste ramo e em consonância as
normas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento aplicadas à pecuária.
Suas principais funcionalidades visam controlar o manejo produtivo, acompanhar o
desempenho do rebanho, auxiliar no melhoramento de raça e controle reprodutivo.
Palavras-chave: Sistemas de Informação de Apoio A Melhoramento de Raças.
1. Introdução
O agronegócio tem se destacado como um dos principais setores da economia
brasileira, tendo o segmento pecuário um papel de destaque neste contexto, face ao
crescimento das divisas obtidas mediante conquistas dos mercados externos, sobretudo os
europeus e asiáticos. As perspectivas indicam que esse setor continuará em expansão, pois
as projeções de consumo apontam grandes aumentos na demanda per capita de produtos
de origem animal, principalmente nos países em desenvolvimento [FELÍCIO, 2001].
Contudo, para manter esse cenário, é preciso se adequar as exigências internacionais
sobretudo no tocante a controle da sanidade animal e padrões de raças.
Procurando atender essa ordem internacional e para garantir a qualidade da
produção bovina brasileira, o governo brasileiro tem intensificando as campanhas de
vacinação obrigatórias do rebanho bovino, tem implantado programas de melhoramento
4
Trabalho desenvolvido como projeto final no curso Bacharelado em Sistemas de Informação da
Universidade Católica de Brasília em julho/2006;
5
Aluno do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação;
6
Aluno do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação;
7
Aluno do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação;
8
Professor Orientador da turma de projeto final do primeiro semestre de 2006.
47
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de raças e criado o sistema SISBOV (Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de
Origem Bovina e Bufalina).
Diante disso, têm surgido muitas oportunidades e demandas para desenvolvimento
de Sistemas de Informação voltados à gestão de rebanho e apoio ao melhoramento de
raças.
2. Referencial Teórico
O melhoramento de raças bovinas é assunto de muitas pesquisas da EMBRAPA –
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária e de muitas outras instituições. Um
importante trabalho foi um desenvolvido pela ABCZ - Associação Brasileira de Criadores
de Zebu que instituiu o Programa de Melhoramento Genético de Zebuíno – PMGZ o qual
detalha as vantagens e os passos necessários para implantação de melhoramento genético.
Nele e possível perceber as diversas vantagens que o criador pode obter ao implantá-lo.
Contudo para seu sucesso é necessário seguir os seguintes cuidados: identificação
com numeração única e permanente dos animais; definição do numero de matrizes;
estabelecer critérios de seleção; estabelecer estação de monta; evitar consangüinidade
inicial; descarte de vacas e novilhas que possuem baixa eficiência reprodutiva (ER);
subdividir o rebanho em categorias de sexo e idade; subdividir as pastagens para
acomodar lotes de acasalamento, maternidade e desmama; procurar reduzir o intervalo de
entre gerações usando touro e vacas jovens, substituindo os animais mais velhos por mais
novos melhorados.
Dentro do melhoramento de raças, uma atividade a ser implantada essencialmente
deve ser o controle de reprodução cuja finalidade é conhecer a capacidade reprodutiva do
rebanho, determinar a capacidade criadora das matrizes, orientar o criador quanto a
escolha das matrizes e fornecer subsídios à seleção e eliminação de linhagem de baixos
índices zootécnicos. Dentro do controle de reprodução é possível obter as informações
sobre média de idade das matrizes no primeiro e no ultimo parto, intervalo entre parto
individual (IEP) e a eficiência reprodutiva das matrizes (ER). Na figura mostra-se como
calcular o IEP e a ER:
Tabela 1: Eficiência produtiva das matrizes
O intervalo entre parto IEP ideal, variando de acordo com a raça, em 365 dias. Já
eficiência reprodutiva expressa a capacidade em parir regulamente. Uma matriz padrão é
aquela que teve o primeiro parto com até 36 meses e os seguintes a cada 365 dias. Dessa
maneira teríamos uma ER = 100% [JOSAHKIAN].
Com a implantação do PMGZ é possível obter as vantagens da melhoria de
fertilidade, melhorar o ganho de peso, diminuir o intervalo de gestação, agregar valor nos
animais colocados à venda, diminui o custo de produção, otimiza os recursos da
propriedade e aumenta a lucratividade.
48
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De acordo com aquele Manual, é possível perceber a melhora econômica que o
programa pode trazer. Veja um exemplo na tabela abaixo, onde as diferenças de ganhos
em carnes produzida na comparação entre taxa de fertilidade de 50% e de 85% e entre a
utilização de seleção por peso e a não utilização de seleção de peso.
Tabela 2: Produção de carne por animal
Observe que mesmo num sistema com mesma taxa de fertilidade é possível obter
um ganho de uma tonelada a mais pela implantação da seleção por peso.
3. Resultados
O primeiro resultado obtido foi a produção de uma aplicação WEB capaz de
controlar informações de uma ou mais rebanhos bovinos auxiliando no processo de gestão
da propriedade e no processo de seleção de melhores animais.
O tocante a melhoria de raça, chegamos a implementar funcionalidades que
oferece informações em modo gráfico e em tabela dos melhores animais num determinado
rebanho.
4. Conclusão
Pela síntese apresentada pode-se verificar que a ferramenta comentada pode ser
utilizada no apoio do melhoramento e seleção de raças bovinas. Podendo ser um
diferencial competitivo na produção de gado no mercado brasileiro tem vista as grandes
exigências do mercado atual.
5. Referências
-EUCLIDES, V. P. B.; EUCLIDES FILHO, K.; CORREA, E. S. Boas Práticas na
Produção de Bovinos de Corte. Campo Grande: EMBRAPA-CNPGC, 2002.
(EMBRAPACNPGC.
Documentos,
129).
Disponível
em:
http://www.cnpgc.embrapa.br/publicacoes/doc/doc129/>. Acessado em: 05/04/2006.
49
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-FELÍCIO, P. E. de. Rastreabilidade aplicada à carne bovina.. In: W.R.S. Mattos et al..
(Org.). A Produção Animal na Visão dos Brasileiros. 1a. ed. Piracicaba: FEALQ, 2001, v.
Único,p.
294-301.
Disponível
em:
<
http://www.fea.unicamp.br/deptos/dta/carnes/#T&A>. Acessado em: 01/05/2006.
-JOSAHKIAN, Luiz A.; MACHADO, Carlos H. C.. Manual do PMGZ - Gado de Corte.
Disponível em: <http://www.abcz.org.br/site/tecnica/mgenetico.php>. Acessado em:
02/05/2006.
-MARTINS, F. Marassi; LOPES, M. Aurélio. Boletim Agropecuário da Universidade
de Lavras. Lavras – MG, 2003, Nº 55. Disponível em: <
http://www.editora.ufla.br/Boletim >. Acessado em: 05/01/2006.
-PAULA FILHO, Wilson de Pádua. Engenharia de Software – Fundamentos, Métodos
e Padrões. Rio de Janeiro: LTC, 2003. 600 p.
-TAVARES, T., O desafio da carne brasileira. 2002, Disponível
<http://www.cnpgc.embrapa.br/ alaimprensa>. Acessado em: 05/04/2006.
50
em:
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Regimento PF_novembro_2011 - Universidade Católica de Brasília