Portugal - Ficha País
janeiro
Setembro
2013
2015
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Portugal - Ficha País (Setembro 2015)
Índice
Aspetos gerais
3
População e língua
3
Aspetos políticos
3
Síntese
3
Infraestruturas
4
Economia
4
Estrutura de economia
4
Situação económica e perspetivas
4
Comércio Internacional
6
Investimento internacional
8
Fluxos de Investimento Direto de Portugal com o Exterior (Principio Direcional)
8
Stock de Investimento Direto de Portugal com o Exterior (Principio Direcional)
8
Turismo
10
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, E.P.E. – Av. 5 de Outubro, 101, 1050-051 LISBOA
Tel. Lisboa: + 351 217 909 500 Contact Centre: 808 214 214 [email protected] www.portugalglobal.pt
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Portugal - Ficha País (Setembro 2015)
Aspetos gerais
Portugal continental está geograficamente situado na costa Oeste
da Europa, na Península Ibérica. Faz fronteira a Norte e a Leste com
a Espanha, a Ocidente e a Sul com o Oceano Atlântico, situando-se
numa posição geo-estratégica entre a Europa, a América e a África.
Para além do Continente, o território português abrange ainda as
Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, dois arquipélagos localizados no oceano Atlântico.
A estabilidade das fronteiras continentais, praticamente inalteradas
desde o século XIII, torna Portugal um dos mais antigos países do
mundo, com quase novecentos anos de história, e reflete a sua marcada identidade e unidade interna.
População e língua
Portugal é um país com 10,4 milhões de habitantes, sendo
que aproximadamente 50% é considerada população ativa. A
distribuição da população pelo território do continente evidencia
uma concentração mais elevada junto à faixa litoral, onde são visíveis
duas áreas com densidades particularmente elevadas, centradas nas
cidades de Lisboa (a capital) e do Porto.
A língua portuguesa é falada por mais de 200 milhões de pessoas,
espalhadas por quase todos os continentes: Europa, África, América
e Ásia. Esta diversidade tem contribuído para o aprofundamento das
ligações históricas e culturais de Portugal com o mundo.
O poder executivo pertence ao Governo, constituído pelo PrimeiroMinistro, pelos Ministros e pelos Secretários de Estado. O atual
Primeiro-Ministro é Pedro Passos Coelho, líder do partido socialdemocrata, que ganhou as últimas eleições legislativas realizadas em
junho de 2011. As próximas eleições legislativas estão previstas para
4 de Outubro de 2015.
O sistema judicial português é constituído por várias categorias ou
ordens de tribunais, independentes entre si, com estrutura e regime
próprios. Duas dessas categorias compreendem apenas um Tribunal (o
Tribunal Constitucional e o Tribunal de Contas). Os Tribunais Judiciais
e Administrativos e Fiscais abrangem uma pluralidade de tribunais,
estruturados hierarquicamente, com um tribunal superior no topo da
hierarquia. Podem ainda existir Tribunais Marítimos, Tribunais Arbitrais
e Julgados de Paz.
Síntese
Área
92 212 km2
População (milhares)
10 387 (2014)
População ativa
(milhares)
Densidade demográfica
(hab./km2)
O Presidente da República é o Chefe de Estado eleito por sufrágio
universal direto por um mandato de cinco anos, podendo ser reeleito
apenas para mais um mandato. O atual Presidente da República,
reeleito a 23 de janeiro de 2011, é Aníbal Cavaco Silva.
112,6 (2014)
Designação oficial
República Portuguesa
Capital
Lisboa (2,1 milhões de hab. – zona
metropolitana)
Capitais de Distrito
Aveiro, Beja, Braga, Bragança, Castelo Branco,
Coimbra, Évora, Faro, Funchal (na Madeira),
Guarda, Leiria, Ponta Delgada (nos Açores),
Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal, Viana do
Castelo, Vila Real e Viseu.
Religião predominante
Católica Romana
Língua
Português
Moeda
Euro (dividido em 100 cêntimos)
Aspetos políticos
A República Portuguesa é um Estado de direito democrático, baseado
no respeito e na garantia dos direitos e liberdades fundamentais e na
separação e interdependência de poderes. Os órgãos de soberania
consagrados na Constituição são o Presidente da República, a
Assembleia da República, o Governo e os Tribunais.
5 226 (2014)
1 EUR = 200,482 PTE (paridade fixa desde
1/01/99)
1 EUR = 1,33 USD (taxa média 2014)
O poder legislativo é da competência da Assembleia da República,
composta por 230 deputados eleitos por sufrágio universal direto por
um mandato de quatro anos.
Mesmo fuso horário
do Reino Unido
e da Irlanda
1 EUR = 1,11 USD (taxa média agosto 2015)
Fontes: INE - Instituto Nacional de Estatística; Banco de Portugal
1 hora de diferença
do fuso horário
central europeu
3 horas de diferença
horária em relação
a Moscovo
País Europeu
mais próximo dos
Estados Unidos
e do Canadá
MELHOR
LOCALIZAÇÃO
Nota: Tendo como referência horas UTC.
3 horas de diferença
horária em relação
a São Paulo
Portugal tem uma
localização privilegiada
para aceder a mercados
relevantes
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Portugal - Ficha País (Setembro 2015)
Infraestruturas
Infraestruturas rodoviárias: Portugal detém atualmente uma das
redes mais desenvolvidas da Europa, composta de Autoestradas (AE),
Itinerários Principais (IP), Itinerários Complementares (IC), Estradas
Nacionais (EN) e Estradas Regionais. A rede rodoviária nacional
abrange, no Continente, 14 310 km, dos quais 2 988 km com tipologia
de Autoestrada, ou seja, mais de 1/5 do total da rede viária.
do turismo, que beneficia da importante posição geográfica de
Portugal, usufruindo de um clima mediterrânico, moderado pela
influência do Atlântico, e de uma extensa faixa costeira.
Distribuição do VAB – 2º Trimestre 2015
2,2%
21,1%
Rede ferroviária: Conta com cerca de 2 544 Km e assegura a ligação
Norte-Sul ao longo da faixa litoral do continente português e as ligações
transversais. A densidade desta rede tende a ser mais significativa nas
regiões de maior concentração populacional.
Rede aeroportuária: Abrange 15 aeroportos. No continente português,
salientam-se os de Lisboa, do Porto e de Faro, todos eles internacionais
e situados na orla litoral do continente. A condição de insularidade
das regiões autónomas explica a presença de um maior número de
aeroportos. A Região Autónoma dos Açores conta com nove aeroportos
e a Região Autónoma da Madeira com dois. A maioria das companhias
aéreas internacionais serve os principais aeroportos do País.
76,7%
Serviços
Indústria, construção,
energia e água
Agricultura, silvicultura
e pescas
Fonte: INE - Instituto Nacional de Estatística
Nota: VAB - Valor acrescentado bruto
Distribuição do Emprego – 2º Trimestre 2015
Ligações marítimas: Existem no continente português nove portos
principais: Viana do Castelo e Leixões, na região Norte; Aveiro
e Figueira da Foz, no Centro; Lisboa e Setúbal, na região de
Lisboa; Sines, no Alentejo; Faro e Portimão, no Algarve. A Região
Autónoma dos Açores conta com oito portos e a região Autónoma
da Madeira com três. No que se refere aos portos continentais,
apenas em Lisboa e Leixões se verifica movimento de passageiros,
embora pouco expressivo no caso de Leixões. A principal vocação
desta infraestrutura portuária é o transporte de mercadorias,
destacando-se o porto de Sines, com 45% do total em 2014,
seguido de Leixões (22%) e Lisboa (14%).
Economia
8,0%
24,2%
67,8%
Serviços
Indústria, construção,
energia e água
Agricultura, silvicultura
e pescas
Fonte: INE - Instituto Nacional de Estatística
Estrutura da economia
A estrutura da economia portuguesa é caracterizada por um
elevado peso do setor dos serviços, à semelhança, aliás, dos
seus parceiros europeus, que correspondeu a 76,7% do VAB e
empregou 67,8% da população no 2º trimestre de 2015. A
agricultura, silvicultura e pescas representaram apenas 2,2% do
VAB e 8,0% do emprego, enquanto que a indústria, a construção,
a energia e a água corresponderam a 21,1% do VAB e 24,2% do
emprego.
Na última década, para além de uma maior incidência e
diversificação dos serviços na atividade económica, registouse uma alteração significativa no padrão de especialização da
indústria transformadora em Portugal, saindo da dependência
de atividades industriais tradicionais para uma situação em que
novos setores, de maior incorporação tecnológica, ganharam peso
e uma dinâmica de crescimento, destacando-se o setor automóvel
e componentes, a eletrónica, a energia, o setor farmacêutico e as
indústrias relacionadas com as novas tecnologias de informação e
comunicação. Ainda nos serviços, salienta-se a relevância do setor
Situação económica e perspetivas
Em Maio de 2014, o Governo anunciou a conclusão e saída do
Programa de Assistência Económica e Financeira - PAEF (acordado com a UE e o FMI em Maio 2011), sem ter de recorrer a
assistência financeira externa adicional, recuperando o acesso ao
financiamento nos mercados de dívida internacionais.
Após três anos do Programa de Assistência Económica e Financeira, a economia portuguesa registou progressos importantes
na correção de um conjunto de desequilíbrios macroeconómicos, tendo sido implementadas medidas de caráter estrutural em
diversas áreas. Segundo o Banco de Portugal, os objetivos do
PAEF foram globalmente cumpridos, tendo algumas características
da economia portuguesa, como sejam a capacidade líquida de financiamento em relação ao exterior, o ajustamento estrutural primário
(da ordem dos 8% no período 2010-2014, de acordo com o FMI),
a consolidação orçamental em curso, bem como a transferência de
recursos do setor não transacionável para o transacionável, constituído alguns dos elementos favoráveis para o processo de crescimento
sustentável.
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Portugal - Ficha País (Setembro 2015)
Em 2014, segundo o INE, a economia portuguesa registou um aumento de 0,9% em volume, em termos homólogos (após ter diminuído 1,6% em 2013 e 4,0% em 2012). Essa recuperação foi determinada pelo desempenho favorável da procura interna (+2,1% face
a 2013), refletindo uma recuperação do consumo privado (+2,2%)
e da formação bruta de capital fixo (+2,5%), enquanto o consumo
público registou uma quebra menos acentuada em 2014 (-0,3%
face ao ano anterior). O contributo da procura externa líquida foi
negativo, evidenciando um crescimento mais intenso das importações de bens e serviços que o das exportações (devido, em parte, à
forte diminuição das exportações de produtos energéticos).
No 2º trimestre de 2015, segundo o INE, o produto interno bruto
(PIB) registou um aumento de 1,5% em volume face ao período
homólogo do ano anterior (taxa idêntica à verificada no 1º trimestre de 2015), evolução que foi determinada pelo aumento do
contributo da procura interna, refletindo a aceleração do investimento, e em menor grau, do consumo privado. A procura externa
líquida registou um contributo negativo para a variação do PIB,
verificando-se uma aceleração das importações de bens e serviços
a um ritmo superior ao das exportações.
As últimas projeções do Banco de Portugal (BP) para 2015-2016
apontam para uma aceleração do crescimento do PIB para 1,7%
e 1,9%, respetivamente (acima do projetado pela Comissão Europeia para a Zona Euro, que é de 1,5% em 2015 e 1,9% em
2016). O crescimento na economia portuguesa deverá ser assente
na manutenção de um crescimento robusto das exportações de
bens e serviços (+4,8% em 2015 e +6,0% em 2016), a par de
1
2
uma recuperação moderada da procura interna (+2,1% em 2015
e +1,8% em 2016). O peso das exportações no PIB deverá continuar a aumentar, devendo passar de cerca de 41% em 2014 para
46% em 2017. A capacidade de financiamento da economia portuguesa será reforçada, prevendo-se um aumento do excedente
da balança corrente e de capital nesse período, permitindo uma
melhoria da posição do investimento internacional.
De acordo com a Comissão Europeia (Economic European Forecast - Spring 2015), o emprego registou um aumento de 1,4% em
2014 (após -2,9% em 2013), prevendo-se um crescimento mais
moderado no período 2015-2016 (0,6% e 0,7%, respetivamente).
A taxa de desemprego deverá continuar a baixar nesse período,
para 13,4% em 2015 e 12,6% em 2016. O défice público deverá
ficar muito próximo da meta dos 3% do PIB (-3,1% do PIB em
2015 e -2,8% em 2016). O peso da dívida pública no PIB deverá
diminuir nesse período, apoiado pela recuperação da economia,
pela redução da taxa de juro implícita da dívida, e pela manutenção de um excedente primário.
Salienta-se, nesse âmbito, que em fevereiro de 2015 a Comissão
Europeia aceitou o plano apresentado por Portugal de reembolso
antecipado de parte do empréstimo contraído ao FMI, o que resultou em poupanças líquidas de pagamento de juros e que terá
um impacto positivo na sustentabilidade da dívida portuguesa.
Em março e junho do corrente ano, Portugal efetuou pagamentos
antecipados ao FMI no montante de 8,4 mil milhões de euros,
elevando a percentagem de empréstimo total pago ao FMI para
28,7%.
“Projeções para a economia portuguesa: 2015-2017” – Banco de Portugal (Boletim Económico Junho 2015)
“Economic European Forecast - Spring 2015” - Comissão Europeia
Indicadores Económicos
PIB pm
Milhões EUR
t.v. volume
Milhões USD
Per capita (PPS)
UE 28=100
Consumo Privado
Milhões EUR
t.v. volume
Consumo Público
Milhões EUR
t.v. volume
Investimento (FBCF)
Milhões EUR
% do PIB
t.v. volume
FBCF excluindo construção
% do PIB
2011
2012
2013
2014
2015a
2016a
176 167
168 398
169 395
173 045
178 100
183 900
-1,8
-4,0
-1,6
0,9
1,7
1,9
245 224
216 358
224 973
229 891
199 472
205 968
78
76
78
78
80
80
115 961
111 610
111 065
114 245
116 818
120 337
-3,6
-5,5
-1,5
2,2
2,0
1,4
34 983
31 177
32 304
32 255
32 200
32 600
-3,8
-3,3
-2,4
-0,3
-0,3
0,2
32 452
26 672
24 707
25 183
26 700
27 700
15,1
18,4
15,8
14,6
14,6
15,0
-12,5
-16,6
-6,7
2,5
3,5
4,0
7,6
6,9
7,0
7,4
n.d.
n.d.
-15,5
-11,8
3,5
9,6
n.d.
n.d.
Mil habitantes
10 553
10 508
10 449
10 387
10 338
10 285
Emprego
Mil indivíduos
4 740
4 547
4 429
4 500
4 577
4 610
Desemprego
Mil indivíduos
688
836
855
726
688
646
Taxa de atividade
% população >15 anos
60,5
60,2
59,3
58,8
n.d.
n.d.
Taxa desemprego Portugal
% população ativa
12,7
15,5
16,2
13,9
13,4
12,6
Saldo Orçamental do Setor Público
% do PIB
-7,4
-5,6
-4,8
-4,5
-3,1
-2,8
Dívida Pública
% do PIB
111,1
125,8
129,7
130,2
124,4
123,0
Saldo da Balança Corrente
Mil Milhões EUR
t.v. volume
População
-10,6
-3,4
2,4
1,0
2,2
2,6
% do PIB
-6,0
-2,0
1,4
0,6
1,2
1,4
IHPC – Portugal
t.v. anual
3,6
2,8
0,4
-0,2
0,2
1,3
IHPC – Zona Euro
t.v. anual
2,7
2,5
1,3
0,4
0,1
1,5
Fontes: INE - Instituto Nacional de Estatística, Banco de Portugal, Comissão Europeia e Ameco
Notas: (a) Previsões: Banco de Portugal, Comissão Europeia (European Economic Forecast - Spring 2015), Eurostat e Ameco
Taxas de câmbio média EUR/USD - Banco de Portugal; n.d. - não disponível
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Portugal - Ficha País (Setembro 2015)
Comércio internacional
Como principal destino das exportações de bens permanece
a UE28 (73% do total no 1º semestre de 2015), seguida da
De acordo com os dados do Banco de Portugal, nos últimos
cinco anos, as exportações e importações de bens e serviços
registaram taxas de crescimento médias anuais de 7,1% e 0,7%,
respetivamente. No 1º semestre de 2015, as exportações de bens
e serviços verificaram um crescimento de 5,7%, face ao período
homólogo do ano anterior, e as importações de 5,3%, tendo a
taxa de cobertura alcançado 102%. O saldo da balança comercial
de bens e serviços foi positivo entre 2012 e o 1º semestre de 2015,
invertendo a tendência negativa registada na última década.
NAFTA (6,2%), dos PALOP (5,6%) sendo que a UE28 e a NAFTA
aumentaram as respetivas quotas face ao período homólogo de
2014, enquanto os PALOP reduziram. Os cinco maiores clientes
de Portugal - Espanha, França, Alemanha, Reino Unido e os
EUA - concentraram cerca de 61% do total exportado nesse
período. A estrutura dos principais clientes permaneceu quase
idêntica em relação ao 1º semestre de 2014, destacando-se que os
EUA subiram em termos de posição no ranking e de quota (passou
de 6º cliente com 4,1% de quota, para 5º com 5%), enquanto que
Angola baixou (de 4º cliente com 6% de quota, para 6º cliente
No que respeita às exportações apenas de bens, aumentaram no
com 4,3%).
1º semestre de 2015 em termos homólogos 5,7%, de acordo
com os dados do INE, enquanto as importações cresceram 4,1%,
Em relação às importações de bens, as máquinas e aparelhos, os
correspondendo a uma taxa de cobertura de 83,9%. O saldo da
combustíveis minerais, os veículos e outro material de transporte,
balança comercial de mercadorias continuou a apresentar um
défice no 1º semestre de 2015 (em 2014, havia apresentado o
os produtos químicos e os produtos agrícolas, lideram o ranking
segundo défice mais baixo dos últimos cinco anos).
representando 63,4% do total. A UE28 foi a origem da maioria
das compras ao exterior efetuadas no 1º semestre de 2015,
dos produtos importados nesse período com perto de 76,2%
As máquinas e aparelhos continuaram a ser o grupo de produtos
do total, seguida do MERCOSUL (2,3%), dos PALOP (2,3%), e
mais exportado no 1º semestre de 2015 (14,6% do total), seguido
pelos veículos e outro material de transporte (12,1%), combustíveis
minerais (8,1%), metais comuns (8,0%) e plásticos e borracha
do NAFTA (2,1%). A Espanha, a Alemanha, a França, a Itália e
(7,3%). Estes cinco principais grupos de produtos representaram
cerca de 50,1% do total exportado por Portugal nesse período
1º semestre de 2015. Destes, destacam-se os aumentos de quota
(contra 49,4% no 1º semestre de 2014).
Alemanha.
os Países Baixos permaneceram os cinco principais fornecedores,
que representaram juntos 62,7% das importações efetuadas no
de Espanha e da França e um ligeiro decréscimo da quota da
Distribuição Geográfica das Exportações
Jan/Jun 2014
Jan/Jun 2015
1,8%
Distribuição Geográfica das Importações
1,8%
Jan/Jun2014
Jan/Jun 2015
10,6%
17,0%
3,1%
10,6%
1,1%
2,0%
2,2%
2,9%
15,7%
5,1%
2,8%
7,3%
5,6%
72,1%
6,2%
2014
2,0%
1,4%
2,1%
2,3%
2,3%
74,8%
2014
11,1%
16,8%
2,8%
1,5%
2,0%
2,2%
2,8%
5,3%
7,9%
73,0%
76,2%
74,7%
70,9%
UE 28
PALOP
MERCOSUL
UE 28
PALOP
MAGREBE
NAFTA
MAGREBE
Outros
MERCOSUL
NAFTA
Outros
Fonte: INE - Instituto Nacional de Estatística
Nota: 2014 e 2015 - resultados preliminares
Fonte: INE - Instituto Nacional de Estatística
Nota: 2014 e 2015 - resultados preliminares
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Portugal - Ficha País (Setembro 2015)
Comércio Internacional Português
2010
2011
2012
2013
Var. %
2014/2010c
2014
2015
Jan/Jun
Var. %
2015/2014d
Comércio de bens e serviços (a)
Exportações (fob)
Milhões EUR
54 139
61 595
64 372
68 456
70 963
7,1
35 956
5,7
Importações (fob)
Milhões EUR
66 943
68 048
64 204
65 436
68 753
0,7
35 259
5,3
Saldo (fob)
Milhões EUR
-12 804
-6 452
169
3 020
2 210
--
698
--
-7,6
-4,3
-0,5
0,9
0,5
--
0,6
--
% do PIBe
Comércio de bens (b)
Exportações (fob)
Milhões EUR
37 268
42 828
45 213
47 303
48 177
6,7
25 247
5,7
Importações (cif)
Milhões EUR
58 647
59 551
56 374
57 013
58 854
0,1
30 089
4,1
Saldo (fob-cif)
Milhões EUR
-21 379
-16 723
-11 161
-9 710
-10 677
--
-4 842
--
-10,6
-7,9
-5,0
-4,1
-4,4
--
-4,5
--
e
% do PIB
Fonte: (a) Banco de Portugal (Comércio de Bens e Serviços); (b) INE - Instituto Nacional de Estatística (Comércio de Bens); (c) Média aritmética das taxas de
crescimento anuais no período 2010-2014; (d) Taxa de variação homóloga 2014-2015; e) Dados das Contas Nacionais, Exportações e Importações fob
Nota: 2014 e 2015 - resultados preliminares
10 Principais Clientes das Exportações Portuguesas
10 Principais Fornecedores das Importações Portuguesas
Jan/Jun 2014
Jan/Jun 2014
Jan/Jun 2015
Jan/Jun 2015
23,9%
23,4%
25,3%
23,9%
1,7%
2,6%
3,3%
12,3%
4,0%
4,1%
6,0%
6,0%
1,8%
2,3%
23,5%
24,3%
4,3%
5,0%
6,5%
12,1%
1,7%
2,7%
3,2%
4,0%
4,4%
6,1%
32,6%
11,7%
11,7%
6,6%
1,8%
2,6%
2,7%
2,9%
3,0%
5,1%
31,9%
12,7%
5,3%
7,2%
2014
1,6%
2,2%
32,5%
25,0%
2,8%
2,9%
12,1%
4,0%
24,5%
12,2%
2014
3,2%
24,8%
1,6%
2,7%
2,7%
2,7%
3,0%
5,1%
3,3%
12,2%
5,0%
5,4%
7,5%
12,4%
5,2%
7,1%
Espanha
EUA
Bélgica
Espanha
Países Baixos
Angola
França
Angola
China
Alemanha
Reino Unido
EUA
Alemanha
Países Baixos
Outros
França
Bélgica
Outros
Reino Unido
Itália
Itália
China
Fonte: INE - Instituto Nacional de Estatística
Nota: 2014 e 2015 - resultados preliminares
Fonte: INE - Instituto Nacional de Estatística
Nota: 2014 e 2015 - resultados preliminares
Principais Grupos de Produtos Exportados (%)
14,6%
14,7%
Máquinas, Aparelhos
12,1%
11,8%
Veículos, Outro Material de Transporte
Combustíveis Minerais
7,5%
Metais Comuns
7,3%
7,4%
Plásticos, Borracha
6,1%
5,6%
5,7%
5,9%
5,7%
5,5%
5,1%
5,0%
5,1%
5,7%
4,7%
4,7%
4,6%
5,0%
Outros Produtos
Vestuário
Agrícolas
Minerais, Minérios
Químicos
Pastas Celulósicas, Papel
Alimentares
3,9%
4,0%
3,6%
3,8%
3,2%
3,4%
Matérias Têxteis
Calçado
Madeira, Cortiça
Óptica e Precisão
Peles, Couros
8,1%
8,0%
8,1%
0,5%
0,5%
1,6%
1,5%
Jan/Jun2015
Jan/Jun 2014
Fonte: INE – Instituto Nacional de Estatística
Nota: 2014 e 2015 - resultados preliminares
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, E.P.E. – Av. 5 de Outubro, 101, 1050-051 LISBOA
Tel. Lisboa: + 351 217 909 500 Contact Centre: 808 214 214 [email protected] www.portugalglobal.pt
7
aicep Portugal Global
Portugal - Ficha País (Setembro 2015)
Principais Grupos de Produtos Importados (%)
15,0%
14,8%
Máquinas, Aparelhos
14,0%
Combustíveis Minerais
Veículos, Outro Material de Transporte
10,7%
11,1%
10,5%
Químicos
Agrícolas
17,5%
12,6%
10,8%
10,5%
Metais Comuns
6,1%
6,0%
Plásticos, Borracha
8,1%
7,8%
3,9%
4,1%
Alimentares
3,2%
3,2%
Matérias Têxteis
Outros Produtos
3,0%
2,8%
2,9%
2,8%
2,4%
2,2%
Vestuário
Óptica e Precisão
Pastas Celulósicas, Papel
2,0%
2,0%
1,4%
1,5%
Peles, Couros
Madeira, Cortiça
1,3%
1,2%
1,3%
1,3%
1,1%
1,1%
Minerais, Minérios
Calçado
Jan/Jun 2015
Jan/Jun 2014
Fonte: INE - Instituto Nacional de Estatística
Nota: 2014 e 2015 - resultados preliminares
Investimento Internacional
mais elevado do período 2010-2014 se verificou em 2011 (perto de
9,7 mil milhões de euros).
Fluxos de Investimento Direto entre Portugal e o
Exterior (Principio Direcional)
No 1º semestre de 2015 o valor do IDPE alcançou cerca de 4,8 mil
milhões de euros (+109,7% comparando com o período homólogo
Segundo dados do Banco de Portugal, de acordo com o Princípio
Direcional, os fluxos do Investimento Direto do Exterior em Portugal
(IDE), em termos líquidos, registaram um montante próximo de 4,6
mil milhões de euros em 2014 (+216% face a 2013). Os valores mais
elevados dos últimos cinco anos registaram-se em 2011, ano em
que o IDE alcançou 5,3 mil milhões de euros e em 2012 com 6,4 mil
milhões de euros.
de 2014).
Posição (Stock) de Investimento Direto entre Portugal e o Exterior (Principio Direcional)
Em termos de stock de Investimento Direto Estrangeiro (IDE) em
Portugal, no final de dezembro de 2014, foram registados cerca de
88,5 mil milhões de euros (-1,7% em relação ao valor em dezembro
de 2013). No final do 1º semestre de 2015 o stock de IDE em Portugal
totalizou 103,7 mil milhões de euros (+10% face a junho de 2014).
No 1º semestre de 2015 o valor do IDE registado foi de cerca de
5,9 mil milhões de euros (+38,9% comparando com o período
homólogo de 2014), ultrapassando o valor total do IDE registado no
ano de 2014.
(IDPE), observaram-se perto de 2,1 mil milhões de euros em 2014
Em sentido contrário, o stock de Investimento Direto de Portugal no
Exterior (IDPE) representou 41,4 mil milhões de euros em dezembro
de 2014 (-3% face a dezembro de 2013). Em junho de 2015 o stock
de IDPE subiu a perto de 47,0 mil milhões de euros (+7,9% face a
(+347,8% comparativamente ao ano anterior), sendo que o valor
junho de 2014).
No que respeita ao Investimento Direto de Portugal no Exterior
Evolução dos Fluxos de Investimento Directo de Portugal com o Exterior - Princípio Direcional
9 664
10000
5 343
6000
6 415
4 587
1 830
2000
0
-2000
1 452
2 142
4 274
2 310
5 935
4 842
-865
Jan/Jun 2014
Jan/Jun 2015
-6000
-7 386
-10000
2010
IDPE
-7 765
2011
2012
2013
2014
IDE
Fonte: Banco de Portugal
Unidade: Variações líquidas em Milhões de Euros
Nota: Princípio Direcional: reflete a direção ou influência do investimento, isto é, o Investimento Direto de Portugal no Exterior (IDPE) e o Investimento Direto
do Exterior em Portugal (IDE)
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, E.P.E. – Av. 5 de Outubro, 101, 1050-051 LISBOA
Tel. Lisboa: + 351 217 909 500 Contact Centre: 808 214 214 [email protected] www.portugalglobal.pt
8
aicep Portugal Global
Portugal - Ficha País (Setembro 2015)
Evolução da Posição (Stock) de Investimento Directo de Portugal com o Exterior - Princípio Direcional
120000
103 722
100000
86 060
60000
87 830
80 192
80000
47 495
46 614
90 061
42 931
40000
42 681
94 254
88 523
47 011
43 587
41 417
20000
0
2010
2011
IDPE
2012
2013
2014
Jan/Jun 2014
Jan/Jun 2015
IDE
Fonte: Banco de Portugal
Unidade: Posição em fim de período em Milhões de Euros
Stock de IDE por Países de Origem
Stock de IDPE por Países de Destino
(Princípio Direcional)
(Princípio Direcional)
A União Europeia foi a principal origem de IDE em Portugal em
A União Europeia foi o principal destino de IDPE em termos
termos acumulados, com uma quota de 90,3% em junho de
acumulados, com uma participação de 75,1% em junho de
2015, destacando-se, ao nível intracomunitário, os Países Baixos
2015, destacando-se, entre os países intracomunitários, os
e Espanha (com pesos de 23,6% do total, cada), o Luxemburgo
Países Baixos e Espanha, com quotas de 34,5% e 19,1% do
(21,5%), o Reino Unido e França (7,4% e 4,1%, respetivamente).
total, respetivamente, seguindo-se a Alemanha com 5,5%. De
De entre os países extracomunitários (9,7% do total em junho de
entre os extracomunitários (24,9% do total em junho de 2015),
2015), salientam-se o Brasil, Angola, os EUA, a Suíça e a China
destacaram-se o Brasil, Angola e os EUA, com pesos de 6,1%,
com quotas de 2,3%, 1,7%, 1,5%, 1,3% e 0,7%, respetivamente.
4,7%, e 3,3%, respetivamente.
Investimento Direto Estrangeiro em Portugal
Investimento Direto de Portugal no Estrangeiro
por Países de Origem (Junho 2015)
por Países de Destino (Junho 2015)
Países Baixos
23,6%
Países Baixos
Espanha
23,6%
Espanha
21,5%
Luxemburgo
Outros
10,0%
7,4%
Reino Unido
4,1%
França
Bélgica
Brasil
2,4%
2,3%
34,5%
19,1%
Outros
14,5%
Brasil
6,1%
Alemanha
5,5%
Luxemburgo
5,4%
Angola
EUA
4,7%
3,3%
Áustria
1,9%
Polónia
2,8%
Alemanha
1,7%
Itália
2,2%
Angola
1,7%
Reino Unido
2,1%
Fonte: Banco de Portugal
Fonte: Banco de Portugal
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, E.P.E. – Av. 5 de Outubro, 101, 1050-051 LISBOA
Tel. Lisboa: + 351 217 909 500 Contact Centre: 808 214 214 [email protected] www.portugalglobal.pt
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aicep Portugal Global
Portugal - Ficha País (Setembro 2015)
Turismo
do em termos de receitas com 4,5% de quota, +3,5%), o Brasil
(8º com 4,2% de quota, +6,9%) e a Suíça (10º com 2,5%, +10%).
Em 2014, o saldo da balança turística portuguesa foi de 7,1
mil milhões de euros, tendo aumentado 15,4% face a 2013.
De acordo com o Banco de Portugal, as receitas do turismo em
Portugal têm vindo a crescer de forma sustentada no período de
2010 a 2014, atingindo perto de 10,4 mil milhões de euros em
2014 (+12,4% face ao ano anterior), valor que representou cerca
de 15% do total das exportações portuguesas de bens e serviços.
No 1º semestre de 2015 as receitas do turismo registaram um
aumento significativo de 12,2% face ao período homólogo
do ano anterior, atingindo perto de 4,6 mil milhões de euros.
Os principais mercados geradores de receitas de turismo para
Portugal, no 1º semestre de 2015, foram o Reino Unido (com
17,2% do total), França (14,8%), Espanha (12,1%), Alemanha
(11,2%) e Angola (6,8%), que concentraram 62,1% do total
nesse período. Estes cinco mercados registaram crescimentos
muito significativos, na ordem dos 10%-21% cada (à exceção da
França, que cresceu 7% face ao período homólogo do ano anterior), sendo de ressaltar os casos de Angola (+21% face ao 1º
semestre de 2014), da Alemanha (+17,8%), Espanha (+15,5%)
e Reino Unido (+10,5%). São ainda de referir os EUA (6º merca-
Em termos de dormidas de estrangeiros, verificou-se um
crescimento de 9,3% em 2014 (face ao ano anterior), alcançando cerca de 32,1 milhões (+36% relativamente a
2010). A evolução registada no 1º semestre de 2015 mostra um crescimento de 7,5% das dormidas face ao período
homólogo do ano anterior, atingindo cerca de 14,9 milhões.
Destaca-se que cinco países concentraram 64% do total das dormidas na hotelaria no 1º semestre de 2015 - Reino Unido, Alemanha, França, Espanha e Países Baixos - sendo que as dormidas
dos turistas franceses, alemães, holandeses e britânicos foram
as que mais cresceram nesse período (+15%, +11,5%, +5,7%
e +5,5%, respetivamente). Embora detendo quotas de mercado
mais reduzidas são de referir ainda os crescimentos das dormidas de turistas italianos, norte americanos e belgas (+27,9%,
+15,4% e +14,7% respetivamente, face ao 1º semestre de 2014).
Segundo a Organização Mundial de Turismo (UNWTO
World Tourism Barometer - April 2015), em 2014 Portugal foi o 26º mercado mundial (e 10º da UE) em termos de receitas de turismo e o 35º mercado recetor, tendo sido registado 9,3 milhões de chegadas de turistas.
Dormidas de Estrangeiros (Milhares)
Receitas do Turismo (Milhões de Euros)
40000
12000
9000
7 601
8 146 8 606
9 250
10 394
30000
23 608
6000
4 584
4 086
3000
26 004 27 257
29 360
32 095
20000
13 848
14 882
Jan/Jun
2014
Jan/Jun
2015
10000
0
2010
2011
2012
2013
2014
Jan/Jun
2014
Jan/Jun
2015
Fonte: Banco de Portugal
0
2010
2011
2012
2013
2014
Fonte: INE - Instituto Nacional de Estatística
Receitas Por País de Origem
Dormidas Por País de Origem
Jan/ Jun 2015
Jan/Jun 2015
17,2%
19,4%
20,4%
2,5%
23,7%
2,4%
2,8%
14,8%
4,2%
2,7%
2,7%
3,4%
15,3%
4,5%
4,4%
12,1%
4,5%
6,8%
6,7%
8,5%
9,9%
Reino Unido
Angola
Bélgica
Reino Unido
Países Baixos
EUA
França
EUA
Suíça
Alemanha
Brasil
Bélgica
Espanha
Países Baixos
Outros
França
Irlanda
Outros
Alemanha
Brasil
Espanha
Itália
Fonte: Banco de Portugal
Fonte: INE - Instituto Nacional de Estatística
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, E.P.E. – Av. 5 de Outubro, 101, 1050-051 LISBOA
Tel. Lisboa: + 351 217 909 500 Contact Centre: 808 214 214 [email protected] www.portugalglobal.pt
10
Vantagens Competitivas
+ Mercado
Melhor Qualidade de Vida
Portugal é uma porta aberta para um
Portugal é um bom país para investir,
mercado de 500 milhões de pessoas
viver e desfrutar. É seguro, tem um clima
na Europa e mais de 250 milhões de
agradável, meio ambiente sem igual,
consumidores de língua portuguesa.
boas estruturas culturais e de lazer
e cuidados de saúde de alta qualidade.
Melhor Tecnologia
Melhor Talento
Portugal é um país de topo no fornecimento
Portugal tem uma força de trabalho
de serviços tecnológicos.
disponível, flexível, dedicada e produtiva,
com um alto nível de educação em áreas
orientadas para os negócios.
Melhores Infraestruturas
Melhor Localização
Portugal é o 12º país do mundo
Portugal tem uma localização privilegiada
com melhores infraestruturas.
para aceder a mercados relevantes.
Melhores Competências
Melhor IDE
61% dos portugueses falam pelo menos
Clientes satisfeitos.
1 língua estrangeira.
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Ficha País - aicep Portugal Global