PERSPECTIVAS DO MERCADO
EDITORIAL E LIVREIRO PARA
2005
Março/2005
EQUIPE DE PESQUISA
SUPERVISÃO E COORDENAÇÃO GERAL
GALENO AMORIM
MARTA OLIVEIRA
EQUIPE OPERACIONAL
LEONARDO FREITAS
ARTHUR COSTA
IOLANDA RODRIGUES
COLABORAÇÃO ESPECIAL
CARLO CARRENHO
ÍSIS VALÉRIA
A PESQUISA
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
PÚBLICO PESQUISADO
Editores e Livreiros de todo o Brasil, classificados por porte
econômico
PERÍODO DE CAMPO
Janeiro e Fevereiro de 2005
METODOLOGIA
Utilização de questionário padrão auto-aplicável para ser
utilizado dentro de um universo total de 800 editores e 500
livreiros
NÚMERO DE ENTREVISTAS E
REPRESENTATIVIDADE
130 questionários respondidos por editores e 53 por
livreiros
Este número de questionários é capaz de gerar resultados
representativos para o conjunto de editores e livreiros
MARGEM DE ERRO ESTIMADA
no máximo ± 4% para editores e 3% para livreiros
INTERVALO DE CONFIANÇA
96% para editores e 97% para livreiros. Isto é, se fossem
realizadas 100 pesquisas junto a editores, em 96 delas os
resultados estariam iguais. E 97 no caso de livreiros.
Está dentro da margem de erro estipulada.
OBSERVAÇÕES:
•
NO CÁLCULO DAS MÉDIAS NÃO FORAM CONSIDERADAS AS NÃO RESPOSTAS
PORTE ECONÔMICO (INTERVALOS ANUAIS DE FATURAMENTO):
• NÍVEL A - ATÉ R$ 1 MILHÃO
• NÍVEL B - DE R$ 1 MILHÃO A R$ 10 MILHÕES
• NÍVEL C - DE R$ 10 MILHÕES A R$ 50 MILHÕES
• NÍVEL D - MAIS DE R$ 50 MILHÕES
SEGMENTO: EDITORES
PERFIL DOS EDITORES
PORTE ECONÔMICO
52%
Nível A
30%
Nível B
12%
Nível C
5%
Nível D
EDITORAS QUE POSSUEM LIVRARIAS
22%
Possui
74%
Não possui
4%
NR
Média de Editoras que possuem livrarias* = 9,15
* A média foi obtida somente das editoras que possuem livrarias (22%)
INVESTIMENTOS
INTENÇÃO DE INVESTIMENTO DOS EDITORES EM 2005
92%
Sim
Não
4%4%
NR
TIPOS DE INVESTIMENTOS PREVISTOS PELOS EDITORES
Lançamento de
novos títulos e/ou
coleções
Ampliação, reforma
e/ou construção da
sede
88%
23%
Modernização do
parques tecnológico
19%
Criação de novo (s)
selo (s) editoriais
18%
Outros projetos
26%
VALOR ESTIMADO PARA INVESTIMENTOS DOS EDITORES
EM 2005 X VALOR INVESTIDO EM 2004
EXPECTATIVA DE INVESTIMENTO DOS EDITORES
EM 2005
VALOR INVESTIDO PART. VALOR ESTIMADO PART.
2004
%
2005
% VAR. %
PORTE ECONÔMICO
Nível A
Nível B
Nível C
Nível D
TOTAL
52.000.000
40.000.000
35.000.000
34.000.000
161.000.000
32
25
22
21
100
63.000.000
54.000.000
42.000.000
80.000.000
239.000.000
26
23
18
33
100
21
35
20
135 *
48
* A variação do valor estimado para investimentos do nível D (135%) em 2005, é em função de reforma
estrutural de uma empresa do setor.
EXPECTATIVA DOS EDITORES QUANTO AO DE DESEMPENHO
DO MERCADO EDITORIAL EM 2005
Melhor
73%
Muito melhor
4%
NR
4%
Muito pior
1%
Pior
2%
Igual
17%
RESULTADOS AGREGADOS
77%
( M
u
it o
m
e
lh
o
r / M
e
lh
o
r )
Ig
17%
u
a
l
( P
io
r / M
u
it o
p
io
r )
2%4%
N
S
/ N
R
Detalhamento Expectativa dos Editores
sobre o Desempenho do Mercado em 2005
por Porte Econômico
EXPECTATIVA DESEMPENHO MERCADO 2005
Geral
MUITO MELHOR /
MELHOR
77%
IGUAL
17%
MUITO PIOR /
PIOR
2%
NR
4%
TOTAL
100%
76%
82%
69%
75%
14%
15%
31%
25%
3%
3%
-
7%
-
100%
100%
100%
100%
PORTE ECONÔMICO
Nível A
Nível B
Nível C
Nível D
ESTIMATIVA DE DESEMPENHO DO MERCADO PELOS EDITORES
EM 2005
EDITORAS POR PORTE
ECONÔMICO
Nível A
Nível B
Nível C
Nível D
TOTAL
TOTAL DE
TÍTULOS
10.500
9.100
8.100
12.600
40.300
NOVOS
TÍTULOS
7.690
2.370
2.700
3.300
16.060
EXEMPLARES
VENDIDOS
32.000.000
14.000.000
48.000.000
84.000.000
178.000.000
OBS: O total de títulos estimado inclui a edição para vendas ao governo. O total de exemplares
vendidos estimado não inclui as vendas para o governo, que variam a cada ano.
PROJETOS, PROGRAMAS E OUTRAS AÇÕES
POR GRAU DE IMPORTÂNCIA SEGUNDO OS EDITORES
ABERTURA DE NOVAS
BIBLIOTECAS
13%
LINHAS DE CRÉDITO PARA
EDITORAS E LIVRARIAS
13%
APOIO PARA ABERTURA DE
NOVAS LIVRARIAS E
OUTROS PONTOS DE VENDA
17%
CAMPANHAS DE ESTÍMULO
À LEITURA NO RÁDIO E
TELEVISÃO
12%
CURSOS E ATIVIDADES DE
FORMAÇÃO/CAPACITAÇÃO
11%
CALENDÁRIO E CIRCUITO
NACIONAL DE FEIRAS DE
LIVROS
8%
SEMINÁRIOS, CURSOS,
DEBATES ETC
7%
PRÊMIOS NACIONAIS PARA
ESCRITORES
7%
PRÊMIOS NACIONAIS PARA
PROJETOS DE LEITURA
5%
As ações governamentais consideradas importantes para serem executadas em 2005 na área do Livro e Leitura
foram enumeradas por ordem de importância, sendo 1 a mais importante. Os percentuais dos itens acima se referem
à soma dos pontos obtidos em cada item e sua participação no total.
AÇÕES INSTITUCIONAIS NA ÁREA DO LIVRO E LEITURA EM 2005
POR GRAU DE IMPORTÂNCIA SEGUNDO OS EDITORES
CRIAÇÃO DO PLANO
NACIONAL DO LIVRO E
LEITURA (PNLL), DE
21%
CARÁTER PERMANENTE
INSTITUIÇÃO DA POLÍTICA
NACIONAL DO LIVRO,
LEITURA E BIBLIOTECAS
(2005/2022)
21%
REGULAMENTAÇÃO DA LEI
DO LIVRO
19%
CRIAÇÃO DO FUNDO PRÓLEITURA
15%
CRIAÇÃO DA CÂMARA
SETORIAL DO LIVRO E
LEITURA
14%
CRIAÇÃO DE UMA
INSTITUIÇÃO PARA GERIR A
POLÍTICA SETORIAL
OUTRAS
9%
2%
As ações governamentais consideradas importantes para serem executadas em 2005 na área do Livro e Leitura
foram enumeradas por ordem de importância, sendo 1 a mais importante. Os percentuais dos itens acima se referem
à soma dos pontos obtidos em cada item e sua participação no total.
AVALIAÇÃO DOS EDITORES DO DESEMPENHO DO MERCADO
EM 2004
Péssimo
NR 6%
Ótimo 3%
3%
Ruim
22%
Bom
24%
Regular
42%
RESULTADOS AGREGADOS
27%
P o s it iv o
( Ó
t im
o / B
42%
o m
)
R
e g u la r
28%
N e g a t iv o
( R
u im
/ P é s s im
o )
3%
N S / N R
Detalhamento Avaliação do Desempenho do Mercado pelos Editores
em 2004
por Porte Econômico
AVALIAÇÃO DESEMPENHO MERCADO 2004
Geral
ÓTIMO/BOM
27%
REGULAR
42%
RUIM/PÉSSIMO
28%
NR
3%
TOTAL
100%
40%
51%
25%
50%
26%
31%
31%
25%
6%
-
100%
100%
100%
100%
PORTE ECONÔMICO DAS EDITORAS
Nível A
Nível B
Nível C
Nível D
29%
18%
44%
25%
FATOS RELEVANTES PARA O MERCADO EM 2004 PARA OS
EDITORES:
1º - A desoneração fiscal - mencionada 75 vezes pelos editores.
2º - O interesse por parte do Governo na implementação de novas políticas para o setor
● fóruns nacionais para uma política do livro e da leitura
● maior diálogo entre as entidades do setor; fortalecimento da Libre (Liga Brasileira de
Editoras); ampliação das ações em prol do livro por parte de Ong’s, iniciativa privada,
pessoas etc.
● congressos e feiras nacionais e internacionais.
● preocupação do governo com o livro, com expectativa de ações práticas no sentido de
fomento da área: por exemplo ação do BNDES para financiamentos para o setor e
alteração da legislação tributária
● tornar a Bienal do Livro acessível ao público em geral.
● os debates em torno da lei do livro e a pesquisa do BNDES.
● Bienal Internacional do Livro de São Paulo e encontro nacional de editores durante a
feira do livro de porto alegre
● a proposição de ampliar a rede de bibliotecas públicas
● a proposição de implementação dos programas de acesso à leitura
● a reativação do programa de bibliotecas, as iniciativas visando à criação no país de uma
política nacional de leitura
● a tomada de consciência do governo federal de que o hábito da leitura não é um assunto
restrito aos eventuais interesses de editores e livreiros.
● a discussão sobre a política do livro ter sido aberta ou ampliada a todos os envolvidos,
ao invés de ficar restrito aos grandes conglomerados, como era a praxe.
● a mobilização do governo federal e a articulação com as entidades representativas da
área do livro foram um fato de suma importância não apenas para o mercado editorial,
mas também para a sociedade como um todo. um governo que prioriza o livro e a leitura
está dando o exemplo para o cidadão.
● a intensa discussão da questão editorial, pela primeira vez, em grande escala (que não
fique só na discussão, mas que as ações venham logo)
● discussão Câmara Setorial do Livro e Leitura
● participação do Brasil nas feiras internacionais de Frankfurt, Cuba, Havana e
Guadalajara
● o fato de o Estado querer ouvir os agentes do mercado (incluindo os pequenos)
● os avanços na Lei do Livro
● o fato de o governo dar atenção ao livro e à leitura com prioridade para a melhoria da
qualidade no processo educativo do país.
● pré-conferências visando o PNLL realizadas em todo o país e a sinalização do interesse
pelo setor do governo federal com a desoneração fiscal.
● o início da compra de livros para o Fome de Livro
● outro fato relevante foi a ação conjunta da CBL e do SNEL, ao lado de outras instituições
do livro, junto ao governo e junto ao mercado
3º - O crescimento econômico :
● o crescimento de editoras pequenas, mas com um perfil bastante diferenciado
● aquecimento geral da economia, com onda de otimismo que impulsionou as vendas. o
que prova que o Brasil já é um país de leitores, que precisa ser descoberto, porém. as
pessoas querem ler, mas não querem pagar us$12 por cada livro.
● percepção da retomado do crescimento econômico, com aumento da renda disponível
● a economia cresceu 5%
● a percepção da retomado do crescimento econômico, com aumento da renda disponível.
4º - Regulamentação da Lei do Livro:
● início do processo de regulamentação da lei do livro foi um fato importante no ano
passado.
5º - Outras respostas :
● do ponto de vista negativo o baixo desempenho de vendas, consolidação descontrolada
do xerox dentro das universidades e os sites de pirataria de livros, falta de efetivação do
projetos de compra de livros etc.
● a contratação de uma pessoa como o Galeno Amorim para o Ministério da Cultura
acima de tudo por que, através de sua atividade como editor, ele possui uma visão da
situação crítica pela qual nosso país passa com relação à capacidade de leitura de
nosso público. conhece bem todas as dificuldades que envolvem nossa apaixonante
atividade e pode batalhar pelo interesse do livro e do desenvolvimento da leitura no país
com maior clareza. além de já ter demonstrado ser uma pessoa séria, capaz e eficiente
em seus projetos.
● o fato mais relevante foi a extraordinária ação do coordenador do Fome de Livro/Plano
Nacional do Livro e Leitura, Galeno Amorim, dando visibilidade na mídia à importância
da leitura no desenvolvimento do povo brasileiro
● a promoção e venda dos best sellers, que incentivam os leitores a ir às livrarias e,
inclusive, a venda por livrarias virtuais e pelos sites das próprias editoras. e, o mercado
eletrônico como um todo
● o anúncio de compra de livros infantis a ser consumada em 2005 limitando , a inscrição
de 25 títulos por editora, favorecendo a participação destas em condições de igualdade.
● união
● reforço da tendência de descontos pesados em programas governamentais (didático;
paradidático)
DESONERAÇÃO FISCAL DO LIVRO
O QUE EDITORES PRETENDEM FAZER EM 2005
36%
MANTER A MESMA TABELA
REDUZIR O PREÇO DE CAPA DOS
34%
TÍTULOS NOVOS
CORRIGIR A TABELA PELA
INFLAÇÃO DE 2004
14%
REDUZIR O PREÇO DE CAPA NA
11%
TABELA
CORRIGIR A TABELA PELA
INFLAÇÃO PREVISTA PARA 2005
APLICAR DESCONTO MAIOR
SOBRE O PREÇO DE CAPA PARA
DISTRIBUIDORES/ LIVREIROS
AUMENTAR A TABELA ACIMA DA
INFLAÇÃO PARA RECOMPOR OS
PREÇOS
OUTRAS
4%
2%
1%
25%
●
●
●
●
●
●
●
●
●
●
●
●
●
●
●
●
●
●
●
corrigir a tabela com índice abaixo da inflação gráfica
investir em novos projetos empresariais
corrigir a tabela de preço abaixo da inflação de 2004
manter o quadro de funcionários, pois estava pensando em desonerar a folha,
com demissões de pessoal
corrigir parte do catálogo, somente ajustes de preços, abaixo da inflação do ano
serão aplicadas correções pontuais de preços de acordo com as condições de
mercado,o cenário competitivo e a inflação de custos do setor editorial
deixamos de reajustar os preços em 2005. Nossos preços são os mesmos há
mais de 2 anos.
corrigir a tabela 3,5% abaixo dos aumentos de custos de 2004
promover política de preços capaz de repassar custos de produção
rever as planilhas de formação de custos e preços
aguardar a recuperação de todas as perdas que tivemos para então traçar um
plano de “precificação”
gerar capital de giro para a produção de novos títulos
repassar ao cliente
aumentar investimentos em novos autores e em marketing
nós reduzimos nossos preços em 5% para todos os títulos
recompor todos os cálculos de custos para a nova situação
corrigir pela inflação de forma não uniforme. A desoneração significa 3,65% de
ganho no preço de capa, mas em novembro houve dissídios de 9,6% (gráficas) e
8% (SNEL)
recompor somente os preços de títulos defasados
não implementar o reajuste inflacionário (IGPM +-12%) e das demais elevações
de custo originárias de dissídio coletivo da categoria e majorações industriais e
de prestação de serviços
SEGMENTO: LIVREIROS
PERFIL DOS LIVREIROS
PORTE ECONÔMICO DAS LIVRARIAS
40%
Nível A
17%
Nível B
Nível C
23%
13%
Nível D
6%
Nível E
NR
2%
INVESTIMENTOS DE LIVRARIAS
INTENÇÃO DE INVESTIMENTO DOS LIVREIROS EM 2005
85%
Sim
11% 4%
Não
NR
TIPOS DE INVESTIMENTOS PREVISTOS PELOS LIVREIROS
Modernização do
parque tecnológico
62%
Ampliação, reforma
e/ou construção da
sede
36%
Criação de novo (s)
selo (s) editoriais
36%
Outros projetos
26%
VALORES MÉDIOS INVESTIDOS PELOS LIVREIROS
EM 2004 E ESTIMADOS PARA 2005
VALOR INVESTIDO
(MÉDIA) 2004
LIVRARIAS
VALOR ESTIMADO
(MÉDIA) 2005
PORTE ECONÔMICO
Nível A
Nível B
Nível C
Nível D
Nível E
44.000
63.000
47.000
443.000
1.600.000
190.000
88.000
150.000
1.300.000
3.000.000
Os dados referem-se as médias obtidas pelas livrarias amostradas.
Não representam o conjunto do setor.
Detalhamento Expectativa Desempenho do Mercado pelos livreiros
em 2005
EXPECTATIVA DESEMPENHO MERCADO 2005
MUITO MELHOR /
MELHOR
74%
Geral
IGUAL
17%
MUITO PIOR /
PIOR
6%
NR
4%
TOTAL
100%
10%
33%
33%
-
10%
8%
-
5%
-
100%
100%
100%
100%
100%
PORTE ECONÔMICO DAS LIVRARIAS
Nível A
Nível B
Nível C
Nível D
Nível E
76%
67%
58%
100%
100%
ESTIMATIVA DE DESEMPENHO DO MERCADO EM 2005 SEGUNDO OS
LIVREIROS
LIVREIROS POR PORTE
ECONÔMICO
Nível A
Nível B
Nível C
Nível D
Nível E
EXEMPLARES VENDIDOS
(MÉDIA)
54.000
37.000
156.000
500.000
2.300.000
EXPECTATIVA DE DESEMPENHO DO MERCADO EM 2005
SEGUNDO OS LIVREIROS
Melhor
2%
NR
4%
Pior
6%
Melhor
71%
Igual
17%
RESULTADOS AGREGADOS
73%
( M
u
it o
m
e
lh
o
r / M
e
lh
o
r )
17%
Ig
u
a
l
( P
io
r / M
u
it o
p
io
r )
6% 4%
N
S
/ N
R
PROJETOS, PROGRAMAS E OUTRAS AÇÕES EM 2005
POR ORDEM DE IMPORTÂNCIA SEGUNDO OS LIVREIROS
LINHAS DE CRÉDITO PARA
14%
EDITORAS E LIVRARIAS
CAMPANHAS DE ESTÍMULO
13%
À LEITURA NO RÁDIO E
TELEVISÃO
ABERTURA DE NOVAS
12%
BIBLIOTECAS
APOIO PARA ABERTURA DE
11%
NOVAS LIVRARIAS E
OUTROS PONTOS DE VENDA
CURSOS E ATIVIDADES DE
FORMAÇÃO/CAPACITAÇÃO
10%
CALENDÁRIO E CIRCUITO
8%
NACIONAL DE FEIRAS DE
LIVROS
PRÊMIOS NACIONAIS PARA
PROJETOS DE LEITURA
7%
SEMINÁRIOS, CURSOS,
DEBATES ETC.
6%
CARAVANA DE ESCRITORES
6%
PELO PAÍS
PROGRAMAS DE
EXPORTAÇÃO DE
LIVROS/DIVULGAÇÃO NO
EXTERIOR
PRÊMIOS NACIONAIS PARA
5%
5%
ESCRITORES
As ações governamentais consideradas importantes para serem executadas em 2005 na área do Livro e Leitura
foram enumeradas por ordem de importância, sendo 1 a mais importante. Os percentuais dos itens acima se referem
a soma dos pontos obtidos em cada item e sua participação no total.
AÇÕES INSTITUCIONAIS NA ÁREA DO LIVRO E LEITURA EM 2005
POR ORDEM DE IMPORTÂNCIA SEGUNDO OS LIVREIROS
REGULAMENTAÇÃO DA LEI
DO LIVRO
22%
CRIAÇÃO DO PLANO
NACIONAL DO LIVRO E
LEITURA (PNLL), DE
19%
CARÁTER PERMANENTE
INSTITUIÇÃO DA POLÍTICA
NACIONAL DO LIVRO,
LEITURA E BIBLIOTECAS
(2005/2022)
18%
CRIAÇÃO DA CÂMARA
SETORIAL DO LIVRO E
LEITURA
14%
CRIAÇÃO DO FUNDO PRÓLEITURA
12%
CRIAÇÃO DE INSTITUIÇAO
PARA GERIR POLÍTICA
SETORIAL
OUTRAS
10%
5%
As ações governamentais consideradas importantes para serem executadas em 2005 na área do Livro e Leitura
foram enumeradas por ordem de importância, sendo 1 a mais importante. Os percentuais dos itens acima se referem
a soma dos pontos obtidos em cada item e sua participação no total.
AVALIAÇÃO DESEMPENHO DO MERCADO EM 2004
SEGUNDO OS LIVREIROS
Ruim
23%
Péssimo
NR 4%
4%
Bom
21%
Regular
49%
RESULTADOS AGREGADOS
21%
P o s it iv o
( Ó
t im
49%
o / B
o m
)
R
e g u la r
26%
N e g a t iv o
( R
u im
/ P é s s im
o )
4%
N S / N R
Detalhamento Avaliação Desempenho do Mercado em 2004
Segundo os Livreiros
AVALIAÇÃO DESEMPENHO MERCADO 2004
ÓTIMO/BOM
21%
Geral
REGULAR
49%
RUIM/PÉSSIMO
26%
NR
4%
TOTAL
100%
48%
67%
58%
29%
33%
24%
33%
17%
29%
67%
5%
-
100%
100%
100%
100%
100%
PORTE ECONÔMICO DA LIVRARIA
Nível A
Nível B
Nível C
Nível D
Nível E
24%
25%
43%
-
FATOS RELEVANTES PARA O MERCADO EDITORIAL EM 2004:
1-Assinatura da lei que isenta o livro do recolhimento de PIS/COFINS/PASEP (17
livrarias mencionaram esse item)
2- Movimentos em torno do Livro e da Leitura por parte do governo e sociedade :
● Fome de Livro
● associações de classes (tipo CBL e ANL mais atuantes e organizadas, com
encontros discutindo temas mais “realistas” em relação ao mercado).
● pré-conferências visando o PNLL realizados em todo o País e a sinalização do
interesse pelo setor do Governo Federal com a desoneração fiscal.
● a visita do Presidente Lula a Bienal foi sem dúvida alguma o fato mais marcante
no Mercado Editorial no ano passado, pois demonstrou que o Governo de fato
esta dando a real importância para o mercado Livreiro.
● qualidade dos eventos relacionados ao livro: feiras, reuniões, encontros,
seminários. aproximação de órgãos do governo com as editoras.
● percebe-se uma firme coordenação de ações entre os ministérios do governo em
torno de uma nova política para o livro no Brasil, vontade política e realizações
concretas, como há muito não se via na administração pública brasileira.
● uma maior integração para que todos da área do livro sejam beneficiados através
de programas e leis de incentivo
● não existiu um fato,mas diversos e dispersos movimentos que se organizam em
torno do livro e da leitura: festas, feiras, prêmios, campanhas na tv etc. É
importante que as universidades não estimulem o uso de fotocópias e incentivem
seus alunos a formar uma biblioteca pessoal de acordo com sua área de estudo e
seus gostos. O livro deveria ser melhor trabalhado nas escolas desde o
fundamental e que esse trabalho depende acima de tudo do professor, de sua
formação e da valorização de seu trabalho, não há na verdade como dividir a
cultura para administrá-la melhor, a sociedade é passiva e ativa nesse processo e
é dela como um todo que a cultura, suas produções e reproduções sobrevivem ou
morrem. O livro e a leitura são uma pequena parte desse universo cultural,
embora ainda o considere o mais abrangente e renovador, diante dos apelos
visuais que as crianças sofrem desde pequenas, somente um bom motivador da
leitura pode abrir brechas para que esse elemento tão importante conquiste o
coração das crianças e dos jovens leitores.
● atividades literárias em pequenas e médias livrarias, mesmo sem o apoio das
editoras.
● A regulamentação da Lei do Livro,apesar da pequena participação das livrarias
ou da falta de clareza dos benefícios para o segmento.
● demais ações prometidas pelo governo federal.
● sucesso do evento FLIP
● Bienal do Livro em São Paulo
● a demonstração do governo em incluir na cesta básica o ‘produto’ livro. Segundo
lugar a promulgação da Lei do Livro de autoria do senador José Sarney.
● a descoberta do livro.
DESONERAÇÃO/EXPECTATIVAS DOS LIVREIROS
O QUE AS EDITORAS FARÃO EM 2005, NA OPINIÃO DOS LIVREIROS:
36%
MANTERÃO A MESMA TABELA
REDUZIRÃO O PREÇO DE CAPA
34%
DOS TÍTULOS NOVOS
CORRIGIRÃO A TABELA PELA
INFLAÇÃO DE 2004
14%
REDUZIRÃO O PREÇO DE CAPA
11%
NA TABELA
CORRIGIRÃO A TABELA PELA
INFLAÇÃO PREVISTA PARA 2005
APLICARÃO DESCONTO MAIOR
SOBRE O PREÇO DE CAPA PARA
DISTRIBUIDORES/ LIVREIROS
AUMENTARÃO A TABELA ACIMA
DA INFLAÇÃO PARA RECOMPOR
OS PREÇOS
OUTRAS
4%
2%
1%
25%
●
●
●
●
●
●
●
●
●
●
●
●
●
●
●
●
●
●
●
corrigir a tabela com índice abaixo da inflação gráfica
investir em novos projetos empresariais
corrigir a tabela de preço abaixo da inflação de 2004
manter o quadro de funcionários, pois estava pensando em desonerar a folha,
com demissões de pessoal
corrigir parte do catálogo, somente ajustes de preços, abaixo da inflação do ano
serão aplicadas correções pontuais de preços de acordo com as condições de
mercado,o cenário competitivo e a inflação de custos do setor editorial
deixamos de reajustar os preços em 2005. Nossos preços são os mesmos há
mais de 2 anos.
corrigir a tabela 3,5% abaixo dos aumentos de custos de 2004
promover política de preços capaz de repassar custos de produção
rever as planilhas de formação de custos e preços
aguardar a recuperação de todas as perdas que tivemos para então traçar um
plano de “precificação”
gerar capital de giro para a produção de novos títulos
repassar ao cliente
aumentar investimentos em novos autores e em marketing
nós reduzimos nossos preços em 5% para todos os títulos
recompor todos os cálculos de custos para a nova situação
corrigir pela inflação de forma não uniforme. A desoneração significa 3,65% de
ganho no preço de capa, mas em novembro houve dissídios de 9,6% (gráficas) e
8% (SNEL)
recompor somente os preços de títulos defasados
não implementar o reajuste inflacionário (IGPM +-12%) e das demais elevações
de custo originárias de dissídio coletivo da categoria e majorações industriais e
de prestação de serviços
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