Limpeza técnica Sede HYDAC Empresas HYDAC Parceiros de vendas e de assistência HYDAC Tecnologia de acumuladores 30.000 4 Nos dias de hoje, já não é opção, e sim uma obrigação. MatrizIndustriegebiet HYDAC INTERNATIONAL 66280 Sulzbach/Saar GMBHAlemanha Telefone: +49 6897 509-01 Fax: +49 6897 509-577 E-Mail: [email protected] Internet: www.hydac.com P 10.110.1.0/11.14 P 10.110.1.0/11.14 Ststemas de resfriamento 5.700 E 10.113.1.0/01.10 Eletrônica 180.000 Acessórios 61.000 Hidráulica compa 5.300 Sistemas de filtro 7.929 Tecnologia de processos 77.000 Tecnologia de filtração 70.000 Presença global. Competência local. www.hydac.com Limpeza técnica Nos dias de hoje, já não é opção, e sim uma obrigação. 2 Danos causados por partículas foram reconhecidos como problema no início dos anos 1990 com base em falhas no campo. Especialistas de diversas áreas da indústria automobilística foram convocados para juntos, em colaboração com o Instituto Frauenhofer, elaborarem uma norma que deveria lidar apenas com a questão da limpeza técnica. Isto gerou a formação da „TecSa“ (Associação Industrial para limpeza técnica) no ano de 2001. Como membro da TecSa, a HYDAC desempenhou um papel fundamental no desenvolvimento das diretrizes para testes de limpeza na indústria automotiva. No âmbito da TecSa foi elaborado o VDA volume 19 parte 1: „Exame da limpeza técnica – contaminação por partículas de componentes automotivos de funcionamento relevante / 1ª edição 2004“. No ano de 2010 foi lançado o 2º volume deste estudo, volume 19 parte 2: „Limpeza na montagem - ambiente, logística, pessoal e instalações de montagem“, que trata do tema limpeza técnica ao longo da cadeia de processos. Em 2007 foi elaborada a ISO 16232 como norma internacional: Road vehicles - Cleanliness of components of fluid circuits«. É o equivalente internacional da VDA volume 19. Ambas as normas são totalmente compatíveis. As normas citadas acima são as diretrizes pelas quais a limpeza técnica é examinada hoje em dia. Contudo, o tema ainda está longe de ser concluído: Atualmente está em discussão uma edição revisada do VDA volume 19.1, no qual os diferentes temas deverão ser definidos ainda mais concretos. A HYDAC novamente desempenha um papel fundamental na elaboração da nova diretriz. Uma prescrição de análise específica de instalação industrial baseada na VDA volume 19 / ISO 16232 assegura uma análise representativa e resultados comparáveis. Determinação da quantidade residual de sujeira sobre componentes A determinação de quantidades residuais de sujeira sobre componentes ocorre segundo aspectos quantitativos e qualitativos. Quantitativo Gravimetria: (carga de sujeira, p.ex. em mg/componente) Qualitativo Granulometria: (quantidade, distribuição de tamanho e tipo das partículas) Tamanhos de partículas relevantes para o setor automotivo são mostrados na Figura 3) Neste caso deve-se notar que componentes são bastante diferentes em forma, tamanho, função e material. No VDA volume 19 e na ISO 18413 componentes são classificados em dois grupos diferentes: Grupo 1: Componentes com superfícies de simples acesso, respect. superfícies internas de fácil acesso (p.ex. carcaças de transmissões e de bombas) Grupo 2: Grupos construtivos pré-montados Componentes em cujas superfícies internas devem ser feitas amostras Figura 1 Método de extração (vide figura 5 + 16 Uma vez que o componente é especificado, segue a questão dos possíveis métodos de extração. O VDA volume 19 prescreve 4 métodos para a extração: 1. Sacudir 2. Ultrassom 3.Esguichar (lavar com pressão) 4.Lavar e enxaguar (bancada de teste) 1. Método da sacudida O objeto de teste é enchido com fluido de teste e as aberturas são fechadas. Com as sacudidas as partículas são soltas da superfície e transferidas para o fluido. Neste caso, as sacudidas provocam, de um lado, uma força do fluido sobre as partículas aderidas em todas as direções. De outro lado, com isso as zonas mortas, assim como reentrâncias, são atingíveis e partículas desprendidas são mantidas em suspensão. O processo de sacudida deve ser executado repetidas vezes da mesma Figura 2 Figura 1: Figura 2: Figura 3: Figura 4: Figura 3 Figura 4 No laboratório de limpeza da HYDAC são analisados componentes quanto a sua limpeza Uma limpeza profissional de componentes ajuda eliminar sujeira residual Tamanhos típicos de partículas na área automotiva Lavagem de um componente numa Unidade de Teste de Contaminação para determinar a limpeza de superfície P 10.110.1.0/11.14 P 10.110.1.0/11.14 A expectativa e as exigências de fabricantes e clientes a respeito de componentes acabados e máquinas de produção estão crescendo continuamente. A densidade de potência está aumentando, as tolerâncias estão diminuindo. Na busca de eficiência de energia e de custos, bem como da proteção ambiental, pesos em veículos e máquinas estão sendo reduzidos drasticamente. Além disso, por exemplo, há uma mudança para materiais isentos de chumbo, o que significa uma maior exigência à qualidade de acabamento de superfície. Onde no passado partículas duras simplesmente se „encravaram“ em materiais contendo chumbo, hoje, nos novos materiais modernos, causam imediatamente danos levando a interrupções. A tolerância à contaminação sólida é cada vez menor. Paralelo a isso se espera um crescente nível de disponibilidade que o fabricante precisa garantir ao cliente. Por isso a produção em mais e mais empresas é controlada e otimizada quanto à limpeza técnica. Defeitos zero-quilômetros são reduzidos, qualidade e disponibilidade de máquinas e componentes são aumentadas, retrabalhos podem ser nitidamente reduzidos. Isto economiza custos e ocorrem menos casos de reclamações, o que por sua vez aumenta a satisfação do cliente. Assim, a confiança dos clientes bem como a aceitação no mercado é fortalecida. "Sob o conceito limpeza técnica entende-se a contaminação suficientemente baixa de componentes técnicos sensíveis a limpeza com partículas nocivas" (fonte Wikipedia) Sujeira residual sobre componentes 3 4 Bancada de lavagem e de teste Re = velocidade média * diâmetro interno do tubo Viscosidade cinemática Re = 21220 * (Q/di * v) [vale para tubulações e mangueiras] Recrit ≈ 2040 ± 10 [vale para omfluxo de tubo] Q = vazão em l/min v = viscosidade cinemática em mm2/s di = diâmetro interno do tubo (mm) não recomendado não aceitável recomendado Válvulas e cilindros não recomendado não recomendado não aceitável recomendado Acumuladores não recomendado recomendado recomendado recomendado Blocos recomendado recomendado não aceitável recomendado Transmissões, eixos aceitável recomendado recomendado não aceitável Êmbolos, pistões aceitável recomendado recomendado não aceitável Hardware e vedações aceitável recomendado recomendado não aceitável Tanques, reservatórios aceitável recomendado não aceitável não recomendado Curvas e distribuidores recomendado aceitável aceitável aceitável Mangueiras e tubulações recomendado aceitável aceitável recomendado Conexões aceitável recomendado aceitável aceitável 1 6 11 recomendado aceitável aceitável E = recomendado, A = aceitável, NE = não recomendado, NA = não aceitável Quantidade de partículas amostra 2 Quantidade de partículas amostra 3 Quantidade de partículas amostra 4 15-25 25.797 21.460 15.594 928 25-50 9.024 8.200 4.720 320 50-100 987 738 304 33 100-150 138 64 27 3 150-200 29 24 6 1 200-400 19 11 6 0 400-600 5 2 0 0 600-1000 1 0 0 0 > 1000 0 0 0 0 673 586 319 6 Carcaças de filtro 1 Método precisa ser combinado entre comprador e fabricante Quantidade de partículas amostra 1 recomendado 1 2 120 110 100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 157 3 4 5 6 Quantidade de amostragens Number of samples Figura 7 n Cn ≤ 0,1∑ Ci i =1 Abklingkriterium Decay criterion Critério de declínio 1 2 3 4 5 6 Beprobungsanzahl Figura 8 Figura 10 5 Cleanliness Valores de limpeza valuesCiCi Elementos filtrantes não laváveis -4 Método precisa ser combinado entre comprador e fabricante Gravimetrie [mg/BT] Elementos filtrantes laváveis maior partícula em μm 4 comportamento de declínio mudado Componentes de filtros Tamanho em μm 3 Number of samples Figura 6 Peças ocas Figura 5 2 Quantidade de amostragens Quantidade de amostragens Size class 100 - 150 Amostragem 4 Considerando as propriedades mencionadas acima obteremos a igualdade para o número de Reynold como segue: não recomendado Formas construtivas simples e carcaças Figura 5 mostra uma visão geral em tabela de componentes e o respectivo método de extração recomendado. Fluxo turbulento Com um fluxo turbulento aumenta-se a velocidade do fluxo nas proximidades da parede do tubo. Este efeito é explorado p.ex. na lavagem de sistemas, sendo que o aumento da velocidade de fluxo acarreta um arranque das partículas que se depositaram na parede do tubo sendo levadas pelo fluxo de lavagem. O fluxo turbulento é determinado pelo número de Reynold (Re). O número de Reynold descreve a condição do fluxo de fluidos como código adimensional. No cálculo do número de Reynold as forças de peso são desprezadas. Via de regra, somente forças de pressão, forças de atrito e forças de inércia atuam nos elementos de fluido e nos corpos expostos ao fluxo. Estas forças devem estar em equilíbrio em todos os pontos do fluxo. Se a relação da força de atrito e força de inércia for igual em pontos semelhantes P1 e P2, então teremos também fluxos semelhantes. O assim chamado número de Reynold crítico Recrit depende da viscosidade cinemática v, da vazão Q do fluido e da geometria / tubulação do fluxo. Se o número de Reynold de um fluxo é menor que Recrit, então o fluxo é laminar. Com valores acima de Recrit teremos um fluxo turbulento. Exemplo: Recrit para óleos situa-se entre 1900 e 3000. Bombas e motores Valores de limpeza Ci Ci Cleanliness values 1 6 11 Ultrassom -4 Lava jato Grupos construtivos Para todos os métodos de extração vale: 1.A lavagem deve ser executada com o fluxo mais turbulento possível 2.O fluido utilizado deve apresentar uma ação de dispersão. 3.Todos os canais e superfícies relevantes devem ser atingidos pelo fluxo 4.Através de pulsação durante a lavagem a eficiência da lavagem é melhorado Amostragem 3 4. Lavar e enxaguar A limpeza de componentes e sistemas completos (como p.ex. bombas, sistemas Common-Rail etc.), que passam por uma bancada de lavagem ou de teste, pode ser determinada sob determinadas condições mediante a limpeza do fluido de teste. Para validar este método de análise indireto, são executados anteriormente investigações paralelas manuais. Se com isso pode ser estabelecido uma correlação entre um valor manual e automático / indireto, futuramente a análise do valor indireto pode ser escolhido como padrão de qualidade. Este método é adequado para, com exames de série, documentar de maneira rápida e simples a limpeza de mercadoria fornecida. A meta deste monitoramento contínuo da limpeza é o controle Sacudir Figura 9 Figura 5: Tabela de aplicação de extração conforme ISO 18413 (dependendo do componente recomenda-se diferentes métodos de extração) Figura 6 + 7: Pelo comportamento do declínio fica evidente, se o conceito selecionado para a limpeza do componente é correto ou ainda precisa ser ajustado respectivamente modificado Figura 8: Exemplo para um comportamente de declínio bem sucedido Figura 9: Veículo de laboratório móvel da HYDAC Figura 10: Redução bem sucedida do número de partículas P 10.110.1.0/11.14 P 10.110.1.0/11.14 3. Esguichar / Lavar com pressão Sob os conceitos „Esguichar / lavar com pressão“ entendese, em contexto com a limpeza de componentes, a aplicação tópica do fluido de teste sobre o componente mediante um jato livre. O efeito de limpeza resulta em grande parte pela transmissão de impulso durante o impacto do jato sobre o objeto. Pelo escoamento do fluido de análise resulta um componente de lavagem. Este método é utilizado para componentes que apresentam superfícies de fácil acesso. Além disso é utilizado também para componentes nos quais somente partes da superfície devem ser analisadas. sem comportamento de declínio Método de extração Amostragem 2 2. Método de ultrassom Com extração por ultrassom é designada a ação de vibrações mecânicas na faixa de 20 – 60 kHz através de um meio fluido sobre a superfície do objeto de teste. Neste caso a limpeza ocorre ou em banhos de imersão, cujos fundos e paredes laterais são guarnecidas com elementos vibratórios de ultrassom, ou por meio da introdução de sonotrodos emissores de ultrassom nas cavidades do componente cheias de fluido. Nisso, o efeito de limpeza removedor de partículas se baseia nos altos picos de pressão que ocorrem com a implosão de bolhas de cavitação. O método de ultrassom é particularmente apropriado para peças pequenas e componentes nos quais todas as superfícies devem ser analisadas. Peças fundidas ferruginosas, se possível, não deviam ser tratadas com ultrassom, sendo que aqui eventualmente o carbono depositado na fundição é solto, falsificando assim o resultado. Peças e componentes Amostragem 1 Este método só é aplicado raramente, sendo que manualmente quase não é reproduzível. No entanto, quando utilizados autômatos de sacudir a reprodutibilidade dos resultados é garantida. Este método é aplicável p.ex. para peças do grupo 1, quando devem ser analisadas superfícies internas de fácil acesso. da segurança de processo referente à limpeza do sistema quando do fornecimento. Quantidade de par tículas forma. O fluido utilizado para a análise é coletado e filtrado. Métodos de extração Gravimetria [mg/BT]mg/BT] Limpeza técnica Nos dias de hoje, já não é opção, e sim uma obrigação. 5 Efeito da ação de dispersão O fluido de teste utilizado deve ter um efeito de dispersão para que as partículas possam ser soltas e transportadas. Isto ilustra um exemplo na bancada de teste de lavagem automática: Óleos de lavagem especiais de baixa viscosidade, com base em óleos minerais, podem contribuir de forma significativa para melhorar a ação da lavagem. Eles diminuem as forças de aderência entre a partícula de sujeira e a parede do tubo. Estes tipos de óleos de lavagem devem ser compatíveis com o fluido operacional empregado em seguida. Fluidos incompatíveis entre si podem causar forte formação de espuma, bloqueio de filtros e formação de lodo do sistema durante subseqüente operação. Fluxo pulsante Um fluxo pulsante respectivamente a reversão do sentido do fluxo também provoca uma melhor separação das partículas aderidas. Neste caso o efeito principal é causado pelas forças alternadas sobre as partículas a serem removidas. O mesmo efeito é conseguido p.ex. com ultrassom. Determinação do correto método de extração A fim de poder entender qual método de extração é o mais apropriado para um respectivo componente, é necessário averiguar o método correto através de uma assim chamada curva de declínio. Curva de declínio Havendo necessidade de fazer uma amostragem num novo componente, então é importante definir exatamente qual o mais conveniente método de amostragem, de modo que, mais tarde, componentes iguais também podem ser analisados exatamente da mesma maneira e com isso possam ser obtidos resultados representativos. Para elaborar uma assim chamada curva de declínio, um componente é submetido a repetidas amostragens em condições antes bem definidas (método, ambiente, volume, pressão e outras). Após cada amostragem a membrana obtida é avaliada. A característica de declínio é considerada de sucesso, quando a gravimetria e o número de partículas diminuem continuamente. As figuras 6 e 7 evidenciam que o método de declínio para o componente no qual deve ser feita amostragem não é apropriado. P 10.110.1.0/11.14 O mais tardar, depois da 6ª amostragem, o resultado deve ser ≤ 10% da soma obtido em todas as amostragens. (veja figura 8). Se é este o caso, então o método sob as condições definidas é considerado apropriado, respectivamente o critério de declínio é cumprido. 6 Se a curva de declínio não é cumprida, isto pode ter sido causado por influências de material ou zonas mortas, contaminação do tipo filme ou revestimentos. Neste caso pode-se obter curvas de declínio implausíveis. Não podendo determinar um comportamento de declínio, a causa pode estar na característica do material. Numa amostragem de peças de fundição ferrosa com ultrassom, pode ocorrer p.ex. que partículas de carbono se desprendem, falsificando o resultado. Motivos para um comportamento de declínio alterado também podem ser contaminações do tipo filme, que tanto só podem ser lavados descontroladamente, ou nos quais grudam partículas e não são desprendidas de modo definido. Em tais casos a análise deve ser repetida com parâmetros de análise alterados até que o critério de declínio seja atendido. Uma curva de declínio só é elaborada uma vez para um grupo construtivo. Os parâmetros, no caso de uma amostragem de sucesso, são precisamente documentados. Análises subsequentes deveriam ser efetuadas segundo estes parâmetros para assegurar resultados representativos. Execução de uma análise de componente Quando fornecidos, os componentes devem estar sempre no estado original, livre de óleo, graxa e contaminação de água, bem identificados e embalados individualmente em sacolas plásticas. A embalagem e o transporte não devem causar alterações da contaminação condicionada à produção. A embalagem deve garantir um transporte livre de fricção sem contaminação posterior. Se está se usando o processo de esguicho no aparelho de extração (por exemplo na Unidade de Teste de Contaminação Unit „CTU“), o mesmo deve ser preparado e lavado diversas vezes. Segue-se o preparo das membranas de análise que são pré-lavadas com o fluido de teste e num ambiente definido são secadas, esfriadas e pesadas. Em seguida é elaborado um valor em branco da unidade de extração para definir sua contaminação básica. Depois é feita uma tomada de amostra do componente segundo o método de extração previamente determinado. A unidade de extração é reenxaguada com um volume definido e a membrana de análise é retirada, num ambiente definido é secada, esfriada e pesada. Em seguida a membrana pode ser avaliada visual ou óptico, podendo ser elaborado um relatório de análise. Avaliação da membrana de análise Análise quantitativa Gravimetria conforme ISO 4405: A carga de partículas do objeto de exame é determinada por pesagem diferencial. Para isso a membrana de análise seca é pesada antes e depois da filtração por meio de balança de análise apropriada. A gravimetria, no entanto, não permite um depoimento sobre a distribuição de tamanho das partículas. Análise quantitativa Granulometria através de análise ótica / microscopia conforme ISO 16232: Este método é apropriado para avaliar a membrana de análise no que se refere à cobertura de partículas. As partículas Avaliação / Análise Tamanho de partícula em μm Qt. de partículas total Qt. de partículas refletindo 5-15 39.731 6.873 15-25 8.287 1.877 25-50 4.352 2.195 50-100 856 619 100-150 98 79 150-200 42 37 200-400 29 25 400-600 3 3 600-1000 0 0 > 1000 1 1 Abertura de poros da membrana 5 µm Soma / Componente 0,6 mg Figura 11 Figura 13 Figura 12 70000 63958 60000 50000 Figura 14 Bauteilanforderungen: Exigências ao componente: Kein Partikel >600µm Nenhuma partícula >600 μm Avaliação: Componente não em ordem Bewertung: Bauteil n.i.O! 40000 30000 Ultrassom 6154 10000 Figura 15 Componente Método de extração 16943 20000 0 Inspeção direta 22727 1121 307 5-15 15-25 25-50 50-100 100150 Partikelgrößen in µm Tamanho de partícula em μm 150200 214 200400 15 400600 4 2 Esguichar (lavar a jato) 600- > 1000 1000 Sacudir/agitar Filtração através de membrana Método de análise Gravimetria Lavar/ Bancada de teste Microscpia REM-EDX Contador ótico de luz (líquidos) Documentação Figura 16 Figura 11: Avaliação de uma membrana de análise Figura 12: Uma partícula de fundição sob o microscópio Figura 13: Vista de um lugar de trabalho no laboratório do FluidCareCenters da HYDAC Figura 14: Contaminação em forma de metal e fibras Figura 15: Exigência de componente com referência ao tamanho da partícula Figura 16: Diversos métodos de extração para determinar a sujeira residual sobre componentes P 10.110.1.0/11.14 Limpeza técnica Nos dias de hoje, já não é opção, e sim uma obrigação. 7 Limpeza técnica Nos dias de hoje, já não é opção, e sim uma obrigação. P 10.110.1.0/11.14 m ge va /la Análise de cadeia de processos: na pista da sujeira Análises de cadeias de processo são executadas para poder tirar conclusões sobre onde as partículas críticas se originam ou onde são carregadas pelo sistema. Além disso, é oferecido suporte para no futuro remover esta contaminação do processo, evitar surgimento de partículas e otimizar o processo e Água dto men resfria de e da ca Anális nto orame cnica peza té es · Lim diçõ de con gem Recicla , e óleo gem d emulsões Recicla de o ã ç a elimin esca Água fr ada ntraliz ção ce Produ B a onit sos · M tório Labora ste de te ancada limpez roces ia de p za 8 A limpeza técnica abrange os temas averiguações de limpeza de componentes, análises de cadeia de processos, instalações de laboratórios e equipamentos de análise, assim como o tema „especificação de limpeza“. A HYDAC elabora para os clientes especificações de limpeza da mesma forma como para os próprios produtos. As especificações são geralmente baseadas nas diretrizes da VDA volume 19 / ISO 16232 e os valores-limite referem-se Se apenas um componente dentro de uma grande série é designado como não em ordem, este poderia ser considerado seguramente como “errante”. Tais regulamentações, referente a peças ou componentes “errantes”, deviam ser definidas claramente nas especificações de limpeza. Se dentro de uma série vários componentes são avaliados como não em ordem, ou se até uma série inteira fica reprovada na análise, recomenda-se examinar a cadeia de processos, pela qual passa o componente, mais de perto e até questionar. Valoreslimite excedidos são um indício de pontos fracos dentro da cadeia de processos. ção de Instala pe Limpeza técnica – de âmbito mundial A Alemanha é o precursor na questão de „Limpeza técnica“. Também internacionalmente o interesse neste tema tem crescido. Por isso também no exterior a HYDAC se coloca à sua disposição com especialistas na questão de „Limpeza técnica“. Através do know-how na limpeza técnica, os especialistas da HYDAC não só analisam componentes e lhe dão apoio na otimização do processo, eles também orientam no planejamento, preparo e equipamento de laboratórios de limpeza. Unidades de extração da HYDAC se encontram em operação em todo o mundo. Para cada cliente, cada exigência, cada componente, encontra-se na oferta o sistema mais adequado. Na especificação de limpeza para componentes são geralmente definidos os seguintes pontos: 1. Meta da especificação de limpeza 2. Faixa de validade 3. Escopo e ciclos de exame 4. Coleta de amostra 5. Método de análise 6. Método de avaliação 7.Precisão 8. Fluido de testa a ser utilizado 9. Documentação 10. Valores de limite 11. Procedimento no descumprimento da especificação zada centrali ão des Produç m O cliente tem a possibilidade de que o HYDAC FluidCareCenter (além de análises de fluido e filtração) execute a averiguação da limpeza de componentes. A HYDAC também oferece um „Atendimento no local“: Veículos de laboratório da HYDAC são equipados com unidades de extração (p.ex. CTUs) e equipamento de análise (p.ex. um microscópio automático de contagem). Assim podem ser efetuadas análises diretamente no local. Havendo problemas, a HYDAC lhe fornece conselhos e apoio "just in time". Elaboração e estrutura de uma especificação de limpeza A produção de componentes e sistemas segundo especificações de limpeza garante que a qualidade de entrega permanece constante. Antes da elaboração é muito importante de esclarecer quais são os componentes mais sensíveis do sistema. Os componentes individuais ou áreas do sistema deviam ser divididos em categorias de acordo com a sensibilidade: A = pouco sensível a partículas, p.ex. sistemas de baixa pressão com grandes tolerâncias de folga B = sensível a partículas, p.ex. sistemas de baixa pressão com pequenas tolerâncias de folga C = muito sensível a partículas, p.ex.. sistemas de alta pressão com pequenas tolerâncias de folga e altas exigências a sistemas relevantes à segurança. Para cada uma destas categorias de limpeza é determinado um valor máximo da contaminação de partículas. Ademais são definidas as purezas de fluido dos fluidos individuais de processo e de sistemas. Li Especificações de limpeza Em firmas da indústria automotiva, agricultura e máquinas de construção estes métodos para averiguar a limpeza técnica são aplicados e utilizados. Neste caso, as assim chamadas especificações de limpeza são elaboradas e também transmitidas para os fornecedores para controlar e cumprir as exigências aos componentes. Estas análises são executadas na sua maioria em laboratórios internos ou externos, instalados especialmente para análises da limpeza de componentes. na maioria à carga de sujeira, assim como ao número máx. permitido e tamanho das partículas sobre os componentes. e ante d lubrific Fluidosfriamento re fluidos tral de ção ceen resfriamento ra a p re P antes d lubrific Figura 19 Figura 20 Figura 21 Figura 19: A análise da cadeia de processos considera toda a linha de produção como aqui num exemplo da área automotiva. Figura 20: Módulos de teste de contaminação da HYDAC Figura 21: Determinação da contaminação de partículas de uma membrana de análise em laboratório da HYDAC Figura 22: Unidade de Teste de Contaminação da HYDAC Figura 22 P 10.110.1.0/11.14 separadas durante a filtração do fluido de análise podem ser medidas e contadas. Conforme as exigências são empregados microscópios luz-ópticos e/ou microscópios eletrônicos de exploração. O resultado fornece a distribuição de tamanho das partículas, principalmente número, tipo e tamanho das partículas detectadas sobre a membrana de análise. O microscópio capta contrastes claro-escuro sobre a membrana e os interpreta como partículas. Da mesma forma são captadas partículas refletoras que fornecem informações sobre eventuais partículas metálicas (compare figura 14). A figura 11 mostra um exemplo para a avaliação. Especificação e análise 9 Limpeza técnica Nos dias de hoje, já não é opção, e sim uma obrigação. P 10.110.1.0/11.14 Análise geral da cadeia de processos Quais os passos de processo que são considerados em detalhes? Que questões existem? Aqui alguns exemplos: Fornecedores Como os componentes são recebidos? Condição de limpeza? Logística: A limpeza da embalagem está em relação à limpeza de componente exigida? Produção: Condição e tipo das ferramentas de usinagem? Instalações de limpeza de peças e componentes: Como e com que é lavado? Efetividade? Geometria dos bicos injetores? Filtração dos fluidos de limpeza? Montagem do componente: Montagem com geração de cavacos de válvulas ou outros componentes? Bancada de teste: Controle da qualidade do fluido, p.ex. por meio de medições da condição do óleo? 10 Principais penetrações de contaminação Os funcionários têm uma grande influência sobre a limpeza técnica nos passos individuais de processo. Devido ao desconhecimento, a pouca sensibilização com o tema limpeza técnica e a falta de relacionamento com o produto, podem contribuir significativamente para a penetração e transmissão de partículas. Através de treinamento, integração no processo (assim como na análise da cadeia de processo), esquema de sugestões ou foros de discussão, funcionários podem ser mais estreitamente envolvidos no assunto. Os operadores podem encarar seu trabalho no produto com mais sensibilidade, identificando-se melhor com seu trabalho. O tema limpeza técnica depende de pessoal treinado e sensibilizado. Neste caso, com pequenos meios já é possível economizar grandes custos. Em geral a cadeia inteira de processos é considerada. : Se, através de análise do componente, constatou-se que a unidade de limpeza de peças utilizada não consegue retirar a sujeira do componente com eficácia, porém trabalha como mero distribuidor de sujeira, pode-se reduzir a análise da cadeia de processo para este passo de processo, a fim de orientar a otimização. Através de modificação e controle do fluido de lavagem, da filtração, mas também da correta posição dos componentes no processo de lavagem, da geometria dos bicos injetores e do correto processo de limpeza, pode-se alcançar valores de limpeza otimizados. Também é muito importante o correto posicionamento da unidade de lavagem de peças dentro da cadeia de processo. Isto pode ser decisivo para a limpeza do componente. No passado a HYDAC executou numerosas análises de cadeia de processos em unidades de limpeza de peças. Com isso os valores de limpeza puderam ser melhorados em até 19 vezes. Estas análises são executadas por funcionários da HYDAC com conhecimento no assunto e que podem recorrer a muitos anos de experiência. Hoje em dia as análises acontecem em todos os ramos industriais onde partículas críticas podem causar panes de instalações e sistemas. Assim, também nas fábricas do grupo HYDAC são executadas regularmente análises de cadeia de processos, para aumentar a qualidade, atender ainda melhor as exigências de clientes assim como assegurar a satisfação e confiança dos mesmos. Desenvolvimento e perspectiva Nos últimos 10 a 15 anos aconteceram uma série de mudanças na área da limpeza técnica. O desenvolvimento e a otimização seguem adiante. As exigências à limpeza técnica estão crescendo continuamente, como também o número dos ramos industriais que precisam observá-la e reconhecer as vantagens e as necessidades da limpeza técnica. Entretanto fazem parte não mais só os ramos automotivo como também a indústria de máquinas agrícolas, florestais, construção civil e veículos de municípios, porém também o ramo de usinas hidrelétricas, termelétricas, eólicas, técnica aeroespacial, indústria elétrica, técnica medicinal, técnica solar e de meio ambiente, bem como indústria óptica e aeronáutica. Uma tendência crescente é o desejo por análises de limpeza de componentes que acompanham a produção. Hoje em dia as análises acontecem geralmente em laboratórios de limpeza centrais. Uma análise integrada no processo, por motivos de capacidade, é assim praticamente impossível e tempos de espera por resultados de análises são pré-programados. Em resposta a este desejo, a HYDAC desenvolveu o CTM-FA. Este analisador de fluido foi concebido como módulo para a determinação do número de partículas conforme ISO 16232. O fluido de análise é preparado automaticamente e por meio de um contador de partículas óptico diretamente avaliado. Esta solução pode ser usada tanto na indústria automotiva e de seus fornecedores, como também na construção de motores e transmissões para a hidráulica móbil. Pelo progresso das tecnologias em todos os ramos industriais, por exemplo, nos termos de proteção ambiental, economia de custos e eficiência energética, são desenvolvidos novos processos que também terão que considerar o tema da limpeza técnica. “Hoje em dia, especialmente na indústria automotiva, acontecem muitos desenvolvimentos em direção a „acionamentos alternativos”. A pedido de cliente, a HYDAC desenvolveu um aparelho de coleta de amostra para o abastecimento de hidrogênio (compare artigo „Unidade de coleta de amostra para postos de abastecimento de hidrogênio“ no capítulo „Tecnologia de comando e regulação“). A pureza do combustível de veículos movidos a hidrogênio é um fator básico para a vida útil e eficiência das células de combustível. Com a ajuda da ferramenta de amostragem PSA-H70, a limpeza técnica do hidrogênio pode ser monitorada onde ocorre o abastecimento. Diretamente conectado ao posto de abastecimento de H2, as contaminações são depositadas sobre a membrana durante o abastecimento. Terminado o processo de abastecimento, o aparelho de coleta de amostra é desacoplado, a membrana é retirada e analisada num laboratório. Após troca da membrana, o aparelho de tomada de amostras está novamente pronto para operar. A HYDAC oferece a limpeza e análise como prestação de serviço. a redução de custos e com isso da conservação, garantia e aumento da satisfação do cliente. Em combinação com a análise da cadeia de processo a limpeza técnica é uma ferramenta para otimização econômica de processo pelo lema „tão econômico quanto possível, tão otimizado quanto necessário“. Fontes: Gerenciamento da contaminação na prática (HYDAC Filter Systems) Norma HYDAC: HN 18-50 Limpeza técnica, exigências, exames QS Wikipedia Devido às exigências mais elevadas referente à limpeza técnica, a HYDAC projetou uma bancada de lavagem de acabamento que é utilizada na produção. Nesta instalação diferentes linhas de combustível são lavadas para uma limpeza final de 0 partículas > 50 µm. Entrementes a segunda instalação já está em funcionamento. No futuro, exigências crescentes à limpeza técnica em outros componentes também podem ser realizas através de bancadas de lavagem HYDAC especialmente adaptadas. Figura 23 Estes são apenas dois exemplos de como a limpeza técnica encontra seu caminho em cada vez mais processos e é reconhecida como ferramenta para a melhoria da qualidade de componentes produzidos. Ela permite a redução de retrabalhos, diminuição de casos de reclamação, serve para Figura 23: Utilização de bancada de lavagem de acabamento para a limpeza de linhas de combustível para uma limpeza final de 0 partículas > 50µm Limpeza técnica em resumo: Exigência da indústria por componentes limpos de limpeza mensurável Análise de sujeira residual para determinar a limpeza de componente e fluido atual Considerável melhora da qualidade e prevenção das assim chamadas panes de zero quilômetros Análise da cadeia de processos (PKA) como chave para alcançar limpeza técnica em toda a produção Numa análise da cadeia de processos todos os passos de processo são examinados mais de perto Importância muito alta para a indústria automotiva e indústria fornecedora P 10.110.1.0/11.14 inteiro. Neste caso é importante que ocorra uma estreita colaboração junto com o cliente. Em alguns casos torna-se necessário e útil de sentar à uma mesa com os fabricantes de máquinas e seus usuários, para juntos discutirem os problemas. Toda a cadeia de processos é considerada e levantada, passos individuais do processo são documentados e pontos fracos registrados. Junto com o cliente os resultados são discutidos e possibilidades de otimização são consideradas. Uma vez que as medidas de otimização foram executadas, sua eficiência é testada através de averiguação de limpeza de componente. O princípio orientador da análise de cadeia de processos devia ser sempre: „Tão otimizado quanto necessário, tão econômico quanto possível“. 11