Anais do VII Seminário de Iniciação Científica SóLetras – CLCA – UENP/CJ - ISSN 18089216
ANÁLISE DA ENTREVISTA “CHEGA DE ASNICES” DE NAPOLEÃO MENDES DE
ALMEIDA
Celeida Acosta
Franciele Vilela de Souza
Lariane Coradini
(Gda- CLCA-UENP/CJ)
Marilúcia dos Santos Domingos Striquer
(Orientadora – CLCA – UENP/CJ)
Introdução
A linguagem é o meio mais fácil de aproximar pessoas, independentes do
lugar onde elas estejam ou ocupem, da época em que elas se encontram ou, até mesmo, da
nacionalidade de cada um. No caso da nossa língua portuguesa, mesmo carregada de culturas
diferentes que a constituíram, ela é a maior expressão de nossa nacionalidade, de nossa
identidade.
Vista dessa forma, como algo natural, como algo que constitui e identifica
um povo e ainda promove que este participe da sociedade, nas diferentes situações
comunicativas existentes em uma sociedade, o estudo da língua portuguesa só consegue ser
completo se abranger também a gramática da língua. O que não significa que a língua
portuguesa é um amontoado de regras gramaticais, ou seja, que a língua seja só isto.
Como em qualquer área de trabalho, existir um método, um ponto de vista
para que se possa analisar vários assuntos, no caso da nossa língua o meio de analise e
classificação podem ser divididos em três diferentes pontos de vistas, segundo Possenti
(1996), como:
1) conjunto de regras que devem ser seguidas.
2)conjunto de regras que são seguidas.
3)conjunto de regras que o falante da língua domina. (p. 64)
Mesmo assim, o senso comum, e alguns especialistas que estudam a língua,
ainda designam a língua portuguesa apenas como sinônimo de gramática normativa. Contudo,
essa visão promove diversos equívocos, como as aversões ao estudo da língua, por
compreender que ela é muito difícil, muito cheia de regras e ainda que toda regra tem
exceção, fala comum de muitos usuários da língua portuguesa
Um outro exemplo é a formação de defensores radicais do ensino
gramatical, como, por exemplo, Napoleão Mendes de Almeida, conhecido filólogo e
359
Anais do VII Seminário de Iniciação Científica SóLetras – CLCA – UENP/CJ - ISSN 18089216
gramático brasileiro, que afirmava que somente o cidadão que domina as normas gramaticais
pode ser chamado de falante da língua portuguesa. Durante o decorrer desse artigo faremos
uma exposição mais abrangente, especificamente, das ideias de Napoleão Mendes de Almeida
contidas em uma entrevista ao repórter Okky de Souza, publicada nas páginas amarelas da
Revista Veja, de 24 de fevereiro de 1993. Data de uma das últimas entrevistas dadas pelo
gramático a um veículo de grande circulação nacional antes de seu falecimento, em 1998.
Napoleão e as concepções de língua portuguesa a partir dos diferentes conceitos de
gramática da língua
Napoleão Mendes de Almeida foi um importante filólogo e gramático do
nosso país. Fundou em 1938, um curso de português e latim por correspondência, e a partir de
então, começou a corrigir milhares de alunos. Autor de obras como “Gramática Metódica da
Língua Portuguesa”, a qual vendeu 540.000 exemplares em 38 edições; o “Dicionário de
Questões Vernáculas”, que vendeu 20.000 cópias, e de livros que abordam questões
filosóficas.
Marcos Bagno, professor do Departamento de Línguas Estrangeiras e
Tradução da Universidade de Brasília, doutor em filologia e língua portuguesa pela
Universidade de São Paulo, tradutor, escritor com diversos prêmios e mais de 30 títulos
publicados (http://pt.wikipedia.org/wiki/Marcos_Bagno), é um crítico atuante de Napoleão.
Em suas criticas, Bagno (2007) afirma que Napoleão é “o mais respeitado e renomado
propagador do preconceito linguístico por meio de comandos paragramáticais no Brasil” (p.
100). Como prova de sua afirmativa, Bagno cita o verbete do famoso Dicionário de Questões
Vernáculas de Napoleão, o qual se inicia assim:
Os delinqüentes da língua portuguesa fazem do principio histórico “quem
faz a língua do povo” verdadeiro motor para justificar o desprezo se seu
estudo, de sua gramática, de seu vocabulário esquecendo de que a falta de
escola é que ocasiona as transformações, e deteriorações, o apodrecimento
de uma língua. Cozinheiras, babás, engraxates, trombadinhas, vagabundos,
criminosos é que devem figurar, segundo esses derrotistas, como verdadeiros
mestres de nossa sintaxe e legítimos defensores do nosso vocabulário
(BAGNO, 2007, p. 100).
Assim, demonstra-se que além de preconceituoso com a língua
Napoleão tem um profundo preconceito social, ou seja, preconceito contra as pessoas que,
muitas vezes, pela própria profissão mesmo, entre outros problemas econômicos e sociais, não
360
Anais do VII Seminário de Iniciação Científica SóLetras – CLCA – UENP/CJ - ISSN 18089216
tiveram oportunidade de estudar. Podemos também encontrar capítulos nas obras de Napoleão
que ele se refere a nossa língua como: língua de cozinheiras e de infelizes caipiras. O que
segundo a Diretriz Curricular de Língua Portuguesa do estado do Paraná (DCE) (PARANÁ,
p.38) os princípios democráticos, ou seja, a discriminação, seja ela de qualquer forma, não
tem razão de ser baseada em religião, raça, credo político. Nesse caso então, nem por
utilização de diferentes variantes da língua.
Napoleão também afirmava que a literatura morreu em 1908 juntamente
com Machado de Assis, e ainda desprezava toda a literatura modernista afirmando que:
Escritor é o que eu forma conteúdo; aquela terá quem conhece o idioma; este
quem tiver erudição e principalmente, cultura. Se somente a forma, temos o
frívolo, se somente o conteúdo, temos o técnico; se as duas coisas, temos o
escritor; se nenhuma delas, teremos o...modernista. (MENDES, apud
BAGNO, 2007, p.101).
Do mesmo modo, na entrevista em análise Napoleão afirma que o português
falado no Brasil é muito ruim, ele acredita que por esse motivo, nosso povo tem medo das
regências e concordâncias, passando assim a ter vergonha de usar construções corretas nas
frases usadas no dia-a-dia. Para ele o maior veículo de erros e enganos gramaticais é a
televisão, ele afirma ainda que os efeitos nocivos causados sobre o português que o povo fala
é muito grande, ele diz que é mais difícil falar bem do que escrever bem, pois para se
escrever, temos tempo para pensar. Segundo Napoleão só as pessoas acostumadas a falar bem
deveriam lançar mão desse meio de divulgação que é a televisão. Cita ainda que são criadas
invencionices para dar nomes aos programas, e dá como exemplo o programa televisivo que
existia a algumas décadas atrás, Os Trapalhões, dizendo que essa palavra não existe em
português, o verbo é Atrapalhar, quem atrapalha portanto é ATRAPALHÃO. E, termina
questionando para que tirar o A da palavra?
Fala ainda sobre erros em noticiários e novelas, dizendo que esse é um dos
motivos que o obrigam a trocar de canal da televisão, pois tem repugnância de ouvir
interlocutores dizendo ‘tontices’. Critica também o padre Manuel Bernardes tradutor da
oração do Pai-Nosso por ‘Não deixeis cair em tentação’. Assim como está errada, de acordo
com ele, a passagem do Evangelho de São Marcos que diz ‘Deixai vir a mim os pequeninos’.
Napoleão na entrevista se diz um homem de pouca leitura, dando
preferência à leituras de revistas inglesas e francesas, pois sabe que nelas sempre encontra
respectivos idiomas escritos de maneira correta. Finalizando essa sua afirmação com a frase:
“É uma prova de civismo estudar a própria língua”. Sendo assim contraditório.
361
Anais do VII Seminário de Iniciação Científica SóLetras – CLCA – UENP/CJ - ISSN 18089216
Napoleão, na entrevista aponta Alexandre Herculano e Eça de Queiroz
como autores de obras atraentes, pois tais obras obrigam os leitores a irem até o dicionário
pelo menos duas vezes por página, o que para ele é um bom sinal. Nesse sentido, critica os
autores de livros que não colocam palavras que obriguem os leitores a irem ao dicionário,
afirmando que esses livros não têm períodos longos, e nem concatenação em subordinações e
que isso acontece porque o autor não conhece conjunções, ou que tem medo de usá-las porque
não sabem usar o verbo de acordo. Ou seja, todo o estilo do autor, ou até mesmo o estilo do
gênero em questão sendo produzido pelo autor é totalmente desconsiderado por Napoleão. O
que importa para ele, ou, o que só importa para ele são as construções gramaticais da língua,
ou como ele mesmo designaria, as boas construções gramaticais, aquelas que seguem
fielmente a língua padrão, a gramática normativa.
A respeito da língua falada, o entrevistador pergunta a Napoleão sobre
como falam os políticos brasileiros. Como já era de se esperar, a resposta é:
Os que falam bem são exceções, e há muito poucas. Dizia-se que Collor
falava bem, mas ele escorregava, não sei se nesses meios tempos resolveu
estudar gramática. Já o Lula usou uma frase muito interessante quando era
candidato à presidência. Ele dizia “VOTI NI MIM”. E quando perguntado se
Lula deveria estudar gramática temos uma resposta surpreendente: Ele
tentou. Lula chegou a se matricular no meu curso, mas não chegou a
responder à primeira lição escrita nem pagou a segunda mensalidade.
Simplesmente desapareceu. Depois de certo tempo acabamos rasgando a
ficha dele, na limpeza do arquivo. Rasguei com prazer, depois de uma greve
dos metalúrgicos que deu o maior prejuízo ao país.
Podemos observar mais uma prova da preocupação com a língua como
sinônimo de gramática, e ainda a preocupação com a língua falada como espelho da língua
escrita, sem a consideração que elas sofrem modalizações diferenciadas.
Ainda sobre a língua falada, o entrevistador questiona o entrevistado sobre
se existe rejeição de parte de Napoleão em relação ao português falado pelos sertanejos, que
são carregados de regionalismo. Ele afirma que não, mas finaliza com a afirmação: “Eu
respeito. Não vou interromper uma conversa para dizer ao interlocutor que o certo é dizer ‘nós
vamos’ e não ‘nós vai’. A verdade é que em termos de vocabulário há regionalismos muito
interessantes”. Ou seja, encontramos aí, mais uma vez, uma contradição. Ele diz que respeita,
não interrompe a conversa, mas considera errado a fala “nós vai”, isto é, não considera o
regionalismo, a língua de alguém que está inserido em lugar específico, em uma sociedade
específica, que se utiliza de uma língua com variantes.
362
Anais do VII Seminário de Iniciação Científica SóLetras – CLCA – UENP/CJ - ISSN 18089216
Na entrevista, Napoleão afirma ainda que o português falado no Brasil,
desde muito tempo atrás, tem péssimas acentuações, mas acredita que se tentarmos melhorálo ficará ainda pior. Além disso, ele afirma que a ortografia espanhola tem mais bom senso
que a portuguesa, pois diz que existem palavras espanholas com o mesmo significado que as
portuguesas, mais ao contrário da nossa, elas levam acentos nos verbos, o que para ele, é
considerado totalmente adequado, pois ele acredita que nada mais certo do que separar o
substantivo de verbo.
Sobre as gírias, Napoleão diz que não é contra, afirmando que elas são um
fenômeno normal que revelam a saúde do idioma, mas ao terminar sua fala, comenta que as
gírias permanecem na língua cerca de seis meses a um ano, o que nos leva a compreender
então que ele não é contra porque elas não perduram, por isso, talvez, nem mereçam destaque
em seus estudos. No que diz respeito aos neologismos, ele também diz aceitá-los, afirmando
que eles são necessários, pois se há invenções precisamos dar nome a elas.
Uma outra questão levantada pela Revista Veja, que ao nosso ver perpetua o
radicalismo do autor em relação a tudo que não seja ao uso da língua padrão, é sobre a
Academia Brasileira de Letras. Como resposta Napoleão explicita:
Sabe quantas vezes Rui Barbosa esteve na Academia? Uma única. Euclides
da Cunha nunca precisou dela. Monteiro Lobato idem. Mas há escritores que
são fregueses das academias de letras que se espalham pelo país. A
Academia não contribui em nada para a melhora do idioma.
A Academia Brasileira de Letras, conforme consta em seu site oficial,
www.academia.org. br, tem papel da maior importância na cultura brasileira, tanto pelo relevo
dos seus integrantes quanto pela variedade de atividades: sólida linha de publicações em
lexicografia; prêmios literários; programação de conferências, palestras, concertos e
espetáculos teatrais; exposições temáticas que realiza; divulgação do acervo e das tradições.
Destaca-se a riqueza de seu Arquivo (aberto a pesquisadores) bem como a da Biblioteca. Um
dos setores mais atuantes é o Centro de Memória, criado em 1997. Ao Centro de Memória
cabe a guarda e a preservação dos acervos arquivísticos e museológicos, bem como a
promoção da pesquisa e a difusão das informações sobre seus acervos. Tudo isso,
completamente desconsiderado por Napoleão.
Uma outra questão que merece destaque é quando a revista pergunta “desde
quando o brasileiro fala e escreve mal?”. O que para Napoleão tem explicação histórica. Para
ele tudo começou com a revolução de 30, quando surgiram as férias de julho, quando os pais
363
Anais do VII Seminário de Iniciação Científica SóLetras – CLCA – UENP/CJ - ISSN 18089216
relaxam para deixar seus filhos descansarem um pouco da escola, sem perceberem que na
realidade, estão prejudicando seus filhos. No mesmo sentido, aponta ainda a pobreza de horas
diárias de aula no curso primário, pois em países mais desenvolvidos são pelo menos oito
horas de aulas. No Brasil, segundo ele, o aluno vai a escola para comer, e segue ainda fazendo
uma série de acusações em relação ao salário que os professores recebem, e mostra até um
certo ímpeto, ao citar que professores de artes ganham o mesmo que um professor de
matemática ou português, que obviamente tem muito mais trabalho em suas disciplinas do
que em artes.
Muitos dos problemas sociais citados por Napoleão são inegáveis, mas
afirmar que o aluno ao ficar por um período curto fora da escola é prejudicado, como as férias
de julho, é um radicalismo explícito. É evidente que a língua é apreendida socialmente, e a
escola apesar de ser o lugar formal de ensino da língua, não é o único. Muitos outros fatores
sociais fazem com que as pessoas entrem em contato com a língua. O que é importante uma
vez que a língua serve mesmo para socializar as pessoas, para ajudá-las a viverem em
sociedade e se fazerem nela e não apenas para viverem na escola.
Napoleão aponta ainda outras deficiências que, a seu ver, fazem com que o
brasileiro fale mal o seu idioma:
Existe hoje uma indústria do livro didático, comandada por indivíduos
incapazes de montar ou explorar um colégio, um curso que seja. Esses livros
didáticos não têm concorrência, contenham eles as maiores violações
gramaticais e asnices ortográficas. O professor chega ao colégio e já
encontra nas prateleiras os livros que deve usar. Quer dizer que ele não tem
competência para escolher? E quem se julgou competente para escolher? Um
interesseiro. O ensino está entregue a um outro tipo de comércio, o das
apostilas. Não se dá o texto da matéria, apenas apostilas. E qual é o valor das
apostilas no futuro? Nenhum. É progresso encher uma classe de apostilas, de
livrinhos e livrecos sem vulto nem tomo tão inúteis quanto desarrazoados,
sem índices nem remissões? O aluno deveria comprar o livro e o professor
ter em mãos um texto da matéria que leciona. Até há algum tempo, o
professor era obrigado a assinar um diário de aula, relatando que matéria
tinha dado naquele dia. Existe isso hoje? Não. Fala-se mal português por
causa do sistema escolar.
O que podemos afirmar, diante dessa citação, é que não vimos, de forma
alguma, a língua portuguesa como difícil. Na verdade, o problema é a forma como é ensinada
pelas escolas. O problema é o que rotulamos como português, e a péssima mania de alguns
em achar que devemos seguir somente o que o português de Portugal segue, pelo fato de que
foram eles que colonizaram o Brasil (BAGNO, 1999).
364
Anais do VII Seminário de Iniciação Científica SóLetras – CLCA – UENP/CJ - ISSN 18089216
Ao ser questionado, em qual parte do Brasil se fala melhor o português,
Napoleão afirma que talvez seja no Maranhão, pelo simples fato de que um dia, viu um
modesto professor, conversando em latim com sua filha. E termina com a frase: “Isso é
significativo, Oxalá um dia possamos dizer que o Brasil todo fala uma língua disciplinada,
que revele educação, instrução, que revele um país de pessoas formadas para a sociedade”.
Ele não considera o fato de nossa língua ter sofrido diversas influências, ser cheia de gírias e
regionalismo, que marcam nossas diferentes culturas e variações lingüísticas. Napoleão não
considera o percurso histórico da disciplina de português na educação básica brasileira.
Talvez sejam pessoas como o gramático que fazem com que nossa língua
seja chacoteada e até mesmo desprezada por pessoas que ao lerem essa entrevista que ganhou
as paginas amarelas da revista Veja, formem ideias de que o português é algo que não é, e de
que nós não sabemos escrever português, ou que, às vezes, nos levam a pensar: “será que eu
sei falar português?”.
Pautados nos estudos de Travaglia (2002), podemos compreender que
Napoleão é a favor do ensino prescritivo, que faz com que o aluno substitua seu padrão de
atividades linguísticas, considerando inaceitáveis pela norma padrão vista como a única
correta. Contudo, o papel da escola é o de possibilitar que os alunos participem de diferentes
praticas sociais com a leitura, oralidade e escrita para inseri-los nas diferentes esferas de
interação. Dessa forma a escola ajudará que o aluno consiga se integrar de forma ativa em
uma sociedade cheia de conflitos raciais, sociais e políticos (PARANÁ, 2008, p. 48).
Considerações finais
Ao analisar a entrevista de um gramático, visto por nós como radical no que
concerne ao conceito de língua como sinônimo da gramática normativa, nossa pretensão não
foi negar a visão de Napoleão ou colocá-la como errada ou até mesmo como inferior ao ponto
de vista linguístico. Nossa pretensão foi fazer refletir sobre a importância de que os futuros
professores de português, e aqui nos incluímos, tenham conhecimento de como foi o ensino
da língua portuguesa e como ele é hoje, para que num futuro próximo ele seja ensinado de
forma que os alunos tenham mais interesse em estudar nossa língua materna e com ela
conseguirem, de modo eficiente e eficaz, participarem da sociedade.
Referências bibliográficas
365
Anais do VII Seminário de Iniciação Científica SóLetras – CLCA – UENP/CJ - ISSN 18089216
BAGNO, Marcos. Preconceito Lingüístico. O que é, como se faz Loyola, 1999.
PARANÁ. SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO. Diretrizes Curriculares na
Educação Básica – Língua Portuguesa. Curitiba: SEED, 2008.
POSSENTI, Sírio. Porque (não) ensinar gramática na escola. Campinas-SP: Mercado das
Letras,1996.
Revista VEJA, 24 de fevereiro de 1993. Entrevista: Napoleão Mendes de Almeida. Páginas
amarelas - Okky de Souza.
TRAVAGLIA, Luis Carlos. Gramática e interação: uma resposta para o ensino de gramática
no 1º e 2º graus B. ed. SP: Cortez, 2002.
Para citar este artigo:
ACOSTA, Celeida ; SOUZA, Franciele Vilela de; CORADINI,
Lariane. Análise da
entrevista “chega de asnices” de Napoleão Mendes de Almeida. In: VII SEMINÁRIO
DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA SÓLETRAS - Estudos Linguísticos e Literários. 2010.
Anais... UENP – Universidade Estadual do Norte do Paraná – Centro de Letras, Comunicação
e Artes. Jacarezinho, 2010. ISSN – 18089216. p. 359 – 366.
366
Download

Celeida Acosta