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A distribuição dos grandes municípios do Paraná é de
certa forma bem homogênea. No leste a Região
Metropolitana de Curitiba (RMC) engloba diversos
municípios, contando com cerca de 3 milhões de
habitantes. No norte Londrina e Maringá polarizam outra
região fortemente povoada. No oeste o município de
Cascavel com quase 300 mil habitantes e Toledo com
aproximadamente 120 mil habitantes criam outra zona
fortemente povoada, além de Foz do Iguaçu, que
juntamente com Ciudad del Este no Paraguay e Puerto
Iguazu na Argentina formam uma aglomeração de quase
700 mil habitantes. A região central do Paraná a despeito
da baixa densidade populacional ainda sim conta com
Guarapuava com cerca de 160 mil habitantes e Ponta
Grossa, um pouco mais ao leste, com mais de 300 mil
habitantes.
Distribuição da População no Estado do Paraná.
Em ordem os dez municípios mais populosos do Paraná
baseado nas estimativas do IBGE de 2007, são:
Curitiba - 1.851.215 hab.
Londrina - 510.707 hab.
Maringá - 335.511 hab.
Foz do Iguaçu - 325.137 hab.
Ponta Grossa - 314.681 hab.
Cascavel - 296.254 hab.
São José dos Pinhais - 279.297 hab.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE), o estado do Paraná tem uma população de
10.284.503 habitantes. Em relação ao ano de 1991,
quando a população era de 8.415.659, esses números
mostram uma taxa de crescimento anual de 1,4%, inferior
a do Brasil como um todo (1,6% para o ano de 2000).
Ainda segundo o censo de 2000, o Paraná é o sexto
estado mais populoso do Brasil e concentra 5,63% da
população brasileira. Do total da população do estado,
4.826.038 habitantes são mulheres e 4.737.420
habitantes são homens. Para 2000, a estimativa é de
10.261.856 habitantes.
Colombo - 247.268 hab.
Guarapuava - 172.728 hab.
Paranaguá - 139.796 hab.
Esse crescimento é explicado não só pelo aumento
natural da população paranaense, mas também pela
entrada de imigrantes vindos principalmente de São
Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Minas
Gerais.
Curitiba, capital e maior cidade do estado, forma com os
municípios de Lapa, Quitandinha, Mandirituba, Agudos
do Sul, Tijucas do Sul, São José dos Pinhais, Fazenda
Rio Grande, Araucária, Contenda, Balsa Nova, Campo
Largo,Piên, Campo Magro, Itaperuçu, Piraquara, Pinhais,
Quatro Barras, Campina Grande do Sul, Colombo,
Almirante Tamandaré, Rio Branco do Sul, Bocaiúva do
Sul, Tunas do Paraná, Cerro Azul, Adrianópolis e Doutor
Ulysses a Região Metropolitana de Curitiba. Além de
centro comercial e cultural, Curitiba possui um importante
e diversificado parque industrial incluindo o segundo
maior pólo automotivo do país
O censo de 2000 revelou que a população urbana do
Paraná é hoje maior que a população rural. Cerca de
81,5% dos habitantes do estado moram nas cidades. A
densidade demográfica estadual é de 47,9 hab./km².
Londrina Destaca-se como centro comercial e industrial.
Importante polo de desenvolvimento regional e nacional,
Londrina exerce grande influência sobre o norte do
Paraná e é uma das cinco cidades mais importantes da
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região Sul, juntamente com Porto Alegre, Curitiba,
Florianópolis e Joinville. É a segunda cidade mais
populosa do Paraná e a terceira mais populosa da região
Sul do Brasil.
Ponta Grossa, na parte centro-leste do estado, possui
estabelecimentos metalúrgicos, de beneficiamento de
trigo, fábricas de adubos e de óleos vegetais. Possui o
segundo maior parque industrial do estado, sendo
escolhida para a implantação de unidades de
multinacionais, como Tetra Pak, Femsa, Cargill, Bunge,
Louis Drayful, Sadia, Masisa, Continental, entre outras.
Paranaguá, às margens da baía do mesmo nome, tem
um dos mais importantes portos do Brasil.
Maringá, no norte, destaca-se como importante centro
cafeeiro, além de produtor de soja, é um importante
centro atacadista do sul do país.
Cascavel, no oeste, forma com Toledo, cidade vizinha,
uma das principais regiões do agronegócio, não só no
Paraná, mas de todo o Brasil.
Foz do Iguaçu, no extremo-oeste, é parte de um
aglomerado urbano de quase 700 mil habitantes, é
também uma das regiões que mais cresce no Paraná,
tendendo no próximos 5 anos a se tornar a 3° maior
cidade do Paraná, ultrapassando Maringá. Em Foz do
Iguaçu estão localizadas a segunda maior usina
hidrelétrica do mundo, Itaipu, e as cataratas do Iguaçu,
um dos pontos turísticos mais visitados do Brasil.
Guarapuava, no centro, é a capital geográfica do Paraná.
Economicamente é semelhante a Cascavel em termos de
agronegócio, porém com uma importância menor.
Etnias
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Imigração e formação étnica
Alemães - Os alemães foram os primeiros a chegar ao
Paraná, em 1829, fixando-se em Rio Negro. Mas, o maior
número de imigrantes vindos da Alemanha chegou ao
Estado no período entre as guerras mundiais, fugindo
dos conflitos. Trouxeram ao Paraná todas as atividades a
que se dedicavam, entre elas a olaria, agricultura,
marcenaria, carpintaria, etc. E, à medida que as cidades
prosperavam, os imigrantes passaram a exercer também
atividades comerciais e industriais. Hoje, a maior colônia
de alemães está no município de Marechal Cândido
Rondon, que guarda na fachada das casas, na culinária e
no rosto de seus habitantes a marca da colonização. Os
alemães estão concentrados também em Rolândia,
Cambé, Rio Negro e Palmeira (onde se localiza a Colônia
Witmarsum).
Árabes - O primeiro lugar onde os árabes se instalaram
no Paraná foi Paranaguá. Mais tarde eles foram para
Curitiba, Araucária, Lapa, Ponta Grossa, Guarapuava,
Cerro Azul, Londrina, Maringá e Foz do Iguaçu, que hoje
tem a maior colônia árabe do estado. Em Curitiba
apareceram em maior número após a Segunda Guerra
Mundial, quando chegaram a constituir cerca de 10% da
população. Os imigrantes árabes se dedicaram
principalmente à produção literária, arquitetura, música e
dança.
Espanhóis - Os primeiros imigrantes espanhóis que
chegaram ao Paraná formaram Colônias nos municípios
de Jacarezinho, Santo Antônio da Platina e Wenceslau
Braz. Entre 1942 e 1952 a imigração espanhola tornou-se
mais intensa. Novos municípios, principalmente na região
de Londrina, foram formados por esses imigrantes. Eles
desenvolveram atividades comerciais, artesanais e
relacionadas à indústria moveleira.
Holandeses - Os primeiros holandeses chegaram no
Paraná em 1909, instalaram-se em uma comunidade
próxima a Irati outras foram para a região dos Campos
Gerais onde fundaram a Cooperativa Holandesa de
Laticínios, em 1925. A Cooperativa trouxe a consolidação
da colônia de Carambeí. A Castrolanda é a povoação
mais recente de holandeses na região.
Italianos - Sem dúvida os italianos foram os que
ocuparam o primeiro lugar nas imigrações brasileiras e
no Paraná não foi diferente. Eles contribuíram muito
trabalhando nas lavouras de café e, mais tarde, em
outras culturas. Existe duas grandes concentrações dos
descendentes desses imigrantes no estado, uma delas
está na capital Curitiba, em Morretes, no litoral, e nas
cidades de Palmeira e Lapa, onde existiu a colônia
anarquista de Santa Cecília. A outra está no oeste e é
representada por gauchos, catarinenses e seus filhos, de
origem italiana, que se instalaram nessa região do estado
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a partir da década de 60, com a expanção da fronteira
agrícola. Os italianos contribuíram também na indústria e
na formação de associações trabalhistas e culturais.
Atualmente é o maior grupo étnico do Paraná.
Japoneses - Os imigrantes japoneses se fixaram no
Norte Pioneiro, trazendo a tradição da lavoura. Como,
porém, desconheciam técnicas agrícolas relativas às
culturas tropicais, se dedicaram a piscicultura, horticultura
e fruticultura na economia regional. Alguns dos produtos
introduzidos no estado pelos japoneses foram o caqui e o
bicho da seda. Maringá e Londrina são as cidades
paranaenses que concentram o maior número de
japoneses. Os municípios de Uraí e Assaí originaram-se
a partir de colônias japonesas.
Negros - A população do Paraná tradicional, isto é, do
Paraná da mineração, da pecuária, das indústrias
extrativas do mate e da madeira, e da lavoura de
subsistência , era heterogênia e nela estavam presentes
os mesmos elementos que compunham a população das
outras regiões brasileiras: o índio, o europeu, o negro e
seus mestiços. Portanto, uma sociedade também
marcada pela escravidão e na qual foi significativa a
participação econômica e social dos escravos negros. Na
primeira metade do século XIX o número relativo de
representantes da raça negra chegou a 40% do total da
população da Província. Em Curitiba, o escravo estava
presente no trabalho doméstico, mas também tinha lugar
importante no cenário cultural da cidade. Eles mostravam
seu talento musical participando de "cantos" no largo do
mercado municipal.
Poloneses - Os poloneses chegaram ao Paraná por volta
de 1871, e fixaram-se em São Mateus do Sul, Mallet,
Cruz Machado, Reserva e Irati. Em Curitiba, fundaram
várias colônias que hoje são os bairros Santa Cândida e
Abranches. Esse povo ajudou a difundir o uso do arado e
da carroça de cabeçalho móvel, puxado a cavalo.
Dedicados à agricultura, ajudaram a aumentar a
produção do Estado.
Portugueses - No Paraná, a partir de meados do século
XIX, destacam-se as grandes levas de portugueses
atraídos pela explosão cafeeira do Norte Novo do
Paraná, no eixo compreendido entre Londrina, Maringá,
Campo Mourão até Umuarama. Grande maioria veio das
Beiras (Alta e Baixa), Minho, Trás-os-Montes. A cidade
de Paranaguá foi, e continua sendo até hoje, a cidade do
Paraná que tem mais traços da cultura e herança
lusitana. Foi a porta de entrada dos portugueses e
manteve alguns traços característicos desse legado.
Ucranianos - Os ucranianos chegaram ao Paraná entre
1895 e 1897. Mais de 20 mil Imigrantes chegaram ao
Estado e formaram suas principais colônias em
Prudentópolis, Mallet, União da Vitória. Estão presentes
também no oeste e sudoeste do estado, principalmente
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em Pato Branco. Hoje o Paraná abriga a grande maioria
de ucranianos que vivem no Brasil: 350 mil dos 400 mil
imigrantes e descendentes
Índios - Na época do descobrimento, em 1500, o Brasil
era habitado por tribos indígenas, que viviam espalhadas
por todo o território nacional. No Paraná, o habitantes
primitivos também eram os indígenas que formavam
grandes grupos ou tribos, os Jê ou Tapuia e a grande
família dos Tupis-Guarani. Os Carijó e Tupiniquim
habitavam o litoral; os Tingüi, a região onde hoje é
Curitiba; os Camé, a região onde hoje é o município de
Palmas; os Caigangue e Botocudo habitavam o interior
do Paraná. Os primeiros caminhos do Paraná foram
feitos pelos índios e usados pelos bandeirantes para
penetrar no território: Caminho de Peaberu, Caminho
da Graciosa, Caminho de Itupava. Apesar do grande
número de índios que habitaram o Paraná nos séculos
passados, atualmente existe um reduzido número de
Tupis-guaranis que vivem na reserva próxima a cidade
de Laranjeiras do Sul.
Economia Paranaense
Agricultura
Os principais produtos agrícolas de valor econômico do
Paraná são o trigo, o milho e a soja. A soja é a mais
recente das três culturas e se expandiu por quase todo o
Estado, sendo exportada para outros países in natura e
na forma de farelo de soja e óleo. O trigo é, por sua vez,
a principal cultura de inverno, sendo a produção
industrializada pelos moinhos das cooperativas
localizados nas zonas de produção e pelos grandes
grupos situados nos centros urbanos do Paraná, São
Paulo e Região Nordeste. O Paraná produz mais de 50%
de todo o trigo produzido no Brasil. O algodão também foi
um produto de grande importância econômica, mas
perdeu espaço para outras culturas. O café, que foi a
principal riqueza do Paraná, perdeu espaço para a soja e
para as fazendas devido às geadas que dizimaram
muitas lavouras. Mesmo assim, é produzido em pequena
quantidade por produtores que adotaram a tecnologia do
adensamento, o que facilita os tratos culturais e aumenta
a produtividade por hectare de terra. Ainda se encontra
café nas regiões noroeste e norte e em alguns municípios
da região oeste, sendo incentivado pelas cooperativas
que recebem a produção dos agricultores para
comercialização ou industrialização.
Pecuária
A criação de bovinos é uma das riquezas do Paraná, que
tem um expressivo rebanho. Tradicionalmente o Paraná
é um grande produtor de suínos, especialmente nas
regiões oeste e sudoeste do Estado, onde estão
localizados os grandes frigoríficos voltados para a
comercialização interna e para as exportações. A
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expansão acompanhou a implantação de novas
indústrias voltadas para a exportação e consumo interno.
A suinocultura e a pecuária de leite acompanharam os
agricultores paranaenses, especialmente nas regiões
oeste, sudoeste e centro-sul. É no centro-sul que estão
os melhores rebanhos brasileiros de gado leiteiro. São
ainda significativos, no Paraná a produção de ovos, de
casulos do bicho-da-seda, mel e cera de abelha. Mas é
na avicultura que o estado vem se destacando nos
últimos dez anos, graças à implantação de frigoríficos
pela iniciativa privada e pelas cooperativas. A avicultura é
produzida em praticamente todas as regiões
acompanhando as áreas onde se produz milho, que é a
matéria-prima para a ração das aves. As aves são
exportadas para mais de uma dezena de países.
Mineração
Embora tradicionalmente se valorize os minérios nobres,
como ouro, cobre e outros metais, o Paraná tem grandes
reservas de minerais essenciais ao desenvolvimento da
economia, como a areia, argila, calcário, talco, granitos e
mármores. A bacia carbonífera do Paraná, sediada na
região central, é a terceira do país. A do xisto, de onde se
extrai o óleo, é a segunda do Brasil em importância. As
indústrias de cimento do Paraná dinamizaram a
economia de municípios localizados na microrregião de
Curitiba, como Balsa Nova, Almirante Tamandaré e Rio
Branco do Sul. Quanto aos minerais metálicos, foram
exploradas jazidas de chumbo em Adrianópolis, e
constatadas minas de cobre e ferro.
Extrativismo vegetal
O pinheiro paranaense, cujo nome científico é Araucaria
angustifolia, foi por muitos anos, a principal atividade do
extrativismo vegetal, embora outras espécies tenham
sido exploradas. Foi uma riqueza muito presente no
Paraná. Mas em função do seu valor econômico e da
expansão agrícola, foi considerada uma espécie
ameaçada de extinção e agora está protegido sob
legislação ambiental, sendo proibido o seu
desmatamento. De acordo com os dados do Instituto de
Terras e Cartografia do Paraná, em 1984, se calculou
que as reservas dessa madeira nobre estavam reduzidas
em cerca de 11,9% em relação ao que havia 50 anos
antes. Com a rigidez das leis ambientais, imagina-se que
os pinheirais remanescentes deverão sobreviver.
Indústria
O crescimento mais significativo da indústria paranaense
aconteceu depois da segunda metade do século XX,
graças ao significado montante de recursos destinados
ao setor secundário. Enquanto se implantava, em
Curitiba, a Cidade Industrial, com indústrias de
montagem de máquinas, tecidos e frigorífico, as cidades
do interior foram beneficiadas com indústrias de
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transformação dos produtos primários, soja, trigo e milho,
suínos e madeira. Foram beneficiadas notadamente as
cidades de Ponta Grossa, Cascavel, Maringá e Londrina,
embora dezenas de outras pequenas agroindústrias
tenham sido instaladas nas zonas produtoras. Com isso,
essas regiões criaram muitos empregos, favorecendo a
evasão das populações das cidades do interior,
promovendo a urbanização das cidades, muitas vezes
com o surgimento de favelas.
Curitiba e a Região Metropolitana foram amplamente
beneficiadas com a industrialização muito diversificada e
voltada para a exportação de máquinas, equipamentos e
caminhões. Londrina, Maringá, Cascavel e Ponta Grossa
são as cidades que concentram as indústrias
alimentícias, pois estão localizadas nas principais regiões
produtoras do Estado. O Paraná abrigou indústrias de
papel, como as Indústrias Klabin, instalada em Telêmaco
Borba e a Inpacel(Vinson do Brasil), localizada no
município de Arapoti,
Energia
O Paraná tem um grande potencial hidroelétrico muito
bem aproveitado, especialmente no rio Iguaçu, onde
foram construídas várias hidroelétricas, entre elas as de
Foz do Areia, Salto Osório e Salto Santiago. Próximo a
Curitiba está a Usina Hidrelétrica de Capivari Cachoeira,
uma das primeiras construídas pela Copel. Mais
recentemente foram construídas pequenas centrais
hidrelétricas em vários rios de menor porte, como a de
Chavantes e Vossoroca. No rio Chopim, no sudoeste do
Estado, foi construída a Usina Hidrelétrica Júlio Mesquita
Filho. Mas entre o Brasil e o Paraguai, no rio Paraná, a
Usina Hidrelétrica de Itaipu, ainda é considerada a maior
do mundo, construída em conjunto com o Paraguai, e
que fornece energia para vários estados brasileiros. Mas
o Paraná também é rico em energia gerada pelas usinas
de açúcar e álcool, que produzem eletricidade a partir da
queima do bagaço da cana-de-açúcar. Não se pode
desprezar também a energia automotiva que vem do
álcool, pois o Paraná é um grande produtor desse
combustível, além da produção de energia eólica (vento),
em Palmas, cento sul do estado.
Usina de Mauá
É o empreendimento localizado entre os municípios de
Telêmaco Borba e Ortigueira, integra o Programa de
Aceleração do Crescimento do Governo Federal e tem
custo total estimado em R$ 1,1 bilhão. Sua concessão
pertence ao Consórcio Energético Cruzeiro do Sul,
parceria que integra a Copel (com participação de 51%) e
a Eletrosul (que detém os 49% restantes).
BARRAGEM – Na margem direita do Rio Tibagi, a
barragem da Usina Mauá está quase pronta, enquanto na
margem oposta e na área do leito do rio continuam os
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trabalhos de regularização, que antecedem a
implantação das fundações da estrutura de concreto. Até
agora, foram aplicados mais de 115 mil metros cúbicos
de concreto compactado com rolo (CCR) na área da
barragem, ou quase 20% do volume total previsto para o
maciço. Cerca de 1,7 mil pessoas estão trabalhando no
canteiro de obras da hidrelétrica atualmente.
Transporte
O sistema ferroviário paranaense desfruta de notável
participação na vida econômica do estado. No setor
meridional, o estado é servido pelas linhas da antiga
Ferroeste (atual ferropar), a ferrovia da soja, que passou
a ser operada pela iniciativa privada em 1997 no trecho
entre Guarapuava e Cascavel, com uma extensão até
Guaíra e Foz do Iguaçu. Uma outra estrada de ferro faz
as ligações de Paranaguá com Curitiba e Guarapuava.
No sentido norte-sul, encontram-se as linhas da ferrovia
Sul-Atlântico, correspondente à malha sul da antiga Rede
Ferroviária Federal, também privatizada na década de
1990, que faz a ligação do Paraná com os estados de
Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
A rede de rodovias pavimentadas compreende duas
estradas de penetração, no sentido leste-oeste: a ligação
Ourinhos SP-Londrina-Apucarana-Maringá-Paranavaí; e
a ligação Paranaguá-Curitiba-Ponta Grossa-GuarapuavaCascavel-Foz do Iguaçu. Em sentido transversal, figuram
as ligações Apucarana-Ponta Grossa, Sorocaba-Curitiba
e São Paulo-Curitiba-Rio Negro. Esta última prolonga-se
até o extremo sul do Rio Grande do Sul e é parte da BR116, que chega até o Nordeste.
O porto de Paranaguá, um dos mais importantes do país,
foi objeto de um intenso programa de modernização, com
dragagem, ampliação do cais, renovação de
equipamento, inclusive a construção de um terminal de
contêineres e de silos com unidades sugadoras. Apesar
dessas reformas o porto tem perdido espaço para outros
terminais como o de Santos em São Paulo e Itajai em
Santa Catarina, pois esses estados não possuem
restrições para o embarque de produtos transgênicos ao
contrário do Paraná.
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Diabo é uma das atrações do maior conjunto de cataratas
do mundo.
Outro ponto de interesse turístico é o Parque Estadual de
Vila Velha, em Ponta Grossa, onde as rochas esculpidas
pelas águas parecem ruínas de uma grande cidade.
Ainda em Ponta Grossa pode-se visitar o Buraco do
Padre. Em Maringá existe a Catedral de Maringá
(Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Glória),
segundo monumento mais alto da América do Sul e
décimo do mundo.
As praias de Caiobá, Matinhos, Guaratuba, Pontal do
Paraná e Praia de Leste são as mais freqüentadas do
Paraná. São procuradas por turistas não só no verão,
mas também no inverno, quando parte da população vai
para o litoral fugindo do frio do planalto.
Curitiba tem pontos turísticos tais como: o Relógio das
Flores, o bairro de Santa Felicidade, onde se encontram
vários restaurantes com comidas típicas de diferentes
países; a “Boca Maldita”, as feiras de arte e artesanato
aos sábados e domingos, além de parques e bosques.
Paranaguá, a primeira cidade fundada no Estado, em
1648, guarda em suas igrejas de estilo barroco a história
da época. A Estrada de Ferro Curitiba-Paranaguá corta a
serra do Mar através de túneis e viadutos, atravessando
precipícios. A beleza da paisagem, formada pela mata
quase virgem e por diversas quedas-d’água, e valorizada
pelos abismos.
Na cidade da Lapa, são Benedito é festejado (13 de
maio) com a ‘’congada’’ (dança dos negros congos, de
origem africana, onde descendentes de escravos falam,
recitam, cantam e dançam).
Outras danças populares são o curitibano, com os pares
fazendo roda; o quebra-mana, uma mistura de valsa e
sapateado; e o nhô-chico, dança ao som de violas,
característica do litoral.
Durante o ano inteiro, se realizam feiras e festivais,
destacando-se a München Fest de Ponta Grossa, o
Festival de Música de Londrina, Festival do Folclore, a
Feira do Comércio e Indústria e a Feira de Móveis do
Paraná (Movelpar).
O estado possui três aeroportos internacionais, o de
Curitiba, Foz do Iguaçu e Maringá internacional somente
para cargas.
Turismo
O Paraná é um dos estados que tem um grande número
de parques nacionais, destacando-se o Parque Nacional
do Iguaçu e o Parque Nacional do Superagui. Foz do
Iguaçu com cerca de 250 quedas-d’águas e 75 metros de
altura, é conhecida internacionalmente. A Garganta do
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Exportações do Paraná
tem queda de 26,4% em
2009
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Ter, 26 de
perderam a primeira colocação para os produtos básicos,
Janeiro de 2010
que saltaram de 29,30% em 2006 para 44,42% em 2009.
11:29
“O Paraná voltou a ser principalmente exportador de
Crise econômica e taxa de câmbio influenciaram
matérias-primas”, afirma Maurílio Schmitt. Para o
resultado. Apesar da redução nas vendas para outros
economista, a redução no nível de competitividade dos
países, balança comercial teve superávit no ano
produtos manufaturados se deve, em grande parte, à
atual política cambial. “A valorização do real, somada a
Ainda sentindo as consequências da crise econômica
outros fatores como carga tributária e elevados custos
mundial e pressionada por uma taxa de câmbio
financeiros de investimento e operacionais, torna os
desfavorável, a indústria paranaense fechou 2009 com
produtos industrializados paranaenses e brasileiros não
uma queda de 26,4% em suas exportações em relação
competitivos”, justifica.
ao ano anterior, totalizando U$ 11,222 bilhões em
produtos vendidos para outros países. Apesar da
Em termos de grupos de produtos, o “Complexo Soja”
redução, o saldo líquido da balança comercial do Paraná
continuou na liderança de valor exportado em 2009,
no ano ficou positivo em U$ 1,604 bilhão, já que as
respondendo por 29,19% do total. Em seguida,
importações também apresentaram queda, de 33,98%,
aparecem “Carnes”, com 14,81% de participação, e
atingindo U$ 9,618 bilhões. Os dados fazem parte de um
“Material de Transportes”, com 12,96%. Dentre os quinze
levantamento do Departamento Econômico da Federação
principais grupos de produtos pesquisados pela Fiep,
das Indústrias do Paraná (Fiep), divulgado nesta
apenas um apresentou aumento em suas exportações
segunda-feira (25).
em relação a 2008. Foi o de “Açúcares e produtos de
confeitaria”, cujas vendas ao exterior cresceram 28,56%,
No ano passado, a maior redução nas exportações
passando a ocupar o quarto lugar em termos de
paranaenses atingiu os produtos manufaturados, cujas
participação nas exportações paranaenses, com 6,38%
vendas para o exterior caíram 37,41% quando
do total.
comparadas com 2008. “Esse comportamento é típico de
momentos como o que observamos atualmente: a crise
Importações
afeta, em maior medida e em qualquer ambiente
A redução no valor exportado pelo Paraná em 2009 foi
econômico, produtos cuja manifestação de consumo
seguida também por uma queda nas importações. No
pode ser postergada, preservando relativamente imunes
ano passado, empresas paranaenses compraram um
os produtos de consumo corrente”, explica o coordenador
total de U$ 9,618 bilhões em produtos do exterior,
do Departamento Econômico da Fiep, Maurílio Schmitt.
33,98% a menos do que em 2008 (U$ 14,569 bilhões).
Comprovando a tese, os produtos básicos foram os que
Mesmo com uma redução de 49,73%, os “Produtos
tiveram a menor retração nas exportações em 2009, com
Químicos”, especialmente adubos, fertilizantes e outros
uma queda de 13,86%. Além disso, superaram os
produtos destinados à agricultura, continuaram no topo
manufaturados em termos de participação relativa,
da lista das importações paranaenses, respondendo por
seguindo uma tendência de alteração nas exportações
18,92% do total de 2009. Em seguida aparecem “Material
paranaenses quando se leva em conta o grau de
de Transporte” (18,31%), que teve queda acumulada de
elaboração dos produtos. Os manufaturados, que
24% em 2009; e “Petróleo e derivados” (13,84%), com
chegaram a representar 57,41% das exportações do
redução de 58,30%. Os grupos de produtos que
Estado em 2006, atingiram 42,06% em 2009. Assim,
apresentaram aumento nas importações no ano passado
6 Atualizada Fevereiro/2010
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foram “Produtos Têxteis” (2,64%), “Cereais” (4,04%),
“Carnes” (13,15%) e “Preparações Alimentícias Diversas”
(31,45%).
Em se observando as importações por Categoria de Uso,
as maiores reduções nas importações paranaenses em
2009 foram registradas no grupo “Combustíveis e
Lubrificantes” (-58,30%), seguido de “Bens
Intermediários” (-36,01%). Já a compra de “Bens de
Capital”, que incluem máquinas e equipamentos para a
indústria, teve queda de 15,51% no ano passado, índice
parecido ao dos “Bens de Consumo” (-15,92%).
Parceiros comerciais – A posição dos países dos quais o
Paraná mais importa também apresentou mudanças em
2009 quando comparado com 2008. A Argentina, mesmo
com queda de 6,20% nas vendas a empresas
paranaenses, passou do terceiro para o primeiro lugar. A
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Parque Nacional do Iguaçu — Decreto de criação:
Decreto-Lei Federal nº 1035, de 10 de janeiro de 1939.
Área: 185.000,00 ha. Localizado nos municípios de Foz
do Iguaçu, São Miguel do Iguaçu, Serranópolis do
Iguaçu, Matelândia e Céu Azul. Segundo o decreto que
criou o Parque Nacional do Iguaçu, afirma em seu artigo
2º que a área do Parque será fixada depois do
indispensável reconhecimento e estudo da região, fato
que só voltou à tona cinco anos mais tarde com a
promulgação do Decreto-Lei Federal nº 6.587, de 14 de
junho de 1944. Os novos limites do parque foram fixados
através do decreto nº 86.676, de 1º de dezembro de
1981, aprovado pelo presidente João Figueiredo.
Parque Nacional de Ilha Grande — Decreto de criação:
Decreto s/nº de 30 de setembro de 1997. Área:
108.166,00 ha. Localizado nos municípios de Altônia,
São Jorge do Patrocínio, Vila Alta e Icaraíma.
Parque Nacional do Superagui — Decreto de criação:
Decreto n° 97.688, de 25 de abril de 1989 e lei nº 9.513,
de 20 de novembro de 1997. Área: 67.854,00 ha.
Localizado nos municípios de Guaraqueçaba, Paranaguá
e Antonina.
Nigéria, que ocupava a primeira colocação em 2008,
passou para segundo, com queda de 55,26%. Em
terceiro lugar aparece a China, com retração de 10,44%.
As novidades na lista dos países dos quais o Paraná
mais importa ficam por conta do Paraguai (8º lugar) e
Taiwan (9º), deslocando Rússia e o Canadá.
Em termos de fluxo de comércio (exportações mais
importações), a China continua com a posição de
principal parceiro comercial do Paraná, com U$ 2,505
A Taça - Vila Velha - Paraná.
bilhões de intercâmbio em 2009 (exportações de U$
Parque Estadual de Vila Velha — Criado em 12 de
Outubro de 1953 pela Lei nº 2.192, tombado como
Patrimônio Natural em 1966, fechado para revitalização
em 2001 e reaberto em 2005, localiza-se no município de
Ponta Grossa. Área total de 3.122ha.
1,234 bilhão mais importações de U$ 1,270 bilhão). Em
segundo lugar vem a Argentina, que possui intercâmbio
de comércio com o Paraná na ordem de U$ 2,161 bilhão,
seguida pela Alemanha (U$ 1,627 bilhão).
Parque Nacional de Saint-Hilaire/Lange — Decreto de
criação: Lei nº 10.227, de 23 de maio de 2001. Área:
[54]
25.161 ha. Localizado nos municípios de Matinhos,
Guaratuba, Paranaguá e Morretes.
Ecologia
No Paraná o IBAMA administra vinte unidades de
conservação: quatro parques nacionais, uma estação
ecológica, três florestas nacionais, uma área de proteção
ambiental, uma área de relevante interesse ecológico,
dois refúgios de vida silvestre, duas reservas biológicas e
quatro reservas particulares do patrimônio natural
(RPPNs).
Atualizada Fevereiro/2010
Floresta Nacional de Açungui — Decreto de criação:
Portaria n.º 559. Área: 728,78 ha. Localizado no
município de Campo Largo.
Floresta Nacional de Irati — Decreto de criação:
Portaria nº 559, de 1968. Área: 3.495,00. Localizado nos
municípios de Teixeira Soares e Fernandes Pinheiro.
Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores
7
ATUALIDADES
Prof. Monteiro
Floresta Nacional de Piraí do Sul — Decreto de
criação: Decreto de 2 de junho de 2004. Área: 170,00.
Localizado no município de Piraí do Sul.
Área de Proteção Ambiental de Guaraqueçaba —
Decreto de criação: Decreto nº 90.883, de 31 de janeiro
de 1985. Área: 242.089,00. Localizado no
Guaraqueçaba, Antonina e Paranaguá.
Área de Proteção Ambiental das Ilhas e Várzeas do
Rio Paraná — Decreto de criação: Decreto s/nº, de 30 de
setembro de 1997. Área: 1.003.059,00. Localizado nos
municípios de Diamante do Norte, Marilena, Nova
Londrina, Porto Rico, Querência do Norte e São Pedro do
Paraná.
Policia Civil - PR
1 Nessa região do território paranaense é que se
encontram os principais bens minerais energéticos do
estado, tais como carvão
mineral, urânio e folhelho pirobetuminoso (xisto).
2 Também é conhecido como Planalto de Ponta Grossa
ou dos Campos Gerais e possui, além da vegetação de
campos que
o caracteriza, a presença de mata de araucária e
significativas áreas de reflorestamento.
Estação Ecológica de Guaraqueçaba — Decreto de
criação: Decreto nº 87.222, de 1982. Área: 13.638,90.
3 A vegetação de campos em parte do segundo planalto,
consequência das rochas e solos arenosos, facilitaram a
passagem
Floresta Nacional de Irati — Decreto de criação:
Portaria n.º 559. Localizado no município de Irati.
dos tropeiros pela região, ocasionando o aparecimento
de cidades como Lapa, Ponta Grossa e Palmeira.
Reserva Particular do Patrimônio Natural das
Araucárias
4 Dentre as atividades econômicas da região aparecem
com destaque a agricultura, a pecuária e a indústria, com
destaques para a indústria do papel em Telêmaco Borba
e Jaguariaíva.
Reserva Particular do Patrimônio Natural Vale do
Corisco — Decreto de criação: Portaria nº 83, de 30 de
setembro de 1999. Localizado no município de Sengés.
Reserva Particular do Patrimônio Natural Barra
Mansa — Decreto de criação: Portaria n° 23 de 30 de
março de 2000. Localizado no município de Sengés.
Reserva Particular do Patrimônio Natural Uru —
Decreto de criação: Portaria nº 20, de 5 de março de
2004. Localizado no município da Lapa.
Área de Relevante Interesse Ecológico de Pinheiro e
Pinheirinho – Decreto de criação: Decreto nº 91.888, de
1985. Área: 109,00. Localizado no município de
Guaraqueçaba.
Reserva Biológica das Perobas - Localizado nos
municípios de Tuneiras do Oeste e Cianorte.
Reserva Biológica das Araucárias - Área: 11.000.
Refúgio de Vida Silvestre do Rio Tibagi - Área:
31.689,0.
Refúgio de Vida Silvestre dos Campos de Palmas Localizado nos municípios de Palmas e General Carneiro
Sobre a hidrografia paranaense e seu potencial
energético, assinale o que for correto.
5 Os rios da Bacia Atlântica nascem nas encostas da
Serra do Mar ou no Primeiro Planalto Paranaense e, com
direção oeste–leste, deságuam no Oceano Atlântico.
6 O maior potencial hidrelétrico do Estado está no Rio
Paraná, que, numa extensão de 400 quilômetros, desde
a foz do Rio Paranapanema até a foz do Rio Iguaçu,
apresenta as hidrelétricas de Itaipu, Salto Osório, Salto
Santiago, Salto Segredo, Foz do Areia, Capivara, Rosana
e Xavantes.
7 Os rios da Bacia do Paraná, em território paranaense,
têm seus trajetos marcados por saltos, cachoeiras e
corredeiras, com declives que oferecem importante fonte
de energia.
8 Os rios do litoral são de curta extensão, mas possuem
declives acentuados e débitos estáveis, sendo
importantes para o fornecimento de energia hidrelétrica.
Sobre a região do Segundo Planalto Paranaense e
algumas de suas características, assinale o que for
correto.
8 Atualizada Fevereiro/2010
No que respeita aos ciclos econômicos do Paraná,
assinale o que for correto.
Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores
ATUALIDADES
Prof. Monteiro
9 O ciclo da erva-mate foi responsável pelas primeiras
manifestações de comércio exterior paranaense, por
meio da exportação desse produto para os mercados
platinos.
10 Os ciclos da erva-mate e da madeira proporcionaram
a ocupação de extensas áreas de terra do sul, oeste e
sudoeste do estado, além de contribuir para o
desenvolvimento da navegação fluvial, particularmente
nos Rios Iguaçu e Paraná.
11 O ciclo do café atraiu para o norte do Paraná
numerosos contingentes de população, incluindo
paulistas, mineiros, fluminenses e nordestinos, além de
promover a vinda de imigrantes estrangeiros.
Policia Civil - PR
florestas plantadas de pínus e de eucaliptos.
Sobre os Caminhos de Peabiru, importantes rotas de
comunicação descobertas em território paranaense,
assinale o que for correto.
18 Sua construção é atribuída aos povos indígenas que
habitaram a América do Sul no período pré-colombiano.
19 Foram abertos pelos bandeirantes paulistas, com o
objetivo de demarcar os limites do domínio
12 O ciclo do ouro, o primeiro ciclo econômico do
Paraná, contribuiu para o povoamento do sudoeste do
Estado. Nessa fase surgiram as cidades de Cascavel,
Pato Branco, Francisco Beltrão e Foz do Iguaçu.
português e, ao mesmo tempo, facilitar a exploração
e o transporte de riquezas minerais.
20 O tronco principal dos Caminhos se estendia no
Sobre as características físicas e de exploração dos
sentido leste-oeste, da costa Atlântica à costa
recursos naturais no território paranaense, assinale o que
Pacífica, em uma extensão de mais de três mil
for correto.
quilômetros e foi utilizado como rota pelos primeiros
13 O estado do Paraná localiza-se na região Sul do país,
exploradores europeus.
onde o clima é controlado predominantemente por
21 Durante o período da dominação espanhola, com a
massas de ar tropicais e polares.
denominação de Caminho de São Tomé, os
14 O clima subtropical, que também atua no estado do
Caminhos de Peabiru foram utilizados pelos jesuítas
Paraná, apresenta uma amplitude térmica anual mais
para contato com indígenas catequizados e em fase
elevada que os climas tropicais.
de catequização.
15 O folhelho (também designado como xisto)
pirobetuminoso, capaz de produzir óleo e gás, é uma
Sobre o Paraná, seu território e sua localização
rocha sedimentar que ocorre na Bacia Sedimentar do
geográfica, assinale o que for correto.
Paraná, no Segundo Planalto Paranaense.
22 É o segundo em extensão geográfica na região Sul,
16 As principais usinas hidrelétricas do Estado estão
perdendo apenas para Santa Catarina, que ocupa o
instaladas ao longo do rio Tibagi, atendendo a polos
primeiro lugar.
econômicos importantes como Londrina e Cascavel.
23 Por ser cortado pelo Trópico de Capricórnio,
17 A indústria madeireira que originalmente explorava a
apresenta verões bastante secos e invernos rigorosos
Mata de Araucária, fornecendo madeira nativa para o
com altos índices de pluviosidade.
mercado nacional e internacional, atualmente utiliza
24 Limita-se com três outros estados (Santa Catarina,
Atualizada Fevereiro/2010
Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores
9
ATUALIDADES
Prof. Monteiro
Policia Civil - PR
São Paulo e Mato Grosso do Sul) e com dois países
30 Boa parte da região Norte teve sua ocupação e
(Argentina e Paraguai).
desenvolvimento econômico associados ao
25 Sua faixa litorânea é integralmente constituída de
deslocamento da frente cafeeira paulista.
praias e de ilhas, estas localizadas a poucos
Cidades como Maringá e Londrina tiveram sua
quilômetros da costa, com destaque para a Ilha do
origem em função da cafeicultura.
Mel, a maior e a mais importante reserva natural do
31 Lavouras mecanizadas de soja, trigo e milho, ao
País.
lado das pastagens plantadas, foram atividades
26 Entre o estados da região Sul é o que possui a menor
que desencadearam a ocupação da região Leste
extensão banhada pelo Oceano Atlântico, com menos
em meados do século XV.
de 100 quilômetros de costa.
A agricultura e o extrativismo vegetal e mineral
tiveram grande importância na economia paranaense
e sustentaram os processos de ocupação do Estado
antes dos anos 1960. A propósito dessas primeiras
atividades econômicas e de sua influência na
ocupação humana, é correto dizer que
27 A mineração se destacou no século XVII e foi a
atividade responsável pela formação das
primeiras vilas e povoados do território
paranaense.
28 A ocupação das zonas dos Campos Gerais
ocorreu em função da pecuária associada ao
tropeirismo. Cidades como Ponta Grossa e
Castro devem sua origem a essa atividade
econômica.
29 A extração da borracha desencadeou a ocupação
da região Oeste do Estado entre o final do
século XIX e o início do século XX. Cascavel
deve sua origem a essa atividade.
10 Atualizada Fevereiro/2010
Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores
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