UNIVERSIDADE DE MARÍLIA PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA AGRONÔMICA MARÍLIA – SP 2012/2013 ii SUMÁRIO APRESENTAÇÃO DO CURSO E DO PROJETO 01 PARTE I – PERFIL INSTITUCIONAL 03 1. Histórico 03 2. Missão da Universidade 03 3. Estrutura organizacional 04 4. Políticas de Ensino 05 5. Políticas de extensão e Pesquisa 06 PARTE I I – FUNDAMENTOS DO CURSO 07 1. JUSTIFICATIVA 07 2. DEFINIÇÃO DAS BASES DO CURSO 08 2.1. Bases legais 08 2.2. Bases filosóficas 09 2.3. Bases socioculturais 09 2.4. Bases institucionais 09 PARTE III – PERFIL DO CURSO 1. OBJETIVOS DO CURSO 10 10 1.1. Objetivo Geral 10 1.2. Objetivos Específicos 10 1.3. Perfil do Profissional Egresso 12 1.3.1. Competências e Habilidades 13 1.4. Organização do Curso 14 1.5. Formas de Acesso ao Curso 17 2. ENSINO 19 2.1. Sistema de avaliação do processo de ensino e aprendizagem 20 2.2. Metodologia e técnicas de ensino 23 2.3. Pesquisa e Pós-Graduação 25 2.4. Extensão 27 2.5 Atividades desenvolvidas pelo Curso 28 iii 2.5.1 Mecanismos de Nivelamento 28 2.5.2. Programa de Prática Profissional 29 2.5.3. Projeto Unicampo 29 2.5.4. Projeto Leite Marília 29 2.5.5. Semana de Ciências Agrárias (SECAM) 30 2.5.6. Projeto Rondon 30 2.5.7. Cursos e Palestras 31 2.5.8. Parcerias 31 3. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 3.1. Grade Curricular 3.1.1. Ementário e Bibliografia das Disciplinas Curriculares 3.2. Projeto Integrador 31 32 34 91 3.2.1. Objetivos 92 3.2.2. Critérios 92 3.2.3. Supervisão 92 3.2.4. Avaliação 92 3.2.5. Regulamento 93 3.3. Atividades Complementares 93 3.4. Programa de Monitoria 99 3.5. Estágio Supervisionado e Extracurricular 104 3.6. Trabalho de Conclusão de Curso - TCC 108 PARTE IV – ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E DIDÁTICOPEDAGÓGICA 1. ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA 109 109 1.1. Autoavaliação – CPA 109 1.2. Organização Didático Pedagógica 110 1.3. Órgãos Suplementares 111 1.3.1. Laboratórios 111 1.3.2. Fazenda “Marcello Mesquita Serva” 119 1.3.3. Fazenda “Água Limpa” 122 1.4. Sistema de Avaliação do Projeto do Curso 2. BIBLIOTECA 122 123 iv 2.1. Apresentação 123 2.2. Política de aquisição 124 2.3. Serviços 124 2.3.1. Pesquisa na internet e base de dados 124 2.3.2. Comutação bibliográfica 124 2.3.3. Empréstimos entre bibliotecas 125 2.3.4. Apresentação da biblioteca aos usuários 125 2.3.5. Serviço de orientação ao usuário 125 2.3.6. Empréstimos de livros 125 2.3.7. Material para consulta 125 2.3.8. Reserva de material 125 2.3.9. Acesso aos periódicos 126 2.4. Normas 126 2.4.1. Inscrição 126 2.4.2. Prazos de empréstimo 126 2.4.3. Equipamentos constantes na biblioteca 127 2.4.4. Planos de expansão 127 PARTE V – RECURSOS HUMANOS 128 1. COORDENAÇÃO 128 2. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE 128 3. CORPO DOCENTE 129 4. COLEGIADO 129 5. CORPO DISCENTE 130 5.1. Atendimento ao Discente 6. TÉCNICO ADMINISTRATIV0 131 131 APRESENTAÇÃO DO CURSO E DO PROJETO O curso de Engenharia Agronômica foi criado pela Portaria G.R. número 05/88 de 23 de maio de 1988, conforme preceitua o artigo 3o da Lei 5.540/68 e inciso II do parágrafo 1o do artigo 2o, do Estatuto da Universidade de Marília, sendo implantado oficialmente no 2o semestre de 1988. O seu reconhecimento veio através do Parecer Número 26/93 de 27 de janeiro de 1993, do então Conselho Federal de Educação (C.F.E.). Ainda neste mesmo ano este reconhecimento foi obtido, em definitivo, por Decreto, através da Portaria número 1.662/93 do Ministério da Educação, em 22 de novembro de 1993. O curso tem apresentado ótimo desempenho nas avaliações do MEC, destacando-se em 2002 com o conceito A no Exame Nacional de Cursos-Provão. A partir de 2004, foi substituído pelo ENADE (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes) aplicado aos ingressantes e concluintes do curso. Nas avaliações do ENADE o curso não obteve conceito abaixo de 3. O Projeto Pedagógico é o documento oficial de apresentação da organização didático-pedagógica do Curso de Graduação. Na elaboração do projeto pedagógico foram consideradas: A Lei 5194/66 que regulamenta a profissão de Engenheiro e a relação entre instituições de ensino e sistema CONFEA/CREA; a resolução 1010/2005 do CONFEA e seus anexos I e II, que define as atribuições dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos; a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei No 9.394/96 de 20 de dezembro de 1996); no Regimento Geral e Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) desta Universidade e a Resolução CNE/CES 01/06, de 02 de fevereiro de 2006, baseada no Parecer CNE/CES 306/2004 de 17 de dezembro de 2004, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Engenharia Agronômica ou Agronomia e dá outras providências; Parecer CNE/CES 08/2007 de 31/01/2007 que dispõe sobre a carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial. Este projeto de curso na forma de documento é fruto do trabalho do Núcleo Docente Estruturante (NDE), Colegiado do Curso e da Coordenação do Curso e está de acordo com o Projeto Político Institucional (PPI) e com o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da UNIMAR. Ressalta-se que este projeto não visa 2 engessar a forma do Curso apresentado, mas sim, direcionar suas ações. Ciente de que alterações e atualizações deverão ocorrer sempre que se julgar necessário, a fim de apresentar um curso que forme profissionais atualizados e capacitados para exercerem suas atividades, com uma visão holística e voltada para o desenvolvimento, colaborando com a preservação do meio ambiente, ou seja, cidadãos conscientes de seus deveres para com a sociedade. 3 PARTE I – PERFIL INSTITUCIONAL 1 Histórico A Universidade de Marília - UNIMAR se constitui numa organização universitária de ensino superior mantida pela ASSOCIAÇÃO DE ENSINO DE MARÍLIA LTDA, com sede e foro em Marília, Estado de São Paulo. Foi constituída em 31/12/1956 e a partir de 1975, foi declarada como Entidade para fins Filantrópicos e permaneceu assim até 31/12/1998, quando se transformou em Sociedade Civil Ltda. Possui autonomia didático-científica, administrativa e disciplinar relativa à sua mantenedora nos termos do seu estatuto e regimento geral que disciplinam o funcionamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão. A UNIMAR possui mais de 50 anos dedicados à formação de profissionais qualificados para atuar no mercado de trabalho. Hoje desponta como uma das principais instituições de ensino privado do Estado. Como centro gerador de conhecimento, através do ensino, pesquisa e extensão, vem acompanhando o desenvolvimento e participando dos processos de transformação da sociedade. Diante disso, vimos a evolução da primeira escola, com pouco mais de 50 metros quadrados, para atual Universidade com um campus com infra-estrutura completa para abrigar os 30 cursos que possui, sendo considerado um dos mais modernos e equipados campus universitários do Estado. 2 Missão da Universidade A UNIMAR tem por objetivo, nas áreas dos Cursos que ministra (inclusive o Curso de Engenharia Agronômica) formar profissionais e especialistas de nível superior com visão humanística e capazes de realizar transformações sociais, capacitados para o mercado de trabalho, colaborar para a sua formação contínua, fomentando a pesquisa, a iniciação científica e atividades criadoras (indispensáveis para o Engenheiro Agrônomo), suscitar o desejo de aperfeiçoamento profissional e cultural, de conhecimento dos problemas atuais, particularmente os regionais. 4 Em verdade, a Universidade exerce papel preponderante na vida e desenvolvimento da região; a ela compete promover a união do trinômio: escola, família e comunidade. 3 Estrutura Organizacional Dirigentes da Instituição - Reitor- Dr. Marcio Mesquita Serva; - Vice Reitora- Dra. Regina Lúcia Ottaiano Losasso Serva; - Pró-reitores . Ação Comunitária: MSc. Fernanda Mesquita Serva . Administrativa: Marco Antonio Teixeira . Pedagógica: Dr. José Roberto Marques de Castro . Pós-Graduação e Pesquisa: Dra. Suely Fadul V. Flory - Pesquisador Institucional: Dra. Andreia Cristina F. Beraldi Labegalini - Secretaria Geral: Geni de Almeida Cola - Bibliotecária - chefe: Maria Célia Aranha Ramos Órgãos da Administração Superior: Conselho Universitário (CONSUNI); - Reitor; - Vice Reitora; - Pró-reitores - 8 Coordenadores de Cursos; - 2 Docentes; - 1 Discente; - 2 Representantes da Mantenedora; - 2 Representantes do Corpo Técnico. Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE) - Reitor; - Vice Reitor; 5 - Pró-reitores; - Coordenadores de Cursos - Representante do Corpo Docente. Órgãos da Administração Intermediária: NDE - Coordenador do Curso; - 5 Representantes do Corpo Docente; Conselho de Curso/ Colegiado - Coordenador do Curso; - 3 Representantes do Corpo Docente; - Representante do Corpo Discente. Coordenação de Curso - Coordenador do Curso; - Núcleo Docente Estruturante. A UNIMAR possui Estatuto próprio, Regimento, o PDI - Plano de Desenvolvimento Institucional, além da CPA- Comissão Própria de Avaliação, da Ouvidoria que funcionam conforme regulamentos, onde constam ainda as Normas do Núcleo Docente Estruturante, de Ensino - Aprendizagem, de Monitoria, de Estagio, de Atividades Complementares e Trabalhos de Curso. 4 Políticas de Ensino No Regimento Geral da Universidade de Marília, em seu Título III, Da Organização Didático-Científica, Capítulo I, Do Ensino, consta, no artigo 38, que a UNIMAR ministrará o ensino por intermédio das seguintes modalidades de cursos: I – Sequencial; II – Graduação; III – Superior de Tecnologia; 6 IV – Pós Graduação; V – Extensão. 5. Políticas de Extensão e Pesquisa No Estatuto da Universidade de Marília, em seu Título III, Da Organização Didática Científica, Seção IV, consta, no artigo 50, que a UNIMAR dará suporte ao ensino e à extensão através da pesquisa, incentivando o desenvolvimento de novos conhecimentos e técnicas para a formação profissional e aplicação na realidade regional. Já para a política de Pesquisa, o Capítulo II, prevê no artigo 53, que a Universidade mantém atividades permanentes de pesquisa, indissociáveis do ensino e da extensão, mediante: - previsão de fundo para a pesquisa, estabelecido na proposta orçamentária anual; - destinação de parte do tempo integral ou parcial de grupos de docentes para atividades de pesquisa; - oferta de acervo bibliográfico, avançado sistema de informação e outros recursos; - intercâmbio com outras instituições nacionais e estrangeiras; - concessão de bolsas especiais; - divulgação dos resultados da pesquisa e publicação dos temas considerados relevantes para a educação; Oferta de cursos de pós-graduação que possibilitem a iniciação em atividades de pesquisa; - promoção de congressos e outros eventos, de natureza científica ou técnico profissional; - estímulo e apoio aos seus pesquisadores, a fim de participarem de eventos de caráter científico, técnico, cultural ou educacional. 7 PARTE II – FUNDAMENTOS DO CURSO 1 JUSTIFICATIVA O grande desafio da humanidade no século XXI é compatibilizar o crescimento da produção agrícola (alimento, fibra e energia) com a preservação dos recursos naturais. O profissional de agronomia está em ascensão no contexto socioeconômico mundial devido ao aumento da população e a diminuição das áreas agrícolas, resultando em crescente demanda por uma produção agrícola eficiente, hábil, rápida e lucrativa. Marília é um município brasileiro do estado de São Paulo, localizado em uma posição estratégica na região centro-oeste do Estado e com uma população estimada em 230.000 habitantes. A Região Administrativa (RA) de Marília possui 51 municípios, com uma população projetada de 945.872 mil habitantes (2005), sendo 91,1% residentes em áreas urbanas. O destaque na economia da região é a agropecuária e as indústrias voltadas para o processamento de produtos primários, principalmente as de alimentos e bebidas. Na região, no setor do Agronegócio o destaque é a agricultura, seguida da pecuária, além do café (é a segunda maior produtora do Estado), destacam-se as culturas de cana-de-açúcar, milho, cítricos, arroz, feijão, amendoim, seringueiras, sericicultura, maracujá e outras, a criação de gado bovino também representa importante atividade da região. O curso de Agronomia neste Campus, portanto, se justifica pela vocação agropecuária e agroindustrial do município, e da região circunvizinha, que exige profissionais de nível superior, capacitados a promover, orientar e administrar a utilização dos fatores de produção visando racionalizar a produção vegetal e animal, em harmonia com o meio ambiente, planejar, pesquisar e aplicar técnicas, métodos e processos adequados à solução de problema, do desenvolvimento quantitativo e qualitativo dos produtos agrícolas e pastoris. Hoje, passados 23 anos de implantação do Curso de Engenharia Agronômica as Ciências Agrárias onde está inserido o curso possui uma infraestrutura invejável. Ela possui Laboratórios para apoio didático e prestação de serviços, tais como: Morfologia Animal; Química; Biologia e Botânica; Fitossanidade; Física; 8 Solos e Nutrição de Plantas; Genética e Biotecnologia; Máquinas e Implementos; Técnicas Alimentícias. Anexo à Universidade encontra-se a Fazenda Experimental Marcello Mesquita Serva, onde se localizam os Setores Produtivos, dos quais os acadêmicos fazem uso para aulas práticas e atividades de estágio, além do desenvolvimento de projetos de pesquisa. São eles: Piscicultura, Minhocultura, Fábrica de Ração, Avicultura, Cunicultura, Ovinocultura, Bovinocultura de Leite, Shopping do Nelore (Nelore Elite), Planeta Soja (produção de produtos derivados da soja), Plasticultura (hidroponia) e Fruticultura. Conta-se, ainda, com a Fazenda Água Limpa (cafeicultura irrigada e gado de corte), que também é utilizada para o desenvolvimento de atividades de ensino, extensão e pesquisa. Estes dados justificam a presença de um Curso de Agronomia na região, como forma de fomento à matriz produtiva local e regional, gerando possibilidades de diversificação e maximização da produção regional e da área de influência com vistas à sustentabilidade econômica, social e ambiental. 2 DEFINIÇÃO DAS BASES DO CURSO 2.1 BASES LEGAIS O curso de Engenharia Agronômica, da Universidade de Marília, está localizado na cidade de Marília, Estado de São Paulo, no endereço Avenida Higyno Muzzy Filho, nº 1001, CEP: 17525-902, Bairro Mirante. O curso foi criado pela Portaria G.R. número 05/88 de 23 de maio de 1988, conforme preceitua o artigo 3o da Lei 5.540/68 e inciso II do parágrafo 1o do artigo 2o, do Estatuto da Universidade de Marília, sendo implantado oficialmente no 2o semestre de 1988. O seu reconhecimento veio através do Parecer Número 26/93 de 27 de janeiro de 1993, do então Conselho Federal de Educação (C.F.E.). Ainda neste mesmo ano este reconhecimento foi obtido, em definitivo, por Decreto, através da Portaria número 1.662/93 do Ministério da Educação, em 22 de novembro de 1993. A Secretária de Educação Superior, através da Portaria nº 775/2008 publicou no Diário Oficial de 10 de novembro de 2008 a renovação do Curso. 9 2.2 BASES FILOSÓFICAS Todo o pensamento delineador da proposta do Curso de Engenharia Agronômica da UNIMAR é consoante com as recomendações do CNE. Resolução Nº 03 de 18 de Dezembro de 2002. 2.3 BASES SOCIOCULTURAIS O Curso de Engenharia Agronômica da UNIMAR reitera seu compromisso com o desenvolvimento da ciência e tecnologia, onde os alunos devem ser preparados para os desafios do mercado de trabalho. É, portanto, intenção do curso ampliar o horizonte de seus alunos e ao mesmo tempo sublinhar as características do seu lugar, seu contexto, sua cultura e sobretudo sua base técnico-científica. Para tanto, as disciplinas são definidas e distribuídas ao longo do curso de forma a fornecer aos alunos uma sólida formação básica e conhecimentos em práticas específicas da profissão, formando profissionais habilitados para integrarem o mercado de trabalho. 2.4 BASES INSTITUCIONAIS O Curso de Agronomia da UNIMAR está alocado junto aos Cursos de Ciências Agrárias, possuindo um corpo docente técnico profissionalizante composto na sua totalidade de professores pós-graduados, e contando com a participação e colaboração de professores de outras áreas, tais como Arquitetura e Urbanismo, Economia e Sociologia, entre outros, que compõem o grupo. O Curso será constantemente avaliado, onde um questionário indicativo serve de base para as modificações sugeridas pelo corpo docente e discente. Além disso, através de um Conselho de Cursos ativo, trabalhando em conjunto com a Coordenação do Curso e corpo discente, outras avaliações (internas e externas) sempre serão realizadas, gerando subsídios para as eventuais adequações do curso. 10 PARTE III – PERFIL DO CURSO 1 OBJETIVOS DO CURSO A Universidade de Marília, ao oferecer o Curso de Agronomia apresenta um projeto pedagógico construído coletivamente, mas principalmente, centro no aluno como sujeito da aprendizagem e apoiado no professor que desenvolverá suas atividades acadêmicas, com objetivos de facilitar o processo educativo, sendo mediado no procedimento, do ensino-aprendizagem. No entanto, este deverá estar comprometido com a busca incessante da formação integral, adequada ao estudante, mediante uma articulação entre ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO. 1.1 OBJETIVO GERAL O Curso de Agronomia da Unimar objetiva formar Engenheiros Agrônomos compromissados com a inovação tecnológica, com capacidade técnico-científica e responsabilidade social, aptos a promover, orientar e administrar a utilização e otimização dos diversos fatores que compõem os sistemas de produção, transformação e comercialização, em consonância com os preceitos de proteção ambiental, além de planejar, pesquisar e aplicar técnicas, métodos e processos adequados à solução de problemas e à promoção do desenvolvimento sustentável. O Curso permitirá ao profissional a atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade. 1.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS O curso de Graduação em Agronomia tem como objetivos precípuos, os seguintes pontos: 11 • Graduar agrônomos para organizar, dirigir e executar atividades técnicas concernentes ao ensino, pesquisa e extensão na área agrícola, em seus mais diferentes graus; • Preparar profissionais para a difusão de tecnologias em mecanização agrícola, nutrição de plantas, colheita e beneficiamento de produtos agrícolas e industrialização de produtos de origem vegetal; • Gerar, adaptar e validar tecnologias à agricultura, sob a ótica da sustentabilidade da relação do homem com a natureza; • Formar agrônomos para executar estudos agroeconômicos e agroindustriais; Fiscalizar indústrias e o comércio de todos os insumos agrícolas e agroindustriais; • Instrumentalizar o futuro profissional para incrementar a produção vegetal de interesse nacional ou regional; • Incutir no futuro agrônomo a necessidade do embasamento teórico técnico científico sobre fatores do manejo de plantas, tais como: Gênese de solos, conservação ambiental, mecanização agrícola, adubação, plantio, fitossanidade, fitomelhoramento e botânica, armazenamento e agroindustrialização de produtos de origem vegetal de interesse humano. • Enriquecer, através de práticas competentes, o conhecimento transmitido por professores hábeis via exposições temáticas ou demonstrações de metodologias. • Capacitar o profissional de agronomia para a realização de pesquisa agronômica aplicada, sob a égide dos problemas de abastecimento alimentar que se lhe apresentarem, nas mais diferentes condições edafo-climáticas. • Desenvolver a capacidade crítica do profissional a ser formado para que possa, adotando tecnologias disponíveis, tomar decisões em tempo hábil. Este ponto torna-se fundamental visto que, o objeto de trabalho da Agronomia envolve seres vivos, fenômenos naturais e suas inter-relações. Os fatos decorrentes do manejo destes fenômenos não estarão, portanto, sob total controle do Agrônomo que, deve estar apto a conduzi-los rumo à produtividade agrícola pretendida. • O profissional de agronomia deve associar os conhecimentos técnicos às necessidades e possibilidades do produtor agrícola brasileiro. Isto será realizado atra- 12 vés da aproximação, gradual, do futuro profissional ao ambiente sócio-cultural, típico da zona rural. Este objetivo vem sendo alcançado através de visitas técnicas à propriedades rurais, cooperativas e agroindústrias ainda complementado através dos estágios realizados durante o curso de graduação. 1.3 PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO O Engenheiro Agrônomo envolve-se em praticamente todas as etapas do agronegócio, desde o plantio ou a criação até a comercialização da produção. Ele planeja, organiza e acompanha o cultivo, o combate e o manejo de pragas e de doenças, a colheita, o armazenamento e a distribuição da safra. Além disso, os Agrônomos pesquisam e aplicam conhecimentos científicos e técnicos à agricultura, para garantir uma produção vegetal e animal lucrativa e sustentável. Acompanham todo o processo de produção de alimentos de origem vegetal e animal, visando o menor custo de produção, melhor qualidade e incremento da produtividade, além da manutenção e conservação do meio ambiente. A atuação dos Engenheiros Agrônomos é muito ampla e diversificada. Podem trabalhar em indústrias de insumos agrícolas, em empresas de produção, em instituições públicas ou privadas de pesquisa, em universidades ou faculdades, órgãos de fiscalização e também nas áreas de defesa sanitária, armazenamento, comercialização, mercado internacional, manejo ambiental, dentre outras. O perfil profissional pretendido pela UNIMAR para o formando está totalmente adequado à realidade socioeconômica de Marília e região. O egresso do Curso de Agronomia da Universidade de Marília deverá ter valores humanísticos, princípios éticos, uma visão socioeconômica ampla (que inclui aspectos políticos e culturais) e uma visão sócio-ambiental que o habilite a uma atuação crítica e criativa para o atendimento das demandas da sociedade sem comprometer o ambiente e os recursos naturais nele contidos. A meta, portanto, é preparar profissionais-cidadãos críticos, modernos, com potencial de promover mudanças no meio agrícola e com capacidade para desenvolver uma agricultura sustentável onde exista a inter-relação entre o ambiente, o homem da terra e a área econômica. 13 A formação profissional do Engenheiro Agrônomo tem início com o seu ingresso no curso de bacharelado e continua posteriormente a ele, de forma permanente, em cursos de pós-graduação, em programas de educação continuada, entre outros, e no exercício da profissão. 1.3.1 COMPETÊNCIAS E HABILIDADES Baseando-se nas diretrizes curriculares dos Cursos de Engenharia Agronômica do Brasil (Conselho Nacional de Educação / Câmara de Educação Superior, Resolução Nº 1, de 2 de fevereiro de 2006), o currículo do curso de Agronomia deverá dar condições a seus egressos para adquirirem competências e habilidades a fim de: a) projetar, coordenar, analisar, fiscalizar, assessorar, supervisionar e especificar, técnica e economicamente projetos agroindustriais e do agronegócio, aplicando padrões, medidas e controle de qualidade; b) realizar vistorias, perícias, avaliações, arbitramentos, laudos e pareceres técnicos, com condutas, atitudes e responsabilidade técnica e social, respeitando a fauna e a flora e promovendo a conservação e / ou recuperação da qualidade do solo, do ar e da água, com uso de tecnologias integradas e ambientalmente sustentáveis; c) atuar na organização e gerenciamento empresarial e comunitário interagindo e influenciando nos processos decisórios de agentes e instituições, na gestão de políticas setoriais; d) produzir, conservar e comercializar alimentos, fibras e outros produtos agropecuários; e) participar e atuar eticamente em todos os segmentos das cadeias produtivas do agronegócio; f) exercer atividades de docência, pesquisa e extensão no ensino técnico profissional, no ensino superior, na pesquisa, na divulgação técnica e na extensão; g) enfrentar os desafios das rápidas transformações da sociedade e do mercado de trabalho, adaptando-se às situações novas e emergentes. Além destas competências e habilidades, expressas nos objetivos acima, outras competências e habilidades são desejadas do perfil profissional do egresso da UNIMAR, tais como: 14 a) Formação ético-profissional com vistas ao papel social do Engenheiro Agrônomo. b) Sólida formação básica, para o exercício profissional, aliada à capacidade de enfrentar e solucionar problemas da área, tanto na redução da fome quanto na conservação do meio ambiente. c) Formação generalista nas diversas áreas tecnológicas, incluindo preparação para gerenciamento de propriedades rurais e agroindústrias visando a alimentação, medicamentos ou paisagismo. d) Capacidade de utilização da informática como instrumento do exercício da Agronomia. e) Capacidade de trabalho em equipes multidisciplinares, abrangendo outras áreas do conhecimento humano. f) Formação abrangente que lhe propicie sensibilidade para as questões humanísticas, sociais, ambientais e legais. A perspectiva do Engenheiro Agrônomo indica que um profissional tão eclético tem condições de ser um executivo ou realizar serviços encomendados, bem como, abrir seus próprios negócios executando assim, as mais diversas tarefas, projetos e missões no campo da agricultura atual. O Engenheiro Agrônomo é o profissional mais habilitado a levar o país a um desenvolvimento seguro, tendo como base a agricultura e a segurança alimentar, juntamente com a educação no meio urbano e rural. 1.4 ORGANIZAÇÃO DO CURSO O currículo do Curso de Agronomia da Unimar é formado por disciplinas organizadas em Conteúdos; básicos, profissionais essenciais e profissionais específicos e atende plenamente às exigências mínimas do MEC para os Cursos de Engenharia Agronômica ou Agronomia, conforme a Resolução MEC no. 1, de 2 de fevereiro de 2006 (Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de graduação em Engenharia Agronômica ou Agronomia) e Resolução MEC no. 2, de 18 de julho de 2007. O Curso de Graduação em Agronomia apresenta uma Estrutura Curricular com uma carga horária de 4.160 horas-aula, correspondente a 3.620 horas reló- 15 gio. Destacam-se assim as Diretrizes Curriculares dos Cursos de Graduação em Engenharia Agronômica ou Agronomia definidas na resolução nº 1, de 02 de fevereiro de 2006, pelo Ministério da Educação, além da Resolução nº 2, de 18 de junho de 2007 e do Parecer CNE/CES Nº 8/2007, que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial. Também fazem parte da integralização curricular como conteúdos curriculares obrigatórios: · Estágio Curricular Supervisionado: refere-se ao conjunto de atividades de formação, programado e diretamente supervisionado por membros do corpo docente da instituição formadora e procura assegurar a consolidação e articulação das competências estabelecidas. O estágio supervisionado visa a assegurar o contato do formando com situações, contextos e instituições, permitindo que conhecimentos, habilidades e atitudes se concretizem em ações profissionais. · Projeto Integrador: O projeto integrador ou interdisciplinar é parte integrante da matriz curricular do Curso de Engenharia agronômica da Unimar e tem como objetivo principal permitir a integração entre as unidades curriculares e os diversos saberes das diferentes áreas do conhecimento. O projeto dessa forma permite aos alunos do Curso tentar resolver algum problema prático/real e buscando o conhecimento do mercado de trabalho/área de atuação. · Atividades Complementares: são componentes curriculares que possibilitem, por avaliação, o reconhecimento de habilidades, conhecimentos, competências e atitudes do aluno, inclusive adquiridos fora do ambiente acadêmico. Podem incluir projetos de pesquisa, monitoria, iniciação científica, projetos de extensão, módulos temáticos, seminários, simpósios, congressos, conferências entre outros. As atividades complementares se constituem de componentes curriculares enriquecedoras e implementadoras do próprio perfil do formando, sem que se confundam com o estágio supervisionado. 16 · Trabalho de Conclusão de Curso (TCC): a ser realizado no último semestre do curso, juntamente com o Estágio Supervisionado. Entendida a organização do Curso em torno desses eixos, o Curso de Engenharia Agronômica, pela sua proposta pedagógica, apresenta o seguinte delineamento: I- Regime: Semestral II- Integralização: Prazo mínimo de 4 anos Prazo máximo de 7 anos III- Vagas Ofertadas: 50 IV- Carga Horária: 3.620 horas relógio V Turno: Diurno VI Titulação: Engenheiro Agrônomo A estrutura do Curso de Engenharia Agronômica irá assegurar: 1- a articulação entre o ensino, pesquisa e extensão, garantindo um ensino crítico e criativo, que leve à construção do perfil desejado, estimulando a realização de experimentos e/ou projetos de pesquisa, de forma a socializar o conhecimento produzido; 2- as atividades teóricas e práticas presentes desde o início do curso, deverão permear toda a formação do Engenheiro Agrônomo, de forma integrada e interdisciplinar; 3- os princípios de autonomia institucional de flexibilidade, integração estudo/trabalho e pluralidade no currículo; 4- definição de estratégias pedagógicas que articulem o saber, o saber fazer e o saber conviver, visando desenvolver os princípios do aprender a aprender e o aprender a ser, atributos indispensáveis na formação de profissionais para o mundo tão complexo que vivemos; 17 5- o estímulo às dinâmicas de trabalho em grupos, por favorecerem a discussão coletiva e as relações interpessoais; 6- a valorização das dimensões éticas e humanísticas desenvolvendo no futuro profissional atitudes e valores orientados para a cidadania e para a sociedade. 1.5. FORMA DE ACESSO AO CURSO Quanto à forma de acesso ao curso, o Curso de Engenharia Agronômica obedece ao REGIMENTO GERAL aprovado pelo CONSEPE - Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão em 06/03/08 e CONSUNI - Conselho Universitário em 07/03/08, abaixo transcrito: FORMAS DE ACESSO AO CURSO: PROCESSO SELETIVO, TRANSFERÊNCIA EXTERNA E PORTADORES DE DIPLOMA DE NÍVEL SUPERIOR CAPÍTULO II DO PROCESSO SELETIVO Art. 58. O processo seletivo de ingresso no 1º período ou termo de cada curso destina-se a avaliar a formação recebida pelos candidatos e a classificá-los, dentro do estrito limite das vagas oferecidas. Quanto ao SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM, o Curso de Engenharia Agronômica obedece ao REGIMENTO GERAL aprovados pelo CONSEPE - Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão em 06/03/08 e CONSUNI - Conselho Universitário em 07/03/08, abaixo transcrito: CAPÍTULO III DA MATRÍCULA Art. 62. A matrícula, ato formal de ingresso do aluno no curso e de vinculação do mesmo à UNIMAR, realiza-se na Secretaria Geral, em prazos estabelecidos no calendário acadêmico, no 1º e 2º semestres letivos, distintamente, instruí- 18 do o requerimento com a documentação competente, condicionada à regularidade administrativa do aluno e à celebração de um Contrato de Prestação de Serviços Educacionais. § 1º. Quando da ocorrência de vagas, será permitida a matrícula de alunos não regulares, desde que comprovada sua capacidade de cursar as disciplinas oferecidas no currículo com proveito e mediante processo seletivo prévio, devidamente regulamentado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, sendo conferido, ao final, certidão dos estudos realizados. § 2º. No caso de graduado em outro curso superior, é exigida a apresentação do diploma, devidamente registrado, para substituir o comprovante de Conclusão de Ensino Médio ou equivalente. Art. 63. A matrícula deverá ser renovada semestralmente, pois são independentes, no prazo estabelecido pelo calendário acadêmico. Parágrafo único. Ressalvado o disposto no artigo 65 deste Regimento Geral, a não renovação de matrícula a cada semestre implica em abandono do curso e desvinculação do aluno da UNIMAR. Art. 64. É permitida a exclusão ou inclusão de disciplinas, se requeridas dentro do prazo previsto pelo Calendário Acadêmico, e desde que seja atendido o disposto no art. 62 deste Regimento Geral. CAPÍTULO IV DO TRANCAMENTO DE MATRÍCULA Art. 65. É concedido trancamento de matrícula para o efeito de, interrompidos temporariamente os estudos, manter o aluno sua vinculação à UNIMAR. § 1º. O trancamento é concedido por quatro (4) semestres consecutivos ou seis (6) alternados e só será deferido se o requerente estiver em dia com suas obrigações com a UNIMAR. § 2º. O trancamento não assegura ao aluno o retorno no currículo que cursava. § 3º. Não será computado no prazo de integralização do curso o período correspondente ao trancamento, feito na forma prevista, exceto ou somente se possuir o benefício do FIES ou PROUNI. Art. 66. Pode o aluno solicitar cancelamento de sua matrícula que, após deferido, desvincula o aluno da UNIMAR. 19 Parágrafo único. O pedido de cancelamento de matrícula só será deferido se o requerente estiver em dia com suas obrigações perante a UNIMAR. CAPÍTULO V DAS TRANSFERÊNCIAS E DO APROVEITAMENTO DE ESTUDOS Art. 67. A UNIMAR aceita transferências de alunos regulares, para cursos afins, na estrita conformidade das vagas existentes, mediante processo seletivo regulamentado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão. Art. 68 As transferências ex-ofício dar-se-ão na forma da legislação vigente. Art. 69 Em qualquer época, a requerimento do interessado e respeitadas as normas vigentes, a UNIMAR concede transferência de aluno nela matriculado. Parágrafo único. Não é concedida transferência a aluno que se encontre respondendo a inquérito administrativo ou cumprindo penalidade disciplinar. Art. 70 O interessado que apresentar certidão de estudos realizados fica sujeito a prestar Processo Seletivo de Ingresso na Unimar, e requerer convalidação de estudos. Art. 71 O aluno que já tenha concluído curso superior autorizado ou reconhecido, ou mesmo disciplinas de cursos afins, pode requerer, por ocasião da matrícula, aproveitamento de disciplinas estudadas, observada a legislação de ensino. Art. 72 A transferência interna será possível se houver vagas no curso pretendido e se forem plenamente atendidas normas fixadas pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão. 2 ENSINO A organização Didática está fixada em propósitos e metas a serem alcançados durante a formação dos estudantes do Curso de Engenharia Agronômica, em consonância com o planejamento global e com as diretrizes e princípios da UNIMAR, expressos no Projeto Pedagógico Institucional -‐ PPI e no Projeto de Desenvolvimento Institucional -‐ PDI. Desta forma, a Organização Didática favorecerá: a conceitualização uniforme entre professores e estudantes; a seleção da metodologia ensi- no/aprendizagem; o estabelecimento de padrões de desempenho para docentes e 20 estudantes, visando ao replanejamento e atualização contínua do curso; a identificação de modelos para a avaliação dos estudantes, seja ela classificatória e/ou formativa. 2.1 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM De acordo com o Regimento Geral da UNIMAR, subseção IV, do PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM, temos: Art. 76 - O plano de ensino da disciplina deve conter, no mínimo, a in- dicação dos objetivos gerais e específicos da mesma, o conteúdo programático, a metodologia a ser adotada, a carga horária, os critérios de avaliação e os recursos materiais e bibliográficos de apoio. § 1º - O plano de ensino da disciplina é elaborado pelo professor ou grupo de professores e aprovado pelo respectivo Conselho de Curso, devendo ser submetido à aprovação do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão; § 2º - É obrigatório o cumprimento do conteúdo programático e da carga horária prevista. Art. 77 - São atividades curriculares as preleções, pesquisas, exercí- cios, arguições, trabalhos práticos, seminários, excursões e estágios, inclusive os realizados em campus avançado, previstas nos respectivos planos de ensino. Art. 78 - A avaliação do desempenho escolar é feita por disciplina, in- cidindo sobre a freqüência e o aproveitamento. Art. 79 - A frequência às aulas e demais atividades acadêmicas é obri- gatória, vedado o abono de faltas. § 1º - Independentemente dos demais resultados obtidos, é consi- derado reprovado na disciplina o aluno que não obtenha frequência em, no mínimo, setenta e cinco por cento (75%) das aulas e demais atividades programadas; 21 § 2º - A verificação e o registro da frequência são de responsabili- dade do professor, e seu controle pela Secretaria Geral. Art. 80 - O aproveitamento escolar é avaliado através de acompanha- mento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nos exercícios escolares e no exame final. § 1º - Compete ao professor da disciplina elaborar os exercícios es- colares sob a forma de provas e determinar os demais trabalhos, bem como julgar-lhes os resultados; devendo imediatamente após o encerramento do prazo para as revisões de nota das provas bimestrais, fazer a devolução das mesmas aos alunos; § 2º - Os exercícios escolares visam a avaliação progressiva do aproveitamento do aluno e constam de trabalhos escritos ou orais, individuais ou em grupos e regulamentados pelo respectivo Conselho de Curso; § 3º - O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão regulará os procedi- mentos para que os alunos que tenham extraordinário aproveitamento nos estudos, possam ter abreviada a duração dos seus cursos, de acordo com as normas vigentes. Art. 81 - A cada verificação do aproveitamento é atribuída uma nota expressa em grau numérico de 0 (zero) a 10 (dez) pontos, permitindo-se o fracionamento de inteiro em 5 (cinco) décimos. § 1º - Pode ser concedida revisão da nota atribuída à verificação do aproveitamento, quando requerida no prazo de 2 (dois) dias úteis após a sua divulgação; § 2º - O professor responsável pela atribuição da nota da prova re- visada, pode mantê-la ou alterá-la, devendo, sempre, fundamentar sua decisão; § 3º - Não acatando a decisão do professor, o aluno, desde que te- nha justificado, poderá requerer ao diretor banca, composta por 2 outros professores do curso, para reapreciar seu pedido de revisão; § 4º - Se ambos concordarem em alterar a nota, prevalecerá esta decisão, mas não havendo unanimidade, prevalecerá a nota originalmente atribuída pelo professor da disciplina; 22 § 5º - É atribuída nota 0 (zero) ao aluno que utilizar-se de meio fraudulento na realização de qualquer prova. Art. 82 - O aluno que deixar de comparecer à verificação na data fixa- da, poderá requerer uma prova substitutiva para cada disciplina perdida, de acordo com o calendário acadêmico. Parágrafo único - O aluno que comparecer a todas as avaliações poderá, também, requerer a prova de que trata o caput, de acordo com o calendário acadêmico, para substituir a menor nota das avaliações anteriores (P1 ou P2), pela nota obtida. Art. 83 - Atendidas, em qualquer caso, a frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) às aulas e demais atividades escolares, para aprovação aplicam-se as seguintes normas: I - é aprovado a aluno que, após as avaliações parciais realizadas nos 1º e 2º bimestres de cada semestre letivo, alcançar média igual ou superior a 7,0 (sete); II - deverá submeter-se a exame final o aluno que, após as avaliações parciais realizadas nos 1º e 2º bimestres de cada semestre letivo, alcançar média igual ou superior a 4,0 (quatro), mas inferior a 7,0 (sete); III - será considerado aprovado o aluno que alcançar, após o exame final, média final igual ou superior a 5,0 (cinco), resultante da média das avaliações parciais de cada semestre letivo mais a nota do exame final dividido por dois; IV - será considerado reprovado o aluno que, após as avaliações parciais realizadas nos 1º e 2º bimestres de cada semestre letivo, não alcançar a média 4,0 (quatro) em cada disciplina; V - quanto ao Estágio Supervisionado, será considerado aprovado o aluno que obtiver, após o cumprimento da carga horária mínima prevista no respectivo currículo pleno, nota final igual ou superior a 7,0 (sete) resultante das avaliações parciais aplicadas durante o período de estágio. Art. 84 - É promovido ao período seguinte o aluno aprovado em todas as disciplinas do período cursado, admitindo-se, ainda, a promoção com dependências. 23 § 1º - No ato da renovação semestral da matrícula o aluno deverá matricu- lar-se, obrigatoriamente, nas disciplinas dependentes de termo menor e, logo a seguir, fechar o horário, com aquelas outras que se enquadrem na compatibilidade horária; § 2º - É vedada a matrícula de disciplinas em currículos de habilita- ções, se o aluno interessado não tiver concluído com aproveitamento todas as disciplinas do curso de graduação em que estiver matriculado; § 3º - os estágios, internatos e trabalhos de conclusão de curso obedecerão normas e procedimentos fixados segundo as características de cada curso, aprovados pelos respectivos Conselhos de Curso e pelo CONSEPE; § 4º - A recuperação das disciplinas reprovadas tão somente por notas de avaliação, em disciplinas teóricas, será feita através de normas e procedimentos a serem fixados segundo as características de cada curso, aprovados pelos respectivos Conselhos de Curso, cabendo ao Coordenado do Curso apresentar o plano à Pró-Reitoria de Graduação para encaminhamento ao CONSEPE para manifestação e aprovação do CONSUNI. 2.2. METODOLOGIA E TÉCNICAS DE ENSINO Destacam-‐se, como metodologia de ensino-‐aprendizagem, as seguintes atividades: aulas dialogadas, dinâmicas de grupo, leituras comentadas, discussão de artigos e casos clínicos, aulas expositivas, visitas técnicas, aulas práticas, seminários, estágios, simpósios, palestras, pesquisa bibliográfica e iniciação científica. Segundo o referencial teórico que fundamenta o trabalho desenvolvido na UNIMAR, pode-se afirmar que currículo é a totalidade das vivências educacionais de um curso. Na UNIMAR, essas vivências envolvem o trabalho a ser realizado em sala de aula e após sala de aula, nos laboratórios, salas ambientes, oficinas, estágios, biblioteca, e principalmente estudos livres, tendo em vista atender as disposições da legislação educacional referente às normas de hora-aula e às respectivas normas de carga horária mínima do curso. Os planos de aula, ou seja, a proposta 24 de trabalho do professor para uma determinada aula ou conjunto de aulas contempla a orientação aos alunos do que fazer e de como fazer. O curso conta com disciplinas práticas, teóricas e teórico-práticas. As disciplinas de cunho teórico devem fornecer o subsídio fundamental para o desenvolvimento dessas teorias ministradas nas disciplinas práticas e teórico-práticas. Os laboratórios devem somar todo o conhecimento das demais áreas e matérias do curso em seus exercícios práticos. As disciplinas contam com salas com ar condicionado para aulas teóricas, laboratórios e auditório, que facilitam o uso de instrumental tecnológico, como lousa interativa, multimídia, entre outros. As avaliações são efetuadas através de duas (02) provas bimestrais mais o exame final. O método da avaliação, além das duas provas (teórico-práticas), é incrementado com avaliações parciais, ou seja, provinhas, seminários, pesquisas e trabalhos programados, a critério de cada professor, que integrarão o resultado final do aluno na disciplina. A metodologia de ensino atende à concepção do curso de Engenharia Agronômica da UNIMAR em vigor, porém com um despertar para a metodologia por busca ativa, sempre colocando situações nas aulas teóricas e práticas para que o aluno aprenda o raciocínio lógico e busque a solução dos problemas por meio de técnicas individuais ou em grupo. Dentro desta abordagem, o enfoque principal será de incutir ao aluno a verdadeira importância da educação permanente, e exercitar as rotinas da prática profissional para atingir a verdadeira aprendizagem, sendo os professores facilitadores na busca do saber. O aprender e o recriar permanente, ou o aprender a aprender, conceito pedagógico derivado dos novos desafios da sociedade contemporânea, não se esgotam no campo da introdução à ciência ou aos métodos de reprodução do saber. O aluno deve vivenciar a realidade dentro de um processo pedagógico onde toda a atividade profissional humana se desenvolva em parcerias com grupos sociais no contexto da sociedade em que se integram cidadãos, ou seja: Ensino e Pesquisa articulados com as demandas sociais. O processo dinâmico do ensino-aprendizagem requer a utilização de formas variadas de apropriação do conhecimento e não deve limitar-se à oferta de 25 matérias ministradas em sala de aula. Para tanto, é fundamental o envolvimento do aluno em processos produtivos, pesquisas bibliográficas e de campo, atividades de extensão, estágio extracurricular, visitas técnicas a agroindústrias, participação em congressos, encontros, palestras, entre outros. Em função do exposto, é que se adotam novas estratégias pedagógicas, trocando o discurso pelo diálogo. O PPI e o PPC, de forma consciente e institucionalizada, assumem o compromisso de acompanhar este desafio, realizando mudanças significativas na sua estrutura que deverão ser acompanhadas e permanentemente avaliadas, a fim de permitir os ajustes que se fizerem necessários ao seu aperfeiçoamento. 2.3 PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO Pós-graduação e pesquisa constituem-se em um só corpo e seus resultados devem retroalimentar a Graduação e gerar fatos novos para serem transmitidos à comunidade. A política de ensino de pós-graduação e pesquisa na Universidade de Marília objetiva, principalmente, desenvolver trabalhos voltados à realidade social e regional como também, a integração dentro da própria Universidade e também de outras instituições educacionais e de fomento à pesquisa. Preocupada com o desenvolvimento da pesquisa e com a implantação de cursos de pós-graduação, a UNIMAR tem procurado nos últimos anos incentivar seu corpo docente na obtenção de títulos de mestre e doutor. Por outro lado, a nova Pró-Reitoria de pesquisa e pós-graduação (PROPEP), tem incentivado a formação de grupos de pesquisa e o desenvolvimento de cursos de especialização e pós-graduação. Em paralelo à qualificação do corpo docente, a UNIMAR procura iniciar os alunos nas atividades de pesquisa através do Programa Institucional de Iniciação Científica –PIIC– que é centrado na iniciação científica de novos talentos em todas as áreas do conhecimento. É administrado diretamente pela Universidade e voltado para os alunos de graduação, servindo de incentivo à formação, privilegiando a participação ativa de bons alunos em projetos de pesquisa de qualidade acadêmica, mérito científico e orientação adequada, individual e continuada e, 26 quando possível em interação com programas de pós-graduação da própria Instituição. Culmina com um trabalho final avaliado e valorizado, fornecendo retorno imediato ao bolsista tendo em vista a continuidade de sua formação, particularmente a freqüência a pós-graduação. O Programa Institucional de Iniciação Científica (PIIC), por meio de bolsas ou voluntariado, é uma forma eficaz de induzir o desenvolvimento institucional desta área, sendo facilitador para integrar as diversas atividades que envolvem a iniciação científica na Instituição. A Iniciação Científica (IC), na ótica da Instituição é um instrumento básico de formação, ao passo que a bolsa de iniciação científica é um incentivo individual que se operacionaliza como estratégia de financiamento seletivo aos melhores alunos, vinculados a projetos desenvolvidos pelos pesquisadores no contexto da graduação e da pós-graduação. Neste contexto, pode-se considerar a bolsa como um instrumento abrangente de fomento à formação de recursos humanos. Nesse sentido, não se pode esperar que todo aluno em atividade de iniciação científica tenha bolsa. É fundamental compreender que a iniciação científica é uma atividade bem mais ampla que sua pura e simples realização mediante o pagamento de uma bolsa. O Programa Institucional de Iniciação Científica (PIIC/UNIMAR) tem como meta promover a participação de acadêmicos de graduação na pesquisa científica, contribuindo assim, para a sua formação intelectual, profissional e humana e, como objetivos específicos: I estimular a participação dos acadêmicos de graduação nas ativi- dades de pesquisa, visando à formação de recursos humanos para a atividade científica; II incentivar pesquisadores e docentes de graduação e Pós- graduação a atuarem na iniciação e orientação à pesquisa engajando estudantes de graduação em projetos de pesquisa e/ou atividades vinculadas às linhas de pesquisa dos cursos de graduação e programas de pós-graduação, visando ao desenvolvimento da iniciação científica no processo acadêmico; 27 III contribuir para a continuidade da formação dos acadêmicos em nível de pós-graduação, preparando-os para futura atividade científica; IV proporcionar ao aluno, orientado por pesquisador qualificado, a aprendizagem de técnicas e métodos científicos, por meio do envolvimento direto com as atividades da pesquisa, participação em núcleos e grupos de estudo; V estimular o escoamento da produção científica através da divul- gação dos resultados obtidos na pesquisa em publicações acadêmicas (revistas, livros , coletâneas) impressas e on-line. O REGULAMENTO DO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA PIIC/UNIMAR/PROPEP encontra-se em anexo. A Pós-graduação insere-se no mercado de trabalho, hoje em dia, como uma necessidade imprescindível, que advém principalmente, do acesso rápido ao conhecimento, da necessidade de estudos especializados, que acompanhem a velocidade das mudanças, propiciadas pelas novas tecnologias e pela comunicação instantânea, que nos obrigam a reciclagem e aquisição de novos saberes no decorrer da vida. A educação permanente torna-se uma realidade diária quando se pretende acompanhar as mudanças nas áreas de atuação. Assim sendo, a graduação, por si só, não nos prepara para atuar de modo eficiente e competitivo no mercado, seja ele acadêmico ou profissional. Os cursos de pós-graduação, tanto em sentido amplo (lato sensu) especializações, aperfeiçoamento, M.B.A., como em sentido restrito (stricto sensu) mestrados e doutorados aparecem como a solução para a continuidade de estudos, porque possibilitam maior crescimento cultural, profissional e científico. A Universidade de Marília, inserida no contexto sóciocultural e profissional de nossos dias, oferece uma gama variada de cursos de especialização (mais de vinte cursos nas mais diversas áreas) além de quatro programas de Pósgraduação “stricto sensu” (Mestrado) em Odontologia, Comunicação, Direito e Ciências Agrárias na ordem cronológica de sua implantação e reconhecimento pela CAPES. 2.4. EXTENSÃO 28 O curso de Engenharia Agronômica da UNIMAR tem se colocado em sintonia com a comunidade adjacente, sendo referência para a busca de informações de toda a região da Alta Paulista. Diversas atividades são desenvolvidas com o objetivo de propiciar a integração do corpo docente e discente com a comunidade local e regional. Este conjunto de atividades é composto por semanas de estudos, convênios, iniciação científica, participação em congressos, simpósios, “workshop”, realização de trabalhos de campo, utilização de laboratórios interdisciplinares e prestação de serviços. Com isso, todo o grupo se alinha para um mesmo objetivo alcançando o mais alto grau de maturidade e progressão científico-tecnológica. 2.5 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO CURSO 2.5.1 Mecanismos de Nivelamento Logo que ingressam na Universidade, os calouros de Engenharia Agronômica, juntamente com os demais calouros da Universidade são recepcionados pelo Departamento de Marketing, onde é feita uma apresentação da Universidade. No Curso é feita uma apresentação geral aos colegas e docentes e é apresentada toda a estrutura do Curso, inclusive com uma visita técnica por todos os setores. Durante o primeiro mês os docentes são orientados a captarem a real condição pedagógica e psicológica dos egressos, para que assim, em reunião do Colegiado de Curso, possa ser organizado um procedimento uniforme quanto ao nivelamento da turma. A matriz do 1º semestre do Curso de Engenharia Agronômica nos dá condições importantes quanto a esse aspecto do nivelamento, pois apresenta disciplinas básicas como Química e Bioquímica, Fundamentos de Ciências Sociais, Matemática e Estatística, Biologia, Morfologia Animal, Metodologia Científica e Técnicas da Informação, além de Introdução às Ciências Agrárias. Esta última, particularmente visa integrar os alunos ao Curso, procurando apresentar as especialidades a serem estudadas, por meio de palestras com docentes das áreas envolvidas, além de convidados externos, dando assim condições para que o calouro possa vislumbrar as vertentes da profissão escolhida. Após as apresentações os alunos são avaliados, sendo os dados obtidos utilizados na elaboração 29 de um perfil que nortearão metas no transcorrer do curso, principalmente subsidiando a programação a ser cumprida pela Coordenação no planejamento de módulos extracurriculares. Além disso, os docentes são orientados a desenvolverem várias atividades que contemplem o raciocínio lógico, fomentando a redação, cálculos básicos, interpretação de textos, inclusive em inglês e espanhol e apresentação de seminários, situações essas que nos dão subsídios para o nivelamento dos ingressantes 2.5.2 Programa de Prática Profissional Semestralmente são oferecidas dezenas de vagas para o desenvolvimento das atividades do Programa de Prática Profissional na maioria das disciplinas, bem como em setores da Fazenda Experimental. Essas vagas são preenchidas mediante inscrição seguindo horário apresentado pelo acadêmico que o realiza em no mínimo quatro e no máximo oito horas semanais durante quatro meses, ou seja, de fevereiro a maio ou de agosto a novembro. As atividades ocorrem sob orientação docente e os alunos apresentam no final relatório com ficha de freqüência devidamente preenchida. Os setores envolvidos são: Laboratório de Anatomia, Laboratório de Solos; laboratório de Botânica, Laboratório de Fitossanidade, Laboratório de Maquinas e Implementos, Laboratório de Nutrição Animal, Fábrica de Ração, Horticultura (Estufas-Hidroponia), Fruticultura, Avicultura de Postura e Corte, Cunicultura, Apicultura, Piscicultura, Ovinocultura, Leiteria e Shopping do Nelore. 2.5.3 Projeto Unicampo Caracterizado por visitas técnicas semanais à propriedades de Marília e Região que tem o intuito de demonstrar ao aluno a importância do diagnóstico das atividades desenvolvidas em propriedades rurais, como tipo de produção, nutrição animal, conservação de solo, manejo de pastagens, cultivo de determinadas culturas, entre outros, ocorrendo em veículo próprio da Universidade, num grupo de 12 alunos que se revezam, sempre com acompanhamento Docente. Este Projeto envolve alunos também dos Cursos de Medicina Veterinária e Zootecnia. 2.5.4 Projeto Leite Marília 30 Projeto desenvolvido em parceria com a Secretaria Municipal de Agricultura de Marília, Banco do Brasil e SEBRAE, sendo caracterizado por visitas semanais à propriedades leiteiras da Região de Marília com o objetivo de diagnóstico da criação e produção, envolvendo também a parte agrícola e a conseqüente aplicação de medidas que visem o aumento da produtividade. As visitas ocorrem em veículo próprio da Secretaria e conta com a participação de 05 alunos que se revezam, sempre com acompanhamento Docente e de Técnicos da Secretaria Municipal da Agricultura de Marília. Este Projeto também envolve alunos dos Cursos de Medicina Veterinária e Zootecnia. 2.5.5 Semana de Ciências Agrárias de Marília (SECAM) A Semana de Ciências Agrárias de Marília (SECAM) é toda desenvolvida e organizada pelos alunos dos Cursos de Medicina Veterinária, Zootecnia e Engenharia Agronômica, com supervisão docente. Ocorre no mês de outubro e encontra-se em sua XXIII edição, onde além do aspecto didático de aprimoramento, também tem um caráter de entretenimento, com exposição de animais, leilões e shows artísticos. 2.5.6 Projeto Rondon A Universidade de Marília participa efetivamente das atividades que envolvem o Projeto Rondon e nesse sentido o Curso de Agronomia têm sempre discentes participando dos projetos aprovados e com a supervisão docente. Os docentes envolvidos e os Estados contemplados foram: 2006 – Profa. Dra. Renata Bonini Pardo – Itaoca/SP 2007 – Proa. Dra. Elma Pereira dos Santos Polegatto – Paracaíma/RR 2008 – Prof. Dr. Márcio Christian Serpa Domingues – Curralinho/PA 2008 – Prof. MSc. Marcílio Félix – Marilândia/MG 2009 – Prof. Luyiz Antônio da Silva Pires – Monte alegre/AL 2010 – Prof. MSc. Marcílio Félix - Boca da Mata/AL 2011 – Profa. Dra. Cássia Fernanda Domingues Bassan – Esperantina/PI 2011 – Prof. MSc. Marcílio Félix – Serra do Navio/AP 2012 – Profa. Dr. Cássia F. Domingues Bassan – Amarante do Maranhão 31 2.5.7 Cursos e Palestras Várias palestras e cursos de extensão são realizados durante o ano com o objetivo do aprimoramento. Esses eventos são coordenados pelos alunos com superisão docente e a maioria é gratuita. Através de Convênio, anualmente Técnicos da Jacto ministram curso de Aplicação de defensivos Agrícolas aos alunos do Curso. 2.5.8 Parcerias a) Conselho Regional de Engenharia Arquitetura e agronomia do Estado de São Paulo (CREA); b) Prefeitura Municipal de Marília; c) Grupo Equipamentos agrícolas Jacto; d) Nogueira Implementos; e) Valtra Tratores; f) Ikeda Implementos Agrícolas; g) Associação Paulista dos Criadores de Ovinos; h) Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Marília; i) Secretaria Municipal da Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Marília; j) Instituto Agronômico de Campinas (IAC) 3 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR É importante observar que o processo de avaliação é uma das peças mais importantes de um sistema, pois é através dele que se pode descobrir e corrigir as deficiências e eventuais falhas do processo de ensino. O mesmo deverá ser composto de diferentes critérios, e aplicados nos diferentes níveis do sistema, balizando conteúdos da atualidade, tecnologias recentes que certamente adequarão às grades, ementas e metodologias de ensino. Sendo assim, o projeto deverá ser avaliado e revisto a cada início de ano, com a finalidade de provir o suporte necessário para o bom desenvolvimento do processo de aprendizado. 32 Semestralmente o projeto será avaliado globalmente seguido da apresentação de relatórios finais, contendo os resultados obtidos, as dificuldades encontradas que irão compor os novos rumos a serem tomados como base na complementação do nosso processo de ensino. A estrutura curricular tem o objetivo principal de conscientizar o aluno da necessidade de logo no início do Curso desenvolver uma aprendizagem contínua, vislumbrando as disciplinas básicas que darão sustentação às pré- profissionalizantes e profissionalizantes. O aluno é orientado a entender toda a programação que será desenvolvida nos nove meses de ensino, buscando a interdisciplinaridade e observando suas ramificações. O corpo administrativo bem como o corpo docente realiza um trabalho de conscientização e principalmente de orientação aos ingressos para que consigam valorizar a importância do seu crescimento individual, dentro da sala de aula e nas atividades práticas, fazendo-o buscar diferentes formas de conhecimento, utilizando-se das atividades complementares. Ressalta-se que o Estágio Supervisionado, deverá ser realizado em tempo integral no último semestre com o cumprimento de no mínimo 400 horas. Somente poderá matricular-se nessa disciplina o aluno que apresentar no máximo três disciplinas pendentes, desde que estas sejam oferecidas no mesmo semestre ou que sejam no sistema semi presenciais e que não ultrapassem a carga horária de 15 horas semanais, além do estágio ter que ser cumprido no município de Marília/SP. Ainda nesse sentido, e como decorrência do Estágio Supervisionado, o aluno deverá apresentar seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), baseado nas normas internas e defendê-lo perante uma banca composta de, no mínimo, dois professores do curso. 3.1 GRADE CURRICULAR DO CURSO Quadro 1. Grade Curricular 4020. Termo Código Nome da Disciplina Carga Horária Créditos 1º 200206 Morfologia Animal 40,0 2 1º 200207 Fundamentos de Ciências Sociais 40,0 2 1º 200208 Introdução à Ciências Agrárias 60,0 3 33 1º 200209 Matemática e Estatística 60,0 3 1º 200210 Ecologia 60,0 3 1º 200211 Química e Bioquímica 80,0 4 1º 200212 60,0 3 2º 200322 Metodologia Científica e Tecnologia da Informação Mineralogia e Petrologia 60,0 3 2º 200264 Motores e Máquinas 60,0 3 2º 200265 Física 60,0 3 2º 200266 Zoologia 60,0 3 2º 200267 Citologia e Morfologia Vegetal 80,0 4 2º 200268 Topografia 60,0 3 2º 200269 Estatística Experimental 60,0 3 3º 200270 Desenho Técnico e Construções Rurais 80,0 4 3º 200271 Fisiologia Vegetal 60,0 3 3º 200294 Genética 60,0 3 3º 200295 Microbilogia 60,0 3 3º 200296 Sensoriamento Remoto 40,0 2 3º 200297 Hidráulica e Hidrologia 40,0 2 3º 200298 Agrometeorologia 60,0 3 3º 200275 Mecanização Agrícola 60,0 3 4º 200276 Direito Agrário e Gestão Ambiental 40,0 2 4º 200287 Fitopatologia 80,0 4 4º 200299 Sistemática Vegetal 60,0 3 4º 200311 Irrigação e Drenagem 60,0 3 4º 200301 Entomologia 60,0 3 4º 200302 Olericultura 60,0 3 4º 200303 Produção de Animais Monogástricos 40,0 2 4º 200278 Solos 60,0 3 4º 200304 Paisagismo e Floricultura 40,0 2 5º 200305 Pragas das Plantas Cultivadas 60,0 3 5º 200306 Doenças das Plantas Cultivadas 80,0 4 5º 200279 Fertilidade do Solo 60,0 3 5º 200272 Forragicultura e Pastagens 60,0 3 5º 200307 Biologia das Plantas Cultivadas 60,0 3 5º 200308 Melhoramento Vegetal 60,0 3 34 5º 200309 Produção de Hortaliças 60,0 3 5º 200310 Silvicultura 60,0 3 6º 200282 80,0 4 6º 200300 Economia, Agronegócio e Planejamento Rural Biotecnologia Vegetal 40,0 2 6º 200312 Produção de Animais Ruminantes 60,0 3 6º 200313 Cultivo de Cereais e Cana-de-Açúcar 80,0 4 6º 200286 80,0 4 6º 200314 Adubos, Adubação e Conservação do Solo Fruticultura 80,0 4 6º 200315 Cultivo de Tubérculos e Estimulantes 60,0 3 6º 200315 Cultivo de Tubérculos e Estimulantes 60,0 3 6º 202446 Projetos I 120,0 6 7º 200316 Leguminosas e Oleaginosas 60,0 3 7º 200317 Produção e Tecnologia de Sementes 60,0 3 7º 200318 Nutrição Mineral de Plantas 60,0 3 7º 200319 60,0 3 7º 200281 Tecnologia de Produtos de Origem Animal e Vegetal Comércio e Cooperativismo 40,0 2 7º 200242 Extensão Rural 40,0 2 7º 200320 40,0 2 7º 200321 Ética Profissional, Legislação e Receituário Agronômico Uso e Manejo de Bacias Hidrográficas 60,0 3 7º 202447 Projetos II 120,0 6 8º 200263 Estágio Supervisionado e TCC 520,0 26 8º 201991 LIBRAS – LING. BRASIL. DE SINAIS (Optativa) 40.0 2 X 159905 Atividades Complementares 200,0 10 Horas relógio: 2.900 Horas Estágio Supervisionado: 520 Horas Atividades Complementares: 200 Horas Total Carga Horária: 3.620 Horas 3.1.1. Ementário e Bibliografia das Disciplinas Curriculares 1º Termo: 35 Disciplina: 200206 - MORFOLOGIA ANIMAL Introdução ao Estudo de Anatomia Veterinária; Osteologia; Artrologia; Miologia; Morfologia do Desenvolvimento; Aparelho Ungueal; Glândulas Mamárias; Sistema Digestório; Sistema Genital Feminino; Sistema Genital Masculino. Bibliografia Básica COLVILLE, T.P.; BASSERT, J. M. Anatomia e Fisiologia para Medicina Veterinária. 2ª ed., Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 543 p. POPESKO, P. Atlas de Anatomia Topográfica dos Animais Domésticos. São Paulo, Editora Manole, 1985. SCHWARZE, E. Compêndio de Anatomia Veterinária, editora Acribia, Zaragoza, Tomos, 1984. GETTY, R. Anatomia dos animais domesticos. 5.ed. Rio de Janeiro: Interamericana, 1986. Bibliografia Complementar: D’ARCE, R. D. ; FLETCHMANN, C. H. W. Introdução à Anatomia e Fisiologia Animal. 2ª ed. São Paulo, Livraria Nobel, 1985. DYCE, K. M.; SACK, W. O.; WENSING, C. J. G. Tratado de anatomia veterinária. 2 ed., Rio de Janeiro,Guanabara Koogan, 1997. 668p. FRANDSON, R. D. Anatomia e Fisiologia dos Animais Domésticos, 2ª ed. Rio de Janeiro, Guanabara – Koogan, 1979.Disciplina: 200207 - FUNDAMENTOS DE CIÊNCIAS SOCIAIS Conceitos Fundamentais de Ciências Sociais e das Revoluções do Século XVIII; Questões Sociais no Campo; Estrutura Agrária; Industrialização e Relações de Trabalho no Campo. Bibliofria Básica ADORNO, T. W. Introdução à Sociologia. São Paulo: UNESP, 2008. CHARON, J. M. Sociologia. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2001. 237p. DEMO, P. Metodologia cientifica em ciências sociais. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1989. 261p. 36 SANTOS, B. S. (org.). A globalização e as ciências sociais. 3.ed. São Paulo: Cortez, 2005. 572p. Bibliografia Complementar COSTA, M. C. C. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 3.ed. rev. e ampl. São Paulo: Moderna, 2005. DIAS, R. Introdução à Sociologia. Pearson Prentice Hall, 2007. 338p. GIDDENS, A.; SOBRAL, J. M. (coord.). Sociologia. 4.ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2004. 725p. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M.De A. Col. Sociologia geral. 5.ed. São Paulo: Atlas, 1987. 311p. Disciplina: 200208 - INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS AGRÁRIAS Conceitos de Ciências Agrárias; Abordagem dos Aspectos de Negócios, Ciência e Arte; As Funções do Profissional de Ciências Agrárias; Regulamentos das Profissões: dever e competências dos profissionais; Tecnologias Disponíveis; Análise do Currículo: disciplinas essenciais e optativas. Bibliografia Básica BALASTREIRE, L. A. Maquinas agricolas.1.ed. São Paulo: Manole, 1987. 307p. LANGONI, H.; DOMINGUES, P. F. Manejo sanitário animal.1.ed. Rio de Janeiro : EPUB, 2001. 210p MACHADO, P. A. L. Direito ambiental brasileiro. 6.ed. São Paulo: Malheiros, 1996. 782p. MILLEN, E. Guia do técnico agropecuário: veterinária e zootecnia.1.ed. Campinas: I.C.E.A., 1988. Bibliografia Complementar EVANGELISTA, J. Tecnologia de Alimentos, 2ª ed., São Paulo: Editora Atheneu, 1998. HAFEZ, E.S.E. Reprodução Animal. 6 ed., São Paulo: Manole ltda, 1995 LUCCI, C.S. Nutrição e Manejo de Bovinos Leiteiros. São Paulo: Manole ltda, 1997. SANTOS, G. J. et al. Administração de Custos na Agropecuária. São Paulo, Atlas, 2002. 37 SILVA, P. R. Trajetoria e estado da arte da formação em engenharia, arquitetura e agronomia. 1.ed. Brasilia: Conselho Fed. de Engenharia, 2010. CDp. SOUZA, G. et al. A Administração da Fazenda. São Paulo, Globo, 1992. Disciplina: 200209 - MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA Matemática: noções preliminares; Regra de Três; Porcentagem; Trigonometria no Triângulo Retângulo e Qualquer; Geometria Espacial; Estatística: conceitos e divisões da Estatística; Técnicas de Amostragem; Construções de Tabela se Gráficos; Medidas de Tendência Central; Medidas de Dispersão. Bibliografia Básica: GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo, vol. 1 e 2 – 5ª edição - LTC – 2008. MURAKAMI, C.; IEZZI, G.; MACHADO, N. J. Fundamentos de Matemática Elementar: Fundamentos de matemática elementar. 5.ed. São Paulo: Atual, 1999. SCHEINERMAN, E. R. Matemática Discreta . Editora Thomson – 1ª edição – 2006. SPIEGEL, M. R. Estatística. 3ª edição. São Paulo: Makron Books, 1994. 643p. Bibliografia Complementar MORETTIN, P. A.; BUSSAB, W. O. Estatística básica. 5.ed. Sao Paulo : Saraiva, 2002. 526 p. FERREIRA, R. S. Matemática aplicada às Ciências Agrárias: Análise de dados e modelos. Viçosa: UFV, 1999. GUELLI, C.; IEZZI, G.; DOLCE, O. Conjuntos, Funções e Inequações. 1.ed. São Paulo: Moderna, s.d. 265p. LEVINE, D. M. Estatística. Teoria e aplicações: usando o microsoft excel em português. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2005. CDp. Disciplina: 200210 - ECOLOGIA Estrutura e Funcionamento dos Ecossistemas; Ecologia das Populações e das Comunidades; Poluição Ambiental; A Destruição e a Conservação da Biodiversidade; Estrutura e Legislação Ambiental Brasileira. 38 Biblliografia Básica BRAGA, B. et al. Introdução à Engenharia Ambiental. Ed. Prentice Hall, São Paulo, 2002. 305p. GRISI, B. M. Glossário de ecologia e ciências ambientais. 2.ed. Joao Pessoa: UFPB, 2000. 200p. ODUM, E. P. Ecologia. Ed. Guanabara, RJ, 1988. 434p. TOWNSEND, C. R.; HARPER, J. L.; BEGON, M. Fundamentos em ecologia. 2.ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 592p. Bibliografia Complementar DAJOZ, R. Princípios de ecologia. 7.ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 519p. DAJOZ, R. Ecologia Geral. Ed. Vozes, 4ª ed. Petrópolis, Rj. 1983. 472p. LAGO, A.; PADUA, J. A. O que é ecologia. 1.ed. São Paulo: Cultural, 1985. 107p. RAMAZZO, L.; SILVA, P. C. Questões atuais de direito, ética e ecologia. 1.ed. Campinas: Alinea, 2007. 196p RICKLEFS, R. E. A economia da natureza: um livro texto em ecologia básica. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996. 470p. Disciplina: 200211 - QUÍMICA E BIOQUÍMICA Origem da Vida; Biomoléculas; Carboidratos; Lipídeos; Aminoácidos, Proteínas e Enzimas; Vitaminas; Ácidos Nucléicos; Hormônios; Metabolismo; Interação das Vias Metabólicas. Bibliografia Básica FELTRE, R. Química: Química geral. 4.ed. São Paulo: Moderna, 1994. LEHNINGER, A. L.; NELSON, D. L.; COX, M. M. Princípios de bioquímica. 4.ed. São Paulo: Sarvier, 2006. 1202p. MARZZOCO, A.; TORRES, B. B. Bioquímica básica. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 386p. STRYER, L. Bioquímica. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c1996. 1000p. Bibliografia Complementar CHAMPE, P. C. Bioquímica ilustrada. 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 533p. 39 GRANNER, D. K.; MURRAY, R. K .Harper: bioquímica. 9.ed. São Paulo: Atheneu, 2002. 919p. MAHAN, B. M.; MYERS, R. J. Química: um curso universitário. 2.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1996. 653p. REGER, D. et al. Química: Princípios e Aplicações. Fundação Calouste Gulbekian. Lisboa, Portugal, 1997. VIEIRA, E. C.; GAZZINELLI, G.; MARESGUIA, M. Bioquímica celular e biologia molecular. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 1996. 360p. Disciplina: 200212 - METODOLOGIA CIENTÍFICA E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Conceitos de Metodologia Científica; Métodos de Estudo e Aprendizagem; Como Elaborar Trabalhos Universitários; Tecnologia da Informação; Conhecimento Científico e Outros Tipos de Conhecimento; Métodos Científicos; Experimentação nas Ciências Biológicas e da Saúde. Bibliografia Básica: BARROS, A. J. P.; LEHFELD, N. A. S. Fundamentos de metodologia: um guia para a iniciacao cientifica. 3.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2007. 157p. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de Metodologia Científica. 7a ed., São Paulo: Atlas, 2010, 296p. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 21a ed., São Paulo: Cortez, 2000. Bibliografia Complementar: ALBERTO, S. B. M. Manual para Efaboração e Organização de Trabalhos Técnicos e Científicos. Marília: UNIMAR, 1997. 80p. BARRASS, R. Os cientistas precisam escrever: guia de redaçâo para cientistas, engenheiros e estudantes. 2º ed., São Paulo: T. A. Queiroz, 1986. CERVO, A. L., BERVtAN, P. A. Metodologia científica; para uso dos estudantes universitários. 2a ed., São Paulo : McGraw-Hill do Brasil, 1978. DEMO, P. Introdução à metodofogia científica. São Pauto: Atlas, 1983. 40 ECO, H. Como se faz uma tese. 2a ed. São Paulo : Perspectiva, 1985. RUIZ, J. Á. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. São Paulo: Atlas, 1989. SALOMON, D. V. Como fazer uma monografia. 2º ed., São Pauto: Martins Fontes, 1991. VIEIRA, S. Metodologia científica para a área da saúde. São Paulo: Sarvier, 1984. 2º Termo: Disciplina: 200322 - MINERALOGIA E PETROLOGIA Introdução. Espécie mineral. Classes Minerais. Magmatismo. Rochas Magmáticas. Intemperismo. Solos. Rochas Sedimentares. Metamorfismo. Rochas metamórficas. Águas Subterrâneas. Bibliografia Básica AMARAL, S. E.; LEINZ, V. Geologia geral. 12.ed. São Paulo: Nacional, 1995. 399p. BRANCO, P. M. Dicionário de mineralogia. 3.ed. Porto Alegre: Sagra, 1987. 362p ERNST, W. G. Minerais e rochas. São Paulo: Edgard Blucher, 1996, 162p. COSTA, J. B. Estudo e classificação das rochas por exame macroscópico. 10 ed. Lisboa: Fundação Calouste Gubenbian, 2001, 196p. Bibliografia Complementar BRANCO, Percio De Moraes. Dicionario de mineralogia. 3.ed. Porto Alegre: Sagra, 1987. 362p. DICIONARIO, De Geologia E. Mineralogia: Dicionários de geologia e mineralogia. 1.ed. São Paulo: Melhoramentos, 1980. 168p. LEINZ, V., CAMPOS, J. E. S. Guia para determinação de minerais. 11 ed. São Paulo, Comp. Ed. Nacional, 1982, 149p. POTSCH, Carlos. Mineralogia e geologia. 5.ed. Rio de Janeiro: Didática Científica, s.d.. 342p. Disciplina: 200212 – MOTORES E MÁQUINAS Noções de mecânica. Funcionamento dos componentes básicos de máquinas automotrizes: motor de combustão interna, sistemas anexos ao motor, siste- 41 ma de transmissão, direção e freios. Comandos operacionais e regulagens básicas no trator agrícola: sistemas hidráulicos de tratores agrícolas, sistemas de transmissão de potência. Manutenção preventiva de tratores agrícolas. Bibliografia Básica: BALASTREIRE , L. A. Máquinas Agrícolas. São Paulo: Manole, 1987. 307 p. MIALHE, L.G. Máquinas Motoras na Agricultura. Volumes 1 e 2, São Paulo: EPU, EDUSP, 1980. 417 p. SILVEIRA, G.M. da. Os Cuidados com o Trator. Rio de Janeiro: Globo, 1987. 245p. SILVEIRA, G. M. da. O Preparo do Solo: Implementos Corretos. Rio de Janeiro: Globo, 1988. 243p. TRATORES, Agrícolas. Tratores agrícolas: manutenção de tratores agrícolas. 2.ed. Brasília: SENAR, 2010. 188p. Bibliografia Complementar: CENTRO, De Treinamentos: Implementos. Centro de treinamentos: implementos. 5.ed. Canoas: Massey Ferguson, s.d. 39p. GRANDI, L. A. O trator e sua mecânica. V 2. Lavras: UFLA/FAEPE, 1997. 148 p. MIALHE, L. G. Maquinas motoras na agricultura. 1.ed. São Paulo: EPU, 1980. PADOVAN, L. A.; ANJUS, H. S.; LORENSETTI NETO, J. Operação de tratores agrícolas. São Paulo: SENAR, 2010. 54p. SILVEIRA, G. M. da, Máquinas para colheita e Transporte. Rio de Janeiro: Globo, 1988. 184 p. Disciplina: 200212 – FÍSICA Generalidades; Leis de Newton; Plano inclinado; Hidrostática ; Trabalho e Potência; Movimento circular; Termometria; Calorimetria; Estudo dos gases e Termodinâmica. Bibliografia Básica: HALLIDAY, D.; RESNICK, R. Física: Física.4.ed. Rio de Janeiro : Livros Técnicos e Científicos, 1989. 4.v. 42 EINSTEIN, A.; INFELD, L. A evolução da física. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1988. 237p. TIPLER, P. Física para cientistas e engenheiros. 6.ed. Rio de Janeiro: Ao livro técnico e cientifico, 2010. Bibliografia Complementar: FÍSICA, Experimental: Física experimental. 2.ed. Caxias do Sul: EDUCS, 1985. LOPES, J. B. Aprender e ensinar fisica. 1.ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2004. 430p. NUSSENZVEIG, H. M. Curso de física básica. 1ªed. São Paulo. Edgard Blucker, 1997. TIPLER, P. A. Física. 2ªed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1984. YOUSSEF, A. N.; FERNADEZ, V. P. Aulas de fisica. 1.ed. São Paulo: Scipione, 1986. 127p. Disciplina: 200265 - ZOOLOGIA Introdução à Zoologia. Filogenia dos invertebrados. Reino protista. Filo Platyhelminthes. Filo Nemathelminthe. Filo Anellida. Minhocultura. Filo Molusca. Helicicultura. Filo Arthropoda. Importância econômica dos representantes. Filo Chordata. Característica e importância das principais classes. Bibliografia Básica BARNES, R. D. Zoologia dos Invertebrados. Ed. Roca, 7ª Ed. 2003. 1.168p. FERRUZZI, C. Manual de Minhocultura. Lisboa, Porto: Litexa Ed. Ltda, 2001, 163p. LARSON, A.; HICKMAN, C. P.; ROBERTS, L. S. Princípios integrados de zoologia. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 846p. PAPAVERO, N. Fundamentos práticos de taxonomia zoológica. São Paulo: Ed. UNESP - FAPESP, 2ª Ed., 1994, 285p. Bibliografia Complementar POUGH, F. H. et al. A vida dos Vertebrados. Atheneu Ed. São Paulo. 1993. 839p. ROMER, A. S.; PARSONS, T. S. Anatomia comparada dos Vertebrados. Atheneu Ed. São Paulo, 1985. 559p. 43 RUPPERT, E. E.; FOX, R.; BARNES, R. D. Zoologia dos invertebrados: uma abordagem funcional-evolutiva. 1.ed. São Paulo: Roca, 2005. 1145p. SOERENSEN, B. C. Animais Peçonhentos. Livraria Atheneu, Rio de Janeiro. 1990. SOLOMON, E. P.; BERG, L. R. The World of Biology. Florida: Saunders College Publishing, 1995, 1005p. STORER, T. I. et al. Zoologia Geral. ed. Nacional, 6.ed. 1989. 816 p. VIEIRA, M. I. Minhocas e Minhocários. São Paulo: Livraria Nobel, 1988, 83p. Disciplina: 200267 – CITOLOGIA E MORFOLOGIA VEGETAL Aspectos sobre biologia celular vegetal. Componentes celulares. Microscopia ótica. Introdução ao estudo da Botânica. Morfologia externa (organografia) de raiz, caule, folha, flor, fruto e semente. Morfologia interna (anatomia): tecidos meristemáticos e tecidos adultos. Organização dos tecidos vegetais em raiz, caule e folha. Bibliografia Básica ALBERTS, B. Fundamentos da biologia celular. 2.ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. CDp. CARNEIRO, J.; JUNQUEIRA, L. C. Biologia celular e molecular. 8.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 332p. CUTTER, E. G. Anatomia Vegetal. 2.ed. São Paulo: Ed. Roca,1986. DAMIÃO FILHO, C. F. Morfologia Vegetal. Jaboticabal: FUNESP/UNESP, 1993. 243p. DE ROBERTIS JR, E. M. F.; HIB, J.; PONZIO, R. De Robertis: biologia celular e molecular.14.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 413p. ESAU, K. Anatomia das plantas com sementes. 1. Ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1987. 293p. FERRI, M. G. Botânica: morfologia externa das plantas - Organografia. 15.ed. São Paulo: Nobel, 1987. 148p. FERRI, M. G. Botânica: morfologia interna das plantas - Anatomia. 9.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 113p. 44 JOLY, A. B. Botânica: introdução a taxonomia vegetal.13 ed. São Paulo: Nacional, 2005. 777p. Bibliografia Complementar ESAU, K. Anatomia das plantas com sementes.1.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1997. 293p. FERRI, M. G., MENEZES, N. L.; MONTEIRO, W. R. Glossário Ilustrado de Botânica. São Paulo: Nobel, 1981. 197p. OLIVEIRA, F.; OLIVEIRA, M.L.S. Práticas de Morfologia Vegetal. São Paulo: Atheneu Editora, 1991. 115p. VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R. Botânica - organografia. 3 ed. Viçosa: UFV/Impr. Univ., 1986. 114p. WEBERLING, F.; SCHWANTES, H. O. Taxonomia Vegetal. São Paulo: EPU, 1996. 314p. Disciplina: 200268 - TOPOGRAFIA Generalidades: topografia, grandezas medidas em um levantamento topográfico e escala. Medição de distâncias e ângulos: materiais utilizados, rumo, azimute, equipamentos, ângulos de deflexão, interno e externo, azimute lido e calculado. Métodos de levantamentos planimétricos: levantamento por irradiação, levantamento por interseção, levantamento por caminhamento. Cálculo de áreas: Métodos gráficos, analíticos e mecânicos. Uso da informática na topografia. Altimetria: generalidades, métodos gerais de nivelamento, perfil longitudinal. Global position system: base teórica. Curvas de nível e em desnível: definições e demarcações. Métodos de levantamentos planialtimétricos: levantamento pela quadriculação do terreno, levantamento taqueométrico, levantamento pelas seções transversais. Bibliografia Básica BARATA, S. Lições de topografia. 1.ed. Lisboa: Estampa, 1987. 185p. BORGES, A. C. Topografia: Topografia. 1.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1999. 187. CASACA, J. M. Topografia geral. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC. 2007. 208p. 45 COMASTRI, J.; A.; TULER, J. C. Topografia: altimetria. 3.ed. Viçosa: UFV, 1999. 200p. PIEDADE, G. C. R.; GARCIA, G. J. Topografia: aplicada as ciências agrárias. 5.ed. São Paulo: Nobel, 1989. 256p. Bibliografia Complementar BORGES, Alberto de Campos. Exercícios de topografia. 10.ed. São Paulo : Edgard Blucher, 1999. s.p.p. GODOY, Reinaldo. Topografia básica. 1.ed. Piracicaba : Fealq, c1988. 349p. GRIPP JUNIOR, J.; COMASTRI, J. A. Topografia aplicada: medição, divisão e demarcação. 1.ed. Viçosa : UFV, 1998. 203p. MCCORMAC, J. Topografia. 1.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. CDp. PIEDADE, G. C. R.; GARCIA, G. J. Topografia: aplicada as ciências agrárias. 5.ed. São Paulo: Nobel, 1989. 256p. Disciplina: 200269 – ESTATÍSTICA EXPERIMENTAL Estatística experimental: introdução, conceitos, princípios básicos da experimentação. Análise de variância, teste de F. Comparações múltiplas, contrastes de médias (Testes F, t Student e Sheffé), testes de médias (Testes Tukey, SNK, Duncan e Dunnett), delineamentos experimentais (DIC, DBC, DQL), Experimentos fatoriais, Experimentos em parcela subdividida, regressão polinomial e correlação linear. Bibliografia Básica: BANZATTO, D. A.; KRONKA, S. N. Experimentação Agrícola. 1ª ed. Jaboticabal: FUNEP, 1995. 247p. GOMES, F. P. l. Curso de estatística experimental. 13.ed. São Paulo: Nobel, 1990. 466p. MARTINS, G. A.; OONAIRE, O. Princípios de Estatística. 4ª ed. São Paulo: Atlas, 1995. MORETTIN, P. A., BUSSAB, W. O. Estatística básica. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2002. 526p. TRIOLA, M. F. Introdução a estatística. 10.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. Bibliografia Complementar: 46 CAMPOS, H. Estatística aplicada à experimentação com cana de açúcar. 1ª ed. Piracicaba: FEALQ, 1984. 292p. CLARK, J.; D. D. Estatística Aplicada – São Paulo: Saraiva, 1998. FONSECA, J. S.; MARTINS, G. A. Curso de Estatística. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 1996. VIEIRA, S. Elementos de estatística. 3.ed. São Paulo: Atlas, 1999. 145p. 3º Termo: Disciplina: 200270 – DESENHO TÉCNICO E CONSTRUÇÕES RURAIS Introdução ao Desenho Técnico – Normas para o Desenho Técnico; Classificação dos Desenhos Técnicos – Escala - Cotas e medidas; Sistemas de representação: plantas, vistas cortes; Programas e planejamento de construções rurais; Levantamento de materiais e etapas no processo construtivo. Bibliografia Básica: ABNT - Normas de Desenho Técnico. Apostila, s.d. BERALDO, A. L.; NAAS, T. A.; FREIRE, W. J. Construções rurais: materiais. 1.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1991. 167p. CHING, F. D. K. Técnicas de construção. 4.ed. Porto Alegre: Bookman, 2010. 478p. CUNHA, L.V. Desenho técnico. 13.ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2004. FRENCH, T. E. Desenho técnico e tecnologia gráfica. 8.ed. São Paulo: Globo, 2005. 1093p. GOUVÊA, I. Desenho Arquitetônico, ferramenta do arquiteto. 3. ed. Bauru: Avalon, 2010. Bibliografia Complementar: CHING, F. D. K. Representação gráfica em arquitetura. 3.ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. 192p. CHING, F. D. K.; GILI, G.; JUROSZEK, S. P. Representação gráfica para desenho e projeto.1.ed. Barcelona: Ed. Gustavo Gili, 2001. FABICHAK, I. Pequenas construções rurais. 5.ed. São Paulo: Nobel, 2000. 47 SILVA, E. O. E.; ALBIERO, E. Desenho técnico fundamental.1.ed. São Paulo: EPU, 1999. SIMMONS, C. H., MAGUIRE, D. E. Desenho técnico. 1.ed. São Paulo: Hemus, 1982. Disciplina: 200271 – Fisiologia Vegetal Água no sistema solo-planta-atmostera. Absorção e transporte de solutos inorgânicos. Translocação de solutos orgânicos. Fotossíntese e respiração. Hormônios vegetais. Fotoperiodismo. Análise quantitativa de crescimento. Germinação e dormência. Bibliografia Básica AWAD, M.; CASTRO, P. R. C. Introdução à fisiologia vegetal. São Paulo: Nobel, 1986. 177 p. FERRI, M. G. Fisiologia vegetal. 2.ed. São Paulo: EPU, 1985. KERBAUY, G. B. Fisiologia vegetal. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 452p. LARCHER, W. Ecofisiologia vegetal. 1.ed. São Carlos: Rima, 2004. 531p. Bibliografia Complementar FERRAZ, E. C. Apontamentos de fisiologia vegetal. Piracicaba: FEALQ- ESALQ/USP, 1989. INTRODUCAO, A Fisiologia Vegetal. Introdução a fisiologia vegetal. 2.ed. Lisboa: cão Calouste Gulbenkian, 1973. 710p. MALAVOLTA, E. Elementos de nutrição mineral das plantas. São Paulo: Ceres, 1980. p. 255. SUTCLIFFE, J. F. As plantas e a água. São Paulo: EPU, 1980. p.126. Disciplina: 200294 – GENÉTICA Genética molecular. Mendelismo: herança monogênica e princípios da distribuição independente. Interações alélicas e não-alélicas (gênicas). Alelismo múltiplo. Efeitos do ambiente na expressão gênica. Determinação do sexo em 48 plantas. Genética de populações. Herança poligênica: Princípios de genética quantitativa. Bibliografia Básica BROWN, T. A. Genética: um enfoque molecular. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. 336p. BURNS, G. W.; BOTTINO, P. J. Genética. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991. 381p. GRIFFITHS, A. J. F. Introdução a genética. 9.ed. Rio de janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 712p. LIMA, C. P. Genética: o estudo da herança e da variação biológica. 6.ed. São Paulo: Ática, 2000. 38p. RAMALHO, M.; SANTOS J. B.; PINTO, C. A. B. P. Genética na agropecuária. 4.ed. Lavras: UFLA. 2008. 461p. Bibliografia Complementar CARVALHO, H. C. Fundamentos de genética e evolução. 2.ed. Belo Horizonte: UFMG, 1982. 426p. CROW, J. F. Fundamentos de genética. Trad. Krieger, H., Rio de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos Editora, 1978. 277p. LIMA, C. P. Genetica: o estudo da herança e da variação biológica. 6.ed. São Paulo: Ática, 2000. 38p. SNUSTAD, D. P.; GARDNER, E. J. Genética. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1986. 497p. SWANSON, C. P. A célula. Trad. de H. L. De Santos. São Paulo: Edgard BucherEDUSP, 1972. 149p. Disciplina: 200295 – MICROBIOLOGIA Classificação e nomenclatura de microorganismos. Morfologia/fisiologia microbiana. Isolamento e purificação microbiana. Crescimento, morte e nutrição microbiana. Interação solo/planta/microorganismos. Microbiologia do solo. Microbiologia industrial e de alimentos. Esterilização e desinfestação de material de laboratório. 49 Bibliografia Básica AGUARONE, E.; LIMA, U. A.; BORZANI, W. Biotecnologia: Tecnologia das fermentações. 1.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1992. s.p. CARDOSO, E. J. B. N., TSAI, S. M., NEVES, M. C. P. Microbiologia do solo. Campinas: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 1992. INGRAHAM, C. A., INGRAHAM, J. L. Introdução a microbiologia: uma abordagem baseada em estudos de casos. 3.ed. São Paulo: Cenage Learning, 2010. 723p. LIMA, U. A., AQUARONE, E., BORZANI, W. Biotecnologia: engenharia bioquímica. São Paulo: Edgard Blucher, 1975. v.3. PELCZAR JR, M. J.; CHAN, E. C. S.; KRIEG, N. R. Microbiologia: conceitos e aplicações. 2ed. São Paulo: Makron Books, 1996. Bibliografia Complementar BLACK, J. G. Microbiologia: fundamentos e perspectivas. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 829p. HUNGRIA, M., ARAUJO, R. S. Microrganismos de importância agrícola. 1.ed. Brasília: EMBRAPA, 1994. 236p. HUNGRIA, M., ARAUJO, R. S. Ed. Manual de métodos empregados em estudos de microbiologia agrícola. 1.ed. Brasília: EMBRAPA, 1994. 542p. LIMA, U. A.; AQUARONE, E.; BORZANI, W. Biotecnologia: tópicos de microbiologia industrial. São Paulo: Edgard Blucher, 1975. TRABULSI, L. R.; TOLEDO, M. R. F. Microbiologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 1989. 386p. Disciplina: 200296 – SENSORIAMENTO REMOTO Introdução a fotointerpretação e fotogrametria. Aplicações da fotografia aérea. Tipos de fotografias aéreas. Estereoscopia: importância, visão humana e mecanismo da estereoscopia. Extração de informações temáticas e medidas sobre a fotografia aérea, área útil e escala. Noções e métodos em fotointerpretação. Sensoriamento remoto orbital: definição e histórico. Fundamentos físicos do sensoriamento remoto orbital. Sistema de sensores orbitais. Comportamento espectral de alvos. Interpretação visual de imagens orbitais. Processamento digital de imagens. Aplicações da imagem de satélite. Geoprocessamento: sistemas de informações geográficas. 50 Bibliografia Básica FLORENZANO, T. G. Iniciação em sensoriamento remoto. São Paulo: Oficina de Textos, 2007. 101p. MOREIRA, M. A. Fundamentos do sensoriamento remoto e metodologias de aplicação. 4ª ed. Viçosa: Editora UFV, 2011. 422p. NOVO, E. M. L. de M. Sensoriamento remoto: princípios e aplicações. 2.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1992. 308p. Bibliografia Complementar CARVER, A. J. Fotografia aérea para planejadores de uso da terra. 1. ed. Brasília: MA/SNAP/SRN/CCSA, 1985. 77p. MACHADO, P. L. O. A. Agricultura de precisão para o manejo da fertilidade do solo em sistema de plantio direto. 1.ed. Rio de Janeiro: Embrapa, 2004. 209p. MARCHETTI, D. A. B. Princípios de fotogrametria e fotointerpretação. 1. ed. São Paulo: Nobel, 1989. 257p. MIRANDA, E. E. Embrapa monitoramento por satélite - 20 anos.1.ed. Campinas: Embrapa, 2009. 196p. Disciplina: 200297 – HIDRÁULICA E HIDROLOGIA Hidráulica agrícola: importância e caracterização. Princípios gerais do movimento dos fluídos. Escoamento em condutos livres e forçados (encanamentos). Hidrometria. Captação e instalação de recalque. Principais tipos de bombas hidráulicas: princípio de funcionamento e componentes. Sistemas de distribuição de água. Barragem de Terra: classificação, normas para elaboração de um projeto. Ciclo hidrológico. Bacia hidrográfica: características físicas e balanço hídrico. Escoamento superficial (Runoff). Águas subterrâneas. Deflúvio e regime dos cursos d'água. Bibliografia Básica AZEVEDO NETTO, J. M. Manual de hidráulica. 8.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2000. 669p. DAKER, A. A água na agricultura: captação, elevação e melhoramento da água. 7.ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1987. 51 DAKER, A. Irrigação e drenagem: a água na agricultura. 7.ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1988. DAKER, A. A água na agricultura: hidráulica aplicada à agricultura. 7.ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1987. PINTO, N. L. de S. et.al. Hidrologia básica.1.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1990. 278p. Bibliografia Complementar JACCON, G.; CUDO, K. J. Hidrologia: curva-chave, análise e traçado. 1.ed. Brasília: DNAEE, 1989. 273p. MANUAL, Manual de irrigação: Avaliação econômica e financeira de projetos de irrigação. 1.ed. Brasília: MIR, 1993. s.p. MATTOS, A.; VILLELA, S. M. Hidrologia aplicada. 1.ed. São Paulo: Makron Booksl, 1975. 245p. SALASSIER, B. Manual de irrigação. 6. ed. Viçosa: UFV, 1995. 657p. Disciplina: 200298 – AGROMETEOROLOGIA Introdução: definições, histórico, importância e objetivos. Radiação solar: conceitos, caracteres espectrais, balanço de radiação na superfície terrestre. Temperatura do solo: conceitos, medição, fluxo de calor no solo. Temperatura do ar: conceitos, medição, determinação por estimativa. Umidade do ar: transporte e conteúdo de vapor d’água na atmosfera, medição, parâmetros empregados para expressar a umidade do ar. Precipitação: tipos de chuvas, medição e avaliação da distribuição. Evapotranspiração: conceitos e denominações específicas, medição, métodos de estimativas, armazenamento de água no solo. Balanço hídrico climático: definições, cálculo, representação e interpretação gráfica, aplicação na agricultura. Posto meteorológico. Classificação climática: método de Köeppen e Thornthwaite. Bibliografia Básica AZAMBUJA, J. M. V. O solo e o clima na produtividade agrícola: agrometeorologia, fitossanidade, conservação do solo, fertilidade do solo, edafologia e calagem. 1.ed. Guaíba: Agropecuária, 1996. 163p. 52 MONTEIRO, J. E. (org.) Agrometeorologia dos cultivos: o fator meteorológico na produção agrícola. Brasília: INMET, 2009. 530 p. MOTA, F. S. Meteorologia agrícola. 7.ed. São Paulo: Nobel, 1985. 376p. PEREIRA, A. R.; ANGELOCCI, L. R.; SENTELHAS, P. C. Agrometeorologia Fundamentos e Aplicações. Guaíba: Agropecuária, 2002. 478p. TUBELIS, A.; NASCIMENTO, F. J. L. Meteorologia descritiva: fundamentos e aplicações brasileiras. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 374p. Bibliografia Complementar ALVES, A. R.; VIANELLO, R. L. Meteorologia básica e aplicações. 1.ed. Viçosa: UFV, 2000. 449p. MONTERIO, J. E. B. A. Agrometeorologia dos cultivos: o fator meteorológico na produção agrícola.1.ed. Brasília: INMET, 2009. 530p. MOTA, F. S. da; et. al. MICROCOMPUTADOR, Na Meteorologia Agrícola. O microcomputador na meteorologia agrícola. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1989. 137p. TUBELIS, A. A chuva e a produção agrícola. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 85p. TUBELIS, A. Conhecimentos práticos sobre clima e irrigação. 1.ed. Viçosa: Aprenda Fácil, 2001. 224p. Disciplina: 200275 – MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA Máquinas e implementos para preparo inicial e periódico do solo: arado, grade, subsolador, escarificador, enxada rotativa, cultivador e roçadoras. Máquinas distribuidoras de insumos: semeadoras, plantadoras, distribuidor de calcário, adubadoras, distribuidor de adubo orgânico líquido e pulverizadores. Máquinas para colheita: colhedora de cereais e colhedora de forragens. Análise operacional e econômica de máquinas e implementos agrícolas. Bibliografia Básica: BALASTREIRE, L. A. Máquinas Agrícolas. São Paulo: Manole, 1987. 307 p. MIALHE, L. G. Manual de mecanização agrícola. São Paulo: Ed. Ceres, 1974. 301p. MIALHE, L. G. Máquinas motoras na agricultura. São Paulo: EPU/EDUSP, v.12 1980. 289p. 53 SENAR – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural. Tratores Agrícolas: manutenção de tratores agrícolas. 2. ed. Brasília: SENAR, 2010. 188 p. Bibliografia Complementar: GALETI, P. A. Mecanização agrícola: preparo do solo. 1.ed. Campinas: ICEA, 1981. 220p. HOFFMAN-CAMPO, C. B.; SARAIVA, O. F. Resultados de pesquisa da Embrapa Soja 2001: sementes e mecanização agrícola. 1.ed. Londrina: Embrapa Soja, 2002. 35p. ORTIZ-CAÑAVATE, J. Las máquinas agricolas y su aplicación. 5.ed. Madrid: Mundi-Prensa, 1995. 465p. ODILON SAAD. Seleção do equipamento agrícola. 4ªed. São Paulo: Nobel. 1983 4º Termo Disciplina: 200276 – DIREITO AGRÁRIO E GESTÃO AMBIENTAL Introdução ao Direito Agrário/Ambiental – princípios constitucionais – a função social da propriedade. Os aspectos jurídicos dos contratos agrários e os profissionais da agronomia/veterinária. A intervenção estatal na reforma agrária e a participação dos profissionais da agronomia/veterinária nos quadro do INCRA. A gestão ambiental e desenvolvimento sustentável. A Política Nacional do Meio Ambiente – O Licenciamento Ambiental e a importância do profissional da agronomia/veterinária no EIA/RIMA. Competência em matéria ambiental. Responsabilidades por danos ambientais. Crimes ambientais. Bibliografia Básica BORGES, P. T. Institutos básicos do direito agrário. 10.ed. São Paulo: Saraiva, 1996. 280p. DIAS, R. Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2009. 196p. DYLLICK, Guia da serie de normas ISO 14001: sistemas de gestão ambiental. 1.ed. Blumenal: Edifurb, 2000. 144p. LIMA, R. A. M. Direito agrário. 2.ed. Rio de Janeiro: Renovar, 1997. 460p. 54 MARQUES, B. F. Direito agrário brasileiro. 9.ed. São Paulo: Atlas. 2011. 260p. PHILIPPI JR, A.; BRUNA, G. C.; ROMERO, M. A. Curso de gestão ambiental. 1.ed. Barueri: Manole, 2006. 1045p. SEIFFERT, M. E. B. Gestão ambiental: instrumentos, esferas de ação e educação ambiental. 2.ed. São Paulo: Atlas. 2011. 310p. SOUSA, J. B. M. Direito agrário: lições básicas. 3.ed. São Paulo: Saraiva, 1994. 109p. Bibliografia Complementar ANUARIO, Análise de Gestão Ambiental. Anuário análise 2007 gestão ambiental. 1.ed. São Paulo: Gráfica Prol, 2007. 358p. BARROS, W P. Curso de direito agrário: Doutrina e exercícios. 2.ed. Porto Alegre: Livraria do advogado, 1997. GISCHKOW, E. A. M. Princípios de direito agrário: desapropriação e reforma agrária. 1.ed. São Paulo: Saraiva, 1988. 273p. MARQUES, B. F. Direito agrário brasileiro. 1.ed. Goiânia: AB, 1996. 249p. MOLINA, M. C. Introdução critica ao direito agrário. 1.ed. Brasília: UNB, 2002. 413p. ZENUN, A. E. J. O direito agrário e sua dinâmica. 2.ed. Campinas : Copola, 1997. 466p. Disciplina: 200287 – FITOPATOLOGIA Introdução à Fitopatologia. Conceitos de doenças e etiologia. Ciclo das relações patógeno. Hospedeiro. Classificação das doenças de acordo com McNew. Princípios gerais de controle. Wetzel). Epidemiologia. Resistência de plantas às doenças infecciosas. Métodos de controle. Bibliografia Básica ALFENAS, A. C.; MAFIA, R. G. Métodos em fitopatologia. Viçosa: Editora UFV, 2007. 382p. BERGAMIN FILHO, A., KIMATI, H., AMORIN, L. (ed.). Manual de fitopatologia: princípios e conceitos. 3 ed. São Paulo: Agronômica Ceres, 1995. 55 ZAMBOLIM, L., CONCEICAO, M. Z.; SANTIAGO, T. O que engenheiros agrônomos devem saber para orientar o uso de produtos fitossanitários. 2.ed. Viçosa: UFV, 2003. 376p. Bibliografia Complementar CHAVES, G. M.; CRUZ FILHO, J. Doenças de plantas: carvões e caries.1.ed. Viçosa: Univ. Fed. de Viçosa, 1985. 12p. GALLI, F. Coord. Manual de fitopatologia: Doenças das plantas cultivadas. 2.ed. São Paulo: Agronômica Ceres, 1980. ROMEIRO, R. S. Bactérias fitopatogênicas. Viçosa: Imprensa Universitária, 1995. TRIGIANO, R. N.; WINDHAM, M. T.; WINDHAM, A. S. Fitopatologia. Porto Alegre: Artimed, 2010. 576p. Disciplina: 200299 – SISTEMÁTICA VEGETAL Importância da Taxonomia. Ferramentas e Filosofia da Taxonomia. Historia da Classificação das plantas. Nomenclatura Botânica. Surgimento e evolução das grandes divisões vegetais. Características fundamentais e taxonômicas dos principais grupos vegetais. Técnicas de coleta dos principais grupos vegetais. Herborização. Divisão Pinophyta (Gymnospermae). Divisão Magnoliophyta (Angiospermae). Bibliografia Básica BARROSO, G. M. Sistemática de Angiospermas do Brasil. São Paulo: EDUSP, 1986. FERRI, M. G.; MENEZES, N. L.; MONTEIRO, W. R. Glossário Ilustrado de Botânica. São Paulo: Nobel, 1981. 198p. JOLY, A. B. Botânica: introdução a taxonomia vegetal. 13.ed. São Paulo : Nacional, 2005. 777p. TAXONOMIA, De Angiospermas: Curso Pratico, VIDAL, Waldomiro Nunes ...et.al. Taxonomia de angiospermas : curso prático.1.ed. Viçosa: Univ. Fed. de Viçosa, 1985. 104p. Bibliografia Complementar ARANHA, C. Sistemática de plantas invasoras. Campinas: ICEA, 1988. 56 LORENZI, H. Árvores brasileiras: Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. 2.ed. Nova Odessa: Plantarum, 1998. LORENZI, H. Plantas daninhas do Brasil. Nova Odessa, SP: H. Lorenzi, 1982. 425p. LORENZI, H. Árvores brasileiras. Nova Odessa, SP: Ed. Plantarum, 1994, 1999. LORENZI, H.; SOUZA, H. M. Plantas ornamentais no Brasil. Nova Odessa, SP: Ed. Plantarum, 1995. 720p. LORENZI, H.; SOUZA, H. M. Plantas ornamentais no Brasil: arbustivas, herbaceas e trepadeiras.3.ed. Nova Odessa: Plantarum, 2001. 1088p. SCHULTZ, A. Introdução à botânica sistemática. 6.ed. Porto Alegre: Sagra, 1990. 414p. VIDAL, M. R. R.; VIDAL, W. N. Taxonomia vegetal. 1.ed. Viçosa: Univ. Fed. de Viçosa, 1990. 89p. WEBERLING, F.; SCHWANTES, H. O. Taxionomia Vegetal. São Paulo: EPU, 1996. 314p. Disciplina: 200311 – IRRIGAÇÃO E DRENAGEM Relação solo-água-planta-clima: água necessária, evapotranspiração, métodos para determinação da época de irrigação. Medição d’água para irrigação: vertedores e métodos diretos e indiretos. Condução de água para irrigação: perda de carga e conjunto motobomba. Irrigação por aspersão: componentes do sistema, tipos de sistemas e dimensionamento. Irrigação localizada -gotejamento e microaspersão: componentes do sistema, distribuição do sistema no campo e dimensionamento. Irrigação por superfície: irrigação por sulco, irrigação por faixa, irrigação por inundação e subirrigação. Drenagem: drenagem superficial, drenagem do solo, tipos de drenos e sistemas de drenagem. Bibliografia Básica BERNARDO, S. Manual de irrigação. 6.ed. Viçosa: UFV, 1995. 657p. CRUCIANI, D. E. A drenagem na agricultura. 4.ed. São Paulo: Nobel, 1987. 333p. DAKER, A. A água na agricultura: hidráulica aplicada à agricultura. 7.ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1987. 57 DAKER, A. Irrigação e drenagem: a água na agricultura. 7.ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1988. KLAR, A. E. Irrigação: frequência e quantidade de aplicação. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1991. 156p. OLITTA, A. F. L. Os métodos de irrigação. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1976. 267p. Bibliografia Complementar MAGALHAES, A. F. J.; OLIVEIRA, A. S.; COELHO, E. F. Irrigação e fertirrigação em citros. 1.ed. Cruz das Almas: Embrapa, 2000. 23p. MANUAL. Manual de irrigação: Avaliação econômica e financeira de projetos de irrigação. 1.ed. Brasília: MIR, 1993. SILVA, H. R.; MAROUELLI, W. A.; SILVA, W. L. C. E. Manejo da irrigação em hortaliças. 5.ed. Brasília: EMBRAPA, 1996. 72p. SILVA, E. M.; AZEVEDO, J. A. Tensiômetro: dispositivo prático para o controle da irrigação. 1.ed. Planaltina: Embrapa, 1999. 39p. TUBELIS, A. Conhecimentos práticos sobre clima e irrigação. 1.ed. Viçosa: Aprenda Fácil, 2001. 224p. Disciplina: 200301 – ENTOMOLOGIA Introdução. Importância e o reino animal. Os insetos e o reino animal. Morfologia e fisiologia dos insetos. Reprodução e desenvolvimento dos insetos. Coleta, montagem e conservação de insetos. Ecologia. Método e controle de pragas. Toxicologia. Bibliografia Básica ALVES, S. B. Coord. Controle microbiano de insetos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1986. 407p. GALLO, D. et. al.. Manual de entomologia agrícola. 1.ed. São Paulo: Agronômica Ceres, 1988. 649p. LEITE, C. A.; NAKANO, O. Armadilhas para insetos: pragas agrícolas e domésticas. 1.ed. Piracicaba: FEALQ, 2000. 76p. NAKANO, O.; ZUCCHI, R. A.; NETO, S. S. Guia de identificação de pragas agrícolas. 1.ed. Piracicaba: FEALQ, s.d.. 139p. 58 NICHOLLS, C. I.; SILVA, E. N.; ALTIERI, M. A. O papel da biodiversidade no manejo das pragas. 1.ed. Ribeirao Preto: Holos, 2003. 226p. RIBEIRO COSTA, C. S., ALMEIDA, L. M.; MARINONI, L. Manual de coleta, conservação, montagem e identificação de insetos. 1.ed. Ribeirão Preto: Holos, 2003. 78p. Bibliografia Complementar BIBLIOGRAFIA, Brasileira de Entomologia das Hortaliças, MEDEIROS, M. A. et.al. Bibliografia brasileira de entomologia das hortaliças. 1.ed. Brasília: EMBRAPA, 1998. 176p. BUZZI, Z. J. Entomologia didática. 4.ed. Curitiba: UFPR, 2002. 348p. ISHIDA, A. K. N.; POLTRONIERI, L. S. Métodos alternativos de controle de insetos-praga, doênças e plantas daninhas: panorama atual e perspectivas na agricultura. 1.ed. Belém: Embrapa Amazonia Oriental, 2008. 308p. LARA, F. M. Princípios de resistência de plantas a insetos. 2.ed. São Paulo: Icone, 1991. 336p. PANIZZI, A. R., PARRA, J. R. P. Ecologia nutricional de insetos e suas implicações no manejo de pragas. 1.ed. São Paulo: Manole, 1991. 359p. Disciplina: 200302 – OLERICULTURA Principais aspectos da olericultura; classificação botânica; fisiologia; fatores climáticos, genéticos e edáficos que afetam as hortaliças. Instalação de hortas comerciais. Propagação e produção de mudas de olerícolas. Colheita, pós- colheita e comercialização de hortaliças. Cultivo em ambiente protegido e cultivo hidropônico. Bibliografia Básica: ARAUJO, J. A. C.; CASTELLANE, P. D. Cultivo sem solo: hidroponia. 4.ed. Jaboticabal: Funep, 1995. 43p. ARAUJO, J. A. C.; CASTELLANE, P. D. Plasticultura. 2.ed. Jaboticabal: FUNEP, 1991. 154p. DOUGLAS, J. S. Hidroponia: cultura sem terra. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1987. 140p. FILGUEIRA, F. A. R. Manual de olericultura: Manual de olericultura. 2.ed. São Paulo: Ceres, 1982. 357 59 FILGUElRA, F . A. R. Novo manual de olericultura: agrotecnologia moderna na produção e comercialização de hortaliças. Viçosa: UFV, 2000. 402p. HAAG, H. P.; MINAMI, K. Nutrição Mineral de Hortaliças. 1a e 2a Edições. Campinas, Fundação Cargill. 1988. SANTOS, J. A. N. A agroindústria de alimentos de frutas e hortaliças no nordeste e demais áreas de atuação do BNB: desempenho recente e possibilidades de políticas. 1.ed. Fortaleza: Banco do Nordeste do Brasil, 2008. 324p. SILVA, H. R.; MAROUELLI, W. A.; SILVA, W. L. C. Manejo da irrigação em hortaliças. 5.ed. Brasília: EMBRAPA, 1996. 72p. Bibliografia Complementar: BORNE, H. R. Produção de mudas de hortaliças. 1.ed. Guaíba: Agropecuária, 1999. 187p. CALBO, A. G.; LUENGO, R. F. A. Armazenamento de hortaliças. 1.ed. Brasília: Embrapa, 2001. 242p. FERRElRA, M. E.; CASTELLANE, P. D.; CUl, M. C. P. (Coord.). Nutrição e adubação de hortaliças. Piracicaba: Potafos, 1993. 487p. FILGUEIRA, F. A. R. ABC da olericultura: guia da pequena horta. 1.ed. São Paulo: Ceres, 1987. 164p. FINGER, F .L.; LANA, M.M. Atmosfera modificada e controlada: aplicação na conservação de produtos hortícolas. 1 ed. Brasflia. 2000. 34p. FRANCISCO NETO, J. Manual de horticultura ecológica: auto-suficiência em pequenos espaços. 1 ed. São Paulo: Nobel, 1995. 141p. MURAYAMA, S. Horticultura. 2. ed. Campinas: Instituto Campineiro de Ensino Agrícola, 1995. 322p. MINAMI, K. Produção de mudas de alta qualidade m horticultura. Ed. T.A. Queiroz. São Paulo. 1995. 136p. Disciplina: 200303 – PRODUÇÃO DE ANIMAIS MONOGÁSTRICOS Introdução: Definições e conceitos básicos. Seleção e métodos de acasalamento. Criação de aves. Criação de suínos. Eqüinocultura. Criação de coelhos. Criação de rãs. Criação de abelhas. Criação de peixes. Criação de bicho da Seda. Bibliografia Básica 60 ANDRIGUETTO, J. M. et.al. Nutrição animal: Alimentação animal: nutrição animal aplicada. 4.ed. São Paulo: Nobel, 1988. DOMINGUES, O. Elementos de zootecnia tropical. 6 ed, São Paulo: NOBEL, 1986, 143p. DYCE, K. M; SACK, W. O; WENSING, C. J. G. Tratado de anatomia veterinária. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1990, 567p. FERREIRA, M. G. Produção de aves: corte e postura. 2 ed., GUAÍBA: Agropecuária, 1993, 118p. Bibliografia Complementar: BUTOLO, J. E. Qualidade de Ingredientes na Alimentação Animal. Campinas: CBNA, 2002. 430p. FOSFORO, O fósforo na alimentação animal. 1.ed. São Paulo: ANDIF, 1997. 74p. MARQUES, J. A.; CALDAS NETO, S. F. Mandioca na alimentação animal: parte aérea, raiz. 1.ed. Campo Mourão: CIES, 2002. 28p. MAYNARD, L. A. et al. Nutrição animal. 3.ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1984. 726p. Disciplina: 200278 – SOLOS Introdução ao estudo de pedologia. Composição do solo. Classificação do perfil. Propriedades físicas do solo. Propriedades químicas do solo. Pedogenese. Fatores formadores do solo, Classificação dos solos. Bibliografia Básica BRADY, N. C. Natureza e propriedade dos solos. 7.ed. São Paulo: Freitas Bastos, 1989. 647 p. BUENO, B. S.; VILAR, O. M. Mecânica dos solos. 1.ed. São Carlos : USP, 1985. 219p. COSTA, C.; GONCALEZ, D. A.; CAMPOS, L. Solos tropicais sob pastagem: características e técnicas para correção e adubação. 1.ed. São Paulo: Icone, c1993. 76p. CRAIG, R. F. Mecânica dos solos. 7.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. 365p. EMBRAPA. Serviço Nacional de Levantamento e Conservação do solo. Sistema Brasileiro de Classificação de solos. Rio de Janeiro: EMBRAPA, 1981. 107p. 61 FERREIRA, M. E.; CRUZ, M. C. P.; PEREIRA, V. P. Solos altamente suscetíveis a erosão. 1.ed. Jaboticabal: FUNEP, s.d.. 253p. OLIVEIRA, J. B.; JACOMINE, P. K. T.; CAMARGO, M. N. Classes gerais de solos do Brasil: guia auxiliar para seu reconhecimento. Jaboticabal: FUNEP, 1992. 201p. PRADO, H. Manejo dos solos: descrições pedológicas e suas implicações. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1991. SANTANA, D. P.; RESENDE, M.; CURI, N. Pedologia e fertilidade do solo: interações e aplicações. 1.ed. Brasília: MEC, 1988. 83p. Bibliografia Complementar BUENO, O. C. Mapa de fertilidade dos solos de assentamentos rurais do estado de São Paulo: contribuição ao estudo de territórios. 1.ed. Botucatu: FEPAF, 2007. 77p. KIEHL, E. J. Manual de edafologia. Relações solo-planta. Campinas: Ceres, 1979. 264p. MANUAL, De Fertilidade do Solo. Manual de fertilidade do solo. 1.ed. São Paulo: Potafos, s.d.. 155p. PRADO, H. Manual de classificação de solos do Brasil. 3.ed. Jaboticabal: FUNEP, 1996. 195p. PRIMEIRA, Descrição de Solos do Brasil. Primeira descrição de solos do Brasil. 1.ed. Campinas: S. B. C. S., 1991. 16p. Disciplina: 200304 – PAISAGISMO E FLORICULTURA Plantas ornamentais. Jardinagem. Arborização urbana. Projetos. Importância da floricultura. Principais culturas, sua produção e comercialização. Bibliografia Básica ANAIS do 1 Congresso Brasileiro de fruticultura e plantas ornamentais. Campinas, Fundação Cargill, 1985, 180p. BARBOSA, A. C. Paisagismo, jardinagem & plantas ornamentais. 7.ed. São Paulo: Iglu, 2000. 231p. CHACEL, F. Paisagismo e ecogenese. 1.ed. Rio de Janeiro: Fraiha, 2004. 143p. 62 GOUVEIA, J. A. C. Luiz Carlos Orsini: 30 anos de paisagismo. 1.ed. São Paulo: Decor, 2008. 324p. NIEMEYER, C. A. C. Paisagismo no planejamento arquitetônico. 1.ed. Uberlândia: EDUFU, 2005. 127p. Bibliografia Complementar BARRA, E. Paisagens uteis: escritos sobre paisagismo. 1.ed. São Paulo: Mandarim, 2006. 139p. CERQUEIRA, J. M. C. Hortofloricultura. 1.ed. Lisboa: Popular Francisco Franco, 1986. 143p. MARIANO, C. Preservação e paisagismo em São Paulo: Otavio Augusto Mendes Teixeira. 1.ed. São Paulo: Annablume, 2005. 196p. MOTTA, E. P. Técnicas de jardinagem. 1 ed., Guaíba: Agropecuária. 1995, 188p. NUEVO, Paisagismo Urbano. Nuevo paisagismo urbano. 1.ed. Barcelona: Monsa, 2007. 177p. 5º Termo Disciplina: 200305 – PRAGAS DA PLANTAS CULTIVADAS Pragas das grandes culturas. Pragas das pequenas culturas. Pragas das frutíferas. Pragas das plantas hortícolas e ornamentais. Pragas gerais. Pragas dos produtos. Elaboração do receituário agronômico. Bibliografia Básica COMPÊNDIO DE DEFENSIVOS AGRICOLAS. Compêndio de defensivos agrícolas: guia pratico de produtos fitossanitários para uso agrícola. 6 ed. São Paulo: Andrei, 1999. 492 p. GALLO, D. (Coordenador). Manual de Entomologia Agrícola. Ceres, 649 p. 1988. HOFFMANN CAMPO, C. B. Pragas da soja no Brasil e seu manejo integrado. 1.ed. Londrina: Embrapa Soja, 2000. 70p. LEITE, C. A.; NAKANO, O. Armadilhas para insetos: pragas agricolas e domésticas. 1.ed. Piracicaba: FEALQ, 2000. 76p. PANIZZI, A. R., PARRA, J. R. P. Ecologia nutricional de insetos e suas implicações no manejo de pragas. 1.ed. São Paulo: Manole, 1991. 359p. 63 Bibliografia Complementar ALVES, S. B. (Coord.). Controle microbiano de insetos. 1.ed. São Paulo: Manole, 1986. 407p. CORREIA, A. C. B. , Ed.; FERNANDES, O. A. Ed.; BORTOLI, S. A., Ed. Manejo integrado de pragas e nematoides: Manejo integrado de pragas e nematoides. 1.ed. Jaboticabal: FUNEP, s.d. CROCOMO, W. B. Manejo integrado de pragas. São Paulo, Unesp, 1990. SINIGAGLIA, C. Manejo integrado de pragas e doenças do tomateiro. 1.ed. São Paulo: Secretaria de Agricultura e Ab, 2000. 66p. YAMAMOTO, P. T. Manejo integrado de pragas dos citros. 1.ed. Piracicaba: CP2, 2008. 336p. Disciplina: 200306 – DOENÇAS DAS PLANTAS CULTIVADAS Introdução. Especialização fisiológica em fungos fitopatogênicos. Tecnologia de aplicação de fungicidas. Fungicidas comerciais. Aspectos gráficos na diagnose de enfermidade de plantas. Doenças das principais culturas anuais. Doenças das principais culturas perenes. Doenças das principais frutíferas. Bibliografia Básica: KIMATI, H.; AMORIM, L.; BERGAMIN FILHO, A.; CARMARGO, L. E. A., REZENDE, J. A. M. (ed.). Manual de fitopatologia: doenças das plantas cultivadas. 3 ed. São Paulo: Agronômica Ceres, 1997. ROMEIRO, R. S. Controle biológico de doenças de plantas - fundamentos. Viçosa: Editora UFV, 2007. 172p. ROMEIRO, R. S. Controle biológico de doenças de plantas - procedimentos. Viçosa: Editora UFV, 2007. 268p. Bibliografia Complementar: BETTIOL, W.; MORANDI, M. A. B. Biocontrole de doenças de plantas: usos e perspectivas. Jaguarina: Embrapa Meio Ambiente, 2009. 341p. BLANCARD, D., LECOQ, H., PITRAT, M. Enfermedades de las cucurbitaceas: observar, identificar, luchar.1.ed. Madrid : Mundi-Prensa, 1996. 301p. TRIGIANO, R. N.; WINDHAM, M. T.; WINDHAM, A. S. Fitopatologia. Porto Alegre: Artimed, 2010. 576p. 64 VALE, F. X. R.; JESUS JÚNIOR, W. C., ZAMBOLIM, L. Epidemiologia aplicada ao manejo de doenças de plantas. Viçosa: Editora UFV, 2004. 532p. Disciplina: 200279 – FERTILIDADE DO SOLO Conceito de fertilidade do solo. Composição do solo. Reação do solo e das plantas. Matéria orgânica no solo. Nitrogênio do solo. Fósforo do solo. O potássio no solo. O cálcio no solo. O magnésio no solo. O enxofre no solo. Os micronutrientes no solo. Bibliografia Básica BRADY, N. C. Natureza e propriedade dos solos. São Paulo: Freitas Bastos, 1983. 643p. FERREIRA, M. E.; CRUZ, M. C. P.; FERREIRA JR, M. E. Avaliação da fertilidade empregando o sistema IAC de análise de solo. Jaboticabal: FCAV, 1990. 94p. KIEHL, E. J. Manual de edafologia. Relações solo-planta. Campinas : Ceres, 1979. 264p. LOPES, A. S. Manual de fertilidade do solo. São Paulo: ANDA/POTAFOS, 1989. 153p. LOPES, A. S., GUIDOLIN, J. A. Interpretação de análise de solo: conceitos e aplicações. São Paulo: ANDA, 1987. 64p. MALAVOLTA, E. Manual de calagem e adubação das principais culturas.1.ed. São Paulo: Agronômica Ceres, 1987. 496p. SANTANA, D. P.; RESENDE, M.; CURI, N. Pedologia e fertilidade do solo: interações e aplicações. 1.ed. Brasília: MEC, 1988. 83p. Bibliografia Complementar FREIRE, O. Solos das regiões tropicais – Botucatu, SP; FEPAF, 2006. 268 p. MELLO, F. de A. F.; et al. Fertilidade do solo. São Paulo: Nobel, 1983. 400p. MALAVOLTA, E. Manual de química agrícola. Nutrição de planta e fertilidade do solo. São Paulo: Ceres, 1981. 661p. NOVAIS, R. F. et al. Fertilidade dos solos.- Viçosa, MG; Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 2007. 1017p. VAN-RAIJ, B. Avaliacao da fertilidade do solo. 3.ed. Piracicaba: Potafos, 1987. 142p. 65 Disciplina: 200272 – FORRAGICULTURA E PASTAGENS Botânica de gramíneas e leguminosas forrageiras. Identificação das principais espécies. Estudo das principais espécies de gramíneas e leguminosas: descrição, exigências nutricionais, composição bromatológica, características agronômicas e recomendações. Forrageiras de inverno. Formação e manejo de pastagens. Bibliografia Básica IAC - Instituto Agronômico de Campinas: Boletim Técnico 100: Recomendações de adubação e calagem para o Estado de São Paulo. Campinas: Fundação IAC, 1996, 285p CPAF/IAPAR - Comissão Paranaense de Avaliação de Plantas Forrageiras / Instituto Agronômico do Paraná. Forragicultura no Paraná. Londrina, 1996, 305p. PEIXOTO, A. M.; MOURA, J. C.; FARIA, V. P. Fundamentos do pastejo rotacionado. 1.ed. Piracicaba: Fealq, 1999. 327p. PEIXOTO, A. M. et al. Pastagens: fundamentos da exploração racional. Piracicaba: FEALQ, 1994, 2ª edição, 908p. PEIXOTO, A. M. et al. Manejo do Capim Elefante. Piracicaba: FEALQ. Anais... 10º Simpósio sobre Manejo da Pastagem, 1994, 329p. PEIXOTO, A. M. et al. O Capim Colonião. Piracicaba: FEALQ. Anais... 12º Simpósio sobre Manejo da Pastagem, 1995, 345p. PUPO, I. H. Manual de pastagens e forrageiras. 1.ed. Campinas: I.C.E.A., 1995. 343p. Bibliografia Complementar DUTHIL, J. A produção de forragens. 1.ed. Lisboa: Presença, c1986. 236p. MOURA, J. C. Conservação de forragens fenação. 1.ed. Campinas: CATI, 1988. 7p. PEDREIRA, C.G.S. et al. Fertilidade do Solo para Pastagens Produtivas. Piracicaba: FEALQ. Anais... 21º Simpósio sobre Manejo da Pastagem, 2004, 480p. PEIXOTO, A. M. et al. Manejo de pastagens de tifton, coastcross e estrela. Piracicaba: FEALQ. Anais... 15º Simpósio sobre Manejo da Pastagem, 1998, 296p. 66 PEIXOTO, A. M. et al. A Planta Forrageira no Sistema de Produção. Piracicaba: FEALQ. Anais... 17º Simpósio sobre Manejo da Pastagem, 2000, 390p. PEIXOTO, A. M. et al. Planejamento de Sistemas de Produção em Pastagens. Piracicaba: FEALQ. Anais... 18º Simpósio sobre Manejo da Pastagem, 2001, 368p. Disciplina: 200307 – BIOLOGIA DAS PLANTAS CULTIVADAS Introdução. Matoecologia. Análise de vegetação daninha. Matocompetição. Herbicidologia. Modo e mecanismo de ação dos herbicidas. Comportamento dos herbicidas no solo. Condições para aplicação de herbicidas. Herbicidas nas principais culturas. Bibliografia Básica KISSMAN, K. G. Planta infestantes e nocivas (Tomos I, II e III). 2ª ed. 1997. LORENZI, H. Manual de identificação e controle de plantas daninhas: plantio direto e convencional. 6ª ed. Nova Odessa: Editora Plantarun, 2004. 299p. PRETE, C. E. C.; GAZZIERO, D. L. P.; ADEGAS, F. S. As plantas daninhas e a semeadura direta.1.ed. Londrina: Embrapa, 2001. 59p. RODRIGUES, B.; A. F S. Guia de herbicidas. 4.ed. Londrina: IAPAR, 1998. 648p. YAHN, C. A.; ARANHA, C.; LEITAO FILHO, H. F. Sistemática de plantas invasoras. 1.ed. Campinas: I.C.E.A, 1988. 174p. Bibliografia Complementar ARANHA, C.; LEITAO FILHO, H. F.; BACCHI, O. Plantas invasoras de culturas. 1.ed. Campinas: I.C.E.A, c1984. 906p DURIGAN, J. C. Controle químico de plantas daninhas na citricultura.1.ed. Jaboticabal: FUNEP, 1988. 18p. FORSTER, R. Controle das plantas invasoras na cultura do milho. 1.ed. Campinas: Fundação Cargill, 1991. 46p. HOFFMAN-CAMPO, C. B.; SARAIVA, O. F. Resultados de pesquisa da Embrapa Soja-2002: manejo do solo, plantas daninhas e agricultura de precisão. 1.ed. Londrina: Embrapa, 2003. 59p. LORENZI, H. , Coord. Manual de identificação e controle de plantas daninhas: plantio direto e convencional. 3.ed. Nova Odessa: Plantarum, 1990. 240p. 67 Disciplina: 200308 – MELHORAMENTO VEGETAL Importância e objetivos do melhoramento de plantas. Centros de origem das plantas cultivadas e bancos de germoplasmas. Sistema reprodutivo das plantas cultivadas. Bases genéticas e métodos de melhoramento de plantas autógamas. Bases genéticas e métodos de melhoramento de plantas alógamas. Melhoramento de espécies de reprodução vegetativa. Melhoramento de plantas visando resistência a doenças e a insetos. Uso da biotecnologia no melhoramento de plantas. Bibliografia Básica BORÉM, A. Melhoramento de espécies cultivadas. Viçosa, Ed. UFV, 1999. 817p. FALEIRO, F. G.; BRAGA, M. F.; JUNQUEIRA, N. T. V. Maracujá: germoplasma e melhoramento genético. 1.ed. Planaltina: Embrapa Cerrados, 2005. 677p. LINDSEY, K.; JONES, M. G. K. Biotecnologia vegetal agrícola. 1.ed. Zaragosa: Acribia, 1992. 276p. PATERNIANI, E.; VIEGAS, G.P. Melhoramento e produção do milho. Campinas, fundação Cargill, 1987. 795p. PINTO, C. A. B. P., SANTOS, J. B. dos, RAMALHO, M. A. P. Genética na agropecuária. 3.ed. São Paulo: Globo, 1994. 472p. Bibliografia Complementar BARRIGA, P.; VENCOVSKY, R. Genética biométrica no fitomelhoramento. 1.ed. Ribeirão Preto: SBG, 1992. 485p. BOREM, A.; COSTA, N. M. B. Biotecnologia e nutrição: saiba como o DNA pode enriquecer a qualidade dos alimentos. 1.ed. São Paulo: Nobel, 2003. 214p. FALEIRO, F. G.; MORENO, M. A.; YAMADA, M. M. Contribuições da genética molecular para programa de melhoramento do cacaueiro visando resistência a vassoura-de-bruxa no sul da Bahia. 1.ed. Ilhéus: CEPLAC, 2010. 20p. OSSUNA, J. A.; MORO, J. R. Produção e melhoramento do milho. Jaboticabal, FUNEP, 1995. 176p. Disciplina: 200309 – PRODUÇÃO DE HORTALIÇAS 68 Desenvolvimento e produção de culturas das famílias: aliáceas, apiáceas, e solanáceas. Cultivo de hortaliças em ambiente protegido: Estruturas e construção de estufas, aspectos edafo-climáticos, fisiologia, tratos culturais, nutrição, fertirrigação e manejo fitossanitário de plantas cultivadas em estufas. Técnicas de cultivo em hidroponia, estruturas e tipos de hidroponias, elaboração e manejo de soluções nutritivas, técnicas de produção de brotos de hortaliças. Colheita, póscolheita e comercialização de hortaliças. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BORNE, H. R. Produção de mudas de hortaliças. 1.ed. Guaíba: Agropecuária, 1999. 187p. CARRIJO, O. A.; LIZ, R. S. Substratos para produção de mudas e cultivo de hortaliças. 1.ed. Brasília: Embrapa Editorial, 2008. 83p. CHITARRA, A.; CHITARRA, M. I. F. Pós-colheita de frutos e hortaliças: fisiologia e manuseio. 1.ed. Lavras: ESAL, 1990. 293p. FERREIRA, M. E.; CASTELLANE, P.D.; CUZ, M. C. P. (Coord.). nutrição e adubação de hortaliças. Piracicaba: Potafos, 1993. 487p. FILGUEIRA, F. A. R. Novo manual de olericultura: agrotecnologia moderna na produção e comercialização de hortaliças. Viçosa: UFV, 2000. 402p. HAAG, H. P.; MINAMI, K. Nutrição Mineral de Hortaliças. 1a e 2a Edições. Campinas, Fundação Cargill. 1988. INSTITUTO, Centro De Ensino Tecnológico. Produtor de hortaliças. 2.ed. Fortaleza: Demócrito Rocha, 2004. 88p. HAAG, H.P. e MINAMI, K. Nutrição Mineral de Hortaliças. 1a e 2a Edições. Campinas, Fundação Cargill. 1988. INSTITUTO, Centro De Ensino Tecnológico. Produtor de hortaliças. 2.ed. Fortaleza: Demócrito Rocha, 2004. 88p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CEBOLA, E Alho. Cebola e alho. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 64p. CORTEZ, G. E. P.; CASTELHANE, P. D. A cultura da melancia .1.ed. Jaboticabal: FUNEP, s.d. 64p. AYET, J. P. et. al. Tomate para exportação: procedimentos de colheita e póscolheita. 1.ed. Brasília: EMBRAPA, 1995. 34p. 69 GORGATTI NETTO, A. et. al. Melão para exportação: Procedimentos de colheita e pós-colheita. Melão para exportação: procedimentos de colheita e pós-colheita. 1.ed. Brasília: EMBRAPA, 1994. 37p. IMENES, S. L. Manejo integrado de pragas e doenças da alface. 1.ed. São Paulo: Secretaria de Agricultura e Abastecimento, 2000. 51p. PESSOA, H. B. S. V.; VIEIRA, J. V.; MAKISHIMA, N. Cultivo da cenoura (Daucus carota L.). 1.ed. Brasília: EMBRAPA, 1997. 19p. SILVA, D. J. H.; PUIATTI, M. Hortaliças: novas tendências de mercado.. Viçosa: UFV, 2002. 122p. SOARES, A. M. Q.; LOPES, C. A. Doenças bacterianas das hortaliças: diagnose e controle. 1.ed. Brasília: EMBRAPA, 1997. 70p. Disciplina: 200310 – SILVICULTURA Ecologia florestal. Seleção de espécies. Viveiro florestal. Implantação florestal. Proteção florestal. Manejo florestal. Povoamento florestal. Influencia da floresta sobre o meio ambiente. Dendrologia. Dendrometria. Preservação da madeira. Bibliografia Básica: GUIMARAES, D. P. et al. Avaliação silvicultural, dendométrica e tecnológica de espécies de Eucalyptus. 1.ed. Planaltina: EMBRAPA, 1983. 73p. LORENZI, H. Árvores Brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. Vol 2. Nova Odessa: Plantarum, 1998. 352p. LORENZI, H.; SOUZA, H. M. Plantas ornamentais no Brasil: arbustivas, herbáceas e trepadeiras. 1.ed. Nova Odessa: Plantarum, 1995. 720p. MANUAL, De Identificação de Mudas. 110 espécies florestais nativas do Estado de São Paulo. 1.ed. São Paulo: Dersa, 2009. 200p. PRIMAVESI, O. Manejo ecológico do solo. São Paulo, Nobel, 1988. 548 p. YARED, J. A. G.; MARQUES, L. C. T.; BRIENZA JUNIOR, S. Agrossilvicultura: conceitos, classificação e oportunidades para aplicação na Amazônia brasileira. 1.ed. Belém: EMBRAPA, 1998. 39p. Bibliografia Complementar: 70 CARVALHO, P. E. R. Espécies florestais brasileiras: recomendações silviculturais, potencialidades e uso da madeira. Colombo: Embrapa.1994. 451p. LORENZI, H.; SOUZA, H. M. Plantas ornamentais no Brasil: arbustivas, herbáceas e trepadeiras. 3.ed. Nova Odessa: Plantarum, 2001. 1088p. PRIMAVESI, O. Aquecimento global e mudanças climáticas: uma visão integrada tropical. 1.ed. São Carlos: Embrapa Pecuária Sudoeste, 2007. 213p. RIZZINI, C. T. Árvores e madeiras uteis do Brasil: manual de dendrologia brasileira. 2.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1978. 296p. 6º Termo Disciplina: 200282 – ECONOMIA, AGRONEGÓCIO E PLANEJAMENTO RURAL Funcionamento dos mercados: demanda, oferta, preços e equilíbrio. Determinantes da demanda e da oferta de produtos agropecuários. Elasticidades e suas aplicações. Excedente do consumidor e do produtor, eficiência de mercado e políticas governamentais de controle de preços. Controle de preços de produtos agropecuários e políticas de estoques reguladores. Teoria do consumidor: restrição orçamentária, teoria ordinal da utilidade, maximização do consumidor, demanda do consumidor. Teoria da produção: tecnologia e função de produção, custos, maximização do lucro, minimização do custo, oferta da firma. Estruturas de mercado: concorrência perfeita, concorrência imperfeita, oligopólio e monopólio. Organização industrial no agronegócio. Mercados de commodities. Noções de teoria dos jogos. Bibliografia Básica BATALHA, M. O. (Coord.). Recursos humanos para o agronegócio brasileiro. 1.ed. Brasília: CNPQ, 2000. 284p. CALLADO, A. A. C. Agronegócio. 3.ed. São Paulo: Atlas. 2011. 203p. COSTA, F. N. Economia em 10 lições. 1.ed. São Paulo: Makron Books, 2000. 430p. EMPRESA BRRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUARIA. Planejamento da propriedade agrícola: modelos de decisão. Brasília, 1984. 300p. 71 ENGEL, A.; A.; L. M. Manual de administração rural: custos de produção. 1.ed. Guaíba: Agropecuária, 1996. 142p. MOCHON MORCILLO, F.; TROSTER, R. L. Introdução a economia. 1.ed. São Paulo: Pearson Makron Books, 2004. 404p. PINHO, D. B.; VASCONCELLOS, M. A. S. Manual de economia. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 1998. 653p. Bibliografia Complementar BRANSON, W. H. Macroeconomia: teoria e política. 2.ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2001. 935p. BRASIL, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Projeções do agronegócio: assessoria de gestão estratégica. 1.ed. Brasília: ACS, 2009. 64p. CASIMIRO FILHO, F.; SHIKIDA, P. F. A. Agronegócio e desenvolvimento regional. 1.ed. Cascavel: EDUNIOESTE, 1999. 207p. KOTLER, P. 0. Marketing para o século XXI: como criar, conquistar e dominar mercados. 5.ed. São Paulo : Futura, 2000. 305p. STIGUM, B. P.; STIGUM, M. L. Economia: Macroeconomia. 1.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1973. THOMPSON, G.; HIRST, P. Globalização em questão: a economia internacional e as possibilidades de governabilidade. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1998. 364p. Disciplina: 200300 – BIOTECNOLOGIA VEGETAL Cultura de tecidos vegetais: organização e instalações laboratoriais, meios nutritivos, principais aplicações (micropropagação, microenxertia, cultura de ápices caulinares, suspensão celular, cultura de embriões, óvulos e protoplastos, embriogênese somática, produção de haplóides), aclimatação de plantas. Transformação de plantas: Isolamento de genes e clonagem molecular, técnicas de transformação (Agrobacterium e biobalística), aplicações dos produtos geneticamente modificados (OGMs), riscos ambientais das plantas transgênicas. Bibliografia Básica ALBERTS, B. Fundamentos da biologia celular: uma introdução à biologia molecular da célula. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999. 757 p. 72 ASSAD, A.; SILVEIRA, J. M. F. J.; DAL POZ, M. E.. Biotecnologia e recursos genéticos: desafios e oportunidades para o Brasil.1.ed. Campinas: FINEP, 2004. 412p. BIOTECNOLOGIA INDUSTRIAL, LIMA, U. A. et al. (coord.). Biotecnologia industrial: Biotecnologia industrial: Biotecnologia na produção de alimentos.1.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2001. FARAH, S. B. Dna segredos e mistérios. São Paulo: Sarvier, 2007. 276 p. GRIFFITHS, A. J. F., MILLER, J. H.; SUZUKI, D. T.; LEWONTIN, R. C.; GELBART, W. M. Introdução à genética. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 6ª ed., 1998. 856 p. GRIFFITHS, A. J. F.; GELBART, W. M.; MILLER, J. H.; LEWONTIN, R. C. Genética Moderna. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. Bibliografia Complementar BORÉM, A.; COSTA, N. M. B. Biotecnologia e nutrição: saiba como o DNA pode enriquecer a qualidade dos alimentos. 1.ed. São Paulo: Nobel, 2003. 214p. FERREIRA, M. E.; GRATTAPAGLIA, O. Introdução ao uso de marcadores moleculares em análises genéticas. Brasília: EMBRAPA-CENARGEN, 1995. 220 p. FRANCO, A. A.; SIQUEIRA, J. O. Biotecnologia do solo: fundamentos e perspectivas. 1.ed. Brasília: MEC, 1988. 235p. LINDSEY, K.; JONES, M. G. K. Biotecnologia vegetal agrícola. 1.ed. Zaragosa: Acribia, 1992. 276p. PUGA, N.; NASS, L.L.; AZEVEDO, J.L. Glossário de Biotecnologia Vegetal. Ed. Manole, São Paulo, SP, 1991 TORRES, A. C.; CALDAS, L. S. Técnicas e aplicações da cultura de tecidos de plantas. Brasília: ABCTP/EMBRAPA-CNPH, 1990. 433p. Disciplina: 200312 – PRODUÇÃO DE ANIMAIS RUMINANTES Digestão diferenciada entre monogástricos e ruminantes. Produção de Bovinos de Corte; Produção de Bovinos de leite. Produção de ovinos. Produção de caprinos. Bibliografia Básica 73 ANDRIGUETTO, J. M. et.al. Nutrição animal: Alimentação animal: nutrição animal aplicada. 3.ed. São Paulo: Nobel, 1988. ASHDOWN, R. R.; DONE, S. Atlas colorido de anatomia veterinária: os ruminantes. 1.ed. São Paulo: Manole, 2003. 917p. BARBOSA, F. A. CARVALHO, F;. A. N. MCDOWELL, R. Nutrição de bovinos a pasto. 2.ed. Belo Horizonte: Gradual, 2005. 428p. BOIN, C.; ARCE, R. D.; MATTOS, W. R. S. Utilização de resíduos agro-industriais da cana-de-açúcar na alimentação de ruminantes. 1.ed. Piracicaba: FEALQ, 1985. 72p. SILVA, J. F. C.; LEAO, M. I. Fundamentos de nutrição dos ruminantes. 1.ed. Piracicaba: Livroceres, 1979. 380p. VAZ, C.; M. S. L. Ovinos: o produtor pergunta e a Embrapa responde. 1.ed. Brasília: Embrapa, 2007. 158p. Bibliografia Complementar BUTOLO, J. E. Qualidade de Ingredientes na Alimentação Animal. Campinas: CBNA, 2002. 430p. FOSFORO, Na Alimentação Animal. O fósforo na alimentação animal. 1.ed. São Paulo: ANDIF, 1997. 74p. MARQUES, D. C. Criação de bovinos. 7.ed. Belo Horizonte: CPV, 2003. 586p. NASCIMENTO, C.; CARVALHO, L. O. M. Criação de bufalos: alimentação, manejo, melhoramento e instalações. 1.ed. Brasília: EMBRAPA/Compra, 1993. 403p. SANTOS, F. A. P. et. al. Volumosos para bovinos. 2.ed. Piracicaba: FEALQ, 1995. 231p. VALVERDE, C. C. 250 rações balanceadas para bovinos de corte: confinamento, semiconfinamento, criação a campo, suplementação para a seca. 1.ed. Guaíba: Agropecuária, 1997. 180p Disciplina: 200313 – CULTIVO DE CEREAIS E CANA-DE-AÇÚCAR Estudo sobre as culturas do arroz, aveia, milho, sorgo, trigo e cana-deaçúcar. Serão abordados os aspectos de importância sócio-econômica, botânica, preparo e conservação do solo. Operação de adubação, calagem e plantio. Tratos culturais. Pragas, doenças e seus controles. Colheita e armazenamento dos produtos colhidos. 74 Bibliografia Básica CAMARA, G. M. S.; OLIVEIRA, E. A. M. Produção de cana-de-açúcar. Piracicaba: ESAL/USP, Departamento de Agricultura. FEALQ, 1993. CANTARELLA, H. ed., BULL, L. T., SIMPOSIO, Sobre Fatores Que Afetam A Produtividade do Milho e do Sorgo. Cultura do milho: fatores que afetam a produtividade. 1.ed. Piracicaba: Assoc. Bras. Pesq. Pot. Fosf., 1993. 301p. FERNANDES, A. C. Cálculos na agroindústria na cana-de-açúcar. 2.ed. Piracicaba: STAB, 2003. 240p. INSTITUTO, Centro de Ensino Tecnológico. Produtor de milho. 2.ed. Fortaleza: Democrito Rocha, 2004. 56p. NEVES, Marcos Fava, ROSSI, Ricardo Messias. Estratégias para o trigo no Brasil. 1.ed. São Paulo: Atlas, 2004. 224p. Bibliografia Complementar ANDERSON, D. L., BOWEN, J. E. Nutrição da cana-de-açúcar. 1.ed. Piracicaba: POTAFOS, 1992. 40p. CASTRO, P. R. C. Ecofisiologia de cultivos anuais: trigo, milho, soja, arroz e mandioca. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1999. 126p. CULTURA, Do Arroz Irrigado No Estado Do Rio De Janeiro, AMORIM NETO, S. et.al. A cultura do arroz irrigado no Estado do Rio de Janeiro. 1.ed. Niterói: PESAGRO-RIO, 2008. 99p. MIRANDA, J. R. História da cana-de-açúcar. 1.ed. Campinas: Komedo, 2008. 168p. RESENDE, H. Cultura do milho e do sorgo para a produção de silagem. 1.ed. Coronel Pacheco : EMBRAPA, 1991. 110p. Disciplina: 200286 – ADUBOS, ADUBAÇÃO E CONSERVAÇÃO DO SOLO Definição. Classificação. Princípios básicos de adubação. Adubos e adubação nitrogenada. Adubos e adubação potássica. Adubos e adubação fosfatada. Adubos e adubação cálcica. Adubos e adubação magnesiana. Adubos sulfura- dos e com micronutrientes. Adubos mistos. Recomendações de calagem e adubação. 75 Bibliografia Básica ALCARDE, J. C. et.al. Os adubos, os corretivos agrícolas e sua qualidade. 1.ed. São Paulo: ANDA, s.d.. s.p.p. BOARETTO, A. E.; ROSALEM, C. A. SIMPÓSIO, Brasileiro De Adubacao Foliar (Botucatu). Adubação foliar. 1.ed. Campinas: Fundação Cargill, 1989. 2.v. BRASIL, E. C.; VIEGAS, I. J. M.; CRAVO, M. S. Recomendações de adubação e colagem para o estado do Para. 1.ed. Belém: Amazônia Oriental, 2007. 262p. GOEDERT, W. J. Calagem e adubação. 1.ed. Brasília: EMBRAPA, 1995. 59p. GOMES, P. Adubos e adubações. 12.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 186p. MALAVOLTA, E., USHERWOOD, N. R. Adubos e adubação potássica. 5.ed. Piracicaba: A. B. P. P. F., 1984. 56p. SA, M. E.; BUZZETI, S. Importância da adubação na qualidade dos produtos agrícolas.1.ed. São Paulo: Icone, c1994. 437p. NETO, F. L.; BEZERRA, P. C. S. Conservação do solo.1.ed. Piracicaba: Livroceres, 1985. 392p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AZAMBUJA, J. M. V. O solo e o clima na produtividade agrícola: agrometeorologia, fitossanidade, conservação do solo, fertilidade do solo, edafologia e calagem. 1.ed. Guaíba: Agropecuária, 1996. 163p. CHAVES, J. C. D. Manejo do solo: adubação e calagem, antes e apos a implantação da lavoura cafeeira. 1. ed. Londrina: IAPAR, 2002. 36p. COSTA, C.; GONCALEZ, D. A., CAMPOS, L. Solos tropicais sob pastagem: características e técnicas para correção e adubação. 1.ed. São Paulo: Icone, 1993. 76p. LEMOS, R. C. de; SANTOS, R. D. dos. Manual de descrição e coleta de solo no campo. 3. ed. Campinas: Sociedade Brasileira de Ciências do Solo, 1996. 83p. MALAVOLTA, E. Manual de química agrícola : adubos e adubação. 3.ed. São Paulo : Agronomica Ceres, 1981. 596p. OSAKI, F. Calagem e adubação. Campinas, Ed. Atual, 1991. 503p. SANTANA, M. B. M. Reunião Brasileira De Fertilidade Do Solo (...Ilhéus). Adubação nitrogenada no Brasil. 1.ed. Ilhéus: CEPLAC, 1986. 290p. YAMADA, T.; ROBERTS, T. L. Potássio na Agricultura Brasileira. In: Simpósio sobre potássio na agricultura brasileira, Piracicaba, 2005, 841p. 76 Disciplina: 200314 – FRUTICULTURA Origem e distribuição. Aspectos econômicos. Classificação botânica; cultivares. Propagação. Instalação do pomar. Tratos culturais (controles de plantas daninhas, nutrição e adubação, podas, desbastes, irrigação). Pragas e Doenças. Colheita, pós-colheita e comercialização. Processamento industrial. Bibliografia Básica DONADIO, L.C., Ed., SIMPOSIO, de Citricultura. Produtividade de citros. 1.ed. Jaboticabal: FUNEP, 1988. 304p. GOMES, P. Fruticultura brasileira. 11.ed. São Paulo: Nobel, 1987. 446p. MAGALHAES, A. F. J.; OLIVEIRA, A.; COELHO, E. F. Irrigação e fertirrigação em citros. 1.ed. Cruz das Almas: Embrapa, 2000. 23p. MANICA, I. Fruticultura: 4. banana/Ivo Manica – Porto Alegre: Ed. Cinco Continentes, 1997. 485p. MANICA, I. Fruticultura em pomar doméstico: planejamento, formação e cuidados. Porto Alegre: Rigel, 1993. 143p. MURAYAMA, S. J. Fruticultura. 1.ed. Campinas: I.C.E.A., 1995. 428p. INSTITUTO, Centro De Ensino Tecnológico. Produtor de banana. 2.ed. Fortaleza : Demócrito Rocha, 2004. 64p. SIMÃO, S. Tratado de Fruticultura. FEAQ, Piracicaba, 1998, 760 p. Bibliografia Complementar GOMES, P. Fruticultura brasileira. São Paulo: Nobel, 2007. 446p. INSTITUTO, Centro De Ensino Tecnológico. Produtor de citros. 2.ed. Fortaleza: Demócrito Rocha, 2004. 64p. RODRIGUEZ, O. et. al. Citricultura brasileira. 2.ed. Campinas: Fundação Cargill, 1991. 469p. MARANCA, G. Fruticultura comercial: mamo, goiaba e abacaxi. 5.ed. São Paulo: Nobel, 1986. 118p. YAMAMOTO, P. T. Manejo integrado de pragas dos citros.1.ed. Piracicaba: CP2, 2008. 336p. Disciplina: 200315 – CULTIVO DE TUBÉRCULOS E ESTIMULANTES 77 Estudo sobre as culturas da batata, mandioca, café, chá e guaraná. Serão abordados os aspectos de importância sócio-econômica, botânica, preparo e conservação do solo. Operação de adubação, calagem e plantio. Tratos culturais. Pragas, doenças e seus controles. Colheita e armazenamento dos produtos colhidos. Bibliografia Básica MALAVOLTA, E.; YAMADA, T.; GUIDOLIN, J.A. (Coord.). Nutrição e adubação do cafeeiro. 3.ed. Piracicaba: Instituto da Potassa e Fosfato, 1983. 224p. MELHORIA, Da Competitividade Da Cadeia Agroindustrial Da Mandioca No Estado De São Paulo. Melhoria da competitividade da cadeia agroindustrial da mandioca no estado de São Paulo.1.ed. São Paulo: SEBRAE, 2004. 345p. RENA, A. B. (Edit.) et. al., CULTURA, Do Cafeeiro : Fatores Que Afetam A Produtividade. Cultura do cafeeiro: fatores que afetam a produtividade. 1.ed. Piracicaba: POTAFOS, 1986. 447p. SCANTIMBURGO, J. O café e o desenvolvimento do Brasil. 1.ed. São Paulo: Melhoramentos, 1980. 224p. SILVA, S. Expansão cafeeira e origens da indústria no Brasil.8.ed. São Paulo: Alfa Omega, 1995. 114p. SILVA, E. B.; NOGUEIRA, F. D.; GUIMARAES, P. T. G. Adubação potássica do cafeeiro: sulfato de potássio. 1.ed. Washington: SOPIB, 2001. 81p. Bibliografia Complementar ANDROCIOLI, A. F. Café adensado: Espaçametos e cuidados no manejo da lavoura. 1.ed. Londrina: IAPAR, 2002. 32p. CHAVES, J. C. D. Manejo do solo: adubação e calagem, antes e apos a implantação da lavoura cafeeira. 1.ed. Londrina: IAPAR, 2002. 36p. Documentos IAC no. 34, Campinas, 1993. 8 p. GIORDANO, S.R. Cadernos Universidade do Café: Cadernos Universidade do Café 2009. 1.ed. São Paulo: Universidade do Café, 2009. NORMAS, Gerais de Certificação de Batata-semente. Normas gerais de certificação de batata-semente.1.ed. Campinas: CESM, 1997. 50p. RABELO, P. V. Análise dos sistemas de cultivo do café no cerrado mineiro. 1.ed. Uberaba : Universidade de Uberaba, 2004. 40p. 78 VIANA, A. C. C.; ORTOLANI, A. A.; ABREU, R. G. Hemileia vastatrix berk et br: estudos e observações em regiões da Àfrica, sugestões a cafeicultura do Brasil. 1.ed. s.l.: M.I.C, 1971. 193p. Disciplina: 202446 - Projetos I Desenvolvimento do aluno de uma atividade teórico x prática relacionando as disciplinas do curso. Ênfase na prática de elaboração de projeto agropecuário. Elaboração de projeto integrador. Instrumentos de pesquisa. Bibliografia Básica FAZENDA, I. (org.). Didática e interdisciplinaridade. 6.ed. Campinas: Papirus, 2001. 192p. GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 3.ed. São Paulo: Atlas, 1996. 159p. MARTINS, A. C.; CAMERA, F. LIVRO, Comemorativo 0 0. Compilação dos melhores projetos. 1.ed. Rio de Janeiro: Odebrecht, 2011. 108p. MORAES, I. N. Elaboração da pesquisa científica. 3.ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 1990. 243p. OLIVEIRA, S. L. de. Tratado de metodologia cientifica: projetos de pesquisas, TGI, TCC, monografias, dissertações e teses. 2.ed. Sao Paulo: Pioneira, 2000. 320p. SPECTOR, N. Manual para a redação de teses, projetos de pesquisa e artigos científicos. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 150p. Bibliografia Complementar CENTRO, Universitario Nove De Julho. Encontro De Iniciação Científica. A importância da pesquisa na formação profissional: resumos. 1.ed. São Paulo: Centro Univ. Nove de Julho, 2005. 183p. GONCALVES, H. A. Manual de projetos de extensao universitaria. 1.ed. São Paulo: Avercamp, 2008. 115p. MATIAS-PEREIRA, J. Manual de metodologia da pesquisa científica. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 153p. NORONHA, J. F. Projetos agropecuários: administração financeira, orcamento e viabilidade economica. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1987. 269p. 79 POMERANZ, L. Elaboração e análise de projetos. 1.ed. São Paulo: Hucitec, 1985. 246p. 7º Termo Disciplina: 200316 – LEGUMINOSAS E OLEAGINOSAS Estudo sobre as culturas do Feijão, Soja, Algodão, Amendoim e Girassol. Serão abordados os aspectos de importância sócio-econômica, botânica, preparo e conservação do solo. Operação de adubação, calagem e plantio. Tratos culturais. Pragas, doenças e seus controles. Colheita e armazenamento dos produtos colhidos. Bibliografia Básica CARVALHO, N.; M.; CASTELLANE, P. D.; VIEIRA, R. D. Feijão-de-vagem (Phaseolus vulgaris): cultivo e produção de sementes. 1.ed. Jabotical: FUNEP, 1988. 60p. COSTA, J. A. Cultura da soja. 1.ed. Porto Alegre: I. Mânica, 1996. 233p. DHINGRA, O. D.; ACUNA, R. S. Patologia de sementes de soja. 1.ed. Viçosa: UFV, 1997. 119p. EMBRAPA, - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Tecnologias de produção de soja: região central do Brasil 2005. 1.ed. Londrina: Embrapa Soja, 2004. 239p. FANCELLI, A. L.; DOURADO NETO, D. Produção de feijão. 1.ed. Guaíba: Agropecuária, 2000. 384p. INSTITUTO, Centro de Ensino Tecnológico. Produtor de algodão. 2.ed. Fortaleza: Democrito Rocha, 2004. 56p. MARTIN, N. B.; ASSUMPCAO, R.; SANTOS, Z. A. P. S. Análise econômica da utilização da adubação verde nas culturas de algodão e soja em rotação com milho e amendoim. 1.ed. São Paulo: IEA, 1983. 30p. MEDEIROS, J. C. Manejo da cultura do algodão com resultados de pesquisa em Goiás. 1.ed. Campina Grande: EMBRAPA, 2002. 17p. 80 MENDES, I. C.; HUNGRIA, M.; CAMPO, R. J. A importância do processo de fixação do nitrogênio para a cultura da soja: componente essencial para a competitividade do produto brasileiro. 1.ed. Londrina: Embrapa Soja, 2007. 80p. MITIDIERI, J. Manual de gramíneas e leguminosas para pastos tropicais. 2.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 198p. PERECIN, D.; FERNANDES, E. J.; CARVALHO, N. M. Amostragem em campos de produção de sementes de soja.1.ed. Jaboticabal: UNESP, 1988. 18p. TEIXEIRA, L. B.; CORREA, M.; LEITAO, P. S. Desempenho da mesofauna do solo sob vegetação secundária enriquecida com leguminosas arbóreas de rápido crescimento. 1.ed. Belém: Embrapa, 2001. 20p. Bibliografia Complementar BELTRAO, N. E. M.; BRAGA SOBRINHO, R.; VIEIRA, R. M. Possibilidades do cultivo de algodão orgânico no Brasil. 1.ed. Campina Grande: CNPA, 1995. 36p. BOLETIM, De Pesquisa De Soja. Boletim de pesquisa de soja. 1.ed. Rondonopolis: Fundação, 2006. 264p. CARVALHO, C. G. P. Informes da avaliação de genótipos de girassol 2006/2007 e 2007. 1.ed. Londrina: Embrapa Soja, 2008. 108p. COSTA, J.; SICHMANN, W. Cultura do Amendoim. Piracicaba. ESALQ, 1973. 16p. CULTIVARES, De Soja 00/00. Região Centro-sul. Cultivares de soja 2008/2009 região centro-sul. 1.ed. Londrina: Embrapa, 2008. 76p. REUNIAO, De Pesquisa De Soja Da Regiao Central Do Brasil. Ata da XXIX Reunião de Pesquisa de Soja da Região Central do Brasil. 1.ed. Londrina: Embrapa Soja, 2008. 240p. ROESSING, A. C. Criação de empregos pelo complexo agroindustrial da soja. 1.ed. Londrina : Embrapa Soja, 2004. 50p. SAN MARTIN, P. Amendoim: uma planta da historia no futuro brasileiro. 2.ed. São Paulo: Icone, 1987. 68p. SILVA, C. M.; PENNA, J. C. V., ARANTES, N. E. Algodão e soja. 1.ed. Belo Horizonte : APSEMG, 1998. 176p. SILVA, M. N. A cultura do girassol. 1.ed. Jaboticabal: FUNEP, 1990. 67p. Disciplina: 200317 – PRODUÇÃO E TECNOLOGIA DE SEMENTES 81 Importância da semente - Histórico. Formação e fisiologia das sementes. Processos de produção de sementes. Classes de sementes. Condução e colheita de campo de produção. Secagem. Beneficiamento e armazenamento. Controle de qualidade. Comercialização. Bibliografia Básica BRASIL, Ministério da Agricultura. Manual de análise sanitária de sementes. 1.ed. Brasília : Ministério da agricultura, 2009. 200p. BRASIL, Ministério Da Agricultura. Regras para analise de sementes. 1.ed. Brasília : Ministério da Agricultura, 2009. 395p. CARVALHO, N. M.; CASTELLANE, P. D.; VIEIRA, R. D. Produção de sementes de melancia. 1.ed. Jaboticabal: FUNEP, 1988. 30p. CARVALHO, N. M., NAKAGAWA, J. Sementes: Ciência, Tecnologia e Produção. Fundação Cargill: Campinas, 429p. 1987. ESAU, K. Anatomia das plantas com sementes. 1.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1997. 293p. MACHADO, J. C. Patologia de sementes: fundamentos e aplicações. 1.ed. Brasília: Mec, 1988. 106p. Bibliografia Complementar ANDRIOLI, A. I.; FUCHS, R. Transgênicos: as sementes do mal: a silenciosa contaminação de solos e alimentos. 1.ed. São Paulo: Expressão Popular, 2008. 276p. CARVALHO, N. M. Secagem de sementes. FUNEP: Jaboticabal, 165p. 1994. HENNING, Ademir Assis. Patologia e tratamento de sementes: noções gerais. 1.ed. Londrina: Embrapa, 2004. 51p. MARCOS FILHO, Julio, CICERO, S. M.; SILVA, W. R. Avaliação da qualidade das sementes.1.ed. Piracicaba : FEALQ, 1987. 230p. SOAVE, J. Patologia de sementes. Fundação Cargill: Campinas, 480p. 1987. NORMAS, Para Produção De Sementes Fiscalizadas. Normas para produção de sementes fiscalizadas. 1.ed. Campinas: CESM, 1997. 69p. Disciplina: 200318 – NUTRIÇÃO MINERAL DE PLANTAS 82 Elementos essenciais. Os macro e micronutrientes na planta. Absorção de elementos pelas folhas e raízes. Transporte e redistribuição. Avaliação do estado nutricional. Nutrição mineral das principais culturas. Bibliografia Básica: EPSTEIN, E.; BLOOM, A. J. Nutrição mineral de plantas princípios e perspectivas. 2ª ed. Brasília: Independente, 2004, 403p. FERNANDES, S. M. Nutrição mineral de plantas. Brasília: Independente, 2006. 432p. MALAVOLTA, E. ABC da analise de solos e folhas: amostragem, interpretação e sugestões de adubação. 1.ed. São Paulo: Agronômica Ceres, 1992. 124p. MALAVOLTA, E.; VITTI, G. C.; OLIVEIRA, S. A. Avaliação do estado nutricional das plantas: princípios e aplicações.1.ed. Piracicaba: A.B.P.P.F., 1989. 201p MALAVOLTA, E. Elementos de nutrição mineral de plantas. São Paulo: Agronômica Ceres, 1980. Bibliografia Complementar HAAG, H.P. Nutrição mineral de algumas espécies ornamentais. Campinas: Fundação Cargill, 1989. MALAVOLTA, E. Desordens nutricionais no cerrado. Piracicaba: POTAFOS, 1985. MALAVOLTA, E. Desordens nutricionais no cerrado. Piracicaba: POTAFOS, 1985. MALAVOLTA, E. Nutrição mineral, calagem, gessagem e adubação dos citros. Piracicaba: POTAFOS, 1989. ROSOLEM, C. A. Nutrição e adubação do feijoeiro. Piracicaba: POTAFOS, 1987. Disciplina: 200319 – TECNOLOGIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL E VEGETAL Generalidades da tecnologia de alimento. Microbiologia dos alimentos. Embalagens para alimentos. Métodos de conservação de alimentos. Processamento e conservação de frutas, hortaliças e legumes. Tecnologia de amido. Tecnologia de óleos. Tecnologia do leite de consumo e derivados. Tecnologia da carne. Tecnologia e conservação de pescado. 83 Bibliografia Básica BEHMER, M. L. A. Tecnologia do leite: leite, queijo, manteiga, caseina, iogurte, sorvetes e instalações, produção, industrialização, análise. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1999. 320p. CAMARGO, R. et al. Tecnologia de produtos agropecuários – Alimentos. São Paulo, Nobel, 1984. 304p. CALDAS, C. Teoria básica das análises sucroalcooleiras. Maceió: Stab, 2005. 172p. DURAO, J. C.; GIL, J. I. Manual de inspeção sanitária de carnes.1.ed. Lisboa: Calouste Gulbenkian, s.d.. 563p. EMPRESA, Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Embrapa Caprinos. Iniciando um pequeno grande negocio agroindustrial: processamento da carne caprina.1.ed. Brasília: Embrapa, 2003. 106p. FERNANDES, A. C. Cálculos na agroindústria da cana-de-açúcar. 2.ed. Piracicaba: STAB, 2008. 240p. GAVA, A. J. Princípios de tecnologia de alimentos. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1999. 284p. LIMA, F. Z.; CHAVES, J. B. P.; LOPES, J. D. S. Cachaça: produção artesanal de qualidade. 1.ed. Viçosa: CPT, 2007. 350p. MUCCIOLO, P. Carnes: estabelecimentos de matança e de industrialização, condições higiênicas de funcionamento. 1.ed. São Paulo: Icone, 1985. 100p. OLIVEIRA, M. N.; BARUFFALDI, R. Fundamentos de tecnologia de alimentos. 1.ed. São Paulo: Atheneu, 1998. 317p. OLIVO, N.; OLIVO, R. O mundo das carnes: ciência, tecnologia e mercado.1.ed. Criciuma: Grafica Imprint, 2005. 209p. PARDI, M. C. Ciência, higiene e tecnologia da carne: tecnologia da carne e de subprodutos, processamento tecnológico. 2.ed. Goiânia: UFG, 2007. Bibliografia Complementar AMORIM, H. V. Fermentação alcoólica: ciência e tecnologia. 1.ed. Piracicaba: Fermentec, 2005. 434p. BORÉM, A.; COSTA, N. M. B. Biotecnologia e nutrição: saiba como o DNA pode enriquecer a qualidade dos alimentos. 1.ed. São Paulo : Nobel, 2003. 214p. 84 DURR, J. W.; CARVALHO, M. P.; SANTOS, M. V. O compromisso com a qualidade do leite no Brasil. 1.ed. Passo Fundo: Universidade de Passo Fundo, 2004. 331p. MILAN, M. Sistema de qualidade nas cadeias agroindustriais. 1.ed. São Paulo: s/e, 2007. 207p. MUTTON, M. J. R.; MUTTON, M. A. Aguardente de cana: produção e qualidade. 1.ed. Jaboticabal : FUNEP, 1992. 171p. Disciplina: 200281 – COMÉRCIO E COOPERATIVISMO Importância. Comércio interno. Comércio externo. História do cooperativismo. Cooperativismo no Brasil. Sistemas de cooperativismo. Bibliografia Básica: AUTOGESTÃO, Associativismo e Cooperativismo, CAMPOLINA, C. et al. Autogestão: associativismo e cooperativismo.1.ed. Belo Horizonte: A.L.E.M.G., 1995. 97p. BENATO, J..V..A. O ABC do Cooperativismo - ICA, São Paulo: 1994 CAMPOLINA, C. et.al. Autogestão: associativismo e cooperativismo. 1.ed. Belo Horizonte: A.L.E.M.G., 1995. 97p. CAMPOS JUNIOR, L. C. O cooperativismo no vale do Paranapanema: estudo das cooperativas Riograndense, agropecuária de Pedrinhas Paulista e Coopermota (1980-1995). .ed. Marília: UNIMAR, 2000. 251p. ENGEL, A.; ANTUNES. L. M. Manual de administração rural: custos de produção. 1.ed. Guaíba: Agropecuária, 1996. 142p. PINHO, J. B. Comunicação em marketing: princípios da comunicação mercadológica.4.ed. São Paulo: Papirus, 2000. 194p. PINHO, J. B.; VASCONCELLOS, M. A. S. Manual de economia. 3.ed. São Paulo: Saraiva, 1998. 653p. Bibliografia Complementar: BARROS, G. S. C. Economia da comercialização agrícola. 1.ed. Piracicaba: FEALQ, 1987. 306p. BRASIL, Ministerio Da Agricultura, Pecuária E Abastecimento. Agronegócio brasileiro: desempenho do comercio exterior. 2.ed. Brasília: MAPA, 2006. 116p. 85 BRUM, A. L. A comercialização no contexto econômico: o caso de agropecuária. 1.ed. Petrópolis: Vozes, 1983. 141p. PINHO, J. B. Comunicação em marketing: princípios da comunicação mercadológica. 4.ed. São Paulo: Papirus, 2000. 194p. CAMPOS JUNIOR, L. C. O cooperativismo no vale do Paranapanema: estudo das cooperativas Riograndense, agropecuária de Pedrinhas Paulista e Coopermota (1980-1995). 1.ed. Marília: UNIMAR, 2000. 251p. HIRIART, M. M. M. Projeto de desenvolvimento integrado do cooperativismo de São Paulo: PDICOOP III: modalidade: cooperativas agropecuárias. 1.ed. São Paulo: ICA, 2002. 188p. VERA FILHO, F. M.; STEELE, H. L. Comercialização agrícola. 1.ed. São Paulo: Atlas, 1971. 443p. Disciplina: 200242 – EXTENSÃO RURAL Evolução, caracterização, objetivos e filosofias da extensão rural; Estudo das modalidades de assistência a agropecuaristas; Geração e transferência de tecnologia para o meio rural; Análise do modelo institucional de pesquisa e extensão rural no Brasil; A pequena produção agropecuária e a tecnologia apropriada.; O processo de comunicação; Processo de difusão e adoção de inovações nas sociedades subdesenvolvidas. Métodos de extensão rural e abordagem participativa. Bibliografia Básica BRAGA, G. M.; ARAUJO, J. G. F.; SANTOS, M. M. Extensão rural no desenvolvimento da agricultura brasileira.1.ed. Viçosa: Universidade Federal de Viçosa, 1990. 60p. ALMEIDA, A. de.; CAMPOS G. W. de. Extensão Rural – dos livros que a gente lê á realidade que ninguém vê. Porto Alegre: Cabral Editora Universitária, 2006. 121p. FONSECA, M. T. L. A extensão rural no Brasil: um projeto educativo para o capital. 1.ed. São Paulo : Loyola, 1985. 191p. FREIRE, P. F. Pedagogia do Oprimido. Editora Paz e Terra. 45 ed., São Paulo, 2005. 86 SCHIMITZ, H. Agricultura Familiar - Extensão Rural e Pesquisa Participativa. São Paulo: MR Virtual, 2 010. 348p. Bibliografia Complementar BICCA, E. F. Extensão rural: da pesquisa ao campo. 1.ed. Guaíba: Agropecuaria, 1992. 183p. BORDENAVE, J. D.; PEREIRA, A. M. Estratégias de Ensino-Aprendizagem. Editora Vozes. 14 ed., Petrópolis, 1977. FREIRE, P. Extensão ou Comunicação? 8ª.ed. Paz e Terra, 1983. GONCALVES, H. A. Manual de projetos de extensão universitária. 1.ed. São Paulo: Avercamp, 2008. 115p. SOUZA, et al. Administração da fazenda. 5 ed. São Paulo: Globo, s.d. 211p. Disciplina: 200320 – ÉTICA PROFISSIONAL, LEGISLAÇÃO E RECEITUÁRIO AGRONÔMICO Relação do Profissional com a Cidadania. Responsabilidades no Exercício da Profissão. Atribuições Profissionais. O Sistema Profissional. O Código de Ética do Engenheiro. A Legislação Profissional. O Mercado de Trabalho. Receituário Agronômico. Bibliografia Básica BURSZTYN, M. Ciência, ética e sustentabilidade: desafios ao novo século. 2.ed. São Paulo: Cortez, 2001. 192p. CONFEA. O código de ética começa por você profissional. 4.ed. Brasília: Confea, 2007. 75p. DALL AGNOL, D.; DUTRA, D. V.; BORGES, M. L. Ética. 1.ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2002. 141p. MORAES, J. C. Receituário agronômico. Lavras: UFLA/FAEPE, 2000. 86p. (Textos acadêmicos). PEREIRA, L. M. L. Sistema Confea/CREAS - 75 anos constituindo uma nação. 1.ed. Brasília: Confea, 2008. 238p. SAMPAIO, D. P. A.; GUERRA, M. S. Receituário agronômico. 1.ed. São Paulo: Globo, 1988. 436p. VAZQUEZ, A. S. Ética. 16.ed. Rio de Janeiro: Civilização brasileira, 1996. 267p. 87 Bibliografia Complementar BARBOSA, A. B.; BERLANGA, T. S. Ética geral e profissional. 1.ed. Marília: UNIMAR, 1999. 143p. GRUN, M. Ética e educação ambiental: a conexão necessária. 7.ed. Campinas: Papirus, 2003. 120p. MACEDO, E. F.; PUSCH J. B. Código de ética profissional comentado. 3.ed. Brasília: Confea, 2007. 254p. MARTINS, S. M. B. Mercosul: formação profissional e legislação. 1.ed. Canoas: ULBRA, 1996. 159p. SALGADO, L. O.; CONCEIÇÃO, M. Z. Manejo integrado e receituário agronômico. Curso de proteção de plantas, 2. Brasília. ABEAS, 1992. 32p. SISTEMAS CONFEA/CREA. O código de ética começa por você profissional. 2ª ed. Brasília, 2003. 24P. SOARES, M. S. Ética e exercício profissional. Brasília: ABEAS, 1996. 174p. Disciplina: 200321 – USO E MANEJO DE BACIAS HIDROGRÁFICAS Introdução. Definição de bacias hidrográficas e microbacias . Hidrográficas. Interpretação de mapas (rede de drenagem, ocupação do solo, tipos de solos, etc...). Ciclo hidrológico e balanço hídrico. Erosão hídrica e métodos de controle. Ddefinição de áreas ripárias e estratégias de recuperação e conservação. Assoreamento e poluição de águas fluviais. Efeito da cobertura vegetal no controle da erosão. Quantidade e qualidade das águas em bacias hidrográficas. Manejo e produção sustentada na microbacia hidrográfica. Bibliografia Básica GALETI, P. A. Conservação do solo: reflorestamento - clima. 2.ed. São Paulo: ICEA, 1989. 286p. MALAVOLTA, E. Manual de calagem e adubação das principais culturas. 1987 PRIMAVESI, A. A agricultura em regiões tropicais: Manejo ecológico do solo. São Paulo: Nobel, 1988 SCHIAVETTI, A. ; CAMARGO, A. F. M. (editor), Conceitos de bacias hidrográficas: teorias e Aplicações. Conceitos de bacias hidrográficas: teorias e aplicações. 1.ed. Ilhéus: UESC, 2002. 289p. Bibliografia Complementar 88 DUMSDAY, R. G. Modelo bio-econômico para avaliação de sistemas de conservação do solo. 1.ed. Brasília: Ministério da Agricultura, 1984. 47p. LEGISLACAO, Sobre Conservação Do Solo. Legislação sobre conservação do solo. 1.ed. Brasília: Ministério da Agricultura, 1986. 46p. NETO, F. L.; BERTONI, J. Conservação do solo 3.ed. São Paulo: Icone, 1993. 355p PRIMAVESI, O. Aquecimento global e mudanças climáticas: uma visão integrada tropical. 1.ed. São Carlos: Embrapa Pecuária Sudoeste, 2007. 213p. TECNICAS, De Preparo Do Solo: Efeitos Na Fertilidade E Na Conservação Do Solo, Nas Ervas Daninhas..., SEGUY, J. et.al. Técnicas de preparo do solo : efeitos na fertilidade e na conservação do solo, nas ervas daninhas e na conservação de água.1.ed. Goiânia: EMBRAPA, 1984. 26p. Disciplina: 202447 - PROJETOS II Elaboração do trabalho científico. Redação técnica. Normas do Trabalho de Conclusão de Curso e Normas da ABNT. Análise do custo/benefício e sua aplicação. Bibliografia Básica ABREU, A. S. Curso de redação. 12.ed. São Paulo: Atica, 2008. 168p. FAZENDA, I. (org.). Didática e interdisciplinaridade. 6.ed. Campinas: Papirus, 2001. 192p. GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 3.ed. São Paulo: Atlas, 1996. 159p. POPPER, Karl. A lógica da pesquisa científica. 8.ed. São Paulo: Cultrix, 2000. 567p. OLIVEIRA, S. L. de. Tratado de metodologia cientifica: projetos de pesquisas, TGI, TCC, monografias, dissertações e teses. 2.ed. Sao Paulo: Pioneira, 2000. 320p. SPECTOR, N. Manual para a redação de teses, projetos de pesquisa e artigos científicos. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 150p. Bibliografia Complementar ANDRADE, M. M. Redação científica: elaboração de TCC passo a passo. 1.ed. São Paulo: Factash, 2007. 198p. 89 GONCALVES, H. A. Manual de projetos de extensao universitaria. 1.ed. São Paulo: Avercamp, 2008. 115p. GRANATIC, B. Técnicas básicas de redação. 4.ed. São Paulo: Scipione, 2001. 173p. MATIAS-PEREIRA, J. Manual de metodologia da pesquisa científica. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 153p. NORONHA, J. F. Projetos agropecuários: administração financeira, orcamento e viabilidade economica. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1987. 269p. 8º Termo Disciplina: 200263 – ESTÁGIO SUPERVISIONADO E TCC Caracterização do campo de estágio. Atividades teóricas e práticas a serem desenvolvidas durante o estágio supervisionado. Metodologia utilizada durante o estágio (desenvolvimento de técnicas; aplicação de métodos estatísticos; métodos). Avaliação do estágio. Elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso. Bibliografia Básica: BIANCHI, A. C. M. Manual de orientação: estágio supervisionado. São Paulo: Thomson Pioneira, 2005. BURIOLLA, M. A. F. O estagio supervisionado. 2.ed. São Paulo: Cortez, 1999. 176p. FAZENDA, I. C. A. et al., Prática, de Ensino e o Estágio Supervisionado. Prática de ensino e o estágio supervisionado. 8.ed. Campinas: Papirus, 2002. 139p. PARRA FILHO, D.; SANTOS, J. A. Apresentação de trabalhos científicos: monografia, TCC, teses e dissertações. 7.ed. São Paulo: Futura, 2002. 142p. ROESCH, S. M. A. Projetos de estagio do curso de administração: guia para pesquisas, projetos, estágios e trabalho de conclusão de curso. 1.ed. São Paulo: Atlas, 1996. 189p. Bibliografia Complementar ANDRADE, M. M. Redação científica: elaboração de TCC passo a passo. 1.ed. São Paulo: Factash, 2007. 198p. 90 BARREIRO, I. M. F. Pratica de ensino e estágio supervisionado na formação de professores. 1.ed. São Paulo: Avercamp, 2006. 126p. CENTRO, de Integração Empresa-Escola. A qualidade dos estágios e sua importância sócioprofissional. 1.ed. São Paulo: CIEE, 2005. 89p. OLIVEIRA, S. L. Tratado de metodologia científica: projetos de pesquisas, TGI, TCC, monografias, dissertações e teses. 2.ed. São Paulo: Pioneira, 2000. 320p. SALOMON, D. V. Como fazer uma monografia. 10.ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001. 412p. Disciplina 201991: LIBRAS – LING. BRASIL. DE SINAIS Proporcionar ao aluno subsídios para a aquisição de conhecimentos específicos da LIBRAS. Capacitando-o quanto ao conceito de LIBRAS, a história do surdo no Brasil e no mundo, convenções da língua, organização e morfologia. Conceitos básicos para o trabalho e o atendimento das necessidades educacionais especiais dos surdos em sala de aula e na comunidade. Bibliografia Básica LACERDA, C. B. F. de; GOES, M. C. R. de. Surdez: Processos educativos e subjetividade. 1.ed. São Paulo: Lovise, 2000. MACEDO, E. C., CAPOVILLA, F. C. Org., RAPHAEL, W. D. Manual ilustrado de sinais e sistema de comunicação em rede para surdos. 1.ed. São Paulo: USP, 1998. 253p. SALLES, H. M. M. L. Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos para a prática pedagógica: Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos para a pratica pedagógica. 1.ed. Brasília: MEC, 2004. Bibliografia Complementar CAPOVILLA, F. C. Língua de sinais brasileira: dicionário enciclopédico ilustrado trilingue: abrindo o mundo do surdo brasileiro a pesquisa e a intervenção psicológicas. 1.ed. São Paulo: USP, 2000. LICHTIG, I. Org, CARVALHO, R. M. M. Audição: Abordagens Atuais. 01.ed. Carapicuíba: Pro-Fono, 1997. 91 PINALDI, G. PROGRAMA DE CAPACITACAO, De Recursos Humanos Do Ensino Fundamental Serie Atualidades Pedagógicas: A educação dos surdos. 1.ed. Brasília: MEC, 1997. QUADROS, R. M. O tradutor e interprete de língua brasileira de sinais e língua portuguesa. 1.ed. Brasília: MEC, 2004. 94p. 3.2. PROJETO INTEGRADOR A prática educativa deve ser encarada como uma ação viva, propiciando aos educadores e educandos momentos de alegria, de entusiasmo, com idéias, valores, criatividade e, principalmente, dinamismo. Nas escolas, vários projetos interdisciplinares têm sido realizados, muitos com características tradicionais, estando longe de conceitos, ações, atitudes, posturas e resultados daquilo que se constitui verdade. Notam-se temas de projetos sendo adotados por imposição da direção e/ou coordenação pedagógica, os quais deverão ser trabalhados pelos professores, sem nenhum tipo de orientação ou nenhum tipo de participação na sua escolha. O termo interdisciplinaridade não tem significado único, ele possui diferentes interpretações, mas, em todas elas, está implícita uma nova postura diante do conhecimento, uma mudança de atitude em busca da unidade do pensamento. A interdisciplinaridade refere-se a toda atividade escolar vivida a partir de diferentes enfoques e, na escola, esses “pontos de vista” diferenciados são exatamente as distintas matérias, ou seja, um determinado fenômeno deve ser estudado por várias matérias, para que não se supervalorize a parte em detrimento do fenômeno como um todo. É na integração entre os conteúdos programáticos trabalhados em cada disciplina que se constrói a interdisciplinaridade; visão horizontal do processo ensino-aprendizagem, que acontece dentro de uma determinada série. O mais problemático é que os próprios alunos, peças fundamentais desse processo, são ignorados. O resultado é o surgimento de temas descontextualizados até da própria comunidade escolar. No Curso de Engenharia Agronômica da Unimar a utilização de projetos interdisciplinares como prática pedagógica para a construção do conhecimento tem 92 como proposta um diferencial em relação aos cursos ofertados por outras Instituições. 3.2.1. Objetivos: a) Desenvolver nos discentes a capacidade de aplicação dos conceitos e teorias estudadas durante o curso de forma integrada, proporcionando-lhe a oportunidade de confrontar as teorias estudadas com as práticas profissionais existentes, para consolidação de experiência e desempenho, profissionais; b) Contribuir parfa o aperfeiçoamento do discente e a competência na solução de problemas sociais e ambientais; c) desenvolver a capacidade de planejamento e disciplina para resolver problemas dentro das diversas áreas de atuação. 3.2.2. Critérios a) O projeto proposto será realizado em trabalhos de grupos formados conforme orientação do colegiado de curso quanto ao número de alunos; b) O Projeto Integrador é uma exigência curricular na formação acad6emica e profissional do discente, constituindo um fim em cada termo de composição do curso. 3.2.3. Supervisão A supervisão do Projeto Integrador é de responsabilidade da Coordenação do Curso. 3.2.4. Avaliação a) A nota final do Projeto Integrador, em cada teremo, é atribuída numa escala compreendida entre zero (0) e 10 (dez); b) será considerado aprovado o aluno que obtiver onta igual ou superior a 7 (sete); c) será reprovado o aluno quando ocorrer pelo menos um dos ítens abaixo: - o trabalho não cumprir o objetivo proposto; - o tgrabalho for plágio; - o trabaho não ser desenvolvido pelos alunos; 93 - não for comprovada a presença e participação do aluno nas atividades do grupo do projeto. 3.2.5. Regulamento A Regulamentação do Projeto Integrador proposta pelo Colegiado de Curso encontra-se em anexo. 3.3. ATIVIDADES COMPLEMENTARES Atendendo às Diretrizes Curriculares, com deliberações contidas no PPI, PDI e PPC do Curso de Engenharia Agronômica, fica estabelecido que todos os alunos ingressantes a partir de 2004 deverão realizar as atividades complementares, sendo estas consideradas pré- requisito para a matrícula na Disciplina de Estágio Supervisionado. As Atividades Complementares do Curso de Agronomia são orientadas pelo Regulamento das Atividades Complementares dos Cursos de Graduação da Universidade de Marília. Para o Curso de Agronomia são exigidas 200 (duzentas) horas de carga horária para integralização do Curso. A Pró-Reitoria Graduação normatizou para todos os cursos da Universidade de Marília, o regulamento das atividades complementares que entrou em vigor na data de 31 de julho de 2008. O Curso de Agronomia promove anualmente diversas atividades extracurriculares, tais como cursos de curta duração, palestras técnicas, durante a qual empresas e profissionais destacados tanto no meio acadêmico quanto profissional vêm expor seus trabalhos e comentar sua obra com o corpo docente e discente. Além desses eventos, o Curso de Agronomia, juntamente com os cursos de Medicina Veterinária e Zootecnia tem participado da Semana de Ciências Agrárias, através de cursos relacionados às diversas áreas do setor agropecuário. Também são realizadas visitas técnicas a Destilarias e Usinas da região, à Jacto Equipamentos Agrícolas e Agroindústrias da região, onde os alunos podem vivenciar na prática o dia-a-dia da atuação profissional, ampliando seus conhecimentos mediante a experiência dos profissionais que geralmente os recepcionam. Outra opção oferecida pelo Curso é o Programa de Prática Profissional, onde alunos desde o início do curso têm possibilidades de desenvolverem ativi- 94 dades práticas inerentes à sua formação profissional nos diversos setores da Fazenda Experimental, motivando e valorizando o aprender a aprender, vivenciando a realidade de atividades de campo. No item 2.5 (Atividades desenvolvidas pelo Curso) estão descritas outras atividades onde os alunos podem participar. Não apenas as atividades promovidas pela IES UNIMAR são aceitas para o cômputo da carga horária de atividades complementares, mas todas aquelas desenvolvidas também em outras IES ou outras instituições e situações previstas no Regulamento de Atividades Complementares. Cópia xerográfica de todos os comprovantes são mantidas em arquivo junto à coordenadoria de curso, junto a ficha controle do aluno. O estímulo à participação de atividades desenvolvidas fora da IES Unimar, como congressos e simpósios entre outros, é constante não apenas por parte da coordenação do curso de Agronomia como também por parte do próprio corpo docente haja visto sua formação acadêmica-científica. O objetivo geral das atividades complementares é o de flexibilizar o currículo pleno do curso e propiciar aos alunos a possibilidade de aprofundamento temático e interdisciplinar. REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE ENGENHARIA AGRONÔMICA 1. Os alunos do Curso de Engenharia Agronômica da Universidade de Marília deverão desenvolver 200 horas em atividades complementares, antes de concluir o curso, sendo esta pré- requisito para a matrícula na Disciplina de Estágio Supervisionado e TCC; 1.1. O desenvolvimento das atividades complementares poderá ser realizado desde o 1º semestre em que o aluno se matricula; 1.2. O aluno deverá cumprir 50% da carga horária das atividades complementares (100 horas) até a realização de metade do número total de créditos do curso; 1.3. As atividades complementares podem ser realizadas durante o período de férias escolares, desde que respeitados os procedimentos estabelecidos neste Regulamento. 2. As atividades complementares, que podem ser reconhecidas para efeitos de 95 aproveitamento da carga-horária, são: Grupo A: Relacionadas à iniciação científica: Participação em Monitorias; Pesquisas; Órgãos de Fomento a Pesquisa – Bolsas de Iniciação Científica – PIBIC; Grupos de estudo e pesquisa sob orientação e supervisão docente; Grupo B: Participação em Congressos, Seminários, Simpósios, Cursos e Palestras, além de outras atividades assistidas; Grupo C: Publicações: Artigos publicados em revistas indexadas; publicados em revistas não indexadas; Monografias que não caracterizem o Trabalho de Conclusão de Curso; Apresentação de trabalhos em eventos científicos; Grupo D: Atividades de Complementação da Formação profissional: estágios extra curriculares; estágios em Empresa Júnior / Incubadora de Empresa; Participação em projetos com relevância social - Ações Comunitárias; Grupo E: Atividades de Extensão: Cursos relacionados à área de formação; Cursos à distância; Disciplinas cursadas em programas de extensão; Outras atividades de extensão (Colegiados de Curso, Comissão Organizadora de Eventos Científicos, Diretoria Acadêmica, Atividades Culturais e Voluntariado). 2.1. O aproveitamento da carga horária seguirá os seguintes critérios: Critérios para avaliação de atividades complementares Tipo de Atividade Desenvolvimento da atividade de monitoria: a creditação de horas complementares corresponderá a 50% das horas exercidas na atividade Participação em Projetos de Fomento a Pesquisa- PIBIC (Individual): a creditação de horas complementares corresponderá a 50% das horas exercidas na atividade Participação em grupos de pesquisas: a creditação de horas complementares corresponderá a 20% das horas exercidas na atividade Participação em grupos de estudo regulamentados e documentados sob supervisão e orientação de professores da Universidade: a creditação de horas complementares corresponderá a 20% das horas exercidas na atividade. Congressos, seminários, conferências e palestras assistidas: Eventos Científicos locais: 15 horas cada dois eventos Eventos Científicos estaduais: 15 horas cada evento Eventos Científicos nacionais: 15 horas cada evento Palestras Científicas: 02 horas cada evento Defesas de dissertação de mestrado e tese de doutorado Assistidas na Universidade de Marília: a creditação de horas atividades complementares será equivalente ao total da atividade Carga horária Até 80 horas Até 120 horas Até 120 horas Até 80 horas Até 45 horas Até 30 horas 96 Eventos: (dias de campo), creditação de 03 horas atividades complementares por evento. Artigos publicados em revistas indexadas: cada artigo publicado: creditação de 20 horas atividades complementares Artigos publicados em revistas não indexadas: cada artigo publicado: creditação de 10 horas atividades complementares Monografias não curriculares (Trabalhos de Revisão Editado): creditação de 5 horas atividades complementares Apresentação de trabalhos em eventos científicos: creditação de 5 horas atividades complementares por trabalho apresentado Estágios extra curriculares: a creditação de horas complementares corresponderá a 50% das horas exercidas na atividade Estágios em Empresa Júnior/Incubadora de empresa Até 30 horas Até 60 horas Até 30 horas Até 20 horas Até 45 horas Até 120 horas Até 60 horas A creditação de horas complementares corresponderá a 50% das horas exercidas na atividade Cursos relacionados à área de formação profissional: a creditação de horas atividades complementares corresponderá a 20% do total de horas do curso realizado. Até 60 horas Cursos à distância relacionados à formação profissional: inclusive para proficiência de línguas, creditação de 20% do total de horas do curso realizado. Disciplinas cursadas em programas de extensão relacionadas à área de formação profissional: a creditação de horas atividades complementares será equivalente ao da carga horária da disciplina cursada Outras atividades de extensão: para atividades não mencionadas a validação e a creditação em horas atividades complementares, será avaliada pela coordenação, obedecendo aos mesmos critérios dispostos anteriormente. Até 60 horas Até 90 horas 2.2. O limite da carga horária deverá ser respeitado por cada atividade complementar acima descrita, não podendo ser aproveitada, para outros fins que não correspondem neste Regulamento. 3. Para que cada atividade complementar tenha a sua validação e conseqüente creditação no histórico escolar do aluno, estabelecem-se as seguintes exigências: Critérios para validação e creditação das atividades complementares. Tipo de Atividade Monitoria Participação em pesquisas Participação no PET/PIBIC Exigências ou Requisitos Relatório do Orientador com freqüência e aproveitamento Relatório ou documentação comprobatória do orientador com freqüência e aproveitamento Relatório do Orientador 97 Participação em grupos de estudo/pesquisa sob supervisão de professores Congressos, seminários, conferências e palestras assistidas Defesas de dissertação de mestrado e tese de doutorado assistidas na Universidade de Marília, respeitando-se o valor de duas horas por cada evento Relatório do Orientador com freqüência e aproveitamento Certificado de presença e apresentação de relatório Certificado de presença e apresentação de relatório Eventos Certificado de presença e apresentação de relatório Artigos publicados em revistas indexadas Artigo publicado Artigos publicados em revistas não indexadas Artigo publicado Monografias não curriculares Monografia produzida Apresentação de trabalhos em eventos científicos Realização de estágios não curriculares Certificado de apresentação Trabalho apresentado Atestado de realização e apresentação de relatório com freqüência e aproveitamento Atestado de participação e apresentação de Relatório com freqüência e aproveitamento Comprovante de participação e apresentação de relatório com freqüência e aproveitamento Realização de estágios em Empresa Júnior / Incubadora de Empresa Participação em projetos sociais Cursos à distância Certificado de realização Disciplinas cursadas em programas de extensão Certificado de realização Outras atividades de extensão Certificado de realização 4. Ao planejar sua atividade complementar, o aluno deverá: 4.1. Consultar este Regulamento e solicitar com 15 dias de antecedência, o parecer do Coordenador do Curso sobre a relevância daquela atividade para a sua formação profissional. Os casos que excepcionalmente não atenderem este item serão avaliados pela coordenação do curso. 5. O controle acadêmico do cumprimento dos créditos referentes às atividades complementares é responsabilidade do Coordenador do Curso, a quem caberá avaliar a documentação exigida para validação da atividade. 5.1. Após a realização da atividade, o aluno deverá submeter, no prazo de 30 98 (trinta) dias, por meio de ofício de VALIDAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES, a documentação exigida (comprovantes originais e uma cópia) a Coordenação, que os apreciará, podendo recusar a atividade se considerar insatisfatórios a documentação e/ou o desempenho do aluno. 5.2. Sendo aceita a atividade complementar realizada pelo aluno, cabe ao Coordenador atribuir a carga horária correspondente. 5.3. A carga horária atribuída pelo Coordenador de Atividades Complementares a cada uma das atividades obedecerá a uma escala variável até o limite daquela solicitada com a atividade analisada, atendendo a critérios de desempenho e qualidade; 5.4. Os comprovantes originais apresentados pelo aluno serão devolvidos após análise do Coordenador de Atividades Complementares e devem permanecer sob a posse e responsabilidade direta de cada aluno. 5.5. Quando ocorrer eventual solicitação de comprovantes já analisados, deverá o aluno reapresentá-los ao Coordenador. 6. O Coordenador encaminhará à Secretaria Setorial que repassará a Secretaria Geral da Universidade de Marília no final de cada semestre a carga horária atribuída para cada atividade complementar realizada, nos termos do item 5.2, através do requerimento que lhe foi inicialmente encaminhado, para fins de registro e controle. 7. Os alunos que ingressarem no curso por meio de algum tipo de transferência ficam também sujeitos ao cumprimento da carga horária de atividades complementares, podendo solicitar à Coordenação das Atividades Complementares o cômputo de parte da carga horária atribuída pela Instituição de origem, observadas as seguintes condições: a) as atividades complementares realizadas na Instituição ou curso de origem devem ser compatíveis com as estabelecidas neste Regulamento; b) a carga horária atribuída pela instituição de origem não poderá ser superior a conferida por este Regulamento à atividade idêntica; c) Fica determinado que o limite máximo de aproveitamento da carga horária será de 100 (cem) horas; 8. Os casos omissos serão resolvidos pelo Conselho de Curso Engenharia Agronômica, ouvida a respectiva Coordenação de Atividades Complementares. 99 3.4. PROGRAMA DE MONITORIA Considerando a necessidade em incutir no aluno a capacidade organizacional didático-pedagógica, o Curso de Engenharia Agronômica possibilita a ele participar do Programa de Monitoria Institucional, seguindo a Portaria 008/2009 abaixo citada: PROGRAMA DE MONITORIAS PORTARIA GR. N.º008/2009 MARCIO MESQUITA SERVA, Reitor da Universidade de Marília, no uso de suas atribuições Estatutárias e Regimentais; CONSIDERANDO o que dispõe o artigo 84 da Lei n.º 9.394, de 26 de dezembro de 1996, que alunos poderão ser aproveitados em tarefas de ensino e pesquisa pelas respectivas instituições, desempenhando funções de monitoria, de acordo com seu rendimento e seu plano de estudos; CONSIDERANDO que é necessário criar mecanismos de incentivo ao estudo e aprendizagem dos alunos da Universidade de Marília; R E S O L V E: Artigo 1. O Programa de Monitoria da Universidade de Marília, destinado a alunos regularmente matriculados em seus cursos de graduação, obedecerá às normas estabelecidas na presente Portaria. Artigo 2. O Programa de Monitoria, considerando a excelência do rendimento nos estudos e a vocação para o magistério dos alunos que a ele se candidatarem, conta com um quadro de monitores, cujo número de vagas constará do Plano Anual de Trabalho da Pró-Reitoria de Graduação, aprovado pela Entidade Mantenedora. § 1º - Para os fins de que trata o caput deste artigo, até 31 de novembro de cada ano, tendo em consideração a previsão das necessidades para o ano letivo seguinte, os cursos encaminharão à Pró-Reitoria de Graduação solicitação de vagas para a constituição do quadro de monitores, com vistas ao ano letivo subseqüente. § 2º - Os candidatos à Monitoria farão inscrição junto à Coordenação do Curso onde estudam. 100 Artigo 3. São objetivos do Programa de Monitoria: I - em relação à Universidade: 1. estimular o desenvolvimento da vocação para o magistério nos alunos que apresentem excelência em seu rendimento escolar; 2. propiciar condições institucionais para o atendimento à melhoria do processo ensino-aprendizagem; 3. tornar as ações institucionais mais positivas e competitivas na transmissão do conhecimento e na construção do saber; 4. possibilitar a cooperação entre os corpos discente, docente e técnico administrativo da Universidade; 5. qualificar os melhores alunos, com vistas à continuidade da respectiva formação acadêmica, especialmente para o encaminhamento dos mesmos a programas de pós-graduação. II – em relação aos alunos: 1. despertar vocações para o magistério e para o exercício de atividades auxiliares de ensino, pesquisa e extensão no âmbito da disciplina na qual se vinculará; 2. proporcionar a aprendizagem de técnicas e métodos de ensino, assim como estimular o desenvolvimento do pensamento científico e da criatividade; 3. preparar o aluno participante do programa de Monitoria para o acesso ao magistério superior; 4. aumentar a produção acadêmica dos discentes vinculados ao Programa de Monitoria. III – em relação aos docentes: 1. estimular professores a engajarem, no processo acadêmico, alunos de destacado desempenho, otimizando a capacidade de orientação ao magistério na UNIMAR; 2. estimular o aumento da produção acadêmica dos docentes; 3. melhorar a qualidade do ensino e da aprendizagem. Artigo 4. A avaliação do Programa de Monitoria será realizada pelo Coordenador e professores dos respectivos cursos que oferecerem a monitoria e receberão o nome de Comitê de Avaliação. Artigo 5. Compete ao Comitê de Avaliação: 101 I – avaliar o Programa de Monitoria, com vistas ao cumprimento das diretrizes e dos objetivos fixados; II – coordenar a realização de trabalho de Monitoria visando o aperfeiçoamento dos Monitores; Artigo 6. São as seguintes as atribuições do Monitor: I - auxiliar os docentes na preparação de aulas, de atividades de laboratório e de preparação de materiais didático e de apoio, bem como na fiscalização e no acompanhamento das provas e trabalhos escolares; II – auxiliar os docentes na realização de trabalhos práticos e experimentais, desde que compatíveis com o seu grau de conhecimento e experiência na disciplina; III – assistir as aulas dos professores que ministram a disciplina para a qual tenha sido selecionado, visando não apenas o seu aperfeiçoamento pessoal, como também o efetivo acompanhamento das turma; IV – organizar e orientar grupos de estudos formados por alunos matriculados na disciplina, visando o melhor aproveitamento dos conteúdos programáticos já ministrados; V – realizar atividades auxiliares de pesquisa e de extensão, vinculadas à disciplina, por indicação do respectivo professor responsável; VI – elaborar relatório escrito, contendo os resultados do trabalho desenvolvido, para apresentação, através de exposições orais e/ou painéis. Artigo 7. A vigência do Contrato de monitor é de um (1) semestre, com possibilidade de aditamento para mais um (1) semestre. § 1º - Concluído o prazo de vigência do Contrato, caso o monitor queira continuar desenvolvendo essa atividade, deverá candidatar-se novamente ao concurso para provimento de vagas e se aprovado, assinará um novo Contrato. Artigo 8. Na vigência da designação para o Programa de Monitoria, as atividades do aluno serão exercidas com observância ao previsto no artigo 4º. Artigo 9. São requisitos para que o aluno se inscreva ao concurso do Programa de Monitoria: 102 I – ter concluído os dois primeiros termos do curso de graduação no qual esteja matriculado; II – ter concluído com aproveitamento a disciplina para a qual se candidata III – não ter sido reprovado em nenhuma disciplina do curso que realiza e ter obtido média global mínima igual ou superior a sete (7); IV – comprovar a regularidade da situação financeira com a Universidade; V – comprovar disponibilidade para o exercício das funções de Monitor, com jornada de no mínimo vinte (20) horas semanais, em turno diferente daquele em que esteja matriculado. Artigo 10. O concurso para provimento das vagas do Programa de Monitoria utilizará os seguintes instrumentos de avaliação: I – análise curricular de caráter classificatório, compreendendo a avaliação do histórico escolar e do curriculum vitae do candidato; II – entrevista, de caráter eliminatório, na qual o aluno será avaliado com vistas à demonstração de suas aptidões e habilidades para a função e de seu desembaraço para o exercício da monitoria, em quaisquer de seus abrangentes aspectos; III – prova escrita, de caráter eliminatório e classificatório, caso necessário, versando sobre assunto constante do conteúdo programático da disciplina para a qual se candidata; Artigo 11. O concurso a que se refere o artigo anterior será promovido com observância aos artigos 4º e 5º. Artigo 12. Será considerado eliminado da classificação o candidato que não obtiver, nas avaliações, nota mínima igual a sete (7). Artigo 13. Para efeito de classificação prevalecerá, em ordem decrescente, a média aritmética simples das notas obtidas nas avaliações. § 1º - Na hipótese de empate na média aritmética simples, entre dois ou mais candidatos inscritos para a mesma disciplina, terá prioridade o candidato que obtiver a maior nota na análise curricular. § 2º - Persistindo o empate, a prioridade será para o candidato que tiver obtido a maior nota na prova escrita, e, mantido o empate, a prioridade será 103 para o candidato que apresentar melhor rendimento acadêmico no conjunto das disciplinas cursadas na UNIMAR, no período letivo anterior à realização do Concurso. Artigo 14. Durante o exercício da monitoria, ao aluno participante do Programa será concedida uma ajuda de custo de até no máximo R$100,00 (cem reais) mensais. Parágrafo Único - A concessão referida no caput não implicará em qualquer vinculação de caráter empregatício com a Associação de Ensino de Marília Ltda. Artigo 15. O Monitor cumprirá, em horário não conflitante com o de suas aulas, a carga horária semanal mínima de vinte (20) horas, distribuídas entre as diversas atividades previstas no Programa. Artigo 16. O desempenho do aluno no Programa de Monitoria poderá ser considerado relevante para futura admissão na carreira docente da UNIMAR, respeitadas as exigências e os requisitos necessários para a habilitação na carreira referenciada. Artigo 17. O aluno participante do Programa de Monitoria poderá ser desligado de sua função, a qualquer tempo, por ato do Comitê de Avaliação, nos seguintes casos: I – quando o próprio aluno solicitar o seu desligamento; II – quando vier a sofrer pena disciplinar; III – por proposta do Coordenador do respectivo curso, aprovada pelo Reitor; IV – quando for reprovado em qualquer disciplina do termo em que esteja matriculado. § 1º - Se o aluno participante do Programa vier a responder a inquérito no âmbito da UNIMAR, o mesmo será suspenso do exercício de suas atividades como Monitor, com a consequente interrupção da bolsa de estudos. § 2º - O aluno que colar grau será automaticamente excluído do programa de monitoria. 104 Artigo 18. Ao final do exercício da monitoria, poderá ser expedida declaração que comprovará o cumprimento efetivo pelo aluno de suas funções de monitor. Artigo 19. Compete à Secretaria Geral zelar pelo correto cumprimento desta Portaria, inclusive comunicando imediatamente à Reitoria as irregularidades encontradas. Artigo 20. Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação, revogadas as disposições em contrário. Marília, 19 de outubro de 2009. Márcio Mesquita Serva Reitor 3.5. ESTÁGIO SUPERVISIONADO E EXTRACURRICULAR Além de proporcionar ao aluno a oportunidade de aplicação direta da sua aprendizagem em situações reais da Engenharia Agronômica, o estágio supervisionado tem também o objetivo de proporcionar uma possibilidade de garantia de vaga no mercado de trabalho. A avaliação de egressos mostra claramente que grande número de alunos que saem para estágio supervisionado são contratados nos próprios locais da realização de estágio. Esta situação mostra claramente que os alunos formados conseguem se enquadrar nos diferentes ambientes de trabalho, cumprindo tarefas e obrigações, agindo com bastante ética e se caracterizando por se tornarem empreendedores. Além dos estágios obrigatórios previstos na grade curricular, os estudantes são constantemente estimulados a realizarem estágios não-obrigatórios no decorrer da sua formação, aproveitando especialmente os períodos de férias para se deslocar a locais de estágio e complementar assim a sua formação. A universidade proporciona aos alunos toda a infra-estrutura para a realização do estágio curricular indicando professores supervisores dessas atividades, bem como, dentro de suas possibilidades, mantém uma listagem com empresas conveniadas com a instituição e que oferecem vagas para os estagiários. A Instituição possui um Departamento de Estágios, atuando junto à Secretaria Geral e normas próprias para o desenvolvimento do Estágio Supervisionado 105 e do Extracurricular que fazem parte dos anexos a esse PPC (PORTARIA PROGRAD Nº 12, DE 31 DE JULHO DE 2008). Todos os alunos do Curso de Engenharia Agronômica devem cumprir o estágio curricular supervisionado, de caráter obrigatório, em entidade ou empresa, pública ou privada, cadastrada no Departamento de Estágio desta Instituição. O estágio supervisionado do Curso tem carga horária mínima de 520 horas, a ser cumprida no último semestre letivo (8º Termo). REGULAMENTO INTERNO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Art. 1. O ESTÁGIO SUPERVISIONADO E TREINAMENTO ESPECIAL EM REGIME TEMPO INTEGRAL estabelecido pelas Diretrizes Curriculares, regulamentado pela legislação vigente e pelo Regulamento Geral de Estágio Profissional Supervisionado da Universidade de Marília, visa completar a formação acadêmica e efetivar a habilitação profissional, constituindo-se em atividade curricular; Art. 2. O ESTÁGIO SUPERVISIONADO E TREINAMENTO ESPECIAL EM REGIME TEMPO INTEGRAL têm por objetivo proporcionar crescimento profissional aos alunos, mediante uma dinâmica de condições que os torne aprimorados em sua técnica, partícipes do grupo profissional e mais conscientes de suas responsabilidades com a pessoa humana; permitir a aprendizagem de técnicas pela prática; levar à formação de atitudes e hábitos profissionais; possibilitar o confronto entre o conhecimento teórico adquirido na escola e na prática adotada nos locais de estágio; proporcionar contato com a profissão e o desenvolvimento da consciência profissional dentro de conceitos éticos e morais; Art. 3. O ESTÁGIO SUPERVISIONADO é realizado pelos alunos regularmente matriculados no curso de Engenharia Agronômica, com a carga horária mínima de 520 horas; Art. 4. Os alunos somente poderão efetuar matrícula na disciplina de Estágio Supervisionado com no máximo duas disciplinas dependentes, obedecendo ao seguinte critério: a) O aluno que possuir duas disciplinas a serem cursadas junto com o Estágio Supervisionado obrigatoriamente deverá realizá-lo nas dependências da Universidade de Marília; 106 b) O aluno que possuir apenas uma disciplina a ser cursada junto com o Estágio Supervisionado poderá realizá-lo fora da Universidade de Marília; ¶ 1º- Qualquer situação diferente ao especificado no caput é impeditiva de matrícula no Estágio. ¶ 2º - O aluno que pretende realizar o Estágio Supervisionado, mas que vai cursar disciplina pendente no campus deverá apresentar o termo de concordância da instituição concedente devidamente assinado em relação ao período de ausência do mesmo visando cumprimento da disciplina pendente. Art. 5. O Coordenador deverá designar dentro do corpo docente os professores, preferencialmente os de maior titulação e/ou habilidade, como responsáveis pela supervisão de estágio; Art. 6. São atribuições do Coordenador: Designar e atribuir aulas aos professores indicados para a orientação de estágio; Elaborar e divulgar conjuntamente com a Secretaria do Curso o cronograma de orientação de Estágio; Art. 7. Cabe à Secretaria Setorial apoiar os professores designados, bem como a ligação entre o Curso e a Secretaria Geral da Universidade; Art. 8. A indicação de Estágio pelos alunos e a concretização dos Convênios deverá estar definida impreterivelmente até a última semana de aula do período anterior ao de realização do Estágio em campo; Parágrafo Único: A indicação obrigatória do aluno para o Estágio deverá obedecer ao currículo pleno do curso, bem como os critérios estabelecidos pelo Regulamento Geral de ESTÁGIO SUPERVISIONADO. Art. 9. Compete à Supervisão de Estágio de cada curso respectivamente e à Secretaria Geral da UNIMAR esclarecer e orientar os alunos quanto às condições de indicações de estágio e calendário de obrigações; Art. 10. A todos os alunos é garantida a orientação, a cargo de um professor do Curso, visando o aprimoramento constante; Art. 11. Toda Unidade Concedente de Estágio obrigatoriamente deverá apresentar uma caracterização social (Alvará ou Licença Municipal - CNPJ para funcionamento) e/ou respectiva inscrição em Conselho de Classe, além de possuir um profissional qualificado responsável e apto a supervisionar o estagiário; 107 Art. 12. A Avaliação será feita através do acompanhamento do desempenho integral do aluno pelo professor orientador. Art. 13. A composição e estrutura do relatório de estágio serão determinadas pela comissão de professores que compõem a supervisão de Estágio e que são designados pelo Coordenador do Curso; Art. 14. Respeitadas as normas regimentais, a nota final será obtida pelas avaliações parciais onde todas as notas (Supervisor de campo, Relatório e Defesa em Banca), serão avaliadas de zero a dez com os respectivos pesos assim dispostos: Supervisor de campo: Peso 02 Relatório (confecção e apresentação): Peso 03 Defesa do Relatório em Banca: Peso 05 ¶ Parágrafo Único: A nota do orientador a distância, deverá acompanhar cada avaliação parcial e somente será aceita se devidamente assinada, com carimbo e sem sinais de adulteração. Art. 15. A Avaliação do relatório final será realizada através de uma banca com no mínimo dois docentes do Curso de áreas respectivas ao campo de Estágio realizado, que avaliarão conteúdo do relatório; apresentação; conhecimento teórico-prático; Art. 16. Será considerado aprovado o aluno cuja média das avaliações parciais for igual ou superior a sete; Parágrafo Único: O aluno que não apresentar a média para sua aprovação terá três dias a contar da data da sua primeira defesa para ser submetido a uma nova, e definitiva avaliação final que será feita por uma banca composta por quatro professores. Art. 17. O não cumprimento do total de carga horária prevista para o ESTÁGIO SUPERVISIONADO, integrante do currículo pleno do curso, até a data estabelecida para a entrega da Pasta de Estágio, implica na reprovação do aluno, devendo o mesmo matricular-se novamente no semestre seguinte para realizá-lo novamente, assim como o cumprimento total do período de estágio firmado entre a Universidade e a Unidade Concedente do Estágio, bem como a entrega de documentos oficiais (Fichas de Controle de Freqüência, Fichas de Avaliação e Relatórios) no prazo estipulado são requisitos para a aprovação do aluno; 108 Art. 18. O ESTÁGIO SUPERVISIONADO reger-se-á pelo presente regulamento, pelo Regulamento Geral de Estágio, pelo Regimento Geral da UNIMAR e a legislação vigente; Art. 19. Os casos não previstos serão resolvidos pelos supervisores de estágio, ouvido o Coordenador do Curso; Art. 20. Qualquer alteração neste Regulamento deverá ser aprovada pelo Conselho de Curso de Engenharia Agronômica; Art. 21. Este Regulamento foi aprovado pelo Conselho de Curso em 03 de Junho de 2004 e entrará em vigor para os alunos que irão cursar a disciplina de Estágio Supervisionado a partir de Janeiro de 2005. 3.6. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC O TCC é realizado no último Termo do Curso, concomitantemente com o Estágio Supervisionado, onde os alunos devem desenvolver atividades de projetos individuais. Este trabalho é realizado sob a orientação do coordenador e/ou de professores, que se propõem prontamente à orientação técnico-pedagógica dos alunos. O objetivo deste trabalho é aferir o domínio dos conhecimentos essenciais e das competências profissionais que o aluno adquiriu, bem como as aptidões esperadas do egresso. A temática deve sempre estar compreendida entre as atividades desenvolvidas no campo de Estágio e as matérias profissionais do currículo do aluno, que tratam de gerar as atribuições e atividades que possibilitam a habilitação profissional. A normatização do Trabalho de Conclusão de Curso, bem como o Manual de elaboração e apresentação gráfica do TCC, encontra-se em anexo. 109 PARTE IV – ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E DIDÁTICOPEDAGÓGICA 1 ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA O Curso de Engenharia Agronômica da UNIMAR possui, a Coordenação de um profissional da área, Engenheiro Agrônomo Dr. Ronan Gualberto, desde 2007/1, apoiado pelas Pró-Reitorias da Universidade, pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE) e pelo Colegiado do Curso. Conta com o apoio da Secretaria de Bloco, que possui 01 secretária para o desenvolvimento das atividades de atendimento, organização e suporte ao Coordenador, aos professores e alunos. 1.1 AUTOAVALIAÇÃO - CPA Com a implantação do SINAES (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior) pela Lei n.º 10.861, de 14 de abril de 2004, a IES Unimar tem desenvolvido um trabalho de autoavaliação institucional de acordo com o previsto para a implantação da CPA, Comissão Própria de Avaliação. Dentro deste contexto, não apenas a avaliação do projeto pedagógico é necessária, mas uma série de avaliações em torno dos cursos. A IES Unimar sempre se preocupou com o processo de autoavaliação entende que é uma ferramenta poderosa para não apenas avaliação, mas norteamento de diretrizes e condutas futuras. Dessa forma o Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Agronômica tem por finalidade o aperfeiçoamento significativo da política e da prática universitária, observando a questão da qualidade do ensino, nas suas dimensões política, social, técnica e ética, como também, o processo educativo voltado para a formação do aluno com competência técnicocientífica e compromisso social. Este documento é revisado anualmente com a participação dos membros do Conselho de Curso. A Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica tem sido feita utilizando a mesma política e objetivos da Autoavaliação institucional da UNIMAR, buscando mobilizar os segmentos das comunidades interna e externa, para que a 110 partir de um conjunto significativo de indicadores possibilite localizar problemas ou deficiências na gestão acadêmica, na infra-estrutura, recursos de ensino e lacunas no projeto pedagógico, dentre outros pontos que evidenciem fragilidade no curso. Dentre os instrumentos utilizados para a Autoavaliação, a grande maioria optou (como já ocorre na Autoavaliação Institucional) pelos questionários, depois sobre o grau de satisfação de serviços, laboratórios etc., através da atribuição de pontos, variando numa escala de 1 a 5 pontos. Os componentes do Conselho de Curso e, no nosso caso, também participantes do NDE- Núcleo Docente Estruturante, juntamente com seus colaboradores foram responsáveis em elaborar e aplicar instrumentos para coleta de dados, preencher formulários, relatar os resultados obtidos, apresentar documentos e prestar informações. Compete ao Coordenador do Curso como presidente do Conselho de Curso, após a elaboração do diagnóstico a partir dos dados dos questionários, fazer o encaminhamento da proposta e relatório final da Autoavaliação do Curso à Próreitoria de Graduação. Como o Curso teve início em 2008 e, com a criação do Conselho do Curso no final do mesmo ano houve a primeira Autoavaliação. Logo após, no início de 2009 ocorreu a compilação dos dados e diagnóstico. Algumas ações que têm sido implantadas no curso foram originárias de relatórios produzidos pelas avaliações internas. 1.2 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA As disciplinas de formação profissional são ministradas por professores habilitados, respeitando as diretrizes do Ministério da Educação e Desportos. O curso conta com salas apropriadamente destinadas às várias atividades das disciplinas do curso, ou seja, salas de aulas com carteiras convencionais almofadadas para as aulas teóricas, salas de aulas com pranchetas para as disciplinas de desenho, sala de projeção e equipamentos audiovisuais (retro projetor, projeto de slides, projetor multimídia, e outros); laboratórios de física, química, informática, computação gráfica, entre outros. 111 Ao final de cada semestre são realizadas reuniões de acompanhamento didático entre os professores, representantes do conselho de curso e a coordenação do curso para discussões dos programas de ensino e ementa de cada disciplina, bem como o desempenho dos alunos em sala. O Conselho de Curso tem por tarefa avaliar o processo de ensinoaprendizagem através do acompanhamento do processo e de seus resultados parciais ouvindo professores e alunos e, por conseguinte, promovendo revisões neste projeto com o intuito de aperfeiçoá-lo e atualizá-lo continuamente. 1.3 ÓRGÃOS SUPLEMENTARES 1.3.1 LABORATÓRIOS Como apoio às suas atividades didáticas, o Curso de Engenharia Agronômica possui salas com ar condicionado para as disciplinas teóricas, e conta ainda com a infraestrutura de laboratórios e espaços especiais já instalados e em pleno funcionamento que se encontram listados a seguir: Denominação LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA Utilização Características Físicas INTEGRAL Localização Bloco IV - 405 DIMENSÃO: 10 m x 10 m - Área útil: 100 m2 - Revestimento: ALVENARIA COM PINTURA TIPO “LATEX” - Iluminação: LUMINÁRIAS C/ LÂMPADAS FLUORESCENTES - Piso: decorflex Atendimento Aulas práticas das seguintes disciplinas: Informática. Suporte para atividades extra classe de Desenho Técnico e Trabalho de Conclusão de Curso, etc. Instalações Fixas 25 metros de canaletas com tomadas espaçadas de 1,5 metros para ligação dos micro-computadores. Móveis e Utensílios 24-mesas para micro-computador (duas cadeiras por mesa) 01-mesa para o professor com cadeira 112 Equipamentos 24-microcomputadores Pentium 2, Core2 Duo, HD 80, 2GB de memória Programas- Windows XP, CorelDraw X4, ProgeCAD 2010 Denominação LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA Utilização Características Físicas INTEGRAL Localização Bloco IV - 404 DIMENSÃO: 10 m x 10 m - Área útil: 100 m2 - Revestimento: ALVENARIA COM PINTURA TIPO “LATEX” - Iluminação: LUMINÁRIAS C/ LÂMPADAS FLUORESCE NTES - Piso: decorflex Atendimento Aulas práticas das seguintes disciplinas: Informática. Suporte para atividades extra classe de Desenho Técnico e Trabalho de Conclusão de Curso, etc. Instalações Fixas 25 metros de canaletas com tomadas espaçadas de 1,5 metros para ligação dos micro-computadores. Móveis e Utensílios 24-mesas para micro-computador (duas cadeiras por mesa) 01-mesa para o professor com cadeira Equipamentos 24-microcomputadores Pentium 2, Core2 Duo, HD 80, 2GB de memória Programas- Windows XP, SketchUP-versão 6 Laboratório de Microbiologia (preparação) – (Bloco IX) 01 agitador orbital mod. 255 (nº 00350), 01 geladeira Prosdócimo (nº 00351), 01 geladeira Brastemp 280 (nº 00352), 01 geladeira Consul 280 l, 01 autoclave mod. 103 Fabbe (nº 1097), 01 autoclave mod. 103 Fabbe (nº 1342), 01 destilador, 01deionizador Permation, 01 fogão Chamax Pratic (2 bocas), 02 armários de 8 portas de metal, 01 centrífuga Excelsa Baby II mod. 206 Fanen, 01 centrífuga macro modelo EV: 04, 01 centrífuga Adams Dynac modelo 297 C, 01 mesa com 04 gavetas, 1 escrivaninha, 01 mesa pequena, 05 banquinhos de laboratórios, 02 cadeiras estofadas, 01 cadeiras estofadas, 01 cadeira com rodas, 01 estufa Fanen modelo 315 E (secagem e esterelização), 01 estufa Retilínea (nº 00360) (secagem e esterelização), 01 estufa Fanen incubadora modelo 060 (nº 00971), 01 estufa Biomatic incubadora (nº 00354), 01 microscópio Nikon binocular ( 02728), 01 máquina de datilografar Olivetti 98, 01 balança Tecnal (nº 00357). Área Física 50 m² 113 Laboratório Microscópios / Microbiologia– (Bloco IX) Área Física 01 suporte para papel toalha 06 bicos de Bunsen 01 banho Maria Marconi TE 127 (Tecnol), 10 microscópios binocular Nikon, 09 microscópio binocular Premier 100 m² Laboratório de Controle de Qualidade Microbiológico (Bloco XII) (1)Câmara de Fluxo Laminar marca TROX modelo FLU992 (1)Microondas marca Continental modelo AW-30 (1)Microscópio marca NIKON modelo YS-2 (1)Aparelho de Leitura BBL Crystal (1)Estufa de Cultura Bacteriológica marca Fabber Prima modelo 216 (1)bomba de Vácuo marca TECNAL modelo TE-058 (1)Refrigerador de 240 Litros marca Prosdocimos modelo R 26 (1)Refrigerador marca Brastemp 440 Litros (1)Contador de Colônias marca Phoenix modelo CP 600 Laboratório de Controle Qualidade Físico-Químico (Bloco XII) Área Física 12,30 m2 Área Física (1)Capela de Exaustão marca Permution (1)Fogão Brastemp modelo Maison (1)Balança semi Analítica marca Micronal modelo B-600 (1)pHmetro marca Micronal modelo b 374 (1)pHmetro marca Analyser modelo pH300 37,50 m2 (1)Evaporador Rotativo à Vácuo marca Tecnal mod. 175 (1)Botijão 13 Kg (1)Botijão 45 Kg (1)Liqüidificador modelo LS marca Arno. Laboratório de Enzimologia e Fermentações (Bloco XII) Área Física (2)Balança tríplice escala (1610g) marca marte (1)Chapa de aquecimento marca Ética modelo 208 01 Mini destilador Tonéis de Carvalho Alcoometros Vencímetros de Brix pHmetros Condutivímetro 37,50 m2 114 Laboratório de Controle de Qualidade Químico de Açúcar e Álcool (Bloco XII) Área Física 06 Alcoometros 01 pHmetro 01 Condutivímetro Microprocessado 01 Polarímetro 01Refratômetro de Bancada 02 Refratômetro Portátil 37,50 m2 01Fermentador de Bancada 01 Barrilete 03 Bancadas 01 Lousa Branca Armários com vidrarias Laboratório de Química (Sala de Preparação) (Bloco V) Área Física Balança Eletrônica Mark – PAT: 00016 Phmetro micronal Mod. B371 – PAT: 00760 Balança analítica Bosch mod. S2000 23,62 m² Balança analítica Bosch mod. S2000 Espectrofotômetro CELM mod. E225D Geladeira Consul - Biplex Laboratório de Química (Bloco V) Área Física Capela – PAT: 00002 Banho Maria (Marconi TE 127) Serie:897311 Banho Maria (SF) Centrífuga Baby Fanem mod. 206 Centrífuga Baby Fanem mod. 206 Serie:129739 Cuba p/ eletroforese Mufla (Bravac) Serie:282 Estufa de secagem e esterilização Fanem mod. 315 SE 97,02 m² 115 Laboratório de Química (Bloco V) Área Física Capela Químis MOD QT 216.21-PAT:00001 Centrífuga BABy Fanem mod. 206 Banho Maria SF Banho Maria Marconi mod. TE 127 – Serie: 887806 Estufa de secagem e esterilização Fanem mod. 315 SE Mufla ( Bravac ) Serie: 1276 Destilador Fanem mod. 724 Laboratório de Física Experimental (Bloco V) 02-Geradores De Vem Der Graff E Acessórios / 02-Pontes De Weatstone / 01-Mesa De Ar / 01-Mesa De Forças02-Colchão De Ar Linear Hentschel Ref. 8203 / 03-Módulo De Mecânica Dos Fluídos - Bender – Ref. A, B E C / 01-Módulo De Mecânica dos Sólidos - Bender - Ref. A / 01-Módulo De Ótica – Bender Ref. A / 03-Módulo De Acústica – Bender - Ref. A, B E C / 02Módulo De Eletricidade - Bender - Ref. A E B Laboratório de Máquinas Agrícolas e Implementos COMPONENTES MECÂNICOS NA SALA DE LABORATÓRIO - Bloco XII Equipamentos de tratores e mecânica: 1 Motor diesel em cavalete Peças avulsas de motores diesel em bancada móvel (virabrequim, pistão, biela, cabeçote, válvulas, comando, bronzinas, bloco, camisa, anéis, eixo balanceiro, ...) 1 Turbocompressor em corte montado em suporte Componentes avulsos da embreagem em bancada móvel (volante, disco de fricção convencional, cera-metálico e banhado em óleo, platô, rolamento de embreagem) Componentes avulsos do câmbio em bancada móvel Componentes avulsos do diferencial em bancada móvel ( pinhão, coroa, satélites, planetárias, luva de bloqueio) Componentes avulsos do sistema de freios em bancada móvel (expansor, discos estáticos e discos móveis) 1 Filtro de ar completo (pré-purificador, carcaça do filtro, elemento primário e secundário, indicador de restrição mecânico) Quadros de fotos e desenhos didáticos de máquinas e motores Equipamentos de tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas: 3 bambas de pistão para pulverização 3 comandos de pulverização – mecânico e eletrônico 1 bancada de testes de bicos de pulverização 1 abastecedor 2 pulverizadores costais Componentes avulsos de pulverizadores: filtros, bicos, porta bicos, MÁQUINAS E IMPLEMENTOS NO GALPÃO – Fazenda Experimental Máquinas agrícolas automotrizes: 2 tratores – 180 cv 1 trator – 165 cv 3 tratores - 75 cv 3 tratores – 65 cv 97,02 m² Área Física 100 m2 Área Física 100 m2 1000 m2 116 2 pás carregadoras 2 caminhões canavieiros 1 colhedora de cana – CASE -7.700 Máquinas e implementos para preparo inicial e periódico do solo: 2 arados 2 grades aradoras 1 grade niveladora 2 sulcadores adubadores para cana Máquinas e implementos para plantio e tratos culturais 1 plantadora de cana inteira com sulcador adubador e cobridor 1 semeadora adubadora de grãos de 9 linhas 1 pulverizador de barras 600 litros 1 distribuidor de calcário de 5000 kg Laboratório de Biologia – (Bloco IX) 10 Bancadas de madeira com tomadas 02 Lupas eletrônicas 02 Microscópios ópticos 15 Lupas manuais 01 Armário com vidrarias 01 Fermentador 01 Pia de inox com torneiras Exemplares de animais peçonhentos preservados em álcool 70% LABORATÓRIO DE FITOPATOLOGIA Área Física 100 m² ÁREA FÍSICA Destilador de água, marca Marconi, Modelo TE007; Microscópio Bilocular, marca Tasco; Autoclave Vertical, marca Phoenix, modelo AV50; Estufa de Secagem e Esterilização, marca FANEM, modelo 315 SE; Estufa de Cultura Bacteriológica, marca FABBE-PRIMAR, modelo 216; Estufa de Cultura Bacteriológica, marca FANEM, modelo 002 CB; Botijão de gás; Banho-Maria; Bancadas de fórmica; Banquetas de madeira; Mesas com gavetas e cadeiras;; Fonte de energia marca Nikon; Mesa agitadora 180 rpm; Geladeira – Cônsul; Freezer - Cônsul; Barrilete; Centrífuga (Hospmed); Banho Maria (Quimis); Estufa de Cultura Bacteriológica - MOD216 (Fabber Primar); Estufa para Esterilização (Famo); Medidor de pH DMPH-2 (Digimed); Banho Maria (Biomatic); Armário de Aço; Agitador MOD1710-05 Speed Lab (Nalgon); 150 m2 Agitador MOD1510-05 “Hot Lab” (Nalgon); Cesto de lixo; Proveta (2 L, 1 L, 0,5 L, 250 mL,100 mL, 50 mL, 25 mL,10 mL); Balão Volumétrico (2 L, 1L, 500 mL, 250 mL, 100 mL); Becker (1 L, 2 l, 500ml, 250ml, 50ml); Cálice (1000mL); Erlenmeyer (5 L, 1 L, 500 mL, 150 mL); Funil; Máscaras de Proteção; Óculos de proteção; Pipeta Panter; Pipeta Graduada (20 mL,10 mL, 5 mL, 2 mL, 1 mL, 0,5 mL); Pipeta Volumétrica (2 mL); Tubos de Ensaio (10mL, 5mL, 3mL, 2ml, 1ml); Guarda Pipeta; Bomba com Sifão- 20mL (BDYale); Seringa de Vidro - 20mL (BD- Yale); Tubo para centrífuga – 15ml (Labnew); Vidro Guarda Amostra; Porta Proveta; Porta Tubo de Ensaio; 01 revelador de gel (marca AMPLIGRAF) = classificado anteriormente como revelador de fotografias. 117 LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS DO SOLO E BIOMETRIA / GEOLOGIA ÁREA FÍSICA Bancadas de fórmica; Banquetas de madeira; Balcão de madeira; Armário de madeira com 2 portas, Armário de aço com portas; Estufa de secagem com circulação de ar; Capela Permution; Balança de precisão; Balança analítica; Agitador magnético sem aquecimento; Mesa agitadora 220 rpm; Destilador de nitrogênio; Estufa de secagem e esterilização; Fotocolorímetro Analyser; pH-metro Tecnal; pH-metro Digimed; Bureta Digital; Fotometro de chama Procyon; Compressor Fanem; Chapa aquecedora Marchesoni; Destilador de água; Deionizador Permution; Bloco digestor para 40 amostras; Bloco digestor para 5 amostras; Moinho de solos; Balança de Precisão (Pratos); -Dosador triplo Tecnal; Dosador simples Tecnal; Dis100 m2 pensador diluidor Tecnal; Estantes de aço; Penetrômetro de impacto; Pipeta automática; Barriletes 50 litros; Barriletes de 10 litros; Barriletes de 5 litros; Botijão de gás; Dessecador; Painel de recuperação de resinas Tecnal; Conjunto completo de cachimbos coletores de solo Tecnal, em PVC, modelos TE 070, 070/3, 070/2, 070/5 e 070/7 (uma unidade de cada); . Refrigerador Duplex, marca White-Westinhouse, modelo 4,5 superfreeze; 01 Armários estreitos com portas; Mesas com gavetas e cadeiras; Martelos pedológico (cabo de madeira e de aço); Espátulas; Talhadeira grande; Talhadeira pequena; Óculos de proteção; Gaveteiro para amostras; Vitrine para amostras; 01Balança, marca Filizola 15 Kg. LABORATÓRIO DE ANATOMIA ANIMAL 1. REGIME DE UTILIZAÇÃO: 2. LOCALIZAÇÃO: BLOCO: VIII Salas: 816 e 817 8.EQUIPAMENTOS FUNDAMENTAIS: INTEGRAL 4. CARACTERÍSTICAS FÍSICAS: Dimensão: 12 m X 44 m = 528 m² Área útil: 528 m² Revestimento: Látex e Azulejo Iluminação: Lâmpada Fluorescentes Piso: Granito 5. ABRANGÊNCIA DO ATENDIMENTO: Para aulas teóricas e práticas aos acadêmicos dos cursos: Medicina Veterinária, Zootecnia e Agronomia, produção e armazenamento de peças anatômicas formolizadas e ossos em geral. 6. INSTALAÇÕES FIXAS: Sala de aula, Sanitários, Sala dos professores e Salas com cubas 7. MÓVEIS E UTENSÍLIOS: 16 mesas de inox; 80 caixas plásticas 79 bancos; 01 armário para depósito 04 escrivaninhas; 01 escada de madeira 05 cadeiras; 10 bandejas plásticas 01 mesa inox com rodas; 01 guincho com tralha para 1 01 estante para livros tonelada 01 armário com gavetas 01 tripé 01 tablado de madeira 01 Máquina seladora para plástico 01 Guincho com tralha para 1 tonelada Material cirúrgico: Tesoura, pinça, bisturi, facas, serra. Máquina para serrar gesso Pistola de vacinação Serrote Vidraria em geral Calha cirúrgica 118 LABORATÓRIO ANÁLISE DE ALIMENTOS 2. REGIME DE UTILIZAÇÃO: INTEGRAL 3. LOCALIZAÇÃO: Bloco V 8.EQUIPAMENTOS FUNDAMENTAIS: Dimensão: 10 m x 10 m = 100 m² 02-Capelas / 02-Banho-Maria / Área útil = 100 m² 01-Bomba de Vácuo/ 01Revestimento = pintura sobre tijolos aparentes Deionizador / 01-Moinho de FaIluminação = fluorescente cas / 01-Balança Analítica ElePiso = paviflex trônica / 01-Balança Semianalítica / 01-Centrífuga para 5. ABRANGÊNCIA DO ATENDIMENTO: Todos os cursos das Faculdades de Engenharia Tubos / 01-Centrífuga para Butirômetro / 01-Destilador de Água / de Alimento e Ciências Agrárias 01-Digestor Micro-fibras / 016. INSTALAÇÕES FIXAS: Destilador de nitrogênio / 01- 04 bancadas Bloco Digestor de Fibras/ 01- 1 lousa INFRATEC / 01- 5 pias Espectrofotômetro / 02-Ph-metro 7. MÓVEIS E UTENSÍLIOS: / 01-Refratômetro Abbé / 02Refratômetro Manual / 02Liquidificador industrial TECNAL / 01-Forno/Mufla / 01-Estufa de - 25 bancos de madeiras Secagem e Esterilização / 03- 1 mesa de escritório Estufa de Cultura / 01-Agitador de Tubos / 02-Agitador Magnético c/ aquecimento / 02-Agitador Magnético Macro 4. CARACTERÍSTICAS FÍSICAS: LABORATÓRIO DE NUTRIÇÃO ANIMAL / FABRICA DE RAÇÃO ÁREA FÍSICA 01 puxador de milho com rosca sem fim; 01 motor 2 cv; 01 VÊNETA moinho com motor de 25 cv, mod. NS.130-40; 01 silo para armazenagem de milho capacidade 500 kg; 01 VÊNETA ciclone para ensaque direto; 01 VENETA balança com motor 25 cv - mod. P)% capacidade 500 kg; 01 misturador com motor 6 cv capacidade 500 kg; 01 VÊNETA elevador altura 6 m; 01 VÊNETA elevador altura 9 m; 01 VÊNETA peletizadora com chave compensadora manual tipo BE10.2389 mod. CZ.1000; 01 resfriador de rações peletizadas; 01 VÊNETA transportador de rações 1,5 m x 2,0 m; 20 estrados para armazenamento de matéria-prima e rações prontas; 01 estufa de secagem e esterilização – FANEM, mod. 315 SE; 01 estufa de seca100m² gem e esterilização –FANEM, mod. 320 SE; 01 mufla FORNITEC; 01 balança analítica BOSCH, mod. S 2000; 01 medidor de pH DIGIMED, mod. DMPH; 21 moinhos por 01 moinho de faca – MARCONI, mod. TE 340; 01 moinho de martelos – MARCONI, mod. TE09; 01 geladeira – CONSUL, mod. RC2800, capacidade de 275 litros; 01 vibrador para granulometria – TELASTEM; 01 destilador – MARCONI, mod. TE 077; 01 agitador – QUIMIS, mod. Q 321.A.28/9; 01 Conjunto Kjeldahl paradigestão e destilação (micro); 01 Aparelho extrator tipo Soxhlet; 01 Conjunto para determinação de Fibra Bruta; 01 mesa simples, 02 carriolas; 01 máquina de costurar sacos / marca NEWLONG (modelo) NP-7 ATokio-Japan). 119 1.3.2 FAZENDA EXPERIMENTAL “MARCELLO MESQUITA SERVA” Nos domínios da Fazenda Experimental “Marcello Mesquita Serva”, representada por uma área de 298 alqueires encravada dentro do “campus”, encontraremos os vários setores que participam efetivamente das atividades de ensino, pesquisa e extensão, como: Estufas; Avicultura de Postura e Corte; Apicultura; Cunicultura; Fábrica de Ração; Piscicultura; Ovinocultura e Bovinocultura de Corte e Leite. HORTICULTURA/PLASTICULTURA/HIDROPONIA ÁREA FÍSICA 02 Pulverizadores Costal Manual – Jacto (cap. 20 L); 01 Moto Bomba Weg – 10cv; 03 Moto Bomba Weg – 3/4cv; 02 Moto Bomba Weg – 2cv; 02 Moto Bomba Weg – 1,5cv; 03 Moto Bomba Weg – 1/2cv; 01 Moto Bomba Mark – DF 6cv; Moto Bomba Mark – HM 306; 02 Carriolas de ferro; 02 Matracas para plantio; Casa-de vegetação (estufa) – 1.000m2 (02 3.500 m2 ud); Casa-de vegetação (estufa/hidroponia) – 500m2 (02 ud); Painel digtal de controle de irrigação; Mesa de madeira; Balança Filizola (ap. 10kg); Mesa escrivaninha; Alceador Max Tapener HT-B (01 ud); Soprador – Élan 1/2cv04L; 01 Armário de aço com gavetas, 80 caixas plásticas brancas de 20 Kg, CUNICULTURA ÁREA FÍSICA 01 armário de madeira com uma porta e quatro gavetas –0,80 X 0,60 cm; 01 escrivaninha com três gavetas; 01tatuador de orelhas; 41gaiolas grandes para reprodução; 84 gaiolas pequenas para engorda; 02gaiolas de transporte; 01carriola; 100 cumbucas de barro para ração; 02 cortinas de proteção 100 m2 laterais para o barracão; 14 ninhos de madeira; 01 lança-chamas; 01botijão de gás padrão; 01peneira de feijão; 01 escada de madeira grande; 01 balaio plástico para lixo; 02 pás; 02 enxadas. Plantel de 100 coelhos OVINOCULTURA E CAPRINOCULTURA ÁREA FÍSICA 01 brete de Inversão; 01 balança Açores; 01 armário de Inox; 01 aparelho de diagnóstico de gestação(Scanopreg); 01 pipeta de inseminação; 01 pistola dosificadora, 01 geladeira; 01 carriola; 01 curral de manejo – modelo australiano 600m2, 02 pistolas dosificadoras (hoppner);1 Galpão de Confinamento de cordeiros (2.048 m2);1 Galpão para armazenar equipamentos, ração e ma3000 m2 nipulação de carne (80 m2);1 Canil Border Collie (40 m2);Pasto para os ovinos (50 ha);1 Balança Filizola (pesar sacaria);1 Balança TRU Test (eletrônica) para pesagem de animais;1 vagão forrageiro;1 trator Valtra;1 máquina costal. Plantel de 3000 cabeças de ovinos, sendo 1000 em parceria com Frigorífico Marfrig 120 APICULTURA ÁREA FÍSICA Sala de recepção: duas mesas e duas cadeiras; Controle de qualidade do mel – centrifuga de inox para mel, decantador; estufa; mesa desoperculadora; Almoxarifado – caixas de ninho com melgueiras e caxilhos; Sala de preparo 100 m2 de mateirias – mesas e cadeiras, fogão de duas bocas Produção: Mel - 250 kg/ano / Propolina – 01 litro/ano AVICULTURA DE POSTURA E CORTE ÁREA FÍSICA 20 bebedouros copo de pressão (alumínio); 80 bebedouros pendular (plástico); 27 comedouros tipo bandeja (plástico); 38 comedouros tubular (alumínio); 08 campânulas a gás (alumínio); 01 balança Filizola 15 kg; 02 balanças – 150 kg; 04 termômetros de mercúrio Incoterm; 04 termômetros de bulbo seco e bulbo úmido Incoterm; ; 01 higrômetro; 14 caixas de transporte (plástico); 01 geladeira Cônsul; 01estufa de esterilização universal mod. 219 Fabe-Primar; 08 botijões de gás; 01 lança-chamas; 04 ovoscópios (madeira); 01 gaiola de recria (arame galvanizado); 01 gaiola de postura (arame galvanizado); 01 bomba d’ água de alta pressão 6800 Jacto; 01 bateria de arame galvanizado 270 m2 (2 andares); 01 debicador eletrico; 01 Classificador de ovos (manual); 25 bandejas para ovos (plástico); 02 mesas com tampo de fórmica; 05 carteiras com tampo de fórmica (desenho); 01 escrivaninha padrão cerejeira com 3 gavetas; 01 armário padrão cerejeira (portas deslizantes); 02 cadeiras estofadas; 02 bancos de madeira; 06 conchas (alumínio); 05 baldes (plástico); 01 rastelo; 08 boxes (madeira e tela); 01 mangueira; 01 pulverizador costal – 20 litros (plástico); 03 estrados de madeira; 01 enxada. Plantel de 200 aves de postura PISCICULTURA ÁREA FÍSICA 01 arquivo de aço com 4 gavetas; 01 mesa; 03 cadeiras; 01 armários pequenos de 2 portas; 01 armário de aço de 2 portas; 1 estante de aço; 01 lousa branca; 01 espectofotômetro MICRONAL – B-382; 01 condutivímetro. - MICRONAL; 01 pH metro TCA; 01 microscópio eletrônico biocular – NIKO; 01lupa – OLIMPIKUS; 01 estufa de secagem – FANEM; 01 balança eletrônica de precisão – capacidade 5 kg - TECNAL; 01 geladeira CONSUL com capacidade de 275 litros; 01 freezer METALFRIO com capacidade de 270 litros; 02 aquários de vidro – capacidade de 150 litros cada; 05 aquários de vidro – capacidade de 60 litros cada; 01 balança com prato – capacidade 20 kg WELMY; 01 balança de mesa – 150kg - FILLIZOLA; 01 bomba gasolina – 300 m2 STHIL P 840 – 2CV; 01 moedor de carne – BRASINOX; 01 purificador de água – AQUARIUS; 01 esterilizador Ultra- Violeta; 03 sopradores de ar WEG; 02 bombas d’água; 01CV5 aeradores AQUAPÁ – BERNAUER; 03 incubadoras de fibra de vidro A 300 BERNAUER; .02 incudadoras de fibra de vidro – 300 l TRIFISH; 08 Incubadoras de fibra de vidro – 60 l; 01 tubo de oxigênio – 10 M307 caixas d’água de material plástico com capacidade de 500 litros - UNIPAC; 02 caixas d’água de material plástico com capacidade de 1000 litros - UNIPAC; 01 Bebedouro - BEGEL; 10 caixas d’água de fibrocimento de 250 litros; 12 caixas d’água de fibrocimento de 150 litros; 04 caixas d’água de fibrocimento de 1000 litros; 50 caixas de fibra de vidro de 140 l. BOVINOCULTURA DE ELITE – NELORE ÁREA 121 FÍSICA Sala de recepção – 02 computadores com conexão internet, ramal telefônico; 16 baias internas - cocheiras; antena parabólica; piquetes externos; área para 500 m2 higienização dos animais LABORATÓRIO CONTROLE DE QUALIDADE DO LEITE ÁREA FÍSICA 01 balança digital BG 1000 (GEHAKA) n.504465; 01 centrífuga (EBERLE) n.0397/51; 01 estufa de secagem e esterilização 315 SE; 01 estufa microbiológica modelo 002 CB (FANEM); 01 contador de colônias CP 600 (PHOENIX) n. 368; 01 banho maria modelo 100 (FANEM) n. HR 4146; 01 homogenizador modelo 752 (FISATAM) n. 741822; 01 destilador TE-180 (TECNAL); 01 controlador de minutos (HERWIG); 01 tripé; 01 tela de amianto; 01 camara de 20 m2 fluxo laminar (FLV série 1028); 01 autoclave vertical; 01 bico de bunsen; 01 lavador de pipetas; 01 reservatório de água destilada;; 02 aparelhos de ar condicionado; 01 estabilizador de voltagem (SUPRITEC); 01 cromometro (multitimer tpizo) TP 120 (PHOEMIX); vidrarias em geral; 01 bomba alizarol; 01 balde de inox; 01 latão de lixo plástico; 01 botijão de gás (12 Litros); 01 microscópio; 01 armário de aço. BOVINOCULTURA LEITERIA 04 carteiras para alunos; 01 lousa; 01 bebedouro d’água; 01 escrivaninha para computador; 03 prateleiras; 02 arquivos de 04 gavetas; 01sistema Alfro Systen completo; 300 colares transponder eletrônico de identificação; 01 ordenhadeira Mecânica 4X4 TANDEN (ALFA LAVAL); 02 motores elétricos para bomba d’água para limpeza; 01 botijão de gás; 01 centrífuga 206 R (FANEM); 02 escrivaninha para escritório; 01 tosqueadeira (ALFA LAVAL); 01 botijão de semem DS 18 (CRYOMETAL); 01 descongelador de semem BIODS 3 (BIO GENETIC); 01 alicate aplicador (PECREX); 01 seringas dosadoras automática 50 ml (HOPPNER); 01 bomba costal 20 litros PJH (JACTO); 01 makita 9524 NB; 01 tronco casquiador; 01 escrivaninha para impressora; 01 tanque de expansão (capacidade 1400 L) (ALFA LAVAL); 01 tanque de expansão (capacidade 1600 L) (S/M); 01 pasteurizador 700 litros/hora (MEC MILK); 01 iorguteira 300 litros/hora (MEC MILK); 01 embaladeira 1200 litros/ hora (MEC MILK); 01 banco de gelo 1200 L (MEC MILK); 01 compressor MSV-60 (SCHULZ); 02 motores eletricos TCA 2100 C (ELGIN); 01 camara fria (TERMOPAINEL); 250 caixas de leite cor branca 10 litros (ISANI); 20 latão de leite 50 Litros (MILKAN ECO); 01 estabilizador de voltagem (FORCE LINE); equipamentos ALFA LAVAL em geral; 16 carteiras para alunos; 03 prateleiras; 01 geladeira Brastemp (440 l); 01 embaladeira 1200 litros/ hora (MEC MILK). Plantel de 220 vacas raça Holandesa, sendo 90 em lactação – processo de duas ordenhas com média de 2000l/dia, doados a Prefeitura Municipal de Marília com destino à merenda escolar. ÁREA FÍSICA 100 2 122 1.3.3 FAZENDA EXPERIMENTAL “ÁGUA LIMPA” Localizada a 15 km de Marília, representa uma área importante destinada ao Curso de Engenharia Agronômica, visto que temos uma área de 20 ha de cafeicultura irrigada, além do Gado Nelore Elite, onde são desenvolvidas técnicas avançadas de reprodução e produção animal, aliada a nutrição e controle sanitário de um rebanho de mais de 1300 cabeças. Com uma área de 180 alqueires, nesse espaço, os alunos vivenciam o que há de mais moderno na especialidade como técnicas de inseminação artificial por tempo fixo, transferência de embriões chegando à clonagem. ÁREA FÍSICA Câmera Lenox Dig. LCD; Descongelador de sêmem; Impressora HP Laser Jet 1020; Rádio Comunicador; Ultrasom Aloka modelo SSD-500; Balança eletrônica para pesagem de animais; Histotécnico 893; Fal-botijão mod. CD B-200; geladeira Brastemp biplex; lavadora portátil completo; tosquiadera elétrica alfa laval; lavador 180,37 de alta pressão; ordenhadeira portátil mecânica; ventiladores; camas; mesas; caAlqueires deiras; armários de aço; armários tipo arquivo; televisão CCE HPS 20 CR; estufa para secagem e esterilização Donal; Estufa para cultura Fanen; esmerilhadeira elétrica portátil; compressor de ar Schultz; centrífuga centrimicro fanen; bomba à vácuo alfa laval; tratores e carretas. 1.4. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO O projeto pedagógico de um curso deve identificar e garantir a sua equipe, a possibilidade de reflexão sobre seus rumos e metas. Sendo um instrumento que requer ousadia e informação de ponta. O processo de avaliação é uma das peças mais importantes do sistema pedagógico, pois é através dele que podemos descobrir e corrigir as deficiências e eventuais falhas do nosso processo de ensino. Este projeto pedagógico, como escopo do curso de Engenharia Agronômica, deverá ser avaliado e revisto a cada dois anos, com a finalidade de prover o suporte necessário ao bom desenvolvimento do processo de ensinoaprendizado. 123 O sistema de avaliação está fundamentado em fontes de informação, cujo conjunto oferece subsídios para tomadas de decisão quanto às modificações necessárias no curso. Estas fontes são representadas por: - Avaliação a partir de informações coletadas junto aos discentes e docentes do curso contemplando os seguintes itens: estrutura curricular; organização pedagógica; recursos disponibilizados (estrutura física, equipamentos e serviços); atividades de ensino, pesquisa e extensão; corpo docente e discente, informações estas que são coletadas pela Comissão Permanente de Avaliação (CPA). - Embora de maneira subjetiva e com muita dificuldade busca-se manter contato com os egressos com o objetivo de avaliar o curso. - Pelo Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE), avaliando a eficiência do curso. De posse dessas informações, o Colegiado do curso tem um papel muito importante, pois dará subsídios ao NDE, que dentre as suas atribuições, uma fundamental é atualização periódica do projeto pedagógico do curso. 2. BIBLIOTECA 2.1 - APRESENTAÇÃO A Biblioteca central “Zilma Parente de Barros” é assim denominada desde 08 de abril de 1989. Em seus 3.035,45 m², oferece ambiente de estudos com 55 mesas de 04 lugares, 14 salas para estudo em grupo, comportando até 08 alunos e, ainda, cabines para estudo individual em toda a extensão da Biblioteca. Na seção de Periódicos existem também 04 mesas com 04 cadeiras. Hoje o acervo possui, especificamente para o curso de Arquitetura 6.448 títulos e 13.878 exemplares e em seu acervo geral mais de 59.388 títulos e 123.964 exemplares de livros, além de periódicos nacionais e estrangeiros, fitas de vídeo, CD-ROMS, disquetes, mapas, atlas, obras de referência, obras clássicas da área jurídica, entre outros. A Biblioteca realizou, em 2009, mais de 71.124 empréstimos. O acervo abrange todas as áreas do conhecimento, encontra-se informatizado com software próprio, possibilitando consultas por autor, título e assunto. O sistema de empréstimo e devolução, também informatizado, é controlado através 124 de código de barras, contando com 17 computadores divididos entre consulta, empréstimo e devolução. A Biblioteca visa atender alunos, funcionários e professores da Universidade, e a comunidade também tem acesso imediato aos materiais e serviços disponíveis. No quadro de funcionários temos 03 bibliotecárias, 21 auxiliares e 07 estagiários. O horário de funcionamento da Biblioteca é de segunda à sexta-feira, das 8:00 h às 22:30 h e aos sábados, das 8:00 às 11:00 h. O endereço da Biblioteca é: Av: Hygino Muzzi Filho, 1001 – Bloco VI CEP: 17525-902 – CP 054 Bibliotecária Chefe: Maria Célia Aranha Ramos - CRB 8ª/ 2130 Fone (14) 2105 4179 Fone/Fax: (14) 2105 4177 2.2 POLÍTICA DE AQUISIÇÃO A aquisição se dá a partir da bibliografia indicada em cada curso, o acervo é mantido de acordo com o material indicado em sala de aula e, ainda, dentro dos assuntos de pesquisas realizadas na Universidade. Para doação são é realizada uma seleção das obras e, são aceitos apenas materiais condizentes com as áreas oferecidas peça Unimar e que ainda esteja atualizada. 2.3 SERVIÇOS 2.3.1. PESQUISA NA INTERNET E BASE DE DADOS O serviço de pesquisa bibliográfica é feito pelo próprio usuário, diretamente através da Internet. O interessado deve dirigir-se diretamente à Seção de Multimídia, onde existem 20 terminais de acesso e estagiários para orientação. 2.3.2. COMUTAÇÃO BIBLIOGRÁFICA Mecanismo que procura garantir aos usuários de artigos de periódicos em âmbito nacional e internacional, não encontrados na Biblioteca desta Instituição. A Biblioteca mantém para isso convênio com o COMUT e BIREME. 125 Quando solicitado o serviço de comutação bibliográfica, é cobrada uma taxa estipulada pelo próprio COMUT, variando de acordo com o número de páginas. 2.3.3. EMPRÉSTIMOS ENTRE BIBLIOTECAS A Biblioteca realiza intercâmbio de material com as Bibliotecas da Faculdade de Medicina de Marília, Fundação de Ensino Eurípedes Soares da Rocha e UNESP campus de Marília, e com outras bibliotecas em nível nacional, obedecendo as normas estipuladas em cada uma. 2.3.4. APRESENTAÇÃO DA BIBLIOTECA AOS USUÁRIOS Com a chegada dos novos alunos, são agendadas visitas à Biblioteca para conhecimento dos seus procedimentos e normas para uso. No decorrer do curso, durante a disciplina de Metodologia Científica, os professores retornam com a finalidade de apresentação da base de dados. 2.3.5. SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO AO USUÁRIO É possível, a qualquer momento, orientação informal para o uso otimizado do espaço. 2.3.6. EMPRÉSTIMO DE LIVROS Todo o material da Biblioteca está disponível ao usuário para consulta, porém não são liberados para empréstimo domiciliar os periódicos, obras de referência e obras clássicas. 2.3.7. MATERIAL PARA CONSULTA Refere-se ao material previamente selecionado, geralmente indicado por professores, visando a atender as consultas imediatas dos usuários na própria Biblioteca. 2.3.8. RESERVA DE MATERIAL Se, na tentativa de empréstimo, o material já estiver emprestado, o aluno, professor ou funcionário poderá fazer a reserva do material. A mesma pessoa não 126 poderá reservar se ainda estiver com o material em mãos. É necessário que se faça a devolução num primeiro momento, para que mais pessoas tenham oportunidade. 2.3.9. ACESSO AOS PERIÓDICOS O catálogo de assunto está indexado em ordem alfabética, possibilitando a recuperação das mais diversas áreas. A atualização é constante. Para a localização do fascículo é necessário anotar o título do periódico, volume, número, mês e ano. 2.4. NORMAS 2.4.1. INSCRIÇÃO Os alunos da graduação, automaticamente na matrícula, recebem uma carteira fornecida pelo DCE que, entre outras possibilidades, permite o acesso aos serviços da Biblioteca. Os alunos de pós-graduação e professores podem obter instantaneamente, seu cartão apresentando um documento de identificação, o nº de registro de matrícula com a instituição e 01 foto 3x4. Os funcionários apenas apresentam seu crachá. As demais pessoas da nossa comunidade externa acessam o material da Biblioteca com a apresentação de um documento de identidade. 2.4.2. PRAZOS DE EMPRÉSTIMO Os alunos e funcionários podem retirar 04 livros para empréstimo domiciliar, com prazo de 07 dias para devolução, os professores podem retirar até 06 livros, com prazo de 15 dias. Se não houver procura pelo material retirado, o usuário poderá fazer um novo empréstimo. Livros de Literatura podem ser emprestados por até 10 dias. Se o prazo de devolução não é respeitado, cobra-se multa por dia de atraso e por material emprestado, incluindo o sábado. Ao efetuar o empréstimo, o usuário fica inteiramente responsável pela preservação do material retirado. Em caso de perda ou dano, o material deverá ser reposto. 127 2.4.3. EQUIPAMENTOS CONSTANTES NA BIBLIOTECA Os equipamentos constantes da biblioteca são os seguintes: Setores Equipamentos Sala de Leitura 11 computadores (consulta ao acervo) Acervo 06 impressoras de recibo de empréstimo e devolução 06 computadores (para empréstimo e devolução) 02 computadores (apoio: consulta ao acervo e reserva de material) Administração e serviços técnicos Sala de Multimídia 01 impressora laser 08 computadores 01 impressora laser 23 computadores conectados a Internet (01 para monitoramento/ controle de uso; 01 como servidor e 01 como firewall Auditório/ Sala de Vídeo 01 TV 01 Vídeo 01 Quadro branco/ pincéis e apagador 01 Retroprojetor 2.4.4. PLANO DE EXPANSÃO A Biblioteca Central “Zilma Parente de Barros” objetiva expandir seu acervo em 10% a cada ano. Semestralmente, os professores elaboram uma lista de livros e de periódicos para serem adquiridos. De outro lado, investimentos têm sido feitos na aquisição de CD Rom e software. Na Sala de Multimídia, o aluno dispõe de vários computadores conectados à Internet que facilitam o acesso a informações internacionais. 128 PARTE V – RECURSOS HUMANOS 1 COORDENAÇÃO Assumiu a Coordenação do Curso de Engenharia Agronômica, em fevereiro de 2007, o Engenheiro Agrônomo Ronan Gualberto, graduado em 1985 pela ESAL (atualmente UFLA), mestrado em Agronomia (Genética e Melhoramento de Plantas) na mesma Instituição e doutorado em Agronomia (Genética e Melhoramento de Plantas) pela FCAV-UNESP, Campus de Jaboticabal, professor no Curso desde 1992. Realiza as funções de Coordenação do Curso, ministra três disciplinas por semestre e orienta alguns TCCs. Para coordenar o curso, conta com o apoio do NDE, composto de professores do quadro e do Colegiado do Curso, com professores e representantes discentes. 2 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE O NDE foi composto por Professores Doutores e Mestres, presidido pelo Coordenador do Curso, Prof. Dr. Ronan Gualberto. As ações conduzidas na implementação do Projeto Pedagógico ficaram sob a responsabilidade do NDE, além de qualquer alteração ou atualização que se julgar necessária para o aprimoramento dos resultados almejados no processo ensino-aprendizagem e no perfil do profissional. Membros do NDE: Prof. Dr. Ronan Gualberto - Coordenador Prof. Dra. Cássia Fernanda Domingues Bassan Prof. Dra. Walkíria Martinez H. Ferrer Prof. Dr. Fábio Fernando Ribeiro Manhoso Prof. Dr. Rodolfo Cláudio Spers Prof. MSc. Pedro Henrique Lorenzetti Losasso 129 3 CORPO DOCENTE Os professores têm formação de Especialista, Mestre ou Doutor, associada a uma longa experiência no campo técnico e/ou didático, o que favorece o acesso aos conhecimentos, por parte dos acadêmicos. Atualmente o Curso de Engenharia Agronômica da UNIMAR conta com 20 docentes, sendo 13 doutores, 06 mestres e 01 especialista. No Quadro 02, é apresentada a relação de docentes, com sua formação, titulação e disciplinas ministradas no curso. 4. COLEGIADO O Colegiado do Curso é composto pela coordenação, parte do corpo docente e representação discente. Atualmente, compõe-se dos membros abaixo: Docentes: Prof. Dr. Ronan Gualberto (coordenador) Prof. MSc. Alexandre de Moura Guimarães Prof. Dra. Cássia Fernanda Domingues Bassan Prof. MSc. Pedro Henrique Lorezetti Losasso Discente: Bruno Felipe Gea Fernandes Quadro 02. Relação de Docentes, com a titulação e disciplinas ministradas do Curso de Engenharia Agronômica Docentes Formação Titulação Alessandre Hataka Médico Veterinário Doutorado Alexandre de Moura Guimarães Eng. Agrônomo Doutorado Carlo Rossi Del Carratore Cássia Fernanda Domingues Bassan Biólogo Ciências Físicas e Biológicas Doutorado Doutorado Cintia Maria Trad Cledson Augusto Garcia Advogada Zootecnia Mestrado Doutorado Disciplinas Ministradas Metodologia Científica e Tecnologia da Informação Fitopatologia Doenças das Plantas Cultivadas Entomologia Produção e Tecnologia de Sementes Ecologia Química e Bioquímica Microbiologia Zoologia Direito Agrário e Gestão Ambiental Estatística Experimental Produção de Animais Ruminantes Produção de Animais Monogástricos 130 Dirceu Lopes Mascarim Eng. Agrônomo Mestrado Elma Pereira dos S. Polegato Fábio Fernando Ribeiro Manhoso Irajá Gouvêa Luciano Soares de Souza Médica Veterinária Doutorado Arquiteto Eng. Agrônomo Mestrado Doutorado Luiz Atílio Padovan Eng. Agrônomo Mestrado Marcílio Felix Márcio Christian S. Domingues Médico Veterinário Mestrado Eng. Agrônomo Doutorado Médico Veterinário Doutorado Myrian Lucia Ruiz Castilho Pedagoga e Licen- Doutorado ciatura em Ciências Paulo Roberto Oliveira Eng. Agrônomo Mestrado Júnior Pedro Henrique L. Losasso Eng. Agrônomo Mestrado Rodolfo Cláudio Spers Ronan Gualberto Médico Veterinário Doutorado Eng. Agrônomo Doutorado Sérgio Pascoal de Campos Eng. Agrônomo Doutorado Sílvio Marcelino da Silva Matemático Susi Meire Maximino Leite Eng. Florestal Especialista Doutorado Walkíria Martinez H. Ferrer Doutorado Ciências Sociais Silvicultura Uso e Manejo de Bacias Hidrográficas Extensão Rural Comércio e Cooperativismo Tecnologia de Produtos de Origem Animal e Vegetal Tecnologia de Produtos de Origem Animal e Vegetal Desenho Técnico e Construções Rurais Leguminosas e Oleagenosas Cultivo de Cereais e Cana de Açúcar Biologia de Plantas Daninhas Motores e Máquinas Mecanização Agrícola, Morfologia Animal Mineralogia e Petrologia Citologia e Morfologia Vegetal Sistemática Vegetal Fisiologia Vegetal Pragas das Plantas Cultivadas Paisagismo e Floricultura Fundamentos de Ciências Sociais Introdução A Ciências Agrárias Ética Profissional, Legislação e Receituário Agronômico Solos Fertilidade do Solo Economia, Agronegócios e Planejamento Rural Forragicultura e Pastagem Genética Melhoramento Vegetal Olericultura Produção de Hortaliças Fruticultura Cultivo de Tubérculos e Estimulantes Física Topografia Agrometeorologia Sensoriamento Remoto Hidráulica e Hidrologia Irrigação e Drenagem Matemática e Estatística Biotecnologia Vegetal Nutrição Mineral de Plantas TCC 5. CORPO DISCENTE O processo seletivo de ingresso no 1º período do curso destina-se a avaliar e classificar os candidatos, no que diz respeito à sua formação, dentro do limite das vagas oferecidas, podendo haver uma prova de habilidade específica. 131 O corpo discente tem representação, com direito a voz e voto, nos órgãos colegiados na forma do estatuto. A indicação dos representantes discente e seus suplentes é feita pelos diretório acadêmico e diretório central dos estudantes, conforme o caso. O corpo discente também mantém um representante no conselho de curso, escolhido entre seus pares, para mandato de um ano, vedado a recondução. 5.1. ATENDIMENTO AO DISCENTE A UNIMAR mantém Programa de Monitoria visando despertar vocações para o Magistério e para o exercício de atividades auxiliares de ensino, pesquisa e extensão no âmbito da disciplina na qual o aluno se vinculará, além de proporcionar a aprendizagem de técnicas e métodos de ensino, bem como estimular o desenvolvimento do pensamento científico e da criatividade. Ainda com respeito ao atendimento ao aluno no sentido financeiro, a partir de 2005, a UNIMAR participa do projeto PROUNI, havendo uma cota determinada para todos os cursos. Muitos dos nossos alunos se beneficiaram com esse programa. Atenta às reivindicações dos alunos, em questionário e apoio de membros do DCE- Diretório Central de Estudantes, a Universidade decidiu premiar os alunos pontuais, com descontos nas mensalidades que variam de 13% a 50%. O aluno da UNIMAR quando necessário tem a sua disposição atendimento médico, através do Pronto Socorro do Hospital Universitário, psicológico, através da Clínica de Psicologia e fisioterápico, através da Clínica de Fisioterapia. O atendimento burocrático acontece pelo site ou diretamente em terminais espalhados pelo Campus, diretamente na Secretaria Geral ou do Bloco ou até mesmo com a Coordenação, dependendo do caso. A Universidade também disponibiliza espaços de convivência junto à Cantina e ao Restaurante Universitário. 6. TÉCNICO ADMINISTRATIVO O Curso possui uma Secretaria Setorial junto à Coordenação, que atende aos professores e alunos nas suas questões mais imediatas, orientando-os e en- 132 caminhando-os aos setores imediatos. . Encontra-se também nos Laboratórios, Setores de Produção Animal e Vegetal, colaboradores que com sua função específica auxiliam os alunos e docentes nas suas atividades didáticas e de extensão, proporcionando melhores condições de trabalho. No Quadro 03, encontramos os colaboradores com suas respectivas funções e setores de atuação QUADRO 03. Relação do corpo técnico do Curso de Engenharia Agronômica da Universidade de Marília e suas respectivas funções e setores de atuação. NOME FUNÇÃO José Benedito da Silva Administrador das Fazendas da Unimar Eng. Agr. Paulo Roberto Oliveira Júnior José Roberto Rangel Barbosa Elisângela Aparecida Silva Décio Bertoncini Cesar F. Vicenzoto Tiago da Cruz Polon Lennon da Silva Rodrigues Valter José Coneglian Diretor de Agronegócios da Unimar Médico Veterinário – Fazenda Experimental Secretária Setorial – Coordenação Técnico de Laboratório – Anatomia Técnico de Laboratório - Informática Técnico de Laboratório - Informática Técnico de Laboratório - Química Técnico de Laboratório – Controle de Qualidade Técnico de Laboratório - Microbiologia Trabalhador Agropecuário - Horticultura Trabalhador Agropecuário - Horticultura Trabalhador Agropecuário - Horticultura Tratorista Tratorista Tratorista Segurança – Geral Segurança – Geral Auxiliar Limpeza – Geral Auxiliar Limpeza – Geral Auxiliar Limpeza – Geral Serviços Gerais – Cunicultura Auxiliar Laboratório – Biotério Trabalhador Agropecuário – Fábrica Ração Trabalhador Agropecuário – Fábrica Ração Ordenhador – Leiteria Trabalhador Agropecuário – Leiteria Tratorista – Leiteria Pasteurizador – Leiteria Inseminador – Leiteria Ordenhador – Leiteria Trabalhador Agropecuário – Leiteria Trabalhador Agropecuário – Leiteria Trabalhador Agropecuário – Ovinocultura Encarregado Setor – Ovinocultura Tratorista – Ovinocultura Gerente Geral – Piscicultura* Magno Moreira dos Santos Carlos Aparecido Pereira Geovano Alves Pereira Moises Jose Da Silva Julio Cesar Pereira Waldeir Inacio De Souza Raimundo Faustino Antônio Carlos da Silva Paulo Roberto da Silva João Pereira dos Anjos Márcia Helena Machado Maria Rosinéia Campos Gerson Silva Santana Roberto Carlos Teles Osvaldo Alves Pereira José Manoel Sacca Adilson da Silva Neto Aurelio Barbosa Jair de Souza José Carlos Pinheiro Bispo Lourival Marques de Oliveira Paulo Júnior Nunes Vitório Dereca Welington Inácio de Souza Jose Alexandre Barbosa Josuel Célio Gomes Raimundo Faustino Fernando Nagano 133 Reinaldo Nunes Daniel Teixeira dos Santos Fabiano de Almeida Oliveira * Funcionários Terceirizados Serviços Gerais – Piscicultura* Tratador – Shopping Nelore Auxiliar de Tratador – Shopping Nelore