UNIVERSIDADE DE MARÍLIA
PROJETO PEDAGÓGICO DO
CURSO DE ENGENHARIA
AGRONÔMICA
MARÍLIA – SP
2012/2013
ii
SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO DO CURSO E DO PROJETO
01
PARTE I – PERFIL INSTITUCIONAL
03
1. Histórico
03
2. Missão da Universidade
03
3. Estrutura organizacional
04
4. Políticas de Ensino
05
5. Políticas de extensão e Pesquisa
06
PARTE I I – FUNDAMENTOS DO CURSO
07
1. JUSTIFICATIVA
07
2. DEFINIÇÃO DAS BASES DO CURSO
08
2.1. Bases legais
08
2.2. Bases filosóficas
09
2.3. Bases socioculturais
09
2.4. Bases institucionais
09
PARTE III – PERFIL DO CURSO
1. OBJETIVOS DO CURSO
10
10
1.1. Objetivo Geral
10
1.2. Objetivos Específicos
10
1.3. Perfil do Profissional Egresso
12
1.3.1. Competências e Habilidades
13
1.4. Organização do Curso
14
1.5. Formas de Acesso ao Curso
17
2. ENSINO
19
2.1. Sistema de avaliação do processo de ensino e aprendizagem
20
2.2. Metodologia e técnicas de ensino
23
2.3. Pesquisa e Pós-Graduação
25
2.4. Extensão
27
2.5 Atividades desenvolvidas pelo Curso
28
iii
2.5.1 Mecanismos de Nivelamento
28
2.5.2. Programa de Prática Profissional
29
2.5.3. Projeto Unicampo
29
2.5.4. Projeto Leite Marília
29
2.5.5. Semana de Ciências Agrárias (SECAM)
30
2.5.6. Projeto Rondon
30
2.5.7. Cursos e Palestras
31
2.5.8. Parcerias
31
3. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
3.1. Grade Curricular
3.1.1. Ementário e Bibliografia das Disciplinas Curriculares
3.2. Projeto Integrador
31
32
34
91
3.2.1. Objetivos
92
3.2.2. Critérios
92
3.2.3. Supervisão
92
3.2.4. Avaliação
92
3.2.5. Regulamento
93
3.3. Atividades Complementares
93
3.4. Programa de Monitoria
99
3.5. Estágio Supervisionado e Extracurricular
104
3.6. Trabalho de Conclusão de Curso - TCC
108
PARTE IV – ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E DIDÁTICOPEDAGÓGICA
1. ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA
109
109
1.1. Autoavaliação – CPA
109
1.2. Organização Didático Pedagógica
110
1.3. Órgãos Suplementares
111
1.3.1. Laboratórios
111
1.3.2. Fazenda “Marcello Mesquita Serva”
119
1.3.3. Fazenda “Água Limpa”
122
1.4. Sistema de Avaliação do Projeto do Curso
2. BIBLIOTECA
122
123
iv
2.1. Apresentação
123
2.2. Política de aquisição
124
2.3. Serviços
124
2.3.1. Pesquisa na internet e base de dados
124
2.3.2. Comutação bibliográfica
124
2.3.3. Empréstimos entre bibliotecas
125
2.3.4. Apresentação da biblioteca aos usuários
125
2.3.5. Serviço de orientação ao usuário
125
2.3.6. Empréstimos de livros
125
2.3.7. Material para consulta
125
2.3.8. Reserva de material
125
2.3.9. Acesso aos periódicos
126
2.4. Normas
126
2.4.1. Inscrição
126
2.4.2. Prazos de empréstimo
126
2.4.3. Equipamentos constantes na biblioteca
127
2.4.4. Planos de expansão
127
PARTE V – RECURSOS HUMANOS
128
1. COORDENAÇÃO
128
2. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE
128
3. CORPO DOCENTE
129
4. COLEGIADO
129
5. CORPO DISCENTE
130
5.1. Atendimento ao Discente
6. TÉCNICO ADMINISTRATIV0
131
131
APRESENTAÇÃO DO CURSO E DO PROJETO
O curso de Engenharia Agronômica foi criado pela Portaria G.R. número
05/88 de 23 de maio de 1988, conforme preceitua o artigo 3o da Lei 5.540/68 e
inciso II do parágrafo 1o do artigo 2o, do Estatuto da Universidade de Marília, sendo implantado oficialmente no 2o semestre de 1988.
O seu reconhecimento veio através do Parecer Número 26/93 de 27 de janeiro de 1993, do então Conselho Federal de Educação (C.F.E.). Ainda neste
mesmo ano este reconhecimento foi obtido, em definitivo, por Decreto, através da
Portaria número 1.662/93 do Ministério da Educação, em 22 de novembro de
1993.
O curso tem apresentado ótimo desempenho nas avaliações do MEC, destacando-se em 2002 com o conceito A no Exame Nacional de Cursos-Provão. A
partir de 2004, foi substituído pelo ENADE (Exame Nacional de Desempenho dos
Estudantes) aplicado aos ingressantes e concluintes do curso. Nas avaliações do
ENADE o curso não obteve conceito abaixo de 3.
O Projeto Pedagógico é o documento oficial de apresentação da organização didático-pedagógica do Curso de Graduação. Na elaboração do projeto pedagógico foram consideradas: A Lei 5194/66 que regulamenta a profissão de Engenheiro e a relação entre instituições de ensino e sistema CONFEA/CREA; a
resolução 1010/2005 do CONFEA e seus anexos I e II, que define as atribuições
dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos; a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei No 9.394/96 de 20 de dezembro de 1996); no Regimento Geral
e Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) desta Universidade e a Resolução
CNE/CES 01/06, de 02 de fevereiro de 2006, baseada no Parecer CNE/CES
306/2004 de 17 de dezembro de 2004, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Engenharia Agronômica ou Agronomia e
dá outras providências; Parecer CNE/CES 08/2007 de 31/01/2007 que dispõe
sobre a carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial.
Este projeto de curso na forma de documento é fruto do trabalho do Núcleo
Docente Estruturante (NDE), Colegiado do Curso e da Coordenação do Curso e
está de acordo com o Projeto Político Institucional (PPI) e com o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da UNIMAR. Ressalta-se que este projeto não visa
2
engessar a forma do Curso apresentado, mas sim, direcionar suas ações. Ciente
de que alterações e atualizações deverão ocorrer sempre que se julgar necessário, a fim de apresentar um curso que forme profissionais atualizados e capacitados para exercerem suas atividades, com uma visão holística e voltada para o
desenvolvimento, colaborando com a preservação do meio ambiente, ou seja,
cidadãos conscientes de seus deveres para com a sociedade.
3
PARTE I – PERFIL INSTITUCIONAL
1 Histórico
A Universidade de Marília - UNIMAR se constitui numa organização universitária de ensino superior mantida pela ASSOCIAÇÃO DE ENSINO DE MARÍLIA
LTDA, com sede e foro em Marília, Estado de São Paulo. Foi constituída em
31/12/1956 e a partir de 1975, foi declarada como Entidade para fins Filantrópicos
e permaneceu assim até 31/12/1998, quando se transformou em Sociedade Civil
Ltda. Possui autonomia didático-científica, administrativa e disciplinar relativa à
sua mantenedora nos termos do seu estatuto e regimento geral que disciplinam o
funcionamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão.
A UNIMAR possui mais de 50 anos dedicados à formação de profissionais
qualificados para atuar no mercado de trabalho. Hoje desponta como uma das
principais instituições de ensino privado do Estado. Como centro gerador de conhecimento, através do ensino, pesquisa e extensão, vem acompanhando o desenvolvimento e participando dos processos de transformação da sociedade.
Diante disso, vimos a evolução da primeira escola, com pouco mais de 50
metros quadrados, para atual Universidade com um campus com infra-estrutura
completa para abrigar os 30 cursos que possui, sendo considerado um dos mais
modernos e equipados campus universitários do Estado.
2 Missão da Universidade
A UNIMAR tem por objetivo, nas áreas dos Cursos que ministra (inclusive o
Curso de Engenharia Agronômica) formar profissionais e especialistas de nível
superior com visão humanística e capazes de realizar transformações sociais,
capacitados para o mercado de trabalho, colaborar para a sua formação contínua,
fomentando a pesquisa, a iniciação científica e atividades criadoras (indispensáveis para o Engenheiro Agrônomo), suscitar o desejo de aperfeiçoamento profissional e cultural, de conhecimento dos problemas atuais, particularmente os regionais.
4
Em verdade, a Universidade exerce papel preponderante na vida e desenvolvimento da região; a ela compete promover a união do trinômio: escola, família
e comunidade.
3 Estrutura Organizacional
Dirigentes da Instituição
- Reitor- Dr. Marcio Mesquita Serva;
- Vice Reitora- Dra. Regina Lúcia Ottaiano Losasso Serva;
- Pró-reitores
. Ação Comunitária: MSc. Fernanda Mesquita Serva
. Administrativa: Marco Antonio Teixeira
. Pedagógica: Dr. José Roberto Marques de Castro
. Pós-Graduação e Pesquisa: Dra. Suely Fadul V. Flory
- Pesquisador Institucional: Dra. Andreia Cristina F. Beraldi Labegalini
- Secretaria Geral: Geni de Almeida Cola
- Bibliotecária - chefe: Maria Célia Aranha Ramos
Órgãos da Administração Superior:
Conselho Universitário (CONSUNI);
- Reitor;
- Vice Reitora;
- Pró-reitores
- 8 Coordenadores de Cursos;
- 2 Docentes;
- 1 Discente;
- 2 Representantes da Mantenedora;
- 2 Representantes do Corpo Técnico.
Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE)
- Reitor;
- Vice Reitor;
5
- Pró-reitores;
- Coordenadores de Cursos
- Representante do Corpo Docente.
Órgãos da Administração Intermediária:
NDE
- Coordenador do Curso;
- 5 Representantes do Corpo Docente;
Conselho de Curso/ Colegiado
- Coordenador do Curso;
- 3 Representantes do Corpo Docente;
- Representante do Corpo Discente.
Coordenação de Curso
- Coordenador do Curso;
- Núcleo Docente Estruturante.
A UNIMAR possui Estatuto próprio, Regimento, o PDI - Plano de Desenvolvimento Institucional, além da CPA- Comissão Própria de Avaliação, da Ouvidoria
que funcionam conforme regulamentos, onde constam ainda as Normas do Núcleo Docente Estruturante, de Ensino - Aprendizagem, de Monitoria, de Estagio,
de Atividades Complementares e Trabalhos de Curso.
4 Políticas de Ensino
No Regimento Geral da Universidade de Marília, em seu Título III, Da Organização Didático-Científica, Capítulo I, Do Ensino, consta, no artigo 38, que a
UNIMAR ministrará o ensino por intermédio das seguintes modalidades de cursos:
I – Sequencial;
II – Graduação;
III – Superior de Tecnologia;
6
IV – Pós Graduação;
V – Extensão.
5. Políticas de Extensão e Pesquisa
No Estatuto da Universidade de Marília, em seu Título III, Da Organização
Didática Científica, Seção IV, consta, no artigo 50, que a UNIMAR dará suporte ao
ensino e à extensão através da pesquisa, incentivando o desenvolvimento de novos conhecimentos e técnicas para a formação profissional e aplicação na realidade regional.
Já para a política de Pesquisa, o Capítulo II, prevê no artigo 53, que a Universidade mantém atividades permanentes de pesquisa, indissociáveis do ensino
e da extensão, mediante:
- previsão de fundo para a pesquisa, estabelecido na proposta orçamentária anual;
- destinação de parte do tempo integral ou parcial de grupos de docentes para
atividades de pesquisa;
- oferta de acervo bibliográfico, avançado sistema de informação e outros recursos;
- intercâmbio com outras instituições nacionais e estrangeiras;
- concessão de bolsas especiais;
- divulgação dos resultados da pesquisa e publicação dos temas considerados
relevantes para a educação;
Oferta de cursos de pós-graduação que possibilitem a iniciação em atividades de
pesquisa;
- promoção de congressos e outros eventos, de natureza científica ou técnico
profissional;
- estímulo e apoio aos seus pesquisadores, a fim de participarem de eventos de
caráter científico, técnico, cultural ou educacional.
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PARTE II – FUNDAMENTOS DO CURSO
1 JUSTIFICATIVA
O grande desafio da humanidade no século XXI é compatibilizar o crescimento da produção agrícola (alimento, fibra e energia) com a preservação dos
recursos naturais. O profissional de agronomia está em ascensão no contexto
socioeconômico mundial devido ao aumento da população e a diminuição das
áreas agrícolas, resultando em crescente demanda por uma produção agrícola
eficiente, hábil, rápida e lucrativa.
Marília é um município brasileiro do estado de São Paulo, localizado em
uma posição estratégica na região centro-oeste do Estado e com uma população
estimada em 230.000 habitantes. A Região Administrativa (RA) de Marília possui
51 municípios, com uma população projetada de 945.872 mil habitantes (2005),
sendo 91,1% residentes em áreas urbanas. O destaque na economia da região é
a agropecuária e as indústrias voltadas para o processamento de produtos primários, principalmente as de alimentos e bebidas.
Na região, no setor do Agronegócio o destaque é a agricultura, seguida da
pecuária, além do café (é a segunda maior produtora do Estado), destacam-se as
culturas de cana-de-açúcar, milho, cítricos, arroz, feijão, amendoim, seringueiras,
sericicultura, maracujá e outras, a criação de gado bovino também representa
importante atividade da região.
O curso de Agronomia neste Campus, portanto, se justifica pela vocação
agropecuária e agroindustrial do município, e da região circunvizinha, que exige
profissionais de nível superior, capacitados a promover, orientar e administrar a
utilização dos fatores de produção visando racionalizar a produção vegetal e
animal, em harmonia com o meio ambiente, planejar, pesquisar e aplicar técnicas, métodos e processos adequados à solução de problema, do desenvolvimento quantitativo e qualitativo dos produtos agrícolas e pastoris.
Hoje, passados 23 anos de implantação do Curso de Engenharia Agronômica as Ciências Agrárias onde está inserido o curso possui uma infraestrutura
invejável. Ela possui Laboratórios para apoio didático e prestação de serviços, tais
como: Morfologia Animal; Química; Biologia e Botânica; Fitossanidade; Física;
8
Solos e Nutrição de Plantas; Genética e Biotecnologia; Máquinas e Implementos;
Técnicas Alimentícias. Anexo à Universidade encontra-se a Fazenda Experimental Marcello Mesquita Serva, onde se localizam os Setores Produtivos, dos quais
os acadêmicos fazem uso para aulas práticas e atividades de estágio, além do
desenvolvimento de projetos de pesquisa. São eles: Piscicultura, Minhocultura,
Fábrica de Ração, Avicultura, Cunicultura, Ovinocultura, Bovinocultura de Leite,
Shopping do Nelore (Nelore Elite), Planeta Soja (produção de produtos derivados
da soja), Plasticultura (hidroponia) e Fruticultura. Conta-se, ainda, com a Fazenda
Água Limpa (cafeicultura irrigada e gado de corte), que também é utilizada para o
desenvolvimento de atividades de ensino, extensão e pesquisa.
Estes dados justificam a presença de um Curso de Agronomia na região,
como forma de fomento à matriz produtiva local e regional, gerando possibilidades
de diversificação e maximização da produção regional e da área de influência
com vistas à sustentabilidade econômica, social e ambiental.
2 DEFINIÇÃO DAS BASES DO CURSO
2.1 BASES LEGAIS
O curso de Engenharia Agronômica, da Universidade de Marília, está localizado na cidade de Marília, Estado de São Paulo, no endereço Avenida Higyno
Muzzy Filho, nº 1001, CEP: 17525-902, Bairro Mirante. O curso foi criado pela
Portaria G.R. número 05/88 de 23 de maio de 1988, conforme preceitua o artigo
3o da Lei 5.540/68 e inciso II do parágrafo 1o do artigo 2o, do Estatuto da Universidade de Marília, sendo implantado oficialmente no 2o semestre de 1988.
O seu reconhecimento veio através do Parecer Número 26/93 de 27 de janeiro de 1993, do então Conselho Federal de Educação (C.F.E.). Ainda neste
mesmo ano este reconhecimento foi obtido, em definitivo, por Decreto, através da
Portaria número 1.662/93 do Ministério da Educação, em 22 de novembro de
1993. A Secretária de Educação Superior, através da Portaria nº 775/2008 publicou no Diário Oficial de 10 de novembro de 2008 a renovação do Curso.
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2.2 BASES FILOSÓFICAS
Todo o pensamento delineador da proposta do Curso de Engenharia Agronômica da UNIMAR é consoante com as recomendações do CNE. Resolução Nº
03 de 18 de Dezembro de 2002.
2.3 BASES SOCIOCULTURAIS
O Curso de Engenharia Agronômica da UNIMAR reitera seu compromisso
com o desenvolvimento da ciência e tecnologia, onde os alunos devem ser preparados para os desafios do mercado de trabalho.
É, portanto, intenção do curso ampliar o horizonte de seus alunos e ao
mesmo tempo sublinhar as características do seu lugar, seu contexto, sua cultura
e sobretudo sua base técnico-científica. Para tanto, as disciplinas são definidas e
distribuídas ao longo do curso de forma a fornecer aos alunos uma sólida formação básica e conhecimentos em práticas específicas da profissão, formando profissionais habilitados para integrarem o mercado de trabalho.
2.4 BASES INSTITUCIONAIS
O Curso de Agronomia da UNIMAR está alocado junto aos Cursos de Ciências Agrárias, possuindo um corpo docente técnico profissionalizante composto
na sua totalidade de professores pós-graduados, e contando com a participação e
colaboração de professores de outras áreas, tais como Arquitetura e Urbanismo,
Economia e Sociologia, entre outros, que compõem o grupo.
O Curso será constantemente avaliado, onde um questionário indicativo
serve de base para as modificações sugeridas pelo corpo docente e discente.
Além disso, através de um Conselho de Cursos ativo, trabalhando em conjunto
com a Coordenação do Curso e corpo discente, outras avaliações (internas e externas) sempre serão realizadas, gerando subsídios para as eventuais adequações do curso.
10
PARTE III – PERFIL DO CURSO
1 OBJETIVOS DO CURSO
A Universidade de Marília, ao oferecer o Curso de Agronomia apresenta
um projeto pedagógico construído coletivamente, mas principalmente, centro no
aluno como sujeito da aprendizagem e apoiado no professor que desenvolverá
suas atividades acadêmicas, com objetivos de facilitar o processo educativo, sendo mediado no procedimento, do ensino-aprendizagem. No entanto, este deverá
estar comprometido com a busca incessante da formação integral, adequada ao
estudante, mediante uma articulação entre ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO.
1.1 OBJETIVO GERAL
O Curso de Agronomia da Unimar objetiva formar Engenheiros Agrônomos
compromissados com a inovação tecnológica, com capacidade técnico-científica e
responsabilidade social, aptos a promover, orientar e administrar a utilização e
otimização dos diversos fatores que compõem os sistemas de produção, transformação e comercialização, em consonância com os preceitos de proteção ambiental, além de planejar, pesquisar e aplicar técnicas, métodos e processos adequados à solução de problemas e à promoção do desenvolvimento sustentável. O
Curso permitirá ao profissional a atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais,
ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade.
1.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
O curso de Graduação em Agronomia tem como objetivos precípuos, os
seguintes pontos:
11
•
Graduar agrônomos para organizar, dirigir e executar atividades técnicas concernentes ao ensino, pesquisa e extensão na área agrícola, em seus mais diferentes graus;
•
Preparar profissionais para a difusão de tecnologias em mecanização agrícola,
nutrição de plantas, colheita e beneficiamento de produtos agrícolas e industrialização de produtos de origem vegetal;
• Gerar, adaptar e validar tecnologias à agricultura, sob a ótica da sustentabilidade da relação do homem com a natureza;
•
Formar agrônomos para executar estudos agroeconômicos e agroindustriais;
Fiscalizar indústrias e o comércio de todos os insumos agrícolas e agroindustriais;
•
Instrumentalizar o futuro profissional para incrementar a produção vegetal de
interesse nacional ou regional;
•
Incutir no futuro agrônomo a necessidade do embasamento teórico técnico científico sobre fatores do manejo de plantas, tais como: Gênese de solos,
conservação ambiental, mecanização agrícola, adubação, plantio, fitossanidade, fitomelhoramento e botânica, armazenamento e agroindustrialização de
produtos de origem vegetal de interesse humano.
•
Enriquecer, através de práticas competentes, o conhecimento transmitido por
professores hábeis via exposições temáticas ou demonstrações de metodologias.
•
Capacitar o profissional de agronomia para a realização de pesquisa agronômica aplicada, sob a égide dos problemas de abastecimento alimentar que se
lhe apresentarem, nas mais diferentes condições edafo-climáticas.
•
Desenvolver a capacidade crítica do profissional a ser formado para que possa, adotando tecnologias disponíveis, tomar decisões em tempo hábil. Este
ponto torna-se fundamental visto que, o objeto de trabalho da Agronomia envolve seres vivos, fenômenos naturais e suas inter-relações. Os fatos decorrentes do manejo destes fenômenos não estarão, portanto, sob total controle do
Agrônomo que, deve estar apto a conduzi-los rumo à produtividade agrícola
pretendida.
•
O profissional de agronomia deve associar os conhecimentos técnicos às necessidades e possibilidades do produtor agrícola brasileiro. Isto será realizado atra-
12
vés da aproximação, gradual, do futuro profissional ao ambiente sócio-cultural,
típico da zona rural. Este objetivo vem sendo alcançado através de visitas técnicas à propriedades rurais, cooperativas e agroindústrias ainda complementado
através dos estágios realizados durante o curso de graduação.
1.3 PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO
O Engenheiro Agrônomo envolve-se em praticamente todas as etapas do
agronegócio, desde o plantio ou a criação até a comercialização da produção. Ele
planeja, organiza e acompanha o cultivo, o combate e o manejo de pragas e de
doenças, a colheita, o armazenamento e a distribuição da safra. Além disso, os
Agrônomos pesquisam e aplicam conhecimentos científicos e técnicos à agricultura, para garantir uma produção vegetal e animal lucrativa e sustentável. Acompanham todo o processo de produção de alimentos de origem vegetal e animal, visando o menor custo de produção, melhor qualidade e incremento da produtividade, além da manutenção e conservação do meio ambiente. A atuação dos Engenheiros Agrônomos é muito ampla e diversificada. Podem trabalhar em indústrias
de insumos agrícolas, em empresas de produção, em instituições públicas ou privadas de pesquisa, em universidades ou faculdades, órgãos de fiscalização e
também nas áreas de defesa sanitária, armazenamento, comercialização, mercado internacional, manejo ambiental, dentre outras.
O perfil profissional pretendido pela UNIMAR para o formando está totalmente adequado à realidade socioeconômica de Marília e região. O egresso do
Curso de Agronomia da Universidade de Marília deverá ter valores humanísticos,
princípios éticos, uma visão socioeconômica ampla (que inclui aspectos políticos
e culturais) e uma visão sócio-ambiental que o habilite a uma atuação crítica e
criativa para o atendimento das demandas da sociedade sem comprometer o ambiente e os recursos naturais nele contidos.
A meta, portanto, é preparar profissionais-cidadãos críticos, modernos, com
potencial de promover mudanças no meio agrícola e com capacidade para desenvolver uma agricultura sustentável onde exista a inter-relação entre o ambiente, o homem da terra e a área econômica.
13
A formação profissional do Engenheiro Agrônomo tem início com o seu ingresso no curso de bacharelado e continua posteriormente a ele, de forma permanente, em cursos de pós-graduação, em programas de educação continuada,
entre outros, e no exercício da profissão.
1.3.1
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
Baseando-se nas diretrizes curriculares dos Cursos de Engenharia Agronômica do Brasil (Conselho Nacional de Educação / Câmara de Educação Superior, Resolução Nº 1, de 2 de fevereiro de 2006), o currículo do curso de Agronomia deverá dar condições a seus egressos para adquirirem competências e habilidades a fim de:
a) projetar, coordenar, analisar, fiscalizar, assessorar, supervisionar e especificar,
técnica e economicamente projetos agroindustriais e do agronegócio, aplicando
padrões, medidas e controle de qualidade;
b) realizar vistorias, perícias, avaliações, arbitramentos, laudos e pareceres técnicos, com condutas, atitudes e responsabilidade técnica e social, respeitando a
fauna e a flora e promovendo a conservação e / ou recuperação da qualidade do
solo, do ar e da água, com uso de tecnologias integradas e ambientalmente sustentáveis;
c) atuar na organização e gerenciamento empresarial e comunitário interagindo e
influenciando nos processos decisórios de agentes e instituições, na gestão de
políticas setoriais;
d) produzir, conservar e comercializar alimentos, fibras e outros produtos agropecuários;
e) participar e atuar eticamente em todos os segmentos das cadeias produtivas
do agronegócio;
f) exercer atividades de docência, pesquisa e extensão no ensino técnico profissional, no ensino superior, na pesquisa, na divulgação técnica e na extensão;
g) enfrentar os desafios das rápidas transformações da sociedade e do mercado
de trabalho, adaptando-se às situações novas e emergentes.
Além destas competências e habilidades, expressas nos objetivos acima,
outras competências e habilidades são desejadas do perfil profissional do egresso
da UNIMAR, tais como:
14
a) Formação ético-profissional com vistas ao papel social do Engenheiro Agrônomo.
b) Sólida formação básica, para o exercício profissional, aliada à capacidade de
enfrentar e solucionar problemas da área, tanto na redução da fome quanto
na conservação do meio ambiente.
c) Formação generalista nas diversas áreas tecnológicas, incluindo preparação
para gerenciamento de propriedades rurais e agroindústrias visando a alimentação, medicamentos ou paisagismo.
d) Capacidade de utilização da informática como instrumento do exercício da
Agronomia.
e) Capacidade de trabalho em equipes multidisciplinares, abrangendo outras
áreas do conhecimento humano.
f) Formação abrangente que lhe propicie sensibilidade para as questões humanísticas, sociais, ambientais e legais.
A perspectiva do Engenheiro Agrônomo indica que um profissional tão
eclético tem condições de ser um executivo ou realizar serviços encomendados,
bem como, abrir seus próprios negócios executando assim, as mais diversas tarefas, projetos e missões no campo da agricultura atual. O Engenheiro Agrônomo é
o profissional mais habilitado a levar o país a um desenvolvimento seguro, tendo
como base a agricultura e a segurança alimentar, juntamente com a educação no
meio urbano e rural.
1.4 ORGANIZAÇÃO DO CURSO
O currículo do Curso de Agronomia da Unimar é formado por disciplinas
organizadas em Conteúdos; básicos, profissionais essenciais e profissionais
específicos e atende plenamente às exigências mínimas do MEC para os Cursos
de Engenharia Agronômica ou Agronomia, conforme a Resolução MEC no. 1, de
2 de fevereiro de 2006 (Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de graduação em Engenharia Agronômica ou Agronomia) e Resolução MEC no. 2, de 18 de
julho de 2007.
O Curso de Graduação em Agronomia apresenta uma Estrutura Curricular
com uma carga horária de 4.160 horas-aula, correspondente a 3.620 horas reló-
15
gio. Destacam-se assim as Diretrizes Curriculares dos Cursos de Graduação em
Engenharia Agronômica ou Agronomia definidas na resolução nº 1, de 02 de fevereiro de 2006, pelo Ministério da Educação, além da Resolução nº 2, de 18 de
junho de 2007 e do Parecer CNE/CES Nº 8/2007, que dispõe sobre carga horária
mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial.
Também fazem parte da integralização curricular como conteúdos curriculares obrigatórios:
· Estágio Curricular Supervisionado: refere-se ao conjunto de atividades de
formação, programado e diretamente supervisionado por membros do corpo docente da instituição formadora e procura assegurar a consolidação e articulação
das competências estabelecidas.
O estágio supervisionado visa a assegurar o contato do formando com situações,
contextos e instituições, permitindo que conhecimentos, habilidades e atitudes se
concretizem em ações profissionais.
· Projeto Integrador: O projeto integrador ou interdisciplinar é parte integrante da
matriz curricular do Curso de Engenharia agronômica da Unimar e tem como objetivo principal permitir a integração entre as unidades curriculares e os diversos
saberes das diferentes áreas do conhecimento. O projeto dessa forma permite
aos alunos do Curso tentar resolver algum problema prático/real e buscando o
conhecimento do mercado de trabalho/área de atuação.
· Atividades Complementares: são componentes curriculares que possibilitem,
por avaliação, o reconhecimento de habilidades, conhecimentos, competências e
atitudes do aluno, inclusive adquiridos fora do ambiente acadêmico. Podem incluir
projetos de pesquisa, monitoria, iniciação científica, projetos de extensão, módulos temáticos, seminários, simpósios, congressos, conferências entre outros. As
atividades complementares se constituem de componentes curriculares enriquecedoras e implementadoras do próprio perfil do formando, sem que se confundam
com o estágio supervisionado.
16
· Trabalho de Conclusão de Curso (TCC): a ser realizado no último semestre do
curso, juntamente com o Estágio Supervisionado.
Entendida a organização do Curso em torno desses eixos, o Curso de Engenharia Agronômica, pela sua proposta pedagógica, apresenta o seguinte delineamento:
I-
Regime:
Semestral
II-
Integralização:
Prazo mínimo de 4 anos
Prazo máximo de 7 anos
III-
Vagas Ofertadas:
50
IV-
Carga Horária:
3.620 horas relógio
V
Turno:
Diurno
VI
Titulação:
Engenheiro Agrônomo
A estrutura do Curso de Engenharia Agronômica irá assegurar:
1- a articulação entre o ensino, pesquisa e extensão, garantindo um ensino
crítico e criativo, que leve à construção do perfil desejado, estimulando a
realização de experimentos e/ou projetos de pesquisa, de forma a socializar o conhecimento produzido;
2- as atividades teóricas e práticas presentes desde o início do curso, deverão permear toda a formação do Engenheiro Agrônomo, de forma integrada
e interdisciplinar;
3- os princípios de autonomia institucional de flexibilidade, integração estudo/trabalho e pluralidade no currículo;
4- definição de estratégias pedagógicas que articulem o saber, o saber fazer
e o saber conviver, visando desenvolver os princípios do aprender a
aprender e o aprender a ser, atributos indispensáveis na formação de profissionais para o mundo tão complexo que vivemos;
17
5- o estímulo às dinâmicas de trabalho em grupos, por favorecerem a discussão coletiva e as relações interpessoais;
6- a valorização das dimensões éticas e humanísticas desenvolvendo no futuro profissional atitudes e valores orientados para a cidadania e para a sociedade.
1.5. FORMA DE ACESSO AO CURSO
Quanto à forma de acesso ao curso, o Curso de Engenharia Agronômica
obedece ao REGIMENTO GERAL aprovado pelo CONSEPE - Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão em 06/03/08 e CONSUNI - Conselho Universitário em
07/03/08, abaixo transcrito:
FORMAS DE ACESSO AO CURSO: PROCESSO SELETIVO, TRANSFERÊNCIA EXTERNA E PORTADORES DE DIPLOMA DE NÍVEL SUPERIOR
CAPÍTULO II
DO PROCESSO SELETIVO
Art. 58. O processo seletivo de ingresso no 1º período ou termo de cada curso destina-se a avaliar a formação recebida pelos candidatos e a classificá-los,
dentro do estrito limite das vagas oferecidas. Quanto ao SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM, o Curso de Engenharia
Agronômica obedece ao REGIMENTO GERAL aprovados pelo CONSEPE - Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão em 06/03/08 e CONSUNI - Conselho Universitário em 07/03/08, abaixo transcrito:
CAPÍTULO III
DA MATRÍCULA
Art. 62. A matrícula, ato formal de ingresso do aluno no curso e de vinculação do mesmo à UNIMAR, realiza-se na Secretaria Geral, em prazos estabelecidos no calendário acadêmico, no 1º e 2º semestres letivos, distintamente, instruí-
18
do o requerimento com a documentação competente, condicionada à regularidade
administrativa do aluno e à celebração de um Contrato de Prestação de Serviços
Educacionais.
§ 1º. Quando da ocorrência de vagas, será permitida a matrícula de alunos
não regulares, desde que comprovada sua capacidade de cursar as disciplinas
oferecidas no currículo com proveito e mediante processo seletivo prévio, devidamente regulamentado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, sendo
conferido, ao final, certidão dos estudos realizados.
§ 2º. No caso de graduado em outro curso superior, é exigida a apresentação do diploma, devidamente registrado, para substituir o comprovante de Conclusão de Ensino Médio ou equivalente.
Art. 63. A matrícula deverá ser renovada semestralmente, pois são independentes, no prazo estabelecido pelo calendário acadêmico.
Parágrafo único. Ressalvado o disposto no artigo 65 deste Regimento Geral,
a não renovação de matrícula a cada semestre implica em abandono do curso e
desvinculação do aluno da UNIMAR.
Art. 64. É permitida a exclusão ou inclusão de disciplinas, se requeridas dentro do prazo previsto pelo Calendário Acadêmico, e desde que seja atendido o
disposto no art. 62 deste Regimento Geral.
CAPÍTULO IV
DO TRANCAMENTO DE MATRÍCULA
Art. 65. É concedido trancamento de matrícula para o efeito de, interrompidos temporariamente os estudos, manter o aluno sua vinculação à UNIMAR.
§ 1º. O trancamento é concedido por quatro (4) semestres consecutivos ou
seis (6) alternados e só será deferido se o requerente estiver em dia com suas
obrigações com a UNIMAR.
§ 2º. O trancamento não assegura ao aluno o retorno no currículo que cursava.
§ 3º. Não será computado no prazo de integralização do curso o período correspondente ao trancamento, feito na forma prevista, exceto ou somente se possuir o benefício do FIES ou PROUNI.
Art. 66. Pode o aluno solicitar cancelamento de sua matrícula que, após deferido, desvincula o aluno da UNIMAR.
19
Parágrafo único. O pedido de cancelamento de matrícula só será deferido se
o requerente estiver em dia com suas obrigações perante a UNIMAR.
CAPÍTULO V
DAS TRANSFERÊNCIAS E DO APROVEITAMENTO DE ESTUDOS
Art. 67. A UNIMAR aceita transferências de alunos regulares, para cursos
afins, na estrita conformidade das vagas existentes, mediante processo seletivo
regulamentado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.
Art. 68 As transferências ex-ofício dar-se-ão na forma da legislação vigente.
Art. 69 Em qualquer época, a requerimento do interessado e respeitadas as
normas vigentes, a UNIMAR concede transferência de aluno nela matriculado.
Parágrafo único. Não é concedida transferência a aluno que se encontre
respondendo a inquérito administrativo ou cumprindo penalidade disciplinar.
Art. 70 O interessado que apresentar certidão de estudos realizados fica sujeito a prestar Processo Seletivo de Ingresso na Unimar, e requerer convalidação
de estudos.
Art. 71 O aluno que já tenha concluído curso superior autorizado ou reconhecido, ou mesmo disciplinas de cursos afins, pode requerer, por ocasião da
matrícula, aproveitamento de disciplinas estudadas, observada a legislação de
ensino.
Art. 72 A transferência interna será possível se houver vagas no curso pretendido e se forem plenamente atendidas normas fixadas pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.
2 ENSINO
A organização Didática está fixada em propósitos e metas a serem alcançados durante a formação dos estudantes do Curso de Engenharia Agronômica, em
consonância com o planejamento global e com as diretrizes e princípios da UNIMAR, expressos no Projeto Pedagógico Institucional -­‐ PPI e no Projeto de Desenvolvimento Institucional -­‐ PDI.
Desta forma, a Organização Didática favorecerá: a conceitualização uniforme
entre
professores
e
estudantes;
a
seleção
da
metodologia
ensi-
no/aprendizagem; o estabelecimento de padrões de desempenho para docentes e
20
estudantes, visando ao replanejamento e atualização contínua do curso; a identificação de modelos para a avaliação dos estudantes, seja ela classificatória e/ou
formativa.
2.1 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM
De acordo com o Regimento Geral da UNIMAR, subseção IV, do PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM, temos:
Art. 76 -
O plano de ensino da disciplina deve conter, no mínimo, a in-
dicação dos objetivos gerais e específicos da mesma, o conteúdo programático, a
metodologia a ser adotada, a carga horária, os critérios de avaliação e os recursos materiais e bibliográficos de apoio.
§ 1º -
O plano de ensino da disciplina é elaborado pelo professor ou
grupo de professores e aprovado pelo respectivo Conselho de Curso, devendo
ser submetido à aprovação do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão;
§ 2º -
É obrigatório o cumprimento do conteúdo programático e da
carga horária prevista.
Art. 77 -
São atividades curriculares as preleções, pesquisas, exercí-
cios, arguições, trabalhos práticos, seminários, excursões e estágios, inclusive os
realizados em campus avançado, previstas nos respectivos planos de ensino.
Art. 78 -
A avaliação do desempenho escolar é feita por disciplina, in-
cidindo sobre a freqüência e o aproveitamento.
Art. 79 -
A frequência às aulas e demais atividades acadêmicas é obri-
gatória, vedado o abono de faltas.
§ 1º -
Independentemente dos demais resultados obtidos, é consi-
derado reprovado na disciplina o aluno que não obtenha frequência em, no mínimo, setenta e cinco por cento (75%) das aulas e demais atividades programadas;
21
§ 2º -
A verificação e o registro da frequência são de responsabili-
dade do professor, e seu controle pela Secretaria Geral.
Art. 80 -
O aproveitamento escolar é avaliado através de acompanha-
mento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nos exercícios escolares e no exame final.
§ 1º -
Compete ao professor da disciplina elaborar os exercícios es-
colares sob a forma de provas e determinar os demais trabalhos, bem como julgar-lhes os resultados; devendo imediatamente após o encerramento do prazo
para as revisões de nota das provas bimestrais, fazer a devolução das mesmas
aos alunos;
§ 2º -
Os exercícios escolares visam a avaliação progressiva do
aproveitamento do aluno e constam de trabalhos escritos ou orais, individuais ou
em grupos e regulamentados pelo respectivo Conselho de Curso;
§ 3º -
O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão regulará os procedi-
mentos para que os alunos que tenham extraordinário aproveitamento nos estudos, possam ter abreviada a duração dos seus cursos, de acordo com as normas
vigentes.
Art. 81 -
A cada verificação do aproveitamento é atribuída uma nota
expressa em grau numérico de 0 (zero) a 10 (dez) pontos, permitindo-se o fracionamento de inteiro em 5 (cinco) décimos.
§ 1º -
Pode ser concedida revisão da nota atribuída à verificação do
aproveitamento, quando requerida no prazo de 2 (dois) dias úteis após a sua divulgação;
§ 2º -
O professor responsável pela atribuição da nota da prova re-
visada, pode mantê-la ou alterá-la, devendo, sempre, fundamentar sua decisão;
§ 3º -
Não acatando a decisão do professor, o aluno, desde que te-
nha justificado, poderá requerer ao diretor banca, composta por 2 outros professores do curso, para reapreciar seu pedido de revisão;
§ 4º -
Se ambos concordarem em alterar a nota, prevalecerá esta
decisão, mas não havendo unanimidade, prevalecerá a nota originalmente atribuída pelo professor da disciplina;
22
§ 5º -
É atribuída nota 0 (zero) ao aluno que utilizar-se de meio fraudulento
na realização de qualquer prova.
Art. 82 -
O aluno que deixar de comparecer à verificação na data fixa-
da, poderá requerer uma prova substitutiva para cada disciplina perdida, de acordo com o calendário acadêmico.
Parágrafo único - O aluno que comparecer a todas as avaliações poderá,
também, requerer a prova de que trata o caput, de acordo com o calendário acadêmico, para substituir a menor nota das avaliações anteriores (P1 ou P2), pela
nota obtida.
Art. 83 -
Atendidas, em qualquer caso, a frequência mínima de 75%
(setenta e cinco por cento) às aulas e demais atividades escolares, para aprovação aplicam-se as seguintes normas:
I - é aprovado a aluno que, após as avaliações parciais realizadas nos 1º e
2º bimestres de cada semestre letivo, alcançar média igual ou superior a 7,0 (sete);
II - deverá submeter-se a exame final o aluno que, após as avaliações parciais realizadas nos 1º e 2º bimestres de cada semestre letivo, alcançar média
igual ou superior a 4,0 (quatro), mas inferior a 7,0 (sete);
III - será considerado aprovado o aluno que alcançar, após o exame final,
média final igual ou superior a 5,0 (cinco), resultante da média das avaliações
parciais de cada semestre letivo mais a nota do exame final dividido por dois;
IV - será considerado reprovado o aluno que, após as avaliações parciais
realizadas nos 1º e 2º bimestres de cada semestre letivo, não alcançar a média
4,0 (quatro) em cada disciplina;
V - quanto ao Estágio Supervisionado, será considerado aprovado o aluno
que obtiver, após o cumprimento da carga horária mínima prevista no respectivo
currículo pleno, nota final igual ou superior a 7,0 (sete) resultante das avaliações
parciais aplicadas durante o período de estágio.
Art. 84 -
É promovido ao período seguinte o aluno aprovado em todas
as disciplinas do período cursado, admitindo-se, ainda, a promoção com dependências.
23
§ 1º -
No ato da renovação semestral da matrícula o aluno deverá matricu-
lar-se, obrigatoriamente, nas disciplinas dependentes de termo menor e, logo a
seguir, fechar o horário, com aquelas outras que se enquadrem na compatibilidade horária;
§ 2º -
É vedada a matrícula de disciplinas em currículos de habilita-
ções, se o aluno interessado não tiver concluído com aproveitamento todas as
disciplinas do curso de graduação em que estiver matriculado;
§ 3º -
os estágios, internatos e trabalhos de conclusão de curso
obedecerão normas e procedimentos fixados segundo as características de cada
curso, aprovados pelos respectivos Conselhos de Curso e pelo CONSEPE;
§ 4º -
A recuperação das disciplinas reprovadas tão somente por
notas de avaliação, em disciplinas teóricas, será feita através de normas e procedimentos a serem fixados segundo as características de cada curso, aprovados
pelos respectivos Conselhos de Curso, cabendo ao Coordenado do Curso apresentar o plano à Pró-Reitoria de Graduação para encaminhamento ao CONSEPE
para manifestação e aprovação do CONSUNI.
2.2. METODOLOGIA E TÉCNICAS DE ENSINO
Destacam-­‐se, como metodologia de ensino-­‐aprendizagem, as seguintes atividades: aulas dialogadas, dinâmicas de grupo, leituras comentadas, discussão
de artigos e casos clínicos, aulas expositivas, visitas técnicas, aulas práticas, seminários, estágios, simpósios, palestras, pesquisa bibliográfica e iniciação científica.
Segundo o referencial teórico que fundamenta o trabalho desenvolvido na
UNIMAR, pode-se afirmar que currículo é a totalidade das vivências educacionais
de um curso.
Na UNIMAR, essas vivências envolvem o trabalho a ser realizado em sala
de aula e após sala de aula, nos laboratórios, salas ambientes, oficinas, estágios,
biblioteca, e principalmente estudos livres, tendo em vista atender as disposições
da legislação educacional referente às normas de hora-aula e às respectivas
normas de carga horária mínima do curso. Os planos de aula, ou seja, a proposta
24
de trabalho do professor para uma determinada aula ou conjunto de aulas contempla a orientação aos alunos do que fazer e de como fazer.
O curso conta com disciplinas práticas, teóricas e teórico-práticas. As disciplinas de cunho teórico devem fornecer o subsídio fundamental para o desenvolvimento dessas teorias ministradas nas disciplinas práticas e teórico-práticas. Os
laboratórios devem somar todo o conhecimento das demais áreas e matérias do
curso em seus exercícios práticos.
As disciplinas contam com salas com ar condicionado para aulas teóricas,
laboratórios e auditório, que facilitam o uso de instrumental tecnológico, como
lousa interativa, multimídia, entre outros.
As avaliações são efetuadas através de duas (02) provas bimestrais mais o
exame final. O método da avaliação, além das duas provas (teórico-práticas), é
incrementado com avaliações parciais, ou seja, provinhas, seminários, pesquisas
e trabalhos programados, a critério de cada professor, que integrarão o resultado
final do aluno na disciplina.
A metodologia de ensino atende à concepção do curso de Engenharia
Agronômica da UNIMAR em vigor, porém com um despertar para a metodologia
por busca ativa, sempre colocando situações nas aulas teóricas e práticas para
que o aluno aprenda o raciocínio lógico e busque a solução dos problemas por
meio de técnicas individuais ou em grupo.
Dentro desta abordagem, o enfoque principal será de incutir ao aluno a
verdadeira importância da educação permanente, e exercitar as rotinas da prática
profissional para atingir a verdadeira aprendizagem, sendo os professores facilitadores na busca do saber.
O aprender e o recriar permanente, ou o aprender a aprender, conceito pedagógico derivado dos novos desafios da sociedade contemporânea, não se esgotam no campo da introdução à ciência ou aos métodos de reprodução do saber.
O aluno deve vivenciar a realidade dentro de um processo pedagógico onde toda
a atividade profissional humana se desenvolva em parcerias com grupos sociais
no contexto da sociedade em que se integram cidadãos, ou seja: Ensino e Pesquisa articulados com as demandas sociais.
O processo dinâmico do ensino-aprendizagem requer a utilização de formas variadas de apropriação do conhecimento e não deve limitar-se à oferta de
25
matérias ministradas em sala de aula. Para tanto, é fundamental o envolvimento
do aluno em processos produtivos, pesquisas bibliográficas e de campo, atividades de extensão, estágio extracurricular, visitas técnicas a agroindústrias, participação em congressos, encontros, palestras, entre outros.
Em função do exposto, é que se adotam novas estratégias pedagógicas,
trocando o discurso pelo diálogo. O PPI e o PPC, de forma consciente e institucionalizada, assumem o compromisso de acompanhar este desafio, realizando mudanças significativas na sua estrutura que deverão ser acompanhadas e permanentemente avaliadas, a fim de permitir os ajustes que se fizerem necessários ao
seu aperfeiçoamento.
2.3 PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO
Pós-graduação e pesquisa constituem-se em um só corpo e seus
resultados devem retroalimentar a Graduação e gerar fatos novos para serem
transmitidos à comunidade.
A política de ensino de pós-graduação e pesquisa na Universidade de Marília objetiva, principalmente, desenvolver trabalhos voltados à realidade social e
regional como também, a integração dentro da própria Universidade e também de
outras instituições educacionais e de fomento à pesquisa.
Preocupada com o desenvolvimento da pesquisa e com a implantação de
cursos de pós-graduação, a UNIMAR tem procurado nos últimos anos incentivar
seu corpo docente na obtenção de títulos de mestre e doutor. Por outro lado, a
nova Pró-Reitoria de pesquisa e pós-graduação (PROPEP), tem incentivado a
formação de grupos de pesquisa e o desenvolvimento de cursos de especialização e pós-graduação.
Em paralelo à qualificação do corpo docente, a UNIMAR procura iniciar os
alunos nas atividades de pesquisa através do Programa Institucional de Iniciação
Científica –PIIC– que é centrado na iniciação científica de novos talentos em todas as áreas do conhecimento. É administrado diretamente pela Universidade e
voltado para os alunos de graduação, servindo de incentivo à formação, privilegiando a participação ativa de bons alunos em projetos de pesquisa de qualidade
acadêmica, mérito científico e orientação adequada, individual e continuada e,
26
quando possível em interação com programas de pós-graduação da própria Instituição. Culmina com um trabalho final avaliado e valorizado, fornecendo retorno
imediato ao bolsista tendo em vista a continuidade de sua formação, particularmente a freqüência a pós-graduação.
O Programa Institucional de Iniciação Científica (PIIC), por meio de bolsas
ou voluntariado, é uma forma eficaz de induzir o desenvolvimento institucional
desta área, sendo facilitador para integrar as diversas atividades que envolvem a
iniciação científica na Instituição.
A Iniciação Científica (IC), na ótica da Instituição é um instrumento básico
de formação, ao passo que a bolsa de iniciação científica é um incentivo individual
que se operacionaliza como estratégia de financiamento seletivo aos melhores
alunos, vinculados a projetos desenvolvidos pelos pesquisadores no contexto da
graduação e da pós-graduação. Neste contexto, pode-se considerar a bolsa como
um instrumento abrangente de fomento à formação de recursos humanos. Nesse
sentido, não se pode esperar que todo aluno em atividade de iniciação científica
tenha bolsa.
É fundamental compreender que a iniciação científica é uma atividade bem
mais ampla que sua pura e simples realização mediante o pagamento de uma
bolsa.
O Programa Institucional de Iniciação Científica (PIIC/UNIMAR) tem como
meta promover a participação de acadêmicos de graduação na pesquisa científica, contribuindo assim, para a sua formação intelectual, profissional e humana e,
como objetivos específicos:
I
estimular a participação dos acadêmicos de graduação nas ativi-
dades de pesquisa, visando à formação de recursos humanos para a atividade
científica;
II
incentivar pesquisadores e docentes de graduação e Pós-
graduação a atuarem na iniciação e orientação à pesquisa engajando estudantes
de graduação em projetos de pesquisa e/ou atividades vinculadas às linhas de
pesquisa dos cursos de graduação e programas de pós-graduação, visando ao
desenvolvimento da iniciação científica no processo acadêmico;
27
III contribuir para a continuidade da formação dos acadêmicos em
nível de pós-graduação, preparando-os para futura atividade científica;
IV
proporcionar ao aluno, orientado por pesquisador qualificado, a
aprendizagem de técnicas e métodos científicos, por meio do envolvimento direto
com as atividades da pesquisa, participação em núcleos e grupos de estudo;
V
estimular o escoamento da produção científica através da divul-
gação dos resultados obtidos na pesquisa em publicações acadêmicas (revistas,
livros , coletâneas) impressas e on-line.
O REGULAMENTO DO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA PIIC/UNIMAR/PROPEP encontra-se em anexo.
A Pós-graduação insere-se no mercado de trabalho, hoje em dia, como
uma necessidade imprescindível, que advém principalmente, do acesso rápido ao
conhecimento, da necessidade de estudos especializados, que acompanhem a
velocidade das mudanças, propiciadas pelas novas tecnologias e pela comunicação instantânea, que nos obrigam a reciclagem e aquisição de novos saberes no
decorrer da vida.
A educação permanente torna-se uma realidade diária quando se pretende
acompanhar as mudanças nas áreas de atuação. Assim sendo, a graduação, por
si só, não nos prepara para atuar de modo eficiente e competitivo no mercado,
seja ele acadêmico ou profissional.
Os cursos de pós-graduação, tanto em sentido amplo (lato sensu) especializações, aperfeiçoamento, M.B.A., como em sentido restrito (stricto sensu) mestrados e doutorados aparecem como a solução para a continuidade de estudos,
porque possibilitam maior crescimento cultural, profissional e científico.
A Universidade de Marília, inserida no contexto sóciocultural e profissional
de nossos dias, oferece uma gama variada de cursos de especialização (mais de
vinte cursos nas mais diversas áreas) além de quatro programas de Pósgraduação “stricto sensu” (Mestrado) em Odontologia, Comunicação, Direito e
Ciências Agrárias na ordem cronológica de sua implantação e reconhecimento
pela CAPES.
2.4. EXTENSÃO
28
O curso de Engenharia Agronômica da UNIMAR tem se colocado em sintonia com a comunidade adjacente, sendo referência para a busca de informações de toda a região da Alta Paulista. Diversas atividades são desenvolvidas
com o objetivo de propiciar a integração do corpo docente e discente com a comunidade local e regional.
Este conjunto de atividades é composto por semanas de estudos, convênios, iniciação científica, participação em congressos, simpósios, “workshop”, realização de trabalhos de campo, utilização de laboratórios interdisciplinares e prestação de serviços. Com isso, todo o grupo se alinha para um mesmo objetivo alcançando o mais alto grau de maturidade e progressão científico-tecnológica.
2.5 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO CURSO
2.5.1 Mecanismos de Nivelamento
Logo que ingressam na Universidade, os calouros de Engenharia Agronômica, juntamente com os demais calouros da Universidade são recepcionados
pelo Departamento de Marketing, onde é feita uma apresentação da Universidade. No Curso é feita uma apresentação geral aos colegas e docentes e é apresentada toda a estrutura do Curso, inclusive com uma visita técnica por todos os
setores. Durante o primeiro mês os docentes são orientados a captarem a real
condição pedagógica e psicológica dos egressos, para que assim, em reunião do
Colegiado de Curso, possa ser organizado um procedimento uniforme quanto ao
nivelamento da turma.
A matriz do 1º semestre do Curso de Engenharia Agronômica nos dá condições importantes quanto a esse aspecto do nivelamento, pois apresenta disciplinas básicas como Química e Bioquímica, Fundamentos de Ciências Sociais,
Matemática e Estatística, Biologia, Morfologia Animal, Metodologia Científica e
Técnicas da Informação, além de Introdução às Ciências Agrárias. Esta última,
particularmente visa integrar os alunos ao Curso, procurando apresentar as especialidades a serem estudadas, por meio de palestras com docentes das áreas
envolvidas, além de convidados externos, dando assim condições para que o calouro possa vislumbrar as vertentes da profissão escolhida. Após as apresentações os alunos são avaliados, sendo os dados obtidos utilizados na elaboração
29
de um perfil que nortearão metas no transcorrer do curso, principalmente subsidiando a programação a ser cumprida pela Coordenação no planejamento de módulos extracurriculares. Além disso, os docentes são orientados a desenvolverem
várias atividades que contemplem o raciocínio lógico, fomentando a redação, cálculos básicos, interpretação de textos, inclusive em inglês e espanhol e apresentação de seminários, situações essas que nos dão subsídios para o nivelamento
dos ingressantes
2.5.2 Programa de Prática Profissional
Semestralmente são oferecidas dezenas de vagas para o desenvolvimento
das atividades do Programa de Prática Profissional na maioria das disciplinas,
bem como em setores da Fazenda Experimental. Essas vagas são preenchidas
mediante inscrição seguindo horário apresentado pelo acadêmico que o realiza
em no mínimo quatro e no máximo oito horas semanais durante quatro meses, ou
seja, de fevereiro a maio ou de agosto a novembro. As atividades ocorrem sob
orientação docente e os alunos apresentam no final relatório com ficha de freqüência devidamente preenchida. Os setores envolvidos são: Laboratório de Anatomia, Laboratório de Solos; laboratório de Botânica, Laboratório de Fitossanidade, Laboratório de Maquinas e Implementos, Laboratório de Nutrição Animal, Fábrica de Ração, Horticultura (Estufas-Hidroponia), Fruticultura, Avicultura de Postura e Corte, Cunicultura, Apicultura, Piscicultura, Ovinocultura, Leiteria e Shopping do Nelore.
2.5.3 Projeto Unicampo
Caracterizado por visitas técnicas semanais à propriedades de Marília e
Região que tem o intuito de demonstrar ao aluno a importância do diagnóstico das
atividades desenvolvidas em propriedades rurais, como tipo de produção, nutrição
animal, conservação de solo, manejo de pastagens, cultivo de determinadas culturas, entre outros, ocorrendo em veículo próprio da Universidade, num grupo de
12 alunos que se revezam, sempre com acompanhamento Docente. Este Projeto
envolve alunos também dos Cursos de Medicina Veterinária e Zootecnia.
2.5.4 Projeto Leite Marília
30
Projeto desenvolvido em parceria com a Secretaria Municipal de Agricultura
de Marília, Banco do Brasil e SEBRAE, sendo caracterizado por visitas semanais
à propriedades leiteiras da Região de Marília com o objetivo de diagnóstico da
criação e produção, envolvendo também a parte agrícola e a conseqüente aplicação de medidas que visem o aumento da produtividade. As visitas ocorrem em
veículo próprio da Secretaria e conta com a participação de 05 alunos que se revezam, sempre com acompanhamento Docente e de Técnicos da Secretaria Municipal da Agricultura de Marília. Este Projeto também envolve alunos dos Cursos
de Medicina Veterinária e Zootecnia.
2.5.5 Semana de Ciências Agrárias de Marília (SECAM)
A Semana de Ciências Agrárias de Marília (SECAM) é toda desenvolvida e
organizada pelos alunos dos Cursos de Medicina Veterinária, Zootecnia e Engenharia Agronômica, com supervisão docente. Ocorre no mês de outubro e encontra-se em sua XXIII edição, onde além do aspecto didático de aprimoramento,
também tem um caráter de entretenimento, com exposição de animais, leilões e
shows artísticos.
2.5.6 Projeto Rondon
A Universidade de Marília participa efetivamente das atividades que envolvem o Projeto Rondon e nesse sentido o Curso de Agronomia têm sempre discentes participando dos projetos aprovados e com a supervisão docente. Os docentes envolvidos e os Estados contemplados foram:
2006 – Profa. Dra. Renata Bonini Pardo – Itaoca/SP
2007 – Proa. Dra. Elma Pereira dos Santos Polegatto – Paracaíma/RR
2008 – Prof. Dr. Márcio Christian Serpa Domingues – Curralinho/PA
2008 – Prof. MSc. Marcílio Félix – Marilândia/MG
2009 – Prof. Luyiz Antônio da Silva Pires – Monte alegre/AL
2010 – Prof. MSc. Marcílio Félix - Boca da Mata/AL
2011 – Profa. Dra. Cássia Fernanda Domingues Bassan – Esperantina/PI
2011 – Prof. MSc. Marcílio Félix – Serra do Navio/AP
2012 – Profa. Dr. Cássia F. Domingues Bassan – Amarante do Maranhão
31
2.5.7 Cursos e Palestras
Várias palestras e cursos de extensão são realizados durante o ano com o
objetivo do aprimoramento. Esses eventos são coordenados pelos alunos com
superisão docente e a maioria é gratuita. Através de Convênio, anualmente Técnicos da Jacto ministram curso de Aplicação de defensivos Agrícolas aos alunos
do Curso.
2.5.8 Parcerias
a) Conselho Regional de Engenharia Arquitetura e agronomia do Estado de São
Paulo (CREA);
b) Prefeitura Municipal de Marília;
c) Grupo Equipamentos agrícolas Jacto;
d) Nogueira Implementos;
e) Valtra Tratores;
f)
Ikeda Implementos Agrícolas;
g) Associação Paulista dos Criadores de Ovinos;
h) Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Marília;
i)
Secretaria Municipal da Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Marília;
j)
Instituto Agronômico de Campinas (IAC)
3 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
É importante observar que o processo de avaliação é uma das peças mais
importantes de um sistema, pois é através dele que se pode descobrir e corrigir
as deficiências e eventuais falhas do processo de ensino. O mesmo deverá ser
composto de diferentes critérios, e aplicados nos diferentes níveis do sistema,
balizando conteúdos da atualidade, tecnologias recentes que certamente adequarão às grades, ementas e metodologias de ensino.
Sendo assim, o projeto deverá ser avaliado e revisto a cada início de ano,
com a finalidade de provir o suporte necessário para o bom desenvolvimento do
processo de aprendizado.
32
Semestralmente o projeto será avaliado globalmente seguido da apresentação de relatórios finais, contendo os resultados obtidos, as dificuldades encontradas que irão compor os novos rumos a serem tomados como base na complementação do nosso processo de ensino.
A estrutura curricular tem o objetivo principal de conscientizar o aluno da
necessidade de logo no início do Curso desenvolver uma aprendizagem contínua,
vislumbrando
as
disciplinas
básicas
que
darão
sustentação
às
pré-
profissionalizantes e profissionalizantes. O aluno é orientado a entender toda a
programação que será desenvolvida nos nove meses de ensino, buscando a interdisciplinaridade e observando suas ramificações. O corpo administrativo bem
como o corpo docente realiza um trabalho de conscientização e principalmente de
orientação aos ingressos para que consigam valorizar a importância do seu crescimento individual, dentro da sala de aula e nas atividades práticas, fazendo-o
buscar diferentes formas de conhecimento, utilizando-se das atividades complementares.
Ressalta-se que o Estágio Supervisionado, deverá ser realizado em tempo
integral no último semestre com o cumprimento de no mínimo 400 horas. Somente poderá matricular-se nessa disciplina o aluno que apresentar no máximo três
disciplinas pendentes, desde que estas sejam oferecidas no mesmo semestre ou
que sejam no sistema semi presenciais e que não ultrapassem a carga horária de
15 horas semanais, além do estágio ter que ser cumprido no município de Marília/SP. Ainda nesse sentido, e como decorrência do Estágio Supervisionado, o
aluno deverá apresentar seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), baseado
nas normas internas e defendê-lo perante uma banca composta de, no mínimo,
dois professores do curso.
3.1 GRADE CURRICULAR DO CURSO
Quadro 1. Grade Curricular 4020.
Termo
Código
Nome da Disciplina
Carga Horária
Créditos
1º
200206
Morfologia Animal
40,0
2
1º
200207
Fundamentos de Ciências Sociais
40,0
2
1º
200208
Introdução à Ciências Agrárias
60,0
3
33
1º
200209
Matemática e Estatística
60,0
3
1º
200210
Ecologia
60,0
3
1º
200211
Química e Bioquímica
80,0
4
1º
200212
60,0
3
2º
200322
Metodologia Científica e Tecnologia da
Informação
Mineralogia e Petrologia
60,0
3
2º
200264
Motores e Máquinas
60,0
3
2º
200265
Física
60,0
3
2º
200266
Zoologia
60,0
3
2º
200267
Citologia e Morfologia Vegetal
80,0
4
2º
200268
Topografia
60,0
3
2º
200269
Estatística Experimental
60,0
3
3º
200270
Desenho Técnico e Construções Rurais
80,0
4
3º
200271
Fisiologia Vegetal
60,0
3
3º
200294
Genética
60,0
3
3º
200295
Microbilogia
60,0
3
3º
200296
Sensoriamento Remoto
40,0
2
3º
200297
Hidráulica e Hidrologia
40,0
2
3º
200298
Agrometeorologia
60,0
3
3º
200275
Mecanização Agrícola
60,0
3
4º
200276
Direito Agrário e Gestão Ambiental
40,0
2
4º
200287
Fitopatologia
80,0
4
4º
200299
Sistemática Vegetal
60,0
3
4º
200311
Irrigação e Drenagem
60,0
3
4º
200301
Entomologia
60,0
3
4º
200302
Olericultura
60,0
3
4º
200303
Produção de Animais Monogástricos
40,0
2
4º
200278
Solos
60,0
3
4º
200304
Paisagismo e Floricultura
40,0
2
5º
200305
Pragas das Plantas Cultivadas
60,0
3
5º
200306
Doenças das Plantas Cultivadas
80,0
4
5º
200279
Fertilidade do Solo
60,0
3
5º
200272
Forragicultura e Pastagens
60,0
3
5º
200307
Biologia das Plantas Cultivadas
60,0
3
5º
200308
Melhoramento Vegetal
60,0
3
34
5º
200309
Produção de Hortaliças
60,0
3
5º
200310
Silvicultura
60,0
3
6º
200282
80,0
4
6º
200300
Economia, Agronegócio e Planejamento
Rural
Biotecnologia Vegetal
40,0
2
6º
200312
Produção de Animais Ruminantes
60,0
3
6º
200313
Cultivo de Cereais e Cana-de-Açúcar
80,0
4
6º
200286
80,0
4
6º
200314
Adubos, Adubação e Conservação do
Solo
Fruticultura
80,0
4
6º
200315
Cultivo de Tubérculos e Estimulantes
60,0
3
6º
200315
Cultivo de Tubérculos e Estimulantes
60,0
3
6º
202446
Projetos I
120,0
6
7º
200316
Leguminosas e Oleaginosas
60,0
3
7º
200317
Produção e Tecnologia de Sementes
60,0
3
7º
200318
Nutrição Mineral de Plantas
60,0
3
7º
200319
60,0
3
7º
200281
Tecnologia de Produtos de Origem
Animal e Vegetal
Comércio e Cooperativismo
40,0
2
7º
200242
Extensão Rural
40,0
2
7º
200320
40,0
2
7º
200321
Ética Profissional, Legislação e Receituário Agronômico
Uso e Manejo de Bacias Hidrográficas
60,0
3
7º
202447
Projetos II
120,0
6
8º
200263
Estágio Supervisionado e TCC
520,0
26
8º
201991
LIBRAS – LING. BRASIL. DE SINAIS
(Optativa)
40.0
2
X
159905
Atividades Complementares
200,0
10
Horas relógio:
2.900 Horas
Estágio Supervisionado:
520 Horas
Atividades Complementares:
200 Horas
Total Carga Horária:
3.620 Horas
3.1.1. Ementário e Bibliografia das Disciplinas Curriculares
1º Termo:
35
Disciplina: 200206 - MORFOLOGIA ANIMAL
Introdução ao Estudo de Anatomia Veterinária; Osteologia; Artrologia; Miologia; Morfologia do Desenvolvimento; Aparelho Ungueal; Glândulas Mamárias;
Sistema Digestório; Sistema Genital Feminino; Sistema Genital Masculino.
Bibliografia Básica
COLVILLE, T.P.; BASSERT, J. M. Anatomia e Fisiologia para Medicina Veterinária. 2ª ed., Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 543 p.
POPESKO, P. Atlas de Anatomia Topográfica dos Animais Domésticos. São Paulo, Editora Manole, 1985.
SCHWARZE, E. Compêndio de Anatomia Veterinária, editora Acribia, Zaragoza,
Tomos, 1984.
GETTY, R. Anatomia dos animais domesticos. 5.ed. Rio de Janeiro: Interamericana, 1986.
Bibliografia Complementar:
D’ARCE, R. D. ; FLETCHMANN, C. H. W. Introdução à Anatomia e Fisiologia
Animal. 2ª ed. São Paulo, Livraria Nobel, 1985.
DYCE, K. M.; SACK, W. O.; WENSING, C. J. G. Tratado de anatomia veterinária.
2 ed., Rio de Janeiro,Guanabara Koogan, 1997. 668p.
FRANDSON, R. D. Anatomia e Fisiologia dos Animais Domésticos, 2ª ed. Rio de
Janeiro, Guanabara – Koogan, 1979.Disciplina: 200207 - FUNDAMENTOS DE CIÊNCIAS SOCIAIS
Conceitos Fundamentais de Ciências Sociais e das Revoluções do Século
XVIII; Questões Sociais no Campo; Estrutura Agrária; Industrialização e Relações
de Trabalho no Campo.
Bibliofria Básica
ADORNO, T. W. Introdução à Sociologia. São Paulo: UNESP, 2008.
CHARON, J. M. Sociologia. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2001. 237p.
DEMO, P. Metodologia cientifica em ciências sociais. 2.ed. São Paulo: Atlas,
1989. 261p.
36
SANTOS, B. S. (org.). A globalização e as ciências sociais. 3.ed. São Paulo: Cortez, 2005. 572p.
Bibliografia Complementar
COSTA, M. C. C. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 3.ed. rev. e
ampl. São Paulo: Moderna, 2005.
DIAS, R. Introdução à Sociologia. Pearson Prentice Hall, 2007. 338p.
GIDDENS, A.; SOBRAL, J. M. (coord.). Sociologia. 4.ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2004. 725p.
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M.De A. Col. Sociologia geral. 5.ed. São Paulo: Atlas, 1987. 311p.
Disciplina: 200208 - INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS AGRÁRIAS
Conceitos de Ciências Agrárias; Abordagem dos Aspectos de Negócios,
Ciência e Arte; As Funções do Profissional de Ciências Agrárias; Regulamentos
das Profissões: dever e competências dos profissionais; Tecnologias Disponíveis;
Análise do Currículo: disciplinas essenciais e optativas.
Bibliografia Básica
BALASTREIRE, L. A. Maquinas agricolas.1.ed. São Paulo: Manole, 1987. 307p.
LANGONI, H.; DOMINGUES, P. F. Manejo sanitário animal.1.ed. Rio de Janeiro :
EPUB, 2001. 210p
MACHADO, P. A. L. Direito ambiental brasileiro. 6.ed. São Paulo: Malheiros,
1996. 782p.
MILLEN, E. Guia do técnico agropecuário: veterinária e zootecnia.1.ed. Campinas: I.C.E.A., 1988.
Bibliografia Complementar
EVANGELISTA, J. Tecnologia de Alimentos, 2ª ed., São Paulo: Editora Atheneu,
1998.
HAFEZ, E.S.E. Reprodução Animal. 6 ed., São Paulo: Manole ltda, 1995
LUCCI, C.S. Nutrição e Manejo de Bovinos Leiteiros. São Paulo: Manole ltda,
1997.
SANTOS, G. J. et al. Administração de Custos na Agropecuária. São Paulo, Atlas,
2002.
37
SILVA, P. R. Trajetoria e estado da arte da formação em engenharia, arquitetura e
agronomia. 1.ed. Brasilia: Conselho Fed. de Engenharia, 2010. CDp.
SOUZA, G. et al. A Administração da Fazenda. São Paulo, Globo, 1992.
Disciplina: 200209 - MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA
Matemática: noções preliminares; Regra de Três; Porcentagem; Trigonometria no Triângulo Retângulo e Qualquer; Geometria Espacial; Estatística: conceitos e divisões da Estatística; Técnicas de Amostragem; Construções de Tabela
se Gráficos; Medidas de Tendência Central; Medidas de Dispersão.
Bibliografia Básica:
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo, vol. 1 e 2 – 5ª edição - LTC – 2008.
MURAKAMI, C.; IEZZI, G.; MACHADO, N. J. Fundamentos de Matemática Elementar: Fundamentos de matemática elementar. 5.ed. São Paulo: Atual, 1999.
SCHEINERMAN, E. R. Matemática Discreta . Editora Thomson – 1ª edição –
2006.
SPIEGEL, M. R. Estatística. 3ª edição. São Paulo: Makron Books, 1994. 643p.
Bibliografia Complementar
MORETTIN, P. A.; BUSSAB, W. O. Estatística básica. 5.ed. Sao Paulo : Saraiva,
2002. 526 p.
FERREIRA, R. S. Matemática aplicada às Ciências Agrárias: Análise de dados e
modelos. Viçosa: UFV, 1999.
GUELLI, C.; IEZZI, G.; DOLCE, O. Conjuntos, Funções e Inequações. 1.ed. São
Paulo: Moderna, s.d. 265p.
LEVINE, D. M. Estatística. Teoria e aplicações: usando o microsoft excel em português. 3.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2005. CDp.
Disciplina: 200210 - ECOLOGIA
Estrutura e Funcionamento dos Ecossistemas; Ecologia das Populações e
das Comunidades; Poluição Ambiental; A Destruição e a Conservação da Biodiversidade; Estrutura e Legislação Ambiental Brasileira.
38
Biblliografia Básica
BRAGA, B. et al. Introdução à Engenharia Ambiental. Ed. Prentice Hall, São Paulo, 2002. 305p.
GRISI, B. M. Glossário de ecologia e ciências ambientais. 2.ed. Joao Pessoa:
UFPB, 2000. 200p.
ODUM, E. P. Ecologia. Ed. Guanabara, RJ, 1988. 434p.
TOWNSEND, C. R.; HARPER, J. L.; BEGON, M. Fundamentos em ecologia. 2.ed.
Porto Alegre: Artmed, 2006. 592p.
Bibliografia Complementar
DAJOZ, R. Princípios de ecologia. 7.ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 519p.
DAJOZ, R. Ecologia Geral. Ed. Vozes, 4ª ed. Petrópolis, Rj. 1983. 472p.
LAGO, A.; PADUA, J. A. O que é ecologia. 1.ed. São Paulo: Cultural, 1985. 107p.
RAMAZZO, L.; SILVA, P. C. Questões atuais de direito, ética e ecologia. 1.ed.
Campinas: Alinea, 2007. 196p
RICKLEFS, R. E. A economia da natureza: um livro texto em ecologia básica.
3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996. 470p.
Disciplina: 200211 - QUÍMICA E BIOQUÍMICA
Origem da Vida; Biomoléculas; Carboidratos; Lipídeos; Aminoácidos, Proteínas e Enzimas; Vitaminas; Ácidos Nucléicos; Hormônios; Metabolismo; Interação
das Vias Metabólicas.
Bibliografia Básica
FELTRE, R. Química: Química geral. 4.ed. São Paulo: Moderna, 1994.
LEHNINGER, A. L.; NELSON, D. L.; COX, M. M. Princípios de bioquímica. 4.ed.
São Paulo: Sarvier, 2006. 1202p.
MARZZOCO, A.; TORRES, B. B. Bioquímica básica. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 386p.
STRYER, L. Bioquímica. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c1996. 1000p.
Bibliografia Complementar
CHAMPE, P. C. Bioquímica ilustrada. 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 533p.
39
GRANNER, D. K.; MURRAY, R. K .Harper: bioquímica. 9.ed. São Paulo: Atheneu,
2002. 919p.
MAHAN, B. M.; MYERS, R. J. Química: um curso universitário. 2.ed. São Paulo:
Edgard Blucher, 1996. 653p.
REGER, D. et al. Química: Princípios e Aplicações. Fundação Calouste Gulbekian. Lisboa, Portugal, 1997.
VIEIRA, E. C.; GAZZINELLI, G.; MARESGUIA, M. Bioquímica celular e biologia
molecular. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 1996. 360p.
Disciplina: 200212 - METODOLOGIA CIENTÍFICA E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
Conceitos de Metodologia Científica; Métodos de Estudo e Aprendizagem;
Como Elaborar Trabalhos Universitários; Tecnologia da Informação; Conhecimento Científico e Outros Tipos de Conhecimento; Métodos Científicos; Experimentação nas Ciências Biológicas e da Saúde.
Bibliografia Básica:
BARROS, A. J. P.; LEHFELD, N. A. S. Fundamentos de metodologia: um guia
para a iniciacao cientifica. 3.ed. São Paulo: Prentice Hall, 2007. 157p.
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos de Metodologia Científica. 7a
ed., São Paulo: Atlas, 2010, 296p.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 21a ed., São Paulo: Cortez,
2000.
Bibliografia Complementar:
ALBERTO, S. B. M. Manual para Efaboração e Organização de Trabalhos Técnicos e Científicos. Marília: UNIMAR, 1997. 80p.
BARRASS, R. Os cientistas precisam escrever: guia de redaçâo para cientistas,
engenheiros e estudantes. 2º ed., São Paulo: T. A. Queiroz, 1986.
CERVO, A. L., BERVtAN, P. A. Metodologia científica; para uso dos estudantes
universitários. 2a ed., São Paulo : McGraw-Hill do Brasil, 1978.
DEMO, P. Introdução à metodofogia científica. São Pauto: Atlas, 1983.
40
ECO, H. Como se faz uma tese. 2a ed. São Paulo : Perspectiva, 1985.
RUIZ, J. Á. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. São Paulo:
Atlas, 1989.
SALOMON, D. V. Como fazer uma monografia. 2º ed., São Pauto: Martins Fontes,
1991.
VIEIRA, S. Metodologia científica para a área da saúde. São Paulo: Sarvier, 1984.
2º Termo:
Disciplina: 200322 - MINERALOGIA E PETROLOGIA
Introdução. Espécie mineral. Classes Minerais. Magmatismo. Rochas
Magmáticas. Intemperismo. Solos. Rochas Sedimentares. Metamorfismo. Rochas
metamórficas. Águas Subterrâneas.
Bibliografia Básica
AMARAL, S. E.; LEINZ, V. Geologia geral. 12.ed. São Paulo: Nacional, 1995.
399p.
BRANCO, P. M. Dicionário de mineralogia. 3.ed. Porto Alegre: Sagra, 1987. 362p
ERNST, W. G. Minerais e rochas. São Paulo: Edgard Blucher, 1996, 162p.
COSTA, J. B. Estudo e classificação das rochas por exame macroscópico. 10 ed.
Lisboa: Fundação Calouste Gubenbian, 2001, 196p.
Bibliografia Complementar
BRANCO, Percio De Moraes. Dicionario de mineralogia. 3.ed. Porto Alegre: Sagra, 1987. 362p.
DICIONARIO, De Geologia E. Mineralogia: Dicionários de geologia e mineralogia.
1.ed. São Paulo: Melhoramentos, 1980. 168p.
LEINZ, V., CAMPOS, J. E. S. Guia para determinação de minerais. 11 ed. São
Paulo, Comp. Ed. Nacional, 1982, 149p.
POTSCH, Carlos. Mineralogia e geologia. 5.ed. Rio de Janeiro: Didática Científica, s.d.. 342p.
Disciplina: 200212 – MOTORES E MÁQUINAS
Noções de mecânica. Funcionamento dos componentes básicos de máquinas automotrizes: motor de combustão interna, sistemas anexos ao motor, siste-
41
ma de transmissão, direção e freios. Comandos operacionais e regulagens básicas no trator agrícola: sistemas hidráulicos de tratores agrícolas, sistemas de
transmissão de potência. Manutenção preventiva de tratores agrícolas.
Bibliografia Básica:
BALASTREIRE , L. A. Máquinas Agrícolas. São Paulo: Manole, 1987. 307 p.
MIALHE, L.G. Máquinas Motoras na Agricultura. Volumes 1 e 2, São Paulo: EPU,
EDUSP, 1980. 417 p.
SILVEIRA, G.M. da. Os Cuidados com o Trator. Rio de Janeiro: Globo, 1987.
245p.
SILVEIRA, G. M. da. O Preparo do Solo: Implementos Corretos. Rio de Janeiro:
Globo, 1988. 243p.
TRATORES, Agrícolas. Tratores agrícolas: manutenção de tratores agrícolas.
2.ed. Brasília: SENAR, 2010. 188p.
Bibliografia Complementar:
CENTRO, De Treinamentos: Implementos. Centro de treinamentos: implementos.
5.ed. Canoas: Massey Ferguson, s.d. 39p.
GRANDI, L. A. O trator e sua mecânica. V 2. Lavras: UFLA/FAEPE, 1997. 148 p.
MIALHE, L. G. Maquinas motoras na agricultura. 1.ed. São Paulo: EPU, 1980.
PADOVAN, L. A.; ANJUS, H. S.; LORENSETTI NETO, J. Operação de tratores
agrícolas. São Paulo: SENAR, 2010. 54p.
SILVEIRA, G. M. da, Máquinas para colheita e Transporte. Rio de Janeiro: Globo, 1988. 184 p.
Disciplina: 200212 – FÍSICA
Generalidades; Leis de Newton; Plano inclinado; Hidrostática ; Trabalho e
Potência; Movimento circular; Termometria; Calorimetria; Estudo dos gases e
Termodinâmica.
Bibliografia Básica:
HALLIDAY, D.; RESNICK, R. Física: Física.4.ed. Rio de Janeiro : Livros Técnicos
e Científicos, 1989. 4.v.
42
EINSTEIN, A.; INFELD, L. A evolução da física. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1988. 237p.
TIPLER, P. Física para cientistas e engenheiros. 6.ed. Rio de Janeiro: Ao livro
técnico e cientifico, 2010.
Bibliografia Complementar:
FÍSICA, Experimental: Física experimental. 2.ed. Caxias do Sul: EDUCS, 1985.
LOPES, J. B. Aprender e ensinar fisica. 1.ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2004. 430p.
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de física básica. 1ªed. São Paulo. Edgard Blucker,
1997.
TIPLER, P. A. Física. 2ªed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1984.
YOUSSEF, A. N.; FERNADEZ, V. P. Aulas de fisica. 1.ed. São Paulo: Scipione,
1986. 127p.
Disciplina: 200265 - ZOOLOGIA
Introdução à Zoologia. Filogenia dos invertebrados. Reino protista. Filo
Platyhelminthes. Filo Nemathelminthe. Filo Anellida. Minhocultura. Filo Molusca.
Helicicultura. Filo Arthropoda. Importância econômica dos representantes. Filo
Chordata. Característica e importância das principais classes.
Bibliografia Básica
BARNES, R. D. Zoologia dos Invertebrados. Ed. Roca, 7ª Ed. 2003. 1.168p.
FERRUZZI, C. Manual de Minhocultura. Lisboa, Porto: Litexa Ed. Ltda, 2001,
163p.
LARSON, A.; HICKMAN, C. P.; ROBERTS, L. S. Princípios integrados de zoologia. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 846p.
PAPAVERO, N. Fundamentos práticos de taxonomia zoológica. São Paulo: Ed.
UNESP - FAPESP, 2ª Ed., 1994, 285p.
Bibliografia Complementar
POUGH, F. H. et al. A vida dos Vertebrados. Atheneu Ed. São Paulo. 1993. 839p.
ROMER, A. S.; PARSONS, T. S. Anatomia comparada dos Vertebrados. Atheneu
Ed. São Paulo, 1985. 559p.
43
RUPPERT, E. E.; FOX, R.; BARNES, R. D. Zoologia dos invertebrados: uma
abordagem funcional-evolutiva. 1.ed. São Paulo: Roca, 2005. 1145p.
SOERENSEN, B. C. Animais Peçonhentos. Livraria Atheneu, Rio de Janeiro.
1990.
SOLOMON, E. P.; BERG, L. R. The World of Biology. Florida: Saunders College
Publishing, 1995, 1005p.
STORER, T. I. et al. Zoologia Geral. ed. Nacional, 6.ed. 1989. 816 p.
VIEIRA, M. I. Minhocas e Minhocários. São Paulo: Livraria Nobel, 1988, 83p.
Disciplina: 200267 – CITOLOGIA E MORFOLOGIA VEGETAL
Aspectos sobre biologia celular vegetal. Componentes celulares. Microscopia ótica. Introdução ao estudo da Botânica. Morfologia externa (organografia) de
raiz, caule, folha, flor, fruto e semente. Morfologia interna (anatomia): tecidos meristemáticos e tecidos adultos. Organização dos tecidos vegetais em raiz, caule e
folha.
Bibliografia Básica
ALBERTS, B. Fundamentos da biologia celular. 2.ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
CDp.
CARNEIRO, J.; JUNQUEIRA, L. C. Biologia celular e molecular. 8.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 332p.
CUTTER, E. G. Anatomia Vegetal. 2.ed. São Paulo: Ed. Roca,1986.
DAMIÃO FILHO, C. F. Morfologia Vegetal. Jaboticabal: FUNESP/UNESP, 1993.
243p.
DE ROBERTIS JR, E. M. F.; HIB, J.; PONZIO, R. De Robertis: biologia celular e
molecular.14.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 413p.
ESAU, K. Anatomia das plantas com sementes. 1. Ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1987. 293p.
FERRI, M. G. Botânica: morfologia externa das plantas - Organografia. 15.ed. São
Paulo: Nobel, 1987. 148p.
FERRI, M. G. Botânica: morfologia interna das plantas - Anatomia. 9.ed. São
Paulo: Nobel, 1988. 113p.
44
JOLY, A. B. Botânica: introdução a taxonomia vegetal.13 ed. São Paulo: Nacional, 2005. 777p.
Bibliografia Complementar
ESAU, K. Anatomia das plantas com sementes.1.ed. São Paulo: Edgard Blucher,
1997. 293p.
FERRI, M. G., MENEZES, N. L.; MONTEIRO, W. R. Glossário Ilustrado de Botânica. São Paulo: Nobel, 1981. 197p.
OLIVEIRA, F.; OLIVEIRA, M.L.S. Práticas de Morfologia Vegetal. São Paulo:
Atheneu Editora, 1991. 115p.
VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R. Botânica - organografia. 3 ed. Viçosa: UFV/Impr.
Univ., 1986. 114p.
WEBERLING, F.; SCHWANTES, H. O. Taxonomia Vegetal. São Paulo: EPU,
1996. 314p.
Disciplina: 200268 - TOPOGRAFIA
Generalidades: topografia, grandezas medidas em um levantamento topográfico e escala. Medição de distâncias e ângulos: materiais utilizados, rumo,
azimute, equipamentos, ângulos de deflexão, interno e externo, azimute lido e
calculado. Métodos de levantamentos planimétricos: levantamento por irradiação,
levantamento por interseção, levantamento por caminhamento. Cálculo de áreas:
Métodos gráficos, analíticos e mecânicos. Uso da informática na topografia. Altimetria: generalidades, métodos gerais de nivelamento, perfil longitudinal. Global
position system: base teórica. Curvas de nível e em desnível: definições e demarcações. Métodos de levantamentos planialtimétricos: levantamento pela quadriculação do terreno, levantamento taqueométrico, levantamento pelas seções transversais.
Bibliografia Básica
BARATA, S. Lições de topografia. 1.ed. Lisboa: Estampa, 1987. 185p.
BORGES, A. C. Topografia: Topografia. 1.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1999.
187.
CASACA, J. M. Topografia geral. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC. 2007. 208p.
45
COMASTRI, J.; A.; TULER, J. C. Topografia: altimetria. 3.ed. Viçosa: UFV, 1999.
200p.
PIEDADE, G. C. R.; GARCIA, G. J. Topografia: aplicada as ciências agrárias.
5.ed. São Paulo: Nobel, 1989. 256p.
Bibliografia Complementar
BORGES, Alberto de Campos. Exercícios de topografia. 10.ed. São Paulo : Edgard Blucher, 1999. s.p.p.
GODOY, Reinaldo. Topografia básica. 1.ed. Piracicaba : Fealq, c1988. 349p.
GRIPP JUNIOR, J.; COMASTRI, J. A. Topografia aplicada: medição, divisão e
demarcação. 1.ed. Viçosa : UFV, 1998. 203p.
MCCORMAC, J. Topografia. 1.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. CDp.
PIEDADE, G. C. R.; GARCIA, G. J. Topografia: aplicada as ciências agrárias.
5.ed. São Paulo: Nobel, 1989. 256p.
Disciplina: 200269 – ESTATÍSTICA EXPERIMENTAL
Estatística experimental: introdução, conceitos, princípios básicos da experimentação. Análise de variância, teste de F. Comparações múltiplas, contrastes
de médias (Testes F, t Student e Sheffé), testes de médias (Testes Tukey, SNK,
Duncan e Dunnett), delineamentos experimentais (DIC, DBC, DQL), Experimentos
fatoriais, Experimentos em parcela subdividida, regressão polinomial e correlação
linear.
Bibliografia Básica:
BANZATTO, D. A.; KRONKA, S. N. Experimentação Agrícola. 1ª ed. Jaboticabal:
FUNEP, 1995. 247p.
GOMES, F. P. l. Curso de estatística experimental. 13.ed. São Paulo: Nobel,
1990. 466p.
MARTINS, G. A.; OONAIRE, O. Princípios de Estatística. 4ª ed. São Paulo: Atlas,
1995.
MORETTIN, P. A., BUSSAB, W. O. Estatística básica. 5.ed. São Paulo: Saraiva,
2002. 526p.
TRIOLA, M. F. Introdução a estatística. 10.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
Bibliografia Complementar:
46
CAMPOS, H. Estatística aplicada à experimentação com cana de açúcar. 1ª ed.
Piracicaba: FEALQ, 1984. 292p.
CLARK, J.; D. D. Estatística Aplicada – São Paulo: Saraiva, 1998.
FONSECA, J. S.; MARTINS, G. A. Curso de Estatística. 6ª ed. São Paulo: Atlas,
1996.
VIEIRA, S. Elementos de estatística. 3.ed. São Paulo: Atlas, 1999. 145p.
3º Termo:
Disciplina: 200270 – DESENHO TÉCNICO E CONSTRUÇÕES RURAIS
Introdução ao Desenho Técnico – Normas para o Desenho Técnico; Classificação dos Desenhos Técnicos – Escala - Cotas e medidas; Sistemas de representação: plantas, vistas cortes; Programas e planejamento de construções rurais; Levantamento de materiais e etapas no processo construtivo.
Bibliografia Básica:
ABNT - Normas de Desenho Técnico. Apostila, s.d.
BERALDO, A. L.; NAAS, T. A.; FREIRE, W. J. Construções rurais: materiais. 1.ed.
Rio de Janeiro: LTC, 1991. 167p.
CHING, F. D. K. Técnicas de construção. 4.ed. Porto Alegre: Bookman, 2010.
478p.
CUNHA, L.V. Desenho técnico. 13.ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian,
2004.
FRENCH, T. E. Desenho técnico e tecnologia gráfica. 8.ed. São Paulo: Globo,
2005. 1093p.
GOUVÊA, I. Desenho Arquitetônico, ferramenta do arquiteto. 3. ed. Bauru: Avalon, 2010.
Bibliografia Complementar:
CHING, F. D. K. Representação gráfica em arquitetura. 3.ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. 192p.
CHING, F. D. K.; GILI, G.; JUROSZEK, S. P. Representação gráfica para desenho
e projeto.1.ed. Barcelona: Ed. Gustavo Gili, 2001.
FABICHAK, I. Pequenas construções rurais. 5.ed. São Paulo: Nobel, 2000.
47
SILVA, E. O. E.; ALBIERO, E. Desenho técnico fundamental.1.ed. São Paulo:
EPU, 1999.
SIMMONS, C. H., MAGUIRE, D. E. Desenho técnico. 1.ed. São Paulo: Hemus,
1982.
Disciplina: 200271 – Fisiologia Vegetal
Água no sistema solo-planta-atmostera. Absorção e transporte de solutos
inorgânicos. Translocação de solutos orgânicos. Fotossíntese e respiração. Hormônios vegetais. Fotoperiodismo. Análise quantitativa de crescimento. Germinação e dormência.
Bibliografia Básica
AWAD, M.; CASTRO, P. R. C. Introdução à fisiologia vegetal. São Paulo: Nobel,
1986. 177 p.
FERRI, M. G. Fisiologia vegetal. 2.ed. São Paulo: EPU, 1985.
KERBAUY, G. B. Fisiologia vegetal. 1.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2004. 452p.
LARCHER, W. Ecofisiologia vegetal. 1.ed. São Carlos: Rima, 2004. 531p.
Bibliografia Complementar
FERRAZ, E. C. Apontamentos de fisiologia vegetal.
Piracicaba: FEALQ-
ESALQ/USP, 1989.
INTRODUCAO, A Fisiologia Vegetal. Introdução a fisiologia vegetal. 2.ed. Lisboa:
cão Calouste Gulbenkian, 1973. 710p.
MALAVOLTA, E. Elementos de nutrição mineral das plantas. São Paulo: Ceres,
1980. p. 255.
SUTCLIFFE, J. F. As plantas e a água. São Paulo: EPU, 1980. p.126.
Disciplina: 200294 – GENÉTICA
Genética molecular. Mendelismo: herança monogênica e princípios da distribuição independente.
Interações alélicas e não-alélicas (gênicas). Alelismo
múltiplo. Efeitos do ambiente na expressão gênica. Determinação do sexo em
48
plantas. Genética de populações. Herança poligênica: Princípios de genética
quantitativa.
Bibliografia Básica
BROWN, T. A. Genética: um enfoque molecular. 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1999. 336p.
BURNS, G. W.; BOTTINO, P. J. Genética. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991. 381p.
GRIFFITHS, A. J. F. Introdução a genética. 9.ed. Rio de janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 712p.
LIMA, C. P. Genética: o estudo da herança e da variação biológica. 6.ed. São
Paulo: Ática, 2000. 38p.
RAMALHO, M.; SANTOS J. B.; PINTO, C. A. B. P. Genética na agropecuária.
4.ed. Lavras: UFLA. 2008. 461p.
Bibliografia Complementar
CARVALHO, H. C. Fundamentos de genética e evolução. 2.ed. Belo Horizonte:
UFMG, 1982. 426p.
CROW, J. F. Fundamentos de genética. Trad. Krieger, H., Rio de Janeiro, Livros
Técnicos e Científicos Editora, 1978. 277p.
LIMA, C. P. Genetica: o estudo da herança e da variação biológica. 6.ed. São
Paulo: Ática, 2000. 38p.
SNUSTAD, D. P.; GARDNER, E. J. Genética. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1986. 497p.
SWANSON, C. P. A célula. Trad. de H. L. De Santos. São Paulo: Edgard BucherEDUSP, 1972. 149p.
Disciplina: 200295 – MICROBIOLOGIA
Classificação e nomenclatura de microorganismos. Morfologia/fisiologia microbiana. Isolamento e purificação microbiana. Crescimento, morte e nutrição microbiana. Interação solo/planta/microorganismos. Microbiologia do solo. Microbiologia industrial e de alimentos. Esterilização e desinfestação de material de laboratório.
49
Bibliografia Básica
AGUARONE, E.; LIMA, U. A.; BORZANI, W. Biotecnologia: Tecnologia das fermentações. 1.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1992. s.p.
CARDOSO, E. J. B. N., TSAI, S. M., NEVES, M. C. P. Microbiologia do solo.
Campinas: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 1992.
INGRAHAM, C. A., INGRAHAM, J. L. Introdução a microbiologia: uma abordagem
baseada em estudos de casos. 3.ed. São Paulo: Cenage Learning, 2010. 723p.
LIMA, U. A., AQUARONE, E., BORZANI, W. Biotecnologia: engenharia bioquímica. São Paulo: Edgard Blucher, 1975. v.3.
PELCZAR JR, M. J.; CHAN, E. C. S.; KRIEG, N. R. Microbiologia: conceitos e
aplicações. 2ed. São Paulo: Makron Books, 1996.
Bibliografia Complementar
BLACK, J. G. Microbiologia: fundamentos e perspectivas. 4.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2002. 829p.
HUNGRIA, M., ARAUJO, R. S. Microrganismos de importância agrícola. 1.ed.
Brasília: EMBRAPA, 1994. 236p.
HUNGRIA, M., ARAUJO, R. S. Ed. Manual de métodos empregados em estudos
de microbiologia agrícola. 1.ed. Brasília: EMBRAPA, 1994. 542p.
LIMA, U. A.; AQUARONE, E.; BORZANI, W. Biotecnologia: tópicos de microbiologia industrial. São Paulo: Edgard Blucher, 1975.
TRABULSI, L. R.; TOLEDO, M. R. F. Microbiologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Atheneu,
1989. 386p.
Disciplina: 200296 – SENSORIAMENTO REMOTO
Introdução a fotointerpretação e fotogrametria. Aplicações da fotografia aérea. Tipos de fotografias aéreas. Estereoscopia: importância, visão humana e mecanismo da estereoscopia. Extração de informações temáticas e medidas sobre a
fotografia aérea, área útil e escala. Noções e métodos em fotointerpretação. Sensoriamento remoto orbital: definição e histórico. Fundamentos físicos do sensoriamento remoto orbital. Sistema de sensores orbitais. Comportamento espectral de
alvos. Interpretação visual de imagens orbitais. Processamento digital de imagens. Aplicações da imagem de satélite. Geoprocessamento: sistemas de informações geográficas.
50
Bibliografia Básica
FLORENZANO, T. G. Iniciação em sensoriamento remoto. São Paulo: Oficina de
Textos, 2007. 101p.
MOREIRA, M. A. Fundamentos do sensoriamento remoto e metodologias de
aplicação. 4ª ed. Viçosa: Editora UFV, 2011. 422p.
NOVO, E. M. L. de M. Sensoriamento remoto: princípios e aplicações. 2.ed. São
Paulo: Edgard Blucher, 1992. 308p.
Bibliografia Complementar
CARVER, A. J. Fotografia aérea para planejadores de uso da terra. 1. ed. Brasília:
MA/SNAP/SRN/CCSA, 1985. 77p.
MACHADO, P. L. O. A. Agricultura de precisão para o manejo da fertilidade do
solo em sistema de plantio direto. 1.ed. Rio de Janeiro: Embrapa, 2004. 209p.
MARCHETTI, D. A. B. Princípios de fotogrametria e fotointerpretação. 1. ed. São
Paulo: Nobel, 1989. 257p.
MIRANDA, E. E. Embrapa monitoramento por satélite - 20 anos.1.ed. Campinas:
Embrapa, 2009. 196p.
Disciplina: 200297 – HIDRÁULICA E HIDROLOGIA
Hidráulica agrícola: importância e caracterização. Princípios gerais do movimento dos fluídos. Escoamento em condutos livres e forçados (encanamentos).
Hidrometria. Captação e instalação de recalque. Principais tipos de bombas hidráulicas: princípio de funcionamento e componentes. Sistemas de distribuição de
água. Barragem de Terra: classificação, normas para elaboração de um projeto.
Ciclo hidrológico. Bacia hidrográfica: características físicas e balanço hídrico. Escoamento superficial (Runoff). Águas subterrâneas. Deflúvio e regime dos cursos
d'água.
Bibliografia Básica
AZEVEDO NETTO, J. M. Manual de hidráulica. 8.ed. São Paulo: Edgard Blucher,
2000. 669p.
DAKER, A. A água na agricultura: captação, elevação e melhoramento da água.
7.ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1987.
51
DAKER, A. Irrigação e drenagem: a água na agricultura. 7.ed. Rio de Janeiro:
Freitas Bastos, 1988.
DAKER, A. A água na agricultura: hidráulica aplicada à agricultura. 7.ed. Rio de
Janeiro: Freitas Bastos, 1987.
PINTO, N. L. de S. et.al. Hidrologia básica.1.ed. São Paulo: Edgard Blucher,
1990. 278p.
Bibliografia Complementar
JACCON, G.; CUDO, K. J. Hidrologia: curva-chave, análise e traçado. 1.ed. Brasília: DNAEE, 1989. 273p.
MANUAL, Manual de irrigação: Avaliação econômica e financeira de projetos de
irrigação. 1.ed. Brasília: MIR, 1993. s.p.
MATTOS, A.; VILLELA, S. M. Hidrologia aplicada. 1.ed. São Paulo: Makron Booksl, 1975. 245p.
SALASSIER, B. Manual de irrigação. 6. ed. Viçosa: UFV, 1995. 657p.
Disciplina: 200298 – AGROMETEOROLOGIA
Introdução: definições, histórico, importância e objetivos. Radiação solar:
conceitos, caracteres espectrais, balanço de radiação na superfície terrestre.
Temperatura do solo: conceitos, medição, fluxo de calor no solo. Temperatura do
ar: conceitos, medição, determinação por estimativa. Umidade do ar: transporte e
conteúdo de vapor d’água na atmosfera, medição, parâmetros empregados para
expressar a umidade do ar. Precipitação: tipos de chuvas, medição e avaliação da
distribuição. Evapotranspiração: conceitos e denominações específicas, medição,
métodos de estimativas, armazenamento de água no solo. Balanço hídrico climático: definições, cálculo, representação e interpretação gráfica, aplicação na agricultura. Posto meteorológico. Classificação climática: método de Köeppen e
Thornthwaite.
Bibliografia Básica
AZAMBUJA, J. M. V. O solo e o clima na produtividade agrícola: agrometeorologia, fitossanidade, conservação do solo, fertilidade do solo, edafologia e calagem.
1.ed. Guaíba: Agropecuária, 1996. 163p.
52
MONTEIRO, J. E. (org.) Agrometeorologia dos cultivos: o fator meteorológico na
produção agrícola. Brasília: INMET, 2009. 530 p.
MOTA, F. S. Meteorologia agrícola. 7.ed. São Paulo: Nobel, 1985. 376p.
PEREIRA, A. R.; ANGELOCCI, L. R.; SENTELHAS, P. C. Agrometeorologia Fundamentos e Aplicações. Guaíba: Agropecuária, 2002. 478p.
TUBELIS, A.; NASCIMENTO, F. J. L. Meteorologia descritiva: fundamentos e aplicações brasileiras. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 374p.
Bibliografia Complementar
ALVES, A. R.; VIANELLO, R. L. Meteorologia básica e aplicações. 1.ed. Viçosa:
UFV, 2000. 449p.
MONTERIO, J. E. B. A. Agrometeorologia dos cultivos: o fator meteorológico na
produção agrícola.1.ed. Brasília: INMET, 2009. 530p.
MOTA, F. S. da; et. al. MICROCOMPUTADOR, Na Meteorologia Agrícola. O microcomputador na meteorologia agrícola. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1989. 137p.
TUBELIS, A. A chuva e a produção agrícola. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 85p.
TUBELIS, A. Conhecimentos práticos sobre clima e irrigação. 1.ed. Viçosa:
Aprenda Fácil, 2001. 224p.
Disciplina: 200275 – MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA
Máquinas e implementos para preparo inicial e periódico do solo: arado,
grade, subsolador, escarificador, enxada rotativa, cultivador e roçadoras. Máquinas distribuidoras de insumos: semeadoras, plantadoras, distribuidor de calcário,
adubadoras, distribuidor de adubo orgânico líquido e pulverizadores. Máquinas
para colheita: colhedora de cereais e colhedora de forragens. Análise operacional
e econômica de máquinas e implementos agrícolas.
Bibliografia Básica:
BALASTREIRE, L. A. Máquinas Agrícolas. São Paulo: Manole, 1987. 307 p.
MIALHE, L. G. Manual de mecanização agrícola. São Paulo: Ed. Ceres, 1974.
301p.
MIALHE, L. G. Máquinas motoras na agricultura. São Paulo: EPU/EDUSP, v.12 1980. 289p.
53
SENAR – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural. Tratores Agrícolas: manutenção de tratores agrícolas. 2. ed. Brasília: SENAR, 2010. 188 p.
Bibliografia Complementar:
GALETI, P. A. Mecanização agrícola: preparo do solo. 1.ed. Campinas: ICEA,
1981. 220p.
HOFFMAN-CAMPO, C. B.; SARAIVA, O. F. Resultados de pesquisa da Embrapa
Soja 2001: sementes e mecanização agrícola. 1.ed. Londrina: Embrapa Soja,
2002. 35p.
ORTIZ-CAÑAVATE, J. Las máquinas agricolas y su aplicación. 5.ed. Madrid:
Mundi-Prensa, 1995. 465p.
ODILON SAAD. Seleção do equipamento agrícola. 4ªed. São Paulo: Nobel. 1983
4º Termo
Disciplina: 200276 – DIREITO AGRÁRIO E GESTÃO AMBIENTAL
Introdução ao Direito Agrário/Ambiental – princípios constitucionais – a função social da propriedade. Os aspectos jurídicos dos contratos agrários e os profissionais da agronomia/veterinária. A intervenção estatal na reforma agrária e a
participação dos profissionais da agronomia/veterinária nos quadro do INCRA. A
gestão ambiental e desenvolvimento sustentável. A Política Nacional do Meio
Ambiente – O Licenciamento Ambiental e a importância do profissional da agronomia/veterinária no EIA/RIMA. Competência em matéria ambiental. Responsabilidades por danos ambientais. Crimes ambientais.
Bibliografia Básica
BORGES, P. T. Institutos básicos do direito agrário. 10.ed. São Paulo: Saraiva,
1996. 280p.
DIAS, R. Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. 2.ed. São
Paulo: Atlas, 2009. 196p.
DYLLICK, Guia da serie de normas ISO 14001: sistemas de gestão ambiental.
1.ed. Blumenal: Edifurb, 2000. 144p.
LIMA, R. A. M. Direito agrário. 2.ed. Rio de Janeiro: Renovar, 1997. 460p.
54
MARQUES, B. F. Direito agrário brasileiro. 9.ed. São Paulo: Atlas. 2011.
260p.
PHILIPPI JR, A.; BRUNA, G. C.; ROMERO, M. A. Curso de gestão ambiental.
1.ed. Barueri: Manole, 2006. 1045p.
SEIFFERT, M. E. B. Gestão ambiental: instrumentos, esferas de ação e
educação
ambiental.
2.ed.
São
Paulo:
Atlas.
2011.
310p.
SOUSA, J. B. M. Direito agrário: lições básicas. 3.ed. São Paulo: Saraiva, 1994.
109p.
Bibliografia Complementar
ANUARIO, Análise de Gestão Ambiental. Anuário análise 2007 gestão ambiental.
1.ed. São Paulo: Gráfica Prol, 2007. 358p.
BARROS, W P. Curso de direito agrário: Doutrina e exercícios. 2.ed. Porto Alegre:
Livraria do advogado, 1997.
GISCHKOW, E. A. M. Princípios de direito agrário: desapropriação e reforma
agrária. 1.ed. São Paulo: Saraiva, 1988. 273p.
MARQUES, B. F. Direito agrário brasileiro. 1.ed. Goiânia: AB, 1996. 249p.
MOLINA, M. C. Introdução critica ao direito agrário. 1.ed. Brasília: UNB, 2002.
413p.
ZENUN, A. E. J. O direito agrário e sua dinâmica. 2.ed. Campinas : Copola, 1997.
466p.
Disciplina: 200287 – FITOPATOLOGIA
Introdução à Fitopatologia. Conceitos de doenças e etiologia. Ciclo das relações patógeno. Hospedeiro. Classificação das doenças de acordo com McNew.
Princípios gerais de controle. Wetzel). Epidemiologia. Resistência de plantas às
doenças infecciosas. Métodos de controle.
Bibliografia Básica
ALFENAS, A. C.; MAFIA, R. G. Métodos em fitopatologia. Viçosa: Editora UFV,
2007. 382p.
BERGAMIN FILHO, A., KIMATI, H., AMORIN, L. (ed.). Manual de fitopatologia:
princípios e conceitos. 3 ed. São Paulo: Agronômica Ceres, 1995.
55
ZAMBOLIM, L., CONCEICAO, M. Z.; SANTIAGO, T. O que engenheiros agrônomos devem saber para orientar o uso de produtos fitossanitários. 2.ed. Viçosa:
UFV, 2003. 376p.
Bibliografia Complementar
CHAVES, G. M.; CRUZ FILHO, J. Doenças de plantas: carvões e caries.1.ed. Viçosa: Univ. Fed. de Viçosa, 1985. 12p.
GALLI, F. Coord. Manual de fitopatologia: Doenças das plantas cultivadas. 2.ed.
São Paulo: Agronômica Ceres, 1980.
ROMEIRO, R. S. Bactérias fitopatogênicas. Viçosa: Imprensa Universitária, 1995.
TRIGIANO, R. N.; WINDHAM, M. T.; WINDHAM, A. S. Fitopatologia. Porto Alegre:
Artimed, 2010. 576p.
Disciplina: 200299 – SISTEMÁTICA VEGETAL
Importância da Taxonomia. Ferramentas e Filosofia da Taxonomia. Historia
da Classificação das plantas. Nomenclatura Botânica. Surgimento e evolução das
grandes divisões vegetais. Características fundamentais e taxonômicas dos principais grupos vegetais. Técnicas de coleta dos principais grupos vegetais. Herborização. Divisão Pinophyta (Gymnospermae). Divisão Magnoliophyta (Angiospermae).
Bibliografia Básica
BARROSO, G. M. Sistemática de Angiospermas do Brasil. São Paulo: EDUSP,
1986.
FERRI, M. G.; MENEZES, N. L.; MONTEIRO, W. R. Glossário Ilustrado de Botânica. São Paulo: Nobel, 1981. 198p.
JOLY, A. B. Botânica: introdução a taxonomia vegetal. 13.ed. São Paulo : Nacional, 2005. 777p.
TAXONOMIA, De Angiospermas: Curso Pratico, VIDAL, Waldomiro Nunes ...et.al.
Taxonomia de angiospermas : curso prático.1.ed. Viçosa: Univ. Fed. de Viçosa,
1985. 104p.
Bibliografia Complementar
ARANHA, C. Sistemática de plantas invasoras. Campinas: ICEA, 1988.
56
LORENZI, H. Árvores brasileiras: Árvores brasileiras: manual de identificação e
cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. 2.ed. Nova Odessa: Plantarum,
1998.
LORENZI, H. Plantas daninhas do Brasil. Nova Odessa, SP: H. Lorenzi, 1982.
425p.
LORENZI, H. Árvores brasileiras. Nova Odessa, SP: Ed. Plantarum, 1994, 1999.
LORENZI, H.; SOUZA, H. M. Plantas ornamentais no Brasil. Nova Odessa, SP:
Ed. Plantarum, 1995. 720p.
LORENZI, H.; SOUZA, H. M. Plantas ornamentais no Brasil: arbustivas, herbaceas e trepadeiras.3.ed. Nova Odessa: Plantarum, 2001. 1088p.
SCHULTZ, A. Introdução à botânica sistemática. 6.ed. Porto Alegre: Sagra, 1990.
414p.
VIDAL, M. R. R.; VIDAL, W. N. Taxonomia vegetal. 1.ed. Viçosa: Univ. Fed. de
Viçosa, 1990. 89p.
WEBERLING, F.; SCHWANTES, H. O. Taxionomia Vegetal. São Paulo: EPU,
1996. 314p.
Disciplina: 200311 – IRRIGAÇÃO E DRENAGEM
Relação solo-água-planta-clima: água necessária, evapotranspiração, métodos para determinação da época de irrigação. Medição d’água para irrigação:
vertedores e métodos diretos e indiretos. Condução de água para irrigação: perda
de carga e conjunto motobomba. Irrigação por aspersão: componentes do sistema, tipos de sistemas e dimensionamento. Irrigação localizada -gotejamento e
microaspersão: componentes do sistema, distribuição do sistema no campo e dimensionamento. Irrigação por superfície: irrigação por sulco, irrigação por faixa,
irrigação por inundação e subirrigação. Drenagem: drenagem superficial, drenagem do solo, tipos de drenos e sistemas de drenagem.
Bibliografia Básica
BERNARDO, S. Manual de irrigação. 6.ed. Viçosa: UFV, 1995. 657p.
CRUCIANI, D. E. A drenagem na agricultura. 4.ed. São Paulo: Nobel, 1987. 333p.
DAKER, A. A água na agricultura: hidráulica aplicada à agricultura. 7.ed. Rio de
Janeiro: Freitas Bastos, 1987.
57
DAKER, A. Irrigação e drenagem: a água na agricultura. 7.ed. Rio de Janeiro:
Freitas Bastos, 1988.
KLAR, A. E. Irrigação: frequência e quantidade de aplicação. 1.ed. São Paulo:
Nobel, 1991. 156p.
OLITTA, A. F. L. Os métodos de irrigação. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1976. 267p.
Bibliografia Complementar
MAGALHAES, A. F. J.; OLIVEIRA, A. S.; COELHO, E. F. Irrigação e fertirrigação
em citros. 1.ed. Cruz das Almas: Embrapa, 2000. 23p.
MANUAL. Manual de irrigação: Avaliação econômica e financeira de projetos de
irrigação. 1.ed. Brasília: MIR, 1993.
SILVA, H. R.; MAROUELLI, W. A.; SILVA, W. L. C. E. Manejo da irrigação em hortaliças. 5.ed. Brasília: EMBRAPA, 1996. 72p.
SILVA, E. M.; AZEVEDO, J. A. Tensiômetro: dispositivo prático para o controle da
irrigação. 1.ed. Planaltina: Embrapa, 1999. 39p.
TUBELIS, A. Conhecimentos práticos sobre clima e irrigação. 1.ed. Viçosa:
Aprenda Fácil, 2001. 224p.
Disciplina: 200301 – ENTOMOLOGIA
Introdução. Importância e o reino animal. Os insetos e o reino animal. Morfologia e fisiologia dos insetos. Reprodução e desenvolvimento dos insetos. Coleta, montagem e conservação de insetos. Ecologia. Método e controle de pragas.
Toxicologia.
Bibliografia Básica
ALVES, S. B. Coord. Controle microbiano de insetos. 1.ed. São Paulo: Manole,
1986. 407p.
GALLO, D. et. al.. Manual de entomologia agrícola. 1.ed. São Paulo: Agronômica
Ceres, 1988. 649p.
LEITE, C. A.; NAKANO, O. Armadilhas para insetos: pragas agrícolas e domésticas. 1.ed. Piracicaba: FEALQ, 2000. 76p.
NAKANO, O.; ZUCCHI, R. A.; NETO, S. S. Guia de identificação de pragas agrícolas. 1.ed. Piracicaba: FEALQ, s.d.. 139p.
58
NICHOLLS, C. I.; SILVA, E. N.; ALTIERI, M. A. O papel da biodiversidade no manejo das pragas. 1.ed. Ribeirao Preto: Holos, 2003. 226p.
RIBEIRO COSTA, C. S., ALMEIDA, L. M.; MARINONI, L. Manual de coleta, conservação, montagem e identificação de insetos. 1.ed. Ribeirão Preto: Holos, 2003.
78p.
Bibliografia Complementar
BIBLIOGRAFIA, Brasileira de Entomologia das Hortaliças, MEDEIROS, M. A.
et.al. Bibliografia brasileira de entomologia das hortaliças. 1.ed. Brasília: EMBRAPA, 1998. 176p.
BUZZI, Z. J. Entomologia didática. 4.ed. Curitiba: UFPR, 2002. 348p.
ISHIDA, A. K. N.; POLTRONIERI, L. S. Métodos alternativos de controle de insetos-praga, doênças e plantas daninhas: panorama atual e perspectivas na agricultura. 1.ed. Belém: Embrapa Amazonia Oriental, 2008. 308p.
LARA, F. M. Princípios de resistência de plantas a insetos. 2.ed. São Paulo: Icone, 1991. 336p.
PANIZZI, A. R., PARRA, J. R. P. Ecologia nutricional de insetos e suas implicações no manejo de pragas. 1.ed. São Paulo: Manole, 1991. 359p.
Disciplina: 200302 – OLERICULTURA
Principais aspectos da olericultura; classificação botânica; fisiologia; fatores
climáticos, genéticos e edáficos que afetam as hortaliças. Instalação de hortas
comerciais.
Propagação e produção de mudas de olerícolas.
Colheita, pós-
colheita e comercialização de hortaliças. Cultivo em ambiente protegido e cultivo
hidropônico.
Bibliografia Básica:
ARAUJO, J. A. C.; CASTELLANE, P. D. Cultivo sem solo: hidroponia. 4.ed. Jaboticabal: Funep, 1995. 43p.
ARAUJO, J. A. C.; CASTELLANE, P. D. Plasticultura. 2.ed. Jaboticabal: FUNEP,
1991. 154p.
DOUGLAS, J. S. Hidroponia: cultura sem terra. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1987.
140p. FILGUEIRA, F. A. R. Manual de olericultura: Manual de olericultura. 2.ed.
São Paulo: Ceres, 1982. 357
59
FILGUElRA, F . A. R. Novo manual de olericultura: agrotecnologia moderna na
produção e comercialização de hortaliças. Viçosa: UFV, 2000. 402p.
HAAG, H. P.; MINAMI, K. Nutrição Mineral de Hortaliças. 1a e 2a Edições. Campinas, Fundação Cargill. 1988.
SANTOS, J. A. N. A agroindústria de alimentos de frutas e hortaliças no nordeste
e demais áreas de atuação do BNB: desempenho recente e possibilidades de políticas. 1.ed. Fortaleza: Banco do Nordeste do Brasil, 2008. 324p.
SILVA, H. R.; MAROUELLI, W. A.; SILVA, W. L. C. Manejo da irrigação em hortaliças. 5.ed. Brasília: EMBRAPA, 1996. 72p.
Bibliografia Complementar:
BORNE, H. R. Produção de mudas de hortaliças. 1.ed. Guaíba: Agropecuária,
1999. 187p.
CALBO, A. G.; LUENGO, R. F. A. Armazenamento de hortaliças. 1.ed. Brasília:
Embrapa, 2001. 242p.
FERRElRA, M. E.; CASTELLANE, P. D.; CUl, M. C. P. (Coord.). Nutrição e adubação de hortaliças. Piracicaba: Potafos, 1993. 487p.
FILGUEIRA, F. A. R. ABC da olericultura: guia da pequena horta. 1.ed. São Paulo: Ceres, 1987. 164p.
FINGER, F .L.; LANA, M.M. Atmosfera modificada e controlada: aplicação na conservação de produtos hortícolas. 1 ed. Brasflia. 2000. 34p.
FRANCISCO NETO, J. Manual de horticultura ecológica: auto-suficiência em pequenos espaços. 1 ed. São Paulo: Nobel, 1995. 141p.
MURAYAMA, S. Horticultura. 2. ed. Campinas: Instituto Campineiro de Ensino
Agrícola, 1995. 322p.
MINAMI, K. Produção de mudas de alta qualidade m horticultura. Ed. T.A. Queiroz. São Paulo. 1995. 136p.
Disciplina: 200303 – PRODUÇÃO DE ANIMAIS MONOGÁSTRICOS
Introdução: Definições e conceitos básicos. Seleção e métodos de acasalamento. Criação de aves. Criação de suínos. Eqüinocultura. Criação de coelhos.
Criação de rãs. Criação de abelhas. Criação de peixes. Criação de bicho da Seda.
Bibliografia Básica
60
ANDRIGUETTO, J. M. et.al. Nutrição animal: Alimentação animal: nutrição animal
aplicada. 4.ed. São Paulo: Nobel, 1988.
DOMINGUES, O. Elementos de zootecnia tropical. 6 ed, São Paulo: NOBEL,
1986, 143p.
DYCE, K. M; SACK, W. O; WENSING, C. J. G. Tratado de anatomia veterinária.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1990, 567p.
FERREIRA, M. G. Produção de aves: corte e postura. 2 ed., GUAÍBA: Agropecuária, 1993, 118p.
Bibliografia Complementar:
BUTOLO, J. E. Qualidade de Ingredientes na Alimentação Animal. Campinas:
CBNA, 2002. 430p.
FOSFORO, O fósforo na alimentação animal. 1.ed. São Paulo: ANDIF, 1997. 74p.
MARQUES, J. A.; CALDAS NETO, S. F. Mandioca na alimentação animal: parte
aérea, raiz. 1.ed. Campo Mourão: CIES, 2002. 28p.
MAYNARD, L. A. et al. Nutrição animal. 3.ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos,
1984. 726p.
Disciplina: 200278 – SOLOS
Introdução ao estudo de pedologia. Composição do solo. Classificação do
perfil. Propriedades físicas do solo. Propriedades químicas do solo. Pedogenese.
Fatores formadores do solo, Classificação dos solos.
Bibliografia Básica
BRADY, N. C. Natureza e propriedade dos solos. 7.ed. São Paulo: Freitas Bastos,
1989. 647 p.
BUENO, B. S.; VILAR, O. M. Mecânica dos solos. 1.ed. São Carlos : USP, 1985.
219p.
COSTA, C.; GONCALEZ, D. A.; CAMPOS, L. Solos tropicais sob pastagem: características e técnicas para correção e adubação. 1.ed. São Paulo: Icone, c1993.
76p.
CRAIG, R. F. Mecânica dos solos. 7.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. 365p.
EMBRAPA. Serviço Nacional de Levantamento e Conservação do solo. Sistema
Brasileiro de Classificação de solos. Rio de Janeiro: EMBRAPA, 1981. 107p.
61
FERREIRA, M. E.; CRUZ, M. C. P.; PEREIRA, V. P. Solos altamente suscetíveis
a erosão. 1.ed. Jaboticabal: FUNEP, s.d.. 253p.
OLIVEIRA, J. B.; JACOMINE, P. K. T.; CAMARGO, M. N. Classes gerais de solos
do Brasil: guia auxiliar para seu reconhecimento. Jaboticabal: FUNEP, 1992.
201p.
PRADO, H. Manejo dos solos: descrições pedológicas e suas implicações. 1.ed.
São Paulo: Nobel, 1991.
SANTANA, D. P.; RESENDE, M.; CURI, N. Pedologia e fertilidade do solo: interações e aplicações. 1.ed. Brasília: MEC, 1988. 83p.
Bibliografia Complementar
BUENO, O. C. Mapa de fertilidade dos solos de assentamentos rurais do estado
de São Paulo: contribuição ao estudo de territórios. 1.ed. Botucatu: FEPAF, 2007.
77p.
KIEHL, E. J. Manual de edafologia. Relações solo-planta. Campinas: Ceres,
1979. 264p.
MANUAL, De Fertilidade do Solo. Manual de fertilidade do solo. 1.ed. São Paulo:
Potafos, s.d.. 155p.
PRADO, H. Manual de classificação de solos do Brasil. 3.ed. Jaboticabal: FUNEP,
1996. 195p.
PRIMEIRA, Descrição de Solos do Brasil. Primeira descrição de solos do Brasil.
1.ed. Campinas: S. B. C. S., 1991. 16p.
Disciplina: 200304 – PAISAGISMO E FLORICULTURA
Plantas ornamentais. Jardinagem. Arborização urbana. Projetos. Importância da floricultura. Principais culturas, sua produção e comercialização.
Bibliografia Básica
ANAIS do 1 Congresso Brasileiro de fruticultura e plantas ornamentais. Campinas,
Fundação Cargill, 1985, 180p.
BARBOSA, A. C. Paisagismo, jardinagem & plantas ornamentais. 7.ed. São Paulo: Iglu, 2000. 231p.
CHACEL, F. Paisagismo e ecogenese. 1.ed. Rio de Janeiro: Fraiha, 2004. 143p.
62
GOUVEIA, J. A. C. Luiz Carlos Orsini: 30 anos de paisagismo. 1.ed. São Paulo:
Decor, 2008. 324p.
NIEMEYER, C. A. C. Paisagismo no planejamento arquitetônico. 1.ed. Uberlândia:
EDUFU, 2005. 127p.
Bibliografia Complementar
BARRA, E. Paisagens uteis: escritos sobre paisagismo. 1.ed. São Paulo: Mandarim, 2006. 139p.
CERQUEIRA, J. M. C. Hortofloricultura. 1.ed. Lisboa: Popular Francisco Franco,
1986. 143p.
MARIANO, C. Preservação e paisagismo em São Paulo: Otavio Augusto Mendes
Teixeira. 1.ed. São Paulo: Annablume, 2005. 196p.
MOTTA, E. P. Técnicas de jardinagem. 1 ed., Guaíba: Agropecuária. 1995, 188p.
NUEVO, Paisagismo Urbano. Nuevo paisagismo urbano. 1.ed. Barcelona: Monsa,
2007. 177p.
5º Termo
Disciplina: 200305 – PRAGAS DA PLANTAS CULTIVADAS
Pragas das grandes culturas. Pragas das pequenas culturas. Pragas das
frutíferas. Pragas das plantas hortícolas e ornamentais. Pragas gerais. Pragas
dos produtos. Elaboração do receituário agronômico.
Bibliografia Básica
COMPÊNDIO DE DEFENSIVOS AGRICOLAS. Compêndio de defensivos agrícolas: guia pratico de produtos fitossanitários para uso agrícola. 6 ed. São Paulo:
Andrei, 1999. 492 p.
GALLO, D. (Coordenador). Manual de Entomologia Agrícola. Ceres, 649 p. 1988.
HOFFMANN CAMPO, C. B. Pragas da soja no Brasil e seu manejo integrado.
1.ed. Londrina: Embrapa Soja, 2000. 70p.
LEITE, C. A.; NAKANO, O. Armadilhas para insetos: pragas agricolas e domésticas. 1.ed. Piracicaba: FEALQ, 2000. 76p.
PANIZZI, A. R., PARRA, J. R. P. Ecologia nutricional de insetos e suas implicações no manejo de pragas. 1.ed. São Paulo: Manole, 1991. 359p.
63
Bibliografia Complementar
ALVES, S. B. (Coord.). Controle microbiano de insetos. 1.ed. São Paulo: Manole,
1986. 407p.
CORREIA, A. C. B. , Ed.; FERNANDES, O. A. Ed.; BORTOLI, S. A., Ed. Manejo
integrado de pragas e nematoides: Manejo integrado de pragas e nematoides.
1.ed. Jaboticabal: FUNEP, s.d.
CROCOMO, W. B. Manejo integrado de pragas. São Paulo, Unesp, 1990.
SINIGAGLIA, C. Manejo integrado de pragas e doenças do tomateiro. 1.ed. São
Paulo: Secretaria de Agricultura e Ab, 2000. 66p.
YAMAMOTO, P. T. Manejo integrado de pragas dos citros. 1.ed. Piracicaba: CP2,
2008. 336p.
Disciplina: 200306 – DOENÇAS DAS PLANTAS CULTIVADAS
Introdução. Especialização fisiológica em fungos fitopatogênicos. Tecnologia de aplicação de fungicidas. Fungicidas comerciais. Aspectos gráficos na diagnose de enfermidade de plantas. Doenças das principais culturas anuais. Doenças das principais culturas perenes. Doenças das principais frutíferas.
Bibliografia Básica:
KIMATI, H.; AMORIM, L.; BERGAMIN FILHO, A.; CARMARGO, L. E. A., REZENDE, J. A. M. (ed.). Manual de fitopatologia: doenças das plantas cultivadas. 3 ed.
São Paulo: Agronômica Ceres, 1997.
ROMEIRO, R. S. Controle biológico de doenças de plantas - fundamentos. Viçosa: Editora UFV, 2007. 172p.
ROMEIRO, R. S. Controle biológico de doenças de plantas - procedimentos. Viçosa: Editora UFV, 2007. 268p.
Bibliografia Complementar:
BETTIOL, W.; MORANDI, M. A. B. Biocontrole de doenças de plantas: usos e
perspectivas. Jaguarina: Embrapa Meio Ambiente, 2009. 341p.
BLANCARD, D., LECOQ, H., PITRAT, M. Enfermedades de las cucurbitaceas:
observar, identificar, luchar.1.ed. Madrid : Mundi-Prensa, 1996. 301p.
TRIGIANO, R. N.; WINDHAM, M. T.; WINDHAM, A. S. Fitopatologia. Porto Alegre:
Artimed, 2010. 576p.
64
VALE, F. X. R.; JESUS JÚNIOR, W. C., ZAMBOLIM, L. Epidemiologia aplicada ao
manejo de doenças de plantas. Viçosa: Editora UFV, 2004. 532p.
Disciplina: 200279 – FERTILIDADE DO SOLO
Conceito de fertilidade do solo. Composição do solo. Reação do solo e das
plantas. Matéria orgânica no solo. Nitrogênio do solo. Fósforo do solo. O potássio
no solo. O cálcio no solo. O magnésio no solo. O enxofre no solo. Os micronutrientes no solo.
Bibliografia Básica
BRADY, N. C. Natureza e propriedade dos solos. São Paulo: Freitas Bastos,
1983. 643p.
FERREIRA, M. E.; CRUZ, M. C. P.; FERREIRA JR, M. E. Avaliação da fertilidade
empregando o sistema IAC de análise de solo. Jaboticabal: FCAV, 1990. 94p.
KIEHL, E. J. Manual de edafologia. Relações solo-planta. Campinas : Ceres,
1979. 264p.
LOPES, A. S. Manual de fertilidade do solo. São Paulo: ANDA/POTAFOS, 1989.
153p.
LOPES, A. S., GUIDOLIN, J. A. Interpretação de análise de solo: conceitos e aplicações. São Paulo: ANDA, 1987. 64p.
MALAVOLTA, E. Manual de calagem e adubação das principais culturas.1.ed.
São Paulo: Agronômica Ceres, 1987. 496p.
SANTANA, D. P.; RESENDE, M.; CURI, N. Pedologia e fertilidade do solo: interações e aplicações. 1.ed. Brasília: MEC, 1988. 83p.
Bibliografia Complementar
FREIRE, O. Solos das regiões tropicais – Botucatu, SP; FEPAF, 2006. 268 p.
MELLO, F. de A. F.; et al. Fertilidade do solo. São Paulo: Nobel, 1983. 400p.
MALAVOLTA, E. Manual de química agrícola. Nutrição de planta e fertilidade do
solo. São Paulo: Ceres, 1981. 661p.
NOVAIS, R. F. et al. Fertilidade dos solos.- Viçosa, MG; Sociedade Brasileira de
Ciência do Solo, 2007. 1017p.
VAN-RAIJ, B. Avaliacao da fertilidade do solo. 3.ed. Piracicaba: Potafos, 1987.
142p.
65
Disciplina: 200272 – FORRAGICULTURA E PASTAGENS
Botânica de gramíneas e leguminosas forrageiras. Identificação das principais espécies. Estudo das principais espécies de gramíneas e leguminosas: descrição, exigências nutricionais, composição bromatológica, características agronômicas e recomendações. Forrageiras de inverno. Formação e manejo de pastagens.
Bibliografia Básica
IAC - Instituto Agronômico de Campinas: Boletim Técnico 100: Recomendações
de adubação e calagem para o Estado de São Paulo. Campinas: Fundação IAC,
1996, 285p
CPAF/IAPAR - Comissão Paranaense de Avaliação de Plantas Forrageiras / Instituto Agronômico do Paraná. Forragicultura no Paraná. Londrina, 1996, 305p.
PEIXOTO, A. M.; MOURA, J. C.; FARIA, V. P. Fundamentos do pastejo rotacionado. 1.ed. Piracicaba: Fealq, 1999. 327p.
PEIXOTO, A. M. et al. Pastagens: fundamentos da exploração racional. Piracicaba: FEALQ, 1994, 2ª edição, 908p.
PEIXOTO, A. M. et al. Manejo do Capim Elefante. Piracicaba: FEALQ. Anais...
10º Simpósio sobre Manejo da
Pastagem, 1994, 329p.
PEIXOTO, A. M. et al. O Capim Colonião. Piracicaba: FEALQ. Anais... 12º Simpósio sobre Manejo da Pastagem, 1995, 345p.
PUPO, I. H. Manual de pastagens e forrageiras. 1.ed. Campinas: I.C.E.A., 1995.
343p.
Bibliografia Complementar
DUTHIL, J. A produção de forragens. 1.ed. Lisboa: Presença, c1986. 236p.
MOURA, J. C. Conservação de forragens fenação. 1.ed. Campinas: CATI, 1988.
7p.
PEDREIRA, C.G.S. et al. Fertilidade do Solo para Pastagens Produtivas. Piracicaba: FEALQ. Anais... 21º Simpósio sobre Manejo da Pastagem, 2004, 480p.
PEIXOTO, A. M. et al. Manejo de pastagens de tifton, coastcross e estrela. Piracicaba: FEALQ. Anais... 15º Simpósio sobre Manejo da Pastagem, 1998, 296p.
66
PEIXOTO, A. M. et al. A Planta Forrageira no Sistema de Produção. Piracicaba:
FEALQ. Anais... 17º Simpósio sobre Manejo da Pastagem, 2000, 390p.
PEIXOTO, A. M. et al. Planejamento de Sistemas de Produção em Pastagens.
Piracicaba: FEALQ. Anais... 18º Simpósio sobre Manejo da Pastagem, 2001,
368p.
Disciplina: 200307 – BIOLOGIA DAS PLANTAS CULTIVADAS
Introdução. Matoecologia. Análise de vegetação daninha. Matocompetição.
Herbicidologia. Modo e mecanismo de ação dos herbicidas. Comportamento dos
herbicidas no solo. Condições para aplicação de herbicidas. Herbicidas nas principais culturas.
Bibliografia Básica
KISSMAN, K. G. Planta infestantes e nocivas (Tomos I, II e III). 2ª ed. 1997.
LORENZI, H. Manual de identificação e controle de plantas daninhas: plantio direto e convencional. 6ª ed. Nova Odessa: Editora Plantarun, 2004. 299p.
PRETE, C. E. C.; GAZZIERO, D. L. P.; ADEGAS, F. S. As plantas daninhas e a
semeadura direta.1.ed. Londrina: Embrapa, 2001. 59p.
RODRIGUES, B.; A. F S. Guia de herbicidas. 4.ed. Londrina: IAPAR, 1998. 648p.
YAHN, C. A.; ARANHA, C.; LEITAO FILHO, H. F. Sistemática de plantas invasoras. 1.ed. Campinas: I.C.E.A, 1988. 174p.
Bibliografia Complementar
ARANHA, C.; LEITAO FILHO, H. F.; BACCHI, O. Plantas invasoras de culturas.
1.ed. Campinas: I.C.E.A, c1984. 906p
DURIGAN, J. C. Controle químico de plantas daninhas na citricultura.1.ed. Jaboticabal: FUNEP, 1988. 18p.
FORSTER, R. Controle das plantas invasoras na cultura do milho. 1.ed. Campinas: Fundação Cargill, 1991. 46p.
HOFFMAN-CAMPO, C. B.; SARAIVA, O. F. Resultados de pesquisa da Embrapa
Soja-2002: manejo do solo, plantas daninhas e agricultura de precisão. 1.ed. Londrina: Embrapa, 2003. 59p.
LORENZI, H. , Coord. Manual de identificação e controle de plantas daninhas:
plantio direto e convencional. 3.ed. Nova Odessa: Plantarum, 1990. 240p.
67
Disciplina: 200308 – MELHORAMENTO VEGETAL
Importância e objetivos do melhoramento de plantas. Centros de origem
das plantas cultivadas e bancos de germoplasmas. Sistema reprodutivo das plantas cultivadas. Bases genéticas e métodos de melhoramento de plantas autógamas. Bases genéticas e métodos de melhoramento de plantas alógamas. Melhoramento de espécies de reprodução vegetativa. Melhoramento de plantas visando resistência a doenças e a insetos. Uso da biotecnologia no melhoramento de
plantas.
Bibliografia Básica
BORÉM, A. Melhoramento de espécies cultivadas. Viçosa, Ed. UFV, 1999. 817p.
FALEIRO, F. G.; BRAGA, M. F.; JUNQUEIRA, N. T. V. Maracujá: germoplasma e
melhoramento genético. 1.ed. Planaltina: Embrapa Cerrados, 2005. 677p.
LINDSEY, K.; JONES, M. G. K. Biotecnologia vegetal agrícola. 1.ed. Zaragosa:
Acribia, 1992. 276p.
PATERNIANI, E.; VIEGAS, G.P. Melhoramento e produção do milho. Campinas,
fundação Cargill, 1987. 795p.
PINTO, C. A. B. P., SANTOS, J. B. dos, RAMALHO, M. A. P. Genética na agropecuária. 3.ed. São Paulo: Globo, 1994. 472p.
Bibliografia Complementar
BARRIGA, P.; VENCOVSKY, R. Genética biométrica no fitomelhoramento. 1.ed.
Ribeirão Preto: SBG, 1992. 485p.
BOREM, A.; COSTA, N. M. B. Biotecnologia e nutrição: saiba como o DNA pode
enriquecer a qualidade dos alimentos. 1.ed. São Paulo: Nobel, 2003. 214p.
FALEIRO, F. G.; MORENO, M. A.; YAMADA, M. M. Contribuições da genética
molecular para programa de melhoramento do cacaueiro visando resistência a
vassoura-de-bruxa no sul da Bahia. 1.ed. Ilhéus: CEPLAC, 2010. 20p.
OSSUNA, J. A.; MORO, J. R. Produção e melhoramento do milho. Jaboticabal,
FUNEP, 1995. 176p.
Disciplina: 200309 – PRODUÇÃO DE HORTALIÇAS
68
Desenvolvimento e produção de culturas das famílias: aliáceas, apiáceas, e
solanáceas. Cultivo de hortaliças em ambiente protegido: Estruturas e construção
de estufas, aspectos edafo-climáticos, fisiologia, tratos culturais, nutrição, fertirrigação e manejo fitossanitário de plantas cultivadas em estufas. Técnicas de cultivo em hidroponia, estruturas e tipos de hidroponias, elaboração e manejo de soluções nutritivas, técnicas de produção de brotos de hortaliças. Colheita, póscolheita e comercialização de hortaliças.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BORNE, H. R. Produção de mudas de hortaliças. 1.ed. Guaíba: Agropecuária,
1999. 187p.
CARRIJO, O. A.; LIZ, R. S. Substratos para produção de mudas e cultivo de hortaliças. 1.ed. Brasília: Embrapa Editorial, 2008. 83p.
CHITARRA, A.; CHITARRA, M. I. F. Pós-colheita de frutos e hortaliças: fisiologia e
manuseio. 1.ed. Lavras: ESAL, 1990. 293p.
FERREIRA, M. E.; CASTELLANE, P.D.; CUZ, M. C. P. (Coord.). nutrição e adubação de hortaliças. Piracicaba: Potafos, 1993. 487p.
FILGUEIRA, F. A. R. Novo manual de olericultura: agrotecnologia moderna na
produção e comercialização de hortaliças. Viçosa: UFV, 2000. 402p.
HAAG, H. P.; MINAMI, K. Nutrição Mineral de Hortaliças. 1a e 2a Edições. Campinas, Fundação Cargill. 1988.
INSTITUTO, Centro De Ensino Tecnológico. Produtor de hortaliças. 2.ed. Fortaleza: Demócrito Rocha, 2004. 88p.
HAAG, H.P. e MINAMI, K. Nutrição Mineral de Hortaliças. 1a e 2a Edições. Campinas, Fundação Cargill. 1988.
INSTITUTO, Centro De Ensino Tecnológico. Produtor de hortaliças. 2.ed. Fortaleza: Demócrito Rocha, 2004. 88p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CEBOLA, E Alho. Cebola e alho. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 64p.
CORTEZ, G. E. P.; CASTELHANE, P. D. A cultura da melancia .1.ed. Jaboticabal:
FUNEP, s.d. 64p.
AYET, J. P. et. al. Tomate para exportação: procedimentos de colheita e póscolheita. 1.ed. Brasília: EMBRAPA, 1995. 34p.
69
GORGATTI NETTO, A. et. al. Melão para exportação: Procedimentos de colheita
e pós-colheita. Melão para exportação: procedimentos de colheita e pós-colheita.
1.ed. Brasília: EMBRAPA, 1994. 37p.
IMENES, S. L. Manejo integrado de pragas e doenças da alface. 1.ed. São Paulo:
Secretaria de Agricultura e Abastecimento, 2000. 51p.
PESSOA, H. B. S. V.; VIEIRA, J. V.; MAKISHIMA, N. Cultivo da cenoura (Daucus
carota L.). 1.ed. Brasília: EMBRAPA, 1997. 19p.
SILVA, D. J. H.; PUIATTI, M. Hortaliças: novas tendências de mercado.. Viçosa:
UFV, 2002. 122p.
SOARES, A. M. Q.; LOPES, C. A. Doenças bacterianas das hortaliças: diagnose
e controle. 1.ed. Brasília: EMBRAPA, 1997. 70p.
Disciplina: 200310 – SILVICULTURA
Ecologia florestal. Seleção de espécies. Viveiro florestal. Implantação florestal. Proteção florestal. Manejo florestal. Povoamento florestal. Influencia da
floresta sobre o meio ambiente. Dendrologia. Dendrometria. Preservação da madeira.
Bibliografia Básica:
GUIMARAES, D. P. et al. Avaliação silvicultural, dendométrica e tecnológica de
espécies de Eucalyptus. 1.ed. Planaltina: EMBRAPA, 1983. 73p.
LORENZI, H. Árvores Brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. Vol 2. Nova Odessa: Plantarum, 1998. 352p.
LORENZI, H.; SOUZA, H. M. Plantas ornamentais no Brasil: arbustivas, herbáceas e trepadeiras. 1.ed. Nova Odessa: Plantarum, 1995. 720p.
MANUAL, De Identificação de Mudas. 110 espécies florestais nativas do Estado
de São Paulo. 1.ed. São Paulo: Dersa, 2009. 200p.
PRIMAVESI, O. Manejo ecológico do solo. São Paulo, Nobel, 1988. 548 p.
YARED, J. A. G.; MARQUES, L. C. T.; BRIENZA JUNIOR, S. Agrossilvicultura:
conceitos, classificação e oportunidades para aplicação na Amazônia brasileira.
1.ed. Belém: EMBRAPA, 1998. 39p.
Bibliografia Complementar:
70
CARVALHO, P. E. R. Espécies florestais brasileiras: recomendações silviculturais,
potencialidades e uso da madeira. Colombo: Embrapa.1994. 451p.
LORENZI, H.; SOUZA, H. M. Plantas ornamentais no Brasil: arbustivas, herbáceas e trepadeiras. 3.ed. Nova Odessa: Plantarum, 2001. 1088p.
PRIMAVESI, O. Aquecimento global e mudanças climáticas: uma visão integrada
tropical. 1.ed. São Carlos: Embrapa Pecuária Sudoeste, 2007. 213p.
RIZZINI, C. T. Árvores e madeiras uteis do Brasil: manual de dendrologia brasileira. 2.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1978. 296p.
6º Termo
Disciplina: 200282 – ECONOMIA, AGRONEGÓCIO E PLANEJAMENTO RURAL
Funcionamento dos mercados: demanda, oferta, preços e equilíbrio. Determinantes da demanda e da oferta de produtos agropecuários. Elasticidades e
suas aplicações. Excedente do consumidor e do produtor, eficiência de mercado e
políticas governamentais de controle de preços. Controle de preços de produtos
agropecuários e políticas de estoques reguladores. Teoria do consumidor: restrição orçamentária, teoria ordinal da utilidade, maximização do consumidor, demanda do consumidor. Teoria da produção: tecnologia e função de produção,
custos, maximização do lucro, minimização do custo, oferta da firma. Estruturas
de mercado: concorrência perfeita, concorrência imperfeita, oligopólio e monopólio. Organização industrial no agronegócio. Mercados de commodities. Noções de
teoria dos jogos.
Bibliografia Básica
BATALHA, M. O. (Coord.). Recursos humanos para o agronegócio brasileiro.
1.ed. Brasília: CNPQ, 2000. 284p.
CALLADO, A. A. C. Agronegócio. 3.ed. São Paulo: Atlas. 2011. 203p.
COSTA, F. N. Economia em 10 lições. 1.ed. São Paulo: Makron Books, 2000.
430p.
EMPRESA BRRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUARIA. Planejamento da
propriedade agrícola: modelos de decisão. Brasília, 1984. 300p.
71
ENGEL, A.; A.; L. M. Manual de administração rural: custos de produção. 1.ed.
Guaíba: Agropecuária, 1996. 142p.
MOCHON MORCILLO, F.; TROSTER, R. L. Introdução a economia. 1.ed. São
Paulo: Pearson Makron Books, 2004. 404p.
PINHO, D. B.; VASCONCELLOS, M. A. S. Manual de economia. 3. ed. São Paulo:
Saraiva, 1998. 653p.
Bibliografia Complementar
BRANSON, W. H. Macroeconomia: teoria e política. 2.ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2001. 935p.
BRASIL, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Projeções do agronegócio: assessoria de gestão estratégica. 1.ed. Brasília: ACS, 2009. 64p.
CASIMIRO FILHO, F.; SHIKIDA, P. F. A. Agronegócio e desenvolvimento regional. 1.ed. Cascavel: EDUNIOESTE, 1999. 207p.
KOTLER, P. 0. Marketing para o século XXI: como criar, conquistar e dominar
mercados. 5.ed. São Paulo : Futura, 2000. 305p.
STIGUM, B. P.; STIGUM, M. L. Economia: Macroeconomia. 1.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1973.
THOMPSON, G.; HIRST, P. Globalização em questão: a economia internacional e
as possibilidades de governabilidade. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1998. 364p.
Disciplina: 200300 – BIOTECNOLOGIA VEGETAL
Cultura de tecidos vegetais: organização e instalações laboratoriais, meios
nutritivos, principais aplicações (micropropagação, microenxertia, cultura de ápices caulinares, suspensão celular, cultura de embriões, óvulos e protoplastos,
embriogênese somática, produção de haplóides), aclimatação de plantas. Transformação de plantas: Isolamento de genes e clonagem molecular, técnicas de
transformação (Agrobacterium e biobalística), aplicações dos produtos geneticamente modificados (OGMs), riscos ambientais das plantas transgênicas.
Bibliografia Básica
ALBERTS, B. Fundamentos da biologia celular: uma introdução à biologia molecular da célula. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999. 757 p.
72
ASSAD, A.; SILVEIRA, J. M. F. J.; DAL POZ, M. E.. Biotecnologia e recursos genéticos: desafios e oportunidades para o Brasil.1.ed. Campinas: FINEP, 2004.
412p.
BIOTECNOLOGIA INDUSTRIAL, LIMA, U. A. et al. (coord.). Biotecnologia industrial: Biotecnologia industrial: Biotecnologia na produção de alimentos.1.ed. São
Paulo: Edgard Blucher, 2001.
FARAH, S. B. Dna segredos e mistérios. São Paulo: Sarvier, 2007. 276 p.
GRIFFITHS, A. J. F., MILLER, J. H.; SUZUKI, D. T.; LEWONTIN, R. C.; GELBART, W. M. Introdução à genética. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 6ª ed.,
1998. 856 p.
GRIFFITHS, A. J. F.; GELBART, W. M.; MILLER, J. H.; LEWONTIN, R. C. Genética Moderna. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
Bibliografia Complementar
BORÉM, A.; COSTA, N. M. B. Biotecnologia e nutrição: saiba como o DNA pode
enriquecer a qualidade dos alimentos. 1.ed. São Paulo: Nobel, 2003. 214p.
FERREIRA, M. E.; GRATTAPAGLIA, O. Introdução ao uso de marcadores moleculares em análises genéticas. Brasília: EMBRAPA-CENARGEN, 1995. 220 p.
FRANCO, A. A.; SIQUEIRA, J. O. Biotecnologia do solo: fundamentos e perspectivas. 1.ed. Brasília: MEC, 1988. 235p.
LINDSEY, K.; JONES, M. G. K. Biotecnologia vegetal agrícola. 1.ed. Zaragosa:
Acribia, 1992. 276p.
PUGA, N.; NASS, L.L.; AZEVEDO, J.L. Glossário de Biotecnologia Vegetal. Ed.
Manole, São Paulo, SP, 1991
TORRES, A. C.; CALDAS, L. S. Técnicas e aplicações da cultura de tecidos de
plantas. Brasília: ABCTP/EMBRAPA-CNPH, 1990. 433p.
Disciplina: 200312 – PRODUÇÃO DE ANIMAIS RUMINANTES
Digestão diferenciada entre monogástricos e ruminantes. Produção de Bovinos de Corte; Produção de Bovinos de leite. Produção de ovinos. Produção de
caprinos.
Bibliografia Básica
73
ANDRIGUETTO, J. M. et.al. Nutrição animal: Alimentação animal: nutrição animal
aplicada. 3.ed. São Paulo: Nobel, 1988.
ASHDOWN, R. R.; DONE, S. Atlas colorido de anatomia veterinária: os ruminantes. 1.ed. São Paulo: Manole, 2003. 917p.
BARBOSA, F. A. CARVALHO, F;. A. N. MCDOWELL, R. Nutrição de bovinos a
pasto. 2.ed. Belo Horizonte: Gradual, 2005. 428p.
BOIN, C.; ARCE, R. D.; MATTOS, W. R. S. Utilização de resíduos agro-industriais
da cana-de-açúcar na alimentação de ruminantes. 1.ed. Piracicaba: FEALQ,
1985. 72p.
SILVA, J. F. C.; LEAO, M. I. Fundamentos de nutrição dos ruminantes. 1.ed. Piracicaba: Livroceres, 1979. 380p.
VAZ, C.; M. S. L. Ovinos: o produtor pergunta e a Embrapa responde. 1.ed. Brasília: Embrapa, 2007. 158p.
Bibliografia Complementar
BUTOLO, J. E. Qualidade de Ingredientes na Alimentação Animal. Campinas:
CBNA, 2002. 430p.
FOSFORO, Na Alimentação Animal. O fósforo na alimentação animal. 1.ed. São
Paulo: ANDIF, 1997. 74p.
MARQUES, D. C. Criação de bovinos. 7.ed. Belo Horizonte: CPV, 2003. 586p.
NASCIMENTO, C.; CARVALHO, L. O. M. Criação de bufalos: alimentação, manejo, melhoramento e instalações. 1.ed. Brasília: EMBRAPA/Compra, 1993. 403p.
SANTOS, F. A. P. et. al. Volumosos para bovinos. 2.ed. Piracicaba: FEALQ, 1995.
231p.
VALVERDE, C. C. 250 rações balanceadas para bovinos de corte: confinamento,
semiconfinamento, criação a campo, suplementação para a seca. 1.ed. Guaíba:
Agropecuária, 1997. 180p
Disciplina: 200313 – CULTIVO DE CEREAIS E CANA-DE-AÇÚCAR
Estudo sobre as culturas do arroz, aveia, milho, sorgo, trigo e cana-deaçúcar. Serão abordados os aspectos de importância sócio-econômica, botânica,
preparo e conservação do solo. Operação de adubação, calagem e plantio. Tratos
culturais. Pragas, doenças e seus controles. Colheita e armazenamento dos produtos colhidos.
74
Bibliografia Básica
CAMARA, G. M. S.; OLIVEIRA, E. A. M. Produção de cana-de-açúcar. Piracicaba:
ESAL/USP, Departamento de Agricultura. FEALQ, 1993.
CANTARELLA, H. ed., BULL, L. T., SIMPOSIO, Sobre Fatores Que Afetam A
Produtividade do Milho e do Sorgo. Cultura do milho: fatores que afetam a produtividade. 1.ed. Piracicaba: Assoc. Bras. Pesq. Pot. Fosf., 1993. 301p.
FERNANDES, A. C. Cálculos na agroindústria na cana-de-açúcar. 2.ed. Piracicaba: STAB, 2003. 240p.
INSTITUTO, Centro de Ensino Tecnológico. Produtor de milho. 2.ed. Fortaleza:
Democrito Rocha, 2004. 56p.
NEVES, Marcos Fava, ROSSI, Ricardo Messias. Estratégias para o trigo no Brasil. 1.ed. São Paulo: Atlas, 2004. 224p.
Bibliografia Complementar
ANDERSON, D. L., BOWEN, J. E. Nutrição da cana-de-açúcar. 1.ed. Piracicaba:
POTAFOS, 1992. 40p.
CASTRO, P. R. C. Ecofisiologia de cultivos anuais: trigo, milho, soja, arroz e
mandioca. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1999. 126p.
CULTURA, Do Arroz Irrigado No Estado Do Rio De Janeiro, AMORIM NETO, S.
et.al. A cultura do arroz irrigado no Estado do Rio de Janeiro. 1.ed. Niterói: PESAGRO-RIO, 2008. 99p.
MIRANDA, J. R. História da cana-de-açúcar. 1.ed. Campinas: Komedo, 2008.
168p.
RESENDE, H. Cultura do milho e do sorgo para a produção de silagem. 1.ed. Coronel Pacheco : EMBRAPA, 1991. 110p.
Disciplina: 200286 – ADUBOS, ADUBAÇÃO E CONSERVAÇÃO DO SOLO
Definição. Classificação. Princípios básicos de adubação. Adubos e adubação nitrogenada. Adubos e adubação potássica. Adubos e adubação fosfatada.
Adubos e adubação cálcica.
Adubos e adubação magnesiana. Adubos sulfura-
dos e com micronutrientes. Adubos mistos. Recomendações de calagem e adubação.
75
Bibliografia Básica
ALCARDE, J. C. et.al. Os adubos, os corretivos agrícolas e sua qualidade. 1.ed.
São Paulo: ANDA, s.d.. s.p.p.
BOARETTO, A. E.; ROSALEM, C. A. SIMPÓSIO, Brasileiro De Adubacao Foliar
(Botucatu). Adubação foliar. 1.ed. Campinas: Fundação Cargill, 1989. 2.v.
BRASIL, E. C.; VIEGAS, I. J. M.; CRAVO, M. S. Recomendações de adubação e
colagem para o estado do Para. 1.ed. Belém: Amazônia Oriental, 2007. 262p.
GOEDERT, W. J. Calagem e adubação. 1.ed. Brasília: EMBRAPA, 1995. 59p.
GOMES, P. Adubos e adubações. 12.ed. São Paulo: Nobel, 1988. 186p.
MALAVOLTA, E., USHERWOOD, N. R. Adubos e adubação potássica. 5.ed. Piracicaba: A. B. P. P. F., 1984. 56p.
SA, M. E.; BUZZETI, S. Importância da adubação na qualidade dos produtos agrícolas.1.ed. São Paulo: Icone, c1994. 437p.
NETO, F. L.; BEZERRA, P. C. S. Conservação do solo.1.ed. Piracicaba: Livroceres, 1985. 392p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AZAMBUJA, J. M. V. O solo e o clima na produtividade agrícola: agrometeorologia, fitossanidade, conservação do solo, fertilidade do solo, edafologia e calagem.
1.ed. Guaíba: Agropecuária, 1996. 163p.
CHAVES, J. C. D. Manejo do solo: adubação e calagem, antes e apos a implantação da lavoura cafeeira. 1. ed. Londrina: IAPAR, 2002. 36p.
COSTA, C.; GONCALEZ, D. A., CAMPOS, L. Solos tropicais sob pastagem: características e técnicas para correção e adubação. 1.ed. São Paulo: Icone, 1993.
76p.
LEMOS, R. C. de; SANTOS, R. D. dos. Manual de descrição e coleta de solo no
campo. 3. ed. Campinas: Sociedade Brasileira de Ciências do Solo, 1996. 83p.
MALAVOLTA, E. Manual de química agrícola : adubos e adubação. 3.ed. São
Paulo : Agronomica Ceres, 1981. 596p.
OSAKI, F. Calagem e adubação. Campinas, Ed. Atual, 1991. 503p.
SANTANA, M. B. M. Reunião Brasileira De Fertilidade Do Solo (...Ilhéus). Adubação nitrogenada no Brasil. 1.ed. Ilhéus: CEPLAC, 1986. 290p.
YAMADA, T.; ROBERTS, T. L. Potássio na Agricultura Brasileira. In: Simpósio
sobre potássio na agricultura brasileira, Piracicaba, 2005, 841p.
76
Disciplina: 200314 – FRUTICULTURA
Origem e distribuição. Aspectos econômicos. Classificação botânica; cultivares. Propagação. Instalação do pomar. Tratos culturais (controles de plantas
daninhas, nutrição e adubação, podas, desbastes, irrigação). Pragas e Doenças.
Colheita, pós-colheita e comercialização. Processamento industrial.
Bibliografia Básica
DONADIO, L.C., Ed., SIMPOSIO, de Citricultura. Produtividade de citros. 1.ed.
Jaboticabal: FUNEP, 1988. 304p.
GOMES, P. Fruticultura brasileira. 11.ed. São Paulo: Nobel, 1987. 446p.
MAGALHAES, A. F. J.; OLIVEIRA, A.; COELHO, E. F. Irrigação e fertirrigação em
citros. 1.ed. Cruz das Almas: Embrapa, 2000. 23p.
MANICA, I. Fruticultura: 4. banana/Ivo Manica – Porto Alegre: Ed. Cinco Continentes, 1997. 485p.
MANICA, I. Fruticultura em pomar doméstico: planejamento, formação e cuidados.
Porto Alegre: Rigel, 1993. 143p.
MURAYAMA, S. J. Fruticultura. 1.ed. Campinas: I.C.E.A., 1995. 428p.
INSTITUTO, Centro De Ensino Tecnológico. Produtor de banana. 2.ed. Fortaleza :
Demócrito Rocha, 2004. 64p.
SIMÃO, S. Tratado de Fruticultura. FEAQ, Piracicaba, 1998, 760 p.
Bibliografia Complementar
GOMES, P. Fruticultura brasileira. São Paulo: Nobel, 2007. 446p.
INSTITUTO, Centro De Ensino Tecnológico. Produtor de citros. 2.ed. Fortaleza:
Demócrito Rocha, 2004. 64p.
RODRIGUEZ, O. et. al. Citricultura brasileira. 2.ed. Campinas: Fundação Cargill,
1991. 469p.
MARANCA, G. Fruticultura comercial: mamo, goiaba e abacaxi. 5.ed. São Paulo:
Nobel, 1986. 118p.
YAMAMOTO, P. T. Manejo integrado de pragas dos citros.1.ed. Piracicaba: CP2,
2008. 336p.
Disciplina: 200315 – CULTIVO DE TUBÉRCULOS E ESTIMULANTES
77
Estudo sobre as culturas da batata, mandioca, café, chá e guaraná. Serão
abordados os aspectos de importância sócio-econômica, botânica,
preparo e
conservação do solo. Operação de adubação, calagem e plantio. Tratos culturais.
Pragas, doenças e seus controles. Colheita e armazenamento dos produtos colhidos.
Bibliografia Básica
MALAVOLTA, E.; YAMADA, T.; GUIDOLIN, J.A. (Coord.). Nutrição e adubação do
cafeeiro. 3.ed. Piracicaba: Instituto da Potassa e Fosfato, 1983. 224p.
MELHORIA, Da Competitividade Da Cadeia Agroindustrial Da Mandioca No Estado De São Paulo. Melhoria da competitividade da cadeia agroindustrial da mandioca no estado de São Paulo.1.ed. São Paulo: SEBRAE, 2004. 345p.
RENA, A. B. (Edit.) et. al., CULTURA, Do Cafeeiro : Fatores Que Afetam A Produtividade. Cultura do cafeeiro: fatores que afetam a produtividade. 1.ed. Piracicaba:
POTAFOS, 1986. 447p.
SCANTIMBURGO, J. O café e o desenvolvimento do Brasil. 1.ed. São Paulo: Melhoramentos, 1980. 224p.
SILVA, S. Expansão cafeeira e origens da indústria no Brasil.8.ed. São Paulo: Alfa
Omega, 1995. 114p.
SILVA, E. B.; NOGUEIRA, F. D.; GUIMARAES, P. T. G. Adubação potássica do
cafeeiro: sulfato de potássio. 1.ed. Washington: SOPIB, 2001. 81p.
Bibliografia Complementar
ANDROCIOLI, A. F. Café adensado: Espaçametos e cuidados no manejo da lavoura. 1.ed. Londrina: IAPAR, 2002. 32p.
CHAVES, J. C. D. Manejo do solo: adubação e calagem, antes e apos a implantação da lavoura cafeeira. 1.ed. Londrina: IAPAR, 2002. 36p.
Documentos IAC no. 34, Campinas, 1993. 8 p.
GIORDANO, S.R. Cadernos Universidade do Café: Cadernos Universidade do
Café 2009. 1.ed. São Paulo: Universidade do Café, 2009.
NORMAS, Gerais de Certificação de Batata-semente. Normas gerais de certificação de batata-semente.1.ed. Campinas: CESM, 1997. 50p.
RABELO, P. V. Análise dos sistemas de cultivo do café no cerrado mineiro. 1.ed.
Uberaba : Universidade de Uberaba, 2004. 40p.
78
VIANA, A. C. C.; ORTOLANI, A. A.; ABREU, R. G. Hemileia vastatrix berk et br:
estudos e observações em regiões da Àfrica, sugestões a cafeicultura do Brasil.
1.ed. s.l.: M.I.C, 1971. 193p.
Disciplina: 202446 - Projetos I
Desenvolvimento do aluno de uma atividade teórico x prática relacionando
as disciplinas do curso. Ênfase na prática de elaboração de projeto agropecuário.
Elaboração de projeto integrador. Instrumentos de pesquisa.
Bibliografia Básica
FAZENDA, I. (org.). Didática e interdisciplinaridade. 6.ed. Campinas: Papirus,
2001. 192p.
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 3.ed. São Paulo: Atlas, 1996.
159p.
MARTINS, A. C.; CAMERA, F. LIVRO, Comemorativo 0 0. Compilação dos melhores projetos. 1.ed. Rio de Janeiro: Odebrecht, 2011. 108p.
MORAES, I. N. Elaboração da pesquisa científica. 3.ed. Rio de Janeiro: Atheneu,
1990. 243p.
OLIVEIRA, S. L. de. Tratado de metodologia cientifica: projetos de pesquisas,
TGI, TCC, monografias, dissertações e teses. 2.ed. Sao Paulo: Pioneira, 2000.
320p.
SPECTOR, N. Manual para a redação de teses, projetos de pesquisa e artigos
científicos. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 150p.
Bibliografia Complementar
CENTRO, Universitario Nove De Julho. Encontro De Iniciação Científica. A importância da pesquisa na formação profissional: resumos. 1.ed. São Paulo: Centro
Univ. Nove de Julho, 2005. 183p.
GONCALVES, H. A. Manual de projetos de extensao universitaria. 1.ed. São Paulo: Avercamp, 2008. 115p.
MATIAS-PEREIRA, J. Manual de metodologia da pesquisa científica. 2.ed. São
Paulo: Atlas, 2010. 153p.
NORONHA, J. F. Projetos agropecuários: administração financeira, orcamento e
viabilidade economica. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1987. 269p.
79
POMERANZ, L. Elaboração e análise de projetos. 1.ed. São Paulo: Hucitec, 1985.
246p.
7º Termo
Disciplina: 200316 – LEGUMINOSAS E OLEAGINOSAS
Estudo sobre as culturas do Feijão, Soja, Algodão, Amendoim e Girassol.
Serão abordados os aspectos de importância sócio-econômica, botânica, preparo
e conservação do solo. Operação de adubação, calagem e plantio. Tratos culturais. Pragas, doenças e seus controles. Colheita e armazenamento dos produtos
colhidos.
Bibliografia Básica
CARVALHO, N.; M.; CASTELLANE, P. D.; VIEIRA, R. D. Feijão-de-vagem
(Phaseolus vulgaris): cultivo e produção de sementes. 1.ed. Jabotical: FUNEP,
1988. 60p.
COSTA, J. A. Cultura da soja. 1.ed. Porto Alegre: I. Mânica, 1996. 233p.
DHINGRA, O. D.; ACUNA, R. S. Patologia de sementes de soja. 1.ed. Viçosa:
UFV, 1997. 119p.
EMBRAPA, - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Tecnologias de produção de soja: região central do Brasil 2005. 1.ed. Londrina: Embrapa Soja, 2004.
239p.
FANCELLI, A. L.; DOURADO NETO, D. Produção de feijão. 1.ed. Guaíba: Agropecuária, 2000. 384p.
INSTITUTO, Centro de Ensino Tecnológico. Produtor de algodão. 2.ed. Fortaleza:
Democrito Rocha, 2004. 56p.
MARTIN, N. B.; ASSUMPCAO, R.; SANTOS, Z. A. P. S. Análise econômica da
utilização da adubação verde nas culturas de algodão e soja em rotação com milho e amendoim. 1.ed. São Paulo: IEA, 1983. 30p.
MEDEIROS, J. C. Manejo da cultura do algodão com resultados de pesquisa em
Goiás. 1.ed. Campina Grande: EMBRAPA, 2002. 17p.
80
MENDES, I. C.; HUNGRIA, M.; CAMPO, R. J. A importância do processo de fixação do nitrogênio para a cultura da soja: componente essencial para a competitividade do produto brasileiro. 1.ed. Londrina: Embrapa Soja, 2007. 80p.
MITIDIERI, J. Manual de gramíneas e leguminosas para pastos tropicais. 2.ed.
São Paulo: Nobel, 1988. 198p. PERECIN, D.; FERNANDES, E. J.; CARVALHO,
N. M. Amostragem em campos de produção de sementes de soja.1.ed. Jaboticabal: UNESP, 1988. 18p.
TEIXEIRA, L. B.; CORREA, M.; LEITAO, P. S. Desempenho da mesofauna do
solo sob vegetação secundária enriquecida com leguminosas arbóreas de rápido
crescimento. 1.ed. Belém: Embrapa, 2001. 20p.
Bibliografia Complementar
BELTRAO, N. E. M.; BRAGA SOBRINHO, R.; VIEIRA, R. M. Possibilidades do
cultivo de algodão orgânico no Brasil. 1.ed. Campina Grande: CNPA, 1995. 36p.
BOLETIM, De Pesquisa De Soja. Boletim de pesquisa de soja. 1.ed. Rondonopolis: Fundação, 2006. 264p.
CARVALHO, C. G. P. Informes da avaliação de genótipos de girassol 2006/2007
e 2007. 1.ed. Londrina: Embrapa Soja, 2008. 108p.
COSTA, J.; SICHMANN, W. Cultura do Amendoim. Piracicaba. ESALQ, 1973.
16p.
CULTIVARES, De Soja 00/00. Região Centro-sul. Cultivares de soja 2008/2009
região centro-sul. 1.ed. Londrina: Embrapa, 2008. 76p.
REUNIAO, De Pesquisa De Soja Da Regiao Central Do Brasil. Ata da XXIX Reunião de Pesquisa de Soja da Região Central do Brasil. 1.ed. Londrina: Embrapa
Soja, 2008. 240p.
ROESSING, A. C. Criação de empregos pelo complexo agroindustrial da soja.
1.ed. Londrina : Embrapa Soja, 2004. 50p.
SAN MARTIN, P. Amendoim: uma planta da historia no futuro brasileiro. 2.ed. São
Paulo: Icone, 1987. 68p.
SILVA, C. M.; PENNA, J. C. V., ARANTES, N. E. Algodão e soja. 1.ed. Belo Horizonte : APSEMG, 1998. 176p.
SILVA, M. N. A cultura do girassol. 1.ed. Jaboticabal: FUNEP, 1990. 67p.
Disciplina: 200317 – PRODUÇÃO E TECNOLOGIA DE SEMENTES
81
Importância da semente - Histórico. Formação e fisiologia das sementes.
Processos de produção de sementes. Classes de sementes. Condução e colheita
de campo de produção. Secagem. Beneficiamento e armazenamento. Controle de
qualidade. Comercialização.
Bibliografia Básica
BRASIL, Ministério da Agricultura. Manual de análise sanitária de sementes.
1.ed. Brasília : Ministério da agricultura, 2009. 200p.
BRASIL, Ministério Da Agricultura. Regras para analise de sementes. 1.ed. Brasília : Ministério da Agricultura, 2009. 395p.
CARVALHO, N. M.; CASTELLANE, P. D.; VIEIRA, R. D. Produção de sementes
de melancia. 1.ed. Jaboticabal: FUNEP, 1988. 30p.
CARVALHO, N. M., NAKAGAWA, J. Sementes: Ciência, Tecnologia e Produção.
Fundação Cargill: Campinas, 429p. 1987.
ESAU, K. Anatomia das plantas com sementes. 1.ed. São Paulo: Edgard Blucher,
1997. 293p.
MACHADO, J. C. Patologia de sementes: fundamentos e aplicações. 1.ed. Brasília: Mec, 1988. 106p.
Bibliografia Complementar
ANDRIOLI, A. I.; FUCHS, R. Transgênicos: as sementes do mal: a silenciosa contaminação de solos e alimentos. 1.ed. São Paulo: Expressão Popular, 2008. 276p.
CARVALHO, N. M. Secagem de sementes. FUNEP: Jaboticabal, 165p. 1994.
HENNING, Ademir Assis. Patologia e tratamento de sementes: noções gerais.
1.ed. Londrina: Embrapa, 2004. 51p.
MARCOS FILHO, Julio, CICERO, S. M.; SILVA, W. R. Avaliação da qualidade das
sementes.1.ed. Piracicaba : FEALQ, 1987. 230p.
SOAVE, J. Patologia de sementes. Fundação Cargill: Campinas, 480p. 1987.
NORMAS, Para Produção De Sementes Fiscalizadas. Normas para produção de
sementes fiscalizadas. 1.ed. Campinas: CESM, 1997. 69p.
Disciplina: 200318 – NUTRIÇÃO MINERAL DE PLANTAS
82
Elementos essenciais. Os macro e micronutrientes na planta. Absorção de elementos pelas folhas e raízes. Transporte e redistribuição. Avaliação do estado
nutricional. Nutrição mineral das principais culturas.
Bibliografia Básica:
EPSTEIN, E.; BLOOM, A. J. Nutrição mineral de plantas princípios e perspectivas. 2ª ed. Brasília: Independente, 2004, 403p.
FERNANDES, S. M. Nutrição mineral de plantas. Brasília: Independente, 2006.
432p.
MALAVOLTA, E. ABC da analise de solos e folhas: amostragem, interpretação e
sugestões de adubação. 1.ed. São Paulo: Agronômica Ceres, 1992. 124p.
MALAVOLTA, E.; VITTI, G. C.; OLIVEIRA, S. A. Avaliação do estado nutricional
das plantas: princípios e aplicações.1.ed. Piracicaba: A.B.P.P.F., 1989. 201p
MALAVOLTA, E. Elementos de nutrição mineral de plantas. São Paulo: Agronômica Ceres, 1980.
Bibliografia Complementar
HAAG, H.P. Nutrição mineral de algumas espécies ornamentais. Campinas: Fundação Cargill, 1989.
MALAVOLTA, E. Desordens nutricionais no cerrado. Piracicaba: POTAFOS,
1985.
MALAVOLTA, E. Desordens nutricionais no cerrado. Piracicaba: POTAFOS,
1985.
MALAVOLTA, E. Nutrição mineral, calagem, gessagem e adubação dos citros.
Piracicaba: POTAFOS, 1989.
ROSOLEM, C. A. Nutrição e adubação do feijoeiro. Piracicaba: POTAFOS, 1987.
Disciplina: 200319 – TECNOLOGIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL E
VEGETAL
Generalidades da tecnologia de alimento. Microbiologia dos alimentos.
Embalagens para alimentos. Métodos de conservação de alimentos. Processamento e conservação de frutas, hortaliças e legumes. Tecnologia de amido. Tecnologia de óleos. Tecnologia do leite de consumo e derivados. Tecnologia da carne. Tecnologia e conservação de pescado.
83
Bibliografia Básica
BEHMER, M. L. A. Tecnologia do leite: leite, queijo, manteiga, caseina, iogurte,
sorvetes e instalações, produção, industrialização, análise. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1999. 320p.
CAMARGO, R. et al. Tecnologia de produtos agropecuários – Alimentos. São
Paulo, Nobel, 1984. 304p.
CALDAS, C. Teoria básica das análises sucroalcooleiras. Maceió: Stab, 2005.
172p.
DURAO, J. C.; GIL, J. I. Manual de inspeção sanitária de carnes.1.ed. Lisboa: Calouste Gulbenkian, s.d.. 563p.
EMPRESA, Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Embrapa Caprinos. Iniciando
um pequeno grande negocio agroindustrial: processamento da carne caprina.1.ed. Brasília: Embrapa, 2003. 106p.
FERNANDES, A. C. Cálculos na agroindústria da cana-de-açúcar. 2.ed. Piracicaba: STAB, 2008. 240p.
GAVA, A. J. Princípios de tecnologia de alimentos. 1.ed. São Paulo: Nobel, 1999.
284p.
LIMA, F. Z.; CHAVES, J. B. P.; LOPES, J. D. S. Cachaça: produção artesanal de
qualidade. 1.ed. Viçosa: CPT, 2007. 350p.
MUCCIOLO, P. Carnes: estabelecimentos de matança e de industrialização, condições higiênicas de funcionamento. 1.ed. São Paulo: Icone, 1985. 100p.
OLIVEIRA, M. N.; BARUFFALDI, R. Fundamentos de tecnologia de alimentos.
1.ed. São Paulo: Atheneu, 1998. 317p.
OLIVO, N.; OLIVO, R. O mundo das carnes: ciência, tecnologia e mercado.1.ed.
Criciuma: Grafica Imprint, 2005. 209p.
PARDI, M. C. Ciência, higiene e tecnologia da carne: tecnologia da carne e de
subprodutos, processamento tecnológico. 2.ed. Goiânia: UFG, 2007.
Bibliografia Complementar
AMORIM, H. V. Fermentação alcoólica: ciência e tecnologia. 1.ed. Piracicaba:
Fermentec, 2005. 434p.
BORÉM, A.; COSTA, N. M. B. Biotecnologia e nutrição: saiba como o DNA pode
enriquecer a qualidade dos alimentos. 1.ed. São Paulo : Nobel, 2003. 214p.
84
DURR, J. W.; CARVALHO, M. P.; SANTOS, M. V. O compromisso com a qualidade do leite no Brasil. 1.ed. Passo Fundo: Universidade de Passo Fundo, 2004.
331p.
MILAN, M. Sistema de qualidade nas cadeias agroindustriais. 1.ed. São Paulo:
s/e, 2007. 207p.
MUTTON, M. J. R.; MUTTON, M. A. Aguardente de cana: produção e qualidade.
1.ed. Jaboticabal : FUNEP, 1992. 171p.
Disciplina: 200281 – COMÉRCIO E COOPERATIVISMO
Importância. Comércio interno. Comércio externo. História do cooperativismo. Cooperativismo no Brasil. Sistemas de cooperativismo.
Bibliografia Básica:
AUTOGESTÃO, Associativismo e Cooperativismo, CAMPOLINA, C. et al. Autogestão: associativismo e cooperativismo.1.ed. Belo Horizonte: A.L.E.M.G., 1995.
97p.
BENATO, J..V..A. O ABC do Cooperativismo - ICA, São Paulo: 1994
CAMPOLINA, C. et.al. Autogestão: associativismo e cooperativismo. 1.ed. Belo
Horizonte: A.L.E.M.G., 1995. 97p.
CAMPOS JUNIOR, L. C. O cooperativismo no vale do Paranapanema: estudo das
cooperativas Riograndense, agropecuária de Pedrinhas Paulista e Coopermota
(1980-1995). .ed. Marília: UNIMAR, 2000. 251p.
ENGEL, A.; ANTUNES. L. M. Manual de administração rural: custos de produção.
1.ed. Guaíba: Agropecuária, 1996. 142p.
PINHO, J. B. Comunicação em marketing: princípios da comunicação mercadológica.4.ed. São Paulo: Papirus, 2000. 194p.
PINHO, J. B.; VASCONCELLOS, M. A. S. Manual de economia. 3.ed. São Paulo:
Saraiva, 1998. 653p.
Bibliografia Complementar:
BARROS, G. S. C. Economia da comercialização agrícola. 1.ed. Piracicaba: FEALQ, 1987. 306p.
BRASIL, Ministerio Da Agricultura, Pecuária E Abastecimento. Agronegócio brasileiro: desempenho do comercio exterior. 2.ed. Brasília: MAPA, 2006. 116p.
85
BRUM, A. L. A comercialização no contexto econômico: o caso de agropecuária.
1.ed. Petrópolis: Vozes, 1983. 141p.
PINHO, J. B. Comunicação em marketing: princípios da comunicação mercadológica. 4.ed. São Paulo: Papirus, 2000. 194p.
CAMPOS JUNIOR, L. C. O cooperativismo no vale do Paranapanema: estudo das
cooperativas Riograndense, agropecuária de Pedrinhas Paulista e Coopermota
(1980-1995). 1.ed. Marília: UNIMAR, 2000. 251p.
HIRIART, M. M. M. Projeto de desenvolvimento integrado do cooperativismo de
São Paulo: PDICOOP III: modalidade: cooperativas agropecuárias. 1.ed. São
Paulo: ICA, 2002. 188p.
VERA FILHO, F. M.; STEELE, H. L. Comercialização agrícola. 1.ed. São Paulo:
Atlas, 1971. 443p.
Disciplina: 200242 – EXTENSÃO RURAL
Evolução, caracterização, objetivos e filosofias da extensão rural; Estudo
das modalidades de assistência a agropecuaristas; Geração e transferência de
tecnologia para o meio rural; Análise do modelo institucional de pesquisa e extensão rural no Brasil; A pequena produção agropecuária e a tecnologia apropriada.;
O processo de comunicação; Processo de difusão e adoção de inovações nas
sociedades subdesenvolvidas. Métodos de extensão rural e abordagem participativa.
Bibliografia Básica
BRAGA, G. M.; ARAUJO, J. G. F.; SANTOS, M. M. Extensão rural no desenvolvimento da agricultura brasileira.1.ed. Viçosa: Universidade Federal de Viçosa,
1990. 60p.
ALMEIDA, A. de.; CAMPOS G. W. de. Extensão Rural – dos livros que
a gente lê á realidade que ninguém vê. Porto Alegre: Cabral Editora Universitária,
2006. 121p.
FONSECA, M. T. L. A extensão rural no Brasil: um projeto educativo para o capital. 1.ed. São Paulo : Loyola, 1985. 191p.
FREIRE, P. F. Pedagogia do Oprimido. Editora Paz e Terra. 45 ed., São Paulo,
2005.
86
SCHIMITZ, H. Agricultura Familiar - Extensão Rural e Pesquisa Participativa. São
Paulo: MR Virtual, 2 010. 348p.
Bibliografia Complementar
BICCA, E. F. Extensão rural: da pesquisa ao campo. 1.ed. Guaíba: Agropecuaria,
1992. 183p.
BORDENAVE, J. D.; PEREIRA, A. M. Estratégias de Ensino-Aprendizagem. Editora Vozes. 14 ed., Petrópolis, 1977.
FREIRE, P. Extensão ou Comunicação? 8ª.ed. Paz e Terra, 1983.
GONCALVES, H. A. Manual de projetos de extensão universitária. 1.ed. São Paulo: Avercamp, 2008. 115p.
SOUZA, et al. Administração da fazenda. 5 ed. São Paulo: Globo, s.d. 211p.
Disciplina: 200320 – ÉTICA PROFISSIONAL, LEGISLAÇÃO E RECEITUÁRIO
AGRONÔMICO
Relação do Profissional com a Cidadania. Responsabilidades no Exercício
da Profissão. Atribuições Profissionais. O Sistema Profissional. O Código de Ética
do Engenheiro. A Legislação Profissional. O Mercado de Trabalho. Receituário
Agronômico.
Bibliografia Básica
BURSZTYN, M. Ciência, ética e sustentabilidade: desafios ao novo século. 2.ed.
São Paulo: Cortez, 2001. 192p.
CONFEA. O código de ética começa por você profissional. 4.ed. Brasília: Confea,
2007. 75p.
DALL AGNOL, D.; DUTRA, D. V.; BORGES, M. L. Ética. 1.ed. Rio de Janeiro:
DP&A, 2002. 141p.
MORAES, J. C. Receituário agronômico. Lavras: UFLA/FAEPE, 2000. 86p. (Textos acadêmicos).
PEREIRA, L. M. L. Sistema Confea/CREAS - 75 anos constituindo uma nação.
1.ed. Brasília: Confea, 2008. 238p.
SAMPAIO, D. P. A.; GUERRA, M. S. Receituário agronômico. 1.ed. São Paulo:
Globo, 1988. 436p.
VAZQUEZ, A. S. Ética. 16.ed. Rio de Janeiro: Civilização brasileira, 1996. 267p.
87
Bibliografia Complementar
BARBOSA, A. B.; BERLANGA, T. S. Ética geral e profissional. 1.ed. Marília: UNIMAR, 1999. 143p.
GRUN, M. Ética e educação ambiental: a conexão necessária. 7.ed. Campinas:
Papirus, 2003. 120p.
MACEDO, E. F.; PUSCH J. B. Código de ética profissional comentado. 3.ed. Brasília: Confea, 2007. 254p.
MARTINS, S. M. B. Mercosul: formação profissional e legislação. 1.ed. Canoas:
ULBRA, 1996. 159p.
SALGADO, L. O.; CONCEIÇÃO, M. Z. Manejo integrado e receituário agronômico.
Curso de proteção de plantas, 2. Brasília. ABEAS, 1992. 32p.
SISTEMAS CONFEA/CREA. O código de ética começa por você profissional. 2ª
ed. Brasília, 2003. 24P.
SOARES, M. S. Ética e exercício profissional. Brasília: ABEAS, 1996. 174p.
Disciplina: 200321 – USO E MANEJO DE BACIAS HIDROGRÁFICAS
Introdução. Definição de bacias hidrográficas e microbacias . Hidrográficas.
Interpretação de mapas (rede de drenagem, ocupação do solo, tipos de solos,
etc...). Ciclo hidrológico e balanço hídrico. Erosão hídrica e métodos de controle.
Ddefinição de áreas ripárias e estratégias de recuperação e conservação. Assoreamento e poluição de águas fluviais. Efeito da cobertura vegetal no controle da
erosão. Quantidade e qualidade das águas em bacias hidrográficas. Manejo e
produção sustentada na microbacia hidrográfica.
Bibliografia Básica
GALETI, P. A. Conservação do solo: reflorestamento - clima. 2.ed. São Paulo:
ICEA, 1989. 286p.
MALAVOLTA, E. Manual de calagem e adubação das principais culturas. 1987
PRIMAVESI, A. A agricultura em regiões tropicais: Manejo ecológico do solo. São
Paulo: Nobel, 1988
SCHIAVETTI, A. ; CAMARGO, A. F. M. (editor), Conceitos de bacias hidrográficas: teorias e Aplicações. Conceitos de bacias hidrográficas: teorias e aplicações.
1.ed. Ilhéus: UESC, 2002. 289p.
Bibliografia Complementar
88
DUMSDAY, R. G. Modelo bio-econômico para avaliação de sistemas de conservação do solo. 1.ed. Brasília: Ministério da Agricultura, 1984. 47p.
LEGISLACAO, Sobre Conservação Do Solo. Legislação sobre conservação do
solo. 1.ed. Brasília: Ministério da Agricultura, 1986. 46p.
NETO, F. L.; BERTONI, J. Conservação do solo 3.ed. São Paulo: Icone, 1993.
355p
PRIMAVESI, O. Aquecimento global e mudanças climáticas: uma visão integrada
tropical. 1.ed. São Carlos: Embrapa Pecuária Sudoeste, 2007. 213p.
TECNICAS, De Preparo Do Solo: Efeitos Na Fertilidade E Na Conservação Do
Solo, Nas Ervas Daninhas..., SEGUY, J. et.al. Técnicas de preparo do solo : efeitos na fertilidade e na conservação do solo, nas ervas daninhas e na conservação
de água.1.ed. Goiânia: EMBRAPA, 1984. 26p.
Disciplina: 202447 - PROJETOS II
Elaboração do trabalho científico. Redação técnica. Normas do Trabalho de Conclusão de Curso e Normas da ABNT. Análise do custo/benefício e sua
aplicação.
Bibliografia Básica
ABREU, A. S. Curso de redação. 12.ed. São Paulo: Atica, 2008. 168p.
FAZENDA, I. (org.). Didática e interdisciplinaridade. 6.ed. Campinas: Papirus,
2001. 192p.
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 3.ed. São Paulo: Atlas, 1996.
159p.
POPPER, Karl. A lógica da pesquisa científica. 8.ed. São Paulo: Cultrix, 2000.
567p.
OLIVEIRA, S. L. de. Tratado de metodologia cientifica: projetos de pesquisas,
TGI, TCC, monografias, dissertações e teses. 2.ed. Sao Paulo: Pioneira, 2000.
320p.
SPECTOR, N. Manual para a redação de teses, projetos de pesquisa e artigos
científicos. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 150p.
Bibliografia Complementar
ANDRADE, M. M. Redação científica: elaboração de TCC passo a passo. 1.ed.
São Paulo: Factash, 2007. 198p.
89
GONCALVES, H. A. Manual de projetos de extensao universitaria. 1.ed. São Paulo: Avercamp, 2008. 115p.
GRANATIC, B. Técnicas básicas de redação. 4.ed. São Paulo: Scipione, 2001.
173p.
MATIAS-PEREIRA, J. Manual de metodologia da pesquisa científica. 2.ed. São
Paulo: Atlas, 2010. 153p.
NORONHA, J. F. Projetos agropecuários: administração financeira, orcamento e
viabilidade economica. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1987. 269p.
8º Termo
Disciplina: 200263 – ESTÁGIO SUPERVISIONADO E TCC
Caracterização do campo de estágio. Atividades teóricas e práticas a serem desenvolvidas durante o estágio supervisionado. Metodologia utilizada durante o
estágio (desenvolvimento de técnicas; aplicação de métodos estatísticos; métodos). Avaliação do estágio. Elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso.
Bibliografia Básica:
BIANCHI, A. C. M. Manual de orientação: estágio supervisionado. São Paulo:
Thomson Pioneira, 2005.
BURIOLLA, M. A. F. O estagio supervisionado. 2.ed. São Paulo: Cortez, 1999.
176p.
FAZENDA, I. C. A. et al., Prática, de Ensino e o Estágio Supervisionado. Prática
de ensino e o estágio supervisionado. 8.ed. Campinas: Papirus, 2002. 139p.
PARRA FILHO, D.; SANTOS, J. A. Apresentação de trabalhos científicos: monografia, TCC, teses e dissertações. 7.ed. São Paulo: Futura, 2002. 142p.
ROESCH, S. M. A. Projetos de estagio do curso de administração: guia para pesquisas, projetos, estágios e trabalho de conclusão de curso. 1.ed. São Paulo:
Atlas, 1996. 189p.
Bibliografia Complementar
ANDRADE, M. M. Redação científica: elaboração de TCC passo a passo. 1.ed.
São Paulo: Factash, 2007. 198p.
90
BARREIRO, I. M. F. Pratica de ensino e estágio supervisionado na formação de
professores. 1.ed. São Paulo: Avercamp, 2006. 126p.
CENTRO, de Integração Empresa-Escola. A qualidade dos estágios e sua importância sócioprofissional. 1.ed. São Paulo: CIEE, 2005. 89p.
OLIVEIRA, S. L. Tratado de metodologia científica: projetos de pesquisas, TGI,
TCC, monografias, dissertações e teses. 2.ed. São Paulo: Pioneira, 2000. 320p.
SALOMON, D. V. Como fazer uma monografia. 10.ed. São Paulo: Martins Fontes,
2001. 412p.
Disciplina 201991: LIBRAS – LING. BRASIL. DE SINAIS
Proporcionar ao aluno subsídios para a aquisição de conhecimentos específicos da LIBRAS. Capacitando-o quanto ao conceito de LIBRAS, a história do
surdo no Brasil e no mundo, convenções da língua, organização e morfologia.
Conceitos básicos para o trabalho e o atendimento das necessidades educacionais especiais dos surdos em sala de aula e na comunidade.
Bibliografia Básica
LACERDA, C. B. F. de; GOES, M. C. R. de. Surdez: Processos educativos e subjetividade. 1.ed. São Paulo: Lovise, 2000.
MACEDO, E. C., CAPOVILLA, F. C. Org., RAPHAEL, W. D. Manual ilustrado de
sinais e sistema de comunicação em rede para surdos. 1.ed. São Paulo: USP,
1998. 253p.
SALLES, H. M. M. L. Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos para a
prática pedagógica: Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos para a
pratica pedagógica. 1.ed. Brasília: MEC, 2004.
Bibliografia Complementar
CAPOVILLA, F. C. Língua de sinais brasileira: dicionário enciclopédico ilustrado
trilingue: abrindo o mundo do surdo brasileiro a pesquisa e a intervenção psicológicas. 1.ed. São Paulo: USP, 2000.
LICHTIG, I. Org, CARVALHO, R. M. M. Audição: Abordagens Atuais. 01.ed. Carapicuíba: Pro-Fono, 1997.
91
PINALDI, G. PROGRAMA DE CAPACITACAO, De Recursos Humanos Do Ensino
Fundamental Serie Atualidades Pedagógicas: A educação dos surdos. 1.ed. Brasília: MEC, 1997.
QUADROS, R. M. O tradutor e interprete de língua brasileira de sinais e língua
portuguesa. 1.ed. Brasília: MEC, 2004. 94p.
3.2. PROJETO INTEGRADOR
A prática educativa deve ser encarada como uma ação viva, propiciando
aos educadores e educandos momentos de alegria, de entusiasmo, com idéias,
valores, criatividade e, principalmente, dinamismo.
Nas escolas, vários projetos interdisciplinares têm sido realizados, muitos
com características tradicionais, estando longe de conceitos, ações, atitudes, posturas e resultados daquilo que se constitui verdade. Notam-se temas de projetos
sendo adotados por imposição da direção e/ou coordenação pedagógica, os quais
deverão ser trabalhados pelos professores, sem nenhum tipo de orientação ou
nenhum tipo de participação na sua escolha.
O termo interdisciplinaridade não tem significado único, ele possui diferentes interpretações, mas, em todas elas, está implícita uma nova postura diante do
conhecimento, uma mudança de atitude em busca da unidade do pensamento.
A interdisciplinaridade refere-se a toda atividade escolar vivida a partir de
diferentes enfoques e, na escola, esses “pontos de vista” diferenciados são exatamente as distintas matérias, ou seja, um determinado fenômeno deve ser estudado por várias matérias, para que não se supervalorize a parte em detrimento do
fenômeno como um todo. É na integração entre os conteúdos programáticos trabalhados em cada disciplina que se constrói a interdisciplinaridade; visão horizontal do processo ensino-aprendizagem, que acontece dentro de uma determinada
série.
O mais problemático é que os próprios alunos, peças fundamentais desse
processo, são ignorados. O resultado é o surgimento de temas descontextualizados até da própria comunidade escolar.
No Curso de Engenharia Agronômica da Unimar a utilização de projetos interdisciplinares como prática pedagógica para a construção do conhecimento tem
92
como proposta um diferencial em relação aos cursos ofertados por outras Instituições.
3.2.1. Objetivos:
a) Desenvolver nos discentes a capacidade de aplicação dos conceitos e
teorias estudadas durante o curso de forma integrada, proporcionando-lhe a oportunidade de confrontar as teorias estudadas com as práticas profissionais existentes, para consolidação de experiência e desempenho, profissionais;
b) Contribuir parfa o aperfeiçoamento do discente e a competência na solução de problemas sociais e ambientais;
c) desenvolver a capacidade de planejamento e disciplina para resolver problemas dentro das diversas áreas de atuação.
3.2.2. Critérios
a) O projeto proposto será realizado em trabalhos de grupos formados conforme orientação do colegiado de curso quanto ao número de alunos;
b) O Projeto Integrador é uma exigência curricular na formação
acad6emica e profissional do discente, constituindo um fim em cada termo de
composição do curso.
3.2.3. Supervisão
A supervisão do Projeto Integrador é de responsabilidade da Coordenação do Curso.
3.2.4. Avaliação
a) A nota final do Projeto Integrador, em cada teremo, é atribuída numa
escala compreendida entre zero (0) e 10 (dez);
b) será considerado aprovado o aluno que obtiver onta igual ou superior a 7
(sete);
c) será reprovado o aluno quando ocorrer pelo menos um dos ítens abaixo:
- o trabalho não cumprir o objetivo proposto;
- o tgrabalho for plágio;
- o trabaho não ser desenvolvido pelos alunos;
93
- não for comprovada a presença e participação do aluno nas atividades do
grupo do projeto.
3.2.5. Regulamento A Regulamentação do Projeto Integrador proposta pelo Colegiado de
Curso encontra-se em anexo.
3.3. ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Atendendo às Diretrizes Curriculares, com deliberações contidas no PPI,
PDI e PPC do Curso de Engenharia Agronômica, fica estabelecido que todos os
alunos ingressantes a partir de 2004 deverão realizar as atividades complementares, sendo estas consideradas pré- requisito para a matrícula na Disciplina de Estágio Supervisionado.
As Atividades Complementares do Curso de Agronomia são orientadas pelo
Regulamento das Atividades Complementares dos Cursos de Graduação da Universidade de Marília. Para o Curso de Agronomia são exigidas 200 (duzentas)
horas de carga horária para integralização do Curso. A Pró-Reitoria Graduação
normatizou para todos os cursos da Universidade de Marília, o regulamento das
atividades complementares que entrou em vigor na data de 31 de julho de 2008.
O Curso de Agronomia promove anualmente diversas atividades extracurriculares, tais como cursos de curta duração, palestras técnicas, durante a qual
empresas e profissionais destacados tanto no meio acadêmico quanto profissional
vêm expor seus trabalhos e comentar sua obra com o corpo docente e discente.
Além desses eventos, o Curso de Agronomia, juntamente com os cursos
de Medicina Veterinária e Zootecnia tem participado da Semana de Ciências
Agrárias, através de cursos relacionados às diversas áreas do setor agropecuário.
Também são realizadas visitas técnicas a Destilarias e Usinas da região, à
Jacto Equipamentos Agrícolas e Agroindústrias da região, onde os alunos podem
vivenciar na prática o dia-a-dia da atuação profissional, ampliando seus conhecimentos mediante a experiência dos profissionais que geralmente os recepcionam.
Outra opção oferecida pelo Curso é o Programa de Prática Profissional,
onde alunos desde o início do curso têm possibilidades de desenvolverem ativi-
94
dades práticas inerentes à sua formação profissional nos diversos setores da Fazenda Experimental, motivando e valorizando o aprender a aprender, vivenciando
a realidade de atividades de campo.
No item 2.5 (Atividades desenvolvidas pelo Curso) estão descritas outras
atividades onde os alunos podem participar.
Não apenas as atividades promovidas pela IES UNIMAR são aceitas para
o cômputo da carga horária de atividades complementares, mas todas aquelas
desenvolvidas também em outras IES ou outras instituições e situações previstas
no Regulamento de Atividades Complementares.
Cópia xerográfica de todos os comprovantes são mantidas em arquivo junto à coordenadoria de curso, junto a ficha controle do aluno.
O estímulo à participação de atividades desenvolvidas fora da IES Unimar,
como congressos e simpósios entre outros, é constante não apenas por parte da
coordenação do curso de Agronomia como também por parte do próprio corpo
docente haja visto sua formação acadêmica-científica.
O objetivo geral das atividades complementares é o de flexibilizar o currículo pleno do curso e propiciar aos alunos a possibilidade de aprofundamento temático e interdisciplinar.
REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE
ENGENHARIA AGRONÔMICA
1. Os alunos do Curso de Engenharia Agronômica da Universidade de Marília deverão desenvolver 200 horas em atividades complementares, antes de concluir o
curso, sendo esta pré- requisito para a matrícula na Disciplina de Estágio Supervisionado e TCC;
1.1. O desenvolvimento das atividades complementares poderá ser realizado
desde o 1º semestre em que o aluno se matricula;
1.2. O aluno deverá cumprir 50% da carga horária das atividades complementares
(100 horas) até a realização de metade do número total de créditos do curso;
1.3. As atividades complementares podem ser realizadas durante o período de
férias escolares, desde que respeitados os procedimentos estabelecidos neste
Regulamento.
2. As atividades complementares, que podem ser reconhecidas para efeitos de
95
aproveitamento da carga-horária, são:
Grupo A: Relacionadas à iniciação científica: Participação em Monitorias; Pesquisas; Órgãos de Fomento a Pesquisa – Bolsas de Iniciação Científica – PIBIC;
Grupos de estudo e pesquisa sob orientação e supervisão docente;
Grupo B: Participação em Congressos, Seminários, Simpósios, Cursos e
Palestras, além de outras atividades assistidas;
Grupo C: Publicações: Artigos publicados em revistas indexadas; publicados em
revistas não indexadas; Monografias que não caracterizem o Trabalho de Conclusão de Curso; Apresentação de trabalhos em eventos científicos;
Grupo D: Atividades de Complementação da Formação profissional: estágios extra curriculares; estágios em Empresa Júnior / Incubadora de Empresa; Participação em projetos com relevância social - Ações Comunitárias;
Grupo E: Atividades de Extensão: Cursos relacionados à área de formação; Cursos à distância; Disciplinas cursadas em programas de extensão; Outras atividades de extensão (Colegiados de Curso, Comissão Organizadora de Eventos Científicos, Diretoria Acadêmica, Atividades Culturais e Voluntariado).
2.1. O aproveitamento da carga horária seguirá os seguintes critérios:
Critérios para avaliação de atividades complementares
Tipo de Atividade
Desenvolvimento da atividade de monitoria: a creditação de horas
complementares corresponderá a 50%
das horas exercidas na atividade
Participação em Projetos de Fomento a Pesquisa- PIBIC
(Individual): a creditação de horas complementares corresponderá a
50% das horas exercidas na atividade
Participação em grupos de pesquisas: a creditação de horas complementares corresponderá a 20% das horas exercidas na atividade
Participação em grupos de estudo regulamentados e documentados sob supervisão e orientação de professores da Universidade: a
creditação de horas complementares corresponderá a 20% das horas
exercidas na atividade.
Congressos, seminários, conferências e palestras assistidas:
Eventos Científicos locais: 15 horas cada dois eventos
Eventos Científicos estaduais: 15 horas cada evento
Eventos Científicos nacionais: 15 horas cada evento
Palestras Científicas: 02 horas cada evento
Defesas de dissertação de mestrado e tese de doutorado
Assistidas na Universidade de Marília: a creditação de horas atividades complementares será equivalente ao total da atividade
Carga horária
Até 80 horas
Até 120 horas
Até 120 horas
Até 80 horas
Até 45 horas
Até 30 horas
96
Eventos: (dias de campo), creditação de 03 horas atividades complementares por evento.
Artigos publicados em revistas indexadas: cada artigo publicado:
creditação de 20 horas atividades complementares
Artigos publicados em revistas não indexadas: cada artigo publicado: creditação de 10 horas atividades complementares
Monografias não curriculares (Trabalhos de Revisão Editado): creditação de 5 horas atividades complementares
Apresentação de trabalhos em eventos científicos: creditação de 5
horas atividades complementares por trabalho apresentado
Estágios extra curriculares: a creditação de horas complementares
corresponderá a 50% das horas exercidas na atividade
Estágios em Empresa Júnior/Incubadora de empresa
Até 30 horas
Até 60 horas
Até 30 horas
Até 20 horas
Até 45 horas
Até 120 horas
Até 60 horas
A creditação de horas complementares corresponderá a 50%
das horas exercidas na atividade
Cursos relacionados à área de formação profissional: a creditação
de horas atividades complementares corresponderá a 20% do total de
horas do curso realizado.
Até 60 horas
Cursos à distância relacionados à formação profissional: inclusive
para proficiência de línguas, creditação de 20% do total de horas do
curso realizado.
Disciplinas cursadas em programas de extensão relacionadas à
área de formação profissional: a creditação de horas atividades complementares será equivalente ao da carga horária da disciplina cursada
Outras atividades de extensão: para atividades não mencionadas a
validação e a creditação em horas atividades complementares, será
avaliada pela coordenação, obedecendo aos mesmos critérios dispostos anteriormente.
Até 60 horas
Até 90 horas
2.2. O limite da carga horária deverá ser respeitado por cada atividade complementar acima descrita, não podendo ser aproveitada, para outros fins que não
correspondem neste Regulamento.
3. Para que cada atividade complementar tenha a sua validação e conseqüente
creditação no histórico escolar do aluno, estabelecem-se as seguintes exigências:
Critérios para validação e creditação das atividades complementares.
Tipo de Atividade
Monitoria
Participação em pesquisas
Participação no PET/PIBIC
Exigências ou Requisitos
Relatório do Orientador com freqüência e aproveitamento
Relatório ou documentação comprobatória do orientador com freqüência
e aproveitamento
Relatório do Orientador
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Participação em grupos de estudo/pesquisa sob supervisão de professores
Congressos, seminários, conferências e
palestras assistidas
Defesas de dissertação de mestrado e
tese de doutorado assistidas na Universidade de Marília, respeitando-se o valor
de duas horas por cada evento
Relatório do Orientador
com freqüência e aproveitamento
Certificado de presença e apresentação de relatório
Certificado de presença e apresentação de relatório
Eventos
Certificado de presença e apresentação de relatório
Artigos publicados em revistas indexadas
Artigo publicado
Artigos publicados em revistas não indexadas
Artigo publicado
Monografias não curriculares
Monografia produzida
Apresentação de trabalhos em eventos
científicos
Realização de estágios não curriculares
Certificado de apresentação
Trabalho apresentado
Atestado de realização e
apresentação de relatório
com freqüência e aproveitamento
Atestado de participação e apresentação de Relatório
com freqüência e aproveitamento
Comprovante de participação e apresentação de relatório com freqüência
e aproveitamento
Realização de estágios em Empresa Júnior / Incubadora de Empresa
Participação em projetos sociais
Cursos à distância
Certificado de realização
Disciplinas cursadas em programas de
extensão
Certificado de realização
Outras atividades de extensão
Certificado de realização
4. Ao planejar sua atividade complementar, o aluno deverá:
4.1. Consultar este Regulamento e solicitar com 15 dias de antecedência, o parecer do Coordenador do Curso sobre a relevância daquela atividade para a sua
formação profissional. Os casos que excepcionalmente não atenderem este item
serão avaliados pela coordenação do curso.
5. O controle acadêmico do cumprimento dos créditos referentes às atividades
complementares é responsabilidade do Coordenador do Curso, a quem caberá
avaliar a documentação exigida para validação da atividade.
5.1. Após a realização da atividade, o aluno deverá submeter, no prazo de 30
98
(trinta) dias, por meio de ofício de VALIDAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES, a documentação exigida (comprovantes originais e uma cópia) a
Coordenação, que os apreciará, podendo recusar a atividade se considerar insatisfatórios a documentação e/ou o desempenho do aluno.
5.2. Sendo aceita a atividade complementar realizada pelo aluno, cabe ao Coordenador atribuir a carga horária correspondente.
5.3. A carga horária atribuída pelo Coordenador de Atividades Complementares a
cada uma das atividades obedecerá a uma escala variável até o limite daquela
solicitada com a atividade analisada, atendendo a critérios de desempenho e qualidade;
5.4. Os comprovantes originais apresentados pelo aluno serão devolvidos após
análise do Coordenador de Atividades Complementares e devem permanecer sob
a posse e responsabilidade direta de cada aluno.
5.5. Quando ocorrer eventual solicitação de comprovantes já analisados, deverá o
aluno reapresentá-los ao Coordenador.
6. O Coordenador encaminhará à Secretaria Setorial que repassará a Secretaria
Geral da Universidade de Marília no final de cada semestre a carga horária atribuída para cada atividade complementar realizada, nos termos do item 5.2, através
do requerimento que lhe foi inicialmente encaminhado, para fins de registro e controle.
7. Os alunos que ingressarem no curso por meio de algum tipo de transferência
ficam também sujeitos ao cumprimento da carga horária de atividades complementares, podendo solicitar à Coordenação das Atividades Complementares o
cômputo de parte da carga horária atribuída pela Instituição de origem, observadas as seguintes condições:
a) as atividades complementares realizadas na Instituição ou curso de origem devem ser compatíveis com as estabelecidas neste Regulamento;
b) a carga horária atribuída pela instituição de origem não poderá ser superior a
conferida por este Regulamento à atividade idêntica;
c) Fica determinado que o limite máximo de aproveitamento da carga horária será
de 100 (cem) horas;
8. Os casos omissos serão resolvidos pelo Conselho de Curso Engenharia Agronômica, ouvida a respectiva Coordenação de Atividades Complementares.
99
3.4. PROGRAMA DE MONITORIA
Considerando a necessidade em incutir no aluno a capacidade organizacional didático-pedagógica, o Curso de Engenharia Agronômica possibilita a ele participar do Programa de Monitoria Institucional, seguindo a Portaria 008/2009 abaixo citada:
PROGRAMA DE MONITORIAS
PORTARIA GR. N.º008/2009
MARCIO MESQUITA SERVA, Reitor da Universidade de Marília, no uso de
suas atribuições Estatutárias e Regimentais;
CONSIDERANDO o que dispõe o artigo 84 da Lei n.º 9.394, de 26 de dezembro de 1996, que alunos poderão ser aproveitados em tarefas de ensino e
pesquisa pelas respectivas instituições, desempenhando funções de monitoria, de
acordo com seu rendimento e seu plano de estudos;
CONSIDERANDO que é necessário criar mecanismos de incentivo ao estudo e aprendizagem dos alunos da Universidade de Marília;
R E S O L V E:
Artigo 1. O Programa de Monitoria da Universidade de Marília, destinado a alunos regularmente matriculados em seus cursos de graduação, obedecerá às normas estabelecidas na presente Portaria.
Artigo 2. O Programa de Monitoria, considerando a excelência do rendimento
nos estudos e a vocação para o magistério dos alunos que a ele se
candidatarem, conta com um quadro de monitores, cujo número de vagas constará do Plano Anual de Trabalho da Pró-Reitoria de Graduação, aprovado pela Entidade Mantenedora.
§ 1º -
Para os fins de que trata o caput deste artigo, até 31 de novembro de
cada ano, tendo em consideração a previsão das necessidades para o
ano letivo seguinte, os cursos encaminharão à Pró-Reitoria de Graduação solicitação de vagas para a constituição do quadro de monitores,
com vistas ao ano letivo subseqüente.
§ 2º -
Os candidatos à Monitoria farão inscrição junto à Coordenação do Curso onde estudam.
100
Artigo 3. São objetivos do Programa de Monitoria:
I - em relação à Universidade:
1. estimular o desenvolvimento da vocação para o magistério nos alunos que
apresentem excelência em seu rendimento escolar;
2. propiciar condições institucionais para o atendimento à melhoria do processo
ensino-aprendizagem;
3. tornar as ações institucionais mais positivas e competitivas na transmissão do
conhecimento e na construção do saber;
4. possibilitar a cooperação entre os corpos discente, docente e técnico administrativo da Universidade;
5. qualificar os melhores alunos, com vistas à continuidade da respectiva formação acadêmica, especialmente para o encaminhamento dos mesmos a programas de pós-graduação.
II – em relação aos alunos:
1. despertar vocações para o magistério e para o exercício de atividades auxiliares de ensino, pesquisa e extensão no âmbito da disciplina na qual se vinculará;
2. proporcionar a aprendizagem de técnicas e métodos de ensino, assim como
estimular o desenvolvimento do pensamento científico e da criatividade;
3. preparar o aluno participante do programa de Monitoria para o acesso ao magistério superior;
4. aumentar a produção acadêmica dos discentes vinculados ao Programa de
Monitoria.
III – em relação aos docentes:
1. estimular professores a engajarem, no processo acadêmico, alunos de destacado desempenho, otimizando a capacidade de orientação ao magistério na
UNIMAR;
2. estimular o aumento da produção acadêmica dos docentes;
3. melhorar a qualidade do ensino e da aprendizagem.
Artigo 4. A avaliação do Programa de Monitoria será realizada pelo Coordenador
e professores dos respectivos cursos que oferecerem a monitoria e receberão o nome de Comitê de Avaliação.
Artigo 5. Compete ao Comitê de Avaliação:
101
I – avaliar o Programa de Monitoria, com vistas ao cumprimento
das diretrizes e dos objetivos fixados;
II – coordenar a realização de trabalho de Monitoria visando o
aperfeiçoamento dos Monitores;
Artigo 6. São as seguintes as atribuições do Monitor:
I - auxiliar os docentes na preparação de aulas, de atividades de laboratório e de preparação de materiais didático e de apoio, bem como na
fiscalização e no acompanhamento das provas e trabalhos escolares;
II – auxiliar os docentes na realização de trabalhos práticos e experimentais, desde que compatíveis com o seu grau de conhecimento e
experiência na disciplina;
III – assistir as aulas dos professores que ministram a disciplina para a
qual tenha sido selecionado, visando não apenas o seu aperfeiçoamento pessoal, como também o efetivo acompanhamento das turma;
IV – organizar e orientar grupos de estudos formados por alunos matriculados na disciplina, visando o melhor aproveitamento dos conteúdos
programáticos já ministrados;
V – realizar atividades auxiliares de pesquisa e de extensão, vinculadas
à disciplina, por indicação do respectivo professor responsável;
VI – elaborar relatório escrito, contendo os resultados do trabalho desenvolvido, para apresentação, através de exposições orais e/ou painéis.
Artigo 7. A vigência do Contrato de monitor é de um (1) semestre, com possibilidade de aditamento para mais um (1) semestre.
§ 1º -
Concluído o prazo de vigência do Contrato, caso o monitor queira continuar desenvolvendo essa atividade, deverá candidatar-se novamente
ao concurso para provimento de vagas e se aprovado, assinará um novo Contrato.
Artigo 8. Na vigência da designação para o Programa de Monitoria, as atividades
do aluno serão exercidas com observância ao previsto no artigo 4º.
Artigo 9. São requisitos para que o aluno se inscreva ao concurso do Programa
de Monitoria:
102
I – ter concluído os dois primeiros termos do curso de graduação no
qual esteja matriculado;
II – ter concluído com aproveitamento a disciplina para a qual se candidata
III – não ter sido reprovado em nenhuma disciplina do curso que realiza
e ter obtido média global mínima igual ou superior a sete (7);
IV – comprovar a regularidade da situação financeira com a Universidade;
V – comprovar disponibilidade para o exercício das funções de Monitor,
com jornada de no mínimo vinte (20) horas semanais, em turno diferente daquele em que esteja matriculado.
Artigo 10. O concurso para provimento das vagas do Programa de Monitoria utilizará os seguintes instrumentos de avaliação:
I – análise curricular de caráter classificatório, compreendendo a avaliação do histórico escolar e do curriculum vitae do candidato;
II – entrevista, de caráter eliminatório, na qual o aluno será avaliado
com vistas à demonstração de suas aptidões e habilidades para a função e de seu desembaraço para o exercício da monitoria, em quaisquer
de seus abrangentes aspectos;
III – prova escrita, de caráter eliminatório e classificatório, caso necessário, versando sobre assunto constante do conteúdo programático da
disciplina para a qual se candidata;
Artigo 11. O concurso a que se refere o artigo anterior será promovido com observância aos artigos 4º e 5º.
Artigo 12. Será considerado eliminado da classificação o candidato que não obtiver, nas avaliações, nota mínima igual a sete (7).
Artigo 13. Para efeito de classificação prevalecerá, em ordem decrescente, a média aritmética simples das notas obtidas nas avaliações.
§ 1º -
Na hipótese de empate na média aritmética simples, entre dois ou mais
candidatos inscritos para a mesma disciplina, terá prioridade o candidato que obtiver a maior nota na análise curricular.
§ 2º -
Persistindo o empate, a prioridade será para o candidato que tiver obtido a maior nota na prova escrita, e, mantido o empate, a prioridade será
103
para o candidato que apresentar melhor rendimento acadêmico no
conjunto das disciplinas cursadas na UNIMAR, no período letivo anterior à realização do Concurso.
Artigo 14. Durante o exercício da monitoria, ao aluno participante do Programa
será concedida uma ajuda de custo de até no máximo R$100,00 (cem
reais) mensais.
Parágrafo Único - A concessão referida no caput não implicará em
qualquer vinculação de caráter empregatício com a Associação de Ensino de Marília Ltda.
Artigo 15. O Monitor cumprirá, em horário não conflitante com o de suas aulas, a
carga horária semanal mínima de vinte (20) horas, distribuídas entre as
diversas atividades previstas no Programa.
Artigo 16. O desempenho do aluno no Programa de Monitoria poderá ser considerado relevante para futura admissão na carreira docente da UNIMAR,
respeitadas as exigências e os requisitos necessários para a habilitação
na carreira referenciada.
Artigo 17. O aluno participante do Programa de Monitoria poderá ser desligado de
sua função, a qualquer tempo, por ato do Comitê de Avaliação, nos seguintes casos:
I – quando o próprio aluno solicitar o seu desligamento;
II – quando vier a sofrer pena disciplinar;
III – por proposta do Coordenador do respectivo curso, aprovada pelo
Reitor;
IV – quando for reprovado em qualquer disciplina do termo em que esteja matriculado.
§ 1º -
Se o aluno participante do Programa vier a responder a inquérito no
âmbito da UNIMAR, o mesmo será suspenso do exercício de suas atividades como Monitor, com a consequente interrupção da bolsa de estudos.
§ 2º -
O aluno que colar grau será automaticamente excluído do programa de
monitoria.
104
Artigo 18. Ao final do exercício da monitoria, poderá ser expedida declaração que
comprovará o cumprimento efetivo pelo aluno de suas funções de monitor.
Artigo 19. Compete à Secretaria Geral zelar pelo correto cumprimento desta Portaria, inclusive comunicando imediatamente à Reitoria as irregularidades encontradas.
Artigo 20. Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação, revogadas as
disposições em contrário.
Marília, 19 de outubro de 2009.
Márcio Mesquita Serva
Reitor
3.5. ESTÁGIO SUPERVISIONADO E EXTRACURRICULAR
Além de proporcionar ao aluno a oportunidade de aplicação direta da sua
aprendizagem em situações reais da Engenharia Agronômica, o estágio supervisionado tem também o objetivo de proporcionar uma possibilidade de garantia de
vaga no mercado de trabalho. A avaliação de egressos mostra claramente que
grande número de alunos que saem para estágio supervisionado são contratados
nos próprios locais da realização de estágio. Esta situação mostra claramente que
os alunos formados conseguem se enquadrar nos diferentes ambientes de trabalho, cumprindo tarefas e obrigações, agindo com bastante ética e se caracterizando por se tornarem empreendedores.
Além dos estágios obrigatórios previstos na grade curricular, os estudantes
são constantemente estimulados a realizarem estágios não-obrigatórios no decorrer da sua formação, aproveitando especialmente os períodos de férias para se
deslocar a locais de estágio e complementar assim a sua formação.
A universidade proporciona aos alunos toda a infra-estrutura para a realização do estágio curricular indicando professores supervisores dessas atividades,
bem como, dentro de suas possibilidades, mantém uma listagem com empresas
conveniadas com a instituição e que oferecem vagas para os estagiários.
A Instituição possui um Departamento de Estágios, atuando junto à Secretaria Geral e normas próprias para o desenvolvimento do Estágio Supervisionado
105
e do Extracurricular que fazem parte dos anexos a esse PPC (PORTARIA PROGRAD Nº 12, DE 31 DE JULHO DE 2008). Todos os alunos do Curso de Engenharia Agronômica devem cumprir o estágio curricular supervisionado, de caráter
obrigatório, em entidade ou empresa, pública ou privada, cadastrada no Departamento de Estágio desta Instituição.
O estágio supervisionado do Curso tem carga horária mínima de 520 horas, a ser cumprida no último semestre letivo (8º Termo).
REGULAMENTO INTERNO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Art. 1. O ESTÁGIO SUPERVISIONADO E TREINAMENTO ESPECIAL EM
REGIME TEMPO INTEGRAL estabelecido pelas Diretrizes Curriculares, regulamentado pela legislação vigente e pelo Regulamento Geral de Estágio Profissional Supervisionado da Universidade de Marília, visa completar a formação acadêmica e efetivar a habilitação profissional, constituindo-se em atividade curricular;
Art. 2. O ESTÁGIO SUPERVISIONADO E TREINAMENTO ESPECIAL EM
REGIME TEMPO INTEGRAL têm por objetivo proporcionar crescimento profissional aos alunos, mediante uma dinâmica de condições que os torne aprimorados
em sua técnica, partícipes do grupo profissional e mais conscientes de suas responsabilidades com a pessoa humana; permitir a aprendizagem de técnicas pela
prática; levar à formação de atitudes e hábitos profissionais; possibilitar o confronto entre o conhecimento teórico adquirido na escola e na prática adotada nos locais de estágio; proporcionar contato com a profissão e o desenvolvimento da
consciência profissional dentro de conceitos éticos e morais;
Art. 3. O ESTÁGIO SUPERVISIONADO é realizado pelos alunos regularmente matriculados no curso de Engenharia Agronômica, com a carga horária
mínima de 520 horas;
Art. 4. Os alunos somente poderão efetuar matrícula na disciplina de Estágio
Supervisionado com no máximo duas disciplinas dependentes, obedecendo ao
seguinte critério:
a) O aluno que possuir duas disciplinas a serem cursadas junto com o Estágio Supervisionado obrigatoriamente deverá realizá-lo nas dependências da Universidade de Marília;
106
b) O aluno que possuir apenas uma disciplina a ser cursada junto com o Estágio Supervisionado poderá realizá-lo fora da Universidade de Marília;
¶ 1º- Qualquer situação diferente ao especificado no caput é impeditiva de
matrícula no Estágio.
¶ 2º - O aluno que pretende realizar o Estágio Supervisionado, mas que vai
cursar disciplina pendente no campus deverá apresentar o termo de concordância
da instituição concedente devidamente assinado em relação ao período de ausência do mesmo visando cumprimento da disciplina pendente.
Art. 5. O Coordenador deverá designar dentro do corpo docente os professores, preferencialmente os de maior titulação e/ou habilidade, como responsáveis
pela supervisão de estágio;
Art. 6. São atribuições do Coordenador:
Designar e atribuir aulas aos professores indicados para a orientação de estágio;
Elaborar e divulgar conjuntamente com a Secretaria do Curso o cronograma
de orientação de Estágio;
Art. 7. Cabe à Secretaria Setorial apoiar os professores designados, bem
como a ligação entre o Curso e a Secretaria Geral da Universidade;
Art. 8. A indicação de Estágio pelos alunos e a concretização dos Convênios
deverá estar definida impreterivelmente até a última semana de aula do período
anterior ao de realização do Estágio em campo;
Parágrafo Único: A indicação obrigatória do aluno para o Estágio deverá
obedecer ao currículo pleno do curso, bem como os critérios estabelecidos pelo
Regulamento Geral de ESTÁGIO SUPERVISIONADO.
Art. 9. Compete à Supervisão de Estágio de cada curso respectivamente e à
Secretaria Geral da UNIMAR esclarecer e orientar os alunos quanto às condições
de indicações de estágio e calendário de obrigações;
Art. 10. A todos os alunos é garantida a orientação, a cargo de um professor
do Curso, visando o aprimoramento constante;
Art. 11. Toda Unidade Concedente de Estágio obrigatoriamente deverá
apresentar uma caracterização social (Alvará ou Licença Municipal - CNPJ para
funcionamento) e/ou respectiva inscrição em Conselho de Classe, além de possuir um profissional qualificado responsável e apto a supervisionar o estagiário;
107
Art. 12. A Avaliação será feita através do acompanhamento do desempenho
integral do aluno pelo professor orientador.
Art. 13. A composição e estrutura do relatório de estágio serão determinadas
pela comissão de professores que compõem a supervisão de Estágio e que são
designados pelo Coordenador do Curso;
Art. 14. Respeitadas as normas regimentais, a nota final será obtida pelas
avaliações parciais onde todas as notas (Supervisor de campo, Relatório e Defesa em Banca), serão avaliadas de zero a dez com os respectivos pesos assim
dispostos:
Supervisor de campo: Peso 02
Relatório (confecção e apresentação): Peso 03
Defesa do Relatório em Banca: Peso 05
¶ Parágrafo Único: A nota do orientador a distância, deverá acompanhar cada avaliação parcial e somente será aceita se devidamente assinada, com carimbo e sem sinais de adulteração.
Art. 15. A Avaliação do relatório final será realizada através de uma banca
com no mínimo dois docentes do Curso de áreas respectivas ao campo de Estágio realizado, que avaliarão conteúdo do relatório; apresentação; conhecimento
teórico-prático;
Art. 16. Será considerado aprovado o aluno cuja média das avaliações parciais for igual ou superior a sete;
Parágrafo Único: O aluno que não apresentar a média para sua aprovação
terá três dias a contar da data da sua primeira defesa para ser submetido a uma
nova, e definitiva avaliação final que será feita por uma banca composta por quatro professores.
Art. 17. O não cumprimento do total de carga horária prevista para o ESTÁGIO SUPERVISIONADO, integrante do currículo pleno do curso, até a data estabelecida para a entrega da Pasta de Estágio, implica na reprovação do aluno, devendo o mesmo matricular-se novamente no semestre seguinte para realizá-lo
novamente, assim como o cumprimento total do período de estágio firmado entre
a Universidade e a Unidade Concedente do Estágio, bem como a entrega de documentos oficiais (Fichas de Controle de Freqüência, Fichas de Avaliação e Relatórios) no prazo estipulado são requisitos para a aprovação do aluno;
108
Art. 18. O ESTÁGIO SUPERVISIONADO reger-se-á pelo presente regulamento, pelo Regulamento Geral de Estágio, pelo Regimento Geral da UNIMAR e
a legislação vigente;
Art. 19. Os casos não previstos serão resolvidos pelos supervisores de estágio, ouvido o Coordenador do Curso;
Art. 20. Qualquer alteração neste Regulamento deverá ser aprovada pelo
Conselho de Curso de Engenharia Agronômica;
Art. 21. Este Regulamento foi aprovado pelo Conselho de Curso em 03 de
Junho de 2004 e entrará em vigor para os alunos que irão cursar a disciplina de
Estágio Supervisionado a partir de Janeiro de 2005.
3.6. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC
O TCC é realizado no último Termo do Curso, concomitantemente com o
Estágio Supervisionado, onde os alunos devem desenvolver atividades de projetos individuais. Este trabalho é realizado sob a orientação do coordenador e/ou de
professores, que se propõem prontamente à orientação técnico-pedagógica dos
alunos.
O objetivo deste trabalho é aferir o domínio dos conhecimentos essenciais
e das competências profissionais que o aluno adquiriu, bem como as aptidões
esperadas do egresso.
A temática deve sempre estar compreendida entre as atividades desenvolvidas no campo de Estágio e as matérias profissionais do currículo do aluno, que
tratam de gerar as atribuições e atividades que possibilitam a habilitação profissional.
A normatização do Trabalho de Conclusão de Curso, bem como o Manual
de elaboração e apresentação gráfica do TCC, encontra-se em anexo.
109
PARTE IV – ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E DIDÁTICOPEDAGÓGICA
1 ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA
O Curso de Engenharia Agronômica da UNIMAR possui, a Coordenação
de um profissional da área, Engenheiro Agrônomo Dr. Ronan Gualberto, desde
2007/1, apoiado pelas Pró-Reitorias da Universidade, pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE) e pelo Colegiado do Curso.
Conta com o apoio da Secretaria de Bloco, que possui 01 secretária para o
desenvolvimento das atividades de atendimento, organização e suporte ao Coordenador, aos professores e alunos.
1.1 AUTOAVALIAÇÃO - CPA
Com a implantação do SINAES (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior) pela Lei n.º 10.861, de 14 de abril de 2004, a IES Unimar tem desenvolvido um trabalho de autoavaliação institucional de acordo com o previsto
para a implantação da CPA, Comissão Própria de Avaliação. Dentro deste contexto, não apenas a avaliação do projeto pedagógico é necessária, mas uma série de
avaliações em torno dos cursos.
A IES Unimar sempre se preocupou com o processo de autoavaliação entende que é uma ferramenta poderosa para não apenas avaliação, mas norteamento de diretrizes e condutas futuras. Dessa forma o Projeto Pedagógico do
Curso de Engenharia Agronômica tem por finalidade o aperfeiçoamento significativo da política e da prática universitária, observando a questão da qualidade do
ensino, nas suas dimensões política, social, técnica e ética, como também, o processo educativo voltado para a formação do aluno com competência técnicocientífica e compromisso social. Este documento é revisado anualmente com a
participação dos membros do Conselho de Curso.
A Autoavaliação do Curso de Engenharia Agronômica tem sido feita utilizando a mesma política e objetivos da Autoavaliação institucional da UNIMAR,
buscando mobilizar os segmentos das comunidades interna e externa, para que a
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partir de um conjunto significativo de indicadores possibilite localizar problemas ou
deficiências na gestão acadêmica, na infra-estrutura, recursos de ensino e lacunas no projeto pedagógico, dentre outros pontos que evidenciem fragilidade no
curso.
Dentre os instrumentos utilizados para a Autoavaliação, a grande maioria
optou (como já ocorre na Autoavaliação Institucional) pelos questionários, depois
sobre o grau de satisfação de serviços, laboratórios etc., através da atribuição de
pontos, variando numa escala de 1 a 5 pontos.
Os componentes do Conselho de Curso e, no nosso caso, também participantes do NDE- Núcleo Docente Estruturante, juntamente com seus colaboradores foram responsáveis em elaborar e aplicar instrumentos para coleta de dados,
preencher formulários, relatar os resultados obtidos, apresentar documentos e
prestar informações. Compete ao Coordenador do Curso como presidente do
Conselho de Curso, após a elaboração do diagnóstico a partir dos dados dos
questionários, fazer o encaminhamento da proposta e relatório final da Autoavaliação do Curso à Próreitoria de Graduação.
Como o Curso teve início em 2008 e, com a criação do Conselho do Curso
no final do mesmo ano houve a primeira Autoavaliação. Logo após, no início de
2009 ocorreu a compilação dos dados e diagnóstico. Algumas ações que têm sido
implantadas no curso foram originárias de relatórios produzidos pelas avaliações
internas.
1.2 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA
As disciplinas de formação profissional são ministradas por professores
habilitados, respeitando as diretrizes do Ministério da Educação e Desportos.
O curso conta com salas apropriadamente destinadas às várias atividades
das disciplinas do curso, ou seja, salas de aulas com carteiras convencionais almofadadas para as aulas teóricas, salas de aulas com pranchetas para as disciplinas de desenho, sala de projeção e equipamentos audiovisuais (retro projetor,
projeto de slides, projetor multimídia, e outros); laboratórios de física, química,
informática, computação gráfica, entre outros.
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Ao final de cada semestre são realizadas reuniões de acompanhamento
didático entre os professores, representantes do conselho de curso e a coordenação do curso para discussões dos programas de ensino e ementa de cada
disciplina, bem como o desempenho dos alunos em sala.
O Conselho de Curso tem por tarefa avaliar o processo de ensinoaprendizagem através do acompanhamento do processo e de seus resultados
parciais ouvindo professores e alunos e, por conseguinte, promovendo revisões neste projeto com o intuito de aperfeiçoá-lo e atualizá-lo continuamente.
1.3 ÓRGÃOS SUPLEMENTARES
1.3.1 LABORATÓRIOS
Como apoio às suas atividades didáticas, o Curso de Engenharia Agronômica possui salas com ar condicionado para as disciplinas teóricas, e conta ainda
com a infraestrutura de laboratórios e espaços especiais já instalados e em pleno
funcionamento que se encontram listados a seguir:
Denominação
LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
Utilização
Características Físicas
INTEGRAL
Localização
Bloco IV - 405
DIMENSÃO: 10 m x 10 m
- Área útil: 100 m2
- Revestimento: ALVENARIA COM PINTURA TIPO “LATEX”
- Iluminação: LUMINÁRIAS C/ LÂMPADAS FLUORESCENTES
- Piso: decorflex
Atendimento
Aulas práticas das seguintes disciplinas: Informática.
Suporte para atividades extra classe de Desenho Técnico e Trabalho de Conclusão de Curso, etc.
Instalações Fixas
25 metros de canaletas com tomadas espaçadas de 1,5 metros
para ligação dos micro-computadores.
Móveis e Utensílios
24-mesas para micro-computador (duas cadeiras por mesa)
01-mesa para o professor com cadeira
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Equipamentos
24-microcomputadores Pentium 2, Core2 Duo, HD 80, 2GB de
memória
Programas- Windows XP, CorelDraw X4, ProgeCAD 2010
Denominação
LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
Utilização
Características Físicas
INTEGRAL
Localização
Bloco IV - 404
DIMENSÃO: 10 m x 10 m
- Área útil: 100 m2
- Revestimento: ALVENARIA COM PINTURA TIPO “LATEX”
- Iluminação: LUMINÁRIAS C/ LÂMPADAS FLUORESCE
NTES
- Piso: decorflex
Atendimento
Aulas práticas das seguintes disciplinas: Informática.
Suporte para atividades extra classe de Desenho Técnico e Trabalho de Conclusão de Curso, etc.
Instalações Fixas
25 metros de canaletas com tomadas espaçadas de 1,5 metros
para ligação dos micro-computadores.
Móveis e Utensílios
24-mesas para micro-computador (duas cadeiras por mesa)
01-mesa para o professor com cadeira
Equipamentos
24-microcomputadores Pentium 2, Core2 Duo, HD 80, 2GB de
memória
Programas- Windows XP, SketchUP-versão 6
Laboratório de Microbiologia (preparação) – (Bloco IX)
01 agitador orbital mod. 255 (nº 00350), 01 geladeira Prosdócimo (nº 00351),
01 geladeira Brastemp 280 (nº 00352), 01 geladeira Consul 280 l, 01 autoclave mod. 103 Fabbe (nº 1097), 01 autoclave mod. 103 Fabbe (nº 1342), 01
destilador, 01deionizador Permation, 01 fogão Chamax Pratic (2 bocas), 02
armários de 8 portas de metal, 01 centrífuga Excelsa Baby II mod. 206 Fanen,
01 centrífuga macro modelo EV: 04, 01 centrífuga Adams Dynac modelo 297
C, 01 mesa com 04 gavetas, 1 escrivaninha, 01 mesa pequena, 05 banquinhos de laboratórios, 02 cadeiras estofadas, 01 cadeiras estofadas, 01 cadeira com rodas, 01 estufa Fanen modelo 315 E (secagem e esterelização), 01
estufa Retilínea (nº 00360) (secagem e esterelização), 01 estufa Fanen incubadora modelo 060 (nº 00971), 01 estufa Biomatic incubadora (nº 00354), 01
microscópio Nikon binocular ( 02728), 01 máquina de datilografar Olivetti 98,
01 balança Tecnal (nº 00357).
Área Física
50 m²
113
Laboratório Microscópios / Microbiologia– (Bloco IX)
Área Física
01 suporte para papel toalha
06 bicos de Bunsen
01 banho Maria Marconi TE 127 (Tecnol),
10 microscópios binocular Nikon,
09 microscópio binocular Premier
100 m²
Laboratório de Controle de Qualidade Microbiológico (Bloco XII)
(1)Câmara de Fluxo Laminar marca TROX modelo FLU992
(1)Microondas marca Continental modelo AW-30
(1)Microscópio marca NIKON modelo YS-2
(1)Aparelho de Leitura BBL Crystal
(1)Estufa de Cultura Bacteriológica marca Fabber Prima modelo 216
(1)bomba de Vácuo marca TECNAL modelo TE-058
(1)Refrigerador de 240 Litros marca Prosdocimos modelo R 26
(1)Refrigerador marca Brastemp 440 Litros
(1)Contador de Colônias marca Phoenix modelo CP 600
Laboratório de Controle Qualidade Físico-Químico (Bloco XII)
Área Física
12,30 m2
Área Física
(1)Capela de Exaustão marca Permution
(1)Fogão Brastemp modelo Maison
(1)Balança semi Analítica marca Micronal modelo B-600
(1)pHmetro marca Micronal modelo b 374
(1)pHmetro marca Analyser modelo pH300
37,50 m2
(1)Evaporador Rotativo à Vácuo marca Tecnal mod. 175
(1)Botijão 13 Kg
(1)Botijão 45 Kg
(1)Liqüidificador modelo LS marca Arno.
Laboratório de Enzimologia e Fermentações (Bloco XII)
Área Física
(2)Balança tríplice escala (1610g) marca marte
(1)Chapa de aquecimento marca Ética modelo 208
01 Mini destilador
Tonéis de Carvalho
Alcoometros
Vencímetros de Brix
pHmetros
Condutivímetro
37,50 m2
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Laboratório de Controle de Qualidade Químico de Açúcar e Álcool
(Bloco XII)
Área Física
06 Alcoometros
01 pHmetro
01 Condutivímetro Microprocessado
01 Polarímetro
01Refratômetro de Bancada
02 Refratômetro Portátil
37,50 m2
01Fermentador de Bancada
01 Barrilete
03 Bancadas
01 Lousa Branca
Armários com vidrarias
Laboratório de Química (Sala de Preparação) (Bloco V)
Área Física
Balança Eletrônica Mark – PAT: 00016
Phmetro micronal Mod. B371 – PAT: 00760
Balança analítica Bosch mod. S2000
23,62 m²
Balança analítica Bosch mod. S2000
Espectrofotômetro CELM mod. E225D
Geladeira Consul - Biplex
Laboratório de Química (Bloco V)
Área Física
Capela – PAT: 00002
Banho Maria (Marconi TE 127) Serie:897311
Banho Maria (SF)
Centrífuga Baby Fanem mod. 206
Centrífuga Baby Fanem mod. 206 Serie:129739
Cuba p/ eletroforese
Mufla (Bravac) Serie:282
Estufa de secagem e esterilização Fanem mod. 315 SE
97,02 m²
115
Laboratório de Química (Bloco V)
Área Física
Capela Químis MOD QT 216.21-PAT:00001
Centrífuga BABy Fanem mod. 206
Banho Maria SF
Banho Maria Marconi mod. TE 127 – Serie: 887806
Estufa de secagem e esterilização Fanem mod. 315 SE
Mufla ( Bravac ) Serie: 1276
Destilador Fanem mod. 724
Laboratório de Física Experimental (Bloco V)
02-Geradores De Vem Der Graff E Acessórios / 02-Pontes De Weatstone /
01-Mesa De Ar / 01-Mesa De Forças02-Colchão De Ar Linear Hentschel Ref. 8203 / 03-Módulo De Mecânica Dos Fluídos - Bender – Ref. A, B E C /
01-Módulo De Mecânica dos Sólidos - Bender - Ref. A / 01-Módulo De Ótica
– Bender Ref. A / 03-Módulo De Acústica – Bender - Ref. A, B E C / 02Módulo De Eletricidade - Bender - Ref. A E B
Laboratório de Máquinas Agrícolas e Implementos
COMPONENTES MECÂNICOS NA SALA DE LABORATÓRIO - Bloco XII
Equipamentos de tratores e mecânica:
1 Motor diesel em cavalete
Peças avulsas de motores diesel em bancada móvel (virabrequim, pistão, biela, cabeçote, válvulas, comando, bronzinas, bloco, camisa, anéis, eixo balanceiro, ...)
1 Turbocompressor em corte montado em suporte
Componentes avulsos da embreagem em bancada móvel (volante, disco de
fricção convencional, cera-metálico e banhado em óleo, platô, rolamento de
embreagem)
Componentes avulsos do câmbio em bancada móvel
Componentes avulsos do diferencial em bancada móvel ( pinhão, coroa, satélites, planetárias, luva de bloqueio)
Componentes avulsos do sistema de freios em bancada móvel (expansor, discos estáticos e discos móveis)
1 Filtro de ar completo (pré-purificador, carcaça do filtro, elemento primário e
secundário, indicador de restrição mecânico)
Quadros de fotos e desenhos didáticos de máquinas e motores
Equipamentos de tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas:
3 bambas de pistão para pulverização
3 comandos de pulverização – mecânico e eletrônico
1 bancada de testes de bicos de pulverização
1 abastecedor
2 pulverizadores costais
Componentes avulsos de pulverizadores: filtros, bicos, porta bicos,
MÁQUINAS E IMPLEMENTOS NO GALPÃO – Fazenda Experimental
Máquinas agrícolas automotrizes:
2 tratores – 180 cv
1 trator – 165 cv
3 tratores - 75 cv
3 tratores – 65 cv
97,02 m²
Área Física
100 m2
Área Física
100 m2
1000 m2
116
2 pás carregadoras
2 caminhões canavieiros
1 colhedora de cana – CASE -7.700
Máquinas e implementos para preparo inicial e periódico do solo:
2 arados
2 grades aradoras
1 grade niveladora
2 sulcadores adubadores para cana
Máquinas e implementos para plantio e tratos culturais
1 plantadora de cana inteira com sulcador adubador e cobridor
1 semeadora adubadora de grãos de 9 linhas
1 pulverizador de barras 600 litros
1 distribuidor de calcário de 5000 kg
Laboratório de Biologia – (Bloco IX)
10 Bancadas de madeira com tomadas
02 Lupas eletrônicas
02 Microscópios ópticos
15 Lupas manuais
01 Armário com vidrarias
01 Fermentador
01 Pia de inox com torneiras
Exemplares de animais peçonhentos preservados em álcool 70%
LABORATÓRIO DE FITOPATOLOGIA
Área Física
100 m²
ÁREA FÍSICA
Destilador de água, marca Marconi, Modelo TE007; Microscópio Bilocular,
marca Tasco; Autoclave Vertical, marca Phoenix, modelo AV50; Estufa de
Secagem e Esterilização, marca FANEM, modelo 315 SE; Estufa de Cultura
Bacteriológica, marca FABBE-PRIMAR, modelo 216; Estufa de Cultura Bacteriológica, marca FANEM, modelo 002 CB; Botijão de gás; Banho-Maria;
Bancadas de fórmica; Banquetas de madeira; Mesas com gavetas e cadeiras;; Fonte de energia marca Nikon; Mesa agitadora 180 rpm; Geladeira –
Cônsul; Freezer - Cônsul; Barrilete; Centrífuga (Hospmed); Banho Maria
(Quimis); Estufa de Cultura Bacteriológica - MOD216 (Fabber Primar); Estufa para Esterilização (Famo); Medidor de pH DMPH-2 (Digimed); Banho Maria (Biomatic); Armário de Aço; Agitador MOD1710-05 Speed Lab (Nalgon);
150 m2
Agitador MOD1510-05 “Hot Lab” (Nalgon); Cesto de lixo; Proveta (2 L, 1 L,
0,5 L, 250 mL,100 mL, 50 mL, 25 mL,10 mL); Balão Volumétrico (2 L, 1L,
500 mL, 250 mL, 100 mL); Becker (1 L, 2 l, 500ml, 250ml, 50ml); Cálice
(1000mL); Erlenmeyer (5 L, 1 L, 500 mL, 150 mL); Funil; Máscaras de Proteção; Óculos de proteção; Pipeta Panter; Pipeta Graduada (20 mL,10 mL, 5
mL, 2 mL, 1 mL, 0,5 mL); Pipeta Volumétrica (2 mL); Tubos de Ensaio
(10mL, 5mL, 3mL, 2ml, 1ml); Guarda Pipeta; Bomba com Sifão- 20mL (BDYale); Seringa de Vidro - 20mL (BD- Yale); Tubo para centrífuga – 15ml (Labnew); Vidro Guarda Amostra; Porta Proveta; Porta Tubo de Ensaio; 01 revelador de gel (marca AMPLIGRAF) = classificado anteriormente como revelador de fotografias.
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LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS DO SOLO E BIOMETRIA / GEOLOGIA
ÁREA FÍSICA
Bancadas de fórmica; Banquetas de madeira; Balcão de madeira; Armário
de madeira com 2 portas, Armário de aço com portas; Estufa de secagem
com circulação de ar; Capela Permution; Balança de precisão; Balança
analítica; Agitador magnético sem aquecimento; Mesa agitadora 220 rpm;
Destilador de nitrogênio; Estufa de secagem e esterilização; Fotocolorímetro Analyser; pH-metro Tecnal; pH-metro Digimed; Bureta Digital; Fotometro de chama Procyon; Compressor Fanem; Chapa aquecedora Marchesoni; Destilador de água; Deionizador Permution; Bloco digestor para 40
amostras; Bloco digestor para 5 amostras; Moinho de solos; Balança de
Precisão (Pratos); -Dosador triplo Tecnal; Dosador simples Tecnal; Dis100 m2
pensador diluidor Tecnal; Estantes de aço; Penetrômetro de impacto; Pipeta automática; Barriletes 50 litros; Barriletes de 10 litros; Barriletes de 5
litros; Botijão de gás; Dessecador; Painel de recuperação de resinas Tecnal; Conjunto completo de cachimbos coletores de solo Tecnal, em PVC,
modelos TE 070, 070/3, 070/2, 070/5 e 070/7 (uma unidade de cada); .
Refrigerador Duplex, marca White-Westinhouse, modelo 4,5 superfreeze;
01 Armários estreitos com portas; Mesas com gavetas e cadeiras; Martelos pedológico (cabo de madeira e de aço); Espátulas; Talhadeira grande;
Talhadeira pequena; Óculos de proteção; Gaveteiro para amostras; Vitrine
para amostras; 01Balança, marca Filizola 15 Kg.
LABORATÓRIO DE ANATOMIA
ANIMAL
1. REGIME DE
UTILIZAÇÃO:
2. LOCALIZAÇÃO:
BLOCO: VIII
Salas: 816 e 817
8.EQUIPAMENTOS FUNDAMENTAIS:
INTEGRAL
4. CARACTERÍSTICAS FÍSICAS:
Dimensão: 12 m X 44 m = 528 m²
Área útil: 528 m²
Revestimento: Látex e Azulejo
Iluminação: Lâmpada Fluorescentes
Piso: Granito
5. ABRANGÊNCIA DO ATENDIMENTO:
Para aulas teóricas e práticas aos acadêmicos dos
cursos: Medicina Veterinária, Zootecnia e Agronomia, produção e armazenamento de peças anatômicas formolizadas e
ossos em geral.
6. INSTALAÇÕES FIXAS:
Sala de aula, Sanitários, Sala dos professores e Salas com
cubas
7. MÓVEIS E UTENSÍLIOS:
16 mesas de inox;
80 caixas plásticas
79 bancos;
01 armário para depósito
04 escrivaninhas;
01 escada de madeira
05 cadeiras;
10 bandejas plásticas
01 mesa inox com rodas;
01 guincho com tralha para 1
01 estante para livros
tonelada
01 armário com gavetas
01 tripé
01 tablado de madeira
01 Máquina seladora para
plástico
01 Guincho com tralha para
1 tonelada
Material cirúrgico:
Tesoura, pinça, bisturi, facas, serra.
Máquina para serrar gesso
Pistola de vacinação
Serrote
Vidraria em geral
Calha cirúrgica
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LABORATÓRIO ANÁLISE DE ALIMENTOS
2. REGIME DE UTILIZAÇÃO:
INTEGRAL
3. LOCALIZAÇÃO:
Bloco V
8.EQUIPAMENTOS
FUNDAMENTAIS:
Dimensão: 10 m x 10 m = 100 m²
02-Capelas / 02-Banho-Maria /
Área útil = 100 m²
01-Bomba
de
Vácuo/
01Revestimento = pintura sobre tijolos aparentes
Deionizador / 01-Moinho de FaIluminação = fluorescente
cas / 01-Balança Analítica ElePiso = paviflex
trônica / 01-Balança Semianalítica / 01-Centrífuga para
5. ABRANGÊNCIA DO ATENDIMENTO:
Todos os cursos das Faculdades de Engenharia Tubos / 01-Centrífuga para Butirômetro / 01-Destilador de Água /
de Alimento e Ciências Agrárias
01-Digestor Micro-fibras / 016. INSTALAÇÕES FIXAS:
Destilador de nitrogênio / 01- 04 bancadas
Bloco Digestor de Fibras/ 01- 1 lousa
INFRATEC
/
01- 5 pias
Espectrofotômetro
/
02-Ph-metro
7. MÓVEIS E UTENSÍLIOS:
/ 01-Refratômetro Abbé / 02Refratômetro Manual / 02Liquidificador industrial TECNAL
/ 01-Forno/Mufla / 01-Estufa de
- 25 bancos de madeiras
Secagem e Esterilização / 03- 1 mesa de escritório
Estufa de Cultura / 01-Agitador
de Tubos / 02-Agitador Magnético c/ aquecimento / 02-Agitador
Magnético Macro
4. CARACTERÍSTICAS FÍSICAS:
LABORATÓRIO DE NUTRIÇÃO ANIMAL / FABRICA DE RAÇÃO
ÁREA FÍSICA
01 puxador de milho com rosca sem fim; 01 motor 2 cv; 01 VÊNETA moinho com motor de 25 cv, mod. NS.130-40; 01 silo para armazenagem de
milho capacidade 500 kg; 01 VÊNETA ciclone para ensaque direto; 01
VENETA balança com motor 25 cv - mod. P)% capacidade 500 kg; 01 misturador com motor 6 cv capacidade 500 kg; 01 VÊNETA elevador altura 6
m; 01 VÊNETA elevador altura 9 m; 01 VÊNETA peletizadora com chave
compensadora manual tipo BE10.2389 mod. CZ.1000; 01 resfriador de rações peletizadas; 01 VÊNETA transportador de rações 1,5 m x 2,0 m; 20
estrados para armazenamento de matéria-prima e rações prontas; 01 estufa de secagem e esterilização – FANEM, mod. 315 SE; 01 estufa de seca100m²
gem e esterilização –FANEM, mod. 320 SE; 01 mufla FORNITEC; 01 balança analítica BOSCH, mod. S 2000; 01 medidor de pH DIGIMED, mod.
DMPH; 21 moinhos por 01 moinho de faca – MARCONI, mod. TE 340; 01
moinho de martelos – MARCONI, mod. TE09; 01 geladeira – CONSUL,
mod. RC2800, capacidade de 275 litros; 01 vibrador para granulometria –
TELASTEM; 01 destilador – MARCONI, mod. TE 077; 01 agitador – QUIMIS, mod. Q 321.A.28/9; 01 Conjunto Kjeldahl paradigestão e destilação
(micro); 01 Aparelho extrator tipo Soxhlet; 01 Conjunto para determinação
de Fibra Bruta; 01 mesa simples, 02 carriolas; 01 máquina de costurar sacos / marca NEWLONG (modelo) NP-7 ATokio-Japan).
119
1.3.2 FAZENDA EXPERIMENTAL “MARCELLO MESQUITA SERVA”
Nos domínios da Fazenda Experimental “Marcello Mesquita Serva”, representada por uma área de 298 alqueires encravada dentro do “campus”, encontraremos os vários setores que participam efetivamente das atividades de ensino,
pesquisa e extensão, como: Estufas; Avicultura de Postura e Corte; Apicultura;
Cunicultura; Fábrica de Ração; Piscicultura; Ovinocultura e Bovinocultura de Corte e Leite.
HORTICULTURA/PLASTICULTURA/HIDROPONIA
ÁREA FÍSICA
02 Pulverizadores Costal Manual – Jacto (cap. 20 L); 01 Moto Bomba
Weg – 10cv; 03 Moto Bomba Weg – 3/4cv; 02 Moto Bomba Weg – 2cv;
02 Moto Bomba Weg – 1,5cv; 03 Moto Bomba Weg – 1/2cv; 01 Moto
Bomba Mark – DF 6cv; Moto Bomba Mark – HM 306; 02 Carriolas de ferro; 02 Matracas para plantio; Casa-de vegetação (estufa) – 1.000m2 (02
3.500 m2
ud); Casa-de vegetação (estufa/hidroponia) – 500m2 (02 ud); Painel digtal
de controle de irrigação; Mesa de madeira; Balança Filizola (ap. 10kg);
Mesa escrivaninha; Alceador Max Tapener HT-B (01 ud); Soprador – Élan
1/2cv04L; 01 Armário de aço com gavetas, 80 caixas plásticas brancas
de 20 Kg,
CUNICULTURA
ÁREA
FÍSICA
01 armário de madeira com uma porta e quatro gavetas –0,80 X 0,60 cm; 01
escrivaninha com três gavetas; 01tatuador de orelhas; 41gaiolas grandes
para reprodução; 84 gaiolas pequenas para engorda; 02gaiolas de transporte; 01carriola; 100 cumbucas de barro para ração; 02 cortinas de proteção
100 m2
laterais para o barracão; 14 ninhos de madeira; 01 lança-chamas; 01botijão
de gás padrão; 01peneira de feijão; 01 escada de madeira grande; 01 balaio
plástico para lixo; 02 pás; 02 enxadas.
Plantel de 100 coelhos
OVINOCULTURA E CAPRINOCULTURA
ÁREA
FÍSICA
01 brete de Inversão; 01 balança Açores; 01 armário de Inox; 01 aparelho de
diagnóstico de gestação(Scanopreg); 01 pipeta de inseminação; 01 pistola
dosificadora, 01 geladeira; 01 carriola; 01 curral de manejo – modelo australiano 600m2, 02 pistolas dosificadoras (hoppner);1 Galpão de Confinamento
de cordeiros (2.048 m2);1 Galpão para armazenar equipamentos, ração e ma3000 m2
nipulação de carne (80 m2);1 Canil Border Collie (40 m2);Pasto para os ovinos
(50 ha);1 Balança Filizola (pesar sacaria);1 Balança TRU Test (eletrônica)
para pesagem de animais;1 vagão forrageiro;1 trator Valtra;1 máquina costal.
Plantel de 3000 cabeças de ovinos, sendo 1000 em parceria com Frigorífico
Marfrig
120
APICULTURA
ÁREA
FÍSICA
Sala de recepção: duas mesas e duas cadeiras; Controle de qualidade do mel
– centrifuga de inox para mel, decantador; estufa; mesa desoperculadora;
Almoxarifado – caixas de ninho com melgueiras e caxilhos; Sala de preparo 100 m2
de mateirias – mesas e cadeiras, fogão de duas bocas
Produção: Mel - 250 kg/ano / Propolina – 01 litro/ano
AVICULTURA DE POSTURA E CORTE
ÁREA
FÍSICA
20 bebedouros copo de pressão (alumínio); 80 bebedouros pendular (plástico); 27 comedouros tipo bandeja (plástico); 38 comedouros tubular (alumínio);
08 campânulas a gás (alumínio); 01 balança Filizola 15 kg; 02 balanças – 150
kg; 04 termômetros de mercúrio Incoterm; 04 termômetros de bulbo seco e
bulbo úmido Incoterm; ; 01 higrômetro; 14 caixas de transporte (plástico); 01
geladeira Cônsul; 01estufa de esterilização universal mod. 219 Fabe-Primar;
08 botijões de gás; 01 lança-chamas; 04 ovoscópios (madeira); 01 gaiola de
recria (arame galvanizado); 01 gaiola de postura (arame galvanizado); 01
bomba d’ água de alta pressão 6800 Jacto; 01 bateria de arame galvanizado 270 m2
(2 andares); 01 debicador eletrico; 01 Classificador de ovos (manual); 25 bandejas para ovos (plástico); 02 mesas com tampo de fórmica; 05 carteiras com
tampo de fórmica (desenho); 01 escrivaninha padrão cerejeira com 3 gavetas;
01 armário padrão cerejeira (portas deslizantes); 02 cadeiras estofadas; 02
bancos de madeira; 06 conchas (alumínio); 05 baldes (plástico); 01 rastelo; 08
boxes (madeira e tela); 01 mangueira; 01 pulverizador costal – 20 litros (plástico); 03 estrados de madeira; 01 enxada.
Plantel de 200 aves de postura
PISCICULTURA
ÁREA
FÍSICA
01 arquivo de aço com 4 gavetas; 01 mesa; 03 cadeiras; 01 armários pequenos de 2 portas; 01 armário de aço de 2 portas; 1 estante de aço; 01 lousa
branca; 01 espectofotômetro MICRONAL – B-382; 01 condutivímetro. - MICRONAL; 01 pH metro TCA; 01 microscópio eletrônico biocular – NIKO;
01lupa – OLIMPIKUS; 01 estufa de secagem – FANEM; 01 balança eletrônica
de precisão – capacidade 5 kg - TECNAL; 01 geladeira CONSUL com capacidade de 275 litros; 01 freezer METALFRIO com capacidade de 270 litros; 02
aquários de vidro – capacidade de 150 litros cada; 05 aquários de vidro – capacidade de 60 litros cada; 01 balança com prato – capacidade 20 kg WELMY; 01 balança de mesa – 150kg - FILLIZOLA; 01 bomba gasolina –
300 m2
STHIL P 840 – 2CV; 01 moedor de carne – BRASINOX; 01 purificador de
água – AQUARIUS; 01 esterilizador Ultra- Violeta; 03 sopradores de ar WEG; 02 bombas d’água; 01CV5 aeradores AQUAPÁ – BERNAUER; 03 incubadoras de fibra de vidro A 300 BERNAUER; .02 incudadoras de fibra de
vidro – 300 l TRIFISH; 08 Incubadoras de fibra de vidro – 60 l; 01 tubo de
oxigênio – 10 M307 caixas d’água de material plástico com capacidade de 500
litros - UNIPAC; 02 caixas d’água de material plástico com capacidade de
1000 litros - UNIPAC; 01 Bebedouro - BEGEL; 10 caixas d’água de fibrocimento de 250 litros; 12 caixas d’água de fibrocimento de 150 litros; 04 caixas
d’água de fibrocimento de 1000 litros; 50 caixas de fibra de vidro de 140 l.
BOVINOCULTURA DE ELITE – NELORE
ÁREA
121
FÍSICA
Sala de recepção – 02 computadores com conexão internet, ramal telefônico;
16 baias internas - cocheiras; antena parabólica; piquetes externos; área para 500 m2
higienização dos animais
LABORATÓRIO CONTROLE DE QUALIDADE DO LEITE
ÁREA
FÍSICA
01 balança digital BG 1000 (GEHAKA) n.504465; 01 centrífuga (EBERLE)
n.0397/51; 01 estufa de secagem e esterilização 315 SE; 01 estufa microbiológica modelo 002 CB (FANEM); 01 contador de colônias CP 600 (PHOENIX)
n. 368; 01 banho maria modelo 100 (FANEM) n. HR 4146; 01 homogenizador
modelo 752 (FISATAM) n. 741822; 01 destilador TE-180 (TECNAL); 01 controlador de minutos (HERWIG); 01 tripé; 01 tela de amianto; 01 camara de
20 m2
fluxo laminar (FLV série 1028); 01 autoclave vertical; 01 bico de bunsen; 01
lavador de pipetas; 01 reservatório de água destilada;; 02 aparelhos de ar
condicionado; 01 estabilizador de voltagem (SUPRITEC); 01 cromometro
(multitimer tpizo) TP 120 (PHOEMIX); vidrarias em geral; 01 bomba alizarol;
01 balde de inox; 01 latão de lixo plástico; 01 botijão de gás (12 Litros); 01
microscópio; 01 armário de aço.
BOVINOCULTURA LEITERIA
04 carteiras para alunos; 01 lousa; 01 bebedouro d’água; 01 escrivaninha para computador; 03 prateleiras; 02 arquivos de 04 gavetas; 01sistema
Alfro Systen completo; 300 colares transponder eletrônico de identificação;
01 ordenhadeira Mecânica 4X4 TANDEN (ALFA LAVAL); 02 motores elétricos para bomba d’água para limpeza; 01 botijão de gás; 01 centrífuga 206 R
(FANEM); 02 escrivaninha para escritório; 01 tosqueadeira (ALFA LAVAL); 01
botijão de semem DS 18 (CRYOMETAL); 01 descongelador de semem BIODS 3 (BIO GENETIC); 01 alicate aplicador (PECREX); 01 seringas dosadoras
automática 50 ml (HOPPNER); 01 bomba costal 20 litros PJH (JACTO); 01
makita 9524 NB; 01 tronco casquiador; 01 escrivaninha para impressora; 01
tanque de expansão (capacidade 1400 L) (ALFA LAVAL); 01 tanque de expansão (capacidade 1600 L) (S/M); 01 pasteurizador 700 litros/hora (MEC
MILK); 01 iorguteira 300 litros/hora (MEC MILK); 01 embaladeira 1200 litros/
hora (MEC MILK); 01 banco de gelo 1200 L (MEC MILK); 01 compressor
MSV-60 (SCHULZ); 02 motores eletricos TCA 2100 C (ELGIN); 01 camara fria
(TERMOPAINEL); 250 caixas de leite cor branca 10 litros (ISANI); 20 latão de
leite 50 Litros (MILKAN ECO); 01 estabilizador de voltagem (FORCE LINE);
equipamentos ALFA LAVAL em geral; 16 carteiras para alunos; 03 prateleiras; 01 geladeira Brastemp (440 l); 01 embaladeira 1200 litros/ hora (MEC
MILK).
Plantel de 220 vacas raça Holandesa, sendo 90 em lactação – processo
de duas ordenhas com média de 2000l/dia, doados a Prefeitura Municipal de
Marília com destino à merenda escolar.
ÁREA
FÍSICA
100
2
122
1.3.3 FAZENDA EXPERIMENTAL “ÁGUA LIMPA”
Localizada a 15 km de Marília, representa uma área importante destinada
ao Curso de Engenharia Agronômica, visto que temos uma área de 20 ha de
cafeicultura irrigada, além do Gado Nelore Elite, onde são desenvolvidas técnicas avançadas de reprodução e produção animal, aliada a nutrição e controle sanitário de um rebanho de mais de 1300 cabeças. Com uma área de 180
alqueires, nesse espaço, os alunos vivenciam o que há de mais moderno na
especialidade como técnicas de inseminação artificial por tempo fixo, transferência de embriões chegando à clonagem.
ÁREA
FÍSICA
Câmera Lenox Dig. LCD; Descongelador de sêmem; Impressora HP Laser Jet
1020; Rádio Comunicador; Ultrasom Aloka modelo SSD-500; Balança eletrônica
para pesagem de animais; Histotécnico 893; Fal-botijão mod. CD B-200; geladeira
Brastemp biplex; lavadora portátil completo; tosquiadera elétrica alfa laval; lavador
180,37
de alta pressão; ordenhadeira portátil mecânica; ventiladores; camas; mesas; caAlqueires
deiras; armários de aço; armários tipo arquivo; televisão CCE HPS 20 CR; estufa
para secagem e esterilização Donal; Estufa para cultura Fanen; esmerilhadeira
elétrica portátil; compressor de ar Schultz; centrífuga centrimicro fanen; bomba à
vácuo alfa laval; tratores e carretas.
1.4. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO
O projeto pedagógico de um curso deve identificar e garantir a sua equipe,
a possibilidade de reflexão sobre seus rumos e metas. Sendo um instrumento que
requer ousadia e informação de ponta.
O processo de avaliação é uma das peças mais importantes do sistema pedagógico, pois é através dele que podemos descobrir e corrigir as deficiências e
eventuais falhas do nosso processo de ensino.
Este projeto pedagógico, como escopo do curso de Engenharia
Agronômica, deverá ser avaliado e revisto a cada dois anos, com a finalidade de
prover o suporte necessário ao bom desenvolvimento do processo de ensinoaprendizado.
123
O sistema de avaliação está fundamentado em fontes de informação, cujo
conjunto oferece subsídios para tomadas de decisão quanto às modificações necessárias no curso. Estas fontes são representadas por:
- Avaliação a partir de informações coletadas junto aos discentes e docentes
do curso contemplando os seguintes itens: estrutura curricular; organização pedagógica; recursos disponibilizados (estrutura física, equipamentos e serviços);
atividades de ensino, pesquisa e extensão; corpo docente e discente, informações
estas que são coletadas pela Comissão Permanente de Avaliação (CPA).
- Embora de maneira subjetiva e com muita dificuldade busca-se manter
contato com os egressos com o objetivo de avaliar o curso.
- Pelo Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE), avaliando
a eficiência do curso.
De posse dessas informações, o Colegiado do curso tem um papel muito
importante, pois dará subsídios ao NDE, que dentre as suas atribuições, uma fundamental é atualização periódica do projeto pedagógico do curso.
2. BIBLIOTECA
2.1 - APRESENTAÇÃO
A Biblioteca central “Zilma Parente de Barros” é assim denominada desde
08 de abril de 1989. Em seus 3.035,45 m², oferece ambiente de estudos com 55
mesas de 04 lugares, 14 salas para estudo em grupo, comportando até 08 alunos
e, ainda, cabines para estudo individual em toda a extensão da Biblioteca. Na seção de Periódicos existem também 04 mesas com 04 cadeiras. Hoje o acervo
possui, especificamente para o curso de Arquitetura 6.448 títulos e 13.878 exemplares e em seu acervo geral mais de 59.388 títulos e 123.964 exemplares de livros, além de periódicos nacionais e estrangeiros, fitas de vídeo, CD-ROMS, disquetes, mapas, atlas, obras de referência, obras clássicas da área jurídica, entre
outros.
A Biblioteca realizou, em 2009, mais de 71.124 empréstimos.
O acervo abrange todas as áreas do conhecimento, encontra-se informatizado com software próprio, possibilitando consultas por autor, título e assunto. O
sistema de empréstimo e devolução, também informatizado, é controlado através
124
de código de barras, contando com 17 computadores divididos entre consulta,
empréstimo e devolução.
A Biblioteca visa atender alunos, funcionários e professores da Universidade, e a comunidade também tem acesso imediato aos materiais e serviços disponíveis.
No quadro de funcionários temos 03 bibliotecárias, 21 auxiliares e 07 estagiários.
O horário de funcionamento da Biblioteca é de segunda à sexta-feira, das 8:00 h
às 22:30 h e aos sábados, das 8:00 às 11:00 h.
O endereço da Biblioteca é:
Av: Hygino Muzzi Filho, 1001 – Bloco VI
CEP: 17525-902 – CP 054
Bibliotecária Chefe: Maria Célia Aranha Ramos - CRB 8ª/ 2130
Fone (14) 2105 4179 Fone/Fax: (14) 2105 4177
2.2 POLÍTICA DE AQUISIÇÃO
A aquisição se dá a partir da bibliografia indicada em cada curso, o acervo
é mantido de acordo com o material indicado em sala de aula e, ainda, dentro dos
assuntos de pesquisas realizadas na Universidade.
Para doação são é realizada uma seleção das obras e, são aceitos apenas materiais condizentes com as áreas oferecidas peça Unimar e que ainda esteja atualizada.
2.3 SERVIÇOS
2.3.1. PESQUISA NA INTERNET E BASE DE DADOS
O serviço de pesquisa bibliográfica é feito pelo próprio usuário, diretamente
através da Internet. O interessado deve dirigir-se diretamente à Seção de Multimídia, onde existem 20 terminais de acesso e estagiários para orientação.
2.3.2. COMUTAÇÃO BIBLIOGRÁFICA
Mecanismo que procura garantir aos usuários de artigos de periódicos em
âmbito nacional e internacional, não encontrados na Biblioteca desta Instituição. A
Biblioteca mantém para isso convênio com o COMUT e BIREME.
125
Quando solicitado o serviço de comutação bibliográfica, é cobrada uma taxa estipulada pelo próprio COMUT, variando de acordo com o número de páginas.
2.3.3. EMPRÉSTIMOS ENTRE BIBLIOTECAS
A Biblioteca realiza intercâmbio de material com as Bibliotecas da Faculdade de Medicina de Marília, Fundação de Ensino Eurípedes Soares da Rocha e
UNESP campus de Marília, e com outras bibliotecas em nível nacional, obedecendo as normas estipuladas em cada uma.
2.3.4. APRESENTAÇÃO DA BIBLIOTECA AOS USUÁRIOS
Com a chegada dos novos alunos, são agendadas visitas à Biblioteca para
conhecimento dos seus procedimentos e normas para uso.
No decorrer do curso, durante a disciplina de Metodologia Científica, os
professores retornam com a finalidade de apresentação da base de dados.
2.3.5. SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO AO USUÁRIO
É possível, a qualquer momento, orientação informal para o uso otimizado
do espaço.
2.3.6. EMPRÉSTIMO DE LIVROS
Todo o material da Biblioteca está disponível ao usuário para consulta, porém não são liberados para empréstimo domiciliar os periódicos, obras de referência e obras clássicas.
2.3.7. MATERIAL PARA CONSULTA
Refere-se ao material previamente selecionado, geralmente indicado por
professores, visando a atender as consultas imediatas dos usuários na própria
Biblioteca.
2.3.8. RESERVA DE MATERIAL
Se, na tentativa de empréstimo, o material já estiver emprestado, o aluno,
professor ou funcionário poderá fazer a reserva do material. A mesma pessoa não
126
poderá reservar se ainda estiver com o material em mãos. É necessário que se
faça a devolução num primeiro momento, para que mais pessoas tenham oportunidade.
2.3.9. ACESSO AOS PERIÓDICOS
O catálogo de assunto está indexado em ordem alfabética, possibilitando a
recuperação das mais diversas áreas. A atualização é constante. Para a localização do fascículo é necessário anotar o título do periódico, volume, número, mês e
ano.
2.4. NORMAS
2.4.1. INSCRIÇÃO
Os alunos da graduação, automaticamente na matrícula, recebem uma carteira fornecida pelo DCE que, entre outras possibilidades, permite o acesso aos
serviços da Biblioteca. Os alunos de pós-graduação e professores podem obter
instantaneamente, seu cartão apresentando um documento de identificação, o nº
de registro de matrícula com a instituição e 01 foto 3x4. Os funcionários apenas
apresentam seu crachá.
As demais pessoas da nossa comunidade externa acessam o material da
Biblioteca com a apresentação de um documento de identidade.
2.4.2. PRAZOS DE EMPRÉSTIMO
Os alunos e funcionários podem retirar 04 livros para empréstimo domiciliar, com prazo de 07 dias para devolução, os professores podem retirar até 06 livros, com prazo de 15 dias. Se não houver procura pelo material retirado, o usuário poderá fazer um novo empréstimo. Livros de Literatura podem ser emprestados por até 10 dias.
Se o prazo de devolução não é respeitado, cobra-se multa por dia de atraso e por material emprestado, incluindo o sábado.
Ao efetuar o empréstimo, o usuário fica inteiramente responsável pela preservação do material retirado. Em caso de perda ou dano, o material deverá ser
reposto.
127
2.4.3. EQUIPAMENTOS CONSTANTES NA BIBLIOTECA
Os equipamentos constantes da biblioteca são os seguintes:
Setores
Equipamentos
Sala de Leitura
11 computadores (consulta ao acervo)
Acervo
06 impressoras de recibo de empréstimo e devolução
06 computadores (para empréstimo e devolução)
02 computadores (apoio: consulta ao acervo e reserva de material)
Administração
e
serviços técnicos
Sala de Multimídia
01 impressora laser
08 computadores
01 impressora laser
23 computadores conectados a Internet (01 para
monitoramento/ controle de uso; 01 como servidor e 01
como firewall
Auditório/ Sala de
Vídeo
01 TV
01 Vídeo
01 Quadro branco/ pincéis e apagador
01 Retroprojetor
2.4.4. PLANO DE EXPANSÃO
A Biblioteca Central “Zilma Parente de Barros” objetiva expandir seu acervo
em 10% a cada ano. Semestralmente, os professores elaboram uma lista de livros
e de periódicos para serem adquiridos.
De outro lado, investimentos têm sido feitos na aquisição de CD Rom e software. Na Sala de Multimídia, o aluno dispõe de vários computadores conectados
à Internet que facilitam o acesso a informações internacionais.
128
PARTE V – RECURSOS HUMANOS
1 COORDENAÇÃO
Assumiu a Coordenação do Curso de Engenharia Agronômica, em fevereiro
de 2007, o Engenheiro Agrônomo Ronan Gualberto, graduado em 1985 pela
ESAL (atualmente UFLA), mestrado em Agronomia (Genética e Melhoramento de
Plantas) na mesma Instituição e doutorado em Agronomia (Genética e Melhoramento de Plantas) pela FCAV-UNESP, Campus de Jaboticabal, professor no
Curso desde 1992. Realiza as funções de Coordenação do Curso, ministra três
disciplinas por semestre e orienta alguns TCCs. Para coordenar o curso, conta
com o apoio do NDE, composto de professores do quadro e do Colegiado do Curso, com professores e representantes discentes.
2 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE
O NDE foi composto por Professores Doutores e Mestres, presidido pelo
Coordenador do Curso, Prof. Dr. Ronan Gualberto. As ações conduzidas na implementação do Projeto Pedagógico ficaram sob a responsabilidade do NDE,
além de qualquer alteração ou atualização que se julgar necessária para o aprimoramento dos resultados almejados no processo ensino-aprendizagem e no perfil do profissional.
Membros do NDE:
Prof. Dr. Ronan Gualberto - Coordenador
Prof. Dra. Cássia Fernanda Domingues Bassan
Prof. Dra. Walkíria Martinez H. Ferrer
Prof. Dr. Fábio Fernando Ribeiro Manhoso
Prof. Dr. Rodolfo Cláudio Spers
Prof. MSc. Pedro Henrique Lorenzetti Losasso
129
3 CORPO DOCENTE
Os professores têm formação de Especialista, Mestre ou Doutor, associada
a uma longa experiência no campo técnico e/ou didático, o que favorece o acesso
aos conhecimentos, por parte dos acadêmicos.
Atualmente o Curso de Engenharia Agronômica da UNIMAR conta com 20
docentes, sendo 13 doutores, 06 mestres e 01 especialista.
No Quadro 02, é apresentada a relação de docentes, com sua formação, titulação e disciplinas ministradas no curso.
4. COLEGIADO
O Colegiado do Curso é composto pela coordenação, parte do corpo docente e representação discente. Atualmente, compõe-se dos membros abaixo:
Docentes:
Prof. Dr. Ronan Gualberto (coordenador)
Prof. MSc. Alexandre de Moura Guimarães
Prof. Dra. Cássia Fernanda Domingues Bassan
Prof. MSc. Pedro Henrique Lorezetti Losasso
Discente:
Bruno Felipe Gea Fernandes
Quadro 02. Relação de Docentes, com a titulação e disciplinas ministradas do
Curso de Engenharia Agronômica
Docentes
Formação
Titulação
Alessandre Hataka
Médico Veterinário Doutorado
Alexandre de Moura Guimarães
Eng. Agrônomo
Doutorado
Carlo Rossi Del Carratore
Cássia Fernanda Domingues Bassan
Biólogo
Ciências Físicas e
Biológicas
Doutorado
Doutorado
Cintia Maria Trad
Cledson Augusto Garcia
Advogada
Zootecnia
Mestrado
Doutorado
Disciplinas Ministradas
Metodologia Científica e Tecnologia da
Informação
Fitopatologia
Doenças das Plantas Cultivadas
Entomologia
Produção e Tecnologia de Sementes
Ecologia
Química e Bioquímica
Microbiologia
Zoologia
Direito Agrário e Gestão Ambiental
Estatística Experimental
Produção de Animais Ruminantes
Produção de Animais Monogástricos
130
Dirceu Lopes Mascarim
Eng. Agrônomo
Mestrado
Elma Pereira dos S. Polegato
Fábio Fernando Ribeiro
Manhoso
Irajá Gouvêa
Luciano Soares de Souza
Médica Veterinária
Doutorado
Arquiteto
Eng. Agrônomo
Mestrado
Doutorado
Luiz Atílio Padovan
Eng. Agrônomo
Mestrado
Marcílio Felix
Márcio Christian S. Domingues
Médico Veterinário Mestrado
Eng. Agrônomo
Doutorado
Médico Veterinário Doutorado
Myrian Lucia Ruiz Castilho Pedagoga e Licen- Doutorado
ciatura em Ciências
Paulo Roberto Oliveira
Eng. Agrônomo
Mestrado
Júnior
Pedro Henrique L. Losasso Eng. Agrônomo
Mestrado
Rodolfo Cláudio Spers
Ronan Gualberto
Médico Veterinário Doutorado
Eng. Agrônomo
Doutorado
Sérgio Pascoal de Campos
Eng. Agrônomo
Doutorado
Sílvio Marcelino da Silva
Matemático
Susi Meire Maximino Leite Eng. Florestal
Especialista
Doutorado
Walkíria Martinez H. Ferrer
Doutorado
Ciências Sociais
Silvicultura
Uso e Manejo de Bacias Hidrográficas
Extensão Rural
Comércio e Cooperativismo
Tecnologia de Produtos de Origem Animal e Vegetal
Tecnologia de Produtos de Origem Animal e Vegetal
Desenho Técnico e Construções Rurais
Leguminosas e Oleagenosas
Cultivo de Cereais e Cana de Açúcar
Biologia de Plantas Daninhas
Motores e Máquinas
Mecanização Agrícola,
Morfologia Animal
Mineralogia e Petrologia
Citologia e Morfologia Vegetal
Sistemática Vegetal
Fisiologia Vegetal
Pragas das Plantas Cultivadas
Paisagismo e Floricultura
Fundamentos de Ciências Sociais
Introdução A Ciências Agrárias
Ética Profissional, Legislação e Receituário Agronômico Solos
Fertilidade do Solo
Economia, Agronegócios e Planejamento
Rural
Forragicultura e Pastagem
Genética
Melhoramento Vegetal
Olericultura
Produção de Hortaliças
Fruticultura
Cultivo de Tubérculos e Estimulantes
Física
Topografia
Agrometeorologia
Sensoriamento Remoto
Hidráulica e Hidrologia
Irrigação e Drenagem
Matemática e Estatística
Biotecnologia Vegetal
Nutrição Mineral de Plantas
TCC
5. CORPO DISCENTE
O processo seletivo de ingresso no 1º período do curso destina-se a avaliar
e classificar os candidatos, no que diz respeito à sua formação, dentro do limite
das vagas oferecidas, podendo haver uma prova de habilidade específica.
131
O corpo discente tem representação, com direito a voz e voto, nos órgãos
colegiados na forma do estatuto. A indicação dos representantes discente e seus
suplentes é feita pelos diretório acadêmico e diretório central dos estudantes, conforme o caso.
O corpo discente também mantém um representante no conselho de curso,
escolhido entre seus pares, para mandato de um ano, vedado a recondução.
5.1. ATENDIMENTO AO DISCENTE
A UNIMAR mantém Programa de Monitoria visando despertar vocações
para o Magistério e para o exercício de atividades auxiliares de ensino, pesquisa
e extensão no âmbito da disciplina na qual o aluno se vinculará, além de proporcionar a aprendizagem de técnicas e métodos de ensino, bem como estimular o
desenvolvimento do pensamento científico e da criatividade.
Ainda com respeito ao atendimento ao aluno no sentido financeiro, a partir
de 2005, a UNIMAR participa do projeto PROUNI, havendo uma cota determinada
para todos os cursos. Muitos dos nossos alunos se beneficiaram com esse programa. Atenta às reivindicações dos alunos, em questionário e apoio de membros
do DCE- Diretório Central de Estudantes, a Universidade decidiu premiar os alunos pontuais, com descontos nas mensalidades que variam de 13% a 50%.
O aluno da UNIMAR quando necessário tem a sua disposição atendimento
médico, através do Pronto Socorro do Hospital Universitário, psicológico, através
da Clínica de Psicologia e fisioterápico, através da Clínica de Fisioterapia.
O atendimento burocrático acontece pelo site ou diretamente em terminais
espalhados pelo Campus, diretamente na Secretaria Geral ou do Bloco ou até
mesmo com a Coordenação, dependendo do caso.
A Universidade também disponibiliza espaços de convivência junto à Cantina e ao Restaurante Universitário.
6. TÉCNICO ADMINISTRATIVO
O Curso possui uma Secretaria Setorial junto à Coordenação, que atende
aos professores e alunos nas suas questões mais imediatas, orientando-os e en-
132
caminhando-os aos setores imediatos. . Encontra-se também nos Laboratórios,
Setores de Produção Animal e Vegetal, colaboradores que com sua função específica auxiliam os alunos e docentes nas suas atividades didáticas e de extensão,
proporcionando melhores condições de trabalho. No Quadro 03, encontramos os
colaboradores com suas respectivas funções e setores de atuação
QUADRO 03. Relação do corpo técnico do Curso de Engenharia Agronômica da
Universidade de Marília e suas respectivas funções e setores de atuação.
NOME
FUNÇÃO
José Benedito da Silva
Administrador das Fazendas da Unimar
Eng. Agr. Paulo Roberto Oliveira Júnior
José Roberto Rangel Barbosa
Elisângela Aparecida Silva
Décio Bertoncini
Cesar F. Vicenzoto
Tiago da Cruz Polon
Lennon da Silva Rodrigues
Valter José Coneglian
Diretor de Agronegócios da Unimar
Médico Veterinário – Fazenda Experimental
Secretária Setorial – Coordenação
Técnico de Laboratório – Anatomia
Técnico de Laboratório - Informática
Técnico de Laboratório - Informática
Técnico de Laboratório - Química
Técnico de Laboratório – Controle de Qualidade
Técnico de Laboratório - Microbiologia
Trabalhador Agropecuário - Horticultura
Trabalhador Agropecuário - Horticultura
Trabalhador Agropecuário - Horticultura
Tratorista
Tratorista
Tratorista
Segurança – Geral
Segurança – Geral
Auxiliar Limpeza – Geral
Auxiliar Limpeza – Geral
Auxiliar Limpeza – Geral
Serviços Gerais – Cunicultura
Auxiliar Laboratório – Biotério
Trabalhador Agropecuário – Fábrica Ração
Trabalhador Agropecuário – Fábrica Ração
Ordenhador – Leiteria
Trabalhador Agropecuário – Leiteria
Tratorista – Leiteria
Pasteurizador – Leiteria
Inseminador – Leiteria
Ordenhador – Leiteria
Trabalhador Agropecuário – Leiteria
Trabalhador Agropecuário – Leiteria
Trabalhador Agropecuário – Ovinocultura
Encarregado Setor – Ovinocultura
Tratorista – Ovinocultura
Gerente Geral – Piscicultura*
Magno Moreira dos Santos
Carlos Aparecido Pereira
Geovano Alves Pereira
Moises Jose Da Silva
Julio Cesar Pereira
Waldeir Inacio De Souza
Raimundo Faustino
Antônio Carlos da Silva
Paulo Roberto da Silva
João Pereira dos Anjos
Márcia Helena Machado
Maria Rosinéia Campos
Gerson Silva Santana
Roberto Carlos Teles
Osvaldo Alves Pereira
José Manoel Sacca
Adilson da Silva Neto
Aurelio Barbosa
Jair de Souza
José Carlos Pinheiro Bispo
Lourival Marques de Oliveira
Paulo Júnior Nunes
Vitório Dereca
Welington Inácio de Souza
Jose Alexandre Barbosa
Josuel Célio Gomes
Raimundo Faustino
Fernando Nagano
133
Reinaldo Nunes
Daniel Teixeira dos Santos
Fabiano de Almeida Oliveira
*
Funcionários Terceirizados
Serviços Gerais – Piscicultura*
Tratador – Shopping Nelore
Auxiliar de Tratador – Shopping Nelore
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA