CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA PARA CONTROLE DE PROCESSOS AGENDA Índice Conceitos Básicos Telemetria Variáveis de Processo:- Pressão, Nível, Vazão, Temperatura, Densidade e pH. Controle de Processo Elementos Finais de Controle Técnicas de Segurança Operacional Segurança Intrínseca 1 Nelson Moreira Junior 1. Conceitos Básicos de Instrumentação Industrial - Introdução - Elementos de uma Malha de Controle - Terminologia e Simbologia 2. Telemetria - Transmissão em Instrumentação - Sinais Pneumáticos - Sinais Analógicos - Sinais Digitais 3. Variáveis de Processo 3.1 Pressão - Conceitos de Pressão - Unidades de Pressão - Medidores de Pressão - Sistemas de Selagem - Medidores Especiais de Pressão - Transmissores de Pressão 2 Nelson Moreira Junior 1 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA 3.2 Medição de Nível - Introdução - Medição de Nível Direta - Medição de Nível Indireta 3.3 Medição de Vazão - Introdução - Métodos para Medição de Vazão - Medição de Vazão por Elementos Deprimogênios, Área Variável, Magnético e outros. 3.4 Medição de Temperatura - Introdução - Conceitos Básicos - Escalas de Temperatura - Medidores de Temperatura (termoresistências, termopares,etc) INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA 4. Controle de Processos - Introdução - Controle em Malha Aberta - Definições - Atrasos de Tempo em Processos - Modos de Controle - Sintonia de Controladores - Sistemas de Controle 5. Elementos Finais de Controle (EFC) - Tipos de Elementos Finais de Controle - Válvulas de Controle - Acessórios de uma Válvula de Controle - Conversores I/P 6. Técnicas de Segurança Operacional - Limites Operacionais - Sequência Operacional - Outros Dispositivos 7. Segurança Intrínseca - Introdução - Comparação entre Técnicas de Proteção - Fundamentos de Sistemas Intrinsicamente Seguros - Aprovação e Certificação de Equipamentos - Barreiras de Segurança Intrinseca - Considerações Finais 3.5 Medição de Outras Variáveis - Densidade e pH 3 Nelson Moreira Junior 4 Nelson Moreira Junior 2 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO AGENDA Índice Conceitos Básicos Telemetria Variáveis de Processo:- Pressão, Nível, Vazão, Temperatura, Densidade e pH. Controle de Processo Elementos Finais de Controle Técnicas de Segurança Operacional Segurança Intrínseca 5 Nelson Moreira Junior INSTRUMENTAÇÃO é a ciência que aplica e desenvolve técnicas para adaptação de instrumentos de medição, transmissão, indicação, registro e controle de variáveis físicas em equipamentos nos processos industriais.. O uso de intrumentos em processos industriais visa a obtenção de um produto de melhor qualidade com menor custo e menor tempo. A utilização de instrumentos nos permite: - Incrementar e controlar a qualidade do produto; - Aumentar a produção e o rendimento; - Obter e fornecer dados seguros da matéria prima e quantidade produzida além de ter em mãos dados relativos à economia dos processos. 6 Nelson Moreira Junior 3 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Definições Planta Uma planta é um conjunto de equipamentos que funcionam conjuntamente objetivando um produto final. Processo É uma operação que evolui progressivamente caracterizada por uma série de mudanças graduais que se sucedem. É caracterizado por uma série de ações controladas ou movimentos sistematicamente dirigidos objetivando um particular resultado. “Qualquer operação a ser controlada é um processo” 7 Nelson Moreira Junior Sistemas É uma combinação de componentes que atuam conjuntamente e realizam um certo objetivo. Distúrbios Um distúrbio é um sinal que tende a afetar adversamente o valor da saída de um sistema 8 Nelson Moreira Junior 4 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA FLUIDO AQUECIDO INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA MALHA DE CONTROLE LIQUIDO ENTRANDO FLUIDO A SER AQUECIDO VAPOR CONDENSADO 9 SP LIQUIDO SAINDO CONTROLADOR VAPOR SENSOR DE TEMPERATURA VALVULA PROCESSO INDUSTRIAL Variável Controlada: Meio Controlado: Variável Manipulada: Agente de Controle: MISTURADOR Temperatura Fluído Vazão Vapor Nelson Moreira Junior SINAL DE TEMPERATURA PARA O CONTROLADOR ABERTA: FECHADA: Sistema sem realimentação (ou Feedback ) Sistema com realimentação 10 Nelson Moreira Junior 5 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA ELEMENTOS DE CONTROLE ELEMENTO PRIMARIO E.F.C. PROCESSO TRANSMISSOR INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA CAMPO T e m p e r. Bulbo de Resistência Termopar Termômetro de vidro Termômetro Bimetálico Termômetro Óptico P r e s s ã o Manômetro tipo Fole Monômetro tipo Bourdon Manômetro tipo Coluna U Diafragma Fole Pressão Diferencial V a z ã o Pressão Diferencial Medidores Magnéticos Medidores Ultrasônicos Medidores Área Variável Medidores Canais Abertos CONTROLADOR N í v e l Tipo Flutuador Tipo Diferencial Tipo Capacitivo Tipo Ultrasônico INDICADOR REGISTRADOR ALARME O u t r o s C A M P O P A I N E L CONVERSOR Variável de Processo 11 Nelson Moreira Junior PAINEL Indicador Registrador Conversor Controlador Set de Alarme Multi-Loop Single-Loop SDCD PLC CAMPO Elemento Final de Controle Analisador de pH Analisador de Gás Umidade Balança Densidade Viscosidade 12 Nelson Moreira Junior 6 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Classificação dos instrumentos Classificação por Função Há vários métodos de classificação dos instrumentos de medição. • Função • Sinal transmitido ou suprimento • Tipo de sinal 13 INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Conforme será visto posteriormente, os instrumentos podem estar interligados entre si para realizar uma determinada tarefa nos processos industriais. A associação desses instrumentos chama-se malha e em uma malha cada instrumento executa uma função. Os instrumentos que podem compor uma malha são então classificados por função cuja descrição sucinta pode ser lida na tabela 01. Nelson Moreira Junior 14 Nelson Moreira Junior 7 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Cada instrumento executa uma função !!!! 15 Nelson Moreira Junior 16 Nelson Moreira Junior 8 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Classificação por Sinal de Transmissão ou Suprimento INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA A Instrumentação Pneumática Os instrumentos podem ser agrupados conforme o tipo de sinal transmitido ou o seu suprimento. Tipo pneumático Nesse tipo é utilizado um gás comprimido, cuja pressão é alterada conforme o valor que se deseja representar. Nesse caso a variação da pressão do gás é linearmente manipulada numa faixa específica, padronizada internacionalmente, para representar a variação de uma grandeza desde seu limite inferior até seu limite superior. O padrão de transmissão ou recepção de instrumentos pneumáticos mais utilizado é de 0,2 a 1,0 kgf/cm2 (aproximadamente 3 a 15psi no Sistema Inglês). 17 Nelson Moreira Junior 18 Nelson Moreira Junior 9 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Instrumentação Pneumática INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Os Painéis Centralizados A tecnologia pneumática usa um sinal de pressão de ar ( 3 ~ 15 psi) como elemento de comunicação entre seus elementos. Sensor Controlador Válvula de Controle 19 Nelson Moreira Junior 20 Nelson Moreira Junior 10 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Painéis de Controle Centralizados INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Zero Vivo Característica dos sinais telemétricos cuja faixa inicia-se num valor acima do zero de energia. • 21 Para visualização do processo, os painéis assumem a forma de um quadro sinótico. Nelson Moreira Junior Faixas comuns de transmissão: • 4 a 20 ma • 1 a 5 Vcc • 3 a 15 PSI • 0.2 a 1.0 Kgf/cm2 22 Nelson Moreira Junior 11 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Sobre a telemetria pneumática: A grande e única vantagem em seu utilizar os instrumentos pneumáticos está no fato de se poder operá-los com segurança em áreas onde existe risco de explosão (centrais de gás, por exemplo). Desvantagens a) Necessita de tubulação de ar comprimido (ou outro gás) para seu suprimento e funcionamento. b) Necessita de uma unidade de condicionamento de ar para fornecer aos instrumentos, um ar seco e sem partículas sólidas. c) Devido ao atraso que ocorre na transmissão do sinal, este não pode ser enviado à longa distância, sem uso de reforçadores. Normalmente a transmissão é limitada a aproximadamente 100 m. d) Vazamentos ao longo da linha de transmissão ou mesmo nos instrumentos são difíceis de serem detectados. e) Não permite conexão direta aos computadores. 23 Nelson Moreira Junior INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Tipo Hidráulico Similar ao tipo pneumático e com desvantagens equivalentes, o tipo hidráulico utiliza-se da variação de pressão exercida em óleos hidráulicos para transmissão de sinal. É especialmente utilizado em aplicações onde torque elevado é necessário ou quando o processo envolve pressões elevadas. Vantagens a) Podem gerar grandes forças e assim acionar equipamentos de grande peso e dimensão. b) Resposta rápida. Desvantagens a) Necessita de tubulações de óleo para transmissão e suprimento. b) Necessita de inspeção periódica do nível de óleo bem como sua troca. c) Necessita de equipamentos auxiliares, tais como reservatório, filtros, bombas, etc... 24 Nelson Moreira Junior 12 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Tipo elétrico Esse tipo de transmissão é feita utilizando sinais elétricos de corrente ou tensão. Face a tecnologia disponível no mercado em relação a fabricação de instrumentos eletrônicos microprocessados, hoje, é esse tipo de transmissão largamente usado em todas as indústrias, onde praticamente não ocorre risco de explosão. Como padrão para transmissão a longas distâncias são utilizados sinais em corrente contínua variando de 4 a 20 mA e para distâncias até 15 metros aproximadamente, também utilizam-se sinais em tensão contínua de 1 a 5V. Assim como na transmissão pneumática, o sinal é linearmente modulado em uma faixa padronizada representando o conjunto de valores entre o limite mínimo e máximo de uma variável de um processo qualquer. 25 Nelson Moreira Junior 26 Nelson Moreira Junior 13 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Vantagens •Permite transmissão para longas distâncias sem perdas. •A alimentação pode ser feita pelos próprios fios que conduzem o sinal de transmissão. •Necessita de poucos equipamentos auxiliares. •Permite fácil conexão aos computadores. •Fácil instalação. Permite que o mesmo sinal (4~20mA)seja “lido” por mais de um instrumento, ligando em série os instrumentos. Porém, existe um limite quanto à soma das resistências internas destes instrumentos, que não deve ultrapassar o valor estipulado pelo fabricante do transmissor. •Permite de forma mais fácil realização de operações matemáticas. 27 Nelson Moreira Junior 28 Nelson Moreira Junior 14 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Desvantagens INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Tipo Digital •Exige utilização de instrumentos e cuidados especiais em instalações localizadas em áreas de riscos. •Exige cuidados especiais na escolha do encaminhamento de cabos ou fios de sinais. •Os cabos de sinal devem ser protegidos contra ruídos elétricos. 29 Nelson Moreira Junior Nesse tipo, “pacotes de informações” sobre a variável medida são enviados para uma estação receptora, através de sinais digitais modulados e padronizados. Para que a comunicação entre o elemento transmissor receptor seja realizada com êxito é utilizada uma “linguagem” padrão chamado protocolo de comunicação 30 Nelson Moreira Junior 15 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Vantagens INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Desvantagens •Não necessita ligação ponto a ponto por instrumento. •Pode utilizar um par trançado ou fibra óptica para transmissão dos dados. •Existência de vários protocolos no mercado, o que dificulta a comunicação entre equipamentos de marcas diferentes. •Imune a ruídos externos. •Caso ocorra rompimento no cabo de comunicação pode-se perder a informação e/ou controle de várias malha. •Permite configuração, diagnósticos de falha e ajuste em qualquer ponto da malha. •Menor custo final. 31 Nelson Moreira Junior 32 Nelson Moreira Junior 16 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Via Rádio Via Modem Neste tipo, o sinal ou um pacote de sinais medidos são enviados à sua estação receptora via ondas de rádio em uma faixa de freqüência específica. A transmissão dos sinais é feita através de utilização de linhas telefônicas pela modulação do sinal em freqüência, fase ou amplitude. Vantagens Vantagens •Não necessita de cabeamento. •Pode-se enviar sinais de medição e controle de máquinas em movimento. Desvantagens Desvantagens •Alto custo inicial. •Necessidade de técnicos altamente especializados. 33 •Baixo custo de instalação. •Pode-se transmitir dados a longas distâncias. Nelson Moreira Junior •Necessita de profissionais especializados. •Baixa velocidade na transmissão de dados. •sujeito a interferências externas, inclusive Ver arquivo cd senai violação de informações. carreta – teoria histórico 34 – Nelson Moreira Junior 17 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA SIMBOLOGIA DE INSTRUMENTAÇÃO Símbolos Gerais p/ Instrumentos ou Função Programada LOCALIZAÇÃO Com objetivo de simplificar e globalizar o entendimento dos documentos utilizados para representar as configurações utilizadas para representar as configurações das malhas de instrumentação, normas foram criadas em diversos países. No Brasil, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) através de sua norma NBR 8190 apresenta e sugere o uso de símbolos gráficos para representação dos diversos instrumentos e suas funções ocupadas nas malhas de instrumentação. 35 Nelson Moreira Junior INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA TIPO Locação Principal normalmente acessível ao operador Montado no Campo Locação Auxiliar normalmente acessível ao operador Locação Auxiliar normalmente não acessível ao operador Instrumentos Discretos Instrumentos Compartilhados Computador de Processo Controlador Programável 36 Nelson Moreira Junior 18 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Símbolos de Linhas p/ Instrumentos ou F.Programada SUPRIMENTO OU IMPULSO SINAL NÃO DEFINIDO Símbolos e Funções de Processamento de Sinais SÍMBOLO SINAL ELÉTRICO SINAL PNEUMÁTICO TUBO CAPILAR SINAL HIDRÁULICO SINAL ELETROMAGNÉTICO OU SÔNICO (TRANSMISSÃO NÃO GUIADA) SINAL ELETROMAGNÉTICO OU SÔNICO (TRANSMISSÃO GUIADA) LIGAÇÃO CONFIGURADA INTERNAMENTE AO SISTEMA (SOFTWARE) LIGAÇÃO MECÂNICA SINAL BINÁRIO PNEUMÁTICO SINAL BINÁRIO ELÉTRICO 37 Nelson Moreira Junior INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA OU + /m _ OU K OU P , OU I d/dt OU D SÍMBOLO FUNÇÃO SOMA × MULTIPLICAÇÃO MÉDIA ÷ DIVISÃO FUNÇÃO SUBTRAÇÃO n PROPORCIONAL n INTEGRAL x DERIVATIVO f(a) SELETOR de SINAL ALTO EXTRAÇÃO DE RAIZ QUADRADA EXTRAÇÃO DE RAIZ EXPONENCIAÇÃO FUNÇÃO NÃO LINEAR LIMITE SUPERIOR SELETOR de SINAL BAIXO LIMITE INFERIOR ± POLARIZAÇÃO LIMITADOR DE SINAL f(t) FUNÇÃO TEMPO * 38 * CONVERSÃO DE SINAL Nelson Moreira Junior 19 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Transmissor de Pressão Fieldbus LD302 • • • • • • • • • • 39 Nelson Moreira Junior Medição direta digital de capacitância. Rangeabilidade: 40:1, p/ todos os modelos. Exatidão: 0.075 %, p/ todos os modelos. Linha completa: – D, M, L, A, H, S and T – Selos Remotos – P. Molhadas: 316SS, Hastelloy, Tantalum. 0-125 Pa a 0-40 MPa (0-1/2” a 0-5800 psi). Capacidade de Diagnóstico. Instanciação de Blocos Funcionais. A Prova de Tempo, A Prova de Explosão. Intrinsecamente Seguro. Capacidade de Ser Mestre da Rede. 40 Nelson Moreira Junior 20 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA LD292 Transmissor de Pressão Man. Fieldbus • • • • • • • • • • INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Acessórios para Transmissores de Pressão Medição direta digital de capacitância. Rangeabilidade: 40:1, p/ todos os modelos. Exatidão: 0.01 %, p/ todos os modelos. Complete line – Selos Remoto – P. Molhadas: 316SS, Hastelloy, Tantalum 0-125 Pa a 0-25 MPa (0 - 5” a 0 - 3600 psi). Capacidade de Diagnóstico. Instanciação de Blocos Funcionais. A Prova de Tempo, A Prova de Explosão. Intrinsecamente Seguro. Capacidade de Ser Mestre da Rede. 41 Nelson Moreira Junior 42 Nelson Moreira Junior 21 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA TT302 Transmissor de Temperatura Fieldbus • Precisão Básica: 0.02%. • Dois Canais de Entrada. • Entrada Universal: – RTD, TC, ohm, mV – Lead wire compensation – Compensação de Junta Fria – Isolação e Linearização • Auto Diagnóstico • Diagnóstico do Sensor • Instanciação de Blocos Funcionais. • A Prova de Tempo, A Prova de Explosão. • Intrinsecamente Seguro. • Capacidade de Ser Mestre da Rede. 43 Nelson Moreira Junior INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA DT302 Transmissor de Densidade Fieldbus • • • • • • • • • • • • Exatidão: ±0.1º Brix ou ±0.0004 g/cm². Compensação de Temperatura. Diagnóstico Remoto Contínuo. Sem Partes Móveis. Faixa: 0.5 a 5 g/cm². Conexões: Padrões Industriais e Sanitários. A Prova de Tempo, A Prova de Explosão. Intrinsecamente Seguro Facil Manutenção. Não requer limpeza periódica. Instanciação de Blocos Funcionais. Capacidade de Ser Mestre da Rede. 44 Nelson Moreira Junior 22 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA TP302 Transmissor de Posição Fieldbus • Sensor de Posição por Efeito Hall (Sem Contato). • Movimento Linear: 10 ~ 100 mm • Movimento Rotativo: 30 ~ 120º • Exatidão: 0.1 %. • Auto Diagnóstico. • Diagnóstico do Sensor • Instanciação de Blocos Funcionais. • A Prova de Tempo, A Prova de Explosão. • Intrinsecamente Seguro. • Capacidade de Ser Mestre da Rede. 45 Nelson Moreira Junior INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA FY302 Posicionador de Válvulas Fieldbus • Sensor de Posição por Efeito Hall (Sem Contato). • Versatil: – Movimento: Linear / Rotativo – Ação: Simples / Dupla • Instanciação de Blocos Funcionais. • Diagnósticos para Válvula e Atuador. • A Prova de Tempo, A Prova de Explosão. • Intrinsecamente Seguro. • Capacidade de Ser Mestre da Rede 46 Nelson Moreira Junior 23 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA FY402 Posicionador de Válvulas Fieldbus de Simples Ação • Sensor de Posição por Efeito Hall (Sem Contato). • Movimento: Linear e Rotativo. • Simples Ação. • Instanciação de Blocos Funcionais. • Diagnósticos. • A Prova de Tempo, A Prova de Explosão. • Intrinsecamente Seguro. • Capacidade de Ser Mestre da Rede 47 Nelson Moreira Junior INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Conversores Fieldbus • IF302 - Três Entradas de Corrente – 4-20 mA, 0-20 mA • FI302 - Três Saídas de Corrente – 4-20 mA – Modos de Falha Segura ( Fail - Safe ) • FP302 - Conversor FF para Pressão – 3 - 15 PSI – Modos de Falha Segura ( Fail - Safe ) 48 Nelson Moreira Junior 24 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Controladores PORTA TAG DISPLAY ALFANUMÉRICO DE 8 DÍGITOS PARA USO GERAL SELETOR DO DISPLAY SELETOR DA MALHA MONITORAÇÃO GERAL MONITORES DA MALHA LOCAL/REMOTO RECONHECIMENTO DE ALARME BARRAS GRÁFICAS AUTO/MANUAL SET-POINT ATUAÇÃO MANUAL VARIÁVEL DE PROCESSO SAÍDA 49 Nelson Moreira Junior 50 Nelson Moreira Junior 25 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA 51 Nelson Moreira Junior INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA 52 Nelson Moreira Junior 26 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA 53 Nelson Moreira Junior INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA 54 Nelson Moreira Junior 27 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Modulação Analógica e Digital 55 Nelson Moreira Junior 56 Nelson Moreira Junior 28 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA TERMINOLOGIA 1 - Range (faixa medida) 2 - Span (alcance) 3 - Erro (estático e dinâmico) 4 - Precisão 5 - Zona Morta 6 - Sensibilidade 7 - Histeresis 8 - Repetibilidade 9 - Conformidade 10 - Reproducibilidade 57 Nelson Moreira Junior 58 Nelson Moreira Junior 29 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA REPETIBILIDADE HISTERESIS LEITURA OU SAIDA LEITURA (l/min) CARACTERISTICA DESCENDENTE REPETIBILIDADE = ± 1 l/min ± 0,1 % DO SPAN 1000 200 " C 753 120,2 MAXIMO ERRO DE REPETIBILIDADE DIFERENCA MAXIMA 752 119,8 CARACTERISTICA ASCENDENTE ENTRADA ( " C) 0 120 200 0 59 ERRO DE REPETIBILIDADADE VAZÃO REAL (l//min) 0 750 (l/min) 0 Nelson Moreira Junior 1000 60 Nelson Moreira Junior 30 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA TELEMETRIA TRANSMISSÃO EM INTRUMENTAÇÃO AGENDA Índice Conceitos Básicos Telemetria Variáveis de Processo:- Pressão, Nível, Vazão, Temperatura, Densidade e pH. Controle de Processo Elementos Finais de Controle Técnicas de Segurança Operacional Segurança Intrínseca 61 Nelson Moreira Junior 2.1 - Sinais Pneumáticos Sinais Típicos:: 3 a 15 PSI / 3 a 27 PSI / 0 a 30 PSI. Países com Sistema Métrico : 0,2 a 1,0 kgf/cm². Nas válvulas:: 0,6 a 1,4 kgf/cm² ou 0,8 a 2,4 kgf/cm². Linhas de Transmissão : As linhas de transmissão pneumáticas são constituídas de tubo de cobre ou vinil de 1/4" (diâmetro externo). Em casos especiais (atmosferas oxidantes), usam-se tubos de aço inox. A distância prática para transmissão do campo para o painel é de aproximadamente 150m. Para distâncias superiores, é recomendável intercalar relés pneumáticos (amplificadores) a cada 100m a fim de atenuar os retardos de transmissão. Considera-se viável, a transmissão pneumática até a distância de 500m. 62 Nelson Moreira Junior 31 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Noções em Transmissão de Dados 2.2 - Sinais Analógicos Sinais Típicos: 4 a 20mA / 10 a 50 mA / 0 a 20 mA / 1 a 5 V / 0 a 5 V / 0 a 10 V. A - Comunicação Paralela Linhas de Transmissão: As linhas de transmissão para instrumentação eletrônica, são constituídas geralmente de fios de cobre flexível com isolamento de até 600 Volts. Os sinais DC contínuos eliminam a possibilidade de capturar perturbações eletromagnéticas podendo utilizar 2 fios blindados. Zero Vivo: Utilizado quando adotamos o nível mínimo de 4 mA, oferece a vantagem de podermos detectar uma avaria (rompimento de um dos fios), quer provocaria a queda do sinal abaixo de 0%. Note também, que o nível mínimo do sinal pneumático não é zero e sim 3 PSI, deste modo, conseguimos calibrar corretamente o instrumento, comprovando sua correta calibração como por exemplo no caso de um transmissor pneumático de temperatura de range 0 a 150ºC onde o sensor estivesse com 0ºC e o sinal de saída em 1 PSI, o mesmo visivelmente seria possível detectar sua descalibração. Se o nível mínimo fosse 0 PSI, não seria possível fazermos esta comprovação rapidamente. B - Comunicação Serial B1 - Transmissão Serial Assíncrona B2 - Transmissão Serial Síncrona B3 - EIA-RS232 C B4 - EIA-RS422 B5 - EIA-RS485 C- Tipos de Modulação FSK, ASK e PSD D - Velocidade de Transmissão (Baud Rate) 63 Nelson Moreira Junior 64 Nelson Moreira Junior 32 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA COMUNICAÇÃO Painel de Controle Convencional 4 - 20 mA Computador de 1-5V Processo F O N T E INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA HART 250 4 - 20mA + 250 ohms Vfonte = (A x N x 250) + 12 A = 0.004 (para TRM) ou 0.021 (para PID). N = Número de TRMs ou PIDs. PROCESSO Válvulas 65 PID - 2 TRM - 14 TRM - 15 HART - Highway Address Remote Transducer - Sistema que combina o padrão 4 a 20 mA com a comunicação digital. É um sistema a dois fios com taxa de comunicação de 1200 bit/s e modulação FSK (frequência). O Hart é baseado no sistema mestre escravo, permitindo a existência de dois mestres na rede simultaneamente. O Hart não deve se tornar um padrão devido à limitação de velocidade. Em média uma transação no barramento ocorre a cada 375 ms. 4 - 20 mA Transmissores PID - 1 Nelson Moreira Junior 66 Nelson Moreira Junior 33 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA FIELDBUS SDCD ALIMENTAÇÃO CARTÃO DE CONTROLE FUNÇÕES DE CONTROLE ÁREA DE CONTROLE CAMPO CARTÃO DE ENTRADA 4-20mA 4-20mA VISUALIZAÇÃO E OPERAÇÃO CARTÃO DE SAÍDA 4-20mA SDCD FT-123 FT-102 FCV-102 Fontes Cartões de Controle Cartões de Entrada Cartões de Saída Fusível I/O Terminador Cartões 4-20 mA 67 Nelson Moreira Junior 68 Nelson Moreira Junior 34 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Comparação Entre os Sistemas DDC 69 Nelson Moreira Junior DCS 70 FCS Nelson Moreira Junior 35 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Evolução dos Sistemas de Automação MÁQUINA OU PROCESSO INDUSTRIAL Fieldbus é a próxima grande transição tecnologica no campo da automação industrial SENSORES, CHAVES, BOTOEIRAS, ETC. Tecnologia Dominante Pneumática Analógica Digital Fieldbus ATUADORES CP 1940 1960 1980 2000 71 Tempo Nelson Moreira Junior 72 Nelson Moreira Junior 36 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INÍCIO contato aberto CONDIÇÕES DE INICIALIZAÇÃO contato fechado () LEITURA DAS ENTRADAS ATUALIZAÇÃO DAS MEMÓRIAS IMAGENS DAS ENTRADAS PROCESSAMENTO E INSTRUÇÕES DE USUÁRIOS ativar saída () () Exemplo de Diagrama de Relés () ACIONAMENTO DAS SAÍDAS ATUALIZAÇÃO DAS MEMÓRIAS IMAGENS DAS SAÍDAS 73 Nelson Moreira Junior Funções Básicas do Diagrama de Relés 74 Nelson Moreira Junior 37 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA 3 - VARIÁVEIS DE PROCESSO AGENDA Índice Conceitos Básicos Telemetria Variáveis de Processo: Processo:- Pressão, Pressão, Nível, Nível, Vazão, Vazão, Temperatura, Temperatura, Densidade e pH. Controle de Processo Elementos Finais de Controle Técnicas de Segurança Operacional Segurança Intrínseca 75 Nelson Moreira Junior 3.1 - Medição de Pressão Definições: força área [ kgf/cm²; lbf/pol²; N/m²] Massa Específica(p)= massa [ kg/m²; g/cm²] volume Peso Específico( )= peso [kgf/m³; gf/cm³] volume Pressão = 76 Nelson Moreira Junior 38 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA TEOREMA DE STEVIN h δ “A diferença de pressão entre dois pontos de um fluido em repouso é igual ao produto do peso específico do fluido pela diferença de cota entre os dois pontos”. INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA PRINCÍPIO DE PASCAL A pressão exercida em qualquer ponto de um líquido em forma estática, se transmite integralmente em todas as direções e produz a mesma força em áreas iguais. Devido serem os fluidos praticamente incompressíveis, a força mecânica desenvolvida em um fluido sob pressão pode ser transmitida. P2 - P1 = .P = (h2 - h1) . δ 77 Nelson Moreira Junior 78 Nelson Moreira Junior 39 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA DEFINIÇÃO BARÔMETRO DE TORRICELLI Pode ser definida como sendo a relação entre uma força aplicada perpendicularmente (90º) à uma área (fig. 4) e é expressa pela seguinte equação: A pressão pode ser também expressa como a somatória da pressão estática e pressão dinâmica e assim chamada de pressão total. As bombas funcionam em virtude do princípio segundo o qual a pressão atmosférica exercida sobre a superfície da água é capaz de equilibrar uma coluna de água de 10,33m de altura. Na bomba aspirante a pressão atmosférica pode elevar a água a esta altura desde o subsolo, mas, devido às imperfeições da bomba, na prática a altura é de uns 8 metros. 79 Nelson Moreira Junior 80 Nelson Moreira Junior 40 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Pressão Estática Pressão absoluta É a pressão exercida em um ponto, em fluidos estáticos, que é transmitida integralmente em todas as direções e produz a mesma força em áreas iguais. Pressão Dinâmica É a pressão exercida por um fluido em movimento paralelo à sua corrente. A pressão dinâmica é representada pela seguinte equação: Pd = INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA É a pressão positiva a partir do vácuo perfeito, ou seja, a soma da pressão atmosférica do local e a pressão manométrica. Geralmente coloca-se a letra A após a unidade. Mas quando representamos pressão abaixo da pressão atmosférica por pressão absoluta, esta é denominada grau de vácuo ou pressão barométrica. 1 2 ρv 2 81 Nelson Moreira Junior 82 Nelson Moreira Junior 41 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Pressão manométrica É a pressão medida em relação à pressão atmosférica existente no local, podendo ser positiva ou negativa. Geralmente se coloca a letra “G” após a unidade para representá-la. Quando se fala em uma pressão negativa, em relação a pressão atmosférica chamamos pressão de vácuo. 83 Nelson Moreira Junior INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Pressão diferencial É o resultado da diferença de duas pressões medidas. Em outras palavras, é a pressão medida em qualquer ponto, menos no ponto zero de referência da pressão atmosférica. Pressão total É a pressão resultante da somatória das pressões estáticas e dinâmicas exercidas por um fluido que se encontra em movimento. 84 Nelson Moreira Junior 42 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA ESCALAS DE PRESSÃO ESCALA h m m H g A B INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA UNIDADES DE PRESSÃO - Pressão Relativa ( ou P. Efetiva ou Pressão) - Pressão Absoluta ( ou Zero Absoluto ou Vácuo Perfeito) # Sistemas CGS ( dina/cm² ) e MKS ( Newton/m² ) são raramente utilizados nas indústrias. # Sistema Métrico (kg*/cm² ). # Países de L.Inglesa" PSI " ( pound/square in ). P abs = P rel + P atm pressão relativa Conversão: 01 libra = 0,4516 kg e 01 polegada = 2,54 cm portanto, 1 kg/cm² = 14,223 PSI. pressão absoluta ZERO RELATIVO vácuo ZERO ABSOLUTO 85 Nelson Moreira Junior Unidades + utilizadas: 1 atm=760 mmhg(0°C)=762,4 mmhg(20°C)=10.332mmca= 10.351mmca(20°C)=10,332kgf/m²=1,033kgf/cm²=14,696PSI= 101,325 kpa(N/m²)=1,01325 bar=407,2 "H2O. 86 Nelson Moreira Junior 43 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Composição dos Medidores de Pressão PSI KPA Polegadas H2O m m H 2O Polegadas Hg m m Hg Bars m Bars kg/cm ² PSI 1 6,8947 27,705 703,07 2,036 51,7148 0,0689 68,947 0,0703 KPA 0,14504 1 4,01832 101,9716 0,2953 7,50062 0,01 10,0 0,0102 Polegadas H2O 0,03609 0,24886 1 25,4 0,07307 1,8719 0,00249 2,491 0,00254 m m H2O 0,0014 0,0098 0.03937 1 0,00289 0,07307 0,00009 0,09806 0,00001 Polegadas Hg 0,4912 3,3867 13,62 345,94 1 25,4 0,0339 33,864 0,0345 m m Hg 0,0193 0,1331 0,5362 13,62 0,03937 1 0,0013 1,3332 0,0014 Bars 14,504 100,0 401,5 10.215,0 29,53 750,06 1 1.000 1,0197 m Bars 0,0145 0,1 0,4022 10,215 0,0295 0,7501 0,001 1 0,001 kg/cm ² 14,223 97,9047 394,06 10.018,0 28,959 735,56 0,9807 980,7 1 g/cm ² 0,0142 0,0979 0,3941 10,018 0,02988 0,7356 0,00098 0,9807 0,001 TABELA 2: CONVERSÃO DE UNIDADES DE PRESSÃO. 87 Nelson Moreira Junior Elemento de recepção: Aquele que recebe a pressão a ser medida e a transforma em deslocamento ou força (ex:bourdon, fole, diafragma). Elemento de transferência: Aquele que amplia o deslocamento ou a força do elemento de recepção ou que transforma o mesmo em um sinal único de transmissão do tipo elétrica ou pneumática, que é enviada ao elemento de indicação (ex: links mecânicos, relé piloto, amplificadores operacionais). Elemento de indicação: Aquele que recebe o sinal do elemento de transferência e indica ou registra a pressão medida (ex: ponteiros, displays) . 88 Nelson Moreira Junior 44 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA 1. MEDIDORES POR COLUNA LÍQUIDA Tipos de Manômetros Tipos: Coluna em U; Coluna reta vertical e Coluna inclinada P 0d 0d 0D h 0D P P * 4 5 6 7 h x H 8 9 3 10 2 1 11 12 * Medidores especiais 89 Nelson Moreira Junior Vantagens e Desvantagens: - medem pressões baixas, com boa precisão, custo baixo e simples construção, de fácil manutenção. - exigem tubos calibrados, nivelamento, líq.s não viscosos e não permite vibrações. 90 Nelson Moreira Junior 45 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Manômetro tipo Coluna Reta Vertical Líquidos de enchimento A princípio qualquer líquido com baixa viscosidade, e não volátil nas condições de medição, pode ser utilizado como líquido de enchimento. Entretanto, na prática, a água destilada e o mercúrio são os líquidos mais utilizados nesses manômetros. Faixa de medição Em função do peso específico do líquido de enchimento e também da fragilidade do tubo de vidro que limita seu tamanho, esse instrumento é utilizado somente para medição de baixas pressões. 91 Nelson Moreira Junior P1 − P2 = δ (h2 + h1 ) a h2 A a P1 − P2 = δ .h2 (1 + ) A P1 − P2 = δ .h2 A.h1 = a.h2 ∴ h1 = 92 Nelson Moreira Junior 46 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Manômetro tipo Coluna Inclinada Este Manômetro é utilizado para medir baixas pressões na ordem de 50 mmH2O. A vantagem é a de expandir a escala de leitura o que é muitas vezes conveniente para medições de pequenas pressões com boa precisão (± 0,02 mmH2O). INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA 2. MEDIDORES POR ELEMENTOS ELÁSTICOS Este tipo de instrumento de medição de pressão baseia-se na lei de Hooke sobre elasticidade dos materiais. “O módulo da força aplicada em um corpo é proporcional à deformação provocada”. Tipos: Manômetros de Bourdon, de Fole e de Diafragma P P 93 Nelson Moreira Junior Manômetros de Bourdon P 94 Nelson Moreira Junior 47 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Essa deformação pode ser dividida em elástica (determinada pelo limite de elasticidade), e plástica ou permanente. Os medidores de pressão tipo elástico são submetidos a valores de pressão sempre abaixo do limite de elasticidade, pois assim cessada a força a ele submetida o medidor retorna a sua posição inicial sem perder suas características. 95 Nelson Moreira Junior 96 Nelson Moreira Junior 48 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA 97 Nelson Moreira Junior INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA 98 Nelson Moreira Junior 49 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Material de Bourdon De acordo com a faixa de pressão a ser medida e a compatibilidade com o fluido é que determinamos o tipo de material a ser utilizado na confecção de Bourdon. A tabela a seguir indica os materiais mais utilizados na confecção do tubo de Bourdon. 99 Nelson Moreira Junior INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Quanto a classe de precisão, essa classificação pode ser obtida através das tabelas de Manômetro / vacuômetro e Manômetro composto, a seguir. 100 Nelson Moreira Junior 50 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Faixa de operação recomendável Com exceção dos manômetros utilizados como padrão, a pressão normal medida deve estar próxima a 75% da escala máxima quando essa variável for estática e próxima a 60% da escala máxima para o caso de medição de pressão variável. 101 Nelson Moreira Junior 102 Nelson Moreira Junior 51 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Manômetro de pressão diferencial Este tipo construtivo é adequado para medir a diferença de pressão entre dois pontos quaisquer do processo. É composto de dois tubos de Bourdon dispostos em oposição e interligados por articulações mecânicas. 103 Nelson Moreira Junior 104 Nelson Moreira Junior 52 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Manômetro duplo São manômetros com dois Bourdons e mecanismos independentes e utilizados para medir duas pressões distintas, porém com mesma faixa de trabalho. A vantagem deste tipo está no fato de se utilizar uma única caixa e um único mostrador. Manômetro de Fole PRESSÃO FOLE ESCALA Manômetro de Diafragma PONTEIRO MOLA CONEXÃO DE PRESSÃO 105 Nelson Moreira Junior 106 Nelson Moreira Junior 53 CEFET CAMPOS Aplicação: CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA SISTEMAS DE SELAGEM POTE DE SELAGEM a) O fluído do processo for corrosivo ao dispositivo de medição; b) O fluído for um gás com possibilidade de condensação por diminuição de temperatura, quando for aplicado ao dispositivo 50 Selo Líquido com Pote de Selagem 0 de medição, ex: vapor d’água; 100 SELAGEM c) O fluído for um líquido com sólidos em suspensão; d) O fluído for um líquido pastoso; S IN A L D E PR OC ESSO PAR A O M E D ID O R e) O fluído tender a cristalizar-se com variações de temperatura ao ser aplicado ao dispositivo de medição, ex: óleo APF; Densidade do Líquido de Selo d = 0 ,8 d = 0 ,8 d = 1 ,2 d = 1 ,2 f) O fluído não poder permanecer parado no dispositivo de medição, ex: medicamentos, leite etc; g) O fluído for periculoso. PAR A O M E D ID O R 107 Nelson Moreira Junior 108 S IN A L D E PR OC ESSO Nelson Moreira Junior 54 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA 4 5 6 7 MANOMETROS 8 3 9 2 1 10 Selo Volumétrico 4 5 6 7 8 9 3 Amortecedores de pulsação 10 2 11 12 INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA 1 11 12 FOLE PRESSAO DIAFRAGMA PROCESSO DEPOSITO DE OLEO BOMBA DE VACUO Selagem de manômetro petroquímico VALVULA DE BLOQUEIO 109 VALVULA DE BLOQUEIO MANOMETRO Nelson Moreira Junior 110 Nelson Moreira Junior 55 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA MANÔMETRO PADRÃO Sifões Os manômetros utilizados como padrão devem ter precisão superior em relação aos manômetros que serão calibrados. De acordo com as normas de medição, obriga-se a utilizar instrumentos padrões que foram aprovados em inspeção. Dois tipos de manômetros foram aprovados como padrão: manômetro tipo coluna, e manômetro tipo peso morto (peso estático). Supressor de pressão 111 Nelson Moreira Junior 112 Nelson Moreira Junior 56 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA O manômetro tipo peso morto, também denominado de manômetro de peso estático, é utilizado para calibrar medidores de pressão tipo elástico, tais como tubo de bourdon, etc., e como manômetro padrão de altas pressões. INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA MEDIDORES ESPECIAIS DE PRESSÃO a) Transdutor de Pressão Indutivo(LVDT) P ε L = −L U1 bp U 2a U 2b U2 bs 1 Φm = di dt b Φ m = ∫ B.dA a µ 0 IL b ln 2π a bs 2 s (p) U2 = U2a - U2b = k.U1.s.P 113 Nelson Moreira Junior 114 onde: U = tensão elétrica s = curso da mola k = grau de acoplamento P = pressão aplicada Nelson Moreira Junior 57 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA b) Transdutor de Pressão Capacitivo ACO DIAFRAGMA ISOLADOR VIDRO CERAMICA POROSA DIAFRAGMA SENSOR PLACAS DO CAPACITOR C=K A d 115 Nelson Moreira Junior INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Sensor Capacitivo (Célula Capacitiva) É o sensor mais utilizado em transmissores de pressão. Nele um diafragma de medição se move entre dois diafragmas fixos. Entre os diafragmas fixos e o móvel, existe um líquido de enchimento que funciona como um dielétrico. Como um capacitor de placas paralelas é constituídos por duas placas paralelas separadas por um meio dielétrico, ao sofrer o esforço de pressão, o diafragma móvel (que vem a ser uma das placas do capacitor) tem sua distância em relação ao diafragma modificada. Isso provoca modificação na capacitância de um circuito de medição, e então tem-se a medição de pressão. 116 Nelson Moreira Junior 58 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Sensor Piezoelétrico c) Transdutor Piezoelétrico P P DIAFRAGMA CRISTAL _ _ _ _ + + + + SAIDA (a) Efeito Piezoelétrico (b) CRISTAL Transdutor 117 INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Nelson Moreira Junior A medição de pressão utilizando este tipo de sensor se baseia no fato dos cristais assimétricos ao sofrerem uma deformação elástica ao longo do seu eixo axial, produzirem internamente um potencial elétrico causando um fluxo de carga elétrica em um circuito externo. A quantidade elétrica produzida é proporcional a pressão aplicada, sendo então essa relação linear o que facilita sua utilização. Outro fator importante para sua utilização está no fato de se utilizar o efeito piezoelétrico de semicondutores, reduzindo assim o tamanho e peso do transmissor, sem perda de precisão. 118 Nelson Moreira Junior 59 CEFET CAMPOS d) Transdutor Piezoresistivo (Extensômetro, Strain Gage) (a) QUADRO CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA (b) MOLA DE LÂMINA ENROLAMENTO FIO DE LIGAÇÃO INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Circuitos de Medição / Sensores RESISTENCIAS DE CALIBRACAO PLACA C/ FILME EXTENSOMÉTRICO R1 Ponte de Wheatstone R2 R3 R4 EQUILIBRIO: R1.R4 = R2.R3 P R 1 = EXTENSOMETRO MOLA DE LÂMINA R 2 = COMPENSACAO DE TEMPERATURA Camada Isolante e Adesivo de Colagem SUPORTE Sensor a semicondutor PINO SENSOR Cristais de turmalina, cerâmica Policristalina Sintética, quartzo e quartzo cultivado podem ser utilizado na sua fabricação, porém o quartzo cultivado é o mais empregado por apresentar características ideais de elasticidade e linearidade. 119 eixo neutro estrutura sob flexão Nelson Moreira Junior DIAFRAGMA CONEXAO SEMICONDUTOR SINAL 120 Nelson Moreira Junior 60 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA TRANSMISSORES DE PRESSÃO Diagrama em blocos do TRM Pneumático INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA ESTRUTURA DO TRM PALHETA BICO SAIDA RELE BLOCO DE TRANSMISSAO BARRA DE FORÇA AMPLIFICADOR (RELE) DETECTOR (BICO-PALHETA) FOLE DE REALIMENTAÇÃO PIVO G REALIMENTACAO SINAL DE SAIDA Equilíbrio de Forças No método de equilíbrio de força o bico se mantém fixo e somente a palheta se afasta ou se aproxima do mesmo para ganhar uma contrapressão proporcional à detectada, contrapressão essa que será amplificada pelo relé piloto. DIAFRAGMA X PALHETA PRESSÃO BLOCO DE MEDICAO Detector MOVIMENTO RESTRIÇÃO BICO variação de pressão x distância bico-palheta PROCESSO 121 Nelson Moreira Junior 122 Nelson Moreira Junior 61 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Transmissor Eletrônico (Equil.Forças) MOLA DE ENTRADA PRESSAO DE PROCESSO Método de equilíbrio de movimento No método de equilíbrio de movimento tanto o bico quanto a palheta se movimentam para obter a contrapressão correspondente à pressão detectada. ALAVANCA DE EQUILIBRIO DE FORCAS DETECTOR INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INDICA DOR AMPLIFICADOR OSCILADOR 123 Nelson Moreira Junior 124 Nelson Moreira Junior 62 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA TRANSMISSOR DE PRESSÃO CAPACITIVO INSTRUMENTOS PARA ALARME E INTERTRAVAMENTO Pressão de Referência O S C I L A D O R Sinal de Saída D E Pressão de Processo 125 INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA A L T A F R E Q U Ê C I A Nelson Moreira Junior A variável pressão quando aplicada em um processo industrial qualquer, submete os equipamentos a ela sujeito, a esforços de deformação que devem estar sempre abaixo de limites de segurança para que não ocorra ruptura e consequentemente acidentes. A garantia da permanência dos valores de pressão sempre abaixo dos limites de segurança deve ser feito de forma automática através de instrumentos de proteção. 126 Nelson Moreira Junior 63 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Pressostato Tipos de Pressostatos É um instrumento de medição de pressão utilizado como componente do sistema de proteção de equipamento ou processos industriais. Sua função básica é de proteger a integridade de equipamentos contra sobrepressão ou subpressão aplicada aos mesmos durante o seu funcionamento. Diferencial fixo ou ajustável - Quanto ao intervalo entre atuação e desarme os pressostato podem ser fornecidos com diferencial fixo e diferencial ajustável. É constituído em geral por um sensor, um mecanismo de ajuste de set-point e uma chave de duas posições (aberto ou fechado). O tipo ajustável permite ajuste de set-point e também alteração do intervalo entre o ponto de atuação e desarme do pressostato. 127 Nelson Moreira Junior O tipo fixo só oferece um ponto de ajuste, o de set-point, sendo o intervalo entre o ponto de atuação e desarme fixo. 128 Nelson Moreira Junior 64 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Tipos de caixa disponíveis Contato SPDT e DPDT Quanto ao tipo de contato disponível no microinterruptor pode-se selecionar o do tipo SPDT que é composto basicamente por um terminal comum, um contato normal aberto (NA) e um contato normal fechado (NF), ou selecionar o tipo DPDT que é composto de duplo contato, ou seja, dois comuns, dois NA e dos NF sendo um reserva do outro. Pressostato com caixa à prova de tempo IP65. Podem ser fornecidos também com um bloco de terminais interno para conexões elétricas, evitando a instalação de um bloco de terminais externo para a ligação dos cabos. À prova de explosão - construídos dentro de rígidos padrões de segurança, isolando os contatos e cabos de atmosferas explosivas. 129 Nelson Moreira Junior 130 Nelson Moreira Junior 65 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Seleção da faixa ajustável INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTOS CONVERSORES DE SINAIS Os conversores tem como função básica modificar a natureza ou amplitude de um sinal para permitir a interligação de instrumento que trabalham com sinais diferentes. Conversores eletro-pneumáticos e pneumáticos-elétricos Esses conversores, também conhecidos como I/P e P/I, tem como função interfacear a instrumentação pneumática com a elétrica, bem como permitir a utilização de atuadores pneumáticos na instrumentação eletrônica analógica ou digital. 131 Nelson Moreira Junior 132 Nelson Moreira Junior 66 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Conversores eletro-pneumáticos (I/P) INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA 3.2 - MEDIÇÃO DE NÍVEL * Principais métodos de medição: - Tipo régua ou gabarito, - Tipo visor de nível, - Tipo bóia ou flutuador, - Tipo deslocador, - Tipo pressão hidrostática, - Tipo borbulhador, - Tipo célula de carga(pesagem), - Tipo radioativo, - Tipo capacitivo. 133 Nelson Moreira Junior 134 Nelson Moreira Junior 67 CEFET CAMPOS TIPO DE INSTRUMENTO Visor de Nível Bóia/Flutuador Deslocador Pressão Hidros. Borbulhador Cél. Carga Ultra-Sônico Radiação Capacitivo Condutividade Pás Rotativas Lâminas Vibrat. Detecção Térm. CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA CHAVE DE NÍVEL MEDIÇÃO DE NÍVEL DIRETA MEDIÇÃO CONTÍNUA 500 INDICAÇÃO TRANSMISSÃO/ CONTROLE 1 2 3 4 5 1 2 3 4 5 1 2 3 4 5 R E R R E B B R R R R R R B R B B B E R B B R R R E R B B R R R B E B B B B B B B B B R INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA B R R B R B R B R B B E E R B E B R R R R R B E B R R 499 498 497 A) Régua ou Gabarito 496 R R B R R R B R B R R R R B B R B R 2 1 B E R B R R B) Visores de Nível(vidro) Tipo Tubular E - Excelente (sem restrições de uso) 1 - Líquidos limpos 2 - Líquidos com espuma B - Bom (com restrições de uso) R - Regular (poucas aplicações) 3 - Interface 4 - Polpas 5 - Sólidos 135 Nelson Moreira Junior Plano (transparente) 136 Nelson Moreira Junior 68 CEFET CAMPOS LIQUIDO CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INTERRUPTOR DE MERCURIO GAS IMA SUPERIOR TUBO ENVOLVENTE NAO MAGNETICO Plano Reflex INTERRUPTOR RELE TUBO ENVOLVENTE NAO MAGNETICO VIDRO IMA PERMANENTE VIDRO PISTAO MAGNETICO CAMPO MAGNETICO INDICADOR BOIA Blindado (Magnético) PISTAO MAGNETICO MICRO SWITCH IMA BOIA BOIA PALHETA MAGNÉTICA DO INDICADOR DE NÍVEL IMA INFERIOR Chave de Nível 137 Nelson Moreira Junior 138 Nelson Moreira Junior 69 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Medidor Contínuo - tipo Flutuador Magnético A) Medição por deslocador (displacer) - Empuxo BLOCO DO BRACO DE TORQUE CABECA CALIBRADORA TUBO DE TORQUE BASTAO DE TORQUE FLANFE DO TUBO DE TORQUE BRACO DE TORQUE IMAS CABO INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA BOIA PONT DE EQUILÍBRIO LIMITADOR BICO IMA TUBO GUIA PALHETA DESLOCADOR 139 Nelson Moreira Junior Princípio de Archimedes 140 Nelson Moreira Junior 70 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA ESTRUTURA DO TRM Tipo - Deslocador Variação do Pap. no Medidor Contínuo P ap. ap. == W W -- E E P NIVEL 1 3 LB 2 3 1 2 LB 2 3 1 CONVERSOR 1 LB 2 ELEMENTO DE SUSTENTACAO 2,25 M 14" NIVEL D`AGUA 14" COMP A Nível de Água - 0 ACOPLAMENTO 0 7" NIVEL D`AGUA B Água Deslocada Peso = 1LB 141 C Água Deslocada Peso = 2LB Nelson Moreira Junior área seca 3 0 ELEMENTO DE VEDACAO área úmida 0 DESLOCADOR ACOPLAMENTO ELEMENTO DE SUSTENTACAO * Classificação dos TRM ' s, conforme o elemento de vedação e o tipo de acoplamento usado: - Tubo de torque - Mola balanceadora - Dp Cell adaptado - Disco Flexível 142 Nelson Moreira Junior 71 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA MONTAGEM DOS MEDIDORES DE NÍVEL Tipo Deslocador INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Medição de nível de inferface de 2 líquidos ÓLEO ÁGUA VAPOR Controle de nível em vaso de distribuição de vapor %/2 MEIO DO RANGE %/2 PARA A VÁLVULA DE EXTRAÇÃO DE CONDENSADO TOMADA DE EQUALIZAÇÃO 143 CONDENSADO ÓLEO Nelson Moreira Junior 144 Nelson Moreira Junior 72 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Medição de nível por deslocador s/ câmara INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA B) MEDIÇÃO TIPO PRESSÃO HIDROSTÁTICA MANÔMETRO (OUTPUT) -Medição de nível por´ p (tanque aberto) TRANSMISSOR dp/CELL LÍQUIDO SÓLIDOS EM SUSPENSÃO P1=(h.dr) + P topo h HI P =Ptopo 2 LO TANQUE ABERTO SUPRIMENTO DE AR 145 Nelson Moreira Junior 146 ´p=P1 - P2=h.dr Nelson Moreira Junior 73 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA B) MEDIÇÃO TIPO PRESSÃO HIDROSTÁTICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA MEDIÇÃO COM ELEVAÇÃO Tanque Fechado VAPOR TRANSMISSOR dp/CELL NÍVEL MAX. h LÍQUIDO HI h ÁLCOOL LO CÂMARA DE ALTA PRESSÃO TANQUE PRESSURIZADO ´p=P1 - P2 =[(h.dr) + Ptopo] - Ptopo Suprimento de ar NÍVEL MIN. y HI LT ´p = h.dr 147 Nelson Moreira Junior 148 Nelson Moreira Junior 74 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA MEDIÇÃO POR BORBULHADOR MEDIÇÃO COM SUPRESSÃO PCV LI BORBULHADOR PI A N2 PCV B FI PI N2 NÍVEL MAX. POTES DE SELAGEM PCV C LI h FI PI N2 PCV D W FI PI VARIAÇÕES DE CONTROLE DE PURGA N2 NÍVEL MIN. PCV E y FI PI H2O HI LO PI LT F 149 Nelson Moreira Junior 150 Nelson Moreira Junior 75 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA MEDIÇÃO TIPO ULTRASSOM INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA MEDIÇÃO POR RADIAÇÃO FONTE DE RADIAÇÃO AMPLIFICADOR INDICADOR f > 20 kHz h = H - (v.t) 2 onde: h SENSOR GEIGER H=dist. do emissor/receptor ao fundo do tanque h=nível v=veloc. do som no ar ou gás da parte superior do tanque t=tempo medido H - h=(v.t)/2 =parte vazia do tanque 151 Nelson Moreira Junior Medidor de nível por Raios-Gama 152 Nelson Moreira Junior 76 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA MEDIÇÃO DE NÍVEL - CAPACITIVO INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA MEDIÇÃO DE VAZÃO A B S Ce i Ce C1 V C1 C2 C3 C2 Ka R• 4 L I Kp C3 S = SONDA i = ISOLADOR V = VASO R• 4 Ce = C1 + C2 + C3 153 Nelson Moreira Junior Na maioria das operações realizadas nos processos industriais é muito importante efetuar a medição e o controle da quantidade de fluxo de líquidos, gases e até sólidos granulados, não só para fins contábeis, como também para a verificação do rendimento do processo. Assim, estão disponíveis no mercado diversas tecnologias de medição de vazão cada uma tendo sua aplicação mais adequada conforme as condições impostas pelo processo. “Vazão pode ser definida como sendo a quantidade volumétrica, mássica ou gravitacional de um fluido que passa através de uma seção de uma tubulação ou canal por unidade de tempo.” 154 Nelson Moreira Junior 77 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Vazão Volumétrica INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Vazão Mássica É definida como sendo a quantidade em volume que escoa através de uma certa seção em um intervalo de tempo considerado. É representado pela letra Q e expressa pela seguinte equação: Na medição de vazão volumétrica é importante referenciar as condições básicas de pressão e temperatura, principalmente para gases e vapor pois o volume de uma substância depende da pressão e temperatura. V Q= t É definida como sendo a quantidade em massa de um fluido que atravessa a seção de uma tubulação por unidade de tempo. É representada pela letra Qm e expressa pela seguinte equação: m Qm = t Relação Entre Unidades: A relação entre as unidades de medição de vazão volumétrica e mássica pode ser obtida pela seguinte expressão: Qm = ρ . Qv 155 Nelson Moreira Junior 156 Nelson Moreira Junior 78 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Vazão Gravitacional INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA CONCEITOS FÍSICOS BÁSICOS PARA MEDIÇÃO DE VAZÃO É a quantidade em peso que passa por uma certa seção por unidade de tempo. É representada pela letra Qρ e expressa pela seguinte equação: W Qρ = t Calor Específico Define-se calor específico como o quociente da quantidade infinitesimal de calor fornecido a uma unidade de massa duma substância pela variação infinitesimal de temperatura resultante deste aquecimento. É necessário que se conheça a relação “k” do calor específico do gás a ser medido, para podermos calcular o seu coeficiente de correção da expansão térmica, e posteriormente dimensionar a placa de orifício. Esta relação do calor específico K é a relação do calor específico de um volume constante CV relativo ao calor específico da pressão constante CP do gás. K= 157 Nelson Moreira Junior Cp Cv 158 Nelson Moreira Junior 79 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Unidade absoluta ou dinâmica Viscosidade É definida como sendo a resistência ao escoamento de um fluido em um duto qualquer. Pa . S, Poise e centipoise Esta resistência provocará uma perda de carga adicional que deverá ser considerada na medição de vazão. Viscosidade cinemática É a relação entre a viscosidade absoluta e a massa específica de um fluido, tomados à mesma temperatura. É representada pela letra ν (ni). Viscosidade absoluta ou dinâmica Define-se como sendo o atrito interno num fluido, que se opõe ao movimento relativo de suas moléculas e ao movimento de corpos sólidos que nele estejam. É representada pela letra grega µ (mi). Unidade de Viscosidade Cinemática As unidades de viscosidade cinemática mais utilizadas na indústria são: m2/s, stoke (cm2/s) e centistoke. 159 Nelson Moreira Junior 160 Nelson Moreira Junior 80 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Regime Laminar Tipos de Escoamento Regime Laminar Se caracteriza por um escoamento em camadas planas ou concêntricas, dependendo da forma do duto, sem passagens das partículas do fluido de uma camada para outra e sem variação de velocidade, para determinada vazão. É caracterizado por um perfil de velocidade mais acentuado, onde as diferenças de velocidades são maiores. Regime Turbulento Se caracteriza por uma mistura intensa do líquido e oscilações de velocidade e pressão. O movimento das partículas é desordenado e sem trajetória definida. 161 Nelson Moreira Junior 162 Nelson Moreira Junior 81 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA MEDIÇÃO DE VAZÃO Regime Turbulento É caracterizado por um perfil de velocidade mais uniforme que o perfil laminar. Suas diferenças de velocidade são menores. 1 - Medição por Pressão Diferencial (Elementos Deprimogênios) Placa de Orifício, Tubo Venturi, Tubo Pitot, Bocal, etc. 2 - Medição por Área Variável Rotâmetro 3 - Medição através de Velocidade Turbina 4 - Medição através de Força Placa de Impacto 5 - Medição por Tensão Induzida Medidor Magnético 6 - Medição em Canais Abertos Calha Parchall Vertedores 163 Nelson Moreira Junior 164 Nelson Moreira Junior 82 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA MEDIÇÃO POR ELEMENTOS DEPRIMOGÊNIOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Placa de Orifício PSI 250 De todos os elementos primários inseridos em uma tubulação para gerar uma pressão diferencial e assim efetuar medição de vazão, a placa de orifício é a mais simples, de menor custo e portanto a mais empregada. 249 248 VAZÃO MERCÚRIO Relação entre velocidade e diferença de pressão DIFERENCIAL DE PRESSÃO 165 Nelson Moreira Junior O diâmetro do orifício é calculado de modo que seja o mais preciso possível, e suas dimensões sejam suficientes para produzir à máxima vazão uma pressão diferencial máxima adequada. 166 Nelson Moreira Junior 83 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Equação básica p/ Elementos Deprimogênios 2 Q=S1.E.C. . P1 - P 2. 2g . (1/ INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA PLACAS DE ORIFÍCIO * Tipos de orifícios: 1. Orifício concêntrico. ) 2. Orifício excêntrico. 3. Orifício segmental. como: C = f (D.Rd. ) Q = K. p P (%) 100 75 FE (b) (a) (c) 50 FT 25 FI Q (%) 0 0 50 70,7 86,6 100 167 Nelson Moreira Junior Este tipo de placa de orifício é utilizado para líquido, gases e vapor que não contenham sólidos em suspensão. Este tipo de orifício é utilizado em fluido contendo sólidos em suspensão, os quais possam ser retidos e acumulados na base da placa; 168 A placa de orifício segmental é destinada para uso em fluidos em regime laminar e com alta porcentagem de sólidos em suspensão. Nelson Moreira Junior 84 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Tomadas de Impulso em Placas de Orifício Tomas de Flange Vantagens da tomada de flange As tomadas de flange são de longe as mais populares. Os flanges para placas de orifício, já são feitos com os furos das tomadas, perfurados e com rosca. Os flanges podem ser do tipo rosqueado ou soldado. 169 Nelson Moreira Junior 1. Podem ser facilmente inspecionadas, dada sua localização próxima à face do flange. 2. Os flanges podem ser adquiridos prontos, dentro de normas com grandes precisão. 3. As tomadas são simétricas, podendo ser utilizadas para fluxo nos dois sentidos. 4. Esse tipo de tomada apresenta excelente precisão. 170 Nelson Moreira Junior 85 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Tomadas de Vena Contracta As tomadas de Vena Contracta permitem o uso de flanges comuns, pois são normalmente acopladas diretamente na tubulação, podendo ser também soldadas ao tubo. Desvantagens da tomada de flange 1. Os flanges utilizados são especiais, portanto são caros. 2. Não se recomenda o uso desse tipo de tomada para casos em que a relação entre o diâmetro do orifício e o diâmetro da tubulação é grande e em tubulações menores que 2”, devido ao fato de que a tomada de baixa pressão se situa numa região altamente instável da curva de recuperação de pressão. 171 Nelson Moreira Junior 172 Nelson Moreira Junior 86 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Este tipo de tomadas são mais indicados para tubos de diâmetros acima de 4 polegadas. O centro da tomada de alta pressão deverá estar localizado entre ½ e 2D do plano de entrada da placa. O centro da tomada de baixa pressão estará colocado no ponto em que a pressão é mínima “Vena Contracta”. Essa distância depende da relação d/D. 173 Nelson Moreira Junior 174 Nelson Moreira Junior 87 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Tomadas de Tubulações (Pipe Taps) Para relações d/D menores que 0,72 a tomada de baixa pressão poderá ser feita a uma distância D/2 após a placa com um erro desprezível. Porém, quando tivermos tubulações com diâmetros menores que 6” a tomada de baixa pressão deverá ser feita no próprio flange o que poderá ser um inconveniente. As tomadas de tubulação (montante: 2,5 diâmetro do tubo distante da placa, jusante; 8 diâmetros de distância), permitem a medição direta da perda de carga permanente atual. O diferencial é menor que em outros tipos de tomada, para a mesma vazão. Não são necessários flanges especiais Não podemos utilizar para fluxos bidirecionais. 175 Nelson Moreira Junior 176 Nelson Moreira Junior 88 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Tomada de Canto (CORNER TAPS) Tomada de Canto (CORNER TAPS) As tomadas de canto são constituídas nas flanges de placa e são usadas principalmente para tubos abaixo de 2 polegadas de diâmetro. A placa de orifício situa-se numa reentrância dos flanges. A tomada de pressão feita através de uma estreita passagem concêntrica num anel piezométrico entalhado na face do flange. Suas vantagens são as mesmas das tomadas nos flanges, porém são mais sujeitas a entupimentos que as tomadas de flanges. 177 Nelson Moreira Junior 178 Nelson Moreira Junior 89 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA DENOMINAÇÃO NA LITERATURA INGLESA DENOMINAÇÃO SUGERIDA EM PORTUGUÊS FLANGE TAPS TOMADA EM FLANGES DISTÂNCIA DA TOMADA À FACE MONTANTE K1 1" INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA TUBO VENTURI DISTÂNCIA DA TOMADA À JUSTANTE K2 G RADIE N TE HIDR ÁULIC O 1" (J) 1" H1 RADIUS TAPS TOMADAS ADE 1/2 D 1D 1/2 D (M) K 1 G RAD IE NTE HIDRÁULICO TUBOS PIEZOMÉTRICOS H3 SEÇÃO PRINCIPAL K 2 H2 VENA CONTRACTA TAPS TOMADAS EM VENA CONTRACTA 1/2 D A 2D VER TABELA III.1b CORNER TAPS TOMADAS EM CANTO JUNTO JUNTO K 1 GARGANTA M TUBO VENTURI DIREÇÃO DA VAZÃO PIPE TAPS TOMADAS A 2½ D E8D 2½D 8D (M) TUBO PIEZOMÉTRICOS 1" K 1 CONEXÃO NA GARGANTA K 2 2.4 - 16 179 Nelson Moreira Junior 180 Nelson Moreira Junior 90 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Desvantagens O tubo VENTURI apresenta algumas vantagens em relação a outros medidores de perda de carga variável como: -boa precisão ( 0,75%); -resistência a abrasão e ao acúmulo de poeira ou sedimentos; -capacidade de medição de grandes escoamentos de líquidos em grandes tubulações; -Permite medição de vazão 60% superiores à placa de orifício nas mesmas condições de serviço, porém com perda de carga de no máximo 20% do .P. 181 Nelson Moreira Junior −custo elevado (20 vezes mais caros que uma placa de orifício); −dimensões grandes e incômodas; −dificuldade de troca uma vez instalado. 182 Nelson Moreira Junior 91 CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA BOCAL H Medição de Vazão através do Tubo de Pitot É um dispositivo utilizado para medição de vazão através da velocidade detectada em um determinado ponto de tubulação. A 0,6041d 0,6041d 184 183 Nelson Moreira Junior 92 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA O tubo de Pitot mede apenas a velocidade do ponto de impacto e não a velocidade média do fluxo. Assim sendo, a indicação da vazão não será correta se o tubo de impacto não for colocado no ponto onde se encontra a velocidade média do fluxo. INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Em termos práticos, para se determinar a velocidade média do fluido no interior de um duto, utiliza-se a tomada de impacto do tubo de pitot entre 0,25 x D e 0,29D em relação a parede do tudo, pois nesta posição a velocidade do fluido se iguala à velocidade média do fluido. Pesquisadores, concluíram que o valor da velocidade média seria 0,8 da velocidade máxima do duto. 185 Nelson Moreira Junior 186 Nelson Moreira Junior 93 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA MEDIÇÃO DE VAZÃO EM CANAIS ABERTOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA ROTÂMETRO C O N E X Ã O D E S A ÍD A Vertedor Retangular h L IM IT E D E M Á X I M A V A ZÃ O S U P O R T E D O T U B O D E V ID R O T U B O C Ô N IC O P O N T O D E L E IT U R A D Calha Parshall W A C R L IM IT E D E M Í N I M A V A Z Ã O Ha E N 187 Hb C O N E XÃ O DE E N T RA D A K Nelson Moreira Junior 188 Nelson Moreira Junior 94 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA MEDIDOR MAGNÉTICO DE VAZÃO INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Medidores a efeito DOPPLER A freqüência de uma onda sofre alterações quando existe movimento relativo entre a fonte emissora e um receptor. A variação da freqüência em função da velocidade é chamada de efeito DOPPLER. “Quando um condutor se move dentro de um campo magnético, é produzida uma força eletromotriz (f.e.m.) proporcional a sua velocidade.” N Quando uma partícula refletora se movimenta em relação a um receptor igualmente estacionário,a variação da freqüência é proporcional a velocidade relativa entre emissor e o receptor, ou seja, entre a partícula refletora e o receptor E D E = B .l . v O 189 Nelson Moreira Junior 190 Nelson Moreira Junior 95 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Medidores tipo VORTEX INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Medidor tipo Coriolis O efeito vortex pode ser observado no vibrar de fios ou cordas ao vento, ou ainda em uma bandeira que tremula. Os vortex gerados repetem-se num tempo inversamente proporcional à vazão. Nas aplicações industriais pode-se medir a vazão de gases , líquidos incorporando ao obstáculo reto sensores que percebam as ondas dos vortex e gerem um sinal em freqüência proporcional à vazão. 191 Nelson Moreira Junior 192 Nelson Moreira Junior 96 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA MEDIÇÃO DE VAZÃO DE SÓLIDOS MEDIDOR TIPO TURBINA ALIMENTADOR Saída do Sinal CÉLULA DE CARGA CORREIA TRANSPORTADORA M ST Rotor Saída do Rotor WY WT Condicionador de fluxo WIC 193 Nelson Moreira Junior 194 Nelson Moreira Junior 97 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA MEDIÇÃO DE TEMPERATURA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA ESCALAS DE TEMPERATURA ESCALAS RELATIVAS ESCALAS ABSOLUTAS Definições PIROMETRIA: medição de altas temperaturas, na faixa onde os efeitos de radiação térmica passam a se manifestar. PONTO DE EBULIÇÃO DA ÁGUA 671,67 180 DIVISÕES CRIOMETRIA: medição de baixas temperaturas, ou seja, aquelas próximas do zero absoluto. TERMOMETRIA: termo mais abrangente que incluiria tanto a Pirometria como a Criometria. R PONTO DE FUSÃO DO GELO K 373,15 °C °F 100 212 100 DIVISÕES 491,67 -273,15 0 0 0 32 Conceitos Básicos TEMPERATURA: grau de agitação térmica das moléculas. ENERGIA TÉRMICA: é a somatória das energias cinéticas dos seus átomos. Conversão de Escalas: CALOR: é a energia em trânsito. 195 ZERO ABSOLUTO Nelson Moreira Junior °C = °F - 32 9 5 R = 459,67 + °F 196 -273,15 -459,67 K = 273,15 + °C K = R. 5 9 Nelson Moreira Junior 98 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Pontos Fixos de Temperatura (Escala Prática Internacional de Temperatura) Lin eF o usã PRESSÃO d ha FASE LÍQUIDO Li FASE SÓLIDO e ad nh maç Li i bl Su ão a nh de p Va iz or ão aç PONTO CRÍTICO FASE VAPOR PONTO TRIPLO TEMPERATURA * ITS - 90 * Normas e Padronização (ISA, DIN, JIS, BS, UNI...) * IEC, ABNT. 197 Nelson Moreira Junior 198 Nelson Moreira Junior 99 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA MEDIDORES DE TEMPERATURA 1. Instrumentos de transferência de calor por condução * Termômetro à dilatação de líquido, * Termômetro à dilatação de gás, * Termômetro à tensão de vapor saturante, * Termômetro à dilatação de sólido, * Termômetro à resistência elétrica, * Termômetro à par termo-elétrico. 2. Instrumentos de transferência de calor por radiação * Pirômetros à radiação e * Pirômetros ópticos. OBS: o uso dependerá da faixa de medição, tempo de resposta, precisão, etc. 199 Nelson Moreira Junior 200 Nelson Moreira Junior 100 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA TERMÔMETRO DE VIDRO " C 100 90 80 * Precisão: CAPILAR 70 0,5 à 3% term.comum 0,1 à 0,5% term.padrão 60 50 40 30 ESCALA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA 20 * Sensibilidade: função de vários fatôres. 10 0 10 LÍQUIDO BULBO 201 Nelson Moreira Junior Para o caso do mercúrio, cuja faixa normal é de - 38 a 357ºC, pode-se elevar este limite até 550ºC mediante emprego de vidro adequado e injeção de um gás inerte sob pressão, pois isto faz com que se evite a vaporização do mercúrio. Por se tratar de um medidor barato, o termômetro de vidro industrial é utilizado na indicação de temperatura de pequena flutuação, no processo em que a leitura da temperatura no próprio local não se constitui problema, bem como para os casos em que precisão abaixo de ± 1% e resposta rápida não se fizerem necessárias. 202 Nelson Moreira Junior 101 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Termômetros c/ Sistema de Enchimento ESCALA DE TEMPERATURA SENSOR VOLUMÉTRICO PONTEIRO PINHÃO BRAÇO DE LIGAÇÃO INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Este termômetro consta de um bulbo de metal ligado a um capilar metálico e um elemento sensor. Neste caso, o líquido preenche todo o instrumento e com uma variação da temperatura se dilata deformando elasticamente o elemento sensor. A este elemento sensor é acoplado um ponteiro que pode girar livremente sobre uma escala graduada. Como a relação entre a deformação do elemento sensor e a temperatura é proporcional, este instrumento nos fornece uma leitura linear. SETOR DENTADO CAPILAR LÍQUIDO MERCÚRIO ÁLCOOL BULBO 203 Nelson Moreira Junior 204 Nelson Moreira Junior 102 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Bulbo - Suas dimensões variam de acordo com a sensibilidade desejada e também com o tipo de líquido utilizado na aplicação. Os materiais mais usados para sua confecção são: aço inoxidável, chumbo, monel e cobre. No caso de utilizar o mercúrio como líquido de enchimento, o material do bulbo capilar e sensor não pode ser de cobre ou liga do mesmo. Capilar - Suas dimensões são também variáveis, sendo que o seu comprimento máximo é de 60 metros para líquidos orgânicos e de 15 metros para enchimento com mercúrio. Normalmente é confeccionado em aço, chumbo ou cobre. A faixa de utilização dos líquidos ultrapassa os limites do ponto de ebulição porque o recipiente é preenchido sob pressão elevada (aproximadamente 40 atm). Elemento sensor - Os materiais mais usados para sua confecção são: aço inoxidável e bronze fosforoso. 205 Nelson Moreira Junior 206 Nelson Moreira Junior 103 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Tipos de sensores usados em sistemas termais 207 Nelson Moreira Junior 208 Nelson Moreira Junior 104 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Pelo fato deste sistema utilizar líquido inserido num recipiente e da distância entre o elemento sensor e o bulbo ser considerável, as variações na temperatura ambiente afetam não somente o líquido no bulbo, mas todo o sistema (bulbo, capilar e sensor), causando erro de indicação ou registro. Este efeito da temperatura ambiente é compensado de duas maneiras que são denominadas classe ΙA e classe ΙB. Na classe ΙB a compensação é feita somente na caixa do sensor através de uma lâmina bimetálica ou um espiral de compensação Quando a distância entre o bulbo e o instrumento é muito grande, ou se deseja alta precisão, utilizam-se instrumentos da classe ΙA onde a compensação é feita na caixa e no capilar 209 Nelson Moreira Junior INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Termômetro Bimetálico HASTE DE TRANSMISSÃO METAL HELICOIDAL Alumínio (dilata-se muito) FRIO * SENSIBILIDADE Aço (dilata-se pouco) QUENTE 210 * APLICAÇÃO - 40 a 500 C Nelson Moreira Junior 105 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Termômetros à pressão de gás Os termômetros à pressão de gás baseiam-se na lei de Charles e Gay-Lussac que diz: “A pressão de um gás é proporcional à temperatura, se mantivesse constante o volume do gás”. INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Tipos de gás de enchimento Como gás de enchimento, utilizam-se normalmente Nitrogênio, Hélio, Neônio ou Dióxido de Carbono (CO2). Porém, por ser inerte e mais barato, o Nitrogênio é o gás mais utilizado. A faixa de medição varia de acordo com o gás de enchimento, sendo o seu limite inferior determinado pela temperatura crítica do gás, e o limite superior pelo tipo de capilar. Sua construção é praticamente idêntica à dos termômetros de líquido com capilares metálicos, porém o bulbo é geralmente grande, a fim de obter maior força. 211 Nelson Moreira Junior 212 Nelson Moreira Junior 106 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Termômetros à pressão de vapor INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Líquidos de enchimento para termômetros à pressão de vapor “A pressão de um vapor saturado depende única e exclusivamente de sua temperatura e não da sua mudança de volume”. 213 Nelson Moreira Junior 214 Nelson Moreira Junior 107 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA TERMORESISTÊNCIAS ESPIRAL DE PLATINA CILINDRO DE VIDRO Características da Pt100( à 0°C ) CONDUTORES MEDIDOR TOTALMENTE APOIADO Materiais + utilizados: Pt, Cu ou Ni * Alta resistividade, melhor sensibilidade, * Alto coeficiente de variação (R*T), * Ter rigidez e dutibilidade: fios finos. Ni/Cu : isolação: esmalte, seda, algodão ou fibra de vidro. ( T < 300°C ) MATRIZ DE CERÂMICA ESPIRAL DE PLATINA * Padrão de Temperatura: (- 270 à 660°C ), * Alta estabilidade e repetibilidade, * Tempo de resposta. RABICHO SELO ISOLADOR CONDUTORES BAINHA ISOLAÇÃO MINERAL BULBO DE RESISTÊNCIA CONDUTORES Vantagens / Desvantagens MEDIDOR PARCIALMENTE APOIADO 215 INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Nelson Moreira Junior 216 Nelson Moreira Junior 108 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA 2. Ligação à 3 fios: PRINCÍPIO DE MEDIÇÃO RL3 1. Ligação à 2 fios: ( utilização: dist. < 3m ) RL1 R4 RL1 R4 R3 RL2 R3 A B R2 R1 RL2 A B R1 E E R2 ˆ V ab = E.[ (R sens - R,3) / R 1 ] ˆ Obs: variação linear em função da temperatura. 217 Nelson Moreira Junior 218 Nelson Moreira Junior 109 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA CONDE ALESSANDRO VOLTA As pilhas de Volta eram simples células eletrolíticas aclopadas uma sobre a outra. Ao fechar o circuito, a corrente que circulava estimulava o músculo das pernas da rã que se contraiam. LUIGI GALVANI interruptor cobre flanela embebida em salmoura zinco ... cada relâmpago causava uma contração na pata da rã. Para conduzir corrente elétrica, Galvani utilizada grandes objetos metálicos, por exemplo, bastava colocar o músculo da pata da rã em contato com a grade metálica, unindo o nervo a um anzol de bronze ... 219 Nelson Moreira Junior 220 Nelson Moreira Junior 110 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Efeito Seebeck TERMOPARES JUNTA DE MEDIDA TERMOPAR Num circuito fechado formado por dois fios de metais diferentes ocorre uma circulação de corrente enquanto existir uma diferença de temperatura entre suas junções. Sua intensidade é proporcional à diferença de temperatura e à natureza dos metais utilizados. JUNTA DE REFERÊNCIA BLOCO DE LIGAÇÃO CABO DE EXTENSÃO GRADIENTE DE TEMPERATURA )( T) INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTO INDICADOR OU CONTTROLADOR A (+) I T Tr Efeitos Termoelétricos: Seebeck" B (-) Seebeck, Peltier, Thomson 221 "Efeito Nelson Moreira Junior 222 Nelson Moreira Junior 111 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Efeito Peltier Efeito Thomson Dado um par termoelétrico com ambas as junções à mesma temperatura, se, mediante uma fonte externa, produz-se uma corrente no termopar, as temperaturas das junções variam em uma quantidade não inteiramente devido ao efeito Joule. A esse acréscimo de temperatura foi denominado efeito Peltier. Thomson concluiu, que a condução de calor ao longo dos fios metálicos de um termopar, que não transporta corrente, origina uma distribuição uniforme de temperatura em cada fio e, quando existe corrente, modifica-se em cada fio a distribuição da temperatura em uma quantidade não somente devido ao efeito Joule. A essa variação adicional na distribuição da temperatura denominou-se efeito Thomson. E A (+) T - T T + T " Efeito Peltier " B (-) 223 Nelson Moreira Junior 224 Nelson Moreira Junior 112 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Leis Fundamentais dos Circuitos Termoelétricos Lei do Circuito Homogêneo A força eletromotriz (f.e.m.) termal desenvolvida em um circuito termoelétrico formado por dois metais homogêneos mas de naturezas diferentes, depende única e exclusivamente da diferença de temperatura entre as junções e de suas composições químicas, não sendo assim interferida pelo gradiente de temperatura e nem de sua distribuição ao longo dos fios. 225 Nelson Moreira Junior INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Leis dos metais intermediários Num circuito constituído por condutores de vários metais diferentes, a força termoeletromotriz total será zero (0) se todo o circuito estiver à mesma temperatura. Quando um circuito formado de dois fios de natureza diferentes com suas junções em temperaturas diferentes, corta-se um dos fios e introduz-se em terceiro fio de outra natureza, a f.e.m. criada originalmente não é modificada, desde que as duas junções criadas pelo terceiro fio estejam à mesma temperatura. 226 Nelson Moreira Junior 113 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Lei da Temperatura Intermediária INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA CARACTERÍSTICAS/TIPOS DOS TERMOPARES A f.e.m. gerada num termopar de metais homogêneos, com suas junções a temperaturas T1 e T2, é igual a soma algébrica da f.e.m. do termopar com uma junção na temperatura T1 e a outra numa temperatura qualquer T com a f.e.m. do mesmo termopar com suas junções a T e T2. Assim, a f.e.m. gerada depende somente da diferença entre a junta fria, independente de qualquer temperatura intermediária f.e.m. " Existem várias combinações de 2 metais condutores: - devem possuir relação razoavel/ linear entre Temp. * fem e também desenvolver uma fem por grau de mudança de Temperatura, que seja detectável pelos equipamentos normais." Grupos : * Termopares Básicos. * Termopares Nobres. * Termopares Especiais. 227 Nelson Moreira Junior 228 Nelson Moreira Junior 114 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Correlação da F.E.M. x Temperatura mV INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA TERMOPARES BÁSICOS Maior uso industrial, custo baixo, maior limite de erro 80 E 70 Tipo T : Cu-Co (Cobre-Constantan) 60 K 50 J Liga: (+) Cu(99,9%) ( - ) Co(Cu-58%;Ni-42%) NICROSIL-NISIL 40 Faixa: - 184 à 370°C=(- 5,38 à 19,03 mv) e 5,14 mv / 100°C (T+) 30 20 R S T Identificação de polaridade: O Cobre (+) é avemelhado : B 10 T 0 0 200 400 600 800 1000 229 1200 1400 1600 1800 Nelson Moreira Junior 230 Nelson Moreira Junior 115 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Correção da Junta de Referência Tipo J : Fe-Co (Ferro – Constantan) Cr Cr Liga: (+) Fe(99,5%) ( - ) Co T2 E1 = 19,68 24" C A E2 = 0,96 0" C A Faixa: 0 à 760°C=(0 à 49,92 mv) e 5,65 mv / 100°C FORNO 50 " C Identificação de polaridade : o pos.(Fe) é magnético TIPO "X" TERMÔMETRO DIGITAL 2,25 mV JR = 1,22 mV 25" C 231 Nelson Moreira Junior 232 Nelson Moreira Junior 116 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA ASSOCIAÇÃO DE TERMOPARES INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA ASSOCIAÇÃO DE TERMOPARES 3. - Em Paralelo mV mV 25 " C 25 " C TIPO J TIPO K 100 " C t2 2,27 mV 2,022 mV 56 " C 2,27 mV 1. - Associação Série t1 TI 50 " C 2,022 mV 2. - Associação Sérieoposta 233 R Nelson Moreira Junior 20 " C 0"C R 234 Nelson Moreira Junior 117 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA ERROS DE LIGAÇÃO ERROS DE LIGAÇÃO CABEÇOTE CABEÇOTE CABO DE COBRE 38 °C 1,529 mV CABO TIPO KX 38 °C 1,529 mV 0,00 mV 0,569 mV REGISTRADOR 24 °C 0,960 mV TC TIPO K 20,371 mV TC TIPO K + 20,731 mV + 0,000 mV + 0,960 mV +21,691 mV 525 °C 20,371 mV 538 °C * Usando fios de cobre. + 20,731 mV + 0,569 mV + 0,960 mV + 22,260 mV ERRO = - 13 °C 538 °C 22,260 mV REGISTRADOR 24 °C 0,960 mV 22,260 mV 538 °C ERRO =' 0 * Usando fios de compensação. FORNO FORNO 235 Nelson Moreira Junior 236 Nelson Moreira Junior 118 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA ERROS DE LIGAÇÃO ERROS DE LIGAÇÃO CABEÇOTE CABEÇOTE CABO TIPO KX CABO TIPO KX 38 °C 1,529 mV 38 °C 1,529 mV 0,569 mV 0,569 mV REGISTRADOR 24 °C 0,960 mV REGISTRADOR 24 °C 0,960 mV TC TIPO K 20,731 mV TC TIPO K - 20,731 mV + 0,569 mV + 0,960 mV 20,731 mV + 21,102 mV - 19,202 mV 538 °C 22,260 mV + 20,731 mV - 0,569 mV + 0,960 mV 511 °C ERRO = - 27 °C 538 °C * Inversão simples. 22,260 mV FORNO * Inversão Dupla. FORNO 237 Nelson Moreira Junior 238 Nelson Moreira Junior 119 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Termopar de Isolação Mineral RABICHO INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA PIRÔMETRO DE RADIAÇÃO POTE OBJETO QUENTE LENTE PÓ ÓXIDO DE MAGNÉSIO TERMOPILHA JUNTA DE MEDIDA PLUG COMPENSADOR * Vantagens. INSTRUMENTO BAINHA 239 Nelson Moreira Junior 240 Nelson Moreira Junior 120 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA MEDIÇÃO DE DENSIDADE PIRÔMETRO ÓPTICO (8) (3) (2) INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA (4) (5) (6) ESCALA (7) (9) (1) 1. - Alvo 2. - Lente objetiva 3. - Diafragma 4. - Filtro absorvente 241 5. - Lâmpada 6. - Filtro vermelho 7. - Lente objetiva 8. - Diafragma Nelson Moreira Junior LASTRO Densímetro Autocompensado Densímetro 242 Nelson Moreira Junior 121 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA MEDIÇÃO DE DENSIDADE - Sist. de Purga MEDIÇÃO DE DENSIDADE TRANSBORDAMENTO ROTÂMETRO h h=cte DT DI DT REGULADORA DE PRESSÃO DI ) Pressão Hidrostática ( P=h. 243 Range do TD: h.mín. à h.máx. Nelson Moreira Junior 244 Nelson Moreira Junior 122 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA MEDIÇÃO DE pH INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Elementos de Medição * dissociação eletrolítica @ 2 H O > H O + OH 3 2 exp. da água : * solução neutra= não ácida e não alcalina -14 + + [H3O ] = [OH ] e [ H3O ].[ OH ] = 10 + -7 e pH = log 1 j [ H3O ]=10 + [ H3O ] pH 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 ALCALINO ÁCIDO TUBO HERMETICAMENTE FECHADO TUBO DE VIDRO ELETRODO DE LIGAÇÃO PRATA KCl CLORETO DE PRATA FIO DE PRATA CLORETO DE PRATA MEMBRANA DE VIDRO SENSÍVEL A H 3 O Eletrodo de medição NEUTRO 245 SOLUÇÃO TAMPÃO Nelson Moreira Junior SUBSTÂNCIA POROSA Eletrodo de referência 246 Nelson Moreira Junior 123 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA SISTEMA DE MEDIÇÃO E AGENDA Eletrodo Combinado KCl pH 7 ELETRODOS DE LIGAÇÃO pH MEDIÇÃO MEMBRANA 247 INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Índice Conceitos Básicos Telemetria Variáveis de Processo: Processo:- Pressão, Pressão, Nível, Nível, Vazão, Vazão, Temperatura, Temperatura, Densidade e pH. Controle de Processo Elementos Finais de Controle Técnicas de Segurança Operacional Segurança Intrínseca SUBSTÂNCIA POROSA Nelson Moreira Junior 248 Nelson Moreira Junior 124 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Definições CONTROLE DE PROCESSO Processo, Variável controlada, Set-point, Elemento de realimentação, Variável de realimentação, Desvio Sistema de Controle em Malha Fechada CONTROLADOR AUTOMÁTICO TERMÔMETRO VAPOR VÁLVULA DE CONTROLE ÁGUA QUENTE (Erro), Controlador, Variável manipulada, Elemento DISPOSITIVO DE MEDIDA DA TEMPERATURA Final de Controle e Pertubações. TIC ÁGUA QUENTE FT VAPOR ÁGUA FRIA DRENO ÁGUA FRIA VAPOR DRENO Controle realimentado automáticamente Controle realimentado manualmente 249 ÁGUA FRIA Nelson Moreira Junior ÁGUA QUENTE Malha de Controle CONDENSADO 250 Nelson Moreira Junior 125 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Resistência (Atrasos de Tempo) ATRASOS DE TEMPO DO PROCESSO 1. - Capacitância / Capacidade (volume) 100 % 50 % 0% TANQUE A ENTRADA TANQUE B 8m 100 % 50 % 4m 100 % 50 % 0% ( sem interação) ENTRADA 100 % 50 % tanque B: tanque A: vol.=100 m³ capac.=100/4=25 m³ vol.= 100 m³ capac.=100/8=12,5 m³ 251 SAÍDA 0% Nelson Moreira Junior 0% SAÍDA ( com interação ) 252 Nelson Moreira Junior 126 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA MODOS DE CONTROLE Tempo de Transporte (Tempo Morto) Sistemas de C.A. Descontínuo ( 2 posições - Tudo ou Nada ) ENTRADA ÁGUA FRIA 100 ÁGUA QUENTE VÁLVULA 100 % 0 d WT PARAFUSO DE REAJUSTE DO VALOR DESEJADO 100 % SAÍDA 120 V 50 Hz TEMPERATURA 0% VELOCIDADE FECHADA VALOR DESEJADO TEMPO 0% Controle liga - desliga (sem histerese) 253 Nelson Moreira Junior 254 Nelson Moreira Junior 127 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA AÇÃO PROPORCIONAL Sistemas de Controle Automático Contínuo Sc = ( G.E )+B TIC " A amplitude de correção é proporcional a amplitude do POSIÇÃO DA VÁLVULA ABRE desvio( erro )." 110 °C TEMPERATURA OFF-SET 100 °C E Sp Sc G Características de Controlador Contínuo CARGA AUMENTA 90 °C B t Spv 255 Nelson Moreira Junior 256 Nelson Moreira Junior 128 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA SISTEMA DE CONTROLE Banda Proporcional e Ganho 100 l/h 100 l/h B BP = 500% BP = 200% BP = 100% 100 Sp E ÁGUA A 20 °C ÁGUA A 80 °C Sc G 90 TIC 80 Spv 70 BP = 50% 60 0% ÁGUA 50 Pv (°C) Sc=G.E+B= 40 30 20 10 0 0 10 20 30 40 50 60 70 80 Curvas de reação Pv (°C) = G.(SP-PV)+B (D) 55 = G.(PV-SP)+B (R) SP 55 SP 45 ABERTURA DA VÁLVULA EM % 257 TEMPO TEMPO 90 100 Nelson Moreira Junior 45 G> 258 G< Nelson Moreira Junior 129 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA RESPOSTAS DO CONTROLADOR RESPOSTAS DO CONTROLADOR INSTÁVEL BANDA PROPORCIONAL MUITO PEQUENA (ALTO GANHO) Ação Proporcional VARIÁVEL CONTROLADA 1 ESTÁVEL - SUBAMORTECIDA BANDA PROPORCIONAL PRÓXIMA DO IDEAL 3 SET-POINT 2 5 ESTÁVEL - SUPER AMORTECIDA BANDA PROPORCIONAL MUITO GRANDE (PEQUENO GANHO) " boa estabização,... carac. indesejável no off - set." SET-POINT 2 4 SET-POINT 1 SET-POINT 1 fo SET-POINT 2 fo CONTINUAMENTE OSCILANTE BANDA PROPORCIONAL MUITO PEQUENA SET-POINT 1 ESTÁVEL - CRITICAMENTE AMORTECIDA BANDA PROPORCIONAL IDEAL fo 2 SET-POINT 2 SET-POINT 2 SET-POINT 1 SET-POINT 1 fo fo 259 Nelson Moreira Junior 260 Nelson Moreira Junior 130 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Respostas das ações : P , I , PI. AÇÃO INTEGRAL (RESET) Sc = G/Ti.,Edt + B Ti = tempo de integral(min.) 1/Ti =t axa de reajuste Pv VARIÁVEL MEDIDA % 1 CARGA TEMPO (MIN) 1 2 3 5 4 6 7 8 9 10 2 AÇÃO PROPORCINAL GANHO = 0,5 - INVERSA ERRO SET-POINT Sc 100 % SAÍDA DO CONTROLADOR 50 % INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA AÇÃO INTEGRAL TR=0,5 MIN AÇÃO INTEGRAL + PROPOCIONAL 3 4 TEMPO 261 Nelson Moreira Junior 262 Nelson Moreira Junior 131 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA AÇÃO DERIVATIVA Controlador Proporcional+Derivativa 1 Td POSIÇÃO DA VÁLVULA (mv) Respostas do Controlador AÇÃO PROPORCIONAL AÇÃO PROPORCIONAL MAIS DERIVATIVA Pv 50 % TEMPERATURA (Pv) AUMENTA VARIÁVEL MEDIDA SET-POINT TEMPO Mv SAÍDA DO CONTROLADOR VARIÁVEL MEDIDA 80% ABRE Sc = Td.de/dt + B Td=tempo derivativo de/dt=derivada do erro em rel. ao tempo INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA VARIÁVEL CONTROLADA t 20% 2 AÇÃO DERIVATIVA t AÇÃO PROPORCIONAL 3 TEMPO 0 1 2 t 3 Características das ações (P+D) 50 % SAÍDA DO CONTROLADOR - PROP + DERIVATIVA 4 t TEMPO 263 Nelson Moreira Junior 264 Nelson Moreira Junior 132 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Curvas resultantes das Ações de controle(PID) CARGA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA SINTONIA DOS CONTROLADORES ÁREA MÍNIMA TEMPO COMPONENTE DA AÇÃO PROPORCIONAL COMPONENTE DA AÇÃO INTEGRAL AÇÕES SOBRE A VÁLVULA VARIÁVEL SET-POINT TEMPERATURA PERTURBAÇÃO MÍNIMA AMPLITUDE MÍNIMA COMPONENTE DA AÇÃO DERIVATIVA RESULTANTE DA POSIÇÃO DA VÁLVULA POSIÇÃO DA VÁLVULA TEMPO 265 Nelson Moreira Junior TEMPO Critérios e Estabilidade 266 Nelson Moreira Junior 133 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA SISTEMAS DE CONTROLE Faixa Dividida - "Split Range" Controle Cascata CONTROLADOR TIC TIC BULBO SP VP Tcv1 FIC FORNO VAPOR REATOR FT Fcv Tcv2 ÁGUA FRIA 267 Nelson Moreira Junior COMBUSTIVEL 268 Nelson Moreira Junior 134 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Controle Seletivo ( Override ) Controle de Razão (Relação) CONTR. PROP. DIRETO VAZÃO INDEPENDENTE RELE SELETOR DE BAIXA PRESSÃO PIC PIC CONTROLADOR DE RAZÃO TRANSMISSORES DE VAZÃO AR PARA ABRIR FIC BOMBA Psi Psi 15 15 VAZÃO DEPENDENTE 3 269 Nelson Moreira Junior 3 10 100% 270 50 100% Nelson Moreira Junior 135 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Controle de Limites Cruzados Controle Feedforward (Antecipatório ) LINHA DE VAPOR PT CONTR. (P+I+D) REVERSO CONTR. PROP. DIRETO PIC TIC FIC FIC FIC AR PARA ABRIR RR C A B FT FT C = A + B = 9 PSI RELE SOMADOR AR COMBUSTIVEL 271 Nelson Moreira Junior 272 Nelson Moreira Junior 136 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Controle de Nível a 3 Elementos INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA AGENDA Índice Conceitos Básicos Telemetria Variáveis de Processo: Processo:- Pressão, Pressão, Nível, Nível, Vazão, Vazão, Temperatura, Temperatura, Densidade e pH. Controle de Processo Elementos Finais de Controle Técnicas de Segurança Operacional Segurança Intrínseca 273 Nelson Moreira Junior 274 Nelson Moreira Junior 137 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA ELEMENTOS FINAIS DE CONTROLE INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Componentes da Válvula de Controle A) Atuador Tipos CABEÇOTE MEMBRANA * Damper ou Abafador, * Bomba, * Motor, resistências elétricas, variadores eletromagnéticos, * Chaves de posição (fim de curso) PRATO MOLA CORPO * Válvulas de Controle Ação Reversa Ação Direta 275 Nelson Moreira Junior 276 Nelson Moreira Junior 138 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA VÁLVULAS DE CONTROLE Sinal de saída do regulador (3 psi) Modos de Acionamento Sinal de saída do regulador (15 psi) Motor ou Atuador • Acionamento Manual - Volante - Haste Roscada - Alavanca Diafragma Mola Escape Haste Indicador Castelo INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Obturador • Acoplamento por Motor Elétrico Corpo Sede Válvula Aberta Válvula Fechada 277 Nelson Moreira Junior 278 Nelson Moreira Junior 139 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Posição de Segurança por Falhas (AFA ou FFA) POSIÇÃO DE FALHA DA VÁLVULA ATUADOR CASTELO FECHADA (FFA) ABERTA (AFA) DIRETO INVERSO INVERSO DIRETO POR CIMA POR BAIXO POR CIMA POR BAIXO OBTURADOR (tipo de montagem) INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA - Normal - Aletado - Alongado - Com foles de vedação ESQUEMA 279 Nelson Moreira Junior 280 Nelson Moreira Junior 140 CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Obturador INTERNOS " Controla a passagem do fluído, através da(s) sede(s) e dele depende a caracterização final de controle da 100 válvula". 90 GAXETA MOLA BUCHA 80 ANEL DE RETENÇÃO 70 * Obturador de característica ANEL SEDE OBTURADOR " Tudo ou Nada" ANEL SEDE CURSO % CEFET CAMPOS CURVA TEÓRICA DA VAZÃO EM FUNÇÃO DO CURSO 60 50 40 30 20 10 0 0 BUCHA 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 VAZÃO % 281 Nelson Moreira Junior 282 Nelson Moreira Junior 141 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA 100 100 90 90 80 60 80 70 Característica do obtur. 60 50 - linear modificado 40 30 20 50 10 40 0 0 30 10 20 30 40 50 60 70 80 20 10 0 100 90 100 90 % VAZÃO MÁXIMA 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 Característica do obtur. - igual porcentagem" 100 VAZÃO % 80 % DO CURSO CURSO % 70 % DO CURSO CURVA TEÓRICA DAS VARIAÇÕES DA VAZÃO EM FUNÇÃO DO CURSO 50 40 30 20 10 0 Característica do obturador linear 283 70 60 Nelson Moreira Junior 1 2 3 4 5 10 20 30 40 50 100 % VAZÃO MÁXIMA 284 Nelson Moreira Junior 142 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Força Hidrodinâmica sobre o Obturador Simples Classificação das Válvulas quanto ao deslocamento da haste A)- Deslocamento Linear. B)- Deslocamento Rotativo. Globo sede simples. ( Corpo Reversível) 285 Nelson Moreira Junior 286 Nelson Moreira Junior 143 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Força Hidrodinâmica sobre o Obturador Duplo Globo sede dupla (Corpo Reversível) 287 Nelson Moreira Junior 288 Nelson Moreira Junior 144 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA VÁLVULA ANGULAR Válvula de corpo bipartido(Split Body) 289 Nelson Moreira Junior 290 Nelson Moreira Junior 145 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Válvula Borboleta (deslocamento rotativo da haste) 291 Nelson Moreira Junior INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Válvula tipo Esfera 292 Nelson Moreira Junior 146 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA POSICIONADOR PNEUMÁTICO VÁLVULA CAMFLEX Posicionador OBTURADOR EXCÊNTRICO Alimentação 20 psi Relé Bocal FLUXO Fole Sinal do Regulador 3 a 15 psi Alavanca de realimentação mecânica (ao mesmo tempo, palheta) CORPO 293 Nelson Moreira Junior 294 Nelson Moreira Junior 147 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA CONHECENDO O POSICIONADOR PLACA PRINCIPAL DIAGRAMA DE BLOCOS SENSOR DE TEMPERATURA CONTROLE ELETRÔNICA DO SENSOR HALL ISOLAÇÃO PLACA ANALÓGICA BICO PALHETA COM PIEZO ALIMENTAÇÃO DE AR BICO PALHETA COM PIEZO RESTRIÇÃO VÁVULA P1 VÁLVULA CARRETEL VÁLVULA CARRETEL ATUADOR P2 HASTE ÍMAS SENSOR HALL TRANSDUTOR VÁLVULA SENSOR HALL 295 Nelson Moreira Junior 296 Nelson Moreira Junior 148 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA CONVERSOR OU TRANSDUTOR - I / P INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA AGENDA Índice Conceitos Básicos Telemetria Variáveis de Processo: Processo:- Pressão, Pressão, Nível, Nível, Vazão, Vazão, Temperatura, Temperatura, Densidade e pH. Controle de Processo Elementos Finais de Controle Técnicas de Segurança Operacional Segurança Intrínseca 297 Nelson Moreira Junior 298 Nelson Moreira Junior 149 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA TABELA DE SEQUÊNCIA DE ALARMES - ISA CÓGIGO ISA 1B 1D 2A 2C 4A CONDIÇÃO DO ANUNCIADOR NORMAL ALERTA RECONHECIMENTO RETORNO NORMAL TESTE NORMAL ALERTA RECONHECIMENTO RETORNO NORMAL NORMAL ALERTA RECONHECIMENTO RETORNO NORMAL RESET TESTE NORMAL ALERTA RECONHECIMENTO RETORNO NORMAL RESET TESTE NORMAL ALERTA INICIAL SUBSEQUENTE RECOLHECIMENTO INICIAL SUBSEQUENTE RETORNO NORMAL TESTE CONDIÇÃO DA VARIÁVEL DE PROCESSO NORMAL ANORMAL ANORMAL NORMAL NORMAL NORMAL ANORMAL ANORMAL NORMAL NORMAL ANORMAL ANORMAL NORMAL NORMAL NORMAL NORMAL ANORMAL ANORMAL NORMAL NORMAL NORMAL NORMAL ANORMAL INDICADOR VISUAL OFF PISCANDO ON OFF ON FRACO PISCANDO ON FRACO OFF PISCANDO ON PISCA FRACO OFF ON OFF PISCANDO ON ON OFF ON OFF OFF ON OFF OFF OFF OFF ON OFF OFF OFF ON OFF OFF OFF OFF OFF ON OFF OFF OFF OFF OFF PISCANDO ON ON OFF ON ON OFF ON OFF OFF OFF OFF ANORMAL NORMAL NORMAL OUTROS 299 SINAL AUDÍVEL FREQUÊNCIA DE USO 55% 1% 4% 5% 28% AGENDA Índice Conceitos Básicos Telemetria Variáveis de Processo: Processo:- Pressão, Pressão, Nível, Nível, Vazão, Vazão, Temperatura, Temperatura, Densidade e pH. Controle de Processo Elementos Finais de Controle Técnicas de Segurança Operacional Segurança Intrínseca 7% Nelson Moreira Junior 300 Nelson Moreira Junior 150 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA BARREIRAS ZENER Fundamentos de Sistemas Intrínsicamente Seguros Área Não Classificada Equipamento Associado (Barreira I.S. Área Não Classificada Área Classificada Área Classificada Cabo de Interligação INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Equipamento I.S. ou Equipamento Simples Equipamento I.S. Falha Barreira Passiva Rede AC Equipamento Não I.S. Corrente de Falha Aterramento Barreira < 1 Ohm Terra da Rede AC 301 Nelson Moreira Junior 302 Nelson Moreira Junior 151 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA ATERRAMENTO ATERRAMENTO Voc = 250 Vac máx. Isc Rlim. Fusível Isc Área Não Classificada Área Classificada Voc Corrente de Falha 303 Voc = 250 Vac máx. Fusível Área Não Classificada Área Classificada Voc Sensor aterrado na Área Classificada Nelson Moreira Junior Rlim. Corrente de Falha na Área Classificada sem Proteção 304 Corrente de Falha Nelson Moreira Junior 152 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA BARREIRAS COM ISOLAÇÃO GALVÂNICA Área Não Classificada Área Classificada 350 Ohm Aparato I.S. 4 - 20 mA Barreira Zener + 24 Vdc Limitador de Energia 50 Ohm Componentes de Segurança 250 Ohm Nelson Moreira Junior Área Não Classificada Alimentação Fonte de Alimentação 305 Circuito de Proteção Saída Entrada Área Classificada Transmissor Isolado Isolação Galvânica Amplificador Transformador de Alimentação 306 Nelson Moreira Junior 153 CEFET CAMPOS CEFET CAMPOS INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Área Não Classificada BARREIRAS COM ISOLAÇÃO GALVÂNICA 4 - 20 mA Fonte de Alimentação 4-20 mA 500 Ohm Carga Máx. Indicador 15,5 Vdc mínimo para Tx Barreira com Isolação Galvânica para transmissor de campo Área Classificada Transmissor I.S. RTD Pt 100 Área Não Classificada Área Classificada INSTRUMENTAÇÃO BÁSICA Barreira com Isolação Galvânica para entrada de Pt 100 Contato de Saída 250 Vac Contato Seco Barreira com Isolação Galvânica para entrada de Contato 307 Nelson Moreira Junior 308 Nelson Moreira Junior 154