03 04 05 06 07 08 09 10 12 14 17 20 23 26 30 33 37 41 45 46 49 52 57 58 59 EDITORIAL NACIONAL Certificação Ambiental MENSAGEM Serviços de Segurança como Salvaguarda do Negócio Na capa: Vigilantes Joaquim Pires e Rute Nascimento Regiões Autónomas ED I TOR I AL Í ND I C E / FI C H A TÉC NI C A Nesta Edição EVENTO Semana da Responsabilidade Social NACIONAL Nova Identificação Corporativa Inquérito de Satisfação aos Colaboradores REGIÃO AUTÓNOMA MADEIRA FILIAIS Gestor da Filial de Vigilância Especializada Gestor da Filial de Vigilância Mobile NOTA DO EDITOR Devido ao facto de concentrarmos numa única publicação, de carácter misto, o nosso jornal interno e a nossa revista externa, decidimos acertar a numeração da Revista Securitas Portugal pela soma de ambos os órgãos de comunicação publicados, pelo que a presente edição é a n.º 68. da Madeira e dos Açores, onde a Securitas detém uma posição CLIENTES VIGILÂNCIA ESPECIALIZADA Câmara Municipal do Funchal ANACOM Delegação da Madeira Grupo Cimentos Madeira ECM - Empresa de Cervejas da Madeira Grupo Savoy ILMA - Indústria de Lacticínios da Madeira CLIENTES VIGILÂNCIA MOBILE Madeira Wine Company Casa-Museu Frederico de Freitas Fundação Mary Jane Wilson REGIÃO AUTÓNOMA AÇORES CLIENTES VIGILÂNCIA ESPECIALIZADA SAAGA - Sociedade Açoreana de Armazenagem de Gás APTG - Administração dos Portos da Terceira e Graciosa VIGILANTE EM ACÇÃO Quem Faz a Diferença NACIONAL Homenagem EVENTOS Reunião SEGAD Securitas Management Training NACIONAL Novas Oportunidades Colheita de Sangue Esta edição da nossa Revista é dedicada às Regiões Autónomas FICHA TÉCNICA de liderança de mercado, conseguida ao longo de 30 anos de Revista Securitas Portugal trabalho árduo e dedicado à implementação das mais adequadas PROPRIEDADE Securitas - Serviços e Tecnologia de Segurança S.A. SEDE Rua Rodrigues Lobo, n.º 2 Edifício Securitas 2799-553 Linda-a-Velha EDIÇÃO Direcção Serv. Marketing DIRECTOR Firmino Fonseca DESIGN/PRODUÇÃO DE CONTEÚDO E GRÁFICA RH Positivo© www.rhpositivo.pt IMPRESSÃO E ACABAMENTO Multitema - Partners for Printing FOTOGRAFIA Alexandre Bettencourt - FotoProfissional / Madeira José Ribeiro - Fototime TIRAGEM 9.000 exemplares PERIODICIDADE Semestral DISTRIBUIÇÃO Gratuita aos Colaboradores da Securitas soluções de segurança para os nossos Clientes. www.securitas.pt Os testemunhos que alguns Clientes tiveram a amabilidade de nos manifestar, são prova de que continuamos empenhados em contribuir para o desenvolvimento económico e social das Regiões Autónomas. Este desenvolvimento é notório, tendo tido como beneficiárias mais directas, as populações locais. É com enorme orgulho que constatamos o papel estabilizador que temos vindo a desempenhar há décadas na Madeira e nos Açores, factor que tem sido essencial ao crescimento harmonioso e sustentado destas Regiões, que são o verdadeiro exemplo de que tudo se alcança com trabalho e acreditando no futuro! Alvarás: MAI, nº22A (2004.11.25): Nº22B e C (1999.03.04): Nº22D (2001.02.07) Proibida a reprodução total ou parcial sem autorização prévia da Securitas - Serviços e Tecnologia de Segurança S.A. 02 Firmino Fonseca Director Serv. Marketing SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL 03 Certificação Ambiental Como Empresa líder de mercado devemos ser o exemplo para a indústria da Segurança Privada. Com esse objectivo, implementámos um SGI - Sistema de Gestão Integrado (Qualidade, Ambiente, Responsabilidade Social e Segurança e Saúde do Trabalho). Não permanecemos alheios aos impactos sociais e ecológicos da nossa actividade no ambiente humano e natural que envolve a Empresa, conciliando essas preocupações com a gestão económica do negócio. A Securitas recebeu a certificação da Qualidade em 2001 (ISO 9001). Dando continuidade à sua aposta na certificação, em Março de 2009, obteve a Certificação Ambiental ISO 14001 do seu Sistema de Gestão Integrado. Atribuída pela SGS ICS - Serviços Internacionais de Certificação, esta certificação resulta da implementação das melhores práticas de gestão ambiental na “Protecção de bens móveis e imóveis. Vigilância e controlo do acesso, permanência e circulação de pessoas em instalações, edifícios ou recintos fechados, vedados ou de entrada condicionada”, definidas no âmbito do Sistema de Gestão Ambiental, cujos objectivos são minimizar os impactos ambientais e promover a melhoria contínua no desempenho ambiental. O sistema implementado dá resposta às questões ambientais identificadas, permitindo a sua gestão de forma eco-eficiente. Os consumos de recursos naturais – entre outros, de água, energia, combustíveis (frota automóvel, principalmente), matérias-primas e a gestão de resíduos 04 FACTOR DE ESTABILIDADE SECURITAS PORTUGAL Serviços de Segurança como Salvaguarda do Negócio produzidos — são alguns dos aspectos considerados nos procedimentos que orientam e regulam a gestão dos serviços prestados, bem como na gestão dos nossos edifícios (Sede e Filiais em Portugal Continental, Açores e Madeira). Para a Securitas é importante demonstrar o seu compromisso com o meio ambiente em todas as suas acções. Ter conseguido este objectivo é para nós uma responsabilidade acrescida, por sermos, em Portugal, a primeira Empresa de prestação de serviços de Segurança Privada a obter a Certificação Ambiental ISO 14001. Por outro lado, temos colaborado na normalização em Responsabilidade Social em Portugal, nomeadamente através da nossa participação na Comissão Técnica de Responsabilidade Social, que já produziu a Norma Portuguesa 4469-1:2008 para implementação do Sistema de Gestão da Responsabilidade Social. A nossa estratégia futura será obter a certificação nas áreas da Responsabilidade Social e da Segurança e da Saúde do Trabalho, projectos nos quais nos encontramos actualmente a trabalhar. Mais do que nunca, numa altura em que verificamos um acréscimo nos níveis de instabilidade social, a prestação de serviços de segurança privada deve ser considerada, pelas Entidades contratantes, de uma forma extremamente séria. Actualmente, o sector de segurança e vigilância privada é confrontado por duas situações distintas: o aumento dos níveis de criminalidade e o comportamento menos correcto de algumas Empresas de segurança, que não actuam dentro do quadro legal obrigatório. Esta realidade leva a que, por um lado, aumente a necessidade de contratar serviços de segurança, mas, por outro, surja o impulso de contratar esses serviços pelo preço mais baixo, descurando, muitas vezes, a qualidade. Efectivamente, o serviço de segurança privada deve ser encarado como parte integrante do produto/ /serviço final que a Entidade contratante (Cliente) fornece ao mercado. A função de segurança contribui directamente para a manutenção da capacidade produtiva dos Clientes, independentemente do tipo de actividade em que estão inseridos – Fábrica, Hospital, Banco, Centro Comercial ou Universidade. Todos têm capacidade produtiva distinta, que deve ser devidamente protegida, para salvaguardar os interesses de pessoas e bens, e do País. MENS AG EM NAC I ONAL LIDERANÇA NO SECTOR As Entidades contratantes compreenderão que o serviço de segurança, quando devidamente sustentado, constitui um factor de estabilidade imprescindível nos tempos que correm, para evitar situações de ruptura na sua cadeia produtiva. Daí a importância de estabelecer parcerias que permitam soluções “win-win”, de vantagem mútua, em que todos saem beneficiados – Cliente, Empresas de Segurança, Vigilantes e o Estado. Perante esta constatação, as Empresas que recorrem a serviços de vigilância ou de segurança privada devem pesar, por um lado, a necessidade de fazer face a eventuais constrangimentos financeiros, que poderão ser minorados através da contratação de soluções de Segurança Integrada. Por outro, o valor do seu negócio não pode ou não deve ser entregue a prestadores de serviço qualitativamente inferiores ao necessário e que, nalguns casos, operam à margem do quadro legal regulatório da actividade. No seguimento do que acima referi, convém mencionar que a Securitas obteve a Certificação da Qualidade em 2001 (ISO 9001) e, dando continuidade à sua aposta na certificação, obteve a Certificação Ambiental ISO 14001 do seu Sistema de Gestão Integrado, em Março de 2009, o que revela a seriedade com que encaramos as nossas responsabilidades para com a Sociedade, no seu todo. Jorge Couto Administrador-Delegado SECURITAS PORTUGAL 05 Semana da Responsabilidade Social VIATURAS Nova Identificação Corporativa NAC I ONAL E V ENTO 4.ª EDIÇÃO O Projecto de Desenvolvimento da Marca Securitas, a nível internacional, prossegue de acordo com o plano traçado. A decoração dos veículos da Empresa sujeitos a Identificação Corporativa é uma componente muito importante na prossecução deste objectivo, visto que constitui um reforço significativo da Marca Securitas. O trabalho de decoração dos veículos, que inclui a Vigilância Especializada e a Vigilância Mobile, está completo, a nível nacional. Nos passados dias 4, 5, 6 e 7 de Maio, decorreu a 4.ª edição da Semana da Responsabilidade Social, na Fundação Calouste Gulbenkian. Este evento foi uma oportunidade de encontro e troca de opiniões entre Dirigentes Empresariais, Líderes Sindicais, Representantes dos Consumidores, Ongs, IPSS, Administração Púbica, Universidades, Desporto e Comunicação Social. Os veículos da Vigilância Especializada foram decorados com faixas laterais de cor cinza escuro e claro, enquanto que os da Vigilância Mobile se apresentam de cor branca, sendo que, tanto num como noutro tipo de veículo, as dimensões dos logótipos Securitas são bastante maiores. Como se compreende, foi feito um investimento significativo neste Projecto, como aposta diferenciadora da nossa presença no mercado. Aqui mostramos como passam a apresentar-se os veículos já com a nova Identificação Corporativa. A Securitas teve uma presença activa neste evento, participando com uma apresentação sobre “Ética e Responsabilidade Social Empresarial na Segurança Privada”. Simultaneamente, foi divulgado aos Participantes que a Securitas, dando continuidade à sua aposta na certificação, obteve a Certificação Ambiental ISO 14001 do seu Sistema de Gestão Integrado, no passado mês de Março. 06 SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL 07 SURVEY Inquérito de Satisfação aos Colaboradores A Securitas Portugal foi uma das primeiras Subsidiárias do Grupo onde o Inquérito de Satisfação aos Colaboradores teve lugar. O processo decorreu entre meados de Outubro e Novembro de 2008. No entretanto, outros países já realizaram o Inquérito – Suécia, Bélgica, Noruega e Holanda. Destes, somente a Noruega teve uma participação superior à portuguesa. Nos restantes países a participação dos Colaboradores foi também expressiva. Prevê-se que, até ao final do próximo ano, cerca de 115.000 colaboradores da Securitas, pertencentes a 20 países da Europa, respondam ao Inquérito de Satisfação aos Colaboradores. Nas Subsidiárias onde já se realizou o inquérito, como é o caso da nossa, estão agora a ser trabalhados os resultados obtidos. Os resultados estão a ser analisados, Filial a Filial, e a serem elaborados planos de acção específicos em função dos resultados obtidos, das expectativas dos Colaboradores, da realidade actual do mercado e do meio envolvente. Há acções a implementar que vão ser comuns a várias Filiais e há planos de acção específicos a determinadas Unidades de Negócio. O processo tem-se revelado muito rico, e, em muitos aspectos, surpreendente! Foi unânime o reconhecimento dos Colaboradores e das suas famílias pela marca Securitas, e também o orgulho em trabalhar nesta Empresa. Outro aspecto relevante que o inquérito tornou claro é a similitude revelada em relação a vários parâmetros, nas diversas Filiais. As soluções para muitas questões, identificadas como aspectos a melhorar, já foram implementadas com sucesso por algumas Filiais. Vamos replicar noutras Filiais as “receitas” de sucesso e a forma como o mesmo poderá ser alcançado. Numa próxima edição da nossa Revista, teremos oportunidade de comunicar mais detalhadamente os resultados do Inquérito de Satisfação aos Colaboradores. Jorge Martins Director de Recursos Humanos 08 SECURITAS PORTUGAL MADEIRA NAC I ONAL REGIÃO AUTÓNOMA FI L I AI S MADEIRA Gestor da Filial de Vigilância Especializada Rui Freitas é o Gestor da Filial de Vigilância Especializada da Região Autónoma da Madeira (RAM), acumulando funções de Gestor da Filial da Região Autónoma dos Açores (RAA). Falámos com este nosso Responsável, que desempenha funções na Securitas há sete anos, sobre a operação e os recursos que lidera. SP - Como é o relacionamento com os Clientes? O que faz com que a Securitas tenha a posição que detém no mercado? Rui Freitas – O volume de negócios excede os seis milhões de euros anuais e temos 380 Vigilantes a desempenhar funções na Madeira. RF - É um relacionamento essencialmente assente na confiança e na parceria. A nossa postura é a de integrar o negócio do Cliente, ganhando conhecimento da sua actividade, para assim melhor o servir. SP - Como caracteriza o mercado? RF - É um mercado que tem uma representatividade significativa da Administração Pública, mas que envolve também todos os segmentos de mercado. Temos uma actividade organizada por segmentos de mercado, de forma a podermos gerir o negócio ao pormenor. O objectivo é, naturalmente, podermos ir ao encontro das necessidades específicas de cada Cliente. A razão principal pela qual a Securitas detém uma posição muito marcante no mercado é a longevidade da presença da Securitas na Região Autónoma da Madeira, o que se traduz numa garantia de confiança. A Filial da Madeira iniciou a sua actividade em 1979. Portanto, estamos cá há 30 anos. Na Madeira, sente-se que “Segurança é Securitas”! Um outro importante factor é o conjunto de soluções que apresentamos, assente nas reais necessidades SP - O que diferencia a oferta da Securitas ao mercado? dos nossos Clientes, que conhecemos profundamente. E também a capacidade de oferecer soluções de segurança integrada, englobando as componentes humana e tecnológica, o que permite acrescentar mais-valias e oferecer níveis de segurança mais elevados e mais fiáveis aos Clientes. A Securitas é detentora de um know-how internacional, que é partilhado dentro do Grupo Securitas, o que nos dá uma vantagem competitiva determinante para satisfazer as expectativas dos nossos Clientes. SP - Quais os objectivos para o médio prazo? Como pretende alcançá-los? RF – Como sabe, desenvolvemos uma actividade de muita importância, reconhecida pelos nossos Clientes. Naturalmente que os nossos objectivos passam pela melhoria contínua dos processos, para que, conforme se tem verificado no passado, possamos continuar a inovar e a propor sempre as melhores soluções de segurança. RF – A seriedade, a motivação dos nossos Colaboradores, a estabilidade do nosso Quadro de Pessoal, pois dos 380 Vigilantes, 340 são efectivos. Apostamos na formação contínua dos nossos Colaboradores, cada vez mais complementarizada por ferramentas tecnológicas vocacionadas para suporte à actividade dos Vigilantes. SP - Perspectivas para o desenvolvimento da RAM? RF – Nestes 30 anos da nossa presença, a Região Autónoma da Madeira evoluiu muito em termos estruturais. Foi lançado um conjunto de infra-estruturas que permitiu um desenvolvimento exponencial da Região, que se traduz numa melhoria substancial do nível de vida das populações locais. FIL IAI S Securitas Portugal – Qual o volume de negócios e o número de Vigilantes que a Securitas tem na Madeira? necessidades locais. O nosso enfoque é total no mercado e naquilo que, para os nossos Clientes, possa contribuir para assegurar a estabilidade da sua capacidade produtiva, independentemente do respectivo tipo de actividade. Apesar das dificuldades da conjuntura internacional, creio que estamos bem preparados para enfrentar os desafios mais exigentes que se possam colocar. A Securitas continuará a estar presente, com o seu contributo, para o desenvolvimento da Região, para o bem-estar económico e social de muitas famílias, e para a estabilidade da Madeira. Pretende-se aprimorar aquilo que já fazemos bem, sempre em sintonia com os desenvolvimentos e 10 SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL 11 FI L I AI S MADEIRA Gestor da Filial de Vigilância Mobile Conversámos, seguidamente, com Roberto Lopes, Chefe de Filial de Vigilância Mobile (Rondas) da Região Autónoma da Madeira (RAM). Colocámos-lhe algumas questões sobre como tem evoluído a prestação deste serviço na Madeira. Securitas Portugal (SP) – Há quantos anos está na Securitas? SP - Quais os objectivos de médio prazo? Como pretende alcançá-los? RL – O objectivo fulcral é dar continuidade ao trabalho feito, desde que implantámos o Serviço de Vigilância Mobile, estando sempre atentos ao mercado e aos Clientes que necessitem dos nossos serviços, apresentando-lhes soluções que vão de encontro às suas reais necessidades. SP - O que diferencia a oferta da Securitas a este mercado? Roberto Lopes (RL) – Desde 1997 na Sonasa, que foi adquirida pela Securitas no ano 2000. RL – A qualidade do serviço, aliada a uma relação custo/benefício acessível e atraente. SP – Qual o volume de negócios da Vigilância Mobile na RAM? Os relatórios, que enviamos periodicamente aos Clientes, além de comprovarem que o serviço foi realizado na íntegra, demonstram as mais-valias que o mesmo proporciona. RL – O volume de negócios ronda os 720.000 euros anuais. SP - Como caracteriza o mercado? SP - Perspectivas de desenvolvimento na RAM? RL – Com as dificuldades de âmbito internacional que se apresentam e que também nos afectam, a solução de Vigilância Mobile torna-se muito pertinente para ir ao encontro das necessidades dos Clientes. A Região Autónoma da Madeira conta com o Serviço de Vigilância Mobile há já algum tempo e pode continuar a contar com a sua permanência e desenvolvimento, sempre com as mais adequadas e avançadas soluções neste âmbito. O Serviço de Vigilância Mobile consiste essencialmente na prestação de serviços de rondas aleatórias, muitas das vezes, integrado com sistemas de segurança electrónica, nomeadamente de detecção de intrusão, de incêndio e CCTV (vÍdeo vigilância). É um serviço geralmente prestado no período pós-laboral, quando as Empresas/Entidades cessam a sua actividade diária. SP - Como é o relacionamento com os Clientes? Na sua opinião, o que faz com que a Securitas tenha a posição que detém neste mercado? RL – Somos líderes de mercado na Região Autónoma da Madeira. O que faz com que os Clientes optem pelos nossos serviços são as soluções à 12 SECURITAS PORTUGAL FIL IAI S RL - É um mercado novo, em expansão, caracterizado especialmente por Pequenas e Médias Empresas, com incidência significativa na Administração Pública. medida que lhes oferecemos, e a confiança no nosso serviço é essencial. A nossa marca e o facto de sermos pioneiros neste tipo de soluções é também determinante. O relacionamento que temos com os nossos Clientes é personalizado e de grande proximidade, para que possamos identificar as necessidades específicas de cada um deles e propor as melhores soluções à medida do seu negócio. SECURITAS PORTUGAL 13 Câmara Municipal do Funchal Nesta visita à Madeira, estivemos na Câmara Muncipal do Funchal, um Cliente que muito nos honra com a sua preferência pelos nossos serviços. Falámos com o Dr. Pedro Calado, Vereador com os Pelouros Financeiro, dos Recursos Humanos, Administração Geral, Jurídico, Concursos, Parque de Máquinas e Viaturas, Aprovisionamento, Cultura e Desporto, estando igualmente sob a sua responsabilidade a Empresa Municipal Frente Mar. O Dr. Pedro Miguel Calado sublinhou a importância de todas as áreas em que a Autarquia Madeirense intervém, desde o Urbanismo, que estuda a estratégia de desenvolvimento e planeamento da cidade, seu crescimento e ordenação, à área social que considera fundamental. Neste domínio, destacou o investimento em habitação social, com 1.100 fogos construídos. “Uma área que nos merece particular atenção é também a da Educação.” – referiu. “Os ATL’s são uma das nossas principais prioridades. As actividades para os menos jovens são igualmente uma aposta nossa. Nos bairros sociais, promovemos actividades culturais, desportivas e sociais para seniores, sendo o nosso objectivo mantê-los integrados na vida activa. Na Universidade da 3.ª idade, asseguramos o ensino do inglês, artes, gosto pela leitura e internet.” No ano transacto, a cidade do Funchal comemorou os seus 500 anos, razão pela qual o Dia da Marinha foi ali celebrado, a nível nacional. As comemorações do V Centenário da elevação do Funchal a cidade, sob a designação “Funchal 500 Anos”, foram presididas pelo Dr. Pedro Calado e estenderam-se por todo o ano de 2008, englobando cerca de 350 eventos. Só na área literária foram editados 42 livros pela Edilidade Madeirense. Os CTT lançaram um selo comemorativo da efeméride. “A nível interno, para além da gestão do quotidiano, estamos focados na evolução das condições de trabalho dos nossos Colaboradores, nomeadamente a nível informático, em termos de ergonomia do mobiliário, reorganização do espaço, protocolos com entidades privadas e saúde”, disse o Dr. Pedro Calado. A Autarquia tem investido igualmente na reconstrução habitacional dos bairros mais carenciados, com o objectivo de modernizar as habitações do Concelho. A Câmara fornece os materiais e os habitantes a mão-de-obra. Confiança em Todos os Aspectos Perguntámos expressamente ao Dr. Pedro Calado qual a sua avaliação dos cinco anos de parceria com a Securitas. Respondeu-nos o seguinte: “Os vossos serviços ao Município do Funchal são prestados com elevado sentido de profissionalismo, de grande responsabilidade, de verdadeira parceria, não de mero fornecedor.” – segundo comentou. “A relação entre a Câmara Municipal do Funchal e a Securitas é de confiança, em todos os aspectos.” Relativamente a grandes investimentos para a cidade, a Câmara Municipal do Funchal vai continuar com a politica que tem seguido nos últimos quatro anos, canalizando 50 por cento do seu orçamento para investimento, um montante de cerca de 60 milhões de euros. Desta verba, a fatia mais importante é aplicada no saneamento básico, bem como na recolha e reciclagem do lixo. “Somos a Autarquia que, a nível nacional, tem conseguido alcançar a maior percentagem de reciclagem, cerca de 24 por cento.” – afirmou o Dr. Pedro Calado. “Também investimos muito nas áreas social, cultural, desportiva e na melhoria das infra-estruturas da cidade, na criação de jardins e parques. Este ano vamos gastar 2 milhões de euros só em alcatroamento de estradas.” 14 SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL CLIENTE S - VI GIL ÂNCIA E S PE C I AL I ZADA C L I ENTE S VI G I L ÂNC I A E S P EC I AL I Z ADA CINCO ANOS DE PARCERIA 15 ANACOM Delegação da Madeira Não podíamos deixar de visitar a Delegação da ANACOM na Região Autónoma da Madeira. Numas instalações com uma vista privilegiada sobre o Porto do Funchal, falámos com o Eng.º José Nelson Melim, Delegado local da Autoridade Nacional de Comunicações. Este nosso Cliente, que inicialmente foi denominado ICP – Instituto de Comunicações de Portugal, em 6 de Janeiro de 2002, assumiu a designação ICP – Autoridade Nacional de Comunicações (ICP-Anacom). É a Entidade Reguladora das comunicações postais e electrónicas em Portugal e tem por objecto a regulação, a supervisão e a representação do sector das telecomunicações, sendo representante do Estado Português em diversos organismos internacionais. CLIE NTE S - VIGI L ÂNC IA E SPE C I AL I ZADA A Securitas assegura a Vigilância Especializada nos Edifícios Centrais da Câmara Municipal do Funchal, nomeadamente a Sede e os seus Departamentos, bem como em Jardins, Museus e na Estação de Biologia Marítima. 16 “Desde 2005, temos tido uma maior presença da Securitas e menos pessoal, o que quer dizer que a Securitas nos tem ajudado na modernização e optimização dos recursos, aconselhando o investimento em vídeo vigilância.” – comentou o Dr. Pedro Calado. “Uma Solução Integrada que nos permite ter um maior nível de segurança e que é menos dispendiosa.” O Dr. Pedro Calado evidenciou a postura proactiva, muito humana e afável por parte dos elementos da Securitas. “Toda a gente nota um enorme sentido humano nos Vigilantes da Securitas.” – declarou. “Constato uma assinalável simpatia em todos os Colaboradores da Securitas. Vejo isso em outras Instituições onde vou, não só nos que prestam serviço na Câmara. O nível de satisfação e de motivação é notório.” Em relação à evolução das exigências de segurança no Concelho, o Dr. Pedro Calado considera que, felizmente, a cidade do Funchal é calma, tranquila e segura, mas que, de futuro, há que ter especial atenção nessa área. “Fruto do desenvolvimento social e económico do País e a actual conjuntura, temos de ter muito cuidado com a segurança.” – disse. “É para nós muito importante contarmos com um parceiro de confiança, como a Securitas.” SECURITAS PORTUGAL Na Região Autónoma da Madeira, a Delegação da ANACOM, além do atendimento ao público e da C L I ENTE S VI G I L ÂNC I A E S P EC I AL I Z ADA SEGURANÇA É UMA MAIS-VALIA representação protocolar naquele Território, tem uma grande vertente técnica, a nível de fiscalização. Cabe-lhe conceder e cancelar licenças radio-eléctricas a utilizadores no Território. “Uma outra função que nos foi atribuída é a fiscalização da utilização do espectro radio-eléctrico, que consiste em fiscalizar a correcta aplicação dos sistemas de comunicações existentes.” – referiu o Eng.º José Nelson Melim. “Fazemos também a certificação de rádio-amadores. Quem quer ser rádio-amador tem de fazer aqui o exame de habilitação. Temos cerca de 350 rádio-amadores na Madeira, sendo um deles campeão mundial de contactos. Há um parque interessante de antenas na zona do Santo da Serra.” Cabe também à Delegação da ANACOM a inscrição e fiscalização de técnicos habilitados a construir infra-estruturas de telecomunicações em edifícios. “Os principais desafios da ANACOM na Madeira prendem-se com a nossa tão bela e difícil orografia, que resulta em dificuldades de cobertura.” – disse o Eng.º José Nelson Melim. “Contornar essas dificuldades é um grande desafio. É igualmente um desafio, a curto prazo, a criação de estações de medição móveis para uma efectiva cobertura de toda a Região e efectiva fiscalização, em tempo real, dos diversos meios de telecomunicações.” Em termos de segurança, a Delegação da ANACOM na Madeira constitui um excelente exemplo de uma Solução Integrada. Actualmente, as suas instalações dispõem de um sistema de protecção periférica de rede, um sistema de detecção de incêndio, sistema SECURITAS PORTUGAL 17 Prontidão de Resposta “A Securitas tornou-se um parceiro importante da ANACOM na Madeira.” – afirmou o Eng.º José Nelson Melim. “Foi com agrado que transitámos de outra Entidade para a Securitas, nomeadamente pela diminuição das despesas em segurança, aliando a Vigilância Especializada aos sistemas electrónicos. Foi uma evolução muito positiva. Há um grande profissionalismo e uma grande prontidão de resposta, por parte da Securitas.” Assegurando os referidos serviços há cinco anos neste Cliente, quisemos saber como é que o Eng.º Nelson Melim caracteriza a relação entre a ANACOM e a Securitas. “É uma relação de amizade institucional bastante forte. Para nós é uma honra trabalhar com a Securitas, comprovado líder de mercado, também 18 SECURITAS PORTUGAL o será concerteza para a Securitas trabalhar connosco.” Para nós é indubitavelmente uma honra ter a ANACOM, na Madeira, como Cliente. Para finalizar esta agradável conversa com o Eng.º José Nelson Melim, perguntámos-lhe como vê a evolução das exigências de segurança. “O serviço personalizado ao Cliente será o mais importante.” – afirmou. “Acho que a tendência é o Cliente escolher um portfolio com o prestador de serviços de segurança e que este se adapte às necessidades de cada um dos seus Clientes, o que é já a política da Securitas. O mundo está a atravessar uma fase difícil e a segurança é fundamental. Não deve ser encarada como um custo, mas como uma mais-valia. Para a nossa Delegação não se prevê um crescente índice de risco, por isso conto apenas com a eventual actualização de algum sistema. Esta relação de amizade institucional que referi, entre a ANACOM e a Securitas, é uma grande mais-valia, pois sei que qualquer inovação será implementada. É uma preocupação a menos que tenho.” SECURITAS PORTUGAL CLIE NTE S - VIGI L ÂNC IA E SPE C I AL I ZADA CLIE NTE S - VIGI L ÂNC IA E SPE C I AL I ZADA de detecção de intrusão, CCTV (sistema de vídeo vigilância), aliado a um serviço de Vigilância Especializada e um serviço de Vigilância Mobile (Rondas), com intervenção em caso de disparo de algum sistema de alarme. 19 Grupo Cimentos Madeira O Grupo Cimentos Madeira é um dos mais importantes grupos económicos da Região Autónoma da Madeira. É para nós muito grato contarmos com a sua preferência desde 1995, altura em que iniciámos a prestação de serviços neste Cliente. “O Grupo Cimentos Madeira, que pretende continuar a ser um referencial no tecido económico Regional nas actividades relacionadas com a fileira do cimento, para além de ter boas performances económico-financeiras, orgulha-se de ter participado de forma muito activa no crescimento e desenvolvimento da Região Autónoma — ‘crescemos com a Madeira e para a Madeira’ é o nosso lema”, segundo declarou o Administrador do Grupo, Dr. João Santos. Acompanhando a evolução do mercado, o Grupo Cimentos Madeira tem procurado proporcionar aos seus Clientes os melhores produtos e serviços. Bons exemplos disso são o sistema de self-service de cimento a granel, através do qual o Cliente tem o produto disponível de forma permanente, podendo adequá-lo às suas necessidades temporais; e o Laboratório que, abrangendo as diferentes vertentes do mundo da construção, é tido como um dos mais bem apetrechados do sector, facultando importantes informações para a boa arte de construir. O Grupo Cimentos Madeira, ao integrar o universo do Grupo Secil que detém actualmente a maioria do capital, aumentou a sua credibilidade e passou a ter melhores expectativas em relação ao futuro, dado o grande empreendedorismo do Grupo Secil, alicerçado em inovação e qualidade. Exemplo de Bem Servir Ao nível da segurança, o Grupo Cimentos Madeira dispõe de serviços de Vigilância Especializada e de Vigilância Mobile (Rondas). Possui sistemas de vídeo vigilância e de detecção de intrusão, com ligação à Central de Monitorização da Securitas. Pedimos ao Dr. João Santos que nos falasse sobre o relacionamento com a Securitas ao longo destes 14 anos de serviços prestados e a respectiva avaliação dos mesmos. “Falar da relação entre o Grupo Cimentos Madeira e a Securitas é reconhecer uma agradável experiência, pois é uma ligação que data do início da nossa actividade.” - respondeu o Dr. João Santos. “Ao longo destes anos, a relação tem-se pautado por uma permanente adequação das situações técnicas e económicas aos tempos, sentindo todos nós que a Securitas já é uma parte do nosso dia-a-dia empre- 20 SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL CLIE NTE S - V IG IL ÂNCIA E SPE C I AL I ZADA C L I ENTE S VI G I L ÂNC I A E S P EC I AL I Z ADA CATORZE ANOS AO SERVIÇO DO 21 ECM – Empresa de Cervejas da Madeira CLIE NTE S - VIGI L ÂNC IA E SPE C I AL I ZADA Nesta breve passagem pelo território Madeirense, não podíamos deixar também de visitar a Empresa de Cervejas da Madeira, um dos nossos Clientes do universo industrial daquela Região Autónoma. Foi com agrado que conversámos com o seu Administrador, Eng.º João Teixeira. sarial. A evolução desta relação é um bom exemplo de bem servir, acautelando os interesses das partes neste mundo cada vez mais competitivo.” Para o Dr. João Santos, as questões de segurança ganham particular acuidade nos tempos que atravessamos, razão pela qual a extensão dos serviços da Securitas a outras Empresas do Grupo está em curso. “Em suma, estamos muito satisfeitos e queremos continuar a manter este relacionamento com a Securitas.” – disse. “A sua continuidade é sinal de que estamos muito activos no mundo empresarial, onde é cada vez mais difícil sobreviver.” 22 C L I ENTE S VI G I L ÂNC I A E S P EC I AL I Z ADA EXCELENTE PARCEIRO DE NEGÓCIO SECURITAS PORTUGAL A Empresa de Cervejas da Madeira (ECM), actualmente propriedade do Grupo Pestana, é a maior Empresa Regional de produção e distribuição de bebidas na Região Autónoma da Madeira. Certificada pelas normas nacionais e europeias ISO 9001 e ISO 14001, produz, comercializa e distribui marcas próprias de cervejas, refrigerantes e águas, representando ainda marcas prestigiadas noutras categorias — espirituosas, vinhos, sumos e néctares, águas, leites, azeites, vinagres e molhos. SECURITAS PORTUGAL 23 “Nestes 10 anos de parceria, temo-nos entendido bem.” – comentou o Eng.º João Teixeira. “Há diálogo, compreensão e colaboração das duas partes. Existe uma boa relação entre as duas Empresas. Consideramos a Securitas um excelente parceiro de negócio.” 24 “A ECM é uma Empresa que nasceu da fusão de duas antigas Empresas cervejeiras do séc. XIX.” – referiu o Eng.º João Teixeira. “Essas Empresas, além da produção de cerveja, fabricavam também refrigerante com a marca Laranjada. Contra todas as expectativas, é um dos nossos principais produtos, pois esteve mesmo para se pôr termo à respectiva produção.” Inicialmente, a Sede da ECM localizava-se no centro do Funchal, o que resultava em custos operacionais muito elevados, não permitindo também a sua expansão. Há 13 anos a Empresa mudou-se para Câmara de Lobos, estando instalada no PIZO - Parque Empresarial Zona Oeste, onde passou a ter a hipótese de produzir a embalagem de vidro sem retorno. Após ter terminado o contrato com a Coca-Cola, pelo qual a ECM produzia e embalava produtos da Coca-Cola, Sprite e Fanta, a Empresa decidiu lançar produtos próprios, sob a marca Brisa. A Brisa é a sua marca de refrigerantes, sendo a Brisa Maracujá o produto mais reconhecido. A ECM produz igualmente a Brisa Maçã, Brisa Laranja, Brisa Limonada e Brisa Água Tónica. E fabrica também produtos sem gás sob a marca Brisol: laranja, maracujá, maçã e tropical. SECURITAS PORTUGAL Em termos de cervejas, as marcas próprias da ECM são: a Coral branca, Coral tónica (preta) e Coral sem álcool, nas versões branca e preta. Zarco é uma outra cerveja, mais leve, que produz. “Para acrescentar o nosso portfolio, começámos a encher e comercializar água própria, sob o nome Atlântida.” – referiu o Eng.º João Teixeira. “Após a Luso, que também comercializamos, a Atlântida é a segunda marca mais vendida.” Entretanto, este ano, a ECM celebrou um acordo com a Sumolis, que detém a marca Compal e cuja distribuição já assegurava, para a produção e distribuição de produtos Sumol, Pepsi e 7Up. “O nosso volume de vendas ronda os 50 milhões de euros anuais e empregamos directamente 250 pessoas.” – afirmou o Eng.º João Teixeira. “Temos outsourcing de distribuição, segurança, higiene e limpeza, o que significa mais 300 postos de trabalho indirectos.” “Numa época crítica em segurança social, como é a actual, há sempre mais tentativas de criminalidade, por isso temos de estar mais atentos às questões de segurança.” - concluiu. “Os meios técnicos que a Securitas colocou na ECM são suficientes, temos uma excelente solução, tecnologicamente está up to date.” CLIE NTE S - VIGI L ÂNC IA E SPE C I AL I ZADA CLIE NTE S - VIGI L ÂNC IA E SPE C I AL I ZADA Relativamente à evolução das exigências de segurança, o Eng.º João Teixeira defende que, devido à actual conjuntura, é necessário ter um especial cuidado nesta matéria. Um dos pontos fortes da ECM é a distribuição. A Empresa abastece semanalmente cerca de 3.000 pontos de venda na Região Autónoma da Madeira. “A nossa concorrência é a Super Bock, em termos de cerveja, e os produtos Coca-Cola ao nível dos refrigerantes”, segundo revelou o Eng.º João Teixeira. Os novos projectos e investimentos da ECM passam pelo desenvolvimento de um novo refrigerante sem gás e pela aposta na melhoria das embalagens. Excelente Parceiro de Negócio Ao nível da segurança, a ECM conta com a Securitas como parceiro. Sob a nossa responsabilidade está o controlo das duas portarias Norte e Sul e também dos sistemas electrónicos que ali instalámos: de detecção de intrusão, detecção de incêndio, CCTV (vídeo vigilância) e controlo de acessos. SECURITAS PORTUGAL 25 13 ANOS AO SERVIÇO DO Grupo Savoy Estivemos no Hotel Savoy, onde fomos muito bem recebidos por Tina Silva, a Directora de Recursos Humanos da luxuosa unidade Hoteleira que se encontra em fase de conversão. Falou-nos sobre o Grupo Savoy, representado pela Siet Savoy, e a sua relação com a Securitas. A Siet Savoy SA é detentora de três hotéis na Madeira: o Hotel Savoy, o Hotel Royal Savoy, ambos de cinco estrelas, e o Hotel Savoy Gardens, de quatro estrelas. O Hotel Savoy, considerado um marco da Hotelaria na Madeira, tem uma história centenária a nível mundial. O Hotel Royal Savoy, que tem sete anos de existência, recebeu o prémio do Daily Telegraph de segundo melhor hotel do mundo. O Hotel Savoy Gardens é pertença do Grupo Savoy desde 1992, tem 130 quartos e recentemente foi totalmente remodelado. É um quatro estrelas de luxo. “Temos Clientes que fizeram mais de 100 estadias no Hotel Savoy.” – disse Tina Silva. “Estas pessoas foram por nós homenageadas e também pela Direc- ção Regional de Turismo. Tivemos registo de Clientes da primeira à terceira geração, como por exemplo uma família inglesa que veio passar a lua de mel no Hotel, o filho veio casar aqui e, por sua vez, vieram baptizar o primeiro neto. A ex-Primeira-Ministra Britânica Margaret Thatcher passou a lua de mel no Hotel Savoy, no ano de 1951, e, no ano de 2001, veio celebrar as bodas de ouro do seu casamento.” Tina Silva explicou-nos que os três Hotéis do Grupo têm características diferentes. O Hotel Savoy esteve sempre muito direccionado para congressos e todo o tipo de eventos, por possuir infra-estruturas próprias para a concretização desse género de serviços. CLIE NTE S - VIGI L ÂNC IA E SPE C I AL I ZADA C L I ENTE S VI G I L ÂNC I A E S P EC I AL I Z ADA HOTEL ROYAL SAVOY “O Royal Savoy é um hotel moderno com um solário maravilhoso”, comentou Tina Silva. “Tem uma boa ocupação todo o ano. Existe uma ligação entre os dois hotéis, através de duas pontes nos respectivos jardins.” Foi exactamente através desta ligação que visitámos de seguida o Hotel Royal Savoy, chegando à bonita e bem cuidada área envolvente, através do elevador panorâmico com uma soberba vista para o Porto do Funchal. “O Hotel Savoy Gardens pelas suas características especificas, elevado nível de atendimento e qualidade de serviço, foi selecionado entre os restantes hotéis de quatro estrelas da Região Autónoma da Madeira para fazer parceria com o maior Operador Britânico — TUI, e assim, alojar, a titulo de exclusividade, os clientes do programa THOMSON GOLD, cujo grau de exigência é deveras elevado.” – referiu Tina Silva. “Por isso estamos todos muito orgulhosos.” 26 SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL 27 28 “O Grupo Savoy trabalha, em termos de segurança, com a Securitas, desde há 13 anos.” – afirmou Tina Silva. “No Hotel Savoy temos Serviços de Vigilância Especializada, que são assegurados por vários Vigilantes. Posteriormente, com a abertura do Royal Savoy contratámos os serviços da Securitas numa vertente mais alargada. Recorremos igualmente à Securitas para outros serviços pontuais, nomeadamente para a segurança no decorrer de eventos.” SECURITAS PORTUGAL HOTEL ROYAL SAVOY - PISCINA INTERIOR Relativamente aos serviços prestados pela Securitas nestes 13 anos de parceria, “o balanço é bastante positivo, pois senão não seríamos Clientes da Securitas há tanto tempo.” – declarou Tina Silva. “O grau de satisfação é bom, naturalmente.” O Grupo Savoy tem 340 Colaboradores e muitos visitantes profissionais, como é o caso dos fornecedores, razão pela qual se verifica uma grande movimentação de pessoas e bens, que tem de ser devidamente acompanhada. Esta Responsável, considera haver uma boa sintonia entre o Grupo Savoy e a Securitas. “É uma relação cordial, de bom entendimento profissional.” – afirmou. “As pessoas com quem lido habitualmente têm uma resposta pronta e afável. Constato haver uma empatia entre o Grupo Savoy e a Securitas.” “No que diz respeito à evolução das exigências de segurança, o Grupo Savoy é cada vez mais exigente no que se refere ao controlo das pessoas que entram nas suas instalações.” – comentou Tina Silva. “Quero salientar que a vossa Empresa é a melhor, em termos do mercado nacional e regional. Fomos abordados, naturalmente, por outras Empresas, mas a Securitas tem-nos dado sempre garantias ao nível da prestação de serviço e de recursos humanos. O vosso Gestor da Filial da Madeira tem sempre o cuidado de nos fazer visitas regulares de cortesia, além das visitas profissionais, para se assegurar de que tudo está a correr bem, o que é louvável.” SECURITAS PORTUGAL CLIE NTE S - VIGI L ÂNC IA E SPE C I AL I ZADA CLIE NTE S - VIGI L ÂNC IA E SPE C I AL I ZADA Seguidamente falámos sobre a parceria que o Grupo tem com a Securitas, o nível de satisfação com os serviços prestados e a evolução das necessidades de segurança, em termos globais. HOTEL SAVOY HOTEL SAVOY - NOBLE ROOM Bom Entendimento Profissional 29 C L I ENTE S VI G I L ÂNC I A E S P EC I AL I Z ADA SECURITAS PRESTA SERVIÇOS HÁ 19 ANOS NA ILMA – Indústria de Lacticínios da Madeira A ILMA foi outro dos Clientes que tivemos o prazer de visitar. Na sua Sede, com uma excelente localização, falámos com a Dr.ª Paula Pestana, Directora Administrativa e Financeira. A ILMA resulta de uma reorganização da indústria Regional, da concentração de pequenas indústrias então existentes, que na altura produziam praticamente apenas manteiga. Na Região, a produção de leite, a nível industrial, começou com a ILMA. A Empresa, além da manteiga, avançou depois para a produção de iogurtes, queijo e gelados. “Actualmente, produzimos leite, iogurtes, gelados e sumos. Comercializamos queijo de diversas proveniências, quer nacional, quer comunitária.” – referiu a Dr.ª Paula Pestana. “Importamos principalmente queijo alemão, em barra. Presentemente, apenas procedemos ao embalamento da manteiga, já não a produzimos. E com estes produtos abastecemos o mercado Regional.” Quisemos saber quais os principais desafios que a ILMA enfrenta no mercado local. Ao que a nossa interlocutora respondeu: 30 SECURITAS PORTUGAL CLIE NTE S - VIGI L ÂNC IA E SPE C I AL I ZADA A ILMA é uma indústria de Lacticínios que iniciou a sua actividade em 1972, ano em que foram construídas as suas instalações na Praia Formosa. É uma Empresa certificada pela norma ISO 9001:2000, estando envolvida num processo de melhoria contínua. “Concorrência de importadores e distribuidores. O surgimento de marcas brancas, marcas próprias das Cadeias de Distribuição. O grande desafio será manter a nossa marca num mercado com estas características”, segundo afirmou. Toda a Confiança Ao nível da segurança, a ILMA dispõe dos serviços de Vigilância Especializada da Securitas, há 19 anos. Uma prestação que tem satisfeito este nosso Cliente, conforme referiu a Dr.ª Paula Pestana: “Os serviços têm decorrido da melhor forma, daí manterem-se por tantos anos. É uma mais-valia para nós termos esta parceria com a Securitas, que nos dá toda a confiança.” SECURITAS PORTUGAL 31 C L I ENTE S V I G I L ÂNC I A MOB I L E PARCERIA TEM 28 ANOS COM A Madeira Wine Company A Madeira Wine Company foi outro dos nossos Clientes que gentilmente nos recebeu em território Madeirense. Conversámos com o Eng.º Faro da Silva, Director-Geral desta importante e emblemática Empresa, que depois nos acompanhou na visita às suas históricas instalações. CLIE NTE S - VIGI L ÂNC IA E SPE C I AL I ZADA The Old Blandy Wine Lodge, localizado no centro do Funchal, regista anualmente cerca de 200 mil visitantes. As suas instalações, construídas no século XVII como anexo do Convento de S. Francisco, foram adquiridas em 1840 por Charles Ridpath Blandy e convertidas em adega. 32 Actualmente, o objectivo é serem uma mostra dos melhores vinhos Madeira. Estas instalações incluem uma sala de prova de vinhos, dedicada exclusivamente a vinhos Madeira Frasqueira-Vintage. Nelas encontram-se igualmente muitos galões dos mais apurados vinhos Madeira em cascos de carvalho, Sublinhando que a relação com a Securitas assenta essencialmente no valor da confiança na qualidade dos serviços, a Dr.ª Paula Pestana reforçou esta ideia, dizendo: “Sabemos que temos um interlocutor que nos garante a resolução de qualquer problema que surja em termos de segurança.” Para este nosso Cliente esta certeza é especialmente importante “numa altura em que cada vez mais assistimos a um incremento das exigências de segurança.” – comentou a Dr.ª Paula Pestana. “O próprio desenvolvimento da Ilha origina outras preocupações e também novas soluções para os desafios que se colocam nesta área.” SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL 33 mogno e pau-cetim, bem como em garrafas centenárias. No local pode ver-se o antigo lagar e compreender o tradicional processo de “Canteiro”, usado para o envelhecimento do vinho. A história da Empresa também ali se encontra bem documentada, desde a sua fundação em 1913, quando as duas Empresas Welsh & Cunha e Henriques & Câmara se juntaram para formar a Madeira Wine Association Lda. Nos anos seguintes, outras Empresas vieram a integrá-la, entre elas a Blandy e a Leacock, o que ocorreu em 1925. Existe ainda um museu privado, onde, entre muitas outras peças, se encontram cartas de Winston Churchill, livros de contabilidade dos três últimos séculos, artefactos ligados à história da produção vinícola e exemplos das castas que existem na Região Autónoma da Madeira. “A Madeira Wine Company dá continuidade à produção do Vinho da Madeira. Procuramos estar no mercado Premium, mas também estamos no 34 SECURITAS PORTUGAL Actualmente, como todas as Empresas, a Madeira Wine Company sente a crise que afecta o turismo e que, por sua vez, a condiciona. “Nota-se uma quebra, que se reflecte na Madeira Wine Company.” – afirmou o Eng.º Faro da Silva. “Principalmente por parte da Inglaterra, Estados Unidos e países europeus, bem como do Japão que é um importante mercado ao nível da Região Autónoma da Madeira.” O Eng.º Faro da Silva falou-nos ainda sobre os elevados padrões de qualidade que norteiam a Empresa, que possui a Certificação ISO 9001 há nove anos. “A certificação é para nós uma ferramenta, um método de gestão da Empresa, integrado no nosso Sistema de Qualidade.” – referiu. “Estamos igualmente a trabalhar para a obtenção da Certificação Ambiental.” Primeiro Cliente na Madeira A Madeira Wine Company foi o primeiro Cliente da Securitas na Região Autónoma da Madeira, com o contrato n.º 3 da nossa Empresa. “A Securitas, em termos de segurança da nossa Empresa, está em todas as áreas em que actua: Vigilância Mobile, Vigilância Especializada e sistemas de detecção de intrusão e de incêndio, bem como vídeo vigilância (CCTV)”, segundo confirmou o Eng.º Faro da Silva. Quisemos saber como são avaliados os serviços prestados pela Securitas, nestes 28 anos, e como tem decorrido a sua evolução. C LIENT E S - VIG IL ÂNCIA MO B I L E C LIENT E S - VIG IL ÂNCIA MO B I L E mercado do vinho corrente.” – disse o Eng.º Faro da Silva. “Estas nossas instalações são um ex-libris e, para nós, têm uma particular importância porque expressam a nossa maneira de estar, em termos de qualidade e tradição. Costumamos dizer que não vendemos vinho, mas bem-estar e boa companhia — — o prazer das coisas boas da vida.” “O grau de satisfação é elevado, é a verdade.” – – respondeu-nos o Eng.º Faro da Silva. “Quando achamos que há capacidade para evoluir, é bom termos como parceiro uma Empresa que nos dá garantias como a Securitas. Exportamos bastante SECURITAS PORTUGAL 35 Casa-Museu Frederico de Freitas C L I ENTE S V I G I L ÂNC I A MOB I L E SOLUÇÃO INTEGRADA DA SECURITAS NA Nesta breve estadia na Região Autónoma da Madeira, tivemos também o prazer de visitar o nosso Cliente Casa-Museu Frederico de Freitas, que se situa no centro da cidade do Funchal. Ali tivemos o privilégio de conhecer as colecções que esta Instituição Museológica encerra e de conversar com a sua Directora, a Dr.ª Ana Margarida Araújo Camacho. CLIE NTE S - VIGI L ÂNC IA MO B I L E adquiriu o edifício, onde realizou importantes obras de adaptação, tendo a Casa-Museu aberto as suas portas ao público em Junho de 1988. para os EUA. Com a exigência de segurança que têm, principalmente depois do 11 de Setembro, é fundamental que tenhamos garantias de extrema segurança.” O Eng.º Faro da Silva referiu-se igualmente ao facto de ser da máxima importância para o negócio da sua Empresa a comunicação de qualquer anomalia, como, por exemplo, uma cuba a derramar, o que é assegurado pelos Vigilantes da Vigilância Mobile. “Tem havido um acompanhamento da Securitas, de forma a ir ao encontro da evolução da nossa Empresa.” – afirmou. “Por sua vez a Securitas tem igualmente evoluído, ajudando-nos a adoptar a solução mais conveniente, como é o caso da Solução Integrada de que dispomos.” Perguntámos ainda como, na sua opinião, se caracteriza a relação entre a Madeira Wine Company e a Securitas. “É uma relação normal, há bons canais de comunicação e temos respostas.” – respondeu o Eng.º Faro da Silva. “Quando temos os canais certos e obtemos resposta às nossas solicitações, está tudo bem. É um relacionamento bom e profissional.” 36 A segunda fase da Casa-Museu Frederico de Freitas foi inaugurada em Setembro de 1999, permitindo a ampliação da exposição permanente e a abertura de novos espaços: a Casa dos Azulejos, propositadamente construída para acolher a abrangente Exposição de Azulejaria Portuguesa e Estrangeira; as Reservas e Oficina de Azulejos; o Auditório; e a Casa da Entrada, onde actualmente funcionam, além da Portaria, os Serviços de Educação e de Animação e o Gabinete de Estampas e Desenhos. SECURITAS PORTUGAL A finalizar, voltámos a falar sobre a questão da evolução das exigências de segurança, tendo o Eng.º Faro da Silva defendido o ponto de vista de ser essencial que as Empresas tenham Soluções Integradas de Segurança, combinando os meios humanos com os sistemas electrónicos. “Esta integração é necessária.” – declarou. “A evolução há-de caminhar nesse sentido, de maior integração. Cada vez terá de haver mais segurança e níveis mais elevados de exigência nesta matéria.” Também conhecida por Casa da Calçada, por ter sido a antiga residência dos Condes da Calçada, cuja origem remonta ao século XVII, a ampla moradia foi arrendada, nos anos 40, pelo Dr. Frederico de Freitas, prestigiado advogado e notário Madeirense com relevante desempenho no âmbito das Artes e Cultura locais. A Casa-Museu encontra-se sob a tutela da Secretaria Regional de Educação e Cultura, Direcção Regional dos Assuntos Culturais. A sua direcção está a cargo da Dr.ª Ana Margarida Camacho, desde o ano de 2000. A transição para este imóvel proporcionou ao coleccionador as condições para reunir, ao longo de mais de três décadas, importantes núcleos de Escultura, Pintura, Gravura, Mobiliário e Cerâmica, legados à Região Autónoma da Madeira em 1978. Ciente da importância de manter as colecções no seu ambiente próprio, o Executivo Madeirense SECURITAS PORTUGAL 37 incluíam “Uma Viagem pelo Padrão de Tapete” e um rali virtual dedicado aos jovens. O ano passado a Casa-Museu procurou trabalhar com Associações de Solidariedade Social. Este ano em particular é dedicado ao Turismo.” “A maioria do nosso público é estrangeiro. O ano passado registámos 15.609 visitantes, dos quais cerca de cinco mil são nacionais”, segundo referiu. Colaboração Mútua A sua grande aposta é o Serviço Educativo que ali foi criado, estando especialmente vocacionado para atender o público local, nomeadamente as escolas e os visitantes seniores, estes últimos cada vez mais presentes graças à sua maior disponibilidade. “Cada ano procuramos evidenciar um público.” – explicou-nos. “Em 2006, por exemplo, foi o ano da Juventude. Organizámos uma série de actividades relacionadas com a Colecção de Azulejos, que 38 SECURITAS PORTUGAL Este espaço museológico tem características especiais, pelo facto de se tratar de uma casa-museu. “Tentamos que os visitantes olhem para os espaços e vejam a casa para além do museu. No entanto esta particularidade, se por um lado apresenta um atractivo muito próprio, levanta questões de segurança mais complexas.” – disse a Dr.ª Ana Margarida Camacho. “Na Casa da Calçada, os espaços sucedem-se, mantendo e mostrando as antigas valências e funcionalidades. Nos Salões, no Quarto de Dormir, na Sala de Jogo, Saleta, Casa de Jantar, Cozinha e Na área da cerâmica de revestimento, correspondente à Casa dos Azulejos, tudo se torna mais fácil, os espaços são mais amplos e minimalistas, as peças apresentam-se em painéis fixos às paredes, ou resguardadas por vitrinas. Aí as visitas fluem sem riscos de maior. “A componente segurança é para nós prioritária.” – declarou a Dr.ª Ana Margarida Camacho. “Para além dos aspectos concretos relacionados com a vigilância, o inventário é outro factor fundamental. Temos todas as peças inventariadas e fotografadas.” Desde Dezembro de 2006, a Securitas é responsável por parte da segurança da Casa-Museu Frederico de Freitas, tendo ali implementado uma Solução Integrada, composta por diversos serviços de vigilância, instalação e activação dos sistemas de detecção de intrusão e de detecção de incêndio. C LIENT E S - VIG IL ÂNCIA MO B I L E C LIENT E S - VIG IL ÂNCIA MO B I L E A Directora da Casa-Museu confessou-nos que os principais desafios com que se depara são o estudo, a preservação e a divulgação das colecções. Falou-nos também dos principais objectivos da Casa-Museu: ampliar o público, promover a investigação e a conservação das colecções. Biblioteca, os objectos exibem-se sobretudo sobre os móveis, em algumas vitrinas, ao longo das paredes, muito próximos dos visitantes. A segurança destas áreas torna-se muito complicada, não só para evitar eventuais roubos, mas também potenciais acidentes, como uma carteira de senhora roçando um objecto. O pessoal de guardaria tem de se manter especialmente atento e é reforçado nestas áreas. Também somos obrigados a restringir o número de entradas em grupo, que não podem ultrapassar as 20 pessoas de cada vez.” Perguntámos à nossa interlocutora como avalia os serviços prestados pela Securitas e como caracteriza a relação entre a Casa-Museu e a nossa Empresa. SECURITAS PORTUGAL 39 Fundação Mary Jane Wilson C L I ENTE S V I G I L ÂNC I A MOB I L E SECURITAS ASSEGURA TRANQUILIDADE NA C LIENT E S - VIG IL ÂNCIA MO B I L E A visita que fizemos à Fundação Mary Jane Wilson sensibilizou-nos particularmente, pela dedicação à causa humanitária que esta instituição religiosa nossa Cliente mantém há tantos anos na Madeira. “Pessoalmente, estou muita satisfeita.” – respondeu. “Sempre que se levantam questões, consigo resposta e solução. Em casos pontuais, obtenho igualmente um rápido ajuste a qualquer situação excepcional. É essencial procurar ir ao encontro das necessidades e encontrar respostas adequadas às diferentes situações. Não se trata de um serviço estático. É uma relação profissional de proximidade, confiança e colaboração mútua. Verifiquei também muita disponibilidade e compreensão por parte da equipa que aqui instalou os sistemas electrónicos, aspecto deveras determinante quando os trabalhos decorrem em edifícios históricos com condicionantes próprias.” Fomos recebidos pela Irmã Maria da Graça Catanho, Educadora Social e Responsável pela Contabilidade da Fundação, com quem trocámos impressões sobre o desenvolvimento da Fundação. Explicou-nos que o Lar Vila Assunção, valência da Fundação Mary Jane Wilson, nome da fundadora das Irmãs Franciscanas de Nossa Senhora das Vitórias, teve como doadora e como impulsionadora, D. Amélia Bianchi Giorgi. Contou-nos que D. Amélia se dispôs a oferecer uma casa a uma Congregação Religiosa que quisesse encarregar-se do cuidado de 12 senhoras idosas que se encontrassem em precária situação. Nesta simpática conversa, trocámos ainda impressões sobre a evolução das exigências de segurança, tendo a Dr.ª Ana Margarida Camacho comentado a finalizar: “Estamos numa conjuntura muito complicada, em que é necessário dar cada vez mais atenção às questões de segurança. Também devemos acompanhar a rápida evolução tecnológica que nesta área tem disponibilizado novas e rentáveis opções.” “A casa na qual se encontra o Lar Vila Assunção foi mandada construir por José Figueira, importante comerciante do Funchal, recebendo a designação de ‘palacete’ pelos seus requintes de construção.” – disse a Irmã Maria da Graça. “Por morte do Sr. José Figueira, os herdeiros resolveram vendê-la, sendo adquirida por D. Amélia Bianchi Giorgi que a ofereceu à nossa Congregação para tal finalidade.” A Congregação, ao tomar posse do imóvel, mudou o nome de “palacete” para Lar Vila Assunção, em honra de Nossa Senhora da Assunção que foi designada padroeira do Lar, cuja inauguração ocorreu no dia 8 de Dezembro de 1956. Em 30 de Dezembro de 1996, foi assinado o Acordo de Cooperação entre a Segurança Social e a Fundação, pelo qual 15 vagas são ocupadas pela Segurança Social e 45 pela Direcção do Lar. 40 SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL 41 A Congregação das Irmãs Franciscanas de Nossa Senhora das Vitórias foi fundada por Mary Jane Wilson, em 1884, na Ilha da Madeira. “Mary Wilson nasceu a 3 de Outubro de 1840, na Índia, filha do Capitão Charles Wilson e de Mary James, ambos ingleses e ligados a famílias nobres.” – relatou-nos a Irmã Maria da Graça. “Orfã de mãe aos oito meses e de pai aos nove anos, ficou sob o cuidado da tia Helen, à qual Mr. Wilson recomendou a educação para servir a Deus e ser membro útil na sociedade.” Mary Jane, depois de se converter ao Catolicismo, vendo-se só e abandonada pela família que lhe restara, resolveu tirar o curso de enfermagem. “No dia 26 de Maio de 1881, com 41 anos de idade, desembarca pela primeira vez na Ilha da Madeira acompanhando uma senhora doente.” – referiu a Irmã Maria da Graça. “Dois aspectos lhe despertam particularmente a atenção: a beleza natural e a profusão de flores, como descreve nas cartas que 42 SECURITAS PORTUGAL dirige para Inglaterra. Mas, se a visão da natureza a encantava, um espectáculo desolador sob o ponto de vista moral e espiritual marcava o seu espírito.” Permanência na Madeira A Irmã Wilson fica em permanência na Madeira, a pedido do Bispo do Funchal, D. Manuel Agostinho Barreto. Perante tanta necessidade de ajuda, funda dispensários, escolas e dedica-se também à catequese. O seu ideal era que todas as crianças tivessem pão, soubessem ler, aprendessem a catequese e amassem a Deus (Carisma). Ajudou gratuitamente e de coração todos aqueles com quem se deparava, principalmente crianças e idosos. O volume de trabalho encetado e a necessidade de dar continuidade às suas obras, cedo levou a Irmã Wilson a solicitar colaboradoras, tendo-lhe sido indicada Amélia Amaro de Sá. a Congregação Franciscana de Nossa Senhora das Vitórias” – escreveu a Irmã Wilson na sua agenda, que se encontra também no Núcleo Museológico com o seu nome. A Congregação floresce a partir deste ano. Abre novas Comunidades de Irmãs e escolas em alguns pontos da Ilha, nas quais se dedicam à formação integral das crianças, a visitar os pobres e os doentes nos seus domicílios. C LIENT E S - VIG IL ÂNCIA MO B I L E C LIENT E S - VIG IL ÂNCIA MO B I L E Educação Para Servir a Sociedade “Amélia Amaro de Sá (Irmã Elisabeth) e a Irmã Maria de S. Francisco juntaram-se em 1884 para fundar SECURITAS PORTUGAL 43 “Em Abril de 1907, a Irmã Wilson com duas Irmãs, voluntariamente, dão entrada no Lazareto a fim de prestar o apoio humano e espiritual aos variolosos”, segundo revelou a Irmã Maria da Graça. CLIENTE S - VIG IL ÂNCI A MO B I L E Causa da Humanidade El-Rei D. Carlos, atendendo às distintas qualidades prestadas com abnegação e caridade à causa da humanidade, confere o grau de “Cavaleiro Antigo e mui Nobre Ordem da Torre e Espada” à Irmã Wilson. Em Outubro de 1910, com a Proclamação da República, foi dada extinção aos Institutos Religiosos. Os estrangeiros regressavam ao seu país de origem e a Irmã Wilson não foi excepção. Ser fundadora de um grupo de religiosas era motivo suficiente, naquelas circunstâncias, para se tornar indesejada. Foi levada, sob domínio das autoridades, para o Palácio de S. Lourenço até chegar barco que a transportasse para Inglaterra, o que ocorreu no dia 18 de Outubro do mesmo ano. Confessava não ser nada fácil assistir à morte de um ideal regado com o suor de “mais de trinta anos”. “Dia 1 de Novembro de 1911, a Irmã Wilson regressa à Madeira e tenta reunir as Irmãs que estavam dispersas”, prosseguiu a Irmã Maria da Graça. No dia 18 de Outubro de 1916, faleceu a Irmã Wilson. A obra da Irmã Wilson não terminou com a sua morte, continua a desenvolver-se em vários pontos do mundo como: Madeira e Porto Santo, Portugal Continental, Inglaterra, Alemanha, Itália, Congo, 44 SECURITAS PORTUGAL Angola, Moçambique, África do Sul, Brasil, Índia, Filipinas, Timor e Tanzânia. “Nestas comunidades, nós as Irmãs, continuamos a exercer as mesmas actividades do tempo da Fundadora: assistência aos doentes nos hospitais e lares de terceira idade, ensino em escolas e colégios, apoio ao clero nas paróquias e Instituições da Igreja, ministração da catequese e outras actividades”, conforme afirmou a Irmã Maria da Graça. Relação Saudável e Confiante A Securitas presta serviços à Fundação Mary Jane Wilson desde Janeiro de 2004, através de um contrato de Segurança Integrada que inclui Vigilância Mobile (Rondas) e sistemas de detecção de intrusão e CCTV (circuito de vídeo vigilância), que ali instalou. “Após a intrusão dos amigos do alheio contratámos a Securitas, que nos garante a nossa segurança.” – comentou a Irmã Maria da Graça. “Desde então sentimo-nos mais em tranquilidade a esse respeito, graças a Deus.” A finalizar esta nossa conversa, a Irmã Maria da Graça Catanho confirmou que a avaliação dos serviços prestados pela Securitas é positiva. “Qualquer solicitação ou disparo do alarme que se verifique merece rápida intervenção por parte dos vossos Vigilantes.” – declarou. “A relação entre a Fundação Mary Jane Wilson e a Securitas é uma relação saudável e confiante.” AÇORES REGIÃO AUTÓNOMA C L I ENTE S VI G I L ÂNC I A E S P EC I AL I Z ADA RELAÇÃO FRANCAMENTE BOA SAAGA – Sociedade Açoreana de Armazenagem de Gás A Sociedade Açoreana de Armazenagem de Gás, S.A. (SAAGA) é uma das importantes Empresas da Região Autónoma dos Açores nossa Cliente. A parceria com a Securitas tem quase 10 anos, a nível da prestação de serviços de Vigilância Especializada, que garantimos nos seus Parques em S. Miguel, Terceira e no Faial. A SAAGA é uma Empresa Açoriana do Grupo Galp Energia, que detém 67,7 por cento do seu capital. O restante é detido pela Repsol Gás Portugal, S.A., com 25,1 por cento, e por outros pequenos accionistas. Tendo como interlocutor o Eng.º Aníbal Raposo, Administrador-Delegado da SAAGA, trocámos impressões sobre a actividade da Empresa e o nosso contributo para que esta decorra sem problemas, pois o nosso objectivo e lema é ser o garante da estabilidade operacional das organizações, em termos de segurança. “A actividade da SAAGA teve início em 1971, actualmente opera três Parques de GPL (Gases de Petróleo Liquefeitos) e dois de CL (outros Combustíveis Líquidos) em quatro Ilhas dos Açores.” – referiu. “Presta, ainda, serviços de abastecimento de combustível a aeronaves à Galp Energia nos aeroportos João Paulo II, na Ilha de S. Miguel, e da Horta, na Ilha do Faial.” Perguntámos ao Eng.º Aníbal Raposo que investimentos e obras foram recentemente empreendidas na Região Autónoma dos Açores, por parte da SAAGA. “Pela sua relevância destacamos nos últimos anos: a nossa participação com outros parceiros locais no projecto do novo Parque de Combustíveis da Praia da Vitória, na Ilha Terceira, que iniciou a sua actividade em 2008 e é operado pela SAAGA; e a completa remodelação do equipamento de enchimento de garrafas de butano no Parque da Nordela, Ilha de S. Miguel”, segundo nos disse. 46 SECURITAS PORTUGAL Importância da Segurança “A nossa organização, por manipular produtos potencialmente perigosos mas indispensáveis ao consumo público, possui desde a sua fundação uma forte cultura de segurança.” – afirmou o Eng.º Aníbal Raposo. “Esta cultura, que é suportada por um investimento contínuo na formação do nosso pessoal nas áreas do Ambiente, Qualidade e Segurança (AQS), tem-nos permitido operar neste sector da logística de combustíveis desde há 38 anos sem nenhum acidente relevante.” A SAAGA tem um forte compromisso de bom desempenho nas áreas AQS. O seu Sistema de Gestão de Qualidade e Segurança está certificado pela APCER, em conformidade com as Normas NP EN ISO 9001:2000, OHSAS 18001:2007 e NP 4397 de 2001. Parceiro Credível A Securitas é responsável pelos serviços de Vigilância nos Parques que a SAAGA opera em S. Miguel, na Terceira e no Faial. “A Securitas tem vindo a perfilar-se como um parceiro credível na área da vigilância e segurança dos nossos Parques, praticando preços competitivos.” – declarou o Eng.º Aníbal Raposo. “É por estas razões SECURITAS PORTUGAL 47 APTG – Administração dos Portos da Terceira e Graciosa A Securitas é parceiro de segurança da Entidade responsável pela Administração dos Portos das Ilhas Terceira e Graciosa, da Região Autónoma dos Açores. Uma parceria estabelecida há quatro anos, em que os nossos Vigilantes são frequentemente o rosto da APTG. CLIE NTE S - VIGI L ÂNC IA E SPE C I AL I ZADA que tem merecido desde há alguns anos a nossa confiança. Temos notado ao longo deste percurso uma melhoria sensível na selecção e formação do seu pessoal, o que se traduz no seu desempenho.” Quisémos saber como é que o Administrado-Delegado da SAAGA caracteriza a relação entre a sua Empresa e a Securitas. “A nossa relação com a Securitas é francamente boa.” – afirmou. “Apreciamos muito a disponibilidade existente para analisar connosco as áreas onde poderemos melhorar a nossa parceria.” Quanto à evolução das exigências de segurança, o Eng.º Aníbal Raposo defendeu: “Apesar dos Açores continuarem a ser uma Região tranquila não podemos esquecer que vivemos num mundo pouco seguro. É por esta razão que as exigências de segurança são, também aqui, cada vez maiores. Penso que a chave do sucesso neste sector de actividade passa por: uma atenção muito especial às necessidades reais dos Clientes e à introdução das novas tecnologias; pela melhoria contínua nos procedimentos e na selecção e formação do pessoal; e, por último mas com importância fundamental, pela prática de preços competitivos.” C L I ENTE S VI G I L ÂNC I A E S P EC I AL I Z ADA RIGOR E COMPETÊNCIA A Administração dos Portos da Terceira e Graciosa, S.A., abreviadamente designada por APTG, S.A., tem a natureza de sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos. O seu objecto social contempla a administração dos portos das Ilhas Terceira e Graciosa, visando a sua exploração e desenvolvimento e abrangendo o exercício das competências e prerrogativas de Autoridade Portuária. A APTG, S.A. integra o Sistema Portuário da Região Autónoma dos Açores, cujo modelo de organização foi reestruturado em 2003, tendo em vista que a gestão dos portos da Região se passasse a pautar por objectivos de carácter empresarial, sem prejuízo da prestação do serviço público portuário, actividade essencial ao sistema logístico Regional. Colocámos algumas questões ao Administrador da APTG, Eng.º Luís Dutra, a primeira das quais relativa aos desafios com que esta importante Entidade se depara na Região Autónoma dos Açores. “Prestar um serviço portuário de qualidade, reconhecido e eficiente.” – declarou o nosso interlocutor. “Assegurar a melhoria contínua e sustentável da produtividade e nível de serviços, actuando sobre factores críticos como: custos, tempos, infra-estruturas e equipamentos, segurança, sistemas de informação e comunicação e formação.” A segurança é, obviamente, muito importante para a actividade da APTG. Sobre esta matéria, o Eng.º Luís Dutra afirmou: “O transporte marítimo e o sistema portuário que lhe está associado são, pela sua importância económica e especificidade operacional, sectores sensíveis e ao 48 SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL 49 mesmo tempo vulneráveis em matéria de segurança (safety e security). Por consequência, a segurança, tomada no seu sentido mais lato, é considerada pela APTG como um dos factores críticos associados ao nível dos serviços que presta.” Na Ilha Terceira, a Securitas presta serviços de segurança à APTG nos portos da Praia da Vitória e de Angra do Heroísmo, instalações que satisfazem os requisitos de certificação exigidos pela Convenção Internacional para a Salvaguarda da Vida no Mar, SOLAS (Safety of Life at Sea) e pelo Código Internacional para a Protecção dos Navios e das Instalações Portuárias, ISPS (International Ship and Port Security Code). Pedimos igualmente para, em breves palavras, caracterizar a relação entre a Securitas e a APTG, S.A. “Estável, fiável e segura”, segundo declarou o Eng.º Luís Dutra. Brio Profissional “Os profissionais da Securitas garantem presencialmente, 24 horas por dia, a segurança das instalações, com responsabilidades directas em termos de controlo de acessos, inspecção de viaturas, registo de embarcações, serviço de rondas e instalação, operação e manutenção de CCTV (vídeo vigilância).” – referiu o Eng.º Luís Dutra. “Na Marina d’Angra são frequentemente o rosto da APTG, acolhendo ou despedindo-se da tripulação do veleiro que cruza o Atlântico.” Relativamente ao desempenho dos Colaboradores da Securitas, dos princípios pelos quais a nossa Empresa se norteia e pela chefia da nossa Filial dos Açores, o Eng.º Luís Dutra comentou: “O empenho individual e o aprumo e brio profissional são traços distintivos dos elementos que integram as 50 SECURITAS PORTUGAL equipas da Securitas ao serviço da APTG, reveladores do cuidado e critério dos processos de selecção, formação e gestão de recursos humanos que o Responsável local tem sabido conduzir com responsabilidade e dedicação.” As questões que seguidamente colocámos ao Administrador da APTG foi como avalia, nestes quatro anos de parceria, os serviços prestados pela Securitas e como vê a evolução da segurança, em geral. Por último, quisemos saber como este responsável encara a evolução das exigências de segurança. “Passa pela uniformização e reforço de regras no que se refere às medidas de Segurança Portuária, por dispositivos de aplicação das regras, mecanismos de controlo de conformidade e pela utilização crescente de meios tecnológicos complementares e/ou alternativos”, segundo defendeu. “Os quatro anos de parceria são a evidência de uma relação que se consolidou, fruto do rigor e competência dos profissionais da Securitas.” – respondeu-nos. “A atitude pró-activa, o acompanhamento assíduo e a comunicação eficaz da estrutura de coordenação local, contribui, em muito, para a avaliação positiva que fazemos dos serviços prestados pela Securitas.” SECURITAS PORTUGAL CLIE NTE S - VIGI L ÂNC IA E SPE C I AL I ZADA CLIE NTE S - VIGI L ÂNC IA E SPE C I AL I ZADA “A prevenção de riscos e ameaças, garante da segurança de pessoas e integridade de instalações, equipamentos e bens, é crucial para o desempenho dos portos”, acrescentou. 51 V I G I L ANTE EM ACÇ ÃO Reproduzimos também o ofício do Director do Departamento Municipal de Museu e Património Cultural, da Câmara Municipal do Porto, relativamente ao Vigilante Paulo Moreira, pelo elogio recebido de uma entidade externa àquele Departamento, devido ao acolhimento que teve por parte deste nosso Colaborador. LOUVORES DE CLIENTES Quem Faz a Diferença VIG IL ANT E EM ACÇ ÃO Nesta edição damos especial relevo à declaração do Departamento de Acção Social, da Câmara Municipal de Lisboa, salientando as qualidades do nosso Vigilante José Joaquim Saraiva no exercício das suas funções. 52 SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL 53 54 Merecido destaque tem igualmente a carta de particular, remetida à Administração da Securitas, pela actuação do nosso Vigilante Virgílio Oliveira, que presta serviço no Cemitério dos Prazeres. SECURITAS PORTUGAL Reproduzimos ainda na íntegra carta enviada pela Bastonária da Ordem dos Enfermeiros, sublinhando a qualidade da equipa da Securitas que ali presta serviço, incluindo os respectivos coordenadores: Vigilantes Manuel Carmo, Fernando Rosa, Luís Cardoso, Judite Correia e Susana Fernandes, bem como o Supervisor Miguel Fernandes e o Chefe de Filial Luís Silva. SECURITAS PORTUGAL VIG IL ANT E EM ACÇ ÃO VIG IL ANT E EM ACÇ ÃO Da esquerda para a direita: Vigilantes Fernando Rosa, Susana Fernandes, Luis Cardoso, Judite Correia e Manuel Felicissimo 55 Equipa da Securitas – Cliente Grupo Cabelte Em mail dirigido à Securitas, a Cabelte expressou o seu agradecimento pelo “precioso contributo” da equipa de Vigilantes que ali presta serviço e que foi incansável para que a visita do Ministro da Economia e Inovação, seus assessores e comitiva decorresse da melhor forma. VIG IL ANT E EM ACÇ ÃO Vigilantes Paulo Sérgio, Nuno Rodrigues e Hugo Mendonça – Cliente: Fórum Castelo Branco A Loja do Gato Preto do Forum Castelo Branco dirigiu, por carta, o seu agradecimento pela pronta intervenção dos Vigilantes da Securitas, determinante para debelar um foco de incêndio que ali se verificou, bem como pelo apoio prestado posteriormente. Esta situação foi visionada na Central de Segurança pelo Vigilante Hugo Mendonça, transmitindo-a de imediato aos seus colegas, que actuaram de seguida mesmo com risco da sua integridade física, pois o Vigilante Paulo Sérgio acabou por sofrer danos corporais. Vigilantes Tiago Santos e António Leite – Cliente: Aveiro Expo Através de mail, uma Colaboradora da Empresa Artsensor, que teve um stand/expositor na Aveiro Expo, agradeceu a rápida intervenção, simpatia e excelente desempenho destes nossos Vigilantes, perante uma situação de agressividade por parte de um visitante. Expressou também a sua gratidão por ter sido acompanhada por estes nossos Colaboradores à sua viatura, para que abandonasse o recinto em segurança. Vigilante Isabel Lisboa – Cliente: Aicep Portugal Global O Administrador desta entidade nossa Cliente, através de carta, reconheceu a qualidade da prestação de serviços desta nossa Vigilante, sublinhando a sua assiduidade, pontualidade, disponibilidade, diligência e elevado profissionalismo, manifestando “o apreço pelo seu desempenho, digno de uma referência excelente”, conforme declarou. Vigilante José Garabito e Equipa – Cliente: IGESPAR – Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico, IP O Chefe de Divisão de Arqueologia Preventiva e de Acompanhamento do IGESPAR, expressou, via mail, o seu agradecimento à equipa de Vigilantes a exercer funções naquelas instalações, destacando o desempenho do Vigilante José Garabito pela prontidão da sua intervenção numa situação de furto, que resultou na recuperação dos bens roubados. FALECIMENTOS Vigilantes Hugo Barros, Nuno Rodrigues e Marta Horta – Cliente: CascaiShopping Ocorrência presenciada e participada pelo Director Comercial da Loomis, Mário Violante, no CascaiShopping, onde se encontrava quando teve a oportunidade de ajudar um casal com uma criança de colo em convulsões. Relatou a rápida comparência, bem como a oportuna e determinante acção organizada dos referidos Vigilantes, que permitiu que a criança recebesse a assistência necessária, na Enfermaria do Centro Comercial, detendo a interferência de outros visitantes, movidos pela curiosidade natural em relação ao incidente. É com profundo pesar que prestamos aqui homenagem a dois Graduados da Securitas que faleceram recentemente. Vigilante Artur Carvalho – Cliente: REN Gasodutos SA Este nosso Cliente, via mail, expressou os seus agradecimentos pela imediata intervenção deste nosso Vigilante que, possuindo formação e experiência de primeiros socorros, auxiliou uma Colaboradora da REN que se sentiu mal, acompanhando-a posteriormente ao hospital. Chefe de Filial Luís Freire e Equipas Securitas – Cliente: Automóvel Clube de Portugal (ACP) Através de mail, o Responsável pelos Serviços Gerais e Aprovisionamento do ACP agradeceu “a extraordinária dedicação, profissionalismo e disponibilidade” que o nosso Chefe de Filial sempre manteve na “excelente relação comercial de longos anos”, procurando satisfazer os pedidos efectuados e resolvendo problemas surgidos. O Responsável do ACP quis igualmente deixar o seu testemunho relativamente ao que considerou a “extraordinária prestação” das equipas Securitas, às quais reconheceu um elevado sentido no cumprimento do dever. A todos os nossos Colaboradores que foram alvo destes louvores, contribuindo significativamente para a satisfação dos nossos Clientes e sucesso da Securitas, manifestamos o nosso apreço por dignificarem a Empresa e constituirem um exemplo a ser seguido por todos. Homenagem António José Varela Rijo, Responsável pela Filial onde estes dois Colaboradores mais anos desempenharam funções, manifestou o seu pesar pela perda destes Colegas, cujos valores humanos, entrega profissional e amizade sempre marcaram a sua carreira na Securitas. NAC I ONAL Relativamente a outros mails e cartas de louvor que recebemos, sintetizámos o seu conteúdo, por não nos ser possível publicar os mesmos na íntegra: Nelson Tavares - Iniciou a sua actividade na Securitas em 10 de Agosto de 1978. Supervisor desde 1982, exerceu funções em várias Filiais. A partir de 2004 esteve em serviço em várias Portarias até Dezembro de 2005. De Janeiro de 2006 até à data do seu falecimento, que ocorreu em 17 de Outubro de 2008, exerceu funções de Supervisor/Residente no nosso Cliente ISEL - Instituto de Engenharia de Lisboa. Manuel Santos Marques – Começou a exercer funções na Securitas em 6 de Julho de 1977. A partir de 1982, passou a desempenhar funções de Supervisor, tendo trabalhado em várias Filiais. Em Dezembro de 2005, foi colocado em serviço no nosso Cliente Santa Casa da Misericórdia – Departamento de Jogos, em Camarate. Faleceu no dia 15 de Janeiro de 2009. Às Famílias de ambos, os nossos mais sinceros e sentidos pêsames. 56 SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL 57 NA FILIAL NORTE Nos dias 7 e 8 de Maio teve lugar, na nossa Sede, em Linda-a-Velha, a Reunião da SEGAD - Securitas European Global Accounts Department. No dia 26 de Março do corrente ano, foi concluído mais um programa de reconhecimento e atribuição de Certificação do 9.º ano a 13 colaboradores da Securitas pertencentes à Filial Norte. O encontro, que teve a participação dos Representantes neste órgão dos principais Países Europeus, decorreu de forma muito produtiva, possibilitando, mais uma vez, a troca de conhecimentos e experiências entre os vários Países. Para além da qualificação dos Colaboradores da Securitas, tal facto valoriza também a própria Empresa, sendo de louvar o espírito empreendedor das pessoas que nele participaram. Novas Oportunidades Reunião SEGAD Para além da análise da actividade da SEGAD, foram discutidas questões abrangentes relacionadas com vários Projectos de Desenvolvimento em curso, que irão ter impacto próximo no desempenho da Securitas a nível Europeu. As qualificações ora obtidas conduzem à valorização profissional dos Colaboradores, o que lhes permite almejar novas oportunidades para o futuro. A todos os que participaram neste programa de RVCC - Reconhecimento, Validação e Certificação de Compêtencias, desejamos muitos sucessos profissionais. FORMAÇÃO EM ESPANHA E PORTUGAL Securitas Management Training Este SMT é uma adaptação ibérica do curso com idêntica denominação que se realiza a nível internacional. Trata-se de uma ferramenta chave para o crescimento e desenvolvimento tanto da Securitas como dos quadros que nele participam. A foto à esquerda reporta-se aos Participantes do SMT Ibérico. SECURITAS PORTUGAL Da esquerda para a direita: Cátia Sousa (Administrativa Securitas), Sr. Joaquim Gil (DAN), Dr.ª Joana Silva (Facila), Dr.ª Patrícia Vieira (IEFP - Sector Terciário do Porto), Daniel Seixo (Vigilante), Manuel Moreira (Vigilante), Manuel Guedes (Vigilante), José Dias (Vigilante), Manuel Rocha (Vigilante), Dr.ª Eunice Cruz (IEFP - Sector Terciário do Porto), Dr.ª Sílvia Mendonça (IEFP - Sector Terciário do Porto), José Martins (Escalador), Luciano Fonseca (Vigilante), António Marinho (Vigilante), Carlos Fonseca (Vigilante), Eduardo Araújo (Vigilante), António Pinto (Vigilante), Luís Peixoto (Vigilante), Jaime Miranda (Vigilante) COLHEITA DE SANGUE A acção de Formação do Securitas Management Training – SMT, envolvendo Portugal e Espanha, teve lugar recentemente, tendo o último módulo do mesmo sido realizado na nossa Sede, em Linda-a-Velha. 58 NAC I ONAL E V ENTOS NA NOSSA SEDE No âmbito da campanha do IPS – Instituto Português do Sangue, e à semelhança de anos anteriores, teve lugar uma colheita de sangue no nosso Centro de Formação da Sede, em Linda-a-Velha, no passado dia 2 de Fevereiro, entre as 9h00 e as 13h00. Com este pequeno contributo, continuamos a assumir a nossa quota-parte de responsabilidade para com uma causa sempre meritória e de grande relevância. Da esquerda para a direita, os Vigilantes: Carlos Fonseca, Luís Peixoto, Daniel Seixo, Manuel Moreira, Manuel Guedes, José Martins, José Dias, Jaime Miranda, António Pinto, Luciano Fonseca, António Marinho, Eduardo Araújo, Manuel Rocha SECURITAS PORTUGAL 59