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EDITORIAL
NACIONAL
Certificação Ambiental
MENSAGEM
Serviços de Segurança como Salvaguarda
do Negócio
Na capa: Vigilantes Joaquim Pires e Rute Nascimento
Regiões Autónomas
ED I TOR I AL
Í ND I C E / FI C H A TÉC NI C A
Nesta Edição
EVENTO
Semana da Responsabilidade Social
NACIONAL
Nova Identificação Corporativa
Inquérito de Satisfação aos Colaboradores
REGIÃO AUTÓNOMA
MADEIRA
FILIAIS
Gestor da Filial de Vigilância Especializada
Gestor da Filial de Vigilância Mobile
NOTA DO EDITOR
Devido ao facto de concentrarmos numa única
publicação, de carácter misto, o nosso jornal
interno e a nossa revista externa, decidimos acertar
a numeração da Revista Securitas Portugal pela soma
de ambos os órgãos de comunicação publicados,
pelo que a presente edição é a n.º 68.
da Madeira e dos Açores, onde a Securitas detém uma posição
CLIENTES VIGILÂNCIA ESPECIALIZADA
Câmara Municipal do Funchal
ANACOM Delegação da Madeira
Grupo Cimentos Madeira
ECM - Empresa de Cervejas da Madeira
Grupo Savoy
ILMA - Indústria de Lacticínios da Madeira
CLIENTES VIGILÂNCIA MOBILE
Madeira Wine Company
Casa-Museu Frederico de Freitas
Fundação Mary Jane Wilson
REGIÃO AUTÓNOMA
AÇORES
CLIENTES VIGILÂNCIA ESPECIALIZADA
SAAGA - Sociedade Açoreana
de Armazenagem de Gás
APTG - Administração dos Portos
da Terceira e Graciosa
VIGILANTE EM ACÇÃO
Quem Faz a Diferença
NACIONAL
Homenagem
EVENTOS
Reunião SEGAD
Securitas Management Training
NACIONAL
Novas Oportunidades
Colheita de Sangue
Esta edição da nossa Revista é dedicada às Regiões Autónomas
FICHA TÉCNICA
de liderança de mercado, conseguida ao longo de 30 anos de
Revista Securitas Portugal
trabalho árduo e dedicado à implementação das mais adequadas
PROPRIEDADE
Securitas - Serviços e Tecnologia
de Segurança S.A.
SEDE
Rua Rodrigues Lobo, n.º 2
Edifício Securitas
2799-553 Linda-a-Velha
EDIÇÃO
Direcção Serv. Marketing
DIRECTOR
Firmino Fonseca
DESIGN/PRODUÇÃO DE CONTEÚDO
E GRÁFICA
RH Positivo©
www.rhpositivo.pt
IMPRESSÃO E ACABAMENTO
Multitema - Partners for Printing
FOTOGRAFIA
Alexandre Bettencourt - FotoProfissional / Madeira
José Ribeiro - Fototime
TIRAGEM
9.000 exemplares
PERIODICIDADE
Semestral
DISTRIBUIÇÃO
Gratuita aos Colaboradores da Securitas
soluções de segurança para os nossos Clientes.
www.securitas.pt
Os testemunhos que alguns Clientes tiveram a amabilidade de
nos manifestar, são prova de que continuamos empenhados
em contribuir para o desenvolvimento económico e social das
Regiões Autónomas. Este desenvolvimento é notório, tendo tido
como beneficiárias mais directas, as populações locais.
É com enorme orgulho que constatamos o papel estabilizador
que temos vindo a desempenhar há décadas na Madeira e nos
Açores, factor que tem sido essencial ao crescimento harmonioso e sustentado destas Regiões, que são o verdadeiro exemplo
de que tudo se alcança com trabalho e acreditando no futuro!
Alvarás:
MAI, nº22A (2004.11.25):
Nº22B e C (1999.03.04):
Nº22D (2001.02.07)
Proibida a reprodução total ou parcial sem autorização prévia da
Securitas - Serviços e Tecnologia de Segurança S.A.
02
Firmino Fonseca
Director Serv. Marketing
SECURITAS PORTUGAL
SECURITAS PORTUGAL
03
Certificação
Ambiental
Como Empresa líder de mercado devemos ser
o exemplo para a indústria da Segurança Privada. Com esse objectivo, implementámos um
SGI - Sistema de Gestão Integrado (Qualidade,
Ambiente, Responsabilidade Social e Segurança
e Saúde do Trabalho).
Não permanecemos alheios aos impactos sociais e
ecológicos da nossa actividade no ambiente humano
e natural que envolve a Empresa, conciliando essas
preocupações com a gestão económica do negócio.
A Securitas recebeu a certificação da Qualidade
em 2001 (ISO 9001). Dando continuidade à sua
aposta na certificação, em Março de 2009, obteve a
Certificação Ambiental ISO 14001 do seu Sistema
de Gestão Integrado.
Atribuída pela SGS ICS - Serviços Internacionais de
Certificação, esta certificação resulta da implementação das melhores práticas de gestão ambiental
na “Protecção de bens móveis e imóveis. Vigilância
e controlo do acesso, permanência e circulação de
pessoas em instalações, edifícios ou recintos fechados, vedados ou de entrada condicionada”, definidas
no âmbito do Sistema de Gestão Ambiental, cujos
objectivos são minimizar os impactos ambientais
e promover a melhoria contínua no desempenho
ambiental.
O sistema implementado dá resposta às questões
ambientais identificadas, permitindo a sua gestão de
forma eco-eficiente.
Os consumos de recursos naturais – entre outros, de
água, energia, combustíveis (frota automóvel, principalmente), matérias-primas e a gestão de resíduos
04
FACTOR DE ESTABILIDADE
SECURITAS PORTUGAL
Serviços de Segurança como
Salvaguarda do Negócio
produzidos — são alguns dos aspectos considerados
nos procedimentos que orientam e regulam a gestão
dos serviços prestados, bem como na gestão dos
nossos edifícios (Sede e Filiais em Portugal Continental, Açores e Madeira).
Para a Securitas é importante demonstrar o seu
compromisso com o meio ambiente em todas as
suas acções. Ter conseguido este objectivo é para
nós uma responsabilidade acrescida, por sermos,
em Portugal, a primeira Empresa de prestação de
serviços de Segurança Privada a obter a Certificação
Ambiental ISO 14001.
Por outro lado, temos colaborado na normalização
em Responsabilidade Social em Portugal, nomeadamente através da nossa participação na Comissão
Técnica de Responsabilidade Social, que já produziu
a Norma Portuguesa 4469-1:2008 para implementação do Sistema de Gestão da Responsabilidade
Social.
A nossa estratégia futura será obter a certificação nas
áreas da Responsabilidade Social e da Segurança
e da Saúde do Trabalho, projectos nos quais nos
encontramos actualmente a trabalhar.
Mais do que nunca, numa altura em que verificamos um acréscimo nos níveis de instabilidade
social, a prestação de serviços de segurança
privada deve ser considerada, pelas Entidades
contratantes, de uma forma extremamente séria.
Actualmente, o sector de segurança e vigilância
privada é confrontado por duas situações distintas:
o aumento dos níveis de criminalidade e o comportamento menos correcto de algumas Empresas de
segurança, que não actuam dentro do quadro legal
obrigatório. Esta realidade leva a que, por um lado,
aumente a necessidade de contratar serviços de segurança, mas, por outro, surja o impulso de contratar
esses serviços pelo preço mais baixo, descurando,
muitas vezes, a qualidade.
Efectivamente, o serviço de segurança privada deve
ser encarado como parte integrante do produto/
/serviço final que a Entidade contratante (Cliente)
fornece ao mercado. A função de segurança contribui directamente para a manutenção da capacidade
produtiva dos Clientes, independentemente do
tipo de actividade em que estão inseridos – Fábrica,
Hospital, Banco, Centro Comercial ou Universidade.
Todos têm capacidade produtiva distinta, que deve
ser devidamente protegida, para salvaguardar os
interesses de pessoas e bens, e do País.
MENS AG EM
NAC I ONAL
LIDERANÇA NO SECTOR
As Entidades contratantes compreenderão que o
serviço de segurança, quando devidamente sustentado, constitui um factor de estabilidade imprescindível nos tempos que correm, para evitar situações
de ruptura na sua cadeia produtiva. Daí a importância
de estabelecer parcerias que permitam soluções
“win-win”, de vantagem mútua, em que todos saem
beneficiados – Cliente, Empresas de Segurança,
Vigilantes e o Estado.
Perante esta constatação, as Empresas que recorrem
a serviços de vigilância ou de segurança privada
devem pesar, por um lado, a necessidade de fazer
face a eventuais constrangimentos financeiros, que
poderão ser minorados através da contratação de
soluções de Segurança Integrada. Por outro, o valor
do seu negócio não pode ou não deve ser entregue a
prestadores de serviço qualitativamente inferiores ao
necessário e que, nalguns casos, operam à margem
do quadro legal regulatório da actividade.
No seguimento do que acima referi, convém mencionar que a Securitas obteve a Certificação da Qualidade em 2001 (ISO 9001) e, dando continuidade à sua
aposta na certificação, obteve a Certificação Ambiental ISO 14001 do seu Sistema de Gestão Integrado,
em Março de 2009, o que revela a seriedade com
que encaramos as nossas responsabilidades para
com a Sociedade, no seu todo.
Jorge Couto
Administrador-Delegado
SECURITAS PORTUGAL
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Semana da Responsabilidade
Social
VIATURAS
Nova Identificação
Corporativa
NAC I ONAL
E V ENTO
4.ª EDIÇÃO
O Projecto de Desenvolvimento da Marca Securitas, a nível
internacional, prossegue de acordo com o plano traçado.
A decoração dos veículos da Empresa sujeitos a Identificação Corporativa é uma componente muito importante na
prossecução deste objectivo, visto que constitui um reforço
significativo da Marca Securitas.
O trabalho de decoração dos veículos, que inclui a Vigilância
Especializada e a Vigilância Mobile, está completo, a nível
nacional.
Nos passados dias 4, 5, 6 e 7 de Maio, decorreu a 4.ª edição da Semana da Responsabilidade Social, na
Fundação Calouste Gulbenkian.
Este evento foi uma oportunidade de encontro e troca de opiniões entre Dirigentes Empresariais, Líderes
Sindicais, Representantes dos Consumidores, Ongs, IPSS, Administração Púbica, Universidades, Desporto
e Comunicação Social.
Os veículos da Vigilância Especializada foram decorados com faixas laterais de cor cinza escuro e claro,
enquanto que os da Vigilância Mobile se apresentam
de cor branca, sendo que, tanto num como noutro tipo
de veículo, as dimensões dos logótipos Securitas são
bastante maiores.
Como se compreende, foi feito um investimento significativo neste Projecto, como aposta diferenciadora da
nossa presença no mercado.
Aqui mostramos como passam a apresentar-se os
veículos já com a nova Identificação Corporativa.
A Securitas teve uma presença activa neste evento, participando com uma apresentação sobre “Ética e
Responsabilidade Social Empresarial na Segurança Privada”.
Simultaneamente, foi divulgado aos Participantes que a Securitas, dando continuidade à sua aposta na
certificação, obteve a Certificação Ambiental ISO 14001 do seu Sistema de Gestão Integrado, no passado
mês de Março.
06
SECURITAS PORTUGAL
SECURITAS PORTUGAL
07
SURVEY
Inquérito de Satisfação
aos Colaboradores
A Securitas Portugal foi uma das primeiras
Subsidiárias do Grupo onde o Inquérito de
Satisfação aos Colaboradores teve lugar.
O processo decorreu entre meados de Outubro
e Novembro de 2008.
No entretanto, outros países já realizaram o Inquérito – Suécia, Bélgica, Noruega e Holanda. Destes,
somente a Noruega teve uma participação superior à
portuguesa. Nos restantes países a participação dos
Colaboradores foi também expressiva.
Prevê-se que, até ao final do próximo ano, cerca de
115.000 colaboradores da Securitas, pertencentes
a 20 países da Europa, respondam ao Inquérito de
Satisfação aos Colaboradores.
Nas Subsidiárias onde já se realizou o inquérito,
como é o caso da nossa, estão agora a ser trabalhados os resultados obtidos.
Os resultados estão a ser analisados, Filial a Filial, e
a serem elaborados planos de acção específicos em
função dos resultados obtidos, das expectativas dos
Colaboradores, da realidade actual do mercado e do
meio envolvente.
Há acções a implementar que vão ser comuns a
várias Filiais e há planos de acção específicos a
determinadas Unidades de Negócio. O processo
tem-se revelado muito rico, e, em muitos aspectos,
surpreendente!
Foi unânime o reconhecimento dos Colaboradores e
das suas famílias pela marca Securitas, e também o
orgulho em trabalhar nesta Empresa.
Outro aspecto relevante que o inquérito tornou claro
é a similitude revelada em relação a vários parâmetros, nas diversas Filiais. As soluções para muitas
questões, identificadas como aspectos a melhorar,
já foram implementadas com sucesso por algumas
Filiais. Vamos replicar noutras Filiais as “receitas”
de sucesso e a forma como o mesmo poderá ser
alcançado.
Numa próxima edição da nossa Revista, teremos
oportunidade de comunicar mais detalhadamente os
resultados do Inquérito de Satisfação aos Colaboradores.
Jorge Martins
Director de Recursos Humanos
08
SECURITAS PORTUGAL
MADEIRA
NAC I ONAL
REGIÃO AUTÓNOMA
FI L I AI S
MADEIRA
Gestor da Filial de
Vigilância Especializada
Rui Freitas é o Gestor da Filial de Vigilância Especializada da Região Autónoma da Madeira (RAM), acumulando funções de Gestor da Filial da Região Autónoma dos Açores (RAA). Falámos com este nosso
Responsável, que desempenha funções na Securitas há sete anos, sobre a operação e os recursos que
lidera.
SP - Como é o relacionamento com os Clientes?
O que faz com que a Securitas tenha a posição
que detém no mercado?
Rui Freitas – O volume de negócios excede os seis
milhões de euros anuais e temos 380 Vigilantes a
desempenhar funções na Madeira.
RF - É um relacionamento essencialmente assente
na confiança e na parceria. A nossa postura é a de integrar o negócio do Cliente, ganhando conhecimento
da sua actividade, para assim melhor o servir.
SP - Como caracteriza o mercado?
RF - É um mercado que tem uma representatividade significativa da Administração Pública, mas que
envolve também todos os segmentos de mercado.
Temos uma actividade organizada por segmentos
de mercado, de forma a podermos gerir o negócio ao
pormenor. O objectivo é, naturalmente, podermos ir
ao encontro das necessidades específicas de cada
Cliente.
A razão principal pela qual a Securitas detém uma
posição muito marcante no mercado é a longevidade
da presença da Securitas na Região Autónoma da
Madeira, o que se traduz numa garantia de confiança. A Filial da Madeira iniciou a sua actividade em
1979. Portanto, estamos cá há 30 anos. Na Madeira,
sente-se que “Segurança é Securitas”!
Um outro importante factor é o conjunto de soluções
que apresentamos, assente nas reais necessidades
SP - O que diferencia a oferta da Securitas ao
mercado?
dos nossos Clientes, que conhecemos profundamente. E também a capacidade de oferecer soluções
de segurança integrada, englobando as componentes humana e tecnológica, o que permite acrescentar
mais-valias e oferecer níveis de segurança mais
elevados e mais fiáveis aos Clientes.
A Securitas é detentora de um know-how internacional, que é partilhado dentro do Grupo Securitas, o
que nos dá uma vantagem competitiva determinante
para satisfazer as expectativas dos nossos Clientes.
SP - Quais os objectivos para o médio prazo?
Como pretende alcançá-los?
RF – Como sabe, desenvolvemos uma actividade de
muita importância, reconhecida pelos nossos Clientes. Naturalmente que os nossos objectivos passam
pela melhoria contínua dos processos, para que,
conforme se tem verificado no passado, possamos
continuar a inovar e a propor sempre as melhores
soluções de segurança.
RF – A seriedade, a motivação dos nossos Colaboradores, a estabilidade do nosso Quadro de Pessoal,
pois dos 380 Vigilantes, 340 são efectivos. Apostamos na formação contínua dos nossos Colaboradores, cada vez mais complementarizada por
ferramentas tecnológicas vocacionadas para suporte
à actividade dos Vigilantes.
SP - Perspectivas para o desenvolvimento da
RAM?
RF – Nestes 30 anos da nossa presença, a Região
Autónoma da Madeira evoluiu muito em termos estruturais. Foi lançado um conjunto de infra-estruturas
que permitiu um desenvolvimento exponencial da
Região, que se traduz numa melhoria substancial do
nível de vida das populações locais.
FIL IAI S
Securitas Portugal – Qual o volume de negócios
e o número de Vigilantes que a Securitas tem na
Madeira?
necessidades locais. O nosso enfoque é total no
mercado e naquilo que, para os nossos Clientes,
possa contribuir para assegurar a estabilidade da
sua capacidade produtiva, independentemente do
respectivo tipo de actividade.
Apesar das dificuldades da conjuntura internacional,
creio que estamos bem preparados para enfrentar os
desafios mais exigentes que se possam colocar.
A Securitas continuará a estar presente, com o seu
contributo, para o desenvolvimento da Região, para
o bem-estar económico e social de muitas famílias, e
para a estabilidade da Madeira.
Pretende-se aprimorar aquilo que já fazemos bem,
sempre em sintonia com os desenvolvimentos e
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SECURITAS PORTUGAL
SECURITAS PORTUGAL
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FI L I AI S
MADEIRA
Gestor da Filial de
Vigilância Mobile
Conversámos, seguidamente, com Roberto Lopes, Chefe de Filial de Vigilância Mobile (Rondas) da
Região Autónoma da Madeira (RAM). Colocámos-lhe algumas questões sobre como tem evoluído a
prestação deste serviço na Madeira.
Securitas Portugal (SP) – Há quantos anos está
na Securitas?
SP - Quais os objectivos de médio prazo? Como
pretende alcançá-los?
RL – O objectivo fulcral é dar continuidade ao trabalho feito, desde que implantámos o Serviço de Vigilância Mobile, estando sempre atentos ao mercado
e aos Clientes que necessitem dos nossos serviços,
apresentando-lhes soluções que vão de encontro às
suas reais necessidades.
SP - O que diferencia a oferta da Securitas a este
mercado?
Roberto Lopes (RL) – Desde 1997 na Sonasa, que
foi adquirida pela Securitas no ano 2000.
RL – A qualidade do serviço, aliada a uma relação
custo/benefício acessível e atraente.
SP – Qual o volume de negócios da Vigilância
Mobile na RAM?
Os relatórios, que enviamos periodicamente aos
Clientes, além de comprovarem que o serviço foi
realizado na íntegra, demonstram as mais-valias que
o mesmo proporciona.
RL – O volume de negócios ronda os 720.000 euros
anuais.
SP - Como caracteriza o mercado?
SP - Perspectivas de desenvolvimento na RAM?
RL – Com as dificuldades de âmbito internacional
que se apresentam e que também nos afectam, a solução de Vigilância Mobile torna-se muito pertinente
para ir ao encontro das necessidades dos Clientes.
A Região Autónoma da Madeira conta com o Serviço
de Vigilância Mobile há já algum tempo e pode continuar a contar com a sua permanência e desenvolvimento, sempre com as mais adequadas e avançadas
soluções neste âmbito.
O Serviço de Vigilância Mobile consiste essencialmente na prestação de serviços de rondas aleatórias, muitas das vezes, integrado com sistemas de
segurança electrónica, nomeadamente de detecção
de intrusão, de incêndio e CCTV (vÍdeo vigilância).
É um serviço geralmente prestado no período pós-laboral, quando as Empresas/Entidades cessam a
sua actividade diária.
SP - Como é o relacionamento com os Clientes?
Na sua opinião, o que faz com que a Securitas
tenha a posição que detém neste mercado?
RL – Somos líderes de mercado na Região Autónoma da Madeira. O que faz com que os Clientes
optem pelos nossos serviços são as soluções à
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SECURITAS PORTUGAL
FIL IAI S
RL - É um mercado novo, em expansão, caracterizado especialmente por Pequenas e Médias Empresas, com incidência significativa na Administração
Pública.
medida que lhes oferecemos, e a confiança no nosso
serviço é essencial. A nossa marca e o facto de
sermos pioneiros neste tipo de soluções é também
determinante.
O relacionamento que temos com os nossos Clientes é personalizado e de grande proximidade, para
que possamos identificar as necessidades específicas de cada um deles e propor as melhores soluções
à medida do seu negócio.
SECURITAS PORTUGAL
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Câmara Municipal
do Funchal
Nesta visita à Madeira, estivemos na Câmara Muncipal do Funchal, um Cliente que muito nos honra com
a sua preferência pelos nossos serviços. Falámos com o Dr. Pedro Calado, Vereador com os Pelouros
Financeiro, dos Recursos Humanos, Administração Geral, Jurídico, Concursos, Parque de Máquinas
e Viaturas, Aprovisionamento, Cultura e Desporto, estando igualmente sob a sua responsabilidade a
Empresa Municipal Frente Mar.
O Dr. Pedro Miguel Calado sublinhou a importância
de todas as áreas em que a Autarquia Madeirense
intervém, desde o Urbanismo, que estuda a estratégia de desenvolvimento e planeamento da cidade,
seu crescimento e ordenação, à área social que
considera fundamental. Neste domínio, destacou o
investimento em habitação social, com 1.100 fogos
construídos.
“Uma área que nos merece particular atenção é também a da Educação.” – referiu. “Os ATL’s são uma das
nossas principais prioridades. As actividades para
os menos jovens são igualmente uma aposta nossa.
Nos bairros sociais, promovemos actividades culturais, desportivas e sociais para seniores, sendo o
nosso objectivo mantê-los integrados na vida activa.
Na Universidade da 3.ª idade, asseguramos o ensino
do inglês, artes, gosto pela leitura e internet.”
No ano transacto, a cidade do Funchal comemorou
os seus 500 anos, razão pela qual o Dia da Marinha
foi ali celebrado, a nível nacional. As comemorações
do V Centenário da elevação do Funchal a cidade,
sob a designação “Funchal 500 Anos”, foram presididas pelo Dr. Pedro Calado e estenderam-se por todo
o ano de 2008, englobando cerca de 350 eventos.
Só na área literária foram editados 42 livros pela
Edilidade Madeirense. Os CTT lançaram um selo
comemorativo da efeméride.
“A nível interno, para além da gestão do quotidiano,
estamos focados na evolução das condições de
trabalho dos nossos Colaboradores, nomeadamente a nível informático, em termos de ergonomia do
mobiliário, reorganização do espaço, protocolos
com entidades privadas e saúde”, disse o Dr. Pedro
Calado.
A Autarquia tem investido igualmente na reconstrução habitacional dos bairros mais carenciados, com o
objectivo de modernizar as habitações do Concelho.
A Câmara fornece os materiais e os habitantes a
mão-de-obra.
Confiança em Todos os Aspectos
Perguntámos expressamente ao Dr. Pedro Calado
qual a sua avaliação dos cinco anos de parceria com
a Securitas. Respondeu-nos o seguinte: “Os vossos
serviços ao Município do Funchal são prestados com
elevado sentido de profissionalismo, de grande responsabilidade, de verdadeira parceria, não de mero
fornecedor.” – segundo comentou. “A relação entre
a Câmara Municipal do Funchal e a Securitas é de
confiança, em todos os aspectos.”
Relativamente a grandes investimentos para a cidade, a Câmara Municipal do Funchal vai continuar com
a politica que tem seguido nos últimos quatro anos,
canalizando 50 por cento do seu orçamento para
investimento, um montante de cerca de 60 milhões
de euros. Desta verba, a fatia mais importante é aplicada no saneamento básico, bem como na recolha e
reciclagem do lixo.
“Somos a Autarquia que, a nível nacional, tem conseguido alcançar a maior percentagem de reciclagem,
cerca de 24 por cento.” – afirmou o Dr. Pedro Calado.
“Também investimos muito nas áreas social, cultural,
desportiva e na melhoria das infra-estruturas da
cidade, na criação de jardins e parques. Este ano vamos gastar 2 milhões de euros só em alcatroamento
de estradas.”
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SECURITAS PORTUGAL
SECURITAS PORTUGAL
CLIENTE S - VI GIL ÂNCIA E S PE C I AL I ZADA
C L I ENTE S
VI G I L ÂNC I A E S P EC I AL I Z ADA
CINCO ANOS DE PARCERIA
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ANACOM
Delegação da Madeira
Não podíamos deixar de visitar a Delegação da ANACOM na Região Autónoma da Madeira. Numas instalações com uma vista privilegiada sobre o Porto do Funchal, falámos com o Eng.º José Nelson Melim,
Delegado local da Autoridade Nacional de Comunicações.
Este nosso Cliente, que inicialmente foi denominado
ICP – Instituto de Comunicações de Portugal, em 6
de Janeiro de 2002, assumiu a designação ICP – Autoridade Nacional de Comunicações (ICP-Anacom).
É a Entidade Reguladora das comunicações postais
e electrónicas em Portugal e tem por objecto a regulação, a supervisão e a representação do sector das
telecomunicações, sendo representante do Estado
Português em diversos organismos internacionais.
CLIE NTE S - VIGI L ÂNC IA E SPE C I AL I ZADA
A Securitas assegura a Vigilância Especializada nos
Edifícios Centrais da Câmara Municipal do Funchal,
nomeadamente a Sede e os seus Departamentos,
bem como em Jardins, Museus e na Estação de
Biologia Marítima.
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“Desde 2005, temos tido uma maior presença da
Securitas e menos pessoal, o que quer dizer que
a Securitas nos tem ajudado na modernização e
optimização dos recursos, aconselhando o investimento em vídeo vigilância.” – comentou o Dr. Pedro
Calado. “Uma Solução Integrada que nos permite ter
um maior nível de segurança e que é menos dispendiosa.”
O Dr. Pedro Calado evidenciou a postura proactiva,
muito humana e afável por parte dos elementos da
Securitas. “Toda a gente nota um enorme sentido
humano nos Vigilantes da Securitas.” – declarou.
“Constato uma assinalável simpatia em todos os
Colaboradores da Securitas. Vejo isso em outras Instituições onde vou, não só nos que prestam serviço
na Câmara. O nível de satisfação e de motivação é
notório.”
Em relação à evolução das exigências de segurança
no Concelho, o Dr. Pedro Calado considera que,
felizmente, a cidade do Funchal é calma, tranquila
e segura, mas que, de futuro, há que ter especial
atenção nessa área.
“Fruto do desenvolvimento social e económico
do País e a actual conjuntura, temos de ter muito
cuidado com a segurança.” – disse. “É para nós muito
importante contarmos com um parceiro de confiança, como a Securitas.”
SECURITAS PORTUGAL
Na Região Autónoma da Madeira, a Delegação da
ANACOM, além do atendimento ao público e da
C L I ENTE S
VI G I L ÂNC I A E S P EC I AL I Z ADA
SEGURANÇA É UMA MAIS-VALIA
representação protocolar naquele Território, tem
uma grande vertente técnica, a nível de fiscalização.
Cabe-lhe conceder e cancelar licenças radio-eléctricas a utilizadores no Território.
“Uma outra função que nos foi atribuída é a fiscalização da utilização do espectro radio-eléctrico, que
consiste em fiscalizar a correcta aplicação dos sistemas de comunicações existentes.” – referiu o Eng.º
José Nelson Melim. “Fazemos também a certificação
de rádio-amadores. Quem quer ser rádio-amador
tem de fazer aqui o exame de habilitação. Temos
cerca de 350 rádio-amadores na Madeira, sendo um
deles campeão mundial de contactos. Há um parque
interessante de antenas na zona do Santo da Serra.”
Cabe também à Delegação da ANACOM a inscrição
e fiscalização de técnicos habilitados a construir
infra-estruturas de telecomunicações em edifícios.
“Os principais desafios da ANACOM na Madeira
prendem-se com a nossa tão bela e difícil orografia,
que resulta em dificuldades de cobertura.” – disse o
Eng.º José Nelson Melim. “Contornar essas dificuldades é um grande desafio. É igualmente um desafio, a
curto prazo, a criação de estações de medição móveis para uma efectiva cobertura de toda a Região
e efectiva fiscalização, em tempo real, dos diversos
meios de telecomunicações.”
Em termos de segurança, a Delegação da ANACOM
na Madeira constitui um excelente exemplo de uma
Solução Integrada. Actualmente, as suas instalações
dispõem de um sistema de protecção periférica de
rede, um sistema de detecção de incêndio, sistema
SECURITAS PORTUGAL
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Prontidão de Resposta
“A Securitas tornou-se um parceiro importante da
ANACOM na Madeira.” – afirmou o Eng.º José Nelson
Melim. “Foi com agrado que transitámos de outra
Entidade para a Securitas, nomeadamente pela
diminuição das despesas em segurança, aliando a
Vigilância Especializada aos sistemas electrónicos.
Foi uma evolução muito positiva. Há um grande profissionalismo e uma grande prontidão de resposta,
por parte da Securitas.”
Assegurando os referidos serviços há cinco anos
neste Cliente, quisemos saber como é que o Eng.º
Nelson Melim caracteriza a relação entre a ANACOM
e a Securitas.
“É uma relação de amizade institucional bastante
forte. Para nós é uma honra trabalhar com a
Securitas, comprovado líder de mercado, também
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SECURITAS PORTUGAL
o será concerteza para a Securitas trabalhar
connosco.”
Para nós é indubitavelmente uma honra ter
a ANACOM, na Madeira, como Cliente. Para
finalizar esta agradável conversa com o Eng.º
José Nelson Melim, perguntámos-lhe como
vê a evolução das exigências de segurança.
“O serviço personalizado ao Cliente será o
mais importante.” – afirmou. “Acho que a
tendência é o Cliente escolher um portfolio
com o prestador de serviços de segurança e
que este se adapte às necessidades de cada
um dos seus Clientes, o que é já a política da
Securitas. O mundo está a atravessar uma
fase difícil e a segurança é fundamental. Não
deve ser encarada como um custo, mas como
uma mais-valia. Para a nossa Delegação não
se prevê um crescente índice de risco, por isso
conto apenas com a eventual actualização
de algum sistema. Esta relação de amizade
institucional que referi, entre a ANACOM e a
Securitas, é uma grande mais-valia, pois sei
que qualquer inovação será implementada. É
uma preocupação a menos que tenho.”
SECURITAS PORTUGAL
CLIE NTE S - VIGI L ÂNC IA E SPE C I AL I ZADA
CLIE NTE S - VIGI L ÂNC IA E SPE C I AL I ZADA
de detecção de intrusão, CCTV (sistema de vídeo
vigilância), aliado a um serviço de Vigilância Especializada e um serviço de Vigilância Mobile (Rondas),
com intervenção em caso de disparo de algum
sistema de alarme.
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Grupo Cimentos Madeira
O Grupo Cimentos Madeira é um dos mais importantes grupos económicos da Região Autónoma da
Madeira. É para nós muito grato contarmos com a sua preferência desde 1995, altura em que iniciámos
a prestação de serviços neste Cliente.
“O Grupo Cimentos Madeira, que pretende continuar
a ser um referencial no tecido económico Regional
nas actividades relacionadas com a fileira do cimento, para além de ter boas performances económico-financeiras, orgulha-se de ter participado de forma
muito activa no crescimento e desenvolvimento da
Região Autónoma — ‘crescemos com a Madeira e
para a Madeira’ é o nosso lema”, segundo declarou o
Administrador do Grupo, Dr. João Santos.
Acompanhando a evolução do mercado, o Grupo
Cimentos Madeira tem procurado proporcionar aos
seus Clientes os melhores produtos e serviços.
Bons exemplos disso são o sistema de self-service
de cimento a granel, através do qual o Cliente tem
o produto disponível de forma permanente, podendo adequá-lo às suas necessidades temporais; e o
Laboratório que, abrangendo as diferentes vertentes
do mundo da construção, é tido como um dos mais
bem apetrechados do sector, facultando importantes
informações para a boa arte de construir.
O Grupo Cimentos Madeira, ao integrar o universo
do Grupo Secil que detém actualmente a maioria do
capital, aumentou a sua credibilidade e passou a ter
melhores expectativas em relação ao futuro, dado o
grande empreendedorismo do Grupo Secil, alicerçado em inovação e qualidade.
Exemplo de Bem Servir
Ao nível da segurança, o Grupo Cimentos Madeira
dispõe de serviços de Vigilância Especializada e de
Vigilância Mobile (Rondas). Possui sistemas de vídeo
vigilância e de detecção de intrusão, com ligação à
Central de Monitorização da Securitas.
Pedimos ao Dr. João Santos que nos falasse sobre o
relacionamento com a Securitas ao longo destes 14
anos de serviços prestados e a respectiva avaliação
dos mesmos.
“Falar da relação entre o Grupo Cimentos Madeira
e a Securitas é reconhecer uma agradável experiência, pois é uma ligação que data do início da nossa
actividade.” - respondeu o Dr. João Santos. “Ao longo
destes anos, a relação tem-se pautado por uma
permanente adequação das situações técnicas e
económicas aos tempos, sentindo todos nós que a
Securitas já é uma parte do nosso dia-a-dia empre-
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SECURITAS PORTUGAL
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CATORZE ANOS AO SERVIÇO DO
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ECM – Empresa de Cervejas
da Madeira
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Nesta breve passagem pelo território Madeirense, não podíamos deixar também de
visitar a Empresa de Cervejas da Madeira, um dos nossos Clientes do universo industrial
daquela Região Autónoma. Foi com agrado que conversámos com o seu Administrador,
Eng.º João Teixeira.
sarial. A evolução desta relação é um bom exemplo
de bem servir, acautelando os interesses das partes
neste mundo cada vez mais competitivo.”
Para o Dr. João Santos, as questões de segurança
ganham particular acuidade nos tempos que atravessamos, razão pela qual a extensão dos serviços
da Securitas a outras Empresas do Grupo está em
curso.
“Em suma, estamos muito satisfeitos e queremos
continuar a manter este relacionamento com a
Securitas.” – disse. “A sua continuidade é sinal de que
estamos muito activos no mundo empresarial, onde
é cada vez mais difícil sobreviver.”
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EXCELENTE PARCEIRO DE NEGÓCIO
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A Empresa de Cervejas da Madeira (ECM), actualmente propriedade do Grupo Pestana, é a maior
Empresa Regional de produção e distribuição de bebidas na Região Autónoma da Madeira.
Certificada pelas normas nacionais e europeias ISO 9001 e ISO 14001, produz, comercializa e
distribui marcas próprias de cervejas, refrigerantes e águas, representando ainda marcas prestigiadas noutras categorias — espirituosas, vinhos, sumos e néctares, águas, leites, azeites, vinagres
e molhos.
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“Nestes 10 anos de parceria, temo-nos entendido
bem.” – comentou o Eng.º João Teixeira. “Há diálogo,
compreensão e colaboração das duas partes. Existe
uma boa relação entre as duas Empresas. Consideramos a Securitas um excelente parceiro de negócio.”
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“A ECM é uma Empresa que nasceu da fusão de
duas antigas Empresas cervejeiras do séc. XIX.”
– referiu o Eng.º João Teixeira. “Essas Empresas,
além da produção de cerveja, fabricavam também
refrigerante com a marca Laranjada. Contra todas as
expectativas, é um dos nossos principais produtos,
pois esteve mesmo para se pôr termo à respectiva
produção.”
Inicialmente, a Sede da ECM localizava-se no centro
do Funchal, o que resultava em custos operacionais muito elevados, não permitindo também a sua
expansão. Há 13 anos a Empresa mudou-se para
Câmara de Lobos, estando instalada no PIZO - Parque Empresarial Zona Oeste, onde passou a
ter a hipótese de produzir a embalagem de vidro
sem retorno.
Após ter terminado o contrato com a Coca-Cola,
pelo qual a ECM produzia e embalava produtos da
Coca-Cola, Sprite e Fanta, a Empresa decidiu lançar
produtos próprios, sob a marca Brisa.
A Brisa é a sua marca de refrigerantes, sendo a
Brisa Maracujá o produto mais reconhecido. A ECM
produz igualmente a Brisa Maçã, Brisa Laranja, Brisa
Limonada e Brisa Água Tónica. E fabrica também
produtos sem gás sob a marca Brisol: laranja, maracujá, maçã e tropical.
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Em termos de cervejas, as marcas próprias da ECM
são: a Coral branca, Coral tónica (preta) e Coral sem
álcool, nas versões branca e preta. Zarco é uma outra
cerveja, mais leve, que produz.
“Para acrescentar o nosso portfolio, começámos a
encher e comercializar água própria, sob o nome
Atlântida.” – referiu o Eng.º João Teixeira. “Após a
Luso, que também comercializamos, a Atlântida é a
segunda marca mais vendida.”
Entretanto, este ano, a ECM celebrou um acordo
com a Sumolis, que detém a marca Compal e cuja
distribuição já assegurava, para a produção e distribuição de produtos Sumol, Pepsi e 7Up.
“O nosso volume de vendas ronda os 50 milhões
de euros anuais e empregamos directamente 250
pessoas.” – afirmou o Eng.º João Teixeira. “Temos
outsourcing de distribuição, segurança, higiene e
limpeza, o que significa mais 300 postos de trabalho
indirectos.”
“Numa época crítica em segurança social, como é a
actual, há sempre mais tentativas de criminalidade,
por isso temos de estar mais atentos às questões
de segurança.” - concluiu. “Os meios técnicos que
a Securitas colocou na ECM são suficientes, temos
uma excelente solução, tecnologicamente está up to
date.”
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CLIE NTE S - VIGI L ÂNC IA E SPE C I AL I ZADA
Relativamente à evolução das exigências de segurança, o Eng.º João Teixeira defende que, devido
à actual conjuntura, é necessário ter um especial
cuidado nesta matéria.
Um dos pontos fortes da ECM é a distribuição. A
Empresa abastece semanalmente cerca de 3.000
pontos de venda na Região Autónoma da Madeira.
“A nossa concorrência é a Super Bock, em termos de
cerveja, e os produtos Coca-Cola ao nível dos refrigerantes”, segundo revelou o Eng.º João Teixeira.
Os novos projectos e investimentos da ECM passam
pelo desenvolvimento de um novo refrigerante sem
gás e pela aposta na melhoria das embalagens.
Excelente Parceiro de Negócio
Ao nível da segurança, a ECM conta com a Securitas
como parceiro. Sob a nossa responsabilidade está
o controlo das duas portarias Norte e Sul e também
dos sistemas electrónicos que ali instalámos: de
detecção de intrusão, detecção de incêndio, CCTV
(vídeo vigilância) e controlo de acessos.
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13 ANOS AO SERVIÇO DO
Grupo Savoy
Estivemos no Hotel Savoy, onde fomos muito bem recebidos por Tina Silva, a Directora de Recursos
Humanos da luxuosa unidade Hoteleira que se encontra em fase de conversão. Falou-nos sobre o Grupo
Savoy, representado pela Siet Savoy, e a sua relação com a Securitas.
A Siet Savoy SA é detentora de três hotéis na Madeira: o Hotel Savoy, o Hotel Royal Savoy, ambos de
cinco estrelas, e o Hotel Savoy Gardens, de quatro
estrelas.
O Hotel Savoy, considerado um marco da Hotelaria na Madeira, tem uma história centenária a nível
mundial. O Hotel Royal Savoy, que tem sete anos
de existência, recebeu o prémio do Daily Telegraph
de segundo melhor hotel do mundo. O Hotel Savoy
Gardens é pertença do Grupo Savoy desde 1992,
tem 130 quartos e recentemente foi totalmente
remodelado. É um quatro estrelas de luxo.
“Temos Clientes que fizeram mais de 100 estadias
no Hotel Savoy.” – disse Tina Silva. “Estas pessoas
foram por nós homenageadas e também pela Direc-
ção Regional de Turismo. Tivemos registo de Clientes
da primeira à terceira geração, como por exemplo
uma família inglesa que veio passar a lua de mel no
Hotel, o filho veio casar aqui e, por sua vez, vieram
baptizar o primeiro neto. A ex-Primeira-Ministra
Britânica Margaret Thatcher passou a lua de mel no
Hotel Savoy, no ano de 1951, e, no ano de 2001,
veio celebrar as bodas de ouro do seu casamento.”
Tina Silva explicou-nos que os três Hotéis do Grupo
têm características diferentes. O Hotel Savoy esteve
sempre muito direccionado para congressos e todo
o tipo de eventos, por possuir infra-estruturas próprias para a concretização desse género de serviços.
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HOTEL ROYAL SAVOY
“O Royal Savoy é um hotel moderno com um solário
maravilhoso”, comentou Tina Silva. “Tem uma boa
ocupação todo o ano. Existe uma ligação entre os
dois hotéis, através de duas pontes nos respectivos
jardins.”
Foi exactamente através desta ligação que visitámos
de seguida o Hotel Royal Savoy, chegando à bonita
e bem cuidada área envolvente, através do elevador
panorâmico com uma soberba vista para o Porto do
Funchal.
“O Hotel Savoy Gardens pelas suas características
especificas, elevado nível de atendimento e qualidade de serviço, foi selecionado entre os restantes
hotéis de quatro estrelas da Região Autónoma da
Madeira para fazer parceria com o maior Operador
Britânico — TUI, e assim, alojar, a titulo de exclusividade, os clientes do programa THOMSON GOLD, cujo
grau de exigência é deveras elevado.” – referiu Tina
Silva. “Por isso estamos todos muito orgulhosos.”
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“O Grupo Savoy trabalha, em termos de segurança,
com a Securitas, desde há 13 anos.” – afirmou Tina
Silva. “No Hotel Savoy temos Serviços de Vigilância Especializada, que são assegurados por vários
Vigilantes. Posteriormente, com a abertura do Royal
Savoy contratámos os serviços da Securitas numa
vertente mais alargada. Recorremos igualmente à
Securitas para outros serviços pontuais, nomeadamente para a segurança no decorrer de eventos.”
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HOTEL ROYAL SAVOY - PISCINA INTERIOR
Relativamente aos serviços prestados pela Securitas
nestes 13 anos de parceria, “o balanço é bastante
positivo, pois senão não seríamos Clientes da Securitas há tanto tempo.” – declarou Tina Silva. “O grau de
satisfação é bom, naturalmente.”
O Grupo Savoy tem 340 Colaboradores e muitos
visitantes profissionais, como é o caso dos fornecedores, razão pela qual se verifica uma grande
movimentação de pessoas e bens, que tem de ser
devidamente acompanhada.
Esta Responsável, considera haver uma boa sintonia
entre o Grupo Savoy e a Securitas. “É uma relação
cordial, de bom entendimento profissional.” – afirmou. “As pessoas com quem lido habitualmente têm
uma resposta pronta e afável. Constato haver uma
empatia entre o Grupo Savoy e a Securitas.”
“No que diz respeito à evolução das exigências de
segurança, o Grupo Savoy é cada vez mais exigente
no que se refere ao controlo das pessoas que entram
nas suas instalações.” – comentou Tina Silva. “Quero
salientar que a vossa Empresa é a melhor, em termos
do mercado nacional e regional. Fomos abordados,
naturalmente, por outras Empresas, mas a Securitas
tem-nos dado sempre garantias ao nível da prestação de serviço e de recursos humanos. O vosso
Gestor da Filial da Madeira tem sempre o cuidado
de nos fazer visitas regulares de cortesia, além das
visitas profissionais, para se assegurar de que tudo
está a correr bem, o que é louvável.”
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CLIE NTE S - VIGI L ÂNC IA E SPE C I AL I ZADA
Seguidamente falámos sobre a parceria que o Grupo
tem com a Securitas, o nível de satisfação com os
serviços prestados e a evolução das necessidades
de segurança, em termos globais.
HOTEL SAVOY
HOTEL SAVOY - NOBLE ROOM
Bom Entendimento Profissional
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SECURITAS PRESTA SERVIÇOS HÁ 19 ANOS NA
ILMA – Indústria de
Lacticínios da Madeira
A ILMA foi outro dos Clientes que tivemos o prazer de visitar. Na sua Sede,
com uma excelente localização, falámos com a Dr.ª Paula Pestana, Directora
Administrativa e Financeira.
A ILMA resulta de uma reorganização da indústria
Regional, da concentração de pequenas indústrias
então existentes, que na altura produziam praticamente apenas manteiga. Na Região, a produção de
leite, a nível industrial, começou com a ILMA.
A Empresa, além da manteiga, avançou depois para
a produção de iogurtes, queijo e gelados.
“Actualmente, produzimos leite, iogurtes, gelados e
sumos. Comercializamos queijo de diversas proveniências, quer nacional, quer comunitária.” – referiu
a Dr.ª Paula Pestana. “Importamos principalmente
queijo alemão, em barra. Presentemente, apenas
procedemos ao embalamento da manteiga, já não
a produzimos. E com estes produtos abastecemos o
mercado Regional.”
Quisemos saber quais os principais desafios que a
ILMA enfrenta no mercado local. Ao que a nossa
interlocutora respondeu:
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A ILMA é uma indústria de Lacticínios que iniciou a
sua actividade em 1972, ano em que foram construídas as suas instalações na Praia Formosa. É uma
Empresa certificada pela norma ISO 9001:2000, estando envolvida num processo de melhoria contínua.
“Concorrência de importadores e distribuidores. O
surgimento de marcas brancas, marcas próprias
das Cadeias de Distribuição. O grande desafio será
manter a nossa marca num mercado com estas
características”, segundo afirmou.
Toda a Confiança
Ao nível da segurança, a ILMA dispõe dos serviços
de Vigilância Especializada da Securitas, há 19 anos.
Uma prestação que tem satisfeito este nosso Cliente,
conforme referiu a Dr.ª Paula Pestana: “Os serviços
têm decorrido da melhor forma, daí manterem-se
por tantos anos. É uma mais-valia para nós termos
esta parceria com a Securitas, que nos dá toda a
confiança.”
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PARCERIA TEM 28 ANOS COM A
Madeira Wine Company
A Madeira Wine Company foi outro dos nossos Clientes que gentilmente nos recebeu em território
Madeirense. Conversámos com o Eng.º Faro da Silva, Director-Geral desta importante e emblemática
Empresa, que depois nos acompanhou na visita às suas históricas instalações.
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The Old Blandy Wine Lodge, localizado no centro
do Funchal, regista anualmente cerca de 200 mil
visitantes. As suas instalações, construídas no século
XVII como anexo do Convento de S. Francisco, foram
adquiridas em 1840 por Charles Ridpath Blandy e
convertidas em adega.
32
Actualmente, o objectivo é serem uma mostra dos
melhores vinhos Madeira. Estas instalações incluem
uma sala de prova de vinhos, dedicada exclusivamente a vinhos Madeira Frasqueira-Vintage. Nelas
encontram-se igualmente muitos galões dos mais
apurados vinhos Madeira em cascos de carvalho,
Sublinhando que a relação com a Securitas assenta
essencialmente no valor da confiança na qualidade
dos serviços, a Dr.ª Paula Pestana reforçou esta ideia,
dizendo: “Sabemos que temos um interlocutor que
nos garante a resolução de qualquer problema que
surja em termos de segurança.”
Para este nosso Cliente esta certeza é especialmente
importante “numa altura em que cada vez mais assistimos a um incremento das exigências de segurança.” – comentou a Dr.ª Paula Pestana. “O próprio
desenvolvimento da Ilha origina outras preocupações e também novas soluções para os desafios que
se colocam nesta área.”
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mogno e pau-cetim, bem como em garrafas centenárias.
No local pode ver-se o antigo lagar e compreender
o tradicional processo de “Canteiro”, usado para o
envelhecimento do vinho. A história da Empresa
também ali se encontra bem documentada, desde a
sua fundação em 1913, quando as duas Empresas
Welsh & Cunha e Henriques & Câmara se juntaram
para formar a Madeira Wine Association Lda. Nos
anos seguintes, outras Empresas vieram a integrá-la,
entre elas a Blandy e a Leacock, o que ocorreu em
1925.
Existe ainda um museu privado, onde, entre muitas
outras peças, se encontram cartas de Winston Churchill, livros de contabilidade dos três últimos séculos,
artefactos ligados à história da produção vinícola e
exemplos das castas que existem na Região Autónoma da Madeira.
“A Madeira Wine Company dá continuidade à
produção do Vinho da Madeira. Procuramos estar
no mercado Premium, mas também estamos no
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Actualmente, como todas as Empresas, a Madeira
Wine Company sente a crise que afecta o turismo e
que, por sua vez, a condiciona.
“Nota-se uma quebra, que se reflecte na Madeira
Wine Company.” – afirmou o Eng.º Faro da Silva.
“Principalmente por parte da Inglaterra, Estados
Unidos e países europeus, bem como do Japão que
é um importante mercado ao nível da Região Autónoma da Madeira.”
O Eng.º Faro da Silva falou-nos ainda sobre os elevados padrões de qualidade que norteiam a Empresa,
que possui a Certificação ISO 9001 há nove anos.
“A certificação é para nós uma ferramenta, um
método de gestão da Empresa, integrado no nosso
Sistema de Qualidade.” – referiu. “Estamos igualmente a trabalhar para a obtenção da Certificação
Ambiental.”
Primeiro Cliente na Madeira
A Madeira Wine Company foi o primeiro Cliente da
Securitas na Região Autónoma da Madeira, com o
contrato n.º 3 da nossa Empresa.
“A Securitas, em termos de segurança da nossa
Empresa, está em todas as áreas em que actua:
Vigilância Mobile, Vigilância Especializada e sistemas
de detecção de intrusão e de incêndio, bem como
vídeo vigilância (CCTV)”, segundo confirmou o Eng.º
Faro da Silva.
Quisemos saber como são avaliados os serviços
prestados pela Securitas, nestes 28 anos, e como
tem decorrido a sua evolução.
C LIENT E S - VIG IL ÂNCIA MO B I L E
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mercado do vinho corrente.” – disse o Eng.º Faro da
Silva. “Estas nossas instalações são um ex-libris e,
para nós, têm uma particular importância porque
expressam a nossa maneira de estar, em termos de
qualidade e tradição. Costumamos dizer que não
vendemos vinho, mas bem-estar e boa companhia —
— o prazer das coisas boas da vida.”
“O grau de satisfação é elevado, é a verdade.” –
– respondeu-nos o Eng.º Faro da Silva. “Quando
achamos que há capacidade para evoluir, é bom
termos como parceiro uma Empresa que nos dá
garantias como a Securitas. Exportamos bastante
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Casa-Museu Frederico de Freitas
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SOLUÇÃO INTEGRADA DA SECURITAS NA
Nesta breve estadia na Região Autónoma da Madeira, tivemos também o prazer de visitar o nosso Cliente Casa-Museu Frederico de Freitas, que se situa no centro da cidade do Funchal. Ali tivemos o privilégio
de conhecer as colecções que esta Instituição Museológica encerra e de conversar com a sua Directora,
a Dr.ª Ana Margarida Araújo Camacho.
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adquiriu o edifício, onde realizou importantes obras
de adaptação, tendo a Casa-Museu aberto as suas
portas ao público em Junho de 1988.
para os EUA. Com a exigência de segurança que
têm, principalmente depois do 11 de Setembro, é
fundamental que tenhamos garantias de extrema
segurança.”
O Eng.º Faro da Silva referiu-se igualmente ao facto
de ser da máxima importância para o negócio da
sua Empresa a comunicação de qualquer anomalia,
como, por exemplo, uma cuba a derramar, o que é
assegurado pelos Vigilantes da Vigilância Mobile.
“Tem havido um acompanhamento da Securitas,
de forma a ir ao encontro da evolução da nossa
Empresa.” – afirmou. “Por sua vez a Securitas tem
igualmente evoluído, ajudando-nos a adoptar a solução mais conveniente, como é o caso da Solução
Integrada de que dispomos.”
Perguntámos ainda como, na sua opinião, se caracteriza a relação entre a Madeira Wine Company e a
Securitas.
“É uma relação normal, há bons canais de comunicação e temos respostas.” – respondeu o Eng.º Faro
da Silva. “Quando temos os canais certos e obtemos
resposta às nossas solicitações, está tudo bem. É um
relacionamento bom e profissional.”
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A segunda fase da Casa-Museu Frederico de Freitas
foi inaugurada em Setembro de 1999, permitindo
a ampliação da exposição permanente e a abertura
de novos espaços: a Casa dos Azulejos, propositadamente construída para acolher a abrangente
Exposição de Azulejaria Portuguesa e Estrangeira; as
Reservas e Oficina de Azulejos; o Auditório; e a Casa
da Entrada, onde actualmente funcionam, além da
Portaria, os Serviços de Educação e de Animação e o
Gabinete de Estampas e Desenhos.
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A finalizar, voltámos a falar sobre a questão da evolução das exigências de segurança, tendo o Eng.º Faro
da Silva defendido o ponto de vista de ser essencial
que as Empresas tenham Soluções Integradas de
Segurança, combinando os meios humanos com os
sistemas electrónicos.
“Esta integração é necessária.” – declarou. “A evolução há-de caminhar nesse sentido, de maior integração. Cada vez terá de haver mais segurança e níveis
mais elevados de exigência nesta matéria.”
Também conhecida por Casa da Calçada, por ter
sido a antiga residência dos Condes da Calçada, cuja
origem remonta ao século XVII, a ampla moradia
foi arrendada, nos anos 40, pelo Dr. Frederico de
Freitas, prestigiado advogado e notário Madeirense
com relevante desempenho no âmbito das Artes e
Cultura locais.
A Casa-Museu encontra-se sob a tutela da Secretaria
Regional de Educação e Cultura, Direcção Regional
dos Assuntos Culturais. A sua direcção está a cargo
da Dr.ª Ana Margarida Camacho, desde o ano de
2000.
A transição para este imóvel proporcionou ao coleccionador as condições para reunir, ao longo de mais
de três décadas, importantes núcleos de Escultura,
Pintura, Gravura, Mobiliário e Cerâmica, legados à
Região Autónoma da Madeira em 1978.
Ciente da importância de manter as colecções no
seu ambiente próprio, o Executivo Madeirense
SECURITAS PORTUGAL
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incluíam “Uma Viagem pelo Padrão de Tapete” e um
rali virtual dedicado aos jovens. O ano passado a
Casa-Museu procurou trabalhar com Associações
de Solidariedade Social. Este ano em particular é
dedicado ao Turismo.”
“A maioria do nosso público é estrangeiro. O ano
passado registámos 15.609 visitantes, dos quais
cerca de cinco mil são nacionais”, segundo referiu.
Colaboração Mútua
A sua grande aposta é o Serviço Educativo que ali
foi criado, estando especialmente vocacionado para
atender o público local, nomeadamente as escolas e
os visitantes seniores, estes últimos cada vez mais
presentes graças à sua maior disponibilidade.
“Cada ano procuramos evidenciar um público.” –
explicou-nos. “Em 2006, por exemplo, foi o ano da
Juventude. Organizámos uma série de actividades
relacionadas com a Colecção de Azulejos, que
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Este espaço museológico tem características especiais, pelo facto de se tratar de uma casa-museu.
“Tentamos que os visitantes olhem para os espaços
e vejam a casa para além do museu. No entanto
esta particularidade, se por um lado apresenta um
atractivo muito próprio, levanta questões de segurança mais complexas.” – disse a Dr.ª Ana Margarida
Camacho. “Na Casa da Calçada, os espaços sucedem-se, mantendo e mostrando as antigas valências
e funcionalidades. Nos Salões, no Quarto de Dormir,
na Sala de Jogo, Saleta, Casa de Jantar, Cozinha e
Na área da cerâmica de revestimento, correspondente à Casa dos Azulejos, tudo se torna mais fácil, os
espaços são mais amplos e minimalistas, as peças
apresentam-se em painéis fixos às paredes, ou resguardadas por vitrinas. Aí as visitas fluem sem riscos
de maior.
“A componente segurança é para nós prioritária.” –
declarou a Dr.ª Ana Margarida Camacho. “Para além
dos aspectos concretos relacionados com a vigilância, o inventário é outro factor fundamental. Temos
todas as peças inventariadas e fotografadas.”
Desde Dezembro de 2006, a Securitas é responsável por parte da segurança da Casa-Museu Frederico
de Freitas, tendo ali implementado uma Solução Integrada, composta por diversos serviços de vigilância, instalação e activação dos sistemas de detecção
de intrusão e de detecção de incêndio.
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A Directora da Casa-Museu confessou-nos que os
principais desafios com que se depara são o estudo,
a preservação e a divulgação das colecções. Falou-nos também dos principais objectivos da Casa-Museu: ampliar o público, promover a investigação
e a conservação das colecções.
Biblioteca, os objectos exibem-se sobretudo sobre os
móveis, em algumas vitrinas, ao longo das paredes,
muito próximos dos visitantes. A segurança destas
áreas torna-se muito complicada, não só para evitar
eventuais roubos, mas também potenciais acidentes,
como uma carteira de senhora roçando um objecto.
O pessoal de guardaria tem de se manter especialmente atento e é reforçado nestas áreas. Também
somos obrigados a restringir o número de entradas
em grupo, que não podem ultrapassar as 20 pessoas
de cada vez.”
Perguntámos à nossa interlocutora como avalia os
serviços prestados pela Securitas e como caracteriza
a relação entre a Casa-Museu e a nossa Empresa.
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Fundação Mary Jane Wilson
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SECURITAS ASSEGURA TRANQUILIDADE NA
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A visita que fizemos à Fundação Mary Jane Wilson sensibilizou-nos particularmente, pela dedicação à
causa humanitária que esta instituição religiosa nossa Cliente mantém há tantos anos na Madeira.
“Pessoalmente, estou muita satisfeita.” – respondeu. “Sempre que se levantam questões, consigo
resposta e solução. Em casos pontuais, obtenho
igualmente um rápido ajuste a qualquer situação
excepcional. É essencial procurar ir ao encontro das
necessidades e encontrar respostas adequadas às
diferentes situações. Não se trata de um serviço
estático. É uma relação profissional de proximidade,
confiança e colaboração mútua. Verifiquei também
muita disponibilidade e compreensão por parte da
equipa que aqui instalou os sistemas electrónicos,
aspecto deveras determinante quando os trabalhos
decorrem em edifícios históricos com condicionantes
próprias.”
Fomos recebidos pela Irmã Maria da Graça Catanho,
Educadora Social e Responsável pela Contabilidade
da Fundação, com quem trocámos impressões sobre
o desenvolvimento da Fundação.
Explicou-nos que o Lar Vila Assunção, valência da
Fundação Mary Jane Wilson, nome da fundadora das
Irmãs Franciscanas de Nossa Senhora das Vitórias,
teve como doadora e como impulsionadora, D. Amélia Bianchi Giorgi.
Contou-nos que D. Amélia se dispôs a oferecer uma
casa a uma Congregação Religiosa que quisesse
encarregar-se do cuidado de 12 senhoras idosas que
se encontrassem em precária situação.
Nesta simpática conversa, trocámos ainda impressões sobre a evolução das exigências de segurança,
tendo a Dr.ª Ana Margarida Camacho comentado a
finalizar: “Estamos numa conjuntura muito complicada, em que é necessário dar cada vez mais atenção
às questões de segurança. Também devemos acompanhar a rápida evolução tecnológica que nesta área
tem disponibilizado novas e rentáveis opções.”
“A casa na qual se encontra o Lar Vila Assunção foi
mandada construir por José Figueira, importante
comerciante do Funchal, recebendo a designação
de ‘palacete’ pelos seus requintes de construção.” –
disse a Irmã Maria da Graça. “Por morte do Sr. José
Figueira, os herdeiros resolveram vendê-la, sendo
adquirida por D. Amélia Bianchi Giorgi que a ofereceu à nossa Congregação para tal finalidade.”
A Congregação, ao tomar posse do imóvel, mudou o
nome de “palacete” para Lar Vila Assunção, em honra
de Nossa Senhora da Assunção que foi designada
padroeira do Lar, cuja inauguração ocorreu no dia 8
de Dezembro de 1956.
Em 30 de Dezembro de 1996, foi assinado o Acordo
de Cooperação entre a Segurança Social e a Fundação, pelo qual 15 vagas são ocupadas pela Segurança Social e 45 pela Direcção do Lar.
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A Congregação das Irmãs Franciscanas de Nossa Senhora das Vitórias foi fundada por Mary Jane Wilson,
em 1884, na Ilha da Madeira.
“Mary Wilson nasceu a 3 de Outubro de 1840, na
Índia, filha do Capitão Charles Wilson e de Mary
James, ambos ingleses e ligados a famílias nobres.”
– relatou-nos a Irmã Maria da Graça. “Orfã de mãe
aos oito meses e de pai aos nove anos, ficou sob o
cuidado da tia Helen, à qual Mr. Wilson recomendou
a educação para servir a Deus e ser membro útil na
sociedade.”
Mary Jane, depois de se converter ao Catolicismo,
vendo-se só e abandonada pela família que lhe restara, resolveu tirar o curso de enfermagem.
“No dia 26 de Maio de 1881, com 41 anos de idade,
desembarca pela primeira vez na Ilha da Madeira
acompanhando uma senhora doente.” – referiu a
Irmã Maria da Graça. “Dois aspectos lhe despertam
particularmente a atenção: a beleza natural e a
profusão de flores, como descreve nas cartas que
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SECURITAS PORTUGAL
dirige para Inglaterra. Mas, se a visão da natureza a
encantava, um espectáculo desolador sob o ponto
de vista moral e espiritual marcava o seu espírito.”
Permanência na Madeira
A Irmã Wilson fica em permanência na Madeira, a
pedido do Bispo do Funchal, D. Manuel Agostinho
Barreto.
Perante tanta necessidade de ajuda, funda dispensários, escolas e dedica-se também à catequese. O seu
ideal era que todas as crianças tivessem pão, soubessem ler, aprendessem a catequese e amassem a
Deus (Carisma). Ajudou gratuitamente e de coração
todos aqueles com quem se deparava, principalmente crianças e idosos.
O volume de trabalho encetado e a necessidade de
dar continuidade às suas obras, cedo levou a Irmã
Wilson a solicitar colaboradoras, tendo-lhe sido
indicada Amélia Amaro de Sá.
a Congregação Franciscana de Nossa Senhora das
Vitórias” – escreveu a Irmã Wilson na sua agenda,
que se encontra também no Núcleo Museológico
com o seu nome.
A Congregação floresce a partir deste ano. Abre
novas Comunidades de Irmãs e escolas em alguns
pontos da Ilha, nas quais se dedicam à formação
integral das crianças, a visitar os pobres e os doentes
nos seus domicílios.
C LIENT E S - VIG IL ÂNCIA MO B I L E
C LIENT E S - VIG IL ÂNCIA MO B I L E
Educação Para Servir a Sociedade
“Amélia Amaro de Sá (Irmã Elisabeth) e a Irmã Maria
de S. Francisco juntaram-se em 1884 para fundar
SECURITAS PORTUGAL
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“Em Abril de 1907, a Irmã Wilson com duas Irmãs,
voluntariamente, dão entrada no Lazareto a fim de
prestar o apoio humano e espiritual aos variolosos”,
segundo revelou a Irmã Maria da Graça.
CLIENTE S - VIG IL ÂNCI A MO B I L E
Causa da Humanidade
El-Rei D. Carlos, atendendo às distintas qualidades
prestadas com abnegação e caridade à causa da humanidade, confere o grau de “Cavaleiro Antigo e mui
Nobre Ordem da Torre e Espada” à Irmã Wilson.
Em Outubro de 1910, com a Proclamação da República, foi dada extinção aos Institutos Religiosos. Os
estrangeiros regressavam ao seu país de origem e a
Irmã Wilson não foi excepção. Ser fundadora de um
grupo de religiosas era motivo suficiente, naquelas
circunstâncias, para se tornar indesejada.
Foi levada, sob domínio das autoridades, para o
Palácio de S. Lourenço até chegar barco que a transportasse para Inglaterra, o que ocorreu no dia 18 de
Outubro do mesmo ano. Confessava não ser nada
fácil assistir à morte de um ideal regado com o suor
de “mais de trinta anos”.
“Dia 1 de Novembro de 1911, a Irmã Wilson regressa à Madeira e tenta reunir as Irmãs que estavam
dispersas”, prosseguiu a Irmã Maria da Graça.
No dia 18 de Outubro de 1916, faleceu a Irmã Wilson. A obra da Irmã Wilson não terminou com a sua
morte, continua a desenvolver-se em vários pontos
do mundo como: Madeira e Porto Santo, Portugal
Continental, Inglaterra, Alemanha, Itália, Congo,
44
SECURITAS PORTUGAL
Angola, Moçambique, África do Sul, Brasil, Índia,
Filipinas, Timor e Tanzânia.
“Nestas comunidades, nós as Irmãs, continuamos
a exercer as mesmas actividades do tempo da
Fundadora: assistência aos doentes nos hospitais e
lares de terceira idade, ensino em escolas e colégios,
apoio ao clero nas paróquias e Instituições da Igreja,
ministração da catequese e outras actividades”,
conforme afirmou a Irmã Maria da Graça.
Relação Saudável e Confiante
A Securitas presta serviços à Fundação Mary Jane
Wilson desde Janeiro de 2004, através de um
contrato de Segurança Integrada que inclui Vigilância
Mobile (Rondas) e sistemas de detecção de intrusão
e CCTV (circuito de vídeo vigilância), que ali instalou.
“Após a intrusão dos amigos do alheio contratámos
a Securitas, que nos garante a nossa segurança.”
– comentou a Irmã Maria da Graça. “Desde então
sentimo-nos mais em tranquilidade a esse respeito,
graças a Deus.”
A finalizar esta nossa conversa, a Irmã Maria da Graça Catanho confirmou que a avaliação dos serviços
prestados pela Securitas é positiva.
“Qualquer solicitação ou disparo do alarme que se
verifique merece rápida intervenção por parte dos
vossos Vigilantes.” – declarou. “A relação entre a Fundação Mary Jane Wilson e a Securitas é uma relação
saudável e confiante.”
AÇORES
REGIÃO AUTÓNOMA
C L I ENTE S
VI G I L ÂNC I A E S P EC I AL I Z ADA
RELAÇÃO FRANCAMENTE BOA
SAAGA – Sociedade Açoreana
de Armazenagem de Gás
A Sociedade Açoreana de Armazenagem de Gás, S.A. (SAAGA) é uma das importantes Empresas da
Região Autónoma dos Açores nossa Cliente. A parceria com a Securitas tem quase 10 anos, a nível da
prestação de serviços de Vigilância Especializada, que garantimos nos seus Parques em S. Miguel, Terceira e no Faial.
A SAAGA é uma Empresa Açoriana do Grupo Galp
Energia, que detém 67,7 por cento do seu capital. O
restante é detido pela Repsol Gás Portugal, S.A., com
25,1 por cento, e por outros pequenos accionistas.
Tendo como interlocutor o Eng.º Aníbal Raposo,
Administrador-Delegado da SAAGA, trocámos
impressões sobre a actividade da Empresa e o nosso
contributo para que esta decorra sem problemas,
pois o nosso objectivo e lema é ser o garante da estabilidade operacional das organizações, em termos
de segurança.
“A actividade da SAAGA teve início em 1971, actualmente opera três Parques de GPL (Gases de Petróleo
Liquefeitos) e dois de CL (outros Combustíveis Líquidos) em quatro Ilhas dos Açores.” – referiu. “Presta,
ainda, serviços de abastecimento de combustível a
aeronaves à Galp Energia nos aeroportos João Paulo
II, na Ilha de S. Miguel, e da Horta, na Ilha do Faial.”
Perguntámos ao Eng.º Aníbal Raposo que investimentos e obras foram recentemente empreendidas na Região Autónoma dos Açores, por parte da
SAAGA.
“Pela sua relevância destacamos nos últimos anos:
a nossa participação com outros parceiros locais no
projecto do novo Parque de Combustíveis da Praia
da Vitória, na Ilha Terceira, que iniciou a sua actividade em 2008 e é operado pela SAAGA; e a completa
remodelação do equipamento de enchimento de
garrafas de butano no Parque da Nordela, Ilha de S.
Miguel”, segundo nos disse.
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SECURITAS PORTUGAL
Importância da Segurança
“A nossa organização, por manipular produtos
potencialmente perigosos mas indispensáveis ao
consumo público, possui desde a sua fundação uma
forte cultura de segurança.” – afirmou o Eng.º Aníbal
Raposo. “Esta cultura, que é suportada por um investimento contínuo na formação do nosso pessoal nas
áreas do Ambiente, Qualidade e Segurança (AQS),
tem-nos permitido operar neste sector da logística
de combustíveis desde há 38 anos sem nenhum
acidente relevante.”
A SAAGA tem um forte compromisso de bom desempenho nas áreas AQS. O seu Sistema de Gestão
de Qualidade e Segurança está certificado pela
APCER, em conformidade com as Normas NP EN
ISO 9001:2000, OHSAS 18001:2007 e NP 4397
de 2001.
Parceiro Credível
A Securitas é responsável pelos serviços de Vigilância nos Parques que a SAAGA opera em S. Miguel,
na Terceira e no Faial.
“A Securitas tem vindo a perfilar-se como um parceiro credível na área da vigilância e segurança dos
nossos Parques, praticando preços competitivos.” –
declarou o Eng.º Aníbal Raposo. “É por estas razões
SECURITAS PORTUGAL
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APTG – Administração dos Portos
da Terceira e Graciosa
A Securitas é parceiro de segurança da Entidade responsável pela Administração dos Portos das Ilhas
Terceira e Graciosa, da Região Autónoma dos Açores. Uma parceria estabelecida há quatro anos, em
que os nossos Vigilantes são frequentemente o rosto da APTG.
CLIE NTE S - VIGI L ÂNC IA E SPE C I AL I ZADA
que tem merecido desde há alguns anos a nossa
confiança. Temos notado ao longo deste percurso
uma melhoria sensível na selecção e formação do
seu pessoal, o que se traduz no seu desempenho.”
Quisémos saber como é que o Administrado-Delegado da SAAGA caracteriza a relação entre a sua
Empresa e a Securitas.
“A nossa relação com a Securitas é francamente
boa.” – afirmou. “Apreciamos muito a disponibilidade existente para analisar connosco as áreas onde
poderemos melhorar a nossa parceria.”
Quanto à evolução das exigências de segurança, o
Eng.º Aníbal Raposo defendeu:
“Apesar dos Açores continuarem a ser uma Região
tranquila não podemos esquecer que vivemos
num mundo pouco seguro. É por esta razão que as
exigências de segurança são, também aqui, cada vez
maiores. Penso que a chave do sucesso neste sector
de actividade passa por: uma atenção muito especial
às necessidades reais dos Clientes e à introdução
das novas tecnologias; pela melhoria contínua nos
procedimentos e na selecção e formação do pessoal;
e, por último mas com importância fundamental,
pela prática de preços competitivos.”
C L I ENTE S
VI G I L ÂNC I A E S P EC I AL I Z ADA
RIGOR E COMPETÊNCIA
A Administração dos Portos da Terceira e Graciosa,
S.A., abreviadamente designada por APTG, S.A.,
tem a natureza de sociedade anónima de capitais
exclusivamente públicos. O seu objecto social contempla a administração dos portos das Ilhas Terceira
e Graciosa, visando a sua exploração e desenvolvimento e abrangendo o exercício das competências e
prerrogativas de Autoridade Portuária.
A APTG, S.A. integra o Sistema Portuário da Região
Autónoma dos Açores, cujo modelo de organização
foi reestruturado em 2003, tendo em vista que a
gestão dos portos da Região se passasse a pautar
por objectivos de carácter empresarial, sem prejuízo
da prestação do serviço público portuário, actividade
essencial ao sistema logístico Regional.
Colocámos algumas questões ao Administrador da
APTG, Eng.º Luís Dutra, a primeira das quais relativa
aos desafios com que esta importante Entidade se
depara na Região Autónoma dos Açores.
“Prestar um serviço portuário de qualidade, reconhecido e eficiente.” – declarou o nosso interlocutor.
“Assegurar a melhoria contínua e sustentável da produtividade e nível de serviços, actuando sobre factores críticos como: custos, tempos, infra-estruturas e
equipamentos, segurança, sistemas de informação e
comunicação e formação.”
A segurança é, obviamente, muito importante para a
actividade da APTG. Sobre esta matéria, o Eng.º Luís
Dutra afirmou:
“O transporte marítimo e o sistema portuário que lhe
está associado são, pela sua importância económica
e especificidade operacional, sectores sensíveis e ao
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SECURITAS PORTUGAL
SECURITAS PORTUGAL
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mesmo tempo vulneráveis em matéria de segurança
(safety e security). Por consequência, a segurança,
tomada no seu sentido mais lato, é considerada pela
APTG como um dos factores críticos associados ao
nível dos serviços que presta.”
Na Ilha Terceira, a Securitas presta serviços de
segurança à APTG nos portos da Praia da Vitória e de
Angra do Heroísmo, instalações que satisfazem os
requisitos de certificação exigidos pela Convenção
Internacional para a Salvaguarda da Vida no Mar,
SOLAS (Safety of Life at Sea) e pelo Código Internacional para a Protecção dos Navios e das Instalações
Portuárias, ISPS (International Ship and Port Security
Code).
Pedimos igualmente para, em breves palavras, caracterizar a relação entre a Securitas e a APTG, S.A.
“Estável, fiável e segura”, segundo declarou o Eng.º
Luís Dutra.
Brio Profissional
“Os profissionais da Securitas garantem presencialmente, 24 horas por dia, a segurança das instalações, com responsabilidades directas em termos de
controlo de acessos, inspecção de viaturas, registo
de embarcações, serviço de rondas e instalação,
operação e manutenção de CCTV (vídeo vigilância).”
– referiu o Eng.º Luís Dutra. “Na Marina d’Angra são
frequentemente o rosto da APTG, acolhendo ou
despedindo-se da tripulação do veleiro que cruza o
Atlântico.”
Relativamente ao desempenho dos Colaboradores
da Securitas, dos princípios pelos quais a nossa
Empresa se norteia e pela chefia da nossa Filial dos
Açores, o Eng.º Luís Dutra comentou:
“O empenho individual e o aprumo e brio profissional
são traços distintivos dos elementos que integram as
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SECURITAS PORTUGAL
equipas da Securitas ao serviço da APTG, reveladores do cuidado e critério dos processos de selecção,
formação e gestão de recursos humanos que o
Responsável local tem sabido conduzir com responsabilidade e dedicação.”
As questões que seguidamente colocámos ao
Administrador da APTG foi como avalia, nestes
quatro anos de parceria, os serviços prestados pela
Securitas e como vê a evolução da segurança, em
geral.
Por último, quisemos saber como este responsável
encara a evolução das exigências de segurança.
“Passa pela uniformização e reforço de regras no que
se refere às medidas de Segurança Portuária, por
dispositivos de aplicação das regras, mecanismos de
controlo de conformidade e pela utilização crescente
de meios tecnológicos complementares e/ou alternativos”, segundo defendeu.
“Os quatro anos de parceria são a evidência de uma
relação que se consolidou, fruto do rigor e competência dos profissionais da Securitas.” – respondeu-nos. “A atitude pró-activa, o acompanhamento
assíduo e a comunicação eficaz da estrutura de
coordenação local, contribui, em muito, para a avaliação positiva que fazemos dos serviços prestados
pela Securitas.”
SECURITAS PORTUGAL
CLIE NTE S - VIGI L ÂNC IA E SPE C I AL I ZADA
CLIE NTE S - VIGI L ÂNC IA E SPE C I AL I ZADA
“A prevenção de riscos e ameaças, garante da
segurança de pessoas e integridade de instalações,
equipamentos e bens, é crucial para o desempenho
dos portos”, acrescentou.
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V I G I L ANTE EM ACÇ ÃO
Reproduzimos também o ofício do Director do
Departamento Municipal de Museu e Património Cultural, da Câmara Municipal do Porto,
relativamente ao Vigilante Paulo Moreira, pelo
elogio recebido de uma entidade externa àquele
Departamento, devido ao acolhimento que teve
por parte deste nosso Colaborador.
LOUVORES DE CLIENTES
Quem Faz a Diferença
VIG IL ANT E EM ACÇ ÃO
Nesta edição damos especial relevo à declaração do
Departamento de Acção Social, da Câmara Municipal de
Lisboa, salientando as qualidades do nosso Vigilante José
Joaquim Saraiva no exercício das suas funções.
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SECURITAS PORTUGAL
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Merecido destaque tem igualmente a carta
de particular, remetida à Administração da
Securitas, pela actuação do nosso Vigilante
Virgílio Oliveira, que presta serviço no Cemitério dos Prazeres.
SECURITAS PORTUGAL
Reproduzimos ainda na íntegra
carta enviada pela Bastonária da
Ordem dos Enfermeiros, sublinhando a qualidade da equipa da
Securitas que ali presta serviço,
incluindo os respectivos coordenadores: Vigilantes Manuel
Carmo, Fernando Rosa, Luís
Cardoso, Judite Correia e Susana
Fernandes, bem como o Supervisor Miguel Fernandes e o Chefe
de Filial Luís Silva.
SECURITAS PORTUGAL
VIG IL ANT E EM ACÇ ÃO
VIG IL ANT E EM ACÇ ÃO
Da esquerda para a direita:
Vigilantes Fernando Rosa, Susana Fernandes,
Luis Cardoso, Judite Correia e Manuel Felicissimo
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Equipa da Securitas – Cliente Grupo Cabelte
Em mail dirigido à Securitas, a Cabelte expressou
o seu agradecimento pelo “precioso contributo” da
equipa de Vigilantes que ali presta serviço e que foi
incansável para que a visita do Ministro da Economia
e Inovação, seus assessores e comitiva decorresse
da melhor forma.
VIG IL ANT E EM ACÇ ÃO
Vigilantes Paulo Sérgio, Nuno Rodrigues e Hugo
Mendonça – Cliente: Fórum Castelo Branco
A Loja do Gato Preto do Forum Castelo Branco
dirigiu, por carta, o seu agradecimento pela pronta
intervenção dos Vigilantes da Securitas, determinante para debelar um foco de incêndio que ali se verificou, bem como pelo apoio prestado posteriormente.
Esta situação foi visionada na Central de Segurança
pelo Vigilante Hugo Mendonça, transmitindo-a de
imediato aos seus colegas, que actuaram de seguida mesmo com risco da sua integridade física, pois
o Vigilante Paulo Sérgio acabou por sofrer danos
corporais.
Vigilantes Tiago Santos e António Leite – Cliente:
Aveiro Expo
Através de mail, uma Colaboradora da Empresa
Artsensor, que teve um stand/expositor na Aveiro
Expo, agradeceu a rápida intervenção, simpatia e
excelente desempenho destes nossos Vigilantes,
perante uma situação de agressividade por parte de
um visitante. Expressou também a sua gratidão por
ter sido acompanhada por estes nossos Colaboradores à sua viatura, para que abandonasse o recinto em
segurança.
Vigilante Isabel Lisboa – Cliente: Aicep Portugal
Global
O Administrador desta entidade nossa Cliente, através de carta, reconheceu a qualidade da prestação
de serviços desta nossa Vigilante, sublinhando a sua
assiduidade, pontualidade, disponibilidade, diligência
e elevado profissionalismo, manifestando “o apreço
pelo seu desempenho, digno de uma referência
excelente”, conforme declarou.
Vigilante José Garabito e Equipa – Cliente:
IGESPAR – Instituto de Gestão do Património
Arquitectónico e Arqueológico, IP
O Chefe de Divisão de Arqueologia Preventiva e
de Acompanhamento do IGESPAR, expressou, via
mail, o seu agradecimento à equipa de Vigilantes a
exercer funções naquelas instalações, destacando o
desempenho do Vigilante José Garabito pela prontidão da sua intervenção numa situação de furto, que
resultou na recuperação dos bens roubados.
FALECIMENTOS
Vigilantes Hugo Barros, Nuno Rodrigues e Marta
Horta – Cliente: CascaiShopping
Ocorrência presenciada e participada pelo Director
Comercial da Loomis, Mário Violante, no CascaiShopping, onde se encontrava quando teve a oportunidade de ajudar um casal com uma criança de colo
em convulsões. Relatou a rápida comparência, bem
como a oportuna e determinante acção organizada
dos referidos Vigilantes, que permitiu que a criança
recebesse a assistência necessária, na Enfermaria do
Centro Comercial, detendo a interferência de outros
visitantes, movidos pela curiosidade natural em
relação ao incidente.
É com profundo pesar que prestamos aqui
homenagem a dois Graduados da Securitas que
faleceram recentemente.
Vigilante Artur Carvalho – Cliente: REN Gasodutos SA
Este nosso Cliente, via mail, expressou os seus agradecimentos pela imediata intervenção deste nosso
Vigilante que, possuindo formação e experiência de
primeiros socorros, auxiliou uma Colaboradora da
REN que se sentiu mal, acompanhando-a posteriormente ao hospital.
Chefe de Filial Luís Freire e Equipas Securitas –
Cliente: Automóvel Clube de Portugal (ACP)
Através de mail, o Responsável pelos Serviços
Gerais e Aprovisionamento do ACP agradeceu “a
extraordinária dedicação, profissionalismo e disponibilidade” que o nosso Chefe de Filial sempre
manteve na “excelente relação comercial de longos
anos”, procurando satisfazer os pedidos efectuados
e resolvendo problemas surgidos. O Responsável
do ACP quis igualmente deixar o seu testemunho
relativamente ao que considerou a “extraordinária
prestação” das equipas Securitas, às quais reconheceu um elevado sentido no cumprimento do dever.
A todos os nossos Colaboradores que foram alvo
destes louvores, contribuindo significativamente
para a satisfação dos nossos Clientes e sucesso
da Securitas, manifestamos o nosso apreço por
dignificarem a Empresa e constituirem um exemplo a ser seguido por todos.
Homenagem
António José Varela Rijo, Responsável pela
Filial onde estes dois Colaboradores mais
anos desempenharam funções, manifestou
o seu pesar pela perda destes Colegas, cujos
valores humanos, entrega profissional e
amizade sempre marcaram a sua carreira
na Securitas.
NAC I ONAL
Relativamente a outros mails e cartas de louvor
que recebemos, sintetizámos o seu conteúdo,
por não nos ser possível publicar os mesmos na
íntegra:
Nelson Tavares - Iniciou a sua actividade na Securitas em 10 de Agosto de 1978. Supervisor desde
1982, exerceu funções em várias Filiais. A partir
de 2004 esteve em serviço em várias Portarias até
Dezembro de 2005. De Janeiro de 2006 até à data
do seu falecimento, que ocorreu em 17 de Outubro
de 2008, exerceu funções de Supervisor/Residente
no nosso Cliente ISEL - Instituto de Engenharia de
Lisboa.
Manuel Santos Marques – Começou a exercer
funções na Securitas em 6 de Julho de 1977. A
partir de 1982, passou a desempenhar funções de
Supervisor, tendo trabalhado em várias Filiais. Em
Dezembro de 2005, foi colocado em serviço no
nosso Cliente Santa Casa da Misericórdia – Departamento de Jogos, em Camarate. Faleceu no dia 15 de
Janeiro de 2009.
Às Famílias de ambos, os nossos mais sinceros e
sentidos pêsames.
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SECURITAS PORTUGAL
SECURITAS PORTUGAL
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NA FILIAL NORTE
Nos dias 7 e 8 de Maio teve lugar, na nossa Sede,
em Linda-a-Velha, a Reunião da SEGAD - Securitas
European Global Accounts Department.
No dia 26 de Março do corrente ano, foi concluído
mais um programa de reconhecimento e atribuição
de Certificação do 9.º ano a 13 colaboradores da
Securitas pertencentes à Filial Norte.
O encontro, que teve a participação dos Representantes neste órgão dos principais Países Europeus,
decorreu de forma muito produtiva, possibilitando,
mais uma vez, a troca de conhecimentos e experiências entre os vários Países.
Para além da qualificação dos Colaboradores da
Securitas, tal facto valoriza também a própria Empresa, sendo de louvar o espírito empreendedor das
pessoas que nele participaram.
Novas Oportunidades
Reunião SEGAD
Para além da análise da actividade da SEGAD, foram
discutidas questões abrangentes relacionadas com
vários Projectos de Desenvolvimento em curso, que
irão ter impacto próximo no desempenho da Securitas a nível Europeu.
As qualificações ora obtidas conduzem à valorização
profissional dos Colaboradores, o que lhes permite
almejar novas oportunidades para o futuro.
A todos os que participaram neste programa de
RVCC - Reconhecimento, Validação e Certificação de
Compêtencias, desejamos muitos sucessos profissionais.
FORMAÇÃO EM ESPANHA E PORTUGAL
Securitas Management Training
Este SMT é uma adaptação ibérica do curso com
idêntica denominação que se realiza a nível internacional. Trata-se de uma ferramenta chave para o
crescimento e desenvolvimento tanto da Securitas
como dos quadros que nele participam.
A foto à esquerda reporta-se aos Participantes do
SMT Ibérico.
SECURITAS PORTUGAL
Da esquerda para a direita:
Cátia Sousa (Administrativa Securitas), Sr. Joaquim Gil (DAN),
Dr.ª Joana Silva (Facila), Dr.ª Patrícia Vieira (IEFP - Sector Terciário
do Porto), Daniel Seixo (Vigilante), Manuel Moreira (Vigilante),
Manuel Guedes (Vigilante), José Dias (Vigilante), Manuel Rocha
(Vigilante), Dr.ª Eunice Cruz (IEFP - Sector Terciário do Porto),
Dr.ª Sílvia Mendonça (IEFP - Sector Terciário do Porto), José Martins
(Escalador), Luciano Fonseca (Vigilante), António Marinho (Vigilante), Carlos Fonseca (Vigilante), Eduardo Araújo (Vigilante), António
Pinto (Vigilante), Luís Peixoto (Vigilante), Jaime Miranda (Vigilante)
COLHEITA DE SANGUE
A acção de Formação do Securitas Management
Training – SMT, envolvendo Portugal e Espanha, teve
lugar recentemente, tendo o último módulo do mesmo sido realizado na nossa Sede, em Linda-a-Velha.
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NAC I ONAL
E V ENTOS
NA NOSSA SEDE
No âmbito da campanha do IPS – Instituto Português
do Sangue, e à semelhança de anos anteriores, teve
lugar uma colheita de sangue no nosso Centro de
Formação da Sede, em Linda-a-Velha, no passado dia
2 de Fevereiro, entre as 9h00 e as 13h00. Com este
pequeno contributo, continuamos a assumir a nossa
quota-parte de responsabilidade para com uma causa
sempre meritória e de grande relevância.
Da esquerda para a direita, os Vigilantes:
Carlos Fonseca, Luís Peixoto, Daniel Seixo, Manuel Moreira, Manuel
Guedes, José Martins, José Dias, Jaime Miranda, António Pinto,
Luciano Fonseca, António Marinho, Eduardo Araújo, Manuel Rocha
SECURITAS PORTUGAL
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Download

madeira - Securitas