Oficina do Futuro Árvore dos Sonhos Grupo Vida • Jardim Mutinga • Barueri Agentes Comunitários de Saúde Oficina Temática Sobre Meio Ambiente Campo Limpo [índice] [1] quem somos? 4 [2] projeto convivência e parceria 5 [3] o que é a agenda 21 11 [4] agenda 21 do OBATI 13 [5] temas [A] água, saneamento e uso do solo 14 [B] cultura, esporte e lazer 16 [C] lixo 18 [D] saúde 20 [E] geração de trabalho e renda 22 [F] redes e comunicação 24 [6] contatos e parceiros 26 [7] agradecimentos 30 1 [quem somos] [Instituto Ecoar para a Cidadania] [Petrobras] O Instituto Ecoar para a Cidadania é uma associação civil sem fins de lucro, criada em 1992 por um grupo de ambientalistas, pesquisadores e profissionais, que tem como missão contribuir para a construção de sociedades sustentáveis. Fundada em 1953, a Petrobras é a maior empresa brasileira e a 12a em todo o mundo no setor de petróleo e gás, onde atua em todos os seus segmentos, desde exploração e produção até transporte, refino e distribuição. Reconhecida internacionalmente por sua tecnologia de produção em águas profundas, a Petrobras também está continuamente investindo na redução do impacto de seus produtos sobre o meio ambiente, contribuindo para um modelo empresarial que promova o desenvolvimento sustentável da sociedade. Em 2000 deu início ao maior programa já elaborado no país visando equiparar-se às melhores empresas de petróleo do mundo em segurança e respeito ao meio ambiente. O Programa de Excelência em Gestão Ambiental e Segurança Operacional envolve todas as Unidades da Petrobras, totalizando mais de 3 mil projetos e cerca de R$ 3,2 bilhões. Trata-se de uma autêntica revolução, jamais experimentada por uma empresa brasileira. Petrobras – Uma empresa com atuação responsável na preservação do meio ambiente e no desenvolvimento social do país. [Transpetro] Maior empresa de transporte e logística da América Latina, a Transpetro é uma subsidiária da Petrobras que atua no transporte e armazenamento de petróleo e seus derivados, respeitando o meio ambiente e promovendo o desenvolvimento do país. A Transpetro conta com 43 terminais, mais de 9 mil quilômetros de dutos e 59 navios da Frota Nacional de Petroleiros (Fronape). Na busca da qualidade, a Transpetro aprimora os seus serviços, investe na automação de seus processos e na implantação dos mais avançados sistemas de segurança. A rede de dutos e os terminais contam com as certificações ISO 9002, ISO 14001 e BS 8800. A Fronape, com base nos critérios do Prêmio Nacional de Qualidade (PNQ), recebeu os certificados Código ISM, ISO 9002, ISO 14001 e os prêmios Top Ecologia 1997 e 1998, e Fiesp/Revista Ambiente 1999 e 2000. Para tanto, desenvolve programas de Educação Ambiental, Cidadania, Conservação e Recuperação de Recursos Naturais, aliando ação local e global e estimulando a formação de uma consciência cidadã e planetária. Ecoar os princípios da educação ambiental, de forma que valores éticos, como cooperação, solidariedade, generosidade, tolerância, dignidade, respeito à diversidade, possam permear o cotidiano das pessoas, tem sido a razão de existir do Instituto Ecoar para a Cidadania. A idéia do Projeto Convivência e Parceria surge da compreensão da educação como forma de intervenção no mundo e como uma importante ferramenta na melhoria da segurança, e da qualidade ambiental e de vida das comunidades que vivem no entorno da faixa de duto do OBATI. [Instituto Crescer para a Cidadania] O Instituto Crescer para a Cidadania surge como a concretização de trajetórias de seus fundadores que, há mais de 20 anos, vêm trabalhando para melhorar as condições sociais da população de baixa renda do país. Esse grupo de pessoas, dirigentes do Crescer, acredita que a melhoria dessas condições ocorrerá por meio de um intenso processo de educação das comunidades. Assim sendo, constituem o Instituto com o objetivo de capacitá-las e prepará-las para sua inserção na sociedade. O conhecimento e a metodologia de promoção dessa população vêm sendo utilizados com êxito em diversos projetos desenvolvidos ao longo destes anos. À medida que melhoram as condições de habitação, saneamento, saúde, alimentação e renda dessas comunidades, a sua relação com o meio ambiente torna-se menos degradante e as compromete com a preservação. Essas experiências realimentam o processo e, cada vez mais, os resultados propostos são alcançados, trazendo o reconhecimento da população aos efeitos desses programas na melhoria de sua condição de vida. 2 [projeto convivência e parceria] [um grande desafio] O Projeto Convivência e Parceria nasceu de um grande desafio: garantir a integridade do duto OBATI (oleoduto Barueri-Utinga) e a segurança da população que vive em seu entorno, além de contribuir para a melhoria da qualidade de vida das comunidades que vivem em áreas de risco e densamente urbanizadas da região metropolitana de São Paulo. A Petrobras, o Instituto Ecoar para a Cidadania e o Instituto Crescer estão fazendo desse desafio uma realidade. O Projeto Convivência e Parceria é parte integrante do PEGASO (Programa de Excelência em Gestão Ambiental e Segurança Ocupacional), do Sistema Petrobras, e considerado pioneiro por sua proposta de estabelecer uma profícua parceria entre a empresa, a população e as instâncias do poder público que atuam na área de abrangência da faixa do OBATI. O OBATI é um poliduto que transporta gasolina, álcool, óleos combustíveis e gás de cozinha (GLP). Em seus 50 quilômetros de extensão passa, a uma profundidade média de 1 a 3 metros, por oito municípios: Barueri, Osasco, São Paulo, Taboão da Serra, Diadema, São Bernardo do Campo, Santo André e São Caetano do Sul. No município de São Paulo a dutovia atravessa as regiões do Butantã, Campo Limpo, Capão Redondo, Capela do Socorro, Cidade Ademar e Jabaquara, o equivalente a 53% do total das faixas de dutos. O OBATI cruza as principais rodovias do estado de São Paulo: Castelo Branco (SP 280), Raposo Tavares (SP 270), Régis Bittencourt (BR 116), Imigrantes (SP 160) e Anchieta (SP 150). Nas áreas vizinhas concentram-se os principais parques industriais do País, destacando-se as zonas industriais dos municípios do ABCD, de Osasco e de Santo Amaro e Jaguaré, estes últimos na Capital paulista. [5] O intenso e desordenado processo de urbanização na região metropolitana de São Paulo teve como conseqüência a ocupação de áreas impróprias às atividades urbanas. O custo dos terrenos, a impossibilidade de acesso ao sistema imobiliário formal e à oferta de habitações com preços populares contribuíram para a ocupação de áreas vulneráveis, expondo as populações residentes a situações de riscos. A maioria dos assentamentos humanos instalados em áreas como encostas, topos de morros, fundos de vales e várzeas, bem como em áreas lindeiras às linhas de alta tensão, às tubulações de gás e às faixas dos dutos do Sistema PETROBRAS, encontra-se em situação que requer vigilância e cuidados específicos permanentes. As ações e atividades do projeto visam o despertar do sentimento de pertencer, todos nós, à delicada, complexa e interativa teia da vida e o despertar do sentido de cidadania ativa, contribuindo, dessa forma, para a autonomia e emancipação das comunidades envolvidas. [conhecer para cuidar] A Caracterização e Diagnóstico Sócio-ambiental dos 50 quilômetros das áreas lindeiras ao OBATI deu início à implementação do Projeto Convivência e Parceria. Realizado de forma participativa, permitiu a definição dos “pedaços” do OBATI mais apropriados para serem pólos de irradiação das ações Nessas áreas, a maioria das habitações é precária e não-atendida por serviços e equipamentos sociais como água, esgoto, energia elétrica, coleta de lixo, lazer e recreação. A ausência desses serviços e equipamentos faz com que os moradores recorram a soluções de alto risco (“gatos” e “gambiarras”) para satisfazer suas necessidades elementares. Essas situações interferem nos serviços de manutenção, de atendimento às emergências e prevenção de acidentes por parte da Transpetro, dos Conselhos de Defesa Civil e das concessionárias de serviços públicos. de Educação Ambiental e de Comunicação Social. Uma equipe de urbanistas, arquitetos e geógrafos somou-se à equipe de educadores ambientais do projeto e percorreu a faixa, identificando suas características, classificando os tipos de interferências, avaliando as áreas de maior e menor pressão, mapeando todos os tipos de equipamentos públicos presentes, como escolas, postos de saúde e também as entidades sociais e lideranças comunitárias. [o compromisso de transformar a realidade] O resultado desse trabalho, apresentado em uma série de Os objetivos do Convivência e Parceria estão centrados no compromisso de envolvimento e sensibilização dos diversos atores sociais sobre: os riscos significativos a que estão expostas as comunidades lindeiras e o ambiente natural; as condições de preservação da integridade dos dutos, da qualidade de vida e de segurança do ambiente humano e os procedimentos de prevenção a acidentes por meio da adequada utilização da faixa dominial do OBATI. Incluir a comunidade no processo de gestão do espaço compartilhado junto à faixa do OBATI e contribuir para a melhoria de sua qualidade de vida são os compromissos que a Petrobras assume no exercício de sua responsabilidade sócio-ambiental. Reunião de articulação dos atores sociais E.E. Professor João Ernesto Faggin – Vila Clara, São Paulo mapas, fotos e quadros analíticos, possibilitou à empresa uma visão ampla e atualizada do contexto em que suas instalações dutoviárias estão inseridas e tornou-se um importante balizador para ações, obras de melhoria e para a manutenção do duto OBATI. As ações de Educação Ambiental e de Comunicação Social que se seguiram fizeram florescer as condições para a criação de parcerias entre Petrobras, lideranças comunitárias, órgãos das administrações municipais, concessionárias de serviços, agentes comunitários de saúde, escolas e entidades da sociedade civil. Reunião de moradores Vila Clara, São Paulo [formando parcerias] [construindo o futuro] As obras prioritárias para garantir a integridade do duto, As reuniões de apresentação do projeto, as Oficinas de Futuro e as Oficinas Temáticas são ferramentas estruturadoras das ações do Programa de Educação Ambiental do Projeto Convivência e Parceria. a segurança e o bem-estar da população, mapeadas no Diagnóstico, apontaram para a necessidade de intervenções conjuntas da Transpetro, de órgãos públicos e de diversas concessionárias de serviços públicos, assim como para o envolvimento e comprometimento das associações comunitárias locais e de entidades da sociedade civil que atuam na área. As articulações com os parceiros buscaram combinar e valorizar a execução das obras de manutenção do poliduto e de melhoria da faixa, parte das rotinas operacionais da Transpetro, com as demandas formuladas pelas comunidades em cada Pedaço. Ao mesmo tempo, essas articulações visaram estimular os parceiros a agregar benefícios às obras do Sistema Petrobras, atendendo às demandas da população nos itens que se inserissem em sua esfera de atuação. Com a participação da comunidade as obras de manutenção do OBATI promoveram grandes mudanças! Oficina de Futuro Grupo Vida Jardim Mutinga • Barueri Desde do início da intervenção em campo, a equipe de educadores do projeto foi conquistando a confiança da comunidade. Aos poucos, grupos de moradores, associações de bairros, escolas, grupos de jovens e de terceira idade, grupos culturais e tantos outros foram atendendo ao convite para participar das Reuniões de Faixa, onde conheciam o duto e os objetivos do projeto e das Oficinas de Futuro, detectando os problemas e as alternativas de solução para seu Pedaço. As Oficinas Temáticas têm por objetivo capacitar, difundir conhecimentos específicos e instrumentalizar a população local para uma atuação comunitária e profissional mais qualificada. Os temas foram escolhidos pelos próprios participantes, que apontaram seus interesses, suas prioridades e desejo de aprender mais sobre determinadas questões. Foram realizadas oficinas temáticas sobre: segurança, saúde e saneamento ambiental, geração de trabalho e renda, formação de redes, comunicação e difusão de informações – rádio e jornal, grafitagem. [Agenda 21 do Obati] Ao longo do período das oficinas e das atividades do Projeto Convivência e Parceria, foi sendo desenhado um plano de ação para a melhoria de cada comunidade. Esse plano, descrevendo os problemas e propostas de solução, parceiros, prazos e responsáveis, é o que chamamos de “Agenda 21 do Pedaço”. Cada grupo fez a sua e a reunião de todas essas idéias é que deu origem à Agenda 21 do OBATI, que mais à frente se apresenta. capazes de fomentar e facilitar a Rede de Cidadania Ativa, proposta pelos programas de Educação Ambiental e de Comunicação Social. O enraizamento das ações do projeto na comunidade é a garantia de sua sustentabilidade. [quem se comunica multiplica!] O Programa de Comunicação Social, ferramenta de suporte da Educação Ambiental, também foi peça fundamental das engrenagens do projeto. Com a distribuição de folhetos explicativos, cartazes, exibição de vídeos, elaboração e distribuição do jornal mensal OBATI Informa, dos Boletins do Pedaço e de um programa diário de rádio, foi possível informar a população sobre questões de segurança, saúde, meio ambiente, cultura e também divulgar toda uma gama de eventos, atividades, trabalhos comunitários já realizados ou em andamento na comunidades. A proposta, entretanto, era chegar mais longe. Mais do que oferecer informações, a equipe de comunicação estimulou a comunidade a se expressar, dizer o que pensa, mostrar seus talentos e produzir ela mesma as notícias que gostaria de receber. Oficina temática - Água Obra do Berço – Campo Limpo, SP O momento de reunião das agendas locais deu-se em um grande encontro-seminário do qual participaram pessoas de todas as áreas de entorno da faixa de duto. Cerca de 400 pessoas, durante um dia inteiro, trabalharam juntas na elaboração de uma Agenda de Compromisso com a segurança e com a melhoria de vida na área de influência do OBATI. [a caminho da sustentabilidade] O Projeto Convivência e Parceria envolveu em suas ações e atividades, cerca de 10 mil pessoas de forma direta e 50 mil de forma indireta. Entre as respostas mais evidentes das comunidades ao projeto, destaca-se o surgimento e/ou fortalecimento de entidades comunitárias. Nestas, os moradores mobilizados desenvolvem práticas comunitárias, contribuem para a resolução dos problemas de seu bairro e colaboram com os inspetores de faixa da Transpetro. Os “monitores locais”, contratados do Projeto para atuar no pedaço onde vivem e têm sua rede de relações, são exemplos efetivos da formação e capacitação de “agentes multiplicadores” Oficina com agentes de saúde Campo Limpo, SP A partir das oficinas de comunicação, jovens moradores dos pedaços foram capacitados e tornaram-se correspondentes de campo, escrevendo, fazendo entrevistas e participando da edição de Boletins dos Pedaços, do jornal OBATI Informa e do programa de rádio. Além da divulgação das conquistas e dos desafios de cada pedaço, foi estimulada a troca de experiências entre as comunidades mobilizadas, o que contribuiu para estabelecer e ampliar parcerias entre os grupos e também entre os veículos de comunicação que atuam na área de abrangência do OBATI. Oficina com os Agentes de Saúde Barueri Árvore dos Sonhos Oficina de Futuro [tecendo a rede da co-responsabilidade] A formação da Rede de Cidadania do OBATI, tecida com os fios da cooperação, da solidariedade, do compromisso e da co-responsabilidade, é conseqüência das ações desenvolvidas durante a implantação dos programas de Educação Ambiental e de Comunicação Social. Envolvendo a população que vive no entorno da faixa de dutos da Petrobras/Transpetro, instituições e grupos locais, bem como outros agentes responsáveis pela área, esta Rede de Cidadania visa ao estabelecimento de parcerias permanentes e à realização de ações voltadas à melhoria da qualidade ambiental e de vida local. 3 [o que é a agenda 21] A proposta foi bastante criticada, principalmente porque congelava desigualdades e não previa mudanças nos padrões adotados pela sociedade. De qualquer forma, pela primeira vez as limitações ambientais estavam sendo consideradas. No início os seres humanos viviam em pequenos grupos, que percorriam largas extensões praticando a caça. Capturavam animais e coletavam raízes, folhas, frutos e sementes – eram nômades. [Conferência de Estocolmo, ONU, 1972] Debatendo o tema “Crescimento Econômico e Meio Ambiente”, essa Conferência apontou para o surgimento de uma nova visão das relações entre meio ambiente e desenvolvimento. Passaram gradativamente a confeccionar ferramentas de pedra, osso e madeira e a construir abrigos e a fazer vestimentas, aumentando suas possibilidades de apropriação da natureza. Descobriram o uso do fogo e começaram a domesticar animais e a cultivar plantas. Essas descobertas possibilitaram a fixação dos grupos, que passaram, então, a ser sedentários. As discussões em Estocolmo explicitaram os conflitos entre os países desenvolvidos e os não-desenvolvidos. O Brasil defendeu, à época, o desenvolvimento a qualquer custo e não reconheceu a gravidade dos problemas ambientais. Surgiram os primeiros assentamentos humanos: as cidades. O crescimento não parou. Com a mineração e a fundição, o desenvolvimento tecnológico avançou e, com a Revolução Industrial, a humanidade começou a absorver todo o “capital” da Terra. Estocolmo representou um avanço nas negociações entre países e se tornou o marco para o entendimento dos problemas planetários, adotando como slogan “Uma única Terra” e propondo a busca de uma nova forma de desenvolvimento para o mundo. [nosso futuro comum] Lixo, fumaça e produtos químicos envenenaram o ar, a água, o solo e a saúde das pessoas. Durante o restante da década de 70, a humanidade buscou conhecimentos e entendimentos para propor uma nova sociedade, de caráter local e global. O Ocidente capitalista e o Oriente comunista não tinham as mesmas idéias para o mundo, mas para atingir seus objetivos utilizavam os mesmos métodos de produção, entendendo a natureza como infinita e explorando-a intensamente. Em 1983 foi criada, por decisão da Assembléia Geral da ONU, a CMMAD (Comissão Mundial de Meio Ambiente e Desenvolvimento. [uma nova visão: problemas globais] Em 1969, o governo da Suécia, propôs à ONU (Organização das Nações Unidas), uma reunião para tratar desses problemas globais. A Comissão circulou o mundo e encerrou seus trabalhos em 1987 com um relatório chamado de “Nosso Futuro Comum”. É nesse relatório que se encontra a definição de desenvolvimento sustentável mais aceita e difundida em todo o Planeta, a saber: “desenvolvimento sustentável é aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade das gerações futuras de satisfazerem suas próprias necessidades”. Segundo a Comissão, o desafio era trazer as considerações ambientais para o centro das tomadas de decisão econômicas e para o centro do planejamento futuro nos diversos níveis: local, regional e global. [Clube de Roma] [Rio 92] Em 1971, o Clube de Roma, grupo de empresários, políticos e pensadores europeus preocupados com as possibilidades futuras do crescimento econômico e social, encomendou ao MIT (instituto de Tecnologia de Massachussets), Estados Unidos, um relatório que levou o nome de Limites do crescimento. A Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento foi realizada no Rio de Janeiro entre 3 e 14 de junho de 1992 e teve grande importância para reforçar e ampliar essa nova abordagem ambiental, que já vinha sendo discutida em documentos anteriores. O resultado desse estudo foi a proposta chamada de “Crescimento Zero”, na qual se dizia que só se a população e a indústria parassem de crescer seria possível assegurar a continuidade da atividade econômica e da espécie humana no Planeta. Contou com a presença de 170 países e centenas de organizações da sociedade civil cuja ação obteve relevante impacto ao demonstrar claramente os limites da exploração da natureza. Depois da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), cresceu a idéia de produção sem qualquer restrição, o que agravou de tal forma a degradação ambiental que fronteiras começaram a ser rompidas. A poluição de rios internacionais, a chuva ácida, o buraco na camada de ozônio, o efeito estufa... não podem ser tratados localmente. [11] A idéia de desenvolvimento sustentável ganha força e essa nova visão implica a implantação de um modelo de desenvolvimento que garanta a manutenção da vida no Planeta sob todos os aspectos. Surge a Agenda 21, um documento que propõe novos modelos políticos para o mundo em busca do desenvolvimento sustentável. [Agenda 21 Global] A Agenda é na verdade um grande programa recomendado para todos, ou seja, para governos, instituições, organizações da sociedade civil e para os cidadãos e cidadãs de todos os cantos da Terra. Apresenta um conjunto de estratégias, distribuídas em seus 40 capítulos, que possibilitam a reversão da degradação do Planeta. Estratégias que devem ser aplicadas nos diversos níveis de atuação humana, local, regional, nacional e internacional. Sua implantação deve acontecer de forma gradual e participativa. Ela é fio que nos conduz à sobrevivência e só poderá ser implementada com o envolvimento de todos. [Agendas Estaduais e Municipais] A Agenda 21 Brasileira partiu dos princípios estabelecidos na Agenda 21 Global e estabeleceu diretrizes adequadas às características do nosso País, que, se forem adotadas por todos, provocarão a mudança do atual modelo de desenvolvimento, tornando-o mais justo e sustentável. Da mesma forma, estados e municípios devem se esforçar para, a partir das diretrizes globais e nacionais, formularem participativamente suas Agendas, de forma a estarem mais próximas de suas realidades, sendo, portanto, mais capazes de provocar mudanças. [Agenda 21 do Pedaço] De modo geral, conseguimos enxergar os problemas do nosso país e também da nossa cidade. Normalmente fazemos nossas reclamações, mas pouco interferimos na mudança das situações que nos incomodam. Não estamos acostumados a participar das decisões e não sabemos muito bem como fazê-lo. Quando produziram a Agenda 21, os países presentes na Rio 92 se comprometeram a incorporar em suas políticas públicas os princípios para o desenvolvimento sustentável. A Agenda 21 Global traz novas orientações para o Planeta, mas estas só se tornarão realidade se os países as adotarem, ampliarem e adaptarem às suas especificidades. É aí que surgem as agendas nacionais. Cada país, no entanto, é formado por um conjunto de estados e cidades que precisam se incorporar a esse movimento para que ele não pare. As estratégias pensadas para o mundo deveriam ser adequadas à realidade de cada país e amplamente discutidas com a sociedade, tornando todos responsáveis pelo novo caminho a ser traçado. Mas onde é que as transformações irão realmente acontecer? Como garantir a participação de toda a população com suas informações e sugestões? Para a elaboração da Agenda 21 Brasileira foi formada a Comissão de Políticas de Desenvolvimento Sustentável e da Agenda 21 Nacional com a atribuição de coordenar o processo de elaboração e implementação da Agenda. Aí está a “Agenda 21 do Pedaço”. Uma boa opção para pensar com a população formas de melhor solucionar os problemas de cada bairro, de cada comunidade, de construir uma sociedade mais justa e eqüitativa e de recuperar e conservar o meio ambiente para as gerações vindouras. [Agenda 21 Brasileira] Foi desencadeado um processo de identificação das potencialidades e fragilidades do País para o estabelecimento de um plano de desenvolvimento sustentável. Essas informações foram armazenadas num documento que levou o nome de Bases para a Discussão da Agenda 21. No dia 16/07/2002 foi lançada, no Palácio do Governo, em Brasília, a Agenda 21 Brasileira, um poderoso instrumento de planejamento participativo. Coloca-se agora um grande desafio: a sua implementação. Para que isso aconteça será necessária vontade política de todas as esferas de governo (nacional, estadual, municipal) e o envolvimento e organização da sociedade civil para a construção de um novo modelo de sociedade baseado nas aspirações coletivas. 4 [agenda 21 do OBATI] [segurança e participação] A construção da Agenda 21 do OBATI foi iniciada desde Para se construir a Agenda 21 do OBATI, foram escolhidos como fios condutores do trabalho a segurança e a participação. A opção por esses temas como eixos estruturadores do debate deveu-se à peculiaridade da região em que se insere o projeto. o primeiro momento do Projeto Convivência e Parceria. Os temas que aqui se apresentam foram definidos coletivamente durante as Oficinas de Futuro realizadas com os grupos nos vários Pedaços da faixa. Eles nasceram do reencontro de cada pessoa Para se garantir o bem-estar das populações que ali moram e trabalham, faz-se necessário estabelecer uma relação de intimidade entre a população e o ambiente em que vivem. com o ambiente onde vive, do sentimento de pertença e de querer transformar esse lugar num lugar mais seguro, mais bonito, saudável e com mais justiça social. O mapeamento dos sonhos e problemas de cada grupo, de cada comunidade, apontou como prioritários os temas da Água, do Lixo, da Geração de Trabalho e Renda, da Cultura e do Lazer, A participação plena das comunidades lindeiras apresenta-se como ferramenta indispensável para despertar esse sentimento de pertença. Participar, entretanto, pressupõe a disponibilização de repertório, a criação de espaços de locução, a definição de instâncias de decisão, a saber: da Saúde e das Redes e Comunicação. Como esses temas se apresentam no Pedaço? Que soluções são necessárias? Quais as responsabilidades de cada um? O que podemos fazer • Disponibilizar repertório para que as comunidades reconheçam os fatores de risco presentes em seu cotidiano e seu papel protagônico na minimização dos mesmos, desenvolvam um novo olhar sobre o ambiente e percebam a importância de seu comprometimento com a melhoria da qualidade de vida em seu “Pedaço”. no curto, médio e longo prazos? Que parcerias são necessárias para mudar o lugar? Desse processo participativo surgiu a Agenda 21 do OBATI. Tecida pouco a pouco, respeitando o tempo de aprendizagem de cada grupo, as diferenças, as semelhanças, a troca de conhecimentos. Animando educadores e partícipes, uma imensa vontade de melhorar a vida de cada um e de todo o Planeta! • Criar espaços que possam servir de centros de referência para a população, onde se encontrem as informações necessárias para a interlocução com a empresa e os demais atores e que propicie o debate profícuo entre os membros dos grupos criados. • Definir como e quem toma as decisões, estabelecer um processo democrático e horizontal e enfatizar a busca pelo consenso. • O foco nestes itens tem sido prioridade do Projeto Convivência e Parceria e vem garantindo o envolvimento da população em todas as atividades propostas. A pertinência das reivindicações das comunidades, no que se refere às obras compatíveis com os padrões de segurança da Petrobras, demonstra a melhoria do nível do conhecimento do problema. Por outro lado, a resposta positiva da empresa estimula uma participação cada vez mais ampla e qualificada. Instaura-se assim um círculo virtuoso, onde todos ganham. • A empresa garantindo a integridade do duto e a população, ganhando um espaço mais seguro, esteticamente mais agradável e aprendendo a exercer sua cidadania. [13] [água, saneamento e uso do solo] A água é um dos recursos mais importantes do Planeta e sua existência depende da maneira que manejamos todos os outros recursos. É encontrada sob as formas líquida, nos rios e mares; sólida, nas geleiras; e gasosa, na atmosfera. Sem água não existiria vida, pois os organismos vivos se tornaram extremamente dependentes dela ao longo de sua evolução. O maior volume de água existente na natureza está nos oceanos (97%), ou seja, é água salgada. Os 3% restantes de água doce se dividem pelos rios, lagos, lençóis freáticos e geleiras. Na verdade 2% se encontram congelados, sobrando apenas 1% para o consumo humano. Conforme aponta a Agenda 21 Global, uma oferta de água confiável e saneamento ambiental são vitais para proteger o meio ambiente, melhorar a saúde da população e mitigar a pobreza. Para que isso seja possível, as atividades humanas deverão se adaptar à capacidade que a natureza tem de renovar e disponibilizar esse recurso, garantindo a sua qualidade e quantidade. É importante entender de que forma a água circula pelo meio ambiente. A essa circulação dá-se o nome de ciclo da água ou ciclo hidrológico e ela pode ser descrita da seguinte maneira: o Sol evapora (transforma em vapor) a água dos rios, lagos, mares e oceanos, que vai para a atmosfera. Esta também recebe a água resultante da transpiração (perda de água para a atmosfera) da vegetação. Com a ação do vento, essas massas de água vão se movimentando, se aglomerando e, quando ficam pesadas, caem em forma de chuva. Na queda, a água encontra a cobertura da terra, que pode ser de árvores, telhados etc. Depois vai para o chão, por onde segue para baixo até encontrar os córregos e rios, de onde seguirá até chegar ao mar novamente, compondo um ciclo interminável. Mutirão de limpeza E.E. Professor Ernesto Faggin Vila Clara, São Paulo Nas cidades de hoje, tudo está concretado ou asfaltado e, nos bairros por onde passa o OBATI, não é diferente. Essa situação faz com que a água corra com maior velocidade em direção aos córregos e rios. Pelo caminho ela vai levando consigo toda a poluição que encontra e, ao passar por áreas de terra sem vegetação e sem muros, leva também parte do solo, e tudo isso vai parar no fundo dos rios e córregos. O rio vai ficando cada vez mais sujo e raso, não comportando toda a água que recebe, o que contribui para a ocorrência de enchentes e para a disseminação de doenças. O crescimento urbano desordenado, resultante da falta de planejamento, foi ocasionando uma série de problemas que hoje precisam ser resolvidos com a participação de todos, e para que isso ocorra as populações locais devem ter acesso a informações que possibilitem tomar decisões adequadas. As águas que correm pelas ruas em alta velocidade formam enxurradas, transportam tudo que encontram pelo caminho até os rios e estes, recebendo toda essa enorme quantidade de água, solo, lixo e esgoto, provocam enchentes e contaminações. Essa situação é bastante comum por toda a extensão do duto OBATI e esses processos o colocam em situação de risco. Foi buscando minimizar esses riscos que a comunidade do seu entorno discutiu problemas e propôs as soluções apresentadas neste capítulo da Agenda. PROBLEMAS Esgotamento sanitário: 1. Lançamento dos esgotos domésticos e industriais nos cursos d'água (rios e córregos). 2. Poluição crescente dos cursos d'água com lançamento de lixo e entulho. Uso do solo e drenagem: 1. Inundação e enxurradas em diversos trechos da faixa. 2. Diminuição da profundidade dos rios e córregos (assoreamento). 3. Drenagem das águas pluviais insuficiente (diâmetro da tubulação pequeno para a água de chuva acumulada nas ruas). AÇÕES PROPOSTAS • Implantação ou ampliação da rede de coleta e tratamento de esgosto por cada pequeno trecho (sub-bacia). • Exigência de tratamento dos resíduos industriais, de responsabilidade das indústrias, com acompanhamento do órgão ambiental, antes do lançamento na rede de coleta de esgotos. • Secretaria Estadual de Recursos Hídricos Saneamento e Obras (SRHSO) • Limpeza dos leitos e margens dos rios, riachos e córregos, seguida de manutenção permanente. • Elaboração de projetos de Educação Ambiental e campanhas permanentes para o envolvimento da comunidade nas questões do lixo e da água. • Órgãos estaduais encarrega dos do controle ambiental (Secretaria de Meio Ambiente, Cetesb) • Elaboração de um plano de contingência (plano de ação para o caso de acidentes) que contemple os problemas das chuvas e de possíveis vazamentos nos dutos da Transpetro (subsidiária da Petrobras), por pressão da água. • Manter livre de concreto ou asfalto a faixa do duto e ampliar a quantidade de áreas permeáveis fora da faixa de dutos. Proteger com muretas as áreas permeáveis, desviando assim, a água que corre pelas ruas. • Estímulo à população e aos órgãos públicos para a criação e manutenção de canteiros e vasos nos quintais, pátios e calçadas, que cumprirão a função de segurar as águas da chuva por mais tempo antes de elas alcançarem os rios e córregos, diminuin do com isso os impactos das inundações. • Hortas dentro e fora da faixa da Transpetro, gerando renda para as comunidades envolvidas, diminuindo a erosão (terra levada pelas águas das chuvas) na faixa e protegendo a terra acima dos dutos de usos potencialmente arriscados. • Todas essas medidas visam contribuir para a melhoria do clima do local, pois quanto mais vegetação, mais tempo a água leva para alcançar os rios, aumentando a umidade do ar, contribuindo para verões menos quentes e invernos menos frios. • Aproveitamento da faixa do duto com a criação de parques, jardins e ciclovias ao longo da faixa. • Ampliação do diâmetro da tubulação que leva as águas da cidade para os rios e córregos. • Elaboração de projetos de Educação Ambiental. 1. Abastecimento/ desperdício. • Governo do Estado • Empresas públicas e concessionárias dos serviços de água e esgoto (Sabesp, Saned, Semada) • Conservação e recuperação das áreas ainda não ocupadas, com vegetação nativa e reflorestamento das margens dos rios e córregos (mata ciliar). Ampliação da arborização de calçadas e praças. Essas medidas contribuem para a água entrar na terra, diminuindo as inundações. Abastecimento de água: AGENTES ENVOLVIDOS • Regularização e ampliação da rede oficial, garantindo o atendimento com qualidade e evitando desperdício. • Elaboração de projetos de Educação Ambiental. [15] • Comitê e subcomitês da Bacia do Alto Tietê • Companhias ou concessionárias de energia (CEETP e Eletropaulo) • Prefeituras • Câmaras municipais • Secretarias municipais de Meio Ambiente/Obras/ Recursos Hídricos/ Desenvolvimento Sustentável e outras relacionadas com a questão • Escolas públicas e privadas • Petrobras/Transpetro • ONGs que se relacionem com algum tema aqui tratado • Comunidades e associações • Rede do OBATI • Defesa civil • Meios de comunicação [cultura, esporte e lazer] Cultura é a forma como contamos nossa história, é como a vida Quando lançamos nosso olhar para o futuro, percebemos que se reproduz, ganha sentido. Está ligada ao passado e nos projeta precisamos despertar o sentido de pertencimento dos que nelas para o futuro. vivem, estimulando-os a exercer sua cidadania e a transformar o ambiente em que vivem e as relações que nele se estabeleceram. O desenvolvimento da humanidade está marcado por contatos e conflitos entre modos diferentes de organizar a vida social, Usar a criatividade, respeitar as diferenças, incentivar formas de se apropriar dos recursos naturais e transformá-los, de conceber alternativas de soluções e propor mudanças viáveis significa a realidade e expressá-la. respeitar a democracia e envolver de maneira horizontal os diversos atores sociais ao longo do OBATI. Para compreendermos melhor o país em que vivemos é importante considerarmos a diversidade cultural que nele existe. A cultura é um cenário onde vidas ganham significado a partir Diversidade essa que não é só feita de idéias, mas também da existência de ações de pessoas e grupos e da valorização das maneiras como atuamos na sociedade. das identidades. Arte e cultura conectam todos os setores da sociedade e celebram a coletividade. Processos participativos Reconhecer e respeitar as diferenças é condição para a construção enriquecem a vida local, e os grupos e movimentos culturais de uma convivência harmoniosa e saudável entre todos. fazem a cara da cidade. Propor um desenvolvimento a partir de uma visão multicultural, sob o prisma das manifestações populares encontradas em cada espaço da comunidade, é tornar indivíduos diferentes capazes de viver juntos, buscando a garantia de igualdade política e da eqüidade social em um ambiente saudável. A idéia de desenvolvimento sustentável pressupõe desenvolvimento com qualidade de vida e é aí que o desenvolvimento cultural ganha sentido, como parte integrante de um complexo cenário. Trabalhar com o desenvolvimento cultural é buscar novas soluções para velhos problemas. Combinar cultura de raízes com uma cultura de escolhas é contar a história da civilização, em suas diversas dimensões. O crescimento desordenado das cidades, conseqüência da falta de controle e planejamento urbanos, fez com que seus habitantes não mais cuidassem delas. Regiões centrais caras, periferias desvalorizadas por suas condições naturais, falta de espaços públicos de convivência.... As aglomerações urbanas, o trânsito, a poluição, o lixo, os espaços coletivos ocupados pela violência e criminalidade, tornam as cidades enormes, desconhecidas e perigosas. Esboço de grafite dos alunos da Aldeia Oficina de Futuro Americanópolis, São Paulo, SP PROBLEMAS AÇÕES PROPOSTAS • Falta de espaços físicos para as manifestações esportivas, culturais e de lazer. 1. Otimizar e revitalizar os espaços públicos ou privados já existentes nas comunidades, para uso com atividades culturais, de esportivas e de lazer. • Mau uso e falta de divulgação dos espaços existentes nas comunidades. 2. Potencializar e criar, conforme a demanda local e de forma participativa, atividades esportivas, recreativas e culturais, “juntando” os esforços do poder público e da população. 3. Incentivar e fortalecer as organizações comunitárias e associativas, para que junto aos órgãos responsáveis, busquem formas de garantir locais e atividades de cultura, esporte e lazer na periferia. 4. Articular e fortalecer mecanismos locais de comunicação, para divulgação dos espaços, suas atividades e serviços, garantin do o envolvimento da comunidade e das instituições locais no desenvolvimento dessas atividades e na formação de redes. AGENTES ENVOLVIDOS • Associações civis (escolas, creches, postos de saúde, bibliotecas etc.) • Lideranças comunitárias • Órgãos públicos (secretarias municipais e estaduais relacionadas e afins com a temática) • Comércio e empresas locais • ONGs (organizações não-governamentais) • Agências financiadoras • Grêmios • Igrejas • Imprensa local e geral • Rádios comunitárias e oficiais • Falta de conhecimento e, portanto, de valorização das diversas formas de manifestações culturais e esportivas. 1. Buscar por espaços para a formação de público e qualificação das manifestações culturais existentes nos diversos pedaços. 2. Fortalecer a comunicação como forma de divulgação e integração dos eventos a serem programados. 3. Buscar espaços que possam ser locais de integração de diversos temas culturais e de realização de festivais, eventos e oficinas. Ex.: Festival Cultural OBATI. 4. Resgatar e garantir espaços para as tradições culturais. 5. Criar um centro de referência na comunidade como pólo difusor das informações e eventos. • Jornais locais e institucionais • Membros da comunidade com repertório cultural • Grupos locais (terceira idade, jovens etc.) • Centros culturais • Grupos de cultura da comunidade e da região • Associação de bairro • Centro comunitário • MEC 6. Promover a inserção das diversas temáticas culturais na educação formal e informal. 7. Garantir o registro de forma sistematizada das diversas experiênci as culturais e disponibilizar para o público. Ex.: fotos legendadas, materiais de imprensa etc. [17] • Comunidade escolar • NAEs (Núcleo de Ação Educativa) [lixo] O dicionário nos traz as seguintes definições de lixo: “sujeira; sujidade; tudo aquilo que as pessoas não querem mais e jogam fora; o que não tem mais valor”. No entanto, uma determinada coisa pode ser lixo para uns mas não para outros. O lixo ou resíduo pode ser caracterizado como domiciliar, industrial, comercial, infectante (de saúde), entulho etc. Além dessas caracterizações, existem outras nomenclaturas possíveis que igualmente o define, como: orgânico ou molhado, inorgânico ou No Brasil, 80% dos resíduos sólidos são depositados de modo não adequado ou irregular, tornando-se uma séria preocupação de saúde pública. Ao contrário do que muitos pensam, o processo de reciclagem, sozinho, não representa a saída para o problema da geração de resíduos. É um passo muito importante, pois faz com que o lixo retorne como matéria-prima para o início dos processos produtivos, poupando recursos naturais que deixam de ser extraídos novamente da natureza. Além disso, tudo que está sendo reciclado deixa de ir para os aterros, diminuindo o volume de resíduos mandados para lá e aumentando a vida útil destes. seco, perigosos, inertes, hospitalares. Sabemos que a quantidade atual de lixo gerado no mundo, no país, nos estados, nos municípios e bairros é muito grande, aproximadamente um quilo por pessoa, diariamente. Essa situação deve-se principalmente ao atual modelo de desenvolvimento baseado em padrões de produção e consumo exagerados, que não levam em conta o destino de todos os resíduos gerados, não mostrando preocupação com a saúde do Planeta e também dos cidadãos. Vivemos hoje na chamada sociedade de consumo. Nos anos 50, o lixo era constituído basicamente de restos de cozinha, detritos de praças e jardins, roupas velhas e entulho de construções. Hoje o lixo apresenta outros materiais, como, metais, plásticos, pilhas, que, se descartados de forma incorreta, podem causar danos à saúde. Os cidadãos e cidadãs do planeta devem entender que não basta somente separar os materiais que podem ser reaproveitados e encaminhá-los para o processo de reciclagem. A idéia é que, antes de mandar para a reciclagem, as pessoas tentem reutilizar tudo o que for possível, aumentando o tempo de uso dos produtos que consomem e, mais uma vez, adiando sua ida para o destino final. Mas a melhor maneira de efetivamente contribuirmos para a diminuição do problema a longo prazo é mudar nossos hábitos de consumo e nossa postura, tornando-nos consumidores e cidadãos responsáveis. Mudar o hábito de consumo significa reduzir o consumo e consumir conscientemente, diminuindo a geração de resíduos e contribuindo assim para um futuro mais saudável e para a melhoria da qualidade de vida no Planeta. Evitar o desperdício, principalmente o de alimentos, contribui para a minimização da problemática do lixo. No Brasil, 60% do total dos resíduos são formados por restos de alimentos, que são a fonte principal de vetores de doenças. Reduzir o desperdício nos processos agrícolas pode significar maior oferta de alimentos e até mesmo de divisas ao país. Para encarar a problemática da geração de resíduos, devemos agir individual e coletivamente, fazendo nossa parte e reivindicando dos poderes públicos locais que cumpram suas parcelas de responsabilidade. É necessário que se estabeleçam parcerias entre todos os atores envolvidos para minimizar esse problema que se apresentou em toda a área de abrangência do projeto. Apresentamos agora o resultado da discussão temática e as alternativas propostas por representantes de todos os Pedaços do OBATI. Curso de grafite para o Grupo de Jovens Oficina de Futuro Americanópolis, São Paulo, SP PROBLEMAS AÇÕES PROPOSTAS AGENTES ENVOLVIDOS • Falta de informação sobre a temática dos resíduos sólidos. • Reivindicar dos órgãos competentes um programa permanente de educação sócio-ambiental, enfatizando a redução da produção de lixo e o desperdício e ressaltando o perigo de se depositar lixo, entulho e restos de poda nas faixas de duto segurança. • Comunidade • Falta de articulação e participação da comunidade para a resolução de problemas comuns. • Criar espaços de locução, debates entre os grupos dos Pedaços e os parceiros apontados pela Rede OBATI. • Rede OBATI • Estimular a participação dos representantes comunitários emreuniões e fóruns temáticos municipais, estaduais e federais. • ONGs • Estimular as comunidades locais a desenvolverem um projeto de coleta seletiva de lixo integrado à Rede OBATI e aos programas municipais existentes. • Fundações • Inexistência de coleta de lixo domiciliar regular. • Lixo jogado e acumulado em ruas, córregos, rios, terrenos baldios, faixas de duto, áreas verdes e margens de rodovia. • Estimular a elaboração de projetos que visem à aquisição de espaços para implementar centrais de triagem de pequeno porte ao longo da faixa do duto OBATI, para viabilizar a organização administrativa e a comercialização conjunta dos produtos dessas pequenas centrais de triagem. • Incubadoras de empreendimentos e cooperativas • Promover a educação de catadores locais sobre a questão ambiental, administrativa e associativista, estimulando e apoiando a formação de associações e cooperativas de triagem e reciclagem de resíduos sólidos, com o objetivo de gerar trabalho e renda para os partícipes. • Orçamento participativo • Entulho jogado e acumulado em ruas, córregos, rios, terrenos baldios, faixas de duto, áreas verdes e margens de rodovia. • Móveis e eletrodomésticos jogados e acumulados em ruas, córregos, rios, terrenos baldios, faixas de duto, áreas verdes e margens de rodovias. • Poda e varrição de árvores e follhas em área verdes jogados e acumulados em córregos, rios, terrenos baldios, faixas de duto, áreas verdes e margens de rodovia. • Estimular a articulação das diversas instâncias do poder público para a promoção de ações conjuntas e coordenadas de programas que envolvam as temáticas lixo, educação, saúde, meio ambiente, geração de renda e assistência social. • Mobilizar e articular a comunidade local para que pressione e reivindique a implantação da coleta de lixo domiciliar regular. • Elaborar projeto específico para a coleta de lixo domiciliar em locais de difícil acesso ao caminhão coletor padrão (ex.: comunidades situadas em locais onde não haja possibilidade de circulação de veículos motorizados e de grande porte). • Pressionar o poder público local, a Petrobras e a comunidade a efetivarem a fiscalização em relação aos locais de depósitos clandestinos de lixo e entulho que incluem as faixas de duto. • Cobrar eficiência e estimular o uso do telefone para denúncia anônima. • Divulgar os dias e horários aproximados da passagem do caminhão de lixo domiciliar regular, do programa de coleta seletiva, do “cata-bagulho”, em espaços públicos comunitários e também junto às lixeiras e caçambas. • Implementação de lixeiras comunitárias adequadas (e ampliação do número das já existentes) em locais acessíveis ao caminhão. • Estimular a reivindicação da coleta pública de entulho. • Pressionar o poder público para implantação de centrais de triagem e processamento de entulho. • Pressionar as autoridades para implantarem local de disposição de entulho “bota-fora”. • Reivindicar da prefeitura a divulgação das listas de empresas credenciadas por ela para o serviço de coleta de entulho por caçambas e também daquelas que reprocessam o entulho. • Incentivar ou elaborar programas de “cata-bagulho” das prefeituras nos bairros. • Divulgar lista de entidades que recebem doações. • Incentivar a criação de composteiras locais públicas e privadas de pequeno porte ao longo da faixa do duto. [19] • Associações • Universidades • Fóruns temáticos • Órgãos públicos • Governo federal • Governo do estado e prefeituras (secretarias de Saúde, Serviço Social, Limpeza, Planejamento e Obras, Meio ambiente) • Escolas públicas e particulares • Defesa civil • Companhias de energia elétrica • Petrobras/Transpetro • Cooperativas e associações de coleta seletiva • Sebrae [saúde] A saúde depende de um ambiente saudável, de um abastecimento seguro de água, do acesso aos serviços de saneamento e de condições que garantam a segurança nutricional e alimentar dos indivíduos, permitindo o desenvolvimento de suas potencialidades em direção a uma realização pessoal, profissional, social e familiar; o que, em última instância, confere saúde psíquica ao ser. Oficina de Futuro Agentes de Saúde A Organização Mundial da Saúde define a saúde como: “bem-estar físico, mental, socioeconômico e ambiental”. Nas grandes cidades, a qualidade de vida e a saúde da população estão comprometidas devido ao crescimento desordenado e à falta de planejamento urbano, que refletem profunda desigualdade social. Nos bairros periféricos, essa situação se torna mais evidente, devido à carência de atendimento às necessidades primárias da saúde: saneamento, coleta de lixo, habitação, serviços de saúde, educação e outros recursos necessários para uma qualidade de vida satisfatória. Considerando a satisfação dessas necessidades uma prioridade, a Agenda 21 Global reserva um capítulo para discutir a proteção e a promoção das condições da saúde para todos, por meio de estratégias que proporcionem serviços especializados de saúde ambiental e a participação dos cidadãos em todas as áreas relacionadas à saúde. Numa sociedade como a nossa, cuja dinâmica é dada pelo relacionamento entre os múltiplos grupos sociais, com interesses diversos e algumas vezes contraditórios, “os vínculos entre saúde, melhoria das condições socioambientais e socioeconômicas exigem esforços intersetoriais, abrangendo educação, habitação, obras públicas e a participação de grupos comunitários, escolas, universidades, empresas, organizações religiosas, cívicas e culturais”. (Barbieri, 1997). Além do atendimento primário à saúde, a Agenda 21 estabelece outras áreas de programas, destacando-se aqui a proteção dos grupos vulneráveis (crianças, idosos, mulheres, povos indígenas e os socialmente excluídos) e a saúde urbana e redução dos riscos para a saúde, resultantes da poluição e dos perigos ambientais desenvolvidos nos grandes centros. A Educação Ambiental, como ação transformadora, tem por objetivo levar a humanidade a refletir sobre sua condição de componente do ecossistema, situação negada pela sociedade moderna. É necessário que as pessoas entendam que lhes compete assegurar para si, para sua comunidade e para as gerações futuras um ambiente favorável à vida, em padrões capazes de satisfazer as necessidades “bio-psico-socioambientais”. Um novo paradigma ecológico só será realmente alcançado quando os seres humanos reconhecerem o seu papel na natureza. “Hoje não apenas os pobres devem ser libertados, mas também a Terra deve ser libertada do cativeiro de um tipo de desenvolvimento que lhe nega a dignidade, dilapida seus recursos e quebra o equilíbrio costurado em milhões de anos de trabalho cósmico”. (Boff, 1995). PROBLEMAS • Falta de ações educativas e de programas preventivos voltados à promoção da saúde. AÇÕES PROPOSTAS • Realização de campanhas educativas que atinjam todas as camadas da população. • Parceria com os diversos canais de comunicação para a divulgação das questões gerais que afetam a qualidade de vida. • Realização de oficinas, cursos e palestras que envolvam a comunidade. • Parceria com escolas e núcleos educacionais visando à formação de sujeitos mais críticos sobre o seu papel sócio-ambiental. AGENTES ENVOLVIDOS • Governo do estado • Câmaras municipais • Prefeituras e administrações regionais (núcleos de defesa civil) • Secretarias estaduais e municipais de Saúde Pública • Secretarias Estaduais e Municipais de Educação • Secretarias estaduais e municipais de meio ambiente e desenvolvimento sustentável • Dificuldade de desenvolver ações intersetoriais comprometidas com a saúde e a melhoria da qualida de de vida. • Apoiar projetos integrados entre as diversas secretarias municipais e estaduais, que busquem a melhoria da saúde e qualidade de vida. • Formação e manutenção periódica de uma rede de coresponsabilidade para o monitoramento de ações dos órgãos competentes. • Estabelecer um canal de comunicação permanente entre as diversas secretarias municipais e estaduais. • Secretarias estaduais e municipais de habitação • Secretaria Estadual de Recursos Hídricos, Saneamento Básico e Obras (SRHO) • Profissionais de saúde, enfermeiras, sanitaristas, assistentes sociais, psicólogos etc. • Creches e escolas de ensino fundamental • Falta de incentivo aos programas de proteção dos grupos “vulneráveis” (mulheres, crianças, adolescentes, idosos e cidadãos à margem da sociedade). • Buscar parcerias que viabilizem ações junto aos grupos em situação de risco. • Garantir a continuidade de programas voltados à proteção dos grupos citados. • Incentivar nos canais de comunicação (jornais, rádios e TV) a criação de programas que garantam a expressão desses grupos. • Escolas de 1o e 2o graus • Universidades • Organizações nãogovernamentais • Igrejas, associações de bairro e sindicatos • Empresas públicas e privadas • Meios de comunicação de massa • Falta de saneamento básico • Inclusão das propostas das Agendas 21 dos Pedaços nos Planos Diretores municipal, estadual e federal. • Discussão de um plano de regularização de moradias para o acesso à infra-estrutura básica. • Garantir que todos os cidadãos tenham acesso à água e a o saneamento básico. • Participação da comunidade em reuniões orçamentárias para a implantação da rede universal de água e esgoto. • Parceria com agentes públicos, privados ou internacionais financiadores de obras de saneamento básico, a preços justos e delongados (acessíveis aos excluídos). [21] • Sabesp • Cetesb • Limpurb • Corpo de bombeiros • Petrobras • Comunidade • Rede OBATI [geração de trabalho e renda] “Política de emprego, de geração de renda, acesso à educação básica, respeito à diversidade cultural e delegação de poderes às comunidades locais são algumas recomendações da Agenda”. (Barbiere, 1997). O avanço tecnológico e suas decorrentes transformações na estrutura econômica e social, a globalização acelerada, o crescimento populacional, o esgotamento dos recursos naturais, a rápida e desordenada urbanização são alguns dos fatores que têm contribuído para a crescente e contínua diminuição dos níveis de emprego formal e para a precarização do mercado de trabalho, acentuando gravemente a desigualdade social. Nos países emergentes (ou em desenvolvimento), onde o acesso à educação é restrito, o problema do desemprego e do subemprego assume proporções catastróficas. Em um mundo de economia globalizada, a produtividade é compreendida como único pilar de desenvolvimento, fazendo com que a mão-de-obra menos qualificada seja excluída do ciclo produtivo. Apesar de milhões de pessoas em todo o Planeta serem analfabetas, o mercado de trabalho exige, mesmo para funções simples, bons conhecimentos da língua inglesa e de informática. Essa significativa parcela da população procura encontrar, no mercado informal, meios de sobreviver e atender às suas necessidades básicas de alimentação, moradia, saúde, reprodução, educação, lazer. Em todo o Planeta multiplicam-se iniciativas que buscam construir uma nova maneira de trabalhar e gerar renda sem degradar o meio ambiente, respeitando a diversidade, construindo relações horizontalizadas e solidárias. Oficina de Futuro Construção da Árvore dos Sonhos A Agenda 21 Global enfatiza que os governos e a sociedade civil organizada devem, em conjunto, gerar oportunidades de emprego remunerado e de trabalho produtivo compatíveis com as especificidades de cada país, em escala suficiente para absorver a sua força de trabalho. Aponta ainda para a necessidade de fortalecimento das organizações comunitárias, da priorização do ensino básico e do treinamento profissional, como ferramentas fundamentais de inclusão socioeconômica. A mesma tecnologia que desemprega e exclui contribui para que comunidades, como as que vivem na área de abrangência do OBATI, possam conhecer inúmeras experiências bem-sucedidas, empreendidas por homens e mulheres em todo o mundo e visualizar um novo modo de viver, produzir e ser feliz. Os grupos que participaram das discussões do tema Geração de Trabalho e Renda, na construção da Agenda 21 do OBATI, apontaram a necessidade do envolvimento e da participação de toda a comunidade para construção de um modelo sustentável de desenvolvimento local. Priorizaram a proposição de ações que pudessem responder concretamente aos legítimos anseios da população por uma melhor qualidade de vida, contribuindo para sua autonomia e emancipação. PROBLEMAS • Falta de qualificação profissional. AÇÕES PROPOSTAS • Incentivar a criação de cursos de qualificação e de requalificação profissional. • ONGs • Propor o projeto “Troca de Talentos”, isto é, pesquisar o que a comunidade já sabe fazer e socializar esse conhecimento. • Sert • Desenvolver, em conjunto, projetos que visem à formação • Secretaria de Desenvolvimento, Trabalho e Solidariedade • Propor pesquisa do mercado de trabalho local e buscar qualificação profissional dentro das demandas detectadas. • Propor a utilização de métodos que identifiquem o potencial latente de indivíduos da comunidade. • Detectar potencialidades profissionais na comunidade e buscar parcerias com empresas e escolas para investir em bolsa de estudos e de aperfeiçoamento. • Incentivar projetos e parcerias de educação ambiental que visem à capacitação para reaproveitamento de resíduos sólidos. • Preconceito com a idade e a condição social. • Sebrae • Mapear e divulgar os cursos existentes. de empreendedores. • Baixa escolaridade. AGENTES ENVOLVIDOS • Estimular os moradores a voltar a estudar, promovendo a inserção da comunidade na escola, por meio de eventos artísticos e culturais, festivais de música, troca de livros etc. • Ministério do Trabalho • Associações locais • Senai, Senac, Sesc, Sesi • Agentes financiadores • Sindicatos • Meios de comunicação • Empresas públicas e privadas • Escolas de arte • Estimular a participação de toda a comunidade, especialmente pais e alunos, nas discussões sobre os problemas da Educação. • Rede de Cidadania do OBATI • Estimular a participação e criação de fóruns de discussão local e regional;Estimular a inserção da comunidade nos projetos de Renda Mínima, Começar de Novo, Bolsa Trabalho e outros, da Prefeitura de São Paulo. • Escolas públicas e privadas • Secretaria de Educação • Desenvolver projetos extracurriculares que visem despertar o interesse pelo conhecimento. • Secretaria da Cultura • Propor a abertura de núcleos de alfabetização de adultos por todo o OBATI. • Governo local • Mapear o perfil profissional dessa população. • Incentivar sua organização em formas associativas de trabalhadores autônomos. • Buscar parcerias que promovam a saúde em geral, através de instituições com atendimento gratuito, possibilitando o resgate da auto-estima dos desempregados e subempregados. • Incentivar sua participação nos programas sociais do poder público e nos projetos da comunidade. • Professores e diretores das escolas • Grêmios estudantis • Poder público • Hospitais • Universidades • Empresários locais • Falta de recursos para transporte na busca do emprego. • Criar centrais de trabalho local que mantenham um banco de dados da mão-de-obra disponível e detectem vagas no mercado de trabalho da região. • Excessos de resíduos sólidos na faixo do duto. • Organizar, na abrangência do OBATI, uma Central de Triagem e Reciclagem de resíduos sólidos. • Diminuição das oportunidade de emprego em função do aumento da carga horária. • Possibilitar a geração de renda, por meio do incentivo às cooperativas de trabalho e serviço. • Petrobras • Incentivar a associação de pequenos negócios locais, para o compartilhamento de equipamentos e de infra-estrutura. • Associações de catadores • Estimular o uso econômico associativo da faixa de dutos para a implementação de hortas, viveiros, canteiros de ervas medicinais e aromáticas. • Bancos de microcrédito • Propor a criação de incubadoras de cooperativas. • Pesquisar e divulgar os mecanismos de microcrédito existentes. • Detectar habilidades e aptidões latentes, transformando-as em atividades produtivas autônomas. [23] • Comerciantes da região • Entidades patronais e de empregados • Clubes de serviço – Lions, Rotary [redes e comunicação] mais forte e capaz de conquistar os seus sonhos. A formação de redes sociais é um exercício de liberdade e co-responsabilidade. Os benefícios das redes são muitos. Por meio delas é possível potencializar as diferentes vocações e especialidades dos participantes, ampliar relacionamentos, somar esforços, democratizar informações e conhecimentos, promover a ação solidária e cooperativa, além da integração, participação e inclusão de diferentes membros da comunidade. Rede de Barbantes Oficina com Agentes de Saúde Jardim Lurdes – São Paulo, SP A formação de redes é intrínseca à natureza humana. Todos fazemos parte de muitas redes de relações: a família, a vizinhança, a torcida de futebol, a congregação religiosa, entre outras. Entretanto, não basta o fato de estabelecermos contatos com outras pessoas; o que define uma rede social é o conjunto e a qualidade dessas relações. As redes estão se consolidando como uma nova forma de organização social capaz de articular pessoas e grupos em torno de objetivos comuns de forma igualitária e democrática. Sua novidade está no fato de reunir seus participantes numa estrutura alternativa, horizontalizada, diferente do modelo de organização piramidal, mais comum em nossa sociedade. As entidades do Terceiro Setor, pioneiras nesse tipo de organização, estão contribuindo de forma determinante para sua efetivação. A Agenda 21 Global recomenda a formação de redes e entende que esse mecanismo é fundamental para a construção e consolidação de sociedades sustentáveis. Inicialmente entendidas como a integração de pessoas e grupos de forma a promover o intercâmbio e a circulação de informações, especialmente por via eletrônica, as redes ganharam outros contornos ao longo dos últimos anos. O propósito de uma rede social é enriquecer a atuação de cada membro e fortalecer sua posição na sociedade. Numa rede os objetivos são coletivos e os participantes atuam em conjunto, trocam recursos e apóiam-se mutuamente para conquistar objetivos comuns, visando sempre melhorias para a comunidade. Como parte integrante de uma rede, cada participante otimiza seus potenciais e torna-se O desenvolvimento da Rede de Cidadania do OBATI tem papel fundamental como estratégia de consolidação e sustentabilidade do projeto Convivência e Parceria. A comunidade se sensibilizou a partir do trabalho de educação ambiental desenvolvido e adquiriu repertório sobre a situação especial da área onde vive. Foi construído o entendimento de que essa área requer cuidados específicos para que seja garantida a segurança tanto da faixa quanto da própria comunidade. Envolvendo a população que vive no entorno da faixa de dutos da Petrobras/Transpetro, instituições e grupos locais, bem como outros agentes responsáveis pela área, essa Rede de Cidadania visa o estabelecimento de parcerias permanentes e a realização de ações voltadas à melhoria da qualidade ambiental e da vida local. A Rede de Cidadania do OBATI é a forma mais adequada para que as comunidades participantes do projeto tornem-se parceiras da Petrobras no monitoramento da faixa de dutos e estabeleçam parcerias com outros grupos comunitários, de modo a se fortalecerem e solucionarem os problemas sócioambientais presentes em vários pontos da faixa. O tecer da Rede de Cidadania do OBATI pressupõe a definição de formas de articulação e comunicação capazes de superar as atuais dificuldades de integração e atuação coletiva. Para tanto, uma série de propostas foi formulada. Um aspecto relevante para a consolidação dessa rede diz respeito à comunicação. Sem ela não é possível haver participação efetiva, bem informada e qualificada da comunidade nem o estabelecimento de parcerias entre pessoas e grupos e a Petrobras, outras empresas e poderes públicos. A proposta da Rede de Cidadania do OBATI é criar formas de estimular a participação, motivar e articular as comunidades que vivem no entorno do duto, bem como parceiros importantes para manutenção. PROBLEMAS AÇÕES PROPOSTAS • Comunidades pouco organizadas. • Construção de uma Rede de Cidadania, Apoio e Cooperação ao longo do OBATI. • Desarticulação entre indivíduos e grupos comunitários existentes com a Petrobras, demais empresas e órgãos públicos que atuam na região. • Criação de centros sociais e de monitoramento da faixa de dutos do OBATI em cada pedaço, interligados por rádios/telefones e computadores. • Falta de conhecimento e relacionamento entre as pessoas de uma mesma comunidade. • Falta de esperança, envolvimento e estímulo para se engajar em processos que possam melhorar a comunidade. • Criação de espaços de encontro, debates e parcerias entre os pedaços/comunidade e parceiros apontados. • Promover reuniões de grupos de “interessados” com representantes de projetos já existentes (reuniões dos grupos). • Promover visitas entre as comunidades. • Organizar encontros de todos os pedaços. • Articular projetos e/ou soluções coletivas entre as comunidades do entorno do OBATI (inclusive os apontados em outros temas desta agenda: hortas, reciclagem de lixo, campanhas, eventos culturais). • Eletropaulo e CTEEP. • Poder público local (secretari as, departamentos, regionais e outros) • Entidade da sociedade civil (escolas, associações, centros comunitários, ONGs, fundações, creches, sindicatos, universidades e outros) • Empresas privadas • Defesa civil (Nudecs e outros), Corpo de Bombeiros • Estimular a realização de trabalhos nas escolas, mobilizando a comunidade escolar e seu entorno. • Outras redes (Repea, Rits, Rede de Economia Solidária, Núcleos regionais de educação ambiental) • Estimular a organização social (formação de associação de moradores, cooperativas etc.). • Incentivar e fortalecer as organizações já existentes. • Não há canais de comunicação que falem das questões de interesse das comunidades. • Criar jornal comunitário. • Pouco acesso às informações relevantes para a melhoria da qualidade ambiental e de vida das comunidades. • Divulgar o OBATI (os dutos) na mídia, pelas comunidades do entorno e pela Petrobras. • Criar rádio comunitária. • Registrar, produzir, sistematizar e fazer circular informações. • As pessoas não buscam as informações. • Inexistência de um plano de emergência. • Sabesp • Câmara municipal, conselhos, fóruns • Buscar apoio/parceiros para os projetos da comunidade. • Dificuldade de comunicação e diálogo com empresas e poderes públicos e empresas. • Petrobras • Promover a troca de serviços, informações e experiências entre as comunidades do OBATI. • Organizar eventos na comunidade. • Há carência de informações sobre segurança. AGENTES ENVOLVIDOS • Elaboração de um “Plano de Emergência” com a participação e parceria da comunidade, a ser implantado em rede. • Apoio ao monitoramento e manutenção da faixa do duto pelos moradores locais como parceiros da Petrobras. • Ações de difusão de informações sobre a segurança da faixa. • Criar canais de comunicação diretos e permanentes com a comunidade por parte da Petrobras, empresas de energia elétrica (Eletropaulo e CEETPS) e prefeituras além da linha verde da Petrobras. [25] • Meios de comunicação (jornais, rádio, TV) 6 [contatos e parceiros] Petrobras Linha Verde Petrobras Emergências 0800 128121 Telefones Úteis Acidentes Ambientais: (11) 3030-6848 Denúncias de Incêndios: 0800 120051 Disque Meio Ambiente: 0800 113560 Disque Mananciais: 0800 170899 Linha Verde (denúncias de agressões ao meio ambiente): 0800 618080 Operação Mata-Fogo: (11) 3030-6807 Órgãos Governamentais Prefeitura Municipal de São Paulo Palácio das Indústrias Av. Mercúrio s/nº - Parque Dom Pedro II São Paulo, SP - CEP 03007-000 Tel.: (11) 3315-9077 Administrações Regionais Butantã Rua Dr. Ulpiano da Costa Manso, 201 Jardim Peri-Peri – São Paulo, SP CEP: 05538-000 – Tel.: (11) 3742-7211/9948 Campo Limpo Rua Aroldo de Azevedo, 20 – São Paulo, SP CEP: 05788-230 – Tel.: (11) 5841-8892 Capela do Socorro Rua Cassiano dos Santos, 499 São Paulo, SP – CEP: 04827-110 Tel.: (11) 5667-3700/4621 Cidade Ademar Rua Arnaldo Magnicaro, 1.254 São Paulo, SP – CEP: 04365-001 Tel.: (11) 5632-0974 Jabaquara Av. Eng. Armando de Arruda Pereira, 2.979 São Paulo, SP – CEP 04309-020 Tel.: (11) 5588-3229 e-mail: [email protected] Prefeituras Prefeitura Municipal de Barueri Rua do Paço, 8 – Barueri, SP CEP: 06401-090 – Tel.: (11) 41998000 Prefeitura Municipal de Diadema Rua Almirante Barroso, 111 – Vl. Santa Dirce Diadema, SP – CEP: 09912-170 Tel.: (11) 4057-7711/ 7712/ 7713 Prefeitura Municipal de Guarulhos Rua Sete de Setembro, 156 – Guarulhos, SP Tel.: (11) 6468-0011 Prefeitura Municipal de Osasco Av. Bussocaba, 300 – Osasco, SP CEP: 06023-901 – Tel.: (11) 3652-9000 Prefeitura Municipal de São Caetano do Sul R. Eduardo Prado, 201 – São Caetano do Sul, SP CEP: 09581-200 – Tel.: (11) 4233-7350 Corpo de Bombeiros de São Caetano do Sul Rua Goiás, 2.101– São Caetano do Sul, SP CEP: 09550-050 – Tel.: (11) 4221-1234 Corpo de Bombeiros de Santo André Av. Prestes Maia, 1.111 – Santo André, SP CEP: 09071-000 – Tel.: (11) 4993-5500 Corpo de Bombeiros de Taboão da Serra Av. Monteiro Lobato, 500 Taboão da Serra, SP – CEP: 07190-000 Tel.: (11) 208-4088/208-4231/6402-1000 Corpo de Bombeiros do Jabaquara Av. Eng. Armando Arruda Pereira, 3.305 São Paulo, SP – CEP: 04309-010 Tel.: (11) 5588-2055 Corpo de Bombeiros do Butantã Rua Azen Abdala Azen, 800 São Paulo, SP – CEP: 05593-090 Tel.: (11) 3735-8150/3731- 3593 Prefeitura Municipal de São Bernardo do Campo Praça Samuel Sabatini, 50 S. Bernardo do Campo, SP – CEP: 09750-901 Tel.: (11) 4330-5351 Corpo de Bombeiros da Lapa Rua Martim Tenório, 130 – São Paulo, SP CEP: 05074-050 – Tel.: (11) 3834-0604 Prefeitura Municipal de Santo André Praça IV Centenário, 1 – Santo André, SP CEP: 09015-080 – Tel.: (11) 4433-0200 Corpo de Bombeiros do Capão Redondo Trav. Castanha do Pará, 49 – Vila Cohab Adventista – São Paulo, SP – Tel.: (11) 5823-3141 Corpo de Bombeiros Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo Praça Clóvis Beviláqua, 421 – São Paulo, SP CEP: 01018-001 – Tel.: (11) 3242-0977 Defesa Civil Defesa Civil – Cidade de São Paulo Palácio dos Bandeirantes Av. Morumbi, 4.500 – Sala T-79 São Paulo, SP – CEP: 05698-900 Tel.: (11) 3745-3333 e-mail: [email protected] Corpo de Bombeiros de Barueri Al. Amazonas, 730 – Barueri, SP CEP: 06454-070 – Tel.: (11) 4195-0930 Corpo de Bombeiros de Diadema Av. Fábio E. Ramos Esquivel, 1.351 Diadema, SP – CEP: 09920-570 Tel.: (11) 4056-6257 Lapa Rua Guaicurus, 1000 – Lapa São Paulo, SP – CEP: 05033-002 Tel.: (11) 3864-7920/3672-0610/3673-6022 Corpo de Bombeiros de Osasco Rua Manoel Rodrigues, 76 – Osasco, SP CEP: 06233-160 – Tel.: (11) 3681-8133 Santo Amaro Praça Floriano Peixoto, 54 São Paulo, SP – CEP: 04751-030 Tel.: (11)5548-6333/247-6599 Corpo de Bombeiros de São Bernardo do Campo Av. Kennedy, 67 – São Bernardo do Campo, SP CEP: 09726-260 Tel.: (11) 4125-1121/4125-1234 Defesa Civil Setorial de Santo André Rua Silveiras, 20 – Santo André, SP CEP: 09071-100 – Tel.: (11) 444-5144/4994-3999 Defesa Civil Setorial de Osasco Av. Bussocaba, 100 – Osasco, SP CEP: 06023-020 – Tel.: (11) 3685-9000 Empresas Públicas e Privadas Cetesb - Companhia de Tecnologia e Saneamento Ambiental Av. Prof. Frederico Hermann Jr., 345 – P. 12 São Paulo, SP – CEP: 05489-900 Tel: (11) 3030-6000 Emae – Empresa Metropolitana de Água e Energia Elétrica de São Paulo R. Augusta, 1.626 – São Paulo, SP CEP: 01304-902 – Tel.: (11) 3284-9158 Eletropaulo – Unidade de Negócio 16 Av. Dona Ida Cerati Magrini, 913 Diadema, SP – CEP: 09951-260 Tel.: (11) 4072-9001 Aldeia do Futuro R. Jorge Rubens N. de Camargo, 228 – São Paulo, SP CEP: 04337-090 – Tel.: (11) 5563-4436 www.aldeiadofuturo.com.br Emplasa – Empresa Metropolitana de Planejamento R. Augusta, 1.627 – São Paulo, SP CEP: 01304-902 – Tel.: (11) 251-3088 Organizações Não-Governamentais Instituto Ecoar para a Cidadania R. Coriolano, 28 – São Paulo, SP CEP: 05047-000 – Tel.: (11) 3871-0370 www.ecoar.org.br/e-mail: [email protected] AAPCS – Associação de Apoio ao Programa Capacitação Solidária Al. Ministro Rocha Azevedo, 38 – São Paulo, SP – CEP: 01410-000 – Tel./Fax: (11) 3147-0500 e-mail: [email protected] Instituto Crescer para a Cidadania R. Teixeira da Silva – São Paulo,SP CEP: 04001-000 – Tel.: (11) 3285-0000 e-mail: [email protected] Associação Meninos do Morumbi R. José Jannarelli, 485 – São Paulo, SP CEP: 05615-000 – Tel.: (11) 3722-1664/3743-0427 e-mail: [email protected] Abong – Associação Brasileira de ONGs R. General Jardim, 660 – São Paulo, SP CEP: 01223-010 – Tel.:(11) 3237-2122 www.abong.org.br Fala Preta – Organização de Mulheres Negras R. Vergueiro, 434 – São Paulo,SP CEP: 01504-000 – Tel.: (11) 3277-4727 e-mail: [email protected] Sabesp – Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo R. Costa Carvalho, 300 – São Paulo, SP CEP: 05429-000 Tel.: (11) 3269-5500/0800-119911 Sabesp - Unidade de Negócio Sul Rua Graham Bell, 647 – São Paulo, SP CEP: 04737-030 – Tel.: (11) 5682-2711 Sabesp - Unidade de Negócio Oeste Rua Major Paladino, 180/300 – São Paulo, SP CEP: 05307-000 – Tel.: (11) 3838-6306 CET – Companhia de Engenharia de Tráfego Av. das Nações Unidas, 7.163 – São Paulo, SP CEP: 05425-904 – Tel.: (11) 3030-2000 Instituto Paulo Freire R. Cerro Corá, 550 – São Paulo, SP CEP: 05061-100 – Tel.: (11) 3021-5536 www.paulofreire.org Comgás Rua Augusta, 1.600 – São Paulo, SP CEP: 01304-901 – Tel.: (11) 3177-5000 Projeto Aprendiz Cidade Escola Aprendiz Rua Belmiro Braga, 146 – São Paulo, SP CEP: 05432 020 – Tel.: ( 11) 3819-9225/3819-9226 email:[email protected] Eletropaulo – Unidade de Negócio 1 Rua Pres. Castelo Branco, 305 – Osasco, SP CEP: 03036-000 – Tel.: (11) 3681-2135 Grupo Vida Av. 26 de Março, 173 – Barueri – SP CEP: 06401-050 – Tel.: (11) 4198-5976 Eletropaulo – Unidade de Negócio 2 Av. Gal. Cavalcanti de Albuquerque, 56 São Paulo, SP – CEP: 05638-010 Tel.: (11) 3746-4201 Obra do Berço R. Eng. Antonio Jovino, 220 – cj.11 – São Paulo, SP – CEP: 05727-220 – Tel.: (11) 3744-6554 www.cidadania.net/obradoberco Eletropaulo – Unidade de Negócio 3 Rua Conde de Itú, 218 – São Paulo, SP CEP: 04741-000 – Tel.: (11) 5548-7807 Associação Monte Azul Av. Tomás de Souza, 552 – São Paulo, SP CEP: 05836-350 – Tel.: (11) 5851-0006/5370 e-mail: [email protected] Eletropaulo – Unidade de Negócio 5 Rua Mal. Mário Guedes, 292 – São Paulo, SP CEP: 05348-010 – Tel.: (11) 3769-2505 Eletropaulo – Unidade de Negócio 10 R. Pereira Estéfano, 114 – São Paulo, SP CEP: 04144-070 – Tel.: (11) 5070-3201 Eletropaulo – Unidade de Negócio 15 Rua Cel. Fernando Prestes, 78 – Santo André, SP CEP: 01124-060 – Tel.: (11) 4469-4114 Rede Mulher de Educação R. Coriolano, 28 – São Paulo, SP - CEP: 05047-000 Tel.: (11) 3873-2803 e-mail: [email protected] Cenpec – Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária R. Dante Carraro, 68 – São Paulo, SP CEP: 05422-060 – Tel./Fax: (11) 3816-0666 e-mail: [email protected] [27] Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança R. Lisboa, 224 – São Paulo, SP CEP: 05413-000 – Tel.: (11) 3081-0699 e-mail: [email protected] Greenpeace R. dos Pinheiros, 240/21 – São Paulo, SP CEP: 05422-000 – Tel.: (11) 3082-5500 www.greenpeace.org.br Fundação Gol de Letra R. Monte Alegre, 523 – São Paulo, SP CEP: 05014-000 – Tel.: (11) 3865-0768 e-mail: [email protected] Instituto Sou da Paz R. Mário de Alencar, 103 – São Paulo, SP CEP: 05436-090 – Tel.: (11) 3812-1333 e-mail: [email protected] Fóruns e Colegiados de Participação Consema – Conselho Estadual de Meio Ambiente Av. Prof. Frederico Hermann Jr., 345 São Paulo, SP – CEP: 05489-900 Tel.: (11) 3030-6000 Água, saneamento e uso do solo Comitê da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê Rua Butantã, 285 – São Paulo,SP CEP: 05424-140 – Tel.: (11) 3814-9011 ramais 2160/2183/2184 Subcomitê Tietê Cabeceiras Tel.: (11) 4727-1002 Subcomitê Juqueri Cantareira Tel.: (11) 432-5111 Subcomitê Cotia Guarapiranga Tel.: (11) 247.7094 /5682.2703 Subcomitê Billings – Tamanduateí Tel.: (11) 3819.9321 Saned – Companhia de Saneamento de Diadema Rua Estados Unidos, 78 – Diadema, SP CEP: 09921-030 – Tel.: (11) 4075-9337 Semasa – Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André Av. José Caballero, 143 – Santo André, SP CEP: 09040-904 – Tel.: (11) 4433-9836/9837 Dae – Departamento de Água e Esgoto de São Caetano do Sul Av. Fernando Simonsen, 303 S. Caetano do Sul – CEP: 09520-650 Tel.: (11) 4232-4999 Dae – Departamento de Água e Esgoto de São Bernardo do Campo Av. Imperatriz Leopoldina, 1.187 São Bernardo do Campo – São Paulo CEP: 09770-272 – Tel.: (11) 4122-4899/3300 Água & Vida R. Cardeal Arcoverde, 1.749 – São Paulo, SP CEP: 05407-002 Tel.: (11) 3034.4468/3032.6014 e-mail: [email protected]/ [email protected] Lixo Cáritas Luxo do Lixo Av. Thomas Edison, 355 – São Paulo, SP CEP: 01140-000 – Tel.: (11) 3824-9522 e-mail: [email protected] Cempre – Compromisso Empresarial para Reciclagem Rua Bento de Andrade, 126 – São Paulo, SP CEP: 04503-000 – Tel.: (11) 3889-8564/7806 e-mail: [email protected] Cepam – Centro de Estudos e Pesquisas de Administração Municipal Av. Lineu Prestes, 913 – São Paulo, SP CEP: 05508-900 – Tel.: (11) 3811-0365/3811-0385 e-mail: [email protected] Fórum Lixo e Cidadania Pólis Instituto de Estudos, Assessoria e Formação em Políticas Sociais Rua Araújo, 124 – São Paulo, SP CEP: 01220-020 – Tel.: (11) 3258-6121 e-mail: [email protected] Fórum Recicla São Paulo Tel.: (11) 5084-1172 e-mail: [email protected], [email protected] Idec – Instituto de Defesa do Consumidor Rua Doutor Costa Jr. 194 – São Paulo, SP CEP: 05002-000 – Tel.: (11) 3675-0833 e-mail: [email protected] Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares USP Av. Prof. Lucio Martins Rodrigues, 403 Trav. 4 – Bloco 28 São Paulo, SP – CEP: 05508-900 Tel./Fax: (11) 3091-5828 e-mail: [email protected] Instituto 5 Elementos Rua Caraíbas, 1.163 – São Paulo, SP CEP: 05020-000 – Tel.: (11) 3871-1944 www.5elementos.org.br Instituto GEA Ética e Meio Ambiente R. Sampaio Viana, 190 – São Paulo, SP CEP: 04004-000 Tel.: (11) 3887-0353, 9121-5826 [email protected] IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo Av. Prof. Almeida Prado, 532 – São Paulo, SP CEP: 05508-901 – Tel.: (11) 3767-4470 e-mail: [email protected] Limpurb/PMSP Rua Azurita, 100 – São Paulo, SP CEP: 03034-050 Tel.: (11) 3311-6411, ramais 185, 117, 148 e-mail: [email protected]. br Menos Lixo Tel.: (11) 5523-2071 e-mail: [email protected] OAF – Organização de Auxílio Fraterno Rua dos Estudantes, 477 São Paulo, SP – CEP: 01505-001 Tel.: (11) 278-5096/3814-7636 (11) 6464.9551 ramais 2193/2194 e-mail: [email protected] USP Recicla Av. Prof. Luciano Gualberto, 374, trav. J São Paulo, SP – CEP: 05655-010 Tel.: (11) 3818.4428 e-mail: [email protected] Cooperativas de Catadores da Capital e Região Metropolitana de São Paulo Apamare Rua Ipanema, 522 – Itapeva, SP CEP: 18400-000 Tel.: (15) 522-1288/522-3306/522-1907 e-mail: [email protected] Coopermape – Cooperativa de Reciclagem de Matéria-Prima de Embu Rua Alberto Giosa, 300 – Embu, SP CEP: 06803-280 Tel.: (11) 494-5204/3904-8693/494-4710 e-mail:[email protected] Coopamare – Cooperativa dos Catadores de Papel, Papelão e Material Reaproveitável Rua Galeno de Almeida, 659 – São Paulo, SP CEP: 05410-030 – Tel.: (11) 3088-3537 e-mail: [email protected] Coopra Cooperativa de Reciclagem Ampla de Materiais de São Caetano do Sul Av. Pres. Kennedy, 4301 São Caetano do Sul, SP – CEP: 09561-200 Tel.: (11) 4229-5472/4368-1775 Coorpel – Cooperativa de Reciclagem de Papel, Papelão e Materiais Reaproveitáveis Rua Nioaque, 31 – São Paulo, SP CEP: 01020-020 Tel.: (11) 3106-6174 e-mail: [email protected] Cruma – Cooperativa de Reciclagem Unidos pelo Meio Ambiente de Poá Rua Osvaldo Teixeira,151 – Poá, SP CEP: 08550-000 – Tel.: 4636-7738 e-mail: [email protected] Saúde USP Escola Politécnica Av. Prof. Lineu Prestes, 80 – São Paulo, SP CEP: 05508-000 Tel.: (11) 3091-2221/3091.2422 www.usp.br Distrito de Saúde Butantã Rua do Sumidouro, 706 05428-010 – São Paulo, SP Tel.: (11) 3813-9808/3816-3521/ 3034-0884/3034-0885/3034-0886 Distrito de Saúde Campo Limpo Rua Américo Trabulsi, 27 – São Paulo, SP CEP: 05789-020 Tel.: (11) 5841-1024/5841-1871 Secretaria Municipal de Cultura de Barueri Distrito de Saúde Cidade Ademar Praça Floriano Peixoto, 54 – 4º andar – São Paulo, SP – CEP: 04751-030 Tel.: (11) 247-5730/5521-2868 Secretaria Municipal de Cultura de Osasco Distrito de Saúde Jardim São Luís Estrada de Itapecerica, 961 – São Paulo, SP CEP: 05835-005 – Tel.: 5513-3788/ 5512-7667/5512-7668/5512-7669 ramais 217 e 220 Rua Mônaco, 260 – Barueri, SP CEP: 06402-120 – Tel.: (11) 4198-8066 Av. Visconde de Nova Granada, 11 – Km 18 Osasco, SP – CEP: 06130-130 Tel.: (11) 3654-2114 SOF – Sempreviva Organização Feminista Rua Ministro Costa e Silva, 36 – São Paulo, SP CEP: 05417-080 – Tel.: (11) 3819-3876 www.sof.org.br GTPOS – Grupo de Trabalho e Pesquisa de Orientação Sexual Rua Bruxelas, 169 – São Paulo, SP CEP: 01259-020 – Tel./Fax: (11) 3801-3691 www.gtpos.org.br Roberto Magalhães Teixeira Av. Paranapanema, 1.500 – Diadema, SP CEP: 09930-450 Sesi – Centro de Lazer e Esportes Eurico Gaspar Dutra Rua Santo André, 810 – São Caetano do Sul, SP CEP: 09572-000 Tel.: (11) 4238-1400/4238-7005 Secretaria Municipal de Educação Rua Borges Lagoa, 1.230 – São Paulo, SP CEP: 04038-003 – Tel.: (11) 5549-7399 Redes e Comunicação Repea – Rede Paulista de Educação Ambiental Faculdade de Saúde Pública da USP Av. Dr. Arnaldo, 715 – São Paulo, SP CEP: 01246-904 – Tel.: (11) 3066-7790 www.fsp.usp.br Rua Caio Graco, 379 – São Paulo, SP Centro de Controle de Zoonoses Rua Santa Eulália, 86 – São Paulo, SP CEP: 02031-020 – Tel.: (11) 290-9755 Rebea – Rede Brasileira de Educação Ambiental Cultura, Esportes e Lazer Artistas de Rua Rua Abelardo Luz, 675 – Barueri, SP CEP: 08295-380 – Tel.: (11) 4193-3493 Associação Civil Sociedade Alternativa Rua Francisco Fernandes, 110 – São Paulo, SP CEP: 05741-210 – Tel.: (11) 5841-7677 Centro Cultural Jabaquara Rua Arsênio Tavoliere, 45 – São Paulo, SP CEP: 04321-030 – Tel.: 5011-7445 Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo Rua Frei Caneca, 1.402 – São Paulo, SP CEP: 01307-002 – Tel.: (11) 3253-2331 SERT – Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho do Estado de São Paulo Av. Angélica, 2.582 – São Paulo, SP CEP: 01228-000 – Tel.: (11) 331-1119 e-mail: [email protected] Sesi – Centro de Lazer e Esportes José Tel.: (11) 4091-7603/4091-0883 Distrito de Saúde Santo Amaro Praça Floriano Peixoto, 54 – 4º andar São Paulo, SP – CEP: 04751-030 Tel.: (11) 247-5730/5521-2868 São Paulo Confia Av. Rangel Pestana, 2.128 – São Paulo, SP CEP: 03002-000 – Tel.: (11) 6096-6550 e-mail: [email protected] CEP: 05044-000 – Tel.: (11) 3871-1944 www.5elementos.com.br Rua Coriolano, 28 – São Paulo, SP Sebrae-SP – Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Rua Vergueiro, 1.117 – São Paulo, SP CEP: 01504-001 – Tel.: 0800-780202 www.sebrae.org.br Banco do Povo Paulista Av. Angélica, 2.582 – São Paulo, SP CEP: 01228-200 – Tel.: (11) 3311-1201 www.empregos.sp.gov.br Casa do Trabalhador Mário Covas Rua Helvétia, 55 – São Paulo, SP CEP: 01215-010 – Tel.: (11) 3361-5100 Sesc – Serviço Social do Comércio Av. Paulista, 119 – São Paulo, SP CEP: 01311-000 – Tel.: (11) 3179-3400 Sesi – Serviço Social da Indústria Rua Carlos Weber, 835 – São Paulo, SP CEP: 05303-000 – Tel.: (11)3834-3288/3834-3521 Senac – Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial Rua Dr. Vila Nova, 228 – São Paulo, SP CEP: 01222-020 – Tel.: (11) 3236-2041/3236-2226 CEP: 05047-000 – Tel.: (11) 3871-0370 e-mail: [email protected] RITS – Rede de Informações para o Terceiro Setor R. Lopes Quintas, 211 – Rio de Janeiro, RJ CEP: 22460-010 – Tel.: (21) 3205-7614 www.rits.org.br Senai – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Al. Barão de Limeira, 539 – São Paulo, SP CEP: 01202-001 – Tel.: (11) 3273-5000 Rotary Club de São Paulo Av. Higienópolis, 996, Sala 503 – São Paulo, SP CEP: 01238-000 – Tel.: (11) 3862-9333 Geração de Trabalho e Renda Secretaria do Desenvolvimento de Trabalho e Solidariedade R. São Bento, 405 São Paulo, SP – CEP: 01011-100 Tel.: (11) 3242-2622 – ramal 223 www.prefeitura.sp.gov.br/secretarias [29] Lions Clube – Ed. Lions Rua Botucatu, 979 – Tel.: (11) 5083-3408 Senac – Centro de Educação Comunitária para o Trabalho – Fórum Rede Social e Fórum Permanente do Terceiro Setor Rua Francisco Coimbra 403 – São Paulo, SP CEP: 03639 000 – Tel.: (11) 6647-5151 7 [agradecimentos] Aos moradores de todas as comunidades da área de abrangência do OBATI; Abigail Silvestre; Aculço Lima; Adelaide H. C. de Freitas; Ademir Silvestre; Adenilde M. O. Magalhães; Adenízia Mezini; Adilson M. da Silva; Adirangi M. Souza; Administração Regional de Campo Limpo, especialmente ao administrador regional Glauco Aires; Adriana F. da Silva; Adriana L. do Vale; Adriana R. de Andrade; Adriana Rio B. P. Moreira; Adriana Vasconcelos; Aguida Meire Segobia; Aila G. da Costa; Alcione R. Guilherme; Alessandra Aparecida Martins; Alessandra Devafori; Alessandra Sbrolio; Alexandre Frezselze; Alexandrina T. de Oliveira; Alice de L. Araújo; Alice Maria da Conceição; Altamira M. dos Santos; Altiva F.S. Lázaro; Alunos da Aldeia do Futuro; Álvaro Bufarah; Amanndha Pina Screpanti; Ana C. de Moraes; Ana Claudia S. Martins; Ana Cristina de Souza; Ana Cristina M. dos Santos; Ana Cristina R. Rodrigues; Ana Cristina S. Silva; Ana das Dores Rocha; Ana Esmeralda; Ana Lucia C. de Oliveira; Ana Maria dos S. Silva; Ana Maria dos Santos; Ana Maria Luiza de Oliveira; Ana Maria N. Barbosa; Ana Michelly B. Melo; Ana Paula G. da Silva; Ana Paula S.A. Jorge; Ana Rosa de Oliveira; Anália R. de Almeida; Anastácia B. da Silva; Anay Cristina Costa; Anderson de C. dos Santos; André Luis S. Feitosa; Andréia Lopes Salgado; Ângela Alves de Freitas; Ângela Maria da Silva; Ângela Maria Pacheco; Ângela P. Tarquine; Anna Helena Pessanha; Antenor Cavalcante dos Santos; Antônia Efigênia Gomes Bezerra; Antonia Francisca dos Santos; Antonio dos Reis; Antonio Inácio dos Santos; Antônio Luzairto Fidélis; Aparecida B. da Silva; Aparecida T.O. Cândido; Aracy F. Cabral; Ariane O. Brito; Arlete L. Cavalcanti; Associação dos Bairros da Zona Norte de Osasco, especialmente ao Sr. Antonio S. Silva; Benedita C. da Silva; Benedita Florencio da Silva; Benedita Izael Ferreira; Benedita Luiza Vicente; Benedita M. de Silva Geraldo; Benedita Souza e Silva; Benedito Marcolino de Souza; Bruno Tavares; Carlos F. dos Santos; Carmem M. Silva; Casuo Yamane; Cecília P. Otto; CEI Jardim Umarizal; CEI Rebouças; CEI Umarizal; Celi Dias; Celia Maria da S. Batista; Cícero José da Silva; Cilei V. Rodrigues; Cinira M.N. Rioto; Claudete Jorge de Godói; Cláudia Aline da Silva; Claudia Aparecida C. da Silva; Claudia Aparecida S. Nogueira; Claudia da Cruz S. Santos; Claudineia P. da Silva; Claudino B. da Silva; Cleber Mario Batista; Cleber Messias da Silva; Clébia dos S. Rocha; Clébio dos Santos Silva; Cleide Rosa de Matos; Cleonice Cardoso; Cleunecir S. de Oliveira; Cleusa R. S. Carvalho; Cleuza Barreto dos Santos; Colégio EAG; Comandante Miguel Ribeiro; Comunidade Cristã Padre Léo; Comunidades Cristãs (Santa Cecília, Calisto de Castro, Durvalina S. Dias, Frassinete P. Santos, Gelcira F. de Souza, Ilza Maria Heringer, Ivair Dias, José Maria dos Santos, Procópio Heringer, Rita de Cássia P. dos Santos, Roberto Vasconcelos Ribeiro, Rosina Mancini da S. Dias, Sebastião Jesus Santos, Silvana Aparecida M. Ribeiro, Valmir dos Santos Vasconcelos, Victor Hugo Moreira Ribeiro); Conceição Aparecida T. de Miranda; Corina R. Lacerda; Corpo docente da E.E. João Ernesto Faggin; Creche Ana Claudina Carvalho Ferraz de Camargo; Creuza de Oliveira; Creuza Maria S. da Silva; Cristiana Nascimento Campos; Cristiane Passos; Cristina A. Rodrigues; Dalva Terezinha Dias; Daniel da S. Martins; Daniela de M. Canudo; Danilo Augusto de S. Silva; Danuse S. Oliveira; Darcileide A. Pereira; Deise da Silva; Denise Maria S. Lechner; Deudete Alves da Silva; Dinalva S. Silva; Dionísio de Castro; Dirce C. da Cruz; Dirce Ramos; Distrito de Saúde da Vila das Belezas, especialmente à psicóloga Ana Maria Viana e à enfermeira Tânia C. de Oliveira e Lorenzetti; Distrito de Saúde de Campo Limpo, especialmente à Dra. Sandra Sabino; Diva Aparecida de Oliveira; Doralice Teodoro Santos; Douglas da S. Martins; Douglas de Souza; Dulce Caligiuri; Dulce de Baccelar Martinez ; Ed Carlos Faustino Guilherme; Eda Tassara; Ederaldo Silva do Nascimento; Ediclaudia Paulo G. Silva; Edinalva B. S. Silva; Edméia da C. M. Arimizu; Edna Cecília de Matos; Edna Dantas; Edna Márcia C. S. Renesto; Edna Maria Aparecida da Silva; Edna Maria de A. Costa; Edna Maria M. de Souza; Ednalva da S. Fernandes; Edneia L. Cavalcante; Edson Lima; Edson Luiz da Silva; Educação (Célio, Miriam); Educadores e funcionários da EMEF Francisco Rebolo, especialmente a Sônia Maria Kajimoto, Tamamy Aparecida Nyazaki Xavier e Berenice Rodrigues; Edwilson Dutra Padilha Jr.; Elaine Cristina Segatti; Elaine N. Gonçalves; Elaine P. Nascimento; Eliana Aparecida S. Cruz; Eliana de Queiroz ; Eliana S. Silva; Eliane da S. Lima; Eliane O. de França; Elias Pereira; Elisangela Fonseca Costa; Elizabete N. Nascimento; Elizabeth C. Barroso; Elizabeth do Amaral; Elizabeth dos R. Dornelas; Elizabeth Maria Conde de Oliveira ; Elizangela Pereira; Eliziaria Maria Almeida; Eluci dos S. Medeiros; Elza Angélica Sirqueira; Elzenir L. Ferreira; EMEF Francisco Rebolo; EMEF João Carvalho de Lima, especialmente aos Srs. Macedo, Anselmo, equipe e alunos); EMEF José Domingos, especialmente a Regina, Ozélia, Truyts, equipe e alunos); EMEF Ministro Synésio Rocha; EMEF Nestor de Camargo (Josemar, Márcia, equipe e alunos); EMEI Assis Chateaubriand; EMEI João Evangelista, especialmente à Sra. Mara, equipe e alunos; Emília F. M. Uehara; Encarnação Aparecida Marazzi; Eny e equipe; Eny Pereira dos Santos; Eraldo Martins de Oliveira e família; Eraldo Oliveira; Eremito Mateus dos Santos; Érika A. Passos; Escola Estadual Ana Maria Popovic, especialmente às Sras. Lourdes Silva Pinto, Maria Aparecida C. Garcia e Mônica Aparecida da S. Francisco; Escola Elizabete Antunes Garcia; Escola Estadual Neyde Aparecida Sollitto, especialmente à diretora Sônia, à vice-diretora Tereza e à coordenadora pedagógica Fátima; Escola Estadual Paulo Freire, especialmente à Sra. Ana Cruz, equipe e alunos; Escola Municipal Teotônio Vilela, especialmente à Sra. Regina Sant'Anna; Esmeralda M. S. Cosmo; Espedita P. de Siqueira; Ester C. Guedes; Esther Francisca Lima da Silva; Eunice Aparecida de Carrocéa; Eunice Menezes; Eva Denilda da Silva; Everaldo Gaspar da Silva; Expedita F. da Silva; Ezequiel B. Santos; Fabiana Barreto; Fábio Fujimoto; Fábio S. Santos; Fabíola C.N. do Carmo; Fernanda da S. Muniz; Fernanda X.D. Silva; Fernando de Jesus Moura; Flavio Colaquecez; Flávio Matsuhashi; Floraci S.S. Oliveira; Floripes Maria da Silva; Francisca C. Oliveira; Francisca de Oliveira; Francisca Neta de Sá; Francisca Noélia da Silva; Francisca V. Rodrigues; Francisco Ademar; Francisco Ademar Menezes; Francisco Aritana de Castro; Francisco das Chagas C. Santos; Francisco Eustáquio; Francisco Maximo dos Santos; Gabriela Priolli; Geni R. Ramos; Genilva de Souza Borges; Genilva V. da Silva; Genivaldo A. Santana; Geralda Silva Nunes; Gerusa R. da Silva; Gilvânia M. de Andrade; Girlene Maria Gaspar Silva; Giselda A. N. dos Santos; Gisele Maria da S. Antonio; Gislaine Ribeiro; Givanete da C. Silva; Glória Maria R. Pereira; Gregoria Maria da Costa; Grupo Vida – Núcleo Mutinga; Guiomar C. Santos; Helena F. Coutinho; Helena Magozo; Helena Matilde de Souza; Helenice Maria S. Silva; Helenilda B. de Lima; Henrique Barbosa; Higina G. de Castro; Higor O. Muniz; Hilarina de Jesus; Hiroko Yaginuna; Homero Mazotteni Saes; Icleia La Cruz Fonseca; Igreja Batista do Morumbi, especialmente a Rosalina Leme e pastor Marcos Leme; Ilda Olivato; Ingrid C. dos Santos; Instituto Paulo Freire; Iolanda Aparecida do Santos; Iracema B. de Sousa; Iracema F. de Oliveira; Iraci Amorim da Silva; Irati Dias do Carmo; Isabel Aparecida Stefania; Isabel Cristina P. Alves; Isabel Maria de Jesus; Isabel Sérgio dos Santos; Isaura Juvenal dos Santos; Ismar Vieira da Silva; Isnaldo F. de Souza; Ivanilda Guilherme da Rocha; Ivanilde P. Petrella; Ivone H. G. de Oliveira; Ivonete B. Amorim; Jane Cleide S. Pereira; Janelas da Terra, especialmente a Solange; Janete Aparecida S. Miranda; Janice F. N. Sales; Janice R. do Nascimento; Jefferson Lourenço da Silva; Joana P. L. Barbosa; João Carlos S. Nagamura; João de Moura; João Luiz Ferreira; João Nunes de Almeida; Jorge Jesus R. Silva; Jorge Luis de Faria; Josafá R. de Abreu; José Boaventura da Silva; José Carlos dos Santos Alves; José Carlos Flausino; José Carlos O. Bispo; José Evaldo Teixeira Brito; José F. da Silva; José Fontes Ivo; José Luis da Silva; José Luiz Rosa Nova; José N. Soares e equipe; José Nonato Vieira; José P. de Almeida; José Roberto do Lago; José Roberto M. Teixeira; José Rodrigues da Silva; José Rodrigues L. de Santana; José Ronaldo T. dos Santos; José Roque O. Ventura; José Zito da Silva (Zezito); Josefa Francisca da Silva; Josefa Guedes da Silva; Josias S. dos Santos; Jucilene S. de Souza; Jucimara Fabiana Olívio; Júlia Aparecida G. Silva; Julia C. da Silva; Juscelina D. Jeremias; Jussara S. da Silva; Karina Conceição da Silva; Kátia Regina S. Souza; Kátia S. Santos; Kelly Cristina Pantaleão; Laerte Oliveira Brites; Lídia B. Moreira; Lígia Alves; Lilian Maria N. Jacinto; Liliane Luz Caires; Liliane Maria Santana; Lindomar F. de Almeida; Lindónésia José de Souza; Lira Peres Barreira; Lizabeti de Santana; Lourdes Ricarda V. Schimidt; Luci V. da Costa; Lucia de Fátima Rezende; Luciana da S. Santana; Luciana M. Pereira; Luciana N. Santana; Luciana S. Costa; Luciana S. Avelino; Luciene D. dos Santos; Luciene de Jesus André; Lucilene Aparecida Rodrigues; Lucimar da S. Santos; Lucimar R. Nascimento; Lucimar S. Miron; Lucineia de Sousa; Luis Antônio de Freitas Júnior; Luis Claudio Moreira; Luis F. Rodrigues; Luiz Antonio da Fonseca; Luiz Carlos Theóphilo; Luiz e padre Geraldo da Igreja Divino Espírito Santo do Parque Regina; Luiza G. da Silva; Luiza G. Mendes; Luzimar Silva; Luzinete F. Silva; Madalena M. R. da Silva; Magali Dello Crocci; Maisa N. Ferreira; Manoel A. Lopes; Manoel Messias da Silva; Manoel Messias dos Santos; Mara Alves Bezerra; Mara dos Santos; Mara Terezinha M. dos Santos; Marcia Cristina B. Pedrosa; Márcia Queiroz M. Bonafé; Marco Nadau; Marcos Alves Coutinho; Marcos Antonio A. da Silva; Marcos Antônio Germano; Marcos dos Santos; Marcos Paulo F. da Silva; Marcos Rogério; Marcos Sorrentino; Marcos Tonolli; Margarida Adalgisa da Silva; Margarida dos Santos; Margarida P. Ribeiro; Maria Adailza S. Oliveira; Maria Anita S. dos Santos; Maria Antonia Soares; Maria Antonia A. da Silva; Maria Aparecida B. Gangi; Maria Aparecida da S. Rocha; Maria Aparecida da Silva; Maria Aparecida Dias; Maria Aparecida F. Vasconcelos; Maria Aparecida G. Nogueira; Maria Aparecida K. de Lima; Maria Aparecida Nogueira; Maria Aparecida O. da Silva; Maria Aparecida R. C. dos Santos; Maria Aparecida Silva; Maria Aparecida V. Silva; Maria Cassiano de Abreu; Maria Célia M. da S. Santos; Maria Celina F. da Silva; Maria Cícera F. da Silva; Maria Cleudi A. Souza; Maria Conceição; Maria Creuza da Silva; Maria Cristina Mendes; Maria Cristina Miranda; Maria Cristina P. da Silva; Maria Cruz da Silva; Maria da Conceição e Silva; Maria da Consolação Peixoto; Maria da Glória F. Silva; Maria da Guia C. Marques; Maria das Dores Cerqueira; Maria das Graças de Souza; Maria de Fátima L. da Silva; Maria de Fátima V. dos Santos; Maria de Lourdes; Maria de Lourdes Bispo; Maria de Lourdes da Silva; Maria de Lourdes Silva; Maria Delci da Silva; Maria Divaneide O. Silva; Maria do Carmo S. Tristão; Maria do Céu; Maria do Socorro A. Biagioni; Maria do Socorro C. da Silva; Maria do Socorro R. de Souza; Maria Donizete de Souza Amorim; Maria dos Santos Borges; Maria Edina Barros; Maria Edna de Melo; Maria Eugênia F. Santos; Maria Expedita da Costa; Maria de Fatima Guilherme; Maria Felizarda dos Santos; Maria Filomena Nunes Pina; Maria G. de Jesus; Maria Helena dos Santos; Maria Hercília B. Menossi; Maria Inês de Oliveira; Maria Ivete da C. Lima; Maria Izabel Vieira; Maria Jerônimo Alves; Maria Joana Alves; Maria Joaquina da Rocha; Maria José; Maria José B. Custódio; Maria José B. da Silva; Maria José Barros; Maria José da Silva; Maria José dos Reis; Maria José dos S. Neto; Maria José L. P. Coelho; Maria Lizete da Silva; Maria Lúcia dos Reis; Maria Lúcia Ferreira; Maria Lucilia P. Mourão; Maria M. A. de Almeida Oliveira; Maria Madalena Ramos; Maria Miriam de L. Ferrari; Maria Nunes; Maria Nunes A. Santana; Maria Rosa de Jesus; Maria Rosemeire A. de Oliveira; Maria Santos Borges; Maria Serrati C. Estopa; Maria Teresa R. Luque; Maria Tertuliana P. da Silva; Mariângela G. Ramalho; Marilete O. Farias; Marília Maria Vitor; Marina Izabel dos Santos; Marina Rosa Souza; Marina Silvestre de Jesus; Marinalva C. dos Santos; Marinalva C. M. da Silva; Marinete Soares; Marineusa de S. Almeida; Marlene Bispo Santos; Marlene de A.B. de Souza; Marley N. de M. Oliveira; Marta de Araujo; Maura Santana da Cruz; Mauricéia F. dos Santos Oliveira; Mauritânia Mirian M. da Silva; Mauro de Souza; Michele Juliana da Silva; Miriam Maria F. da Silva; Moisés Ferreira; Monica C. S. Pereira; Monica do N. B. Leal; Mosavi Aparecida Ribeiro; Nair Costa Bravo; Natalina de Simone Bartruglio; Nazaré C. Andrade; Neilza R. Tavares; Nelson Bedin; Nelson Santos Machado; Neuma P. Nogueira; Neuma Rodrigues Correia; Neusa Aparecida de A. Cândido; Neusa de Oliveira Alves; Newton Monteiro; Nicácia V. B. dos Santos; Nilo Diniz; Nilton Aparecido de Oliveira; Nilza Moraes Santos; Nina Peres Barreira; Nivaldo Zamperlin; Noel R. e Silva; Noranei R. Lobo; Núbia Rodrigues Nunes; Obra do Berço, especialmente a Cristina, Edméia e Maria de Fátima Rocha; Odilon Guedes; Olindina J. Jesus; Oliveira Alfredo de Oliveira; Orminda de Moraes; Padre Élcio da Igreja São Pedro Fourier; participantes do curso de Grafite e Dança na E.E. Prof. Ernesto Faggin; Paulino Ambrosio; Paulo (Limpurb); Paulo Barreira; Paulo Cilas e equipe; Paulo F. Guilherme; Paulo Sérgio de Floura; Pedro A. da Silva; Pedro Faustino Guilherme; Piroska Eszter M. Szabo; Prefeitura do Município de Diadema; Prefeitura do Município de São Bernardo do Campo – Secretaria de Habitação e Meio Ambiente, especialmente a Osmar Mendonça, Sônia Maria de L. Oliveira, Vera Lúcia Rotondo; Priscila Jane Arap; Projeto Parceiros do Futuro [31] da E.E. Prof. João Ernesto Faggin; Rachel Trajber; Rafael dos Santos; Raimunda Faustino Guilherme; Raimunda G. S. Carvalho; Raimunda M. da Silva; Raimundo Alves Dias; Raimundo Pinheiro da Cruz; Raimundo Vicente de Souza; Raquel L. Batista; Regina Luisa Martins; Regional 1 de Osasco, especialmente ao Sr. Assunção; Reinaldo Neiva Santos; Renata N. Neves; Renato M. Ikeda; Rene G. Silva; Ricardo Guerra; Risélia Pinheiro e equipe; Rita de Cássia F. Santos; Rita de Cássia N. Paiva; Rita S. Oliveira; Roberto Bretzel Martins; Rodrigo Junqueira; Rosangela R.C. de Souza; Roseli Aparecida de Souza; Roseli Reis; Rosemary P. da Fonseca; Rosemeire de O. Souza; Rosinéia R. Bernardes; S.A.F – Serviço de Apoio à família, especialmente a Edna e Jailsom; Samia R. A. e Alves; Samuel Damasio; Sandra M. Azenha; Sandra M. da Costa; Sandra Rodrigues dos Santos; Sany Cleide dos Santos; SAS Campo Limpo; Sebastião de Oliveira Filho; Secretaria de Assistência Social – S.A.S de Campo Limpo, especialmente a Maria Luiza Oliveira de Souza e Janice Leite dos Santos; Secretaria de Cultura de Barueri, especialmente a Palma, Beth e equipe; Secretaria de Meio Ambiente de Barueri, especialmente a Luciana Lopes, Carlos, Juliana, Yara, Francisco, Ricardo Pinto, Gomes; Selma da S. Jesus; Selma M. S. Ferreira; Sergio Matos de Lima; Sheila Santos; Silmara C. dos Santos; Silvana C. Flosi; Silvana da S. D. Toledo; Silvana G. A. Rodrigues; Silvana T. Cordeiro; Silvana Valeria Lira; Silvia Regina da R. Nakahara; Sílvia S. Machado; Sirene S. Gomes; Sonia Foianesi; Sonia Maria G. Rodrigues; Sueli Almeida P. Cavalcanti; Sueli Lopes; Suely da Silva de Jesus; Tercília N. Tatsuakawa; Terezinha R. Souza; Terminal Petrobras Barueri, especialmente aos Srs. Carlos, Jacob, Caetano, Edgar, Arnaldo, Celso e Freitas; Ubiratan T. da Silva; Valdeci Aparecida de Lima; Valdilene Lopes da Silva; Valdilene Rodrigues; Valdinei Coelho de Melo; Valquiria Aparecida Melo; Valter José da Silva; Vanda Maria dos S. Rodrigues; Vanderleia S. Oliveira; Vanessa de Cássia Porfírio; Vanessa R. C. Macário Pinto; Vera dos Santos Silva; Vera Helena G. Calanca; Vera Lucia B. dos Santos; Vera Lúcia B. Nascimento; Vera Lúcia da S. Reis; Vera Lucia de Venancio; Vera Lúcia do N.Silva; Vera Lúcia M. Alves; Vera Lúcia Marques; vereador Marco Antonio Oliveira (Bidu); Veronica Gaspar da Silva; Vilma Dias do C. Costa; Vitoria Pereira; Viviane Pereira da Silva; Vonha A. de Araújo; Walkiria Lima Vieira; Wellington Albuquerque; Wellisson M. de Assunção; Wilson P. Coelho; Zaira Julio Vitorino; Zelinda T. L. Cardoso; Zelita da Piedade de Antunes; Zenaide Souza e Silva; Zenilde Maria de Jesus Ferreira; Zilmara Alves Bezerra. [coordenação] Jodel Godoy Júnior Maurício Campos Jayme de Seta Filho – Petrobras – Kátia Pestana Onésimo Genari Segurança Meio Ambiente e Saúde Luiz Cláudio Vaz Allan Regina Siqueira da Silva Miriam Duailibi – Instituto Ecoar para Vânia Bulgarelli Roberval Hueb a Cidadania. Viviane Junqueira Severina Maria dos Santos Valéria Uzan Dilermando Allan Filho – Instituto Crescer para a Cidadania [equipe técnica] Vinícius Leandro Modolo Madazio Adriana Giacomini [gerência do programa de educação ambiental] Bárbara Junqueira dos Santos [monitores locais] Christianne Godoy Carlos Alberto Pinheiro Ana Paula Tobias Cláudia Cruz Soares Doralice Teodoro dos Santos [gerência do programa de comunicação] Daniel Corrêa de Melo Edenildo dos Santos Álvaro Bufarah Débora de Lima Teixeira Iolanda Maria de Menezes Camilo Tavares Estevão Vanale Otero Isamaque Silva de Santana Fabrício Coelho Jéssica Said de Oliveira [consultoria] Fernanda Blauth Bajesteiro Marcelo Cardoso dos Santos Larissa Barbosa da Costa Gustavo Veronesi Maria de Lourdes da Silva Reginaldo Forti José Luciano Oliveira de Araújo Nelson Henrique de Lima Júlia Toledo Ribeiro Pereira Paula Francineide Cardoso da Silva [assessoria especializada] Leila Mahir Saleh Hussein Renato Queiroz dos Santos Cláudio Diaféria Luiz Sertório Teixeira Severino Amâncio de Oliveira Inês de Abreu Mariana Ferraz Duarte Silvaneide Cleusa da Silva Sampaio [projeto gráfico e editoração eletrônica] Via Impressa [revisão] Mitsue Morissawa [fotolito e impressão] Garilli Gráfica e Editora