Oficina do Futuro
Árvore dos Sonhos
Grupo Vida • Jardim Mutinga • Barueri
Agentes Comunitários de Saúde
Oficina Temática Sobre Meio Ambiente
Campo Limpo
[índice]
[1]
quem somos?
4
[2]
projeto convivência e parceria
5
[3]
o que é a agenda 21
11
[4]
agenda 21 do OBATI
13
[5]
temas
[A]
água, saneamento e uso do solo
14
[B]
cultura, esporte e lazer
16
[C]
lixo
18
[D]
saúde
20
[E]
geração de trabalho e renda
22
[F]
redes e comunicação
24
[6]
contatos e parceiros
26
[7]
agradecimentos
30
1 [quem somos]
[Instituto Ecoar para a Cidadania]
[Petrobras]
O Instituto Ecoar para a Cidadania é uma associação civil sem
fins de lucro, criada em 1992 por um grupo de ambientalistas,
pesquisadores e profissionais, que tem como missão contribuir
para a construção de sociedades sustentáveis.
Fundada em 1953, a Petrobras é a maior empresa brasileira
e a 12a em todo o mundo no setor de petróleo e gás, onde atua
em todos os seus segmentos, desde exploração e produção até
transporte, refino e distribuição. Reconhecida internacionalmente
por sua tecnologia de produção em águas profundas, a Petrobras
também está continuamente investindo na redução do impacto de
seus produtos sobre o meio ambiente, contribuindo
para um modelo empresarial que promova o desenvolvimento
sustentável da sociedade.
Em 2000 deu início ao maior programa já elaborado no país
visando equiparar-se às melhores empresas de petróleo do mundo
em segurança e respeito ao meio ambiente. O Programa de
Excelência em Gestão Ambiental e Segurança Operacional envolve
todas as Unidades da Petrobras, totalizando mais de 3 mil projetos
e cerca de R$ 3,2 bilhões. Trata-se de uma autêntica revolução,
jamais experimentada por uma empresa brasileira.
Petrobras – Uma empresa com atuação responsável
na preservação do meio ambiente e no desenvolvimento
social do país.
[Transpetro]
Maior empresa de transporte e logística da América Latina,
a Transpetro é uma subsidiária da Petrobras que atua no
transporte e armazenamento de petróleo e seus derivados,
respeitando o meio ambiente e promovendo o desenvolvimento
do país. A Transpetro conta com 43 terminais, mais de 9 mil
quilômetros de dutos e 59 navios da Frota Nacional de Petroleiros
(Fronape). Na busca da qualidade, a Transpetro aprimora os
seus serviços, investe na automação de seus processos
e na implantação dos mais avançados sistemas de segurança.
A rede de dutos e os terminais contam com as certificações
ISO 9002, ISO 14001 e BS 8800. A Fronape, com base nos critérios
do Prêmio Nacional de Qualidade (PNQ), recebeu os certificados
Código ISM, ISO 9002, ISO 14001 e os prêmios Top Ecologia 1997
e 1998, e Fiesp/Revista Ambiente 1999 e 2000.
Para tanto, desenvolve programas de Educação Ambiental,
Cidadania, Conservação e Recuperação de Recursos Naturais,
aliando ação local e global e estimulando a formação de uma
consciência cidadã e planetária.
Ecoar os princípios da educação ambiental, de forma que
valores éticos, como cooperação, solidariedade, generosidade,
tolerância, dignidade, respeito à diversidade, possam permear
o cotidiano das pessoas, tem sido a razão de existir do Instituto Ecoar para a Cidadania.
A idéia do Projeto Convivência e Parceria surge da compreensão
da educação como forma de intervenção no mundo e como
uma importante ferramenta na melhoria da segurança,
e da qualidade ambiental e de vida das comunidades que
vivem no entorno da faixa de duto do OBATI.
[Instituto Crescer para a Cidadania]
O Instituto Crescer para a Cidadania surge como a concretização
de trajetórias de seus fundadores que, há mais de 20 anos,
vêm trabalhando para melhorar as condições sociais da população
de baixa renda do país.
Esse grupo de pessoas, dirigentes do Crescer, acredita que
a melhoria dessas condições ocorrerá por meio de um intenso
processo de educação das comunidades. Assim sendo, constituem
o Instituto com o objetivo de capacitá-las e prepará-las para sua
inserção na sociedade.
O conhecimento e a metodologia de promoção dessa população
vêm sendo utilizados com êxito em diversos projetos desenvolvidos
ao longo destes anos. À medida que melhoram as condições
de habitação, saneamento, saúde, alimentação e renda dessas
comunidades, a sua relação com o meio ambiente torna-se menos
degradante e as compromete com a preservação.
Essas experiências realimentam o processo e, cada vez mais,
os resultados propostos são alcançados, trazendo o reconhecimento da população aos efeitos desses programas na melhoria
de sua condição de vida.
2 [projeto convivência e parceria]
[um grande desafio]
O Projeto Convivência e Parceria nasceu de um grande desafio:
garantir a integridade do duto OBATI (oleoduto Barueri-Utinga)
e a segurança da população que vive em seu entorno,
além de contribuir para a melhoria da qualidade de vida das
comunidades que vivem em áreas de risco e densamente
urbanizadas da região metropolitana de São Paulo.
A Petrobras, o Instituto Ecoar para a Cidadania e o Instituto
Crescer estão fazendo desse desafio uma realidade.
O Projeto Convivência e Parceria é parte integrante do PEGASO
(Programa de Excelência em Gestão Ambiental e Segurança
Ocupacional), do Sistema Petrobras, e considerado pioneiro por
sua proposta de estabelecer uma profícua parceria entre a empresa,
a população e as instâncias do poder público que atuam na área
de abrangência da faixa do OBATI.
O OBATI é um poliduto que transporta gasolina, álcool,
óleos combustíveis e gás de cozinha (GLP). Em seus 50 quilômetros
de extensão passa, a uma profundidade média de 1 a 3 metros,
por oito municípios: Barueri, Osasco, São Paulo, Taboão da Serra,
Diadema, São Bernardo do Campo, Santo André e São Caetano do
Sul. No município de São Paulo a dutovia atravessa as regiões
do Butantã, Campo Limpo, Capão Redondo, Capela do Socorro,
Cidade Ademar e Jabaquara, o equivalente a 53% do total
das faixas de dutos.
O OBATI cruza as principais rodovias do estado de São Paulo:
Castelo Branco (SP 280), Raposo Tavares (SP 270), Régis Bittencourt
(BR 116), Imigrantes (SP 160) e Anchieta (SP 150).
Nas áreas vizinhas concentram-se os principais parques industriais
do País, destacando-se as zonas industriais dos municípios do
ABCD, de Osasco e de Santo Amaro e Jaguaré, estes últimos
na Capital paulista.
[5]
O intenso e desordenado processo de urbanização na região
metropolitana de São Paulo teve como conseqüência a ocupação
de áreas impróprias às atividades urbanas. O custo dos terrenos,
a impossibilidade de acesso ao sistema imobiliário formal e à
oferta de habitações com preços populares contribuíram para a
ocupação de áreas vulneráveis, expondo as populações residentes
a situações de riscos. A maioria dos assentamentos humanos
instalados em áreas como encostas, topos de morros, fundos
de vales e várzeas, bem como em áreas lindeiras às linhas de alta
tensão, às tubulações de gás e às faixas dos dutos do Sistema
PETROBRAS, encontra-se em situação que requer vigilância
e cuidados específicos permanentes.
As ações e atividades do projeto visam o despertar do sentimento
de pertencer, todos nós, à delicada, complexa e interativa teia
da vida e o despertar do sentido de cidadania ativa,
contribuindo, dessa forma, para a autonomia e emancipação das
comunidades envolvidas.
[conhecer para cuidar]
A Caracterização e Diagnóstico Sócio-ambiental dos 50 quilômetros das áreas lindeiras ao OBATI deu início à implementação
do Projeto Convivência e Parceria. Realizado de forma
participativa, permitiu a definição dos “pedaços” do OBATI
mais apropriados para serem pólos de irradiação das ações
Nessas áreas, a maioria das habitações é precária e não-atendida
por serviços e equipamentos sociais como água, esgoto, energia
elétrica, coleta de lixo, lazer e recreação. A ausência desses serviços
e equipamentos faz com que os moradores recorram a soluções de
alto risco (“gatos” e “gambiarras”) para satisfazer suas necessidades elementares. Essas situações interferem nos serviços de
manutenção, de atendimento às emergências e prevenção
de acidentes por parte da Transpetro, dos Conselhos de Defesa
Civil e das concessionárias de serviços públicos.
de Educação Ambiental e de Comunicação Social.
Uma equipe de urbanistas, arquitetos e geógrafos somou-se
à equipe de educadores ambientais do projeto e percorreu a
faixa, identificando suas características, classificando os tipos
de interferências, avaliando as áreas de maior e menor pressão,
mapeando todos os tipos de equipamentos públicos presentes,
como escolas, postos de saúde e também as entidades sociais
e lideranças comunitárias.
[o compromisso de transformar a realidade]
O resultado desse trabalho, apresentado em uma série de
Os objetivos do Convivência e Parceria estão centrados no compromisso de envolvimento e sensibilização dos diversos atores
sociais sobre: os riscos significativos a que estão expostas as
comunidades lindeiras e o ambiente natural; as condições de
preservação da integridade dos dutos, da qualidade de vida
e de segurança do ambiente humano e os procedimentos de
prevenção a acidentes por meio da adequada utilização
da faixa dominial do OBATI.
Incluir a comunidade no processo de gestão do espaço compartilhado junto à faixa do OBATI e contribuir para a melhoria de sua
qualidade de vida são os compromissos que a Petrobras assume
no exercício de sua responsabilidade sócio-ambiental.
Reunião de articulação dos atores sociais
E.E. Professor João Ernesto Faggin – Vila Clara, São Paulo
mapas, fotos e quadros analíticos, possibilitou à empresa uma
visão ampla e atualizada do contexto em que suas instalações
dutoviárias estão inseridas e tornou-se um importante
balizador para ações, obras de melhoria e para a manutenção
do duto OBATI.
As ações de Educação Ambiental e de Comunicação Social que
se seguiram fizeram florescer as condições para a criação de
parcerias entre Petrobras, lideranças comunitárias, órgãos das
administrações municipais, concessionárias de serviços, agentes
comunitários de saúde, escolas e entidades da sociedade civil.
Reunião de moradores
Vila Clara, São Paulo
[formando parcerias]
[construindo o futuro]
As obras prioritárias para garantir a integridade do duto,
As reuniões de apresentação do projeto, as Oficinas de Futuro e as
Oficinas Temáticas são ferramentas estruturadoras das ações do
Programa de Educação Ambiental do Projeto Convivência e Parceria.
a segurança e o bem-estar da população, mapeadas no Diagnóstico,
apontaram para a necessidade de intervenções conjuntas da
Transpetro, de órgãos públicos e de diversas concessionárias de
serviços públicos, assim como para o envolvimento e comprometimento das associações comunitárias locais e de entidades da
sociedade civil que atuam na área.
As articulações com os parceiros buscaram combinar e valorizar
a execução das obras de manutenção do poliduto e de melhoria
da faixa, parte das rotinas operacionais da Transpetro, com as
demandas formuladas pelas comunidades em cada Pedaço.
Ao mesmo tempo, essas articulações visaram estimular os
parceiros a agregar benefícios às obras do Sistema Petrobras,
atendendo às demandas da população nos itens que se inserissem
em sua esfera de atuação.
Com a participação da comunidade as obras de manutenção
do OBATI promoveram grandes mudanças!
Oficina de Futuro
Grupo Vida
Jardim Mutinga • Barueri
Desde do início da intervenção em campo, a equipe de educadores
do projeto foi conquistando a confiança da comunidade.
Aos poucos, grupos de moradores, associações de bairros, escolas,
grupos de jovens e de terceira idade, grupos culturais e tantos
outros foram atendendo ao convite para participar das Reuniões
de Faixa, onde conheciam o duto e os objetivos do projeto e das
Oficinas de Futuro, detectando os problemas e as alternativas de
solução para seu Pedaço.
As Oficinas Temáticas têm por objetivo capacitar, difundir
conhecimentos específicos e instrumentalizar a população local
para uma atuação comunitária e profissional mais qualificada.
Os temas foram escolhidos pelos próprios participantes, que
apontaram seus interesses, suas prioridades e desejo de aprender
mais sobre determinadas questões.
Foram realizadas oficinas temáticas sobre: segurança, saúde
e saneamento ambiental, geração de trabalho e renda,
formação de redes, comunicação e difusão de informações –
rádio e jornal, grafitagem.
[Agenda 21 do Obati]
Ao longo do período das oficinas e das atividades do Projeto
Convivência e Parceria, foi sendo desenhado um plano de ação para
a melhoria de cada comunidade. Esse plano, descrevendo os
problemas e propostas de solução, parceiros, prazos e responsáveis,
é o que chamamos de “Agenda 21 do Pedaço”. Cada grupo fez a
sua e a reunião de todas essas idéias é que deu origem à Agenda 21
do OBATI, que mais à frente se apresenta.
capazes de fomentar e facilitar a Rede de Cidadania Ativa,
proposta pelos programas de Educação Ambiental e de
Comunicação Social.
O enraizamento das ações do projeto na comunidade é a
garantia de sua sustentabilidade.
[quem se comunica multiplica!]
O Programa de Comunicação Social, ferramenta de suporte da
Educação Ambiental, também foi peça fundamental das
engrenagens do projeto. Com a distribuição de folhetos
explicativos, cartazes, exibição de vídeos, elaboração e distribuição
do jornal mensal OBATI Informa, dos Boletins do Pedaço e de um
programa diário de rádio, foi possível informar a população sobre
questões de segurança, saúde, meio ambiente, cultura e também
divulgar toda uma gama de eventos, atividades, trabalhos
comunitários já realizados ou em andamento na comunidades.
A proposta, entretanto, era chegar mais longe. Mais do que
oferecer informações, a equipe de comunicação estimulou a
comunidade a se expressar, dizer o que pensa, mostrar seus
talentos e produzir ela mesma as notícias que gostaria de receber.
Oficina temática - Água
Obra do Berço – Campo Limpo, SP
O momento de reunião das agendas locais deu-se em um grande
encontro-seminário do qual participaram pessoas de todas as
áreas de entorno da faixa de duto. Cerca de 400 pessoas, durante
um dia inteiro, trabalharam juntas na elaboração de uma Agenda
de Compromisso com a segurança e com a melhoria de vida
na área de influência do OBATI.
[a caminho da sustentabilidade]
O Projeto Convivência e Parceria envolveu em suas ações e
atividades, cerca de 10 mil pessoas de forma direta e 50 mil de
forma indireta. Entre as respostas mais evidentes das comunidades
ao projeto, destaca-se o surgimento e/ou fortalecimento de
entidades comunitárias. Nestas, os moradores mobilizados
desenvolvem práticas comunitárias, contribuem para a resolução
dos problemas de seu bairro e colaboram com os inspetores
de faixa da Transpetro.
Os “monitores locais”, contratados do Projeto para atuar no
pedaço onde vivem e têm sua rede de relações, são exemplos
efetivos da formação e capacitação de “agentes multiplicadores”
Oficina com agentes de saúde
Campo Limpo, SP
A partir das oficinas de comunicação, jovens moradores dos
pedaços foram capacitados e tornaram-se correspondentes de
campo, escrevendo, fazendo entrevistas e participando da edição
de Boletins dos Pedaços, do jornal OBATI Informa e do programa
de rádio. Além da divulgação das conquistas e dos desafios de
cada pedaço, foi estimulada a troca de experiências entre as
comunidades mobilizadas, o que contribuiu para estabelecer e
ampliar parcerias entre os grupos e também entre os veículos de
comunicação que atuam na área de abrangência do OBATI.
Oficina com os Agentes de Saúde
Barueri
Árvore dos Sonhos
Oficina de Futuro
[tecendo a rede da co-responsabilidade]
A formação da Rede de Cidadania do OBATI, tecida com
os fios da cooperação, da solidariedade, do compromisso
e da co-responsabilidade, é conseqüência das ações desenvolvidas durante a implantação dos programas de Educação
Ambiental e de Comunicação Social.
Envolvendo a população que vive no entorno da faixa de dutos
da Petrobras/Transpetro, instituições e grupos locais, bem como
outros agentes responsáveis pela área, esta Rede de Cidadania
visa ao estabelecimento de parcerias permanentes e à realização de
ações voltadas à melhoria da qualidade ambiental e de vida local.
3 [o que é a agenda 21]
A proposta foi bastante criticada, principalmente porque congelava desigualdades e não previa mudanças nos padrões adotados
pela sociedade. De qualquer forma, pela primeira vez as limitações
ambientais estavam sendo consideradas.
No início os seres humanos viviam em pequenos grupos,
que percorriam largas extensões praticando a caça.
Capturavam animais e coletavam raízes, folhas, frutos
e sementes – eram nômades.
[Conferência de Estocolmo, ONU, 1972]
Debatendo o tema “Crescimento Econômico e Meio Ambiente”,
essa Conferência apontou para o surgimento de uma nova visão
das relações entre meio ambiente e desenvolvimento.
Passaram gradativamente a confeccionar ferramentas de pedra,
osso e madeira e a construir abrigos e a fazer vestimentas,
aumentando suas possibilidades de apropriação da natureza.
Descobriram o uso do fogo e começaram a domesticar animais
e a cultivar plantas. Essas descobertas possibilitaram a fixação
dos grupos, que passaram, então, a ser sedentários.
As discussões em Estocolmo explicitaram os conflitos entre
os países desenvolvidos e os não-desenvolvidos.
O Brasil defendeu, à época, o desenvolvimento a qualquer custo
e não reconheceu a gravidade dos problemas ambientais.
Surgiram os primeiros assentamentos humanos: as cidades.
O crescimento não parou. Com a mineração e a fundição,
o desenvolvimento tecnológico avançou e, com a Revolução
Industrial, a humanidade começou a absorver todo
o “capital” da Terra.
Estocolmo representou um avanço nas negociações entre
países e se tornou o marco para o entendimento dos problemas
planetários, adotando como slogan “Uma única Terra” e propondo
a busca de uma nova forma de desenvolvimento para o mundo.
[nosso futuro comum]
Lixo, fumaça e produtos químicos envenenaram o ar, a água,
o solo e a saúde das pessoas.
Durante o restante da década de 70, a humanidade buscou
conhecimentos e entendimentos para propor uma nova sociedade,
de caráter local e global.
O Ocidente capitalista e o Oriente comunista não tinham as
mesmas idéias para o mundo, mas para atingir seus objetivos
utilizavam os mesmos métodos de produção, entendendo a
natureza como infinita e explorando-a intensamente.
Em 1983 foi criada, por decisão da Assembléia Geral
da ONU, a CMMAD (Comissão Mundial de Meio Ambiente
e Desenvolvimento.
[uma nova visão: problemas globais]
Em 1969, o governo da Suécia, propôs à ONU (Organização
das Nações Unidas), uma reunião para tratar desses
problemas globais.
A Comissão circulou o mundo e encerrou seus trabalhos em 1987
com um relatório chamado de “Nosso Futuro Comum”.
É nesse relatório que se encontra a definição de desenvolvimento
sustentável mais aceita e difundida em todo o Planeta,
a saber: “desenvolvimento sustentável é aquele que atende às
necessidades do presente sem comprometer a possibilidade
das gerações futuras de satisfazerem suas próprias necessidades”.
Segundo a Comissão, o desafio era trazer as considerações
ambientais para o centro das tomadas de decisão econômicas
e para o centro do planejamento futuro nos diversos níveis: local,
regional e global.
[Clube de Roma]
[Rio 92]
Em 1971, o Clube de Roma, grupo de empresários, políticos
e pensadores europeus preocupados com as possibilidades
futuras do crescimento econômico e social, encomendou ao MIT
(instituto de Tecnologia de Massachussets), Estados Unidos, um
relatório que levou o nome de Limites do crescimento.
A Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o
Desenvolvimento foi realizada no Rio de Janeiro entre 3 e 14
de junho de 1992 e teve grande importância para reforçar e
ampliar essa nova abordagem ambiental, que já vinha sendo
discutida em documentos anteriores.
O resultado desse estudo foi a proposta chamada de “Crescimento Zero”, na qual se dizia que só se a população e a indústria
parassem de crescer seria possível assegurar a continuidade da
atividade econômica e da espécie humana no Planeta.
Contou com a presença de 170 países e centenas de
organizações da sociedade civil cuja ação obteve relevante
impacto ao demonstrar claramente os limites da exploração
da natureza.
Depois da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), cresceu a idéia
de produção sem qualquer restrição, o que agravou de tal forma a
degradação ambiental que fronteiras começaram a ser rompidas.
A poluição de rios internacionais, a chuva ácida, o buraco
na camada de ozônio, o efeito estufa... não podem ser
tratados localmente.
[11]
A idéia de desenvolvimento sustentável ganha força e essa
nova visão implica a implantação de um modelo de desenvolvimento que garanta a manutenção da vida no Planeta sob todos
os aspectos.
Surge a Agenda 21, um documento que propõe novos modelos
políticos para o mundo em busca do desenvolvimento sustentável.
[Agenda 21 Global]
A Agenda é na verdade um grande programa recomendado
para todos, ou seja, para governos, instituições, organizações
da sociedade civil e para os cidadãos e cidadãs de todos os
cantos da Terra.
Apresenta um conjunto de estratégias, distribuídas em seus
40 capítulos, que possibilitam a reversão da degradação do
Planeta. Estratégias que devem ser aplicadas nos diversos níveis de
atuação humana, local, regional, nacional e internacional.
Sua implantação deve acontecer de forma gradual e participativa.
Ela é fio que nos conduz à sobrevivência e só poderá ser
implementada com o envolvimento de todos.
[Agendas Estaduais e Municipais]
A Agenda 21 Brasileira partiu dos princípios estabelecidos
na Agenda 21 Global e estabeleceu diretrizes adequadas às
características do nosso País, que, se forem adotadas por todos,
provocarão a mudança do atual modelo de desenvolvimento,
tornando-o mais justo e sustentável.
Da mesma forma, estados e municípios devem se esforçar para,
a partir das diretrizes globais e nacionais, formularem
participativamente suas Agendas, de forma a estarem
mais próximas de suas realidades, sendo, portanto,
mais capazes de provocar mudanças.
[Agenda 21 do Pedaço]
De modo geral, conseguimos enxergar os problemas do nosso
país e também da nossa cidade. Normalmente fazemos nossas
reclamações, mas pouco interferimos na mudança das situações
que nos incomodam. Não estamos acostumados a participar
das decisões e não sabemos muito bem como fazê-lo.
Quando produziram a Agenda 21, os países presentes na Rio 92
se comprometeram a incorporar em suas políticas públicas os
princípios para o desenvolvimento sustentável.
A Agenda 21 Global traz novas orientações para o Planeta,
mas estas só se tornarão realidade se os países as adotarem,
ampliarem e adaptarem às suas especificidades. É aí que surgem
as agendas nacionais. Cada país, no entanto, é formado por um
conjunto de estados e cidades que precisam se incorporar
a esse movimento para que ele não pare.
As estratégias pensadas para o mundo deveriam ser adequadas
à realidade de cada país e amplamente discutidas com a sociedade,
tornando todos responsáveis pelo novo caminho a ser traçado.
Mas onde é que as transformações irão realmente acontecer?
Como garantir a participação de toda a população com suas
informações e sugestões?
Para a elaboração da Agenda 21 Brasileira foi formada a Comissão
de Políticas de Desenvolvimento Sustentável e da Agenda 21
Nacional com a atribuição de coordenar o processo de elaboração
e implementação da Agenda.
Aí está a “Agenda 21 do Pedaço”. Uma boa opção para pensar
com a população formas de melhor solucionar os problemas de
cada bairro, de cada comunidade, de construir uma sociedade
mais justa e eqüitativa e de recuperar e conservar o meio ambiente
para as gerações vindouras.
[Agenda 21 Brasileira]
Foi desencadeado um processo de identificação das
potencialidades e fragilidades do País para o estabelecimento de
um plano de desenvolvimento sustentável. Essas informações
foram armazenadas num documento que levou o nome de Bases
para a Discussão da Agenda 21.
No dia 16/07/2002 foi lançada, no Palácio do Governo,
em Brasília, a Agenda 21 Brasileira, um poderoso instrumento
de planejamento participativo.
Coloca-se agora um grande desafio: a sua implementação.
Para que isso aconteça será necessária vontade política
de todas as esferas de governo (nacional, estadual, municipal)
e o envolvimento e organização da sociedade civil para
a construção de um novo modelo de sociedade baseado
nas aspirações coletivas.
4 [agenda 21 do OBATI]
[segurança e participação]
A construção da Agenda 21 do OBATI foi iniciada desde
Para se construir a Agenda 21 do OBATI, foram escolhidos
como fios condutores do trabalho a segurança e a participação.
A opção por esses temas como eixos estruturadores do debate
deveu-se à peculiaridade da região em que se insere o projeto.
o primeiro momento do Projeto Convivência e Parceria.
Os temas que aqui se apresentam foram definidos coletivamente
durante as Oficinas de Futuro realizadas com os grupos nos vários
Pedaços da faixa. Eles nasceram do reencontro de cada pessoa
Para se garantir o bem-estar das populações que ali moram
e trabalham, faz-se necessário estabelecer uma relação de
intimidade entre a população e o ambiente em que vivem.
com o ambiente onde vive, do sentimento de pertença e de
querer transformar esse lugar num lugar mais seguro,
mais bonito, saudável e com mais justiça social.
O mapeamento dos sonhos e problemas de cada grupo, de cada
comunidade, apontou como prioritários os temas da Água,
do Lixo, da Geração de Trabalho e Renda, da Cultura e do Lazer,
A participação plena das comunidades lindeiras apresenta-se
como ferramenta indispensável para despertar esse sentimento
de pertença.
Participar, entretanto, pressupõe a disponibilização de repertório,
a criação de espaços de locução, a definição de instâncias de
decisão, a saber:
da Saúde e das Redes e Comunicação. Como esses temas
se apresentam no Pedaço? Que soluções são necessárias?
Quais as responsabilidades de cada um? O que podemos fazer
• Disponibilizar repertório para que as comunidades reconheçam
os fatores de risco presentes em seu cotidiano e seu papel
protagônico na minimização dos mesmos, desenvolvam um
novo olhar sobre o ambiente e percebam a importância
de seu comprometimento com a melhoria da qualidade
de vida em seu “Pedaço”.
no curto, médio e longo prazos? Que parcerias são necessárias
para mudar o lugar?
Desse processo participativo surgiu a Agenda 21 do OBATI.
Tecida pouco a pouco, respeitando o tempo de aprendizagem
de cada grupo, as diferenças, as semelhanças, a troca de
conhecimentos. Animando educadores e partícipes, uma imensa
vontade de melhorar a vida de cada um e de todo o Planeta!
• Criar espaços que possam servir de centros de referência para
a população, onde se encontrem as informações necessárias para
a interlocução com a empresa e os demais atores e que propicie
o debate profícuo entre os membros dos grupos criados.
• Definir como e quem toma as decisões, estabelecer um processo
democrático e horizontal e enfatizar a busca pelo consenso.
• O foco nestes itens tem sido prioridade do Projeto Convivência
e Parceria e vem garantindo o envolvimento da população em
todas as atividades propostas. A pertinência das reivindicações
das comunidades, no que se refere às obras compatíveis com
os padrões de segurança da Petrobras, demonstra a melhoria
do nível do conhecimento do problema. Por outro lado,
a resposta positiva da empresa estimula uma participação
cada vez mais ampla e qualificada. Instaura-se assim um
círculo virtuoso, onde todos ganham.
• A empresa garantindo a integridade do duto e a população,
ganhando um espaço mais seguro, esteticamente mais
agradável e aprendendo a exercer sua cidadania.
[13]
[água, saneamento e uso do solo]
A água é um dos recursos mais importantes do Planeta e sua
existência depende da maneira que manejamos todos os outros
recursos. É encontrada sob as formas líquida, nos rios e mares;
sólida, nas geleiras; e gasosa, na atmosfera.
Sem água não existiria vida, pois os organismos vivos se tornaram
extremamente dependentes dela ao longo de sua evolução.
O maior volume de água existente na natureza está nos oceanos
(97%), ou seja, é água salgada. Os 3% restantes de água doce se
dividem pelos rios, lagos, lençóis freáticos e geleiras.
Na verdade 2% se encontram congelados, sobrando apenas 1%
para o consumo humano. Conforme aponta a Agenda 21 Global,
uma oferta de água confiável e saneamento ambiental são vitais
para proteger o meio ambiente, melhorar a saúde da população
e mitigar a pobreza.
Para que isso seja possível, as atividades humanas deverão
se adaptar à capacidade que a natureza tem de renovar
e disponibilizar esse recurso, garantindo a sua qualidade
e quantidade.
É importante entender de que forma a água circula pelo meio
ambiente. A essa circulação dá-se o nome de ciclo da água ou
ciclo hidrológico e ela pode ser descrita da seguinte maneira:
o Sol evapora (transforma em vapor) a água dos rios, lagos, mares
e oceanos, que vai para a atmosfera. Esta também recebe a água
resultante da transpiração (perda de água para a atmosfera) da
vegetação. Com a ação do vento, essas massas de água vão se
movimentando, se aglomerando e, quando ficam pesadas,
caem em forma de chuva.
Na queda, a água encontra a cobertura da terra, que pode ser de
árvores, telhados etc. Depois vai para o chão, por onde segue para
baixo até encontrar os córregos e rios, de onde seguirá até chegar
ao mar novamente, compondo um ciclo interminável.
Mutirão de limpeza
E.E. Professor Ernesto Faggin
Vila Clara, São Paulo
Nas cidades de hoje, tudo está concretado ou asfaltado e, nos
bairros por onde passa o OBATI, não é diferente. Essa situação
faz com que a água corra com maior velocidade em direção aos
córregos e rios. Pelo caminho ela vai levando consigo toda a
poluição que encontra e, ao passar por áreas de terra sem vegetação e sem muros, leva também parte do solo, e tudo isso vai parar
no fundo dos rios e córregos. O rio vai ficando cada vez mais sujo
e raso, não comportando toda a água que recebe, o que contribui
para a ocorrência de enchentes e para a disseminação de doenças.
O crescimento urbano desordenado, resultante da falta de
planejamento, foi ocasionando uma série de problemas que hoje
precisam ser resolvidos com a participação de todos, e para que
isso ocorra as populações locais devem ter acesso a informações
que possibilitem tomar decisões adequadas.
As águas que correm pelas ruas em alta velocidade formam
enxurradas, transportam tudo que encontram pelo caminho até
os rios e estes, recebendo toda essa enorme quantidade de água,
solo, lixo e esgoto, provocam enchentes e contaminações.
Essa situação é bastante comum por toda a extensão do duto
OBATI e esses processos o colocam em situação de risco.
Foi buscando minimizar esses riscos que a comunidade do seu
entorno discutiu problemas e propôs as soluções apresentadas
neste capítulo da Agenda.
PROBLEMAS
Esgotamento sanitário:
1. Lançamento dos esgotos
domésticos e industriais
nos cursos d'água
(rios e córregos).
2. Poluição crescente
dos cursos d'água com
lançamento de lixo
e entulho.
Uso do solo e drenagem:
1. Inundação e enxurradas
em diversos trechos
da faixa.
2. Diminuição da
profundidade dos rios e
córregos (assoreamento).
3. Drenagem das águas
pluviais insuficiente
(diâmetro da tubulação
pequeno para a água
de chuva acumulada
nas ruas).
AÇÕES PROPOSTAS
• Implantação ou ampliação da rede de coleta e tratamento
de esgosto por cada pequeno trecho (sub-bacia).
• Exigência de tratamento dos resíduos industriais,
de responsabilidade das indústrias, com acompanhamento
do órgão ambiental, antes do lançamento na rede
de coleta de esgotos.
• Secretaria Estadual
de Recursos Hídricos
Saneamento e Obras
(SRHSO)
• Limpeza dos leitos e margens dos rios, riachos e córregos,
seguida de manutenção permanente.
• Elaboração de projetos de Educação Ambiental e campanhas
permanentes para o envolvimento da comunidade nas questões
do lixo e da água.
• Órgãos estaduais encarrega
dos do controle ambiental
(Secretaria de Meio Ambiente,
Cetesb)
• Elaboração de um plano de contingência (plano de ação para o
caso de acidentes) que contemple os problemas das chuvas e de
possíveis vazamentos nos dutos da Transpetro (subsidiária da
Petrobras), por pressão da água.
• Manter livre de concreto ou asfalto a faixa do duto e ampliar a
quantidade de áreas permeáveis fora da faixa de dutos. Proteger
com muretas as áreas permeáveis, desviando assim, a água que
corre pelas ruas.
• Estímulo à população e aos órgãos públicos para a criação e
manutenção de canteiros e vasos nos quintais, pátios e calçadas,
que cumprirão a função de segurar as águas da chuva por
mais tempo antes de elas alcançarem os rios e córregos, diminuin
do com isso os impactos das inundações.
• Hortas dentro e fora da faixa da Transpetro, gerando renda para
as comunidades envolvidas, diminuindo a erosão (terra levada
pelas águas das chuvas) na faixa e protegendo a terra acima dos
dutos de usos potencialmente arriscados.
• Todas essas medidas visam contribuir para a melhoria do clima do
local, pois quanto mais vegetação, mais tempo a água leva para
alcançar os rios, aumentando a umidade do ar, contribuindo para
verões menos quentes e invernos menos frios.
• Aproveitamento da faixa do duto com a criação de parques,
jardins e ciclovias ao longo da faixa.
• Ampliação do diâmetro da tubulação que leva as águas
da cidade para os rios e córregos.
• Elaboração de projetos de Educação Ambiental.
1. Abastecimento/
desperdício.
• Governo do Estado
• Empresas públicas
e concessionárias dos
serviços de água e esgoto
(Sabesp, Saned, Semada)
• Conservação e recuperação das áreas ainda não ocupadas, com
vegetação nativa e reflorestamento das margens dos rios e
córregos (mata ciliar). Ampliação da arborização de calçadas e
praças. Essas medidas contribuem para a água entrar na terra,
diminuindo as inundações.
Abastecimento de água:
AGENTES ENVOLVIDOS
• Regularização e ampliação da rede oficial, garantindo
o atendimento com qualidade e evitando desperdício.
• Elaboração de projetos de Educação Ambiental.
[15]
• Comitê e subcomitês da Bacia
do Alto Tietê
• Companhias ou
concessionárias de energia
(CEETP e Eletropaulo)
• Prefeituras
• Câmaras municipais
• Secretarias municipais de
Meio Ambiente/Obras/
Recursos Hídricos/
Desenvolvimento Sustentável
e outras relacionadas
com a questão
• Escolas públicas e privadas
• Petrobras/Transpetro
• ONGs que se relacionem com
algum tema aqui tratado
• Comunidades e associações
• Rede do OBATI
• Defesa civil
• Meios de comunicação
[cultura, esporte e lazer]
Cultura é a forma como contamos nossa história, é como a vida
Quando lançamos nosso olhar para o futuro, percebemos que
se reproduz, ganha sentido. Está ligada ao passado e nos projeta
precisamos despertar o sentido de pertencimento dos que nelas
para o futuro.
vivem, estimulando-os a exercer sua cidadania e a transformar
o ambiente em que vivem e as relações que nele se estabeleceram.
O desenvolvimento da humanidade está marcado por contatos e
conflitos entre modos diferentes de organizar a vida social,
Usar a criatividade, respeitar as diferenças, incentivar formas
de se apropriar dos recursos naturais e transformá-los, de conceber
alternativas de soluções e propor mudanças viáveis significa
a realidade e expressá-la.
respeitar a democracia e envolver de maneira horizontal os
diversos atores sociais ao longo do OBATI.
Para compreendermos melhor o país em que vivemos é importante
considerarmos a diversidade cultural que nele existe.
A cultura é um cenário onde vidas ganham significado a partir
Diversidade essa que não é só feita de idéias, mas também
da existência de ações de pessoas e grupos e da valorização
das maneiras como atuamos na sociedade.
das identidades. Arte e cultura conectam todos os setores
da sociedade e celebram a coletividade. Processos participativos
Reconhecer e respeitar as diferenças é condição para a construção
enriquecem a vida local, e os grupos e movimentos culturais
de uma convivência harmoniosa e saudável entre todos.
fazem a cara da cidade.
Propor um desenvolvimento a partir de uma visão multicultural,
sob o prisma das manifestações populares encontradas em cada
espaço da comunidade, é tornar indivíduos diferentes capazes de
viver juntos, buscando a garantia de igualdade política e da
eqüidade social em um ambiente saudável.
A idéia de desenvolvimento sustentável pressupõe desenvolvimento
com qualidade de vida e é aí que o desenvolvimento cultural ganha
sentido, como parte integrante de um complexo cenário.
Trabalhar com o desenvolvimento cultural é buscar novas soluções
para velhos problemas. Combinar cultura de raízes com uma
cultura de escolhas é contar a história da civilização, em suas
diversas dimensões.
O crescimento desordenado das cidades, conseqüência da falta
de controle e planejamento urbanos, fez com que seus habitantes
não mais cuidassem delas. Regiões centrais caras, periferias
desvalorizadas por suas condições naturais, falta de espaços
públicos de convivência.... As aglomerações urbanas, o trânsito,
a poluição, o lixo, os espaços coletivos ocupados pela violência e
criminalidade, tornam as cidades enormes, desconhecidas e perigosas.
Esboço de grafite dos alunos da Aldeia
Oficina de Futuro
Americanópolis, São Paulo, SP
PROBLEMAS
AÇÕES PROPOSTAS
• Falta de espaços físicos
para as manifestações
esportivas, culturais
e de lazer.
1. Otimizar e revitalizar os espaços públicos ou privados já
existentes nas comunidades, para uso com atividades culturais,
de esportivas e de lazer.
• Mau uso e falta de
divulgação dos espaços
existentes nas comunidades.
2. Potencializar e criar, conforme a demanda local e de forma
participativa, atividades esportivas, recreativas e culturais,
“juntando” os esforços do poder público e da população.
3. Incentivar e fortalecer as organizações comunitárias e associativas,
para que junto aos órgãos responsáveis, busquem formas de
garantir locais e atividades de cultura, esporte e lazer na periferia.
4. Articular e fortalecer mecanismos locais de comunicação,
para divulgação dos espaços, suas atividades e serviços, garantin
do o envolvimento da comunidade e das instituições locais no
desenvolvimento dessas atividades e na formação de redes.
AGENTES ENVOLVIDOS
• Associações civis (escolas,
creches, postos de saúde,
bibliotecas etc.)
• Lideranças comunitárias
• Órgãos públicos
(secretarias municipais e
estaduais relacionadas
e afins com a temática)
• Comércio e empresas locais
• ONGs (organizações
não-governamentais)
• Agências financiadoras
• Grêmios
• Igrejas
• Imprensa local e geral
• Rádios comunitárias e oficiais
• Falta de conhecimento e,
portanto, de valorização
das diversas formas de
manifestações culturais
e esportivas.
1. Buscar por espaços para a formação de público e qualificação das
manifestações culturais existentes nos diversos pedaços.
2. Fortalecer a comunicação como forma de divulgação
e integração dos eventos a serem programados.
3. Buscar espaços que possam ser locais de integração de diversos
temas culturais e de realização de festivais, eventos e oficinas.
Ex.: Festival Cultural OBATI.
4. Resgatar e garantir espaços para as tradições culturais.
5. Criar um centro de referência na comunidade como pólo difusor
das informações e eventos.
• Jornais locais e institucionais
• Membros da comunidade com
repertório cultural
• Grupos locais (terceira idade,
jovens etc.)
• Centros culturais
• Grupos de cultura da
comunidade e da região
• Associação de bairro
• Centro comunitário
• MEC
6. Promover a inserção das diversas temáticas culturais na
educação formal e informal.
7. Garantir o registro de forma sistematizada das diversas
experiênci as culturais e disponibilizar para o público.
Ex.: fotos legendadas, materiais de imprensa etc.
[17]
• Comunidade escolar
• NAEs (Núcleo de Ação
Educativa)
[lixo]
O dicionário nos traz as seguintes definições de lixo: “sujeira;
sujidade; tudo aquilo que as pessoas não querem mais e jogam
fora; o que não tem mais valor”.
No entanto, uma determinada coisa pode ser lixo para uns
mas não para outros.
O lixo ou resíduo pode ser caracterizado como domiciliar,
industrial, comercial, infectante (de saúde), entulho etc.
Além dessas caracterizações, existem outras nomenclaturas possíveis
que igualmente o define, como: orgânico ou molhado, inorgânico ou
No Brasil, 80% dos resíduos sólidos são depositados de modo
não adequado ou irregular, tornando-se uma séria preocupação
de saúde pública.
Ao contrário do que muitos pensam, o processo de reciclagem,
sozinho, não representa a saída para o problema da geração
de resíduos. É um passo muito importante, pois faz com que
o lixo retorne como matéria-prima para o início dos processos
produtivos, poupando recursos naturais que deixam de ser
extraídos novamente da natureza. Além disso, tudo que está sendo
reciclado deixa de ir para os aterros, diminuindo o volume de
resíduos mandados para lá e aumentando a vida útil destes.
seco, perigosos, inertes, hospitalares. Sabemos que a quantidade atual
de lixo gerado no mundo, no país, nos estados, nos municípios
e bairros é muito grande, aproximadamente um quilo por pessoa,
diariamente. Essa situação deve-se principalmente ao atual modelo
de desenvolvimento baseado em padrões de produção e consumo
exagerados, que não levam em conta o destino de todos os
resíduos gerados, não mostrando preocupação com a saúde
do Planeta e também dos cidadãos.
Vivemos hoje na chamada sociedade de consumo. Nos anos 50,
o lixo era constituído basicamente de restos de cozinha, detritos
de praças e jardins, roupas velhas e entulho de construções.
Hoje o lixo apresenta outros materiais, como, metais, plásticos,
pilhas, que, se descartados de forma incorreta, podem causar
danos à saúde.
Os cidadãos e cidadãs do planeta devem entender que não
basta somente separar os materiais que podem ser
reaproveitados e encaminhá-los para o processo de reciclagem.
A idéia é que, antes de mandar para a reciclagem, as pessoas
tentem reutilizar tudo o que for possível, aumentando o tempo
de uso dos produtos que consomem e, mais uma vez, adiando
sua ida para o destino final.
Mas a melhor maneira de efetivamente contribuirmos para
a diminuição do problema a longo prazo é mudar nossos hábitos
de consumo e nossa postura, tornando-nos consumidores e
cidadãos responsáveis. Mudar o hábito de consumo significa
reduzir o consumo e consumir conscientemente, diminuindo a
geração de resíduos e contribuindo assim para um futuro mais
saudável e para a melhoria da qualidade de vida no Planeta.
Evitar o desperdício, principalmente o de alimentos, contribui
para a minimização da problemática do lixo. No Brasil,
60% do total dos resíduos são formados por restos de alimentos,
que são a fonte principal de vetores de doenças. Reduzir o
desperdício nos processos agrícolas pode significar maior oferta
de alimentos e até mesmo de divisas ao país.
Para encarar a problemática da geração de resíduos, devemos agir
individual e coletivamente, fazendo nossa parte e reivindicando
dos poderes públicos locais que cumpram suas parcelas de
responsabilidade. É necessário que se estabeleçam parcerias entre
todos os atores envolvidos para minimizar esse problema que se
apresentou em toda a área de abrangência do projeto.
Apresentamos agora o resultado da discussão temática e as alternativas propostas por representantes de todos os Pedaços do OBATI.
Curso de grafite para o Grupo de Jovens
Oficina de Futuro
Americanópolis, São Paulo, SP
PROBLEMAS
AÇÕES PROPOSTAS
AGENTES ENVOLVIDOS
• Falta de informação
sobre a temática dos
resíduos sólidos.
• Reivindicar dos órgãos competentes um programa permanente
de educação sócio-ambiental, enfatizando a redução da produção
de lixo e o desperdício e ressaltando o perigo de se depositar lixo,
entulho e restos de poda nas faixas de duto segurança.
• Comunidade
• Falta de articulação e
participação da
comunidade para a
resolução de
problemas comuns.
• Criar espaços de locução, debates entre os grupos dos Pedaços
e os parceiros apontados pela Rede OBATI.
• Rede OBATI
• Estimular a participação dos representantes comunitários
emreuniões e fóruns temáticos municipais, estaduais e federais.
• ONGs
• Estimular as comunidades locais a desenvolverem um projeto de
coleta seletiva de lixo integrado à Rede OBATI e aos programas
municipais existentes.
• Fundações
• Inexistência de coleta de
lixo domiciliar regular.
• Lixo jogado e acumulado
em ruas, córregos, rios,
terrenos baldios, faixas
de duto, áreas verdes e
margens de rodovia.
• Estimular a elaboração de projetos que visem à aquisição de
espaços para implementar centrais de triagem de pequeno porte
ao longo da faixa do duto OBATI, para viabilizar a organização
administrativa e a comercialização conjunta dos produtos dessas
pequenas centrais de triagem.
• Incubadoras de
empreendimentos
e cooperativas
• Promover a educação de catadores locais sobre a questão
ambiental, administrativa e associativista, estimulando e apoiando
a formação de associações e cooperativas de triagem e reciclagem
de resíduos sólidos, com o objetivo de gerar trabalho e renda para
os partícipes.
• Orçamento participativo
• Entulho jogado e
acumulado em ruas,
córregos, rios, terrenos
baldios, faixas de duto,
áreas verdes e margens
de rodovia.
• Móveis e eletrodomésticos
jogados e acumulados em
ruas, córregos, rios,
terrenos baldios, faixas de
duto, áreas verdes e
margens de rodovias.
• Poda e varrição de
árvores e follhas em área
verdes jogados e
acumulados em córregos,
rios, terrenos baldios,
faixas de duto, áreas
verdes e margens
de rodovia.
• Estimular a articulação das diversas instâncias do poder público
para a promoção de ações conjuntas e coordenadas de programas
que envolvam as temáticas lixo, educação, saúde, meio ambiente,
geração de renda e assistência social.
• Mobilizar e articular a comunidade local para que pressione e
reivindique a implantação da coleta de lixo domiciliar regular.
• Elaborar projeto específico para a coleta de lixo domiciliar
em locais de difícil acesso ao caminhão coletor padrão
(ex.: comunidades situadas em locais onde não haja possibilidade
de circulação de veículos motorizados e de grande porte).
• Pressionar o poder público local, a Petrobras e a comunidade a
efetivarem a fiscalização em relação aos locais de depósitos
clandestinos de lixo e entulho que incluem as faixas de duto.
• Cobrar eficiência e estimular o uso do telefone para denúncia
anônima.
• Divulgar os dias e horários aproximados da passagem do
caminhão de lixo domiciliar regular, do programa de coleta
seletiva, do “cata-bagulho”, em espaços públicos comunitários e
também junto às lixeiras e caçambas.
• Implementação de lixeiras comunitárias adequadas (e ampliação
do número das já existentes) em locais acessíveis ao caminhão.
• Estimular a reivindicação da coleta pública de entulho.
• Pressionar o poder público para implantação de centrais
de triagem e processamento de entulho.
• Pressionar as autoridades para implantarem local de disposição
de entulho “bota-fora”.
• Reivindicar da prefeitura a divulgação das listas de empresas
credenciadas por ela para o serviço de coleta de entulho por
caçambas e também daquelas que reprocessam o entulho.
• Incentivar ou elaborar programas de “cata-bagulho”
das prefeituras nos bairros.
• Divulgar lista de entidades que recebem doações.
• Incentivar a criação de composteiras locais públicas e privadas
de pequeno porte ao longo da faixa do duto.
[19]
• Associações
• Universidades
• Fóruns temáticos
• Órgãos públicos
• Governo federal
• Governo do estado e
prefeituras (secretarias de
Saúde, Serviço Social,
Limpeza, Planejamento
e Obras, Meio ambiente)
• Escolas públicas e particulares
• Defesa civil
• Companhias de energia
elétrica
• Petrobras/Transpetro
• Cooperativas e associações de
coleta seletiva
• Sebrae
[saúde]
A saúde depende de um ambiente saudável, de um abastecimento seguro de água, do acesso aos serviços de saneamento e de
condições que garantam a segurança nutricional e alimentar
dos indivíduos, permitindo o desenvolvimento de suas
potencialidades em direção a uma realização pessoal, profissional,
social e familiar; o que, em última instância, confere saúde
psíquica ao ser.
Oficina de Futuro
Agentes de Saúde
A Organização Mundial da Saúde define a saúde como: “bem-estar
físico, mental, socioeconômico e ambiental”. Nas grandes cidades,
a qualidade de vida e a saúde da população estão comprometidas
devido ao crescimento desordenado e à falta de planejamento
urbano, que refletem profunda desigualdade social.
Nos bairros periféricos, essa situação se torna mais evidente,
devido à carência de atendimento às necessidades primárias da
saúde: saneamento, coleta de lixo, habitação, serviços de saúde,
educação e outros recursos necessários para uma qualidade de
vida satisfatória.
Considerando a satisfação dessas necessidades uma prioridade, a
Agenda 21 Global reserva um capítulo para discutir a proteção e a
promoção das condições da saúde para todos, por meio de
estratégias que proporcionem serviços especializados de saúde
ambiental e a participação dos cidadãos em todas as áreas
relacionadas à saúde.
Numa sociedade como a nossa, cuja dinâmica é dada pelo
relacionamento entre os múltiplos grupos sociais, com interesses
diversos e algumas vezes contraditórios, “os vínculos entre saúde,
melhoria das condições socioambientais e socioeconômicas
exigem esforços intersetoriais, abrangendo educação, habitação,
obras públicas e a participação de grupos comunitários, escolas,
universidades, empresas, organizações religiosas, cívicas e
culturais”. (Barbieri, 1997).
Além do atendimento primário à saúde, a Agenda 21 estabelece
outras áreas de programas, destacando-se aqui a proteção dos
grupos vulneráveis (crianças, idosos, mulheres, povos indígenas e
os socialmente excluídos) e a saúde urbana e redução dos riscos
para a saúde, resultantes da poluição e dos perigos ambientais
desenvolvidos nos grandes centros.
A Educação Ambiental, como ação transformadora, tem por
objetivo levar a humanidade a refletir sobre sua condição de
componente do ecossistema, situação negada pela sociedade
moderna. É necessário que as pessoas entendam que lhes compete assegurar para si, para sua comunidade e para as gerações
futuras um ambiente favorável à vida, em padrões capazes de
satisfazer as necessidades “bio-psico-socioambientais”.
Um novo paradigma ecológico só será realmente alcançado
quando os seres humanos reconhecerem o seu papel na natureza.
“Hoje não apenas os pobres devem ser libertados, mas também
a Terra deve ser libertada do cativeiro de um tipo de desenvolvimento que lhe nega a dignidade, dilapida seus recursos e quebra
o equilíbrio costurado em milhões de anos de trabalho cósmico”.
(Boff, 1995).
PROBLEMAS
• Falta de ações educativas
e de programas
preventivos voltados à
promoção da saúde.
AÇÕES PROPOSTAS
• Realização de campanhas educativas que atinjam todas as
camadas da população.
• Parceria com os diversos canais de comunicação para a divulgação
das questões gerais que afetam a qualidade de vida.
• Realização de oficinas, cursos e palestras que envolvam a
comunidade.
• Parceria com escolas e núcleos educacionais visando à formação
de sujeitos mais críticos sobre o seu papel sócio-ambiental.
AGENTES ENVOLVIDOS
• Governo do estado
• Câmaras municipais
• Prefeituras e administrações
regionais
(núcleos de defesa civil)
• Secretarias estaduais e
municipais de Saúde Pública
• Secretarias Estaduais e
Municipais de Educação
• Secretarias estaduais e
municipais de meio ambiente
e desenvolvimento sustentável
• Dificuldade de
desenvolver ações intersetoriais comprometidas
com a saúde e a melhoria
da qualida de de vida.
• Apoiar projetos integrados entre as diversas secretarias
municipais e estaduais, que busquem a melhoria da saúde
e qualidade de vida.
• Formação e manutenção periódica de uma rede de coresponsabilidade para o monitoramento de ações dos órgãos
competentes.
• Estabelecer um canal de comunicação permanente entre
as diversas secretarias municipais e estaduais.
• Secretarias estaduais e
municipais de habitação
• Secretaria Estadual de
Recursos Hídricos, Saneamento
Básico e Obras (SRHO)
• Profissionais de saúde,
enfermeiras, sanitaristas,
assistentes sociais,
psicólogos etc.
• Creches e escolas de ensino
fundamental
• Falta de incentivo aos
programas de proteção
dos grupos “vulneráveis”
(mulheres, crianças,
adolescentes, idosos e
cidadãos à margem da
sociedade).
• Buscar parcerias que viabilizem ações junto aos grupos em
situação de risco.
• Garantir a continuidade de programas voltados à proteção
dos grupos citados.
• Incentivar nos canais de comunicação (jornais, rádios e TV) a
criação de programas que garantam a expressão desses grupos.
• Escolas de 1o e 2o graus
• Universidades
• Organizações nãogovernamentais
• Igrejas, associações de bairro
e sindicatos
• Empresas públicas e privadas
• Meios de comunicação
de massa
• Falta de saneamento básico
• Inclusão das propostas das Agendas 21 dos Pedaços nos Planos
Diretores municipal, estadual e federal.
• Discussão de um plano de regularização de moradias para
o acesso à infra-estrutura básica.
• Garantir que todos os cidadãos tenham acesso à água e a
o saneamento básico.
• Participação da comunidade em reuniões orçamentárias para
a implantação da rede universal de água e esgoto.
• Parceria com agentes públicos, privados ou internacionais
financiadores de obras de saneamento básico, a preços justos
e delongados (acessíveis aos excluídos).
[21]
• Sabesp
• Cetesb
• Limpurb
• Corpo de bombeiros
• Petrobras
• Comunidade
• Rede OBATI
[geração de trabalho e renda]
“Política de emprego, de geração de renda, acesso à educação
básica, respeito à diversidade cultural e delegação de poderes
às comunidades locais são algumas recomendações da Agenda”.
(Barbiere, 1997).
O avanço tecnológico e suas decorrentes transformações na
estrutura econômica e social, a globalização acelerada,
o crescimento populacional, o esgotamento dos recursos naturais,
a rápida e desordenada urbanização são alguns dos fatores que
têm contribuído para a crescente e contínua diminuição dos níveis
de emprego formal e para a precarização do mercado de trabalho,
acentuando gravemente a desigualdade social.
Nos países emergentes (ou em desenvolvimento), onde o acesso à
educação é restrito, o problema do desemprego e do subemprego
assume proporções catastróficas. Em um mundo de economia
globalizada, a produtividade é compreendida como único pilar
de desenvolvimento, fazendo com que a mão-de-obra menos
qualificada seja excluída do ciclo produtivo.
Apesar de milhões de pessoas em todo o Planeta serem
analfabetas, o mercado de trabalho exige, mesmo para funções
simples, bons conhecimentos da língua inglesa e de informática.
Essa significativa parcela da população procura encontrar, no
mercado informal, meios de sobreviver e atender às suas necessidades
básicas de alimentação, moradia, saúde, reprodução, educação, lazer.
Em todo o Planeta multiplicam-se iniciativas que buscam construir
uma nova maneira de trabalhar e gerar renda sem degradar o
meio ambiente, respeitando a diversidade, construindo relações
horizontalizadas e solidárias.
Oficina de Futuro
Construção da Árvore dos Sonhos
A Agenda 21 Global enfatiza que os governos e a sociedade civil
organizada devem, em conjunto, gerar oportunidades de emprego
remunerado e de trabalho produtivo compatíveis com as
especificidades de cada país, em escala suficiente para absorver
a sua força de trabalho.
Aponta ainda para a necessidade de fortalecimento das
organizações comunitárias, da priorização do ensino básico e
do treinamento profissional, como ferramentas fundamentais
de inclusão socioeconômica.
A mesma tecnologia que desemprega e exclui contribui para que
comunidades, como as que vivem na área de abrangência do
OBATI, possam conhecer inúmeras experiências bem-sucedidas,
empreendidas por homens e mulheres em todo o mundo e
visualizar um novo modo de viver, produzir e ser feliz.
Os grupos que participaram das discussões do tema Geração
de Trabalho e Renda, na construção da Agenda 21 do OBATI,
apontaram a necessidade do envolvimento e da participação de
toda a comunidade para construção de um modelo sustentável
de desenvolvimento local. Priorizaram a proposição de ações que
pudessem responder concretamente aos legítimos anseios da
população por uma melhor qualidade de vida, contribuindo para
sua autonomia e emancipação.
PROBLEMAS
• Falta de qualificação
profissional.
AÇÕES PROPOSTAS
• Incentivar a criação de cursos de qualificação e de requalificação
profissional.
• ONGs
• Propor o projeto “Troca de Talentos”, isto é, pesquisar o que a
comunidade já sabe fazer e socializar esse conhecimento.
• Sert
• Desenvolver, em conjunto, projetos que visem à formação
• Secretaria de Desenvolvimento,
Trabalho e Solidariedade
• Propor pesquisa do mercado de trabalho local e buscar qualificação
profissional dentro das demandas detectadas.
• Propor a utilização de métodos que identifiquem o potencial
latente de indivíduos da comunidade.
• Detectar potencialidades profissionais na comunidade e buscar
parcerias com empresas e escolas para investir em bolsa de estudos
e de aperfeiçoamento.
• Incentivar projetos e parcerias de educação ambiental que visem à
capacitação para reaproveitamento de resíduos sólidos.
• Preconceito com a idade
e a condição social.
• Sebrae
• Mapear e divulgar os cursos existentes.
de empreendedores.
• Baixa escolaridade.
AGENTES ENVOLVIDOS
• Estimular os moradores a voltar a estudar, promovendo a inserção
da comunidade na escola, por meio de eventos artísticos e culturais,
festivais de música, troca de livros etc.
• Ministério do Trabalho
• Associações locais
• Senai, Senac, Sesc, Sesi
• Agentes financiadores
• Sindicatos
• Meios de comunicação
• Empresas públicas e privadas
• Escolas de arte
• Estimular a participação de toda a comunidade, especialmente pais
e alunos, nas discussões sobre os problemas da Educação.
• Rede de Cidadania do OBATI
• Estimular a participação e criação de fóruns de discussão local
e regional;Estimular a inserção da comunidade nos projetos
de Renda Mínima, Começar de Novo, Bolsa Trabalho e outros,
da Prefeitura de São Paulo.
• Escolas públicas e
privadas
• Secretaria de Educação
• Desenvolver projetos extracurriculares que visem despertar
o interesse pelo conhecimento.
• Secretaria da Cultura
• Propor a abertura de núcleos de alfabetização de adultos por
todo o OBATI.
• Governo local
• Mapear o perfil profissional dessa população.
• Incentivar sua organização em formas associativas de
trabalhadores autônomos.
• Buscar parcerias que promovam a saúde em geral, através de
instituições com atendimento gratuito, possibilitando o resgate
da auto-estima dos desempregados e subempregados.
• Incentivar sua participação nos programas sociais do poder público
e nos projetos da comunidade.
• Professores e diretores
das escolas
• Grêmios estudantis
• Poder público
• Hospitais
• Universidades
• Empresários locais
• Falta de recursos para
transporte na busca do
emprego.
• Criar centrais de trabalho local que mantenham um banco
de dados da mão-de-obra disponível e detectem vagas no mercado
de trabalho da região.
• Excessos de resíduos
sólidos na faixo do duto.
• Organizar, na abrangência do OBATI, uma Central de Triagem
e Reciclagem de resíduos sólidos.
• Diminuição das
oportunidade de
emprego em função do
aumento da carga horária.
• Possibilitar a geração de renda, por meio do incentivo às cooperativas
de trabalho e serviço.
• Petrobras
• Incentivar a associação de pequenos negócios locais, para o
compartilhamento de equipamentos e de infra-estrutura.
• Associações de catadores
• Estimular o uso econômico associativo da faixa de dutos para a
implementação de hortas, viveiros, canteiros de ervas medicinais
e aromáticas.
• Bancos de microcrédito
• Propor a criação de incubadoras de cooperativas.
• Pesquisar e divulgar os mecanismos de microcrédito existentes.
• Detectar habilidades e aptidões latentes, transformando-as em
atividades produtivas autônomas.
[23]
• Comerciantes da região
• Entidades patronais e de
empregados
• Clubes de serviço –
Lions, Rotary
[redes e comunicação]
mais forte e capaz de conquistar os seus sonhos. A formação de
redes sociais é um exercício de liberdade e co-responsabilidade.
Os benefícios das redes são muitos. Por meio delas é possível
potencializar as diferentes vocações e especialidades dos
participantes, ampliar relacionamentos, somar esforços,
democratizar informações e conhecimentos, promover a ação
solidária e cooperativa, além da integração, participação
e inclusão de diferentes membros da comunidade.
Rede de Barbantes
Oficina com Agentes de Saúde
Jardim Lurdes – São Paulo, SP
A formação de redes é intrínseca à natureza humana. Todos fazemos
parte de muitas redes de relações: a família, a vizinhança, a torcida
de futebol, a congregação religiosa, entre outras. Entretanto, não
basta o fato de estabelecermos contatos com outras pessoas; o que
define uma rede social é o conjunto e a qualidade dessas relações.
As redes estão se consolidando como uma nova forma de organização
social capaz de articular pessoas e grupos em torno de objetivos
comuns de forma igualitária e democrática. Sua novidade está no
fato de reunir seus participantes numa estrutura alternativa,
horizontalizada, diferente do modelo de organização piramidal,
mais comum em nossa sociedade. As entidades do Terceiro Setor,
pioneiras nesse tipo de organização, estão contribuindo de forma
determinante para sua efetivação.
A Agenda 21 Global recomenda a formação de redes e entende que
esse mecanismo é fundamental para a construção e consolidação
de sociedades sustentáveis. Inicialmente entendidas como a
integração de pessoas e grupos de forma a promover o intercâmbio
e a circulação de informações, especialmente por via eletrônica,
as redes ganharam outros contornos ao longo dos últimos anos.
O propósito de uma rede social é enriquecer a atuação de cada
membro e fortalecer sua posição na sociedade. Numa rede os
objetivos são coletivos e os participantes atuam em conjunto, trocam
recursos e apóiam-se mutuamente para conquistar objetivos comuns,
visando sempre melhorias para a comunidade. Como parte integrante
de uma rede, cada participante otimiza seus potenciais e torna-se
O desenvolvimento da Rede de Cidadania do OBATI tem papel
fundamental como estratégia de consolidação e sustentabilidade
do projeto Convivência e Parceria. A comunidade se sensibilizou
a partir do trabalho de educação ambiental desenvolvido e
adquiriu repertório sobre a situação especial da área onde vive.
Foi construído o entendimento de que essa área requer cuidados
específicos para que seja garantida a segurança tanto da faixa
quanto da própria comunidade.
Envolvendo a população que vive no entorno da faixa de dutos
da Petrobras/Transpetro, instituições e grupos locais, bem como
outros agentes responsáveis pela área, essa Rede de Cidadania
visa o estabelecimento de parcerias permanentes e a realização de
ações voltadas à melhoria da qualidade ambiental e da vida local.
A Rede de Cidadania do OBATI é a forma mais adequada para
que as comunidades participantes do projeto tornem-se
parceiras da Petrobras no monitoramento da faixa de dutos e
estabeleçam parcerias com outros grupos comunitários, de
modo a se fortalecerem e solucionarem os problemas sócioambientais presentes em vários pontos da faixa.
O tecer da Rede de Cidadania do OBATI pressupõe a definição
de formas de articulação e comunicação capazes de superar as atuais
dificuldades de integração e atuação coletiva. Para tanto, uma série
de propostas foi formulada.
Um aspecto relevante para a consolidação dessa rede diz respeito
à comunicação. Sem ela não é possível haver participação
efetiva, bem informada e qualificada da comunidade nem
o estabelecimento de parcerias entre pessoas e grupos e a
Petrobras, outras empresas e poderes públicos.
A proposta da Rede de Cidadania do OBATI é criar formas de estimular
a participação, motivar e articular as comunidades que vivem no
entorno do duto, bem como parceiros importantes para manutenção.
PROBLEMAS
AÇÕES PROPOSTAS
• Comunidades pouco
organizadas.
• Construção de uma Rede de Cidadania, Apoio e Cooperação
ao longo do OBATI.
• Desarticulação entre
indivíduos e grupos
comunitários
existentes com a
Petrobras, demais
empresas e órgãos
públicos que atuam
na região.
• Criação de centros sociais e de monitoramento da faixa
de dutos do OBATI em cada pedaço, interligados por
rádios/telefones e computadores.
• Falta de conhecimento
e relacionamento entre
as pessoas de uma
mesma comunidade.
• Falta de esperança,
envolvimento e estímulo
para se engajar em
processos que possam
melhorar a comunidade.
• Criação de espaços de encontro, debates e parcerias
entre os pedaços/comunidade e parceiros apontados.
• Promover reuniões de grupos de “interessados” com
representantes de projetos já existentes (reuniões dos grupos).
• Promover visitas entre as comunidades.
• Organizar encontros de todos os pedaços.
• Articular projetos e/ou soluções coletivas entre as comunidades do
entorno do OBATI (inclusive os apontados em outros temas desta
agenda: hortas, reciclagem de lixo, campanhas, eventos culturais).
• Eletropaulo e CTEEP.
• Poder público local (secretari
as, departamentos, regionais
e outros)
• Entidade da sociedade civil
(escolas, associações, centros
comunitários, ONGs,
fundações, creches,
sindicatos, universidades
e outros)
• Empresas privadas
• Defesa civil (Nudecs e
outros), Corpo de Bombeiros
• Estimular a realização de trabalhos nas escolas, mobilizando a
comunidade escolar e seu entorno.
• Outras redes (Repea, Rits,
Rede de Economia Solidária,
Núcleos regionais de
educação ambiental)
• Estimular a organização social (formação de associação
de moradores, cooperativas etc.).
• Incentivar e fortalecer as organizações já existentes.
• Não há canais de
comunicação que
falem das questões
de interesse das
comunidades.
• Criar jornal comunitário.
• Pouco acesso às
informações relevantes
para a melhoria da
qualidade ambiental
e de vida das
comunidades.
• Divulgar o OBATI (os dutos) na mídia, pelas comunidades do
entorno e pela Petrobras.
• Criar rádio comunitária.
• Registrar, produzir, sistematizar e fazer circular informações.
• As pessoas não buscam
as informações.
• Inexistência de um
plano de emergência.
• Sabesp
• Câmara municipal,
conselhos, fóruns
• Buscar apoio/parceiros para os projetos da comunidade.
• Dificuldade de
comunicação e diálogo
com empresas e
poderes públicos e
empresas.
• Petrobras
• Promover a troca de serviços, informações e experiências entre
as comunidades do OBATI.
• Organizar eventos na comunidade.
• Há carência de
informações sobre
segurança.
AGENTES ENVOLVIDOS
• Elaboração de um “Plano de Emergência” com a participação
e parceria da comunidade, a ser implantado em rede.
• Apoio ao monitoramento e manutenção da faixa do duto pelos
moradores locais como parceiros da Petrobras.
• Ações de difusão de informações sobre a segurança da faixa.
• Criar canais de comunicação diretos e permanentes com a comunidade
por parte da Petrobras, empresas de energia elétrica (Eletropaulo e
CEETPS) e prefeituras além da linha verde da Petrobras.
[25]
• Meios de comunicação
(jornais, rádio, TV)
6 [contatos e parceiros]
Petrobras
Linha Verde Petrobras Emergências
0800 128121
Telefones Úteis
Acidentes Ambientais: (11) 3030-6848
Denúncias de Incêndios: 0800 120051
Disque Meio Ambiente: 0800 113560
Disque Mananciais: 0800 170899
Linha Verde (denúncias de agressões
ao meio ambiente): 0800 618080
Operação Mata-Fogo: (11) 3030-6807
Órgãos Governamentais
Prefeitura Municipal de São Paulo
Palácio das Indústrias
Av. Mercúrio s/nº - Parque Dom Pedro II
São Paulo, SP - CEP 03007-000
Tel.: (11) 3315-9077
Administrações Regionais
Butantã
Rua Dr. Ulpiano da Costa Manso, 201
Jardim Peri-Peri – São Paulo, SP
CEP: 05538-000 – Tel.: (11) 3742-7211/9948
Campo Limpo
Rua Aroldo de Azevedo, 20 – São Paulo, SP
CEP: 05788-230 – Tel.: (11) 5841-8892
Capela do Socorro
Rua Cassiano dos Santos, 499
São Paulo, SP – CEP: 04827-110
Tel.: (11) 5667-3700/4621
Cidade Ademar
Rua Arnaldo Magnicaro, 1.254
São Paulo, SP – CEP: 04365-001
Tel.: (11) 5632-0974
Jabaquara
Av. Eng. Armando de Arruda Pereira, 2.979
São Paulo, SP – CEP 04309-020
Tel.: (11) 5588-3229
e-mail: [email protected]
Prefeituras
Prefeitura Municipal de Barueri
Rua do Paço, 8 – Barueri, SP
CEP: 06401-090 – Tel.: (11) 41998000
Prefeitura Municipal de Diadema
Rua Almirante Barroso, 111 – Vl. Santa Dirce
Diadema, SP – CEP: 09912-170
Tel.: (11) 4057-7711/ 7712/ 7713
Prefeitura Municipal de Guarulhos
Rua Sete de Setembro, 156 – Guarulhos, SP
Tel.: (11) 6468-0011
Prefeitura Municipal de Osasco
Av. Bussocaba, 300 – Osasco, SP
CEP: 06023-901 – Tel.: (11) 3652-9000
Prefeitura Municipal de São Caetano do Sul
R. Eduardo Prado, 201 – São Caetano do Sul, SP
CEP: 09581-200 – Tel.: (11) 4233-7350
Corpo de Bombeiros de São Caetano do Sul
Rua Goiás, 2.101– São Caetano do Sul, SP
CEP: 09550-050 – Tel.: (11) 4221-1234
Corpo de Bombeiros de Santo André
Av. Prestes Maia, 1.111 – Santo André, SP
CEP: 09071-000 – Tel.: (11) 4993-5500
Corpo de Bombeiros de Taboão da Serra
Av. Monteiro Lobato, 500
Taboão da Serra, SP – CEP: 07190-000
Tel.: (11) 208-4088/208-4231/6402-1000
Corpo de Bombeiros do Jabaquara
Av. Eng. Armando Arruda Pereira, 3.305
São Paulo, SP – CEP: 04309-010
Tel.: (11) 5588-2055
Corpo de Bombeiros do Butantã
Rua Azen Abdala Azen, 800
São Paulo, SP – CEP: 05593-090
Tel.: (11) 3735-8150/3731- 3593
Prefeitura Municipal de São Bernardo do Campo
Praça Samuel Sabatini, 50
S. Bernardo do Campo, SP – CEP: 09750-901
Tel.: (11) 4330-5351
Corpo de Bombeiros da Lapa
Rua Martim Tenório, 130 – São Paulo, SP
CEP: 05074-050 – Tel.: (11) 3834-0604
Prefeitura Municipal de Santo André
Praça IV Centenário, 1 – Santo André, SP
CEP: 09015-080 – Tel.: (11) 4433-0200
Corpo de Bombeiros do Capão Redondo
Trav. Castanha do Pará, 49 – Vila Cohab
Adventista – São Paulo, SP – Tel.: (11) 5823-3141
Corpo de Bombeiros
Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo
Praça Clóvis Beviláqua, 421 – São Paulo, SP
CEP: 01018-001 – Tel.: (11) 3242-0977
Defesa Civil
Defesa Civil – Cidade de São Paulo
Palácio dos Bandeirantes
Av. Morumbi, 4.500 – Sala T-79
São Paulo, SP – CEP: 05698-900
Tel.: (11) 3745-3333
e-mail: [email protected]
Corpo de Bombeiros de Barueri
Al. Amazonas, 730 – Barueri, SP
CEP: 06454-070 – Tel.: (11) 4195-0930
Corpo de Bombeiros de Diadema
Av. Fábio E. Ramos Esquivel, 1.351
Diadema, SP – CEP: 09920-570
Tel.: (11) 4056-6257
Lapa
Rua Guaicurus, 1000 – Lapa
São Paulo, SP – CEP: 05033-002
Tel.: (11) 3864-7920/3672-0610/3673-6022
Corpo de Bombeiros de Osasco
Rua Manoel Rodrigues, 76 – Osasco, SP
CEP: 06233-160 – Tel.: (11) 3681-8133
Santo Amaro
Praça Floriano Peixoto, 54
São Paulo, SP – CEP: 04751-030
Tel.: (11)5548-6333/247-6599
Corpo de Bombeiros de São Bernardo do Campo
Av. Kennedy, 67 – São Bernardo do Campo, SP
CEP: 09726-260
Tel.: (11) 4125-1121/4125-1234
Defesa Civil Setorial de Santo André
Rua Silveiras, 20 – Santo André, SP
CEP: 09071-100 – Tel.: (11) 444-5144/4994-3999
Defesa Civil Setorial de Osasco
Av. Bussocaba, 100 – Osasco, SP
CEP: 06023-020 – Tel.: (11) 3685-9000
Empresas Públicas e Privadas
Cetesb - Companhia de Tecnologia
e Saneamento Ambiental
Av. Prof. Frederico Hermann Jr., 345 – P. 12
São Paulo, SP – CEP: 05489-900
Tel: (11) 3030-6000
Emae – Empresa Metropolitana de Água e
Energia Elétrica de São Paulo
R. Augusta, 1.626 – São Paulo, SP
CEP: 01304-902 – Tel.: (11) 3284-9158
Eletropaulo – Unidade de Negócio 16
Av. Dona Ida Cerati Magrini, 913
Diadema, SP – CEP: 09951-260
Tel.: (11) 4072-9001
Aldeia do Futuro
R. Jorge Rubens N. de Camargo, 228 – São Paulo,
SP CEP: 04337-090 – Tel.: (11) 5563-4436
www.aldeiadofuturo.com.br
Emplasa – Empresa Metropolitana de
Planejamento
R. Augusta, 1.627 – São Paulo, SP
CEP: 01304-902 – Tel.: (11) 251-3088
Organizações Não-Governamentais
Instituto Ecoar para a Cidadania
R. Coriolano, 28 – São Paulo, SP
CEP: 05047-000 – Tel.: (11) 3871-0370
www.ecoar.org.br/e-mail: [email protected]
AAPCS – Associação de Apoio ao Programa
Capacitação Solidária
Al. Ministro Rocha Azevedo, 38 – São Paulo,
SP – CEP: 01410-000 – Tel./Fax: (11) 3147-0500
e-mail: [email protected]
Instituto Crescer para a Cidadania
R. Teixeira da Silva – São Paulo,SP
CEP: 04001-000 – Tel.: (11) 3285-0000
e-mail: [email protected]
Associação Meninos do Morumbi
R. José Jannarelli, 485 – São Paulo, SP
CEP: 05615-000 – Tel.: (11) 3722-1664/3743-0427
e-mail: [email protected]
Abong – Associação Brasileira de ONGs
R. General Jardim, 660 – São Paulo, SP
CEP: 01223-010 – Tel.:(11) 3237-2122
www.abong.org.br
Fala Preta – Organização de Mulheres Negras
R. Vergueiro, 434 – São Paulo,SP
CEP: 01504-000 – Tel.: (11) 3277-4727
e-mail: [email protected]
Sabesp – Companhia de Saneamento Básico
do Estado de São Paulo
R. Costa Carvalho, 300 – São Paulo, SP
CEP: 05429-000
Tel.: (11) 3269-5500/0800-119911
Sabesp - Unidade de Negócio Sul
Rua Graham Bell, 647 – São Paulo, SP
CEP: 04737-030 – Tel.: (11) 5682-2711
Sabesp - Unidade de Negócio Oeste
Rua Major Paladino, 180/300 – São Paulo, SP
CEP: 05307-000 – Tel.: (11) 3838-6306
CET – Companhia de Engenharia de Tráfego
Av. das Nações Unidas, 7.163 – São Paulo, SP
CEP: 05425-904 – Tel.: (11) 3030-2000
Instituto Paulo Freire
R. Cerro Corá, 550 – São Paulo, SP
CEP: 05061-100 – Tel.: (11) 3021-5536
www.paulofreire.org
Comgás
Rua Augusta, 1.600 – São Paulo, SP
CEP: 01304-901 – Tel.: (11) 3177-5000
Projeto Aprendiz Cidade Escola Aprendiz
Rua Belmiro Braga, 146 – São Paulo, SP
CEP: 05432 020 – Tel.: ( 11) 3819-9225/3819-9226
email:[email protected]
Eletropaulo – Unidade de Negócio 1
Rua Pres. Castelo Branco, 305 – Osasco, SP
CEP: 03036-000 – Tel.: (11) 3681-2135
Grupo Vida
Av. 26 de Março, 173 – Barueri – SP
CEP: 06401-050 – Tel.: (11) 4198-5976
Eletropaulo – Unidade de Negócio 2
Av. Gal. Cavalcanti de Albuquerque, 56
São Paulo, SP – CEP: 05638-010
Tel.: (11) 3746-4201
Obra do Berço
R. Eng. Antonio Jovino, 220 – cj.11 – São Paulo,
SP – CEP: 05727-220 – Tel.: (11) 3744-6554
www.cidadania.net/obradoberco
Eletropaulo – Unidade de Negócio 3
Rua Conde de Itú, 218 – São Paulo, SP
CEP: 04741-000 – Tel.: (11) 5548-7807
Associação Monte Azul
Av. Tomás de Souza, 552 – São Paulo, SP
CEP: 05836-350 – Tel.: (11) 5851-0006/5370
e-mail: [email protected]
Eletropaulo – Unidade de Negócio 5
Rua Mal. Mário Guedes, 292 – São Paulo, SP
CEP: 05348-010 – Tel.: (11) 3769-2505
Eletropaulo – Unidade de Negócio 10
R. Pereira Estéfano, 114 – São Paulo, SP
CEP: 04144-070 – Tel.: (11) 5070-3201
Eletropaulo – Unidade de Negócio 15
Rua Cel. Fernando Prestes, 78 – Santo André, SP
CEP: 01124-060 – Tel.: (11) 4469-4114
Rede Mulher de Educação
R. Coriolano, 28 – São Paulo, SP - CEP: 05047-000
Tel.: (11) 3873-2803
e-mail: [email protected]
Cenpec – Centro de Estudos e Pesquisas em
Educação, Cultura e Ação Comunitária
R. Dante Carraro, 68 – São Paulo, SP
CEP: 05422-060 – Tel./Fax: (11) 3816-0666
e-mail: [email protected]
[27]
Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança
R. Lisboa, 224 – São Paulo, SP
CEP: 05413-000 – Tel.: (11) 3081-0699
e-mail: [email protected]
Greenpeace
R. dos Pinheiros, 240/21 – São Paulo, SP
CEP: 05422-000 – Tel.: (11) 3082-5500
www.greenpeace.org.br
Fundação Gol de Letra
R. Monte Alegre, 523 – São Paulo, SP
CEP: 05014-000 – Tel.: (11) 3865-0768
e-mail: [email protected]
Instituto Sou da Paz
R. Mário de Alencar, 103 – São Paulo, SP
CEP: 05436-090 – Tel.: (11) 3812-1333
e-mail: [email protected]
Fóruns e Colegiados de Participação
Consema – Conselho Estadual de Meio Ambiente
Av. Prof. Frederico Hermann Jr., 345
São Paulo, SP – CEP: 05489-900
Tel.: (11) 3030-6000
Água, saneamento e uso do solo
Comitê da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê
Rua Butantã, 285 – São Paulo,SP
CEP: 05424-140 – Tel.: (11) 3814-9011
ramais 2160/2183/2184
Subcomitê Tietê Cabeceiras
Tel.: (11) 4727-1002
Subcomitê Juqueri Cantareira
Tel.: (11) 432-5111
Subcomitê Cotia Guarapiranga
Tel.: (11) 247.7094 /5682.2703
Subcomitê Billings – Tamanduateí
Tel.: (11) 3819.9321
Saned – Companhia de Saneamento de Diadema
Rua Estados Unidos, 78 – Diadema, SP
CEP: 09921-030 – Tel.: (11) 4075-9337
Semasa – Serviço Municipal de Saneamento
Ambiental de Santo André
Av. José Caballero, 143 – Santo André, SP
CEP: 09040-904 – Tel.: (11) 4433-9836/9837
Dae – Departamento de Água e Esgoto de
São Caetano do Sul
Av. Fernando Simonsen, 303
S. Caetano do Sul – CEP: 09520-650
Tel.: (11) 4232-4999
Dae – Departamento de Água e Esgoto de
São Bernardo do Campo
Av. Imperatriz Leopoldina, 1.187
São Bernardo do Campo – São Paulo
CEP: 09770-272 – Tel.: (11) 4122-4899/3300
Água & Vida
R. Cardeal Arcoverde, 1.749 – São Paulo, SP
CEP: 05407-002
Tel.: (11) 3034.4468/3032.6014
e-mail: [email protected]/
[email protected]
Lixo
Cáritas Luxo do Lixo
Av. Thomas Edison, 355 – São Paulo, SP
CEP: 01140-000 – Tel.: (11) 3824-9522
e-mail: [email protected]
Cempre – Compromisso Empresarial
para Reciclagem
Rua Bento de Andrade, 126 – São Paulo, SP
CEP: 04503-000 – Tel.: (11) 3889-8564/7806
e-mail: [email protected]
Cepam – Centro de Estudos e Pesquisas de
Administração Municipal
Av. Lineu Prestes, 913 – São Paulo, SP
CEP: 05508-900 – Tel.: (11) 3811-0365/3811-0385
e-mail: [email protected]
Fórum Lixo e Cidadania Pólis
Instituto de Estudos, Assessoria e Formação em
Políticas Sociais
Rua Araújo, 124 – São Paulo, SP
CEP: 01220-020 – Tel.: (11) 3258-6121
e-mail: [email protected]
Fórum Recicla São Paulo
Tel.: (11) 5084-1172
e-mail: [email protected],
[email protected]
Idec – Instituto de Defesa do Consumidor
Rua Doutor Costa Jr. 194 – São Paulo, SP
CEP: 05002-000 – Tel.: (11) 3675-0833
e-mail: [email protected]
Incubadora Tecnológica de Cooperativas
Populares USP
Av. Prof. Lucio Martins Rodrigues, 403
Trav. 4 – Bloco 28
São Paulo, SP – CEP: 05508-900
Tel./Fax: (11) 3091-5828
e-mail: [email protected]
Instituto 5 Elementos
Rua Caraíbas, 1.163 – São Paulo, SP
CEP: 05020-000 – Tel.: (11) 3871-1944
www.5elementos.org.br
Instituto GEA Ética e Meio Ambiente
R. Sampaio Viana, 190 – São Paulo, SP
CEP: 04004-000
Tel.: (11) 3887-0353, 9121-5826
[email protected]
IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas
de São Paulo
Av. Prof. Almeida Prado, 532 – São Paulo, SP
CEP: 05508-901 – Tel.: (11) 3767-4470
e-mail: [email protected]
Limpurb/PMSP
Rua Azurita, 100 – São Paulo, SP
CEP: 03034-050
Tel.: (11) 3311-6411, ramais 185, 117, 148
e-mail: [email protected]. br
Menos Lixo
Tel.: (11) 5523-2071
e-mail: [email protected]
OAF – Organização de Auxílio Fraterno
Rua dos Estudantes, 477
São Paulo, SP – CEP: 01505-001
Tel.: (11) 278-5096/3814-7636 (11) 6464.9551
ramais 2193/2194
e-mail: [email protected]
USP Recicla
Av. Prof. Luciano Gualberto, 374, trav. J
São Paulo, SP – CEP: 05655-010
Tel.: (11) 3818.4428
e-mail: [email protected]
Cooperativas de Catadores da Capital
e Região Metropolitana de São Paulo
Apamare
Rua Ipanema, 522 – Itapeva, SP
CEP: 18400-000
Tel.: (15) 522-1288/522-3306/522-1907
e-mail: [email protected]
Coopermape – Cooperativa de Reciclagem
de Matéria-Prima de Embu
Rua Alberto Giosa, 300 – Embu, SP
CEP: 06803-280
Tel.: (11) 494-5204/3904-8693/494-4710
e-mail:[email protected]
Coopamare – Cooperativa dos Catadores
de Papel, Papelão e Material Reaproveitável
Rua Galeno de Almeida, 659 – São Paulo, SP
CEP: 05410-030 – Tel.: (11) 3088-3537
e-mail: [email protected]
Coopra
Cooperativa de Reciclagem Ampla
de Materiais de São Caetano do Sul
Av. Pres. Kennedy, 4301
São Caetano do Sul, SP – CEP: 09561-200
Tel.: (11) 4229-5472/4368-1775
Coorpel – Cooperativa de Reciclagem de
Papel, Papelão e Materiais Reaproveitáveis
Rua Nioaque, 31 – São Paulo, SP
CEP: 01020-020
Tel.: (11) 3106-6174
e-mail: [email protected]
Cruma – Cooperativa de Reciclagem Unidos
pelo Meio Ambiente de Poá
Rua Osvaldo Teixeira,151 – Poá, SP
CEP: 08550-000 – Tel.: 4636-7738
e-mail: [email protected]
Saúde
USP Escola Politécnica
Av. Prof. Lineu Prestes, 80 – São Paulo, SP
CEP: 05508-000
Tel.: (11) 3091-2221/3091.2422
www.usp.br
Distrito de Saúde Butantã
Rua do Sumidouro, 706 05428-010 – São
Paulo, SP Tel.: (11) 3813-9808/3816-3521/
3034-0884/3034-0885/3034-0886
Distrito de Saúde Campo Limpo
Rua Américo Trabulsi, 27 – São Paulo, SP
CEP: 05789-020
Tel.: (11) 5841-1024/5841-1871
Secretaria Municipal de Cultura de Barueri
Distrito de Saúde Cidade Ademar
Praça Floriano Peixoto, 54 – 4º andar – São
Paulo, SP – CEP: 04751-030
Tel.: (11) 247-5730/5521-2868
Secretaria Municipal de Cultura de Osasco
Distrito de Saúde Jardim São Luís
Estrada de Itapecerica, 961 – São Paulo, SP
CEP: 05835-005 – Tel.: 5513-3788/
5512-7667/5512-7668/5512-7669
ramais 217 e 220
Rua Mônaco, 260 – Barueri, SP
CEP: 06402-120 – Tel.: (11) 4198-8066
Av. Visconde de Nova Granada, 11 – Km 18
Osasco, SP – CEP: 06130-130
Tel.: (11) 3654-2114
SOF – Sempreviva Organização Feminista
Rua Ministro Costa e Silva, 36 – São Paulo, SP
CEP: 05417-080 – Tel.: (11) 3819-3876
www.sof.org.br
GTPOS – Grupo de Trabalho e Pesquisa
de Orientação Sexual
Rua Bruxelas, 169 – São Paulo, SP
CEP: 01259-020 – Tel./Fax: (11) 3801-3691
www.gtpos.org.br
Roberto Magalhães Teixeira
Av. Paranapanema, 1.500 – Diadema, SP
CEP: 09930-450
Sesi – Centro de Lazer e Esportes Eurico
Gaspar Dutra
Rua Santo André, 810 – São Caetano do Sul, SP
CEP: 09572-000
Tel.: (11) 4238-1400/4238-7005
Secretaria Municipal de Educação
Rua Borges Lagoa, 1.230 – São Paulo, SP
CEP: 04038-003 – Tel.: (11) 5549-7399
Redes e Comunicação
Repea – Rede Paulista de Educação Ambiental
Faculdade de Saúde Pública da USP
Av. Dr. Arnaldo, 715 – São Paulo, SP
CEP: 01246-904 – Tel.: (11) 3066-7790
www.fsp.usp.br
Rua Caio Graco, 379 – São Paulo, SP
Centro de Controle de Zoonoses
Rua Santa Eulália, 86 – São Paulo, SP
CEP: 02031-020 – Tel.: (11) 290-9755
Rebea – Rede Brasileira de Educação Ambiental
Cultura, Esportes e Lazer
Artistas de Rua
Rua Abelardo Luz, 675 – Barueri, SP
CEP: 08295-380 – Tel.: (11) 4193-3493
Associação Civil Sociedade Alternativa
Rua Francisco Fernandes, 110 – São Paulo, SP
CEP: 05741-210 – Tel.: (11) 5841-7677
Centro Cultural Jabaquara
Rua Arsênio Tavoliere, 45 – São Paulo, SP
CEP: 04321-030 – Tel.: 5011-7445
Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo
Rua Frei Caneca, 1.402 – São Paulo, SP
CEP: 01307-002 – Tel.: (11) 3253-2331
SERT – Secretaria do Emprego e Relações
do Trabalho do Estado de São Paulo
Av. Angélica, 2.582 – São Paulo, SP
CEP: 01228-000 – Tel.: (11) 331-1119
e-mail: [email protected]
Sesi – Centro de Lazer e Esportes José
Tel.: (11) 4091-7603/4091-0883
Distrito de Saúde Santo Amaro
Praça Floriano Peixoto, 54 – 4º andar
São Paulo, SP – CEP: 04751-030
Tel.: (11) 247-5730/5521-2868
São Paulo Confia
Av. Rangel Pestana, 2.128 – São Paulo, SP
CEP: 03002-000 – Tel.: (11) 6096-6550
e-mail: [email protected]
CEP: 05044-000 – Tel.: (11) 3871-1944
www.5elementos.com.br
Rua Coriolano, 28 – São Paulo, SP
Sebrae-SP – Serviço de Apoio às Micro e
Pequenas Empresas
Rua Vergueiro, 1.117 – São Paulo, SP
CEP: 01504-001 – Tel.: 0800-780202
www.sebrae.org.br
Banco do Povo Paulista
Av. Angélica, 2.582 – São Paulo, SP
CEP: 01228-200 – Tel.: (11) 3311-1201
www.empregos.sp.gov.br
Casa do Trabalhador Mário Covas
Rua Helvétia, 55 – São Paulo, SP
CEP: 01215-010 – Tel.: (11) 3361-5100
Sesc – Serviço Social do Comércio
Av. Paulista, 119 – São Paulo, SP
CEP: 01311-000 – Tel.: (11) 3179-3400
Sesi – Serviço Social da Indústria
Rua Carlos Weber, 835 – São Paulo, SP
CEP: 05303-000 – Tel.: (11)3834-3288/3834-3521
Senac – Serviço Nacional de
Aprendizagem Comercial
Rua Dr. Vila Nova, 228 – São Paulo, SP
CEP: 01222-020 – Tel.: (11) 3236-2041/3236-2226
CEP: 05047-000 – Tel.: (11) 3871-0370
e-mail: [email protected]
RITS – Rede de Informações para o Terceiro Setor
R. Lopes Quintas, 211 – Rio de Janeiro, RJ
CEP: 22460-010 – Tel.: (21) 3205-7614
www.rits.org.br
Senai – Serviço Nacional de
Aprendizagem Industrial
Al. Barão de Limeira, 539 – São Paulo, SP
CEP: 01202-001 – Tel.: (11) 3273-5000
Rotary Club de São Paulo
Av. Higienópolis, 996, Sala 503 – São Paulo, SP
CEP: 01238-000 – Tel.: (11) 3862-9333
Geração de Trabalho e Renda
Secretaria do Desenvolvimento de Trabalho
e Solidariedade
R. São Bento, 405
São Paulo, SP – CEP: 01011-100
Tel.: (11) 3242-2622 – ramal 223
www.prefeitura.sp.gov.br/secretarias
[29]
Lions Clube – Ed. Lions
Rua Botucatu, 979 – Tel.: (11) 5083-3408
Senac – Centro de Educação Comunitária para
o Trabalho – Fórum Rede Social e Fórum
Permanente do Terceiro Setor
Rua Francisco Coimbra 403 – São Paulo, SP
CEP: 03639 000 – Tel.: (11) 6647-5151
7 [agradecimentos]
Aos moradores de todas as comunidades da
área de abrangência do OBATI;
Abigail Silvestre; Aculço Lima; Adelaide H. C.
de Freitas; Ademir Silvestre; Adenilde M. O.
Magalhães; Adenízia Mezini; Adilson M. da
Silva; Adirangi M. Souza; Administração
Regional de Campo Limpo, especialmente ao
administrador regional Glauco Aires; Adriana
F. da Silva; Adriana L. do Vale; Adriana R. de
Andrade; Adriana Rio B. P. Moreira; Adriana
Vasconcelos; Aguida Meire Segobia; Aila G.
da Costa; Alcione R. Guilherme; Alessandra
Aparecida Martins; Alessandra Devafori;
Alessandra Sbrolio; Alexandre Frezselze;
Alexandrina T. de Oliveira; Alice de L. Araújo;
Alice Maria da Conceição; Altamira M. dos
Santos; Altiva F.S. Lázaro; Alunos da Aldeia do
Futuro; Álvaro Bufarah; Amanndha Pina
Screpanti; Ana C. de Moraes; Ana Claudia
S. Martins; Ana Cristina de Souza;
Ana Cristina M. dos Santos; Ana Cristina
R. Rodrigues; Ana Cristina S. Silva;
Ana das Dores Rocha; Ana Esmeralda;
Ana Lucia C. de Oliveira; Ana Maria dos S.
Silva; Ana Maria dos Santos; Ana Maria Luiza
de Oliveira; Ana Maria N. Barbosa;
Ana Michelly B. Melo; Ana Paula G. da Silva;
Ana Paula S.A. Jorge; Ana Rosa de Oliveira;
Anália R. de Almeida; Anastácia B. da Silva;
Anay Cristina Costa; Anderson de C. dos
Santos; André Luis S. Feitosa; Andréia Lopes
Salgado; Ângela Alves de Freitas; Ângela Maria
da Silva; Ângela Maria Pacheco; Ângela P.
Tarquine; Anna Helena Pessanha; Antenor
Cavalcante dos Santos; Antônia Efigênia
Gomes Bezerra; Antonia Francisca dos Santos;
Antonio dos Reis; Antonio Inácio dos Santos;
Antônio Luzairto Fidélis; Aparecida B. da Silva;
Aparecida T.O. Cândido; Aracy F. Cabral;
Ariane O. Brito; Arlete L. Cavalcanti;
Associação dos Bairros da Zona Norte de
Osasco, especialmente ao Sr. Antonio S. Silva;
Benedita C. da Silva; Benedita Florencio da Silva;
Benedita Izael Ferreira; Benedita Luiza Vicente;
Benedita M. de Silva Geraldo; Benedita Souza
e Silva; Benedito Marcolino de Souza;
Bruno Tavares; Carlos F. dos Santos; Carmem
M. Silva; Casuo Yamane; Cecília P. Otto;
CEI Jardim Umarizal; CEI Rebouças;
CEI Umarizal; Celi Dias; Celia Maria da S.
Batista; Cícero José da Silva; Cilei V. Rodrigues;
Cinira M.N. Rioto; Claudete Jorge de Godói;
Cláudia Aline da Silva; Claudia Aparecida
C. da Silva; Claudia Aparecida S. Nogueira;
Claudia da Cruz S. Santos; Claudineia P. da
Silva; Claudino B. da Silva; Cleber Mario Batista;
Cleber Messias da Silva; Clébia dos S. Rocha;
Clébio dos Santos Silva; Cleide Rosa de Matos;
Cleonice Cardoso; Cleunecir S. de Oliveira;
Cleusa R. S. Carvalho; Cleuza Barreto dos Santos;
Colégio EAG; Comandante Miguel Ribeiro;
Comunidade Cristã Padre Léo; Comunidades
Cristãs (Santa Cecília, Calisto de Castro,
Durvalina S. Dias, Frassinete P. Santos, Gelcira F.
de Souza, Ilza Maria Heringer, Ivair Dias, José
Maria dos Santos, Procópio Heringer, Rita de
Cássia P. dos Santos, Roberto Vasconcelos
Ribeiro, Rosina Mancini da S. Dias, Sebastião
Jesus Santos, Silvana Aparecida M. Ribeiro,
Valmir dos Santos Vasconcelos, Victor Hugo
Moreira Ribeiro); Conceição Aparecida T. de
Miranda; Corina R. Lacerda; Corpo docente da
E.E. João Ernesto Faggin; Creche Ana Claudina
Carvalho Ferraz de Camargo; Creuza de Oliveira;
Creuza Maria S. da Silva; Cristiana Nascimento
Campos; Cristiane Passos; Cristina A. Rodrigues;
Dalva Terezinha Dias; Daniel da S. Martins;
Daniela de M. Canudo; Danilo Augusto de S.
Silva; Danuse S. Oliveira; Darcileide A. Pereira;
Deise da Silva; Denise Maria S. Lechner; Deudete
Alves da Silva; Dinalva S. Silva; Dionísio de
Castro; Dirce C. da Cruz; Dirce Ramos; Distrito
de Saúde da Vila das Belezas, especialmente à
psicóloga Ana Maria Viana e à enfermeira
Tânia C. de Oliveira e Lorenzetti; Distrito de
Saúde de Campo Limpo, especialmente à
Dra. Sandra Sabino; Diva Aparecida de Oliveira;
Doralice Teodoro Santos; Douglas da S. Martins;
Douglas de Souza; Dulce Caligiuri; Dulce de
Baccelar Martinez ; Ed Carlos Faustino
Guilherme; Eda Tassara; Ederaldo Silva do
Nascimento; Ediclaudia Paulo G. Silva;
Edinalva B. S. Silva; Edméia da C. M. Arimizu;
Edna Cecília de Matos; Edna Dantas; Edna
Márcia C. S. Renesto; Edna Maria Aparecida da
Silva; Edna Maria de A. Costa; Edna Maria M.
de Souza; Ednalva da S. Fernandes; Edneia L.
Cavalcante; Edson Lima; Edson Luiz da Silva;
Educação (Célio, Miriam); Educadores e
funcionários da EMEF Francisco Rebolo,
especialmente a Sônia Maria Kajimoto, Tamamy
Aparecida Nyazaki Xavier e Berenice Rodrigues;
Edwilson Dutra Padilha Jr.; Elaine Cristina
Segatti; Elaine N. Gonçalves; Elaine P. Nascimento; Eliana Aparecida S. Cruz; Eliana de Queiroz ;
Eliana S. Silva; Eliane da S. Lima; Eliane O. de
França; Elias Pereira; Elisangela Fonseca Costa;
Elizabete N. Nascimento; Elizabeth C. Barroso;
Elizabeth do Amaral; Elizabeth dos R. Dornelas;
Elizabeth Maria Conde de Oliveira ;
Elizangela Pereira; Eliziaria Maria Almeida;
Eluci dos S. Medeiros; Elza Angélica Sirqueira;
Elzenir L. Ferreira; EMEF Francisco Rebolo; EMEF
João Carvalho de Lima, especialmente aos Srs.
Macedo, Anselmo, equipe e alunos); EMEF José
Domingos, especialmente a Regina, Ozélia,
Truyts, equipe e alunos); EMEF Ministro Synésio
Rocha; EMEF Nestor de Camargo (Josemar,
Márcia, equipe e alunos); EMEI Assis
Chateaubriand; EMEI João Evangelista,
especialmente à Sra. Mara, equipe e alunos;
Emília F. M. Uehara; Encarnação Aparecida
Marazzi; Eny e equipe; Eny Pereira dos Santos;
Eraldo Martins de Oliveira e família; Eraldo
Oliveira; Eremito Mateus dos Santos; Érika A.
Passos; Escola Estadual Ana Maria Popovic,
especialmente às Sras. Lourdes Silva Pinto, Maria
Aparecida C. Garcia e Mônica Aparecida da S.
Francisco; Escola Elizabete Antunes Garcia; Escola
Estadual Neyde Aparecida Sollitto, especialmente
à diretora Sônia, à vice-diretora Tereza e à
coordenadora pedagógica Fátima; Escola
Estadual Paulo Freire, especialmente à Sra. Ana
Cruz, equipe e alunos; Escola Municipal Teotônio
Vilela, especialmente à Sra. Regina Sant'Anna;
Esmeralda M. S. Cosmo; Espedita P. de Siqueira;
Ester C. Guedes; Esther Francisca Lima da Silva;
Eunice Aparecida de Carrocéa; Eunice Menezes;
Eva Denilda da Silva; Everaldo Gaspar da Silva;
Expedita F. da Silva; Ezequiel B. Santos; Fabiana
Barreto; Fábio Fujimoto; Fábio S. Santos; Fabíola
C.N. do Carmo; Fernanda da S. Muniz; Fernanda
X.D. Silva; Fernando de Jesus Moura; Flavio
Colaquecez; Flávio Matsuhashi; Floraci S.S.
Oliveira; Floripes Maria da Silva; Francisca C.
Oliveira; Francisca de Oliveira; Francisca Neta de
Sá; Francisca Noélia da Silva; Francisca V.
Rodrigues; Francisco Ademar; Francisco Ademar
Menezes; Francisco Aritana de Castro; Francisco
das Chagas C. Santos; Francisco Eustáquio;
Francisco Maximo dos Santos; Gabriela Priolli;
Geni R. Ramos; Genilva de Souza Borges; Genilva
V. da Silva; Genivaldo A. Santana; Geralda Silva
Nunes; Gerusa R. da Silva; Gilvânia M. de Andrade;
Girlene Maria Gaspar Silva; Giselda A. N. dos Santos;
Gisele Maria da S. Antonio; Gislaine Ribeiro;
Givanete da C. Silva; Glória Maria R. Pereira;
Gregoria Maria da Costa; Grupo Vida – Núcleo
Mutinga; Guiomar C. Santos; Helena F. Coutinho;
Helena Magozo; Helena Matilde de Souza;
Helenice Maria S. Silva; Helenilda B. de Lima;
Henrique Barbosa; Higina G. de Castro;
Higor O. Muniz; Hilarina de Jesus; Hiroko
Yaginuna; Homero Mazotteni Saes; Icleia La Cruz
Fonseca; Igreja Batista do Morumbi, especialmente
a Rosalina Leme e pastor Marcos Leme;
Ilda Olivato; Ingrid C. dos Santos; Instituto Paulo
Freire; Iolanda Aparecida do Santos; Iracema B.
de Sousa; Iracema F. de Oliveira; Iraci Amorim
da Silva; Irati Dias do Carmo; Isabel Aparecida
Stefania; Isabel Cristina P. Alves; Isabel Maria de
Jesus; Isabel Sérgio dos Santos; Isaura Juvenal dos
Santos; Ismar Vieira da Silva; Isnaldo F. de Souza;
Ivanilda Guilherme da Rocha; Ivanilde P. Petrella;
Ivone H. G. de Oliveira; Ivonete B. Amorim; Jane
Cleide S. Pereira; Janelas da Terra, especialmente a
Solange; Janete Aparecida S. Miranda; Janice F. N.
Sales; Janice R. do Nascimento; Jefferson Lourenço
da Silva; Joana P. L. Barbosa; João Carlos S.
Nagamura; João de Moura; João Luiz Ferreira;
João Nunes de Almeida; Jorge Jesus R. Silva; Jorge
Luis de Faria; Josafá R. de Abreu; José Boaventura
da Silva; José Carlos dos Santos Alves; José Carlos
Flausino; José Carlos O. Bispo; José Evaldo Teixeira
Brito; José F. da Silva; José Fontes Ivo; José Luis da
Silva; José Luiz Rosa Nova; José N. Soares e
equipe; José Nonato Vieira; José P. de Almeida;
José Roberto do Lago; José Roberto M. Teixeira;
José Rodrigues da Silva; José Rodrigues L. de
Santana; José Ronaldo T. dos Santos; José
Roque O. Ventura; José Zito da Silva (Zezito);
Josefa Francisca da Silva; Josefa Guedes da
Silva; Josias S. dos Santos; Jucilene S. de Souza;
Jucimara Fabiana Olívio; Júlia Aparecida G.
Silva; Julia C. da Silva; Juscelina D. Jeremias;
Jussara S. da Silva; Karina Conceição da Silva;
Kátia Regina S. Souza; Kátia S. Santos; Kelly
Cristina Pantaleão; Laerte Oliveira Brites; Lídia B.
Moreira; Lígia Alves; Lilian Maria N. Jacinto;
Liliane Luz Caires; Liliane Maria Santana;
Lindomar F. de Almeida; Lindónésia José de
Souza; Lira Peres Barreira; Lizabeti de Santana;
Lourdes Ricarda V. Schimidt; Luci V. da Costa;
Lucia de Fátima Rezende; Luciana da S.
Santana; Luciana M. Pereira; Luciana N.
Santana; Luciana S. Costa; Luciana S. Avelino;
Luciene D. dos Santos; Luciene de Jesus André;
Lucilene Aparecida Rodrigues; Lucimar da S.
Santos; Lucimar R. Nascimento; Lucimar S.
Miron; Lucineia de Sousa; Luis Antônio de
Freitas Júnior; Luis Claudio Moreira; Luis F.
Rodrigues; Luiz Antonio da Fonseca; Luiz Carlos
Theóphilo; Luiz e padre Geraldo da Igreja Divino
Espírito Santo do Parque Regina; Luiza G. da
Silva; Luiza G. Mendes; Luzimar Silva; Luzinete F.
Silva; Madalena M. R. da Silva; Magali Dello
Crocci; Maisa N. Ferreira; Manoel A. Lopes;
Manoel Messias da Silva; Manoel Messias dos
Santos; Mara Alves Bezerra; Mara dos Santos;
Mara Terezinha M. dos Santos; Marcia Cristina
B. Pedrosa; Márcia Queiroz M. Bonafé; Marco
Nadau; Marcos Alves Coutinho; Marcos Antonio
A. da Silva; Marcos Antônio Germano; Marcos
dos Santos; Marcos Paulo F. da Silva; Marcos
Rogério; Marcos Sorrentino; Marcos Tonolli;
Margarida Adalgisa da Silva; Margarida dos
Santos; Margarida P. Ribeiro; Maria Adailza S.
Oliveira; Maria Anita S. dos Santos; Maria
Antonia Soares; Maria Antonia A. da Silva;
Maria Aparecida B. Gangi; Maria Aparecida da
S. Rocha; Maria Aparecida da Silva; Maria
Aparecida Dias; Maria Aparecida F. Vasconcelos;
Maria Aparecida G. Nogueira; Maria Aparecida
K. de Lima; Maria Aparecida Nogueira; Maria
Aparecida O. da Silva; Maria Aparecida R. C. dos
Santos; Maria Aparecida Silva; Maria Aparecida
V. Silva; Maria Cassiano de Abreu; Maria Célia
M. da S. Santos; Maria Celina F. da Silva;
Maria Cícera F. da Silva; Maria Cleudi A. Souza;
Maria Conceição; Maria Creuza da Silva;
Maria Cristina Mendes; Maria Cristina Miranda;
Maria Cristina P. da Silva; Maria Cruz da Silva;
Maria da Conceição e Silva; Maria da Consolação
Peixoto; Maria da Glória F. Silva; Maria da Guia
C. Marques; Maria das Dores Cerqueira;
Maria das Graças de Souza; Maria de Fátima L.
da Silva; Maria de Fátima V. dos Santos;
Maria de Lourdes; Maria de Lourdes Bispo;
Maria de Lourdes da Silva; Maria de Lourdes
Silva; Maria Delci da Silva; Maria Divaneide O. Silva;
Maria do Carmo S. Tristão; Maria do Céu;
Maria do Socorro A. Biagioni; Maria do
Socorro C. da Silva; Maria do Socorro R. de
Souza; Maria Donizete de Souza Amorim;
Maria dos Santos Borges; Maria Edina Barros;
Maria Edna de Melo; Maria Eugênia F. Santos;
Maria Expedita da Costa; Maria de Fatima
Guilherme; Maria Felizarda dos Santos;
Maria Filomena Nunes Pina; Maria G. de Jesus;
Maria Helena dos Santos; Maria Hercília B.
Menossi; Maria Inês de Oliveira; Maria Ivete da
C. Lima; Maria Izabel Vieira; Maria Jerônimo
Alves; Maria Joana Alves; Maria Joaquina da
Rocha; Maria José; Maria José B. Custódio;
Maria José B. da Silva; Maria José Barros; Maria
José da Silva; Maria José dos Reis; Maria José
dos S. Neto; Maria José L. P. Coelho; Maria Lizete
da Silva; Maria Lúcia dos Reis; Maria Lúcia
Ferreira; Maria Lucilia P. Mourão; Maria M. A.
de Almeida Oliveira; Maria Madalena Ramos;
Maria Miriam de L. Ferrari; Maria Nunes; Maria
Nunes A. Santana; Maria Rosa de Jesus; Maria
Rosemeire A. de Oliveira; Maria Santos Borges;
Maria Serrati C. Estopa; Maria Teresa R. Luque;
Maria Tertuliana P. da Silva; Mariângela G.
Ramalho; Marilete O. Farias; Marília Maria Vitor;
Marina Izabel dos Santos; Marina Rosa Souza;
Marina Silvestre de Jesus; Marinalva C. dos
Santos; Marinalva C. M. da Silva; Marinete
Soares; Marineusa de S. Almeida; Marlene
Bispo Santos; Marlene de A.B. de Souza;
Marley N. de M. Oliveira; Marta de Araujo;
Maura Santana da Cruz; Mauricéia F. dos
Santos Oliveira; Mauritânia Mirian M. da Silva;
Mauro de Souza; Michele Juliana da Silva;
Miriam Maria F. da Silva; Moisés Ferreira;
Monica C. S. Pereira; Monica do N. B. Leal;
Mosavi Aparecida Ribeiro; Nair Costa Bravo;
Natalina de Simone Bartruglio; Nazaré C.
Andrade; Neilza R. Tavares; Nelson Bedin;
Nelson Santos Machado; Neuma P. Nogueira;
Neuma Rodrigues Correia; Neusa Aparecida de
A. Cândido; Neusa de Oliveira Alves; Newton
Monteiro; Nicácia V. B. dos Santos; Nilo Diniz;
Nilton Aparecido de Oliveira; Nilza Moraes
Santos; Nina Peres Barreira; Nivaldo Zamperlin;
Noel R. e Silva; Noranei R. Lobo; Núbia
Rodrigues Nunes; Obra do Berço, especialmente
a Cristina, Edméia e Maria de Fátima Rocha;
Odilon Guedes; Olindina J. Jesus; Oliveira
Alfredo de Oliveira; Orminda de Moraes; Padre
Élcio da Igreja São Pedro Fourier; participantes
do curso de Grafite e Dança na E.E. Prof. Ernesto
Faggin; Paulino Ambrosio; Paulo (Limpurb);
Paulo Barreira; Paulo Cilas e equipe; Paulo F.
Guilherme; Paulo Sérgio de Floura; Pedro A. da
Silva; Pedro Faustino Guilherme; Piroska Eszter
M. Szabo; Prefeitura do Município de Diadema;
Prefeitura do Município de São Bernardo do
Campo – Secretaria de Habitação e Meio
Ambiente, especialmente a Osmar Mendonça,
Sônia Maria de L. Oliveira, Vera Lúcia Rotondo;
Priscila Jane Arap; Projeto Parceiros do Futuro
[31]
da E.E. Prof. João Ernesto Faggin; Rachel Trajber;
Rafael dos Santos; Raimunda Faustino Guilherme;
Raimunda G. S. Carvalho; Raimunda M. da Silva;
Raimundo Alves Dias; Raimundo Pinheiro da Cruz;
Raimundo Vicente de Souza; Raquel L. Batista;
Regina Luisa Martins; Regional 1 de Osasco,
especialmente ao Sr. Assunção; Reinaldo Neiva
Santos; Renata N. Neves; Renato M. Ikeda; Rene
G. Silva; Ricardo Guerra; Risélia Pinheiro e equipe;
Rita de Cássia F. Santos; Rita de Cássia N. Paiva;
Rita S. Oliveira; Roberto Bretzel Martins; Rodrigo
Junqueira; Rosangela R.C. de Souza; Roseli
Aparecida de Souza; Roseli Reis; Rosemary P. da
Fonseca; Rosemeire de O. Souza; Rosinéia R.
Bernardes; S.A.F – Serviço de Apoio à família,
especialmente a Edna e Jailsom; Samia R. A.
e Alves; Samuel Damasio; Sandra M. Azenha;
Sandra M. da Costa; Sandra Rodrigues dos
Santos; Sany Cleide dos Santos; SAS Campo
Limpo; Sebastião de Oliveira Filho; Secretaria
de Assistência Social – S.A.S de Campo Limpo,
especialmente a Maria Luiza Oliveira de Souza e
Janice Leite dos Santos; Secretaria de Cultura de
Barueri, especialmente a Palma, Beth e equipe;
Secretaria de Meio Ambiente de Barueri,
especialmente a Luciana Lopes, Carlos, Juliana,
Yara, Francisco, Ricardo Pinto, Gomes; Selma da S.
Jesus; Selma M. S. Ferreira; Sergio Matos de Lima;
Sheila Santos; Silmara C. dos Santos; Silvana C.
Flosi; Silvana da S. D. Toledo; Silvana G. A.
Rodrigues; Silvana T. Cordeiro; Silvana Valeria
Lira; Silvia Regina da R. Nakahara; Sílvia S.
Machado; Sirene S. Gomes; Sonia Foianesi; Sonia
Maria G. Rodrigues; Sueli Almeida P. Cavalcanti;
Sueli Lopes; Suely da Silva de Jesus; Tercília N.
Tatsuakawa; Terezinha R. Souza; Terminal
Petrobras Barueri, especialmente aos Srs. Carlos,
Jacob, Caetano, Edgar, Arnaldo, Celso e Freitas;
Ubiratan T. da Silva; Valdeci Aparecida de Lima;
Valdilene Lopes da Silva; Valdilene Rodrigues;
Valdinei Coelho de Melo; Valquiria Aparecida
Melo; Valter José da Silva; Vanda Maria dos S.
Rodrigues; Vanderleia S. Oliveira; Vanessa de
Cássia Porfírio; Vanessa R. C. Macário Pinto; Vera
dos Santos Silva; Vera Helena G. Calanca; Vera
Lucia B. dos Santos; Vera Lúcia B. Nascimento;
Vera Lúcia da S. Reis; Vera Lucia de Venancio; Vera
Lúcia do N.Silva; Vera Lúcia M. Alves; Vera Lúcia
Marques; vereador Marco Antonio Oliveira (Bidu);
Veronica Gaspar da Silva; Vilma Dias do C. Costa;
Vitoria Pereira; Viviane Pereira da Silva; Vonha A.
de Araújo; Walkiria Lima Vieira; Wellington
Albuquerque; Wellisson M. de Assunção; Wilson P.
Coelho; Zaira Julio Vitorino; Zelinda T. L. Cardoso;
Zelita da Piedade de Antunes; Zenaide Souza
e Silva; Zenilde Maria de Jesus Ferreira;
Zilmara Alves Bezerra.
[coordenação]
Jodel Godoy Júnior
Maurício Campos
Jayme de Seta Filho – Petrobras –
Kátia Pestana
Onésimo Genari
Segurança Meio Ambiente e Saúde
Luiz Cláudio Vaz Allan
Regina Siqueira da Silva
Miriam Duailibi – Instituto Ecoar para
Vânia Bulgarelli
Roberval Hueb
a Cidadania.
Viviane Junqueira
Severina Maria dos Santos
Valéria Uzan
Dilermando Allan Filho – Instituto
Crescer para a Cidadania
[equipe técnica]
Vinícius Leandro Modolo Madazio
Adriana Giacomini
[gerência do programa de educação ambiental]
Bárbara Junqueira dos Santos
[monitores locais]
Christianne Godoy
Carlos Alberto Pinheiro
Ana Paula Tobias
Cláudia Cruz Soares
Doralice Teodoro dos Santos
[gerência do programa de comunicação]
Daniel Corrêa de Melo
Edenildo dos Santos
Álvaro Bufarah
Débora de Lima Teixeira
Iolanda Maria de Menezes
Camilo Tavares
Estevão Vanale Otero
Isamaque Silva de Santana
Fabrício Coelho
Jéssica Said de Oliveira
[consultoria]
Fernanda Blauth Bajesteiro
Marcelo Cardoso dos Santos
Larissa Barbosa da Costa
Gustavo Veronesi
Maria de Lourdes da Silva
Reginaldo Forti
José Luciano Oliveira de Araújo
Nelson Henrique de Lima
Júlia Toledo Ribeiro Pereira
Paula Francineide Cardoso da Silva
[assessoria especializada]
Leila Mahir Saleh Hussein
Renato Queiroz dos Santos
Cláudio Diaféria
Luiz Sertório Teixeira
Severino Amâncio de Oliveira
Inês de Abreu
Mariana Ferraz Duarte
Silvaneide Cleusa da Silva Sampaio
[projeto gráfico e editoração eletrônica]
Via Impressa
[revisão]
Mitsue Morissawa
[fotolito e impressão]
Garilli Gráfica e Editora
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