SGAN Quadra 603 – Módulos “I” e “J”
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ASSUNTO: EDITAL DE LEILÃO No 001/2003-ANEEL
ADENDO No 03 - RESPOSTAS AOS QUESTIONAMENTOS
DE: Rosângela Lago
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FAX: (61) 426-5778
FAX N0 050/2003-CEL/ANEEL
DATA: 28/07/2003
NÚMERO DE PÁGINAS INCLUINDO ESTA: 05
Se não receber bem esta transmissão, contactar: (61) 426-5743
QUESTIONAMENTOS DOS PROPONENTES:
1.
“Em relação ao ANEXO 7C -Lote C ~ L T 500 kV Teresina –Sobral – Fortaleza - C2, no item 1.2.1.2 especifica
o carregamento da LT em 2.188 A; no item seguinte 1.2.1 3 - Definição da flecha máxima, recomenda a corrente de
2.300 A. Solicitamos a V.Sas. informar se deverão ser considerados os 2 valores, respectivamente para cada item
especifico ou deve-se considerar o carregamento de 2.188 A para ambos os itens?”
Resposta:
O valor de corrente a ser considerado nos itens 1.2.1.2 e 1.2.1.3 é 2.300 A.
2.
“ Lote G -L T 345 kV Montes Claros -Irapé
No Anexo 7G do Edital 001/2003, item 1.2.1.4. Perda Joule nos cabos condutores e pára-raios, está
especificado que "a existência de seqüência positiva por unidade de comprimento das linhas de transmissão, para
freqüência nominal de 60 Hz e para a temperatura de 75 °C, deve ser igual ou inferior a da configuração básica 0,036
ohmIkm."
No Relatório R2 : Empreendimento L T 345 kV Irapé- Montes Claros 2 - Detalhamento da Alternativa -Revisão
A, disponibilizado no Edital 001/2003, item 9: Conclusões, sub-item 9 2 Quanto à escolha do cabo condutor da LT, está
posto que: “As análises efetuadas recomendam a utilização do condutor 954 MCM (Rail), na configuração em feixe,
com dois subcondutores por fase. Recomenda-se que a resistência de seqüência positiva da LT para a temperatura de
75 ºC, seja igual ou inferior a 0,0360 ohms/km, respeitando a operação do condutor em até 100% do gradiente crítico
em 345 kV. Este valor é compatível com a utilização dos condutores Ruddye Rail, na configuração de dois
subcondutores por fase (2x900 MCM ou 2x954 MCM, respectivamente)".
Tendo em vista que as resistências de seqüência positiva para freqüência de 60 Hz e temperatura de 75 0C
dos condutores Rail e Ruddy (na configuração de dois subcondutores por fase) são conforme tabelas publicadas no
Aluminum Electrical Conductor Handbook 1998 e também no EHV Transmission Line Reference Book 1982, superiores
ao valor de 0,036 ohms/km (0,037 ohms/km e 0,039 ohms/km respectivamente) solicita-se confirmar o valor da
resistência especificada no Anexo 7G item 1.2.1.4. do Edital 001/2003, uma vez que o cabo condutor ACSR que
atenderá ao critério da resistência máxima especificada terá seção superior ao do cabo Rail.”
Resposta:
O valor da resistência do item 1.2.1.4 do Anexo 7G é 0,036 ohm/km referido a 50 °C.
3.
“Lote C -L T 500 kV Teresina - Sobral - Fortaleza
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(Fls. 2 do FAX N.º 050/2003-CEL/ANEEL, de 28/07/2003)
No Anexo 7C do Edital 001/2003, item 1.2.1.5. Compensação Reativa, está especificado que: "a compensação
reativa em derivação da configuração básica está apresentada na Tabela 2.”
Solicita-se que seja fornecida a Tabela 2 acima referenciada com os devidos valores da compensação reativa,
uma vez que esta tabela não consta do Anexo 7C do Edital 001/2003.”
Resposta:
A Tabela 2 – Subestações 500 kV encontra-se no item 1.1.2 do Anexo 7C.
4.
“Anexo 7C -Lote C -Linha de Transmissão Terezina -Sobral -322 km
Confirmar a quilometragem correta deste trecho, tendo em vista que o diagrama apresentado no VOL.IV -FL.
135 de 429 , indica 332 km ao invés de 322km.”
Resposta:
A extensão aproximada do trecho de linha Teresina II- Sobral III – C2 do lote C é 322 km conforme indicado no
item 1.1 do Volume I do Edital de Leilão.
5.
“...LOTE E - Machadinho - Campos Novos.
A corrente máxima especificada em 1,2, 1,2 - carregamento da linha de Transmissão - é de 2407 A. É um valor
plenamente atendido por uma configuração de fase ("bundle") com 4 condutores bitola 636 KCM.
Entretanto, em 1,2,14 - Perda Joule nos cabos condutor e pára-raios - é especificada uma resistência, a 75ºC e
60Hz, de 0,019 ohm/km o o que obrigaria a bitolas bem maiores (954 KCM).
Considerando tratar-se de linha curta, é que a resistência tem muito pouca influencia em outros parâmetros de
desempenho, PEDE-SE sejam confirmados os valores de corrente máxima (1,2,1,2) e resistência (1,2,1,4).”
Resposta:
Ver resposta número 1. aos “QUESTIONAMENTOS DOS PROPONENTES” do ADENDO No 01 enviado pelo
o
fax n 21/2003-CEL, de 14/07/2003 ou no site da ANEEL conforme o item 1.15 e o sub-item 1.15.1 do Volume I do
Edital de Leilão.
6.
“Solicitamos o esclarecimentos relativos aos seguintes itens da Edital do Leilão n° 001/2003 -ANEEL:
Anexo 7 A item 1.2.1.4 -com relação aos cabos pára-raios, dispõe o referido Item: “A perda total nos cabos
pára-raios não deverá ser superior à correspondente a dois cabos contínuos de aço galvanizado EAR de diâmetro 3/8",
aterrados em todas as estruturas e na malha de terra das subestações. Quando o nível de curto circuito exigir cabos
pára-raios com capacidade de corrente maior que a do cabo 3/8" EAR nas proximidades das Subestações, as perdas
ôhmicas totais serão computadas considerando ambos os condutores."
A interpretação desse texto é que a perda total nos cabos pára-raios será a sorna da perda no trecho com o
cabo 3/8" EAR aterrados em todas as estruturas com a perda no trecho com o outro cabo aterrado em todas as
estruturas e na malha de terra da SE?”
Resposta:
Interpretação correta, porém as perdas não deverão ser superiores a dois cabos de aço galvanizado EAR de
diâmetro 3/8”.
7.
“Não é necessário fazer um projeto especial de ligação dos cabos pára-raios para limitar as perdas ao
equivalente as perdas com dois 3/8" EAR em toda a LT?”
Resposta:
A perda total nos cabos pára-raios não deverá ser superior à correspondente a dois cabos contínuos de aço
galvanizado EAR de diâmetro 3/8", aterrados em todas as estruturas e na malha de terra das subestações. Quando o
nível de curto circuito exigir cabos pára-raios com capacidade de corrente maior que a do cabo 3/8" EAR nas
proximidades das Subestações, as perdas ôhmicas totais serão computadas considerando ambos os condutores.
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(Fls. 3 do FAX N.º 050/2003-CEL/ANEEL, de 28/07/2003)
8.
“No caso de se utilizar cabo OPGW, é necessário fazer um projeto especial de ligação no cabo pára-raios em
paralelo ao OPGW para limitar as perdas?”
Resposta:
A perda total nos cabos pára-raios não deverá ser superior à correspondente a dois cabos contínuos de aço
galvanizado EAR de diâmetro 3/8", aterrados em todas as estruturas e na malha de terra das subestações. Quando o
nível de curto circuito exigir cabos pára-raios com capacidade de corrente maior que a do cabo 3/8" EAR nas
proximidades das Subestações, as perdas ôhmicas totais serão computadas considerando ambos os condutores.
9.
“item 1.3.2 -Requisitos dos Equipamentos. Não estão descritas as características da transformação 525/440
kV de Assis. Essas características são aquelas descritas no relatório de Estudo de Sistema (R1), item 8
Recomendações?”
Resposta:
O item 4.16 do Edital submete a TRANSMISSORA à regulamentação específica estabelecida pela ANEEL e
aos PROCEDIMENTOS DE REDE do ONS, particularmente, ao seu Módulo 2.3 item 6.1 para unidades
transformadoras. Complementarmente, deverão ser observadas as condições dos estudos, em especial, a sua
reatância, faixa e degraus do LTC, etc...
10.
“Lote A
Com relação a Subestação Araraquara, o unifilar DFLT DEES.T-1520 (379014-2-A1), apresenta o bay de saída de
Linha de Transmissão para a Subestação Assis sem disjuntor. Solicitamos esclarecer.”
Resposta:
Esclarecemos que no desenho mencionado consta o disjuntor de saída para SE ASSIS.
11.
“Lote B
2.1
Dentre os documentos apresentados para o Lote B, os relatórios R2 (Relatórios de estudos de Engenharia)
apresentados encontram-se incompletos, uma vez que não constam nos mesmos os estudos relativos ao trecho Ivaiporã – Salto
Santiago. Favor verificar e providenciar o envio destes.”
Resposta
Os estudos disponíveis para o trecho Ivaiporã – Salto Santiago estão no CD da documentação do Lote B
volume R2 documento 01 – Detalhamento das Alternativas da Empresa de Transmissão de Energia do Sul do Brasil –
ELETROSUL – Revisão de 17/07/2002.
12.
“Quanto a Subestação Ivaiporã, há incoerência entre os documentos apresentados conforme Anexo 7B, esta
subestação é composta de 01 (um) bay de interligação de barras e 02 (dois) bays de entrada de linha prevendo ainda a
instalação de reatores monofásicos de 33,33 MVAr em uma entrada de linha (sem mencionar entretanto a necessidade
de unidade reserva). Já o unifilar desta subestação – Desenho S020.404.002 – não apresenta o bay de saída para a SE
Cascavel Oeste, nem o bay de reatores. Ainda, no documento S.020.600.001, não é citada nesta “Ampliação C” o
fornecimento dos Reatores e é mencionado o fornecimento de 02 (dois) disjuntores – um para cada entrada de linha –
sem, portanto, o fornecimento do disjuntor de interligação de barras. Solicitamos esclarecer tais divergências.”
Resposta
Conforme Anexo 7B a Subestação Ivaiporã é composta de 01 (um) bay de interligação de barras e 02 (dois)
bays de entrada de linha prevendo ainda a instalação de reatores monofásicos de 33,33 MVAr bem como os seus
equipamentos terminais de manobra, proteção, supervisão e controle, telecomunicações e todos os demais
equipamentos, serviços e facilidades necessários à prestação do SERVIÇO PÚBLICO DE TRANSMISSÃO ainda que
não expressamente indicados no anexo.
É de responsabilidade da TRANSMISSORA o dimensionamento e especificação dos equipamentos e instalações de
transmissão que compõem o serviço público de transmissão, objeto desta licitação de forma atender o Anexo 7B e as
práticas de boa engenharia. É prerrogativa da TRANSMISSORA a política de reserva de equipamentos.
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(Fls. 4 do FAX N.º 050/2003-CEL/ANEEL, de 28/07/2003)
13.
“Como o bay de chegada da linha de transmissão vinda da SE Cascavel Oeste não está representado no
unifilar citado da SE Ivaiporã no item 2.2 acima, solicitamos esclarecer se será necessário o fornecimento de pára-raios,
transformadores de potencial capacitivos e bobinas de bloqueio na saída de linha da SE Cascavel Oeste, uma vez que
estes equipamentos não são apresentados em seu unifilar nº 70250-22201-0001.”
Resposta
Ver resposta ao item 12
14.
“Lote C
3.1
Dentre os documentos apresentados para o Lote C os relatórios R2 (Relatórios de Estudos de Engenharia)
apresentados são os mesmos apresentados no item R1 (Relatórios de Viabilidade). Assim, solicitamos o envio dos estudos R2, a
saber estudos de transitórios, estudos de curto-circuito e estudos de rejeição de carga. Favor verificar e providenciar o envio
destes.”
Resposta
Os relatórios disponíveis são os constantes no CD da documentação do Lote C.
É de responsabilidade da TRANSMISSORA o dimensionamento e especificação dos equipamentos e
instalações de transmissão que compõem o serviço público de transmissão, objeto desta licitação de forma atender o
Anexo 7C e as práticas de boa engenharia. É prerrogativa da TRANSMISSORA a política de reserva de equipamentos.
15.
“Para as três subestações deste Lote (Fortaleza, Sobral e Teresina), há incoerência entre os diagramas
unifilares apresentados e o Anexo 7C. Nos unifilares, é solicitado o fornecimento de reatores unitários de 60 MVAr
enquanto o Anexo 7C menciona unidades de 50 MVAr. Favor esclarecer qual potência unitária deve ser usada, bem
como, em quais instalações devem ser consideradas unidade reservadas.”
Resposta
Os reatores de são de 50 MVAr por unidade.
É de responsabilidade da TRANSMISSORA o dimensionamento e especificação dos equipamentos e
instalações de transmissão que compõem o serviço público de transmissão, objeto desta licitação de forma atender o
Anexo 7C e as práticas de boa engenharia. É prerrogativa da TRANSMISSORA a política de reserva de equipamentos.
16.
“Para a SE Teresina, uma vez que o Unifilar 17.888/?43 não está claro quanto ao bay de reatores a ser
fornecido, solicitamos informar se a configuração dos reatores fixos e manobráveis deste fornecimento será idêntica a
existente do Circuito 1 de Teresina – Sobral.”
Resposta
Entendimento correto.
17.
“Lote F
4.1
Para a SE Rondonópolis, há incoerência entre o diagrama unifilar apresentado e o Anexo 7C. No unifilar CMG094-02600, é solicitado o fornecimento de compensação série de 100 MVAr enquanto o Anexo 7C menciona
fornecimento de 91 MVAr. Solicitamos esclarecer.”
Resposta
O Anexo 7C refere-se ao empreendimento LT Teresina- Sobral – Fortaleza.
Complementarmente, informamos que a compensação serie é de 91 MVAr para SE Rondonópolis pertencente
ao Lote F.
18.
“Lote G
5.1
Quanto à SE Montes Claros, o Anexo 7G menciona composição de 02 (duas) entradas de linha de
transmissão, enquanto o seu unifilar (documento nº 22.408-ST/PL) apresenta 01 (um) bay de linha de transmissão (para
a SE Irapé) e 01 (um) bay de interligação de barras. Solicitamos esclarecer.”
Resposta
São dois disjuntores de entrada que formam com o existente um anel em 345 kV.
19.
“No anexo 7G, LT Montes Claros-lrapé está estabelecido:
SGAN Quadra 603 – Módulos “I” e “J”
Brasília - DF – 70830-030
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(Fls. 5 do FAX N.º 050/2003-CEL/ANEEL, de 28/07/2003)
Item 1.3.1.1 - Informações básicas, 5º parágrafo: “A SE Irapé deverá estar dentro do alcance de 1 km de linha
de interligação com a Usina Hidroelétrica de lrapé. Todo custo adicional referente à conexão a UHE será de inteira
responsabilidade da TRANSMISSORA caso opte pela localização da SE fora do alcance definido".
Item 1.8 -Requisitos básicos das configurações básica e alternativa, 1º parágrafo: "Como previamente
indicado, as TRANSMISSORAS não tem liberdade para modificar: as localizações das Subestações Montes Claros e
Irapé"
É nosso entendimento que é permitido instalar a SE Irapé fora do alcance de 1 km de linha de interligação com
a Usina Hidroelétrica de Irapé.
Solicitamos-lhes confirmar entendimento.”
Resposta:
A localização da SE IRAPÉ deverá obedecer ao estabelecido no item 1.3.1.11 - Informações básicas, 5º
parágrafo do Anexo 7G: “A SE Irapé deverá estar dentro do alcance de 1 km de linha de interligação com a Usina
Hidroelétrica de lrapé. Todo custo adicional referente à conexão a UHE será de inteira responsabilidade da
TRANSMISSORA caso opte pela localização da SE fora do alcance definido",alteração esta que deverá atender as
condições técnicas e operacionais prescritas nos PROCEDIMENTOS DE REDE para o SISTEMA INTERLIGADO
NACIONAL.
20.
“Na análise do Edital de Licitação do Lote G do Leilão 01/2003, referente ao empreendimento LT 345kV IRAPÉ
- MONTES CLAROS 2, observamos constar no item 1.8 do Anexo 7G requisitos técnicos para os equipamentos do
sistema divergentes dos estabelecidos no Relatório R2: Detalhamento da Alternativa, Rev. A, emitido com a anuência
do Comitê Coordenador do Planejamento da Expansão do Sistema Elétrico (CCPE).
Diante desse fato, entendemos que os requisitos estabelecidos no Relatório R2: Detalhamento da Alternativa, Rev. A,
prevalecerão em relação aos dos descritos no referido item 1.8.
Solicitamos-lhes confirmar esse entendimento.”
Resposta:
A prevalência é do edital Anexo 7G item 1.8.
ROSÂNGELA LAGO
Presidente da Comissão Especial de Licitação
Adendo/003
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