Riso e violência
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Riso e violência
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-e-violencia/)
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– 16/12/2011Posted in: Destaques
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19/12/2011
Riso e violência
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•
3
◦ O alto consumo de
tweets
cocaína no Brasil e
seus efeitos na
retweet
Bolívia
(http://rede.outraspalavras
-alto-consumo
cocaina-no-brasil
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seus-efeitos-
16/12/2011 Júlio
Delmanto
◦ A delegacia que
sumiu
(http://rede.outraspalavras
-delegacia-que
16/12/2011 redacao
◦ Brasil: Um novo
oásis?
(http://www.outraspalavras.net/files/2011/12/do-mar-que-teremos-de-escalar-ao-ceu-do-
(http://rede.outraspalavras
qual-escapamos-tinta-da-china-e-acrilico-s-papel.jpg)
-um-novo-oasis/)
16/12/2011 redacao
Em “O metro nenhum”, Francisco Alvim aprofunda sua poética de realismo crítico,
◦ Futebol com medo do
seu diálogo tenso (e cosmopolita…) com os tempos pós-modernos
crime
(http://rede.outraspalavras
Por Alexandre Pilati*
-com-medo-do
O poeta brasileiro Francisco Alvim volta às livrarias neste ano com O metro nenhum
14/12/2011 Tadeu
(Cia das Letras, 2011), conjunto de poemas inéditos que dá continuidade a seu
Breda
projeto poético renovado, onze anos antes, por Elefante (Cia das letras, 2000). Os
poemas que compõem o livro carregam a inquietação do próprio poeta, que, ao ser
convidado pela editora para produzir a obra, gastou pouco mais de um ano,
escrevendo, corrigindo e relutando.
As impressões de Alvim são reveladoras: “Até hoje mexi nele: hesitação quanto à
posição de um ou dois poemas; mudança de um ou dois títulos… E vem um
sentimento muito bom, muito doce: de amor pelo livro. O mesmo sentimento que
provei em relação a cada um de meus livros anteriores e que só agora, vejo,
reconheço com clareza. O que nada tem a ver com os apertos por que passei para
botá-los de pé e a consciência dos inúmeros poemas frustros ou simplesmente ruins
que contêm.”
Lê-se, aqui, a consistência de inquietação que sua poética reverbera, que reside
também no ato de acercar-se da poesia com a hesitação que todo grande poeta
moderno embute em seu ofício. Como se trata de uma poética de alto refinamento e
de grande consciência de suas funções e desfunções, os textos de Alvim replicam o
risco de toda grande poesia: passar por algo que nada diz, embora almeje a
objetivação, em termos muito sintéticos, da densa experiência do real.
•
(http://www.ponto.outraspalavras.net/?
feed=rss2) Outras Mídias
(http://ponto.outraspalavras.net)
◦ Terceira Carta às
Esquerdas
(http://ponto.outraspalavr
-carta-as-esquerdas/)
17/12/2011 admin
◦ Comunicação:
avanços de 2011
(http://ponto.outraspalavr
-os-avancos-
17/12/2011 Antonio
Martins
◦ “Eu testemunhei a
violência de
Israel” (http://ponto.outra
-testemunhei
http://www.outraspalavras.net/2011/12/16/riso-e-violencia/
19/12/2011
Riso e violência
Esse destino da poesia moderna — de ser antes de tudo inquietação — configura-se
muito bem em uma pergunta que, finalizando o primeiro poema do livro Elefante,
ganha a consistência de ponto de inflexão da poesia alviniana. Em Carnaval, o eulírico indaga: “Qual o real da poesia?”. É o real que, a todo momento, opera sobre o
discurso poético, corrigindo o seu rumo, instaurando uma dicção que só se pode
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de-israel/) 17/12/2011
Antonio Martins
◦ Crimes de ódio na
Europa
(http://ponto.outraspalavr
-de-odio-na-europa/)
compreender a partir da sua função problematizadora e das contradições fecundas
17/12/2011 Antonio
que registra. A poesia de Chico Alvim, no programa que se viu intensificado em
Martins
Elefante, só pode ser compreendida em seu desejo de instauração na lírica de uma
◦ A reveladora visita do
projetiva crítico-realista. Trata-se, pois, de uma poesia que deseja ser poesia, desde
FMI
que insuflada por um movimento de arrasto dialético que a conduza para além e si
(http://ponto.outraspalavr
mesma. Algo bem condensado naquele breve poema-diálogo da obra de onze anos
-visita-fmi/) 17/12/2011
atrás: “ – A questão é de saber/ se uma palavra pode significar tantas coisas/ – Não,
admin
a questão é de saber/ quem manda.” Noutros termos, dir-se-ia que o leitor de Chico
Alvim está convocado a participar de uma reflexão comandada pela autoria lírica
• Leia Também
acerca do lugar do político na dimensão da palavra poética.
1. O vazamento da
Essa remissão ao livro Elefante é necessária para que sejam identificadas bases de
Chevron e a Quarta
continuidade entre aquela obra e o recém lançado Metro nenhum. É possível propor
Frota
uma ligação entre as obras precisamente a partir daquela pergunta a respeito do “real
da poesia” no livro de 2000. Pode-se propor, por exemplo, a hipótese de que ela aqui
se transforma em afirmação de tonalidade explicativa. Num texto intitulado “A poesia”,
cujo inicio é anedótico e que se desenvolve posteriormente como lírica reflexiva, o
(http://www.outraspalavra
-vazamento-da
e-a-quarta-frota/)
2. Educação,
poeta explica: “…a poesia/ quando ocorre/ tem mesmo a perfeição/ do metro – / nem
Comunicação e Não
o mais/ nem o menos – só que de um metro nenhum/ um metro ninguém/ um metro
Violência
de nadas.” Assim, permanece, sob outra configuração, a inquietação entre o real e o
(http://www.outraspalavra
poético, articulado aqui segundo a dinâmica dialética instaurada entre o signo do
-comunicacao
violencia/)
imponderável “nada” e o muito preciso “metro”; o real e o inefável entram em
balanceio.
É dessa matéria, portanto, que continua a abastecer-se a poética de Chico Alvim;
trata-se de uma relação dilemática do poeta com sua função de objetivação poética
3. Olho de robô
(http://www.outraspalavra
-de-robo/)
4. Vergonhosa violência
do mundo real. É algo do tamanho de um sistema literário inteiro, todavia exprima-se
contra Bradley
nos limites do núcleo volitivo da própria individualidade lírica, como atesta o poema
Manning
“Meio do caminho”: “Dá vontade/ de sentar dar/ nem um passo à frente ou/ atrás.”
(http://www.outraspalavra
-vergonhosa-
Alguns elementos dessa poética de impasse nos levam a considerá-la como poética
contra-bradley
manning/)
realista, algo que funciona quase como um motor de resistência à diluição do literário
na pura representação titereira das tribos sociais ou na mera glosa do espetáculo,
5. Um poeta debate o
seja acadêmico ou midiático. O realismo da poesia de Chico Alvim pode ser
indispensável
observado nesse movimento a que antes tentamos aludir, de registro dos momentos
(http://www.outraspalavra
em que o real (tantas vezes violentamente) tenta aderir ao mundo suave e sombrio do
poema. Luzes, sombras, suavidade lírica, violência, intimismo, rumor das ruas, humor
e situações limites: tais são alguns dos elementos postos em movimento contraditório
por esse “metro de nadas”.
http://www.outraspalavras.net/2011/12/16/riso-e-violencia/
-literatura-jornalismo
num-pais-se-
6. “Meu caro amigo, as
coisas estão
melhorando
19/12/2011
Riso e violência
Tentando especificar um pouco mais a análise, poder-se-ia indicar dados poéticos
decisivos para a objetivação consequente de um prisma realista em Chico Alvim. O
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-amigo-as-coisas
melhorando/)
7. Uribe e as FARC:
primeiro deles é a atenção para as situações-limite, sejam relacionadas ao fazer
violência interessa a
poético, sejam relacionadas ao cotidiano da vida urbana do Brasil atual. É exemplar
ambos
dessa atenção do poeta às situações-limite o poema “Muito ótimo”: “veio o homem/
(http://www.outraspalavra
falou pra mim/ pra mim/ deitar no chão/ dormir/ dormir/ que amanhã vou ser atendida/
-e-as-farc-violencia
interessa-a-ambos/)
na/ meia-noite.” Há em O metro nenhum uma série dessas situações, como que a
replicar uma pergunta: como medir o tamanho da ignomínia dessas situações? O
8. A quem interessa a
“metro de nadas” dará conta disso que é “tanto”? Noutros versos, que encetam uma
violência
negociata política de urgência, diz o poeta: “Se fizermos isso/ estamos fritos// (Mas se
(http://www.outraspalavra
-quem-interessa
já estávamos!)”. O impasse é a norma e, assim, a preferência por tais situações
limites, traduzidas segundo o travo específico da linguagem cordial e cruel à
brasileira, leva o poeta a lançar-se à busca da compreensão da totalidade social,
escarafunchando liricamente uma das dimensões mais agudas do drama
contemporâneo, tantas vezes vivido em volume de farsa: a alienação. Parece ser
bem consequente a hipótese de que os poemas de Chico Alvim estão votados a
inquirir a realidade do capitalismo atual a partir da captação lírica de sua capacidade
de perpetuar e intensificar a lógica da alienação.
A força reativa dessa poesia está mesmo numa certa mobilização de elementos cujo
objetivo é estabelecer uma perspectiva crítico-humanista das relações sociais. Algo
assim não pode ser desvinculado de uma observação desconfiada das possibilidades
de a literatura fornecer, como dizia Lukács, “uma efetiva configuração do homem”. A
perspectiva crítico-realista de Chico Alvim, portanto, toma como princípio operativo o
recolhimento de situações-limite, situações de agudização da situação de alienação
(na vida comum ou na vida já reificada do poema). Posteriormente, realiza-se uma
projeção dessa alienação recolhida junto ao mundo na totalidade sócio-histórica.
Trata-se de um gesto basicamente mediado pela disposição para ouvir e deixar soar
a agudização das contradições sociais no capitalismo contemporâneo. O resultado,
desse modo, é uma poesia que se abastece dos movimentos da dinâmica histórica
contemporânea, ao mesmo tempo que exige do leitor o movimento que ative algo de
violencia/)
• Comentários
◦ Odemilson em
doenças que mais
venderão em 2012
(http://www.outraspalavra
-doencas-que
venderao-em
2012/comment
1/#comment-
◦ tanina em As
que mais venderão
em 2012
(http://www.outraspalavra
-doencas-que
venderao-em
2012/comment
1/#comment-
◦ Tania em As
um reconhecimento trágico da alienação. Há em O metro nenhum um poema
que mais venderão
intitulado “Tableau mouvant” e não seria despropositado dizer que a poética do livro é
em 2012
a de “quadros em movimento” que replicam em tom poético situações-limite da
(http://www.outraspalavra
existência alienada.
-doencas-que
venderao-em
É preciso sublinhar ainda dois elementos de fatura muito importantes para o sucesso
2012/comment
1/#comment-
dessa poética de realismo crítico de Chico Alvim: a violência e o riso. Quanto ao riso
de O Metro nenhum, poder-se-ia dizer que ele rejeita para si a pecha de piada (talvez
de modo mais intensivo do que no livro anterior). Embora tributário do humor
oswaldiano, o riso de Alvim é de outra monta; está a serviço da captação aguda das
contradições sociais. Num momento do capitalismo em que o riso já não reconcilia,
mas celebra a alienação,[1] a poesia de Chico Alvim utiliza o recurso a ele como
forma de atestar a profunda vinculação do riso com a intensificação da alienação e a
impostação de insuperável que caracteriza esse nosso obscuro tempo em que tudo
http://www.outraspalavras.net/2011/12/16/riso-e-violencia/
◦ ediney santana
(http://cartasmentirosas.b
em As doenças que
mais venderão em
2012
(http://www.outraspalavra
-doencas-que
venderao-em
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Riso e violência
aparenta ser luminoso. Se o riso, no mundo real, é elemento da própria perpetuação
da lógica social do capitalismo, na poesia de Chico Alvim, ele é elemento de acesso a
essa totalidade que nos chega e se replica diante de nós embutindo a sua própria
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2012/comment
1/#comment-
◦ marcelodellapoor em
crítica irônica. A autoironia é parte da forma segundo a qual o capitalismo se justifica:
Chamam-na
tudo está errado, mas é assim que deve ser. O riso em Chico Alvim incomoda,
democracia. E não é
sobretudo porque aparece em poemas que exigem do leitor certa cumplicidade, dada
(http://www.outraspalavra
a velocidade com que ocorrem, em um ou dois versos. Recompondo o quadro social
-na-democracia
e/comment-page
em que aquela enunciação extraída pelo poeta da realidade se dá, o leitor desesperase: de que é mesmo que rimos? O riso, portanto, nos poemas de O metro nenhum
tem uma tendência a se reativar como crítica antiideológica e antialienante, uma vez
que fazer rir não está entre os objetivos finais do poema, mas configura-se como um
elemento da farsa ideológica concreta, plasmado em termos literários. Trata-se de um
1/#comment-
• Nossos Temas
riso que se dirige à percepção trágica da dinâmica social e não ao cinismo diante do
"socialismo
real" (http://www.outraspalavras.
sofrimento.
-real/) Afeganistão
A partir desses elementos não será difícil chegar à última e fundamental característica
do modelo de poética crítico-realista de Chico Alvim: a violência. E ela aparece nos
poemas não apenas como dado exterior representado nos limites do texto, mas
(http://www.outraspalavras.net/ta
altermundismo
(http://www.outraspalavras.net/ta
também como traço básico do próprio gesto mimético. Na velocidade com a qual o
alternativas
(http://www.outraspalavras.net/ta
poeta capta as falas do cotidiano e abandona o leitor à recomposição está uma
ambiente
violência que tem a ver com o gesto de apropriação do mundo pela arte. Nessa
apropriação, há sempre o risco de tornar o mundo, embora violento, “apenas” belo.
(http://www.outraspalavras.net/ta
No minimalismo dos versos, em vez de piada, o que se encontra é o registro da
América Latina
suave violência do gesto estético (e, por que não dizer: a violência do próprio riso na
(http://www.outraspalavras.net/ta
pós-modernidade). Assim, o poema é reforçado como mais uma situação-limite da
-latina/) Barack Obama
alienação, entre tantas outras. Como no poema de um verso só “Bochecha”: “ofereço
(http://www.outraspalavras.net/ta
a outra”. Riso, corte rápido, violência, situação aporética, tudo isso acaba sendo posto
Brasil
em questão com a colaboração do leitor, que se torna cúmplice do projeto realista do
-obama/)
autor. O mundo, em sua violência alienante, nos exige apenas outra face. Com a
(http://www.outraspalavras.net/ta
poesia de Chico Alvim, podemos aprender que: “a que continua viva/ depois de
China
morta/ é a que pica mais forte.” Ainda que o poema não seja a vida, e que nos dê
(http://www.outraspalavras.net/ta
notícia de como ele morre nas estruturas elementares da reificação inerente ao fazer
Chéri à Paris
poético, ele pode, pela sua formulação complexa, conservar-se como uma face
(http://www.outraspalavras.net/ta
venenosa, ou como antídoto à desumanização e à aceitação da violência da
alienação.
-a-paris/)
cinema
(http://www.outraspalavras.net/ta
poesia internacional na contemporaneidade. A poesia de O metro nenhum assume
comunicação compartilhada
(http://www.outraspalavras.net/ta
um caráter inesperadamente cosmopolita, precisamente no seu aferramento à
-compartilhada/)
Montada dessa forma, a equação poética alviniana sintoniza-se com o melhor da
tradição literária e à vida do capitalismo à brasileira. Isso ganha contornos ainda mais
claros se lembramos do estatuto do verdadeiro contemporâneo, conforme as balizas
propostas pelo filósofo italiano Giorgio Agamben. Para ele, a contemporaneidade “é
uma singular relação com o próprio tempo, que adere a este e, ao mesmo tempo,
dele toma distâncias; mais precisamente , essa é a relação com o tempo que a este
adere através de uma dissociação e um anacronismo.”[2] Chico Alvim consegue
estabelecer com seu tempo, um diálogo tenso, capaz de reagir a ele sob a forma de
http://www.outraspalavras.net/2011/12/16/riso-e-violencia/
crise do
capitalismo
(http://www.outraspalavras.net/ta
-do-capitalismo/)
crise
financeira
(http://www.outraspalavras.net/ta
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Riso e violência
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uma dissociação montada com alguns de seus elementos básicos: o riso farsesco da
ideologia, a violência de todo dia, o desmedido lugar da poesia na sociedade que vive
as mais agudas formas de alienação.
(*) Alexandre Pilati é professor de literatura brasileira da Universidade de Brasília,
poeta e crítico literário. Autor, entre outros, de A nação drummondiana (7letras, 2009).
-financeira/)
cultura
(http://www.outraspalavras.net/ta
Daniel Cariello
(http://www.outraspalavras.net/ta
economia
-cariello/)
(http://www.outraspalavras.net/ta
—
egito
Notas
[1] A esse respeito consultar o excelente ensaio: SAFATLE, Vladimir. “Sobre um riso
que não reconcilia: notas a respeito da ideologia da ironização”. A parte rei – Revista
de filosofia, N. 55, jan-2008.
(http://www.outraspalavras.net/ta
eleições
(http://www.outraspalavras.net/ta
Espanha
(http://www.outraspalavras.net/ta
[2] AGAMBEN, Giorgio. O que é o contemporâneo e outros ensaios. Chapecó: Argos,
2009. p.59.
(http://www.outraspalavras.net/?p=8695&upm_export=pdf)
(http://www.outraspalavras.net/?p=8695&upm_export=xml)
(http://www.outraspalavras.net/?p=8695&upm_export=print)
Estados
Unidos
(http://www.outraspalavras.net/ta
-unidos/)
EUA
(http://www.outraspalavras.net/ta
0
Europa
(http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%
2F%2Fwww.outraspalavras.net%2F2011%2F12%2F16%2Friso-e-violencia%
(http://www.outraspalavras.net/ta
França
(http://www.outraspalavras.net/ta
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Fraternidade Muçulmana
(http://www.outraspalavras.net/ta
20compartilhada%20e%20P%C3%B3s-capitalismo%20%E2%80%93%20EM%20MUDAN%
C3%87AS!)
-muculmana/) geopolítica
(http://www.outraspalavras.net/ta
Hamas
(http://www.outraspalavras.net/ta
Leia também:
1. O vazamento da Chevron e a Quarta Frota
Hosni Mubarak
(http://www.outraspalavras.net/ta
internet
(http://www.outraspalavras.net/2011/12/09/o-vazamento-da-chevron-e-a-quarta-
-mubarak/)
frota/)
(http://www.outraspalavras.net/ta
2. Educação, Comunicação e Não-Violência
(http://www.outraspalavras.net/2011/09/30/educacao-comunicacao-e-nao-
Israel
violencia/)
(http://www.outraspalavras.net/ta
3. Olho de robô (http://www.outraspalavras.net/2011/06/02/olho-de-robo/)
4. Vergonhosa violência contra Bradley Manning
jornalismo
(http://www.outraspalavras.net/ta
(http://www.outraspalavras.net/2011/03/12/a-vergonhosa-violencia-contra-bradley-
Líbia
manning/)
(http://www.outraspalavras.net/ta
mídia
5. Um poeta debate o indispensável
(http://www.outraspalavras.net/2010/09/20/cuba-literatura-jornalismo-num-pais-sereinventa/)
http://www.outraspalavras.net/2011/12/16/riso-e-violencia/
(http://www.outraspalavras.net/ta
Obama
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Riso e violência
6. “Meu caro amigo, as coisas estão
melhorando” (http://www.outraspalavras.net/2010/04/29/caro-amigo-as-coisasestao-melhorando/)
7. Uribe e as FARC: violência interessa a ambos
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(http://www.arrastheme.com/)
Copyleft OUTRAS PALAVRAS.
(http://www.outraspalavras.net/2008/03/06/uribe-e-as-farc-violencia-interessa-aambos/)
8. A quem interessa a violência (http://www.outraspalavras.net/2007/09/06/aquem-interessa-a-violencia/)
Tags: Brasil (http://www.outraspalavras.net/tag/brasil/), francisco alvim
(http://www.outraspalavras.net/tag/francisco-alvim/), literatura
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