Riso e violência Page 1 of 8 • Outras Palavras (http://www.outraspalavras.net) • Ponto de Cultura (http://rede.outraspalavras.net/pontodecultura/) • Biblioteca Diplô (http://diplo.org.br/) • Rede Social (http://ponto.outraspalavras.net/) • • • Membros (http://rede.outraspalavras.net/members/) • Reportagens (http://www.outraspalavras.net/?cat=427) • Seminário (http://www.ponto.outraspalavras.net/?cat=250) • Vídeos (http://www.ponto.outraspalavras.net/?page_id=532) (http://www.outraspalavras.net)Comunicação compartilhada e Pós-capitalismo – EM MUDANÇAS! Buscar Search Traduza: Selecione o idioma Powered by Google Tradutor (http://translate.google.com) Receba nosso boletim (http://spreadsheets.google.com/viewform?formkey=dFRva1NZc0c4X1h1bnN2X0hhNmdKZ3c6MA) Contato (http://www.outraspalavras.net/equipe/) Quem somos (http://www.outraspalavras.net/quem-somos/) Hoje em Outras Palavras (http://www.outraspalavras.net/hoje-em-outras Internet e Pós-Capitalismo (http://www.outraspalavras.net/muito-alem Reportagens (http://www.outraspalavras.net/category/reportage Entrevistas (http://www.outraspalavras.net/category/entrevistas/) Capa (http://www.outraspalavras.net/category/capa/) Destaques (http://www.outraspalavras.net/category/destaques/) Posts (http://www.outraspalavras.net/category/posts/) Riso e violência (http://www.outraspalavras.net/2011/12/16/riso -e-violencia/) By admin – 16/12/2011Posted in: Destaques (http://www.outraspalavras.net/category/destaques/) http://www.outraspalavras.net/2011/12/16/riso-e-violencia/ 19/12/2011 Riso e violência Page 2 of 8 • 3 ◦ O alto consumo de tweets cocaína no Brasil e seus efeitos na retweet Bolívia (http://rede.outraspalavras -alto-consumo cocaina-no-brasil Share 0 seus-efeitos- 16/12/2011 Júlio Delmanto ◦ A delegacia que sumiu (http://rede.outraspalavras -delegacia-que 16/12/2011 redacao ◦ Brasil: Um novo oásis? (http://www.outraspalavras.net/files/2011/12/do-mar-que-teremos-de-escalar-ao-ceu-do- (http://rede.outraspalavras qual-escapamos-tinta-da-china-e-acrilico-s-papel.jpg) -um-novo-oasis/) 16/12/2011 redacao Em “O metro nenhum”, Francisco Alvim aprofunda sua poética de realismo crítico, ◦ Futebol com medo do seu diálogo tenso (e cosmopolita…) com os tempos pós-modernos crime (http://rede.outraspalavras Por Alexandre Pilati* -com-medo-do O poeta brasileiro Francisco Alvim volta às livrarias neste ano com O metro nenhum 14/12/2011 Tadeu (Cia das Letras, 2011), conjunto de poemas inéditos que dá continuidade a seu Breda projeto poético renovado, onze anos antes, por Elefante (Cia das letras, 2000). Os poemas que compõem o livro carregam a inquietação do próprio poeta, que, ao ser convidado pela editora para produzir a obra, gastou pouco mais de um ano, escrevendo, corrigindo e relutando. As impressões de Alvim são reveladoras: “Até hoje mexi nele: hesitação quanto à posição de um ou dois poemas; mudança de um ou dois títulos… E vem um sentimento muito bom, muito doce: de amor pelo livro. O mesmo sentimento que provei em relação a cada um de meus livros anteriores e que só agora, vejo, reconheço com clareza. O que nada tem a ver com os apertos por que passei para botá-los de pé e a consciência dos inúmeros poemas frustros ou simplesmente ruins que contêm.” Lê-se, aqui, a consistência de inquietação que sua poética reverbera, que reside também no ato de acercar-se da poesia com a hesitação que todo grande poeta moderno embute em seu ofício. Como se trata de uma poética de alto refinamento e de grande consciência de suas funções e desfunções, os textos de Alvim replicam o risco de toda grande poesia: passar por algo que nada diz, embora almeje a objetivação, em termos muito sintéticos, da densa experiência do real. • (http://www.ponto.outraspalavras.net/? feed=rss2) Outras Mídias (http://ponto.outraspalavras.net) ◦ Terceira Carta às Esquerdas (http://ponto.outraspalavr -carta-as-esquerdas/) 17/12/2011 admin ◦ Comunicação: avanços de 2011 (http://ponto.outraspalavr -os-avancos- 17/12/2011 Antonio Martins ◦ “Eu testemunhei a violência de Israel” (http://ponto.outra -testemunhei http://www.outraspalavras.net/2011/12/16/riso-e-violencia/ 19/12/2011 Riso e violência Esse destino da poesia moderna — de ser antes de tudo inquietação — configura-se muito bem em uma pergunta que, finalizando o primeiro poema do livro Elefante, ganha a consistência de ponto de inflexão da poesia alviniana. Em Carnaval, o eulírico indaga: “Qual o real da poesia?”. É o real que, a todo momento, opera sobre o discurso poético, corrigindo o seu rumo, instaurando uma dicção que só se pode Page 3 of 8 de-israel/) 17/12/2011 Antonio Martins ◦ Crimes de ódio na Europa (http://ponto.outraspalavr -de-odio-na-europa/) compreender a partir da sua função problematizadora e das contradições fecundas 17/12/2011 Antonio que registra. A poesia de Chico Alvim, no programa que se viu intensificado em Martins Elefante, só pode ser compreendida em seu desejo de instauração na lírica de uma ◦ A reveladora visita do projetiva crítico-realista. Trata-se, pois, de uma poesia que deseja ser poesia, desde FMI que insuflada por um movimento de arrasto dialético que a conduza para além e si (http://ponto.outraspalavr mesma. Algo bem condensado naquele breve poema-diálogo da obra de onze anos -visita-fmi/) 17/12/2011 atrás: “ – A questão é de saber/ se uma palavra pode significar tantas coisas/ – Não, admin a questão é de saber/ quem manda.” Noutros termos, dir-se-ia que o leitor de Chico Alvim está convocado a participar de uma reflexão comandada pela autoria lírica • Leia Também acerca do lugar do político na dimensão da palavra poética. 1. O vazamento da Essa remissão ao livro Elefante é necessária para que sejam identificadas bases de Chevron e a Quarta continuidade entre aquela obra e o recém lançado Metro nenhum. É possível propor Frota uma ligação entre as obras precisamente a partir daquela pergunta a respeito do “real da poesia” no livro de 2000. Pode-se propor, por exemplo, a hipótese de que ela aqui se transforma em afirmação de tonalidade explicativa. Num texto intitulado “A poesia”, cujo inicio é anedótico e que se desenvolve posteriormente como lírica reflexiva, o (http://www.outraspalavra -vazamento-da e-a-quarta-frota/) 2. Educação, poeta explica: “…a poesia/ quando ocorre/ tem mesmo a perfeição/ do metro – / nem Comunicação e Não o mais/ nem o menos – só que de um metro nenhum/ um metro ninguém/ um metro Violência de nadas.” Assim, permanece, sob outra configuração, a inquietação entre o real e o (http://www.outraspalavra poético, articulado aqui segundo a dinâmica dialética instaurada entre o signo do -comunicacao violencia/) imponderável “nada” e o muito preciso “metro”; o real e o inefável entram em balanceio. É dessa matéria, portanto, que continua a abastecer-se a poética de Chico Alvim; trata-se de uma relação dilemática do poeta com sua função de objetivação poética 3. Olho de robô (http://www.outraspalavra -de-robo/) 4. Vergonhosa violência do mundo real. É algo do tamanho de um sistema literário inteiro, todavia exprima-se contra Bradley nos limites do núcleo volitivo da própria individualidade lírica, como atesta o poema Manning “Meio do caminho”: “Dá vontade/ de sentar dar/ nem um passo à frente ou/ atrás.” (http://www.outraspalavra -vergonhosa- Alguns elementos dessa poética de impasse nos levam a considerá-la como poética contra-bradley manning/) realista, algo que funciona quase como um motor de resistência à diluição do literário na pura representação titereira das tribos sociais ou na mera glosa do espetáculo, 5. Um poeta debate o seja acadêmico ou midiático. O realismo da poesia de Chico Alvim pode ser indispensável observado nesse movimento a que antes tentamos aludir, de registro dos momentos (http://www.outraspalavra em que o real (tantas vezes violentamente) tenta aderir ao mundo suave e sombrio do poema. Luzes, sombras, suavidade lírica, violência, intimismo, rumor das ruas, humor e situações limites: tais são alguns dos elementos postos em movimento contraditório por esse “metro de nadas”. http://www.outraspalavras.net/2011/12/16/riso-e-violencia/ -literatura-jornalismo num-pais-se- 6. “Meu caro amigo, as coisas estão melhorando 19/12/2011 Riso e violência Tentando especificar um pouco mais a análise, poder-se-ia indicar dados poéticos decisivos para a objetivação consequente de um prisma realista em Chico Alvim. O Page 4 of 8 -amigo-as-coisas melhorando/) 7. Uribe e as FARC: primeiro deles é a atenção para as situações-limite, sejam relacionadas ao fazer violência interessa a poético, sejam relacionadas ao cotidiano da vida urbana do Brasil atual. É exemplar ambos dessa atenção do poeta às situações-limite o poema “Muito ótimo”: “veio o homem/ (http://www.outraspalavra falou pra mim/ pra mim/ deitar no chão/ dormir/ dormir/ que amanhã vou ser atendida/ -e-as-farc-violencia interessa-a-ambos/) na/ meia-noite.” Há em O metro nenhum uma série dessas situações, como que a replicar uma pergunta: como medir o tamanho da ignomínia dessas situações? O 8. A quem interessa a “metro de nadas” dará conta disso que é “tanto”? Noutros versos, que encetam uma violência negociata política de urgência, diz o poeta: “Se fizermos isso/ estamos fritos// (Mas se (http://www.outraspalavra -quem-interessa já estávamos!)”. O impasse é a norma e, assim, a preferência por tais situações limites, traduzidas segundo o travo específico da linguagem cordial e cruel à brasileira, leva o poeta a lançar-se à busca da compreensão da totalidade social, escarafunchando liricamente uma das dimensões mais agudas do drama contemporâneo, tantas vezes vivido em volume de farsa: a alienação. Parece ser bem consequente a hipótese de que os poemas de Chico Alvim estão votados a inquirir a realidade do capitalismo atual a partir da captação lírica de sua capacidade de perpetuar e intensificar a lógica da alienação. A força reativa dessa poesia está mesmo numa certa mobilização de elementos cujo objetivo é estabelecer uma perspectiva crítico-humanista das relações sociais. Algo assim não pode ser desvinculado de uma observação desconfiada das possibilidades de a literatura fornecer, como dizia Lukács, “uma efetiva configuração do homem”. A perspectiva crítico-realista de Chico Alvim, portanto, toma como princípio operativo o recolhimento de situações-limite, situações de agudização da situação de alienação (na vida comum ou na vida já reificada do poema). Posteriormente, realiza-se uma projeção dessa alienação recolhida junto ao mundo na totalidade sócio-histórica. Trata-se de um gesto basicamente mediado pela disposição para ouvir e deixar soar a agudização das contradições sociais no capitalismo contemporâneo. O resultado, desse modo, é uma poesia que se abastece dos movimentos da dinâmica histórica contemporânea, ao mesmo tempo que exige do leitor o movimento que ative algo de violencia/) • Comentários ◦ Odemilson em doenças que mais venderão em 2012 (http://www.outraspalavra -doencas-que venderao-em 2012/comment 1/#comment- ◦ tanina em As que mais venderão em 2012 (http://www.outraspalavra -doencas-que venderao-em 2012/comment 1/#comment- ◦ Tania em As um reconhecimento trágico da alienação. Há em O metro nenhum um poema que mais venderão intitulado “Tableau mouvant” e não seria despropositado dizer que a poética do livro é em 2012 a de “quadros em movimento” que replicam em tom poético situações-limite da (http://www.outraspalavra existência alienada. -doencas-que venderao-em É preciso sublinhar ainda dois elementos de fatura muito importantes para o sucesso 2012/comment 1/#comment- dessa poética de realismo crítico de Chico Alvim: a violência e o riso. Quanto ao riso de O Metro nenhum, poder-se-ia dizer que ele rejeita para si a pecha de piada (talvez de modo mais intensivo do que no livro anterior). Embora tributário do humor oswaldiano, o riso de Alvim é de outra monta; está a serviço da captação aguda das contradições sociais. Num momento do capitalismo em que o riso já não reconcilia, mas celebra a alienação,[1] a poesia de Chico Alvim utiliza o recurso a ele como forma de atestar a profunda vinculação do riso com a intensificação da alienação e a impostação de insuperável que caracteriza esse nosso obscuro tempo em que tudo http://www.outraspalavras.net/2011/12/16/riso-e-violencia/ ◦ ediney santana (http://cartasmentirosas.b em As doenças que mais venderão em 2012 (http://www.outraspalavra -doencas-que venderao-em 19/12/2011 Riso e violência aparenta ser luminoso. Se o riso, no mundo real, é elemento da própria perpetuação da lógica social do capitalismo, na poesia de Chico Alvim, ele é elemento de acesso a essa totalidade que nos chega e se replica diante de nós embutindo a sua própria Page 5 of 8 2012/comment 1/#comment- ◦ marcelodellapoor em crítica irônica. A autoironia é parte da forma segundo a qual o capitalismo se justifica: Chamam-na tudo está errado, mas é assim que deve ser. O riso em Chico Alvim incomoda, democracia. E não é sobretudo porque aparece em poemas que exigem do leitor certa cumplicidade, dada (http://www.outraspalavra a velocidade com que ocorrem, em um ou dois versos. Recompondo o quadro social -na-democracia e/comment-page em que aquela enunciação extraída pelo poeta da realidade se dá, o leitor desesperase: de que é mesmo que rimos? O riso, portanto, nos poemas de O metro nenhum tem uma tendência a se reativar como crítica antiideológica e antialienante, uma vez que fazer rir não está entre os objetivos finais do poema, mas configura-se como um elemento da farsa ideológica concreta, plasmado em termos literários. Trata-se de um 1/#comment- • Nossos Temas riso que se dirige à percepção trágica da dinâmica social e não ao cinismo diante do "socialismo real" (http://www.outraspalavras. sofrimento. -real/) Afeganistão A partir desses elementos não será difícil chegar à última e fundamental característica do modelo de poética crítico-realista de Chico Alvim: a violência. E ela aparece nos poemas não apenas como dado exterior representado nos limites do texto, mas (http://www.outraspalavras.net/ta altermundismo (http://www.outraspalavras.net/ta também como traço básico do próprio gesto mimético. Na velocidade com a qual o alternativas (http://www.outraspalavras.net/ta poeta capta as falas do cotidiano e abandona o leitor à recomposição está uma ambiente violência que tem a ver com o gesto de apropriação do mundo pela arte. Nessa apropriação, há sempre o risco de tornar o mundo, embora violento, “apenas” belo. (http://www.outraspalavras.net/ta No minimalismo dos versos, em vez de piada, o que se encontra é o registro da América Latina suave violência do gesto estético (e, por que não dizer: a violência do próprio riso na (http://www.outraspalavras.net/ta pós-modernidade). Assim, o poema é reforçado como mais uma situação-limite da -latina/) Barack Obama alienação, entre tantas outras. Como no poema de um verso só “Bochecha”: “ofereço (http://www.outraspalavras.net/ta a outra”. Riso, corte rápido, violência, situação aporética, tudo isso acaba sendo posto Brasil em questão com a colaboração do leitor, que se torna cúmplice do projeto realista do -obama/) autor. O mundo, em sua violência alienante, nos exige apenas outra face. Com a (http://www.outraspalavras.net/ta poesia de Chico Alvim, podemos aprender que: “a que continua viva/ depois de China morta/ é a que pica mais forte.” Ainda que o poema não seja a vida, e que nos dê (http://www.outraspalavras.net/ta notícia de como ele morre nas estruturas elementares da reificação inerente ao fazer Chéri à Paris poético, ele pode, pela sua formulação complexa, conservar-se como uma face (http://www.outraspalavras.net/ta venenosa, ou como antídoto à desumanização e à aceitação da violência da alienação. -a-paris/) cinema (http://www.outraspalavras.net/ta poesia internacional na contemporaneidade. A poesia de O metro nenhum assume comunicação compartilhada (http://www.outraspalavras.net/ta um caráter inesperadamente cosmopolita, precisamente no seu aferramento à -compartilhada/) Montada dessa forma, a equação poética alviniana sintoniza-se com o melhor da tradição literária e à vida do capitalismo à brasileira. Isso ganha contornos ainda mais claros se lembramos do estatuto do verdadeiro contemporâneo, conforme as balizas propostas pelo filósofo italiano Giorgio Agamben. Para ele, a contemporaneidade “é uma singular relação com o próprio tempo, que adere a este e, ao mesmo tempo, dele toma distâncias; mais precisamente , essa é a relação com o tempo que a este adere através de uma dissociação e um anacronismo.”[2] Chico Alvim consegue estabelecer com seu tempo, um diálogo tenso, capaz de reagir a ele sob a forma de http://www.outraspalavras.net/2011/12/16/riso-e-violencia/ crise do capitalismo (http://www.outraspalavras.net/ta -do-capitalismo/) crise financeira (http://www.outraspalavras.net/ta 19/12/2011 Riso e violência Page 6 of 8 uma dissociação montada com alguns de seus elementos básicos: o riso farsesco da ideologia, a violência de todo dia, o desmedido lugar da poesia na sociedade que vive as mais agudas formas de alienação. (*) Alexandre Pilati é professor de literatura brasileira da Universidade de Brasília, poeta e crítico literário. Autor, entre outros, de A nação drummondiana (7letras, 2009). -financeira/) cultura (http://www.outraspalavras.net/ta Daniel Cariello (http://www.outraspalavras.net/ta economia -cariello/) (http://www.outraspalavras.net/ta — egito Notas [1] A esse respeito consultar o excelente ensaio: SAFATLE, Vladimir. “Sobre um riso que não reconcilia: notas a respeito da ideologia da ironização”. A parte rei – Revista de filosofia, N. 55, jan-2008. (http://www.outraspalavras.net/ta eleições (http://www.outraspalavras.net/ta Espanha (http://www.outraspalavras.net/ta [2] AGAMBEN, Giorgio. O que é o contemporâneo e outros ensaios. Chapecó: Argos, 2009. p.59. (http://www.outraspalavras.net/?p=8695&upm_export=pdf) (http://www.outraspalavras.net/?p=8695&upm_export=xml) (http://www.outraspalavras.net/?p=8695&upm_export=print) Estados Unidos (http://www.outraspalavras.net/ta -unidos/) EUA (http://www.outraspalavras.net/ta 0 Europa (http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A% 2F%2Fwww.outraspalavras.net%2F2011%2F12%2F16%2Friso-e-violencia% (http://www.outraspalavras.net/ta França (http://www.outraspalavras.net/ta 2F&title=Riso%20e%20viol%C3%AAncia&description=Comunica%C3%A7%C3%A3o% Fraternidade Muçulmana (http://www.outraspalavras.net/ta 20compartilhada%20e%20P%C3%B3s-capitalismo%20%E2%80%93%20EM%20MUDAN% C3%87AS!) -muculmana/) geopolítica (http://www.outraspalavras.net/ta Hamas (http://www.outraspalavras.net/ta Leia também: 1. O vazamento da Chevron e a Quarta Frota Hosni Mubarak (http://www.outraspalavras.net/ta internet (http://www.outraspalavras.net/2011/12/09/o-vazamento-da-chevron-e-a-quarta- -mubarak/) frota/) (http://www.outraspalavras.net/ta 2. Educação, Comunicação e Não-Violência (http://www.outraspalavras.net/2011/09/30/educacao-comunicacao-e-nao- Israel violencia/) (http://www.outraspalavras.net/ta 3. Olho de robô (http://www.outraspalavras.net/2011/06/02/olho-de-robo/) 4. Vergonhosa violência contra Bradley Manning jornalismo (http://www.outraspalavras.net/ta (http://www.outraspalavras.net/2011/03/12/a-vergonhosa-violencia-contra-bradley- Líbia manning/) (http://www.outraspalavras.net/ta mídia 5. Um poeta debate o indispensável (http://www.outraspalavras.net/2010/09/20/cuba-literatura-jornalismo-num-pais-sereinventa/) http://www.outraspalavras.net/2011/12/16/riso-e-violencia/ (http://www.outraspalavras.net/ta Obama 19/12/2011 Riso e violência 6. “Meu caro amigo, as coisas estão melhorando” (http://www.outraspalavras.net/2010/04/29/caro-amigo-as-coisasestao-melhorando/) 7. Uribe e as FARC: violência interessa a ambos Page 7 of 8 About Arras Theme (http://www.arrastheme.com/) Copyleft OUTRAS PALAVRAS. (http://www.outraspalavras.net/2008/03/06/uribe-e-as-farc-violencia-interessa-aambos/) 8. A quem interessa a violência (http://www.outraspalavras.net/2007/09/06/aquem-interessa-a-violencia/) Tags: Brasil (http://www.outraspalavras.net/tag/brasil/), francisco alvim (http://www.outraspalavras.net/tag/francisco-alvim/), literatura (http://www.outraspalavras.net/tag/literatura/), poesia (http://www.outraspalavras.net/tag/poesia/) About the Author Outras Palavras informa e debate sobre a globalização e as alternativas. Estimula a Comunicação Compartilhada e procura enxergar e construir relações sociais pós-capitalistas. Para entrar em contato, escreva ao editor: [email protected]. No Comments Start the ball rolling by posting a comment on this article! Leave a Reply Name (required) Mail (will not be published) (required) Website XHTML: You can use these tags: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong> http://www.outraspalavras.net/2011/12/16/riso-e-violencia/ 19/12/2011 Riso e violência Page 8 of 8 Submit Comment http://www.outraspalavras.net/2011/12/16/riso-e-violencia/ 19/12/2011