1 SITUAÇÃO DOS TRÊS COLÉGIOS TÉCNICOS DA UNESP. SEGUNDA PARTE: ANÁLISE DOCUMENTAL DE OUTRAS FONTES E VISITAS AOS COLÉGIOS. RESPONSÁVEIS ٭: Fernanda Landucci Ortale (Profª Ibilce -São José do Rio Preto) Jair Lopes de Souza (func. técnico-administrativo - Marília). João Carlos de Oliveira (func. técnico-administrativo -São José do Rio Preto) José Talenti Perosa (Prof. Botucatu) Milton Passipiéri (Prof. FEIS -Ilha Solteira) ٭Comissão designada pelo CADE em 12/3/2006. INTRODUÇÃO O primeiro objetivo dos trabalhos desta comissão é o de relatar a situação dos três colégios técnicos da UNESP. Para alcançar este objetivo foi decidido relatar a situação dos colégios sob dois aspectos. O primeiro mediante a análise de uma folha de pagamento. O segundo mediante a análise de um conjunto de informações obtidas de diferentes fontes, a saber: relatórios das comissões anteriores; Informações da página na Internet de cada colégio e da Vunesp; plano de curso de 2006 de cada colégio; notícias de Jornais; listas dos docentes de cada colégio com informações gerais; Estatutos dos Colégios Técnicos de Limeira e da Unicamp e Informações obtidas durante as visitas aos três colégios em outubro de 2006. Tópicos seguintes desta segunda parte 1. Contextualização dos três colégios técnicos da Unesp 2. Sobre a infra-estrutura dos colégios técnicos da Unesp 3. Sobre o número de servidores técnico-administrativos nos colégios. 4. Sobre o ensino médio nos colégios técnicos 5. Sobre o ensino técnico profissionalizante de nível médio 6. Sobre as habilitações ou cursos nos três colégios técnicos 7. Sobre o corpo discente do colégio de Bauru. 8. Sobre o corpo discente do colégio de Guaratinguetá 9. Sobre o corpo discente do colégio de Jaboticabal. 2 10. Sobre o corpo discente nos três colégios: resumo 11. Sobre proporção professor: aluno 12. Sobre a escolaridade dos docentes dos três colégios técnicos da Unesp 13. Sobre as jornadas de trabalho docente 14. Sobre a carga horária semanal do docente 14.1 Sobre a dificuldade de quantificar a carga horária do docente. 14.2 Sobre a carga horária média dos docentes do Colégio Técnico de Bauru segundo informações da direção. 14.3 Sobre a carga horária média dos docentes do Colégio Técnico de Guaratinguetá segundo informações da direção 14.3 Sobre a carga horária média dos docentes do Colégio Técnico de Jaboticabal segundo informações da direção 14.4 Sobre a carga horária média dos docentes do Colégio Técnico de Bauru de acordo com a carga horária total de seus cursos. 14.5 Sobre a carga horária média dos docentes do Colégio Técnico de Guaratinguetá de acordo com a carga horária total de seus cursos. 14.6 Sobre a carga horária média dos docentes do Colégio Técnico de Jaboticabal de acordo com a carga horária total de seus cursos. 15. Sobre o número de disciplinas ministradas por docente 16.Sobre o custo médio por aluno no ano de 2006 17 Sobre a avaliação e classificação dos Colégios Técnicos da Unesp pelo Enem 2006. 18. Resumo de cada item sobre a situação dos três Colégios Técnicos da Unesp. Segunda parte: análise documental de outras fontes e visitas aos colégios 1. CONTEXTUALIZAÇÃO DOS TRÊS COLÉGIOS DA UNESP 1.1. Colégio técnico de Bauru No Campus de Bauru existe o Colégio Técnico Industrial “Isaac Portal Roldán”. Ele foi criado em 1967 e integrado a Unesp em 15 de agosto de 1988. Possui infra-estrutura suficiente para atender o objetivo de oferecer ensino público e 3 gratuito de nível médio e técnico com qualidade. Oferece duas modalidades de ensino: o médio e técnico de nível médio. São cinco os cursos de técnico de nível médio. O ensino médio é integrado com os cursos de Eletrônica e Informática. Os outros três cursos - Eletrônica, Mecânica e Informática – são noturnos e não integrados com o ensino médio do colégio. No ano de 2006 foram oferecidas 180 vagas. Para os cursos técnicos de Mecânica, Eletrônica, Informática (noturnos) e eletrônica (integrado) foram 30 vagas cada e para o curso de informática (integrado) foram 60 vagas. Os candidatos as 180 vagas foram selecionados mediante vestibulinho da Vunesp de 2006. A concorrência média foi de 6,9 candidatos por vaga. A habilitação com maior demanda foi informática integrado com 10,2 candidatos por vaga e a de menor demanda foi Eletrônica noturno com 3,2 candidatos por vaga. O número de matriculas em 2006 foi de 915. .As matriculas são feitas para o ensino médio e o ensino técnico de forma independente. Conta com o apoio de 13 funcionários técnico-administrativos. O colégio possui 45 docentes ativos em jornadas semanais que variam de 9 a 45 horas, sendo 62% deles em 40 horas. O salário médio dos 45 docentes é R$ 4.090,72. A proporção entre o número de professores (45) e alunos matriculados (915) no ano em 2006 foi 1: 20,3. A escolaridade de 45 docentes é: 10 com nível técnico, 29 licenciados ou graduados, 4 com mais de um curso superior e 2 não informado. A carga horária semanal média dos 45 docentes é de 16,5 horas de acordo com informações da direção e de 4,4 horas de acordo com a carga horária total dos cursos do colégio. O custo médio por aluno no ano de 2006 foi de R$ 5.669,34, sendo o menor dentre os três colégios. Em 2006 o Colégio Técnico de Bauru recebeu a pontuação de 60,65 do Enem, o que o coloca em segundo dentre os três colégios. Segundo o Enem a pontuação varia de 0 a 100 e aqueles com 40 a 70 de acertos são considerados de regular a bom. 1.2. Colégio Técnico de Guaratinguetá No Campus de Guaratinguetá existe o Colégio Técnico Industrial. Ele foi criado em 1970 e integrado a Unesp em 20 de abril de 1976. Possui infra-estrutura suficiente para atender o objetivo de oferecer ensino público e gratuito de nível 4 médio e técnico com qualidade. Oferece duas modalidades de ensino: o médio e técnico de nível médio. O ensino médio é oferecido no período vespertino e integrado aos quatro cursos técnicos. Os cursos de Mecânica e Eletrônica são oferecidos no período da manhã e os de Informática industrial e Eletroeletrônica à noite. No ano de 2006 foram oferecidas 120, sendo 30 vagas para cada curso técnico. Os candidatos as 120 vagas foram selecionados mediante vestibulinho da Vunesp para 2006. A concorrência média foi de 10 candidatos por vaga. A habilitação com maior demanda foi Mecânica com 11,2 candidatos por vaga e a de menor demanda foi Eletroeletrônica com 7,9 candidatos por vaga. O total de matriculas em 2006 foi de 701. .As matriculas são feitas para o ensino médio e o ensino técnico de forma independente. Conta com o apoio de 14 funcionários técnico-administrativos. O colégio possui 45 docentes ativos em jornadas semanais que variam de 6 a 45 horas, sendo 26,7% deles em 40 horas. O salário médio dos 45 docentes é R$ 3.232,61. A proporção entre o número de professores (45) e alunos matriculados (701) no ano em 2006 foi 1: 15,6. A escolaridade dos 46 docentes (um docente a mais) é: 9 com nível técnico, 27 licenciados ou graduados, 5 com mais de um curso superior e 5 mestres. A carga horária semanal média dos 45 docentes é de 23,3 (15,9 horas em sala e 7,4 horas em horas atividades) de acordo com informações da direção e de 4,8 horas de acordo com a carga horária total dos cursos do colégio. O custo médio por aluno no ano de 2006 foi de R$ 7.646,74, sendo o segundo dentre os três colégios. Em 2006 o Colégio Técnico de Guaratinguetá recebeu a pontuação de 63,28 do Enem. Segundo o Enem a pontuação varia de 0 a 100 e aqueles com 40 a 70 pontos de acertos são considerados de regular a bom. Com esta pontuação o Colégio de Guaratinguetá destaca-se dos outros dois colégios da Unesp por classificar-se em primeiro dentre os três e em sexto lugar dentre as 10 melhores escolas técnicas estaduais em 2006. 1.3. Colégio Técnico de Jaboticabal No Campus de Jaboticabal existe o Colégio Técnico Agrícola “José Bonifácio”. Ele foi criado em 1921 inicialmente como um patronato agrícola e integrado a 5 Unesp em 20 de abril de 1976, como colégio. Possui infra-estrutura suficiente para atender o objetivo de oferecer ensino público e gratuito de nível médio e técnico com qualidade. Oferece duas modalidades de ensino: o médio e técnico de nível médio. O ensino médio é integrado a um curso técnico em Agropecuária. Funciona em regime de internato e em período integral. No ano de 2006 foram oferecidas 60 vagas para o curso técnico. Em 2006 os candidatos as 60 vagas foram selecionados mediante uma comissão interna. Em 2007 os candidatos as 60 vagas foram selecionados mediante o vestibulinho da Vunesp. A concorrência média foi de 7,41 candidatos por vaga. O total de matriculas em 2006 foi de 370. .As matriculas são feitas para o ensino médio e o ensino técnico de forma independente. Conta com o apoio de 12 funcionários técnico-administrativos. O colégio possui 28 docentes ativos em jornadas semanais que variam de 10 a 45 horas, sendo 21,4% deles em 40 horas. O salário médio dos 28 docentes é R$ 4.812,04. A proporção entre o número de professores (28) e alunos matriculados (370) no ano em 2006 foi 1: 13,2. A escolaridade dos 28 docentes é: 20 licenciados ou graduados, 4 mestres e 4 doutores. A carga horária semanal média dos 28 docentes é de 26,6 (19,5 horas em sala e 7,1 horas em horas atividades) de acordo com informações da direção e de 2,4 horas de acordo com a carga horária total dos dois cursos do colégio. O custo médio por aluno no ano de 2006 foi de R$ 10.437,21, sendo o de maior custo dentre os três colégios. Em 2006 o Colégio Técnico de Jaboticabal recebeu a pontuação de 50,96 no Enem, o que o coloca em terceiro dentre os três colégios. Segundo o Enem a pontuação varia de 0 a 100 e aqueles com 40 a 70 de acertos são considerados de regular a bom. 2. SOBRE A INFRAESTRUTURA DOS COLÉGIOS TÉCNICOS DA UNESP Objetivo: - Informar sobre a infra-estrutura dos Colégios Técnicos da Unesp. Do plano de ensino de cada colégio foi extraído uma relação sobre infra-estrutura incluindo laboratórios, biblioteca, salas de aulas, salas para servidores técnicos administrativo, salas de aulas, alojamentos e outros itens. 6 2.1 SOBRE A INFRAESTRUTURA DO COLÉGIO TÉCNICO DE BAURU RECURSOS FÍSICOS, MATERIAIS, HUMANOS E INSTITUCIONAIS 1. Da Comunidade Os pais se fazem presentes através de seus representantes no Conselho Deliberativo e na Comissão Disciplinar da Escola. Contamos também com o apoio e a disponibilidade das outras Universidades locais: Universidade do Sagrado Coração de Jesus - USC, Universidade de São Paulo - USP, bem como da Prefeitura Municipal de Bauru e demais segmentos da comunidade. USC: Biblioteca: aberta à comunidade em geral. Arquivo: memória cultural de Bauru. Recursos Audiovisuais: videoteca, filmoteca e dispositivos, com os quais atende à Escola, em regime de empréstimo. Teatro: pode ser utilizado por empréstimo ou locação. USP: Anfiteatro: cedido para palestras, atividades culturais e solenidades. HRAC - Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais: convênio de cooperação para estágio na área de Informática. SESC: Teatro: oferece diversos eventos culturais. PREFEITURA MUNICIPAL: a. Biblioteca Pública Municipal. b. Anfiteatro Vitória Régia. c. Museu Histórico Morgado Matheus. IGREJA TENRY a. Biblioteca. b. Convênio Cultural com o Japão. APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais - Convênio de cooperação para oferecer cursos de treinamento para alunos especiais. - Projeto com Ministério da Justiça para desenvolvimento de um sofware de jogos especiais. CIEE - Centro de Integração Empresa-Escola Convênio para o desenvolvimento de atividades conjuntas para operacionalização de Programas de Estágio para Estudantes. SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA Centro Cultural "Carlos Fernandes de Paiva" - com eventos nas mais diversas áreas. 2. Da Escola 2.1 Quanto aos recursos Físicos: - prédio, conforme croqui - anexo I. (não está incluso). 2.2 Quanto aos recursos Materiais: A Escola possui os seguintes laboratórios, com seus respectivos equipamentos listados nos Planos de Curso. - 7 Laboratório de Física;- Laboratório de Química; Laboratório de Eletricidade; Laboratório de Eletrônica/Semicondutores; Laboratório de Eletrônica Digital; Laboratório Didático de Informática; Laboratório de Manufatura Integrada; Laboratório de Automação; Anfiteatro “Rubens Zapater” – capacidade para 100 pessoas; Sala de Desenho; Oficina Mecânica. Como uma Unidade da Unesp, dispomos de toda infra-estrutura da Universidade, como: a. profissionais e pesquisadores das diversas áreas de atuação, servindo como apoio em atividades extraclasse, como por exemplo: palestras; cursos de extensão; cursos de especialização; b. ônibus próprio, para excursões desportivas, culturais e visitas técnicas à fábricas, em aulas práticas; c. Biblioteca da Unesp, campus de Bauru, que atende também a nossa Unidade; d. Instituto de Pesquisas Meteorológicas - IPMet, para visitas técnicas, aulas práticas e mesmo realização de estágios; e. Rádio Unesp; f. Anfiteatro "Guilherme Ferraz": para palestras, atividades culturais e solenidades; g. Polo Computacional; h.Assessoria Jurídica; i. CPA - Centro de Psicologia Aplicada: sessões de orientação vocacional e atendimento aos nossos alunos; j. Unamos (Unidade de Atendimento Ambulatorial Médico-Odontológico e Social); l..Centro de Convivência Infantil (Creche); m. Assessoria de Imprensa; n. Seção de Comunicações; o. Seção de Marcenaria; p Seção de Obras e Reformas; q. Seção de Eletricidade; r. Seção de Compras e Materiais 2.3 Quanto aos Alunos: Verificar os quadros de avaliação, por Habilitação e o Ensino Médio, para os períodos de 2003 a 2005 como segue (não incluso): 2.2 SOBRE A GUARATINGUETA INFRAESTRUTURA DO COLÉGIO TÉCNICO DE Laboratório e equipamentos 1. Laboratório de Informática - dispõe dos seguintes equipamentos: 30 microcomputadores Pentium III 700; com acesso a Internet; 01 Plotter - HP Designjet 650C; 10 Estabilizadores – potência 1 KVA; 01 Workstation; 01 Impressora - Epson Stylus Color 777; 01 Hub 24 portas - Accton. 2. Laboratório de Multimídia Climatizado – dispõe dos seguintes equipamentos: 01 Hub 24 portas - Accton; 20 Microcomputadores Pentium 233; com acesso a Internet; 10 Estabilizadores – potência 1 KVA; 01 Projetor de Multimídia. 8 3. Sala de Projeção Climatizada – dispõe dos seguintes equipamentos: 01 Televisor de 20 “; 01 Microcomputador Pentium II 300; com acesso a Internet; 01 Projetor de Multimídia; 01 Mesa Projeção - Sony VLD-P50; 01 Digitalizador para quadro branco - marca Mimio. 4. Sala de Apoio ao Laboratório de Ensino Tecnológico – dispõe dos seguintes equipamentos: 01 Câmera Fotográfica Digital (com tripé) - Sony; 01 Filmadora Digital – Sony; 02 Estações de trabalho - Microcomputador Pentium II 350; 01 Gravado de CD externo; 01 Servidor – Microcomputador Pentium III 1.2 GHz; 01 Scanner – Epson Perfection 600; 01 Impressora – HP Laser Jet L6; 01 Impressora – Lexmark Color Win Writer 150C; 01 Impressora – HP Desk Jet 970 CXI. 5. Laboratório de Eletrotécnica e Circuito de Comando – dispõe dos seguintes equipamentos: 05 Osciloscópios; 08 Geradores de Freqüência; 08 Multímetros Digitais; 08 Freqüencímetros; 08 Varivolt’s; 08 Reostatos; 08 Relés de tempo, Contadores. 6. Laboratório de Eletricidade Básica, Eletrônica Básica e Sistemas Digitais dispõe dos seguintes equipamentos: 36 Osciloscópios; 36 Geradores de Freqüência; 36 Multímetros Digitais; 36 Freqüencímetros; 36 Bases para Montagens; 36 Kits de cada assunto a saber: Circuito DC, Circuito AC, Motores e geradores, Fundamentos de semicondutores, Eletrônica industrial, Sistemas digitais, Amplificador operacional, Introdução aos microcomputadores e Matriz de contatos. 7. Laboratório de Instrumentação Automação e Controle de Processos – dispõe dos seguintes equipamentos: 05 Microcomputadores Pentium III 700; 05 Simuladores E/S para CLPs; 01 Treinador Móvel de Hidráulica e Pneumática; 01 Kit de Componentes Hidráulicos e Pneumáticos; 01 Kit Didático de Pneumática; 01 Compressor de Ar de 11 Bar. 8. Laboratório de Telecomunicações – dispõe dos seguintes equipamentos: 01 Osciloscópio Digital – HP; 01 Gerador de Função – HP; 01 Multímetro Digital – HP; 01 Freqüencímetro – HP; 01 Fonte de Força 0 a 6 V e 0 a 25 V/1A – HP; 01 Kit Didático de Antenas; 01 Kit Didático de Comunicações Óticas; 01 Kit Didático de Comunicação Digital; 01 Kit Didático de Rede de Comunicações; 05 Microcomputadores Pentium III 700. 9. Laboratório de Microprocessadores – dispõe dos seguintes equipamentos: 08 Osciloscópios; 08 Geradores de Freqüência; 08 Multímetros Digitais; 08 Freqüencímetros; 08 Bases para Montagens; 08 Kits de microprocessadores. 10. Laboratório de Eletricidade Básica e Eletrônica Básica – dispõe dos seguintes equipamentos: 06 Osciloscópios; 06 Geradores de Freqüência; 06 Multímetros Digitais; 06 Freqüencímetros; 06 Fontes de Alimentação. 9 11. Laboratório de Eletrônica Aplicada e Projeto – dispõe dos seguintes equipamentos:]06 Osciloscópios; 06 Geradores de Freqüência; 06 Multímetros Digitais; 06 Freqüencímetros; 06 Fontes de Alimentação. Laboratórios e Equipamentos. MECANICA 1 – Oficina Mecânica – dispõe dos seguintes equipamentos: 17 Tornos universais; 06 fresadoras universais; 03 furadeiras de bancada; 01furadeira de coluna; 01furadeira radial; 01 plaina de mesa; 08 esmeris; 10 bancadas; 12 morsas; 01 serra de fita; 01 serra hidráulica; 01 dobradeira de chapas; 01 dobradeira de tubos; 04 máquinas de solda elétrica; 01 máquina de solda tig; 02 kits para solda oxiacetilênica. Obs: Equipamentos de segurança para os alunos. Ferramentas diversas, em quantidade suficiente para as aulas e para a manutenção das máquinas e equipamentos da oficina. 2 - Laboratório de Comandos Hidráulicos e Pneumáticos – dispõe dos seguintes equipamentos: 01 Compressor de ar; 01 bancada para testes pneumáticos; 01 bancada para testes hidráulicos. Obs: Acessórios e equipamentos para montagem e trabalho nas bancadas. 3 – Laboratório de Metrologia – dispõe dos seguintes equipamentos: 20 Micrômetros; 12 paquímetros; 06 goniômetros; 05 relógios comparadores; 01 desempeno; 01 altímetro; 10 placas de granito para medição; 10 bancadas de instrução. 4 Laboratório de Sistema Flexível de Manufatura– dispõe dos seguintes equipamentos: 02 Centros de usinagem; 03 mecanismos básicos de robótica. 5 -Laboratório de Informática– dispõe dos seguintes equipamentos: 10 Microcomputadores Pentium iii 700; com acesso a internet; 01 plotter; 10 estabilizadores – potência 1 kva; 01 workstation; 01 impressora;01 hub 24 portas. Acervo Bibliográfico Os alunos do Colégio técnico Industrial utilizam o acervo da biblioteca “Prof. Carlos Alberto de Buarque Borges” da Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá a qual tem por missão “Disponibilizar a informação, apoiando as atividades de ensino, pesquisa e extensão, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida do cidadão”. Possui um acervo especializado nas áreas de Engenharia Mecânica, Civil, Elétrica, de Produção Mecânica e Física composto por livros, periódicos, dissertações, teses e outros. Atualmente a biblioteca possui 17 mil livros, 192 assinaturas de periódicos, 450 dissertações e teses, 200 monografias de trabalhos de cursos de especialização e graduação. Além do acervo local, os usuários da biblioteca têm acesso a mais de 2 mil títulos de periódicos científicos com texto completo e a bases de dados referenciais disponíveis eletronicamente através de consórcios e parcerias 10 estabelecidos entre instituições de apoio e fomento à pesquisa (FAPESP, CAPES, etc), universidades e institutos de pesquisa do país Serviços Oferecidos ♦ Empréstimo local, domiciliar e entre bibliotecas ♦ Comutação bibliográfica nacional e internacional ♦ Pesquisa bibliográfica no acervo local, em bases de dados e em bibliotecas de outras instituições ♦ Treinamento de usuários ♦ Orientação e normalização de trabalhos científicos Usuários Para obter a condição de usuário regular os professores, alunos e funcionários do Campus Universitário deverão apresentar um documento de identidade, uma foto 2 x 2 e participar do Treinamento para uso da Biblioteca mediante agendamento de horário. As pessoas não inscritas poderão utilizar a biblioteca apenas para consulta do acervo local. Infra-estrutura para pesquisa Na Biblioteca o usuário tem a sua disposição salas para estudo individual e para grupos, auditório, sala de pesquisa com oito microcomputadores conectados à INTERNET, área de acervo de livros e de periódicos, oito microcomputadores para pesquisa à base de dados do acervo local e serviço de reprografia de documentos. Parcerias: O Colégio Técnico Industrial de Guaratinguetá possui parcerias com: - as empresas da região, para a realização dos estágios supervisionados, visitas técnicas e palestras, estando constantemente ampliando o número de empresas; - a Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá, na utilização de laboratórios, biblioteca, treinamento de professores, projetos pedagógicos; - os demais colégios técnicos da UNESP, ETE, UNICAMP e FAENQUIL, para troca de experiências e informações; - a Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá que, em um projeto financiado pela FAPESP, montou o laboratório de ensino tecnológico, desenvolvido para o treinamento de professores de 1º e 2º Grau. 2.3 SOBRE A INFRA-ESTRUTURA DO COLÉGIO TÉCNICO DE JABOTICABAL 11 1 – Salas de Aulas: O prédio de aulas do Colégio Técnico Agrícola "José Bonifácio" dispõe de cinco salas de aulas, sala de docentes, dois laboratórios de Ciências Físico-Químico-Biológicas e de Enfermagem Veterinária, além de um Laboratório de Informática. A capacidade de lotação das salas de aula é de 35 a 40 alunos dispostos individualmente em carteiras universitárias. O número atual de alunos é de 195, distribuídos nas diversas séries. Além disso, estão anexadas ao prédio as instalações sanitárias. 2- Dependências Administrativas: As dependências utilizadas para os serviços administrativos localizam-se no Prédio 01 (Prédio de Aulas). Existe uma sala para a Direção (com as seguintes divisões: sala de secretaria da direção, sala do Diretor e sala do Vice-Diretor). Compreende ainda a Sala da Orientadora Educacional e Sala dos Professores. Com relação ao controle da vida escolar dos alunos existe a Sala da Secretaria em mesmo prédio, organizada pelo Secretário de Escola. 3- Biblioteca: A Biblioteca existente no Campus está disponibilizada para a clientela escolar. 4- Setor de Esportes: Toda a estrutura relativa ao setor de esportes do Campus está disponível para a clientela. Além, disso próximo às imediações dos alojamentos, existe uma quadra esportiva exclusiva para uso dos alunos. 5- Alojamentos: Os alojamentos estão divididos em blocos de 4 a 8 apartamentos conjugados e instalados em local próximo as salas de aulas e ao restaurante universitário. 6 – Setores de Aulas práticas: São as seguintes as salas ambientes e os setores produtivos de aulas práticas: - Setor de Avicultura Setor de Sericicultura Setor de Apicultura Setor de Minhocultura Setor de Cunicultura Setor de Piscicultura Setor de Suinocultura Setor de Topografia Setor de Mecanização Agrícola Laboratório de Análise de Água Setor de Caprinocultura Setor de Eqüinocultura Setor de Piscicultura Setor de Bovinocultura Setor de Industrialização Agropecuária Setor de Administração e Economia Rural (Gestão) Laboratório de Informática Setor de Enfermagem Veterinária Setor de Olericultura Setor de Culturas Anuais Setor de Culturas Perenes Setor de Fruticultura Setor de Irrigação e Drenagem 12 7- Material de Apoio Didático: O material básico de apoio didático, inclusive equipamentos áudio-visuais (projetor de slides, retroprojetor, projetor de multimídia e outros) são fornecidos pela Seção de Áudio, Gráfica e Laboratórios Didáticos, mediante requisição dos docentes. 8. Assistências Médica e Odontológica: As assistências médica e odontológica são realizadas em um pavilhão constituído de quatro repartições: atendimento, ambulatório, consultório e sanitários. Existem horários próprios para o atendimento durante a semana. No período noturno, os casos de emergência são encaminhados para o pronto-socorro municipal. 9. Seção de Nutrição: A Seção de Nutrição tem a finalidade de atender a comunidade do Câmpus, incluindo a clientela desta Unidade Escolar, contando com servidores especializados (nutricionista, cozinheiros, faxineiros, etc) e instalações adequadas ao seu funcionamento. 10- Segurança: Com relação à segurança dos prédios, no período noturno e dias em que não há aulas, os mesmos ficam sob vigilância de guardas do próprio Câmpus. Comentários - Cada colégio técnico relacionou no plano de ensino a infra-estrutura própria.. - Durante as visitas aos colégios técnicos não houve solicitações sobre infraestrutura. - A comissão entende que a infra-estrutura dos colégios técnicos da Unesp é suficiente para seus propósitos. 3. SOBRE O NÚMERO DE SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS NOS COLÉGIOS. Objetivos Os objetivos deste tópico são os de informar sobre: 1. O número de funcionários técnicos administrativos segundo a folha de pagamento; 2. O número de funcionários técnico-administrativos segundo informações enviadas pelos diretores dos colégios. Introdução. 13 Abaixo existem três tabelas com as relações de funcionários técnicos administrativos nos colégios. Tabela 1. Relação dos funcionários técnico-administrativos do Colégio Técnico de Bauru em outubro de 2005. Nome Função 01 Maria Cristina Gimenez Garcia Secretário de Escola 02 Anderson de Barros Carpi Oficial Administrativo 03 Carlos Fernando P. Conentino Oficial administrativo 04 Hudson Candido da Silva Oficial administrativo 05 Rita de Cássia Pagani Oficial administrativo 06 Maria Thereza C. Felício Aux. Serv. Administrativos 07 Claudio Martius G.D. Vieira Auxiliar de instrução 08 Jair Hilário Zorzi Junior Auxiliar de instrução 09 João Paulo Shiharu toma Auxiliar de instrução 10 Jorge Atsumi Mukudai Auxiliar de instrução 11 Sergio Antonio Gimenez Auxiliar de instrução 12 Wilson Gilberto da Silva Auxiliar de instrução 13 Claudete A. Garcia Bosshard Assistente Educacional (1) Proc. 3673/80 folha 1743. Informações do Diretor do Colégio de Bauru de 30/09/05 em resposta ao e-mail de Jose Ângelo Barela (da Ceafa) (1) Incluído por esta comissão. Na relação de funcionários do Colégio de Bauru não estão inclusos dois auxiliares de serviços administrativos (atendente de classe) que estavam em 2006 com o concurso em andamento e quatro agentes de recepção e vigilância com vinculo autárquico. Não consta também o serviço de limpeza que é terceirizado Tabela 2. Relação dos funcionários técnicos administrativos do Colégio Técnico de Guaratinguetá em outubro de 2005. Nome Função 01 Acione Ap Antunes V. da Silva Secretário de Escola 02 Ângela Maria Pinto de Oliveira Oficial Administrativo 03 Adriana Marabeli Valim Oficial administrativo 04 Marco Antonio Marcondes Oficial administrativo 05 Silvia Helena A. de Toledo Aux. Serv. Administrativos 06 Adriano Senne da Silva Auxiliar de instrução 07 César Renato Faria Ribeiro Auxiliar de instrução 08 Cristóvão Jose Dias da Cunha Auxiliar de instrução 09 Deise Maria S. M. Cavalheiro Auxiliar de instrução 10 Elder Santos de Castro Auxiliar de instrução 11 Reginaldo Luiz de Paula Auxiliar de instrução 12 Sandro Luz da Silva Auxiliar de instrução 13 Wilton Escobar de Paiva Auxiliar de instrução 14 Célia Regina Ferreira S. Faria Assistente Educacional 14 Proc. 3673/80 folha 1752. Informações da Diretora do Colégio de Guaratinguetá de 30/09/05 em resposta ao e-mail de Jose Ângelo Barela (da Ceafa) Tabela 3. Relação dos funcionários técnico-administrativos do Colégio Técnico de Jaboticabal em outubro de 2006. Nome Função 01 Airton Carlos Berg Reparador geral 02 Ana Márcia Zoccolaro Carregari Secretário Escola Ens. Médio 03 Bernadete Lourdes Panizi Penariol Assistente Administrativo 04 Carmen Maria Vilela Santana Aux. Serv. administrativos 05 Elisabete Aparecida Pompeu Assistente Educacional 06 Luiz Aparecido Sola Motorista 07 Luiz Mathias Aux. Serv. Administrativos 08 Maria Jose Matheus R. Flores Cirurgiã Dentista 09 Nilton César Mafei Técnico Agrícola 10 Octaviano da Costa P. Neto Auxiliar Acadêmico 11 Saulo Ramalho Luz Medico 12 Valdevino Modesto Operador maq. agricolas Proc. 3673/80 folha 1748. Informações do Diretor do Colégio de Jaboticabal de 1/10/05 em resposta ao e-mail de Jose Ângelo Barela (da Ceafa) Abaixo estão informações sobre o número de funcionários técnico administrativos, por colégio e total, segundo a folha de pagamento (tab 4) e segundo informações enviadas pelos diretores dos colégios (tab. 5). Tabela 4. Número de funcionários técnico-administrativos, por colégio e total, segundo a folha de pagamento de junho /06. Colégio Secretário Assis Edu Aux. Instr. Total Bauru 0 1 6 07 Guaratinguetá 1 1 8 10 Jaboticabal 1 1 0 02 TOTAL 2 3 14 19 15 Tabela 5. Número de funcionários técnico-administrativos, por colégio e total, segundo as informações enviadas pelas direções dos colégios em outubro de 2006. Função Bauru Guaratinguetá Jaboticabal total Secretário 01 01 01 03 Oficial administrativo 04 03 01 08 Aux. serv. administrativos 01 01 02 04 Medico 00 00 01 01 C. Dentista 00 00 01 01 Motorista 00 00 01 01 tratorista 00 00 01 01 Auxiliar acadêmico 00 00 01 01 Técnico agrícola 00 00 01 01 Reparador geral 00 00 01 01 Assistente educacional 01 01 01 03 Auxiliar de instrução 06 08 00 14 Total 13 14 12 39 Comentários - O número de funcionários nos três colégios técnicos é de 19 segundo a folha de pagamento e de 39 de acordo com as informações dos diretores de cada colégio. - O número de funcionários técnico administrativos, segundo as informações dos diretores é de 13 em Bauru, 14 em Guaratinguetá e 12 em Jaboticabal. - São cinco as funções nos colégios técnicos de Bauru e Guaratinguetá. No Colégio de Jaboticabal são 11. 4. SOBRE O ENSINO MÉDIO NOS COLÉGIOS TÉCNICOS Objetivos - Informar sobre a organização curricular do ensino médio, sua duração em anos e o número mínimo de horas por ano e total. - Informar a carga horária total e a duração em anos dos cursos de ensino médio nos colégios técnicos da Unesp. Introdução 16 O Ensino Médio deve ter a duração de 03 anos, com no mínimo 800 horas anuais, num total de no mínimo 2400 horas, conforme exige a LDB. A organização curricular do ensino médio inclui uma base comum com 75% das 2400 horas e uma parte diversificada com 25% das 2400 horas. Base curricular comum A parte de formação geral do Ensino Médio deve conter disciplinas de caráter obrigatório, compreendendo as três principais áreas de conhecimento: Linguagens e Códigos e suas Tecnologias; Ciências Humanas e suas Tecnologias e Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias. Essas áreas compreendem as seguintes disciplinas tradicionais: - Linguagens e Códigos e suas Tecnologias: Língua Portuguesa, Língua Estrangeira, Artes, Ed. Física, Informática; - Ciências Humanas e suas Tecnologias: História, Geografia, Sociologia, Filosofia; - Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias: Matemática, Química, Física, Biologia. Parte diversificada A parte diversificada deve conter disciplinas de caráter complementar à base curricular comum e caráter optativo. São exemplos de disciplinas da parte diversificada: Informática Aplicada, Desenho Técnico, Organização Industrial, Relações Humanas, Filosofia, Gestão e Sistema de Qualidade, Saúde, Meio Ambiente e Segurança no Trabalho, Espanhol e Inglês Técnico. Os 25% de 2400 horas em disciplinas na parte diversificada da estrutura curricular do ensino médio são aproveitados pela estrutura curricular do ensino técnico como uma interface entre o Ensino Médio e o Ensino Técnico. A estrutura curricular do ensino médio compõe-se de uma base curricular comum e uma parte diversificada. O mínimo de carga horária total e 2400 horas. A base curricular comum deve ter 75% e parte diversificada 25% das 2400 horas. Os 25 % da parte diversificada devem ser aproveitados como parte da estrutura curricular de um curso em nível médio técnico profissionalizante. Comentários 17 - A estrutura curricular do ensino médio é composta de uma base comum e uma parte diversificada. A carga horária mínima de um curso de ensino médio é de 2400 horas, sendo 800 horas por ano e sua duração de três anos. - O ensino médio é tratado como um curso isolado dentro dos colégios e sendo três os colégios são três os cursos de ensino médio. Para freqüentar o ensino médio o candidato deve ser aprovado no vestibulinho para os cursos técnicos. - Os colégios Técnicos de Bauru, Guaratinguetá e Jaboticabal possuem o ensino médio no período da tarde, com duração de três anos. A carga horária total do curso de ensino médio em Bauru é 2672 horas, em Guaratinguetá é 2400 horas e em Jaboticabal é 2400 horas. 5. SOBRE O ENSINO TÉCNICO PROFISSIONALIZANTE DE NÍVEL MÈDIO Objetivos - Informar sobre o número mínimo de horas na carga horária para as habilitações no ensino médio técnico profissionalizante - Informar sobre as formas de articulação entre o ensino médio e o ensino médio técnico profissionalizante nos três colégios técnicos da Unesp. Introdução As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico foram instituídas pela resolução CEB Nº. 04/1999. Desta resolução os artigos de interesse para este assunto são: Art. 4º São critérios para a organização e o planejamento de cursos: I - atendimento às demandas dos cidadãos, do mercado e da sociedade; II -conciliação das demandas identificadas com a vocação e a capacidade institucional da escola ou da rede de ensino. Art. 5º A educação profissional de nível técnico será organizada por áreas profissionais, na tabela abaixo, que incluem as respectivas caracterizações, competências profissionais gerais e cargas horárias mínimas de cada habilitação. 18 Tabela 6. Áreas profissionais e cargas horárias mínimas da educação profissional de nível técnico de acordo com resolução CNE/CEB 4/99. CARGA HORÁRIA MÍNIMA DE CADA HABILITAÇÃO ÁREA PROFISSIONAL 1. Agropecuária 1.200 2. Artes 800 3. Comércio 800 800 4. Comunicação 5. Construção civil 1.200 6. Design 800 7. Geomática 1.000 8. Gestão 800 800 9. Imagem pessoal 10. Indústria 1.200 11. Informática 1.000 12. Lazer e desenvolvimento social 800 13. Meio ambiente 800 14. Mineração 1.200 15. Química 1.200 16. Recursos pesqueiros 1.000 17. Saúde 1.200 18. Telecomunicações 1.200 19. Transportes 800 20. Turismo e hospitalidade 800 O ensino profissional é regulamentado pelo decreto nº 5.154 de 23 de julho de 2004 que revogou o decreto Nº. 2.208, de 17 de abril de 1997. A forma articulada com o ensino médio ocorre mediante as modalidades: integrada, concomitante e subseqüente, conforme os artigos abaixo. Art. 4o A educação profissional técnica de nível médio, nos termos dispostos no § 2o do art. 36, art. 40 e parágrafo único do art. 41 da Lei no 9.394, de 1996 LDB/96), será desenvolvida de forma articulada com o ensino médio, observados: I - os objetivos contidos nas diretrizes curriculares nacionais definidas pelo Conselho Nacional de Educação; II - as normas complementares dos respectivos sistemas de ensino; e III - as exigências de cada instituição de ensino, nos termos de seu projeto pedagógico. § 1o A articulação entre a educação profissional técnica de nível médio e o ensino médio dar-se-á de forma: 19 I - integrada, oferecida somente a quem já tenha concluído o ensino fundamental, sendo o curso planejado de modo a conduzir o aluno à habilitação profissional técnica de nível médio, na mesma instituição de ensino, contando com matrícula única para cada aluno; II - concomitante, oferecida somente a quem já tenha concluído o ensino fundamental ou esteja cursando o ensino médio, na qual a complementaridade entre a educação profissional técnica de nível médio e o ensino médio pressupõe a existência de matrículas distintas para cada curso, podendo ocorrer: a) na mesma instituição de ensino, aproveitando-se as oportunidades educacionais disponíveis; b) em instituições de ensino distintas, aproveitando-se as oportunidades educacionais disponíveis; ou c) em instituições de ensino distintas, mediante convênios de intercomplementaridade, visando o planejamento e o desenvolvimento de projetos pedagógicos unificados; III - subseqüente, oferecida somente a quem já tenha concluído o ensino médio. Comentários - O ensino médio técnico profissionalizante tem um mínimo para carga horária total que varia de 800 a 1200 horas para as diferentes habilitações. As modalidades de articulação entre o ensino médio e o ensino médio técnico profissionalizante são: integrada, concomitante e subseqüente de acordo com a resolução CEB Nº. 04/1999 sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico. - O número de cursos ou habilitações técnicas nos três colégios é de 10, sendo cinco em Bauru, quatro em Guaratinguetá e um em Jaboticabal. Destes 10 cursos técnicos sete são ministrados de forma concomitante com o ensino médio. Os outros três são noturnos, ministrados em Bauru e independentes do curso de ensino médio daquele colégio, sendo, portanto de concomitância externa ou seqüencial ou ambos. A concomitância externa significa que o aluno pode estar 20 fazendo o ensino médio em outro horário e em outro local e a forma seqüencial que ele já cursou o ensino médio. 6. SOBRE HABILITAÇÕES OU CURSOS NOS TRÊS COLÉGIOS TÉCNICOS Objetivos - Informar o número e o nome das habilitações técnicas oferecidas pelos três Colégios Técnicos da Unesp. - Informar a carga horária total de cada habilitação e sua duração em anos. Introdução. As informações sobre os cursos médios e técnicos nos colégios da Unesp estão na tabela abaixo. Tabela 7. Relação de cursos nos três Colégios Técnicos da Unesp, com carga horária total e a duração de cada curso, em junho/06. Colégio Habilitações períodos Carga horária total Duração Eletrônica e Manhã e 2074 (+ 400 de estágio = 3 anos Ensino médio tarde 2474) 2652 (Ensino médio: Bauru 2244 da base comum + 408 da parte diversificada). Total =5126 Informática e Manhã e 2074 (+ 400 de estágio 3 anos Ensino médio tarde = 2474) 2652 (Ensino médio: 2244 da base comum + 408 da parte diversificada). Total =5126 Mecânica noturno 2142 (+ 400 de estágio 3 anos = 2542) Informática noturno 2074 (+ 400 de estágio 3 anos = 2474) Eletrônica noturno 2074 (+ 400 de estágio = 3 anos 2474) Mecânica Manhã e 3160 (+1100 de estágio 4 anos Ensino médio tarde = 4260) 2400 (ensino médio) Guaratin Total =6660 guetá Eletrônica e Manhã e 3200 (+1100 de estágio 4 anos Ensino médio tarde = 4300) 2400 (ensino médio) 21 Jaboticabal Ensino médio e Informática industrial Tarde e noite Ensino médio e Eletroeletrônica Tarde e noite Agropecuária Ensino médio Manhã e tarde Total =6700 2400 (ensino médio) 2960 (+1100 de estágio = 4060) Total =6460 2400 (ensino médio) 2880 (+1100 de estágio = 3980) Total = 6380 4280 (+ 480 de estágio = 4760) + 2400 ensino médio Total = 7160 4 anos 4 anos 3,5 anos Comentários - Os três colégios técnicos da Unesp possuem 10 cursos ou habilitações técnicas de nível médio profissionalizante. O colégio de Bauru possui cinco, sendo dois em período integral (eletrônica e informática) e três noturnos (eletrônica mecânica e informática). O colégio de Guaratinguetá possui quatro em período integral: Mecânica, Eletrônica, Eletroeletrônica e Informática Industrial. O colégio de Jaboticabal possui um curso integral (agropecuária). - As cargas horárias das habilitações, excluindo a carga horária do ensino médio, variaram de 2474 horas (Informática noturno Bauru) a 4760 horas (agropecuária integral em Jaboticabal). A duração dos cursos é de 3 anos em Bauru, 4 anos em Guaratinguetá e 3,5 anos em Jaboticabal. - O ensino médio é tratado como um curso isolado ou independente dentro dos colégios e sendo três os colégios são três os cursos de ensino médio. Naqueles cursos em que o aluno freqüenta de forma integral o ensino médio e o técnico destaca-se como a maior carga horária a de Jaboticabal com 7160 horas. Destas, 6680 horas são cursadas em três anos e 480 no último semestre na forma de estágio, totalizando 3,5 anos. Nos cursos noturnos de informática e eletrônica do Colégio Técnico de Bauru, com duração de três anos e carga horária de 2074 (+ 400 de estágio = 2474), o aluno freqüenta somente o ensino técnico de forma 22 concomitante (faz o ensino médio em outro colégio) ou seqüencial (ensino médio concluído). 7. SOBRE O CORPO DISCENTE DO COLÉGIO DE BAURU. Objetivos Os objetivos deste tópico são os de informar sobre: 1. O número de vagas oferecidas pelo colégio anualmente. 2. A forma e a concorrência na seleção do aluno. 3. O número de alunos matriculados em 2006, por habilitação e por série. Introdução As informações abaixo foram obtidas do plano de curso para 2006 do Colégio Técnico de Bauru. Organização do Vestibulinho/2006 A Fundação Vunesp responsabilizou-se por toda a organização do Vestibulinho/2006 unificando os Colégios de Bauru e Guaratinguetá. O período de Inscrição foi de 12/09 a 28/10/2005 e a taxa de inscrição - R$ 35,00. Os candidatos receberam informações sobre: Curso Técnico Integrado: Compreende o ensino técnico e o ensino médio. Será cursado em período integral e destina-se ao aluno concluinte do Ensino Fundamental (8a série) que tenha disponibilidade para freqüentar aulas em dois períodos (manhã e tarde) na Escola. Curso Técnico: Compreende apenas o ensino técnico e será cursado no período noturno. Poderá se inscrever no curso técnico o aluno que: • • • Já concluiu o Ensino Médio (2o grau) Cursa o Ensino Médio em outra escola Concluiu o Ensino Fundamental O concluinte do Ensino Fundamental só poderá fazer o Curso Técnico Noturno, se cursar juntamente o Ensino Médio em outra Escola e em outro período. O horário de funcionamento e: Integrado de 2a a Sábado das 7h10min às 12h30min e das 14h00min às 17h40min. Noturno: de 2a a 6a das 19:00 às 23:00 h. A tabela 23 abaixo contém informações sobre o vestibulinho no colégio de Bauru realizado em 27/11/2005. Tabela 8. Número de vagas, total de inscritos por habilitação e proporção candidatos/vaga no vestibulinho/2006 do Colégio Técnico de Bauru de acordo com informações da Vunesp. Habilitação Vagas Inscritos Candidato/Vaga Mecânica noturna 30 101 3,4 Eletrônica Integrada 30 205 6,8 Eletrônica noturna 30 97 3,2 Informática Integrado 60 613 10,2 Informática noturno 30 224 7,5 Total 180 1240 6,9 Fonte: Site da Vunesp em vestibulinho 2006. Tabela 9. Número de matrículas no ensino médio e nas habilitações por série no Colégio Técnico de Bauru em 2006, segundo informações da direção. Habilitação / Período Série Diurno Vespertino Noturno 1a 2a 3a Total 7h10min às 14h às 19h às 23h 12h30min 17h40min INFORMÁTICA 70 63 64 197 integrado ELETRÔNICA 35 31 33 99 integrado MECÂNICA 0 0 28 28 INFORMÁTICA 35 41 22 98 ELETRÔNICA 35 21 23 79 - - MECÂNICA SUB TOTAL (Técnico) ENSINO MÉDIO TOTAL GERAL - 35 30 25 90 210 105 315 186 94 280 195 125 320 591 324 915 O ensino médio e o ensino técnico profissionalizante de nível médio são cursos independentes. Ainda que independentes o vestibular para o ensino técnico seleciona o aluno do ensino médio. As matrículas ocorrem em dois currículos: o de ensino médio e de ensino técnico. Neste caso, ainda que o aluno freqüente os dois cursos na mesma escola, serão duas matrículas e duas conclusões distintas. Desta forma, segundo a direção 24 verifica-se que do total de 915 matrículas nas três séries (tab. 9), 324 foram no ensino médio e 591 nos cursos técnicos. O curso de mecânica diurno teve matrículas somente na terceira série. A ausência de matrículas na 1ª e 2ª séries ocorreu pela não seleção de candidatos devido à falta de condições. Comentários - No ano de 2006 o Colégio Técnico de Bauru ofereceu 180 vagas para os cursos técnicos profissionalizante de nível médio. Para os cursos de Mecânica, Eletrônica, Informática (noturnos) e eletrônica (integrado) foram 30 vagas cada e para o curso de informática (integrado) foram 60 vagas. - Os candidatos as 180 vagas foram selecionados mediante um exame denominado “vestibulinho” realizado pela Vunesp. A concorrência média foi de 6,9 candidatos por vaga. O curso de maior procura foi o de informática integrado com 10,2 candidatos por vaga. O curso com menor procura foi o de Eletrônica noturno com 3,2 candidatos por vaga. - O ensino médio e o ensino técnico profissionalizante de nível médio são cursos independentes, portanto o aluno faz duas matrículas e tem duas conclusões. O número de matrículas no colégio de Bauru em 2006 foi de 915 nas três séries. Destas, 324 no ensino médio e 591 nos cursos técnicos. - O curso de mecânica diurno teve matrículas somente na terceira série. A ausência de matrículas na 1ª e 2ª séries ocorreu pela não seleção de candidatos nos dois últimos anos devido à falta de condições. 8. SOBRE O CORPO DISCENTE DO COLÉGIO DE GUARATINGUETÁ Objetivos Os objetivos deste tópico são os de informar sobre: 1 O número de vagas oferecidas pelo colégio anualmente. 2 A forma e a concorrência na seleção do aluno. 3. O número de alunos matriculados em 2006, por habilitação e por série. 25 Introdução As informações sobre o corpo discente do colégio de Guaratinguetá foram obtidas no volume “Histórico do CTIG” cedido gentilmente pela diretora do colégio. O vestibulinho de 2006 foi realizado pela Vunesp, com a inscrição de 12/09 a 28/10/2005. O Colégio Técnico de Guaratinguetá oferece o Ensino Médio, preferencialmente, aos alunos classificados no vestibulinho que optam pelo Ensino Técnico, já que o Ensino Médio é oferecido, concomitantemente, com o Ensino Técnico para maior facilidade de acompanhamento e adequação do aluno tanto no nível de ensino-aprendizagem, como na carga horária e grade curricular. O período letivo será de 200 dias; podendo ter aulas de segunda a sábado; O Ensino Técnico tem duração de 4 anos, sendo o último destinado ao estágio supervisionado de 1100 horas (6 meses) em empresas. As informações sobre vagas e concorrência por habilitação estão na tabela 10 e sobre as matrículas na tabela 11. Tabela 10. Quantidade de vagas oferecidas e de alunos inscritos por habilitação com a relação candidato vaga no vestibulinho de 2006 do Colégio Técnico de Guaratinguetá. Habilitação Vagas Inscritos Candidatos/Vaga Mecânica 30 337 11,2 Eletrônica 30 322 10,7 Informática Industrial 30 313 10,4 Eletroeletrônica 30 237 7,9 Total 120 1209 10,07 Tabela 11. Número de alunos matriculados por habilitação e no ensino médio no Colégio técnico de Guaratinguetá no ano de 2006. Habilitação 1º ano 2º ano 3º ano total Mecânica 35 34 34 103 Eletrônica 31 39 24 94 Informática Industrial 30 36 29 95 Eletroeletrônica 32 32 33 97 Ensino médio 86 111 115 312 Total 214 252 235 701 As informações sobre matrículas incluem matrículas em dois currículos: o de ensino médio e de ensino técnico. Neste caso, ainda que o aluno freqüente os dois cursos na mesma escola, serão duas matrículas e duas conclusões distintas. 26 Comentários - No ano de 2006 o Colégio Técnico de Guaratinguetá ofereceu 120 vagas para os cursos técnicos profissionalizante de nível médio. Para os cursos de Mecânica, Eletrônica, Informática Industrial e Eletroeletrônica foram 30 vagas cada. - Os candidatos as 120 vagas foram selecionados mediante um exame denominado “vestibulinho” realizado pela Vunesp. A concorrência média foi de 10,07 candidatos/vaga. O curso de maior procura foi o de Mecânica com 11,2 candidatos/vaga O curso com menor procura foi o de Eletroeletrônica com 7,9 candidatos/vaga. - O número de matrículas no Colégio de Guaratinguetá em 2006 foi de 701. Destas, 312 no ensino médio e 389 nos 4 cursos técnicos nas três séries. O ensino médio e o ensino técnico profissionalizante de nível médio são cursos integrados, porém independentes, onde o aluno faz duas matrículas. 9. SOBRE O CORPO DISCENTE DO COLÉGIO DE JABOTICABAL. Objetivos Os objetivos deste tópico são os de informar sobre: 1 O número de vagas oferecidas pelo colégio anualmente. 2 A forma e a concorrência na seleção do aluno. 3. O número de alunos matriculados em 2006, por habilitação e por série. Introdução O Colégio Técnico de Jaboticabal oferece um curso técnico integral de nível médio em Agropecuária. O número de vagas oferecidas anualmente é de 60. A forma de seleção foi feita até 2006 por uma comissão interna e não há informações sobre a concorrência por vaga. Para o ano de 2007 a seleção foi feita pela Vunesp. O número de alunos matriculados em 2006 foi de 185. Como o número total de alunos no colégio é de 185, a distinção entre matrículas para o curso de ensino médio e técnico de nível médio não ocorre como nos colégios de Bauru e Guaratinguetá. Comentários 27 - O Colégio Técnico de Jaboticabal oferece 60 vagas anuais para um curso técnico integral de nível médio em Agropecuária em regime de internato. - A seleção dos alunos até 2006 era feita por uma comissão interna. A partir de 2007 será pela Vunesp. Não ha informações de concorrência candidatos/vaga para o ano de 2006. - O número de matrículas no Colégio de Jaboticabal em 2006 foi de 370. Destas, 185 no ensino médio e 185 nas três séries no curso técnico em agropecuária. O ensino médio e o ensino técnico profissionalizante de nível médio são cursos integrados, porém independentes, onde o aluno faz duas matrículas. 10. SOBRE O CORPO DISCENTE NOS TRÊS COLÉGIOS: RESUMO - Os três colégios oferecem vagas anualmente. Os colégios têm autonomia para decidir sobre o número de vagas a serem oferecidas ou não. - As vagas oferecidas em 2006 nos três colégios foram 390, sendo 210 em Bauru, 120 em Guaratinguetá e 60 em Jaboticabal. - A seleção dos alunos para o ano de 2006 foi feita pela Vunesp para os colégios de Bauru e Guaratinguetá e por uma comissão interna em Jaboticabal. - As matrículas nos colégios são anuais e independentes. Os alunos que fazem o ensino médio e o técnico fazem duas matrículas: a do ensino médio e a do técnico. - Em 2006 as matrículas nas três séries do ensino médio foram: 324 em Bauru, 312 em Guaratinguetá e 180 em Jaboticabal. Nas três séries do ensino médio técnico foram: 591 em Bauru, 389 em Guaratinguetá e 180 em Jaboticabal. No Colégio Técnico de Jaboticabal os 180 alunos vivem em regime de internato. 11. SOBRE A PROPORÇÃO PROFESSOR: ALUNO Objetivo: Informar a proporção professor: alunos nos três colégios técnicos da Unesp As informações sobre o numero de docentes, de alunos e a proporção entre eles estão na tabela abaixo. 28 Tabela 12. Informações sobre a proporção professor: alunos nos três colégios técnicos da Unesp em junho/2006 COLEGIO Número/docente Alunos matriculados Proporção BAURU 45 915 1: 20,3 GUARÁ 45 701 1: 15,6 JABOTICABAL. 28 370 1: 13,2 Total 118 1986 1: 16,8 Comentários A proporção professor: aluno no colégio técnico de Bauru é de 1:20, 3; no colégio de Guaratinguetá é de 1:15, 6 e no colégio de Jaboticabal é de 1:13, 2. 12. SOBRE A ESCOLARIDADE DOS DOCENTES DOS TRES COLÉGIOS TÉCNICOS DA UNESP Objetivos Quantificar o corpo docente de cada colégio de acordo com a escolaridade Tabela 13. Escolaridade dos 126 docentes ativos nos três colégios técnicos da Unesp em junho de 2006, segundo informações das direções. Colégio Bauru Guará Jaboti Total Nível Técnico 10 09 19 Licenciados ou graduação 29 27 20 76 Outro curso superior 04 05 09 Mestre 5 4 09 Doutor 4 4 Total 43 46 28 117 Comentários O corpo docente ativo dos três colégios da Unesp, segundo informações de suas direções, é integrado por 19 docentes de nível técnico, 76 licenciados ou graduados, 09 com mais de um curso superior, 09 mestres e 4 doutores. 13. SOBRE AS JORNADAS DE TRABALHO DOCENTE Objetivos - Relacionar o número de docentes por jornada semanal de trabalho de acordo com a folha de pagamento de junho/06 . Relacionar o número de docentes por jornada semanal de trabalho de acordo com as informações dos diretores dos colégios. Introdução. 29 As jornadas de trabalho de acordo com a folha de pagamento são de 20, 30 e 40 horas semanais. As jornadas de trabalho segundo informações dos diretores dos colégios não são somente de 20, 30 e 40 horas. Tabela 14. Distribuição dos 118 docentes ativos de acordo com a jornada semanal de trabalho de 40, 30 e 20 h nos três colégios técnicos da UNESP em junho/2006, segundo a folha de pagamento. Docentes em jornada 40 h 30 h 20 h Total Bauru 28 6 9 43 Guaratinguetá 23 4 20 47 Jaboticabal 13 8 7 28 Total 64 18 36 118 Tabela 15. Distribuição dos 45 docentes ativos em diferentes jornadas de trabalho no Colégio Técnico de Bauru em 2006, conforme informações da direção. Jorn/semana em horas 9 10 12 18 19 20 21 27 28 30 40 45 Total Número/doc 1 2 1 2 1 2 1 1 1 4 28 1 45 Tabela 16. Distribuição dos 45 docentes ativos em diferentes jornadas de trabalho no Colégio Técnico de Guaratinguetá em 2006, conforme informações da direção. Jornada/se Total/ m/horas 6 12 16 20 24 26 34 40 42 44 45 Doc Número/doc 2 3 3 10 2 3 1 12 3 5 1 45 Tabela 17. Distribuição dos 28 docentes ativos em diferentes jornadas de trabalho no Colégio Técnico de Jaboticabal em 2006, conforme informações da direção. Jornada/semanal Total /horas 10 18 20 30 40 44 45 Doc N° /docente/jornada 2 1 5 8 6 1 5 28 Comentários. - Na folha de pagamento todas as jornadas de trabalho docente aparecem na forma de 20, 30 e 40 horas conforme está na resolução Unesp 01/95. - Pelas informações dos diretores dos colégios existem outras jornadas de trabalho, variando desde 6 até 45 horas semanais. 14. SOBRE A CARGA HORÁRIA SEMANAL DO DOCENTE Objetivos 30 - Informar o que é carga horária docente nos colégios técnicos da Unesp - Informar sobre a dificuldade de determinar a carga horária individual do docente - Informar a carga horária média de todos os docentes de cada colégio de acordo com informações da direção - Informar a carga horária média de todos os docentes de acordo com a carga horária total do curso. Introdução Entende-se por carga horária o conjunto de horas em atividades com alunos, horas de trabalho pedagógico na escola e horas de trabalho pedagógico em local de livre escolha pelo docente (artigo 12 da Lei complementar 836/97). A jornada semanal de trabalho é constituída de horas-aula, horas-atividade e horas-atividade específica. O tempo destinado a horas-atividade corresponde a 20% da jornada semanal de trabalho e o docente dele disporá em horário e local de sua livre escolha.O tempo destinado a horas-atividade específica corresponde a até 20% da jornada semanal de trabalho e o docente dele disporá no local de trabalho (artigo 20 da resolução 01/95). 14.1 SOBRE A DIFICULDADE DE QUANTIFICAR A CARGA HORÁRIA DO DOCENTE. Para cada colégio foi enviada uma solicitação visando estabelecer a carga horária de cada docente. Todos os colégios responderam. Abaixo nas tabelas tem exemplos de respostas. Tabela 18. Exemplo da resposta do Colégio Técnico de Bauru sobre a carga horária docente. carga/horária Carga/horaria/ série/ /disciplina (34 docente/semana NOME JORN. disciplinas ano semanas) /em classe PROF. 1 40 h Eletrônica Industrial 3a. Lab.Eletrônica Ind. 3a. 136/136 24 PROF 2 40 h Técnicas Sistemas Proc.Dados 3a. 136 04 A resposta do colégio de Bauru dificultou a análise por não informar o número de turmas. Observe que o professor 1 ministra duas disciplinas com 136 31 horas anuais cada e tem 24 horas dentro da sala de aula, enquanto que o professor 2 tem uma disciplina de 136 horas ao ano e ministra 4 horas em classe. Com estes dados não é possível calcular o quanto o professor permanece dentro de sala de aula. Tabela 19 - Exemplo de resposta do Colégio Técnico de Guaratinguetá sobre a carga horária docente. Outras informaç Carga Carga/horaria/ NOME Série /horária semana/docente ões Jorn. disciplina /ano /disciplina em classe PROF 1 20 Ensaio 3° ano 03 h/a 03 h/a PROF 2 12h/a +04hae +04hativ 1° ano 02 h/a Resistência dos materiais 2° ano 02 h/a 02h/a Gestão 04h/a (2 turmas) 3° ano 02 h/a 02h/ a 40 Física 1°anos 04h/a Física 2°anos 04h/a 08 h/a (02 turmas) 16 h/a (02 turmas) 24h/a+ 08hae+ 08hativ A resposta do colégio de Guaratinguetá foi completa. Observe que estão inclusas informações sobre o número de turmas em cada disciplina e também em outras informações o total da carga horária semanal do docente incluindo o tempo em sala de aula e o tempo em horas atividades e horas atividades especificas. Tabela 20 Exemplo de resposta do Colégio Técnico de Jaboticabal sobre a carga horária docente Professor PROF 1 PROF 2 Série / Ano 2º D, E 3º F, G (aulas teóricas e práticas) 1ª A, B e C Carga Horária Carga Horária docente / semanal Anual Disciplina 360 Outras Informações Laboratório de 30 h/a (Teóricas+ Análise de Água, Práticas) Estação 08 Horas Meteorológica, Setores Irrigados Atividade 02 Horas (Horta, Culturas Atividade Perenes e Culturas Específica. Anuais). Setor de Olericultura, 32 (aulas teóricas e práticas) 2as D e E (estágios no setor) 280 produção de 36 h/a (Teóricas+ hortaliças para a Práticas) Seção de Nutrição, 09 Horas atendimento a Atividade comunidade e extensão rural. A resposta do colégio de Jaboticabal dificultou a análise por não informar o nome da disciplina e o número de turmas teóricas e práticas. Deve-se destacar também a elevada carga horária anual das disciplinas. Por exemplo, a disciplina de 360 horas anuais representa em 30 semanas a média de 12 horas por semana. Se forem quatro turmas (como é de supor para o professor 1) isto representa 48 horas aulas semanais do docente. Considerando a dificuldade de interpretação das informações oriundas de Bauru e de Jaboticabal, foi feita a opção de calcular a carga horária média dos docentes no colégio. Para isto foram utilizadas as informações sobre as jornadas de trabalho dos docentes e a carga horária docente declarada pela direção de cada colégio. Além desta forma foi feito também o cálculo da carga horária média dos docentes por colégio utilizando a carga horária total dos cursos. 14.2 SOBRE A CARGA HORÁRIA MÉDIA DOS DOCENTES DO COLÉGIO TÉCNICO DE BAURU SEGUNDO INFORMAÇÕES DA DIREÇÃO. Tabela 21. Carga horária semanal dos docentes no Colégio Técnico de Bauru de acordo com informações da direção. N/doc Carga horária semanal docente Total das Total jornadas em sala Horas atividades Diferença 45 1497 horas 743 horas Não Informou 754 horas Cálculo: No Colégio Técnico de Bauru o total de horas de trabalho semanal dos 45 docentes é de 1497. A média de todas as jornadas semanais é de 33,3 horas (1497/45). Os docentes permanecem dentro de sala de aula 743 horas por semana, em média 16,5 horas (743/45). As horas atividades e horas atividades específicas não foram informadas. Resultado: a média da carga horária docente do Colégio de Bauru é de 16,5 horas semanais 33 14.3 SOBRE A CARGA HORÁRIA MÉDIA DOS DOCENTES DO COLÉGIO TÉCNICO DE GUARATINGUETÁ SEGUNDO INFORMAÇÕES DA DIREÇÃO Tabela 22. Carga horária semanal dos 45 docentes no Colégio Técnico de Guaratinguetá de acordo com informações da direção. Carga horária semanal docente Total das Total Horas N/doc Diferença jornadas em sala atividades 45 1327 horas 717 horas 333 horas 277 horas Cálculo: No Colégio Técnico de Guaratinguetá o total de horas de trabalho semanal dos 45 docentes é de 1327, ou seja, a jornada semanal média é de 29,5 horas (1327/45). Os 45 docentes permanecem dentro de sala de aula 717 horas por semana, em média 15,9 horas (717/45). Os docentes dedicaram 333 horas semanais às horas atividades e horas atividades específicas, média de 7,4 horas, e 277 horas livres, média de 6,1 horas. Resultado: a média da carga horária docente do colégio de Guaratinguetá é de 23,3 horas semanais, das quais 15,9 horas em sala de aula e 7,4 de horas atividades. 14.3 SOBRE A CARGA HORÁRIA MÉDIA DOS DOCENTES DO COLÉGIO TÉCNICO DE JABOTICABAL SEGUNDO INFORMAÇÕES DA DIREÇÃO Tabela 23. Carga horária semanal dos docentes no Colégio Técnico de Jaboticabal de acordo com informações da direção. Carga horária semanal docente Total das Total Horas N/doc Diferença jornadas em sala atividades 28 887 horas 545 horas 199 horas 143 horas Cálculo: No Colégio Técnico de Jaboticabal o total de horas de trabalho semanal dos 28 docentes é de 887, ou seja, a jornada semanal média é de 31,7 horas (887/28). Os docentes permanecem dentro de sala de aula 545 horas por semana, em média 19,5 horas (545/28). Os docentes tiveram 199 horas semanais dedicados às horas atividades e horas atividades específicas, média de 7,1 horas (199/28) e 143 horas livres, média de 5,1 horas. Resultado: a média da carga horária docente do colégio de Jaboticabal é de 26,6 horas semanais, das quais 19,5 horas em sala de aula e 7,1 de horas atividades. 34 Para o cálculo da carga horária semanal dos docentes em cada colégio foram utilizadas as informações enviadas pela direção de cada colégio a pedido da comissão. As informações acima devem ser analisadas considerando-se: 1. No cálculo não foram consideradas como horas aulas àquelas horas que o professor coordenador dedica a coordenação, que é aproximadamente metade da sua jornada de trabalho, ou seja, 20 horas semanais dedicadas à coordenação. Nos três colégios existem 15 coordenadores e se cada um dedica 20 horas semanais a coordenação totalizam 300 horas semanais nos três colégios. 2. No cálculo não foram consideradas como horas aulas àquelas horas que o professor dedica a direção e a vice-direção. O número de horas dedicadas à direção e vice-direção é variável de colégio para colégio. Em Bauru o diretor e o vice ministram aulas. Em Guaratinguetá o diretor ministra aulas e o vice não. Em Jaboticabal o vice-diretor ministra aulas e o diretor não. 3. No cálculo não foram consideradas como horas aulas àquelas horas não atribuídas a docentes. Em Jaboticabal seis docentes estão sem carga horária semanal de aulas. Tabela 24. Resumo da carga horária semanal média nos três colégios técnicos da Unesp segundo as informações das direções. Carga horária semanal Bauru Guará Jaboticabal EM SALA 16,5 h 15,9 h 19,5 h HORAS ATIVIDADES NI 7,4 h 7,1 h HORAS LIVRES NI 6,1 h 5,1 h NI – não informado 14.4 SOBRE A CARGA HORÁRIA MÉDIA DOS DOCENTES DO COLÉGIO TÉCNICO DE BAURU DE ACORDO COM A CARGA HORÁRIA TOTAL DE SEUS CURSOS. Tabela 25- Relação de cursos no Colégio Técnico de Bauru com carga horária total e a duração de cada curso, em junho/06. Habilitações Eletrônica e Ensino Médio (integral) Informática e Ensino Médio (integral) Mecânica noturno Informática noturno duração 3 anos 3 anos 3 anos 3 anos Carga horária total 2474 (Eletrônica) 2652 (Ensino médio) 2474 (informática) 2652 (Ensino médio) 2542 (mecânica) 2474 (informática) Total 5126 5126 2542 2474 35 Eletrônica noturno Total 3 anos 2474 (eletrônica) 2474 17742 Cálculo: Nas cinco habilitações e dois cursos de ensino médio o total de horas foi de 17.742. Esse total é ministrado em 3 anos (17742/3), sendo 5914 horas por ano. Este total de horas por ano é ministrado em 30 semanas (5914/30), sendo 197,2 horas por semana. Este total de horas por semana é ministrado por 45 docentes (197,2/45), sendo 4,4 horas docente semana em média. Resultado: a carga horária semanal média dos docentes do colégio de Bauru é de 4,4 horas. 14.5 SOBRE A CARGA HORÁRIA MÉDIA DOS DOCENTES DO COLÉGIO TÉCNICO DE GUARATINGUETÁ DE ACORDO COM A CARGA HORARIA TOTAL DE SEUS CURSOS. Tabela 26. Relação dos cursos no Colégio Técnico de Guaratinguetá com carga horária total e duração em anos, em junho de 2006. habilitações Mecânica e Ensino Médio integral Eletrônica e Ensino Médio (Integral) Informática Industrial e Ensino Médio (integral) Eletroeletrônica e Ensino Médio (integral) Total duração 4 anos 4 anos 4 anos 4 anos Carga horária total 4260 (Mecânica) 2400 (Ensino médio) 4300 (Eletrônica) 2400 (Ensino Médio) 4060 (informática) 2400 (Ensino médio) 3980 (Eletroeletrônica) 2400 (Ensino médio) total 6660 6700 6460 6380 26200 Cálculo: Nas quatro habilitações e quatro cursos de ensino médio o total de horas foi 26200. Esse total é ministrado em 4 anos (26200/4), sendo 6550 horas por ano. Este total de horas por ano é ministrado em 30 semanas (6550/30), sendo 218,2 horas por semana. Este total de horas por semana é ministrado por 45 docentes (218,2/45), sendo 4,8 horas docente semana em média. Resultado: a carga horária semanal media dos docentes do colégio de Guaratinguetá é de 4,8 horas. 14.6 SOBRE A CARGA HORÁRIA MÉDIA DOS DOCENTES DO COLÉGIO TÉCNICO DE JABOTICABAL DE ACORDO COM A CARGA HORARIA TOTAL DE SEUS CURSOS. 36 Tabela 27 - Relação de cursos no Colégio Técnico de Jaboticabal com carga horária total e duração em anos, em junho/06. Habilitação duração Carga horária total Total Agropecuária e Ensino 3,5 anos 4760 (Agropecuária) 7160 Médio (integral) 2400 (Ensino médio) Total 7160 Cálculo: Na habilitação em agropecuária e no curso de ensino médio o total de horas é de 7160. Esse total é ministrado em 3,5 anos (7160/3,5), sendo 2046 horas por ano. Este total de horas por ano é ministrado em 30 semanas (2046/30), sendo 68,2 horas por semana. Este total de horas por semana é ministrado por 28 docentes (68,2/28), sendo 2,43 horas docente semana em média. Resultado: a carga horária semanal média dos docentes do colégio de Jaboticabal é de 2,4 horas. Tabela 28.Resumo da carga horária semanal média nos três colégios técnicos da Unesp segundo a carga horária total dos cursos. CARGA HORARIA SEMANAL BAURU GUARA JABOTICABAL EM SALA 4,4 h 4,8 h 2,4 h HORAS ATIVIDADES NC NC NC HORAS LIVRES NC NC NC= não calculado Comentários - A jornada semanal de trabalho, ou carga horária do docente do colégio, é constituída de horas-aula, horas-atividade e horas-atividade específica. O tempo destinado a horas-atividade corresponde a 20% da jornada semanal de trabalho e o docente dele disporá em horário e local de sua livre escolha.O tempo destinado a horas-atividade específica corresponde a até 20% da jornada semanal de trabalho e o docente dele disporá no local de trabalho (artigo 20 da resolução 01/95). - As informações enviadas pelas direções dos Colégios Técnicos de Bauru e de Jaboticabal sobre a carga horária individual e semanal dos docentes estavam incompletas, o que impossibilitou realizar o cálculo. Optou-se, então, por realizar o cálculo da carga horária média dos docentes por colégio. Este cálculo foi feito mediante o uso de dois recursos. O primeiro foram as informações gerais 37 fornecidas pela direção de cada colégio e o segundo de acordo com a carga horária total dos cursos de cada colégio. - Segundo as informações da direção de cada colégio a carga horária semanal média dos 45 docentes do Colégio Técnico de Bauru é de 16,5 h. A carga horária semanal média dos 45 docentes do Colégio Técnico de Guaratinguetá é de 23,3 (15,9 horas em sala e 7,4 horas em horas atividades). A carga horária semanal média dos 28 docentes do Colégio Técnico de Jaboticabal é de 26,6 (19,5 horas em sala e 7,1 horas em horas atividades) - Segundo a carga horária total dos cursos ministrados por cada colégio a carga horária semanal média dos 45 docentes do Colégio Técnico de Bauru é de 4,4 horas. A carga horária semanal média dos 45 docentes do Colégio Técnico de Guaratinguetá é de 4,8 horas. A carga horária semanal média dos 28 docentes do Colégio Técnico de Jaboticabal é de 2,4 horas. As horas atividades não foram calculadas. 15. SOBRE O NÚMERO DE DISCIPLINAS MINISTRADAS POR DOCENTE Objetivo: informar o número de disciplinas ministradas pelos docentes em todos os cursos de cada colégio e nos três colégios. O número de disciplinas ministradas por docente nos colégios técnicos da Unesp está na tabela abaixo. Tabela 29.Número de disciplinas ministradas por docente nos colégios técnicos em 2006 segundo informações contidas nos planos de cursos. N°/disc/ 1 discipl 2 discipl 3 discipl 4 discipl 5 discipl Total/doc Tot/disc. Efetiv 10 9 6 5 1 31 71 Bauru/doc Temp. 4 6 2 12 22 total 14 15 8 5 1 43 93 Guaratinguetá/doc Efetiv Temp. total 16 12 28 4 7 11 7 7 6 6 1 2 3 34 21 55 74 36 110 Jaboticabal/doc Efetiv Temp total 7 9 17 9 2 11 1 17 11 28 28 13 41 38 Nota da comissão: Em Guaratinguetá o número de docentes aumentou de 46 para 55. Fonte consultada “Histórico do CTIG” Comentários -Os cinco cursos técnicos e um de ensino médio do Colégio Técnico de Bauru contem 93 disciplinas que são ministradas por 43 docentes. Destes 31 são efetivos e ministram 71 disciplinas. As 22 disciplinas restantes são ministradas por 12 docentes temporários. -Os quatro cursos técnicos e um de ensino médio do Colégio Técnico de Guaratinguetá contem 110 disciplinas que são ministradas por 55 docentes. Destes 34 são efetivos e ministram 74 disciplinas. As 36 disciplinas restantes são ministradas por 21 docentes temporários. -O curso técnico e o de ensino médio do Colégio Técnico de Jaboticabal contem 41 disciplinas que são ministradas por 28 docentes. Destes 17 são efetivos e ministram 28 disciplinas. As 13 disciplinas restantes são ministradas por 11 docentes temporários. 16. SOBRE O CUSTO POR ALUNO NO ANO DE 2006 Objetivo. Informar o custo por aluno no ano de 2006 em cada colégio técnico da Unesp. As informações sobre o custo por aluno em 2006 nos três colégios técnicos da estão na tabela abaixo. Tabela 30 Informações sobre o custo por aluno em 2006 nos três colégios técnicos da Unesp. Colégio % Total recebido Número de Custo médio colégio. por colégio R$ Alunos colégio por aluno R$ BAURU 36 5.187.450,65 915 5.669,34 GUARÁ 37,2 5.360.365,68 701 7.646,74 JABOTICABAL. 26,8 3.861.768,82 370 10.437,21 100 14.409.585,15 1986 7.255,58 -Os percentuais 36, 37,2 e 26,8 foram obtidos na tabela 3 da primeira parte deste relatório. Para obter estes percentuais utilizou-se a o total da remuneração paga aos três colégios e o total que cada colégio recebeu de remuneração para seus servidores em junho de 2006. 39 -O total de R$ 14. 409. 585,15 corresponde ao custo total dos três colégios em 2006 (despesas com pessoal, custeio e investimentos). Fonte: Prad -O numero de alunos refere-se aos alunos matriculados em 2006 nos cursos de ensino médio e profissionalizante. Fonte: Plano de curso de cada colégio. Comentários O custo médio por aluno nos três colégios técnicos da Unesp em 2006 foi R$ 7.255,58. O custo médio por aluno no colégio de Bauru foi de R$ 5.669,34, no colégio de Guaratinguetá foi R$ 7.646,74 e no colégio de Jaboticabal foi R$ 10.437,21. 17. SOBRE A AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DOS COLÉGIOS TÉCNICOS DA UNESP PELO ENEM 2006. Objetivos - Informar a classificação obtida pelos colégios privados e públicos na avaliação de feita pelo Exame Nacional de Ensino Médio (ENEM) em 2006. - Informar as notas obtidas pelos Colégios Técnicos da Unesp na avaliação de feita pelo Exame Nacional de Ensino Médio (ENEM) em 2006. Introdução O Enem registrou recorde de participação em 2006: cerca de 2,7 milhões de estudantes fizeram a prova, de um total de 3,7 milhões de inscritos. O percentual dos inscritos que efetivamente compareceram à prova foi o mais alto desde 1998, quando o exame foi implantado: 74,89% do total. A prova foi realizada no dia 27 de agosto do ano passado. "A participação dos concluintes no Enem, hoje, mesmo que voluntária, representa mais da metade de todos os matriculados no último ano do ensino médio", disse o presidente do Inep, Reynaldo Fernandes. "Isso torna o exame uma importante ferramenta de diagnóstico do sistema educacional. A transparência dessas informações é um direito da sociedade”. Fizeram o exame os alunos que concluíram o ensino médio no ano passado e também os egressos, ou seja, os que já haviam concluído o ensino médio em anos anteriores. A prova do Enem é um dos critérios que permitem a estudantes de baixa renda se inscrever no Programa Universidade para Todos (Prouni), que 40 concede bolsas de estudo integrais e parciais em instituições de ensino superior privadas. A nota mínima que deve ser alcançada no Enem para conseguir uma bolsa no Prouni este ano é 45 pontos. A média dos alunos egressos de escolas públicas foi inferior à dos que saíram de escolas particulares. Os de escola pública obtiveram média de 34,94 na prova objetiva e 51,23 na de redação. Os de escolas particulares obtiveram média de 50,57 na parte objetiva e 59,77 na redação. http://noticias.uol.com.br/educacao/especiais/enem.jhtm consultado em 25/3/07 Das 20 escolas do país com melhores notas no Enem, só três são públicas. Entre as 20 escolas do país com melhores classificações no Enem 2006, apenas três são públicas, segundo os dados divulgados pelo Inep. Elas são ligadas a universidades federais. Na lista encabeçada pela escola particular Instituto Dom Barreto, em Teresina (PI), são representantes do ensino público apenas o Colégio de Aplicação da UFV - Coluni (Universidade Federal de Viçosa), na 7ª colocação; o Colégio de Aplicação do CE da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), em 12º lugar, e a Universidade Federal Tecnológica do Paraná (antigo Cefet-PR), na 19ª colocação. Veja a lista das melhores colocadas, considerando a média final (de zero a cem) das provas objetiva e de redação: 1- Instituto Dom Barreto, Teresina (PI) - 74,17 2- Vértice, São Paulo (SP) - 74,12 3- Santo Agostinho, Rio de Janeiro (RJ) - 72,31 4- São Bento, Rio de Janeiro (RJ) - 72,00 5- Santo Agostinho (Barra da Tijuca), Rio de Janeiro (RJ) - 71,71 6- Bandeirantes, São Paulo (SP) - 70,84 7- Colégio de Aplicação da UFV - Coluni, Viçosa (MG) - 70,42 8- Helyos, Feira de Santana (BA) - 70,19 9- Bernoulli, Belo Horizonte (MG) - 70,16 10- Colégio WR, Goiânia (GO) - 70,12 11 - Escola Ipiranga, Petrópolis (RJ) - 69,88 12- Colégio de Aplicação do CE da UFPE, Recife (PE) - 69,85 13- Santo Inácio, Rio de Janeiro (RJ) - 69,83 14- Santo Antônio, Belo Horizonte (MG) - 69,79 15- Loyola, Belo Horizonte (MG) - 69,79 41 16- União, Três Corações (MG) - 69,72 17- Anchieta, Nova Friburgo (RJ) - 69,45 18- Juarez de Siqueira Wande, São José dos Campos (SP) - 69,33 19- Universidade Tecnológica do Paraná, Curitiba (PR) - 69,15 20- Colégio Equipe, Recife (PE) - 69,12 Veja agora as dez melhores classificadas somente entre as escolas públicas: 1- Colégio de Aplicação da UFV - Coluni, Viçosa (MG) - 70,42 2- Colégio de Aplicação do CE da UFPE, Recife (PE) - 69,85 3- Universidade Tecnológica Federal do PR, Curitiba (PR) - 69,15 4- Colégio Militar de Belo Horizonte (MG) - 68,69 5- Colégio Naval, Rio de Janeiro (RJ) - 68,28 6- Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, Rio de Janeiro (RJ) - 67,86 7- Colégio de Aplicação da UFRJ, Rio de Janeiro (RJ) - 67,52 8- EPCAR, Barbacena (MG) - 67,48 9- Instituto de Aplicação Fernando Silveira, Rio de Janeiro (RJ) - 66,98 10- ETE São Paulo, São Paulo (SP) - 66,86 Tirando as federais desse ranking, há nove escolas do Estado de São Paulo entre as dez primeiras: 1- Instituto de Aplicação Fernando Silveira/Uerj; Rio de Janeiro (RJ) 66,98 2- ETE São Paulo, São Paulo (SP) - 66,86 3- Colégio Técnico/Unicamp, Campinas (SP) - 65,98 4- ETE Getúlio Vargas, São Paulo (SP) - 63,92 5- ETE Armando Bayeux da Silva, Rio Claro (SP) - 63,81 6. Colégio Industrial de Guaratinguetá (SP) – ٭63,28 7- ETE Antônio P, Campinas (SP) - 62,35 8- ETE Martinho di Ciero, Itu (SP) - 62 9- ETE Lauro Gomes, São Bernardo do Campo (SP) - 61,45 10- ETE Presidente Vargas, Mogi das Cruzes (SP) - 61, 38 ٭inclusão na relação feita pela comissão Veja as escolas de SP com melhor desempenho no Enem 2006 O Inep divulgou as escolas cujos alunos tiveram as melhores notas no Enem 2006 em São Paulo. As dez primeiras colocadas são, todas, particulares. Pela ordem, considerando a média final (de zero a 100) das provas objetiva e de redação: 1234567- Vértice (São Paulo) - 74,12 Bandeirantes (São Paulo) - 70,84 Eng. Juarez de Siqueira Britto Wande (São José dos Campos) - 69,33 Agostiniano Mendel (São Paulo) - 68,69 Móbile (São Paulo) - 68,09 Anglo/Leonardo da Vinci (Osasco) - 67,96 Santa Cruz (São Paulo) - 67,96 42 8- Instituto Educacional Imaculada (Campinas) - 67,57 9- Etapa (São Paulo) - 67,21 10 Palmares (São Paulo) - 66,90 Tirando as particulares do ranking, as escolas técnicas estaduais lideram: 1- ETE de São Paulo - 66,86 2- Colégio Técnico de Campinas (Unicamp) - 65,98 3- Cefet de Cubatão - 64,81 4- Getúlio Vargas (São Paulo) - 63,92 5- Prof. Armando Bayeux da Silva (Rio Claro) - 63,81 6. Colégio Industrial de Guaratinguetá (SP) – ٭63,28 7- Conselheiro Antonio Prado (Campinas) - 62,35 8- ETE Martinho di Ciero, Itu (SP) - 62 9- ETE Lauro Gomes, São Bernardo do Campo (SP) - 61,45 10- ETE Presidente Vargas, Mogi das Cruzes (SP) - 61, 38 ٭inclusão na relação feita pela comissão As médias acima de 70 pontos na redação e na prova objetiva têm o desempenho entre bom e excelente. Aquelas com 40 a 70 de acertos são consideradas de regular a bom. Especial Enem: Das 20 escolas do país com melhores notas no Enem, só três são públicas e Veja as escolas de SP com melhor desempenho no Enem 2006 http://noticias.uol.com.br/educacao/especiais/ult1811u156.jhtm consultado em 25/3/07 No PI, a melhor do país oferece currículo amplo. O texto abaixo foi publicado pelo Jornal folha de São Paulo em 9/2/07, página C5. Autoras Yala Sena e Renata Baptista. Para alcançar o posto de melhor escola do país, segundo dados do Enem (Exame Nacional de Ensino Médio) 2006 o Instituto Dom Barreto, de Teresina (PI), apostou em diferenciais como incentivo à leitura, carga horária de sete horas e currículo abrangente, com disciplinas como xadrez, latim, filosofia, sociologia, hebraico e grego-biblico. 43 Com uma média geral de 74,14 no Enem - a maior do país - a escola tem 394 professores, sendo 68 com especialização, 54 com mestrado e nove com doutorado. O salário dos docentes vai de R$ 900 a R$ 4.000,00. O Dom Barreto é um colégio católico, mas não mais dirigido por freira. Foi criado há 63 anos pela congregação das Irmãs Missionárias de Jesus Crucificado. Possui uma das melhores estruturas físicas e pedagógicas do Estado. As turmas têm 35 alunos por sala e laboratórios específicos para cada disciplina. Na escola, além da “sala do futuro” (onde os alunos usam somente computadores) há videoteca, estúdio de gravação, brinquedoteca e uma biblioteca com 91.441 exemplares. A diretora geral da escola, Maria Stela Rangel, disse que a escola valoriza as relações familiares. “Fazemos questão de trazer os avós para fazerem leitura em sala de aula, contando histórias para seus netos e passando lições de vida”, disse. Privado, o Dom Barreto é considerado um colégio de elite para os padrões do Piauí. Os cerca de 2.300 alunos do ensino infantil ao médio, sua mensalidades variam de R$ 414 (infantil) a 498 (médio). Melhor entre as públicas O colégio de Aplicação da UFV (Universidade Federal de Viçosa, em Minas) que obteve a maior média entre as escolas públicas do país no Enem 2006, teve 60% dos alunos que ingressaram no ano passado oriundos de outras cidades. Segundo a diretora Eunice Bohmenberger, os alunos de fora são em sua maior parte de cidade da região, mas há estudante de outros Estados com Bahia e Mato Grosso. A escola possui 480 alunos. Cada turma tem 40 estudantes. Segundo Bohmenberger, a chave para o sucesso da escola é o empenho e a qualificação do corpo doente. Todos os professores, segundo ela, são concursados e trabalham em regime de dedicação exclusiva. Entre os 30 efetivos, oito possuem 44 doutorado, 11 tem mestrado e 11 são especialistas. A média salarial é de R$ 2.500 por mês. As pontuações dos colégios técnicos da Unesp estão na tabela abaixo. Tabela 31. Pontuações dos três colégios técnicos da Unesp no Enem 2006 Colégio Pontuação Colégio Técnico de Bauru 60,65 Colégio Técnico de Guaratinguetá 63,28 Colégio Técnico de Jaboticabal 50,96 Comentários - De acordo com a avaliação do Exame Nacional de Ensino Médio – Enem – de 2006 dentre os vinte primeiros colégios apenas três são públicos. A maior pontuação foi 74,17 do Instituto Dom Barreto, Teresina (PI). - No Estado de São Paulo, segundo o Enem 2006, excluindo as escolas particulares que tiveram notas de 74,12 a 66,90, as escolas técnicas estaduais lideram, cujas notas variaram de 66,86 a 61,38. - Dentre os Colégios Técnicos da Unesp a melhor classificação foi do Colégio Técnico de Guaratinguetá com 63,28 pontos seguido pelo Colégio Industrial de Bauru com 60,56. O Colégio Técnico de Jaboticabal obteve 50,96 pontos - O Colégio Técnico de Guaratinguetá com 63,28 pontos classificou-se em sexto lugar dentre as 10 melhores escolas técnicas estaduais. 18. RESUMO DE CADA ITEM SOBRE A SITUAÇÃO DOS TRÊS COLÉGIOS TÉCNICOS DA UNESP. SEGUNDA PARTE: ANÁLISE DOCUMENTAL DE OUTRAS FONTES E VISITAS AOS COLÉGIOS Para facilitar a leitura e compreensão desta parte do relatório a seguir tem o resumo de cada item da segunda parte do relatório. 45 1. CONTEXTUALIZAÇÃO DOS TRÊS COLÉGIOS A Unesp possui três colégios técnicos. No Campus de Bauru existe o Colégio Técnico Industrial “Isaac Portal Roldán”. No Campus de Guaratinguetá existe o Colégio Técnico Industrial e no Campus de Jaboticabal existe o Colégio Técnico Agrícola “José Bonifácio”. Os três possuem infra-estrutura suficiente para atender o objetivo de oferecer ensino público e gratuito de nível médio e técnico com qualidade e oferecem duas modalidades de ensino: o médio e técnico de nível médio. O ensino médio é oferecido nos três colégios. São dez os cursos de técnico de nível médio. São eles: Eletrônica, Informática, Eletrônica, Mecânica e Informática (Bauru), Mecânica, Eletrônica, Informática industrial e Eletroeletrônica (Guaratinguetá), Agropecuária (Jaboticabal). O ensino médio é integrado com os cursos de Eletrônica e Informática em Bauru; com os quatro cursos de Mecânica, Eletrônica, Informática industrial e Eletroeletrônica em Guaratinguetá e com o curso técnico em Agropecuária em Jaboticabal que funciona em regime de internato e em período integral. Os outros três cursos não integrados com o ensino médio - Eletrônica, Mecânica e Informática – são noturnos e do colégio de Bauru. No ano de 2006 foram oferecidas 390 vagas para os dez cursos técnicos. A concorrência média foi de 6,9 candidatos por vaga em Bauru e de 10 candidatos por vaga em Guaratinguetá. A seleção dos candidatos foi feita pelo vestibulinho da Vunesp. Em Jaboticabal a seleção foi feita por uma comissão interna. As matriculas são feitas para o ensino médio e o ensino técnico de forma independente. Em 2006 ocorreram 1986 matrículas sendo 915 matriculas em Bauru, 701 em Guaratinguetá e 370 em Jaboticabal. O número de funcionários técnico-administrativos é 39, sendo 13 em Bauru, 14 em Guaratinguetá e 12 em Jaboticabal. O número de docentes ativos é 118, sendo 45 em Bauru, 45 em Guaratinguetá e 28 em Jaboticabal. Eles têm jornadas de trabalho que variam de 6 a 45 horas. O salário médio dos 118 docentes ativos é R$ 3 919,7 sendo de R$ 4.090,72 para os 45 docentes de Bauru, de R$ 3.232,61 para os 45 docentes de Guaratinguetá e de R$ 4 812,04 para os 28 docentes de Jaboticabal. A proporção entre o total de professores ativos (118) e de alunos matriculados (1986) foi de 1: 16,8 nos três colégios. O custo médio do aluno matriculado foi de R$7.255,58 e o 46 custo total dos três colégios em 2006 foi de R$14.409.585,15. A avaliação do Enem em 2006 do Colégio Técnico de Bauru foi: 60,65, do Colégio Técnico de Guaratinguetá: 63,28 e do Colégio Técnico de Jaboticabal: 50,96 pontos. Segundo o Enem a pontuação varia de 0 a 100 e aqueles com 40 a 70 de acertos são considerados de regular a bom. 2. SOBRE A INFRAESTRUTURA DOS COLÉGIOS TÉCNICOS DA UNESP - Cada colégio técnico relacionou no plano de ensino a infra-estrutura própria.. - Durante as visitas aos colégios técnicos não houve solicitações sobre infraestrutura. - A comissão entende que a infra-estrutura dos colégios técnicos da Unesp é suficiente para seus propósitos 3. SOBRE O NÚMERO DE SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS NOS COLÉGIOS. - O número de funcionários nos três colégios técnicos é de 19 segundo a folha de pagamento e de 39 de acordo com as informações dos diretores de cada colégio. - O número de funcionários técnico administrativos, segundo as informações dos diretores é de 13 em Bauru, 14 em Guaratinguetá e 12 em Jaboticabal. - São cinco as funções nos colégios técnicos de Bauru e Guaratinguetá. No Colégio de Jaboticabal são 11. 4. SOBRE O ENSINO MÉDIO NOS COLÉGIOS TÉCNICOS - A estrutura curricular do ensino médio é composta de uma base comum e uma parte diversificada. A carga horária mínima de um curso de ensino médio é de 2400 horas, sendo 800 horas por ano e sua duração de três anos. - O ensino médio é tratado como um curso isolado dentro dos colégios e sendo três os colégios são três os cursos de ensino médio. Para freqüentar o ensino médio o candidato deve ser aprovado no vestibulinho para os cursos técnicos. 47 - Os colégios Técnicos de Bauru, Guaratinguetá e Jaboticabal possuem o ensino médio no período da tarde, com duração de três anos. A carga horária total do curso de ensino médio em Bauru é 2672 horas, em Guaratinguetá é 2400 horas e em Jaboticabal é 2400 horas. 5. SOBRE O ENSINO TÉCNICO PROFISSIONALIZANTE DE NÍVEL MÈDIO - O ensino médio técnico profissionalizante tem um mínimo para carga horária total que varia de 800 a 1200 horas para as diferentes habilitações. As modalidades de articulação entre o ensino médio e o ensino médio técnico profissionalizante são: integrada, concomitante e subseqüente de acordo com a resolução CEB Nº. 04/1999 sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico. - O número de cursos ou habilitações técnicas nos três colégios é de 10, sendo cinco em Bauru, quatro em Guaratinguetá e um em Jaboticabal. Destes 10 cursos técnicos sete são ministrados de forma concomitante com o ensino médio. Os outros três são noturnos, ministrados em Bauru e independentes do curso de ensino médio daquele colégio, sendo, portanto de concomitância externa ou seqüencial ou ambos. A concomitância externa significa que o aluno pode estar fazendo o ensino médio em outro horário e em outro local e a forma seqüencial que ele já cursou o ensino médio. 6. SOBRE HABILITAÇÕES OU CURSOS NOS TRÊS COLÉGIOS TÉCNICOS - Os três colégios técnicos da Unesp possuem 10 cursos ou habilitações técnicas de nível médio profissionalizante. O colégio de Bauru possui cinco, sendo dois em período integral (eletrônica e informática) e três noturnos (eletrônica mecânica e informática). O colégio de Guaratinguetá possui quatro em período integral: Mecânica, Eletrônica, Eletroeletrônica e Informática Industrial. O colégio de Jaboticabal possui um curso integral (agropecuária). - As cargas horárias das habilitações, excluindo a carga horária do ensino médio, variaram de 2474 horas (Informática noturno Bauru) a 4760 horas (agropecuária 48 integral em Jaboticabal). A duração dos cursos é de 3 anos em Bauru, 4 anos em Guaratinguetá e 3,5 anos em Jaboticabal. - O ensino médio é tratado como um curso isolado ou independente dentro dos colégios e sendo três os colégios são três os cursos de ensino médio. Naqueles cursos em que o aluno freqüenta de forma integral o ensino médio e o técnico destaca-se como a maior carga horária a de Jaboticabal com 7160 horas. Destas, 6680 horas são cursadas em três anos e 480 no último semestre na forma de estágio, totalizando 3,5 anos. Nos cursos noturnos de informática e eletrônica do Colégio Técnico de Bauru, com duração de três anos e carga horária de 2074 (+ 400 de estágio = 2474), o aluno freqüenta somente o ensino técnico de forma concomitante (faz o ensino médio em outro colégio) ou seqüencial (ensino médio concluído). 7. SOBRE O CORPO DISCENTE DO COLÉGIO DE BAURU. - No ano de 2006 o Colégio Técnico de Bauru ofereceu 180 vagas para os cursos técnicos profissionalizante de nível médio. Para os cursos de Mecânica, Eletrônica, Informática (noturnos) e eletrônica (integrado) foram 30 vagas cada e para o curso de informática (integrado) foram 60 vagas. - Os candidatos as 180 vagas foram selecionados mediante um exame denominado “vestibulinho” realizado pela Vunesp. A concorrência média foi de 6,9 candidatos por vaga. O curso de maior procura foi o de informática integrado com 10,2 candidatos por vaga. O curso com menor procura foi o de Eletrônica noturno com 3,2 candidatos por vaga. - O ensino médio e o ensino técnico profissionalizante de nível médio são cursos independentes, portanto o aluno faz duas matrículas e tem duas conclusões. O número de matrículas no colégio de Bauru em 2006 foi de 915 nas três séries. Destas, 324 no ensino médio e 591 nos cursos técnicos. 49 - O curso de mecânica diurno teve matrículas somente na terceira série. A ausência de matrículas na 1ª e 2ª séries ocorreu pela não seleção de candidatos nos dois últimos anos devido à falta de condições. 8. SOBRE O CORPO DISCENTE DO COLÉGIO DE GUARATINGUETÁ - No ano de 2006 o Colégio Técnico de Guaratinguetá ofereceu 120 vagas para os cursos técnicos profissionalizante de nível médio. Para os cursos de Mecânica, Eletrônica, Informática Industrial e Eletroeletrônica foram 30 vagas cada. - Os candidatos as 120 vagas foram selecionados mediante um exame denominado “vestibulinho” realizado pela Vunesp. A concorrência média foi de 10,07 candidatos/vaga. O curso de maior procura foi o de Mecânica com 11,2 candidatos/vaga. O curso com menor procura foi o de Eletroeletrônica com 7,9 candidatos/vaga. - O número de matrículas no Colégio de Guaratinguetá em 2006 foi de 701. Destas, 312 no ensino médio e 389 nos 4 cursos técnicos nas três séries. O ensino médio e o ensino técnico profissionalizante de nível médio são cursos integrados, porém independentes, onde o aluno faz duas matrículas. 9. SOBRE O CORPO DISCENTE DO COLÉGIO DE JABOTICABAL. - O Colégio Técnico de Jaboticabal oferece 60 vagas anuais para um curso técnico integral de nível médio em Agropecuária em regime de internato. - A seleção dos alunos ate 2006 era feita por uma comissão interna. A partir de 2007 será pela Vunesp. Não ha informações de concorrência candidatos/vaga para o ano de 2006. - O número de matrículas no Colégio de Jaboticabal em 2006 foi de 370. Destas, 185 no ensino médio e 185 nas três séries no curso técnico em agropecuária. O ensino médio e o ensino técnico profissionalizante de nível médio são cursos integrados, porém independentes, onde o aluno faz duas matrículas. 10. SOBRE O CORPO DISCENTE NOS TRÊS COLÉGIOS: RESUMO - Os três colégios oferecem vagas anualmente. Os colégios têm autonomia para decidir sobre o número de vagas a serem oferecidas ou não. 50 - As vagas oferecidas em 2006 nos três colégios foram 390, sendo 210 em Bauru, 120 em Guaratinguetá e 60 em Jaboticabal. - A seleção dos alunos para o ano de 2006 foi feita pela Vunesp para os colégios de Bauru e Guaratinguetá e por uma comissão interna em Jaboticabal. - As matrículas nos colégios são anuais e independentes. Os alunos que fazem o ensino médio e o técnico fazem duas matrículas: a do ensino médio e a do técnico. - Em 2006 as matrículas nas três séries do ensino médio foram: 324 em Bauru, 312 em Guaratinguetá e 180 em Jaboticabal. Nas três séries do ensino médio técnico foram: 591 em Bauru, 389 em Guaratinguetá e 180 em Jaboticabal. No Colégio Técnico de Jaboticabal os 180 alunos vivem em regime de internato. 11. SOBRE PROPORÇÃO PROFESSOR: ALUNO A proporção professor: alunos no Colégio Técnico de Bauru é de 1: 20,3; no Colégio de Guaratinguetá é de 1:15,6 e no Colégio de Jaboticabal é de 1:13, 2. 12. SOBRE A ESCOLARIDADE DOS DOCENTES DOS TRÊS COLÉGIOS TÉCNICOS DA UNESP O corpo docente ativo dos três colégios da Unesp, segundo informações de suas direções, é integrado por 19 docentes de nível técnico, 76 licenciados ou graduados, 09 com mais de um curso superior, 09 mestres e 4 doutores. 13. SOBRE AS JORNADAS DE TRABALHO DOCENTE - Na folha de pagamento todas as jornadas de trabalho docente aparecem na forma de 20, 30 e 40 horas conforme está na resolução Unesp 01/95. - Pelas informações dos diretores dos colégios existem outras jornadas de trabalho, variando desde 6 até 45 horas semanais. 14. SOBRE A CARGA HORÁRIA SEMANAL DO DOCENTE - A jornada semanal de trabalho, ou carga horária do docente do colégio, é constituída de horas-aula, horas-atividade e horas-atividade específica. O tempo destinado a horas-atividade corresponde a 20% da jornada semanal de trabalho e 51 o docente dele disporá em horário e local de sua livre escolha.O tempo destinado a horas-atividade específica corresponde a até 20% da jornada semanal de trabalho e o docente dele disporá no local de trabalho (artigo 20 da resolução 01/95). - As informações enviadas pelas direções dos Colégios Técnicos de Bauru e de Jaboticabal sobre a carga horária individual e semanal dos docentes estavam incompletas, o que impossibilitou realizar o cálculo. Optou-se, então, por realizar o cálculo da carga horária média dos docentes por colégio. Este cálculo foi feito mediante o uso de dois recursos. O primeiro foram as informações gerais fornecidas pela direção de cada colégio e o segundo de acordo com a carga horária total dos cursos de cada colégio. - Segundo as informações da direção de cada colégio a carga horária semanal média dos 45 docentes do Colégio Técnico de Bauru é de 16,5 h. A carga horária semanal média dos 45 docentes do Colégio Técnico de Guaratinguetá é de 23,3 (15,9 horas em sala e 7,4 horas em horas atividades). A carga horária semanal média dos 28 docentes do Colégio Técnico de Jaboticabal é de 26,6 (19,5 horas em sala e 7,1 horas em horas atividades) - Segundo a carga horária total dos cursos ministrados por cada colégio a carga horária semanal média dos 45 docentes do Colégio Técnico de Bauru é de 4,4 horas. A carga horária semanal média dos 45 docentes do Colégio Técnico de Guaratinguetá é de 4,8 horas. A carga horária semanal média dos 28 docentes do Colégio Técnico de Jaboticabal é de 2,4 horas. As horas atividades não foram calculadas. 15. SOBRE O NÚMERO DE DISCIPLINAS MINISTRADAS POR DOCENTE -Os cinco cursos técnicos e um de ensino médio do Colégio Técnico de Bauru contem 93 disciplinas que são ministradas por 43 docentes. Destes 31 são efetivos e ministram 71 disciplinas. As 22 disciplinas restantes são ministradas por 12 docentes temporários. 52 -Os quatro cursos técnicos e um de ensino médio do Colégio Técnico de Guaratinguetá contem 110 disciplinas que são ministradas por 55 docentes. Destes 34 são efetivos e ministram 74 disciplinas. As 36 disciplinas restantes são ministradas por 21 docentes temporários. -O curso técnico e o de ensino médio do Colégio Técnico de Jaboticabal contem 41 disciplinas que são ministradas por 28 docentes. Destes 17 são efetivos e ministram 28 disciplinas. As 13 disciplinas restantes são ministradas por 11 docentes temporários. 16. SOBRE O CUSTO MÉDIO POR ALUNO NO ANO DE 2006 O custo médio por aluno nos três colégios técnicos da Unesp em 2006 foi R$ 7.255,58. O custo médio por aluno no colégio de Bauru foi de R$ 5.669,34, no colégio de Guaratinguetá foi R$ 7646,74 e no colégio de Jaboticabal foi R$ 10.437,21. 17. SOBRE A AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DOS COLÉGIOS TÉCNICOS DA UNESP PELO ENEM 2006. - De acordo com a classificação do Exame Nacional de Ensino Médio – Enem – de 2006 dentre os vinte primeiros colégios apenas três são públicos. A maior pontuação foi 74,17 do Instituto Dom Barreto, Teresina (PI). - No Estado de São Paulo, segundo o Enem 2006, excluindo as escolas particulares que tiveram notas de 74,12 a 66,90, as escolas técnicas estaduais lideram, cujas notas variaram de 66,86 a 61,38. - Dentre os Colégios Técnicos da Unesp a melhor classificação foi do Colégio Técnico de Guaratinguetá com 63,28 pontos seguido pelo colégio industrial de Bauru com 60,56. O Colégio Técnico de Jaboticabal obteve 50,96 pontos - O Colégio Técnico de Guaratinguetá com 63,28 pontos classificou-se em sexto lugar dentre as 10 melhores escolas técnicas estaduais.