Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
PANORAMA DA INDÚSTRIA
BRASILEIRA DE CIMENTO E SUAS
AÇÕES EM DIREÇÃO DA
SUSTENTABILIDADE
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CIMENTO PORTLAND
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Distribuição das fábricas de cimento no Brasil (2012)
14 grupos industriais
81 fábricas
– 51unidades completas
– 30 moagens
Capacidade nominal: 78 Mt /ano
Produção 2011
64,2milhões
Toneladas
Fonte: SNIC
Fábricas integradas
Moagens
Curitiba, 19 de outubro de 2012
Fonte: SNIC 2011
2
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Os 14 grupos industriais de cimento em 2012
Curitiba, 19 de outubro de 2012
3
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Distribuição das fábricas por grupo em 2012
Grupos Industriais
Fábricas
1 Votorantim
24
2 João Santos
11
3 Lafarge
9
4 Cimpor
8
5 Intercement
7
6 Holcim
5
7 Itambé
1
8 Ciplan
1
9 Outros
15
Total
81
Fonte: SNIC, 2011
Curitiba, 19 de outubro de 2012
4
Informações
Capa
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Evolução do produção de cimento nos últimos 40 anos
M tons
60
50
40
Década de estagnação
30
20
10
0
1970
1975
1980
1985
1990
1995
2000
2005
2010 2011
Fonte: SNIC, 2012
Curitiba, 19 de outubro de 2012
5
Capa
Informações
Programação
Participantes
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Panorama mundial
10 Maiores produtores mundiais em 2010 (milhões t/ano)
1851
Produção (Mt)
País
China
56,1%
207,9
66,5
63,8
61,0
59,1
53,8
52,1 50,7
50,1
China
1.851,0
India
207,9
Turquía
66,5
Estados Unidos
63,8
Irã
61,0
Brasil
59,1
Japão
53,8
Coreia do Sul
52,1
Rússia
50,7
Vietnã
50,1
Produção
mundial
1
2
3
4
5
6
7
8
9
Produção de
cimento
3.300,0
10
Fonte: CEMBUREAU
Curitiba, 19 de outubro de 2012
6
Capa
Informações
Programação
Participantes
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Panorama mundial
Apesar de grande consumidor
mundial de cimento
o consumo per capita é baixo ...
PAÍSES
MÉDIA MUNDIAL
CHINA
ÍNDIA
ESTADOS UNIDOS
JAPÃO
CORÉIA DO SUL
ESPANHA
ITÁLIA
RÚSSIA
BRASIL
MÉXICO
IRÃ
TURQUIA
PORTUGAL
CONSUMO
(kg/habitante)
447
1.218
160
230
347
994
630
599
310
271
338
656
567
580
CONSUMO PER CAPITA
(kg/habitante)
2009
1.400
1.200
1.000
800
600
400
200
0
Fonte: SNIC/CEMBUREAU
Curitiba, 19 de outubro de 2012
7
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Consumo regional de cimento em 2010
Consumo per capita
(kg/hab/ano)
NORTE
NORDESTE
CENTROCENTROOESTE
Norte
Nordeste
Centro-Oeste
Sudeste
Sul
263
228
401
341
356
Brasil
310
10%
CO
20%
SUDESTE
NE
SE
N
S
SUL
Fonte: SNIC, 2009
46%
7%
17%
Curitiba, 19 de outubro de 2012
8
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Despacho de cimento em 2010 por tipo de consumidor
Source:SNIC, 2011
Curitiba, 19 de outubro de 2012
9
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Dados Preliminares para 2012
Vendas internas de cimento
2010
60,0 M toneladas
2011
63,5 M t (+7,3%)
Janeiro/Março 2011
19,1 M toneladas
Janeiro/Março 2012
21,6 M t (+13%)
Fonte: SNIC
Curitiba, 19 de outubro de 2012
10
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Previsão de aumento da capacidade de produção (até 2016)
O aumento da demanda de cimento em resposta aos
programas governamentais em habitação e infraestrutura
levou a indústria de cimento a novos investimentos em seu
parque industrial
Capacidade de produção de cimento*
Capacidade Instalada - 2007
Expansão 2007-2010
Expansão realizada - 2011
Capacidade Instalada - Julho 2011
Projetos** até 2016
Total estimado em 2016
Fonte: SNIC, 2011
1.000 ton/ano
63.000
6.000
9.000
78.000
33.000
111.000
(*) Dado estimado
(**)Estimativas baseadas em matérias divulgadas pela imprensa
Curitiba, 19 de outubro de 2012
11
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Evolução tecnológica na fabricação do cimento Portland
1824
Patente do Cimento Portland
Joseph Aspdin
CALCÁRIO + ARGILA
(Calcinados)
Mesmo princípio básico
Ilha de Portland,
Sul da Inglaterra
Pedra artificial
Patente
evolução tecnológica
Curitiba, 19 de outubro de 2012
12
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Evolução tecnológica na fabricação do cimento no Brasil
Sistema via úmida para sistema via seca
Preaquecedores e precalcinadores
Coprocessamento
Cimento com adições
Aditivos de moagem
Moinhos e separadores de alta eficiência
Automatização dos controles
Análises “on line” (tempo real)
Fonte:BEN, 2010
Curitiba, 19 de outubro de 2012
13
Informações
Capa
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Evolução Tecnológica na Fabricação do Cimento no Brasil
Resultado: cimentos com excelente desempenho
Os cimentos brasileiros ultrapassam expressivamente
as exigências mínimas das normas técnicas
1 dia
Cimento
3 dias
7 dias
28 dias
Norma
Média
Norma
Média
Norma
Média
Norma
Média
CP II-E-32
-
9,3
10,0
22,0
20,0
29,8
32,0
40,8
CP II-F-32
-
14,3
10,0
24,9
20,0
30,7
32,0
38,5
CP III-32
-
5,2
10,0
15,9
20,0
25,7
32,0
42,7
CP III-40
-
8,5
12,0
22,1
23,0
33,5
40,0
51,4
CP IV-32
-
12,0
10,0
21,2
20,0
27,2
32,0
38,8
CP V-ARI
14,0
25,1
24,0
35,5
34,0
41,8
-
49,8
CP V-ARI-RS
11,0
20,7
24,0
34,2
34,0
41,8
-
49,8
Fonte: Controle do Selo de Qualidade ABCP
Curitiba, 19 de outubro de 2012
14
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Versatilidade do concreto
Cimento contribui para a versatilidade do concreto
Moldável
Fundação Iberê Camargo, 2008 POA
Curitiba, 19 de outubro de 2012
Masp,1968 SP
15
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Versatilidade do Concreto
Cimento contribui para a versatilidade do concreto
Excelente resistência e durabilidade
Panteão,século II DC
Coliseu,72 DC
Curitiba, 19 de outubro de 2012
16
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Versatilidade do Concreto
Matérias-primas abundantes
Jazidas para 600 anos
Distribuição de calcário no Brasil
Curitiba, 19 de outubro de 2012
17
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Versatilidade do Concreto
Baixo custo
1 kg de concreto= R$0,10
Curitiba, 19 de outubro de 2012
1Litro = R$1,50
18
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Cimento e concreto andam juntos
Consumo mundial em 2009
Cimento
3.060 milhões de toneladas
Concreto
24.400 milhões de toneladas
Consumo brasileiro em 2010
Cimento
60 milhões de toneladas
Concreto
460 milhões de toneladas
190 milhões de m3 de concreto
38.000.000
caminhões
betoneiras de 5 m3
65.000 prédios
20 andares
400m2
Curitiba, 19 de outubro de 2012
19
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
O concreto está presente no desenvolvimento do País
Estradas
Edifícios
Praças
Centros de Lazer
Corredores urbanos
Hospitais
Ferrovias
Pontes / Viadutos
Shoppings / Hotéis
Portos
Saneamento
Escolas
Aeroportos
Curitiba, 19 de outubro de 2012
Casas populares
Creches
Barragens
Favelas
Estádios
Presídios
20
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Todas essas atividades da cadeia
produtiva geram impactos
ambientais…
ambientais
…
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Apesar do concreto apresentar um
perfil mais favorável que a maioria
dos materiais de construção…
construção…
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Emissão dos materiais de construção
Material de Construção
Madeira
CO2,
kg/t
CO,
kg/t
SO2,
kg/t
NOX,
kg/t
CH,
kg/t
Dust,
kg/t
124
1,2
—
—
0,1
0,5
Concreto
147
—
0,2
0,6
—
0,1
Vidro
2100
—
2,7
9,3
—
1,6
Plástico
6000
—
5,0
5,0
—
1,0
Metais
3000
—
3,0
5,0
—
0,5
Fonte: PENTTALA,ACI Materials Journal, set-out 1997
Curitiba, 19 de outubro de 2012
23
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Consumo de energia dos materiais de construção
Material de construção
Consumo de energia GJ/t
Alumínio
270
Aço
30
Vidro
20
Cimento
5
Concreto armado
2,5
Madeira
2
Cerâmica
2
Concreto
1,4
Agregados
0,25
Fonte: PENTTALA,ACI Materials Journal, set-out 1997
Curitiba, 19 de outubro de 2012
24
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
O consumo de concreto pela
humanidade é expressivo…
expressivo…
Alimentos
Cimento
Concreto
Água
0
1000
2000
3000
4000
Consumo anual em kg por habitante
Fonte: Agopyan & John,2011
5000
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Grande desafio da indústria mundial do cimento
Mitigação das emissões dos gases de efeito estufa
A indústria somente terá um futuro sustentável se a taxa
de inovações tornar-se maior que a taxa de restrições.
Na Europa o número de
regulamentos ambientais
cresceu de 19 em 1990
para 635 em 2010
Fonte: Chandelle, 2011
Curitiba, 19 de outubro de 2012
26
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
As medidas de mitigação das
emissões na indústria do cimento
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
A emissão de CO2 na fabricação do cimento
Emissão de CO2 é característica do processo
de fabricação do cimento
Descarbonatação da matéria-prima (60%)
Queima dos combustíveis (40%)
Curitiba, 19 de outubro de 2012
28
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
A Iniciativa de Sustentabilidade do Cimento (WBCSD – CSI)
6 grupos no Brasil são membros do CSI, representando
mais de 70% da produção nacional , com suas próprias
metas específicas de redução para os próximos anos.
Curitiba, 19 de outubro de 2012
29
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Como mitigar as emissões de CO2?
Eficiência Energética
WBCSD- CSI
Combustíveis alternativos
Adições ao cimento
Captura e armazenamento de carbono
Curitiba, 19 de outubro de 2012
30
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Eficiência Energética: evolução tecnológica na fabricação
do cimento no Brasil
Sistema via úmida para sistema
via seca (99%)
Preaquecedores e Precalcinadores
(2730 MJ/t de cimento )
Maçaricos ecológicos
Queimadores desenvolvidos para
coque de petróleo e resíduos
Moinhos e Separadores de alta
eficiência (107 kWh/t)
Fonte: BEN, 2009
Curitiba, 19 de outubro de 2012
31
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Eficiência Energética: evolução tecnológica na fabricação
do cimento no Brasil
Consumo de energia por tonelada de clinquer, incluindo
combustíveis alternativos
Fonte: FICEM
Curitiba, 19 de outubro de 2012
32
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Eficiência Energética: evolução tecnológica na fabricação
do cimento no Brasil
Consumo especifico de energia TÉRMICA
Fonte: SNIC
Curitiba, 19 de outubro de 2012
33
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Eficiência Energética: evolução tecnológica na fabricação
do cimento no Brasil
Consumo especifico de energia ELÉTRICA
Fonte: SNIC
Curitiba, 19 de outubro de 2012
34
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Eficiência Energética: evolução tecnológica na fabricação
do cimento no Brasil
Devido ao estado de excelência alcançado o Brasil apresenta baixo potencial
de redução de consumo energético
Fonte: IEA analysis - IEA – International Energy Agency – “Energy Technology Transitions for Industry” (2009)
Curitiba, 19 de outubro de 2012
35
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Como mitigar as emissões de CO2?
Eficiência Energética
Combustíveis alternativos
Adições ao cimento
Captura e armazenamento de carbono
Curitiba, 19 de outubro de 2012
36
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Combustíveis Alternativos: evolução tecnológica através
do coprocessamento
Conceito de coprocessamento:
– Tecnologia de destinação final de resíduos em fornos de cimento
que não gera novos resíduos e contribui para a preservação de
recursos naturais, por substituir matérias primas e combustíveis
tradicionais no processo de fabricação do cimento
Queimar e destruir resíduos, aproveitando energia
Operação
combinada
Produzir clínquer de qualidade
Curitiba, 19 de outubro de 2012
37
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Combustíveis Alternativos: evolução tecnológica através
do coprocessamento
Plantas licenciadas = 37
Resíduos coprocessados = 870.000 t/ano
ANO BASE
2010
– 183.500 t de pneus usados
Capacidade de Coprocessamento = 2,5 M t/ano
Evolução do Coprocessamento (t)
Fonte: ABCP - 2011
Curitiba, 19 de outubro de 2012
38
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Coprocessamento nos fornos de cimento de resíduos de
outros setores industriais
Pneus inservíveis
Plásticos
Borras ácidas
Lixo urbano tratado
Resíduos industriais
Tintas usadas
Curitiba, 19 de outubro de 2012
39
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Estrutura do consumo de energia na indústria do cimento
no Brasil
ESTRUTURA DO CONSUMO NO SETOR DE CIMENTO (%)
100%
OUTRAS *
CARVÃO VEGETAL
80%
ELETRICIDADE
COQUE DE
PETRÓLEO
60%
ÓLEO
COMBUSTÍVEL
40%
20%
CARVÃO MINERAL
2009
2006
2003
2000
1997
1994
1991
1988
1985
1982
1979
1976
1973
1970
0%
* Biomassa e resíduos.
Fonte: BEN, 2010
Curitiba, 19 de outubro de 2012
40
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Combustíveis Alternativos
Segundo o WBCSD – CSI, no estudo “Getting the Numbers Right” (GNR):
“Brazil is the leader in the use of biomass as substitute fuel, with 12% of
total thermal energy generated. Adding 9% fossil waste, Brazil also
replaces more than one fifth of fossil fuels with alternative fuels”.
Curitiba, 19 de outubro de 2012
41
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Como mitigar as emissões de CO2?
Eficiência Energética
Combustíveis alternativos
Adições ao cimento
Captura e armazenamento de carbono
Curitiba, 19 de outubro de 2012
42
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Cimentos com adições
No Brasil, os cimentos Portland comum são produzidos
desde 1926 e os cimentos com adições começaram a ser
produzidos a partir de 1952
– Cimento portland comum (desde 1926)
• CP I-S ⇒ 1 - 5% adições
– Cimento com escória (desde 1952)
• CP III ⇒ 35 - 70% escória
– Cimento Portland pozolânico (desde 1969)
• CP IV ⇒ 15 - 50% pozolanas
´
– Cimento composto (desde 1991)
• CP II-E ⇒ 6 - 34% escória
• CP II-Z ⇒ 6 - 14% pozolanas
• CP II-F ⇒ 6 - 10% calcário
Curitiba, 19 de outubro de 2012
43
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Vantagens dos cimentos com adições
Preservação de jazidas
Economia de combustíveis
Aproveitamento de resíduos industriais
Melhoria da durabilidade do concreto
Diminuição das emissões específicas
escória
Cinza de
casca de arroz
Cinza volante
Curitiba, 19 de outubro de 2012
44
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Produção de cimento por tipo ( 2010)
Cimento Portland Comum (CPI) ................................. 0,2%
Cimento Portland Composto (CP II) ………………… 66,5%
Cimento Portland de Alto-Forno (CP III) …………… 14,4%
Cimento Portland Pozolânico (CP IV) ………………. 11,6%
Cimento de Alta Resistência Inicial (CP V-ARI) ……. 7,3%
Cimento Portland Branco (CPB) …………………...…... 0 %
Fonte : SNIC,2011
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45
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Informações
Participantes
Títulos
Programação
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Adições ao cimento
Adições de escória de alto forno e cinzas volantes nos
vários tipos de cimento é uma das melhores
alternativas para redução das emissões
Índice: 1990 = 100
400
Adições
350
Redução de emissões
(2010):
18 Mt CO2
300
352
Cimento
Clinquer
250
229
200
194
150
100
1990
1995
2000
2005
2010
Indicador: 1990 = 100
Fonte: SNIC
Fonte: SNIC
Curitiba, 19 de outubro de 2012
46
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Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
Resultados
Capa
Informações
Participantes
Programação
Títulos
Interceran
Dia 17
Dia 18
Dia 19
2º Inventário Nacional de Gases de Efeito Estufa
O 2° Inventário Nacional de GEE divulgado em 2010, com
abrangência de 1990 a 2005
Indústria do cimento
2,2%
16,5%
16,1%
Emissão média
mundial 5%
1,4%
1,0%
1,7%
Uso do Solo e
Queimadas
Trat. de Resíduos
Energia
Processos Industriais
Emissão média
brasileira 1,4%
Agropecuária
57,7%
21,9%
Brasil (2005): 2,2 Bi toneladas de CO2
Fonte: MCT
Curitiba, 19 de outubro de 2012
48
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Emissões de CO2 do cimento (CSI) - Período 1990- 2008
Emissões de CO2 por tonelada de cimento (kg/t)
Fonte: CSI
Curitiba, 19 de outubro de 2012
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Potencial de redução de CO2
O Brasil tem o menor potencial redução de emissão de CO2 em comparação com outros
países produtores de cimento, com base nas melhores tecnologias disponíveis (BAT)
Fonte: IEA – International Energy Agency/2009
Curitiba, 19 de outubro de 2012
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Considerações finais
A indústria de cimento no Brasil apresenta baixa taxa de emissão
específica de CO2 quando comparada à média mundial.
Ações continuadas da indústria do cimento
– Garantir o fornecimento de cimento para as obras de
infraestrutura necessárias ao desenvolvimento do País
– Manter os cimentos com menores taxas de emissão específica
de CO2 e com qualidade
– Aumentar progressivamente a substituição de combustível
fóssil por combustível alternativo, incluindo biomassa.
– Estímular à produção de cimento sustentável (uso de adição e
de clínquer coprocessado)
– Estar aberta às inovações tecnológicas
Curitiba, 19 de outubro de 2012
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Obrigado!!
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Marcelo Pecchio