Projeto Político-Pedagógico do Curso de
JORNALISMO com ênfase em
MULTIMÍDIA
2011
Administração Acadêmica
Núcleo Acadêmico - Graduação
Santos, outubro de 2009
Credenciamento: Decreto Presidencial de 3 de dezembro de 1997
 Av. Rangel Pestana, 99 – Vila Mathias
Santos/SP – CEP 11013-551
 (13) 3228-2100 – Fax (13) 3228-2416
[email protected]
 www.unimonte.br
3
Curso: Jornalismo – ênfase em Multimídia
Modalidade do Curso: Bacharelado
Modalidade de Ensino: Presencial
Coordenador: Profa. Chrystianne Leite Pimentel.
Ato e data de criação do curso: Decreto Federal s/no. De 09/05/1995
- Portaria Ministerial 4.567 de 28/12/2005
Nº da Portaria de Reconhecimento:
Data de publicação no Diário Oficial da União:
- 29/12/2005
Parecer (número e data):
-
Duração do curso: sete semestres.
Prazo máximo para integralização do currículo: 13 Semestres
Carga horária: Currículo B03B-N: 3.000 horas/aula: 2840 horas curriculares e 160 horas de atividades
complementares(Nivelamento de Português e Matemática)
Regime: semestral
Nº de vagas por semestre: 60
Turno: noite
Local de funcionamento: campus Vila Mathias
Endereço: Avenida Rangel Pestana, 99, bairro Vila Mathias, Santos/SP.
Contatos: Telefone:
CEP 11013-551
(13) 3228-2100 ramal 2102 e 3228-2233
Fax:
E-mail:
[email protected]
Home page do curso:
www.unimonte.br/curso/graduacao/jornalismo-multimidia
Home page da Instituição:
www.unimonte.br
4
SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO............................................................................................................................
06
1. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA..............................................................................
08
1.1. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA........................................................................................................
08
Coordenação do Curso....................................................................................................................
08
Colegiado do Curso..........................................................................................................................
08
1.2. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO - ASPECTOS GERAIS..................................................................
09
Contexto Educacional.......................................................................................................................
09
Justificativa.......................................................................................................................................
11
Objetivos...........................................................................................................................................
11
1.3. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO - FORMAÇÃO.............................................................................
12
Perfil do Egresso.............................................................................................................................
12
Competências e Habilidades...........................................................................................................
13
Organização Curricular....................................................................................................................
14
Conteúdos Curriculares...................................................................................................................
18
Critérios de Avaliação......................................................................................................................
35
1.4. ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS À FORMAÇÃO..................................................................
38
Trabalho Interdisciplinar Dirigido (TIDIR).........................................................................................
38
Programa de Assistência Social (PAS)............................................................................................
39
Estágio..............................................................................................................................................
41
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)..........................................................................................
42
Monitoria...........................................................................................................................................
42
Atividades Complementares de Graduação.....................................................................................
43
Pesquisa e Extensão........................................................................................................................
44
1.5. AVALIAÇÃO..................................................................................................................................
46
Avaliação (interna e externa)............................................................................................................
46
Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE)...........................................................
48
2. CORPOS DOCENTE, DISCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO..........................................
48
2.1. CORPO DOCENTE: PERFIL.............................................................................................................
48
Implementação das Políticas de Capacitação no Âmbito do Curso................................................
49
Publicações e Produções................................................................................................................
49
Critérios de Admissão......................................................................................................................
49
Plano de Carreira.............................................................................................................................
50
Política de Capacitação Docente.....................................................................................................
50
5
2.2. ATENÇÃO AOS DISCENTES............................................................................................................
51
Atendimento ao Aluno......................................................................................................................
51
Apoio Pedagógico............................................................................................................................
51
Centro de Desenvolvimento Profissional CEDESP...........................................................................................................................................
51
Registro de Controle Acadêmico......................................................................................................
51
Tipos de Bolsas e Financiamento....................................................................................................
52
3. INFRAESTRUTURA E INSTALAÇÕES......................................................................................
52
3.1. Instalações Gerais...................................................................................................................
52
Espaço Físico...................................................................................................................................
52
Equipamentos...................................................................................................................................
59
Serviços............................................................................................................................................
60
3.2. Biblioteca..................................................................................................................................
60
Acervo - política de aquisição, expansão e atualização...................................................................
Armazenagem e acesso ao acervo................................................................................................
61
Informatização..................................................................................................................................
61
62
Serviços............................................................................................................................................
62
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS................................................................................................
64
6
APRESENTAÇÃO
Este documento apresenta o projeto pedagógico do curso superior de Jornalismo - com ênfase
em Multimídia elaborado com base na Lei de Diretrizes e Bases nº 9394/1996, nas Diretrizes
Curriculares Nacionais e demais normas emanadas pelo Ministério da Educação - MEC. Seu
conteúdo tem por objetivo propor a formação de profissionais que compreendam a sociedade onde
estão inseridos, de modo que possam dialogar e interagir com ela por meio dos mais diversos
processos de comunicação.
O presente Projeto foi pensado e discutido com o entendimento de que o profissional que se
exige para os dias atuais deverá atuar de forma polivalente e multidisciplinar, atendendo,
principalmente, as demandas constantes de uma sociedade de múltiplas linguagens.
Espera-se que o profissional de jornalismo tenha a capacidade de analisar criticamente as
mídias em suas especificidades, funções e responsabilidades, resgatando o papel da reflexão; seja
responsável pela criação e produção de conteúdos e linguagens considerando as tendências e
convergências midiáticas; transite pelas diversas redes de transmissão de informação e
conhecimento com uma visão abrangente, trabalhando como mediador na relação entre velocidade
tecnológica e reais necessidades sociais, culturais, econômicas e políticas do mundo que o cerca,
usando a técnica como ferramenta a serviço do pensamento; atue na profissão com sensibilidade,
apuro estético, criatividade, responsabilidade social, ética e respeito às diversidades; seja capaz de
agir de forma proativa e empreendedora, tendo a preocupação de se manter atualizado perante os
avanços tecnológicos e às transformações da sociedade.
O acelerado processo de popularização das tecnologias digitais de informação e comunicação
permitiu, nos últimos anos, um grande aumento no volume e na velocidade de circulação de dados
em escala global. A crescente facilidade de operação das ferramentas digitais permite que mais e
mais pessoas postem suas informações na rede, acelerando a adoção de um modelo comunicacional
no qual todos se comunicam com todos, muitas vezes sem a mediação de um profissional graduado
em Comunicação. Diante dessa realidade, torna-se cada vez mais necessária a presença de
profissionais qualificados para não apenas produzir e editar conteúdos jornalísticos, mas,
especialmente, para mediar a veiculação desses para públicos gerais ou segmentados, minimizando
os impactos da saturação informacional que já atinge a sociedade.
Outra característica importante alavancada pelas redes digitais é a aproximação entre
linguagens e suportes antes trabalhados isoladamente pelos profissionais e empresas de
comunicação. O fato de a comunicação digital ser essencialmente multimídia, isto é, suportar
informações de texto, áudio, imagem, vídeo etc., exige que os profissionais adotem constantemente
novas estratégias de produção e veiculação das informações jornalísticas. Neste contexto, o
7
profissional de comunicação deve preparar-se para compreender a dinâmica dos meios, explorando
as especificidades de cada um e, eventualmente, tratando o material jornalísti co para o conjunto de
diferentes mídias disponíveis para circulação das informações. No contexto da convergência, o
jornalista deixa de ser apenas um produtor de informações, tornando-se muitas vezes um estrategista
dos processos comunicacionais.
Tendo em vista todas essas considerações, o curso de jornalismo com ênfase em Multimídia foi
pensado para formar jornalistas capazes de compreender a complexidade do atual momento histórico
e, ao mesmo tempo, atuar tecnicamente com as ferramentas e práticas alinhadas às novas
tendências da profissão. No projeto pedagógico do curso de Jornalismo, a linguagem multimídia, a
convergência, a formação generalista e a visão crítica dos processos comunicacionais na sociedade
se integram numa proposta que articula teoria e prática, gerando uma formação baseada no
desenvolvimento das competências que possibilitem a aquisição, produção e socialização do
conhecimento.
8
1
ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
1.1
ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
A organização acadêmica e o funcionamento dos órgãos colegiados estão descritos e
regulamentados na forma de seu Estatuto e no Regimento Geral do UNIMONTE, disponíveis na
intranet da Instituição para consulta de toda comunidade acadêmica e consta ainda nos seguintes
documentos:

Projetos Pedagógicos dos Cursos;

Projeto Pedagógico Institucional (PPI);

Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI).
COORDENAÇÃO DO CURSO
De acordo com o Art. 52 do Estatuto do UNIMONTE, os coordenadores de curso são
designados pelo Reitor, ouvidos o Pró-Reitor e Diretor da Faculdade ou Instituto. As atribuições dos
coordenadores de curso estão definidas no Regimento do UNIMONTE.
A coordenação do curso de Jornalismo do UNIMONTE está sob a responsabilidade da
professora e jornalista Chrystianne Leite Pimentel. A coordenadora é formada em Comunicação
Social – habilitação Jornalismo, pela Fundação Universidade do Amazonas, e possui especialização
em Comunicação com o Mercado (lato sensu), pela ESPM - Escola Superior de Propaganda e
Marketing-SP.
Chrystianne Leite Pimentel foi assessora de imprensa e gerente de Comunicação da Emamtur órgão oficial de Turismo do Estado do Amazonas, apresentadora de tv na afiliada da Rede Globo de
Manaus- AM, repórter da afiliada da Rede Globo de São Luis-MA e repórter da filial da Rede Record,
em Santos-SP. Atualmente, ministra aulas nas disciplinas de telejornalismo e trabalha como redatora,
revisora e repórter free-lance.
COLEGIADO DO CURSO
Conforme o Estatuto do UNIMONTE, Art. 34, o Colegiado do Curso é um órgão consultivo, em
matéria de natureza administrativa e disciplinar, e deliberativo, em matéria de natureza didáticocientífica, responsável pela gestão do curso. É constituído pelos seguintes membros efetivos:
I-
o coordenador do curso, seu presidente;
II-
4 (quatro) representantes dos professores do curso e respectivos suplentes, eleitos pelos seus
pares para um mandato de 1 (um) ano, permitida reconduções;
9
III-
1 (um) representante do corpo discente do curso, eleito pelos representantes de turma/classe
para um mandato de 1 (um) ano, admitida a renovação da indicação do mesmo nome por mais
um ano, desde que esteja regularmente matriculado no respectivo curso.
As atribuições do Colegiado de Curso são aquelas constantes no Regimento do UNIMONTE,
Art. 38. Responsável pela gestão do curso, trabalha articulado com os órgãos colegiados superiores
(CONSUN e CEPE), fazendo cumprir as decisões ou submetendo à aprovação desses órgãos as
eventuais sugestões de alteração administrativa, disciplinar e didático-científica, não previstas em
Regimento, Estatutos e demais Planos Institucionais.
1.2
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO - ASPECTOS GERAIS
CONTEXTO EDUCACIONAL: EXTERNO E INTERNO
O curso de Jornalismo Multimídia do Centro Universitário Unimonte é ministrado em Santos,
principal cidade da região metropolitana da baixada santista, considerada a terceira maior região do
Estado de São Paulo em termos demográficos. Em mais de dois milhões e 400 mil metros quadrados
de área (1% da superfície do Estado) vivem, segundo dados de 2007 do Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística - IBGE, um milhão e seiscentas mil pessoas, número que duplica nas
temporadas de férias.
A região, composta por nove municípios plenamente interligados por rodovias, abriga o maior
complexo portuário da América do Sul, sendo responsável por 40% da movimentação nacional de
contêineres; e o maior parque industrial do país, com dezenas de fábricas de pequeno e médio porte
e 24 indústrias de grande porte, entre elas, Usiminas, Ultrafértil e Petrobras. Além da refinaria
instalada em Cubatão, a estatal brasileira conta com uma unidade de negócios em Santos para
gerenciar a exploração e produção da Bacia de Santos, onde recentemente foi descoberta a camada
de pré-sal.
No litoral paulista, as perspectivas de ampliação dos negócios relacionados à exploração do
petróleo e gás natural vão impactar diretamente a demanda por vários serviços. São esperados
investimentos no setor portuário, industrial, turístico, imobiliário e de serviços públicos e privados.
Uma análise realizada pela Cespeg (Comissão Especial de Petróleo e Gás Natural do Estado de São
Paulo) mostra que o litoral paulista tem vocação para atrair negócios do setor aeroporturário,
instalações industriais, estaleiros de pequeno porte, base de apoio marítimo, escritórios e centros de
comando de empresas e ainda ampliar o setor imobiliário privado para atender as demandas por
habitação e construção de plantas industriais. Só a Petrobras planeja investir na Bacia de Santos 40
bilhões de dólares até 2013.
As atividades industriais, portuárias e as ligadas ao comércio e serviços da região hoje
respondem pela geração de um Produto Interno Bruto de 21, 9 bilhões de reais (IBGE/2005), o que
10
representa 3% do PIB do Estado de São Paulo, mas a expectativa é que esses números cresçam nos
próximos anos.
Tomando por base este contexto, é de se esperar que as demandas por profissionais da área
de Comunicação, especialmente jornalistas, sigam as tendências de crescimento da região,
sobretudo nos segmentos da Comunicação Empresarial, Assessoria de Imprensa e Internet. Hoje a
baixada santista conta com faculdades de jornalismo em cinco instituições universitárias privadas:
Unimonte, Unisantos, Unisanta, Unip e Unaerp.
JUSTIFICATIVA
O mercado de trabalho para o jornalista é extremamente concorrido nos grandes meios de
Comunicação (jornais diários, revistas de circulação nacional, redes nacionais de televisão, etc.), mas
as oportunidades de emprego estão se ampliando nos departamentos de comunicação das empresas
de médio e grande porte do setor privado e terceiro setor, nas assessorias de imprensa e políticas,
nas TVs e rádios comunitárias e, sobretudo, na Internet. A cada dia surgem novos sites de notícias,
portais especializados, webtvs e iptvs. Mesmo empresas que não são da área de comunicação têm
ampliado o uso da internet e necessitado de profissionais da área de jornalismo para gerenciar
informações de blogs corporativos, redes sociais e outras ferramentas virtuais. Com a implantação
gradativa da televisão digital e a ampliação dos recursos dos aparelhos celulares e outras mídias
portáteis, espera-se também uma maior procura por profissionais capazes de produzir conteúdos
informativos diferenciados e segmentados. Outro campo promissor é o dos projetos culturais. Com o
apoio de leis de incentivo governamentais, sejam elas federais, estaduais ou municipais, é possível
produzir livros-reportagem, documentários em vídeo e videorreportagens de forma independente.
O curso de Jornalismo Multimídia do Unimonte foi concebido para atender principalmente à
demanda da região da Baixada Santista, mas também tem formado profissionais para atuar em
outras cidades do Estado, sobretudo a capital paulista, situada a menos de uma hora de Santos.
Na região da baixada, o egresso encontra mercado em portais de comunicação; jornais
online; jornais impressos diários, semanais, quinzenais e mensais; nos veículos impressos dirigidos,
como jornais de bairro e de entidades classistas; em assessorias de imprensa, de comunicação e de
eventos; em houses, agências publicitárias e produtoras de Web; em agências de notícias; em
empresas com websites e blogs institucionais; em agências de fotografia; em departamentos de
comunicação de empresas privadas, governamentais e do terceiros setor; e nas televisões e rádios
regionais, só para citar alguns campos de trabalho.
Entre os veículos de comunicação existentes nas nove cidades que compõem a região
metropolitana da baixada santista podemos destacar:
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Internet - Portais: A Tribuna Digital, Cyber Cook, Cyber Diet, Vila Mulher, Portal de Cubatão.
Boletim on line: Jornal da Orla. Webjornal: Acontece Digital.
Televisão - TV Tribuna (Globo), TV Brasil (SBT), TV Record Litoral (Record), TV Educativa
Santa Cecília – Rede Brasil (TVE RJ), VTV (Rede TV) e as TVs A cabo: TV Com Santos, TV Primeira
de São Vicente, TV Pólo de Cubatão, TV Costa Norte de Bertioga e TV Litoral de Peruíbe.
Rádio: Rádio Tribuna (AM-FM), Rádio Cultura (AM-FM), Rádio Hits (FM), Rede Aleluia (FM),
Rádio Guarujá (AM-FM), 98- Rádio Rock (FM), Rádio Jovem Pan (FM), Rádio Litoral (FM), Rádio
Atlântica (AM), Rádio Anchieta (AM), Rádio Eldorado (AM), Rádio Bandeirantes (FM), Litoral (FM),
Rádio Cacique (AM), CBN (AM), Mix (FM), Kiss (FM), Saudade (FM), Santa Cecília (FM), Tupi Bertioga (FM) , Boa Nova – Praia Grande (FM).
Jornal - Diários: A Tribuna, Expresso Popular e Diário do Litoral. Semanais: Jornal Oficial,
Jornal Boqueirão News, Jornal da Orla, São Vicente Jornal, Estância do Guarujá e Gazeta do
Guarujá. Bi - semanais: Jornal Vicentino e Gazeta de Praia Grande. Quinzenais: Jornal Local e
Gazeta Metropolitana.
Ao aliar os conteúdos teóricos que fundamentam as relações comunicativas de qualquer
espécie à prática constantemente revigorada pelos avanços da tecnologia, o Curso de Jornalismo da
Unimonte tornou-se um referencial para a formação de novas consciências preparadas para enfrentar
um mercado de trabalho sempre em desenvolvimento e renovação.
OBJETIVOS
. GERAL
Formar profissionais e cidadãos aptos a atuar, através das técnicas e processos do Jornalismo, num
contexto social e tecnológico em constante transformação.
. ESPECÍFICOS
Formar profissionais preparados para operar os diferentes suportes tecnológicos através dos quais
são realizadas as práticas jornalísticas, compreendendo as especificidades e a convergência entre
eles.
Oferecer uma formação que equilibre a formação geral esperada de uma comunidade social com as
novas tendências do jornalismo, especialmente as possibilidades abertas pelas mídias digitais.
12
Despertar nos alunos uma visão crítica sobre a realidade social, econômica e cultural na qual eles se
inserem, assim como sobre o papel da comunicação social e do jornalismo nesse contexto.
Usar os instrumentos e práticas do jornalismo para aproximar a relação dos alunos com a
comunidade externa, destacando o papel de agente transformador dos profissionais da área.
Incentivar o trabalho colaborativo entre os alunos, através de trabalhos interdisciplinares e práticas
integradas, simulando situações típicas do ambiente de trabalho e do convívio social.
1.3
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO - FORMAÇÃO
PERFIL DO EGRESSO
A proposta do Curso de Comunicação Social da UNIMONTE e, mais especificamente, do curso de
Jornalismo com ênfase em Jornalismo Multimídia, guia-se pela formação de profissionais que
entendam a área como um campo social importante da contemporaneidade e espaço privilegiado
para discussão e transformação da sociedade.
Levando em conta sua inserção no campo da Comunicação, tradicionalmente amplo e interdisciplinar,
o egresso precisa compreender o contexto sociocultural e profissional em que está inserido. Em um
panorama de mudanças aceleradas, a flexibilidade do profissional precisa estar amparada pela visão
ética e crítica do cidadão, que se apoia em valores socialmente responsáveis para elaborar e planejar
sua inserção por meio da comunicação.
A estruturação do curso privilegia a concepção de que a graduação deve aliar teoria e prática,
levando a uma formação acadêmico-profissional que dê conta das práticas culturais, do domínio das
tecnologias de informação e das mediações das diversas formas simbólicas presentes na sociedade.
Essa concepção torna-se ainda mais relevante em momentos como o atual, em que mudanças
tecnológicas provocam e são provocadas por alterações nas relações sociais.
Nesse sentido, o curso de Jornalismo com ênfase em Jornalismo Multimídia cuida para que o aluno
tenha uma visão ampla e crítica do ambiente social em que está inserido e da profissão, preparandoo para atuar com discernimento ético e moral diante dos desafios a que será submetido. Ao pensar a
prática do Jornalismo, o aluno deverá estar sempre pronto a reorganizar conceitos e utilizá-los da
forma mais criativa possível, incluindo aí as ações que, cada vez mais, dependem da mediação de
tecnologias sempre em evolução. Busca-se, ainda, a conscientização dos futuros profissionais quanto
à responsabilidade social e ao papel político do jornalista, que promove a mediação simbólica e a
troca de sentidos entre os diversos grupos sociais, muitas vezes antagônicos, por meio de espaços
como o rádio e a televisão, em suas versões tradicionais e digitais, o jornal e a revista, as assessorias
de comunicação/imprensa, a Internet, em suas mais amplas possibilidades, e outros espaços, sejam
eles digitais ou não.
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Diante da realidade atual do mercado do Estado de São Paulo, e das realidades brasileira e mundial,
o curso de Jornalismo do UNIMONTE tem ainda como compromisso dar aos seus alunos formação
que os permita atuar de forma empreendedora diante de eventuais situações de dificuldade de
acesso ao mercado já consolidado do Jornalismo e das crescentes possibilidades do mercado digital.
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
Tendo em vista o perfil pretendido, a formação do profissional de jornalismo deve abranger uma
consistente base teórica, articulada à investigação das práticas jornalísticas, com ênfase nos
conhecimentos específicos de cada campo de atuação.
Espera-se que o egresso seja capaz de:
a) Conhecer e compreender as necessidades sociais, econômicas, políticas e culturais do
mundo no qual está inserido.
b) Agir de forma proativa e empreendedora.
c) Exercer a profissão com ética, responsabilidade social e respeito às diversidades.
d) Entender o processo de comunicação em tempos de convergência midiática e interatividade,
estando apto a gerenciar informações e outros processos de comunicação gerados neste
novo cenário.
e) Ler e interpretar textos de conteúdo geral, especializado e científico, assimilando criticamente
conceitos, teorias e técnicas, sejam elas relacionadas ou não à área da Comunicação.
f)
Expor com clareza e desenvoltura suas ideias, seja por meio da fala, escrita ou formas nãoverbais de comunicação, estando apto a fazer conexões, correlações, análises e proposições
críticas e contextualizadas.
g) Buscar o permanente crescimento pessoal e profissional, mantendo-se atualizado quanto aos
avanços tecnológicos, às transformações da sociedade, às inovações técnicas e às
mudanças na legislação da área.
h) Avaliar cenários e tomar decisões com rapidez e segurança.
i)
Dominar as linguagens jornalísticas usadas nos mais diversos meios de comunicação e em
todas as etapas dos processos jornalísticos (apuração, produção, entrevista, narração,
apresentação, redação, edição, finalização).
j)
Identificar o que é notícia e onde e como ela deve ser divulgada.
k) Investigar e apurar os fatos com empenho e técnica, tendo como foco a busca da verdade, o
interesse público e a respeito ao receptor da notícia.
l)
Identificar e cultivar fontes de qualquer natureza, estabelecendo com elas um relacionamento
de respeito, confiança e ética.
m) Elaborar pautas e produzir coberturas jornalísticas.
n) Elaborar questões e conduzir entrevistas para os meios digitais, eletrônicos e impressos.
14
o) Elaborar e editar textos nos mais diferentes gêneros jornalísticos com isenção, precisão,
correção, técnica, criatividade e na velocidade necessária para atender aos meios de
comunicação, sejam eles impressos, eletrônicos ou virtuais.
p) Dominar os conceitos e as técnicas básicas de fotografia e fotojornalismo.
q) Planejar visualmente produtos jornalísticos impressos, digitais e audiovisuais.
r)
Conhecer os conceitos básicos de diagramação, design, infografia, produção gráfica e
videografismo.
s) Compreender o que é Comunicação Integrada.
t)
Conhecer as técnicas de Assessoria de Imprensa
u) Conhecer os princípios da Comunicação Organizacional, estando apto a gerenciar crises e a
promover institucionalmente empresas públicas, privadas e do Terceiro Setor.
v) Avaliar, propor, elaborar e executar projetos empresariais, culturais e sociais de interesse
jornalístico.
w) Elaborar projetos de pesquisa em Comunicação.
x) Trabalhar em equipe, tanto com profissionais da área do jornalismo como de outros
segmentos.
y) Entender, sistematizar e organizar os processos de produção jornalísticos.
z)
Experimentar novas linguagens e técnicas, refletir sobre as práticas da profissão e produzir
novos conhecimentos para a área.
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR: Eixos de formação / Temas e subtemas de formação
A proposta curricular estabelecida no Projeto Político-Pedagógico Institucional do Centro
Universitário - UNIMONTE se sustenta em dois pilares: o trabalho coletivo dos coordenadores, do
corpo docente e dos alunos, e o conceito de aprendizagem significativa, de Ausubel e colaboradores.
Esses dois pilares têm como interface a interdisciplinaridade. De fato, somente uma elaboração
coletiva pode garantir a efetivação dos processos de atualização das intenções expressas no
currículo, também no sentido de colocar em ação, e promover uma aprendizagem pautada pela coconstrução e apropriação crítica do conhecimento, ampliada pela necessidade de uma formação que
garanta ao egresso inserção não só no mercado de trabalho, mas também na vida em sociedade. È
neste âmbito que o ensino pode e deve contribuir para desenvolver as potencialidades e aumentar as
possibilidades de o aluno transformar o que aprende em comportamentos socialmente significativos.
O conceito de aprendizagem significativa, ancorado principalmente na contextualização do
conhecimento e na atribuição de sentidos a ele, volta-se para a articulação da teoria com a prática por
meio da pesquisa (Programa de Iniciação Científica, Programa de Iniciação Tecnológica, TCC,
monografias, etc.) e da extensão; para a integração dos conhecimentos por meio da
interdisciplinaridade; para a construção de uma relação de sentidos entre o conhecimento e a
realidade dos alunos,
A FIG. 1, abaixo , traduz o conceito de aprendizagem significativa e mostra
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como a interdisciplinaridade, representada pela Faixa de Moëbius – sinal grego de infinito (), se
sobrepõe e permeia as cinco dimensões da aprendizagem significativa, sinalizando a interatividade, a
simultaneidade e a recursividade de todas elas. A Faixa de Moëbius indica uma sequência sem
direção (não-linearidade), sem início nem fim, sem exterior nem interior, sem frente nem verso e
simboliza a ausência de hierarquia e a descentralização das cinco dimensões e o movimento
integrador dos conhecimentos (EVANGELISTA, 2003). Esse movimento pode ser interpretado como
interdisciplinaridade.
FIG.1: Cartografias da Aprendizagem Significativa (EVANGELISTA, 2003)
Materializando a concepção de Currículo expressa no Projeto Político Pedagógico Institucional
(PPPI), a Matriz Curricular do Curso de Jornalismo do Centro Universitário UNIMONTE, organizada
por ciclos modulares de aprendizagem., fundamenta-se na abordagem de conhecimento em que se
reconhece a importância de todos os componentes curriculares, no sentido de dinamizar o ensino,
trazer significado à aprendizagem, integrar conhecimentos e atribuir uma visão prática à formação
profissional do aluno. A organização curricular por ciclos modulares está, portanto, fundamentada em
uma visão interdisciplinar, transversal e transdisciplinar da educação e dos conteúdos necessários à
formação acadêmica, dispostos a partir das competências e habilidades exigidas para a formação de
profissionais éticos, sensíveis, críticos, multidisciplinares, criativos e empreendedores
Desse perfil de egresso desejado é que se depreendem os eixos de formação que organizam
a matriz curricular do curso, assim estabelecidos: um eixo de formação geral ou transversal e 4
eixos de formação específica, em torno dos quais se estabelece um conjunto de atividades e saberes
que fundamentam a formação do bacharel em Comunicação, com habilitação em Jornalismo e ênfase
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em Multimídia, proporcionando a necessária articulação entre ensino, pesquisa e extensão. No curso
de Jornalismo, tendo em vista o perfil do egresso, os eixos de formação estão assim definidos:
O eixo de formação geral ou transversal permeia as atividades acadêmicas, sejam as
realizadas em sala de aula ou fora dela. De caráter mais amplo, é gerador das linhas de pesquisa
(iniciação científica) e das atividades de extensão do curso. Já os eixos de formação específica são a
base de organização dos ciclos e deles derivam os temas interdisciplinares e os subtemas dos
módulos no interior de cada ciclo, conforme demonstrado no gráfico:
EIXO DE FORMAÇÃO TRANSVERSAL
Formação crítico-reflexiva, multidisciplinar e multimídia sobre temas sociais, políticos e culturais
para a prática do jornalismo responsável, inclusivo, ético, técnico e criativo
NIVEL 1 – COMUNICAÇÃO, SOCIEDADE E CULTURA
Módulo: Comunicação, Linguagem e
Módulo: Comunicação e Sociedade
Cultura
DISCIPLINAS
DISCIPLINAS
NIVEL 2 – Fundamentos do Jornalismo Multimídia
Módulo: Fundamentos Técnicos do
Jornalismo Multimídia
Módulo: Fundamentos do Jornalismo Multimídia
DISCIPLINAS
DISCIPLINAS
NIVEL 3 – Prática Multimídia de Jornalismo
Módulo: Produção Jornalística
Multimídia
Módulo: Reportagem Multimídia
DISCIPLINAS
DISCIPLINAS
NIVEL 4 – PROJETOS EXPERIMENTAIS
Módulo: Projetos Experimentais
DISCIPLINAS
Os ciclos modulares, como se pode observar no gráfico, são os elementos básicos de
articulação e de progressão do processo educativo, constituindo um fluxo contínuo, dentro de um
mesmo ciclo e entre diferentes ciclos. Articulados e integrados pelo eixo de formação geral, os ciclos
configuram unidades pedagógicas autônomas, que dão conta de seu eixo de formação específico, ao
17
qual estão ligados os módulos (cada um dos quais com a duração de um semestre letivo), formados
por componentes curriculares que se reúnem em torno de um tema (decorrente do eixo específico)
que lhes confere certa identidade/unidade.
Organizados progressivamente, os ciclos são o parâmetro utilizado para se definirem o avanço
das aprendizagens dos alunos, os impedimentos e as possibilidades de trânsito nos módulos que os
constituem. Os módulos que compõem cada ciclo não são sequenciais, isto é, o aluno pode cursar
qualquer um dos módulos no ciclo vigente, desde que esteja em oferta. Concluídos os módulos do
primeiro ciclo, o aluno poderá matricular-se no módulo do ciclo seguinte, e assim sucessivamente,
desde que não tenha dependência em mais de duas disciplinas no conjunto de módulos do ciclo
anterior, sendo esse o parâmetro que define o grau de flexibilidade da matriz curricular.
M ATRIZ CURRICULAR
Ciclo modular
Módulo
Disciplinas / Conteúdos
1º
1º Módulo
Filosofia
40
1º
1º Módulo
Língua Portuguesa
80
1º
1º Módulo
Trabalho Interdisciplinar Dirigido I
80
1º
1º Módulo
Processos e Técnicas de Jornalismo
80
1º
1º Módulo
Sociedade e Cultura
40
1º
1º Módulo
Teorias da Comunicação
80
Total de Horas / Aula no 1º ciclo modular, 1º módulo
CH Total
400
1º
2º Módulo
Fotografia
40
1º
2º Módulo
Antropologia
40
1º
2º Módulo
Leitura e Produção de Textos
80
1º
2º Módulo
Trabalho Interdisciplinar Dirigido II
80
1º
2º Módulo
Expressão Corporal
40
1º
2º Módulo
Novas Mídias
80
1º
2º Módulo
Metodologia
40
Total de Horas / Aula no 1º ciclo modular, 2º módulo
400
2º
3º Módulo
História e Política Contemporâneas
80
2º
3º Módulo
Semiótica
40
2º
3º Módulo
Trabalho Interdisciplinar Dirigido III
80
2º
3º Módulo
Análise Crítica da Mídia
80
2º
3º Módulo
Ética e Legislação
40
2º
3º Módulo
Fotojornalismo
80
Total de Horas / Aula no 2º ciclo modular, 3º módulo
400
18
2º
4º Módulo
Trabalho Interdisciplinar Dirigido IV
80
2º
4º Módulo
Infografia
80
2º
4º Módulo
Redação em Jornalismo
80
2º
4º Módulo
Técnicas de Produção Jornalística
80
2º
4º Módulo
Teorias do Jornalismo
80
Total de Horas / Aula no 2º ciclo modular, 4º módulo
400
3º
5º Módulo
Produção Gráfica
80
3º
5º Módulo
Trabalho Interdisciplinar Dirigido V
80
3º
5º Módulo
Produção e Edição Audiovisual
80
3º
5º Módulo
Reportagem Impressa
80
3º
5º Módulo
Reportagem Multimídia
80
Total de Horas / Aula no 3º ciclo modular, 5º módulo
400
3º
6º Módulo
Comunicação Organizacional
80
3º
6º Módulo
Produção e Edição Multimídia
80
3º
6º Módulo
Reportagem em Rádio
80
3º
6º Módulo
Reportagem em TV
80
3º
6º Módulo
Trabalho Interdisciplinar Dirigido VI
80
Total de Horas / Aula no 3º ciclo modular, 6º módulo
400
4º
7º Módulo
Projeto Experimental
240
4º
7º Módulo
Tendências do Jornalismo Multimídia
80
4º
7º Módulo
Observatório de Ética
40
4º
7º Módulo
Seminários Avançados
80
Total de Horas / Aula no 4º ciclo modular, 7º módulo
440
CONTEÚDOS CURRICULARES - EMENTAS DAS DISCIPLINAS
As ementas das disciplinas que são desdobradas por cada professor, compõem-se da seguinte
forma:
Ciclo 1 – Comunicação, Sociedade e Cultura
Módulo 1 – Comunicação e Sociedade
Carga Horária: 400 h/a
19
Filosofia
As bases do pensamento filosófico. Filosofia como busca do fundamento e do sentido. Ética e
política como eixos centrais do pensamento crítico sobre a comunicação e a sociedade
contemporâneas.
Bibliografia básica
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: Introdução à Filosofia.
2ª ed. ver. e atualizada. São Paulo: Moderna, 1999.395p - Acervo 66518
CHAUÍ, Marilena de Sousa; OKURA, Jorge (Editor). Convite à Filosofia. 13ª ed. São Paulo: Ática,
2005. 424 p. ISBN 850808935X - Acervo 56426
MORRA, Gianfranco. Filosofia para todos. 3 ed. São Paulo: Paulus, 2004. [4] p. (Filosofia ) ISBN
8534916942- Acervo 61348
Bibliografia complementar
CHAUÍ, Marilena de Sousa. Introdução à história da filosofia: dos pré-socráticos a Aristoteles. 2. ed..
São Paulo: Companhia da Letras, 2002. 539 p. ISBN 8535901701- Acervo 61321
COTRIM, G. Fundamentos da Filosofia: História e Grandes Temas.15ª ed. São Paulo: Saraiva, 2002.
336 p. Acervo 68108
PLATÃO; SOUZA, José Cavalcante de; PALEIKAT, Jorge, COSTA, João Cruz (Org.) Diálogos: o
banquete – fédon; sofista – político. 2 ed. São Paulo: Abril Cultura, 1979. 261 p. Acervo:22601
Língua Portuguesa
Leitura e produção de textos em Língua Portuguesa. Os conceitos de linguagem, língua, fala e
discurso. Características da linguagem: aspectos discursivos e linguísticos. Variação lingüística
e letramento. Fundamentos de textualidade: texto e hipertexto, coerência, coesão e
intertextualidade. Gêneros textuais e o processo de argumentação.
Bibliografia básica
FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristóvão. Oficina de texto. 2ª ed. Petrópolis: Vozes, 2003.
Acervo: 46813
MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane; ABREU-TARDELLI, Lília Santos. Resumo. São
20
Paulo: Parábola, 2004. Acervo: 61359
MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane; ABREU-TARDELLI, Lília Santos. Resenha. São
Paulo: Parábola, 2004. 61359
Bibliografia complementar
BAGNO, Marcos; STUBBS, Michael; GAGNÉ, Gilles. Língua materna: letramento, variação e
ensino. São Paulo: Parábola, 2002. Acervo: 55916
FARACO & MOURA. Para gostar de escrever. 13ª ed. São Paulo: Ática, 2002. Acervo: 18246
SOUZA, Luiz Marques de; CARVALHO, Sérgio Waldeck de. Compreensão e produção de
textos. 14 ed. Petrópolis: Vozes, 2010. 173 p. ISBN 9788532614902 - Acervo 67925
Processos e Técnicas de Jornalismo
Introdução ao estudo do Jornalismo: história, natureza e características básicas. Introdução à prática
e às técnicas jornalísticas: notícia, lead, apuração, pauta. Perspectivas profissionais em
Jornalismo.Produção do Jornal-laboratório Foca Virtual.
Bibliografia básica
ERBOLATO, Mário. Técnicas de codificação em jornalismo: redação, captação e edição no jornal
diário. . 5ª ed. São Paulo: Ed. Ática, 2006.256 p. (Série fundamentos ; 66) ISBN 8508037996 –
Acervo 68142
NOBLAT, Ricardo. A arte de fazer um jornal diário. 3ª ed. São Paulo: Ed. Contexto, 2003. 174p.
(Coleção comunicação) ISBN 8572442111 – Acervo 45582
Florianópolis: Ed. Insular, 2004. JORGE, Taïs de Mendonça. Manual do foca: guia de sobrevivência
para jornalistas. São Paulo: Contexto, 2008 234, [2] p. ISBN 9788572444088 - Acervo 64660
Bibliografia complementar
KOTSCHO, Ricardo. A prática da reportagem. 3. ed. São Paulo: Ática, 1995. 80 p. (Fundamentos ;
16) ISBN 8508015054 - Acervo 37133
LAGE, Nilson. Linguagem jornalística. 8ª ed. São Paulo: Ática, 2006. 94 p. (Série princípios; 37)
ISBN 9788508102273 – Acervo 68129
BARCELLOS, Caco. Rota 66: a história da polícia que mata. 9. ed. Rio de Janeiro: Record, 2008.
21
350 p. ISBN 9788501065261 – Acervo: 62792
Sociedade e Cultura
Estudo das relações existentes entre a sociedade e a cultura, considerando a globalização, a pósmodernidade e a importância da diversidade cultural. Estudo dos meios de comunicação e seu papel
na construção da identidade e subjetividade humanas.
Bibliografia básica
COSTA, Cristina. Sociologia: introdução á ciência da sociedade. 2ª ed.São Paulo: Moderna, 1998,
416 p. ISBN 8516048101 - Acervo 62270
SOARES, Ismar. Sociedade da informação ou da comunicação? São Paulo: Cidade Nova, 1996. 80
p. (Pensar mundo unido ) ISBN 8571120854 – Acervo 46766
MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. 8ª ed. São Paulo:
Cortez/unesco, 2003. 118 p. ISBN 852490741X – Acervo 51142
Bibliografia complementar
SOUSA, Mauro Wilton de. Novas linguagens. São Paulo: Salesiana, 2003. 72 p. (Viva voz) ISBN
8587997289 - Acervo 67700
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: introdução à filosofia.
2.ed. ver. e atualizada. São Paulo: Moderna, 1999. 395 p. ISBN 8516008266 - Acervo 66518
SANTOS, José Luiz dos; PEREIRA, Carlos Alberto Messeder; FEIJO, Martin Cezar. (O que é
cultura), (O que é contracultura), (O que é política cultural). São Paulo: Círculo do Livro, 1994. 166 p.
(Coleção Primeiros passos 14) - Acervo 62113
Teoria da Comunicação
Abordar os aspectos históricos do surgimento do estudo da comunicação e as correntes teóricas da
comunicação, a indústria cultural e o desenvolvimento do senso estético e crítico do homem
contemporâneo na identificação da construção do discurso a que está sujeito.
Bibliografia básica
MATTELART, Armand; ROUANET, Luiz Paulo (Tradutor). História das teorias da comunicação. 5.
22
ed. São Paulo: Loyola, 2002. 220 p. ISBN 8515017709 - Acervo 43394
WOLF, Mauro. Teorias da Comunicação. Lisboa: Editorial Presença, 2009. 271 p. (Textos de apoio)
ISBN 9789722314404 – Acervo 67214
DE FLEUR, Melvin; VELHO, Octávio Alves. (Tradutor).Teorias da comunicação de massa. 5. ed. Rio
de Janeiro: Jorge Zahar, 1993. 397 p. ISBN 8571102023 – Acervo 32134
Bibliografia complementar
PIGNATARI, Décio. Informação, Linguagem, Comunicação. 12 ed. São Paulo: Cultrix, 1999. 122 p –
Acervo 35554
MCLUHAN, Marshall. Os meios de comunicação como extensão do homem. 1ª. ed. São Paulo:
Cultrix, 1969. Acervo: 45942
HARVEY, David. GONÇALVES, Maria Stela (Tradutor). Condição pós-moderna: uma pesquisa sobre
as origens da mudança cultural. São Paulo: Loyola, 2010. ISBN 9788515006793 – Acervo 67708
Tidir I
Promover a interdisciplinaridade dentro e fora da sala de aula, motivando e construindo nos alunos
sua autonomia acadêmica, intelectual, política e profissional, fomentando a necessidade destes
trabalharem de forma sistemática, organizada e solidária em grupo. Tema:
Organizações Humanas: Variáveis Econômicas - Meios de Subsistência.
Bibliografia básica
RAMPAZZO, Lino. Metodologia científica: para alunos dos cursos de graduação e pós-graduação. 5.
ed. São Paulo: Loyola, 2010. 146 p. ISBN 9788515024988 – Acervo 67556
MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane; ABREU-TARDELLI, Lilia Santos (Coord.). Planejar
gêneros acadêmicos. 2ª. Ed. São Paulo: Parábola, 2005. – Acervo 61359
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed., rev. e atual. São Paulo:
Cortez, 2007. 304 p. ISBN 9788524913112 – Acervo 61865
Bibliografia complementar
NOBLAT, Ricardo. A arte de fazer um jornal diário. 1ª. Ed. São Paulo: Contexto, 2002 – Acervo
45582
WOLF, Mauro. Teorias da Comunicação. Lisboa: Editorial Presença, 2009. 271 p. (Textos de apoio)
ISBN 9789722314404 – Acervo 67214
23
LAGE, Nilson. Linguagem jornalística. 8ª ed. São Paulo: Ática, 2006. Acervo: 65129
Módulo 2 – Comunicação, Linguagem e Cultura
Carga Horária: 400 h/a
Antropologia
Os aspectos culturais da relação entre o homem e o meio e suas implicações no processo de
entendimento dos aspectos culturais da vida em sociedade. Introdução à Antropologia. Cultura e
Sociedade. Processos Evolutivos. Manifestações Culturais. Culturas das Minorias. Tradição e
mudança ou transformação de valores.
Bibliografia básica
ROCHA, Everardo P. Guimaraes. O que é etnocentrismo. São Paulo: Brasiliense, 2009. 96 p.
(Primeiros passos 124) ISBN 8511011242 - Acervo 66081
LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. 24ª ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar
Editor, 2009.117 p. ISBN 9788571104389 – Acervo 68072
BOFF, Leonardo. O destino do homem e do mundo: ensaio sobre a vocação humana. 11ª ed.
Petrópolis: Vozes, 2007. 181 p. ISBN 9788532605023 – Acervo 67668
Bibliografia complementar
HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. 11ª ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2006. 104 p.
ISBN 9788574904023 – Acervo 62688
LAPLANTINE, François. CHAUVEL, Marie Agnes (Trad). Aprender antropologia. São Paulo:
Brasiliense, 2009. 205 p. ISBN 9788511070309 – Acervo 45910
MONSALVO, Diego Almeida. Pensar a história com Nietzche. São Paulo: LCTE, 2008. 63 p. ISBN
9788598257813 – Acervo 23796
Expressão Corporal
A temática da comunicação humana no nível verbal e não verbal. O processo de produção da voz
normal, os cuidados para a manutenção da saúde vocal e os principais distúrbios que podem
acometer os profissionais da voz. A respiração, a ressonância vocal e a articulação dos sons da fala.
A psicodinâmica vocal no que se refere aos efeitos comunicativos da expressão corporal, da postura
24
e dos gestos para a narração de reportagens e apresentação produtos jornalísticos no rádio, na TV e
em outros ambientes multimídia.
Bibliografia básica
KYRILLOS, Leny Rodrigues; COTES, Cláudia; FEIJÓ, Deborah. Voz e corpo na TV: a fonoaudiologia
a serviço da comunicação. São Paulo: Globo, c2003. 106 p. ISBN 8525036315 – Acervo 60549
KIRILLOS, Leny (org.). Expressividade – da teoria à prática. 1ª ed. São Paulo: Revinter, 2005. 325 p.
ISBN 8573098996 – Acervo 62461
BARBEIRO, H. Você na telinha: como usar a mídia a seu favor. São Paulo: Editora Futura, 2002..
143 p. ISBN 8574131164 – Acervo 66074
Bibliografia complementar
BEHLAU, Mara; Pontes, Paulo. Higiene Vocal: cuidando da voz. 4 ed. Rio de Janeiro: Editora
Revinter, 2009. 73 p. ISBN 978537202128 – Acervo 67255
GAMA, A. C. C.; KYRILLOS, L. & FEIJO, D. – Fonoaudiologia e Telejornalismo: relatos do IV
Encontro Nacional de Fonoaudiologia da Central Globo de Telejornalismo.Rio de janeiro: Editora
Revinter, 2005. 185 [12] p. ISBN 8573099186 – Acervo 62470
WEIL, Pierre; TOMPAKOW, Roland. O corpo fala: a linguagem silenciosa da comunicação nãoverbal. 65. ed. Petrópolis: Vozes, 2009. 288 p. ISBN 9788532602084 – Acervo 67779
Fotografia
História da fotografia. O estatuto da imagem fotográfica. As câmeras e seus acessórios.
Equipamentos e materiais fotográficos. Película e captação digital. Composição, utilização da luz e
técnicas de estúdio. O tratamento digital da imagem.
Bibliografia básica
BARTHES, Roland. Júlio Castañon (Tradutor). A câmara clara: nota sobre a fotografia. Rio de
Janeiro: Nova Fronteira, 1980. 185 p. ISBN 8520904807- Acervo 35883
HEDGECOE, John ; MACHADO, Luis Eduardo (Tradutor). Guia completo de fotografia. São Paulo:
Martins Fontes, 1996. 224 p. ISBN 8533605188 – Acervo 46372
KOSSOY, Boris. Realidades e ficções na trama fotográfica. 4 ed. São Paulo: Ateliê Editorial, 2009.
153 p. ISBN 9788585851804 – Acervo 66093
Bibliografia complementar
25
ADAMS, Ansel. A câmera. 4 ed. São Paulo: Senac, 2006. 204 p. ISBN 8573591242 – Acervo
61975
RAMALHO, José Antônio. A fotografia digital. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. 197 p. ISBN
9788535215076 – Acervo 66077
MCNALLY, Joe. Os diários da luz sublime: usando pequenos flashes para conseguir grandes fotos.
Rio de Janeiro: Alta Books, 2009. xvi, 301 p. ISBN 9788576082453 – Acervo 68077
Leitura e Produção de Textos
Interpretação, intelecção e produção de textos. Fundamentação lingüística, habilidades e práticas de
leitura e escrita. Estilo e escrita criativa. Análise crítica dos produtos textuais da mídia.
Bibliografia básica
GRANATIC, Branca. Técnicas básicas de redação. 4ª ed. São Paulo: Scipione, 2009.ISBN
9788526224964 - Acervo 67839
SAVIOLI, Francisco Platão; FIORIN, José Luiz. Lições de Texto: leitura e redação. 4ª ed. São Paulo:
Ática, 2002. 432p. ISBN 9788508105946 - Acervo 67760
MEDEIROS, João Bosco. Português Instrumental: para curso de Contabilidade, Economia e
Administração. 5ª. Ed. São Paulo: Atlas, 2005. Acervo 57219
Bibliografia complementar
INFANTE, Ulisses. Do texto ao texto: curso prático de leitura e redação. 6 ed. São Paulo: Scipione,
1999. 312p. ISBN 8526233432 - - Acervo 36488
FÁVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. 11 ed. rev. e atual. São Paulo: Ática, 2009.
104 p. (Série Princípios 206) ISBN 8508039158 - Acervo 67079
MEDEIROS, João Bosco. Português instrumental. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2008. Acervo: 62054
Metodologia
Conhecimento científico e senso comum. Delimitação do objeto de pesquisa. Etapas da produção
26
científica. Normas da ABNT.
Bibliografia básica
ALVES, Rubem. O que é científico? 2 ed. São Paulo: Edições Loyola, 2009. 79 p. ISBN
9788515033157 – Acervo 67194
CHAUÍ, Marilena de Sousa; OKURA, Jorge (Editor). Convite à Filosofia. 13ª ed. São Paulo: Ática,
2005. 424 p. ISBN 850808935X - Acervo 56426
ALVES, Rubem. Filosofia da ciência: introdução ao jogo e a suas regras. 5. ed. São Paulo: Loyola,
2002. 223 p. (Leituras Filosóficas ) ISBN 8515019698 - Acervo 44899
Bibliografia complementar
SANTOS, Boaventura de Sousa. Um discurso sobre as ciências. São Paulo: Cortez Editora, 2003. 92
p. Acervo 46594
LOPES, Maria Immacolata Vassalo de. Pesquisa em comunicação. 9 ed. São Paulo: Loyola,
2009, 171p. (Série Comunicação) ISBN 9788515001095 – Acervo 68078
DIONE, Jean & LAVILLE, Christian. A construção do saber: manual de metodologia de pesquisa em
ciências humanas. 1ª. ed. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 1999. 66193
Novas Mídias
A sociedade contemporânea: globalização e a onipresença midiática. O digital, o virtual e as redes.
Os impactos sociais e culturais das novas mídias. As características fundamentais: hipertextualidade,
multimídia, convergência, mobilidade. Os meios e suas ferramentas: internet, televisão, fotografia,
vídeo. Novas mídias e profissional de comunicação: possibilidades e desafios. Produção do Jornallaboratório Foca Virtual.
Bibliografia básica
CASTELLS, Manuel; BORGES, Maria Luiza X. de A. (Tradutor). A galáxia da internet: reflexões
sobre a internet, os negócios e a sociedade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003. 243 p. (Coleção
Interface) ISBN 8571107408 - Acervo 55459
SPYER, Juliano. Conectado: o que a internet fez com você e o que você pode fazer com ela. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2007. 254 p. ISBN 9788537800287 - Acervo 63020
JENKINS, Henry. Cultura da convergência. 2. ed. ampl.e atual. São Paulo: Aleph, 2009. 428 p. ISBN
9788576570844 - Acervo 68049
27
Bibliografia complementar
FILHO, André Barbosa; CASTRO, Cosette; TOME,Takashi (Org.). Mídias Digitais: convergência
tecnológica e inclusão social. São Paulo: Paulinas, 2005.368p. (Coleção Comunicação –estudos)
ISBN 8535615733 - Acervo 66136
LEÃO, Lúcia (Org.). O chip e o caleidoscópio: reflexões sobre as novas mídias. São Paulo: Ed.
SENAC, 2005. 608 p. ISBN 8573594209 - Acervo 66107
Cannito, Newton Guimarães. A televisão na era digital. Interatividade, convergência e novos modelos
de negócio. São Paulo: Summus Editorial. 2010. 264 p. ISBN 9788532306586
Tidir II
Interdisciplinaridade e aprendizagem significativa. O sujeito do conhecimento: desenvolvimento das
etapas de construção da autonomia intelectual. Pesquisa qualitativa de campo: técnicas e desafios.
Comunicação Digital e novos formatos de divulgação de conteúdos jornalísticos. Tema:
Sustentabilidade.
Bibliografia básica
MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane; ABREU-TARDELLI, Lilia Santos (Coord.). Planejar
gêneros acadêmicos. 2ª. Ed. São Paulo: Parábola, 2005. 116p. (Leitura e produção de textos
técnicos e acadêmicos ; 3) ISBN 9788588456433 – Acervo 61359
MARTINO, Luiz C. (Org.). Teorias da comunicação: muitas ou poucas?. Cotia: Ateliê Editorial, 2007.
138 p. ISBN 9788574803593 – Acervo 53820
HOHLFELDT, Antônio; MARTINO, Luiz C.; FRANÇA, Vera Veiga (Org.). Teorias da comunicação:
conceitos, escolas e tendências. Petrópolis: Vozes, 2001– Acervo 42597
Bibliografia complementar
WOLF, Mauro. Teorias da comunicação. Lisboa: Editorial Presença, 2009. 271 p. (Textos de apoio)
ISBN 9789722314404 - Acervo 67214
DIMENSTEIN, Gilberto; KOTSCHO, Ricardo. ROSSI, Clóvis. A aventura da reportagem. 3ª. Ed. São
Paulo: Summus, 1990. 99 p. ISBN 8532300731 - Acervo 35544
28
LAGE, Sandrine; YOUNG, Ricardo (Pref.). Sustentabilidade na mídia: o poder de (in) formar. São
Paulo: Envolverde, c2009. 127 p. ISBN 9788562678004 - Acervo 67036
Ciclo 2 – Fundamentos do Jornalismo Multimídia
Módulo 3 – Fundamentos do Jornalismo Multimídia
Carga Horária: 400 h/a
Análise Crítica da Mídia
A comunicação de massa. O campo mediático. As especificidades da mídia e uma análise crítica nas
diferentes áreas da comunicação. A crítica da indústria cultural. A mídia e a sociedade do
espetáculo. A estética do grotesco.
Bibliografia básica
BRAGA, José Luiz. A sociedade enfrenta sua mídia: dispositivos sociais de crítica midiática. São
Paulo: Paulus Ed., 2006. 350 p. (Comunicação) ISBN 8534924961 - Acervo 49168
PRADO, José Luiz Aidar (org). Crítica das práticas midiáticas: da sociedade de massa às
ciberculturas. São Paulo: Hacker Ed., 2002. 167 p. ISBN 8586179329 - Acervo 55843
JUNIOR, José Arbex. Showrnalismo: a notícia como espetáculo. 2ª. Ed. São Paulo: Casa Amarela
Editora, 2002. 290 p. ISBN 85-86821-16-0 - Acervo 45578
Bibliografia complementar
BUCCI, Eugênio. Brasil em tempo de TV. São Paulo: Boitempo Ed., 2005. 182 p. ISBN 8585934085
- Acervo 66800
KELLNER, Douglas. BENEDETTI, Ivone Castilho (Tradutor). A cultura da mídia – Estudos Culturais:
identidade e política entre o moderno e o pós-moderno. São Paulo: EDUSC, 2001. 452 p. (Verbum )
ISBN 8574600733- Acervo 45555
MACHADO, Arlindo. A televisão levada a sério. São Paulo: SENAC, 2000. 244 p. ISBN 8573591307
- Acervo 38046
Ética e Legislação
Fundamentos do Direito. Legislação do setor de comunicação no Brasil. Lei de Imprensa.
29
Deontologia e jornalismo. Código de Ética. Os desafios éticos do jornalista na contemporaneidade.
Direitos autorais em tempos de internet.
Bibliografia básica
BITELLI, Marcos Alberto Sant’Anna. O direito da comunicação e da comunicação social. 5ª ed. São
Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2004. 472 p. ISBN 8520324932 - Acervo 66537
BARATTA, Alessandro et al. Ética na comunicação. 4. ed. Rio de Janeiro: Mauad, 2008. 190 p. ISBN
8585756888 - Acervo 68141
KOSOVSKI, Ester et. al. Ética na comunicação. 1ª ed. Rio de Janeiro: Editora Mauad, 1995.
Bibliografia complementar
BITELLI, Marcos Alberto Sant’Anna. Coletânea de legislação de comunicação social. 5ª ed. São
Paulo: Ed. Revista dos Tribunais, 2004. Acervo: 66537
BOFF, Leonardo. Ética e moral. 1ª ed. São Paulo: Vozes Ed., 2003. Acervo: 66538
CHRISTOFOLETTI, Rogério. Ética no jornalismo. São Paulo: Contexto, 2008. 121 p. (Coleção
Comunicação) ISBN 9788572441803 - Acervo 66082
Fotojornalismo
A linguagem fotográfica. Na decodificação da notícia, o papel da fotografia. O trabalho conjunto entre
repórter e repórter fotográfico. A pauta. Produção fotográfica no jornalismo. A fotografia na edição
jornalística impressa e na web.
Bibliografia básica
KOSSOY, Boris. Realidades e ficções na trama fotográfica. São Paulo: Ateliê Editorial, 2002. –
Acervo 66093
RAMALHO, José Antônio. A fotografia digital. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. 197 p. ISBN
9788535215076 – Acervo 66077
ADAMS, Ansel. A câmera. 4 ed. São Paulo: Senac, 2006. 204 p. ISBN 8573591242 – Acervo 61975
Bibliografia complementar
DUBOIS, Philippe. O ato fotográfico e outros ensaios. Campinas: Papirus, 2006. Acervo 45901
HEDGECOE, John ; MACHADO, Luis Eduardo (Tradutor). Guia completo de fotografia. São Paulo:
Martins Fontes, 1996. 224 p. ISBN 8533605188 – Acervo 46372
30
MANCUZO, Carolina Zoccolaro Costa; BONI, Paulo César; MARIA, Renato Pandur de. Enchentes
no Nordeste: a humanização da notícia na cobertura fotográfica da Folha de S. Paulo. Discursos
Fotográficos, Londrina, v.6, n.8 , p. 79-100, jan./jun. 2010. - Acervo 40059
História e Política Contemporâneas
Panorama da Belle Epóque européia (1871-1914). A Primeira Grande Guerra. A Revolução Russa
de 1917. A grande crise capitalista de 1929. Ascensão do nazi-fascismo e a Segunda Grande
Guerra. A conjuntura bipolar do pós-guerra. Descolonização e a Nova Ordem Mundial. Guerra e Paz
no contexto internacional. Os países do Terceiro Mundo e a emergência da modernização:
consequências políticas. A América Latina e o Brasil no quadro da globalização. Arte e cultura sob o
impacto da crise da modernidade.
Bibliografia básica
HOBSBAWM, Eric. Era dos Extremos: o breve século XX – 1914-1991. 2 ed. São Paulo: Cia. das
Letras, 1995. 598 p. ISBN 8571644683 - Acervo 39971
SEVCENKO, Nicolau; SOUZA, Laura de Mello e; SCHWARCZ, Lilia Moritz (Coord.). A corrida para o
século XXI: no loop da montanha-russa. São Paulo: Companhia das Letras, 2009. (Virando séculos;
7) ISBN 9788535900927- Acervo 49155
GARCÍA CANCLINI, Néstor; LESSA, Ana Regina; CINTRÃO, Heloísa Pezza (Trad.). Culturas
híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade. São Paulo: EDUSP, 1998 - Acervo 35567
Bibliografia complementar
MARX, Karl; ENGELS, Friedrich; COMO, Maria Lucia. O manifesto comunista. Rio de Janeiro: Paz e
Terra, 1996. 67 p. (Coleção Leitura ) – Acervo: 60916
WOLF, Mauro. Teorias da comunicação. Lisboa: Editorial Presença, 2009. 271 p. (Textos de apoio)
ISBN 9789722314404 - Acervo 67214
HARVEY, David; GONÇALVES, Maria Stela (Tradutor). Condição pós-moderna: uma pesquisa sobre
as origens da mudança cultural. São Paulo: Loyola, 2010. ISBN 9788515006793 - Acervo 67708
31
Semiótica
Teoria geral dos signos, classificação dos signos e teoria unificada das formas de
desenvolvimento do raciocínio. O tratamento da comunicação como problema semiótico e das
Produções culturais como sistemas de signos.
Bibliografia básica
JOHN, Deely, Semiótica básica. São Paulo: Ática, 1990, 192 p. (Fundamentos ; 80) ISBN
850803721 - Acervo 38315
SANTAELLA, Lúcia & NÖTH, Winfried. Comunicação e semiótica. São Paulo: Hacker Ed.,
2004. Acervo: 66798
SANTAELLA, Lúcia. Semiótica aplicada. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2002.
Acervo: 49172
Bibliografia complementar
ANDRÉ, Helbo. Semiologia da representação: teatro, televisão, história em quadrinhos. São
Paulo: Cultrix, 1975, 190 p. - Acervo 34313
SANTAELLA, Lúcia & NÖTH, Winfried. Imagem: cognição, semiótica, mídia. São Paulo: Editora
Iluminuras Ltda, 2005. - Acervo 37958
SANTAELLA, Lúcia. A teoria geral dos signos: semiose e autogeração. São Paulo: Ática, 1995.
Acervo: 49174
Tidir III
Interdisciplinaridade e aprendizagem significativa. O sujeito do conhecimento: desenvolvimento das
etapas de construção da autonomia intelectual. Produção de análises científicas, antropológicas,
mercadológicas e críticas. Tema: Inclusão Social.
Bibliografia básica
HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. 9ª. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2004. Acervo 62688
PEREIRA, Miguel; GOMES, Renato Cordeiro; FIGUEIREDO, Vera Lúcia Follain de (Org.).
Comunicação, representação e práticas sociais. 1a. ed. Rio de Janeiro: Ideias e Letras, 2005 Acervo 66598
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 21. ed. rev. ampl. São Paulo:
32
Cortez, 2000. 279 p. ISBN 8524900504
Bibliografia complementar
CERIGNONI, Francisco Nuncio; RODRIGUES, Maria Paula. Deficiência: uma questão política?. São
Paulo: Paulus, 2007. 70 p. (Questões fundamentais do cotidiano ; 6) ISBN 8534924627 - Acervo
62264
OLIVEIRA, Carlos Afonso da Silva. A gestão da política de inclusão das pessoas portadoras de
deficiência. Brasília: CORDE - Centro de Vida Independente do Rio de Janeiro, 2001. 47 p.
(Cidadania e inclusão ; 2) - Acervo 65474
CARLETTO, Ana Claudia (Org.). Manual de convivência: pessoas com deficiência e mobilidade
reduzida. [S.l.: [s.n.], [2007?]. 84 p. - Acervo 62871
Módulo 4 – Fundamentos Técnicos do Jornalismo
Carga Horária: 400 h/a
Infografia
Definição de infogramas e técnicas de produção de imagens. Software de criação imagética,
animação e produção prática. Noções de design.
Bibliografia básica
WHITE, Jan V. Edição e design: para designers, diretores de arte e editores : o guia clássico para
ganhar leitores. São Paulo: JSN, 2005. viii, 247 p. ISBN 8585985178- Acervo 67903
MUNARI, Bruno. Design e comunicação visual. 1ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001. Acervo:
32773
GUIMARÃES, Luciano. As cores na mídia: a organização da cor-informação no jornalismo. 1. ed. São
Paulo: Annablume, 2003. 209 p. ISBN 8574193690 - Acervo 56944
Bibliografia complementar
Adobe Creative Team. Adobe Ilustrator Cs4. Porto Alegre: Artmed, 2010.
OLIVEIRA, Sandra Ramalho. Imagem também se lê. 1ª ed. São Paulo: Rosari, 2006.
GROVE, Chris; Veer;E.A. Vander.Flash Cs4 – O Manual que faltava. São Paulo: Digerati Books.
33
Redação em Jornalismo
Os gêneros jornalísticos. Texto noticioso, editorial e crônica. O texto para o impresso, a revista, a TV,
o rádio e a Internet. Textos institucionais. O jornalista como autor. Jornalismo x Literatura. Produção
de livro-reportagem.
Bibliografia básica
LAGE, Nilson. Linguagem jornalística. 7. ed. São Paulo: Ática, 20026. - Acervo 37140
PENA, Felipe. Jornalismo literário. São Paulo: Contexto, c2006. 142 p. (Coleção comunicação) ISBN
857244324X - Acervo 60866
PINHO, J. B. Jornalismo na internet: planejamento e produção da informação on-line. São Paulo:
Summus, 2003. 282 [4] p. ISBN 8532308414 - Acervo 61622
Bibliografia complementar
GALENO, Alex (Org). Jornalismo e literatura: a sedução da palavra. São Paulo: Escrituras, 2002. 180
p. (Ensaios transversais; 18) ISBN 8575310666 - Acervo 46550
BISTANE, Luciana; BACELLAR, Luciane. Jornalismo de TV.. São Paulo: Contexto, 2005. - Acervo
44885
JUNG, Milton. Jornalismo de rádio. São Paulo: Contexto, 2004. 156 p. (Coleção comunicação) ISBN
8572442812 - Acervo 57990
Técnicas de Produção Jornalística
Os processos de apuração jornalística. Critérios de seleção da informação. O texto informativo em
jornalismo: técnicas de produção. A busca da objetividade jornalística e o tratamento noticioso da
informação. Produção de textos jornalísticos para diferentes veículos. Produção do jornal laboratorial
Oficina de Notícias com a aplicação de técnicas de redação jornalística e planejamento gráfico.
Bibliografia básica
MARQUES, Luiz Henrique. Teoria e prática de redação para jornalismo impresso, SP: Edusc, 2003.
101 p. (Boletim Cultural 33) - Acervo 45566
34
LAGE, Nilson. Linguagem Jornalística. São Paulo: Ática, 2002 – Acervo 37140
COIMBRA, Oswaldo. O texto na reportagem impressa. São Paulo: Ática, 2004. Acervo: 32599
Bibliografia complementar
KOVACH, Bill; DUPONT, Wladir (Trad.). Os elementos do jornalismo: o que os jornalistas devem
saber e o público exigir. São Paulo: Geração, 2003. 302 p. ISBN 8575090739- Acervo 46557
WILLIAMS, Robin; GILLON, Laura Karin (Trad.). Design para quem não é designer: noções básicas
de planejamento visual. 8. ed. São Paulo: Callis, 1995. 144 p. ISBN 8585642408 - Acervo 45750
DINES, Alberto. O papel do jornal: uma releitura. 7ª. Ed. São Paulo: Summus, 2001. 157p. (Novas
buscas em comunicação; 15) ISBN 8532302602 - Acervo 45704
Teorias do Jornalismo
O jornalismo e as teorias da comunicação: agenda setting, espiral do silêncio, gatekepper,
newsmaking. Fato, acontecimento e notícia. A relação jornalismo e vida social: esfera pública,
campos sociais e discursos midiáticos.
Bibliografia básica
MELO, José Marques de. Teoria do jornalismo: identidades brasileiras. São Paulo: Paulus, c2006.
277 p. ISBN 8534925127 - Acervo 60229
SOUSA, Jorge Pedro. Teorias da notícia e do jornalismo. Chapecó: Argos, 2002. 222 p. ISBN
8585775734 - Acervo 51226
ABRAMO, Perseu. Padrões de manipulação na grande imprensa. São Paulo: Fundaçao Perseu
Abramo, c2003. 63 p. ISBN 8586469750 - Acervo 45580
Bibliografia complementar
ERBOLATO, Mário L. Técnicas de codificação em jornalismo. 1a ed. São Paulo: Editora Ática, 2003 Acervo 33962
BARROS FILHO, Clóvis de. Ética na comunicação: da informação ao receptor. São Paulo: Moderna,
1995. 239 p. ISBN 8516014045 - Acervo 33927
CALDAS, Álvaro (Org.). Deu no jornal: o jornalismo impresso na era da internet. 2. ed. Rio de
Janeiro: Ed. PUC Rio, 2004. 207 p. (Coleção Ciências Sociais ; 4) ISBN 8515025582 - Acervo 53102
35
Tidir IV
Interdisciplinaridade e aprendizagem significativa. O sujeito do conhecimento: desenvolvimento das
etapas de construção da autonomia intelectual. O papel do jornalista na sociedade. Tema:
Jornalismo Comunitário. Produção de monografia, exposição fotográfica e livro-reportagem em
interdisciplinaridade com Redação em Jornalismo.
Bibliografia básica
NOBLAT, Ricardo. A arte de fazer um jornal diário. 1ªed. São Paulo: Ed. Contexto, 2002. - Acervo
45582
MACHADO, Anna Raquel; LOUSADA, Eliane; ABREU TARDELLI, Lilia Santos (Coord.) Planejar
Gêneros Acadêmicos. 2ª ed. São Paulo: Parábola Editorial, 2005. - Acervo 61359
CASTELIANO, Tânia. A comunicação e suas diversas formas de expressão. 1ª. Ed. Riode Janeiro:
Record, 2000. 282 p. ISBN 8501056634 - Acervo 37884
Bibliografia complementar
WOLF, Mauro. Teorias da comunicação. Lisboa: Editorial Presença, 2009. 271 p. (Textos de apoio)
ISBN 9789722314404 - Acervo 67214
CENTRO UNIVERSITÁRIO MONTE SERRAT Sistema de Bibliotecas; ANTUNES, Maria Helena de
Barros; MICCO JUNIOR, Rafael de; OLIVEIRA, Daianny Seoni de. Guia prático para formulação de
trabalhos acadêmicos. Santos: UNIMONTE, 2008. 70 p. - Acervo 62074
CARVALHO, Maria Cecília Maringoni de (Org.). Construindo o saber: metodologia científica,
fundamentos e técnicas. 22. ed. Campinas: Papirus, 2010. 224 p. ISBN 9788530809119 - Acervo
67867
Ciclo 3 – Reportagem e Produção Jornalística
Módulo 5 – Reportagem Multimídia
Carga Horária: 400 h/a
Produção e Edição Audiovisual
História das práticas jornalísticas audiovisuais. Linguagem audiovisual: características e
possibilidades. TV e telejornalismo contemporâneos no Brasil. Produção em jornalismo televisivo:
pesquisa, pauta, captação, redação, edição. Entrevista em audiovisual: pseudo-monólogos vs.
pseudo-diálogos? Jornalismo audiovisual em mídias digitais e mídias móveis.
36
Bibliografia básica
BARBEIRO, Herodoto; LIMA, Paulo Rodolfo de. Manual de telejornalismo: os segredos da notícia na
TV. 2ª ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Campus, Elsevier, 2002. 252 p. ISBN 8535209948 - Acervo
67019
PATERNOSTRO, Vera Íris (org). Globo News: 10 anos, 24 horas no ar. São Paulo: Globo, 2006.
ISBN 85-250-4269-2
PATERNOSTRO, Vera Íris; MAROTTA, Eduardo (Colab). O texto na TV: Manual de telejornalismo.
2ª ed. ver. e atual. Rio de Janeiro: Elsevier, Campus, 2006. 231p. ISBN 8535220291 – Acervo 61623
Bibliografia complementar
BISTANE, Luciana; BACELLAR, Luciane. Jornalismo de tv. 2ª ed. São Paulo: Contexto, 2006. 141p.
ISBN 8572442898 - Acervo 44885
SQUIRRA, Sebastião Carlos de Moraes. O telejornalismo na internet. Comunicação e Sociedade.
São Paulo. V.24, 38, p. 43-54, jul./dez. - Acervo 57976
KYRILLOS, Leny Rodrigues; COTES, Cláudia; FEIJÓ, Deborah. Voz e corpo na TV: a fonoaudiologia
a serviço da comunicação. São Paulo: Globo, 2003. 106p. ISBN 8525036315 - Acervo 60549
Produção Gráfica
Revolução Gráfica. Elementos Gráficos. Organização espacial. Quantidade, tipo e forma na inserção
de conteúdos. Papel, história e experimentação gráfica. Cores em artes gráficas. Elementos visuais
de composição: forma, equilíbrio, contrastes, sinais, símbolos e diagramas. Tipografia. Uso de
marcas e conceitos de identidade visual. Planejamento visual.
Bibliografia básica
BAER, Lorenzo. Produção Gráfica. 5ª ed. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2004. 280 p. ISBN
857359005X - Acervo 67323
WILLIAMS, Robin; GILLON, Laura Karin (Trad.). Design para quem não é designer: noções básicas
de planejamento visual. 8. ed. São Paulo: Callis, 1995. 144 p. ISBN 8585642408- Acervo 45750
COLLARO, Antonio Celso. Produção Gráfica: Arte e Técnica da Mídia Impressa. São Paulo: Ed.
Prentice-Hall, 2008. 155p. ISBN 9788576051251 - Acervo 64759
37
Bibliografia complementar
SILVA, Rafael Souza. Diagramação – O Planejamento Visual Gráfico na Comunicação Impressa. 6
ed. São Paulo: Summus, 1985. - ISBN 853230236X - Acervo 55257
CARRAMILLO NETO, Márcio. Produção Gráfica II: papel, tinta, impressão e acabamento. São Paulo:
Global, 1997.244 p. (Coleção contato imediato ) ISBN 8526005529- Acervo 35887
GUIMARÃES, Luciano. As cores na mídia: a organização da cor-informação no jornalismo. 1ª. Ed.
São Paulo: Annablume, 2003. 209 p. ISBN 8574193690 - Acervo 56944
Reportagem Impressa
Análises de reportagens impressas de jornais e revistas. Análises e conceitos na cobertura de
cidades, política, comportamento e cultura. Prática de produção, redação e edição de reportagens.
Elaboração do jornal laboratorial Matéria Prima.
Bibliografia básica
DINES, Alberto. O papel do jornal: uma releitura. São Paulo: Summus, 1999 - Acervo 45704
NOBLAT, Ricardo. A arte de fazer um jornal diário. São Paulo:Contexto, 2. - Acervo 45582
MARQUES, Luiz Henrique. Teoria e prática de redação para jornalismo impresso. Bauru: Edusc,
2003.102 p. (Boletim Cultural 33) - Acervo 45566
Bibliografia complementar
MARCONDES FILHO, Ciro. Comunicação e Jornalismo – a saga dos cães perdidos. 2 ed. São
Paulo: Hacker Editores, 2002. 167 p. ISBN 8586179248 - Acervo 54932
MARTINS, Franklin. Jornalismo Político. São Paulo: Contexto, 2007. Acervo: 64513
PIZA, Daniel. Jornalismo Cultural. São Paulo: Contexto, 2007 - Acervo 46558
Reportagem Multimídia
Hipertextualidade e a linguagem jornalística em ambientes multimídia; narrativas não-lineares na
web e em outras plataformas digitais. Cibercultura. Noções de usabilidade, arquitetura da informação
e integração entre as mídias audiovisuais. Produção multimídia em Jornalismo.
Bibliografia básica
38
GOSCIOLA, Vicente. Roteiro para as novas mídias: do cinema às mídias interativas. 2. ed. rev.
Ampl. São Paulo: Senac, 2008.277 p. ISBN 9788573597110 – Acervo: 67196
TELLES, André. A revolução das mídias sociais: cases, conceitos, dicas e ferramentas. São Paulo:
M. Books do Brasil, 2010. 199p. ISBN 9788576800958 – Acervo 68054
FERRARI, Pollyana. Jornalismo Digital. 3ª ed. São Paulo: Contexto, 2006. Acervo: 45576
Bibliografia complementar
BARBOSA FILHO, André; CASTRO, Cosette; TOME, Takashi (Org). Mídias digitais: convergência
tecnológica e inclusão social. São Paulo: Paulinas, 2005. 368p. (Coleção Comunicação - estudos)
ISBN 8535615733 - Acervo: 66136
RODRIGUES, Bruno. Webwriting: pensando o texto para mídia digital. 2ª. Ed. São Paulo: Berkeley,
2001. 131. P. ISBN 8572515526 – Acervo: 65920
LEÃO, Lucia (Org.). O chip e o caleidoscópio: reflexões sobre as novas mídias. São Paulo: Senac,
2005. 608P. ISBN 8573594209 – Acervo: 66107
Tidir V
Interdisciplinaridade e aprendizagem significativa. O sujeito do conhecimento: desenvolvimento das
etapas de construção da autonomia intelectual. Comunicação e Comunidade. Produção de
documentários.
Bibliografia básica
COMPARATO, Doc. Da criação ao roteiro. São Paulo: Summus, c 2009. 494p. (Biblioteca
fundamental de cinema) ISBN 9788532305404 – Acervo: 67146
MICHEL, Maria Helena. Metodologia e pesquisa científica em ciências sociais. 2, ed. atual.e ampl.
São Paulo: Atlas, 2009. xiv, 204 p. ISBN9788522455195 – Acervo: 68102
REY, Marcos. O roteirista profissional. São Paulo: Atica, 2006. – Acervo: 46350
Bibliografia complementar
POLITO, Reinaldo. Recursos audiovisuais nas apresentações de sucesso. São Paulo: Saraiva, 2003.
139 p. ISBN 8502015591 – Acervo: 68053
KELLISON, Cathrine. Produção e direção para TV e vídeo: uma abordagem prática. Rio de Janeiro:
Elsevier, Campus, c2007. xxiv, 419 p. ISBN9788535222029 – Acervo: 63009
39
TELLES, André. A revolução das mídias sociais: cases, conceitos, dicas e ferramentas. São Paulo:
M.Books do Brasil, 2010. 199 p. ISBN9788576800958 – Acervo: 68054
Módulo 6 – Produção Jornalística Multimídia
Carga Horária: 400 h/a
Comunicação Organizacional
Comunicação organizacional: conceitos e princípios. Produtos e processos de comunicação interna e
externa. Planejamento e execução de projetos de comunicação em organizações e agências.
Relacionamento da organização com os meios de comunicação e com a sociedade. A produção de
releases e o gerenciamento de crise.
Bibliografia básica
TAVARES, Maurício. Comunicação empresarial e planos de comunicação: integrando teoria e
prática. São Paulo: Altlas, 2007.
CAHEN, Roger. Comunicação empresarial: a imagem como patrimônio da empresa e ferramenta de
marketing: tudo que seus gurus não lhe contaram sobre. 13ª. Ed. Rio de Janeiro: BestSeller, 2009.
DUARTE, Jorge (organizador). Assessoria de Imprensa e relacionamento com a mídia: teoria e
técnica. 2ª. Ed. São Paulo, 2003. Acervo: 45568
Bibliografia complementar
BARBEIRO, Heródoto. Você na telinha:como usar a imprensa a seu favor. São Paulo: Futura, 2002.
MILMAN, Túlio; Kramer, Heitor. Vença com a mídia: transforme os meios de comunicação em
aliados. Porto Alegre: Artes e Ofícios, 2002.
MAFEI, Maristela. Assessoria de imprensa: como se relacionar com a mídia. 4ª. Ed. São Paulo:
Contexto, 2010 (Coleção comunicação) – ISBN 978-85-7244-280-0
Produção e Edição Multimídia
Apuração e planejamento de reportagens em ambientes multimídia; edição de conteúdo jornalístico
40
em múltiplas plataformas. Elaboração de Revista Digital.
Bibliografia básica
DIZARD JUNIOR, Wilson. A nova mídia: a comunicação de massa na era da informação. 2ª ed. Rio
de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2000. Acervo: 42117
BARBOSA FILHO, André; CASTRO, Cosette; TOME, Takashi (Org). Mídias digitais: convergência
tecnológica e inclusão social. São Paulo: Paulinas, 2005. 368p. (Coleção Comunicação-estudos)
ISBN 8535615733 – Acervo: 66136
GOSCIOLA, Vicente. Roteiro para as novas mídias: do cinema às mídias interativas. 2. ed. rev.
Ampl. São Paulo: Senac, 2008.277 p. ISBN 9788573597110 Acervo: 57196
Bibliografia complementar
RODRIGUES, Bruno. Webwriting: pensando o texto para mídia digital. 2ª. Ed. São Paulo: Berkeley,
2001. 131. P. ISBN 8572515526 Acervo: 46463
LEÃO, Lucia (Org.). O chip e o caleidoscópio: reflexões sobre as novas mídias. São Paulo: Senac,
2005. 608P. ISBN 8573594209 Acervo: 66107
SCALZO, Marília. Jornalismo de revista. 3. ed. São Paulo: Contexto, 2008. 112 p. (Coleção
Comunicação) ISBN 8572442448 Acervo: 66083
Reportagem em Rádio
História do rádio e do radiojornalismo. A linguagem radiofônica. Estilos de noticiários no rádio.
Etapas de produção em radiojornalismo: pautas, entrevista, reportagem e edição. Produção de
boletins, reportagens e programas especiais. Trilha e locução. Rádio e Internet: novos produtos e
formatos. Rádio digital.
Bibliografia básica
JUNG, Milton. Jornalismo de Rádio. São Paulo: Contexto, 2004.156 p. (Coleção comunicação) ISBN
8572442812 – Acervo:57990
PARADA, Marcelo. Rádio: 24 horas de jornalismo. São Paulo: Panda, 2000. 141 p. ISBN
8587537067 – Acervo 46472
CHANTLER, Paul; STEWART, Peter. Fundamentos do radiojornalismo. Roca, 2007. 256 p. ISBN
978857241658-0
Bibliografia complementar
41
PORCHAT, Maria Elisa. Manual de radiojornalismo Jovem Pan. 2. ed. rev. São Paulo: Ática, 1989.
205 p. (Fundamentos ; 65) ISBN 8508032358 Acervo: 35568
MOREIRA, Sônia Virginia; BIANCO NÉLIA R. DEL (Org.). Desafios do rádio no século XXI. São
Paulo: INTERCOM, 2001. 254 p. Acervo 1329
BARBEIRO, Herodoto; LIMA, Paulo Rodolfo de. Manual de radiojornalismo: produção, ética e
internet. Rio de Janeiro: Campus, 2001. 185 p. ISBN 8535207449 – Acervo: 46466
Reportagem em TV
Instrumentos, técnicas e operacionalidade no telejornalismo: pauta e produção, apresentação,
reportagem, edição de texto e de telejornal, produção de imagens, edição/montagem, cobertura
gravada e ao vivo.
Bibliografia básica
BARBEIRO, Heródoto; LIMA, Paulo R. de. Manual de telejornalismo. 2ª ed. São Paulo: Campus,
2002. Acervo: 46465
BISTANE, Luciana; BACELLAR. Jornalismo de TV. São Paulo: Contexto, 2006. Acervo: 44885
PATERNOSTRO, Vera Íris (org). Globo News: 10 anos, 24 horas no ar. São Paulo: Globo, 2006.
ISBN 85-250-4269-2
Bibliografia complementar
CANNITO, Newton Guimarães. A televisão na era digital. Interatividade, convergência e novos
modelos de negócio. São Paulo: Summus Editorial. 2010. 264 p. ISBN 9788532306586
PATERNOSTRO, Vera Íris; MAROTTA, Eduardo (Colab.). O texto na TV: manual de
telejornalismo. 2ªed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Elsevier, Campus, 2006. 231p. Acervo: 61623
MACHADO, Arlindo. A televisão levada a sério. São Paulo: SENAC, 2000. 244 p. ISBN 8573591307
– Acervo: 38046
Tidir VI
Interdisciplinaridade e aprendizagem significativa. O sujeito do conhecimento: desenvolvimento das
etapas de construção da autonomia intelectual. Criatividade e inovação técnica. Produção de vídeos
institucionais.
42
Bibliografia básica
MACHADO, A. R. (org.). Planejar Gêneros Acadêmicos. 2ª ed. São Paulo: Parábola Editorial,
2005.116p. Acervo: 61359
COMPARATO, Doc. Da criação ao roteiro. São Paulo: Summus, c2009. 494 p. (Biblioteca
fundamental de cinema ; 4) ISBN 9788532305404 Acervo:67146
(Moutinho, Ana Viale) et al. Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia: teoria e técnica.
2003 - 2. ed. São Paulo: Atlas, 2003. 411 p. ISBN 852243588X - Acervo: 45568
Bibliografia complementar
CENTRO UNIVERSITÁRIO MONTE SERRAT Sistema de Bibliotecas; ANTUNES, Maria Helena de
Barros; MICCO JUNIOR, Rafael de; OLIVEIRA, Daianny Seoni de. Guia prático para formulação de
trabalhos acadêmicos. Santos: UNIMONTE, 2008. 70 p. - Acervo: 62074
BARBEIRO, Heródoto. Você na telinha. Como usar a mídia a seu favor. São Paulo: Futura, 2002. 143
p. ISBN 8574131164 - Acervo: 66074
RAMPAZZO, Lino. Metodologia científica: para alunos dos cursos de graduação e pós-graduação. 5.
ed. São Paulo: Loyola, 2010. 146 p. ISBN 9788515024988 – Acervo: 67556
Ciclo 4 – Projetos Experimentais
Módulo 7 – Projetos Experimentais e Tendências
Carga Horária: 440 h/a
Observatório de Ética
Observação, análise e debate de “cases de ética” e de temas contemporâneos envolvendo a postura
ética e política do jornalista.
Bibliografia básica
BITELLI, Marcos Alberto Sant’Anna. O direito da comunicação e da comunicação social. 5ª ed. São
Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2004. Acervo: 66537
KOSOVSKI, Ester et. al. Ética na comunicação. 1ª ed. Rio de Janeiro: Editora Mauad, 1995. Acervo:
42166
CALDAS, Álvaro (Org.). Deu no jornal: o jornalismo impresso na era da internet. 2. ed. Rio de
43
Janeiro: Ed. PUC Rio, 2004. 207 p. (Coleção Ciências Sociais ; ISBN 8515025582 – Acervo: 53102
Bibliografia complementar
BOFF, Leonardo. Ética e moral. 1ª ed. São Paulo: Vozes Ed., 2003. Acervo: 66538
CHRISTOFOLETTI, Rogério. Ética no Jornalismo. São Paulo: Contexto, 2008. Acervo: 66082
ROCHA, Guilherme Salgado. Chico Pinheiro. São Paulo: Salesiana, 2000. 90 p. (Medalha de ouro )
ISBN 858799722-X – Acervo: 39948
http://www.observatoriodaimprensa.com.br
Projeto Experimental
Elaboração, finalização e execução de projeto de conclusão de curso. Realização de trabalho
teórico e/ou prático, desenvolvido sob orientação docente e apresentado à avaliação de uma
banca especialmente constituída.
Bibliografia Básica
POPPER, Karl R.; HEGENBERG, Leônidas; MOTA, Octanny Silveira da (Trad.). A lógica da
pesquisa científica. São Paulo: Cultrix, [2007]. 567 p. ISBN 97885316502368 – Acervo: 66124
PESCUMA, Derna & CASTILHO, Antonio. Trabalho acadêmico. O que é? Como fazer? Um
guia para suas apresentações. São Paulo: Olho D`Água, 2008. 86 p. ISBN 8585428899 –
Acervo: 67808
SANTOS, Antonio Raimundo dos. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 7. ed.
revisada conforme NBR 14724:2005 Rio de Janeiro: Lamparina, 2007. 190 p. ISBN
9788598271484 – Acervo: 62543
Bibliografia Complementar
SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. 23 ed, ver, e atual. São
Paulo, Cortez, 2002. 304 p. ISBN 9788524913112 – Acervo: 61865
GOLDENBERG, Mirian. A arte de pesquisar – como fazer pesquisa qualitativa em Ciências
Sociais. 7 ed. Rio de Janeiro: Record, 2003. 107 p. ISBN 8501049654 – Acervo: 46493
LOPES, Maria Immacolata Vassalo de. Pesquisa em comunicação. 9.ed. São Paulo: Loyola,
2009. 171 p. (Série Comunicação) ISBN 9788515001095 – Acervo: 68078
44
Seminários Avançados
Debates de questões contemporâneas a cerca da comunicação e do jornalismo: novas tendências e
perspectivas no campo científico, a prática profissional e o mercado de trabalho.
Bibliografia Básica
LÉVY, Pierre. Cibercultura. Tradução de Carlos Irineu da Costa. 2ª. Ed. São Paulo: 34 Ed., 2000 –
Acervo: 52533
MORAIS, Osvando J. de; MELO, José Marques de (Org.). Mercado e comunicação na sociedade
digital. São Paulo: INTERCOM, 2007. 279 p. (Intercom de Comunicação ; 21) ISBN 9788588537286
– Acervo: 60973
RECUERO, Raquel. Redes sociais na internet. Porto Alegre: Editora Sulina, 2009.
Bibliografia Complementar
PRADO, Magaly. Webjornalismo. Rio de Janeiro: LTC Editora, 2010. 272 p. ISBN 8521617755
MORAES, Dênis de. O planeta mídia, tendências da comunicação na era global. Rio de Janeiro:
Letra Livre, 1998.
C741 Comunicação multimídia [Recurso eletrônico] : objeto de reflexão no cenário do
século 21 / Maria José Baldessar (org.). – Florianópolis : CCE/UFSC, 2009. 196p. ISBN:978-8560522-23-1
Modo de acesso: http://www.ntdi.ufsc.br/comunicacaomultimidia
http://www.observatoriodaimprensa.com.br
http://www.sjsp.org.br
http://www.comunique-se.com.br.
Tendências do Jornalismo Multimídia
Debates de questões contemporâneas a cerca do Jornalismo Multimídia e novas tecnologias.
Bibliografia Básica
BARBOSA FILHO, André; CASTRO, Cosette; TOME, Takashi (Org). Mídias digitais: convergência
tecnológica e inclusão social. São Paulo: Paulinas, 2005. Acervo: 66136
DIZARD JÚNIOR, Wilson. A nova mídia: a comunicação de massa na era da informação. 2ª. Ed. Rio
de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2000. Acervo: 42117
45
FERRARI, Pollyana. Jornalismo Digital. 3ª ed. São Paulo: Contexto, 2006. Acervo: 45576
Bibliografia Complementar
LEÃO, Lucia (Org). O chip e o caleidoscópio: reflexões sobre as novas mídias. São Paulo: Senac
SP, 2005. Acervo: 66107
LÉVY, Pierre. Cibercultura. Tradução de Carlos Irineu da Costa. 2ª. Ed. São Paulo: 34 Ed., 2000.
Acervo: 52533
CANNITO, Newton Guimarães. A televisão na era digital. Interatividade, convergência e novos
modelos de negócio. São Paulo: Summus Editorial. 2010. 264p. ISBN 9788532306586
Critérios de Avaliação
O sistema de avaliação dos alunos do Curso regulamenta-se pelas normas definidas e
resumidas no Guia Acadêmico, distribuído aos alunos no início de cada semestre e pelos seguintes
documentos:

Estatuto;

Regimento Geral;

Normas oriundas do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe);

Portarias, Resoluções e Instruções Normativas baixadas pela Reitoria e/ou Pró-Reitoria de
Graduação.
Cabe ressaltar que todos os documentos acima se encontram disponíveis para consulta de toda
Comunidade
Acadêmica
por
meio
do
portal
http://www.unimonte.br/area_restrita_professor
http://www.unimonte.br/area_restrita_aluno
Os critérios de avaliação do processo de ensino-aprendizagem são baseados nas seguintes
recomendações e normas:

A avaliação do desempenho escolar é feita por disciplina, incidindo sobre a frequência e o
aproveitamento escolar, ao longo do respectivo período letivo. O aproveitamento escolar é
avaliado por meio de acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nos
exercícios e trabalhos escolares práticos, escritos e/ou orais, durante o período letivo.
46

É importante observar que a avaliação não é um instrumento de punição ou de
constrangimento do aluno visando à sua reprovação, mas de justa medida do seu
desenvolvimento no percurso dos fins da educação e do ensino.

Compete ao professor da disciplina elaborar e aplicar provas, exercícios e trabalhos escolares
de maneira processual e formativa, discutindo os resultados e oferecendo feedback aos alunos
na devolução dos instrumentos aplicados, com vistas ao avanço da aprendizagem, respeitados
os ritmos e estilos
individuais, conforme estabelecido no Projeto Político-Pedagógico
Institucional.

Durante o semestre letivo, são atribuídos aos alunos 100 (cem) pontos cumulativos, assim
distribuídos:
a) 1ª. etapa: 35 pontos (provas) ;
b) 2ª. etapa: 35 pontos (provas);
c) Trabalhos: 30 pontos.
No curso de Jornalismo Multimídia, entende-se como provas:
A)
os documentos de avaliação tradicionais, compostos por questões dissertativas
e/ou de múltipla escolha, respondidos individualmente ou em grupo, em sala de
aula, com ou sem consulta externa.
B)
as fotografias, vídeos, pautas, scripts, espelhos, entrevistas, boletins e demais
produtos e textos jornalísticos (notas, crônicas, artigos etc) elaborados na
presença do professor, em sala de aula ou não, individualmente ou em grupo.

A nota da primeira etapa será lançada no sistema no meio do semestre, em data fixada em
calendário. A nota da 2ª. etapa será lançada no final do semestre, também em data fixada em
calendário, junto com os pontos de trabalhos realizados ao longo do semestre. Dos 30 pontos
de trabalhos, 15 pontos serão, obrigatoriamente, atribuídos aos trabalhos interdisciplinares
(TIDIR, Projeto Aplicado ou outros).

Considera-se aprovado numa disciplina o aluno que nela tenha computado, a seu favor, o total
mínimo de 60 (sessenta) pontos.

Independentemente dos demais resultados obtidos, é considerado reprovado o aluno que não
tenha frequência de, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das aulas e demais atividades
programadas para cada disciplina durante o período letivo.

Terá direito a Exame (Prova Alternativa), ao final do semestre letivo, que substituirá a menor
nota obtida em uma das etapas de prova de 35 pontos, o aluno que:
o
não alcançar os 60 (sessenta) pontos para a aprovação;
o
tiver o mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) de frequência;
47
o
excetuando a menor nota de provas a ser substituída, tiver saldo mínimo de 25 (vinte e
cinco) pontos, resultantes da soma das notas da etapa de provas restante e de
trabalhos, realizados durante o semestre;

Exame de proficiência (Art. 47 da lei nº 9.394/96): o aluno regularmente matriculado que tenha
extraordinário aproveitamento nos estudos, demonstrado por meio de provas e outros
instrumentos de avaliação específicos, e que se julgar em condições de eliminar disciplina(s)
de sua grade curricular por conhecer o conteúdo programático que a compõe, deverá requerer,
junto ao Núcleo de Secretaria da unidade em que o curso é realizado, que lhe seja aplicado a
avaliação comprobatória.
48
1.4
ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS À FORMAÇÃO
Trabalho Interdisciplinar Dirigido (TIDIR)
A disciplina TIDIR, caminho encontrado por nossa Instituição de Ensino Superior para a efetivação da
interdisciplinaridade e circulação dos saberes, apresenta-se como uma proposta de prática
interdisciplinar que desempenhará a função aglutinadora das dimensões da Aprendizagem
Significativa, das quais merecem destaque:
a) DCNs e PPCs
O tema foco do TIDIR deve estar diretamente relacionado à formação de habilidades
(específicas e globais) e de competências descritas nas Diretrizes Curriculares Nacionais e nos
Projetos Pedagógicos dos Cursos, de modo a corroborar a formação profissional, humana e
cidadã dos alunos e a ajudar na sua inserção político-social.
b) Letramento acadêmico
O letramento acadêmico traduz-se em ações que viabilizam o desenvolvimento dos alunos e a
sua formação como sujeitos acadêmicos. Alguns descritores são considerados fundamentais
para que os alunos possam, por exemplo, desenvolver senso crítico, capacidade de integrar
conhecimentos e outras habilidades/competências essenciais para uma participação efetiva na
sociedade. Esses descritores incluem, principalmente:

o desenvolvimento contínuo das habilidades de leitura e escrita nas diferentes áreas do
conhecimento;

o desenvolvimento contínuo do raciocínio lógico-matemático;

o entendimento do processo de construção do conhecimento científico.
c) Autonomia do Aprendiz
A disciplina TIDIR adota como princípio o papel ativo dos estudantes na construção do
conhecimento, em que o processo de aquisição do saber é mais importante que o próprio saber.
Porém, para que se envolvam ativamente nas decisões relacionadas a seu processo de
aprendizagem e na implementação dessas decisões, assumindo responsabilidade pela própria
aprendizagem e tornando-se mais independentes da ajuda dos professores, os estudantes
devem, primeiramente, se conscientizar quanto a seus estilos de aprendizagem (i.e., como
aprendem)
e
desenvolver
diferentes
estratégias
(i.e.,
procedimentos
específicos
–
comportamentos, técnicas, recursos usados) para possibilitar e melhorar sua aprendizagem e,
49
consequentemente, ajudá-los a construir o próprio conhecimento. O professor deve atuar, nesse
contexto, como um facilitador da autonomia dos alunos.
d) Trabalho em Equipe
Outro componente facilitador da autonomia e da auto-regulação da aprendizagem é o trabalho
em equipe, sustentado pela teoria sociocultural proposta por Vygostsky e colaboradores,
segundo a qual a aprendizagem ocorre a partir de interações significativas, através das quais os
indivíduos co-constroem o seu conhecimento. Nessa teoria fundamentam-se também os
pressupostos da aprendizagem colaborativa: as interações são a chave para o desenvolvimento
social, afetivo e, sobretudo, cognitivo. Trabalhando juntos, os alunos e os professores não
compartilham apenas idéias e informações, mas também estilos e estratégias de aprendizagem.
e) Espaços de aprendizagem
A sala de aula e qualquer outro ambiente/espaço de aprendizagem, intra-muros (bibliotecas,
laboratórios, auditórios, clínica, agência, espaços de convivência, etc.) ou extra-muros (cinema,
teatro, museus, empresas, portos, hospitais, postos de saúde, etc.), devem estimular a
experiência, a experimentação e a habilidade de problematizar dos alunos.
Programa de Assistência Social (PAS)
Com o foco de reafirmar a extensão universitária no processo acadêmico, que interage com a
comunidade e atende às necessidades sociais emergentes, o Unimonte deve priorizar as práticas
voltadas ao desenvolvimento sustentável e da melhoria da qualidade de vida dos cidadãos.
O Unimonte atendendo as características regionais e principalmente a identidade já construída nos
vários projetos trabalhados junto à comunidade, dará prioridade às seguintes áreas:
1. Saúde e Vida;
2. Educação e Sociedade;
3. Desenvolvimento Comunitário;
4. Meio Ambiente.
O Programa Saúde e Vida visa a desenvolver projetos que busquem a melhoria da qualidade de vida
pela promoção dos cuidados com a saúde nos mais diferentes aspectos.
O Programa Educação e Sociedade busca a promoção de atividades que contemplem a educação e
a cultura como direitos universais, resgatando a cidadania através dos projetos, sejam de
alfabetização, artes, comunicações ou discussões políticas e sociais.
O Programa Desenvolvimento Comunitário é voltado ao trabalho com algumas comunidades,
incentivando atividades voltadas à promoção humana e sustentabilidade social de comunidades que
se encontram em situação de vulnerabilidade social, em trabalho integrado com todas as áreas da
50
Instituição. A prioridade é direcionar para comunidades da região metropolitana da Baixada Santista,
mas outras áreas poderão ser atendidas, desde que corresponda ao projeto institucional. Como
exemplo, o Projeto Rondon integrará este programa.
O Programa Meio Ambiente irá trabalhar com atividades que estejam focadas na preocupação com a
qualidade ambiental, a preservação e o controle dos recursos da natureza, voltado ao
desenvolvimento da qualidade de vida das populações.
Como exemplos de projetos do PAS:

Projeto Superação - atende portadores de necessidades especiais e visa a superar as
diferenças daqueles que, por qualquer motivo, são privados de interagir na sociedade, seja
porque é um amputado ou deficiente físico, seja porque tem algum problema mental ou,
ainda, porque apresenta uma síndrome. O trabalho desenvolvido contempla aspectos físico,
motor, psicológico e, conseqüentemente, o social. Em 2006, foram atendidas mais de 70
pessoas de diferentes idades, com a meta de dobrar o número ainda em 2007, envolvendo
mais cursos e alunos. Alguns participantes já apresentaram excelentes resultados, desde a
relação familiar até a participação e grandes conquistas em competições esportivas.

Projeto Rondon - é um projeto de integração social coordenado pelo Ministério da Defesa e
conta com a colaboração da Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação –
MEC. O Projeto, realizado a cada semestre (janeiro e julho), envolve atividades voluntárias de
professores e universitários e busca aproximar esses estudantes da realidade do País, além
de contribuir, também, para o desenvolvimento de comunidades carentes. A Unimonte
participa das operações desde janeiro/2006 com sucesso e a avaliação do Ministério da
Defesa e da própria Instituição é sempre muito positiva. Os alunos e professores da Unimonte
estão cada vez mais motivados a participarem das operações. Nesse período, já participaram
diretamente 18 professores e 54 alunos de diferentes cursos, além das equipes reservas e
colaboradores no treinamento. A meta é que aumente o número de equipes em cada
operação e, conseqüentemente a quantidade de participantes da Unimonte nesse projeto.

Domingo de Lazer - é um projeto realizado anualmente, onde são desenvolvidas várias
atividades recreativas, artísticas e culturais, voltadas às crianças. As ações são preparadas
por alunos e professores de vários cursos e são distribuídos ainda, lanches e brinquedos. O
evento ocorre no mês de abril, em comemoração aos aniversários do Bairro Vila Mathias e da
Unimonte. O número de participantes cresce a cada ano. Em 2006, mais de 600 crianças
passaram pelo evento.

Dia Mundial de Limpeza de Praias - Todo ano, no terceiro sábado de setembro, o Centro
de Conservação da Vida Marinha (The Ocean Conservancy) e o Clean in the World,
Austrália, organizam uma campanha mundial, em conjunto com universidades, associações
de moradores e institutos de pesquisa, para coleta de lixo nas praias. Os voluntários, além
de coletarem o lixo, pesam e classificam o material encontrado e podem até rastrear a
51
origem dos detritos. A UNIMONTE foi convidada a coordenar todas as atividades no
município de Santos, por meio de 150 voluntários que serão monitorados por 10 alunos dos
cursos de Oceanografia e Biologia. Foram convidados a participar como voluntários alunos
de outros cursos de graduação e do Colégio Monte Serrat.

Projeto Semana da Criança. Os alunos da Faculdade de Educação preparam atividades
lúdicas e socializadoras, a partir de um tema central, para serem apresentadas a crianças
das séries iniciais do Ensino Fundamental e de Educação Infantil de escolas públicas e
particulares da cidade. São apresentadas pequenas peças teatrais e oficinas com diversos
tipos de atividades, entre elas: jogos, desenho, pintura, sucatas e histórias infantis. Os
grupos de alunos se dividem e, sob orientação de um professor, visitam as escolas para
comemorar a Semana da Criança.

Elaboração de Declaração de Imposto de Renda de Pessoa Física - Professores e
alunos do Curso de Ciências Contábeis, sob a supervisão do coordenador do curso,
prestam, voluntariamente, serviços relacionados com a orientação e elaboração de
Declaração de Imposto de Renda de Pessoas Físicas. O local de atendimento é no Campus
Vitório Lanza, nos quinze dias que antecedem o prazo final de entrega das declarações.

Campanha do Agasalho - A UNIMONTE é parceira do Fundo Social de Solidariedade de
Santos na Campanha “Doe Ação”, realizada anualmente no mês de junho. O objetivo é
arrecadar agasalhos a serem doados a entidades beneficentes do município. Incentivando a
prática da solidariedade, a Instituição pretende investir nos valores humanos para formação
de um cidadão consciente da sua responsabilidade social.

Escritório Experimental – Núcleo de Prática Jurídica. O Curso de Direito da UNIMONTE
disponibiliza a seus alunos a possibilidade de estágio voluntário através do Escritório
Experimental “Dr. Vicente Cascione” inaugurado em 14.08.02.
ESTÁGIO
A legislação vigente não prevê para alunos da habilitação em Jornalismo o cumprimento de estágio
de qualquer natureza, os quais são substituídos, em sua função de articular prática e teoria, pelos
jornais laboratório, estes sim, obrigatórios no projeto do curso.
No decorrer dos semestres os alunos são orientados a produzir de forma regular jornais-laboratoriais
impressos, radiofônicos, televisivos e virtuais dentro da própria faculdade, que promove a criação das
condições reais de trabalho encontradas nas empresas jornalísticas e propicia ao aluno a
possibilidade de vivenciar a prática de sua profissão, obtendo uma visão global do processo
jornalístico, não apenas no aspecto conceitual, mas também na prática do dia-a-dia das redações.
O jornal-laboratorial pode ser conceituado como um veículo produzido por alunos de Jornalismo para
um público-alvo definido, a partir de um conjunto de técnicas específicas, com base em pesquisa
sistemática, que inclui a experimentação constante de novas formas de linguagem, conteúdo e
52
apresentação. Os projetos – em todas as suas etapas – da definição da linha editorial ao acabamento
gráfico (produtos impressos) ou pós-produção (produtos audiovisuais) – devem contar com a
participação de alunos e professores do curso.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)
O Trabalho de Conclusão de Curso – TCC será formulado no último módulo do curso.
Este poderá constituir-se num estudo de caso ou na elaboração de produtos jornalísticos impressos,
audiovisuais ou virtuais. Também pode apresentar-se sob a forma de uma pesquisa de caráter
teórico, com ou sem etapa de campo. O trabalho sempre se converterá num relatório escrito que
deverá ser redistribuído aos colegas e, a critério da instância competente, selecionado para
publicação.
Para o desenvolvimento do TCC o professor contará com dois momentos ao longo da semana: um
encontro no qual poderá lecionar questões metodológicas para o conjunto da turma, ou mesmo
repassar informações e experiências de interesse geral; e, outro momento, para o qual será
elaborada uma escala de atendimento individualizado, com a finalidade de acompanhamento e
orientação dos trabalhos em desenvolvimento. Para viabilizar tal orientação o professor deverá ser
remunerado e as horas de trabalho de campo e de orientação contabilizadas na carga horária do
curso.
É possível indicar as disciplinas Produção e Edição Multimídia, Reportagem Multimídia, Reportagem
em Rádio, Produção e Edição Audiovisual, Reportagem em Tv, Reportagem Impressa, Reportagem
em Tv e Comunicação Organizacional como antecedentes diretos do TCC pois é a partir destas que
será proporcionada ao aluno, através do contato com a literatura do setor, a aquisição de habilidades
relativas à descrição de intervenções sociais e urbanas, de técnicas administrativas, a exposição do
resultado de pesquisas, dentre outras.
MONITORIA
No curso de graduação em Jornalismo Multimídia o Programa de Monitoria objetiva a assistência
pedagógica aos alunos e o aproveitamento dos alunos que se destacaram em determinadas
disciplinas, demonstrando cultura e aptidão para a função. O número de monitores, a seleção dos
mesmos, a forma de atuação e gestão do serviço são definidos conforme ato do Reitor. A admissão
de monitores dependerá de normas trabalhistas, sob responsabilidade da Entidade Mantenedora.
Das Características
53
O Programa de Monitoria visa essencialmente ao compromisso do Centro Universitário com a
formação plena do seu corpo discente quando, por um lado, atribui ao aluno monitor o compromisso
de colaboração nas atividades de ensino, pesquisa e extensão, por outro lado, atribui a si o
compromisso de complementar a sua formação acadêmica com um treinamento pré-docente e uma
iniciação para os ritos futuros da pesquisa científica.
No contexto do ensino, o Centro Universitário leva em consideração três relações bilaterais
envolvendo a figura do aluno monitor: a primeira, a relação dele com ele mesmo; a segunda, a sua
relação com os alunos matriculados na disciplina da qual ele é monitor; e a terceira, a sua relação
com o corpo docente através do seu Professor Responsável pela monitoria. Na primeira, o aluno
monitor tem a oportunidade de constituir um diferencial na sua formação profissional pelo
aprofundamento no conteúdo da disciplina.
A segunda relação permitirá ao aluno monitor lapidar sua iniciação na tarefa de ensinar, ao realizar
trabalhos práticos e nas orientações individuais a alunos, esclarecendo e tirando dúvidas.
Destacando ainda o exercício altruísta de poder transmitir ao outro as nuances de conteúdo que, em
geral, possam ficar despercebidas.
A terceira relação de ensino cria espaço para o estabelecimento de vínculos de referência
acadêmico-científica dando novas dimensões ao relacionamento professor-aluno.
Dos Objetivos do Programa

Incentivar o interesse do estudante pela carreira docente do ensino superior;

Oferecer ao aluno a oportunidade de ser iniciado no exercício das atividades docentes no
nível superior;

Contribuir para o processo de formação do estudante;

Melhorar a qualidade do ensino de graduação.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE GRADUAÇÃO
No Curso de Jornalismo do Unimonte, entende-se que o aprendizado precisa andar lado a lado à
aplicação das técnicas apreendidas em sala de aula – e, por outro lado, a aplicação das técnicas
deve levar à análise crítica, que tem a sala de aula como sua instância privilegiada.
Buscar pontos de contato com o mercado de trabalho, por meio de parcerias e convênios, é a melhor
forma de implementar esse movimento de duas vias, da academia para a prática profissional e da
instância prática à reflexão acadêmica. Além disso, os alunos também são estimulados a expor e
veicular seus trabalhos acadêmicos dentro e fora do centro universitário; a participar de visitas
técnicas, palestras, feiras, cursos e oficinas dentro e fora da faculdade; a realizar coberturas
54
jornalísticas em eventos da instituição e de parceiros; a se envolver em campanhas educativas,
sociais e ambientais; e a participarem de atividades artísticas e culturais.
PROJETOS DE PESQUISA E EXTENSÃO
SEMANA DA COMUNICAÇÃO – Ciclo de palestras e oficinas de Comunicação voltada para alunos do
cursos de Jornalismo, Audiovisual e Publicidade e Propaganda e comunidade em geral.
SEMANA DA INTEGRAÇÃO – Promoção de palestras, debates e atividades culturais para alunos
ingressantes e veteranos no espaço acadêmico, aliado a campanhas beneficentes que estimulam a
relação alunos e comunidade.
PARCERIAS

Jovem Jornalista - Parceria com o portal A Tribuna Digital. Permite a participação dos
alunos do curso de Jornalismo, a partir do 6º módulo, no projeto Jovem Jornalista. O projeto
consiste no desenvolvimento e veiculação periódica de matérias especiais, a partir de pauta
determinada pelos próprios alunos.

Prefeitura Municipal de São Vicente – TV 1ª: produção jornalística de reportagens
relacionadas às atividades de Organizações Não-Governamentais (ONG’s), instituições e
entidades sociais e de benemerência, entre outras, sediadas no município de São Vicente,
para veiculação na grade de programação da TV 1ª,
cuja concessão é, de direito, da
Prefeitura Municipal da Estância Balneária de São Vicente.

Prefeitura Municipal de Santos – Arquivo e Memória de Santos: apoio na produção de
material audiovisual e multimídia sobre a história oral de Santos nos aspectos cultural, de
lazer e político, para a Instituição Arquivo e Memória de Santos, da Prefeitura Municipal de
Santos.

TV Pólo: veiculação dos conteúdos produzidos pelos alunos, a partir do acervo da Faculdade
de Comunicação Social e Artes; veiculação e produção de vídeos de campanhas
institucionais de interesse público; cooperação técnica para a produção de conteúdos;
orientação para a elaboração de projetos de cunho social; produção jornalística de programas
relacionados às atividades de Organizações Não-Governamentais (ONG’s), instituições e
entidades sociais e de benemerência, entre outras, sediadas no município de Cubatão, para
veiculação em programação jornalística na TV Pólo, cuja concessão é, de direito, da
Associação Cubatense dos Produtores de Vídeo Independentes - ACPVI, de Cubatão.
JORNAIS LABORATORIAIS
O contato do estudante do Curso de Jornalismo do Unimonte com a prática jornalística inicia-se já
nos primeiros ciclos, por meio de disciplinas ministradas em laboratórios específicos para cada área.
55
As práticas laboratoriais são desenvolvidas na Agência Integrada de Comunicação, no Laboratório de
Redação e Planejamento Gráfico e no Complexo Laboratorial de Comunicação, onde estão os
laboratórios de Rádio e Fotografia, as ilhas de edição, o switcher e o estúdio de tv.
O que é produzido no curso pelos alunos, sob a orientação dos professores, é divulgado dentro e fora
da faculdade, por meio de exposições, participações em feiras e por meio de convênios e parcerias
firmadas com terceiros.
Para realizarem suas práticas laboratoriais, os alunos têm livre acesso aos laboratórios e
equipamentos (respeitando apenas alguns processos de agendamento) e são orientados quanto ao
manuseio de equipamentos e elaboração dos produtos, sejam eles impressos, eletrônicos ou digitais.
Abaixo, seguem os projetos implantados e já adaptados à atual matriz curricular.

Foca Virtual – jornal laboratório digital, produzido nos dois primeiros módulos do curso
(1º.ciclo modular). Periodicidade: 4 por semestre.

Oficina de Notícias – elaborado por alunos do módulo 4, é um produto impresso, tamanho
ofício, informativo, atuando como exercício de captação de dados e estrutura de montagem
de texto, diagramação e editoração eletrônica. Periodicidade: dois por semestre.

Matéria Prima – jornal impresso no formato standard, é atividade obrigatória e curricular dos
alunos do 6º. módulo de Jornalismo. Veículo informativo e de prestação de serviço à
comunidade. Periodicidade: dois por semestre.

Foca Multimídia – jornal digital elaborado pelos alunos do 5º módulo, com exercícios de
texto noticioso, opinativo e crítico, com ensaios à fotografia digital e vídeos, explorando novos
recursos de inserção de material na área de Internet.

Atitude - Revista Digital – projeto laboratorial desenvolvido pelos alunos de 6º módulo com
exercícios de grandes reportagens e textos de pesquisa jornalística, editoriais, artigos,
notícias e notas, aliados à fotografia digital e diagramação eletrônica. Periodicidade:
semestral.

Unimonte no Ar - projeto laboratorial desenvolvido na disciplina de Produção e Edição
Audiovisual e Reportagem em TV. Sob a vinheta Unimonte no Ar os alunos produzem
entrevistas, flashs, boletins, reportagens, e telejornais sobre assuntos regionais e gerais. O
material é divulgado na internet e na grade da programação da TV Primeira, da Prefeitura
Municipal de São Vicente e da Tv Pólo, de Cubatão.

Rádio Unimonte – projeto laboratorial que busca produzir programas jornalísticos em Rádio
e a elaboração de uma série de documentários analíticos da região, sob a ótica dos
entrevistados. Produção de material jornalístico para veiculação nas rádios CBN, Cultura e 98
FM.

Documenta – vídeos-documentários elaborados no 5º. Módulo do curso como produto da
disciplina de Tidir. Os vídeos são divulgados na grade de programação da TV Comunitária
Pólo, de Cubatão e TV Primeira, de São Vicente.
56

Blog Escriba Web – blog produzido por alunos do curso de jornalismo com tema livre.

Blog Unimonte no Ar – blog produzido por alunos do curso de jornalismo para divulgar
eventos especiais.
PREMIAÇÕES

Segundo lugar no II Concurso de Fotojornalismo, realizado pelo Sindicato dos Jornalistas –
Regional Santos, em dezembro de 2010. Aluno: Antonio Pinheiro.

Primeiro e segundo lugares no I Concurso de Fotojornalismo, realizado pelo Sindicato dos
Jornalistas – Regional Santos, em dezembro de 2009. Alunos: Antonio Pinheiro e Paulo
Sérgio Nogueira.

Videorreportagem “ Por dentro de uma oficina de vídeo” – trabalho de TCC do aluno Maurício
Elias de Oliveira. 1º.colocado na categoria Jornalismo Audiovisual,
no XXXI Expocom
(Exposição de Comunicação do Intercom (Congresso Nacional de Ciências da Comunicação)
2007 – Natal (RN).

O Virtual - jornal online: Menção Honrosa na XXIX Expocom (Exposição de Comunicação) do
Intercom (Congresso Nacional de Ciências da Comunicação) 2006 – Brasília (DF).

O Virtual - jornal online: 3º colocado na XXVIII Expocom (Exposição de Comunicação) do
Intercom (Congresso Nacional de Ciências da Comunicação) 2005 – Salvador (BA);
1.5
AVALIAÇÃO
AVALIAÇÃO (INTERNA E EXTERNA)
O modelo de auto-avaliação do Curso de Jornalismo Multimídia foi definido pelo seu colegiado em
conformidade com a orientação da Comissão Própria de Avaliação do UNIMONTE – CPA e com o
Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior – Sinaes, instituído pela Lei 10.861/2004.
O processo de auto-avaliação é composto por cinco fases, que, de forma encadeada, devem
promover o contínuo pensar sobre a qualidade da Universidade: sensibilização, execução da autoavaliação, análise dos resultados, elaboração do relatório final e discussão do relatório com a
comunidade acadêmica.
Os objetivos traçados para a Avaliação Institucional só serão atingidos se houver uma participação
efetiva da comunidade acadêmica. Por isso, é de fundamental importância a primeira fase do
processo que é a sensibilização. A sensibilização tem início, aproximadamente, um mês antes da
data definida no calendário escolar para aplicação dos instrumentos e envolve primeiramente a Pró-
57
Reitoria de Graduação, diretores de Faculdade e Coordenadores de Curso. A seguir, os docentes e
funcionários técnico-administrativos e, por fim, a comunidade discente. A versão dos modelos
específicos são amplamente divulgados e apresentados aos respectivos coordenadores (acadêmicos
e administrativos) em suas faculdades e setores para deliberação.
Com o objetivo de gerar comprometimento com o processo de auto-avaliação são utilizados meios
formais de comunicação com todas as áreas que serão avaliadas e avaliarão, carta ao líder do setor
administrativo ou acadêmico, e-mails, cartazes informativos e site.
A sistemática de apuração dos resultados deve contemplar os múltiplos recortes da avaliação: quanto
à metodologia, quantitativa e qualitativa; quanto ao foco, formativo e somativo; quanto à instância,
interna e externa; quanto aos objetivos, a tomada de decisão, o mérito e a construção coletiva.
Assim, a análise dos resultados da Avaliação Institucional embora da competência da CPA não deve
se restringir aos seus membros. Do ponto de vista operacional, a CAI oferece o apoio operacional
necessário no tratamento dos dados o que mostra o interesse da instituição na Avaliação Institucional
como ferramenta privilegiada para orientação dos processos de planejamento e gestão da Instituição.
Do ponto de vista humano, o processo de auto-avaliação corre o risco de não conseguir traduzir todas
as percepções de seus atores e por isso é necessário que mesmo durante a elaboração dos
resultados sejam colhidas novas percepções que contribuam para a melhor interpretação dos
resultados encontrados.
O relatório 2005, na sua construção, obedeceu a divisão dos temas nas quatro dimensões gerais
descritas no PDI. Antes do fechamento final, uma versão preliminar do relatório foi enviada aos
grupos de trabalho para que os mesmos pudessem conhecê-lo e se manifestassem a respeito da
interpretação final dos resultados. Após discussão com os grupos de trabalho, a CPA preparou o
documento final para divulgação interna e também para o MEC.
A partir do segundo semestre de 2006, a divulgação interna dos resultados passou a seguir as
seguintes etapas: apresentação à reitoria, apresentação nos encontros de integração, evento
promovido pela vice-reitoria onde a comunidade docente e administrativa é convidada e que acontece
quinzenalmente, reunião com o líder de cada setor administrativo avaliado e sua equipe;
apresentação nas Faculdades para Diretor e Coordenadores de Curso, apresentação aos docentes
no Simpósio dos Professores, encontro realizado sempre no início do semestre. A divulgação ao
corpo discente acontece inicialmente com a apresentação dos resultados na reunião de
representantes de turma, são afixados cartazes com os resultados gerais da instituição em sala de
aula e no site e os Coordenadores de Curso discutem os resultados de cada curso nas reuniões com
os representantes de turma.
58
No curso de jornalismo, essas discussões ocorrem, no máximo, após duas semanas de divulgação
dos resultados. Professores e alunos são convocados a analisar o cenário apresentado nas
avaliações institucionais e a apontar possíveis soluções.
EXAME NACIONAL DE DESEMPENHO DOS ESTUDANTES - ENADE
Conceito Global Avaliação MEC em 2003: C
Portaria 4.567 de 28 de dezembro de 2005.
ENADE 2006:
Média da Formação
Geral
Curso
Média do Componente
Específico
Média Geral
Ingressante Concluinte Ingressante Concluinte Ingressante Concluinte
COMUNICACAO
SOCIAL JORNALISMO
48.4
48.5
33.1
38.1
36.9
Enade
Conceito
(1 a 5)
40.7
3
Os alunos de jornalismo, ingressantes e concluintes são sistematicamente informados sobre as
legislações relativas a esse processo de avaliação do Mec e sobre a importância da prova no
planejamento das ações do curso.
O corpo docente, a partir dos resultados obtidos nas avaliações, também são chamados a refletir
sobre suas práticas acadêmicas e sobre as possíveis lacunas a serem preenchidas em termos de
infraestrutura e equipamentos.
2
CORPOS DOCENTE, DISCENTE E TÉCNICO ADMINISTRATIVO
2.1
PERFIL DOS DOCENTES: PERFIL
NOME
REGIME DE
TRABALHO
SIGLA DA
TITULAÇÃO
INSTITUIÇÃO
ANO
Paulo Augusto Lane
Valiengo
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
Redator e coordenador de
H
G
Unisantos
1991
produção em rádio, redator e ,
diretor de criação em agência ,
professor
Wellido Teles Pereira
H
G
Unimonte
2004
Chrystianne Leite Pimentel
Assessor de Imprensa,
professor
Repórter, apresentadora, editora
P
E
ESPM-SP
1996
de textos, assessora de
imprensa, redatora e revisora de
textos, professora
59
Diego Almeida Monsalvo
H
E
Durval Moretto Júnior
H
Marli de Souza Camargo
Ribeiro
Christian Justino Godoi
Alexandre Valença Alves
Barbosa
Arylce Cardozo Tomaz
Clóvis Rodolpho Carvalho de
Vasconcellos
Valdilene Zanette
Maria Aparecida Bernardo C.
Coelho
E
Unimonte
FAZBelém/PA
2005
Escritor, pesquisador e
professor
Fotógrafo, publicitário, gestor
2007
em Comunicação e Marketing,
professor
H
E
Unimonte
2001
H
M
ECA-USP
2009
P
M
ECA-USP
2006
H
M
Unimonte
2001
H
M
ECA-USP
2004
H
M
PUC-SP
2000
H
D
USP
2002
Helena Maria Gomes
Assessora de imprensa, gerente
de comunicação,
Editor de textos e imagens,
assessor de imprensa, professor
Designer gráfico, escritor,
ilustrador
Editora, repórter, assessora de
imprensa, professora
Repórter, Secretário de
Governo, professor, escritor
professora
Fonoaudióloga especializada
em Rádio e TV
Assessora de imprensa,
escritora com 13 livros
H
E
Unimonte
2004
publicados, diagramadora,
Senac RJ
2006
repórter e editora de jornal diário
e revisora e preparadora de
originais
Legenda: G – Graduação
E – Especialista
M – Mestre
D - Doutor
IMPLEMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS DE CAPACITAÇÃO NO ÂMBITO DO CURSO
PUBLICAÇÕES E PRODUÇÕES
CRITÉRIOS DE ADMISSÃO
A seleção do corpo docente é feita através de análise curricular, entrevista e aula teste perante uma
banca composta por três membros da Instituição, um do setor de RH, o coordenador do Curso e um
professor da área convidado, onde o candidato, portador de, no mínimo, diploma de graduação,
demonstra competência didática e conhecimento na área específica.
O processo de admissão estabelece distinção quanto às categorias funcionais, no que concerne a
professores com títulos de graduados, especialistas, mestres e doutores. Além da titulação ampliando cada vez mais o seu quadro de Mestres e Doutores - a Instituição também valoriza o
trabalho do docente que apresenta experiência profissional tanto no magistério como fora
60
O enquadramento dos Docentes é realizado, em princípio, na Categoria Nível I - Auxiliar,
podendo ser enquadrados já nos níveis estabelecidos no Plano de Carreira Docente (quadro
abaixo)
Categoria
Titulação
Auxiliar de Ensino
Supervisor de Matriz/Estágio
Prof. Auxiliar
Graduados
Prof. Assistente
Especialistas
Prof. Adjunto
Prof. Titular
Especialistas – progressão horizontal de
acordo com Plano de Carreira
Especialistas – idem
Prof. Tit. Mestre
Mestres
Prof. Tit. Doutor
Doutores
PLANO DE CARREIRA
Após reestruturação para atender a modificações empreendidas na estrutura organizacional da IES
nos últimos anos, o Plano de Cargo e Carreira foi encaminhado ao Ministério de Trabalho e Emprego
para homologação.
POLÍTICA DE CAPACITAÇÃO DOCENTE
A IES vem, desde 2007, propondo cursos e/ou atividades acadêmicas e realizando ações
estratégicas que tenham como foco a atualização, o treinamento e a constante qualificação dos
profissionais que integram o quadro docente, discente e técnico-administrativo do UNIMONTE.
Ressalte-se ainda que, para atender às modificações empreendidas na estrutura organizacional da
IES nos últimos anos, o Consun aprovou por unanimidade a reestruturação do Plano de Cargo e
Carreira já encaminhado ao Ministério de Trabalho e Emprego para homologação.
Do total de professores ativos na Instituição, pouco mais de 23% atuam em regime de Tempo
Integral, com atividades na docência, em atividades de pesquisa e extensão, bem como no
planejamento e avaliação.
Estão disponíveis para consulta e apreciação documentos que corroboram as informações
mencionadas.
61
2.2
ATENÇÃO AOS DISCENTES
ATENDIMENTO AO ALUNO
Sempre que necessário, os professores disponibilizam o tempo durante o intervalo das aulas para o
atendimento aos alunos.
APOIO PEDAGÓGICO
O apoio pedagógico aos discentes é dado pelo coordenador do curso, que, dentro de sua jornada de
trabalho, reserva e divulga horas e dias da semana destinados exclusivamente para atendimento aos
alunos.
Centro de Desenvolvimento Profissional - CEDESP
O CEDESP, focado na integração do processo acadêmico e o desenvolvimento profissional,
desenvolve um trabalho de coaching através de atividades que permitem a criação de um plano de
ação, para que o aluno possa viabilizar os seus projetos pessoais e profissionais, de acordo com a
necessidade do mercado de trabalho. Alguns dos programas são: Orientação para a Elaboração de
Currículos, Dinâmicas de Grupos, Entrevista para Seleção, Técnicas de desinibição, Avaliação da
Capacidade de Trabalho em Equipe, Levantamento de Perfil, Consultas de Orientação de Carreira
Individuais, entre outros.
Para desenvolver este trabalho, a equipe de profissionais do CEDESP mantém inúmeras parcerias
com empresas de todos os segmentos da região metropolitana da Baixada Santista, a fim de
promover a captação e divulgação de novas oportunidades de estágios e empregos. Os parceiros
incluem escolas de idiomas e Universidades nacionais e internacionais, Órgãos de Relações
Internacionais, Agências de Intercâmbios e Câmaras de Comércio.
A estrutura está estabelecida para o desenvolvimento e acompanhamento de projetos junto aos
alunos, coordenadores e diretores, além das empresas.
REGISTRO E CONTROLE ACADÊMICO
A Secretaria Acadêmica é o órgão administrativo-acadêmico mais próximo do aluno para seus
contatos com a Instituição e para informações sobre sua vida escolar. Cabe à Secretaria:

executar a matrícula dos alunos calouros;

controlar e acompanhar a rematrícula dos alunos veteranos;
62

expedir históricos escolares, atestados, certidões e declarações;

receber e encaminhar processos;

confeccionar e registrar os diplomas na forma da lei;

outras matérias de interesse acadêmico.
Horário de atendimento
O
atendimento
pode
ser
feito
por
telefone
(call-center),
on-line
pelo
portal
http://www.unimonte.br/area_restrita_aluno, ou pessoalmente, nos setores de Multiatendimento
localizados em cada campus, de segunda a sexta-feira, das 9h às 21h; aos sábados, das 8h às 14h,
apenas no setor de pós-graduação.
TIPOS DE BOLSAS DE ESTUDO E FINANCIAMENTO
A Instituição oferece aos seus alunos vários tipos de bolsas:

Programa Universidade para Todos - ProUni;

Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior - FIES;

Monitoria;

Mérito

Pesquisa;

Estágio.
O regulamento para a participação desses benefícios está disponibilizado nos órgãos competentes da
Instituição ou através do site da Instituição www.unimonte.br onde o aluno encontra as informações
sobre inscrições, documentação necessária, datas, percentual de desconto, etc.
3
INFRAESTRUTURA E INSTALAÇÕES
3.1
INSTALAÇÕES GERAIS
ESPAÇO FÍSICO DO CURSO
Os espaços físicos utilizados pelo curso são constituídos por infraestrutura adequada que atende as
necessidades exigidas pelas normas institucionais, diretrizes do curso e órgãos oficiais de
fiscalização pública. A infraestrutura compõe-se dos seguintes espaços:
63

Salas de Aula:
As salas de aula possuem estrutura física adequada para os usuários e para as atividades
exercidas. Todas elas salas têm boa acústica, possuem iluminação e ventilação artificial e
natural. Os mobiliários são adequados para as atividades; as salas são limpas a cada término
de período e dispõem de lixeiras em seu interior e nos corredores.

Instalações administrativas:
As instalações administrativas se caracterizam por espaço físico adequado para os usuários e
para as atividades exercidas; todas as salas têm boa acústica, possuem iluminação e
ventilação artificial e natural. Todos os mobiliários são adequados para as atividades; as salas
são limpas três vezes ao dia e dispõem de lixeiras em seu interior e nos corredores.

Instalações para docentes do curso:
As salas de professores do UNIMONTE compõem-se de espaços para reunião, telefone,
computadores conectados à internet.

Instalações para a coordenação do curso:
As instalações que se destinam às coordenações de cursos são distribuídas pelos campi da
Instituição e interagem diretamente às secretarias de cada departamento. Os espaços físicos
que alocam a coordenação são adequados para as atividades exercidas. Possui mobiliário e
equipamentos adequados para as atividades acadêmico-administrativas.


Laboratórios:
Laboratório Produção Gráfica - Apple: Sala com 69 m2, provida de bancadas que abriga:
01 computador Apple - Power Mac G5 Dual-Core 2GHz – 512MB 533MHz- 16GB max/ 160GB
7200-rpm Serial ATA/ NVIDIA GeForce 6600 LE com 128MB GDDR SDRAM/ 16x
SuperDrive(DVD+R; DVD+-RW; DVD-RW)/ Dual Gigabit Ethernet ports/ HD SATA
200GB/04Monitores LCD 17”/ Softawares: Final Cut Studio Retail; Adobe Criative Suíte Premium;
25 computadores iMac G5/ 17”LCD/1.9GHz/512MB/160GB/SuperDrive/ATI Radeon X600 Pro128MB/AP/BT/ Sofwares: Final Cut Studio Retail; Adobe Criative Suíte Premium;
Servidor XSERVER G5 (2.3GHzDP/1GB ECC/80GB SATA/ 2xGigE/ Combo/ Maços X Server
Unlimited License) / Teclado/ Mouse/ Placa de Vídeo w/64MB de DDR/ 4 Xserve – Apple Drive
Module 250GB SATA ;
Apple Remote Desktop 2.2 Unlimited.
Todas as máquinas ligadas em rede com o parque de impressão.
Sala com condicionadores de ar, lousa branca e mesa de trabalho. Capacidade de Atendimento:
50 alunos. Turnos de funcionamento: manhã, tarde e noite.
64

2
Laboratório Planejamento Gráfico: Localiza-se no Prédio “A”, térreo. Numa sala com 45m ,
provida de bancadas, comportando 20 microcomputadores Pentium IV 2.3 MHZ, 256 Mb RAM,
HD 40Gb, todos ligados em rede com acesso à Internet para fila de impressão. Softwares:
Windows XP, Corel Draw 12, Adobe Photoshop 7, Audition, Adobe After Efectts 6.5. O referido
laboratório está aparelhado com ar condicionado, lousa branca e mesa de trabalho. Acesso livre
à Internet em todos os terminais. Capacidade de atendimento: 40 alunos. Turnos de
funcionamento: manhã, tarde e noite.

Laboratório Planejamento Gráfico II: Localiza-se no Prédio “A”, 1º andar, sala 18, possui uma
2
sala com 48m , provida de bancadas laterais e uma central, comportando 20 (vinte) estações,
providas de 4 microcomputadores Multi-PC Toshiba Pentium IV 1,7 Ghz, 256Mb RAM, HD
40Gb, todos ligados em rede com acesso à Internet. Softwares: Windows XP, Corel Draw 12,
Adobe Photoshop 7, Audition, Adobe. O referido laboratório está equipado com estabilizador de
tensão, condicionador de ar, CDROM, lousa e mesa de trabalho. Acesso livre à Internet em
todos os terminais. Capacidade de atendimento: 40 alunos. Turnos de funcionamento: manhã,
tarde e noite.

Agência Experimental de Comunicação : Localiza-se no Prédio “A”, térreo. Numa sala com
2
41,04m , provida de bancadas laterais, comportando 11 (onze) microcomputadores Pentium IV,
2.3 MHZ, 256 Mb RAM, HD 40Gb, todos ligados em rede com acesso à Internet e impressora
para fila de impressão. Softwares: Windows XP, Corel Draw 12, Adobe Photoshop 7, Audition,
Adobe. O referido laboratório está aparelhado com condicionador de ar, lousa branca e mesa de
trabalho. Acesso livre à Internet em todos os terminais. O primeiro micro possui um 1(um)
scanner HP Scanjet 3400C. Capacidade de atendimento: 20 alunos. Turnos de funcionamento:
manhã, tarde e noite.

2
Laboratório de Redação: Localiza-se no Prédio “A”, térreo. Numa sala com 40 m , provida de
bancadas laterais, comportando 15 (quinze) estações, providas de 3 microcomputadores MultiPC Toshiba Pentium IV 1,7 Ghz, 256Mb RAM, HD 40Gb, todos ligados em rede com acesso à
Internet. Softwares: Windows XP, Corel Draw 12, Adobe Photoshop 7, Audition, Adobe, In
Design e Page Maker. O referido laboratório está equipado ainda com estabilizadores de tensão,
condicionador de ar, CDROM, lousa branca e mesa de trabalho. Acesso livre à Internet em
todos os terminais. Capacidade de atendimento: 40 alunos. Turnos de funcionamento: manhã,
tarde e noite.

Laboratório de Rádio: Instalado numa área de 44,45m2, no andar térreo do Prédio A.
Estúdio 1:

01 computador Celeron D, 2.4 Ghz, 512 Mb e 200 Gb com placa de som; software de edição de
áudio: Sound Forge 4.0 e Cake Walk 6.0;
65

01 mesa de som com 16 canais Eurorack MX 2642-Behringer ;

2 Mini Disc Sony – modelo MDS-JE510;

01 CD Play CD-P-1100 Teac;

02 Monitores Alesis Superport;

01 Compressor de Voz Gate DBX 266;

01 Amplificador Alesis RA-100;

03 Fones de Ouvido SENNHEISER HD465,

02 Microfones SHURE SM58, 01 Microfone LESON SM48;
Cabine de Gravação e Operação com isolamento acústico e bancadas. Capacidade de atendimento:
10 alunos. Turnos de funcionamento: tarde e noite.
Estúdio 2 :

01 computador Apple - Power Mac G5 Dual-Core 2GHz – 512MB 533MHz- 16GB max/ 160GB
7200-rpm Serial ATA/ NVIDIA GeForce 6600 LE com 128MB GDDR SDRAM/ 16x
SuperDrive(DVD+R; DVD+-RW; DVD-RW)/ Dual Gigabit Ethernet ports/ HD SATA 200GB/Monitor
LCD 17”/ Softawares: Pro Tools Le Digi 002 ; Final Cut Studio Retail;

01 Mesa de Som Digital BEHRINGER - DDX3216;

07 Microfones SHURE – PRIDE SM57LC;

01 Microfone AKG C3000B;

05 Fones de Ouvido SENNHEISER HD202;

02 M1 Active Monitor Ativo - ALESIS;

01 Microverb Processador de Efeitos - ALESIS;

01 ATX200R Hibrida 2 Linhas - EXPANDER;

01 CD Player Duplo - CDJ6000 – SKPRO;

01 Mini Disk - MDSJE480 – SONY;
Cabine de Gravação e Operação com isolamento acústico e bancadas. Capacidade de atendimento:
10 alunos. Turnos de funcionamento: Manhã, tarde e noite.

Laboratório de TV: Situado no Prédio A – térreo, numa área de 105m², conta com:
02 lhas de Edição Não Linear – PC

02 micro-computadores Pentium 4 com 1 giga de memória RAN, 3 HDs de 40, 128 e 200 giga,
drive Combo DVD, placa de captura de vídeo MATROX RTX 100, softwares Windows XP, Corel Draw
12, Adobe Photoshop 7, Audition , Adobe Premiere Pro 1.5 ,Adobe After Efectts 6.5,

HD Externa 200 Giga;

01 VT MINIDV PANASONIC AGDV 1000

02 Monitores Tela Plana 21” LG;

02 Monitores Semp Toshiba 10”

02 Vts VHS Panasonic.
66

DVD – Rec de mesa - Philips
02 lhas de Edição Não Linear – Apple

02 computador Apple - Power Mac G5 Dual-Core 2GHz – 512MB 533MHz- 16GB max/ 160GB
7200-rpm Serial ATA/ NVIDIA GeForce 6600 LE com 128MB GDDR SDRAM/ 16x
SuperDrive(DVD+R; DVD+-RW; DVD-RW)/ Dual Gigabit Ethernet ports/ HD SATA
200GB/04Monitores LCD 17”/ Softawares: Final Cut Studio Retail; Adobe Criative Suíte Premium;
After Effects 7.0;

02 Monitores Semp Toshiba 10”

VT HDV/DV – HVRM15 – Sony

HD Externo 320 GB USB
Estúdio de Gravação – Construído em uma área de 72m² com 4 metros e meio de pé direito, conta
com fundo infinito azul para recorte em CHROMA KEY;

Grid de iluminação com 48 conexões;

Dimer de luz de 12 canais;

Mesa de Luz de 24 canais DXM 10;

01 Câmera Sony DSR 390 Dvcam com Tripé DMS 80; Dolly e estrela, View Finder Sony 5”;

Tele Prompt completo com Monitor de 15” e software;

Monitor de retorno de 14 polegadas;

Ligação cabeada de áudio e vídeo com o Switcher

6 Rádios Comunicadores - Talkabout Motorola - Modelo T 5000, com head set com microfone
Equipamentos de Captação de Áudio e Vídeo em Externas

02 Câmeras MINI-DV– PANASONIC - AGDVC15 / Case específico

03 Câmeras DVCam – PD 170 - Sony com lente Grande Angular 7X / Case específico

02 Câmeras HDV – A1 – Sony / Case específico

07 Tripes para Câmera – 55B com cabeça 501 – Moanfrotto

03 Monitores Semp Toshiba de 10 polegadas

04 Microfones Shot Gun;

02 Microfones de lapela sem fio Sunheinser EW 100e;

03 Microfones de lapela sem fio PC2 K6668u - Sony

01 Microfone de mão sem fio Sunheinser EW 100;

06 microfones de mão com fio LESON SM48

05 Microfones de lapela com fio LESON
67

Parque de luz: 02 Refletores Fresnel de 2000W, 06 Refletores Fresnel de 1000W, 06 Refletores
Fresnel de 650W , 08 Refletores Set Light de 1000W , 01 Soft Light de 2000W; 02 Refletores de luz
fria com 6 lâmpadas, 01 Refletor de luz fria com 4 lâmpadas, 03 Bandeiras de corte com pano preto;
03 Cabeças de efeito; 02 Sargentos; 01 Caixa de distribuição de energia 25W ; 15 Garras
C, 5 Garras Universais, Cabos de Segurança, 05 extensores ,20Tripés de iluminação e Filtros de
correção e efeito e difusores de pano, spoon glass e frost. .

AV Mixer WJ-AVE55 Panasonic (mesa para edição de vídeo e audio);

10 Gravadores de mão para fita cassete - Panasonic
O laboratório conta ainda com: 06 Câmeras S-VHS –PANASONIC M9000;
01 Controladora de Vídeo JVC – RM-G 805U; 03 VTs Super VHS JVC – SR5365U;
Switcher e Ilha analógica –

Mesa corte e efeito Panasonic MX70;

02 VTs DV CAM DSR 45;

01 VT DV CAM DSR 1500 ;

01 Controladora de VTs Sony DVE 500,

06 Monitores Semp Toshiba de 10”,

02 Monitores JVC 9”;

01 Monitor Sony de 14” ,

01 Mesa de áudio Yamaha de 12 canais;

01 Potência Unic, 03 Intercomunicadores;

02 Caixas acústicas JBL;

01 Aparelho de cd TEAC

01 VT VHS Philips
Sala de Espera –
Televisão-monitor CCE 20 “com retorno de áudio e vídeo do estúdio e tv a cabo.
Camarim 02 Bancadas com espelho; Araras para roupa; Espelho e Banheiro completo.
Fitoteca e Almoxarifado
Sala de Coordenação e Reunião.
Capacidade de atendimento das instalações do Laboratório de Tv: Ilhas de edição – 10 alunos;
Switcher – 20 alunos e Estúdio 50 alunos . Turnos de funcionamento: manhã. tarde e noite.

Laboratório Fotográfico: Localizado no Prédio A, térreo, numa área de 76,35 m2; Equipado
com:
68

01 Microcomputador Pentium IV 2.3 MHZ, 256 Mb RAM, HD 40Gb Softwares: Windows XP, Corel
Draw 12, Adobe Photoshop CS

Timers para ampliadora,

Lanternas de segurança com filtro, guilhotina, jogos de grampos, tanques de revelação, espirais
de aço 135mm, banheiras plásticas, pinças plástica, pinça de escorrer;

Objetivas shinker 75mm, rebobinador de filme,

fotometro,

focalizador SK, lupas A-P,

mesa de contato print file, timers para ampliadora,

08 flash para máquina.

10 Câmeras Nikon Reflex FM 10 com bolsas e alças,

objetivas angular Nikon 24mm,

objetivas angular Nikon 28mm,

objetivas 70 – 210,

ampliador meopta completo,

reveladores em pó – 76, reveladores em pó – dektol, fixadores, papel fotográfico, latas de filme P
& B ISSO 400 tri, estufa para filme e papel, frascos para líquidos, lentes UV para proteção.

07 Cameras Digitais Cyber Shot DW 55 – Sony

02 Câmeras Digitais Reflex Pro Nikkon - D40 X – Com Obejtivas 28-70mm

02 Mesa pra foto Still

Equipamento completo de iluminação fotográfica com fundo infinito - ATEK
Capacidade de Atendimento: 30 alunos. Turnos de funcionamento: tarde e noite.

Auditório:
No campus Victório Lanza, o espaço destinado para conferência tem 348 metros quadrados de
área total e capacidade para aproximadamente 250 pessoas. O local apresenta iluminação e
ventilação tanto natural como artificial. A acústica é adequada. O mobiliário é suficiente para as
atividades de conferência.
O campus Vila Mathias também conta com auditório para conferências e palestras, com 180
metros quadrados e capacidade para aproximadamente 140 pessoas. O espaço é climatizado,
tem ótima acústica e oferece à comunidade acadêmica condições adequadas às atividades
acadêmico-administrativas.

Condições de acesso para portadores de necessidades especiais:
A inclusão social é um processo que contribui para a construção de um novo tipo de sociedade
através de transformações, pequenas e grandes, não somente nos ambientes físicos como
também na mentalidade das pessoas.
69
Acreditando no valor da diversidade humana, a IES contempla as diferenças individuais. Para
isso, efetua mudanças fundamentais na prática administrativa, implementa adaptações no
ambiente físico, adapta procedimentos e instrumentos de trabalho e treina os recursos
humanos na questão da inclusão.
Nesse sentido, a gestão atual propôs, como metas no seu PDI, além da adequação à
legislação, a reserva de
vagas de seu corpo técnico-administrativo a portadores de
necessidades especiais. Houve
ações
que foram implementadas para alterações na
infraestrutura da IES e implantação de equipamentos visando à melhoria do atendimento aos
portadores de necessidades educacionais especiais. Muitas obras e adaptações foram feitas
nas instalações com vistas a atender as necessidades de locomoção e conforto das pessoas
deficientes, como por exemplo, rampas de acesso; banheiros com barras de apoio, pia e
espelho adequadamente instalados, elevadores com cabines amplas e botões de acionamento
acessíveis, com escritas em braile para os deficientes visuais
No campus Vila Mathias, por sua peculiaridade de haver diversos prédios interligados, há
ainda alguns espaços com poucas condições de acessibilidade a cadeirantes. Até final de
2009, todas as adaptações faltantes para esse tipo de deficiência – elevadores e banheiros
adaptados.- estarão concluídas.
EQUIPAMENTOS

Acesso a equipamentos de informática pelos docentes:
O UNIMONTE oferece aos docentes livre acesso aos equipamentos de informática, possuindo
número suficiente de equipamentos, que atende satisfatoriamente às necessidades dos
usuários para as devidas atividades. Os docentes têm acesso aos equipamentos na sala de
professores, bibliotecas e nos laboratórios de informática.

Acesso a equipamentos de informática pelos alunos:
O UNIMONTE oferece aos discentes livre acesso aos equipamentos de informática, dispondo
de um número suficiente de equipamentos, que atende satisfatoriamente às necessidades dos
usuários para as devidas atividades. Os usuários contam com a ajuda de monitores nos
laboratórios de informática.

Recursos audiovisuais e multimídia:
O UNIMONTE possui recursos audiovisuais e de multimídia em quantidade adequada,
atendendo aos docentes, discentes e pessoal técnico-administrativo, mediante agendamento
antecipado. Conta com equipamentos como microcomputadores, projetores de vídeo
(datashow), retroprojetores, projetores de slides, aparelhos de som, gravadores, câmaras
digitais, filmadoras, televisores, videocassetes, DVD, etc.
70

Internet:
O UNIMONTE possui rede de comunicação (internet e intranet) disponível a todos os docentes
e discentes em todos os campi por meio de seus laboratórios e terminais disponibilizados nas
bibliotecas e salas dos professores. E ainda, para todos os funcionários técnico-administrativos
da Instituição. Além disso, todos os Campi estão equipados com rede de comunicação sem fio
que permite acesso gratuito nos principais espaços de convivência e bibliotecas.

Ferramenta de Apoio ao Ensino Presencial:
O UNIMONTE oferece também a seus alunos e professores ambiente virtual de apoio ao
Ensino Presencial. A ferramenta possibilita a inclusão de vasto material didático, exercícios,
fóruns, bem como a troca de informações entre discentes e docentes.

Plano de expansão e de atualização de equipamentos:
O UNIMONTE implementa regularmente, a cada semestre letivo, plano de expansão e
atualização de equipamentos de acordo com a demanda dos cursos e o número de alunos
matriculados. Em se tratando das redes de acesso, a Gerência de Tecnologia e Informação do
UNIMONTE conta com softwares de última geração para melhor atender a sua comunidade.
SERVIÇOS

Manutenção permanente (preventiva e corretiva) das instalações físicas:
O UNIMONTE realiza manutenção adequada permanente (preventiva e corretiva) em todas as
instalações físicas dos dois campi. Técnicos especializados nas áreas elétrica, hidráulica,
marcenaria, serralheria, devidamente equipados, fazem manutenções preventivas e corretivas
quando necessárias.

Manutenção permanente (preventiva e corretiva) dos equipamentos:
O UNIMONTE realiza manutenção adequada permanente (preventiva e corretiva) em todos os
equipamentos, por meio de contratos de manutenção com empresas especializadas. As
empresas que os equipamentos para a devida manutenção, deixando outro no seu lugar até
que se conclua o serviço de reparos.
3.2
BIBLIOTECA
O Sistema de Bibliotecas é composto por duas Bibliotecas, uma em cada campus. As Bibliotecas têm
como objetivo promover o acesso, a recuperação e o incentivo à informação, contribuindo para a
qualidade do ensino, pesquisa e extensão universitária, proporcionando o aprimoramento intelectual e
cultural dos indivíduos.
71
Acervo - política de aquisição, expansão e atualização
As Bibliotecas possuem acervo aberto e materiais especializados em áreas do conhecimento
correspondentes aos cursos atendidos em cada Unidade Acadêmica. O acervo geral da Biblioteca é
composto de livros técnicos, didáticos e especializados; periódicos gerais e específicos; teses;
dissertações; monografias; trabalhos de conclusão de curso; folhetos; apostilas; multimídia e mapas.
As Bibliotecas assinam jornais locais diários e do Estado de São Paulo, estando à disposição de
todos os usuários da IES como também da comunidade externa. As revistas de cunho geral, além de
complementarem as bibliografias de alguns cursos são muito utilizadas para atualização da
comunidade acadêmica.
A produção docente e trabalhos acadêmicos também contemplam o acervo das Bibliotecas, com as
teses, dissertações e os trabalhos de conclusão de curso. Neste último, as Bibliotecas são
depositárias, apenas, com média superior a sete (sete). Todos esses materiais recebem tratamento
igual ao dos livros.
O desenvolvimento de Coleção do Sistema de Bibliotecas do UNIMONTE segue os seguintes
critérios:

Aquisição de até 2 (duas) bibliografias básicas sendo 01 (um) exemplar para cada 15 (quinze)
alunos;

Até 03 (três) bibliografias complementares sendo 01 (um) exemplar, independente do número
de alunos;

Assinatura de 03 (três) títulos de periódicos indexadas dentro dos Conceitos da Qualis;

Aquisição de multimídias (CD-ROM e DVD), quando necessário, com justificativa do
Coordenador/Diretor.
Armazenagem e acesso ao acervo
O acesso à Base de Dados é realizado por meio da EBSCO (www.ebsco.com/home/brasil), uma das
principais empresas de gerenciamento e acesso à informação. Oferece serviços de assinaturas de
periódicos, desenvolvimento e produção de bases de dados e comércio de livros impressos e
eletrônicos.
O Sistema de Bibliotecas da UNIMONTE em parceria com o Centro Universitário UNA obteve acesso
ao serviço EBSCOhost, disponibilizando à comunidade acadêmica as seguintes bases de dados:

Academic Search Elite, Business Source Elite, Regional Business News, Medline.

Academic Search Elite – Base de dados com abrangência em diversas áreas do estudo
acadêmico, oferecendo texto completo de 2.000 periódicos;

Business Source Elite – Base de dados na área de negócios fornecendo texto completo de
1000 publicações, aproximadamente;
72

Regional Business News – Base de dados relacionadas a negócios das áreas urbanas e
rurais dos EUA;

Medline – Base de dados da literatura internacional da área médica e biomédica, criada pela
National Library of Medicine, USA com referências bibliográficas e resumos de mais de 4.000
títulos de revistas publicadas em diversos países.
Os recursos tecnológicos da EBSCOhost permitem selecionar, salvar, imprimir, enviar por e-mail os
artigos de interesse, além de possibilitar a criação de alertas que avisam quando uma nova edição ou
número de um periódico está disponível. Isto tudo com interfaces de pesquisa “intuitivas” que facilitam
a realização de buscas.
Informatização
No segundo semestre de 2006 o Sistema de Bibliotecas da UNIMONTE em parceria com o UNA
passou a utilizar o Pergamum - Sistema Integrado de Bibliotecas, como software de gerenciamento
de informações. Este programa contempla as principais funções de uma Biblioteca, funcionando de
forma integrada desde a aquisição ao empréstimo.
A consulta ao catálogo on-line pode ser por autor, título e assunto, pesquisa booleana, pesquisa por
autoridades, material incorporado ao acervo, consulta às coleções de periódicos e demais materiais.
A utilização do Pergamum possibilitou disponibilizar os serviços on-line, tais como: empréstimo de
materiais; verificação da data de devolução dos empréstimos; reserva de materiais emprestados,
renovação do prazo de empréstimo, histórico dos materiais que já foi emprestado; consulta a débitos
existentes; alteração de dados cadastrais.
Serviços Oferecidos

Consulta Local e On-line
As bibliotecas disponibilizam para consulta os materiais bibliográficos não circulantes tais como:
obras de referência, obras raras e notáveis, coleções de periódicos encadernados e trabalhos de
conclusão de curso. A consulta on-line de seu acervo e demais informações e orientações podem ser
acessadas em sua página através do sistema Pergamum.

Empréstimo de materiais circulantes
Os materiais circulantes das bibliotecas são emprestados a toda comunidade acadêmica mediante
cadastramento. Os empréstimos podem ser domiciliares e locais. São materiais circulantes a
domicílio todos os livros textos e didáticos, os de literatura e os periódicos selecionados pelos
bibliotecários, que não se encontram em processo de encadernação e as dissertações e teses. Os
materiais multimídia: vídeos, DVD e CD-ROM são emprestados ao corpo docente e aos alunos de
pós-graduação.
73

Empréstimo Entre Bibliotecas (EEB)
Conhecido também como Empréstimo Inter Bibliotecas é um serviço que se estende a bibliotecas
congêneres e de São Paulo. Permite que alunos cadastrados nas Bibliotecas de sua instituição,
retirem obras e materiais de outras bibliotecas.

Comutação bibliográfica – COMUT
As Bibliotecas para realização desse serviço são conveniadas com a BIREME e o IBICT.
A BIREME - Sistema Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde. Através do
Serviços Cooperativos de Acesso do Documento (SCAD) os usuários têm acesso a documentos da
área da ciência da saúde da rede de bibliotecas ou profissional através da Internet, recebendo o
documento via correio, fax, e-mail ou software Ariel. Nas bibliotecas da UNIMONTE, o recebimento
dos materiais é realizado apenas via correio.
O IBICT - Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia fornece cópias de artigos de
periódicos, partes de dissertações, de teses e de monografias existentes em bibliotecas e centros de
documentação em todo o território nacional.

Orientação Técnica Para Trabalho Acadêmico
Consiste nas orientações dos trabalhos sobre os elementos que devem constar na folha de rosto,
adequação do sumário ao texto, das disposições das tabelas e figuras, numeração progressiva, a
normalização de referências bibliográficas e citações bibliográficas, bem como, na elaboração da
ficha catalográfica.

Treinamento de Usuários
Orientação na consulta ao sistema informatizado (bases do Pergamum) e nas demais bases de
dados, assinadas (EBSCO) ou não e na localização do material bibliográfico nas estantes.

Recepção de calouros
As bibliotecas recepcionam, através de agendamento prévio, os alunos dos primeiros ciclos, com
as visitas monitoradas, demonstrando o espaço físico das bibliotecas, seu acervo, o regulamento
que disciplina seu funcionamento, e os serviços prestados.

Visitas Orientadas
74
Orientação e informações quanto à utilização e serviços oferecidos pelas bibliotecas
à
comunidade universitária, com horário previamente agendado pelos ramais dos balcões de
atendimento.

Projeto "Divulgando lançamentos"
O Sistema de Bibliotecas da UNIMONTE tem parceria com a editora Paulus, divulgando aos
alunos lançamentos em livros e periódicos cuja venda possui 20% de desconto nas bibliotecas.
Em um prazo máximo de seis meses, todo material exposto como parte do projeto, é revertido ao
acervo.

Projeto Eureka!
Com o intuito de provocar e despertar nos usuários do Sistema de Bibliotecas o hábito saudável
da leitura, o UNIMONTE lançou em junho de 2008, o Projeto Eureka! Descobrindo a Leitura. É
uma iniciativa que consiste em oferecer a todos obras consideradas best-sellers e clássicos da
literatura nacional e internacional. Dessa forma, o projeto visa levar o leitor ao enriquecimento
cultural e, também, sua inserção no processo de leitura-aprendizagem. Tendo sido destaque no
principal jornal da Baixada Santista, A Tribuna, o Eureka! Descobrindo a Leitura conta, ainda,
com uma agenda cultural que promove palestras, lançamentos de livros, leitura comentada sobre
os títulos mais retirados,sempre com a mediação de professores e especialista em Literatura.

Exposições Temáticas e de Divulgação
As Bibliotecas realizam exposições sobre datas alusivas a eventos dos cursos da IES, utilizando
seus recursos bibliográficos. Realiza também exposições itinerantes e com a mesma temática
sobre conscientização dos usuários em relação ao acervo.
REFERÊNCIAS
BRASIL. Congresso Nacional. Lei nº. 9.394 de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e
Bases da Educação Nacional. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Legislativo,
Brasília, DF, 23 dez. 1996, seção 1, p. 27.833. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_
03/Leis/L9394.htm>. Acesso em: 2 fev. 2008.
BRASIL. Congresso Nacional. Lei nº. 10.861, de 14 de abril de 2004. Institui o Sistema Nacional de
Avaliação da Educação Superior – Sinaes e dá outras providências. Diário Oficial [da] República
Federativa do Brasil, Poder Legislativo, Brasília, DF, 15 abr. 2004, Seção 1, p. 3-4. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L10861.htm>. Acesso em: 1º mar. 2007.
75
BRASIL. Congresso Nacional. Lei nº. 11.788, de 25 de setembro de 2008. Dispõe sobre o estágio de
estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo
o
o
o
Decreto-Lei n 5.452, de 1 de maio de 1943, e a Lei n 9.394, de 20 de dezembro de 1996; revoga as
os
Leis n 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo único do
o
o
o
art. 82 da Lei n 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6 da Medida Provisória n 2.164-41, de
24 de agosto de 2001; e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil,
Poder Legislativo, Brasília, DF, 26 set. 2008, Seção 1, p. 3-4.
os
BRASIL. Poder Executivo. Decreto nº. 5.296, de 2 de dezembro de 2004. Regulamenta as Leis n
10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e
10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a
promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá
outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF,
3 dez. 2004, Seção 1, p. 2-6.
BRASIL. Poder Executivo. Decreto nº. 5.773, de 9 de maio de 2006. Dispõe sobre o exercício das
funções de regulação, supervisão e avaliação de instituições de educação superior e cursos
superiores de graduação e seqüenciais no sistema federal de ensino. Diário Oficial [da] República
Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 10 mai. 2006, Seção 1, p. 6-10.
BRASIL. Poder Executivo. Decreto nº. 5.786, de 24 de maio de 2006. Dispõe sobre os centros
universitários e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder
Executivo, Brasília, DF, 25 mai. 2006, Seção 1, p. 9.
BRASIL. Poder Executivo. Decreto nº. 6.303, de 12 de dezembro de 2007. Altera dispositivos dos
os
Decretos n 5.622, de 19 de dezembro de 2005, que estabelece as diretrizes e bases da educação
nacional, e 5.773, de 9 de maio de 2006, que dispõe sobre o exercício das funções de regulação,
supervisão e avaliação de instituições de educação superior e cursos superiores de graduação e
seqüenciais no sistema federal de ensino. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder
Executivo, Brasília, DF, 13 dez. 2007, Seção 1, p. 4.
CENTRO UNIVERSITÁRIO MONTE SERRAT, Santos. Estatuto, 2007. Homologado pelo Ministro da
Educação em 29/11/2007 e Portaria MEC nº 988/2007, publicada no D.O.U. nº 230, de 30/11/2007,
Seção 1.
CENTRO UNIVERSITÁRIO MONTE SERRAT, Santos. Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI),
2007-2011. Aprovado pelo Conselho Universitário (Consun) do UNIMONTE em 13/07/2007.
CENTRO UNIVERSITÁRIO MONTE SERRAT, Santos. Projeto Pedagógico Institucional (PPI), 2007.
Aprovado pelo Conselho Universitário (Consun) do UNIMONTE em 13/07/2007.
CENTRO UNIVERSITÁRIO MONTE SERRAT, Santos. Regimento Geral do Centro Universitário
Monte Serrat, 2006. Aprovado pelo Conselho Universitário (Consun) do UNIMONTE em 20/12/2006.
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO – CNE. Câmara de Educação Superior – CES. Diretrizes
Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação. Brasília, MEC/CNE/CES. Disponível em:
<http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12991&Itemid=866>.
Acesso em: 22 set. 2009.
EVANGELISTA, Helivane de Azevedo. A utilização de feedback como estratégia de
ensino/aprendizagem da escrita em inglês como L2. Belo Horizonte: Faculdade de Letras da
76
Universidade Federal de Minas Gerais, 2003. (Tese, Doutorado em Estudos Lingüísticos – Lingüística
Aplicada).
FUNDAÇÃO CULTURAL DE BELO HORIZONTE, Belo Horizonte. Estatuto, 2006. Averbado pelo
Registro Civil de Pessoas Jurídicas sob o nº 144 no Registro 57.779, Livro A, em 07/12/2006.
INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA - INEP. Instrumento de
Avaliação dos Cursos de Graduação. Brasília, MEC/DEAES/CONAES, setembro de 2008. Disponível
em: <http://www.inep.gov.br/superior/condicoesdeensino/manuais.htm>. Acesso em 30 set. 2008.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - MEC. Portaria Normativa nº 40, de 12 de dezembro de 2007: Institui
o e-MEC, sistema eletrônico de fluxo de trabalho e gerenciamento de informações relativas aos
processos de regulação da educação superior no sistema federal de educação. Diário Oficial [da]
República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 13 dez. 2007, seção 1, p. 39.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - MEC. Portaria nº 1.081, de 29 de agosto de 2008: Aprova, em
extrato, o Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação do Sistema Nacional de Avaliação da
Educação Superior - SINAES. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 1º set.
2008, seção 1, p. 56.
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