ASSOCIADOS A B. Comércio de Insumos LTDA Agropecuária PepaLtda Agrícola Colferai LTDA Agrícola Colina LTDA Agrícola Horizonte LTDA Agrícola e Sementes Scherer Agrícola Vassoler LTDA Agropecuária Dois Vizinhos LTDA AgroSul LTDA Aldo Canal e Cia Ltda (Cevacol) Belagrícola Com. E Rep. De Produtos Agrícolas LTDA BF Comércio de Cereais LTDA Bocchi Ind. Com. Tra. E Benf. Cereais BSBios Ind. E Com. De Biodiesel Sul Brasil S/A C Vaccaro& Cia LTDA CameraAgroalimentos S/A Campagro Insumos Agrícolas Cepasa –Central Espumosense de Produtos Agropecuários S/A Cereais Pagnussat Cerealista Pan LTDA Cereais Werlang LTDA Cerealista Amigos da Terra Cerealista Bringhenti LTDA Cerealista RechLtda Cerealista Rigon e Ceretta LTDA Cerealista Seriema LTDA Com. De Cereais Antoniolli LTDA - Coceal Com. Ind. E Agrop. Grando LTDA Comercial Agrícola Pazinato Comércio de Cereais Ferlin LTDA Comércio de Cereais JRB LTDA Comércio e Exp. De Cereais Rio Elias LTDA Contiagro Com. Ind. E Representações LTDA Copagril Com. Agríc. Piccoli LTDA Coxilha Ind. De Fertil. E Corret LTDA Décio Luiz Cassol & Cia LTDA DisamDist. De Insumos Sul América E. Orlando RoosLtda& Cia LTDA ElioStarlick& Filhos LTDA. Exportgrain Comércio Exportação de Grãos Ltda. Faccini Defensivos, Fert. E Cereais LTDA Fertimar Com. De Cereais LTDA Ferrari, Zagotto e CIA LTDA Fistarol& CIA LTDA FTG Comércio de Cereais LTDA Geral Agrícola LTDA Giovelli& Cia LTDA Grasel& CIA LTDA Herter Cereais Ltda.(Multirural) Incafel Indústria e Comércio LTDA Inducalca LTDA I. Riedi CIA LTDA Ind. E Com. De Produtos Agrícolas Menossi Irmãos Bocchi& CIA LTDA Josan Com. Imp. Exp. De Cereais Ltda José Dinon, Filhos e Cia LTDA Loser Comércio de Cereais LTDA Marasca Com. De Cereais LTDA Osmar Sebastião Ferlin Poletto Exp. E Imp. De Cereais LTDA Ricardo L. Castro A B. Comércio de Insumos LTDA Agrícola Colferai LTDA Agrícola Colina LTDA Agrícola Horizonte LTDA Agrícola Vassoler LTDA Agropecuária Dois Vizinhos LTDA Belagrícola Com. E Rep. De Produtos Agrícolas LTDA BF Comércio de Cereais LTDA Campagro Insumos Agrícolas Cereagro Cerealista Pan LTDA Cerealista Rech LTDA Comércio e Exp. De Cereais Rio Elias LTDA Contiagro Com. Ind. E Representações LTDA DisamDist. De Insumos Sul América Ferrari, Zagotto e Cia LTDA Fistarol& Cia LTDA FTG Comércio de Cereais LTDA Geral Agrícola LTDA Grasel& Cia LTDA I. Riedi Cia LTDA Ind. E Com. De Produtos Agrícolas Menossi Irmãos Bocchi& Cia LTDA Lavoura Ind. E Com Oeste AS Manchur& Cia LTDA Mitriso Agrícola LTDA Moinho Iguaçu Agroindustrial LTDA Nutri 100 Patoagro Produtos Agrícolas LTDA Peron Ferrari S/A Plantanense Agroindustrial LTDA Plantar Comércio de Insumos LTDA R. Boaro& Cia Ltda Rogepal Comércio de Cereais LTDA San Rafael Sem. E Cerais LTDA Seara-Ind. E Com. De Prod. AgroindustrializadosLTDA Sebben Indústria e Comércio de Cereais LTDA Sementes Condor LTDA Sementes Estrela Sementes Guerra S.A SementessSojamil LTDA Siloti& Cia LTDA Sivieiro Cereais, Insumos Agrícolas e Transportes LTDA Sollo Sul Insumos Agrícolas LTDA Sul Defensivos Agrícolas LTDA Tarumã Com. E Represent. LTDA Terra Com. E Exp. De Cereais LTDA Tonial Cereais LTDA Três Tentos Agro. LTDA Uggeri S/A UNILODI (Cerealista Lodi) Viera Cereais LTDA Vilela, Vilela & Cia LTDA Wagner Agro Cereais LTDA Zago&Lorenzatti LTDA EXPEDIENTE Jornal ACEBRA Publicação da Associação das Empresas Cerealistas do Brasil SCN Qd.1-Bloco C-Ed. Brasília Trade Center - Sala 1007 Brasília/DF Cep:70.711-902 Site:www.acebra.org.br E-mail:[email protected] [email protected] [email protected] 2 Diretoria Airton Roos: Presidente Fernando Guerra: Vice-Presidente Marcos Ferreira:Vice-Presidente Nari Bocchi: Vice-Presidente Arney Frasson: 1º. Secretário Vitor Marasca: 2º. Secretário Gilberto Borgo: 1º. Tesoureiro Flávio Andreo: 2º. Tesoureiro Conselho Fiscal Efetivos: José Álvaro Dinon Manoel Selvo Nascimento Neto Edenilson Bocchi Suplentes: Dilermando Rostirola Osvino Ricardi Rodrigo Guzzo Corpo Técnico Roberto Queiroga Superintendente para Assuntos Governamentais (61) 8122-9830 Heidi Sasse Severo Assessora Parlamentar (61) 8175-0449 Fabiana Oliveira Secretária (61) 8175-0450 Comunicação PR Consultoria e Marketing www.prbrasilia.com.br Tel.:(61) 3347-1599 Jornalista Responsável: Vanessa Struckl (Mtb 8239/DF) Textos: Vanessa Struckl e Karolina Kopko Diagramação: Vanessa Nóbrega Tiragem: 1.000 exemplares Impressão: Gravo Papers MATÉRIA DA CAPA SETOR CEREALISTA É BENEFICIADO PELA SANÇÃO DA MP 563/2012 Uma vitória para o setor cerealista. A presidente Dilma Rousseff sancionou a Medida Provisória 563/2012 no dia 17 de setembro. Esta MP integra o Programa Brasil Maior e traz uma série de incentivos fiscais para diversos segmentos da indústria nacional e inclui uma emenda do deputado federal Jerônimo Goergen (PP-RS) que deixa isenta da cobrança da alíquota de 9,25% de PIS/COFINS a soja destinada ao processamento do Biodiesel. Este era um pedido antigo do setor cerealista, que agora poderá competir de maneira justa, já que o benefício tributário já existia para o produto destinado para a indústria de alimentos e de ração para animais. A lei servirá também de estímulo ao desenvolvimento da produção nacional e proporciona segurança ao setor na medida em que impede os aumentos repentinos do custo de produção do combustível verde. Atualmente, 40% da produção de soja no Rio Grande do Sul são destinadas para o combustível, e eles estavam ficando de fora desse mercado. Das 12 milhões de toneladas produzidas ano passado, seis milhões foram designadas ao Biodiesel. “Isso elimina as disparidades tributárias que estão causando transtornos mercadológicos, desequilíbrios na cadeia da soja, gerando por consequente grandes dificuldades nas operações de compra e venda, colocando em risco a própria existência das empresas cerealistas e o afastamento dessas com relação ao fornecimento da matéria prima às indústrias de Biodiesel”, disse o presidente da ACEBRA, Airton Roos. Outro benefício conquistado foi o veto do texto que incluía a mudança da contribuição previdenciária sobre a folha de pagamento para o faturamento das vendas de milho e soja. Esta medida, se sancionada, representaria um aumento da contribuição para as cerealistas. Após articulações com outros setores interessados e com a Fazenda Nacional, foi possível o encaminhamento do veto. Na prática, o governo eliminou a cobrança de 20% da Contribuição Previdenciária e passou a cobrar um percentual entre 1% e 2% sobre o faturamento bruto das empresas em determinados setores da economia. Segundo a Fazenda, a renúncia fiscal decorrente desse benefício tributário é de 4,3 bilhões em 2012. O benefício tributário serão renunciados anualmente R$ 7,2 bilhões. Ainda segundo o Ministério da Fazenda, em 2012 esse impacto será de R$ 4,3 bilhões. No Ministério da Previdência, a redução da receita da Contribuição Previdenciária – usada no pagamento de pensões e aposentadorias – não é tida como problema. Agora, a MP 563 passa a vigorar como Lei 12.715/2012. O setor será beneficiado a partir do primeiro dia do quarto mês após a publicação da Medida Provisória nº 563, de 3 de abril de 2012, produzindo efeitos a partir de sua regulamentação. 3 PLANO NACIONAL DE LOGÍSTICA E TRANSPORTES TRARÁ DESENVOLVIMENTO PARA O SETOR CERESLISTA O Plano Nacional de Logística e Transportes (PNLT) trata-se, essencialmente, de um plano indicativo que permitirá visualizar o necessário desenvolvimento do setor dos transportes em face das demandas futuras. O plano, que foi desenvolvido pelo Ministério dos Transportes, em cooperação com o Ministério da Defesa, prevê que a matriz de transportes brasileira sofrerá alterações nos próximos 15 anos. Seu objetivo é formalizar e perenizar instrumentos de análise, sob a ótica logística, para dar suporte ao planejamento de intervenções públicas e privadas na infraestrutura e na organização dos transportes, de modo que o setor pos- sa contribuir para a consecução das metas econômicas, sociais e ecológicas do País, em horizontes de médio a longo prazo, rumo ao desenvolvimento sustentado. Este diagnóstico realizado pelo PNLT, atrelado a medidas destacadas pelo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), apresentou desdobramentos positivos no País, pois deverá movimentar R$ 62 bilhões de investimento em infraestruturas de transportes, com adoção de medidas econômicas. O PNLT deverá ampliar a participação do modal ferroviário de 25% para 32%, do modal aquaviário de 13% para 29%, dutoviário de 3,6% para 5% e o aéreo de 0,4 para 1%, reduzindo a participa- ção do modal rodoviário de 58% para 33%, elevando a fluidez neste último devido à maior competitividade que os demais modais devem adquirir. A ACEBRA faz parte de um Grupo de Trabalho que tem como objetivo avaliar os pontos do PNLT, afim de discutir quais pontos deverão ser adotados pelo plano para beneficiar os transporte dos grãos. “O País cresceu na última década e a malha de logística claramente não é mais suficiente ou adequada à demanda. Com o PNLT funcionando, o Brasil finalmente terá infraestrutura compatível com o seu tamanho”, diz o superintendente da ACEBRA, Roberto Queiroga. ACEBRA FAZ PARTE DO GT DO PLANO NACIONAL DE ARMAZENAGEM 4 O Plano Nacional de Armazenagem (PNA) sairá do papel até o final deste ano. O Grupo de Trabalho (GT), criado pela Portaria n. 379 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) já realizou cinco reuniões para discutir as metas e as estratégias para o desenvolvimento do plano. O GT é constituído pela ACEBRA e entidades representativas dos segmentos da indústria, exportadores, cooperativas e armazenadores, sob a coordenação do Mapa. Segundo o superintende da ACEBRA, Roberto Queiroga, a realização do GT é importante para o setor cerealista. “Este grupo servirá para podermos dar um diagnóstico das áreas mais carentes de armazenagens e a participação da ACEBRA é fundamental para mostrar que os cerealistas estão com sérios problemas em relação a armazenagens das safras”, afirma. O PNA tem como objetivo geral estabelecer diretrizes para uma melhor distribuição geográfica e ampliação do parque de armazenagem no país. A demanda por armazenagem é maior no segmento de grãos e fibras, como milho, soja, arroz, feijão e o algodão. O Governo Federal deve implementar políticas de incentivo e programas de financiamento para que a iniciativa privada possa se instalar em diferentes regiões. Entre outras deliberações, a mais significativa para o setor cerealista foi o encaminhamento imediato de um documento ao ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, com proposta da inclusão no BNDES PSI (Programa BNDES de Sustentação do Investimento) a obra civil na armazenagem. Na última reunião realizada no dia 10 de outubro, o Diretor-Secretário da ACEBRA e atual presidente da ACEPAR (Associação das Empresas Cerealistas do Estado do Paraná), Arney Frasson, acompanhado pelo Diretor Executivo da entidade estadual, Luciano Markiewicz, apresentou um trabalho elaborado pelo Paraná onde demonstra a viabilidade econômica e financeira da construção de armazéns e a dificuldade em investir no setor com os atuais encargos cobrados pelas linhas de financiamento disponíveis. Este estudo, associado a outros elaborados pelos demais setores representantes no Grupo de Trabalho permitirá a elaboração de uma proposta junto ao Governo que proponha a criação de um programa de investimento atrativo para o o setor armazenador nacional. A previsão é de que o grupo conclua os trabalhos até o final do mês de outubro, quando o mesmo será encaminhado ao ministro da Agricultura, para a validação e implementação das propostas de melhoria do parque armazenador do País. CONTRAN PRORROGA PRAZO PARA A LEI DO MOTORISTA POR 180 DIAS A Lei 12.619/12, que regulamenta a jornada de trabalho dos caminhoneiros entrou em vigor em 1º de agosto com muitas críticas. A lei determina uma série de normas de trânsito e regras trabalhistas para os motoristas profissionais de carga e passageiros. Entre as principais está a obrigatoriedade de descanso de 11 horas a cada 24 horas trabalhadas, além da parada de 30 minutos a cada quatro horas dirigidas. Entidades do setor, no entanto, argumentam que as rodovias não têm infraestrutura adequada para oferecer locais de descanso em número suficiente e de forma segura. Os caminhoneiros dizem ser impossível cumprir a regra e não descartam a paralisação do trânsito nas estradas do País, a exemplo do que já fizeram em julho. Por causa da polêmica gerada pela lei, o Conselho Nacional de Trânsito(Contran) publicou, dia 13 de setembro, no Diário Oficial da União a Resolução 417, que estabelece um prazo de 180 dias para a vigência da fiscalização punitiva da Lei do Motorista. Antes, os órgãos haviam determinado o início da fiscalização para o dia 11 de setembro. É importante ressaltar que esta prorrogação do prazo tem efeitos para a fiscalização realizada pelos órgãos de trânsito. Os motoristas sob o regime da CLT ainda precisam cumprir as regras da lei, pois a Justiça do Trabalho não prorrogou prazo algum. Segundo o Contran, as multas aos caminhoneiros que foram autuados nos dois primeiros dias de fiscalização punitiva, 11 e 12 de setembro, serão anuladas. A Resolução do Contran que prorroga a vigência da Lei para daqui seis meses traz ainda em sua redação a recomendação de que a fiscalização punitiva ocorra apenas nas vias que tenham possibilidade de cumprimento do tempo de direção e descanso, com a existência de pontos de parada adequados. A medida adia também a atuação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) que, apesar do aumento de demanda, considera-se preparada para fiscalizar. A listagem das estradas com condições de oferecer locais de parada e descanso dos motoristas será feita pelos M inistérios dos Transportes e do Trabalho e Emprego e entregue em seis meses. A ACEBRA participou de duas reuniões que trataram sobre o assunto. A primeira, uma audiência pública realizada pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, no dia 4 de agosto. A reunião foi proposta pelos deputados Nelson Marquezelli (PTB-SP) e Moreira Mendes (PSD-RO). A segunda foi realizada no dia 18 de agosto também na Câmara dos Deputados. Durante esta reunião foi criada a Bancada do Transporte Rodoviário de Cargas, que tem como objetivo principal propor modificações na lei 12.619. Após a reunião do dia 18 de agosto, Roberto Queiroga garantiu que a ACEBRA está deliberando sobre a lei internamente para decidir de que maneira o setor cerealista poderá contribuir. “Temas como o tempo de descanso, a questão da carta frete eletrônica e o peso por eixo serão discutidos por nós para podermos participar deste debate”, finalizou. 5 ACEBRA TEM PARTICIPAÇÃO ATIVA NAS CÂMARAS SETORIAIS E TEMÁTICAS Câmara Temática de Infraestrutura e Logística A ACEBRA participou de duas reuniões da Câmara Temática de Infraestrutura e Logística. No dia 14 de junho, o encontro tratou de assuntos importantes para a agricultura brasileira como cabotagem, peso por eixos dos caminhões e os portos. Já o fórum do dia 23 de agosto, que teve a presença dos diretores Luiz Alfredo Chioquetta e Osvino Ricardi, o principal tema de discussão foi a Lei 12.619, que trata da regulamentação da profissão de motorista. Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Feijão A 20ª reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Feijão, realizada no dia 28 de junho, discutiu sobre o mercado de feijão no Brasil. A ACEBRA esteve representada pelo diretor Marcos Diniz e pelo superintendente Roberto Queiroga. Na ocasião foi apresentada a Agenda Estratégica do Feijão, as conjunturas, cenário, projeções e demandas prospectadas para a cultura do feijão. Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Milho e Sorgo A ACEBRA, representada pelo diretor Rodrigo Guzzo e pelo superintendente Roberto Queiroga, compareceu no dia 25 de setembro à 5ª reunião conjunta das Câmaras Setoriais de Milho e Sorgo e Aves e Suínos. Foram discutidos temas relevantes como as tendências para o milho e a comercialização e abastecimento do produto, visando à garantia do grão para os principais consumidores internos da commodity, além de novidades do Plano Agrícola e Pecuários 2012/13 para os setores. Câmara Temática de Crédito e Comercialização do Agronegócio A ACEBRA esteve presente na 2ª reunião da Câmara Temática de Crédito e Comercialização, que aconteceu no dia 12 de julho. Representando a Associação estavam o diretor Arney Frasson e o superintendente Roberto Queiroga. A reunião discutiu sobre as propostas do Comitê de Crédito e Comercialização da ABAG, apresentadas pelo coordenador do subcomitê de Crédito de Financiamento do Agronegócio, Antônio Orliz. Câmara Temática de Insumos Agropecuários Aconteceram duas reuniões da Câmara Temática de Insumos Agropecuários. No dia 27 de junho, a 61ª reunião foi acompanhada pelo diretor Zeferino Sebben e tratou dos resultados da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20 e o Plano Agrícola e Pecuário 2012/13. A 62ª, realizada no dia 20 de agosto, também trouxe na pauta o Plano Safra 2012/2013, conjunturas do setor e o balanço geral da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. 6