25 Março de 2011
Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos
Funcionários do Grupo Walmart
Relatório da Administração
Senhores Associados,
Submetemos à apreciação de V.Sas. as Demonstrações Contábeis
do Exercício de 2010 da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo
dos Funcionários do Grupo Walmart – SICOOB COOPERBOM, na
forma da Legislação em vigor.
1.Política Operacional
Em 2010 foram completados 33 anos de experiência no relacionamento com os cooperados, e o SICOOB COOPERBOM vêm
mantendo sua vocação de instituição voltada para fomentar o
crédito para seu público alvo. A atuação junto aos seus cooperados se dá principalmente através da concessão de empréstimos
e captação de depósitos.
2.Avaliação de Resultados
No exercício de 2010, o SICOOB COOPERBOM obteve um resultado de R$83.960,90 representando um retorno anual sobre
o Patrimônio Líquido de 1,44%.
3.Ativos
Os recursos depositados na Centralização Financeira somaram
R$2.111.505,42. Por sua vez a carteira de créditos representava
R$5.368.866,24.
A carteira de crédito encontrava-se assim distribuída:
Carteira Comercial
R$5.368.866,24
100%
Os Vinte Maiores Devedores representavam na data-base de
31/12/10 o percentual de 8,54% da carteira, no montante de
R$486.432,64.
4.Captação
As captações, no total de R$1.848.732,51, apresentou uma redução em relação ao exercício anterior de 15%.
As captações encontravam-se assim distribuídas:
Depósitos à Vista
R$ 173.166,92
9%
Depósitos a Prazo
R$ 1.675.565,59
91%
Os Vinte Maiores Depositantes representavam na data-base de
31/12/10 o percentual de 56,14% da captação, no montante de
R$1.013.246,53.
5.Patrimônio Líquido
O Patrimônio Líquido do SICOOB COOPERBOM era de
R$5.846.781,61 O quadro de associados era composto por
8.506 Cooperados, havendo um acréscimo de 12% em relação
ao exercício anterior.
6.Política de Crédito
A concessão de crédito está pautada em prévia análise do propenso tomador, havendo limites de alçadas pré-estabelecidos
a serem observados e cumpridos, cercando ainda a Singular
de todas as consultas cadastrais e com análise do Associado
através do “RATING” (avaliação por pontos), buscando assim
garantir ao máximo a liquidez das operações.
O SICOOB COOPERBOM adota a política de classificação de
crédito de sua carteira de acordo com as diretrizes estabelecidas na Resolução CMN nº 2.682, havendo uma concentração
de 96% nos níveis de “A a C”.
7.Governança Corporativa
Governança corporativa é o conjunto de mecanismos e controles, internos e externos, que permitem aos associados definir e
assegurar a execução dos objetivos da cooperativa, garantindo
a sua continuidade, os princípios cooperativistas ou, simplesmente, a adoção de boas práticas de gestão.
Nesse sentido, a administração da Cooperativa tem na assembléia geral, que é a reunião de todos os associados, o poder
maior de decisão.
A gestão da Cooperativa está alicerçada em papéis definidos,
com clara separação de funções. Cabem ao Conselho de Administração as decisões estratégicas e à Diretoria Executiva, a
gestão dos negócios da Cooperativa no seu dia a dia. Já o Conselho Fiscal averigua se a Administração está sendo executada
conforme as normas e se todas as ações estão respaldadas em
documentos legais.
A Cooperativa possui ainda um Agente de Controles Internos,
supervisionado diretamente pelo SICOOB COOPERBOM, que,
por sua vez, faz as auditorias internas.
Os balanços da Cooperativa são auditados por auditores externos, que emitem relatórios conclusivos, levados ao conhecimento dos Conselhos e da Diretoria. Todos esses processos
são acompanhados e fiscalizados pelo Banco Central do Brasil,
órgão ao qual cabe a competência de fiscalizar a Cooperativa.
Tendo em vista o risco que envolve a intermediação financeira, a
Cooperativa adota inúmeras ferramentas de gestão. Para exemplificar, na concessão de crédito, a Cooperativa adota o Manual
de Crédito, aprovado, como muitos outros manuais, pela confederação SICOOB Brasil e homologado pela Central.
Além do Estatuto Social, são adotados regimentos e regulamentos, entre os quais destacamos o Regimento Interno, o Regimento do Conselho de Administração, o Regimento do Conselho Fiscal, o Regulamento Eleitoral e o Código de Ética.
A Cooperativa adota procedimentos para cumprir todas as normas contábeis e fiscais, além de ter uma política de remuneração de seus empregados e estagiários dentro de uma política
de cargos e salários que contempla a remuneração adequada,
a separação de funções e o gerenciamento do desempenho de
todo o seu quadro funcional.
Todos esses mecanismos de controle, além de necessários, são
fundamentais para levar aos associados e à sociedade em geral
a transparência da gestão e de todas as atividades desenvolvidas pela instituição.
8.Gerenciamento de Risco
A Gestão de Riscos é considerada um instrumento essencial
para a otimização do uso do capital e para a seleção das melhores oportunidades de negócios, visando a obter a melhor relação risco x retorno para os nossos associados.
R e l at ó r i o
Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Funcionários do Grupo Walmart
1
A n ual
2010
A estrutura de gerenciamento dos riscos está composta pelo
Conselho de Administração, pela Diretoria-Executiva, pelo
Agente de Controle Interno e de Risco (ACI), pelo Monitor de
Controle Interno e de Risco e pela área de auditoria da Central.
As estruturas completas para gerenciamento dos riscos estão
disponíveis para acesso público na cooperativa.
a)Risco Operacional
O gerenciamento do risco operacional da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Funcionários do Grupo Walmart
– SICOOB COOPERBOM objetiva garantir a aderência às
normas vigentes e minimizar o risco operacional, por meio da
adoção de boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN 3.380/2006.
Conforme preceitua o artigo 11 da Resolução CMN 3.721/2009,
o SICOOB COOPERBOM aderiu à estrutura única de gestão
do risco operacional do Sicoob, centralizada na Confederação
Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. (Sicoob Confederação), a qual encontra-se evidenciada em relatório disponível no
sítio www.sicoob.com.br.
O processo de gerenciamento do risco operacional está estruturado com base no preenchimento de Listas de Verificação de
Conformidade (LVC), baseadas na metodologia Controll Self
Assessment (CSA), processo por meio do qual, sob a responsabilidade da Diretoria Executiva e a coordenação do Agente
de Controle Interno e Risco, são identificadas situações de risco que são avaliadas quanto ao impacto e à probabilidade de
ocorrência, de forma padronizada.
Para as situações de risco identificadas são estabelecidos planos de ação, com a aprovação da Diretoria Executiva, que são
registrados em sistema próprio para acompanhamento, pelo
Agente de Controle e Risco.
Da mesma forma, perdas operacionais ocorridas têm as causas
e as ações de mitigação identificadas, sendo as informações
devidamente registradas em sistema informatizado, para acompanhamento pelo Agente de Controle e Risco.
Não obstante a centralização do gerenciamento do risco operacional, a Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Funcionários do Grupo Walmart – SICOOB COOPERBOM possui
estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à
dimensão da exposição ao risco operacional.
b)Risco de Mercado
O gerenciamento do risco de mercado da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Funcionários do Grupo Walmart –
SICOOB COOPERBOM objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco de mercado, por meio das
boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN 3.464/2007.
Conforme preceitua o artigo 11 da Resolução CMN 3.721/2009,
o SICOOB COOPERBOM aderiu à estrutura única de gestão do
risco de mercado do Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), a qual encontra-se evidenciada em
relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br.
No gerenciamento do risco de mercado são adotados procedimentos padronizados de identificação de fatores de risco, de
classificação da carteira em trading e banking, de mensuração
do risco de mercado (Value at Risk – VaR), de estabelecimento
de limites de risco, de testes de estresse e de aderência do
modelo de mensuração de risco (backtesting do VaR).
R elatóri o
A nua l
Para as situações de risco identificadas são estabelecidos planos de ação, com a aprovação da Diretoria Executiva, que são
registrados em sistema próprio para acompanhamento, por
parte do Agente de Controle e Risco.
Não obstante a centralização do gerenciamento do risco de
mercado, o SICOOB COOPERBOM possui estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à dimensão da
exposição ao risco de mercado da entidade.
c)Risco de Crédito
O gerenciamento de risco de crédito da de Economia e Crédito Mútuo dos Funcionários do Grupo Walmart – SICOOB COOPERBOM objetiva garantir a aderência às normas vigentes,
maximizar o uso do capital e minimizar os riscos envolvidos
nos negócios de crédito por meio das boas práticas de gestão
de riscos.
Conforme preceitua o artigo 10 da Resolução CMN 3.721/2009,
o SICOOB COOPERBOM aderiu à estrutura única de gestão do
risco de crédito do Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo
do Brasil S.A. (Bancoob), a qual encontra-se evidenciada em
relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br.
Compete aos responsáveis pela estrutura centralizada de riscos a padronização de processos, de metodologias de análises
de risco de clientes e de operações, de criação e de manutenção de política única de risco de crédito para o Sicoob, além do
monitoramento das carteiras de crédito das cooperativas.
Não obstante a centralização do gerenciamento de risco de
crédito, o SICOOB COOPERBOM possui estrutura compatível
com a natureza das operações, com a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à dimensão da
exposição ao risco de crédito da entidade.
9.Sistema de Ouvidoria
A Ouvidoria, constituída em 2007 e disponibilizada para acesso
em janeiro de 2008, dispõe de diretor responsável pela área e
de um Ouvidor. Atende às manifestações recebidas por meio
do Sistema de Ouvidoria do SICOOB, composto por sistema
tecnológico específico, atendimento via DDG 0800 e sítio na
internet integrado com o sistema informatizado de ouvidoria.
Além de contribuir para assegurar o cumprimento das normas
relacionadas aos direitos dos usuários de nossos produtos, a
Ouvidoria também atua como canal de comunicação com os
nossos associados e com os integrantes das comunidades
onde estamos presentes.
Agradecimentos
Agradecemos aos nossos Associados pela preferência e confiança e aos funcionários e colaboradores pela dedicação.
Salvador/Ba, 31 de dezembro de 2010.
Conselho de Administração e Diretoria
20 10
Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Funcionários do Grupo Walmart
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2
Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Funcionários do Grupo Walmart - SICOOB COOPERBOM
Balanço Patrimonial (em reais)
Demonstrações de Sobras ou Perdas - Encerrado em: 31/12/2010 (em reais)
ATIVO
2010
CIRCULANTE
DISPONIBILIDADES - Nota 04
7.340.484
6.400.017
51.926
63.024
VINCULADOS A PRESTAÇÃO DE GARANTIAS
RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS - Nota 06
2º Semestre 2010
RECEITAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA - Nota 22
51.926
63.024
RENDAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO
68.901
62.784
RENDAS DE APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ
68.901
62.784
2.111.505
2.032.468
CAIXA E BANCO
TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS - Nota 05
2009
DESPESAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA - Nota 22
2010
2009
1.001.079
1.951.373
1.637.145
997.650
1.945.256
1.634.360
3.429
6.117
2.784
(337.691)
(619.775)
(422.414)
(163.160)
CENTRALIZAÇÃO FINANCEIRA
2.111.505
2.032.468
DESPESAS DE CAPTAÇÃO
(73.654)
(145.598)
OPERAÇÕES DE CRÉDITO - Nota 07
4.258.198
4.222.265
DESPESAS DE OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS E REPASSES
(61.381)
(97.001)
(59.758)
OPERAÇÕES DE CRÉDITO
4.517.276
4.394.162
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DE LIQUIDAÇÃO DUVIDOSA
(202.656)
(377.176)
(199.495)
663.389
1.331.598
1.214.731
(633.562) (1.143.873)
(949.855)
ADIANTAMENTO A DEPOSITANTES
566
1.538
4.516.710
4.392.624
(259.078)
(171.898)
849.636
18.947
20.672
11.762
828.964
7.185
318
318
1.879.920
1.710.735
REALIZÁVEL A LONGO PRAZO
1.110.668
1.071.185
OUTRAS RECEITAS OPERACIONAIS - Nota 24
OPERAÇÕES DE CRÉDITO
1.178.244
1.078.517
OUTRAS DESPESAS OPERACIONAIS - Nota 25
EMPRÉSTIMOS
(-) PROVISÃO PARA OPERAÇÕES DE CRÉDITO
OUTROS CRÉDITOS - Nota 08
RENDAS A RECEBER
DIVERSOS
OUTROS VALORES E BENS - Nota 09
DESPESAS ANTECIPADAS
NÃO CIRCULANTE
(-) PROVISÃO PARA OPERAÇÕES DE CRÉDITO
INVESTIMENTOS - Nota 10
AÇÕES E COTAS
146.851
158.494
DESPESAS DE PESSOAL
(389.222)
(796.371)
(615.153)
530
OUTRAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS
(334.449)
(641.579)
(558.881)
530
DESPESAS TRIBUTARIAS
(6.029)
(11.361)
(7.494)
INGRESSOS DE DEPÓSITOS INTERCOOPERATIVOS - Nota 23
82.257
133.399
116.350
(67.576)
(7.332)
451.457
602.989
451.457
97.121
90.327
INSTALAÇÕES, MÓVEIS E EQUIPAMENTOS DE USO
62.516
60.346
OUTROS
34.605
29.981
35.153
59.778
DIFERIDO - Nota 12
GASTOS DE ORGANIZAÇÃO E EXPANSÃO
INTANGÍVEL - Nota 13
SISTEMA DE PROCESSAMENTO DE DADOS - SOFTWARES
TOTAL DO ATIVO
PASSIVO
35.153
59.778
33.989
37.989
33.989
37.989
9.220.405
8.110.753
2010
CIRCULANTE
2009
3.358.301
3.223.911
DEPÓSITOS - Nota 14
1.849.055
2.178.459
DEPÓSITOS A VISTA
173.167
110.266
DEPÓSITOS SOB AVISO
DEPÓSITOS A PRAZO
498.680
664.258
1.176.886
1.402.961
OUTROS DEPÓSITOS
OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS E REPASSES - Nota 15
EMPRÉSTIMOS NO PAÍS
OUTRAS OBRIGAÇÕES
323
975
1.206.197
773.857
1.206.197
773.857
303.049
271.595
317
820
148.941
175.631
COBRANÇA E ARRECADAÇÃO DE TRIBUTOS E ASSEMELHADOS
SOCIAIS E ESTATUTÁRIAS - Nota 16
FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS - Nota 17
DIVERSAS - Nota 18
NÃO CIRCULANTE
OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS E REPASSES - Nota 19.1
EMPRÉSTIMOS NO PAÍS
41.133
17.597
112.658
77.547
15.323
104.343
15.323
25.859
15.323
25.859
-
78.484
OUTRAS OBRIGAÇÕES
DIVERSAS
78.484
PATRIMÔNIO LÍQUIDO
PATRIMÔNIO LÍQUIDO
CAPITAL SOCIAL - Nota 21
RESERVAS DE LUCROS - Nota 21
SOBRAS OU PERDAS ACUMULADAS - Nota 21
TOTAL DO PASSIVO
Saldos em 31/12/08
Reservas de
Sobras
Capital
Subscrito
Legal
3.664.099
(7.411)
999
Reversões de Reservas
262.265
262.265
(75.918)
-
(9.206)
(9.206)
(12.653)
(12.653)
164.489
4.782.499
(157.619)
-
Destinação das Sobras ou Perdas:
-
Movimentações de Capital:
-
Por Subscrição/Realização
1.531.023
Por Devolução ( - )
(528.518)
1.531.023
(528.518)
Destinação das Sobras em conta corrente
(6.869)
(6.869)
Sobras ou Perdas Líquidas
83.907
83.907
(21.678)
-
(11.646)
(11.646)
(3.613)
(3.613)
46.969
5.846.782
Destinação das Sobras ou Perdas:
-
. Fundo de Reserva
21.678
FATES Atos não Cooperativos
FATES Atos Cooperativos
Saldos em 31/12/10
5.624.293
175.520
36.620
193.603
(109.696)
(109.696)
-
(73.076)
83.907
262.265
F.A.T.E.S.
-
(15.259)
(21.859)
RESERVA LEGAL
-
(21.678)
(75.918)
(73.076)
46.969
164.489
DESPESAS COM JUROS AO CAPITAL
RESULTADO ANTES DAS PARTICIPAÇÕES - Nota 21 A
SOBRAS/PERDAS A DISPOSIÇÃO DA A.G.O. - Nota 21 A
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis
DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA PELO MÉTODO INDIRETO
2º Semestre
Exercício
Exercício
2010
2010
2009
FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS
Sobras/(perdas) líquidas antes do imposto de renda e da contribuição social
(70.229)
88.898
266.210
49.252
Ajustes as sobras/perdas líquidas: (não afetaram o caixa)
21.950
45.215
Despesas de depreciação e amortização
24.797
50.207
53.197
Outros ajustes
(2.847)
(4.991)
(3.945)
Variações patrimoniais: (afetaram o resultado/receitas e despesas)
976.141
(866.642)
718.807
(3.429)
(6.117)
(62.784)
Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos
Operações de crédito
706.311
(75.417)
(638.468)
Outros créditos
(14.652)
(830.689)
616.173
4.050
212
32
51.670
(329.404)
484.300
291.034
Obrigações por empréstimos e repasses
289.123
421.804
Outras obrigações
(56.932)
(47.030)
28.521
CAIXA LÍQUIDO PROVENIENTE DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS
927.862
(732.528)
1.034.269
FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO
(7.411)
157.619
262.265
RESULTADO ANTES DA PROVISÃO DE JUROS AO CAPITAL
Alienação de imobilizado de uso
999
Com Sobras e Reservas
(3.945)
Totais
(606.041)
153.842
(4.991)
8.110.753
1.302.922
4.464.168
(2.847)
9.220.405
(606.041)
Saldos em 31/12/09
IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL
Depósitos
1.302.922
FATES Atos Cooperativos
266.210
164.489
-
FATES Atos não Cooperativos
198.594
46.969
(103.189)
75.918
39.467
Outros valores e bens
Por Devolução ( - )
. Fundo de Reserva
1.334
RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO
153.842
3.851.623
Sobras ou Perdas Líquidas
264.876
10.870
175.520
Por Subscrição/Realização
Adições de Reserva
187.725
9.641
RESULTADO NÃO OPERACIONAL
4.464.168
110.600
Destinação das Sobras
29.826
RESULTADO OPERACIONAL
4.782.499
103.189
30.346
(73.518)
5.624.293
Movimentações de Capital:
Com Sobras e Reservas
112.543
(87.355)
4.782.499
Sobras
ou Perdas
Acumuladas
76.925
1.164
(43.338)
5.846.782
Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido em 31 de Dezembro de 2010 (em reais)
Capital
RENDAS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
5.846.782
As Notas Explicativas são parte integrante das Demonstrações Contábeis
Eventos
OUTRAS RECEITAS / DESPESAS OPERACIONAIS
56.054
602.989
IMOBILIZADO DE USO - Nota 11
RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA
-
-
3.140
Aquisição de investimentos
(41.930)
(151.532)
(32.505)
Aquisição de imobilizado de uso
(10.716)
(13.041)
(27.190)
Aplicação no diferido
-
-
-
Aplicação no Intangível
-
(1.186)
(40.000)
Outros ajustes
CAIXA LÍQUIDO USADO NAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO
-
-
(543)
(54.971)
(179.908)
(80.624)
RESERVAS DE LUCROS - Nota 21
SOBRAS OU PERDAS ACUMULADAS - Nota 21
Variações patrimoniais:
497.937
980.376
668.610
Aumento/(redução) de capital
513.196
1.002.505
696.880
Sobras ou perdas acumuladas
(15.259)
(22.129)
(29.270)
-
-
999
497.937
980.376
668.610
1.370.829
67.940
1.622.255
1.370.829
67.940
1.622.255
792.603
2.095.492
473.237
2.163.432
2.163.432
2.095.492
Outros ajustes
CAIXA LÍQUIDO USADO NAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO
Aumento líquido de caixa e de equivalentes de caixa
Caixa e equivalentes de caixa no início do período
Caixa e equivalentes de caixa no fim do período
As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.
R e l at ó r i o
Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Funcionários do Grupo Walmart
25 Março de 2011
3
A n ual
2010
Notas explicativas da administração às demonstrações contábeis em 31 de dezembro de 2010 e de 2009 (em
Nota 1 - Contexto operacional
A Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Funcionários do Grupo
Walmart - SICOOB COOPERBOM é uma cooperativa de crédito singular,
instituição financeira não bancária, fundada em 25 de agosto de 1993, filiada
à Cooperativa Central de Crédito da Bahia. – SICOOB CENTRAL BA e
componente do SICOOB - Sistema das Cooperativas de Crédito do Brasil em
conjunto com outras cooperativas singulares e centrais. Tem sua constituição e o
funcionamento regulamentados pela Lei 4.595/1964, que dispõe sobre a Política
e as Instituições Monetárias, Bancárias e Creditícias, pela Lei 5.764/1971, que
define a Política Nacional do Cooperativismo, pela Lei Complementar 130/2009,
que dispõe sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo e pela Resolução
3.859/2010 do Conselho Monetário Nacional, que dispõe sobre a constituição e
funcionamento de cooperativas de crédito.
O SICOOB COOPERBOM tem como atividade preponderante a operação na
área creditícia, tendo como finalidade:
(i) Proporcionar, através da mutualidade, assistência financeira aos associados;
(ii) A formação educacional de seus associados, no sentido de fomentar o
cooperativismo, através da ajuda mútua da economia sistemática e do uso
adequado do crédito;
(iii) Praticar, nos termos dos normativos vigentes, as seguintes operações dentre
outras: captação de recursos, concessão de créditos, prestação de garantias,
prestação de serviços, formalização de convênios com outras instituições
financeiras e aplicação de recursos no mercado financeiro, inclusive depósitos
a prazo com ou sem emissão de certificado, visando preservar o poder de
compra da moeda e remunerar os recursos.
baixar o custo de cada ativo a seus valores residuais de acordo com as taxas
abaixo, que levam em consideração a vida útil econômica dos bens.
Imóveis de Uso – Edificações
4%
Instalações, Móveis e Equipamentos de Uso
10%
Sistemas Comunicação, Segurança e Transporte
10%
Sistemas de Processamento de Dados
20%
h) Diferido
O ativo diferido foi constituído pelas benfeitorias realizadas nas propriedades
de terceiros, e pelos softwares adquiridos, registrados pelos custos incorridos
nas benfeitorias e pelo custo de aquisição, respectivamente, e classificados
nessa conta conforme determinação do COSIF. Esses gastos estão sendo
amortizados pelo método de cotas constantes no período de 5 anos.
Conforme determinado pela Resolução no 3.617/2008 do CMN devem ser
registrados no ativo diferido, exclusivamente, os gastos que contribuirão para o
aumento do resultado de mais de um exercício social. Os saldos existentes em
setembro de 2008 são mantidos até a sua efetiva realização.
i) Intangível
Nota 2 - Apresentação das demonstrações contábeis
j) Ativos contingentes
Não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui
total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais
favoráveis sobre as quais não cabem mais recursos contrários, caracterizando
o ganho como praticamente certo. Os ativos contingentes com probabilidade de
êxito provável, quando aplicável, são apenas divulgados em notas explicativas
às demonstrações contábeis.
Além dos normativos acima citados, o Banco Central já elaborou até essa data
24 normativos rumo a convergências a normas internacionais de contabilidade.
Destacamos entre estes normativos, os pertinentes ao universo das cooperativas
de crédito: resoluções 3.565/2008 Reavaliação, 3.606/2008 Auditoria Externa,
3.617/2008 Ativo Imobilizado e Diferido, 3.620/2008 Incorporação, 3.642/2008
Ativo Intangível; e Carta-Circular 3.414/2009 DFC.
k) Obrigações por empréstimos e repasses
l) Demais ativos e passivos
São registrados pelo regime de competência, apresentados ao valor de custo
ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações
monetárias auferidos, até a data do balanço. Os demais passivos são
demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando
aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridos.
m) Provisões
Nota 3 - Resumo das principais práticas contábeis
a) Apuração do resultado
n) Obrigações legais
Os ingressos e dispêndios são registrados de acordo com o regime de
competência. As operações de crédito com taxas pré-fixadas são registradas
pelo valor de resgate, e os ingressos e dispêndios correspondentes ao período
futuro são apresentados em conta redutora dos respectivos ativos e passivos.
Os ingressos e dispêndios de natureza financeira são contabilizados pelo
critério “pro-rata temporis” e calculados com base no método exponencial,
exceto aquelas relativas a títulos descontados, que são calculadas com base no
método linear. As operações de crédito com taxas pós-fixadas são atualizadas
até a data do balanço.
São aquelas que decorrem de um contrato por meio de termos explícitos ou
implícitos, de uma lei ou outro instrumento fundamentado em lei, as quais a
Cooperativa tem por diretriz.
b) Estimativas contábeis
Na elaboração das demonstrações contábeis faz-se necessário utilizar
estimativas para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações.
As demonstrações contábeis da Cooperativa incluem, portanto, estimativas
referentes à provisão para créditos de liquidação duvidosa, à seleção das
vidas úteis dos bens do ativo imobilizado, provisões necessárias para passivos
contingentes, entre outros. Os resultados reais podem apresentar variação
em relação às estimativas utilizadas. A Cooperativa revisa as estimativas e
premissas, no mínimo, semestralmente.
% Provisão
A
0,50%
B
1,00%
C
3,00%
31.12.2009
Operações
%
R$ 5.025.588
88%
Provisão
R$ 25.128
Operações
R$ 5.054.108
92%
R$ 25.271
R$ 157.802
R$ 72.240
3%
R$ 1.578
R$ 176.018
%
3%
Provisão
R$ 1.760
1%
R$ 2.167
R$ 28.768
1%
R$ 863
D
10,00%
R$ 34.634
1%
R$ 3.463
R$ 29.148
1%
R$ 2.915
E
30,00%
R$ 88.663
2%
R$ 26.599
R$ 25.229
0%
R$ 7.569
R$ 27.892
1%
G
70,00%
R$ 31.203
1%
R$ 21.842
R$ 15.365
0%
R$ 10.756
H
F
100,00%
50,00%
R$ 206.361
4%
R$ 206.361
R$ 116.150
2%
R$ 116.150
-
R$ 5.695.520
R$ 326.653
R$ 5.472.679
TOTAL
R$ 79.029
1%
R$ 39.515
R$ 13.946
R$ 179.229
7.3 Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento (dias):
Descrição
Empréstimos
Total
Até 90
R$ 1.807.756
R$ 1.807.756
De 91 a 360
R$ 2.709.519
R$ 2.709.519
Acima de 360
R$ 1.178.244
R$ 1.178.244
Total
R$ 5.695.520
R$ 5.695.520
Posição
1º
2º
3º
4º
5º
6º
7º
8º
9º
10º
Maiores devedores
Total Geral devedores
31.12.2010
R$ 66.388
R$ 42.802
R$ 42.500
R$ 40.181
R$ 33.731
R$ 27.150
R$ 26.212
R$ 25.685
R$ 22.785
R$ 17.444
R$ 344.878
R$ 5.695.520
%
1,17%
0,75%
0,75%
0,71%
0,59%
0,48%
0,46%
0,45%
0,40%
0,31%
6,06%
100%
31.12.2009
R$ 62.768
R$ 34.834
R$ 29.140
R$ 19.682
R$ 17.836
R$ 16.778
R$ 16.233
R$ 16.015
R$ 14.591
R$ 14.449
R$ 242.325
R$ 5.472.679
%
1,15%
0,64%
0,53%
0,36%
0,33%
0,31%
0,30%
0,29%
0,27%
0,26%
4,43%
100%
7.5 Créditos Baixados como Prejuízo, baixadas e recuperados:
As obrigações por empréstimos e repasses são reconhecidas inicialmente no
recebimento dos recursos, líquidos dos custos de transação. Em seguida, os
empréstimos tomados são apresentados pelo custo amortizado, isto é, acrescidos
de encargos e juros proporcionais ao período incorrido (“pro rata temporis”).
São reconhecidas quando a cooperativa tem uma obrigação presente legal ou
implícita como resultado de eventos passados, sendo provável que um recurso
econômico seja requerido para saldar uma obrigação legal. As provisões são
registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido.
As receitas e despesas são reconhecidas na demonstração de sobras em
conformidade com o regime de competência. As receitas com prestação de serviços
são reconhecidas na demonstração de sobras ou perdas quando da prestação
de serviços a terceiros, substancialmente serviços bancários. Os dispêndios e
as despesas e os ingressos e receitas operacionais, são proporcionalizados de
acordo com os montantes do ingresso bruto de ato cooperativo e da receita
bruta de ato não-cooperativo, quando não identificados com cada atividade.
31.12.2009
Risco
7.4 Concentração da Carteira de Crédito – Os 10 maiores devedores:
Correspondem aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos
destinados à manutenção da Cooperativa ou exercidos com essa finalidade. Os
ativos intangíveis com vida útil definida são geralmente amortizados de forma
linear no decorrer de um período estimado de benefício econômico. Os ativos
intangíveis compreendem softwares adquiridos de terceiros e são amortizados
ao longo de sua vida útil estimada.
As demonstrações contábeis são de responsabilidade da Administração da
Cooperativa e foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas
no Brasil, considerando as alterações exigidas pelas Leis nº 11.638/2007 e
nº 11.941/2009, adaptadas às peculiaridades da legislação cooperativista
e às normas e instruções do Banco Central do Brasil – BACEN, bem como
apresentadas conforme o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro
Nacional – COSIF. Consideram ainda, no que for julgado pertinente e relevante,
os pronunciamentos, orientações e as interpretações técnicas emitidos pelo
Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC.
O Comitê de Pronunciamento Contábil (CPC), criado pela Resolução do
Conselho Federal de Contabilidade - CFC nº 1.055/2005, emitiu, até o término
deste exercício, 43 pronunciamentos. Entretanto, o Conselho Monetário Nacional
elaborou normativos direcionados para quatro destes pronunciamentos: a
Resolução 3.566/2008 - Redução ao Valor Recuperável do Ativo (CPC 01),
Resolução 3.604/2008 - Fluxo de Caixa (CPC 03), Resolução 3.750/2010 Divulgação sobre Partes Relacionadas (CPC 05) e Resolução 3.823/2009 –
Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (CPC 25).
reais)
7.2 Composição da Carteira por Nível de Risco e Provisão para
Perdas em Operações de Crédito:
o) Imposto de renda e contribuição social
O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são calculados sobre o
resultado apurado em operações consideradas como atos não-cooperativos. O
resultado apurado em operações realizadas com cooperados é isento de tributação.
p) Segregação em circulante e não circulante
Os valores realizáveis e exigíveis com prazos inferiores há 360 dias estão
classificados no circulante, e os prazos superiores, no longo prazo (não circulante).
q) Valor recuperável de ativos – impairment
A redução do valor recuperável dos ativos não financeiros (impairment) é
reconhecida como perda, quando o valor de contabilização de um ativo, exceto
outros valores e bens, for maior do que o seu valor recuperável ou de realização.
As perdas por “impairment”, quando aplicável, são registradas no resultado do
período em que foram identificadas. Em 31 de dezembro de 2010 não existem
indícios da necessidade de redução do valor recuperável dos ativos não financeiros.
Nota 4 - Disponibilidades
Descrição
Saldo Inicial
Valor das operações transferidas no período
Valor das operações recuperadas no período
Total
31.12.2010
R$ 239.494
R$ 229.612
R$ (18.682)
R$ 450.424
31.12.2009
R$ 144.934
R$ 121.318
R$ (26.757)
R$ 239.494
7.6 Composição da Carteira de Crédito dos valores vencidos e a vencer:
Prazo - dias
Até 30
de 31 a 60
de 61 a 90
de 91 a 180
De 181 a 360
De 361 a 720
De 721 a 1080
De 1081 a 1440
TOTAL
A vencer
R$ 29.321
R$ 486.311
R$ 485.078
R$ 467.218
R$ 863.348
R$ 1.846.172
R$ 1.168.316
R$ 9.928
R$ 5.355.691
Vencidos
R$ 73.105
R$ 43.183
R$ 42.559
R$ 97.337
R$ 83.645
R$
R$
R$
R$ 339.828
TOTAL
R$ 102.426
R$ 529.494
R$ 527.637
R$ 564.555
R$ 946.992
R$ 1.846.172
R$ 1.168.316
R$ 9.928
R$ 5.695.520
Nota 8 - Outros créditos
Valores referentes às importâncias devidas à Cooperativa por pessoas físicas
ou jurídicas domiciliadas no País, inclusive as resultantes do exercício corrente,
conforme demonstrado:
Descrição
RENDAS A RECEBER
Rendas convênios a receber
Centralização financeira
Rendas a receber da previdência social - inss
DIVERSOS
Adiantamentos e antecipações salariais
Adiantamentos para pagamentos de nossa conta
Adiantamentos por conta de imobilizações
Impostos e contribuições a compensar
Sem característica de concessão de crédito
Devedores diversos - país (a)
TOTAL
31.12.2010
R$ 20.672
R$ 103
R$ 20.529
R$ 40
R$ 828.964
R$ 1.704
R$ 1.000
R$ R$ 119
R$ 102
R$ 826.039
R$ 849.636
31.12.2009
R$ 11.762
R$ 107
R$ 11.655
R$
R$ 7.185
R$
R$ 1.000
R$ 2.000
R$
R$ 1.209
R$ 2.976
R$ 18.947
a) Refere-se à quitação de parcelas de empréstimo aguardando a entrada do
recurso descontado em folha de pagamento dos associados.
São os recursos financeiros que se encontram à disposição imediata da
Entidade, compreendendo os meios de pagamento em moeda contida na
tesouraria e os depósitos bancários.
Nota 9 - Outros valores e bens
c) Caixa e equivalentes de caixa
Nota 5 - Títulos e valores mobiliários
Realizável a longo prazo
Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução 3.604/2008, do Conselho
Monetário Nacional – CMN, incluem caixa, depósitos bancários e as relações
interfinanceiras de curto prazo e de alta liquidez, com risco insignificante de
mudança de valores e limites, com prazo de vencimento igual ou inferior a 90 dias.
Esta rubrica espelha os valores dos investimentos em títulos de renda fixa e em
fundos de investimentos, conforme composição abaixo:
Os valores não circulantes caracterizam-se pelo fato do seu recebimento
ocorrer após 12 meses do encerramento do Balanço. Neste caso, são parcelas
de operações de crédito efetuadas com associados que irão vencer a partir
de 01/01/2012.
O caixa e equivalente de caixa compreendem:
Descrição
31.12.2010
Caixa e depósitos bancários
Relações interfinanceiras Centralização financeira
TOTAL
31.12.2009
Descrição
31.12.2010
Vinculados a Prestação de Garantias
TOTAL
31.12.2009
R$ 68.901
R$ 62.784
R$ 68.901
R$ 62.784
R$ 13.974
R$ 50.714
R$ 2.111.505
R$ 2.032.468
Tal recurso tem por objetivo garantir operações firmadas junto ao Sicoob Central
BA de cartão de credito (Mastercard). Seus resgates são preestabelecidos na
data da aplicação.
R$ 2.125.480
R$ 2.083.181
Nota 6 - Relações interfinanceiras
d) Operações de crédito
As operações de crédito com encargos financeiros pré-fixados são registradas
a valor futuro, retificadas por conta de rendas a apropriar e as operações de
crédito pós-fixadas são registradas a valor presente, calculadas “pro rata
temporis”, com base na variação dos respectivos indexadores pactuados.
e) Provisão para operações de crédito
Constituída em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir
eventuais perdas na realização dos valores a receber, levando-se em
consideração a análise das operações em aberto, as garantias existentes, a
experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do
crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, além da
conjuntura econômica.
A Resolução CMN nº 2.682/09 introduziu os critérios para classificação das
operações de crédito definindo regras para constituição da provisão para
operações de crédito, as quais estabelecem nove níveis de risco, de AA (risco
mínimo) a H (risco máximo).
Referem-se a centralização financeira das disponibilidades líquidas da
Cooperativa depositada junto ao SICOOB CENTRAL BA, conforme determinado
no artigo 37 da Resolução CMN nº 3.859/2010. São remunerados mensalmente
sobre o seu saldo positivo, conforme critério adotado pelo SICOOB CENTRAL BA.
Nota 7 - Operações de crédito
As operações de crédito estão classificadas de acordo com o risco apresentado,
amparadas por informações internas e externas com relação ao devedor e
seus garantidores e com relação à operação, levando-se em conta, ainda, as
situações de renda e patrimônio bem como outras informações cadastrais do
devedor, conforme preconizado nas Resoluções CMN 2.682/1999 e 2.697/2000.
7.1 Composição da Carteira de operações de Crédito:
Operações de Crédito
31.12.2010
ADIANTAMENTOS A DEPOSITANTES
EMPRÉSTIMOS
31.12.2009
R$ 566
R$ 1.538
R$ 4.487.388
R$ 4.335.523
f) Investimentos
CHEQUE ESPECIAL
R$ 29.321
R$ 57.101
Representados substancialmente por quotas do SICOOB CENTRAL BA, são
avaliados pelo método de custo de aquisição.
(-) PROVISÃO PARA OPERAÇÕES DE CRÉDITO
R$ (259.078)
R$ (171.898)
SUB-TOTAL - CURTO PRAZO
R$ 4.258.198
R$ 4.222.265
g) Imobilizado
EMPRÉSTIMOS
R$ 1.178.244
R$ 1.078.517
Equipamentos de processamento de dados, móveis, utensílios e outros
equipamentos, instalações, veículos, benfeitorias em imóveis de terceiros e
softwares, são demonstrados pelo custo de aquisição, deduzido da depreciação
acumulada. A depreciação é calculada pelo método de cotas constantes para
(-) PROVISÃO PARA OPERAÇÕES DE CRÉDITO
R$ (67.576)
R$ (7.332)
R$ 1.110.668
R$ 1.071.185
R$ 5.368.866
R$ 5.293.450
R elatóri o
A nua l
SUB-TOTAL - LONGO PRAZO
TOTAL
20 10
A rubrica “Despesas Antecipadas” está composta por valores de prêmios de
seguro, contribuição sindical patronal e processamento de dado.
Nota 10 - Investimentos
O saldo é representado por aportes de capital, recebimento de distribuição
de sobras efetuados pelo SICOOB CENTRAL BA, aquisição de ações do
BANCOOB e CONFEBRAS, conforme demonstrado:
Descrição
Coop. Central de Credito da Bahia– SICOOB CENTRAL BA
Banco Cooperativo do Brasil S.A. – BANCOOB
CONFEBRÁS
TOTAL
31.12.2009
R$ 395.317
R$ 56.140
R$ R$ 451.457
Nota 11 - Imobilizado de uso
Demonstrado pelo custo de aquisição, menos depreciação acumulada. As
depreciações são calculadas pelo método de cotas constantes e está composta
conforme abaixo:
Item
Instalações
(-) Depreciação Acumulada Instalações
Aparelhos de Refrigeração
(-) Depreciação Acumulada Aparelhos de Refrigeração
Máquinas e equipamentos
(-) Depreciação Acumulada Máquinas e equipamentos
Mobiliários
(-) Depreciação Acumulada Mobiliários
Sistemas de Comunicação
(-) Depreciação Acumulada Sistemas de Comunicação
Sistemas de Processamento de Dados
(-) Depreciação Acumulada Sistemas
de Processamento de Dados
Sistemas de segurança
(-) Depreciação Acumulada Sistemas de segurança
Total
Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Funcionários do Grupo Walmart
25 Março de 2011
4
31.12.2010
R$ 531.358
R$ 70.998
R$ 632
R$ 602.989
31.12.2010
R$ 1.005
R$ (167)
R$ 18.664
R$ (8.138)
R$ 37.103
R$ (13.024)
R$ 48.080
R$ (21.007)
R$ 13.063
R$ (3.005)
R$ 82.925
31.12.2009
R$ 1.005
R$ (66)
R$ 12.882
R$ (6.463)
R$ 37.103
R$ (9.314)
R$ 42.071
R$ (16.872)
R$ 11.803
R$ (2.208)
R$ 72.024
R$ (59.152)
R$ (53.208)
R$ 10.585
R$ (9.810)
R$ 97.121
R$ 10.585
R$ (9.014)
R$ 90.327
Nota 12 - Diferido
Nota 20 - Instrumentos financeiros
Nesta rubrica registram-se as benfeitorias realizadas nas propriedades de
terceiros, e pelos softwares adquiridos, registrados pelos custos incorridos nas
benfeitorias e pelo custo de aquisição, respectivamente.
O SICOOB COOPERBOM opera com diversos instrumentos financeiros, com
destaque para disponibilidades, aplicações interfinanceiras de liquidez, títulos e
valores mobiliários, relações interfinanceiras, operações de crédito, depósitos a
vista e a prazo, empréstimos e repasses.
Item
Benfeitorias
(-) Gastos em imóveis de terceiros
Diferido - Programa de computador - Software
(-) Gastos Aquisição e desenvolvimento logiciais
Total
31.12.2010
R$ 166.740
R$ (140.433)
R$ 34.823
R$ (25.977)
R$ 35.153
31.12.2009
R$ 166.740
R$ (117.959)
R$ 33.637
R$ (22.640)
R$ 59.778
Nota 13 - Intangível
Nesta rubrica registram-se os direitos que tenham por objeto os bens
incorpóreos, destinados à manutenção da companhia, como as licenças de uso
de softwares.
Item
31.12.2010
Sistema de Process. Dados - Softweres
(-) Amortização - Sist. Process.
Dados- Softweres
Total
31.12.2009
R$ 40.000
R$ 40.000
R$ (6.011)
R$ (2.011)
R$ 33.989
R$ 37.989
Nota 14 - Depósitos
Esta rubrica é composta por valores com e sem remuneração, sendo os depósitos
à vista os numerários de livre movimentação contidos nas contas correntes dos
associados desta cooperativa, os quais não são remunerados. Os depósitos
a prazo e sob aviso são os valores contidos em conta de aplicação financeira
dos associados desta Cooperativa, os quais são remunerados mensalmente
conforme a política de captação da cooperativa, com a seguinte composição:
Descrição
31.12.2010
31.12.2009
Depósitos à vista - pessoa física
R$ 173.167
Depósitos à vista - pessoa jurídica
R$
R$ 110.167
-
R$ 99
R$ 72.260,64
R$ 253.059,80
R$ (3.613,03)
R$ (12.652,99)
R$ (21.678,19)
R$ (75.917,94)
R$ 46.969,42
R$ 164.488,87
Nota 15 - Obrigações por empréstimos e repasses
São demonstradas pelo valor principal acrescido de encargos financeiros
e registram os recursos captados junto a outras instituições financeiras para
repasse aos associados em diversas modalidades (art. 37, da Resolução CMN
nº 3.859/2010) e Capital de Giro. As garantias oferecidas são a caução dos
títulos de créditos dos associados beneficiados.
31.12.2009
Cooperativa Central de Credito da Bahia
R$ 1.206.197
R$ 772.582
Banco Cooperativo do Brasil - Bancoob
R$ -
R$ 1.274
R$ 1.206.197
R$ 773.857
(-)RESULTADO LÍQUIDO DE
ATOS NÃO COOPERATIVOS
(=)SOBRAS ANTES DAS DESTINAÇÕES
31.12.2009
R$ 15.259
R$ 22.635
R$ 133.681
R$ 152.997
R$ 148.941
R$ 175.631
O FATES é destinado a atividades educacionais, à prestação de assistência aos
cooperados, seus familiares e empregados da cooperativa, sendo constituído
pelo resultado dos atos não-cooperados e 5% das sobras líquidas do exercício,
conforme determinação estatutária. A classificação desses valores em conta de
passivo segue determinação do plano de contas do COSIF.
Nota 17 - Fiscais e previdenciárias
O saldo das obrigações fiscais e previdenciárias de curto prazo está composto
por tributos a serem recolhidos, conforme quadro abaixo:
31.12.2009
Tributos incidentes sobre atos não cooperativos
R$ 1.509
R$ 1.744
Tributos incidentes sobre serviços
prestados por teceiros
R$ 8.296
R$ 5.196
R$ 13.359
R$ 9.975
R$ 17.970
R$ 682
R$ 41.133
R$ 17.597
FATES 5% S/ SOBRAS DE ATOS COOP.
RESERVA LEGAL 30% S/
SOBRAS DE ATOS COOP.
SOBRAS LÍQUIDAS DO EXERCÍCIO
Nota 22 – Receitas/despesas da intermediação financeira
Os saldos dessas rubricas são compostos pelos seguintes valores:
Descrição
31.12.2009
Despesas de Pessoal
R$ 44.448
R$ 35.745
Outras Despesas Administrativas (a)
R$ 58.651
R$ 29.616
Receitas da Intermediação Financeira
Rendas de Empréstimos
Rendas de Financiamentos
Recuperação de Creditos
Baixados como Prejuizo
Rendas de Títulos de Renda Fixa
R$ (145.598)
R$ (163.160)
R$ (97.001)
R$ (59.758)
(-)Despesas de Obrigações por
Empréstimos e Repasses
(+/-) Provisão / Reversão para
Créditos de Liquidação Duvidosa
Resultado Bruto da
Intermediação Financeira
Descrição
TOTAL
R$ 15.323
R$ 25.859
R$ 15.323
R$ 25.859
Os valores de outras obrigações – Diversas de longo prazo, estão compostas
pelos montantes referentes às contingências de CSLL, PIS e COFINS, referente
ao período de 2004 que serão tratados com mais detalhes na Nota Explicativa
nº. 34, desse relatório.
Descrição
31.12.2010
Provisão PIS - COFINS - CSLL
TOTAL
31.12.2009
R$ -
R$ 78.484
R$ -
R$ 78.484
R$ 116.350
R$ 133.399
R$ 116.350
Nota 24 – Outras receitas operacionais
Descrição
31.12.2010
R$ 1.848
Total
31.12.2009
R$ 8.229
R$ 110.695
R$ 22.117
R$ 112.543
R$ 30.346
Neste exercício houve a reversão dos valores de PIS, COFINS e CSLL referente
ao período anterior a 2005.
Nota 25 – Outras despesas operacionais
Descrição
31.12.2010
Despesa com provisão passivos contingentes
31.12.2009
R$ -
R$ (3.471)
R$ (62.572)
R$ (47.390)
Contribuição ao fundo garantidor de depósitos
R$ (6.278)
R$ (6.221)
Despesas com multa e juros diversos
R$ (1.769)
R$ (2.012)
Despesa tarifas consultas/saques cirrus cabal
R$ (1.057)
R$ (1.493)
Descontos concedidos em
operações de crédito
Despesas de cancelamento
- tarifas pendentes
Outras despesas operacionais
19.2 – Obrigações diversas
31.12.2009
R$ 133.399
Com relação à rubrica outras receitas operacionais, segue a sua composição
em 31.12.2010 e 2009:
Outras rendas operacionais
SICOOB CENTRAL BA
31.12.2010
Ingressos de Depósitos Intercooperativos
R$ 77.547
Saldo Devedor após
360 dias - 2009
R$ (199.495)
R$ 1.214.731
NOTA 23 – INGRESSOS DE DEPOSITOS INTERCOOPERATIVOS
R$ 112.658
Saldo Devedor após
360 dias - 2010
R$ (377.176)
R$ 1.331.598
Esta rubrica tem o objetivo de registrar a remuneração obtida pela cooperativa
pela aplicação dos recursos transferidos ao Sicoob Central BA decorrentes da
centralização financeira.
Recuperação de encargos e despesas
Fonte dos Recursos
R$ 2.452
R$ 26.469
(-) Despesas de Captação
R$ -
Esta rubrica é composta pelo valor liberado de empréstimos tomados junto ao
Sicoob Central Bahia, dividido pelo prazo estabelecido no contrato e multiplicado
pelas parcelas a vencer a partir de 01/01/2012.
R$ 108
R$ 20.267
R$ 2.784
R$ 12.186
19.1 – Obrigação por empréstimos e repasses
R$ 1.604.712
R$ (422.414)
R$ 4.559
São as obrigações conhecidas e os encargos estimados, cujos prazos
estabelecidos ou esperados, situam-se após o término do exercício subseqüente
à data do balanço patrimonial.
R$ 727
R$ 1.924.317
R$ 6.117
R$ 5.000
Nota 19 - Não circulante
R$ 1.637.145
R$ 563
R$ (619.775)
Credores Diversos - País
(a) refere-se a provisão para despesas de compensação, seguro prestamista
dos associados a serem debitados, entre outras despesas administrativas.
R$ 1.951.373
31.12.2009
(-) Despesas da Intermediação Financeira
Outros Passivos
TOTAL
31.12.2010
Total
Nota 18 - Outras obrigações - Diversas
Total
R$ (11.309)
R$ (6.076)
R$ (4.370)
R$ (6.855)
R$ (87.355)
R$ (73.518)
Nota 26 - Partes Relacionadas
1,12%
MONTANTE DAS OPERAÇÕES PASSIVAS
% em relação à carteira total
R$ 56.848
3,07%
Operações ativas e passivas – saldo em 31/12/2010:
OPERAÇÕES ATIVAS
NATUREZA DA
OPERAÇÃO DE
CRÉDITO
VALOR DA
OPERAÇÃO DE
CRÉDITO
Cheque Especial
- Conta garantida
Empréstimo
TOTAL
% DA OPERAÇÃO
DE CRÉDITO
EM RELAÇÃO À
CARTEIRA TOTAL
R$ 2.307,41
R$ 11,54
7,87%
R$ 61.065,63
R$ 305,33
1,08%
R$ 63.373,04
R$ 316,87
OPERAÇÕES PASSIVAS
% em relação à carteira total
Taxa Média - %
R$ 19.227
1%
Até 0,95% CDI a.m
Foram realizadas transações com partes relacionadas, na forma de: depósito a
prazo, empréstimos, dentre outras, à taxa/remuneração relacionada no quadro
abaixo, por modalidade:
NATUREZA DAS
OPERAÇÕES ATIVAS
E PASSIVAS
Taxa aprovada
pelo Conselho de
Administração/
Diretoria Executiva
Taxas aplicadas em
relação às partes
relacionadas
Cheque Especial
5,5% a.m
5,5% a.m
Empréstimos
1,99% a 3,1%
1,99% a 3,1%
Aplicação Financeira
Até 0,95% CDI a.m
Até 0,95% CDI a.m
No exercício corrente os benefícios monetários destinados às partes relacionadas foram representados por honorários, apresentando-se da seguinte forma:
Honorários
R$ 142.530
Plano de Saúde
R$ 6.197
Nota 27 - Demonstração do Fluxo de Caixa – DFC
Para os valores disponíveis apontados na DFC não existe nenhum tipo de
embaraço ou bloqueio, estando em sua totalidade à disposição para utilização
imediata desta Cooperativa.
A cooperativa não possui nenhum limite disponível em outra instituição
financeira para utilização imediata, sendo os valores apresentados na DFC a
sua disponibilidade de caixa.
Nota 28 - Cooperativa Central de Crédito da Bahia SICOOB CENTRAL BA
O SICOOB COOPERBOM, em conjunto com outras cooperativas singulares,
é filiada à Cooperativa Central de Crédito da Bahia - SICOOB Central BA,
que representa o grupo formado por suas afiliadas perante as autoridades
monetárias, organismos governamentais e entidades privadas.
O SICOOB CENTRAL BA é uma sociedade cooperativista que tem por objetivo
a organização em comum em maior escala dos serviços econômico-financeiros
e assistenciais de suas filiadas (cooperativas singulares), integrando e
orientando suas atividades, de forma autônoma e independente, através dos
instrumentos previstos na legislação pertinente e normas exaradas pelo Banco
Central do Brasil, bem como facilitando a utilização recíproca dos serviços, para
consecução de seus objetivos.
Para assegurar a consecução de seus objetivos, cabe ao SICOOB CENTRAL
BA a coordenação das atividades de suas filiadas, a difusão e fomento do
cooperativismo de crédito, a orientação e aplicação dos recursos captados,
a implantação e implementação de controles internos voltados para os
sistemas que acompanhem informações econômico-financeiras, operacionais
e gerenciais, entre outras.
O SICOOB COOPERBOM responde solidariamente pelas obrigações contraídas
pelo SICOOB CENTRAL BA perante terceiros, até o limite do valor das cotaspartes do capital que subscrever, proporcionalmente à sua participação nessas
operações.
As demonstrações contábeis do SICOOB CENTRAL BA, em 31 de dezembro
de 2009, foram auditadas por outros auditores independentes que emitiram
parecer datado de 11 de fevereiro de 2010. A auditoria de suas demonstrações
financeiras de 31 de dezembro de 2010 está em andamento.
Nota 29 - Coobrigações e riscos em
garantias prestadas
Em 31 de dezembro de 2010, a cooperativa não é responsável por coobrigações
e riscos em garantias prestadas, referentes a aval em operações de crédito de
seus associados com outras instituições financeiras.
Nota 30 - Cobertura de seguros
A Cooperativa adota política de contratar seguros de diversas modalidades, cuja
cobertura é considerada suficiente pela Administração e agentes seguradores
para fazer face à ocorrência de sinistros. As premissas de riscos adotados, dada
a sua natureza, não fazem parte do escopo de auditoria das demonstrações
contábeis, consequentemente, não foram examinadas pelos nossos auditores
independentes.
Nota 31 - Índice de Basileia
O Patrimônio de Referência - PR da Cooperativa encontra-se compatível com
o grau de risco da estrutura dos ativos, apresentando margem para o limite de
compatibilização de R$4.725.339 em 31 de dezembro de 2010 e R$3.869.496
em 31 de dezembro de 2009.
ALEXANDRE TEIXEIRA DE CERQUEIRA
DIRETOR PRESIDENTE
CPF: 564.342.945-49
As operações são realizadas no contexto das atividades operacionais da
Cooperativa e de suas atribuições estabelecidas em regulamentação específica.
R e l at ó r i o
5
PCLD (PROVISÃO
PARA CRÉDITO
DE LIQUIDAÇÃO
DUVIDOSA)
Aplicações Financeiras
As partes relacionadas existentes são as pessoas físicas que têm autoridade e
responsabilidade de planejar, dirigir e controlar as atividades da cooperativa e
membros próximos da família de tais pessoas.
Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Funcionários do Grupo Walmart
25 Março de 2011
% em relação à carteira total
R$ 99.072
BENEFÍCIOS MONETÁRIOS – EXERCÍCIO DE 2010
(-) DESTINAÇÕES ESTATUTÁRIAS
Renda de Adiantamento a depositante
Nota 16 - Obrigações Sociais e Estatutárias
31.12.2010
R$ 41.095,25
R$ (27.944,66)
R$ (9.205,61)
R$ 2.178.459
Descrição
R$ 57.122,21
R$ (40.484,70)
R$ (11.646,26)
R$ 1.849.055
Os depósitos, até o limite de R$60.000,00 (Sessenta mil reais), por CPF/CNPJ,
estão garantidos pelo Fundo Garantidor do Sicoob - FGS, o qual é um Fundo
constituído pelas Cooperativas do Sistema Sicoob, regido por regulamento próprio.
TOTAL
(-)DESPESAS DE ATOS NÃO COOPERATIVOS
R$ 9.205,61
R$ 975
Outros
R$ 262.265,41
R$ 262.265,41
R$ 323
Tributos incidentes sobre folha de pagamento
R$ 215.224,04
R$ 83.906,90
R$ 11.646,26
OUTROS DEPÓSITOS
31.12.2010
R$ (73.076,38)
R$ 83.906,90
R$ 975
Descrição
SOBRAS BRUTAS 2º SEMESTRE
SOBRAS BRUTAS DO EXERCÍCIO
FATURAMENTO DE ATOS NÃO
COOPERATIVOS DO EXERCÍCIO
Montante das operações ativas e passivas no exercício de 2010:
R$ 47.041,37
SOBRAS BRUTAS DO EXERCÍCIO
R$ 2.067.219
R$ 323
TOTAL
2009
R$ 156.983,28
RESULTADO LÍQUIDO DE ATOS
NÃO COOPERATIVOS
R$ 1.675.566
Outras pessoas físicas
Cotas capital a pagar
2010
SOBRAS BRUTAS 1º SEMESTRE
R$ 13.150,59
Total depósitos remunerados
Fundo de Assist. Técnica, Educacional e Social - FATES
As sobras são distribuídas e apropriadas conforme Estatuto Social, normas do Banco
Central do Brasil e posterior deliberação da Assembléia Geral Ordinária (AGO).
Atendendo à instrução do BACEN, através da Carta Circular 3.224/2006, o Fundo de
Assistência Técnica, Educacional e Social – FATES é registrado como exigibilidade,
e utilizado em despesas para o qual se destina, conforme a Lei 5.764/1971.
R$ (3.944,98)
R$ 1.176.886
31.12.2010
c) Sobras Acumuladas
R$ 16.637,51
Depósito à prazo - RDC
Descrição
Representada pelas destinações estatutárias das sobras, no percentual de 30%,
utilizada para reparar perdas e atender ao desenvolvimento de suas Atividades.
R$ (4.991,25)
R$ 664.258
Saldo devedor
b) Reserva Legal
(-)TRIBUTAÇÃO S/ ATOS NÃO COOPERATIVOS
R$ 110.266
R$ 498.680
31.12.2010
O capital social é representado por cotas-partes no valor nominal de R$ 1,00
cada e integralizado por seus cooperados. De acordo com o Estatuto Social cada
cooperado tem direito a um voto, independente do número de suas cotas-partes.
R$ 1.402.961
R$ 173.167
Depósito de Aviso Prévio
Fonte de Recurso
a) Capital Social
DESCRIÇÃO
As garantias oferecidas em razão das operações de crédito são: avais, garantias
hipotecárias, caução e alienação fiduciária.
MONTANTE DAS OPERAÇÕES ATIVAS
Nota 21 - Patrimônio líquido
RESULTADO DE ATOS NÃO COOP.
ANTES DA TRIBUTAÇÃO
Total depósitos não remunerados
TOTAL
Os instrumentos financeiros ativos e passivos estão registrados no balanço
patrimonial a valores contábeis, os quais se aproximam dos valores justos,
conforme critérios mencionados nas correspondentes notas explicativas.
As operações com tais partes relacionadas não são relevantes no contexto global
das operações da cooperativa, e caracterizam-se basicamente por transações
financeiras em regime normal de operações, com observância irrestrita das
limitações impostas pelas normas do Banco Central, tais como movimentação
de contas correntes, aplicações e resgates de RDC e operações de crédito.
ALMIRO PEREIRA DE CARVALHO
DIRETOR ADMINISTRATIVO
CPF: 080.432.995-87
VALMIR LIMA SILVA
CONTADOR
CRCBA-023450/0-3
A n ual
2010
RELATÓRIO DE AUDITORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
Ao Conselho de Administração e Cooperados da
COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS
FUNCIONÁRIOS DO GRUPO WALMART - SICOOB COOPERBOM
Salvador - BA
Prezados Senhores:
Examinamos as demonstrações contábeis da Cooperativa de
Economia e Crédito Mútuo dos Funcionários do Grupo Walmart SICOOB COOPERBOM, que compreendem o balanço patrimonial
em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações de
sobras ou perdas, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos
de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo
das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.
Responsabilidade da administração sobre as
demonstrações contábeis
A administração da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo
dos Funcionários do Grupo Walmart - SICOOB COOPERBOM é
responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas
demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis
adotadas no Brasil e pelos controles internos que ela determinou
como necessários para permitir a elaboração de demonstrações
contábeis livres de distorção relevante, independentemente se
causada por fraude ou erro.
Responsabilidade dos auditores independentes
de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados
nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados
dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos
riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis,
independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação
de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes
para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações
contábeis da Cooperativa para planejar os procedimentos de
auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para
fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles
internos da Cooperativa. Uma auditoria inclui, também, a avaliação
da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade
das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a
avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas
em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é
suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.
Opinião
Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas
apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes,
a posição patrimonial e financeira da Cooperativa de Economia
e Crédito Mútuo dos Funcionários do Grupo Walmart - SICOOB
COOPERBOM em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de
suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo
naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no
Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco
Central do Brasil.
Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas
demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida
de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria.
Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos
auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o
objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações
contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria
envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção
Belo Horizonte, 21 de março de 2011.
Rui de Assis Vasconcelos
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Salvador/Ba, 23 de março de 201
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Conselheiro efetivo
Ana Tais Muniz Fontes
Conselheira efetiva
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Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Funcionários do Grupo Walmart
25 Março de 2011
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