GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 I - IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR Nome: E. E. PROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” – 2012 Endereço: RUA ANTONIO SOARES, 160 – JARDIM BRASIL ITAPETININGA, SP CEP:18240-001 Telefone: (15) 3273-3422,(15) 3273-3079 E-mail: [email protected] Ato de criação: Decreto Estadual 48.492 de 13/04/2004 publicado D.O. 17/04/2004 CNPJ: 070117381/0001-32 Código CIE: 070117 Código UA: 27610 II – CURSOS OFERECIDOS EM 2012 Curso Série / Ano Horários de atendimento Ensino Fundamental 5ª a 7ª 13:00 às 18:20 Ensino Fundamental 8ª série 7:00 às 12:20 Ensino Médio 7:00 às 12:20 1º ao 3º Ato de autorização/criação (DOE) Decreto Estadual 48.492 de 13/04/2004 publicado D.O. 17/04/2004 1 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 III – HISTÓRICO DA UNIDADE ESCOLAR 1) Histórico de criação: A Escola Estadual “Professor Carlos Eduardo Mattarazzo Carreira” é uma entidade educacional sem fins lucrativos, criada pelo Decreto Estadual número 48.492 (publicado no D.O.E.S.P./Diário Oficial do Estado de São Paulo de 17 de abril de 2004); identificada com o seu atual nome pelo Decreto-Lei Estadual 11.806 (D.O.E.S.P. de 10 de setembro de 2004); situada na Rua Antonio Soares da Silva, número 170, Jardim Brasil, Itapetininga, Estado de São Paulo, CEP (Código de Endereçamento Postal) número 18.214-500; tendo por Código CIE (Código das Escolas Estaduais) o número “070117”; por Código UA (Unidade Administrativa da Secretaria de Estado da Educação) o número 27610; por código FDE (Fundação para o Desenvolvimento da Educação) número 04.31.110, por CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) o número “070117381/0001-32”; é mantida pelo Poder Público Estadual e administrada pela Secretaria de Estado da Educação, com base nos dispositivos constitucionais vigentes, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e no Estatuto da Criança e do Adolescente, no Regulamento Geral do Servidor Público do Estado de São Paulo, no Estatuto dos Funcionários Público Civis do Estado de São Paulo e no Estatuto do Magistério Paulista, respeitadas as normas regimentais básicas estabelecidas pelo Decreto Estadual de número 57141/2011 e pelo PARECER CEE (Conselho Estadual da Educação do Estado de São Paulo) de número 67, aprovado em 18 de março de 1998 (a partir do PROCESSO CEE n.º 152/98), e reger-se-á por meio deste regimento próprio, devidamente aprovado pelo seu Conselho de Escola e homologado pelo Senhor Dirigente de Ensino da Região de Itapetininga. 2 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 2) Histórico do patrono: 3 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 3) Histórico de relação e de inserção da escola na comunidade (análise situacional): A educação escolar, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. A educação básica tem por finalidades desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores. Os objetivos do ensino devem convergir para os fins mais amplos da educação nacional, expressos na Lei n.º 9394, de 20 de dezembro de 1996. Os objetivos da escola, atendendo suas características e peculiaridades locais, devem constar de seu regimento escolar. A Escola Estadual “Professor Carlos Eduardo Mattarazzo Carreira” organiza-se para atender às necessidades sócio-educacionais e de aprendizagem dos alunos com prédio e salas próprios e munidos com mobiliário, equipamentos e material didático-pedagógico adequados às diferentes faixas etárias, níveis de ensino e cursos ministrados. A Escola Estadual “Professor Carlos Eduardo Mattarazzo Carreira” funcionará em dois turnos diurnos, admitindo-se um noturno nos casos em que o atendimento à demanda escolar assim o exigir. Os cursos que funcionarem no período noturno terão organização adequada às condições especificas dos alunos. A Escola Estadual “Professor Carlos Eduardo Mattarazzo Carreira” organiza-se de forma a oferecer: - no Ensino Fundamental Regular Diurno, carga horária mínima de 1000 (um mil) horas anuais ministradas em, no mínimo, 200 (duzentos) dias de efetivo trabalho escolar. - no Ensino Médio Regular Diurno, carga horária mínima de 1200 (um mil e duzentas horas) horas anuais ministradas em, no mínimo, 200 (duzentos) dias de efetivo trabalho escolar. Consideram-se de efetivo trabalho escolar os dias em que forem desenvolvidas atividades regulares de aula ou outras programações didático-pedagógicas, planejadas pela escola desde que contem com a presença de professores e a freqüência controlada dos alunos. Para cumprimento da carga horária prevista em lei, o tempo de intervalo entre uma aula e outra, assim como o destinado ao recreio, serão considerados como atividades escolares e computados na carga horária diária da classe ou, proporcionalmente, na duração da aula de cada disciplina. 4 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 4) Histórico de resultados (indicadores externos - SARESP / IDEB / IDESP, outros) e de participação em projetos (participações, prêmios, menções): Indicadores externos (Saresp/Ideb/Idesp): DIAGNÓSTICO DA ESCOLA Análise dos índices nos últimos anos: Em 2010 e 2011, devido o número excessivo de ausências e rotatividade dos professores e até mesmo da equipe gestora, houve uma queda nos índices, portanto não atingimos a meta. Abaixo do básico:Os alunos neste nível demonstram domínio insuficiente dos conteúdos, competências e habilidades requeridos para a série escolar em que se encontram. Básico: Os alunos neste nível demonstram desenvolvimento parcial dos conteúdos, competências e habilidades requeridos para a série escolar em que se encontram. ADEQUADO IDESP 8ª/9º ano 3º EM 2007 Alc. 2008 Meta 2008 Alc. 2009 Meta 2009 Alc. 2010 Meta 2010 Alc. 2011 Meta 2011 Alc. 2012 Meta 2012 Alc. 2013 Meta 2013 Alc. 2014 Meta 2,38 2,51 2,47 2,60 2,70 2,83 2,43 2,62 1,77 1,96 2.16 2.30 2.67 2.84 ------ ----- ------ ------ 1,84 1,95 2,22 2,41 1,76 1,95 2.19 2.30 2.36 2.49 5 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 8ªsérie/9º ano FATORES Falta de estímulo por parte dos EXTERNOS familiares. 3ª série EM Falta de estímulo por parte dos familiares. Necessidades financeiras que comprometem a Condições familiares que família levando o aluno a fazer parte da renda desfavorecem o comparecimento do familiar. aluno na escola. Diante de constante trabalho direcionado à melhora dos índices, utilizando de metodologias diversificadas que favoreceram diagnósticos precisos para o trabalho pontual em sanar as dificuldades de nossos alunos. - Ideb: Os resultados quanto ao Índice de Desenvolvimento da Educação Básica são satisfatórios, pautado nas diretrizes do Currículo Oficial do Estado. Projetos: - PROJETO APRENDENDO A SER E A CONVIVER; - RECICLAGEM DE PILHAS E BATERIA; - DESENVOLVENDO LEITORES CRITICOS; - BRINCANDO COM A FÍSICA; PLANO DE AÇÃO/2012 (Professor Mediador). Prêmios e Menções: - PRÊMIO GESTÃO ESCOLAR 2012 PRÊMIO GESTÃO ESCOLAR 2013 6 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 IV – PROPOSTA PEDAGÓGICA DA ESCOLA Proposta Pedagógica ... Dois homens andando numa estrada, cada um carregando um pão. Ao se encontrarem, eles trocam os pães, cada homem vai embora com um pão. Porém, se dois homens andando por uma estrada, cada um carregando uma idéia, Ao se encontrarem, eles trocam as idéias. É esse o sentido de repartir. (Érico Veríssimo) Nós, Direção, Professores, Funcionários e Comunidade desta Escola, fazemos do texto acima o nosso compromisso pedagógico. Diagnósticos. Diagnóstico Sócio-cultural. Acreditamos que a nossa escola não seja apenas uma mera fonte de informações, mas sim aquele caminho em que a informação trilha lado a lado com a formação do ser intelectual e do ser emocional, da criatividade, da afetividade e da vivência, por um mundo melhor e mais solidário. Na elaboração da Proposta Pedagógica é essencial conhecer a realidade da comunidade da qual fazem parte nossos alunos: suas forças sócio-econômicas, as tendências dominantes e os meios de comunicação. A E.E. “Prof. Carlos Eduardo Mattarazzo Carreira” localiza-se na zona periférica da cidade e atende, em dois períodos, alunos no Ensino Fundamental e predominantemente no período da manhã alunos do Ensino Médio. Uma parte da clientela é de classes sociais menos favorecidas em termos financeiros e sociais, em busca de uma “situação cidadã” melhor. Em grande parte a U.E. atende a comunidades circunvizinhas formadas por bairros urbanos e em pequena monta alunos oriundos do meio rural. Por essas e algumas outras razões a U.E. apresenta as seguintes características que serão objeto, em parte, dessa proposta de trabalho: - Por parte de alguns alunos, determinada ausência de limites (o que se não justifica pelo meio ou pela condição social em sua porcentagem maior); - Determinada falta de sentido familiar, devido a ausências de responsáveis, por motivos diversos (trabalho, atenção a filhos menores, abandono pelos responsáveis – pai, mãe, outros familiares e algumas outras condições aqui não elencadas e que demandam uma pesquisa mais pontual); Toda essa situação, não via de regra, contribui em parte para geração de conflitos dentro e fora da sala de aula. O nível cultural predominante na comunidade é o do Ensino Fundamental, Médio incompletos ou não com poucos casos de Ensino Superior Completo, pois a presença da entidade escolar e relativamente nova na comunidade. 7 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 A posse de bens de consumo e condições econômicas observadas obedecem aos padrões sociais da atualidade, a heterogeneidade econômica tende para os menos favorecidos economicamente e deve ser objeto de observação da presente proposta. Os alunos em sua maioria, não trabalham, os poucos que trabalham, o fazem em meio período a caráter de serviço temporário de origens diversas muitas vezes prestando serviços a familiares. O lazer corresponde ao normal para os jovens correspondentes a essa faixa etária. Quanto ao corpo docente, a escola conta com uma média de setenta por cento de professores efetivos e na faixa de trinta por cento com contrato temporário, estimadamente, podendo esses números sofrerem variações por motivos diversos. Os recursos financeiros são, de acordo com verbas oriundas de programas oficiais da Secretaria da Educação e do MEC repassados a APM da escola, aplicados e validados pelo Conselho de Escola, utilizados conforme designação do órgão competente de forma a atender as necessidades pedagógicas da Escola no que tange a material pedagógico e adequação do espaço físico e social. A Escola conta com sala de informática em fase de recebimento e montagem de novos computadores e é assistida por aluno monitor do Programa Acessa Escola, sala de leitura de espaço reduzido, quadra de esportes coberta e equipamentos eletrônicos diversos. Diagnóstico Pedagógico. Existem dificuldades de leitura, interpretação de textos e produção dos mesmos, problemas em relacionar o conteúdo estudado com a vida prática, determinados problemas relacionados a solução de problemas matemáticos e atividades que envolvam raciocínio lógico/matemático e sua associação prática ao mesmo, na área das ciências sociais os alunos carecem de maior adaptação aos padrões exigidos para inserção na realidade sociedade atual e suas instituições, demandando de um trabalho detalhado nesse sentido. Quanto a valores e crenças pessoais temos notado alguns indícios de intolerância, preconceito e ausência de solidariedade, determinada apatia e desinteresse resultantes da falta de estímulo pela família ou da forma como o conteúdo é ministrado. Os meios de comunicação em massa, de uma certa forma, seduzem e não estimulam um pensamento crítico, tudo está pronto para ser consumido, não se faz necessária a participação ativa do cidadão no que tange ao uso do senso crítico. Como consequência, podemos observar a dispersão, a irritabilidade, a falta de utilização do raciocínio lógico na análise de situações problema e na busca de uma mediação que o leve a um senso comum igualitário e pacífico, a resistência a conteúdos que levem a pensar, a refletir, a argumentar, a raciocinar, a debater e a posicionar-se de forma solidária. Modificar esse quadro é um desafio para a equipe escolar e notamos que a mesma já vem tornando essa possibilidade mais próxima a realidade e do interesse de efetiva modificação. Uma das questões principais é a retomada de conteúdos para sanar dificuldades de aprendizagens, agora sob a luz da Resolução da Secretaria de Estado da Educação de número dois de janeiro de dois mil e doze e com norte no Currículo Oficial do Estado de São Paulo e a Matriz Curricular Nacional de base comum conforme INSTRUÇÃO DA SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, em forma de reforço contínuo realizado no próprio período de aula e ou com auxílio de um professor auxiliar. Esses baixos índices de rendimento por vezes são ocasionados pela ausência de frequência regular às aulas, principalmente os alunos que estão em defasagem de idade e série e são objetos de acompanhamento dos professores em sala de aula e da equipe gestora, pela ausência do vínculo professor/aluno quando do afastamento desses profissionais por um motivo ou outro, e são substituídos adequadamente e tecnicamente porém com rompimento do vínculo afetivo o que não se faz da “noite para o dia” quando tratamos com seres humanos. 8 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 Conclusão e propostas A proposta pedagógica da EE. PROF. CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA leva em conta a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB 9.394/96, a Constituição Brasileira, o Estatuto da Criança e do Adolescente, o disposto nos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCN, Deliberação do Conselho Estadual de Educação de São Paulo no. 01/99 alterada pela Indicação nº 10/2000 e o Currículo Oficial para as unidades escolares que compõem a Secretaria de Educação. A metodologia de ensino está baseada no Currículo Oficial, ou seja, o objetivo é levar o aluno a desenvolver todas as habilidades através das relações entre elas e desenvolvimento de competências para o domínio das situações sociais, físicas, geográficas e através disso desenvolver a sua capacidade de observar, descobrir, pensar e agir. As Atividades são programadas de maneira à inserir o conteúdo a ser trabalhado em sala de aula de forma didático/pedagógica diversificada dentro do objetivo a ser alcançado pela escola, contando para isso com o apoio da Resolução SE 02/2012 onde sob luz serão estabelecidas avaliações diagnósticas periódicas e procedidos os encaminhamentos necessários. A EE. PROF. CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA adota a metodologia pedagógica elencada no Currículo Oficial do Estado de São Paulo que tem como “espinha dorsal” a Competência Leitora e escritora visando o desenvolvimento para o domínio racional do meio ambiente, do mundo do trabalho, das relações sociais e familiares que busquem a pleno exercício democrático para atingir fins pacíficos na construção de um mundo igualitário e na conservação de forma sustentável, do meio que nos “rodeia”, metodologia essa, que está direcionada aos alunos do Ensino Fundamental e ensino médio. Em todo os casos a proposta pedagógica da Escola privilegia o ensino enquanto construção do conhecimento, o desenvolvimento pleno das potencialidades do aluno e sua inserção no ambiente social valendo-se para isso dos conteúdos curriculares elencados anteriormente também na transversalidade do tema a ser ministrado em sala de aula em um ótica contextualizadora e objetiva a cerca das vivências dos alunos junto a familiares e o meio que os cerca. O Ensino Fundamental e Médio devem estar comprometidos com a democracia e a cidadania. Nesse sentido, baseados nos textos do Currículo Oficial SEE-SP, da Constituição de 88e dos Parâmetros Curriculares Nacionais - PCNs que orientam a escola quanto aos princípios gerais que visam à consecução das seguintes metas: - respeito aos direitos humanos e exclusão de qualquer tipo de discriminação, nas relações interpessoais, públicas e privadas; - igualdade de direitos, de forma a garantir a equidade em todos os níveis; - participação como elemento fundamental à democracia; - co-responsabilidde pela vida social como compromisso individual e coletivo. A LDB 9.394/96 tem na cidadania seu eixo orientador e se compromete com valores e conhecimentos que viabilizam a participação efetiva do aluno na vida social; em função disso, são 3 nossas diretrizes de ensino: - posicionamento em relação às questões sociais e visão da tarefa educativa como intervenção intencional no presente; - tratamento de valores como conceitos reais, inseridos no contexto do cotidiano; - inclusão dessas perspectivas no ensino dos diversos conteúdos escolares. A observação do Currículo Oficial –SEE, SP, a inclusão de temas sócio-culturais no currículo que atendam o parâmetro legal. Os mesmos transcendem o âmbito das diversas disciplinas e correspondem as orientações oferecidas e elencadas no Currículo SEE-SP através de cadernos de orientação e organização de estudos direcionados especificamente a gestores, professores e alunos, aosTemas 9 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 Transversais, preconizados pelos PCNs para o Ensino fundamental e Médio que se caracterizam por: - urgência social; - abrangência nacional; - possibilidade de ensino e aprendizagem no Ensino Fundamental e Médio; - favorecimento na compreensão da realidade social; -domínio das diversas ciências e do mundo do trabalho; Na forma de: - competência leitora; - ética; - diversidade cultural; - meio-ambiente; - saúde; - orientação sexual; - trabalho e consumo; - temas locais, serão agregados, sempre que possível, temáticas que evidenciem os contextos da comunidade onde Escola está inserida. Objetivos gerais para o aluno - domínio de corpo de conhecimentos acadêmicos; - aquisição de habilidades para a vida de trabalho; - aquisição de capacidade de tomar decisões e posições, a partir de análises; - aquisição de habilidades de síntese e aplicação de conhecimentos; - compreensão e uso de tecnologias; - formação de juízos de valor a partir da vivência no ambiente social; - aquisição de leitura e escrita e uso competente de tais habilidades; - cooperação individual e coletiva em situações particulares, locais e globais; - compreensão de deveres e direitos de cidadania. O currículo escolar valorizará, ainda, as seguintes atividades: - estudos do meio; - eventos cívicos e comemorativos; - viagens de integração e socialização orientadas e elencadas pelo Currículo Oficial; - visitas a exposições, mostras culturais e eventos que sejam orientados e abordados no Currículo Oficial. Os alunos contarão com os diversos recursos oferecidos pela Secretaria da Educação e Associação de Pais e Mestrescuja finalidade é a obtenção de competências e habilidades no uso do direito a cidadania como instrumento de estudo, pesquisa e trabalho. Avaliação As práticas de avaliação serão, primordialmente com ênfase na avaliação qualitativa sobre a quantitativa, observadas a regulamentação legal expressa na Resolução 02 de janeiro de 2012, independentemente do critério de atribuição de notas ou conceitos observadas a normas legais. Os professores utilizarão fichas individuais de acompanhamento e observação dos alunos, conforme normatização e orientação da Deliberação 11/96 - Secretaria de Educação, da Direção da Escola, Supervisão de Ensino e sob orientação da Coordenação Pedagógica, com os itens a descritos e condizentes com os conteúdos conceituais, atitudinais e procedimentais desenvolvidos. 10 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 Apresentação da Proposta Pedagógica 1 – IDENTIFICAÇÃO A EE “Prof. CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA”, situado na RUA ANTONIO SOARES DA SILAVA, 170 – JARDIM BRASIL, Itapetininga- SP, é uma instituição pública, mantida pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. A Escola Estadual “Prof. CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” regendo-se pelas normas educacionais vigentes, ministra o Ensino Fundamental e Ensino Médio, tendo como caracteristica formar o indivíduo capaz de interagir com seu meio de forma justa e democrática, baseando-se nos princípios da liberdade de expressão e tolerância, capaz transformar a sociedade em um espaço de aceitação e transformação onde todos possam contribuir para conservação e harmonia com o meioambiente. A escola dispõe de um Regimento Interno que regulamenta os aspectos legais, a estrutura organizacional, pedagógica e administrativa, assegurando o desenvolvimento das potencialidades do educando, sua formação eclética, capaz de disseminar e contribuir para uma democracia igualitaria com justiça e pleno exercício de cidadania. Dados de identificação 1.. Dados da Instituição Educacional 1.1 Nome da Instituição EE “Prof. CARLOS EDUARDO MATTARAZZO Educacional CARREIRA” 1.2 Endereço completo 1.3 Telefone/Fax/e-mail 1.4 Localização: ANTONIO SOARESDASILAVA, 170 JARDIM BRASIL- Itapetininga/SP (15) 3272 3422/ (15) 3272 3079 Localizada na zona periférica da cidade de Itapetininga 1.5 Diretoria Diretoria de Ensino Região Itapetininga 1.6 Data de criação da Instituição Educacional 1.7 Autorização: Deliberação do Conselho Estadual de Educação 1.8 Turno de funcionamento 17 de abril de 2004 1.9 Nível de ensino ofertado Ensino Fundamental e Ensino Médio 1.10 Etapas, fase e modalidades e ensino. Resolução SE 69/92 Manhã e Tarde Ciclo II e Ensino Médio 11 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 Número de alunos – baseados nos dados do ano letivo de 2014: Período ENSINO FUNDAMENTAL 5ª Série A, B 6ª Série AeB 7ª Série A, B e C Manhã -------- -------- Tarde 69 71 Total Total GeraI ENSINO MÉDIO 8ª Série AeB 1º Série A, B e C -------- 36 91 71 57 99 37 -------- -------- -------- 312 2º Série AeB 3º Série AeB 219 531 alunos Origem da clientela atendida: a E. E. “Prof. Carlos Eduardo Mattarazzo Carreira”localiza-se na zona periférica da cidade e atende, em dois períodos, alunos no Ensino Fundamental e predominantemente no período da manhã alunos do Ensino Médio. Uma parte da clientela é de classes sociais menos favorecidas em termos financeiros e sociais, em busca de uma “situação cidadã” melhor. Em grande parte a U.E. atende a comunidades circunvizinhas formadas por bairros urbanos e em pequena monta alunos oriundo do meio rural. Por essas e algumas outras razões a U.E. apresenta as seguintes características que serão objeto, em parte, dessa proposta de trabalho: - Por parte de alguns alunos, determinada ausência de limites (o que se não justifica pelo meio ou pela condição social em sua porcentagem maior); - determinada falta de sentido familiar, devido a ausências de responsáveis, por motivos diversos (trabalho, atenção a filhos menores, abandono pelos responsáveis – pai, mãe, outros familiares e algumas outras condições aqui não elencadas e que demandam uma pesquisa mais pontual); Toda essa situação, não via de regra, contribui em parte para geração de conflitos dentro e fora da sala de aula. O nível cultural predominante na comunidade é o do Ensino Fundamental, Médio incompletos ou não com poucos casos de Ensino Superior Completo, pois a presença da entidade escolar e relativamente nova na comunidade. 12 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 JUSTIFICATIVA Esta Proposta Pedagógica é o instrumento norteador das ações desenvolvidas na EE “Profº. Carlos Eduardo M. Carreira”, que visa desenvolver uma metodologia pedagógica centrada na Proposta Curricular do Estado de São Paulo, porém, fazendo com que a realidade do educando seja ponto de partida para discussão, para transformação em temas científicos e fazendo com que os educandos possam entender como mudar a nossa sociedade. Faz parte constante na Proposta da Escola, conscientizar a comunidade da necessidade de conservação do espaço. A Escola Estadual de Ensino fundamental e Médio “Carlos Eduardo M. Carreira” têm como função principal respeitar e valorizar as experiências de vida dos educandos e de suas famílias. Temos como propósito fortalecer nos educandos, a postura humana e os valores aprendidos: a criticidade, a sensibilidade, a contestação social, a criatividade diante das situações difíceis, a esperança. Queremos deste modo formar seres humanos com dignidade, identidade e projeto de futuro. FINALIDADES E OBJETIVOS DA EDUCAÇÃO Desde a Constituição Federal de 1988, a educação passou a ser um direito subjetivo de todos os brasileiros. Sendo a educação um direito, a escola tem o dever de garantir permanência e qualidade da aprendizagem dos alunos, tornando-os capazes de transformar a sua realidade. A Escola Estadual “Prof. Carlos Eduardo Mattarazzo Carreira” segue determinações da Lei n° 9394/96, que estabelece as diretrizes a bases da Educação Nacional. O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: I. Garantia de padrão de qualidade; II. Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber; III. Respeito à liberdade e apreço à tolerância; IV. Valorização da experiência extraclasse. Objetivos: I - O desenvolvimento de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura oral, escrita e o cálculo; II - A compreensão do ambiente natural e social, das artes, do sistema político, da tecnologia e dos valores em que se fundamenta a sociedade; III - O fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social. 13 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 PRINCÍPIOS E DIRETRIZES PEDAGÓGICAS A EE “Prof. Carlos Eduardo Mattarazzo Carreira” tem como diretrizes norteadoras de suas ações: I - Entender a relação entre o desenvolvimento das ciências naturais, humanas e o desenvolvimento tecnológico e associar as diferentes tecnologias aos problemas que se propuseram e propõem solucionar; II - Identificar variáveis relevantes e selecionar os procedimentos necessários para a produção, análise e interpretação de resultados de processos ou experimentos científicos e tecnológicos; III - Entender e aplicar métodos e procedimento próprios das ciências naturais e humanas; IV - Aplicar as tecnologias associadas às ciências naturais na escola, no trabalho e em outros contextos relevantes para sua vida; V - Entender o impacto das tecnologias associadas às ciências naturais na sua vida pessoal nos processos de produção, no desenvolvimento do conhecimento e na vida social; VI - Identificar, representar e utilizar o conhecimento geométrico para o aperfeiçoamento da leitura, da compreensão e da ação sobre a realidade. Diagnóstico da realidade escolar: Pretendemos para a Escola, considerando sua realidade: - Proporcionar maiores condições na qualidade pedagógica e social de todos os envolvidos; - Respeitar os diferentes níveis de aprendizagem; - Que toda a equipe (gestão, professores, funcionários, alunos e comunidade) aprenda a lidar com a diversidade social, cultural, racial, física, de gênero, de interesse e de aprendizagem; -Que através do novo Currículo e com um trabalho diversificado possamos efetivar o aprendizado que visa às competências e habilidades. Como vemos os alunos? Seres humanos cheios de sonhos, direitos e deveres, porém desestruturados em diversos aspectos (familiar, social, cultural, financeiro, etc.) que os dificulta de atingir seus objetivos. Seres dotados de potencialidades, porém adormecidas pela desmotivação de seus responsáveis. Qual tem sido a função de nossa Escola? - Elevar a autoestima, mostrando que o aluno é capaz de transformar a si mesmo e também sua comunidade, buscando seus direitos e cumprindo seus deveres; - Fazer com que os alunos reflitam sobre a realidade, levando- os a pensar, a serem críticos a fim de se prepararem para a vida; - Despertar em nossos alunos o senso crítico, envolvendo-os nos problemas do cotidiano e desafiando- os a resolução dos mesmos; - Formar alunos leitores e escritores, competentes e éticos. 14 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 Qual tem sido a participação dos pais no cotidiano da escola? São participativos na medida do possível, pois necessitam trabalhar e muitas vezes há a impossibilidade do acompanhamento escolar de seus filhos. Outros aspectos também dificultam a participação ativa destes pais como: condição socioeconômica precária, nível de escolaridade baixa e problemas de famílias desestruturadas. Como tem sido a relação da escola com a comunidade local? A escola tem desempenhado seu papel através de reuniões, comemorações festivas, APM, Grêmio Estudantil, campanhas, etc., porém o retorno da comunidade não atinge sua totalidade. Como a escola tem considerado os alunos na relação ensino-aprendizagem? Tem buscado diversidade nas formas de aplicar os conteúdos propostos, a fim de atingir os objetivos, estimular e desenvolver habilidades para adquirirem competências, através: - da Recuperação Contínua; - da Formação dos professores nas ATPCs; - do Professor Auxiliar (Professor de Apoio); - do uso de vídeos educativos; - do Conselho Tutelar; - de Reunião de Pais. Quais as expectativas em relação ao corpo administrativo, pedagógico, funcionários e pais? - Administrativo: Espera-se que a Direção estimule, comprometa-se e mobilize os integrantes da instituição, com um foco centralizado no aspecto pedagógico e nas altas expectativas para a consecução de metas e resultados. Deve-se preocupar com o clima organizacional, promovendo ações de melhoria e resolvendo oportuna e adequadamente as situações que afetam a convivência entre os docentes, o pessoal da escola, os pais e os alunos. A Direção deve promover uma cultura com visão compartilhada, transparência de propósitos e cooperação docente, além de articular demandas e soluções para a aprendizagem das crianças. E que é essa a função social primordial de toda escola. - Pedagógico: O Coordenador Pedagógico deve articular-se com os atores envolvidos no processo de ensino e aprendizagem, visando à construção coletiva do Projeto Pedagógico, a fim de tê-lo como norteador de suas ações no interior da escola. Seu trabalho não deve acontecer solitariamente para se ter resultados efetivos no trabalho pedagógico, precisa incentivar sua equipe para que o grupo esteja sempre em busca constante de atualizar seus conhecimentos, para o melhor desempenho em suas funções. Cabe ao Coordenador Pedagógico mobilizar a equipe escolar para o exercício de ações solidárias na construção do projeto coletivo, pois somente dessa forma é possível despertar em cada um dos sujeitos envolvidos o sentimento de pertencimento e assim caminhar em busca de metas em comum. 15 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 É em torno de um projeto de escola, com claros objetivos de formação do aluno e do cidadão, que professores diretores e outros profissionais da Educação devem-se congregar para um trabalho significativo junto aos alunos. É a partir dessa concepção democrática, que o Coordenador Pedagógico construirá as bases do seu trabalho com vistas na qualidade da prática pedagógica, e conseqüentemente do desenvolvimento e sucesso dos alunos. Deverá ainda, desenvolver um trabalho harmônico dentro da instituição educacional; conversando diretamente com os professores sobre o desempenho discente; acompanhar e avaliar o professor em relação ao que faz e como faz o seu próprio trabalho; assessorar o trabalho do professor (transmitindo sugestões de atividades); descentralizar as condições a respeito da ação docente; criar situações para a solução dos problemas que surjam no grupo de professores; procurar subsídios que facilitem a ação docente; discutir diferentes maneiras de trabalho, comunicando experiências; elogiar o que for positivo e esclarecer o que considera negativo; incentivar os professores a avançar em seus estudos; organizar as condições de trabalho do professor com o material de ensino. - Funcionários: Espera-se que as funções sejam desempenhadas, de forma eficiente, num espírito de amizade, harmonia e colaboração, pois, a escola é um corpo do qual todos os membros são importantes. - Pais: Espera-se que os pais compreendam claramente a visão e a missão da escola e estejam de acordo em apoiar, mesmo não compartilhando todos os seus valores, que haja participação na vida escolar de seus filhos, e incentivando o estudo, acompanhando assim forma efetiva as tarefas (observar diariamente os cadernos),estudo diário, desenvolvimento de trabalhos e a higiene pessoal. Principais dificuldades da escola que interferem na aprendizagem dos alunos: - Inexistência de sala de leitura; - Compromisso de alguns pais; - Falta de compromisso de alguns professores com a aprendizagem e que não trabalham o Currículo do Estado, - Faltas excessivas sem justificativas de alguns professores, - Irresponsabilidade com o desenvolvimento dos projetos por parte de alguns docentes, - Falta de domínio e métodos pedagógicos diferenciados para que ocorra a aprendizagem em uma sala de aula. Dificuldades dos docentes quanto ao Currículo do Estado: - Pouca capacitação para um conhecimento mais amplo a fim de auxiliar o professor na aplicação do Currículo. - Ausência de pré-requisitos por parte dos alunos (e algumas vezes de alguns docentes também), para acompanhar o Currículo, dificultando a realização de todas as atividades propostas dentro do bimestre estipulado; 16 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 - Dificuldades de acesso aos materiais indicados no Caderno do Professor, para complemento da aprendizagem. Qual a visão da escola sobre a avaliação? Nossas avaliações são realizadas de modo a diagnosticar quais as habilidades que os alunos não conseguiram desenvolver, de forma contínua e paralela, promovendo o replanejamento, para desenvolvimento de habilidades e reorientação de metodologias e práticas para superação de defasagens, permitindo assim que os docentes possam rever suas atitudes. Utilizamos também “simulados” bimestrais para treinamento e preparação para o Saresp e para a Prova Brasil. A identidade cultural é considerada como indicadores de trabalho e de percepção da coerência e importância da relação entre conteúdos disciplinares e a vida prática. Índice de evasão e reprovação, com base em 2011: Evasão a) Principais motivos de evasão: - Falta de estímulo por parte dos familiares. - Condições familiares que desfavorecem o comparecimento do aluno na escola. - Necessidades financeiras que comprometem a família levando o aluno a fazer parte da renda familiar. Retenção a) Principais motivos de retenção: - Rotatividade de professores. - Desinteresse dos próprios alunos acentuado pela defasagem de aprendizado. - Desestimulo do professor. - Falta perspectivas futuras. - Desinteresse dos próprios alunos acentuado pela defasagem de aprendizado. - Descrédito na escola como fator de profissionalização DEFINIÇÃO DE METAS E AÇÕES: Metas: - Elevar o nível de aprendizagem dos educandos; - Recuperação dos alunos com dificuldade de aprendizagem; - Manter as taxas de abandono e retenção apresentadas nos últimos ano; - Participação da comunidade escolar; - Participação efetiva do Grêmio Estudantil dessa U.E. Ações: - Trabalho em equipe, no qual os grupos tenham sempre que resolver algum problema proposto pelo professor; - Atividades práticas (experiências científicas, peças de teatro, filmes, confecção de maquetes, dança contemporânea, etc.); - Identificar os alunos que precisam de acompanhamento pedagógico diferenciado, confrontando as informações e os dados dos relatórios dos Conselhos de Classe e Série, das autoavaliações, dos registros dos professores; 17 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 - Propor atividades diversificadas, sobretudo aquelas em que os alunos são solicitados a agir na busca de soluções para um problema, concebendo estratégias para realizar um experimento ou pesquisa, elaborando explicações para um determinado fenômeno, produzindo textos e registros; - Avaliar continuamente a eficácia das atividades de recuperação contínua e paralela, propondo modificações, se necessário. - Realizar um levantamento junto aos alunos para identificar os principais fatores que vêm impedindo sua freqüência regular ás aulas e tomar medidas em curto prazo para recuperar suas faltas; - Coletar sugestões da oficina pedagógica e dos professores sobre como tornar as aulas mais motivadoras; - Organizar sessões de estudos dentro e fora do período em que o aluno freqüenta as aulas para realização de pesquisa, elaboração de resenhas, desenvolvimento de projetos ou atividades que estejam de acordo com o Currículo do Estado; - Realizar um levantamento junto aos alunos, por meio de uma autoavaliação, para identificar os principais motivos que impedem o seu bom desempenho nas aulas; - Promover palestras e reuniões para fornecer informações que colaborem com o crescimento e vínculo entre a Escola e a Família; - Encaminhamento ao Conselho Tutelar II, através de ofício, dos alunos faltosos, quinzenalmente. MISSÃO VALORES E VISÃO Missão A nossa missão é promover a educação de qualidade, onde todos os alunos avançam na capacidade de entender o mundo através da leitura e escrita melhorando a sua aprendizagem e permanência no âmbito escolar, visando a sua participação integral em um espaço democrático e justo. A escola tem um compromisso constante com desenvolvimento e melhorias e com o pensamento crítico de seus alunos. Valores Ética profissional e transparências, nas ações que estimulem um bom relacionamento entre todos. Valorizar os princípios como: solidariedade, respeito mutuo, responsabilidade, assiduidade e humildade, comprometimento em equipe e cidadania A escola reconhece, respeita e ensina a diversidade (étnica, cultural, gênero, nível sócio econômico) na comunidade. Visão Queremos uma escola dinâmica e aberta as novas idéias onde se enfatiza o pensamento democrático, que o indivíduo possa se integrar ao meio ambiente buscando uma sociedade de inclusão que respeite as diferenças com participação da família na escola e com indicadores de formação plena do ser humano e aprendizagens significativas. DE MUNDO – Vivemos num mundo globalizado onde a economia e as comunicações impõem as regras sobre o Estado, demonstrando assim, um cenário depôs-modernidade e constantes 18 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 transformações tecnológicas que acirram cada vez mais as contradições entre os povos e nações. DE SOCIEDADE – Fazemos parte de uma sociedade na qual as desigualdades sociais, econômicas e políticas são alarmantes. Este cenário, na qual grande parte da população se encontra à margem da sociedade, dá-se, sobretudo, pela concentração de poder nas mãos de uma minoria elitista que através do autoritarismo impõem suas ideologias dominantes, conduzindo a população a tornarem-se estranhas a si mesma e ao mundo que as rodeia. Assim, alienados, os indivíduos tornam-se objetos de manipulação em função dos interesses dos dominantes. Percebe-se com isso a urgência de uma transformação desta realidade, de forma que as relações de poder autoritários e verticais possam ser transformadas em relações igualitárias e horizontais, de caracteres dialógicos e democráticos. Desta forma, visamos uma sociedade mais justa e igualitária para todos, na qual, o papel da cidadania possa ser exercido por todos os indivíduos instintivamente, com uma sociedade de relacionamento uns com os outros, o homem e a sociedade, sendo o homem o ser capaz de estabelecer relações sociais. A escola faz parte de um contexto que engloba a sociedade, sua organização, sua cultura e sua historia. Desse modo o projeto de ensino aprendizagem está ligado a esse contexto e ao modelo cultural que o orienta e que pretendemos formar para responder aos desafios dessa sociedade. Portanto, é fundamental que os professores saibam que tipo de ser humano pretende formar para a sociedade. DO CONHECIMENTO – A sociedade atual vive sobre as regras de um mercado cada vez mais competitivo, sendo constantemente transformado pelas novas tecnologias, exigindo que o indivíduo tenha qualificação politécnica e por isso o conhecimento é a base para que esse futuro profissional seja, no futuro, ingresso no mercado de trabalho. DA ESCOLA – A escola pode ser entendida como um espaço de ampla recreação de culturas, na qual se busca de forma sistemática e organizada propiciar conhecimento de socialização dos saberes, relacionando-os com o contexto social do educando. Para isso, é necessário que a escola assuma um novo modelo, na qual os educadores devam refletir sobre sua filosofia e promover o relacionamento de seus objetivos, ultrapassando o domínio do cognitivo e buscando uma concepção dialética do homem, sociedade e mundo. IMPLANTAÇÃO DA PROPOSTA PEDAGÓGICA Considerando a natureza coletiva da observância e da implantação da Proposta Pedagógica, os que fazem parte da EE “Prof. Carlos Eduardo Mattarazzo Carreira” pretendem implantá-la mediante: I. Discussão ampla e regular dos seus princípios, alicerces, alcance e objetivos; II. Envolvimento e compromisso de toda a comunidade escolar no processo de torná-la útil e funcional; III. Sua permanente reelaboração e atualização. A escola, respeitando as normas do sistema de ensino a que pertence, terá a incumbência de: I. Executar sua Proposta Pedagógica; 19 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 II. Articular-se com a família e a comunidade, criando processo de integração da sociedade com a escola; III. Administrar seu pessoal e seus recursos materiais e financeiros; IV. Assegurar o cumprimento dos dias letivos e horas-aula estabelecidas; V. Velar pelo cumprimento do plano de trabalho de cada docente; VI. Promover meios para a recuperação dos alunos de menor rendimento. Os docentes da EE “Prof. Carlos Eduardo Mattarazzo Carreira” incumbir-se-ão de: I. Participar da elaboração, implantação e implementação da Proposta Pedagógica; II. Elaborar e executar o plano anual de trabalho; III. Estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento; IV. Planejar, executar e avaliar o processo de aprendizagem sob sua responsabilidade; V. Acatar as determinações da Direção, de acordo com as normas legais em vigor; VI. Incentivar a formação de hábitos e atitudes; VII. Comentar, em classe, com os alunos o resultado das avaliações, esclarecendo os desvios; VIII. Manter atualizado o Diário de Classe, dando atenção ao registro das aulas e à freqüência. A Equipe de Coordenação tem por objetivo; planejamento, controle e avaliação das atividades didático-pedagógicas da escola, e por atribuição: I. Elaborar o currículo pleno, calendário escolar, os conteúdos programáticos e a programação de sua área de atuação, assegurando a articulação com os diversos serviços da escola; II. Coordenar as atividades de planejamento didático-pedagógico; III. Acompanhar e avaliar o docente; IV. Analisar os resultados do rendimento escolar; V. Promover reuniões pedagógicas; VI. Colaborar com os professores na seleção do material didático a ser utilizado; VII. Coordenar a programação e execução das atividades de recuperação dos alunos; VIII. Propor, coordenar atividades, aperfeiçoamento e atualização dos docentes. O Calendário Escolar deverá prever: I Número de dias letivos; II. Período destinado ao planejamento e replanejamento anual e semestral; III. Período de férias, feriado e recesso escolar; IV. Período destinado à avaliação, recuperação e exames finais, quando houver; V. Dias destinados às comemorações cívicas e atividades afins; VI. Período destinado à matrícula. A Escola Estadual “Prof. Carlos Eduardo Mattarazzo Carreira” tem a seguinte organização: I. Cumprimento integral de carga horária e dos conteúdos programáticos; II. Frequência integral e obrigatória dos professores e pessoal técnico-pedagógico; 20 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 III. Ensino Fundamental Regular Diurno, carga horária mínima de 1000 (um mil) horas anuais ministradas em, no mínimo, 200 (duzentos) dias de efetivo trabalho escolar. IV. Ensino Médio Regular Diurno, carga horária mínima de 1200 (um mil e duzentas horas) horas anuais ministradas em, no mínimo, 200 (duzentos) dias de efetivo trabalho escolar. V. Controle de freqüência de 75% (setenta e cinco por cento) do total de horas letivas para aprovação dos alunos; VI . Expedição de histórico escolar e declaração de conclusão de curso ou de série. VERIFICAÇÃO DE RENDIMENTO ESCOLAR No Ensino Fundamental, a avaliação é contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os das provas finais. O aluno será promovido ao próximo ano do 6º ano ao 8º ano seguindo a progessão continuada e no 9º ano que é fechamento do ciclo II o aluno será avaliado de forma a perceber seus avanços e dificudades podendo ficar retido para recuperação de final de ciclo. Os conceitos da Unidade Escolar variam de 1(um) a 10(dez) sendo considerado satisfatório de 5 (cinco) à 10 (dez), os alunos com conceito de 1(um) a 4 (quatro) serão submetidos a recuperação bimestralmente para que no final do ano de continuidade aos seus estudos ou seja considerado reprovado. Além dos conceitos o aluno deve ter 75% de frequência para ser considerado promovido. AÇÕES DA DIREÇÃO DA ESCOLA E DA COORDENAÇÃO PARA MELHORAR OS INDICADORES DAS AVALIAÇÕES INTERNAS E EXTERNAS Direção: - Orientar o Professor Coordenador do Ensino Fundamental - Ciclo II para que realize acompanhamento diário das atividades dos professores, verificando se os conteúdos estão de acordo com o Currículo do Estado e se a metodologia é satisfatória ao aprendizado, verificar e realizar levantamento das sínteses bimestrais, dos resultados das avaliações internas e do aproveitamento do aluno em cada componente curricular, encaminhar os alunos que não conseguiram sanar suas dificuldades com a recuperação contínua, para a recuperação paralela, fazer reuniões periódicas para diagnosticar as dificuldades e subsidiar os professores em suas atitudes e avaliações, a fim de melhorar o rendimento escolar. Professor Coordenador: - Acompanhamento diário das atividades escolares dos professores para verificar se estão trabalhando de acordo com o Currículo, caso não estejam capacitá-los de como fazer; assim como elencar as principais dificuldades dos alunos detectadas nas avaliações internas e externas, encaminhar alunos, que não conseguem superar suas dificuldades, para o reforço, fazer acompanhamento destes alunos para analisar suas melhoras, dispor de materiais e recursos pedagógicos para subsidiar os professores em suas aulas. RECUPERAÇÃO O objetivo da recuperação contínua ou paralela é amparar alunos com dificuldade de aprendizagem e assimilação para ser desenvolvidos quando o professor detectar baixo nível de aproveitamento escolar. Para saber se o aluno atinge os objetivos dos estudos de recuperação, o aluno terá de 21 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 obter média 5(cinco) ou superior, caso não consiga será acompanhado em novos estudos de recuperação continua e paralela. DIRETRIZES E METAS De acordo com o perfil de nossa clientela podemos destacar algumas metas a serem atingidas para alcançar a plenitude do processo de ensino e aprendizagem: - Elevação dos indicadores de aprendizagem da Escola (IDESP, SARESP); - Alcançar a plenitude do processo de ensino e aprendizagem - Envolvimentos dos docentes com as normas regimentais básicas de disciplina de condutas escolares. - Conscientização e implantação da cidadania e da dimensão política, com vista a envolver a comunidade de modo interativo, numa participação ativa (agenda 21 com vida). - Adequação e elevação da qualidade de ensino por meio das modalidades organizativas: projetos coletivos enfatizando a diversidade e cidadania. - Conscientizar o aluno de que ele é parte de uma atividade intelectual que busca seu próprio aprimoramento; - Enfatizar e valorizar a relação professor X aluno como agente indispensável para a formação de um conjunto de experiência, proporcionando a expansão de uma visão critica diante das mudanças sociais; Intensificar a compreensão e a pratica dos valores básicos da humanidade através de uma relação individual e grupal de respeito, pois só assim é possível conseguir um ambiente mais livre de repressão, de desajustes e de violência, que são as formas negativas oferecidas aos nossos jovens; - Desenvolver hábitos de limpeza e de higiene, de saúde e alimentação, através de um trabalho conjunto de observação e aconselhamento aos alunos e aos pais (através de reuniões periódicas). - Aprimorar o processo de recuperação individual e paralela a fim de que o aluno assimile o conteúdo programático, orientando-o quanto aos esforços necessários para superar as dificuldades; - Manter permanente contato com os pais ou responsáveis, informando-os quanto aos resultados obtidos pelos alunos no processo educativo, aproveitando para ressaltar a importância da Escola na formação da criança; - Utilizar as reuniões ordinárias do Conselho de Escola e da A.P.M. da EE “ Prof. Carlos Eduardo Mattarazzo Carreira” para desenvolver um trabalho de integração Escola – Família – Comunidade; - Desenvolver através de atividades diversas a aquisição gradual do raciocínio lógico, para que haja melhoria no desempenho escolar, principalmente em Matemática; - Ter a avaliação interna o objetivo de diagnosticar a situação de aprendizagem de cada aluno, em relação à programação curricular prevista, a fim de que se promova o aprimoramento da qualidade de ensino. - Baixar o índice de alunos faltosos. 22 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 AÇÕES Metas e Ações Envolver os pais nas atividades realizadas na escola como: - Gincanas culturais e esportivas; - Palestras envolvendo os temas: drogas, DSTS, segurança, doenças epidemiológicas; - Projetos de ensino envolvendo os pais; - Exposições das atividades realizadas com os alunos, em reuniões e nos conselhos de classe. Incentivar o resgate dos valores morais através de: - Momentos de reflexão na escola, tendo como apoio os equipamentos tecnológicos; -Trabalhos com filmes e músicas que valorizem o respeito mútuo; - Solicitar junto a comunidade apoio para o desenvolvimento das ações; Elevar a qualidade do ensino aprendizagem com ações como: - Realizar projetos envolvendo as datas cívicas e comemorativas, com temas de acontecimentos emergenciais conforme a necessidade do momento; - Solicitar apoio à Oficina Pedagógica com realização de cursos e oficinas para o aprimoramento e capacitação ao corpo docente; - Promover gincanas na área de matemática, língua portuguesa,história e, geografia e ciências; - Participar de cursos oferecidos pela SEE; - Promover grupos de estudo com o corpo docente; - Envolver professores e alunos em atividades culturais extra às atividades de rotina escolar; - Realizar diagnósticos e análises de dados do desempenho acadêmico; - Promover projetos de leitura, escrita e cálculos; Dinamizar o sistema de avaliação, da seguinte forma: - Informar os pais ou responsável, o método de avaliação que será aplicado em cada bimestre; - Realizar o Conselho de Classe em conformidade com o Regimento Escolar. Trabalhar com toda a comunidade escolar conceitos de respeito disciplina, responsabilidade, ética, amor ao próximo e outros; - Abordar os temas transversais; - Promover momentos de reflexão e palestras educativas que possam contribuir com a conscientização da comunidade escolar; - Aplicar dinâmicas de grupos nos eventos e nas atividades de ensino e aprendizagem; - Utilizar vídeos; - Desenvolver projetos relacionados à ética, disciplina, responsabilidade e respeito mútuo. Promover eventos educativos e recreativos; - Promoção de eventos educativos por ocasião de datas cívicas e comemorativas relacionados ao: Meio Ambiente, Carnaval, Páscoa, Folclore, Dia do Estudante, Independência do Brasil, Dia das Crianças, Dia dos Professores, Aniversário da Cidade, festejos de Natal através de Teatros e cânticos, Excursões Culturais, Gincanas, Olimpíadas, Feira Cultural, Mostra de Ciências e Folclórica, Comemorações e Exposições de trabalhos em todas as áreas do conhecimento. 23 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 Cidadania e Paz no ambiente escolar - Estabelecer estratégias, metas e ações eficazes que envolvam a comunidade escolar para intervir e prevenir as incivilidades e violência dentro da escola; - Envolver 90% da comunidade escolar no enfrentamento às diversas formas de violência que possam vir a ocorrer; - Sensibilizar a comunidade escolar de que é possível a resolução de conflitos, através de uma mediação justa, onde todos tenham consciência dos direitos e deveres de cada um; - Registrar as ocorrências que envolvem atos de violência no ambiente escolar na Pasta individual do aluno, visando melhor acompanhamento crítico - reflexivo dos casos e das suas devidas estratégias aplicadas; - Controlar a ausência dos alunos com problemas de disciplina e diminuir a evasão parcial; - Capacitação profissional dos docentes nos horários coletivos, por meio de palestras, estudos de textos de formação continuada, dinâmica de grupo, com subsídio de reuniões da D.E, caderno do gestor e PDG. - Implantação de projetos ambientais, conservação do patrimônio, étnica racial e gênero. - Palestras, - Através de reuniões, manter contato direto e transparente com a comunidade construindo um relacionamento harmonioso de modo que os pais e a equipe percebam a importância de sua participação para a conscientização de uma escola de qualidade. - Estimular a leitura, por meio da otimização do acervo e do espaço da Sala de Leitura, organizando junto com os professores a seleção de livros e o aproveitamento de leitura para os alunos. - Monitorar a aprendizagem com visitas às salas de aulas, acompanhando com frequência pelos diários semanais e solicitação de providencia quanto à compensação de ausência. - Organizar dois dias da semana para atendimento aos pais com a presença do professor coordenador e reunir a equipe gestora uma vez por semana. CONCLUSÃO Esta Proposta Pedagógica é fruto de participação de toda comunidade escolar: equipe gestora, corpo docente, discentes, responsáveis e funcionários da Escola Estadual “Prof. Carlos Eduardo Mattarazzo Carreira” que discutiram e elaboraram de forma cooperativa e democrática, este documento, envolvendo o compromisso de toda comunidade, com a finalidade de atingir os objetivos traçados pela Lei n° 9394/96, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Agora a Lei de ”Diretrizes e Bases da Educação Nacional” estabelece que tudo começa, desde logo pela elaboração da proposta pedagógica da escola. É o passo primeiro, o ato originário da instituição. Tudo mais deve vir depois. O que se deseja instaurar é o princípio da realidade pedagógica, que se funda na autonomia da escola (Indicação CEE-SP 13/97). 24 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 1) Currículo Oficial do Estado de São Paulo: Descrição quantitativa (há problemas no desenvolvimento do currículo? Quais? Onde?) e análise qualitativa (como os professores tem implantado o Currículo? Como se avalia a aprendizagem? Como se intervém quando não há aprendizagem?) com indicação de potencialidade e entraves na implantação do Currículo da unidade escolar, por cursos e períodos. Currículo Oficial do Estado de São Paulo Descrição geral (introdução): Lançado em 2007 pela Secretaria Estadual de Educação do Estado de São Paulo, o Programa São Paulo faz Escola teve por objetivo homogeneizar o currículo a ser trabalhado pelas escolas públicas da rede Estadual, com um Currículo básico para as escolas da rede estadual visando à melhoria da qualidade de ensino, fomentar o desenvolvimento curricular articulando conhecimento e herança pedagógicas com experiências escolares de sucesso, garantindo a todos assim, uma base comum de conhecimento e de competências para que nossas escolas funcionem de fato como uma rede. O Programa propôs os conteúdos mínimos a serem trabalhados pelos professores com os discentes, levando em consideração os saberes já construídos. Nesse contexto, nossa escola tem contribuído para estimular a capacidade de aprender não apenas nos alunos, mas também nos professores, proporcionando a estes capacitações e situações de estudo e de reflexão sobre a prática pedagógica, investindo no desenvolvimento profissional de cada docente. O Currículo foi construído para atender às necessidades de estabelecer referenciais comuns que atendam ao princípio de garantia padrão de qualidade (inciso IX do artigo 3º da LDBEN – Lei nº 9394/96) e de subsidiar as equipes escolares, por meio de diretrizes e orientações curriculares comuns que garantam aos alunos acesso aos conteúdos básicos, saberes e competências essenciais e específicas a cada etapa do segmento ou nível de ensino oferecido No início de sua implantação foram percebidos impactos, com dificuldades no desenvolvimento do mesmo devido à impossibilidade de oferecimento de capacitações pela Oficina Pedagógica, atual Núcleo Pedagógico. O Currículo Oficial está estruturado pelos seguintes princípios: - Currículo é Cultura; - Currículo referido às Competências; - Currículo que tem como prioridade a competência leitora e escritora; - Currículo que articula as competências para aprender; - Currículo contextualizado no mundo do trabalho. (SEE, 2008). O Currículo Oficial está estruturado nos seguintes documentos: Base: (apresenta os princípios e conceitos da Proposta); Cadernos do Gestor (apresenta sugestões de organização do trabalho dos especialistas responsáveis pela gestão do currículo na escola; propostas de agenda, cronograma, 25 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 atividades e organização de recursos para apoiar o trabalho do diretor, do professor coordenador da escola, do professor coordenador da oficina pedagógica e do supervisor de ensino); Cadernos do Professor: (propõe atividades docentes para todas as aulas, em todas as séries e disciplinas; organização bimestral com: indicação clara das competências e habilidades a ser desenvolvida pelos alunos em cada tema ou tópico dos conteúdos, sugestão de aulas, de material complementar, propostas de avaliação, projetos de recuperação paralela). Cadernos dos alunos: (propõe atividades que estão articuladas com os cadernos dos professores). Estes contém orientação de estudos, proposta de atividades, exercícios em sala de aula, roteiro para o trabalho individual e em grupo, roteiro de experimento/estudo de campo, lição de casa, textos e imagens de apoio e, Referências: remissão a outros materiais e ainda aos livros didáticos adotados na rede. O Currículo da SEE, baseado em Competências e Habilidades, tem uma concepção que requer da escola e do professor indicar o que o aluno vai aprender e isso diz respeito à democratização da escola. Esta, para ser democrática, tem que ser igualmente acessível a todos, diversa no tratamento de cada um e unitária nos resultados. Estudo em áreas, adequações, troca de experiências e formação profissional viabiliza da melhor maneira possível a concretização do Currículo e há uma postura coletiva que prioriza traçar objetivos flexíveis que incorporem as mudanças para assim alicerçar o equilíbrio. Existem obstáculos a serem superados, porém, por meio do trabalho de parcerias e interdisciplinaridade, o papel que a educação deve cumprir na economia, cultura e conhecimento científico são desenvolvidos nessa escola, e a educação deve estar sempre estruturada sobre os quatro pilares educacionais: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser. A partir destes princípios gerais, o currículo será articulado em torno de eixos básicos, orientadores da seleção de conteúdos significativos, tendo como objetivo desenvolver as competências e habilidades. Nossos professores têm procurado desenvolver um trabalho educacional com diferentes estratégias didáticas e metodológicas, baseado no Currículo Oficial do Estado de São Paulo, que visam conduzir permanentemente o desenvolvimento de aptidões para a vida produtiva dos alunos. Os conteúdos são contextualizados e os alunos têm oportunidades educacionais apropriadas, assegurando suas características, de acordo com o conhecimento pré-adquirido, seus interesses, condições de vida e de trabalho. Constantemente são utilizados todos os recursos que a escola dispõe para levar o aluno ao aproveitamento máximo das atividades escolares, desenvolvidas no dia a dia escolar. Enfim, em nossa escola mobilizamos todos os recursos didáticos, paradidáticos e humanos que possuímos. Hoje, portanto, podemos dizer que a maioria dos integrantes da equipe escolar assumiu o compromisso efetivo na implantação do currículo, visando à melhoria de qualidade e democratização do ensino e o atendimento a demanda do mundo contemporâneo, focando a aprendizagem. 26 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 Como se Avalia Aprendizagem? Consideramos que a avaliação é um instrumento de aprendizagem e reorientação do planejamento das situações de ensino. “A avaliação, numa perspectiva dialógica, destina-se à emancipação das pessoas e não a sua punição; à inclusão e não à exclusão”. (Romão, 1998). O objetivo do processo de avaliação da aprendizagem é desenvolver habilidades e não apenas dominar competências. A avaliação assume outra função que não a costumeira medição. Ela serve de indicador para orientar a prática educacional. Mostra ao professor quando é preciso realizar ajustes no processo educativo. Para tanto, ela não pode ser feita apenas em momentos específicos ou no final do ciclo escolar. A avaliação exige uma observação sistemática dos alunos para saber se eles estão aprendendo, como estão aprendendo e em que condições ou atividades eles encontram maior ou menor dificuldade. Essa avaliação não se refere apenas ao domínio de competências, mas também ao desenvolvimento das habilidades. Portanto, importa avaliar o aluno como um todo, nas diversas situações que envolvam aprendizagem: no relacionamento com os colegas, no empenho para solucionar problemas propostos, nos trabalhos escolares, nas brincadeiras, etc. Na avaliação do aproveitamento, os resultados serão por meio de sínteses bimestrais e finais em cada componente curricular. O rendimento do aluno, satisfatório ou insatisfatório, será traduzido por meio de notas em uma escala de 0 (zero) a 10(dez). O aluno será informado de como será sua avaliação e o resultado será explicado e discutido com o mesmo, e não apenas comunicado por meio de uma nota. Quando esse processo de aprendizagem não é concretizado, a Escola, que tem como compromisso garantir a efetiva aprendizagem e o desenvolvimento de competências e habilidades em seus alunos, disponibiliza mecanismos (como a recuperação contínua e paralela) para garantir e qualificar, no mínimo, as mudanças positivas. O professor realiza um trabalho de “dia a dia”, fazendo intervenções pontuais e imediatas, sistematizando e diagnosticando as dificuldades dos alunos e a coordenação encaminhando-os aos professores auxiliares dos componentes curriculares de Língua Portuguesa e Matemática, quando necessário. De acordo com os PCNs a avaliação é compreendida como um conjunto de atuações que tem a função de alimentar, sustentar e orientar a intervenção pedagógica. Desta forma a avaliação se constitui: I) para o professor como uma reflexão contínua sobre sua prática educativa; II) para o aluno como a tomada de consciência de conquistas, dificuldades e reorganização na tarefa de aprender; III) para a escola em função de definir prioridades e localizar quais aspectos das ações educativas demanda maior apoio. Ao início de cada ano é necessária, e de responsabilidade do professor, uma avaliação investigativa que instrumentaliza o professor para a elaboração do seu planejamento de forma adequada às características de seus alunos. 27 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 É fundamental a utilização de diferentes códigos: verbal, oral, escrito, gráfico, numérico, o pictórico de forma a se considerar as diferentes aptidões dos alunos. Será realizada de forma contínua, cumulativa e sistemática, através da interpretação qualitativa do conhecimento construído pelo aluno através de: I) observação e acompanhamento sistemático do professor durante todo o processo de ensino e aprendizagem, (registro em tabelas, listas de controle, diário de classe e outras); II) análise da produção e da participação dos alunos; III) atividades específicas para avaliação como: provas bimestrais, simulados. IV) auto-avaliação: possibilitar que os alunos avaliem sua própria aprendizagem. A escala adotada pela escola para expressar os resultados educacionais no final de cada bimestre é nota de 0 a 10, utilizando-se somente números inteiros, sendo considerado rendimento satisfatório nota igual ou superior a 5. A verificação do rendimento escolar compreende a avaliação do aproveitamento escolar do aluno nos diversos aspectos. A freqüência é acompanhada constantemente pelos professores, coordenação e direção. Terá suas ausências compensadas bem como a compensação de conteúdos o aluno que a justificar nos termos da legislação vigente, depois de aprovação do Conselho de Classe. Objetivando fortalecer o vínculo entre aluno e professor, a Equipe Gestora procura se empenhar em todas as situações reivindicadas por professores e alunos, incentiva, apóia e estimula o trabalho com projetos, práticas diversificadas e acolhe sugestões de melhoria. 2) Contexto sócio-histórico no qual se insere a unidade escolar: Itapetininga é um município brasileiro do estado de São Paulo. Localiza-se a uma latitude 23º35'30" sul e a uma longitude 48º03'11" oeste, estando a uma altitude de 656 metros. Sua população estimada em 2008,segundo o SEADE, era de 145.075 habitantes, com taxa de crescimento anual de 1,67%. Fonte Censo 2000 O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M) do município de Itapetininga é: 0,786 IDH-M Renda: 0,738 IDH-M Longevidade: 0,748 IDH-M Educação: 0,872 (Fonte: IPEADATA) O município de Itapetininga – SP está localizado na região sudoeste do estado de São Paulo, na bacia do Alto – Paranapanema, possui uma população de 148.808 habitantes, segundo dados do IBGE (2009). Sua economia é voltada para a agropecuária, agricultura e tem um parque industrial em expansão. Os idosos no município representam 9,5 da população, 11.548 habitantes. São na sua maioria de famílias de baixa renda, gerada pelo desemprego. A expectativa de vida (anos) é de 69,88 (Fundação SEADE, 2000). Itapetininga possui uma estrutura bem formada na área educacional. O município possui uma rede própria de Educação Infantil, com creches e EMEI e Ensino Fundamental do Ciclo I e iniciando neste ano corrente, o Ciclo II e a Educação de Jovens e Adultos. A prefeitura investe no ensino superior, com apoio na infra-estrutura da FATEC e da Unidade da 28 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 Universidade Aberta do Brasil (UAB) onde são ministrados cursos da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e da Universidade de Brasília (UnB). Também está em projeto a implantação de um campus da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). O município também possui as faculdades particulares: Instituto Itapetiningano de Ensino Superior (IIES), Associação de Ensino de Itapetininga (OZI), a Fundação Karnig Bazarian (FKB) e o Ensino a Distância. A educação estadual e o ensino privado atende a demanda do Ensino Fundamental – Ciclo I e Ciclo II, Ensino Médio e Ensino Técnico. A Educação dos Jovens e Adultos compete somente a política educacional do Estado. Itapetininga possui uma economia fortemente voltada à agricultura. Suas indústrias são de pouca expressão nacional. A pecuária é de relativa importância no sudoeste paulista. Os principais produtos cultivados são: grama, batata, hortifrutícolas e cana-de-açúcar para a fabricação de álcool. A produção de lenha e madeira em tora de florestas cultivadas (silvicultura) e a resinagem de espécies florestais dos gêneros Pinus também se mostram importantes atividades no município. A situação das famílias em vulnerabilidade social no município é muito alto. O índice de desemprego e analfabetismo também é grande. A situação sócio-econômica e cultural das famílias é ruim. A Renda per Capita (em salários mínimos) dos domicílios com ½ Salário Mínimo no ano de 2000 totalizavam 14,21% (Fundação SEADE). A população do município que vive na zona urbana é de 112.137 habitantes e na sua maioria não apresenta condições adequadas de sobrevivência, os problemas relacionados com drogas, alcoolismo, abuso sexual, violência contra idoso, criança e adolescente se faz presente, principalmente nesta camada da população. Cada vez mais aumenta a desigualdade social, ocasionando o desemprego em massa e o aumento das violências, devido à fragilidade dos laços familiares e sociais dos indivíduos. b) Descrição das potencialidades da comunidade na qual a escola está inserida: b.1) Equipamentos públicos disponíveis no entorno: - EE Prof Astor Vasques Lopes Endereço: Rua Antonio Soares da Silva, 180 - Jardim Brasil Telefones: (15) 3273-1140 / 3273-4080 - Posto de Saúde Municipal do Bairro Jardim Paulista; b.2) Equipamentos comunitários disponíveis no entorno: - Igreja Católica São Paulo Apostolo - Igreja do Evangelho Quadrangular 29 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 b.3) Parcerias estabelecidas: Nome da instituição/organização: PSF “Maria Ravacci de Oliveira”. Jardim Fogaça. Tipo de atendimento/serviço prestado: Atendimento à Saúde da Família. Endereço, telefones e e-mail para contato: Rua Salvador Lopes, 85. Jardim Fogaça. Fone: (15) 3373-5383 Horário de funcionamento: Segunda a Sexta: 07:00h às 17:00h. Pessoa(s) responsável (is): Anny Helena Fauaz. Relato do contato realizado, abordando os principais potenciais e as principais fragilidades na relação da instituição/organização com a escola: O atendimento é feito para a comunidade pertencente à área de abrangência do PSF – Jardim Fogaça e os bairros do entorno. Não há relação direta com a Escola. A fragilidade vem da falta de comunicação entre os dois lados. A coordenadora se colocou à disposição para ajudar na realização de possíveis palestras direcionadas aos adolescentes. O atendimento de um PSF preza, por lei, a visita à família. Um PSF tem de ir até a casa para acompanhamento familiar. A ida até as famílias é o que o diferencia um PSF de um Posto de Saúde tradicional. A dificuldade na realização do trabalho é causada pela falta de estrutura. Programa voltado para adolescente: 1) PROGNÓSTICON Caso haja suspeita de gravidez é feito o teste. Se o resultado for positivo, a adolescente recebe orientações, acompanhamento, encaminhamentos (por exemplo: Casa do Adolescente). 2) Programa Odontológico: Faz tratamento e orientação em relação à higiene bucal do adolescente e da comunidade, com agendamento rápido (mesmo dia). Ocorrem visitas de escolas de educação infantil para orientações gerais de higiene bucal para as crianças. Data: 02/06/2011 Nome da instituição/organização: Posto de Assistência à Saúde “Taboãozinho”. Tipo de atendimento/serviço prestado: Atendimento de saúde da mulher, da criança e adulto. Endereço, telefones e e-mail para contato: Rua Francisco Weiss Jr. s/n. Jardim Nova Era. Fone: (15) 3373-2239 Horário de funcionamento: Segunda a Sexta: 07:00h às 17:00h. Pessoa(s) responsável (is): Cibele – Enfermeira Chefe. Relato do contato realizado, abordando os principais potenciais e as principais fragilidades na relação da instituição/organização com a escola: Não há relação direta com a Escola Estadual “Carlos Eduardo”. Há atendimento dos jovens do bairro, muitos destes nossos alunos. Também se colocaram à disposição para palestras direcionadas aos adolescentes. A grande dificuldade é a falta de comunicação cordial entre os diversos órgãos públicos. Programa para adolescente: 1) Projeto Saúde Escolar: verificam o baixo peso, o sobrepeso, desenvolve ações educacionais, avaliação oftalmológica. Faz encaminhamento de exames. Este projeto ocorre no Bairro e nas 30 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 Escolas municipais do Taboãozinho. 2) Projeto Saúde Odontológica: Faz tratamento e orientação em relação à higiene bucal do adolescente e da comunidade, com agendamento rápido (mesmo dia). Data: 02/06/2011 Nome da instituição/organização: CRAS – Centro de Referência de Assistência Social. Vila Aparecida. Tipo de atendimento/serviço prestado: Assistência Social à família – adultos, crianças, adolescentes. Endereço, telefones e e-mail para contato: Rua Pedro Voss, 26 – Vila Aparecida. Fone; (15) 3273-3675 e-mail: [email protected] Horário de funcionamento: Segunda a Sexta: 08:00h às 17:00h. Pessoa(s) responsável (is): Ana Carolina de Camargo. Relato do contato realizado, abordando os principais potenciais e as principais fragilidades na relação da instituição/organização com a escola: O principal objetivo do CRAS é atuar nas questões que envolvam vulnerabilidade social no seio familiar. A família é o foco central no atendimento do CRAS. Trabalha com programas e projetos do governo federal e estadual (Bolsa família, renda cidadã, Pró Jovem, Ação Jovem, PAIF, grupos de idosos, grupo de mulheres, etc.). A relação com a escola ocorre com os alunos cujas famílias recebem o Bolsa Família ou participam do Renda Cidadã. Alguns jovens participam do Pró Jovem e outros do Ação Jovem, programas sócio-educativos que complementam a formação do adolescente em situação de vulnerabilidade social. O Ação Jovem conta com um auxílio financeiro de 80 reais. As principais dificuldades: Falta de comunicação entre CRAS-ESCOLA/ESCOLA-CRAS, falta de visitas mútuas para troca de informações, ter uma equipe reduzida e a falta de tempo para realizar as atividades propostas. Data: 03/06/2011 Nome da instituição/organização: CREAS – Centro de Referência de Assistência Social. Tipo de atendimento/serviço prestado: Pessoas em situação de risco ou que tenham seus direitos violados. Endereço, telefones e e-mail para contato: Rua João Evangelista, 416. Centro. CEP 18200-055. Fone: (15) 3275-4381 e-mail: [email protected] Horário de funcionamento: Segunda a Sexta: 08:00h às 17:00h. Pessoa(s) responsável (is): Fabiana Lang de Oliveira (Coordenadora do CREAS)/ Silvana dos Santos Oliveira (Diretora de Promoção Social). Relato do contato realizado, abordando os principais potenciais e as principais fragilidades na relação da instituição/organização com a escola: O CREAS atende crianças /adolescentes vítimas de maus-tratos, abuso e exploração sexual. 31 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 Idosos vítimas de maus-tratos, moradores de rua, portadores de deficiência vítimas de maustratos, mulheres vítimas de violência física e psicológica. As ações ocorrem por meio de encaminhamentos para a rede de atendimento do município, buscando a superação da situação de risco pessoa ou violação de direitos. Rede de Proteção Social Especial: 1) Proteção em Abrigo - criança e adolescente: Associação Nossa Senhora Rainha da Paz (crianças em abandono ou risco social de 0-12 anos, ambos os sexos); Casa da Criança São Vicente de Paulo (adolescentes de 12-18 anos, masculinos vítimas de abandono ou risco social); GAADI- Grupo de Apoio à Adoção de Itapetininga (Lar Quintella). Abriga crianças de 0-12 anos vítimas de abuso, violência, maus-tratos e risco social. Ambos os sexos; Instituição Nosso Lar. Abriga crianças (0-12 anos, ambos os sexos) vítimas de abuso sexual, maus-tratos, violência e risco social; SEMEIA – Serviço Municipal Emergencial para a Infância e Adolescência – Núcleo I. Abriga temporariamente crianças e adolescentes encaminhados pelo poder judiciário e Conselho Tutelar. 0-18 anos, ambos os sexos; SEMEIA – Núcleo II. Abriga temporariamente adolescentes encaminhados pelo poder judiciário e conselho tutelar. 15 a 18 anos (feminino). 2) Idoso: Lar São Vicente de Paulo. Atendimento a idosos de baixa renda e sem vínculo familiar. A partir de 60 anos. 3) Proteção ao Migrante e Pessoas de Rua: S.O.S. – Serviço de Obras Sociais. Atendimento através de albergue noturno. 4) Proteção Especial à Pessoa Portadora de Deficiência: APAE, AADAI (apoio ao deficiente auditivo); CEPREVI (apoio aos deficientes visuais e com baixa visão); APRISDEFI (apóia-se em ações voltadas para a reabilitação e inclusão social). Programas: 1) PETI – Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (07-16 anos, ambos os sexos). Voltados para o atendimento de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil ou risco social; 2) S.O.S – Projeto CAJU: Atende adolescentes (12-21 anos, ambos os sexos). Em cumprimento de medidas sócio-educativas. Oferece atendimento individual, grupal visando o acompanhamento, orientação ao adolescente autor de ato infracional. Dificuldades: Falta de comunicação entre os dois lados; falta de visitas mútuas para troca de informações e a falta de tempo para realizar os planos e as atividades propostas. Data: 09/06/2011 Nome da instituição/organização: ONG AADAI - Associação de Apoio aos Deficientes Auditivos de Itapetininga Tipo de atendimento/serviço prestado: assistência a crianças e adolescentes com deficiência auditiva. Endereço, telefones e e-mail para contato: Rua Firmino José de Araújo, 73 – Vila Nova. Fone: (15) 3271-3272. E-mail: [email protected] Horário de funcionamento: Segunda a Sexta: 08:00h às 12:00h/1300h às 18:00. Pessoa(s) responsável(is): Maria Silvia Sacco Relato do contato realizado, abordando os principais potenciais e as principais fragilidades na relação da instituição/organização com a escola: Atende de 0-21 anos. A proposta de trabalho da AADAI segue uma abordagem oral, isto é, 32 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 enfatiza a utilização da audição residual para o desenvolvimento da linguagem oral. A equipe é composta de Psicopedagogo com especialização em educação especial de cegos, fonoaudiólogos, fisioterapeuta geral. Os objetivos são orientar as famílias de portadores de deficiência auditiva, divulgar para a comunidade a deficiência auditiva, prevenção e reabilitação da deficiência auditiva, promover a integração do deficiente auditivo, desenvolver pesquisas e estudos na área de deficiência auditiva, luta pela identificação e intervenção na deficiência auditiva o mais cedo possível e capacitar e treinar profissionais de saúde e educação na área de deficiência auditiva. Programas oferecidos: avaliação audiológica; adaptação de aparelhos auditivos; terapia fonoaudiológica, apoio pedagógico para inclusão educacional; orientação familiar; apoio para inclusão profissional e ambulatório de alto risco. Na área de formação profissional: cursos de capacitação, estágios e treinamentos, grupos de estudos; pesquisa e produção científica. No momento atendem 25 jovens, quase todos frequentam salas regulares. Contam com o apoio do SAED (sala de educação especial do município, qualquer criança pode frequentar); por força de lei agora é feito o diagnóstico precoce (teste da orelhinha). Existe o transplante COCLEAR para grau severo de deficiência auditiva em crianças com idade de 3 ou até 4 anos. Já ocorreram 3 implantes na cidade de Itapetininga. Segundo a entrevistada, a realidade da inclusão está mudando aos poucos, um dos retratos dessa mudança é a presença de professores na AADAI em busca de informação e treinamentos. Data: 03/06/2011 Nome da instituição/organização: Casa do Adolescente II Tipo de atendimento/serviço prestado: Atendimento em diversas áreas de adolescentes e jovens, entre 14 e 24 anos. Endereço, telefones e e-mail para contato: Rua Napoleão Tavares da Silveira, 317 – Vila Paulo Ayres. Fone: (15) 3273-4227. E-mail: [email protected] Horário de funcionamento: Segunda a Sexta: 07:00h às 17:00h. Pessoa(s) responsável(is): André Lencione (Coordenador) Relato do contato realizado, abordando os principais potenciais e as principais fragilidades na relação da instituição/organização com a escola: O objetivo da Casa do Adolescente é oferecer aos adolescentes em risco social e pessoal a oportunidade de desenvolverem seu protagonismo juvenil e preparação para ingresso no mercado de trabalho. Também promoção da saúde, da cidadania, projetos de vida. Para tanto são oferecidos diversos cursos, atendimento psicológico, atendimento médico, atendimento odontológico, cursos, etc. A casa do Adolescente funciona através de repasse da prefeitura e uma parceria com a Votorantim. São programas que cuidam do adolescente: na área ambulatorial, médica e odontológica; PAMDA que cuida da questão da drogadição e alcoolismo; PAAGEM direcionado para adolescentes gestantes e jovens pais, “TRAMPO JOVEM” dirigido à geração de renda mínima, Línguas (Inglês e Espanhol) em parceria com escolas de idiomas locais; Projeto DEGRAU em parceria com a Associação Comercial de Itapetininga. Dificuldades: 33 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 Falta de compreensão, por parte da escola(s), dos serviços da Casa do Adolescente. Por exemplo: quem pode encaminhar para a Casa são: CRAS, CREAS, Postos de Saúde, Conselho Tutelar, Vara da Infância. Data: 07/06/2011 Nome da instituição/organização: SENAR – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural. Em parceria com o Sindicato Rural de Itapetininga. Tipo de atendimento/serviço prestado: Programa Jovem Aprendiz Rural e outros cursos voltados à área rural. Endereço, telefones e e-mail para contato: Rua Campos Salles, 219 – Centro. CEP 18200-005. Fone: (15) 3271-0811 e-mail: [email protected] Horário de funcionamento: Segunda a Sexta: 08:00h às 17:00h. Pessoa(s) responsável(is): Marcelo Antunes Relato do contato realizado, abordando os principais potenciais e as principais fragilidades na relação da instituição/organização com a escola: O Programa Jovem Aprendiz Rural é um programa que visa à educação para o trabalho, promoção social e construção de cidadania. É voltado para jovens a partir de 16 anos, de origem rural, capacita-os a desenvolverem trabalhos produtivos no meio rural. Sabe-se que no meio rural, crianças começam a trabalhar muito antes da idade permitida por lei, que isso acarreta graves prejuízos em sua formação, em sua escolaridade. Isto por si só, já justifica o projeto e sua ambição de construir uma sociedade mais justa. São oferecidos além de uma matriz básica que contempla a dimensão ética, a saúde, a tecnologia, as ações comunitárias, ações de marketing, etc. outros cursos oferecidos, quase que mensalmente, todos voltados para a área rural. A escola(s) pode(m) encaminhar qualquer aluno, desde que tenha origem rural. O projeto é oferecido logo no inicio do ano. As informações podem ser adquiridas a qualquer tempo. Dificuldades: A própria relação, quase inexistente, com qualquer escola da região. Apesar deste cenário, os jovens do programa jovem aprendiz rural são todos de escolas públicas. Então, um dos problemas é a falta de contato, de comunicação para uma melhor orientação para os jovens com origem no campo sobre o SENAR e suas oportunidades. Data: 03/06/2011 Nome da instituição/organização: Conselho Tutelar I Tipo de atendimento/serviço prestado: Garantir contra a violação dos direitos da criança e adolescente. Endereço, telefones e e-mail para contato: Rua Expedicionários Itapetininganos, 1389 – Centro. CEP 18200-026 Fone: (15) 3272-5144 32717440 e-mail: [email protected] Horário de funcionamento: Segunda a Sexta: 08:00h às 17:00h. 34 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 Pessoa(s) responsável(is): Srª. Mônica. Relato do contato realizado, abordando os principais potenciais e as principais fragilidades na relação da instituição/organização com a escola: O conselho tutelar existe para garantir que os direitos da criança não sejam violados. Segundo a entrevistada, há uma distorção na idéia do que seja o trabalho do Conselho por parte da escola(s). Estas, em sua grande maioria, ainda enxergam o conselho como um órgão PUNIDOR/RESOLVEDOR de problemas de ordem disciplinar; quando na verdade o Conselho Tutelar tem a função de garantir que não sejam violados os direitos da criança e adolescente. Jamais punir. Ela citou pontos do artigo 56 do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) que garantiriam uma atuação mais efetiva do conselho: maus tratos, reiteradas faltas injustificadas, ausência da família, abandono intelectual, etc. Se dispôs a efetuar palestras para os pais sobre abandono intelectual, para os professores sobre o papel do Conselho Tutelar. Alertou para o fato de que a Escola deve esgotar todos os recursos, principalmente os LEGAIS, para acionar o órgão. Tudo deve ser documentado conforme a Lei. Um dos grandes problemas é justamente o “atropelo, má interpretação ou desconhecimento da Lei” gerando uma série de transtornos na relação Conselho/Escola. Então, falta de comunicação, falta de contato para maiores esclarecimentos sobre procedimentos legais na condução dos casos. Data: 10/06/2011 Nome da instituição/organização: CMDCA – Conselho Municipal de Direitos da Criança e do Adolescente. Tipo de atendimento/serviço prestado: Fiscalização do cumprimento da proteção integral das crianças e adolescentes. Endereço, telefones e e-mail para contato: Rua Pedro Voss, 490 – Vila Aparecida. Fone (15) 3275-1898 e-mail: [email protected] Horário de funcionamento: Segunda a Sexta: 08:00h às 11:30h/13:00h às 17:00h. Pessoa(s) responsável(is): Vera Lúcia Abdala Relato do contato realizado, abordando os principais potenciais e as principais fragilidades na relação da instituição/organização com a escola: O principal potencial de um CMDCA é fiscalizar o cumprimento da legislação pertinente e a execução das propostas que visam o bem estar e a garantia dos direitos da criança e do adolescente. As reuniões ordinárias ocorrem cerca de 2 ou 3 vezes. Reuniões extraordinárias ocorrem em razão de alguma demanda mais grave. Dificuldades: Falta de estrutura, falta contato propriamente dito com as instituições escolares. Falta de tempo para realização das tarefas. Data: 14/06/2011 Nome da instituição/organização: Polícia Militar 35 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 Tipo de atendimento/serviço prestado: Atendimento à população em geral. Endereço, telefones e e-mail para contato: Rua Dr. Coutinho, 2000 – Vila Judite. Fone: 190 (15) 3273-2366 Horário de funcionamento: 24 horas. Pessoa(s) responsável(is): Capitão Gomes (Jair Francisco Gomes Jr – Relações públicas da PM) Relato do contato realizado, abordando os principais potenciais e as principais fragilidades na relação da instituição/organização com a escola: A polícia militar oferece a Ronda Escolar de modo preventivo e ostensivo, criada para proteger todos os participantes da vida escolar e o perímetro escolar, que compreende 100 metros a partir dos portões de acesso dos estudantes. Os policiais são orientados a atuarem em parceria com a direção das escolas. Para isso, contam com 01 viatura por área. Às vezes não dá conta. Programas: PROERD – Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (5ª a 8ª série). JCC – Programa Jovens Construindo a Cidadania (8ª ao 3º ensino médio). Objetiva formar multiplicadores de cidadania. É um projeto inspirado nos EUA. Lá para combater as gangues do mal foi criada uma espécie de gangue do bem. Dificuldades: Existe uma demanda muito grande por um policiamento mais presente. A prioridade será sempre a(s) escolas(s) consideradas mais problemáticas, sempre baseadas em dados. Todas as escolas desejam ter policiamento na hora da entrada, recreio e saída. Porém, baseado em estatísticas a PM segue um roteiro diário em seu patrulhamento. Este é guiado pelo CPP – Cartão de Prioridade Policial, o qual determina as zonas mais perigosas, que recebem maior atenção. Numa escola considerada de menor risco o patrulhamento será mais rotineiro, agora caso a direção ou qualquer funcionário solicite a presença da Ronda Escolar devido à ameaça de perigo, imediatamente a patrulha se deslocará até o local do chamamento e tomará as devidas providências. Data: 08/06/2011 Nome da instituição/organização: SENAC – Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial. Tipo de atendimento/serviço prestado: Cursos em diversas áreas com bolsas integrais de estudos Endereço, telefones e e-mail para contato: Rua Dom Joaquim, 495 – Centro. CEP 18200-090. Fone (15) 3511-1200. E-mail: [email protected] Horário de funcionamento: Segunda a sexta: 08:00 às 22:00h. Sábado: 08:00 às 12:00h. Pessoa(s) responsável(is): Mariane Pereira Maricato. Relato do contato realizado, abordando os principais potenciais e as principais fragilidades na relação da instituição/organização com a escola: O potencial do SENAC é imenso. Oferece um leque de cursos altamente atrativos para a inserção 36 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 no mercado de trabalho. Oferece um programa de bolsa de estudos. Inclusão social, acesso à educação de qualidade e uma ampla colaboração para a entrada do aluno no mercado de trabalho. www.sp.senac.br/itapetininga precisa ser acompanhado semanalmente. As bolsas variam de 50 a 100% em cursos livres e para os cursos técnicos fica garantida a bolsa integral a todos os selecionados (até 2 salários mínimos). Triagem de pedido de bolsa (internet: www.sp.senac.br/bolsasdeestudos) ou pessoalmente no Senac. Depois de ganhar a bolsa de estudos, existem os prazos para inscrição. Dificuldades: Falta de acompanhamento, pela escola, dos cursos que são muitos e aparecem a todo instante pelo site, falta de contato com os jovens em idade escolar e a instituição, mediação da escola, falta de comunicação. Falta de iniciativa da juventude. Data: 10/06/2011 Nome da instituição/organização: Associação dos Amigos do Bairro Jardim Nova Era (Taboãozinho). Tipo de atendimento/serviço prestado: Reunião com os moradores para discussão sobre problemas locais. Endereço, telefones e e-mail para contato: Não tem sede. Endereço da Escola: Rua Francisco Weiss Jr., 1722. Taboãozinho. Fone do Presidente da Associação (15) 9785-8609 Horário de funcionamento: Reuniões Ordinárias: 2 vezes por mês. Horário flexível. Pessoa(s) responsável(is): Giovane Carlos Alves Lourenço. Presidente da Associação. Relato do contato realizado, abordando os principais potenciais e as principais fragilidades na relação da instituição/organização com a escola: O principal potencial é estabelecer contato com as famílias de vários alunos que frequentam as escolas estaduais na região mais próxima do Taboãozinho. No caso da Escola Carlos Eduardo, a relação da associação com a escola ocorre quando há algum problema de contato com pais de alunos. Então, é só ligar para o Sr. Giovane e ele prontamente nos ajuda. É claro que podemos estreitar mais esses laços, uma vez que é fundamental a participação familiar na educação cidadã da juventude. Data: 10/06/2011 Nome da instituição/organização: Promotoria da Infância e Juventude Tipo de atendimento/serviço prestado: Na defesa dos direitos fundamentais da criança e adolescentes. (0-18 anos incompletos) Endereço, telefones e e-mail para contato: Avenida Peixoto Gomide, s/n (Fórum Velho). Fone: (15) 3272-3644 E-mail: [email protected] Horário de funcionamento: Segunda a Sexta: 13:00h às 19:00h. 37 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 Pessoa(s) responsável(is): Promotor Dr. Leandro Conte de Benedicto. Relato do contato realizado, abordando os principais potenciais e as principais fragilidades na relação da instituição/organização com a escola: Os principais potenciais são os direitos previstos em lei, tais como: vida, saúde, alimentação, educação, convivência familiar e comunitária, lazer, profissionalização, cultura, dignidade e respeito e Liberdade. As dificuldades no caso da promotoria da infância é que ela trata de ato infracional praticado pelo adolescente. Por exemplo, perturbação do ambiente escolar, agressão física são desta natureza e precisam ter o seguinte procedimento: efetuar o boletim de ocorrência e depois encaminhar para a promotoria. Indisciplina é caso da escola, da família. A desinformação e a falta de iniciativa na busca da solução legal, isto é, amparada na lei. Data: 15/06/2011 Nome da instituição/organização: Defensoria Pública / Parceria com a Casa do Advogado. Tipo de atendimento/serviço prestado: Oferece ampara jurídico aos cidadãos necessitados. Endereço, telefones e e-mail para contato: Rua Pedro de Carvalho Lobo, 100 – Jardim Marabá. Fone (15) 3273-4327 Horário de funcionamento: Segunda a Sexta: 8:00h às 12:00h. Pessoa(s) responsável(is): Dr. Luciano Hallak Relato do contato realizado, abordando os principais potenciais e as principais fragilidades na relação da instituição/organização com a escola: A defensoria, como tal, não existe em Itapetininga. Há uma parceria com a casa do advogado (via OAB/SP) para preencher a lacuna. A função da Defensoria pública é defender, de forma integral e gratuita, os cidadãos mais necessitados. Para isso dispõe de advogados públicos para o atendimento à população carente. A dificuldade é a falta de estrutura; o atendimento é para os mais necessitados, para quem ganha até 2 salários mínimos. Precisa comprovar a renda. Muitas vezes o público precisa se deslocar até Sorocaba para garantir seus direitos. Data: 14/06/2011 Nome da instituição/organização: Vara da Infância e Juventude Tipo de atendimento/serviço prestado: Atendimento à população jovem de 0-18 anos incompletos. Endereço, telefones e e-mail para contato: Avenida Peixoto Gomide, s/n (Fórum Velho). Fone: (15) 3271-3095/8463 Horário de funcionamento: Segunda a Sexta: 12:30h às 19:00h Pessoa(s) responsável(is): Dr. André Luis Bastos – Juiz de Direito/Carmem atendente. 38 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 Relato do contato realizado, abordando os principais potenciais e as principais fragilidades na relação da instituição/organização com a escola: O potencial da vara da infância é aquele amparado pela lei. Em resumo, a saber: a) impor medida sócio-educativa a adolescente diante da prática de ato infracional, com exceção daqueles afetos a julgamento pelo Tribunal do Júri. b) conhecer, com exclusividade, de pedidos de adoção, desde que o adotando tenha menos de dezoito anos. c) conhecer de ação que vise compelir a União, Estado ou Município a oferecer atendimento médico a criança ou adolescente. d) conhecer de ação de alimentos em favor de crianças e adolescente que estejam com direito violado por omissão dos pais ou responsável. e) conhecer, com exclusividade, dos pedidos de destituição do poder familiar. A principal dificuldade no contato com a escola, segundo a entrevistada, é que, às vezes, não são respondidos os ofícios. Outro problema é que muitas vezes a resposta, quando são requisitados os endereços, é defasada, o aluno já mudou de residência. Sugestão de fazer campanhas freqüentes de atualização de endereços, telefone, etc. Data: 15/06/2011 b.4) Parcerias potenciais: - Instituto Federal de Educação e Ciência Tecnológica de São Paulo (IFSP); - Universidade Aberta do Brasil (UAB); - Prefeitura Municipal de Itapetininga c) Expectativa dos pais em relação ao futuro dos filhos e valor agregado do trabalho da escola a essa expectativa (a importância que os pais depositam na escola para o futuro dos filhos): - Incentivo a educação escolar para que o filho tenha um futuro promissor e brilhante; - Que os estudos direcionem seus filhos para que tenham um ótimo desempenho e se dediquem as atividades escolares; - Fortalecimento da parceria Família e Escola; - Que a escola proporcione aos alunos um excelente aprendizado; - Que seus filhos dêem continuidade nos estudos; - Que a escola prepare seus filhos para o mercado de trabalho; - Que os alunos sejam educados e respeitosos; - Que a escola dê suporte moral e incentive os valores éticos. c.1) Concepção dos processos de ensino-aprendizagem trazida pelos pais/responsáveis como bagagem cultural (discussão em colegiados/instituições escolares e em reunião de pais): - O papel da escola da vida da criança é essencial para sua formação pessoal, educacional e social; - A interação da família com a escola é fundamental para que o processo de ensinoaprendizagem transcorra de forma produtiva; 39 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 - A educação que o filho recebe na casa contribui e interfere no aprendizado do aluno; - Cada ano/série que a criança freqüenta a escola aprende conteúdos diferentes, embora a cada ano/série os conteúdos são aprofundados; - Os alunos aprendem fora da escola também através do teatro, cinema, internet, jornal, revista, televisão e com os outros. d.1) Nas séries/anos de entrada (1º e 2º ano, 6º e 7º ano do EF; 1ª série do EM): d.3) Na série final do (s) ciclo (s) do Ensino Fundamental (5º ano; 9º ano): d.4) Na séries final do Ensino Médio (3ª série do Ensino Médio): d) Expectativa de futuro dos alunos da educação básica (qual o futuro que os alunos imaginam para si mesmos): d.1) Nas séries/anos de entrada (1º e 2º ano, 6º e 7º ano do EF; 1ª série do EM): - Que ao final do ano letivo todos os alunos: tenham boas condições de aprendizagem para poder dar continuidade aos estudos; tornem-se um bom cidadão. adquiriram conhecimento sejam preparados para a vida em sociedade; aprendam bastante para ter um bom emprego; d.2) Nas séries/anos intermediários (8º e ano do EF; 2ª série do EM): - Que ao final do ano letivo todos os alunos: adquiriram conhecimento; possam dar continuidade aos estudos; tenham um bom trabalho; respeitem as pessoas e as regras de conduta; sejam bons cidadãos. consigam concluir o Ensino Médio; d.3) Na série final do (s) ciclo (s) do Ensino Fundamental (5º ano; 9º ano): - Que ao final do ano letivo todos os alunos: tenham boas condições de aprendizagem para poder dar continuidade aos estudos; tenham oportunidade dar continuidade aos estudos; estejam preparados para o mercado de trabalho; consigam concluir o Ensino Médio; d.4) Na séries final do Ensino Médio (3ª série do Ensino Médio): - Que ao final do ano letivo todos os alunos: estejam preparados para a vida em sociedade; consigam ser um bom profissional; tenham oportunidade de realizar um curso superior possam cursar uma boa faculdade; 40 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 d.5) Concepção dos processos de ensino-aprendizagem trazida pelos alunos como bagagem cultural: - leitura de livro; - informações dos acontecimentos da atualidade (televisão, internet, revista e jornal); - histórias passadas de gerações anteriores e experiências vividas pela família; - o exercício de uma boa educação e respeito com as pessoas; - participação em atividades culturais (teatro, cinema, viagens, música e dança); - o acesso à internet; - cursos de qualificação educacional e profissional; - demonstração e tratamento nas relações humanas com amor e carinho. e) Expectativa dos professores em relação ao papel da escola na construção de cidadãos: O professor, deve-se estender a sua competência as ações de revisão sobre sua prática, envolvendo não só trabalho criativo, autônomo, calcado, não apenas no conhecimento (métodos, conceitos e princípios), mas também nas capacidades de saber, saber fazer, saber como. Com isto, haverá um desenvolvimento da capacidade de aprender com sucesso e com os erros, no aprender com o outro, na troca de experiências, no aceitar responsabilidades, entre outras. Saber organizar e dirigir situações de aprendizagem, bem como administrar a própria formação contínua sabendo o como fazer: o que procurar, onde procurar, o que fazer com as múltiplas informações colhidas, para não se tornar num mero receptor ou reprodutor do saber acumulado ao mesmo tempo, recriando-as, distribuindo-as pelos múltiplos saberes, através de estratégias, também apropriadas, como: trabalhar a partir dos erros, a partir dos alunos, do seu próprio saber, desejando vencer obstáculos, estabelecendo relações entre o saber, a experiência e o trabalho, numa visão longitudinal dos objetivos, observando e avaliando as situações, valorizando as tecnologias e os dispositivos didáticos atualizados, disponíveis, interativos e flexibilizados, criando, intensificando e diversificando, o desejo de aprender e reforçando a decisão de aprender. Os professores devem reunir todas estas competências além de saber ouvir, observar, auxiliar, criar, inovar, de forma dinâmica, reflexiva, analítica e critica, consciente e responsável, cidadã e democrática para contribuir com a construção dos cidadãos que frequentam a escola. e.1) Posicionamento dos professores em relação a seu papel nessa construção: - orientar os alunos da sua importância na sociedade; - exercitar com os alunos os valores morais e éticos; - construir conceitos pedagógicos, estimulando uma prática pedagógica voltada a buscar do conhecimento crítico; - trabalhar a autoestima dos para estimular a construção do conhecimento dos alunos. e.2) Principais desafios da prática dos professores: - Trabalhar com diferentes culturas e realidades, culminando com indisciplina, falta de respeito, desinteresse e falta de apoio familiar. 41 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 - Dar suporte ao aprendizado dos alunos contribuindo com práticas voltadas a realidade social e tecnológica; - Resgatar o interesse dos alunos propiciando situações de aprendizagem mais diversificadas; - Trabalhar a autoestima dos alunos; - Fazer com que os alunos adotem em suas condutas e ações pessoais as orientações dadas a eles, sobre a não violência, os cuidados com a sexualidade e ao não uso de drogas e bebidas; f) Expectativa da equipe de apoio técnico-administrativo em relação ao papel da escola na construção de cidadãos: f.1) Concepção dos processos de ensino-aprendizagem trazida como bagagem cultural: É relevante considerar o conhecimento em relação à clientela escolar para saber trabalhar com ela, a partir do patamar de conhecimento que o aluno traz tudo em vista avançar cada vez mais em níveis fixados nas metas estabelecidas pelo governo Estadual e Federal. Qualquer apreensão possível de significados válidos está condicionada aos processos de ensino – aprendizagem. Essa apreensão se constrói no dia-a-dia da prática, cujo critério de validade é estabelecido por seus objetivos e esses, por sua vez só tem sentindo se referenciados a um projeto pedagógico. g) Expectativa dos diferentes atores escolares em relação aos processos de inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais: É de fundamental importância que os diferentes atores escolares participem e se interajam no processo de inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais, pois se trata de uma modalidade de educação escolar, voltada para a formação do individuo, com vista ao exercício da cidadania e elemento integrante do sistema educacional. Tudo como expectativa o respeito à diversidade dos alunos, a diferenciação nos atos pedagógicos que contemplem as necessidades educacionais de todos, pensarem nas dificuldades especificas dos alunos e mudar o significado pelo qual a escola deve se relacionar com as diferenças na busca de respostas às necessidades de cada aluno. Ao indicar as necessidades educacionais de um aluno como surdo especial implica considerar que essas dificuldades são maiores que as do restante dos diferentes atores escolares. h) Síntese qualitativa das expectativas dos atores escolares em relação ao papel da escola na construção da cidadania: O desafio educativo implica desenvolver a capacidade de construir uma identidade complexa, que contenha a pertinência a múltiplos âmbitos: local, nacional e internacional, político, religioso, artístico, econômico, familiar, etc. As essências da cidadania moderna são, precisamente, a pluralidade, e não de apenas um eixo dominante e excludente. A escola é um âmbito privilegiado para o desenvolvido de experiências que podem ser organizadas educativamente. O papel da escola deve ser definido pela sua capacidade de preparar para o uso consciente, crítico, ativo das maquinas que acumulam a informação e o conhecimento. 42 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 a.1)Análise pedagógica que a escola fez e fará dos resultados do IDESP para subsidiar o desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem: Através da avaliação dos resultados do IDESP, são elaboradas estratégias para sanar as defasagens dos alunos, comparando os resultados do IDESP com as avaliações internas da escola. a.2) Ações desenvolvidas e/ou a desenvolver especialmente nas faixas de aprendizagem consideradas “básico” e “abaixo do básico” no IDESP: - Retomada de conteúdo priorizando atividades diferenciadas; - Implementação na escola a Recuperação Contínua e a Recuperação Intensiva; - Interação do professor auxiliar (Recuperação Contínua) com o professor titular da classe; - Trabalhar com as habilidades e competências não adquiridas nas avaliações do IDESP. a.3) Ações desenvolvidas e/ou a desenvolver para a compreensão de que a avaliação da aprendizagem é formativa, processual, cumulativa: - Diversificar as formas de avaliações; - Formação dos professores em ATPC; - Trabalhar com a avaliação contínua a fim de considerar os avanços ao longo do processo de aprendizagem; - Replanejar as ações pedagógicas a fim minimizar as defasagens de aprendizagem dos alunos. a.4) Ações desenvolvidas e/ou a desenvolver para integrar os indicadores externos de avaliação (SARESP, IDESP, IDEB, PISA) às decisões e às práticas de ensino aprendizagem: - Aplicar simulados mensais e avaliações bimestrais nos moldes das avaliações externas; - Trabalhar as diversas habilidades e competências exigidas nessas avaliações; - Utilizar de diversos recursos pedagógicos e tecnológicos para atingir as metas propostas pelas referidas instituições; - Introduzir na Proposta Pedagógica da Escola, ações que utilizem os resultados dessas avaliações para aprimorar o ensino-aprendizagem dos alunos. a.5) Ações desenvolvidas e/ou a desenvolver para promover a inclusão e a aprendizagem de alunos portadores de necessidades educacionais especiais (com deficiência em): - Encaminhamento dos alunos portadores de necessidades especiais à Sala de Recursos, onde contam com atendimento especializado que contribui para a construção da aprendizagem na sala de aula regular; - Capacitação aos professores para adaptação do currículo para os alunos que necessitam de uma atenção maior na aprendizagem; - Informação aos demais alunos sobre a importância da aceitação e respeito para com as crianças portadoras de necessidade educacional especial. 43 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 b) Síntese das concepções de ensino aprendizagem dos diversos atores escolares (item 2 mais 3 a): -Apropriar-se dos conhecimentos adquiridos na escola para exercício da cidadania; - Estimular o senso crítico nas práticas educacionais e sociais; - Analisar as avaliações externas e internas e elaborar estratégias para sanar as dificuldades dos alunos; -Diversificar as práticas pedagógicas para construir uma aprendizagem qualificada; - Incentivar os estudos internos e externos; - prosseguir com os estudos em todas as fases e níveis de escolarização; - Incentivar a socialização dos alunos para respeitar as diferenças sociais, culturais, sexuais, religiosas e raciais; - Preparar os alunos para o mercado de trabalho; - Oportunizar a todos os alunos um ensino de qualidade; - Incentivar a construção de uma conduta adequada à vida social e escolar; - propiciar a participação dos alunos em atividades culturais; - incentivar a prática da leitura; - Frequentar cursos de qualificação profissional e educacional; - Inserir nas ações escolares atividades que estimulem os sentimentos de amor e carinho; - Replanejar as estratégias de ensino para atingir os objetivos e as demais propostas de trabalho que constam no Projeto Pedagógico da escola; - Trabalhar com diversas habilidades e competências exigidas nas avaliações externas; - Promover a inclusão social para contribuir com a aprendizagem na sala de aula regular e para a socialização dos alunos com necessidades educacionais especiais. c) Formas de articulação pela equipe gestora entre as concepções de ensinoaprendizagem que permeiam a comunidade escolar, a concepção do Currículo Oficial e a avaliação dos resultados: c.1) Competências do Diretor de escola: - Administrar o pessoal e os recursos materiais e financeiros da escola; - Aplicar penalidade de repreensão e suspensão, limitada a 6 (seis) dias, aos alunos da escola; - Aprovar a escala de férias dos servidores da escola; - Aprovar o Plano Escolar e encaminhá-lo à Diretoria de Ensino para homologação; - Aprovar regulamentos e estatutos de outras instituições auxiliares que operem no estabelecimento, e enviar à Diretoria de Ensino para homologação; - Apurar, ou fazer apurar, preliminarmente irregularidades de que venha a tomar conhecimento; - Assegurar o cumprimento da legislação em vigor bem como dos regulamentos, diretrizes e normas emanadas da administração superior; - Assegurar o desenvolvimento do senso crítico e da consciência política do educando; - Assegurar os meios para o reforço e a recuperação da aprendizagem dos alunos; - Assinar, juntamente com o Secretário, todos os documentos relativos à vida escolar dos alunos; - Atribuir classes e aulas aos professores da escola, nos termos da legislação; 44 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 - Autorizar a retirada de servidor durante o expediente; - Autorizar matrícula e transferência de alunos; - Autorizar o gozo de férias regulamentares; - Autorizar, e mandar publicar, o gozo de licença prêmio; - Avaliar, quando for o caso, o mérito e o desempenho de funcionários que lhe são mediata e imediatamente subordinados; - Avocar, de modo geral e em casos especiais, as atribuições e competências de qualquer servidor subordinado; - Comparecer ao local de trabalho com assiduidade e a pontualidade, executando suas tarefas com eficiência, zelo e presteza; - Comunicar à autoridade imediata as irregularidades de que tiver conhecimento, na sua área de atuação, ou, às autoridades superiores no caso de omissão por parte da primeira; - Comunicar o falecimento de servidor público subordinado; - Comunicar ao Conselho Tutelar os casos de maus tratos envolvendo alunos (menores), assim como os casos de evasão escolar e de reiteradas faltas, antes que estas atinjam o limite de 25% das aulas previstas e dadas. - Conceder licença a servidor à vista do competente parecer do Departamento Médico do Serviço Civil do Estado: à servidora gestante; compulsoriamente, como medida profilática; por tratamento de saúde; por motivo de doença de pessoa da família; quando acidentado no exercício de suas atribuições ou atacado de doença profissional. - Conceder licença a servidor para atender às obrigações relativas ao serviço militar; - Conceder período de trânsito; - Conceder prorrogação de prazo para posse e exercício de servidores, observadas as disposições específicas da legislação em vigor; - Conferir os certificados de conclusão da Educação Básica; - Conhecer e respeitar as leis; - Considerar os princípios psico-pedagógicos, a realidade socioeconômica da clientela escolar e as diretrizes da Política Educacional na escolha e utilização de materiais, procedimentos didáticos e instrumentos de avaliação do processo ensino-aprendizagem; - Controlar a frequência diária dos servidores subordinados (“livro-ponto”) e atestar a frequência mensal; - Convocar e presidir reuniões do Conselho de escola e do pessoal subordinado; - Convocar pessoal docente para optar por jornada de trabalho nos termos da legislação pertinente; - Criar condições e estimular experiências para o aprimoramento do processo educativo; - Cumprir e fazer cumprir as leis, os regulamentos, as decisões, os prazos para desenvolvimento dos trabalhos e as ordens das autoridades superiores; - Cumprir os dias e horas de trabalho estabelecidas; - Dar posse e exercício a servidores classificados na escola; - Decidir quanto a questões de emergência ou omissas no regimento ou nas disposições legais, representando às autoridades superiores; 45 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 - Decidir sobre petições, recursos e processos de sua área de competência, ou remetê-los, devidamente informados, a quem de direito, nos prazos legais, quando for o caso; - Decidir sobre recursos interpostos por alunos ou seus responsáveis relativos a verificação do rendimento escolar; - Decidir, atendendo as limitações legais, sobre os pedidos de abono ou justificativa de faltas; - Definir a linha de ação a ser adotada pela escola, observadas as diretrizes da administração superior; - Delegar competências e atribuições a seus subordinados, assim como designar comissões para execução de tarefas especiais; - Designar docente da escola para o posto de Professor Coordenador Pedagógico; - Distribuir serviços, orientando e acompanhando as atividades de seus subordinados; - Elaborar (com o Conselho de Escola) e executar a proposta pedagógica da escola; - Elaborar o relatório anual da escola, ou coordenar sua elaboração, encaminhando-o à Diretoria de Ensino; - Empenhar em prol do desenvolvimento do aluno, utilizando processos que acompanhem o progresso científico da educação; - Encaminhar os estatutos da Associação de Pais e Mestres para registro; - Estabelecer o horário de aulas e de expediente da Secretaria e da Biblioteca; - Estimular o desenvolvimento profissional dos servidores subordinados; - Exigir prova de recolhimento da contribuição ao IPESP nos casos de afastamento sem remuneração; - Expedir as determinações necessárias à manutenção da regularidade dos serviços; - Expedir ato decisório de acúmulo de cargos; - Expedir autorização para uso do prédio ou das dependências escolares de acordo com a legislação, na impossibilidade de o Conselho de Escola o fazer; - Fornecer elementos para a permanente atualização de seus assentamentos, junto aos órgãos da Administração; - Garantir a disciplina de funcionamento da Organização; - Impedir que o aluno deixe de participar das atividades escolares, em razão de qualquer carência material; - Incentivar a participação, o diálogo e a cooperação entre os educandos, demais educadores e a comunidade em geral, visando à construção de uma sociedade democrática; - Indicar docentes para o posto de trabalho de Vice-Diretor; - Indicar funcionário ou servidor para a zeladoria da escola. - Indicar servidor para receber as verbas de material de consumo e despesas de pronto pagamento, e controlar sua aplicação; - Informar os pais ou responsáveis sobre a frequência e o rendimento dos alunos, bem como sobre a execução da proposta pedagógica; - Instruir processos e expedientes que devam ser submetidos à consideração superior; - Manter a legalidade, a regularidade e a autenticidade da vida escolar dos alunos; - Manter ambiente propício ao desenvolvimento dos trabalhos; - Manter conduta moral e funcional adequada à dignidade profissional; 46 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 Manter espírito de cooperação e solidariedade com a equipe escolar e a comunidade em geral; - Manter informados todos os professores e servidores da Unidade Escolar das suas atribuições e competências; - Organizar as atividades de planejamento no âmbito da escola: Assegurando a compatibilização do Plano Escolar com o Plano Setorial de Educação; Coordenando a elaboração do Plano Escolar; Superintendendo o acompanhamento, avaliação e controle da execução do Plano Escolar; - Organizar e coordenar as atividades de natureza assistencial; - Participar das atividades educacionais que lhe forem atribuídas por força de suas funções; - Participar do Conselho de Escola, dos Conselhos de Classe e Série, e das horas Atividades de Trabalho Pedagógico Coletivo (ATPCs); - Participar do processo de planejamento, execução e avaliação das atividades escolares; - Preservar os princípios, os ideais e fins da Educação Brasileira, através de seu desempenho profissional; - Presidir solenidades e cerimônias da escola; - Promover a integração escola-família-comunidade: Assegurando a participação da escola em atividades cívicas, culturais, sociais e desportivas da comunidade; Proporcionando condições para a integração família-escola; Proporcionando condições para a participação de órgãos e entidades públicas e privadas de caráter cultural, educativo, assistencial bem como de elementos da comunidade na programação da escola; Informando sobre a aplicação e o controle de todas as verbas recebidas pela Unidade Escolar; - Promover o contínuo aperfeiçoamento dos recursos humanos, físicos e materiais da escola, - Propor a criação de novas classes, observados os critérios estabelecidos pela administração superior; - Propor, quando for o caso, modificações nos horários de trabalho dos funcionários e servidores; - Representar a escola em atos oficiais e atividades da comunidade; - Respeitar o aluno como sujeito do processo educativo e comprometer-se com a eficácia de seu aprendizado; - Solicitar, quando for o caso, a instauração de inquérito policial; - Submeter à apreciação do Conselho de Escola matéria pertinente à deliberação do colegiado; - Subsidiar o planejamento educacional: Prevendo os recursos físicos, materiais, humanos e financeiros para atender às necessidades da escola a curto, médio e longo prazo; Responsabilizando-se pela atualização, exatidão, sistematização e fluxo dos dados necessários ao planejamento do sistema escolar; Verificando sistematicamente os diários de classe; - Subsidiar os profissionais da escola, em especial os representantes dos diferentes colegiados, no tocante às normas vigentes, e representar aos órgãos superiores da administração, sempre que houver decisão em desacordo com a legislação; - Transmitir a seus subordinados a estratégia a ser adotada no desenvolvimento dos trabalhos, 47 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 - Zelar pela defesa dos seus direitos profissionais e pela reputação da sua categoria profissional; - Zelar pela manutenção, reparos e conservação dos bens patrimoniais. c.2) Competências dos professores coordenadores: - Acompanhar, avaliar e controlar o desenvolvimento da programação do currículo; - Acompanhar a execução e a avaliação das ações e metas fixadas pela escola em sua proposta pedagógica; - Acompanhar o trabalho dos professores, subsidiando-os com sugestões para a melhoria da prática docente e, nas Escolas de Tempo Integral, orientar os professores das oficinas curriculares de forma a assegurar que as atividades nelas desenvolvidas se apresentem dinâmicas, contextualizadas, significativas e prazerosas; - Assegurar o fluxo de informações entre as várias instâncias do sistema de supervisão; - Assegurar a integração das atividades de desenvolvimento e aprimoramento do plano de trabalho da escola, articulando as ações de docentes de cursos, modalidades e turnos diversos; - Assessorar a direção da escola, especificamente quanto a decisões relativas a: Matrículas e transferências; Agrupamento de alunos; Organização de horário de aulas e do calendário escolar; Utilização de recursos didáticos da escola. - Avaliar os resultados do ensino no âmbito da escola; - Coordenar, acompanhar e avaliar as atividades de recuperação da aprendizagem, em especial da recuperação paralela, e também dos demais projetos implementados na escola; - Coordenar a programação e execução das atividades de recuperação de alunos; - Coordenar a programação e execução das reuniões dos conselhos de Classe e Série; - Desenvolver ações que visem a ampliação e o fortalecimento da relação escolacomunidade. - Elaborar a programação das atividades da sua área de atuação, assegurando a articulação com as demais programações do núcleo técnico-pedagógico; - Elabora relatório de suas atividades e participar da elaboração do relatório anual da escola. - Estabelecer juntamente com o Diretor da Escola, o horário das horas de Trabalho Pedagógico Coletivo – ATPCs, organizando a participação de todos os professores em exercício na unidade, de forma a assegurar o caráter coletivo dos trabalhos; - Garantir, planejar e liderar o desenvolvimento dos trabalhos realizados na escola, participando ativa, rotineira e diretamente das reuniões nas Horas de Trabalho Pedagógico Coletivo-ATPCs; - Interpretar a organização didática da escola para a comunidade; - Participar da elaboração do Plano Escolar, coordenando as atividades de planejamento quanto aos aspectos curriculares; - Prestar assistência técnica aos professores, visando a assegurar a eficiência e a eficácia do desempenho dos mesmos para a melhoria dos padrões de ensino: Propondo técnicas e procedimentos; Selecionando e fornecendo materiais didáticos; Estabelecendo a organização das atividades; Propondo sistemática de avaliação. 48 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 - Proceder, juntamente com os professores, à análise dos resultados da avaliação do desempenho escolar, através de seus indicadores, registrando e divulgando avanços e estratégias bem sucedidas, bem como identificando as dificuldades a serem superadas e propondo alternativas de otimização de resultados; - Propor e coordenar alternativas de aperfeiçoamento e atualização de professores; - Supervisionar as atividades realizadas pelos professores; - Assegurar a integração das atividades de desenvolvimento e aprimoramento do plano de trabalho da escola, articulando as ações de docentes de cursos, modalidades e turnos diversos; - Acompanhar a execução e a avaliação das metas fixadas pela escola em sua proposta pedagógica; -Garantir, planejar e liderar o desenvolvimento dos trabalhos realizados na escola, participando ativa, rotineira e diretamente das reuniões nas Horas de Trabalho Pedagógico Coletivo – ATPCs; - Estabelecer, juntamente com o Diretor de Escola, o horário das Atividades de Trabalho Pedagógico Coletivo – ATPCs organizando a participação de todos os professores em exercício na unidade, de forma a assegurar o caráter coletivo dos trabalhos; - Acompanhar o trabalho dos professores, subsidiando-os com sugestões para a melhoria da prática docente e, nas escolas de Tempo Integral, orientar os professores das oficinas curriculares de forma a assegurar que as atividades nelas desenvolvidas se apresentem dinâmicas, contextualizadas, significativas e prazerosas; - Proceder, juntamente com os professores, à análise dos resultados da avaliação do desempenho escolar, através de seus indicadores, registrando e divulgando avanços e estratégias bem sucedidas, bem como identificando as dificuldades a serem superadas e propondo alternativas de otimização dos resultados; - Coordenar, acompanhar e avaliar as atividades de recuperação da aprendizagem, em especial da recuperação paralela, e também dos demais projetos implementados na escola; - Desenvolver ações que visem a ampliação e o fortalecimento da relação escolacomunidade. c.3) Competências das Instituições escolares: - Lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9394, de 20 de dezembro de 1996. TÍTULO I DA EDUCAÇÃO Art. 1º - A Educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais. §1º- Esta Lei disciplina a educação escolar, que se desenvolve, predominantemente, por meio de ensino em instituições próprias. §2º- A Educação escolar deverá vincular-se ao mundo do trabalho e à prática social. TITULO II DOS PRINCÍPIOS E FINS DA EDUCAÇÃO NACIONAL Art. 2º- A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. 49 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 Art. 3º- O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: IIgualdade de condições para o acesso e permanência na escola; II- Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber; III- Pluralismo de ideias e concepções pedagógicas; IV- Respeito à liberdade e apreço à tolerância; V- Coexistência de instituições públicas e privadas de ensino; VI- Gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais; VII- Valorização do profissional da educação escolar; VIII- Gestão democrática do ensino público, na forma desta Lei e da legislação dos sistemas de ensino; IX- Garantia de padrão de qualidade; X- Valorização da experiência extra-escolar; XI- Vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais. c.4) Competências dos Colegiados Escolares: a) Conselho de Escola: Deliberar sobre: - Diretrizes e metas da Unidade Escolar; - Alternativas de solução para os problemas de natureza administrativa e pedagógica; - Projetos de atendimento psico-pedagógico e material ao aluno; - Programas especiais visando à integração escola-família-comunidade; - Criação e regulamentação das instituições auxiliares da escola; - Prioridades para aplicação de recursos da escola e das instituições auxiliares; - Designação e dispensa do vice-diretor de escola, quando este for oriundo de outra Unidade Escolar; - Penalidades disciplinares a que estiverem sujeitos os alunos da Unidade Escolar; - Elaboração do calendário e do Regimento Escolar, observadas as normas do Conselho Estadual de Educação e a legislação pertinente; - Apreciação dos relatórios anuais da escola, analisando seu desempenho em face das diretrizes e metas estabelecidas. b) Conselho de Classe/ Série: - Reúne-se para debater as questões do ensino e da aprendizagem; - Possibilita a inter-relação entre profissionais e alunos, entre turnos e entre séries e turma; - Propicia o debate permanente sobre o processo de ensino e de aprendizagem; - Favorece a integração e a sequência dos conteúdos curriculares de cada série/classe. c) Grêmio Estudantil: - Congregar o corpo discente da escola; - Defender os interesses individuais e coletivos dos alunos; - Promover atividades culturais, esportivas, políticas, sociais e de comunicação na escola; - Incentivar a cooperação entre administradores, professores, funcionários e alunos, no trabalho escolar, visando o bem comum e buscando o seu aprimoramento; - Realizar intercâmbio e colaboração de caráter cultural, educacional, político, desportivo e social com entidades congêneres; 50 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 - Programar atividades que visem ao alcance destas finalidades e à integração entre seus associados; - Zelar pela adequação do ensino às reais necessidades dos alunos e da escola; - Defender a educação básica, pública, gratuita e de boa qualidade; - Propor sugestões à Direção e ao corpo docente visando a soluções para problemas referentes ao ensino e à aprendizagem na escola; - Defender o regime democrático dentro e fora da escola, participando dos fóruns adequados; - Lutar contra toda forma de discriminação que atende contra as liberdades fundamentais do homem; - Zelar pelo respeito aos direitos e deveres individuais e coletivos na escola; - Representar a comunidade escolar nos respectivos conselhos; - Incentivar a construção de uma sociedade livre, justa e solidária, fundamentada na dignidade da pessoa humana; - Concorrer para a realização dos objetivos e finalidades da Unidade Escolar; - Garantir o desenvolvimento educacional e pedagógico do colegiado; - Realizar os serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens da escola. Parágrafo Único – São exemplos das atividades previstas no item 3: montagens de peças de teatro, festas, festivais de música, mostras de filmes, concursos literários; campeonatos entre classes e escolas, gincanas, mini-olimpíadas; palestras, debates, parcerias com outras escolas, campanhas de conscientização; campanha do agasalho, reciclagem de lixo, prevenção às drogas e à gravidez precoce, embelezamento da escola; rádio escolar, jornal e mural informativo. c.1) Competências dos Colegiados escolares: I - Colaborar com a direção do estabelecimento para atingir os objetivos educacionais colimados pela escola; II - Representar as aspirações da comunidade e dos pais de alunos junto à escola; II - Mobilizar os recursos humanos, materiais e financeiros da comunidade, para auxiliar a escola, provendo condições que permitam: a melhoria do ensino; o desenvolvimento de atividades de assistência ao escolar, nas áreas sócioeconômica e de saúde; a conservação e manutenção do prédio, do equipamento e das instalações; a programação de atividades culturais e de lazer que envolvam a participação conjunta de pais, professores e alunos. IV – Colaborar na programação do uso do prédio da escola pela comunidade, inclusive nos períodos ociosos, ampliando-se o conceito de escola como “Casa de Ensino” para “Centro de Atividades Comunitárias”; V – Favorecer o entrosamento entre pais e professores possibilitando: Aos pais, informações relativas tanto aos objetivos educacionais, métodos e processos de ensino, quanto ao aproveitamento escolar de seus filhos; Aos professores, maior visão das condições ambientais dos alunos e de sua vida no lar. d) Calendário da equipe gestora para articulação e negociação de diferentes concepções da comunicada de escolar para focagem no desenvolvimento do Currículo: 51 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 A Equipe Gestora reúne-se semanalmente, as segundas-feiras, para a elaboração da pauta da HTPC com temas relevantes e pertinentes ao Currículo do Estado e do programa “Ler e Escrever”, focando as dúvidas e deficiências dos docentes em suas estratégias de trabalho, observadas nas visitas periódicas em sala de aula. e) Síntese da concepção de ensino-aprendizagem da escola: e.1) Concepção de ensino-aprendizagem e do Currículo para sua efetivação : A concepção de ensino-aprendizagem da escola fundamenta-se numa perspectiva de considerar que a criança está inserida em determinado contexto social e, portanto, deve ser respeitada em sua história de vida, classe social, cultura e etnia. Nesse sentido, a escola é vista como espaço para a construção coletiva de novos conhecimentos sobre o mundo, na qual a sua proposta pedagógica permite a permanente articulação dos conteúdos escolares com as vivências e as indagações da criança e do jovem sobre a realidade em que vivem. Considera-se os processos interativos, a cooperação, o trabalho em grupo, a arte, a imaginação, a brincadeira, a mediação do professor e a construção do conhecimento em rede como eixos do trabalho pedagógico voltado para o desenvolvimento da criança e do jovem visando à constituição do sujeito solidário, criativo, autônomo, crítico e com estruturas afetivocognitivas necessárias para operar sua realidade social e pessoal. O processo de desenvolvimento, na perspectiva histórico-cultural, é compreendido como o processo por meio do qual o sujeito internaliza os modos culturalmente construídos de pensar e agir no mundo. Este processo se dá nas relações com o outro, indo do social para o individual. A escola estabelece que o caminho do objeto do conhecimento até a criança e desta até o objeto passa através de uma outra pessoa. Essa estrutura humana complexa é o produto de um processo de desenvolvimento profundamente enraizado nas ligações entre história individual e história social. O processo de ensino-aprendizagem e de desenvolvimento humano integram-se aos ambientes pedagógicos, pois são espaços que possibilitam ampliar suas experiências e se desenvolver nas diferentes dimensões humanas: afetiva, motora, cognitiva, social, imaginativa, lúdica, estética, criativa, expressiva e linguística. O Currículo não se limita a fatos e conceitos, mas também aos procedimentos, atitudes, valores e normas que são entendidos como conteúdos imprescindíveis no mesmo nível que os fatos e conceitos. Isto pressupõe aceitar até as suas últimas consequências o princípio de que tudo o que pode ser aprendido pelas crianças pode e deve ser ensinado pelos professores. O Currículo é relacionado a fatos, conceitos e princípios – corresponde ao compromisso científico da escola: transmitir o conhecimento socialmente produzido; b) O Currículo e relacionado a procedimentos – que são os objetivos, resultados e meios para alcançá-los, articulados por ações, passos ou procedimentos a serem implementados e aprendidos; c) O Currículo é relacionado a atitudes, normas e valores – corresponde ao compromisso filosófico da escola: promover aspectos que nos completam como seres humanos, que dão uma dimensão maior, que dão razão e sentido para o conhecimento científico. e.2) Concepção de cidadão que se quer formar: 52 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 Partindo do que diz Morin (2001: 40) ao se referir sobre a complexidade do ser humano: "ser, ao mesmo tempo, totalmente biológico e totalmente cultural", apresentamos nossa concepção de homem e, em consequência, as aspirações pretendidas em relação ao cidadão que queremos formar. Entendendo o sujeito tanto biológico como social, temos por objetivo desenvolver no aluno a consciência e o sentimento de pertencer ao mundo, de modo que possa compreender a interdependência entre os fenômenos e seja capaz de interagir de maneira crítica, criativa e consciente com seu meio natural e social. Alguns desafios são fundamentais no que se refere à formação do sujeito, desenvolver competências para contextualizar e integrar, para situar qualquer informação em seu contexto, para colocar e tratar os problemas, ou seja, o grande desafio de formar sujeitos que possam enfrentar realidades cada vez mais complexas. Assim, acreditamos na possibilidade de formar um cidadão mais indignado com as manifestações e acontecimentos da vida cotidiana, um cidadão que saiba mediar conflitos e propor soluções criativas e adequadas a favor da coletividade, que tenha liberdade de pensamento e atitudes autônomas para buscar informações nos diferentes contextos, organizá-las e transformá-las em conhecimentos aplicáveis. Para o educador Paulo Freire, o homem só começa a ser um sujeito social, quando estabelece contato com outros homens, com o mundo e com o contexto de realidade que os determina geográfica, histórica e culturalmente, é nessa perspectiva que a escola se torna um dos espaços privilegiados para a formação do homem. e.3) Articulação entre concepção de ensino-aprendizagem, concepção de cidadão e resultados da avaliação externa (série histórica no IDESP): A história e a cultura da instituição; as características do entorno e as formas de inserção da instituição na comunidade local; a sua identidade e complexidade; a participação dos diversos atores no processo de avaliação da instituição contribuem para os resultados das relações da avaliação externa. A promoção da qualidade da educação da escola tem sido preocupação constante da equipe escolar, pois os processos educativos desenvolvem uma prática social que afeta e modifica as pessoas, assume perspectiva histórica, plena de sentidos e valores. A qualidade na articulação desses objetos de trabalho é um atributo ou conjunto de atributos que existe na Unidade Escolar e que, no cumprimento de suas missões próprias, satisfazem as expectativas de seus membros e da sociedade e atingem padrões aceitáveis de desempenho. Na concepção avaliativa do IDESP entende-se que a qualidade da escola é referenciada e dinamizada pela participação dos diversos segmentos que compõe a Unidade Escolar, o que lhe confere um estatuto de responsabilidade democrática, desenvolvido e divulgado pela criação de uma cultura de qualidade. A definição de padrões de qualidade está ligada aos objetivos que direcionam o processo educativo e ao projeto pedagógico. Os indicadores do IDESP estão balizados pela missão e pelo projeto pedagógico da escola e dependentes da dimensão, da natureza e dos propósitos que a escola define para si. Eles devem levar em conta a diversidade dos contextos, atores, processos e das atividades escolares, dando atenção às especificidades e, ao mesmo tempo, permitindo o delineamento de uma visão global da escola. 53 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 A natureza da avaliação formativa da escola, privilegia a condição diagnóstica e reflexiva, identificando aspectos, procedimentos e processos que podem e/ou devem ser aperfeiçoados, assim como seus pontos de excelência. Gera proposições e projetos de ação, apresenta alterações a serem feitas nos programas desenvolvidos, indica onde e como as metas e os objetivos dos diversos atores e unidades da escola podem ser revertidos em aspectos alinhados à sua missão, potencializando os recursos existentes. A avaliação externa está ancorada e tem como principal fonte de informação sobre a um sistemático e bem realizado processo de avaliação interna ou autoavaliação. e.4) Concepção da função social da escola para a consecução do Currículo (processos de ensino e aprendizagem) e para sucesso no alcance das metas do IDESP (resultados do processo de ensino e aprendizagem): A função social da escola emerge como uma instituição fundamental para a constituição do indivíduo e para ele próprio, da mesma forma como emerge para a evolução da sociedade e da própria humanidade. A escola como instituição social possui objetivos e metas, empregando e reelaborando os conhecimentos socialmente produzidos. Este espaço de desenvolvimento e aprendizagem envolve todas as experiências contempladas nesse processo, considerando tudo como significativo, como os padrões relacionais, aspectos culturais, cognitivos, afetivos, sociais e históricos, os quais estão inseridos nas interações e relações entre os diferentes segmentos. As relações sociais desenvolvidas nas diferentes esferas da vida social, inclusive no trabalho, constituem-se em processos educativos, assim como os processos educativos desenvolvidos na escola consistem em processos de trabalho, desde que este seja entendido como ação e criação humanas. Para cumprir com a função social da escola é necessário adotar processos de ensino e aprendizagem articulado ao conhecimento. Por isso a Secretaria da Educação procurou com seu dever de garantir a todos uma base comum de conhecimentos e de competências. Com esse objetivo, a SEE implantou um processo de elaboração dos subsídios do Currículo capaz de promover as competências indispensáveis ao enfrentamento dos desafios sociais, culturais e profissionais do mundo contemporâneo. Contempla algumas das principais características da sociedade do conhecimento e das pressões que a contemporaneidade exerce sobre os jovens cidadãos, propondo princípios orientadores para a prática educativa, a fim de que as escolas possam preparar seus alunos para esse novo tempo. Ao priorizar a competência de leitura e escrita, o Currículo define a escola como espaço de cultura e de articulação de competências e de conteúdos disciplinares. O Currículo ao definir os conteúdos num conjunto de documentos dirigidos especialmente aos professores e aos alunos, organizados por disciplina/série(ano)/bimestre favorece e contribui para o sucesso no alcance das metas do IDESP. Pois apresenta Situações de Aprendizagem para orientar o trabalho do professor no ensino dos conteúdos disciplinares específicos e a aprendizagem dos alunos. Esses conteúdos, habilidades e competências são organizados por série/ano e acompanhados de orientações para a gestão da aprendizagem em sala de aula e para a avaliação e a recuperação. Oferecem também sugestões de métodos e estratégias de trabalho para as aulas, experimentações, projetos coletivos, atividades extraclasses e estudos interdisciplinares. Os dados adquiridos na avaliação do IDESP constituem-se em uma das 54 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 etapas do processo de avaliação da escola, a qual visa o desempenho das ações da escola referente ao uso do Currículo. e.5) Potencialidades: - Um espaço de sociabilidade que possibilita a construção e a socialização do conhecimento produzido; - Articulação das concepções, da organização dos processos e dos conteúdos educativos da escola; - Possibilidade de mudança no processo educacional, da organização e dos atores que compõem a Unidade Escolar; - Construção coletiva do Projeto Político Pedagógico; - Articulação entre os diversos segmentos que compõem a escola; - Criação de espaços e mecanismos de participação coletiva para o exercício da gestão democrática; - A Equipe Gestora atua nos processos administrativos e também na gestão de processos político-pedagógico, envolvendo os diversos momentos de participação e de estruturação da unidade escolar; - Garanti que a Proposta Pedagógica, que organiza o trabalho nas condições singulares da escola, seja um recurso efetivo e dinâmico para assegurar aos alunos a aprendizagem dos conteúdos e a constituição das competências previstas no Currículo; - A aprendizagem resulta na coordenação de ações entre as disciplinas, no estímulo à vida cultural da escola e no fortalecimento de suas relações com a comunidade; - Orientações e estratégias para a formação continuada dos professores; - Os resultados das avaliações externas constituem-se em uma das etapas do processo de avaliação da escola; - A integração entre avaliação interna e externa fornece subsídios para o aprimoramento da aprendizagem que busca a qualidade do ensino; - Reflexão da autoavaliação das ações da escola; - Contextualização da complexidade e das características históricas, sintonizada com os objetivos e com a missão dos atores da UE. e.6) Desafios - Buscar maneiras de fazer o processo educativo em algo prazeroso e desafiador; - Refletir sobre como o processo ensino-aprendizagem tem acontecido e quais os resultados alcançados até aqui, e ainda, o que é possível ser feito para obter melhores resultados, referindo-se aos atores deste palco: professores, gestores, alunos e comunidade (família); - Resgatar a motivação do aluno para encontrar motivos para estar na escola e participar de maneira ativa, dinâmica, construindo seu aprendizado; - Exercer efetivamente a participação e a prática da cidadania dos colegiados da UE, para ter conhecimento de seus direitos e deveres; - Analisar as relações entre a concepção do processo ensino-aprendizagem e a percepção dos resultados da ação dos educadores; - Desenvolver o Currículo Oficial do Estado na percepção dos resultados das avaliações externas; - Interpretar a valorização da capacidade de atualização das competências necessárias para ensinar; 55 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 - Considerar o desempenho do comportamento do professor enquanto ensina, como a implementação ou a atualização das competências, a utilização do produto da interacção entre as características do profesor, ou seja, suas competências e as características do contexto escolar e social; - O autojulgamento ao nível de satisfação obtido pelos professores, nas atividades de ensino, ou seja, nas atividades ou tarefas que envolvem no contato direto com os alunos; - A percepção dos alunos na participação da aprendizagem, que remete na percepção que os professores têm relativamente ao grau de participação dos seus alunos nas atividades de ensino. V – ESÉRIE HITÓRICA NO IDESP IDESP 2007 Ensino Fundamenta l - CICLO II Ensino Médio 2,38 META 2008 IDESP 2008 META 2009 IDESP 2009 META 2010 IDESP 2010 META 2011 IDESP 2011 META 2012 IDESP 2012 META 2013 IDESP 2013 META 2014 2,51 2,47 2,60 2,70 2,83 2,43 2,62 1,77 1,96 2.16 2.30 2.67 2.84 ----- ------- ------ ------ 1,84 1,95 2,22 2,41 1,76 1,95 2.19 2.30 2.36 2.49 Quadro 2 1)Descrição e análise dos principais facilitares para obtenção de resultados na série histórica no IDESP: Análise dos resultados do IDESP com possibilidades de intervenções, variadas modalidades de avaliações internas: - Atividades diferenciadas, - Tarefas, Pesquisas, Trabalhos em equipe, Projetos interdisciplinares - Maior participação dos pais na vida educacional dos filhos; - Projetos interdisciplinares - Contextualização do conteúdo curricular envolvendo a prática social e cultural do aluno; - Atividades práticas que estimulem o aprendizado; - Simulados. 2) Descrição e análise dos principais dificultadores na obtenção de resultados na série histórica no IDESP: - Desenvolvimento do currículo e variantes dentro das competências a serem desenvolvidas: - Dificuldade de alguns professores em realizar intervenções das competências e habilidades não adquiridas e exigidas nas avaliações diagnósticas; - Adotar diferentes estratégias de trabalho e atividades para atender os alunos com dificuldade de aprendizagem; - Alta rotatividade de Professor; - Baixa freqüência de aluno; - Qualidade profissional; - Dificuldade na intervenção das competências e habilidades não adquiridas e exigidas no Currículo do Estado e nas avaliações diagnósticas. - Dificuldades de aprendizagem; - Comportamento inadequado; 56 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 - Falta de compromisso por parte dos alunos; - Falta de acompanhamento familiar. VI – RESULTADOS OBTIDOS EM 2013 1) Fluxo Escolar (resultados ao final do ano letivo) SÉRIE/ANO TOTAL DE MATRÍCULAS 100 % TRANSFERIDOS % EVADIDOS % RETIDOS % APROVADOS % 5ª Série A 38 100 02 5.26 0 0 00 0 36 49.74 5ª Série B 40 100 04 10 01 2.5 02 5 33 82.5 6ª Série A 36 100 01 2.78 02 5.55 00 0 33 91.67 6ª Série B 35 100 02 5.7 0 0 01 2.8 32 91.5 6ª Série C 35 100 0 0 0 0 04 11.4 31 88.6 7ª Série A 40 100 01 2.5 01 2.5 02 5 36 90 7ª Série B 41 100 05 12 0 0 01 2.5 35 85.5 8ª Série A 38 100 03 7.9 02 5.2 05 13 28 73.9 8ª Série B 36 100 02 5.6 0 0 04 11 30 83.4 8ª Série C 39 100 05 13 01 2.5 01 2.5 32 82 TOTAL 378 100 25 6.7 7 1.9 20 5.3 326 86.1 1ª série A 40 100 04 10 02 5 01 2.5 33 82.5 1ª série B 41 100 04 9.8 0 0 04 9.8 33 80.4 2ª série A 36 100 03 8.3 0 0 02 5.6 31 86.1 2ª série B 37 100 05 13.5 0 0 02 5.4 30 81.1 3ª série A 32 100 04 12.5 0 0 05 15.6 23 71.9 3ª série B 31 100 04 12.9 0 0 01 3.3 26 83.8 TOTAL 217 100 24 11 02 1 15 6.9 176 81.1 TOTAL GERAL 595 100 49 8.2 09 1.5 35 5.9 502 84.4 EF EM 57 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 Evasão b) Principais motivos de evasão: - Falta de estímulo por parte dos familiares. - Condições familiares que desfavorecem o comparecimento do aluno na escola. - Necessidades financeiras que comprometem a família levando o aluno a fazer parte da renda familiar. c) Ações da escola para diminuir o índice de evasão: - Desenvolvimento de aulas diferenciadas, que tenham maior significado, despertando assim o interesse dos alunos e tornando as aulas mais atrativas e prazerosas, diálogo pedagógicos com os pais e alunos, orientando e conscientizando sobre a importância da educação e a necessidade de freqüentar a escola. - Diálogos freqüentes com os alunos em sala de aula e individualmente sobre os agravantes das faltas excessivas. c) Resultado esperado das ações: (observar registro nos quadros de Metas, Estratégias e Ações): - Mais participação do jovem e da sua família na vida escolar. Inclusão escolar com mais qualidade. Melhoria no rendimento escolar Retenção b) Principais motivos de retenção: - Rotatividade de professores. - Desinteresse dos próprios alunos acentuado pela defasagem de aprendizado. - Desestimulo do professor. - Falta perspectivas futuras. - Desinteresse dos próprios alunos acentuado pela defasagem de aprendizado. - Descrédito na escola como fator de profissionalização c) Ações da escola para evitar a retenção: - Avaliação diagnóstica para nortear o trabalho dos professores, retomada de conteúdos, as avaliações deveram ser formatadas considerando-se as habilidades geradoras de competências diagnosticando principalmente o que o aluno ainda não é proficiente. - Implantação de metodologias diferenciadas, utilização de novas tecnologias. c) Resultados esperado das ações: (observar registro nos quadros de Metas, Estratégias e Ações - Mais participação do jovem e da sua família na vida escolar. Inclusão escolar com mais qualidade. Melhoria no rendimento escolar 58 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 2) Recuperação: Intensiva e Contínua: Quadro 5 (inserir quadro modelo que foi encaminhado para homologação) Ações de Planejamento: - Diagnóstico objetivo das dificuldades de aprendizagem dos alunos em todas as séries/anos; - Consulta ao professor da classe ou da disciplina para decidir sobre a utilização dos mecanismos de apoio escolar em reunião do Conselho de Classe/Ano, com parecer do Supervisor de Ensino da Unidade Escolar e homologação do Dirigente Regional de Ensino; - Levantamento dos anos e quantidade de alunos que serão atendidos pelos estudos de recuperação: Recuperação Contínua e Recuperação Intensiva; - Organização das disciplinas e quantidade de aulas que farão parte dos estudos da Recuperação Contínua, definindo o horário para cada turma; - Atribuição de classes e de aulas conforme as regras do processo regular de atribuição da Secretaria de Estado da Educação. Ações de Desenvolvimento: - Viabilizar os recursos materiais e humanos para a implementação dos mecanismos de apoio escolar: Recuperação Contínua e Recuperação Intensiva; - Garantir a atuação do Professor Auxiliar na classe regular na Recuperação Contínua; - Disponibilizar aos docentes os recursos didáticos distribuídos pela SEE, para subsidiar o desenvolvimento das atividades de recuperação; - O Professor Auxiliar apoiará o professor responsável pela classe ou disciplina no desenvolvimento de atividades de ensino e de aprendizagem em especial as de Recuperação Contínua, oferecidas a alunos, com vistas à superação de dificuldades e necessidades identificadas em seu percurso escolar; - O Professor Auxiliar atuará após ouvir o professor responsável pela classe ou disciplina, simultaneamente as atividades desenvolvidas no horário regular de aula, mediante atendimento individualizado ou em grupo, que propicie condições necessárias ao aluno para atender nas situações de ensino assegurados à classe; - Organizar as classes de Recuperação Intensiva através de indicação feita pelos professores, no último Conselho de Classe/Ano; - Ouvir o professor da classe ou da disciplina para a Equipe Gestora decidir sobre a utilização dos mecanismos de apoio escolar, em reunião do Conselho de Classe/Ano, com parecer do Supervisor de Ensino e homologação do Dirigente Regional de Ensino. - Implementar ações de formação do professor, com foco na proposição de práticas que possam resultar em aprendizagem exitosa do aluno; Ações de Acompanhamento: - Acompanhar rotineiramente ao longo do ano letivo a prática docente em seu trabalho pedagógico nos mecanismos de apoio escolar; - Observar se os docentes utilizam os recursos didáticos distribuídos pela SEE, a fim de subsidiar o desenvolvimento das atividades de recuperação e senão o fazem, pedir para que os utilizem; 59 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 - Auxiliar o professor da classe/disciplinas nas metodologias utilizadas no desenvolvimento da recuperação; - Verificar se o professor da classe/disciplina está retornando os conteúdos ainda não assimilados pelos alunos, através dos registros das Fichas de Acompanhamento de Recuperação Contínua; - Visitar as salas de aula periodicamente para observar e intervir quando necessário, nas estratégias do trabalho pedagógico do professor da classe/disciplina; - Acompanhar as dificuldades e os avanços constatados em relação ao aproveitamento dos alunos; - Executar ações que evidenciem práticas colaborativas, em um exercício constante de análise, identificação e estabelecimento de estratégias a serem utilizadas; - Comunicar aos pais ou responsáveis a evolução do aluno na aprendizagem correspondente as aulas dadas na Recuperação Contínua. Ações de Avaliação: - Verificar a superação das dificuldades e necessidades identificadas nos alunos que frequentaram a recuperação; - Observar se o docente diagnosticou com clareza as aprendizagens e dificuldades dos alunos, - Orientar o professor classe/disciplina que utilizem estratégias diversificadas de ensino para que os alunos percebam o significado dos objetos de ensino; - Dispensar os alunos que não necessitam mais freqüentar a Recuperação Contínua após observação dos resultados obtidos nas avaliações e nas participações das tarefas escolares; - Relacionar novos alunos que necessitam freqüentar a recuperação Contínua após avaliação diagnóstica dos professores da classe. - Efetuar um trabalho coletivo com reflexão contínua e sistemática para prosseguir com o processo de recuperação e das responsabilidades. Quadro 6: Professores que atuam na Recuperação Contínua: NOME SILVANA ISAAC VALERIA PEREIRA ROZANE APARECIDA MALAVAZZI ZENITE ROSA GARCIA MOTA DISCIPLINA AUX. PORT. AUX. PORT. AUX. MAT. AUX. MAT. SÉRIE(S) EM QUE ATUA 5ª A, B e C; 6ª A e B 7ª B e C 8ª A e, B; 1º A e B; 2º A e B; 2º A e B 5ª A, B e C; 6ª A e B; 7ª A 3) Atividades Curriculares Desportivas Quadro 7: TOTAL DE TURMAS EM 2011 02 TOTAL DE ALUNOS ATENDIDOS % FREQUÊNCIA 70 90% a) Ações da escola realizadas para evitar a infrequência: JOGOS INTERNOS, PARTICIPAÇÃO EM OUTRAS COMPETIÇÕES; a.1) Turmas fechadas ou reorganizadas: 60 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 REORGANIZADAS b) Resultados: BOM DESENPENHO ESPORTIVO E ESCOLAR c) Turmas mantidas em continuidade para o ano de 2012: 02 d) Justificativa para a manutenção de turmas em continuidade: BOA FREQUENCIA E PARTICIPAÇÃO NA OLIMPÍADA ESCOLAR Quadro 8: TOTAL DE TURMAS EM 2012 TOTAL DE ALUNOS ATENDIDOS 02 75 OBSERVAÇÃOES PARTICIPAÇÃO MAIOR NO ENSINO FUNDAMENTAL a) Ações da escola realizadas para evitar a infrequência: JOGOS INTERNOS, PARTICIPAÇÃO EM OUTRAS COMPETIÇÕES b) Planejamento de ações para a implementação das turmas: TREINAMENTOS NOS DOIS PERÍODOS PARA O ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO 3) Escola com Professor Mediador A Escola com Professor Mediador foi implantado nesta Unidade Escolar em 03/2011. O Professor Mediador responsável o Prof. Rogério de Oliveira Carneiro, PEB II – Categoria F. O Professor Mediador atua na mediação entre as atividades pedagógicas e as relações interpessoais da comunidade escolar. Essas práticas constituem nas seguintes atribuições: adotar práticas restaurativas e de mediação e conflitos no ambiente escolar, no período diurno de segunda a sexta. 4) Escola com o Programa Escola da Família O Programa Escola da Família foi implantado nesta Unidade Escolar em 09/2011. É responsável pelo Programa Acessa Escolar Vice Diretor: Beraldo Roberto de Carvalho. O Programa Escola da Família funciona no período diurno, sendo o horário de atendimento aos Finais de semana (Sábado e Domingo), para toda a comunidade, das 09h: 00 min. às 17h: 00 min. Escola com Programa Acessa Escolar O Programa Acessa Escolar foi implantado nesta Unidade Escolar em 11/2009. É responsável pelo Programa Acessa Escolar os seguintes estagiários: BAN SEOK PARK e CINTHIA REGINA DOS SANTOS PEREIRA. O Programa Acessa Escolar funciona no período diurno, sendo o horário de atendimento aos alunos e docentes, das 08h: 00 min. às 12h: 00 min. e das 14h: 00 min. às 18h: 00 min. 61 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 VII - EQUIPE GESTORA Diretora: SANDRA REGINA FURIAN ALVES E-mail: [email protected] Vice-diretor: CHARLES ALBERTO MACHADO E-mail: [email protected] Coordenador do Ensino Fundamental: José Mendes de Andrade E-mail: [email protected] Coordenadora do Ensino Médio: Marisa Fernanda Raggio Caron E-mail: [email protected] VIII - EQUIPE DE PROFESSORES EM 2012 1) Quadro de professores Quadro 11: Professor Formação Disciplinas Classes nas quais ministra aulas em 2012 1 ANDREIA APARECIDA GARCIA MATEMATICA FISICA 1º A e B 2 Bárbara P. Lopes Machado LETRAS PORTUGUÊS 5ª A, B e C; 6ª A e 8ª B 3 Célia Pereira Nogueira LETRAS PORTUGUÊS 1º A e B; 2º A e B; 3º A e B(LIC. SAUDE) 4 DAIANE DOS S. ASSUMPÇÃO MATEMÁTICA CIÊNCIAS 7ª B CIÊNCIAS 7ª B CHARLES ALBERTO MACHADO (AFAS. VICE-DIREÇÃO) MATEMÁTICA 5 PEDEDAGOGIA FÍSICA MATEMÁTICA 1º A e B 6ª B; 7ª A; 8ª A e B 62 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 6 CRISTINA L. C. LEME (AFAS. OFICINA PEDAGÓGICA) HISTÓRIA HISTÓRIA 7ª A, B e C ; 8ª A e B; 1º A e B; 2º A e B; 3º A e B 7 Djanira Morais Bicudo MATEMÁTICA MATEMÁTICA 8ª A e B Drirlene Prando ARTE PEDAGOGIA ARTE 5ª A, B e C; 6ª A e B; 7ª A, B e C 8ª A e B 1º A e B; 2º A e B; 3º A e B. GERALDO CESAR M. DE OLIVEIRA BIOLOGIA BIOLOGIA 1º A 10 Heloisa E. T. Hazenfratz MATEMÁTICA MATEMÁTICA 1º A e B; 2º A e B; 3º A e B 11 Jorge Roberto Ribeiro ED. FÍSICA ED. FÍSICA 6ª A e B; 7ª A, B e C 8ª A e B; 1º A e B; 2º A e B; 3º A e B 12 JOSE MENDES DE ANDRADE (AFAS. COORDENAÇÃO) HISTÓRIA HISTÓRIA 5ª A, B e C; 6ª A e B; 7ª A; 8ª A eB 13 JOSIAS DE OLIVEIRA LETRAS PORTUGUÊS 6ª B 14 Kimie Marita Cano ED. FÍSICA ED. FÍSICA 5ª A, B e C 15 MARCIA TAMBELLI MATEMÁTICA CIÊNCIAS 8 9 16 BIOLOGIA Luiz Antonio G. Levra BIOLOGIA Luiz R. Kizz MATEMÁTICA Maria Aparecida Mendes 19 1ºB; 2º A e B; 3º A e B CIÊNCIAS 17 18 5ª A, B e C; 6ª A e B; 7ª A C 8ª B (AFAS. OUTRA DIRETORIA) MATEMÁTICA 7ª B e C CIÊNCIAS 5ª A, B e C; 8ª A GEO;HIST; SOC; FILO; PED. GEOGRAFIA 6ª A e B; 7ª A, B e C FILOSOFIA 1º A e B; 2º A e B; 3º A e B. HIST; PED. HISTÓRIA 7ª B; 8ª A; 1º A e B; 2º A e B; 3º A e B. SOCIOLOGIA 1º A e B; 2º A e B; 3º A e B. Maria Ap. Calisto 63 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 20 Maria C. B. Catão GEOGRAFIA GEOGRAFIA 5ª A, B e C; 8ª A e B; 1º B; 2º A e B; 3º A e B 21 Milton Lourenço FÍSICA FÍSICA 2º A e B; 3º A e B. (LIC. SAUDE) 22 PATRICIA VELASCO(AFAS. COORDENAÇÃO) LETRAS PORTUGUÊS 6ª B; 7ª A, B e C 23 Renata de F. Marques MATEMÁTICA MATEMÁTICA 5ª A, B e C e 6ª A INGLÊS 5ª A, B e C; 6ª A e B; 7ª A, B e C 8ª A e B 1º A e B; 2º A e B; 3º A e B. MATEMÁTICA 6ª B; 7ª A, B e C; CIÊNCIAS 7ª B 8ª A 24 Rita B. Costa LETRAS 25 RITA DE CÁSSIA S. VOUK (AFAS. COORDENAÇÃO) MATEMÁTICA 26 Rogério Oliveira FILOSOFIA Rosane Malavazzi SILVANA ISAAC 29 SILVANA MARIA C. V. DE MORAES 8ª A e B 1º A e B; 2º A e B; 3º A e B. FÍSICA 2º A e B; 3º A e B PROF. AUX. 5ª A, B e C; 6ª A e B PORTUGUÊS 7ª B ED. FÍSICA 5ª A, B e C (LIC. SAUDE) PORTUGUÊS 7ª A e C; 8ª A GEOGRAFIA 1º A LETRAS ED. FÍSICA 30 Simone F. Sales PROF. AUX. MATEMÁTICA 27 28 PROFESSOR MEDIADOR LETRAS 31 Terezinha B. Luz HISTÓRIA; PED. HISTÓRIA 5ª A,B e C;6ª A e B;7ª C; 8ª B 32 Thais Pandagis Lemos BIOLOGIA QUÍMICA 1º A e B; 2º A e B; 3º A e B. 33 Tiago Rossetti Pelá LETRAS PORTUGUÊS 34 VALÉRIA PEREIRA LETRAS PROF. AUX. 7ª A e C 35 VERÔNICA JULIANA VENES MATEMÁTICA MATEMÁTICA 6ª B;7ª A 64 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 36 Zenite Rosa Garcia Mota MATEMÁTICA PROF. AUX. 5ª A, B e C; 6ª A e B; 7ª A Quadro 12: Total de professores que ministram aulas na unidade escolar em 2012 25 Total de professores com Sede de Controle de Frequência na unidade escolar em 2012 31 2) Formação Continuada Total de docentes com sede de controle de frequência na escola no ano de 2012 que no ano de 2011 participaram ou estão participando em 2012 de: 22 TOTAL DE DOCENTES QUE PARTICIPAM E PARTICIPARAM DO Cursos da Escola de Formação REDEFOR:05 IX - EQUIPE DE APOIO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO Quadro 13: Gerente de Organização Escolar: TEREZA MENDES DE ANDRADE SILVIA DE OLIVEIRA GRAÇA Agente de Organização Escolar: CECÍLIA DE OLIVEIRA GRAÇA ALEXANDRE LUCIANA UENO HOLANDA NÃO TEM Agente de Serviços Escolares: Maria de Lourdes Guerra Camargo Auxiliar Educacionais: Outros: de Serviços Matilde de Oliveira Ivani Braga Santos Jaddy Sthephana Xavier Silva Barbosa TEG SERVIÇOS LIMPEZA LTDA. Auxiliar de Limpeza: Outros: DE ANDREIA DE FATIMA MARTINS REGINA CÉLIA ANTUNES DE CAMPOS 65 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 X – INSTITUIÇÕES ESCOLARES 1) Associação de Pais e Mestres: a) Assembléia geral: 22/05/2012 Calendário de assembléias em 2012: 09/05/2012, 08/08/2012, 10/10/2012 e 13/12/2012 b) Diretoria Executiva: Data da última eleição: 22/05/2012 Calendário de reuniões: 09/05/2012, 08/08/2012, 10/10/2012 e 13/12/2012 Relação de componentes: - Diretor Executivo: VERA LUCIA NUNES DA COSTA - Vice-diretor Executivo: EDSON SILVA NASCIMENTO Data da próxima eleição: 22/05/2013 c) Conselho Deliberativo: Data da última eleição: 22/05/2012 Calendário de reuniões: 09/05/2012, 08/08/2012, 10/10/2012 e 13/12/2012 Relação de Componentes: SANDRA REGINA FURIAN ALVES TEREZA MENDES DE ANDRADE Data da próxima eleição: 22/05/2013 d)Conselho Fiscal: Data da última eleição: 22/05/2012 Calendário de reuniões: 09/05/2012, 08/08/2012, 10/10/2012 e 13/12/2012 Relação de componentes: - Mãe de aluno:IASBEL BARBOSA DA COSTA ESTEVES - Agente de Organização Escolar: LUCIANA UENO HOLANDA - Mãe de aluno: SIMONE RIBEIRO DE LIMA Data da próxima eleição: 22/05/2013 e) Livro de associados: Data da última atualização: 30/07/2012 2) Grêmio Escolar: Data da última eleição: 30/03/2012 Calendário de reuniões: 09/05/2012, 08/08/2012, 10/10/2012 e 13/12/2012 Relação de componentes (nome do aluno / série-ano-classe): - Presidente: TAMIRIS DE MELO CAMPOS – 7ª série B - Vice-Presidente: JULIA FREITAS NOGUEIRALEME – 8ª série B - Secretário: HIGOR FERNANDO SOARES DE SOUZA LEME – 7ª série A - Diretor Social: JANAINA BATISTA DE CARVALHO SIQUEIRA – 6ª série B - Diretor de Imprensa: MAIRA BIANCHI CANDERA MULINARI – 1º colegial B - Diretor de Esportes: JAIRO FELIPE VIEIRA CAMPOS – 6ª série B - Diretor Cultural: TAIS RIBEIRO DE OLIVEIRA – 1º colegial B - Diretor de Saúde e Meio Ambiente: RAFAELA CORREIA GRACIANO – 2º colegial B Data da próxima eleição: 30/03/2013 66 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 XI – COLEGIADOS ESCOLARES 1) Conselho de Escola Data da última eleição: 09/02/2012 Calendário de reuniões: 09/05/2012, 08/08/2012, 10/10/2012 e 13/12/2012 Relação de componentes: Professores: Suplentes: BARBARA PANKOWSKI L. MACHADO RENATA DE FATIMA MARQUES MARIA DO CARMO BARBOSA CATÃO SIMONE FERRARIS SALES CELIA PEREIRA NOGUEIRA LUIS ANTONIO GIAJ LEVRA JORGE ROBERTO RIBEIRO LUIS ROBERTO KISS TEREZINHA DE JESUS BUENO DA LUZ Pais de alunos: Heliton de Pontes Mendes Simone Gomes Mendonça Priscila Dantas Gomes Scott Zélia de Fátima Vicencio Oliveira Dulcineia Aparecida Bueno Silvana Aparecida Alves Funcionários: Cecília de Oliveira Graça Alexandre Regina Célia Antunes de Campos Alunos: Suplentes: Silvana Teixeira dos Santos Suplentes: Silvia de Oliveira Graça Suplentes: Patrícia da Silva Veloso 1ºcol. B Samantha de Fátima Santos Martins 1ºcol. A Carlos Freitas Nogueira 3ºcol. B Leonardo de Meira 3ºcol. A Daniele Aparecida Costa Vieira 2ºcol. B Larissa Aiane da Rocha Almeida 2ºcol. A Data da próxima eleição: 09/02/2013 2) Conselho de Classe e Série/Ano Público Alvo Vice-Diretor, Professor Coordenador do ENSINO FUNDAMENTAL e MÉDIO, Professores de todas as Séries /Anos, Membros do Grêmio Estudantil e Alunos representantes de classe Calendário de reuniões: 30/04/2012, 29/06/2012, 05/10/2012, 14/12/2012 e 19/12/2012. 67 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 XII – GESTÃO ESCOLAR Quadro 15: Dimensão da Gestão Escolar Potencialidades Desafios Gestão de Resultados Educacionais - Avaliação do Projeto Pedagógico, - Uso dos resultados de desempenho escolar, - Satisfação dos alunos, pais, professores e demais profissionais da escola e - transparência e divulgação dos resultados - RENDIMENTO ESCOLAR - FREQUÊNCIA ESCOLAR Gestão Participativa - Projeto pedagógico, - Avaliação participativa, - Comunicação e informação e - Organização dos alunos - AVALIAÇÃO PARTICIPATIVA - ATUAÇÃO DOS COLEGIADOS Gestão Pedagógica - Proposta curricular contextualizada, - Monitoramento de aprendizagem, - Inclusão com equidade, planejamento da prática pedagógica - Organização do espaço e tempo escolares - PROPOSTA CURRICULAR CONTEXTUALIZADA - INOVAÇÃO PEDAGÓGICA Gestão de Pessoas - Visão compartilhada, - Desenvolvimento profissional, - Clima organizacional, - Observância de direitos e deveres, - Valorização e reconhecimento - OBSERVANCIA DE DIREITOS E DEVERES - VALORIZAÇÃO E RECONHECIMENTO Gestão de Serviços - ORGANIZAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DOS REGISTROS ECOLARES de Apoio Gestão de Manutenção do Prédio Escolar - PRESERVAÇÃO DO PATRIMONIO ESCOLAR Gestão de Recursos Financeiros - PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO - ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DA APLICAÇÃO DOS RECURSOS FINANCEIROS - CAPTAÇÃO DE RECURSOS FINANCEIROS 68 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 XIII – ESPAÇO FÍSICO DA ESCOLA Quadro 16: Espaço QT DE Condição de uso Espaço com necessidade de reforma - registrar o plano de ação (encaminhamento para a FDE, execução com verbas de manutenção, próprias da APM, outros especificar) Acessibilidade e adaptabilidade para 01 alunos, docentes e usuários da comunidade portadores de deficiência. Bom estado de uso Salas de aula 08 Ótimo estado de uso Sala de recursos audiovisuais 00 não há a sala de recursos audiovisuais Secretaria 01 Ótimo estado de uso Direção 01 Ótimo estado de uso Vice-direção 00 não há a sala de Vice-direção Coordenação 01 Ótimo estado de uso Sala do Acessa Escola 01 Ruim Laboratório de Informática 00 Não há Laboratório Falta de computadores de Informática Laboratório de Ciências da Natureza 00 Não há Laboratório de Ciências da Natureza Quadra esportiva 01 Bom estado de uso Cozinha 01 Bom estado de uso 69 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 Cantina 01 Bom estado de uso Zeladoria 00 Não há Zeladoria Corredores e acessos 02 Bom estado de uso Sanitários de alunos 02 Bom estado de uso Masc. E Fem. Sanitários administrativos 02 Ótimo estado de uso Masc. E Fem Outros (especificar) a) Potencialidades do espaço físico para promoção do processo de ensinoaprendizagem: O espaço físico é amplo, agradável e acolhedor, que proporciona aos alunos, acesso ao ensino e aprendizagem. b) Problemas no espaço físico para promoção do processo de ensino aprendizagem: A Unidade Escolar não possui sala de leitura e nem sala de projeção o que dificulta desenvolvimento de competências e habilidades. 70 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 XIV – RECURSOS FINANCEIROS Quadro 17: Periodicidade do repasse Valor da parcela (projeção 2012 com base nos recursos recebidos em 2011) Valor total anual 2012 (projeção) Repasse Estadual - Manutenção (FDE) 02 parcelas/anual (01/semestre) R$ 3.390,00 R$ 6.780,00 Repasse Estadual - Mutirão Trato na Escola 01 parcela/anual (1º semestre) R$ 7.900,00 _______ Repasse Estadual - Escola da Família 02 parcelas/anual (01/semestre) R$ 2.000,00 R$ 4.000,00 12 parcelas/anual R$ 902,40 R$ 10.828,80 02 parcelas/anual (2º semestre) 01 parcela/anual (1º semestre) 12 parcelas/anual _______ Repasse Estadual Rede de Suprimentos - GIMBA) Repasse Federal - PDDE Repasse Federal - PDDE (SIMEC) Recursos próprios: Cantina - APM A - Total de repasses confirmados em 2012 (data base 08/07/2012) B - Total de repasses previstos em 2012 (data base 31/12/2012) (atualizar a cada novo repasse recebido até 31/12) Total geral de recursos recebidos pela escola em 2012 (A + atualização B) (atualizar a cada novo repasse recebido até 31/12) 16 14 30 R$ 18.000,00 (meses:,03,04,05,06,08, 09,10,11 = R$ 400,00) (meses:,01,02,07,12 = R$ 80,00) R$ 5.453,40 R$ 18.000,00 R$ 3.520,00 R$ 38.464,40 R$ 38.464,40 R$ 18.017,80 R$ 18.017,80 R$ 56.482,20 R$ 56.482,20 Obs: A verba da DMPP - A partir deste ano corrente a SEE não enviará as UEs este recurso financeiro. A aquisição de materiais escolares e pedagógicos deve ser realizada na Rede de Suprimentos (GIMBA). 71 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 XV – SÍNTESE DE POTENCIALIDADES E DESAFIOS DA ESCOLA (itens II a XIV) 1) Potencialidades a) A Equipe de Docentes é eficiente e comprometida com a aprendizagem dos alunos; b) A Equipe Gestora desenvolve as atividades de trabalho com responsabilidade e seriedade, atendendo a demanda de necessidades da escola; c) A maioria dos alunos demonstra interesse e compromisso pelos estudos; d) A maioria dos pais dos alunos colabora e participa dos programas e projetos da escola; e) Os pais apresentam interesse pela vida escolar do filho; f) A comunidade escolar preserva e conserva os bens patrimoniais da UE; g) Acompanhamento periódico dos professores coordenadores nas salas de aula; h) Inferência dos professores coordenadores nas estratégias de trabalho dos docentes; i) Orientação constante da supervisora da escola nas atribuições da Equipe Escolar; j)Capacitação dos docentes oferecidas pelos coordenadores nas HTPCs, nos Planejamento, Replanejamentos e no dia da análise dos Saresp; k)Disponibilidade de recursos pedagógicos para os professores, funcionários e alunos; l) Disciplina dos alunos; m) Respeito mútuo entre os segmentos da escola; n) Organização de trabalho da escola; o) Cumprimento na entrega dos prazos de documentos e informações as diversas instituições; p) Cordialidade no tratamento às pessoas que frequentam e/ou visitam a escola; q) Envolvimentos dos professores e funcionários na melhoria da qualidade da educação da escola; r) Obtenção de ótimos resultados nas avaliações externas (Idesp e Ideb)e premiações em concursos; s) Comunicação permanente com os familiares dos alunos; t) Apoio a prática esportiva; u) Participação dos segmentos que compõe a UE em tomadas de decisões; v) Devida utilização dos recursos financeiros; x) Excelente aceitabilidade da inclusão dos alunos que freqüentam a Sala de Recursos; w) Disponibilidade de horário e tempo para atender a comunidade escolar; y) Implantação da Recuperação Contínua e Recuperação Intensiva; z) Processo de avaliação da UE. 2) Desafios a) Atingir as metas do Idesp e Ideb; b) Conscientizar os pais da importância do estudo e da freqüência dos alunos; c) Envolver todos os docentes na trajetória de sucesso da escola; g) Orientar os docentes no uso de estratégias didáticas inovadoras e de materiais pedagógicos diversificados; h) Realização da autoavaliação da Equipe Escolar. 72 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 XIX – PLANOS DOS CURSOS MANTIDOS PELA UNIDADE ESCOLAR A Escola Estadual “Professor Carlos Eduardo Mattarazzo Carreira” organiza-se de forma a oferecer os objetivos nos termos do Artigo 32 da LDB nº 9.394/96: - O desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo; - A compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade; - O desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores; - O fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social; - O domínio de competências e habilidades que levem à consciência da cidadania e facilitem a melhor inserção do educando no ambiente social b) Currículo: desenvolvimento do Currículo Oficial do Estado de São Paulo. A implantação do Currículo Básico para as escolas da rede estadual, nos níveis de Ensino Fundamental (Ciclo II) e Ensino Médio, teve por objetivo apoiar o trabalho realizado nas escolas estaduais e contribuir para a melhoria da qualidade das aprendizagens dos alunos, além de garantir a todos uma base comum de conhecimentos e de competências para que nossas escolas funcionem de fato como uma rede. Com esse objetivo, implantou um processo de elaboração dos subsídios indicados a seguir. Este documento apresenta os princípios orientadores do currículo para uma escola capaz de promover as competências indispensáveis ao enfrentamento dos desafios sociais, culturais e profissionais do mundo contemporâneo. Contempla algumas das principais características da sociedade do conhecimento e das pressões que a contemporaneidade exerce sobre os jovens cidadãos, propondo princípios orientadores para a prática educativa, a fim de que as escolas possam preparar seus alunos para esse novo tempo. Ao priorizar a competência de leitura e escrita, o Currículo define a escola como espaço de cultura e de articulação de competências e de conteúdos disciplinares. Além desse documento básico curricular, há um segundo conjunto de documentos, com orientações para a gestão do Currículo na escola. Intitulado Caderno do Gestor, dirige-se especialmente às unidades escolares e aos professores coordenadores, diretores, professores coordenadores das oficinas pedagógicas e supervisores. Esse material não trata da gestão curricular em geral. O ponto mais importante é garantir que a Proposta Pedagógica, que organiza o trabalho nas condições singulares de cada escola, seja um recurso efetivo e dinâmico para assegurar aos alunos a aprendizagem dos conteúdos e a constituição das competências previstas no Currículo. Espera-se também que a aprendizagem resulte da coordenação de ações entre as disciplinas, do estímulo à vida cultural da escola e do fortalecimento de suas relações com a comunidade. 73 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 Para isso, os documentos reforçam e sugerem orientações e estratégias para a formação continuada dos professores. O Currículo se completa com um conjunto de documentos dirigidos especialmente aos professores e aos alunos: os Cadernos do Professor e do Aluno, organizados por disciplina/ série (ano)/bimestre. Neles, são apresentadas Situações de Aprendizagem para orientar o trabalho do professor no ensino dos conteúdos disciplinares específicos e a aprendizagem dos alunos. Esses conteúdos, habilidades e competências são organizados por série/ano e acompanhados de orientações para a gestão da aprendizagem em sala de aula e para a avaliação e a recuperação. Oferecem também sugestões de métodos e estratégias de trabalho para as aulas, experimentações, projetos coletivos, atividades extraclasse e estudos interdisciplinares. O Currículo da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo tem como princípios centrais: a escola que aprende; o currículo como espaço de cultura; as competências como eixo de aprendizagem; a prioridade da competência de leitura e de escrita; a articulação das competências para aprender; e a contextualização no mundo do trabalho. O Currículo inseriu etapas curriculares, a tríade sobre a qual competências e habilidades são desenvolvidas e pode ser assim caracterizada: - o adolescente e as características de suas ações e pensamentos; - o professor, suas características pessoais e profissionais e a qualidade de suas mediações; - os conteúdos das disciplinas e as metodologias para seu ensino e aprendizagem. c) Carga horária: Ensino Fundamental Ciclo II (5ª a 8ª Série) – 1.200 Aula/Ano Ensino Médio ( 1º a 3º Col.) - 1.200 Aula/Ano No Ensino Fundamental Regular Diurno, carga horária mínima de 1200 (um mil e duzentas) horas anuais ministradas em, no mínimo, 200 (duzentos) dias de efetivo trabalho escolar. No Ensino Médio Regular Diurno, carga horária mínima de 1200 (um mil e duzentas horas) horas anuais ministradas em, no mínimo, 200 (duzentos) dias de efetivo trabalho escolar. Consideram-se de efetivo trabalho escolar os dias em que forem desenvolvidas atividades regulares de aula ou outras programações didático-pedagógicas, planejadas pela escola desde que contem com a presença de professores e a freqüência controlada dos alunos. Para cumprimento da carga horária prevista em lei, o tempo de intervalo entre uma aula e outra, assim como o destinado ao recreio, serão considerados como atividades escolares e computados na carga horária diária da classe ou, proporcionalmente, na duração da aula de cada disciplina. 74 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 d) Projetos/ Programa da Secretaria De Estado da Educação nos quais a Escola esta inserida: 1- PROJETO APRENDENDO A SER E A CONVIVER JUSTIFICATIVA: Tendo em vista que no decorrer do período letivo ocorrem faltas de professores no trabalho e a escola sendo obrigada a operacionalizar a falta dos mesmos, esta aciona o professor eventual, para assim poder suprir as metas a serem atingidas na escola. Este projeto foi elaborado para que os professores eventuais pudessem assim trabalhar temas transversais com os alunos. OBJETIVO GERAL: O objetivo geral deste projeto é mostrar uma visão positiva da vida em sociedade, bem como, uma visão positiva do futuro, transformando assim sonhos em realidades. Neste projeto serão utilizados temas transversais, para uma melhor formação do educando no processo de aprendizagem e convívio social, bem como o autoconhecimento da realidade que o cerca. PÚBLICO ALVO: Este projeto será trabalhado com alunos do 1º e 2º grau e professores eventuais. TEMAS A SEREM TRABALHADOS: No decorrer do ano letivo serão trabalhados os seguintes temas transversais: Identidade de cada cidadão Integração em sociedade A comunicação e suas diversas formas A convivência em grupo A cidadania Projeto de vida. ESTRATÉGIAS: Será trabalhada através de aulas expositivas, apresentação de filmes e elaboração de cartazes, redações, tabulações de dados, mapeamentos de setores do bairro e etc. Todas as aulas terão as seguintes operacionalidades: Técnicas didáticas Fontes de pesquisas Objetivos a serem atingidos Material utilizado Ao término de cada Tema abordado será feita uma avaliação conjunta entre o Professor Coordenador do Projeto, professores eventuais, coordenadores e direção da escola. RECURSOS: Espaço de sala de aula, retroprojetor com DVD, papel sulfite, materiais para elaboração de cartazes, quadra esportiva, quando esta estiver disponível para seu uso. CRONOGRAMA: Este será utilizado no decorrer do ano letivo. ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO: Como o trabalho com seres humanos jamais caminha numa linha reta, cabe ao Coordenador do Projeto, Professor Marcos Antonio Rolim Castanho, um acompanhamento contínuo e sistemático do projeto, não só para compreendê-lo, como para não se distanciar dos objetivos propostos. Cabe ao mesmo fazer uma reflexão do processo contínuo na educação. 75 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 INSTRUMENTAL TÉCNICO DE ORIENTAÇÃO: Programa Prevenção Também Se Ensina, Programa Comunidade Presente, FUNDAÇÃO ODEBRECHT, Livro Aprendendo a Ser e a Conviver de Margarida Serrão e Maria Clarice Baleeiro 2) Reciclagem de pilhas e baterias: uma questão que pode e deve ser resolvida. Alunos da EE PROF: CARLOS EDUARDO M. CARREIRA Objetivo geral: Desenvolver uma campanha de conscientização dos alunos e da comunidade para o descarte de pilhas e baterias ecologicamente correta. Objetivos específicos: Criar um posto de coleta de pilhas e baterias na escola. Elaborar painéis informativos do tema em questão na escola Elaborar panfletos para distribuição na comunidade Distribuir os panfletos e informar as pessoas sobre o problema e a solução Fazer com que a escola e família saibam onde e como devem descartar suas pilhas e baterias corretamente. Justificativa: Apesar da aparência inocente e pequeno porte, as pilhas e baterias de celular são hoje um problema ambiental. Classificadas como resíduos perigosos e compostas de metais pesados altamente tóxicos e não-biodegradáveis, como cádmio, chumbo e mercúrio, depois de utilizadas, a maioria é jogada em lixos comuns e vai para aterros sanitários ou lixões a céu aberto. A forma como são eliminados e o consequente vazamento de seus componentes tóxicos contamina o solo, os cursos d’água e o lençol freático, atingindo a flora e a fauna das regiões circunvizinhas. Através da cadeia alimentar, essas substâncias chegam, de forma acumulada, aos seres humanos. Durante muitos anos, devido ao pouco uso de aparelhos eletrônicos, não havia preocupação com a reciclagem de pilhas e baterias. Mas com o passar do tempo e o avanço da tecnologia, esses materiais tornaram-se artigos relevantes no dia a dia e de fácil acesso, e seu descarte começou a preocupar pesquisadores, ambientalistas e autoridades. Em função disso, o Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) elaborou uma resolução (n° 257/99), que disciplina o descarte e o gerenciamento adequado de pilhas e baterias usadas. Consta, em seu artigo primeiro: “As pilhas e baterias que contenham em suas composições chumbo, cádmio, mercúrio e seus compostos, necessário ao funcionamento de quaisquer tipos de aparelhos,..., após seu esgotamento energético, serão entregues pelos usuários aos estabelecimentos que as comercializam ou à rede de assistência técnica autorizada pelas respectivas indústrias, para repasse aos fabricantes ou importadores, para que estes adotem diretamente, ou por meio de terceiros, os procedimentos de reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final ambientalmente adequado”. A resolução entrou em vigor em 22 de julho de 2000, e passou a responsabilizar fabricantes, importadores e comerciantes de pilhas e baterias pela coleta destes produtos no fim de sua vida útil. Além disso, a resolução classifica os tipos de pilhas e baterias e estabelece o limite da quantidade de mercúrio, chumbo e cádmio que as pilhas comuns podem possuir (Art. 6º). 76 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 O problema das pilhas é mais grave comparado ao das baterias de celular, que possuem maior durabilidade, e não são descartadas com tanta facilidade e rapidez pelos consumidores como é o caso das pilhas, que possuem menor tempo de uso e são jogadas em qualquer lugar. Os metais pesados contidos nas pilhas e baterias, quando absorvidos, são de difícil eliminação pelo organismo, podendo causar diversos efeitos nocivos ao ser humano, tais como: alergias de pele e respiratórias; náuseas e vômitos; diarréias; diminuição do apetite e do peso; dores de estômago e gosto metálico na boca; instabilidade, com distúrbio do sono; inibição das células de defesa do organismo e bronquite. Pode inclusive causar danos ao sistema nervoso, edemas pulmonares, osteoporose e alguns tipos de câncer. Atualmente existe uma mobilização mundial com o intuito de minimizar a produção de pilhas e baterias com estas substâncias. A questão é que a substituição requer investimentos e pesquisas, o que significa despesas para as empresas. Enquanto gasta-se apenas para dar solução ao destino ambientalmente adequado destes resíduos, pouco se investe em novas soluções. O ideal é evitar na origem que o lixo seja produzido. Se precisar realmente comprar pilhas e baterias, o cidadão pode separa-las e leva-las ao coletor mais próximo. Lojas da rede Pão de Açúcar e Shoppings Centers recebem estes materiais. As lojas da BCP e da Vivo também aceitam baterias de qualquer marca, dando-lhes um destino seguro. Os usuários podem também criar postos de coletas em seus ambientes de trabalho. Se um milhão de consumidores conscientes fizerem o mesmo, 12 milhões de pilhas serão desviadas dos lixões e aterros a cada ano. A reciclagem é muito importante porque colabora com a vida útil dos aterros, deixa de poluir os rios, córregos e o solo. A população deve não apenas exigir das empresas e órgãos responsáveis que tomem atitudes conservacionistas e que alertem a população sobre o perigo desse tipo de lixo, mas deve também rever e mudar a própria maneira de compreender e se relacionar com o meio ambiente. Metodologia: Em sala de aula com base em textos e artigos científicos sobre o assunto, os alunos em um processo de sensibilização, poderão perceber a importância e a necessidade de montar um recipiente apropriado para a coleta de pilhas e baterias. Feito isto, painéis informativos, utilizando diferentes matérias, poderão ser elaborados em grupos para a divulgação na própria escola. Para divulgar a campanha, folhetos informativos, devem ser criados. Uma seleção, será feita do panfleto que melhor atender os objetivos do projeto e receberá uma criação gráfica em quantidade (300 unidades atendendo a demanda do bairro), como também, um painel, para a escola, local este, servindo como POSTO DE COLETA. A distribuição dos panfletos será feita pelos próprios alunos da escola. 3)DESENVOLVENDO LEITORES CRITICOS ( Projeto Descentralizado) JUSTIFICATIVA Baseado no baixo resultado do IDESP, trabalharemos com a formação de leitores literários, tendo como eixo central a leitura e a produção de textos, diminuindo a taxa de evasão, auxiliando no reforço dos alunos. 77 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 OBJETIVOS Espera-se que os alunos: - aprendam a gostar e valorizar a literatura - leitura por fruição.; - desenvolvam o hábito de ler; - atribuam os sentidos adequados em textos mais complexos; - posicionem-se criticamente de acordo com as obras; - valorizem e compreendam a importância cultural da literatura; - melhorem a relação escolar e pessoal em benefício do meio em que vive. METAS -Atingir 100% dos alunos do E.F II proporcionando o conhecimento e gosto literário antes de atingir o E.M -diminuir índices de retenção, no E.F. II; PROCEDIMENTOS - disparador: apresentação de filme sobre biografia dos autores(quando disponível), ou apresentação biográfica escrita, para o conhecimento e compreensão do estilo e objetivos do autor; - reescrita da biografia, de acordo com as anotações que realizarem durante a exibição da mesma; -apresentação de filmes para aquisição de conhecimentos; - confecção de ficha do filme conforme o projeto: “ CINEMA VAI A ESCOLA”, que trabalha: direção, cenografia,objetivos,compreensão da obra; - leitura individual da obra; -discussão dos capítulos - ficha de leitura do livro individual, onde se explora desde a capa, autor, ilustrador, editora,edição, personagens,enredo, desfecho, e opinião do leitor; - prospecção da obra ( exploração de aspectos gráficos e visuais), - pesquisa de hábitos, resgate de lembraças e levantamento de conhecimentos prévios familiares; - filmagens e fotografias dos alunos que trarão objetos antigos e contarão suas histórias resgatando as lembranças e valorizando a memória dos avós; - semana cultural ( teatro, música, instalação artística, etc), após a leitura, debate,pesquisa,etc em sala de aula, realizaremos uma semana cultural com apresentações musicais, exposição de atividades, dos livros e autores, apresentação das fotos e filmagens, e confecção artística da instalação para a escola e a comunidade. 4 - Brincando com a Física ( Projeto Descentralizado) JUSTIFICATIVA A Escola Estadual “Professor Carlos Eduardo Mattarazzo Carreira” é uma entidade educacional sem fins lucrativos, criada pelo Decreto Estadual número 48.492, de 17 de abril de 2004 e é mantida pelo Poder Público Estadual e administrada pela Secretaria de Estado da Educação. A escola possui alunos com média de 12 à 18 anos de idade, num total de 660 alunos matriculados, sendo 579 freqüentes e 43 transferidos. O perfil sócio-econômico é bem diversificado, boa parte dos alunos depende de programas governamentais como bolsa escola e bolsa família. 78 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 Vivemos num mundo conturbado, onde a família, eixo central da sociedade, perde sua identidade, pais desempregados, baixo poder aquisitivo e famílias desestruturadas, dificuldades de acesso a espaços culturais, afetam nossa comunidade escolar, estas características tem relação direta com a taxa de evasão apontada pelas avaliações internas e externas como IDESP, IDEB e SARESP. Este projeto busca associar as aprendizagens de física através de situações do cotidiano, na compreensão dos fenômenos naturais formalizando atividades experimentais desenvolvidas de várias maneiras e consolidando espaço para iniciativas, atitudes e decisões, tornando-os assim cidadãos aptos para enfrentar o mercado de trabalho cada vez mais globalizado e competitivo. OBJETIVOS Contribuir para um trabalho de formação de atitudes; - Estimular o desenvolvimento de estratégias e ações; - Descobrir e compreender capacidades e limites; - Desenvolver a criatividade e percepção; - Desenvolver a capacidade analítica e avaliativa; - Reconhecer outras formas de leitura e interpretação; - Ampliar horizontes e perspectivas; - Utilizar as novas tecnologias como ferramenta de comunicação; - Formar educandos multiplicadores do conhecimento; - Estimular a produção de feira de física na U.E; - Desenvolver temas de sustentabilidade, meio ambiente, tecnologia, entre outros; - Associar as aprendizagens das aulas de física em situações do cotidiano; - Trabalho interdisciplinar; - Realizar experimentos simples e complexos para explicar fenômenos; - Estimular o planejamento das ações e a leitura de regras. - Possibilitar a construção de uma atitude positiva perante os erros. - Favorecer a criatividade na elaboração de estratégias de resolução de problemas e situações. -Estimular a cooperação; - Motivar o aluno a continuidade de estudos; - Incentivar a pesquisa como meio de informação e conhecimento; - Contextualizar os conteúdos do currículo do estado de São Paulo; -Formular questões, diagnosticar e propor soluções para problemas reais a partir de elementos das Ciências Naturais, colocando em prática conceitos, procedimentos e atitudes desenvolvidos no aprendizado escolar; - Compreender a natureza como um todo dinâmico, sendo o ser humano parte integrante e agente de transformações do mundo em que vive; -Saber utilizar conceitos científicos básicos, associados a energia, matéria, transformação, espaço, tempo, sistema, equilíbrio e vida; -Valorizar o trabalho em grupo, ação crítica e cooperativa para a construção coletiva do conhecimento. METAS: - Atingir 100% dos alunos do 2º e 3º ano do Ensino Médio; - Reduzir a evasão escolar em 100%; 79 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 - Aumentar em 80% a participação da comunidade nas ações da escola; - Melhorar 100% os índices de aprendizagens nas avaliações internas e externas; PROCEDIMENTOS: Os trabalhos serão efetuados por etapa. - Apresentação do projeto “Brincando com a Física” aos alunos; - Organização dos alunos em grupo; - Divisão dos experimentos. Os experimentos serão confeccionados parcialmente em sala de aula e os demais como tarefa de casa,por alunos da 2ª e 3ª séries do Ensino Médio, com o auxílio dos professores de Física e referências bibliográficas para auxiliá-los nas pesquisas; - Projeções de filmes e vídeos relacionados aos temas mencionados; - Exposição dos experimentos em uma Feira de Física sobre os temas (mecânica, óptica,ondas, termologia , magnetismo, eletricidade ); - Teremos a parceria do IFSP, e no dia da feira de física, professores e alunos trarão seus experimentos para apresentar e incentivar nossos alunos, o trabalho desenvolvido desta maneira permitirá que os alunos deixem de ser meros expectadores e tornem- se agentes construtores de suas aprendizagens. - Para finalizar este projeto os alunos visitarão o planetário de Tatuí e a Estação Ciências da USP (Universidade de São Paulo) com o intuito de ampliar seus conhecimentos. 5)PLANO DE AÇÃO/2012 (Professor Mediador) Problema: 1 - Ao final de todo ano letivo, diversos alunos são aprovados pelo conselho escolar e outros ficam retidos. Geralmente, as razões para que isso ocorra são de ordem disciplinar, de saúde, defasagem de aprendizagem, faltas excessivas, etc. No ano seguinte esses alunos e seus pais não recebem orientações de forma pontual sobre o problema que os afeta. Enfim, não há um trabalho especifico para pelo menos minimizar o que ano a ano se repete, ruim tanto para a escola e quanto para o aluno. 2 - Alunos em situação de inclusão em sala regular geram desafios para todos: professores, alunos e funcionários. Temos poucas informações (talvez desencontradas), pouco apoio especializado, etc. 3 - O bullyng no ambiente escolar. Será dada continuidade no trabalho realizado em 2011, qual seja, o de conscientização de pais e alunos através de cartazes, textos e conversas sobre Bullyng. Tanto de modo preventivo como a partir de fatos ocorridos no cotidiano escolar. 4 – Gravidez na adolescência. Justificativa: O escrito acima evidencia claras situações de vulnerabilidade e fatores de risco à vida escolar. A intervenção é necessária e se justifica pela necessidade de enfrentamento de problemas que nos afligem no cotidiano. As conseqüências são refletidas na sala de aula, em todo o ambiente escolar. A escola como espaço democrático, criador de cidadania não deve abrir mão de ser um lugar de promoção da educação crítica, de diálogo, de acolhimento e respeito às diferenças. 80 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 Público alvo: Comunidade escolar. Objetivo geral: Garantia dos princípios básicos da democracia: cidadania, dignidade, Igualdade de direitos, participação e responsabilidade pela vida social. Mostrar que a tolerância e o respeito pelas diferenças são fundamentais na sociedade. Buscar relações éticas, com mais justiça na convivência entre as pessoas. Objetivos específicos: Minimizar os números de alunos aprovados pelo conselho e o número de retidos; ajudar na realização da inclusão escolar como manda a lei; mostrar que o bullyng é uma realidade da qual não dá para fugir, nem fingir que não acontece. Prevenção e encaminhamentos das meninas que já estão grávidas para a rede social local. Indicadores de progresso: problema 1: mudança na postura dos alunos na escola, maior acompanhamento dos pais; problema 2: Mais informações sobre cada aluno, realização de encaminhamentos de modo mais eficaz; problema 3: diminuição do bullyng na escola. Problema 4 – diminuição do índice de gravidez na escola e um melhor acompanhamento de nossas alunas já grávidas. Indicadores de resultado: Melhoria no ambiente escolar. Mais participação do jovem e da sua família na vida escolar. Inclusão escolar com mais qualidade. Melhoria no rendimento escolar. Riscos e Dificuldades: Para analisar os riscos e dificuldades vamos manter a idéia de AÇÃO-REFLEXÃO-AÇÃO, ou seja, durante o processo vamos ver e rever o desenvolvimento do ações. Avaliação Final: A avaliação levará em conta os resultados, pensando na melhoria do ensino e aprendizagem XX – PLANOS DE ENSINO Adequados a aplicação e ao desenvolvimento do Currículo do Estado de São Paulo, serão elaborados pelos professores e entregues para arquivo junto à coordenação pedagógica até 30/03/2012. 81 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 XXI – SISTEMA ORGANIZACIONAL (PLANO DE TRABALHO) I) Gestão Pedagógica a) Metas: 1. Atualização da Proposta Pedagógica 2. Monitoramento da aprendizagem dos alunos 3. Inovação Pedagógica 4. Inclusão com equidade 5. Planejamento da prática pedagógica 6. Organização do tempo e espaço escolar b) Ações: 1. Atualizar a Proposta Pedagógica periodicamente 2. Analisar os resultados de aprendizagem (avanços alcançados e dificuldades enfrentadas pelos alunos) 3. Desenvolver práticas pedagógicas inovadoras para atender as diferentes necessidades e ritmos de aprendizagem dos alunos 4. Realizar práticas pedagógicas inclusivas que traduzam o respeito e ao atendimento equitativo a todos os alunos 5. Planejar as aulas de forma sistemática, coletiva e cooperativa 6. Organizar os ambientes, horários de aula e atividades extra-classe c) Período de Consecução: 1. Semestre 2. Semanal 3. Semanal 4. Diário 5. Semanal 6. Semanal d) Responsáveis: 1. Equipe Gestora 2. Equipe Gestora, Docentes, Supervisor de Ensino e Pais 3. Equipe Gestora, Docentes, Supervisor de Ensino e PCNP 4. Equipe Escolar 5. Equipe Gestora e Docentes 6. Equipe Gestora, Docentes, Funcionários e Alunos e) Formas de Acompanhamento e de Avaliação: - Acompanhamento: ATPC, Planejamento, Replanejamento, Visita em sala de aula, Conselho de Classe/Série/Ano, Reunião de Pais - Avaliação: Registro das ações descritas, Registro das fases de execução das ações, Análise do resultado final da implementação das ações e Retomada das ações que não atingiram o resultado desejado ou esperado II) Gestão de Resultados Educacionais: 82 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 a) Metas: 1. Avaliação e melhoria contínua do Projeto Pedagógico da escola 2. Análise e utilização dos resultados alcançados 3. Análise da freqüência escolar 4. Uso dos resultados e desempenho escolar 5. Identificação dos níveis de satisfação da comunidade escolar 6. Transparência e divulgação dos resultados b) Ações: 1. Realizar, periodicamente, práticas de avaliação e socialização dos objetivos e metas alcançados pelo Projeto Pedagógico 2. Realizar registros, análises e socialização das taxas de aprovação, reprovação e abandono, identificando necessidades e implementar ações de melhoria 3. Realizar acompanhamento e controle da freqüência dos alunos e adotar medidas para assegurar a sua permanência 4. Analisar os resultados de desempenho (IDESP, IDEB e da Unidade Escolar) de forma comparativa, para identificar as necessidades e metas de melhoria 5. Levantar e analisar de forma sistemática, índices de satisfação dos alunos, pais, professores e demais profissionais da escola, em relação à gestão, às práticas pedagógicas e aos resultados de aprendizagem 6. Divulgar, periodicamente, aos pais e a comunidade, os resultados de aprendizagem dos alunos e as ações educacionais implementadas para a melhoria do ensino c) Período de Consecução: 1. Bimestre 2. Bimestre 3. Semanal 4. Bimestre 5. Bimestre 6. Bimestre d) Responsáveis: 1. Equipe Gestora, Docentes e Supervisor de Ensino 2. Equipe Gestora, Docentes, Supervisor de Ensino, Alunos e Pais 3. Equipe Gestora, Docentes, Supervisor de Ensino, Conselho de Escola e Funcionários 4. Equipe Escolar, Supervisor de Ensino, PCNP e Conselho de Escola 5. Equipe Gestora, Docentes, Supervisor de Ensino e Conselho de Escola 6. Equipe Gestora, Docentes, Funcionários e Alunos e) Formas de Acompanhamento e de Avaliação: - Acompanhamento: ATPC, Planejamento, Replanejamento, Visita em sala de aula, Conselho de Classe/Série/Ano, Reunião de Pais e Conselho de escola, Dia da análise do “SARESP” - Avaliação: Registro das ações descritas, Registro das fases de execução das ações, Análise do resultado final da implementação das ações e Retomada das ações que não atingiram o resultado desejado ou esperado 83 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 III) Gestão Participativa: a) Metas: 1. Formulação ou validação do Projeto Pedagógico 2. Acompanhar e avaliar a avaliação participativa 3. Atuação dos colegiados efetiva 4. Integração escola-sociedade 5. Comunicação e informação dos planos de ação 6. Organização dos alunos para a prática em ações conjuntas e à formação para a cidadania b) Ações: 1. Formular ou validar, anualmente, com a participação de todos os segmentos da comunidade escolar e expressar a missão, os valores, os objetivos, as metas e estratégias propostas como marco orientador da educação oferecida pela escola 2. Acompanhar e avaliar os planos de ação e as práticas pedagógicas de forma participativa e sistemática e envolver representantes dos pais, alunos, professores e da comunidade, de modo a orientar propostas de melhoria 3. Desenvolver um trabalho entre os organismos colegiados de comprometimento, iniciativa e efetiva colaboração na construção, no desenvolvimento e na avaliação do Projeto Político Pedagógico da escola 4. Realizar articulações e parcerias com as famílias, com os demais serviços públicos (saúde, infra-estrutura, trabalho, justiça, assistência social, cultura, esporte e lazer), associações locais, empresas e profissionais, visando à melhoria da gestão escolar, ao enriquecimento do currículo e à aprendizagem dos alunos 5. Utilizar canais dinâmicos de comunicação com a comunidade escolar a respeito dos planos de ação e realizações da escola, com vistas a prestar constas e dar transparência à gestão escolar 6. Organizar os alunos para praticar ações conjuntas, sólidas, cooperativas e comunitárias, visando ao desenvolvimento de suas potencialidades e à formação para a cidadania c) Período de Consecução: 1. Anual 2. Bimestre 3. Semestral 4. Bimestre 5. Bimestre 6. Diário d) Responsáveis: 1. Equipe Gestora 2. Equipe Gestora 3. Equipe Gestora 4. Equipe Escolar, Docentes e Conselho de Escola 5. Equipe Gestora, 6. Equipe Gestora, Docentes, Funcionários e Grêmio Estudantil e) Formas de Acompanhamento e de Avaliação: 84 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 - Acompanhamento: ATPC, Planejamento, Replanejamento, Visita em sala de aula, Conselho de Classe/Série/Ano, Reunião de Pais e Conselho de Escola - Avaliação: Registro das ações descritas, Registro das fases de execução das ações, Análise do resultado final da implementação das ações e Retomada das ações que não atingiram o resultado desejado ou esperado IV) Gestão de Pessoas a) Metas: 1. Prática da visão compartilhada da concepção educacional 2. Desenvolvimento profissional de formação contínua 3. Desenvolvimento de clima organizacional de trabalho em equipe e liderança 4. Avaliação do desempenho dos professores e demais funcionários 5. Observância dos direitos e deveres de professores, demais profissionais, pais e alunos 6. Valorização e reconhecimento do trabalho e esforço dos professores e demais profissionais da escola b) Ações: 1. Promover, regularmente, a integração entre os profissionais da escola, pais e alunos, visando a uma concepção educacional comum e à unidade de propósitos e ações 2. Promover, por iniciativa da escola, ações de formação continuada com base na identificação de necessidades dos docentes e demais profissionais em relação aos conhecimentos, habilidades e atitudes requeridos para a implementação do projeto pedagógico 3. Promover dinâmicas e ações para desenvolver equipes e lideranças, elevar a motivação e a auto-estima dos profissionais e mediar conflitos, em um clima de compromisso ético, cooperativo e solidário 4. Adotar, por iniciativa da escola, práticas avaliativas do desempenho de professores e demais profissionais, ao longo do ano letivo, para promover a melhoria contínua desse desempenho, no cumprimento de objetivos e metas educacionais 5. Desenvolver práticas de conhecimento e observância da legislação educacional, do regimento da escola e demais normas legais que orientam os direitos e deveres de professores, demais profissionais, pais e alunos 6. Promover práticas de valorização e reconhecimento do trabalho e esforço dos professores e demais profissionais da escola no sentido de reforçar ações voltadas para a melhoria da qualidade do ensino c) Período de Consecução: 1. Bimestre 2. Semanal 3. Semanal 4. Bimestre 5. Bimestre 6. Semanal d) Responsáveis: 1. Equipe Gestora 2. Equipe Gestora 3. Equipe Gestora e Supervisor de Ensino 85 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 4. Equipe Escolar, Supervisor de Ensino e Conselho de Escola 5. Equipe Gestora e Supervisor de Ensino 6. Equipe Gestora, Supervisor de Ensino e Conselho de Escola e) Formas de Acompanhamento e de Avaliação: - Acompanhamento: ATPC, Planejamento, Replanejamento, Visita em sala de aula, Conselho de Classe/Série/Ano, Reunião de Pais e Conselho de Escola - Avaliação: Registro das ações descritas, Registro das fases de execução das ações, Análise do resultado final da implementação das ações e Retomada das ações que não atingiram o resultado desejado ou esperado V) Gestão de Serviços e Recursos a) Metas: 1. Organização e atualização de documentos e registros escolares 2. Utilização das instalações escolares 3. Preservação do patrimônio 4. Interação escola/comunidade 5. Captação de recursos financeiros 6. Gestão de recursos financeiros b) Ações: 1. Realizar práticas de organização, atualização da documentação, escrituração, registros dos alunos, diários de classe, estatísticas, legislação e outros, para um atendimento ágil à comunidade escolar e ao sistema de ensino 2. Usar de forma apropriada as instalações, os equipamentos e os materiais pedagógicos, incluindo os recursos tecnológicos, para a implementação do projeto pedagógico da escola 3. Promover ações que assegurem a conservação, higiene, limpeza, manutenção e preservação do patrimônio escolar, instalações, equipamentos e materiais pedagógicos 4. Disponibilizar o espaço da escola, nos finais de semana e período de férias, para a realização de atividades que congreguem a comunidade local, de modo a garantir a maximização de seu uso e a socialização de seus bens 5. Buscar formas alternativas para criar e obter recursos, espaços e materiais complementares para a melhoria da realização do projeto pedagógico da escola 6. Realizar as ações de planejamento participativo, acompanhamento e avaliação da aplicação dos recursos financeiros da escola, levando em conta as necessidades do projeto pedagógico, os princípios da gestão pública e a prestação de contas à comunidade c) Período de Consecução: 1. Diário 2. Diário 3. Diário 4. Semanal 5. Bimestre 6. Semestre d) Responsáveis: 1. Equipe Gestora e Funcionários 86 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 2. Equipe Gestora, Funcionários, Docentes, Alunos e Comunidade Escolar 3. Equipe Gestora, Funcionários, Docentes, Alunos e Comunidade Escolar 4. Equipe Escolar e Conselho de Escola 5. Equipe Gestora, Docentes, Conselho de Escola, APM e Grêmio Estudantil 6. Equipe Gestora, APM e Conselho de Escola e) Formas de Acompanhamento e de Avaliação: - Acompanhamento: ATPC, Planejamento, Replanejamento, Visita em sala de aula, Conselho de Classe/Série/Ano, Reunião de Pais e Conselho de Escola - Avaliação: Registro das ações descritas, Registro das fases de execução das ações, Análise do resultado final da implementação das ações e Retomada das ações que não atingiram o resultado desejado ou esperado Direção e Vice-direção O Núcleo de Direção da Escola Estadual “Professor Carlos Eduardo Mattarazzo Carreira” é o centro executivo do planejamento, organização, coordenação, avaliação e integração de todas as atividades desenvolvidas no âmbito da unidade escolar. Cabe ainda à Direção da Escola subsidiar os profissionais da escola, em especial os representantes dos diferentes colegiados, no tocante às normas vigentes e representar aos órgãos superiores da Secretaria de Estado da Educação do Estado de São Paulo, sempre que houver decisão em desacordo com a legislação. Objetivos: - preparar o indivíduo para o exercício da cidadania; - contribuir para a melhoria dos processos de ensino e aprendizagem dos docentes e dos alunos. Metas: - aprendizagem e disciplinas dos alunos; - trabalhar para que professores e funcionários cumpram com seus compromissos e deveres escolares. Estratégias: - incentivar a construção coletiva do Projeto Político Pedagógico da escola; - apoiar a formação que privilegie o aprender do grupo. Ações: - participação dos processos avaliativos da Secretaria de estado da educação e do ministério da Educação; - promover a reflexão sobre a prática pedagógica e a organização do dia do trabalho coletivo. Resultados esperados: - atingir as metas propostas pela SEE e MEC; - integrar todos os segmentos que compõe a escola para a melhoria da qualidade de ensino. Avaliação: - análise constante do rendimento escolar através das reuniões periódicas (ATPC, Conselho Escolar e de Classe/Ano, Planejamento); - conclusão das metas internas e externas da equipe escolar. 87 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 Secretaria da Escola A organização técnico-administrativa adotará modelo de organização que visa preservar a flexibilidade necessária para o seu bom funcionamento e estar adequado às especificidades da escola, envolvendo a participação de toda comunidade escolar nas tomadas de decisão, no acompanhamento e avaliação do processo educacional. Objetivos: - organizar e manter atualizado os prontuários dos alunos; - registrar, preparar, expedir r controlar documentos relativos à freqüência do pessoal docente e dos demais servidores da escola. Metas: - cumprir normas legais, regulamentos, decisões e prazos estabelecidos para a execução dos trabalhos administrativos; - manter organizados e atualizados os arquivos. Estratégias: - adotar medidas que visem à racionalização das atividades administrativas; - executar plano e agenda de trabalho diário. Ações: - expedir comunicados à equipe escolar para atualização dos registros e/ou documentos pessoais; - elaborar e assinar relatórios sobre o desempenho de suas atribuições. Resultados esperados: - cumprir com o fluxo de trabalho diário; - tornar o ambiente de trabalho organizado e harmônico. Avaliação: - controle do fluxo de trabalho e sua qualidade; - qualidade de atendimento ao público e aos demais colegiados da escola. III) Professor Coordenador: Objetivos: - visar o fortalecimento da equipe docente para a garantia da aprendizagem do aluno; - contribuir com a formação contínua dos docentes. Metas: - apoiar as práticas pedagógicas participativas; - acompanhar e orientar o trabalho desenvolvido pelos docentes. Estratégias: - utilizar de recursos pedagógicos e tecnológicos para dinamizar as atividades de formação continuada; - acompanhar o trabalho docente em sala de aula. Ações: - capacitar os docentes nos momentos destinados para essa ação (ATPC, Planejamento e Conselho de Classe/Ano); - monitorar os resultados da aprendizagem dos alunos. Resultados esperados: - redução do déficit de aprendizagem dos alunos; - melhoria da prática docente. 88 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 Avaliação: - avaliação constante do andamento das atividades de ensino; - análise dos resultados educacionais obtidos, seja no âmbito interno e externo. Conselho de Escola O Conselho de Escola é articulado ao Núcleo de Direção, constitui-se em colegiado de natureza consultiva e deliberativa, formado por representantes de todos os segmentos da comunidade escolar. O Conselho de Escola será eleito anualmente , sendo presidido pelo Diretor da Escola, terá um total de 21 (vinte e um) componentes, fixado esse total sempre proporcionalmente ao número de classes do estabelecimento de ensino. O Conselho de Escola tomará suas decisões, respeitando os princípios e diretrizes da política educacional, da proposta pedagógica da escola e a legislação vigente. O Conselho de Escola da poderá elaborar seu próprio estatuto e delegar atribuições a comissões e subcomissões, com a finalidade de dinamizar sua atuação e facilitar a sua organização. A composição e atribuições do Conselho de Escola estão definidas em legislação específica. Objetivos: - atendimento das necessidades comuns de melhoria da aprendizagem e do desempenho da escola; - estimular na comunidade escolar o processo de formação nos eixos pedagógico, financeiro, relacional e administrativo, visando uma educação de qualidade. Metas: - tomar decisões respeitando os princípios e diretrizes da política educacional, da proposta pedagógica da escola e da legislação vigente; - elaborar a programação e o plano de aplicação dos recursos financeiros recebidos pela escola. Estratégias: - articular instrumentos de democratização das relações da gestão da escola em comunhão com os demais colegiados da escola; - apoiar as ações de capacitação dos membros do Conselho de Escola. Ações: - discutir e participar da elaboração do Regimento Escolar e da Proposta Pedagógica; - constituir comissões especiais para estudar assuntos relacionados aos aspectos administrativos, pedagógicos e financeiros da escola. Resultados esperados: - participação no processo das avaliações internas e externas e na análise de seus resultados; - garantia da participação dos membros da comunidade escolar na vida escolar. Avaliação: - acompanhamento nas ações da escola (pedagógico, administrativo, financeiro e relacional); - otimização do funcionamento das ações deliberativas e fiscalizadoras do conselho. 89 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 Conselhos de Classe Os Conselhos de Classe de Escola da Escola Estadual “Professor Carlos Eduardo Mattarazzo Carreira”, enquanto colegiados responsáveis pelo processo coletivo de acompanhamento e avaliação do ensino e da aprendizagem. A Escola contará com um corpo de Professores-Conselheiros de Turmas, eleitos entre pares, para auxiliar na gestão democrática e no exercício do Artigo 13, Incisos I., III., IV. e VI. do Caput, da LDB 9394/96, sendo, pois, indispensável que cada Professor Conselheiro, independente da disciplina que ministra, seja comprometido com o trabalho em Educação e sinta-se muito à vontade para participar da construção de uma longa caminhada que deve ter bons frutos e fundamentalmente deve estar atento às necessidades de todos os alunos, sem exceção. Os Conselhos de Classe (ano e série), enquanto colegiados responsáveis pelo processo coletivo de acompanhamento e avaliação do ensino e da aprendizagem serão constituídos por todos os professores da mesma classe ou série e contarão com a participação de alunos de cada classe, independentemente de sua idade. Os Conselhos de Classe enquanto colegiados responsáveis pelo processo coletivo de acompanhamento e avaliação do ensino e da aprendizagem, deverão se reunir, ordinariamente, uma vez por bimestre, ou quando convocados pelo diretor. O Regimento Escolar garante que os Conselhos de Classe e série, enquanto colegiados responsáveis pelo processo coletivo de acompanhamento e avaliação do ensino e da aprendizagem, otimizarão seus trabalhos em prol do melhor atendimento ao alunado assistido pela mencionada Unidade Escolar. Objetivos: - acompanhar e avaliar o processo de ensino e aprendizagem; - orientar o processo de gestão do ensino. Metas: - propiciar o debate sobre o processo de ensino e aprendizagem; - favorecer a integração e a sequência dos conteúdos curriculares. Estratégias: - propor situações que venham a ajudar o aluno em seu déficit de aprendizagem; - acionar projetos e propostas de intervenção para melhorar os resultados do desempenho escolar. Ações: - organizar o grupo de forma a possibilitar a interrrelação entre os docentes e os discentes; - registrar os fatos e dados ocorridos durante o Conselho, assim como os diferentes pontos de vistas e a conclusão final. Resultados esperados: - decisões coerentes sempre em direção ao Projeto Político Pedagógico da escola; - diagnosticar a escola como um todo e a classe em si. Avaliação: - comprometimento dos envolvidos na melhoria do processo de ensino e aprendizagem; - promoção de ações inovadoras para ajudar o aluno a avançar na aprendizagem. 90 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 Associação de Pais e Mestres As instituições escolares têm a função de aprimorar o processo de construção da autonomia da escola e as relações de convivência intra e extra-escolar. Cabe à Direção da Escola garantir a articulação da Associação de Pais e Mestres com o Conselho de Escola e criar condições para organização dos alunos no Grêmio Estudantil. Todos os bens da Escola e de suas instituições juridicamente constituídas serão patrimoniados e sistematicamente atualizados, e cópia de seus registros encaminhados anualmente à Diretoria de Ensino de Itapetininga, representante regional da Secretaria de Estado da Educação de são Paulo. Outras instituições e associações poderão ser criadas, desde que aprovadas pelo Conselho de Escola e explicitadas no plano de gestão. Objetivos: - colaborar no aprimoramento do processo educacional, na assistência ao escolar e na integração escola-família-comunidade; - colaborar com a Equipe Gestora para atingir os objetivos educacionais propostos. Metas: - representar as aspirações da comunidade e dos pais de alunos junto à escola; - mobilizar os recursos humanos, materiais e financeiros da comunidade, para auxiliar a escola visando a melhoria do ensino. Estratégias: - programar atividades culturais e de lazer que envolvam a participação conjunta de pais, professores e alunos; - estreitar as relações de amizade entre todos os associados e incentivar a participação comunitária na escola. Ações: - desenvolver atividades de assistência aos escolares; - contribuir na conservação e manutenção do prédio, do equipamento e das instalações. Resultados esperados: - entrosamento entre pais e professores possibilitando aos pais, informações relativas tanto aos objetivos educacionais, métodos e processos de ensino; - atender as necessidades e prioridades da Unidade Escolar. Avaliação: - fornecer maior visão das condições da escola e da vida escolar dos alunos; - avaliar a eficácia das ações dos responsáveis, pelos cargos e missões que lhes foram confiados. VII) Grêmio Escolar: O Grêmio Estudantil é o órgão máximo de representação dos estudantes da na Escola Estadual Prof. Carlos Eduardo Mattarazzo Carreira no ano de fundação do estabelecimento e com sede no mesmo Estabelecimento de Ensino. Objetivos: - participar organizadamente da vida da escola; - contribuir para a formação do aluno pela promoção da co-responsabilidade, iniciativa e criatividade. Metas: - desenvolver atividades educacionais, culturais, cívicas desportivas e sociais; 91 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 - defender os interesses coletivos da escola e da educação pública e gratuita. Estratégias: - auxiliar a administração da Unidade escolar, observando o disposto do Regimento Escolar; - articular juntamente com a Equipe Gestora ações pedagógicas a serem desenvolvidas. Ações: - participar das discussões do Projeto Político Pedagógico e do Regimento Escolar da Unidade escolar; - colaborar nas ações de planejamento e desenvolvimento da proposta escolar. Resultados esperados: - envolvimento dos discentes nas atividades propostas pelo Grêmio; - ocupar a escola com atividades diferenciadas para os alunos. Avaliação: - desempenho do Grêmio na articulação e comunicação entre os colegiados; - progresso nas ações estudantis. XXII – DIAS E ATIVIDADE DE TRABALHO PEDAGÓGICO COLETIVO (ATPC) Quadro 23 Nível de ensino Dia e horário da ATPC Ensino Fundamental Ciclo II Segunda dàs 18:30 às 20:10 e Terças dàs 18:30 às 19:10 Ensino Médio Segunda dàs 18:30 às 20:10 e Terças dàs 18:30 às 19:10 Assinatura dos Docentes e Funcionários: Docentes em 2012: Bárbara P. Lopes Machado Célia Pereira Nogueira Djanira Morais Bicudo Drirlene Prando Heloisa E. T. Hazenfratz Jorge Roberto Ribeiro Kimie Marita Cano 92 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 Luiz Antonio G. Levra Luiz Roberto Kizz Maria Aparecida Mendes Maria Ap. Calisto Maria C. B. Catão Milton Lourenço Renata de F. Marques Rita Barros Costa Rosane Malavazzi Simone F. Sales Terezinha B. Luz Thais Pandagis Lemos Tiago Rossetti Pelá Zenite Rosa Garcia Mota Funcionários TEREZA MENDES DE ANDRADE SILVIA DE OLIVEIRA GRAÇA CECÍLIA DE OLIVEIRA GRAÇA ALEXANDRE LUCIANA UENO HOLANDA 93 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 Coordenação JOSE MENDES DE ANDRADE MARISA FERNANDA RAGGIO CARON PROFESSOR MEDIADOR ROGÉRIO DE OLIVEIRA CARNEIRO Vice-Direção CHARLES ALBERTO MACHADO Vice-Direção Escola da Família Beraldo Roberto de Carvalho Sandra Regina Furian Alves RG. 6.047.204 Diretor de Escola Pela homologação Homologado Telma Elizabete de Moraes RG. 14.300.153 Supervisor de Ensino Reinaldo Luiz Vieira RG. 05694080 Dirigente Regional de Ensino 94 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015 XXIII – ANEXOS 1) Boletins completos da série histórica no IDESP (cópias) 2) Lista de alunos retidos parcialmente (somente Ensino Médio) constando a série e a classe de matrícula no ano anterior (no qual foi retido) e no presente ano (no qual deverá cursar os componentes curriculares nos quais ficou retido) e componentes curriculares objeto da retenção; a) Plano de trabalho de acompanhamento da vida escolar desses alunos pela Secretaria da Escola. 3) Lista de alunos promovidos parcialmente (somente Ensino Médio), constando a classe e a série da matrícula do ano em curso e a relação dos componentes curriculares que o aluno deverá frequentar em horário diverso ou a cumprir por meio de orientação de estudos (conforme o que determina o Regimento Escolar). a) Plano de trabalho de acompanhamento da vida escolar desses alunos pela Direção da Escola e pela Secretaria da Unidade. 4 - Quadro Escolar (Q.E. do ano letivo em curso); 5 - Quadros Curriculares por curso e série/ano homologados; 6 - Quadro de turmas de ACD homologadas; 7 - Quadro de turmas de Educação Física para as classes do período noturno autorizadas; 8 - Quadro de turmas de Ensino Religioso homologadas; 9 - Calendário Escolar do ano letivo em curso homologado e as devidas alterações; 10 - Horário Administrativo do ano em curso homologado; 11 - Horário de trabalho dos professores coordenadores da U.E; 12 - Balancetes do primeiro e do segundo semestre do ano anterior aprovados pelo Conselho Fiscal da APM. 13 - Comprovante de registro da ata de convenção da APM em Cartório. 14 - Comprovante de ocupação legal da cantina escolar (cópia do registro do contrato em Cartório). 15 - Cópia da autorização publicada em D.O. para ocupação da zeladoria. 16 - Comprovante da realização dos seguintes serviços e seus respectivos certificados: a) limpeza de todas as caixas d´água; a.1 - Data da última limpeza: a.2 - Data da próxima limpeza: b) limpeza de todos os filtros de bebedouros; b.1) Data da última limpeza: b.2) Data da próxima limpeza: c) recarga de todos os extintores de incêndio da U.E; c.1) Data da última recarga: c.2) Data da próxima recarga d) dedetização e desratização de toda a unidade escolar. d.1) Data do último serviço: d.2) Data do próximo serviço: e) limpeza de todos os filtros de aparelhos de ar-condicionado: e.1) Data da última limpeza: e.2) Data da próxima limpeza: 95