GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE ITAPETININGA
ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO
CARREIRA”
Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015
I - IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR
Nome: E. E. PROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” – 2012
Endereço: RUA ANTONIO SOARES, 160 – JARDIM BRASIL
ITAPETININGA, SP CEP:18240-001
Telefone: (15) 3273-3422,(15) 3273-3079
E-mail: [email protected]
Ato de criação: Decreto Estadual 48.492 de 13/04/2004 publicado D.O. 17/04/2004
CNPJ: 070117381/0001-32
Código CIE: 070117
Código UA: 27610
II – CURSOS OFERECIDOS EM 2012
Curso
Série / Ano
Horários de atendimento
Ensino Fundamental 5ª a 7ª
13:00 às 18:20
Ensino Fundamental 8ª série
7:00 às 12:20
Ensino Médio
7:00 às 12:20
1º ao 3º
Ato de autorização/criação
(DOE)
Decreto Estadual 48.492 de
13/04/2004 publicado D.O.
17/04/2004
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III – HISTÓRICO DA UNIDADE ESCOLAR
1) Histórico de criação:
A Escola Estadual “Professor Carlos Eduardo Mattarazzo Carreira” é uma
entidade educacional sem fins lucrativos, criada pelo Decreto Estadual número
48.492 (publicado no D.O.E.S.P./Diário Oficial do Estado de São Paulo de 17 de
abril de 2004); identificada com o seu atual nome pelo Decreto-Lei Estadual
11.806 (D.O.E.S.P. de 10 de setembro de 2004); situada na Rua Antonio Soares
da Silva, número 170, Jardim Brasil, Itapetininga, Estado de São Paulo, CEP
(Código de Endereçamento Postal) número 18.214-500; tendo por Código CIE
(Código das Escolas Estaduais) o número “070117”; por Código UA (Unidade
Administrativa da Secretaria de Estado da Educação) o número 27610; por
código FDE (Fundação para o Desenvolvimento da Educação) número
04.31.110, por CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) o número
“070117381/0001-32”; é mantida pelo Poder Público Estadual e administrada pela
Secretaria de Estado da Educação, com base nos dispositivos constitucionais
vigentes, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e no Estatuto da
Criança e do Adolescente, no Regulamento Geral do Servidor Público do Estado
de São Paulo, no Estatuto dos Funcionários Público Civis do Estado de São
Paulo e no Estatuto do Magistério Paulista, respeitadas as normas regimentais
básicas estabelecidas pelo Decreto Estadual de número 57141/2011 e pelo
PARECER CEE (Conselho Estadual da Educação do Estado de São Paulo) de
número 67, aprovado em 18 de março de 1998 (a partir do PROCESSO CEE n.º
152/98), e reger-se-á por meio deste regimento próprio, devidamente aprovado
pelo seu Conselho de Escola e homologado pelo Senhor Dirigente de Ensino da
Região de Itapetininga.
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2) Histórico do patrono:
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3) Histórico de relação e de inserção da escola na comunidade
(análise situacional):
A educação escolar, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de
solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu
preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.
A educação básica tem por finalidades desenvolver o educando, assegurar-lhe a
formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para
progredir no trabalho e em estudos posteriores.
Os objetivos do ensino devem convergir para os fins mais amplos da educação nacional,
expressos na Lei n.º 9394, de 20 de dezembro de 1996.
Os objetivos da escola, atendendo suas características e peculiaridades locais, devem
constar de seu regimento escolar.
A Escola Estadual “Professor Carlos Eduardo Mattarazzo Carreira” organiza-se para
atender às necessidades sócio-educacionais e de aprendizagem dos alunos com prédio e
salas próprios e munidos com mobiliário, equipamentos e material didático-pedagógico
adequados às diferentes faixas etárias, níveis de ensino e cursos ministrados.
A Escola Estadual “Professor Carlos Eduardo Mattarazzo Carreira” funcionará em dois
turnos diurnos, admitindo-se um noturno nos casos em que o atendimento à demanda
escolar assim o exigir.
Os cursos que funcionarem no período noturno terão organização adequada às
condições especificas dos alunos.
A Escola Estadual “Professor Carlos Eduardo Mattarazzo Carreira” organiza-se de forma
a oferecer:
- no Ensino Fundamental Regular Diurno, carga horária mínima de 1000 (um mil) horas
anuais ministradas em, no mínimo, 200 (duzentos) dias de efetivo trabalho escolar.
- no Ensino Médio Regular Diurno, carga horária mínima de 1200 (um mil e duzentas
horas) horas anuais ministradas em, no mínimo, 200 (duzentos) dias de efetivo trabalho
escolar.
Consideram-se de efetivo trabalho escolar os dias em que forem desenvolvidas
atividades regulares de aula ou outras programações didático-pedagógicas, planejadas
pela escola desde que contem com a presença de professores e a freqüência controlada
dos alunos.
Para cumprimento da carga horária prevista em lei, o tempo de intervalo entre uma aula
e outra, assim como o destinado ao recreio, serão considerados como atividades
escolares e computados na carga horária diária da classe ou, proporcionalmente, na
duração da aula de cada disciplina.
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4) Histórico de resultados (indicadores externos - SARESP / IDEB /
IDESP, outros) e de participação em projetos (participações,
prêmios, menções):
Indicadores externos (Saresp/Ideb/Idesp):
DIAGNÓSTICO DA ESCOLA
Análise dos índices nos últimos anos:
Em 2010 e 2011, devido o número excessivo de ausências e rotatividade dos professores e até
mesmo da equipe gestora, houve uma queda nos índices, portanto não atingimos a meta.
Abaixo do básico:Os alunos neste nível demonstram domínio insuficiente dos conteúdos,
competências e habilidades requeridos para a série escolar em que se encontram.
Básico: Os alunos neste nível demonstram desenvolvimento parcial dos conteúdos,
competências e habilidades requeridos para a série escolar em que se encontram.
ADEQUADO
IDESP
8ª/9º
ano
3º EM
2007
Alc.
2008
Meta
2008
Alc.
2009
Meta
2009
Alc.
2010
Meta
2010
Alc.
2011
Meta
2011
Alc.
2012
Meta
2012
Alc.
2013
Meta
2013
Alc.
2014
Meta
2,38
2,51
2,47
2,60
2,70
2,83
2,43
2,62
1,77
1,96
2.16
2.30
2.67
2.84
------
-----
------
------
1,84
1,95
2,22
2,41
1,76
1,95
2.19
2.30
2.36
2.49
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8ªsérie/9º ano
FATORES
Falta de estímulo por parte dos
EXTERNOS familiares.
3ª série EM
Falta de estímulo por parte dos familiares.
Necessidades financeiras que comprometem a
Condições familiares que
família levando o aluno a fazer parte da renda
desfavorecem o comparecimento do
familiar.
aluno na escola.
Diante de constante trabalho direcionado à melhora dos índices, utilizando de metodologias
diversificadas que favoreceram diagnósticos precisos para o trabalho pontual em sanar as
dificuldades de nossos alunos.
- Ideb:
Os resultados quanto ao Índice de Desenvolvimento da Educação Básica são
satisfatórios, pautado nas diretrizes do Currículo Oficial do Estado.
Projetos:
- PROJETO APRENDENDO A SER E A CONVIVER;
- RECICLAGEM DE PILHAS E BATERIA;
- DESENVOLVENDO LEITORES CRITICOS;
- BRINCANDO COM A FÍSICA;
PLANO DE AÇÃO/2012 (Professor Mediador).
Prêmios e Menções:
- PRÊMIO GESTÃO ESCOLAR 2012
PRÊMIO GESTÃO ESCOLAR 2013
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IV – PROPOSTA PEDAGÓGICA DA ESCOLA
Proposta Pedagógica
... Dois homens andando numa estrada, cada um carregando um pão.
Ao se encontrarem, eles trocam os pães,
cada homem vai embora com um pão.
Porém, se dois homens andando por uma estrada,
cada um carregando uma idéia,
Ao se encontrarem, eles trocam as idéias.
É esse o sentido de repartir.
(Érico Veríssimo)
Nós, Direção, Professores, Funcionários e Comunidade desta Escola, fazemos do texto acima o nosso
compromisso pedagógico.
Diagnósticos.
Diagnóstico Sócio-cultural.
Acreditamos que a nossa escola não seja apenas uma mera fonte de informações, mas sim
aquele caminho em que a informação trilha lado a lado com a formação do ser intelectual e do ser
emocional, da criatividade, da afetividade e da vivência, por um mundo melhor e mais solidário.
Na elaboração da Proposta Pedagógica é essencial conhecer a realidade da comunidade da qual
fazem parte nossos alunos: suas forças sócio-econômicas, as tendências dominantes e os meios de
comunicação.
A E.E. “Prof. Carlos Eduardo Mattarazzo Carreira” localiza-se na zona periférica da cidade e
atende, em dois períodos, alunos no Ensino Fundamental e predominantemente no período da manhã
alunos do Ensino Médio. Uma parte da clientela é de classes sociais menos favorecidas em termos
financeiros e sociais, em busca de uma “situação cidadã” melhor. Em grande parte a U.E. atende a
comunidades circunvizinhas formadas por bairros urbanos e em pequena monta alunos oriundos do
meio rural. Por essas e algumas outras razões a U.E. apresenta as seguintes características que serão
objeto, em parte, dessa proposta de trabalho:
- Por parte de alguns alunos, determinada ausência de limites (o que se não justifica pelo meio ou pela
condição social em sua porcentagem maior);
- Determinada falta de sentido familiar, devido a ausências de responsáveis, por motivos diversos
(trabalho, atenção a filhos menores, abandono pelos responsáveis – pai, mãe, outros familiares e
algumas outras condições aqui não elencadas e que demandam uma pesquisa mais pontual);
Toda essa situação, não via de regra, contribui em parte para geração de conflitos dentro e fora
da sala de aula.
O nível cultural predominante na comunidade é o do Ensino Fundamental, Médio incompletos
ou não com poucos casos de Ensino Superior Completo, pois a presença da entidade escolar e
relativamente nova na comunidade.
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A posse de bens de consumo e condições econômicas observadas obedecem aos padrões
sociais da atualidade, a heterogeneidade econômica tende para os menos favorecidos economicamente
e deve ser objeto de observação da presente proposta.
Os alunos em sua maioria, não trabalham, os poucos que trabalham, o fazem em meio período a
caráter de serviço temporário de origens diversas muitas vezes prestando serviços a familiares.
O lazer corresponde ao normal para os jovens correspondentes a essa faixa etária.
Quanto ao corpo docente, a escola conta com uma média de setenta por cento de professores
efetivos e na faixa de trinta por cento com contrato temporário, estimadamente, podendo esses
números sofrerem variações por motivos diversos.
Os recursos financeiros são, de acordo com verbas oriundas de programas oficiais da Secretaria
da Educação e do MEC repassados a APM da escola, aplicados e validados pelo Conselho de Escola,
utilizados conforme designação do órgão
competente de forma a atender as necessidades
pedagógicas da Escola no que tange a material pedagógico e adequação do espaço físico e social.
A Escola conta com sala de informática em fase de recebimento e montagem de novos
computadores e é assistida por aluno monitor do Programa Acessa Escola, sala de leitura de espaço
reduzido, quadra de esportes coberta e equipamentos eletrônicos diversos.
Diagnóstico Pedagógico.
Existem dificuldades de leitura, interpretação de textos e produção dos mesmos, problemas em
relacionar o conteúdo estudado com a vida prática, determinados problemas relacionados a solução de
problemas matemáticos e atividades que envolvam raciocínio lógico/matemático e sua associação
prática ao mesmo, na área das ciências sociais os alunos carecem de maior adaptação aos padrões
exigidos para inserção na realidade sociedade atual e suas instituições, demandando de um trabalho
detalhado nesse sentido.
Quanto a valores e crenças pessoais temos notado alguns indícios de intolerância, preconceito e
ausência de solidariedade, determinada apatia e desinteresse resultantes da falta de estímulo pela
família ou da forma como o conteúdo é ministrado.
Os meios de comunicação em massa, de uma certa forma, seduzem e não estimulam um
pensamento crítico, tudo está pronto para ser consumido, não se faz necessária a participação ativa do
cidadão no que tange ao uso do senso crítico. Como consequência, podemos observar a dispersão, a
irritabilidade, a falta de utilização do raciocínio lógico na análise de situações problema e na busca de
uma mediação que o leve a um senso comum igualitário e pacífico, a resistência a conteúdos que levem
a pensar, a refletir, a argumentar, a raciocinar, a debater e a posicionar-se de forma solidária.
Modificar esse quadro é um desafio para a equipe escolar e notamos que a mesma já vem
tornando essa possibilidade mais próxima a realidade e do interesse de efetiva modificação. Uma das
questões principais é a retomada de conteúdos para sanar dificuldades de aprendizagens, agora sob a
luz da Resolução da Secretaria de Estado da Educação de número dois de janeiro de dois mil e doze e
com norte no Currículo Oficial do Estado de São Paulo e a Matriz Curricular Nacional de base comum
conforme INSTRUÇÃO DA SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, em forma de reforço contínuo
realizado no próprio período de aula e ou com auxílio de um professor auxiliar. Esses baixos índices de
rendimento por vezes são ocasionados pela ausência de frequência regular às aulas, principalmente os
alunos que estão em defasagem de idade e série e são objetos de acompanhamento dos professores
em sala de aula e da equipe gestora, pela ausência do vínculo professor/aluno quando do afastamento
desses profissionais por um motivo ou outro, e são substituídos adequadamente e tecnicamente porém
com rompimento do vínculo afetivo o que não se faz da “noite para o dia” quando tratamos com seres
humanos.
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Conclusão e propostas
A proposta pedagógica da EE. PROF. CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA leva em
conta a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB 9.394/96, a Constituição Brasileira, o
Estatuto da Criança e do Adolescente, o disposto nos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCN,
Deliberação do Conselho Estadual de Educação de São Paulo no. 01/99 alterada pela Indicação nº
10/2000 e o Currículo Oficial para as unidades escolares que compõem a Secretaria de Educação.
A metodologia de ensino está baseada no Currículo Oficial, ou seja, o objetivo é levar o aluno a
desenvolver todas as habilidades através das relações entre elas e desenvolvimento de competências
para o domínio das situações sociais, físicas, geográficas e através disso desenvolver a sua
capacidade de observar, descobrir, pensar e agir. As Atividades são programadas de maneira à inserir o
conteúdo a ser trabalhado em sala de aula de forma didático/pedagógica diversificada dentro do
objetivo a ser alcançado pela escola, contando para isso com o apoio da Resolução SE 02/2012 onde
sob luz serão estabelecidas avaliações diagnósticas periódicas e procedidos os encaminhamentos
necessários. A EE. PROF. CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA adota a metodologia
pedagógica elencada no Currículo Oficial do Estado de São Paulo que tem como “espinha dorsal” a
Competência Leitora e escritora visando o desenvolvimento para o domínio racional do meio ambiente,
do mundo do trabalho, das relações sociais e familiares que busquem a pleno exercício democrático
para atingir fins pacíficos na construção de um mundo igualitário e na conservação de forma
sustentável, do meio que nos “rodeia”, metodologia essa, que está direcionada aos alunos do Ensino
Fundamental e ensino médio. Em todo os casos a proposta pedagógica da Escola privilegia o ensino
enquanto construção do conhecimento, o desenvolvimento pleno das potencialidades do aluno e sua
inserção no ambiente social valendo-se para isso dos conteúdos curriculares elencados anteriormente
também na transversalidade do tema a ser ministrado em sala de aula em um ótica contextualizadora e
objetiva a cerca das vivências dos alunos junto a familiares e o meio que os cerca. O Ensino
Fundamental e Médio devem estar comprometidos com a democracia e a cidadania. Nesse sentido,
baseados nos textos do Currículo Oficial SEE-SP, da Constituição de 88e dos Parâmetros Curriculares
Nacionais - PCNs que orientam a escola quanto aos princípios gerais que visam à consecução das
seguintes metas:
- respeito aos direitos humanos e exclusão de qualquer tipo de discriminação, nas relações
interpessoais, públicas e privadas;
- igualdade de direitos, de forma a garantir a equidade em todos os níveis;
- participação como elemento fundamental à democracia;
- co-responsabilidde pela vida social como compromisso individual e coletivo.
A LDB 9.394/96 tem na cidadania seu eixo orientador e se compromete com valores e conhecimentos
que viabilizam a participação efetiva do aluno na vida social; em função disso, são 3 nossas diretrizes
de ensino:
- posicionamento em relação às questões sociais e visão da tarefa educativa como intervenção
intencional no presente;
- tratamento de valores como conceitos reais, inseridos no contexto do cotidiano;
- inclusão dessas perspectivas no ensino dos diversos conteúdos escolares.
A observação do Currículo Oficial –SEE, SP, a inclusão de temas sócio-culturais no currículo que
atendam o parâmetro legal. Os mesmos transcendem o âmbito das diversas disciplinas e correspondem
as orientações oferecidas e elencadas no Currículo SEE-SP através de cadernos de orientação e
organização de estudos direcionados especificamente a gestores, professores e alunos, aosTemas
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Transversais, preconizados pelos PCNs para o Ensino fundamental e Médio que se caracterizam por:
- urgência social;
- abrangência nacional;
- possibilidade de ensino e aprendizagem no Ensino Fundamental e Médio;
- favorecimento na compreensão da realidade social;
-domínio das diversas ciências e do mundo do trabalho;
Na forma de:
- competência leitora;
- ética;
- diversidade cultural;
- meio-ambiente;
- saúde;
- orientação sexual;
- trabalho e consumo;
- temas locais, serão agregados, sempre que possível, temáticas que evidenciem os contextos da
comunidade onde Escola está inserida.
Objetivos gerais para o aluno
- domínio de corpo de conhecimentos acadêmicos;
- aquisição de habilidades para a vida de trabalho;
- aquisição de capacidade de tomar decisões e posições, a partir de análises;
- aquisição de habilidades de síntese e aplicação de conhecimentos;
- compreensão e uso de tecnologias;
- formação de juízos de valor a partir da vivência no ambiente social;
- aquisição de leitura e escrita e uso competente de tais habilidades;
- cooperação individual e coletiva em situações particulares, locais e globais;
- compreensão de deveres e direitos de cidadania.
O currículo escolar valorizará, ainda, as seguintes atividades:
- estudos do meio;
- eventos cívicos e comemorativos;
- viagens de integração e socialização orientadas e elencadas pelo Currículo Oficial;
- visitas a exposições, mostras culturais e eventos que sejam orientados e abordados no Currículo
Oficial.
Os alunos contarão com os diversos recursos oferecidos pela Secretaria da Educação e Associação de
Pais e Mestrescuja finalidade é a obtenção de competências e habilidades no uso do direito a cidadania
como instrumento de estudo, pesquisa e trabalho.
Avaliação
As práticas de avaliação serão, primordialmente com ênfase na avaliação qualitativa sobre a
quantitativa, observadas a regulamentação legal expressa na Resolução 02 de janeiro de 2012,
independentemente do critério de atribuição de notas ou conceitos observadas a normas legais.
Os professores utilizarão fichas individuais de acompanhamento e observação dos alunos, conforme
normatização e orientação da Deliberação 11/96 - Secretaria de Educação, da Direção da Escola,
Supervisão de Ensino e sob orientação da Coordenação Pedagógica, com os itens a descritos e
condizentes com os conteúdos conceituais, atitudinais e procedimentais desenvolvidos.
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Apresentação da Proposta Pedagógica
1 – IDENTIFICAÇÃO
A EE “Prof. CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA”, situado na RUA
ANTONIO SOARES DA SILAVA, 170 – JARDIM BRASIL, Itapetininga- SP, é uma instituição
pública, mantida pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.
A Escola Estadual “Prof. CARLOS EDUARDO MATTARAZZO CARREIRA” regendo-se
pelas normas educacionais vigentes, ministra o Ensino Fundamental e Ensino Médio, tendo
como caracteristica formar o indivíduo capaz de interagir com seu meio de forma justa e
democrática, baseando-se nos princípios da liberdade de expressão e tolerância, capaz
transformar a sociedade em um espaço de aceitação e transformação onde todos possam
contribuir
para
conservação
e
harmonia
com
o
meioambiente.
A escola dispõe de um Regimento Interno que regulamenta os aspectos legais, a
estrutura organizacional, pedagógica e administrativa, assegurando o desenvolvimento das
potencialidades do educando, sua formação eclética, capaz de disseminar e contribuir para
uma democracia igualitaria com justiça e pleno exercício de cidadania.
Dados de identificação
1.. Dados da Instituição Educacional
1.1 Nome da Instituição
EE “Prof. CARLOS EDUARDO MATTARAZZO
Educacional
CARREIRA”
1.2 Endereço completo
1.3 Telefone/Fax/e-mail
1.4 Localização:
ANTONIO SOARESDASILAVA, 170
JARDIM BRASIL- Itapetininga/SP
(15) 3272 3422/ (15) 3272 3079
Localizada na zona periférica da cidade de
Itapetininga
1.5 Diretoria
Diretoria de Ensino Região Itapetininga
1.6 Data de criação da Instituição
Educacional
1.7 Autorização: Deliberação do
Conselho Estadual de Educação
1.8 Turno de funcionamento
17 de abril de 2004
1.9 Nível de ensino ofertado
Ensino Fundamental e Ensino Médio
1.10 Etapas, fase e modalidades e
ensino.
Resolução SE 69/92
Manhã e Tarde
Ciclo II e Ensino Médio
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Número de alunos – baseados nos dados do ano letivo de 2014:
Período
ENSINO FUNDAMENTAL
5ª Série
A, B
6ª Série
AeB
7ª Série
A, B e C
Manhã
--------
--------
Tarde
69
71
Total
Total GeraI
ENSINO MÉDIO
8ª Série
AeB
1º Série
A, B e C
--------
36
91
71
57
99
37
--------
--------
--------
312
2º Série
AeB
3º Série
AeB
219
531 alunos
Origem da clientela atendida: a E. E. “Prof. Carlos Eduardo Mattarazzo Carreira”localiza-se
na zona periférica da cidade e atende, em dois períodos, alunos no Ensino Fundamental e
predominantemente no período da manhã alunos do Ensino Médio. Uma parte da clientela é
de classes sociais menos favorecidas em termos financeiros e sociais, em busca de uma
“situação cidadã” melhor. Em grande parte a U.E. atende a comunidades circunvizinhas
formadas por bairros urbanos e em pequena monta alunos oriundo do meio rural. Por essas e
algumas outras razões a U.E. apresenta as seguintes características que serão objeto, em
parte, dessa proposta de trabalho:
- Por parte de alguns alunos, determinada ausência de limites (o que se não justifica pelo meio
ou pela condição social em sua porcentagem maior);
- determinada falta de sentido familiar, devido a ausências de responsáveis, por motivos
diversos (trabalho, atenção a filhos menores, abandono pelos responsáveis – pai, mãe, outros
familiares e algumas outras condições aqui não elencadas e que demandam uma pesquisa
mais pontual);
Toda essa situação, não via de regra, contribui em parte para geração de conflitos
dentro e fora da sala de aula.
O nível cultural predominante na comunidade é o do Ensino Fundamental, Médio
incompletos ou não com poucos casos de Ensino Superior Completo, pois a presença da
entidade escolar e relativamente nova na comunidade.
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JUSTIFICATIVA
Esta Proposta Pedagógica é o instrumento norteador das ações desenvolvidas na EE
“Profº. Carlos Eduardo M. Carreira”, que visa desenvolver uma metodologia pedagógica
centrada na Proposta Curricular do Estado de São Paulo, porém, fazendo com que a
realidade do educando seja ponto de partida para discussão, para transformação em temas
científicos e fazendo com que os educandos possam entender como mudar a nossa
sociedade.
Faz parte constante na Proposta da Escola, conscientizar a comunidade da necessidade
de conservação do espaço.
A Escola Estadual de Ensino fundamental e Médio “Carlos Eduardo M. Carreira” têm
como função principal respeitar e valorizar as experiências de vida dos educandos e de suas
famílias. Temos como propósito fortalecer nos educandos, a postura humana e os valores
aprendidos: a criticidade, a sensibilidade, a contestação social, a criatividade diante das
situações difíceis, a esperança. Queremos deste modo formar seres humanos com dignidade,
identidade e projeto de futuro.
FINALIDADES E OBJETIVOS DA EDUCAÇÃO
Desde a Constituição Federal de 1988, a educação passou a ser um direito subjetivo de
todos os brasileiros. Sendo a educação um direito, a escola tem o dever de garantir
permanência e qualidade da aprendizagem dos alunos, tornando-os capazes de transformar a
sua realidade.
A Escola Estadual “Prof. Carlos Eduardo Mattarazzo Carreira” segue determinações da Lei n°
9394/96, que estabelece as diretrizes a bases da Educação Nacional.
O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:
I. Garantia de padrão de qualidade;
II. Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o
saber;
III. Respeito à liberdade e apreço à tolerância;
IV. Valorização da experiência extraclasse.
Objetivos:
I - O desenvolvimento de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura
oral, escrita e o cálculo;
II - A compreensão do ambiente natural e social, das artes, do sistema político, da
tecnologia e dos valores em que se fundamenta a sociedade;
III - O fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de
tolerância recíproca em que se assenta a vida social.
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PRINCÍPIOS E DIRETRIZES PEDAGÓGICAS
A EE “Prof. Carlos Eduardo Mattarazzo Carreira” tem como diretrizes norteadoras de suas
ações:
I - Entender a relação entre o desenvolvimento das ciências naturais, humanas e o
desenvolvimento tecnológico e associar as diferentes tecnologias aos problemas que se
propuseram e propõem solucionar;
II - Identificar variáveis relevantes e selecionar os procedimentos necessários para a
produção, análise e interpretação de resultados de processos ou experimentos científicos e
tecnológicos;
III - Entender e aplicar métodos e procedimento próprios das ciências naturais e
humanas;
IV - Aplicar as tecnologias associadas às ciências naturais na escola, no trabalho e em
outros contextos relevantes para sua vida;
V - Entender o impacto das tecnologias associadas às ciências naturais na sua vida
pessoal nos processos de produção, no desenvolvimento do conhecimento e na vida social;
VI - Identificar, representar e utilizar o conhecimento geométrico para o
aperfeiçoamento da leitura, da compreensão e da ação sobre a realidade.
Diagnóstico da realidade escolar:
Pretendemos para a Escola, considerando sua realidade:
- Proporcionar maiores condições na qualidade pedagógica e social de todos os envolvidos;
- Respeitar os diferentes níveis de aprendizagem;
- Que toda a equipe (gestão, professores, funcionários, alunos e comunidade) aprenda a lidar
com a diversidade social, cultural, racial, física, de gênero, de interesse e de aprendizagem;
-Que através do novo Currículo e com um trabalho diversificado possamos efetivar o
aprendizado que visa às competências e habilidades.
Como vemos os alunos?
Seres humanos cheios de sonhos, direitos e deveres, porém desestruturados em diversos
aspectos (familiar, social, cultural, financeiro, etc.) que os dificulta de atingir seus objetivos.
Seres dotados de potencialidades, porém adormecidas pela desmotivação de seus
responsáveis.
Qual tem sido a função de nossa Escola?
- Elevar a autoestima, mostrando que o aluno é capaz de transformar a si mesmo e também
sua comunidade, buscando seus direitos e cumprindo seus deveres;
- Fazer com que os alunos reflitam sobre a realidade, levando- os a pensar, a serem críticos a
fim de se prepararem para a vida;
- Despertar em nossos alunos o senso crítico, envolvendo-os nos problemas do cotidiano e
desafiando- os a resolução dos mesmos;
- Formar alunos leitores e escritores, competentes e éticos.
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Qual tem sido a participação dos pais no cotidiano da escola?
São participativos na medida do possível, pois necessitam trabalhar e muitas vezes há a
impossibilidade do acompanhamento escolar de seus filhos. Outros aspectos também
dificultam a participação ativa destes pais como: condição socioeconômica precária, nível de
escolaridade baixa e problemas de famílias desestruturadas.
Como tem sido a relação da escola com a comunidade local?
A escola tem desempenhado seu papel através de reuniões, comemorações festivas, APM,
Grêmio Estudantil, campanhas, etc., porém o retorno da comunidade não atinge sua
totalidade.
Como a escola tem considerado os alunos na relação ensino-aprendizagem?
Tem buscado diversidade nas formas de aplicar os conteúdos propostos, a fim de atingir os
objetivos, estimular e desenvolver habilidades para adquirirem competências, através:
- da Recuperação Contínua;
- da Formação dos professores nas ATPCs;
- do Professor Auxiliar (Professor de Apoio);
- do uso de vídeos educativos;
- do Conselho Tutelar;
- de Reunião de Pais.
Quais as expectativas em relação ao corpo administrativo, pedagógico, funcionários e
pais?
- Administrativo: Espera-se que a Direção estimule, comprometa-se e mobilize os
integrantes da instituição, com um foco centralizado no aspecto pedagógico e nas altas
expectativas para a consecução de metas e resultados. Deve-se preocupar com o clima
organizacional, promovendo ações de melhoria e resolvendo oportuna e adequadamente as
situações que afetam a convivência entre os docentes, o pessoal da escola, os pais e os
alunos. A Direção deve promover uma cultura com visão compartilhada, transparência de
propósitos e cooperação docente, além de articular demandas e soluções para a
aprendizagem das crianças. E que é essa a função social primordial de toda escola.
- Pedagógico:
O Coordenador Pedagógico deve articular-se com os atores envolvidos no processo de
ensino e aprendizagem, visando à construção coletiva do Projeto Pedagógico, a fim de tê-lo
como norteador de suas ações no interior da escola. Seu trabalho não deve acontecer
solitariamente para se ter resultados efetivos no trabalho pedagógico, precisa incentivar sua
equipe para que o grupo esteja sempre em busca constante de atualizar seus conhecimentos,
para o melhor desempenho em suas funções. Cabe ao Coordenador Pedagógico mobilizar a
equipe escolar para o exercício de ações solidárias na construção do projeto coletivo, pois
somente dessa forma é possível despertar em cada um dos sujeitos envolvidos o sentimento
de pertencimento e assim caminhar em busca de metas em comum.
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É em torno de um projeto de escola, com claros objetivos de formação do aluno e do cidadão,
que professores diretores e outros profissionais da Educação devem-se congregar para um
trabalho significativo junto aos alunos. É a partir dessa concepção democrática, que o
Coordenador Pedagógico construirá as bases do seu trabalho com vistas na qualidade da
prática pedagógica, e conseqüentemente do desenvolvimento e sucesso dos alunos.
Deverá ainda, desenvolver um trabalho harmônico dentro da instituição educacional;
conversando diretamente com os professores sobre o desempenho discente; acompanhar e
avaliar o professor em relação ao que faz e como faz o seu próprio trabalho; assessorar o
trabalho do professor (transmitindo sugestões de atividades); descentralizar as condições a
respeito da ação docente; criar situações para a solução dos problemas que surjam no grupo
de professores; procurar subsídios que facilitem a ação docente; discutir diferentes maneiras
de trabalho, comunicando experiências; elogiar o que for positivo e esclarecer o que
considera negativo; incentivar os professores a avançar em seus estudos; organizar as
condições de trabalho do professor com o material de ensino.
- Funcionários:
Espera-se que as funções sejam desempenhadas, de forma eficiente, num espírito de
amizade, harmonia e colaboração, pois, a escola é um corpo do qual todos os membros são
importantes.
- Pais:
Espera-se que os pais compreendam claramente a visão e a missão da escola e estejam de
acordo em apoiar, mesmo não compartilhando todos os seus valores, que haja participação
na vida escolar de seus filhos, e incentivando o estudo, acompanhando assim forma efetiva
as tarefas (observar diariamente os cadernos),estudo diário, desenvolvimento de trabalhos e
a higiene pessoal.
Principais dificuldades da escola que interferem na aprendizagem dos alunos:
- Inexistência de sala de leitura;
- Compromisso de alguns pais;
- Falta de compromisso de alguns professores com a aprendizagem e que não trabalham o
Currículo do Estado,
- Faltas excessivas sem justificativas de alguns professores,
- Irresponsabilidade com o desenvolvimento dos projetos por parte de alguns docentes,
- Falta de domínio e métodos pedagógicos diferenciados para que ocorra a aprendizagem em
uma sala de aula.
Dificuldades dos docentes quanto ao Currículo do Estado:
- Pouca capacitação para um conhecimento mais amplo a fim de auxiliar o professor na
aplicação do Currículo.
- Ausência de pré-requisitos por parte dos alunos (e algumas vezes de alguns docentes
também), para acompanhar o Currículo, dificultando a realização de todas as atividades
propostas dentro do bimestre estipulado;
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- Dificuldades de acesso aos materiais indicados no Caderno do Professor, para complemento
da aprendizagem.
Qual a visão da escola sobre a avaliação?
Nossas avaliações são realizadas de modo a diagnosticar quais as habilidades que os alunos
não conseguiram desenvolver, de forma contínua e paralela, promovendo o replanejamento,
para desenvolvimento de habilidades e reorientação de metodologias e práticas para
superação de defasagens, permitindo assim que os docentes possam rever suas atitudes.
Utilizamos também “simulados” bimestrais para treinamento e preparação para o Saresp e
para a Prova Brasil.
A identidade cultural é considerada como indicadores de trabalho e de percepção da
coerência e importância da relação entre conteúdos disciplinares e a vida prática.
Índice de evasão e reprovação, com base em 2011:
Evasão
a) Principais motivos de evasão:
- Falta de estímulo por parte dos familiares.
- Condições familiares que desfavorecem o comparecimento do aluno na escola.
- Necessidades financeiras que comprometem a família levando o aluno a fazer parte da
renda familiar.
Retenção
a) Principais motivos de retenção:
- Rotatividade de professores.
- Desinteresse dos próprios alunos acentuado pela defasagem de aprendizado.
- Desestimulo do professor.
- Falta perspectivas futuras.
- Desinteresse dos próprios alunos acentuado pela defasagem de aprendizado.
- Descrédito na escola como fator de profissionalização
DEFINIÇÃO DE METAS E AÇÕES:
Metas:
- Elevar o nível de aprendizagem dos educandos;
- Recuperação dos alunos com dificuldade de aprendizagem;
- Manter as taxas de abandono e retenção apresentadas nos últimos ano;
- Participação da comunidade escolar;
- Participação efetiva do Grêmio Estudantil dessa U.E.
Ações:
- Trabalho em equipe, no qual os grupos tenham sempre que resolver algum problema
proposto pelo professor;
- Atividades práticas (experiências científicas, peças de teatro, filmes, confecção de
maquetes, dança contemporânea, etc.);
- Identificar os alunos que precisam de acompanhamento pedagógico diferenciado,
confrontando as informações e os dados dos relatórios dos Conselhos de Classe e Série, das
autoavaliações, dos registros dos professores;
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- Propor atividades diversificadas, sobretudo aquelas em que os alunos são solicitados a agir
na busca de soluções para um problema, concebendo estratégias para realizar um
experimento ou pesquisa, elaborando explicações para um determinado fenômeno,
produzindo textos e registros;
- Avaliar continuamente a eficácia das atividades de recuperação contínua e paralela,
propondo modificações, se necessário.
- Realizar um levantamento junto aos alunos para identificar os principais fatores que vêm
impedindo sua freqüência regular ás aulas e tomar medidas em curto prazo para recuperar
suas faltas;
- Coletar sugestões da oficina pedagógica e dos professores sobre como tornar as aulas mais
motivadoras;
- Organizar sessões de estudos dentro e fora do período em que o aluno freqüenta as aulas
para realização de pesquisa, elaboração de resenhas, desenvolvimento de projetos ou
atividades que estejam de acordo com o Currículo do Estado;
- Realizar um levantamento junto aos alunos, por meio de uma autoavaliação, para identificar
os principais motivos que impedem o seu bom desempenho nas aulas;
- Promover palestras e reuniões para fornecer informações que colaborem com o crescimento
e vínculo entre a Escola e a Família;
- Encaminhamento ao Conselho Tutelar II, através de ofício, dos alunos faltosos,
quinzenalmente.
MISSÃO VALORES E VISÃO
Missão
A nossa missão é promover a educação de qualidade, onde todos os alunos avançam
na capacidade de entender o mundo através da leitura e escrita melhorando a sua
aprendizagem e permanência no âmbito escolar, visando a sua participação integral em um
espaço democrático e justo. A escola tem um compromisso constante com desenvolvimento e
melhorias e com o pensamento crítico de seus alunos.
Valores
Ética profissional e transparências, nas ações que estimulem um bom relacionamento
entre todos. Valorizar os princípios como: solidariedade, respeito mutuo, responsabilidade,
assiduidade e humildade, comprometimento em equipe e cidadania A escola reconhece,
respeita e ensina a diversidade (étnica, cultural, gênero, nível sócio econômico) na
comunidade.
Visão
Queremos uma escola dinâmica e aberta as novas idéias onde se enfatiza o
pensamento democrático, que o indivíduo possa se integrar ao meio ambiente buscando uma
sociedade de inclusão que respeite as diferenças com participação da família na escola e com
indicadores de formação plena do ser humano e aprendizagens significativas.
DE MUNDO – Vivemos num mundo globalizado onde a economia e as comunicações impõem
as regras sobre o Estado, demonstrando assim, um cenário depôs-modernidade e constantes
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transformações tecnológicas que acirram cada vez mais as contradições entre os povos e
nações.
DE SOCIEDADE – Fazemos parte de uma sociedade na qual as desigualdades sociais,
econômicas e políticas são alarmantes. Este cenário, na qual grande parte da população se
encontra à margem da sociedade, dá-se, sobretudo, pela concentração de poder nas mãos de
uma minoria elitista que através do autoritarismo impõem suas ideologias dominantes,
conduzindo a população a tornarem-se estranhas a si mesma e ao mundo que as rodeia.
Assim, alienados, os indivíduos tornam-se objetos de manipulação em função dos interesses
dos dominantes. Percebe-se com isso a urgência de uma transformação desta realidade, de
forma que as relações de poder autoritários e verticais possam ser transformadas em
relações igualitárias e horizontais, de caracteres dialógicos e democráticos. Desta forma,
visamos uma sociedade mais justa e igualitária para todos, na qual, o papel da cidadania
possa ser exercido por todos os indivíduos instintivamente, com uma sociedade de
relacionamento uns com os outros, o homem e a sociedade, sendo o homem o ser capaz de
estabelecer relações sociais.
A escola faz parte de um contexto que engloba a sociedade, sua organização, sua cultura
e sua historia. Desse modo o projeto de ensino aprendizagem está ligado a esse contexto e
ao modelo cultural que o orienta e que pretendemos formar para responder aos desafios
dessa sociedade. Portanto, é fundamental que os professores saibam que tipo de ser humano
pretende formar para a sociedade.
DO CONHECIMENTO – A sociedade atual vive sobre as regras de um mercado cada vez
mais competitivo, sendo constantemente transformado pelas novas tecnologias, exigindo que
o indivíduo tenha qualificação politécnica e por isso o conhecimento é a base para que esse
futuro profissional seja, no futuro, ingresso no mercado de trabalho.
DA ESCOLA – A escola pode ser entendida como um espaço de ampla recreação de
culturas, na qual se busca de forma sistemática e organizada propiciar conhecimento de
socialização dos saberes, relacionando-os com o contexto social do educando. Para isso, é
necessário que a escola assuma um novo modelo, na qual os educadores devam refletir
sobre sua filosofia e promover o relacionamento de seus objetivos, ultrapassando o domínio
do cognitivo e buscando uma concepção dialética do homem, sociedade e mundo.
IMPLANTAÇÃO DA PROPOSTA PEDAGÓGICA
Considerando a natureza coletiva da observância e da implantação da Proposta
Pedagógica, os que fazem parte da EE “Prof. Carlos Eduardo Mattarazzo Carreira” pretendem
implantá-la mediante:
I.
Discussão ampla e regular dos seus princípios, alicerces, alcance e objetivos;
II. Envolvimento e compromisso de toda a comunidade escolar no processo de torná-la útil e
funcional;
III.
Sua permanente reelaboração e atualização.
A escola, respeitando as normas do sistema de ensino a que pertence, terá a
incumbência de:
I.
Executar sua Proposta Pedagógica;
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II.
Articular-se com a família e a comunidade, criando processo de integração da
sociedade com a escola;
III.
Administrar seu pessoal e seus recursos materiais e financeiros;
IV.
Assegurar o cumprimento dos dias letivos e horas-aula estabelecidas;
V.
Velar pelo cumprimento do plano de trabalho de cada docente;
VI.
Promover meios para a recuperação dos alunos de menor rendimento.
Os docentes da EE “Prof. Carlos Eduardo Mattarazzo Carreira” incumbir-se-ão de:
I.
Participar da elaboração, implantação e implementação da Proposta Pedagógica;
II.
Elaborar e executar o plano anual de trabalho;
III.
Estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento;
IV.
Planejar, executar e avaliar o processo de aprendizagem sob sua responsabilidade;
V.
Acatar as determinações da Direção, de acordo com as normas legais em vigor;
VI. Incentivar a formação de hábitos e atitudes;
VII. Comentar, em classe, com os alunos o resultado das avaliações, esclarecendo os
desvios;
VIII. Manter atualizado o Diário de Classe, dando atenção ao registro das aulas e à
freqüência.
A Equipe de Coordenação tem por objetivo; planejamento, controle e avaliação das
atividades didático-pedagógicas da escola, e por atribuição:
I.
Elaborar o currículo pleno, calendário escolar, os conteúdos programáticos e a
programação de sua área de atuação, assegurando a articulação com os diversos serviços da
escola;
II.
Coordenar as atividades de planejamento didático-pedagógico;
III.
Acompanhar e avaliar o docente;
IV.
Analisar os resultados do rendimento escolar;
V.
Promover reuniões pedagógicas;
VI.
Colaborar com os professores na seleção do material didático a ser utilizado;
VII.
Coordenar a programação e execução das atividades de recuperação dos alunos;
VIII.
Propor, coordenar atividades, aperfeiçoamento e atualização dos docentes.
O Calendário Escolar deverá prever:
I Número de dias letivos;
II.
Período destinado ao planejamento e replanejamento anual e semestral;
III.
Período de férias, feriado e recesso escolar;
IV.
Período destinado à avaliação, recuperação e exames finais, quando houver;
V.
Dias destinados às comemorações cívicas e atividades afins;
VI.
Período destinado à matrícula.
A Escola Estadual “Prof. Carlos Eduardo Mattarazzo Carreira” tem a seguinte organização:
I.
Cumprimento integral de carga horária e dos conteúdos programáticos;
II.
Frequência integral e obrigatória dos professores e pessoal técnico-pedagógico;
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III.
Ensino Fundamental Regular Diurno, carga horária mínima de 1000 (um mil) horas
anuais ministradas em, no mínimo, 200 (duzentos) dias de efetivo trabalho escolar.
IV.
Ensino Médio Regular Diurno, carga horária mínima de 1200 (um mil e duzentas horas)
horas anuais ministradas em, no mínimo, 200 (duzentos) dias de efetivo trabalho escolar.
V.
Controle de freqüência de 75% (setenta e cinco por cento) do total de horas letivas para
aprovação dos alunos;
VI .
Expedição de histórico escolar e declaração de conclusão de curso ou de série.
VERIFICAÇÃO DE RENDIMENTO ESCOLAR
No Ensino Fundamental, a avaliação é contínua e cumulativa do desempenho do aluno,
com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do
período sobre os das provas finais.
O aluno será promovido ao próximo ano do 6º ano ao 8º ano seguindo a progessão
continuada e no 9º ano que é fechamento do ciclo II o aluno será avaliado de forma a
perceber seus avanços e dificudades podendo ficar retido para recuperação de final de ciclo.
Os conceitos da Unidade Escolar variam de 1(um) a 10(dez) sendo considerado satisfatório
de 5 (cinco) à 10 (dez), os alunos com conceito de 1(um) a 4 (quatro) serão submetidos a
recuperação bimestralmente para que no final do ano de continuidade aos seus estudos ou
seja considerado reprovado. Além dos conceitos o aluno deve ter 75% de frequência para ser
considerado promovido.
AÇÕES DA DIREÇÃO DA ESCOLA E DA COORDENAÇÃO PARA MELHORAR OS
INDICADORES DAS AVALIAÇÕES INTERNAS E EXTERNAS
Direção:
- Orientar o Professor Coordenador do Ensino Fundamental - Ciclo II para que realize
acompanhamento diário das atividades dos professores, verificando se os conteúdos estão de
acordo com o Currículo do Estado e se a metodologia é satisfatória ao aprendizado, verificar e
realizar levantamento das sínteses bimestrais, dos resultados das avaliações internas e do
aproveitamento do aluno em cada componente curricular, encaminhar os alunos que não
conseguiram sanar suas dificuldades com a recuperação contínua, para a recuperação
paralela, fazer reuniões periódicas para diagnosticar as dificuldades e subsidiar os
professores em suas atitudes e avaliações, a fim de melhorar o rendimento escolar.
Professor Coordenador:
- Acompanhamento diário das atividades escolares dos professores para verificar se estão
trabalhando de acordo com o Currículo, caso não estejam capacitá-los de como fazer; assim
como elencar as principais dificuldades dos alunos detectadas nas avaliações internas e
externas, encaminhar alunos, que não conseguem superar suas dificuldades, para o reforço,
fazer acompanhamento destes alunos para analisar suas melhoras, dispor de materiais e
recursos pedagógicos para subsidiar os professores em suas aulas.
RECUPERAÇÃO
O objetivo da recuperação contínua ou paralela é amparar alunos com dificuldade de
aprendizagem e assimilação para ser desenvolvidos quando o professor detectar baixo nível
de aproveitamento escolar.
Para saber se o aluno atinge os objetivos dos estudos de recuperação, o aluno terá de
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obter média 5(cinco) ou superior, caso não consiga será acompanhado em novos estudos de
recuperação continua e paralela.
DIRETRIZES E METAS
De acordo com o perfil de nossa clientela podemos destacar algumas metas a serem
atingidas para alcançar a plenitude do processo de ensino e aprendizagem:
- Elevação dos indicadores de aprendizagem da Escola (IDESP, SARESP);
- Alcançar a plenitude do processo de ensino e aprendizagem
- Envolvimentos dos docentes com as normas regimentais básicas de disciplina de condutas
escolares.
- Conscientização e implantação da cidadania e da dimensão política, com vista a envolver a
comunidade de modo interativo, numa participação ativa (agenda 21 com vida).
- Adequação e elevação da qualidade de ensino por meio das modalidades organizativas:
projetos coletivos enfatizando a diversidade e cidadania.
- Conscientizar o aluno de que ele é parte de uma atividade intelectual que busca seu próprio
aprimoramento;
- Enfatizar e valorizar a relação professor X aluno como agente indispensável para a formação
de um conjunto de experiência, proporcionando a expansão de uma visão critica diante das
mudanças sociais;
Intensificar a compreensão e a pratica dos valores básicos da humanidade através de uma
relação individual e grupal de respeito, pois só assim é possível conseguir um ambiente mais
livre de repressão, de desajustes e de violência, que são as formas negativas oferecidas aos
nossos jovens;
- Desenvolver hábitos de limpeza e de higiene, de saúde e alimentação, através de um
trabalho conjunto de observação e aconselhamento aos alunos e aos pais (através de
reuniões periódicas).
- Aprimorar o processo de recuperação individual e paralela a fim de que o aluno assimile o
conteúdo programático, orientando-o quanto aos esforços necessários para superar as
dificuldades;
- Manter permanente contato com os pais ou responsáveis, informando-os quanto aos
resultados obtidos pelos alunos no processo educativo, aproveitando para ressaltar a
importância da Escola na formação da criança;
- Utilizar as reuniões ordinárias do Conselho de Escola e da A.P.M. da EE “ Prof. Carlos
Eduardo Mattarazzo Carreira” para desenvolver um trabalho de integração
Escola – Família –
Comunidade;
- Desenvolver através de atividades diversas a aquisição gradual do raciocínio lógico, para
que haja melhoria no desempenho escolar, principalmente em Matemática;
- Ter a avaliação interna o objetivo de diagnosticar a situação de aprendizagem de cada
aluno, em relação à programação curricular prevista, a fim de que se promova o
aprimoramento da qualidade de ensino.
- Baixar o índice de alunos faltosos.
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AÇÕES
Metas e Ações
Envolver os pais nas atividades realizadas na escola como:
- Gincanas culturais e esportivas;
- Palestras envolvendo os temas: drogas, DSTS, segurança, doenças epidemiológicas;
- Projetos de ensino envolvendo os pais;
- Exposições das atividades realizadas com os alunos, em reuniões e nos conselhos de
classe.
Incentivar o resgate dos valores morais através de:
- Momentos de reflexão na escola, tendo como apoio os equipamentos tecnológicos;
-Trabalhos com filmes e músicas que valorizem o respeito mútuo;
- Solicitar junto a comunidade apoio para o desenvolvimento das ações;
Elevar a qualidade do ensino aprendizagem com ações como:
- Realizar projetos envolvendo as datas cívicas e comemorativas, com temas de
acontecimentos emergenciais conforme a necessidade do momento;
- Solicitar apoio à Oficina Pedagógica com realização de cursos e oficinas para o
aprimoramento e capacitação ao corpo docente;
- Promover gincanas na área de matemática, língua portuguesa,história e, geografia e
ciências;
- Participar de cursos oferecidos pela SEE;
- Promover grupos de estudo com o corpo docente;
- Envolver professores e alunos em atividades culturais extra às atividades de rotina escolar;
- Realizar diagnósticos e análises de dados do desempenho acadêmico;
- Promover projetos de leitura, escrita e cálculos;
Dinamizar o sistema de avaliação, da seguinte forma:
- Informar os pais ou responsável, o método de avaliação que será aplicado em cada
bimestre;
- Realizar o Conselho de Classe em conformidade com o Regimento Escolar.
Trabalhar com toda a comunidade escolar conceitos de respeito disciplina,
responsabilidade, ética, amor ao próximo e outros;
- Abordar os temas transversais;
- Promover momentos de reflexão e palestras educativas que possam contribuir com a
conscientização da comunidade escolar;
- Aplicar dinâmicas de grupos nos eventos e nas atividades de ensino e aprendizagem;
- Utilizar vídeos;
- Desenvolver projetos relacionados à ética, disciplina, responsabilidade e respeito mútuo.
Promover eventos educativos e recreativos;
- Promoção de eventos educativos por ocasião de datas cívicas e comemorativas
relacionados ao: Meio Ambiente, Carnaval, Páscoa, Folclore, Dia do Estudante,
Independência do Brasil, Dia das Crianças, Dia dos Professores, Aniversário da Cidade,
festejos de Natal através de Teatros e cânticos, Excursões Culturais, Gincanas, Olimpíadas,
Feira Cultural, Mostra de Ciências e Folclórica, Comemorações e Exposições de trabalhos em
todas as áreas do conhecimento.
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Cidadania e Paz no ambiente escolar
- Estabelecer estratégias, metas e ações eficazes que envolvam a comunidade escolar
para intervir e prevenir as incivilidades e violência dentro da escola;
- Envolver 90% da comunidade escolar no enfrentamento às diversas formas de violência
que possam vir a ocorrer;
- Sensibilizar a comunidade escolar de que é possível a resolução de conflitos, através de
uma mediação justa, onde todos tenham consciência dos direitos e deveres de cada um;
- Registrar as ocorrências que envolvem atos de violência no ambiente escolar na Pasta
individual do aluno, visando melhor acompanhamento crítico - reflexivo dos casos e das
suas devidas estratégias aplicadas;
- Controlar a ausência dos alunos com problemas de disciplina e diminuir a evasão parcial;
- Capacitação profissional dos docentes nos horários coletivos, por meio de palestras,
estudos de textos de formação continuada, dinâmica de grupo, com subsídio de reuniões
da D.E, caderno do gestor e PDG.
- Implantação de projetos ambientais, conservação do patrimônio, étnica racial e gênero.
- Palestras,
- Através de reuniões, manter contato direto e transparente com a comunidade construindo
um relacionamento harmonioso de modo que os pais e a equipe percebam a importância
de sua participação para a conscientização de uma escola de qualidade.
- Estimular a leitura, por meio da otimização do acervo e do espaço da Sala de Leitura,
organizando junto com os professores a seleção de livros e o aproveitamento de leitura
para os alunos.
- Monitorar a aprendizagem com visitas às salas de aulas, acompanhando com frequência
pelos diários semanais e solicitação de providencia quanto à compensação de ausência.
- Organizar dois dias da semana para atendimento aos pais com a presença do professor
coordenador e reunir a equipe gestora uma vez por semana.
CONCLUSÃO
Esta Proposta Pedagógica é fruto de participação de toda comunidade escolar: equipe
gestora, corpo docente, discentes, responsáveis e funcionários da Escola Estadual “Prof.
Carlos Eduardo Mattarazzo Carreira” que discutiram e elaboraram de forma cooperativa e
democrática, este documento, envolvendo o compromisso de toda comunidade, com a
finalidade de atingir os objetivos traçados pela Lei n° 9394/96, que estabelece as Diretrizes e
Bases da Educação Nacional. Agora a Lei de ”Diretrizes e Bases da Educação Nacional”
estabelece que tudo começa, desde logo pela elaboração da proposta pedagógica da escola.
É o passo primeiro, o ato originário da instituição. Tudo mais deve vir depois. O que se deseja
instaurar é o princípio da realidade pedagógica, que se funda na autonomia da escola
(Indicação CEE-SP 13/97).
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1)
Currículo Oficial do Estado de São Paulo:
Descrição quantitativa (há problemas no desenvolvimento do currículo? Quais? Onde?) e
análise qualitativa (como os professores tem implantado o Currículo? Como se avalia a
aprendizagem? Como se intervém quando não há aprendizagem?) com indicação de
potencialidade e entraves na implantação do Currículo da unidade escolar, por cursos e
períodos.
Currículo Oficial do Estado de São Paulo
Descrição geral (introdução):
Lançado em 2007 pela Secretaria Estadual de Educação do Estado de São Paulo, o
Programa São Paulo faz Escola teve por objetivo homogeneizar o currículo a ser trabalhado
pelas escolas públicas da rede Estadual, com um Currículo básico para as escolas da rede
estadual visando à melhoria da qualidade de ensino, fomentar o desenvolvimento curricular
articulando conhecimento e herança pedagógicas com experiências escolares de sucesso,
garantindo a todos assim, uma base comum de conhecimento e de competências para que
nossas escolas funcionem de fato como uma rede.
O Programa propôs os conteúdos mínimos a serem trabalhados pelos professores
com os discentes, levando em consideração os saberes já construídos. Nesse contexto,
nossa escola tem contribuído para estimular a capacidade de aprender não apenas nos
alunos, mas também nos professores, proporcionando a estes capacitações e situações de
estudo e de reflexão sobre a prática pedagógica, investindo no desenvolvimento profissional
de cada docente.
O Currículo foi construído para atender às necessidades de estabelecer referenciais
comuns que atendam ao princípio de garantia padrão de qualidade (inciso IX do artigo 3º da
LDBEN – Lei nº 9394/96) e de subsidiar as equipes escolares, por meio de diretrizes e
orientações curriculares comuns que garantam aos alunos acesso aos conteúdos básicos,
saberes e competências essenciais e específicas a cada etapa do segmento ou nível de
ensino oferecido
No início de sua implantação foram percebidos impactos, com dificuldades no
desenvolvimento do mesmo devido à impossibilidade de oferecimento de capacitações pela
Oficina Pedagógica, atual Núcleo Pedagógico.
O Currículo Oficial está estruturado pelos seguintes princípios:
- Currículo é Cultura;
- Currículo referido às Competências;
- Currículo que tem como prioridade a competência leitora e escritora;
- Currículo que articula as competências para aprender;
- Currículo contextualizado no mundo do trabalho. (SEE, 2008).
O Currículo Oficial está estruturado nos seguintes documentos:
Base: (apresenta os princípios e conceitos da Proposta);
Cadernos do Gestor (apresenta sugestões de organização do trabalho dos especialistas
responsáveis pela gestão do currículo na escola; propostas de agenda, cronograma,
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atividades e organização de recursos para apoiar o trabalho do diretor, do professor
coordenador da escola, do professor coordenador da oficina pedagógica e do supervisor de
ensino);
Cadernos do Professor: (propõe atividades docentes para todas as aulas, em todas as
séries e disciplinas; organização bimestral com: indicação clara das competências e
habilidades a ser desenvolvida pelos alunos em cada tema ou tópico dos conteúdos, sugestão
de aulas, de material complementar, propostas de avaliação, projetos de recuperação
paralela).
Cadernos dos alunos: (propõe atividades que estão articuladas com os cadernos dos
professores). Estes contém orientação de estudos, proposta de atividades, exercícios em sala
de aula, roteiro para o trabalho individual e em grupo, roteiro de experimento/estudo de
campo, lição de casa, textos e imagens de apoio e, Referências: remissão a outros materiais
e ainda aos livros didáticos adotados na rede.
O Currículo da SEE, baseado em Competências e Habilidades, tem uma concepção que
requer da escola e do professor indicar o que o aluno vai aprender e isso diz respeito à
democratização da escola. Esta, para ser democrática, tem que ser igualmente acessível a
todos, diversa no tratamento de cada um e unitária nos resultados. Estudo em áreas,
adequações, troca de experiências e formação profissional viabiliza da melhor maneira
possível a concretização do Currículo e há uma postura coletiva que prioriza traçar objetivos
flexíveis que incorporem as mudanças para assim alicerçar o equilíbrio.
Existem obstáculos a serem superados, porém, por meio do trabalho de parcerias e
interdisciplinaridade, o papel que a educação deve cumprir na economia, cultura e
conhecimento científico são desenvolvidos nessa escola, e a educação deve estar sempre
estruturada sobre os quatro pilares educacionais: aprender a conhecer, aprender a fazer,
aprender a conviver e aprender a ser. A partir destes princípios gerais, o currículo será
articulado em torno de eixos básicos, orientadores da seleção de conteúdos significativos,
tendo como objetivo desenvolver as competências e habilidades.
Nossos professores têm procurado desenvolver um trabalho educacional com
diferentes estratégias didáticas e metodológicas, baseado no Currículo Oficial do Estado de
São Paulo, que visam conduzir permanentemente o desenvolvimento de aptidões para a vida
produtiva dos alunos. Os conteúdos são contextualizados e os alunos têm oportunidades
educacionais apropriadas, assegurando suas características, de acordo com o conhecimento
pré-adquirido, seus interesses, condições de vida e de trabalho.
Constantemente são utilizados todos os recursos que a escola dispõe para levar o
aluno ao aproveitamento máximo das atividades escolares, desenvolvidas no dia a dia
escolar. Enfim, em nossa escola mobilizamos todos os recursos didáticos, paradidáticos e
humanos que possuímos.
Hoje, portanto, podemos dizer que a maioria dos integrantes da equipe escolar
assumiu o compromisso efetivo na implantação do currículo, visando à melhoria de qualidade
e democratização do ensino e o atendimento a demanda do mundo contemporâneo, focando
a aprendizagem.
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Como se Avalia Aprendizagem?
Consideramos que a avaliação é um instrumento de aprendizagem e reorientação do
planejamento das situações de ensino. “A avaliação, numa perspectiva dialógica, destina-se à
emancipação das pessoas e não a sua punição; à inclusão e não à exclusão”. (Romão,
1998).
O objetivo do processo de avaliação da aprendizagem é desenvolver habilidades e
não apenas dominar competências. A avaliação assume outra função que não a costumeira
medição. Ela serve de indicador para orientar a prática educacional. Mostra ao professor
quando é preciso realizar ajustes no processo educativo. Para tanto, ela não pode ser feita
apenas em momentos específicos ou no final do ciclo escolar. A avaliação exige uma
observação sistemática dos alunos para saber se eles estão aprendendo, como estão
aprendendo e em que condições ou atividades eles encontram maior ou menor dificuldade.
Essa avaliação não se refere apenas ao domínio de competências, mas também ao
desenvolvimento das habilidades. Portanto, importa avaliar o aluno como um todo, nas
diversas situações que envolvam aprendizagem: no relacionamento com os colegas, no
empenho para solucionar problemas propostos, nos trabalhos escolares, nas brincadeiras,
etc.
Na avaliação do aproveitamento, os resultados serão por meio de sínteses bimestrais e
finais em cada componente curricular. O rendimento do aluno, satisfatório ou insatisfatório,
será traduzido por meio de notas em uma escala de 0 (zero) a 10(dez). O aluno será
informado de como será sua avaliação e o resultado será explicado e discutido com o mesmo,
e não apenas comunicado por meio de uma nota.
Quando esse processo de aprendizagem não é concretizado, a Escola, que tem como
compromisso garantir a efetiva aprendizagem e o desenvolvimento de competências e
habilidades em seus alunos, disponibiliza mecanismos (como a recuperação contínua e
paralela) para garantir e qualificar, no mínimo, as mudanças positivas. O professor realiza um
trabalho de “dia a dia”, fazendo intervenções pontuais e imediatas, sistematizando e
diagnosticando as dificuldades dos alunos e a coordenação encaminhando-os aos
professores auxiliares dos componentes curriculares de Língua Portuguesa e Matemática,
quando necessário.
De acordo com os PCNs a avaliação é compreendida como um conjunto de atuações
que tem a função de alimentar, sustentar e orientar a intervenção pedagógica. Desta forma a
avaliação se constitui:
I) para o professor como uma reflexão contínua sobre sua prática educativa;
II) para o aluno como a tomada de consciência de conquistas, dificuldades e reorganização
na tarefa de aprender;
III) para a escola em função de definir prioridades e localizar quais aspectos das ações
educativas demanda maior apoio.
Ao início de cada ano é necessária, e de responsabilidade do professor, uma avaliação
investigativa que instrumentaliza o professor para a elaboração do seu planejamento de forma
adequada às características de seus alunos.
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É fundamental a utilização de diferentes códigos: verbal, oral, escrito, gráfico, numérico, o
pictórico de forma a se considerar as diferentes aptidões dos alunos. Será realizada de forma
contínua, cumulativa e sistemática, através da interpretação qualitativa do conhecimento
construído pelo aluno através de:
I) observação e acompanhamento sistemático do professor durante todo o processo de
ensino e aprendizagem, (registro em tabelas, listas de controle, diário de classe e outras);
II) análise da produção e da participação dos alunos;
III) atividades específicas para avaliação como: provas bimestrais, simulados.
IV) auto-avaliação: possibilitar que os alunos avaliem sua própria aprendizagem.
A escala adotada pela escola para expressar os resultados educacionais no final de cada
bimestre é nota de 0 a 10, utilizando-se somente números inteiros, sendo considerado
rendimento satisfatório nota igual ou superior a 5. A verificação do rendimento escolar
compreende a avaliação do aproveitamento escolar do aluno nos diversos aspectos.
A freqüência é acompanhada constantemente pelos professores, coordenação e direção.
Terá suas ausências compensadas bem como a compensação de conteúdos o aluno que
a justificar nos termos da legislação vigente, depois de aprovação do Conselho de Classe.
Objetivando fortalecer o vínculo entre aluno e professor, a Equipe Gestora procura se
empenhar em todas as situações reivindicadas por professores e alunos, incentiva, apóia e
estimula o trabalho com projetos, práticas diversificadas e acolhe sugestões de melhoria.
2)
Contexto sócio-histórico no qual se insere a unidade escolar:
Itapetininga é um município brasileiro do estado de São Paulo. Localiza-se a uma latitude
23º35'30" sul e a uma longitude 48º03'11" oeste, estando a uma altitude de 656 metros. Sua
população estimada em 2008,segundo o SEADE, era de 145.075 habitantes, com taxa de
crescimento anual de 1,67%.
Fonte Censo 2000
O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M) do município de Itapetininga é: 0,786
IDH-M Renda: 0,738
IDH-M Longevidade: 0,748
IDH-M Educação: 0,872
(Fonte: IPEADATA)
O município de Itapetininga – SP está localizado na região sudoeste do estado de São
Paulo, na bacia do Alto – Paranapanema, possui uma população de 148.808 habitantes,
segundo dados do IBGE (2009). Sua economia é voltada para a agropecuária, agricultura e
tem um parque industrial em expansão. Os idosos no município representam 9,5 da
população, 11.548 habitantes. São na sua maioria de famílias de baixa renda, gerada pelo
desemprego. A expectativa de vida (anos) é de 69,88 (Fundação SEADE, 2000).
Itapetininga possui uma estrutura bem formada na área educacional. O município possui
uma rede própria de Educação Infantil, com creches e EMEI e Ensino Fundamental do Ciclo I
e iniciando neste ano corrente, o Ciclo II e a Educação de Jovens e Adultos. A prefeitura
investe no ensino superior, com apoio na infra-estrutura da FATEC e da Unidade da
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Universidade Aberta do Brasil (UAB) onde são ministrados cursos da Universidade Federal de
São Carlos (UFSCar) e da Universidade de Brasília (UnB). Também está em projeto a
implantação de um campus da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). O município
também possui as faculdades particulares: Instituto Itapetiningano de Ensino Superior (IIES),
Associação de Ensino de Itapetininga (OZI), a Fundação Karnig Bazarian (FKB) e o Ensino a
Distância. A educação estadual e o ensino privado atende a demanda do Ensino Fundamental
– Ciclo I e Ciclo II, Ensino Médio e Ensino Técnico. A Educação dos Jovens e Adultos
compete somente a política educacional do Estado.
Itapetininga possui uma economia fortemente voltada à agricultura. Suas indústrias são
de pouca expressão nacional. A pecuária é de relativa importância no sudoeste paulista. Os
principais produtos cultivados são: grama, batata, hortifrutícolas e cana-de-açúcar para a
fabricação de álcool.
A produção de lenha e madeira em tora de florestas cultivadas (silvicultura) e a resinagem de
espécies florestais dos gêneros Pinus também se mostram importantes atividades no
município.
A situação das famílias em vulnerabilidade social no município é muito alto. O índice de
desemprego e analfabetismo também é grande. A situação sócio-econômica e cultural das
famílias é ruim. A Renda per Capita (em salários mínimos) dos domicílios com ½ Salário
Mínimo no ano de 2000 totalizavam 14,21% (Fundação SEADE). A população do município
que vive na zona urbana é de 112.137 habitantes e na sua maioria não apresenta condições
adequadas de sobrevivência, os problemas relacionados com drogas, alcoolismo, abuso
sexual, violência contra idoso, criança e adolescente se faz presente, principalmente nesta
camada da população. Cada vez mais aumenta a desigualdade social, ocasionando o
desemprego em massa e o aumento das violências, devido à fragilidade dos laços familiares
e sociais dos indivíduos.
b) Descrição das potencialidades da comunidade na qual a escola está inserida:
b.1) Equipamentos públicos disponíveis no entorno:
- EE Prof Astor Vasques Lopes
Endereço: Rua Antonio Soares da Silva, 180 - Jardim Brasil
Telefones: (15) 3273-1140 / 3273-4080
- Posto de Saúde Municipal do Bairro Jardim Paulista;
b.2) Equipamentos comunitários disponíveis no entorno:
- Igreja Católica São Paulo Apostolo
- Igreja do Evangelho Quadrangular
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b.3) Parcerias estabelecidas:
Nome da instituição/organização: PSF “Maria Ravacci de Oliveira”. Jardim Fogaça.
Tipo de atendimento/serviço prestado: Atendimento à Saúde da Família.
Endereço, telefones e e-mail para contato: Rua Salvador Lopes, 85. Jardim Fogaça. Fone: (15)
3373-5383
Horário de funcionamento: Segunda a Sexta: 07:00h às 17:00h.
Pessoa(s) responsável (is): Anny Helena Fauaz.
Relato do contato realizado, abordando os principais potenciais e as principais fragilidades
na relação da instituição/organização com a escola:
O atendimento é feito para a comunidade pertencente à área de abrangência do PSF – Jardim
Fogaça e os bairros do entorno. Não há relação direta com a Escola. A fragilidade vem da falta de
comunicação entre os dois lados. A coordenadora se colocou à disposição para ajudar na
realização de possíveis palestras direcionadas aos adolescentes.
O atendimento de um PSF preza, por lei, a visita à família. Um PSF tem de ir até a casa para
acompanhamento familiar. A ida até as famílias é o que o diferencia um PSF de um Posto de
Saúde tradicional. A dificuldade na realização do trabalho é causada pela falta de estrutura.
Programa voltado para adolescente:
1) PROGNÓSTICON Caso haja suspeita de gravidez é feito o teste. Se o resultado for positivo, a
adolescente recebe orientações, acompanhamento, encaminhamentos (por exemplo: Casa do
Adolescente).
2) Programa Odontológico: Faz tratamento e orientação em relação à higiene bucal do
adolescente e da comunidade, com agendamento rápido (mesmo dia). Ocorrem visitas de escolas
de educação infantil para orientações gerais de higiene bucal para as crianças.
Data: 02/06/2011
Nome da instituição/organização: Posto de Assistência à Saúde “Taboãozinho”.
Tipo de atendimento/serviço prestado: Atendimento de saúde da mulher, da criança e adulto.
Endereço, telefones e e-mail para contato:
Rua Francisco Weiss Jr. s/n. Jardim Nova Era. Fone: (15) 3373-2239
Horário de funcionamento:
Segunda a Sexta: 07:00h às 17:00h.
Pessoa(s) responsável (is):
Cibele – Enfermeira Chefe.
Relato do contato realizado, abordando os principais potenciais e as principais fragilidades
na relação da instituição/organização com a escola:
Não há relação direta com a Escola Estadual “Carlos Eduardo”. Há atendimento dos jovens do
bairro, muitos destes nossos alunos. Também se colocaram à disposição para palestras
direcionadas aos adolescentes. A grande dificuldade é a falta de comunicação cordial entre os
diversos órgãos públicos.
Programa para adolescente:
1) Projeto Saúde Escolar: verificam o baixo peso, o sobrepeso, desenvolve ações educacionais,
avaliação oftalmológica. Faz encaminhamento de exames. Este projeto ocorre no Bairro e nas
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Escolas municipais do Taboãozinho.
2) Projeto Saúde Odontológica: Faz tratamento e orientação em relação à higiene bucal do
adolescente e da comunidade, com agendamento rápido (mesmo dia).
Data: 02/06/2011
Nome da instituição/organização: CRAS – Centro de Referência de Assistência Social. Vila
Aparecida.
Tipo de atendimento/serviço prestado:
Assistência Social à família – adultos, crianças, adolescentes.
Endereço, telefones e e-mail para contato: Rua Pedro Voss, 26 – Vila Aparecida. Fone; (15)
3273-3675 e-mail: [email protected]
Horário de funcionamento:
Segunda a Sexta: 08:00h às 17:00h.
Pessoa(s) responsável (is):
Ana Carolina de Camargo.
Relato do contato realizado, abordando os principais potenciais e as principais fragilidades
na relação da instituição/organização com a escola:
O principal objetivo do CRAS é atuar nas questões que envolvam vulnerabilidade social no seio
familiar. A família é o foco central no atendimento do CRAS. Trabalha com programas e projetos
do governo federal e estadual (Bolsa família, renda cidadã, Pró Jovem, Ação Jovem, PAIF, grupos
de idosos, grupo de mulheres, etc.).
A relação com a escola ocorre com os alunos cujas famílias recebem o Bolsa Família ou
participam do Renda Cidadã. Alguns jovens participam do Pró Jovem e outros do Ação Jovem,
programas sócio-educativos que complementam a formação do adolescente em situação de
vulnerabilidade social. O Ação Jovem conta com um auxílio financeiro de 80 reais.
As principais dificuldades:
Falta de comunicação entre CRAS-ESCOLA/ESCOLA-CRAS, falta de visitas mútuas para troca
de informações, ter uma equipe reduzida e a falta de tempo para realizar as atividades propostas.
Data: 03/06/2011
Nome da instituição/organização:
CREAS – Centro de Referência de Assistência Social.
Tipo de atendimento/serviço prestado:
Pessoas em situação de risco ou que tenham seus direitos violados.
Endereço, telefones e e-mail para contato:
Rua João Evangelista, 416. Centro. CEP 18200-055. Fone: (15) 3275-4381 e-mail:
[email protected]
Horário de funcionamento:
Segunda a Sexta: 08:00h às 17:00h.
Pessoa(s) responsável (is):
Fabiana Lang de Oliveira (Coordenadora do CREAS)/ Silvana dos Santos Oliveira (Diretora de
Promoção Social).
Relato do contato realizado, abordando os principais potenciais e as principais fragilidades
na relação da instituição/organização com a escola:
O CREAS atende crianças /adolescentes vítimas de maus-tratos, abuso e exploração sexual.
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Idosos vítimas de maus-tratos, moradores de rua, portadores de deficiência vítimas de maustratos, mulheres vítimas de violência física e psicológica. As ações ocorrem por meio de
encaminhamentos para a rede de atendimento do município, buscando a superação da situação
de risco pessoa ou violação de direitos.
Rede de Proteção Social Especial:
1) Proteção em Abrigo - criança e adolescente: Associação Nossa Senhora Rainha da Paz
(crianças em abandono ou risco social de 0-12 anos, ambos os sexos); Casa da Criança São
Vicente de Paulo (adolescentes de 12-18 anos, masculinos vítimas de abandono ou risco social);
GAADI- Grupo de Apoio à Adoção de Itapetininga (Lar Quintella). Abriga crianças de 0-12 anos
vítimas de abuso, violência, maus-tratos e risco social. Ambos os sexos; Instituição Nosso Lar.
Abriga crianças (0-12 anos, ambos os sexos) vítimas de abuso sexual, maus-tratos, violência e
risco social; SEMEIA – Serviço Municipal Emergencial para a Infância e Adolescência – Núcleo I.
Abriga temporariamente crianças e adolescentes encaminhados pelo poder judiciário e Conselho
Tutelar. 0-18 anos, ambos os sexos; SEMEIA – Núcleo II. Abriga temporariamente adolescentes
encaminhados pelo poder judiciário e conselho tutelar. 15 a 18 anos (feminino).
2) Idoso: Lar São Vicente de Paulo. Atendimento a idosos de baixa renda e sem vínculo familiar.
A partir de 60 anos.
3) Proteção ao Migrante e Pessoas de Rua: S.O.S. – Serviço de Obras Sociais.
Atendimento através de albergue noturno.
4) Proteção Especial à Pessoa Portadora de Deficiência: APAE, AADAI (apoio ao deficiente
auditivo); CEPREVI (apoio aos deficientes visuais e com baixa visão); APRISDEFI (apóia-se em
ações voltadas para a reabilitação e inclusão social).
Programas:
1) PETI – Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (07-16 anos, ambos os sexos). Voltados
para o atendimento de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil ou risco social;
2) S.O.S – Projeto CAJU: Atende adolescentes (12-21 anos, ambos os sexos). Em cumprimento
de medidas sócio-educativas. Oferece atendimento individual, grupal visando o acompanhamento,
orientação ao adolescente autor de ato infracional.
Dificuldades:
Falta de comunicação entre os dois lados; falta de visitas mútuas para troca de informações e a
falta de tempo para realizar os planos e as atividades propostas.
Data: 09/06/2011
Nome da instituição/organização: ONG AADAI - Associação de Apoio aos Deficientes Auditivos
de Itapetininga
Tipo de atendimento/serviço prestado: assistência a crianças e adolescentes com deficiência
auditiva.
Endereço, telefones e e-mail para contato: Rua Firmino José de Araújo, 73 – Vila Nova. Fone:
(15) 3271-3272. E-mail: [email protected]
Horário de funcionamento:
Segunda a Sexta: 08:00h às 12:00h/1300h às 18:00.
Pessoa(s) responsável(is): Maria Silvia Sacco
Relato do contato realizado, abordando os principais potenciais e as principais fragilidades
na relação da instituição/organização com a escola:
Atende de 0-21 anos. A proposta de trabalho da AADAI segue uma abordagem oral, isto é,
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enfatiza a utilização da audição residual para o desenvolvimento da linguagem oral. A equipe é
composta de Psicopedagogo com especialização em educação especial de cegos,
fonoaudiólogos, fisioterapeuta geral. Os objetivos são orientar as famílias de portadores de
deficiência auditiva, divulgar para a comunidade a deficiência auditiva, prevenção e reabilitação da
deficiência auditiva, promover a integração do deficiente auditivo, desenvolver pesquisas e
estudos na área de deficiência auditiva, luta pela identificação e intervenção na deficiência
auditiva o mais cedo possível e capacitar e treinar profissionais de saúde e educação na área de
deficiência auditiva.
Programas oferecidos: avaliação audiológica; adaptação de aparelhos auditivos; terapia
fonoaudiológica, apoio pedagógico para inclusão educacional; orientação familiar; apoio para
inclusão profissional e ambulatório de alto risco.
Na área de formação profissional: cursos de capacitação, estágios e treinamentos, grupos de
estudos; pesquisa e produção científica.
No momento atendem 25 jovens, quase todos frequentam salas regulares. Contam com o apoio
do SAED (sala de educação especial do município, qualquer criança pode frequentar); por força
de lei agora é feito o diagnóstico precoce (teste da orelhinha). Existe o transplante COCLEAR
para grau severo de deficiência auditiva em crianças com idade de 3 ou até 4 anos. Já ocorreram
3 implantes na cidade de Itapetininga. Segundo a entrevistada, a realidade da inclusão está
mudando aos poucos, um dos retratos dessa mudança é a presença de professores na AADAI em
busca de informação e treinamentos.
Data: 03/06/2011
Nome da instituição/organização: Casa do Adolescente II
Tipo de atendimento/serviço prestado:
Atendimento em diversas áreas de adolescentes e jovens, entre 14 e 24 anos.
Endereço, telefones e e-mail para contato:
Rua Napoleão Tavares da Silveira, 317 – Vila Paulo Ayres. Fone: (15) 3273-4227. E-mail:
[email protected]
Horário de funcionamento:
Segunda a Sexta: 07:00h às 17:00h.
Pessoa(s) responsável(is): André Lencione (Coordenador)
Relato do contato realizado, abordando os principais potenciais e as principais fragilidades
na relação da instituição/organização com a escola:
O objetivo da Casa do Adolescente é oferecer aos adolescentes em risco social e pessoal a
oportunidade de desenvolverem seu protagonismo juvenil e preparação para ingresso no mercado
de trabalho. Também promoção da saúde, da cidadania, projetos de vida. Para tanto são
oferecidos diversos cursos, atendimento psicológico, atendimento médico, atendimento
odontológico, cursos, etc.
A casa do Adolescente funciona através de repasse da prefeitura e uma parceria com a
Votorantim. São programas que cuidam do adolescente: na área ambulatorial, médica e
odontológica; PAMDA que cuida da questão da drogadição e alcoolismo; PAAGEM direcionado
para adolescentes gestantes e jovens pais, “TRAMPO JOVEM” dirigido à geração de renda
mínima, Línguas (Inglês e Espanhol) em parceria com escolas de idiomas locais; Projeto
DEGRAU em parceria com a Associação Comercial de Itapetininga.
Dificuldades:
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Falta de compreensão, por parte da escola(s), dos serviços da Casa do Adolescente. Por
exemplo: quem pode encaminhar para a Casa são: CRAS, CREAS, Postos de Saúde, Conselho
Tutelar, Vara da Infância.
Data: 07/06/2011
Nome da instituição/organização:
SENAR – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural. Em parceria com o Sindicato Rural de
Itapetininga.
Tipo de atendimento/serviço prestado:
Programa Jovem Aprendiz Rural e outros cursos voltados à área rural.
Endereço, telefones e e-mail para contato:
Rua Campos Salles, 219 – Centro. CEP 18200-005. Fone: (15) 3271-0811 e-mail:
[email protected]
Horário de funcionamento:
Segunda a Sexta: 08:00h às 17:00h.
Pessoa(s) responsável(is): Marcelo Antunes
Relato do contato realizado, abordando os principais potenciais e as principais fragilidades
na relação da instituição/organização com a escola:
O Programa Jovem Aprendiz Rural é um programa que visa à educação para o trabalho,
promoção social e construção de cidadania. É voltado para jovens a partir de 16 anos, de origem
rural, capacita-os a desenvolverem trabalhos produtivos no meio rural. Sabe-se que no meio rural,
crianças começam a trabalhar muito antes da idade permitida por lei, que isso acarreta graves
prejuízos em sua formação, em sua escolaridade. Isto por si só, já justifica o projeto e sua
ambição de construir uma sociedade mais justa.
São oferecidos além de uma matriz básica que contempla a dimensão ética, a saúde, a
tecnologia, as ações comunitárias, ações de marketing, etc. outros cursos oferecidos, quase que
mensalmente, todos voltados para a área rural.
A escola(s) pode(m) encaminhar qualquer aluno, desde que tenha origem rural. O projeto é
oferecido logo no inicio do ano. As informações podem ser adquiridas a qualquer tempo.
Dificuldades:
A própria relação, quase inexistente, com qualquer escola da região. Apesar deste cenário, os
jovens do programa jovem aprendiz rural são todos de escolas públicas. Então, um dos problemas
é a falta de contato, de comunicação para uma melhor orientação para os jovens com origem no
campo sobre o SENAR e suas oportunidades.
Data: 03/06/2011
Nome da instituição/organização:
Conselho Tutelar I
Tipo de atendimento/serviço prestado:
Garantir contra a violação dos direitos da criança e adolescente.
Endereço, telefones e e-mail para contato:
Rua Expedicionários Itapetininganos, 1389 – Centro. CEP 18200-026 Fone: (15) 3272-5144 32717440 e-mail: [email protected]
Horário de funcionamento:
Segunda a Sexta: 08:00h às 17:00h.
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ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO
CARREIRA”
Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015
Pessoa(s) responsável(is):
Srª. Mônica.
Relato do contato realizado, abordando os principais potenciais e as principais fragilidades
na relação da instituição/organização com a escola:
O conselho tutelar existe para garantir que os direitos da criança não sejam violados. Segundo a
entrevistada, há uma distorção na idéia do que seja o trabalho do Conselho por parte da escola(s).
Estas, em sua grande maioria, ainda enxergam o conselho como um órgão
PUNIDOR/RESOLVEDOR de problemas de ordem disciplinar; quando na verdade o Conselho
Tutelar tem a função de garantir que não sejam violados os direitos da criança e adolescente.
Jamais punir. Ela citou pontos do artigo 56 do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) que
garantiriam uma atuação mais efetiva do conselho: maus tratos, reiteradas faltas injustificadas,
ausência da família, abandono intelectual, etc. Se dispôs a efetuar palestras para os pais sobre
abandono intelectual, para os professores sobre o papel do Conselho Tutelar. Alertou para o fato
de que a Escola deve esgotar todos os recursos, principalmente os LEGAIS, para acionar o órgão.
Tudo deve ser documentado conforme a Lei.
Um dos grandes problemas é justamente o “atropelo, má interpretação ou desconhecimento da
Lei” gerando uma série de transtornos na relação Conselho/Escola. Então, falta de comunicação,
falta de contato para maiores esclarecimentos sobre procedimentos legais na condução dos
casos.
Data: 10/06/2011
Nome da instituição/organização:
CMDCA – Conselho Municipal de Direitos da Criança e do Adolescente.
Tipo de atendimento/serviço prestado:
Fiscalização do cumprimento da proteção integral das crianças e adolescentes.
Endereço, telefones e e-mail para contato:
Rua Pedro Voss, 490 – Vila Aparecida. Fone (15) 3275-1898 e-mail: [email protected]
Horário de funcionamento:
Segunda a Sexta: 08:00h às 11:30h/13:00h às 17:00h.
Pessoa(s) responsável(is):
Vera Lúcia Abdala
Relato do contato realizado, abordando os principais potenciais e as principais fragilidades
na relação da instituição/organização com a escola:
O principal potencial de um CMDCA é fiscalizar o cumprimento da legislação pertinente e a
execução das propostas que visam o bem estar e a garantia dos direitos da criança e do
adolescente. As reuniões ordinárias ocorrem cerca de 2 ou 3 vezes. Reuniões extraordinárias
ocorrem em razão de alguma demanda mais grave.
Dificuldades:
Falta de estrutura, falta contato propriamente dito com as instituições escolares. Falta de tempo
para realização das tarefas.
Data: 14/06/2011
Nome da instituição/organização:
Polícia Militar
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ESCOLA ESTADUAL PPROF. “CARLOS EDUARDO MATTARAZZO
CARREIRA”
Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015
Tipo de atendimento/serviço prestado:
Atendimento à população em geral.
Endereço, telefones e e-mail para contato:
Rua Dr. Coutinho, 2000 – Vila Judite. Fone: 190 (15) 3273-2366
Horário de funcionamento:
24 horas.
Pessoa(s) responsável(is):
Capitão Gomes (Jair Francisco Gomes Jr – Relações públicas da PM)
Relato do contato realizado, abordando os principais potenciais e as principais fragilidades
na relação da instituição/organização com a escola:
A polícia militar oferece a Ronda Escolar de modo preventivo e ostensivo, criada para proteger
todos os participantes da vida escolar e o perímetro escolar, que compreende 100 metros a partir
dos portões de acesso dos estudantes. Os policiais são orientados a atuarem em parceria com a
direção das escolas. Para isso, contam com 01 viatura por área. Às vezes não dá conta.
Programas:
PROERD – Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (5ª a 8ª série).
JCC – Programa Jovens Construindo a Cidadania (8ª ao 3º ensino médio). Objetiva formar
multiplicadores de cidadania. É um projeto inspirado nos EUA. Lá para combater as gangues do
mal foi criada uma espécie de gangue do bem.
Dificuldades:
Existe uma demanda muito grande por um policiamento mais presente. A prioridade será sempre
a(s) escolas(s) consideradas mais problemáticas, sempre baseadas em dados.
Todas as escolas desejam ter policiamento na hora da entrada, recreio e saída. Porém, baseado
em estatísticas a PM segue um roteiro diário em seu patrulhamento. Este é guiado pelo CPP –
Cartão de Prioridade Policial, o qual determina as zonas mais perigosas, que recebem maior
atenção. Numa escola considerada de menor risco o patrulhamento será mais rotineiro, agora
caso a direção ou qualquer funcionário solicite a presença da Ronda Escolar devido à ameaça de
perigo, imediatamente a patrulha se deslocará até o local do chamamento e tomará as devidas
providências.
Data: 08/06/2011
Nome da instituição/organização:
SENAC – Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial.
Tipo de atendimento/serviço prestado:
Cursos em diversas áreas com bolsas integrais de estudos
Endereço, telefones e e-mail para contato:
Rua Dom Joaquim, 495 – Centro. CEP 18200-090. Fone (15) 3511-1200. E-mail:
[email protected]
Horário de funcionamento:
Segunda a sexta: 08:00 às 22:00h. Sábado: 08:00 às 12:00h.
Pessoa(s) responsável(is): Mariane Pereira Maricato.
Relato do contato realizado, abordando os principais potenciais e as principais fragilidades
na relação da instituição/organização com a escola:
O potencial do SENAC é imenso. Oferece um leque de cursos altamente atrativos para a inserção
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no mercado de trabalho. Oferece um programa de bolsa de estudos. Inclusão social, acesso à
educação de qualidade e uma ampla colaboração para a entrada do aluno no mercado de
trabalho.
www.sp.senac.br/itapetininga precisa ser acompanhado semanalmente.
As bolsas variam de 50 a 100% em cursos livres e para os cursos técnicos fica garantida a bolsa
integral a todos os selecionados (até 2 salários mínimos).
Triagem de pedido de bolsa (internet: www.sp.senac.br/bolsasdeestudos) ou pessoalmente no
Senac. Depois de ganhar a bolsa de estudos, existem os prazos para inscrição.
Dificuldades:
Falta de acompanhamento, pela escola, dos cursos que são muitos e aparecem a todo instante
pelo site, falta de contato com os jovens em idade escolar e a instituição, mediação da escola,
falta de comunicação. Falta de iniciativa da juventude.
Data: 10/06/2011
Nome da instituição/organização:
Associação dos Amigos do Bairro Jardim Nova Era (Taboãozinho).
Tipo de atendimento/serviço prestado:
Reunião com os moradores para discussão sobre problemas locais.
Endereço, telefones e e-mail para contato:
Não tem sede. Endereço da Escola: Rua Francisco Weiss Jr., 1722. Taboãozinho. Fone do
Presidente da Associação (15) 9785-8609
Horário de funcionamento:
Reuniões Ordinárias: 2 vezes por mês. Horário flexível.
Pessoa(s) responsável(is):
Giovane Carlos Alves Lourenço. Presidente da Associação.
Relato do contato realizado, abordando os principais potenciais e as principais fragilidades
na relação da instituição/organização com a escola:
O principal potencial é estabelecer contato com as famílias de vários alunos que frequentam as
escolas estaduais na região mais próxima do Taboãozinho. No caso da Escola Carlos Eduardo, a
relação da associação com a escola ocorre quando há algum problema de contato com pais de
alunos. Então, é só ligar para o Sr. Giovane e ele prontamente nos ajuda. É claro que podemos
estreitar mais esses laços, uma vez que é fundamental a participação familiar na educação cidadã
da juventude.
Data: 10/06/2011
Nome da instituição/organização:
Promotoria da Infância e Juventude
Tipo de atendimento/serviço prestado:
Na defesa dos direitos fundamentais da criança e adolescentes. (0-18 anos incompletos)
Endereço, telefones e e-mail para contato:
Avenida Peixoto Gomide, s/n (Fórum Velho). Fone: (15) 3272-3644
E-mail: [email protected]
Horário de funcionamento:
Segunda a Sexta: 13:00h às 19:00h.
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Pessoa(s) responsável(is):
Promotor Dr. Leandro Conte de Benedicto.
Relato do contato realizado, abordando os principais potenciais e as principais fragilidades
na relação da instituição/organização com a escola:
Os principais potenciais são os direitos previstos em lei, tais como: vida, saúde, alimentação,
educação, convivência familiar e comunitária, lazer, profissionalização, cultura, dignidade e
respeito e Liberdade.
As dificuldades no caso da promotoria da infância é que ela trata de ato infracional praticado pelo
adolescente. Por exemplo, perturbação do ambiente escolar, agressão física são desta natureza e
precisam ter o seguinte procedimento: efetuar o boletim de ocorrência e depois encaminhar para a
promotoria. Indisciplina é caso da escola, da família. A desinformação e a falta de iniciativa na
busca da solução legal, isto é, amparada na lei.
Data: 15/06/2011
Nome da instituição/organização:
Defensoria Pública / Parceria com a Casa do Advogado.
Tipo de atendimento/serviço prestado:
Oferece ampara jurídico aos cidadãos necessitados.
Endereço, telefones e e-mail para contato:
Rua Pedro de Carvalho Lobo, 100 – Jardim Marabá. Fone (15) 3273-4327
Horário de funcionamento:
Segunda a Sexta: 8:00h às 12:00h.
Pessoa(s) responsável(is):
Dr. Luciano Hallak
Relato do contato realizado, abordando os principais potenciais e as principais fragilidades
na relação da instituição/organização com a escola:
A defensoria, como tal, não existe em Itapetininga.
Há uma parceria com a casa do advogado (via OAB/SP) para preencher a lacuna. A função da
Defensoria pública é defender, de forma integral e gratuita, os cidadãos mais necessitados. Para
isso dispõe de advogados públicos para o atendimento à população carente.
A dificuldade é a falta de estrutura; o atendimento é para os mais necessitados, para quem ganha
até 2 salários mínimos. Precisa comprovar a renda. Muitas vezes o público precisa se deslocar até
Sorocaba para garantir seus direitos.
Data: 14/06/2011
Nome da instituição/organização:
Vara da Infância e Juventude
Tipo de atendimento/serviço prestado:
Atendimento à população jovem de 0-18 anos incompletos.
Endereço, telefones e e-mail para contato:
Avenida Peixoto Gomide, s/n (Fórum Velho). Fone: (15) 3271-3095/8463
Horário de funcionamento:
Segunda a Sexta: 12:30h às 19:00h
Pessoa(s) responsável(is):
Dr. André Luis Bastos – Juiz de Direito/Carmem atendente.
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Relato do contato realizado, abordando os principais potenciais e as principais fragilidades
na relação da instituição/organização com a escola:
O potencial da vara da infância é aquele amparado pela lei. Em resumo, a saber:
a) impor medida sócio-educativa a adolescente diante da prática de ato infracional, com exceção
daqueles afetos a julgamento pelo Tribunal do Júri.
b) conhecer, com exclusividade, de pedidos de adoção, desde que o adotando tenha menos de
dezoito anos.
c) conhecer de ação que vise compelir a União, Estado ou Município a oferecer atendimento
médico a criança ou adolescente.
d) conhecer de ação de alimentos em favor de crianças e adolescente que estejam com direito
violado por omissão dos pais ou responsável.
e) conhecer, com exclusividade, dos pedidos de destituição do poder familiar.
A principal dificuldade no contato com a escola, segundo a entrevistada, é que, às vezes, não são
respondidos os ofícios. Outro problema é que muitas vezes a resposta, quando são requisitados
os endereços, é defasada, o aluno já mudou de residência. Sugestão de fazer campanhas
freqüentes de atualização de endereços, telefone, etc.
Data: 15/06/2011
b.4) Parcerias potenciais:
- Instituto Federal de Educação e Ciência Tecnológica de São Paulo (IFSP);
- Universidade Aberta do Brasil (UAB);
- Prefeitura Municipal de Itapetininga
c) Expectativa dos pais em relação ao futuro dos filhos e valor agregado do trabalho da
escola a essa expectativa (a importância que os pais depositam na escola para o futuro
dos filhos):
- Incentivo a educação escolar para que o filho tenha um futuro promissor e brilhante;
- Que os estudos direcionem seus filhos para que tenham um ótimo desempenho e se
dediquem as atividades escolares;
- Fortalecimento da parceria Família e Escola;
- Que a escola proporcione aos alunos um excelente aprendizado;
- Que seus filhos dêem continuidade nos estudos;
- Que a escola prepare seus filhos para o mercado de trabalho;
- Que os alunos sejam educados e respeitosos;
- Que a escola dê suporte moral e incentive os valores éticos.
c.1) Concepção dos processos de ensino-aprendizagem trazida pelos
pais/responsáveis como bagagem cultural (discussão em colegiados/instituições
escolares e em reunião de pais):
- O papel da escola da vida da criança é essencial para sua formação pessoal, educacional e
social;
- A interação da família com a escola é fundamental para que o processo de ensinoaprendizagem transcorra de forma produtiva;
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- A educação que o filho recebe na casa contribui e interfere no aprendizado do aluno;
- Cada ano/série que a criança freqüenta a escola aprende conteúdos diferentes, embora a
cada ano/série os conteúdos são aprofundados;
- Os alunos aprendem fora da escola também através do teatro, cinema, internet, jornal,
revista, televisão e com os outros.
d.1) Nas séries/anos de entrada (1º e 2º ano, 6º e 7º ano do EF; 1ª série do EM):
d.3) Na série final do (s) ciclo (s) do Ensino Fundamental (5º ano; 9º ano):
d.4) Na séries final do Ensino Médio (3ª série do Ensino Médio):
d) Expectativa de futuro dos alunos da educação básica (qual o futuro que os alunos
imaginam para si mesmos):
d.1) Nas séries/anos de entrada (1º e 2º ano, 6º e 7º ano do EF; 1ª série do EM):
-
Que ao final do ano letivo todos os alunos:
tenham boas condições de aprendizagem para poder dar continuidade aos estudos;
tornem-se um bom cidadão.
adquiriram conhecimento
sejam preparados para a vida em sociedade;
aprendam bastante para ter um bom emprego;
d.2) Nas séries/anos intermediários (8º e ano do EF; 2ª série do EM):
-
Que ao final do ano letivo todos os alunos:
adquiriram conhecimento;
possam dar continuidade aos estudos;
tenham um bom trabalho;
respeitem as pessoas e as regras de conduta;
sejam bons cidadãos.
consigam concluir o Ensino Médio;
d.3) Na série final do (s) ciclo (s) do Ensino Fundamental (5º ano; 9º ano):
-
Que ao final do ano letivo todos os alunos:
tenham boas condições de aprendizagem para poder dar continuidade aos estudos;
tenham oportunidade dar continuidade aos estudos;
estejam preparados para o mercado de trabalho;
consigam concluir o Ensino Médio;
d.4) Na séries final do Ensino Médio (3ª série do Ensino Médio):
-
Que ao final do ano letivo todos os alunos:
estejam preparados para a vida em sociedade;
consigam ser um bom profissional;
tenham oportunidade de realizar um curso superior
possam cursar uma boa faculdade;
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d.5) Concepção dos processos de ensino-aprendizagem trazida pelos alunos como
bagagem cultural:
- leitura de livro;
- informações dos acontecimentos da atualidade (televisão, internet, revista e jornal);
- histórias passadas de gerações anteriores e experiências vividas pela família;
- o exercício de uma boa educação e respeito com as pessoas;
- participação em atividades culturais (teatro, cinema, viagens, música e dança);
- o acesso à internet;
- cursos de qualificação educacional e profissional;
- demonstração e tratamento nas relações humanas com amor e carinho.
e) Expectativa dos professores em relação ao papel da escola na construção de
cidadãos:
O professor, deve-se estender a sua competência as ações de revisão sobre sua prática,
envolvendo não só trabalho criativo, autônomo, calcado, não apenas no conhecimento
(métodos, conceitos e princípios), mas também nas capacidades de saber, saber fazer, saber
como. Com isto, haverá um desenvolvimento da capacidade de aprender com sucesso e com
os erros, no aprender com o outro, na troca de experiências, no aceitar responsabilidades,
entre outras.
Saber organizar e dirigir situações de aprendizagem, bem como administrar a própria
formação contínua sabendo o como fazer: o que procurar, onde procurar, o que fazer com as
múltiplas informações colhidas, para não se tornar num mero receptor ou reprodutor do saber
acumulado ao mesmo tempo, recriando-as, distribuindo-as pelos múltiplos saberes, através
de estratégias, também apropriadas, como: trabalhar a partir dos erros, a partir dos alunos, do
seu próprio saber, desejando vencer obstáculos, estabelecendo relações entre o saber, a
experiência e o trabalho, numa visão longitudinal dos objetivos, observando e avaliando as
situações, valorizando as tecnologias e os dispositivos didáticos atualizados, disponíveis,
interativos e flexibilizados, criando, intensificando e diversificando, o desejo de aprender e
reforçando a decisão de aprender.
Os professores devem reunir todas estas competências além de saber ouvir, observar,
auxiliar, criar, inovar, de forma dinâmica, reflexiva, analítica e critica, consciente e
responsável, cidadã e democrática para contribuir com a construção dos cidadãos que
frequentam a escola.
e.1) Posicionamento dos professores em relação a seu papel nessa construção:
- orientar os alunos da sua importância na sociedade;
- exercitar com os alunos os valores morais e éticos;
- construir conceitos pedagógicos, estimulando uma prática pedagógica voltada a buscar do
conhecimento crítico;
- trabalhar a autoestima dos para estimular a construção do conhecimento dos alunos.
e.2) Principais desafios da prática dos professores:
- Trabalhar com diferentes culturas e realidades, culminando com indisciplina, falta de
respeito, desinteresse e falta de apoio familiar.
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- Dar suporte ao aprendizado dos alunos contribuindo com práticas voltadas a realidade social
e tecnológica;
- Resgatar o interesse dos alunos propiciando situações de aprendizagem mais diversificadas;
- Trabalhar a autoestima dos alunos;
- Fazer com que os alunos adotem em suas condutas e ações pessoais as orientações dadas
a eles, sobre a não violência, os cuidados com a sexualidade e ao não uso de drogas e
bebidas;
f) Expectativa da equipe de apoio técnico-administrativo em relação ao papel da escola
na construção de cidadãos:
f.1) Concepção dos processos de ensino-aprendizagem trazida como bagagem cultural:
É relevante considerar o conhecimento em relação à clientela escolar para saber
trabalhar com ela, a partir do patamar de conhecimento que o aluno traz tudo em vista
avançar cada vez mais em níveis fixados nas metas estabelecidas pelo governo Estadual e
Federal. Qualquer apreensão possível de significados válidos está condicionada aos
processos de ensino – aprendizagem. Essa apreensão se constrói no dia-a-dia da prática,
cujo critério de validade é estabelecido por seus objetivos e esses, por sua vez só tem
sentindo se referenciados a um projeto pedagógico.
g) Expectativa dos diferentes atores escolares em relação aos processos de inclusão
de alunos com necessidades educacionais especiais:
É de fundamental importância que os diferentes atores escolares participem e se
interajam no processo de inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais, pois
se trata de uma modalidade de educação escolar, voltada para a formação do individuo, com
vista ao exercício da cidadania e elemento integrante do sistema educacional. Tudo como
expectativa o respeito à diversidade dos alunos, a diferenciação nos atos pedagógicos que
contemplem as necessidades educacionais de todos, pensarem nas dificuldades especificas
dos alunos e mudar o significado pelo qual a escola deve se relacionar com as diferenças na
busca de respostas às necessidades de cada aluno.
Ao indicar as necessidades educacionais de um aluno como surdo especial implica
considerar que essas dificuldades são maiores que as do restante dos diferentes atores
escolares.
h) Síntese qualitativa das expectativas dos atores escolares em relação ao papel da
escola na construção da cidadania:
O desafio educativo implica desenvolver a capacidade de construir uma identidade
complexa, que contenha a pertinência a múltiplos âmbitos: local, nacional e internacional,
político, religioso, artístico, econômico, familiar, etc. As essências da cidadania moderna são,
precisamente, a pluralidade, e não de apenas um eixo dominante e excludente.
A escola é um âmbito privilegiado para o desenvolvido de experiências que podem ser
organizadas educativamente. O papel da escola deve ser definido pela sua capacidade de
preparar para o uso consciente, crítico, ativo das maquinas que acumulam a informação e o
conhecimento.
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a.1)Análise pedagógica que a escola fez e fará dos resultados do IDESP para subsidiar
o desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem:
Através da avaliação dos resultados do IDESP, são elaboradas estratégias para sanar as
defasagens dos alunos, comparando os resultados do IDESP com as avaliações internas da
escola.
a.2) Ações desenvolvidas e/ou a desenvolver especialmente nas faixas de
aprendizagem consideradas “básico” e “abaixo do básico” no IDESP:
- Retomada de conteúdo priorizando atividades diferenciadas;
- Implementação na escola a Recuperação Contínua e a Recuperação Intensiva;
- Interação do professor auxiliar (Recuperação Contínua) com o professor titular da classe;
- Trabalhar com as habilidades e competências não adquiridas nas avaliações do IDESP.
a.3) Ações desenvolvidas e/ou a desenvolver para a compreensão de que a avaliação
da aprendizagem é formativa, processual, cumulativa:
- Diversificar as formas de avaliações;
- Formação dos professores em ATPC;
- Trabalhar com a avaliação contínua a fim de considerar os avanços ao longo do processo de
aprendizagem;
- Replanejar as ações pedagógicas a fim minimizar as defasagens de aprendizagem dos
alunos.
a.4) Ações desenvolvidas e/ou a desenvolver para integrar os indicadores externos de
avaliação (SARESP, IDESP, IDEB, PISA) às decisões e às práticas de ensino
aprendizagem:
- Aplicar simulados mensais e avaliações bimestrais nos moldes das avaliações externas;
- Trabalhar as diversas habilidades e competências exigidas nessas avaliações;
- Utilizar de diversos recursos pedagógicos e tecnológicos para atingir as metas propostas
pelas referidas instituições;
- Introduzir na Proposta Pedagógica da Escola, ações que utilizem os resultados dessas
avaliações para aprimorar o ensino-aprendizagem dos alunos.
a.5) Ações desenvolvidas e/ou a desenvolver para promover a inclusão e a
aprendizagem de alunos portadores de necessidades educacionais especiais (com
deficiência em):
- Encaminhamento dos alunos portadores de necessidades especiais à Sala de Recursos,
onde contam com atendimento especializado que contribui para a construção da
aprendizagem na sala de aula regular;
- Capacitação aos professores para adaptação do currículo para os alunos que necessitam de
uma atenção maior na aprendizagem;
- Informação aos demais alunos sobre a importância da aceitação e respeito para com as
crianças portadoras de necessidade educacional especial.
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b) Síntese das concepções de ensino aprendizagem dos diversos atores escolares (item
2 mais 3 a):
-Apropriar-se dos conhecimentos adquiridos na escola para exercício da cidadania;
- Estimular o senso crítico nas práticas educacionais e sociais;
- Analisar as avaliações externas e internas e elaborar estratégias para sanar as dificuldades
dos alunos;
-Diversificar as práticas pedagógicas para construir uma aprendizagem qualificada;
- Incentivar os estudos internos e externos; - prosseguir com os estudos em todas as fases e
níveis de escolarização;
- Incentivar a socialização dos alunos para respeitar as diferenças sociais, culturais, sexuais,
religiosas e raciais;
- Preparar os alunos para o mercado de trabalho;
- Oportunizar a todos os alunos um ensino de qualidade;
- Incentivar a construção de uma conduta adequada à vida social e escolar;
- propiciar a participação dos alunos em atividades culturais; - incentivar a prática da leitura;
- Frequentar cursos de qualificação profissional e educacional;
- Inserir nas ações escolares atividades que estimulem os sentimentos de amor e carinho;
- Replanejar as estratégias de ensino para atingir os objetivos e as demais propostas de
trabalho que constam no Projeto Pedagógico da escola;
- Trabalhar com diversas habilidades e competências exigidas nas avaliações externas;
- Promover a inclusão social para contribuir com a aprendizagem na sala de aula regular e
para a socialização dos alunos com necessidades educacionais especiais.
c) Formas de articulação pela equipe gestora entre as concepções de ensinoaprendizagem que permeiam a comunidade escolar, a concepção do Currículo Oficial e
a avaliação dos resultados:
c.1) Competências do Diretor de escola:
- Administrar o pessoal e os recursos materiais e financeiros da escola;
- Aplicar penalidade de repreensão e suspensão, limitada a 6 (seis) dias, aos alunos da
escola;
- Aprovar a escala de férias dos servidores da escola;
- Aprovar o Plano Escolar e encaminhá-lo à Diretoria de Ensino para homologação;
- Aprovar regulamentos e estatutos de outras instituições auxiliares que operem no
estabelecimento, e enviar à Diretoria de Ensino para homologação;
- Apurar, ou fazer apurar, preliminarmente irregularidades de que venha a tomar
conhecimento;
- Assegurar o cumprimento da legislação em vigor bem como dos regulamentos, diretrizes e
normas emanadas da administração superior;
- Assegurar o desenvolvimento do senso crítico e da consciência política do educando;
- Assegurar os meios para o reforço e a recuperação da aprendizagem dos alunos;
- Assinar, juntamente com o Secretário, todos os documentos relativos à vida escolar dos
alunos;
- Atribuir classes e aulas aos professores da escola, nos termos da legislação;
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- Autorizar a retirada de servidor durante o expediente;
- Autorizar matrícula e transferência de alunos;
- Autorizar o gozo de férias regulamentares;
- Autorizar, e mandar publicar, o gozo de licença prêmio;
- Avaliar, quando for o caso, o mérito e o desempenho de funcionários que lhe são mediata e
imediatamente subordinados;
- Avocar, de modo geral e em casos especiais, as atribuições e competências de qualquer
servidor subordinado;
- Comparecer ao local de trabalho com assiduidade e a pontualidade, executando suas
tarefas com eficiência, zelo e presteza;
- Comunicar à autoridade imediata as irregularidades de que tiver conhecimento, na sua área
de atuação, ou, às autoridades superiores no caso de omissão por parte da primeira;
- Comunicar o falecimento de servidor público subordinado;
- Comunicar ao Conselho Tutelar os casos de maus tratos envolvendo alunos (menores),
assim como os casos de evasão escolar e de reiteradas faltas, antes que estas atinjam o
limite de 25% das aulas previstas e dadas.
- Conceder licença a servidor à vista do competente parecer do Departamento Médico do
Serviço Civil do Estado:
à servidora gestante;
compulsoriamente, como medida profilática;
por tratamento de saúde;
por motivo de doença de pessoa da família;
quando acidentado no exercício de suas atribuições ou atacado de doença profissional.
- Conceder licença a servidor para atender às obrigações relativas ao serviço militar;
- Conceder período de trânsito;
- Conceder prorrogação de prazo para posse e exercício de servidores, observadas as
disposições específicas da legislação em vigor;
- Conferir os certificados de conclusão da Educação Básica;
- Conhecer e respeitar as leis;
- Considerar os princípios psico-pedagógicos, a realidade socioeconômica da clientela escolar
e as diretrizes da Política Educacional na escolha e utilização de materiais, procedimentos
didáticos e instrumentos de avaliação do processo ensino-aprendizagem;
- Controlar a frequência diária dos servidores subordinados (“livro-ponto”) e atestar a
frequência mensal;
- Convocar e presidir reuniões do Conselho de escola e do pessoal subordinado;
- Convocar pessoal docente para optar por jornada de trabalho nos termos da legislação
pertinente;
- Criar condições e estimular experiências para o aprimoramento do processo educativo;
- Cumprir e fazer cumprir as leis, os regulamentos, as decisões, os prazos para
desenvolvimento dos trabalhos e as ordens das autoridades superiores;
- Cumprir os dias e horas de trabalho estabelecidas;
- Dar posse e exercício a servidores classificados na escola;
- Decidir quanto a questões de emergência ou omissas no regimento ou nas disposições
legais, representando às autoridades superiores;
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- Decidir sobre petições, recursos e processos de sua área de competência, ou remetê-los,
devidamente informados, a quem de direito, nos prazos legais, quando for o caso;
- Decidir sobre recursos interpostos por alunos ou seus responsáveis relativos a verificação
do rendimento escolar;
- Decidir, atendendo as limitações legais, sobre os pedidos de abono ou justificativa de faltas;
- Definir a linha de ação a ser adotada pela escola, observadas as diretrizes da administração
superior;
- Delegar competências e atribuições a seus subordinados, assim como designar comissões
para execução de tarefas especiais;
- Designar docente da escola para o posto de Professor Coordenador Pedagógico;
- Distribuir serviços, orientando e acompanhando as atividades de seus subordinados;
- Elaborar (com o Conselho de Escola) e executar a proposta pedagógica da escola;
- Elaborar o relatório anual da escola, ou coordenar sua elaboração, encaminhando-o à
Diretoria de Ensino;
- Empenhar em prol do desenvolvimento do aluno, utilizando processos que acompanhem o
progresso científico da educação;
- Encaminhar os estatutos da Associação de Pais e Mestres para registro;
- Estabelecer o horário de aulas e de expediente da Secretaria e da Biblioteca;
- Estimular o desenvolvimento profissional dos servidores subordinados;
- Exigir prova de recolhimento da contribuição ao IPESP nos casos de afastamento sem
remuneração;
- Expedir as determinações necessárias à manutenção da regularidade dos serviços;
- Expedir ato decisório de acúmulo de cargos;
- Expedir autorização para uso do prédio ou das dependências escolares de acordo com a
legislação, na impossibilidade de o Conselho de Escola o fazer;
- Fornecer elementos para a permanente atualização de seus assentamentos, junto aos
órgãos da Administração;
- Garantir a disciplina de funcionamento da Organização;
- Impedir que o aluno deixe de participar das atividades escolares, em razão de qualquer
carência material;
- Incentivar a participação, o diálogo e a cooperação entre os educandos, demais educadores
e a comunidade em geral, visando à construção de uma sociedade democrática;
- Indicar docentes para o posto de trabalho de Vice-Diretor;
- Indicar funcionário ou servidor para a zeladoria da escola.
- Indicar servidor para receber as verbas de material de consumo e despesas de pronto
pagamento, e controlar sua aplicação;
- Informar os pais ou responsáveis sobre a frequência e o rendimento dos alunos, bem como
sobre a execução da proposta pedagógica;
- Instruir processos e expedientes que devam ser submetidos à consideração superior;
- Manter a legalidade, a regularidade e a autenticidade da vida escolar dos alunos;
- Manter ambiente propício ao desenvolvimento dos trabalhos;
- Manter conduta moral e funcional adequada à dignidade profissional;
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Manter espírito de cooperação e solidariedade com a equipe escolar e a comunidade em
geral;
- Manter informados todos os professores e servidores da Unidade Escolar das suas
atribuições e competências;
- Organizar as atividades de planejamento no âmbito da escola:
Assegurando a compatibilização do Plano Escolar com o Plano Setorial de Educação;
Coordenando a elaboração do Plano Escolar;
Superintendendo o acompanhamento, avaliação e controle da execução do Plano Escolar;
- Organizar e coordenar as atividades de natureza assistencial;
- Participar das atividades educacionais que lhe forem atribuídas por força de suas funções;
- Participar do Conselho de Escola, dos Conselhos de Classe e Série, e das horas Atividades
de Trabalho Pedagógico Coletivo (ATPCs);
- Participar do processo de planejamento, execução e avaliação das atividades escolares;
- Preservar os princípios, os ideais e fins da Educação Brasileira, através de seu desempenho
profissional;
- Presidir solenidades e cerimônias da escola;
- Promover a integração escola-família-comunidade:
Assegurando a participação da escola em atividades cívicas, culturais, sociais e desportivas da
comunidade;
Proporcionando condições para a integração família-escola;
Proporcionando condições para a participação de órgãos e entidades públicas e privadas de
caráter cultural, educativo, assistencial bem como de elementos da comunidade na programação
da escola;
Informando sobre a aplicação e o controle de todas as verbas recebidas pela Unidade Escolar;
- Promover o contínuo aperfeiçoamento dos recursos humanos, físicos e materiais da escola,
- Propor a criação de novas classes, observados os critérios estabelecidos pela administração
superior;
- Propor, quando for o caso, modificações nos horários de trabalho dos funcionários e
servidores;
- Representar a escola em atos oficiais e atividades da comunidade;
- Respeitar o aluno como sujeito do processo educativo e comprometer-se com a eficácia de
seu aprendizado;
- Solicitar, quando for o caso, a instauração de inquérito policial;
- Submeter à apreciação do Conselho de Escola matéria pertinente à deliberação do
colegiado;
- Subsidiar o planejamento educacional:
Prevendo os recursos físicos, materiais, humanos e financeiros para atender às necessidades da
escola a curto, médio e longo prazo;
Responsabilizando-se pela atualização, exatidão, sistematização e fluxo dos dados necessários
ao planejamento do sistema escolar;
Verificando sistematicamente os diários de classe;
- Subsidiar os profissionais da escola, em especial os representantes dos diferentes
colegiados, no tocante às normas vigentes, e representar aos órgãos superiores da
administração, sempre que houver decisão em desacordo com a legislação;
- Transmitir a seus subordinados a estratégia a ser adotada no desenvolvimento dos
trabalhos,
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- Zelar pela defesa dos seus direitos profissionais e pela reputação da sua categoria
profissional;
- Zelar pela manutenção, reparos e conservação dos bens patrimoniais.
c.2) Competências dos professores coordenadores:
- Acompanhar, avaliar e controlar o desenvolvimento da programação do currículo;
- Acompanhar a execução e a avaliação das ações e metas fixadas pela escola em sua
proposta pedagógica;
- Acompanhar o trabalho dos professores, subsidiando-os com sugestões para a melhoria da
prática docente e, nas Escolas de Tempo Integral, orientar os professores das oficinas
curriculares de forma a assegurar que as atividades nelas desenvolvidas se apresentem
dinâmicas, contextualizadas, significativas e prazerosas;
- Assegurar o fluxo de informações entre as várias instâncias do sistema de supervisão;
- Assegurar a integração das atividades de desenvolvimento e aprimoramento do plano de
trabalho da escola, articulando as ações de docentes de cursos, modalidades e turnos
diversos;
- Assessorar a direção da escola, especificamente quanto a decisões relativas a:
Matrículas e transferências;
Agrupamento de alunos;
Organização de horário de aulas e do calendário escolar;
Utilização de recursos didáticos da escola.
- Avaliar os resultados do ensino no âmbito da escola;
- Coordenar, acompanhar e avaliar as atividades de recuperação da aprendizagem, em
especial da recuperação paralela, e também dos demais projetos implementados na escola;
- Coordenar a programação e execução das atividades de recuperação de alunos;
- Coordenar a programação e execução das reuniões dos conselhos de Classe e Série;
- Desenvolver ações que visem a ampliação e o fortalecimento da relação escolacomunidade.
- Elaborar a programação das atividades da sua área de atuação, assegurando a articulação
com as demais programações do núcleo técnico-pedagógico;
- Elabora relatório de suas atividades e participar da elaboração do relatório anual da escola.
- Estabelecer juntamente com o Diretor da Escola, o horário das horas de Trabalho
Pedagógico Coletivo – ATPCs, organizando a participação de todos os professores em
exercício na unidade, de forma a assegurar o caráter coletivo dos trabalhos;
- Garantir, planejar e liderar o desenvolvimento dos trabalhos realizados na escola,
participando ativa, rotineira e diretamente das reuniões nas Horas de Trabalho Pedagógico
Coletivo-ATPCs;
- Interpretar a organização didática da escola para a comunidade;
- Participar da elaboração do Plano Escolar, coordenando as atividades de planejamento
quanto aos aspectos curriculares;
- Prestar assistência técnica aos professores, visando a assegurar a eficiência e a eficácia do
desempenho dos mesmos para a melhoria dos padrões de ensino:
Propondo técnicas e procedimentos;
Selecionando e fornecendo materiais didáticos;
Estabelecendo a organização das atividades;
Propondo sistemática de avaliação.
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- Proceder, juntamente com os professores, à análise dos resultados da avaliação do
desempenho escolar, através de seus indicadores, registrando e divulgando avanços e
estratégias bem sucedidas, bem como identificando as dificuldades a serem superadas e
propondo alternativas de otimização de resultados;
- Propor e coordenar alternativas de aperfeiçoamento e atualização de professores;
- Supervisionar as atividades realizadas pelos professores;
- Assegurar a integração das atividades de desenvolvimento e aprimoramento do plano de
trabalho da escola, articulando as ações de docentes de cursos, modalidades e turnos
diversos;
- Acompanhar a execução e a avaliação das metas fixadas pela escola em sua proposta
pedagógica;
-Garantir, planejar e liderar o desenvolvimento dos trabalhos realizados na escola,
participando ativa, rotineira e diretamente das reuniões nas Horas de Trabalho Pedagógico
Coletivo – ATPCs;
- Estabelecer, juntamente com o Diretor de Escola, o horário das Atividades de Trabalho
Pedagógico Coletivo – ATPCs organizando a participação de todos os professores em
exercício na unidade, de forma a assegurar o caráter coletivo dos trabalhos;
- Acompanhar o trabalho dos professores, subsidiando-os com sugestões para a melhoria da
prática docente e, nas escolas de Tempo Integral, orientar os professores das oficinas
curriculares de forma a assegurar que as atividades nelas desenvolvidas se apresentem
dinâmicas, contextualizadas, significativas e prazerosas;
- Proceder, juntamente com os professores, à análise dos resultados da avaliação do
desempenho escolar, através de seus indicadores, registrando e divulgando avanços e
estratégias bem sucedidas, bem como identificando as dificuldades a serem superadas e
propondo alternativas de otimização dos resultados;
- Coordenar, acompanhar e avaliar as atividades de recuperação da aprendizagem, em
especial da recuperação paralela, e também dos demais projetos implementados na escola;
- Desenvolver ações que visem a ampliação e o fortalecimento da relação escolacomunidade.
c.3) Competências das Instituições escolares:
- Lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9394, de 20 de dezembro de 1996.
TÍTULO I
DA EDUCAÇÃO
Art. 1º - A Educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar,
na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos
sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais.
§1º- Esta Lei disciplina a educação escolar, que se desenvolve, predominantemente, por meio
de ensino em instituições próprias.
§2º- A Educação escolar deverá vincular-se ao mundo do trabalho e à prática social.
TITULO II
DOS PRINCÍPIOS E FINS DA EDUCAÇÃO NACIONAL
Art. 2º- A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos
ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando,
seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.
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Art. 3º- O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:
IIgualdade de condições para o acesso e permanência na escola;
II- Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o
saber;
III- Pluralismo de ideias e concepções pedagógicas;
IV- Respeito à liberdade e apreço à tolerância;
V- Coexistência de instituições públicas e privadas de ensino;
VI- Gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais;
VII- Valorização do profissional da educação escolar;
VIII- Gestão democrática do ensino público, na forma desta Lei e da legislação dos sistemas
de ensino;
IX- Garantia de padrão de qualidade;
X- Valorização da experiência extra-escolar;
XI- Vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais.
c.4) Competências dos Colegiados Escolares:
a) Conselho de Escola:
Deliberar sobre:
- Diretrizes e metas da Unidade Escolar;
- Alternativas de solução para os problemas de natureza administrativa e pedagógica;
- Projetos de atendimento psico-pedagógico e material ao aluno;
- Programas especiais visando à integração escola-família-comunidade;
- Criação e regulamentação das instituições auxiliares da escola;
- Prioridades para aplicação de recursos da escola e das instituições auxiliares;
- Designação e dispensa do vice-diretor de escola, quando este for oriundo de outra Unidade
Escolar;
- Penalidades disciplinares a que estiverem sujeitos os alunos da Unidade Escolar;
- Elaboração do calendário e do Regimento Escolar, observadas as normas do Conselho
Estadual de Educação e a legislação pertinente;
- Apreciação dos relatórios anuais da escola, analisando seu desempenho em face das
diretrizes e metas estabelecidas.
b) Conselho de Classe/ Série:
- Reúne-se para debater as questões do ensino e da aprendizagem;
- Possibilita a inter-relação entre profissionais e alunos, entre turnos e entre séries e turma;
- Propicia o debate permanente sobre o processo de ensino e de aprendizagem;
- Favorece a integração e a sequência dos conteúdos curriculares de cada série/classe.
c) Grêmio Estudantil:
- Congregar o corpo discente da escola;
- Defender os interesses individuais e coletivos dos alunos;
- Promover atividades culturais, esportivas, políticas, sociais e de comunicação na escola;
- Incentivar a cooperação entre administradores, professores, funcionários e alunos, no
trabalho escolar, visando o bem comum e buscando o seu aprimoramento;
- Realizar intercâmbio e colaboração de caráter cultural, educacional, político, desportivo e
social com entidades congêneres;
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- Programar atividades que visem ao alcance destas finalidades e à integração entre seus
associados;
- Zelar pela adequação do ensino às reais necessidades dos alunos e da escola;
- Defender a educação básica, pública, gratuita e de boa qualidade;
- Propor sugestões à Direção e ao corpo docente visando a soluções para problemas
referentes ao ensino e à aprendizagem na escola;
- Defender o regime democrático dentro e fora da escola, participando dos fóruns adequados;
- Lutar contra toda forma de discriminação que atende contra as liberdades fundamentais do
homem;
- Zelar pelo respeito aos direitos e deveres individuais e coletivos na escola;
- Representar a comunidade escolar nos respectivos conselhos;
- Incentivar a construção de uma sociedade livre, justa e solidária, fundamentada na
dignidade da pessoa humana;
- Concorrer para a realização dos objetivos e finalidades da Unidade Escolar;
- Garantir o desenvolvimento educacional e pedagógico do colegiado;
- Realizar os serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens da escola.
Parágrafo Único – São exemplos das atividades previstas no item 3: montagens de peças de
teatro, festas, festivais de música, mostras de filmes, concursos literários; campeonatos entre
classes e escolas, gincanas, mini-olimpíadas; palestras, debates, parcerias com outras
escolas, campanhas de conscientização; campanha do agasalho, reciclagem de lixo,
prevenção às drogas e à gravidez precoce, embelezamento da escola; rádio escolar, jornal e
mural informativo.
c.1) Competências dos Colegiados escolares:
I - Colaborar com a direção do estabelecimento para atingir os objetivos educacionais
colimados pela escola;
II - Representar as aspirações da comunidade e dos pais de alunos junto à escola;
II - Mobilizar os recursos humanos, materiais e financeiros da comunidade, para auxiliar a
escola, provendo condições que permitam:
a melhoria do ensino;
o desenvolvimento de atividades de assistência ao escolar, nas áreas sócioeconômica e de
saúde;
a conservação e manutenção do prédio, do equipamento e das instalações;
a programação de atividades culturais e de lazer que envolvam a participação conjunta de pais,
professores e alunos.
IV – Colaborar na programação do uso do prédio da escola pela comunidade, inclusive nos
períodos ociosos, ampliando-se o conceito de escola como “Casa de Ensino” para “Centro de
Atividades Comunitárias”;
V – Favorecer o entrosamento entre pais e professores possibilitando:
Aos pais, informações relativas tanto aos objetivos educacionais, métodos e processos de ensino,
quanto ao aproveitamento escolar de seus filhos;
Aos professores, maior visão das condições ambientais dos alunos e de sua vida no lar.
d) Calendário da equipe gestora para articulação e negociação de diferentes
concepções da comunicada de escolar para focagem no desenvolvimento do Currículo:
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A Equipe Gestora reúne-se semanalmente, as segundas-feiras, para a elaboração da pauta
da HTPC com temas relevantes e pertinentes ao Currículo do Estado e do programa “Ler e
Escrever”, focando as dúvidas e deficiências dos docentes em suas estratégias de trabalho,
observadas nas visitas periódicas em sala de aula.
e) Síntese da concepção de ensino-aprendizagem da escola:
e.1) Concepção de ensino-aprendizagem e do Currículo para sua efetivação :
A concepção de ensino-aprendizagem da escola fundamenta-se numa perspectiva de
considerar que a criança está inserida em determinado contexto social e, portanto, deve ser
respeitada em sua história de vida, classe social, cultura e etnia. Nesse sentido, a escola é
vista como espaço para a construção coletiva de novos conhecimentos sobre o mundo, na
qual a sua proposta pedagógica permite a permanente articulação dos conteúdos escolares
com as vivências e as indagações da criança e do jovem sobre a realidade em que vivem.
Considera-se os processos interativos, a cooperação, o trabalho em grupo, a arte, a
imaginação, a brincadeira, a mediação do professor e a construção do conhecimento em rede
como eixos do trabalho pedagógico voltado para o desenvolvimento da criança e do jovem
visando à constituição do sujeito solidário, criativo, autônomo, crítico e com estruturas afetivocognitivas necessárias para operar sua realidade social e pessoal.
O processo de desenvolvimento, na perspectiva histórico-cultural, é compreendido como o
processo por meio do qual o sujeito internaliza os modos culturalmente construídos de pensar
e agir no mundo. Este processo se dá nas relações com o outro, indo do social para o
individual.
A escola estabelece que o caminho do objeto do conhecimento até a criança e desta até o
objeto passa através de uma outra pessoa. Essa estrutura humana complexa é o produto de
um processo de desenvolvimento profundamente enraizado nas ligações entre história
individual e história social.
O processo de ensino-aprendizagem e de desenvolvimento humano integram-se aos
ambientes pedagógicos, pois são espaços que possibilitam ampliar suas experiências e se
desenvolver nas diferentes dimensões humanas: afetiva, motora, cognitiva, social,
imaginativa,
lúdica,
estética,
criativa,
expressiva
e
linguística.
O Currículo não se limita a fatos e conceitos, mas também aos procedimentos, atitudes,
valores e normas que são entendidos como conteúdos imprescindíveis no mesmo nível que
os fatos e conceitos. Isto pressupõe aceitar até as suas últimas consequências o princípio de
que tudo o que pode ser aprendido pelas crianças pode e deve ser ensinado pelos
professores. O Currículo é relacionado a fatos, conceitos e princípios – corresponde ao
compromisso científico da escola: transmitir o conhecimento socialmente produzido;
b) O Currículo e relacionado a procedimentos – que são os objetivos, resultados e meios para
alcançá-los, articulados por ações, passos ou procedimentos a serem implementados e
aprendidos;
c) O Currículo é relacionado a atitudes, normas e valores – corresponde ao compromisso
filosófico da escola: promover aspectos que nos completam como seres humanos, que dão
uma dimensão maior, que dão razão e sentido para o conhecimento científico.
e.2) Concepção de cidadão que se quer formar:
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Partindo do que diz Morin (2001: 40) ao se referir sobre a complexidade do ser humano: "ser,
ao mesmo tempo, totalmente biológico e totalmente cultural", apresentamos nossa concepção
de homem e, em consequência, as aspirações pretendidas em relação ao cidadão que
queremos formar. Entendendo o sujeito tanto biológico como social, temos por objetivo
desenvolver no aluno a consciência e o sentimento de pertencer ao mundo, de modo que
possa compreender a interdependência entre os fenômenos e seja capaz de interagir de
maneira crítica, criativa e consciente com seu meio natural e social.
Alguns desafios são fundamentais no que se refere à formação do sujeito, desenvolver
competências para contextualizar e integrar, para situar qualquer informação em seu
contexto, para colocar e tratar os problemas, ou seja, o grande desafio de formar sujeitos que
possam enfrentar realidades cada vez mais complexas.
Assim, acreditamos na possibilidade de formar um cidadão mais indignado com as
manifestações e acontecimentos da vida cotidiana, um cidadão que saiba mediar conflitos e
propor soluções criativas e adequadas a favor da coletividade, que tenha liberdade de
pensamento e atitudes autônomas para buscar informações nos diferentes contextos,
organizá-las e transformá-las em conhecimentos aplicáveis. Para o educador Paulo Freire, o
homem só começa a ser um sujeito social, quando estabelece contato com outros homens,
com o mundo e com o contexto de realidade que os determina geográfica, histórica e
culturalmente, é nessa perspectiva que a escola se torna um dos espaços privilegiados para a
formação do homem.
e.3) Articulação entre concepção de ensino-aprendizagem, concepção de cidadão e
resultados da avaliação externa (série histórica no IDESP):
A história e a cultura da instituição; as características do entorno e as formas de inserção
da instituição na comunidade local; a sua identidade e complexidade; a participação dos
diversos atores no processo de avaliação da instituição contribuem para os resultados das
relações da avaliação externa.
A promoção da qualidade da educação da escola tem sido preocupação constante da
equipe escolar, pois os processos educativos desenvolvem uma prática social que afeta e
modifica as pessoas, assume perspectiva histórica, plena de sentidos e valores.
A qualidade na articulação desses objetos de trabalho é um atributo ou conjunto de
atributos que existe na Unidade Escolar e que, no cumprimento de suas missões próprias,
satisfazem as expectativas de seus membros e da sociedade e atingem padrões aceitáveis de
desempenho.
Na concepção avaliativa do IDESP entende-se que a qualidade da escola é referenciada
e dinamizada pela participação dos diversos segmentos que compõe a Unidade Escolar, o
que lhe confere um estatuto de responsabilidade democrática, desenvolvido e divulgado pela
criação de uma cultura de qualidade.
A definição de padrões de qualidade está ligada aos objetivos que direcionam o
processo educativo e ao projeto pedagógico.
Os indicadores do IDESP estão balizados pela missão e pelo projeto pedagógico da
escola e dependentes da dimensão, da natureza e dos propósitos que a escola define para si.
Eles devem levar em conta a diversidade dos contextos, atores, processos e das atividades
escolares, dando atenção às especificidades e, ao mesmo tempo, permitindo o delineamento
de uma visão global da escola.
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A natureza da avaliação formativa da escola, privilegia a condição diagnóstica e reflexiva,
identificando aspectos, procedimentos e processos que podem e/ou devem ser
aperfeiçoados, assim como seus pontos de excelência. Gera proposições e projetos de ação,
apresenta alterações a serem feitas nos programas desenvolvidos, indica onde e como as
metas e os objetivos dos diversos atores e unidades da escola podem ser revertidos em
aspectos alinhados à sua missão, potencializando os recursos existentes.
A avaliação externa está ancorada e tem como principal fonte de informação sobre a um
sistemático e bem realizado processo de avaliação interna ou autoavaliação.
e.4) Concepção da função social da escola para a consecução do Currículo (processos
de ensino e aprendizagem) e para sucesso no alcance das metas do IDESP (resultados
do processo de ensino e aprendizagem):
A função social da escola emerge como uma instituição fundamental para a constituição
do indivíduo e para ele próprio, da mesma forma como emerge para a evolução da sociedade
e da própria humanidade. A escola como instituição social possui objetivos e metas,
empregando e reelaborando os conhecimentos socialmente produzidos. Este espaço de
desenvolvimento e aprendizagem envolve todas as experiências contempladas nesse
processo, considerando tudo como significativo, como os padrões relacionais, aspectos
culturais, cognitivos, afetivos, sociais e históricos, os quais estão inseridos nas interações e
relações entre os diferentes segmentos.
As relações sociais desenvolvidas nas diferentes esferas da vida social, inclusive no
trabalho, constituem-se em processos educativos, assim como os processos educativos
desenvolvidos na escola consistem em processos de trabalho, desde que este seja entendido
como ação e criação humanas.
Para cumprir com a função social da escola é necessário adotar processos de ensino e
aprendizagem articulado ao conhecimento. Por isso a Secretaria da Educação procurou com
seu dever de garantir a todos uma base comum de conhecimentos e de competências.
Com esse objetivo, a SEE implantou um processo de elaboração dos subsídios do Currículo
capaz de promover as competências indispensáveis ao enfrentamento dos desafios sociais,
culturais e profissionais do mundo contemporâneo. Contempla algumas das principais
características da sociedade do conhecimento e das pressões que a contemporaneidade
exerce sobre os jovens cidadãos, propondo princípios orientadores para a prática educativa, a
fim de que as escolas possam preparar seus alunos para esse novo tempo.
Ao priorizar a competência de leitura e escrita, o Currículo define a escola como espaço
de cultura e de articulação de competências e de conteúdos disciplinares.
O Currículo ao definir os conteúdos num conjunto de documentos dirigidos
especialmente aos professores e aos alunos, organizados por disciplina/série(ano)/bimestre
favorece e contribui para o sucesso no alcance
das metas do IDESP. Pois apresenta Situações de Aprendizagem para orientar o trabalho do
professor no ensino dos conteúdos disciplinares específicos e a aprendizagem dos alunos.
Esses conteúdos, habilidades e competências são organizados por série/ano e
acompanhados de orientações para a gestão da aprendizagem em sala de aula e para a
avaliação e a recuperação. Oferecem também sugestões de métodos e estratégias de
trabalho para as aulas, experimentações, projetos coletivos, atividades extraclasses e estudos
interdisciplinares. Os dados adquiridos na avaliação do IDESP constituem-se em uma das
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etapas do processo de avaliação da escola, a qual visa o desempenho das ações da escola
referente ao uso do Currículo.
e.5) Potencialidades:
- Um espaço de sociabilidade que possibilita a construção e a socialização do conhecimento
produzido;
- Articulação das concepções, da organização dos processos e dos conteúdos educativos da
escola;
- Possibilidade de mudança no processo educacional, da organização e dos atores que
compõem a Unidade Escolar;
- Construção coletiva do Projeto Político Pedagógico;
- Articulação entre os diversos segmentos que compõem a escola;
- Criação de espaços e mecanismos de participação coletiva para o exercício da gestão
democrática;
- A Equipe Gestora atua nos processos administrativos e também na gestão de processos
político-pedagógico, envolvendo os diversos momentos de participação e de estruturação da
unidade escolar;
- Garanti que a Proposta Pedagógica, que organiza o trabalho nas condições singulares da
escola, seja um recurso efetivo e dinâmico para assegurar aos alunos a aprendizagem dos
conteúdos e a constituição das competências previstas no Currículo;
- A aprendizagem resulta na coordenação de ações entre as disciplinas, no estímulo à vida
cultural da escola e no fortalecimento de suas relações com a comunidade;
- Orientações e estratégias para a formação continuada dos professores;
- Os resultados das avaliações externas constituem-se em uma das etapas do processo de
avaliação da escola;
- A integração entre avaliação interna e externa fornece subsídios para o aprimoramento da
aprendizagem que busca a qualidade do ensino;
- Reflexão da autoavaliação das ações da escola;
- Contextualização da complexidade e das características históricas, sintonizada com os
objetivos e com a missão dos atores da UE.
e.6) Desafios
- Buscar maneiras de fazer o processo educativo em algo prazeroso e desafiador;
- Refletir sobre como o processo ensino-aprendizagem tem acontecido e quais os resultados
alcançados até aqui, e ainda, o que é possível ser feito para obter melhores resultados,
referindo-se aos atores deste palco: professores, gestores, alunos e comunidade (família);
- Resgatar a motivação do aluno para encontrar motivos para estar na escola e participar de
maneira ativa, dinâmica, construindo seu aprendizado;
- Exercer efetivamente a participação e a prática da cidadania dos colegiados da UE, para ter
conhecimento de seus direitos e deveres;
- Analisar as relações entre a concepção do processo ensino-aprendizagem e a percepção dos
resultados da ação dos educadores;
- Desenvolver o Currículo Oficial do Estado na percepção dos resultados das avaliações externas;
- Interpretar a valorização da capacidade de atualização das competências necessárias para ensinar;
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- Considerar o desempenho do comportamento do professor enquanto ensina, como a implementação
ou a atualização das competências, a utilização do produto da interacção entre as características do
profesor, ou seja, suas competências e as características do contexto escolar e social;
- O autojulgamento ao nível de satisfação obtido pelos professores, nas atividades de ensino, ou seja,
nas atividades ou tarefas que envolvem no contato direto com os alunos;
- A percepção dos alunos na participação da aprendizagem, que remete na percepção que os
professores têm relativamente ao grau de participação dos seus alunos nas atividades de ensino.
V – ESÉRIE HITÓRICA NO IDESP
IDESP
2007
Ensino
Fundamenta
l - CICLO II
Ensino
Médio
2,38
META
2008
IDESP
2008
META
2009
IDESP
2009
META
2010
IDESP
2010
META
2011
IDESP
2011
META
2012
IDESP
2012
META
2013
IDESP
2013
META
2014
2,51
2,47
2,60
2,70
2,83
2,43
2,62
1,77
1,96
2.16
2.30
2.67 2.84
----- -------
------
------
1,84
1,95
2,22
2,41
1,76
1,95
2.19
2.30
2.36 2.49
Quadro 2
1)Descrição e análise dos principais facilitares para obtenção de resultados na série
histórica no IDESP:
Análise dos resultados do IDESP com possibilidades de intervenções, variadas modalidades de
avaliações internas:
- Atividades diferenciadas,
- Tarefas, Pesquisas, Trabalhos em equipe, Projetos interdisciplinares
- Maior participação dos pais na vida educacional dos filhos;
- Projetos interdisciplinares
- Contextualização do conteúdo curricular envolvendo a prática social e cultural do aluno;
- Atividades práticas que estimulem o aprendizado;
- Simulados.
2) Descrição e análise dos principais dificultadores na obtenção de resultados na série
histórica no IDESP:
- Desenvolvimento do currículo e variantes dentro das competências a serem desenvolvidas:
- Dificuldade de alguns professores em realizar intervenções das competências e habilidades não
adquiridas e exigidas nas avaliações diagnósticas;
- Adotar diferentes estratégias de trabalho e atividades para atender os alunos com dificuldade de
aprendizagem;
- Alta rotatividade de Professor;
- Baixa freqüência de aluno;
- Qualidade profissional;
- Dificuldade na intervenção das competências e habilidades não adquiridas e exigidas no Currículo do
Estado e nas avaliações diagnósticas.
- Dificuldades de aprendizagem;
- Comportamento inadequado;
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- Falta de compromisso por parte dos alunos;
- Falta de acompanhamento familiar.
VI – RESULTADOS OBTIDOS EM 2013
1) Fluxo Escolar (resultados ao final do ano letivo)
SÉRIE/ANO
TOTAL DE
MATRÍCULAS
100
%
TRANSFERIDOS
%
EVADIDOS
%
RETIDOS
%
APROVADOS
%
5ª Série A
38
100
02
5.26
0
0
00
0
36
49.74
5ª Série B
40
100
04
10
01
2.5
02
5
33
82.5
6ª Série A
36
100
01
2.78
02
5.55
00
0
33
91.67
6ª Série B
35
100
02
5.7
0
0
01
2.8
32
91.5
6ª Série C
35
100
0
0
0
0
04
11.4
31
88.6
7ª Série A
40
100
01
2.5
01
2.5
02
5
36
90
7ª Série B
41
100
05
12
0
0
01
2.5
35
85.5
8ª Série A
38
100
03
7.9
02
5.2
05
13
28
73.9
8ª Série B
36
100
02
5.6
0
0
04
11
30
83.4
8ª Série C
39
100
05
13
01
2.5
01
2.5
32
82
TOTAL
378
100
25
6.7
7
1.9
20
5.3
326
86.1
1ª série A
40
100
04
10
02
5
01
2.5
33
82.5
1ª série B
41
100
04
9.8
0
0
04
9.8
33
80.4
2ª série A
36
100
03
8.3
0
0
02
5.6
31
86.1
2ª série B
37
100
05
13.5
0
0
02
5.4
30
81.1
3ª série A
32
100
04
12.5
0
0
05
15.6
23
71.9
3ª série B
31
100
04
12.9
0
0
01
3.3
26
83.8
TOTAL
217
100
24
11
02
1
15
6.9
176
81.1
TOTAL
GERAL
595
100
49
8.2
09
1.5
35
5.9
502
84.4
EF
EM
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Evasão
b) Principais motivos de evasão:
- Falta de estímulo por parte dos familiares.
- Condições familiares que desfavorecem o comparecimento do aluno na escola.
- Necessidades financeiras que comprometem a família levando o aluno a fazer parte da
renda familiar.
c) Ações da escola para diminuir o índice de evasão:
- Desenvolvimento de aulas diferenciadas, que tenham maior significado, despertando
assim o interesse dos alunos e tornando as aulas mais atrativas e prazerosas, diálogo
pedagógicos com os pais e alunos, orientando e conscientizando sobre a importância da
educação e a necessidade de freqüentar a escola.
- Diálogos freqüentes com os alunos em sala de aula e individualmente sobre os
agravantes das faltas excessivas.
c) Resultado esperado das ações:
(observar registro nos quadros de Metas, Estratégias e Ações):
- Mais participação do jovem e da sua família na vida escolar. Inclusão escolar com
mais qualidade. Melhoria no rendimento escolar
Retenção
b) Principais motivos de retenção:
- Rotatividade de professores.
- Desinteresse dos próprios alunos acentuado pela defasagem de aprendizado.
- Desestimulo do professor.
- Falta perspectivas futuras.
- Desinteresse dos próprios alunos acentuado pela defasagem de aprendizado.
- Descrédito na escola como fator de profissionalização
c) Ações da escola para evitar a retenção:
- Avaliação diagnóstica para nortear o trabalho dos professores, retomada de conteúdos,
as avaliações deveram ser formatadas considerando-se as habilidades geradoras de
competências diagnosticando principalmente o que o aluno ainda não é proficiente.
- Implantação de metodologias diferenciadas, utilização de novas tecnologias.
c) Resultados esperado das ações:
(observar registro nos quadros de Metas, Estratégias e Ações
- Mais participação do jovem e da sua família na vida escolar. Inclusão escolar com
mais qualidade. Melhoria no rendimento escolar
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2) Recuperação: Intensiva e Contínua:
Quadro 5 (inserir quadro modelo que foi encaminhado para homologação)
Ações de Planejamento:
- Diagnóstico objetivo das dificuldades de aprendizagem dos alunos em todas as séries/anos;
- Consulta ao professor da classe ou da disciplina para decidir sobre a utilização dos
mecanismos de apoio escolar em reunião do Conselho de Classe/Ano, com parecer do
Supervisor de Ensino da Unidade Escolar e homologação do Dirigente Regional de Ensino;
- Levantamento dos anos e quantidade de alunos que serão atendidos pelos estudos de
recuperação: Recuperação Contínua e Recuperação Intensiva;
- Organização das disciplinas e quantidade de aulas que farão parte dos estudos da
Recuperação Contínua, definindo o horário para cada turma;
- Atribuição de classes e de aulas conforme as regras do processo regular de atribuição da
Secretaria de Estado da Educação.
Ações de Desenvolvimento:
- Viabilizar os recursos materiais e humanos para a implementação dos mecanismos de apoio
escolar: Recuperação Contínua e Recuperação Intensiva;
- Garantir a atuação do Professor Auxiliar na classe regular na Recuperação Contínua;
- Disponibilizar aos docentes os recursos didáticos distribuídos pela SEE, para subsidiar o
desenvolvimento das atividades de recuperação;
- O Professor Auxiliar apoiará o professor responsável pela classe ou disciplina no
desenvolvimento de atividades de ensino e de aprendizagem
em especial as de
Recuperação Contínua, oferecidas a alunos, com vistas à superação de dificuldades e
necessidades identificadas em seu percurso escolar;
- O Professor Auxiliar atuará após ouvir o professor responsável pela classe ou disciplina,
simultaneamente as atividades desenvolvidas no horário regular de aula, mediante
atendimento individualizado ou em grupo, que propicie condições necessárias ao aluno para
atender nas situações de ensino assegurados à classe;
- Organizar as classes de Recuperação Intensiva através de indicação feita pelos professores,
no último Conselho de Classe/Ano;
- Ouvir o professor da classe ou da disciplina para a Equipe Gestora decidir sobre a utilização
dos mecanismos de apoio escolar, em reunião do Conselho de Classe/Ano, com parecer do
Supervisor de Ensino e homologação do Dirigente Regional de Ensino.
- Implementar ações de formação do professor, com foco na proposição de práticas que
possam resultar em aprendizagem exitosa do aluno;
Ações de Acompanhamento:
- Acompanhar rotineiramente ao longo do ano letivo a prática docente em seu trabalho
pedagógico nos mecanismos de apoio escolar;
- Observar se os docentes utilizam os recursos didáticos distribuídos pela SEE, a fim de
subsidiar o desenvolvimento das atividades de recuperação e senão o fazem, pedir para que
os utilizem;
59
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- Auxiliar o professor da classe/disciplinas nas metodologias utilizadas no desenvolvimento da
recuperação;
- Verificar se o professor da classe/disciplina está retornando os conteúdos ainda não
assimilados pelos alunos, através dos registros das Fichas de Acompanhamento de
Recuperação Contínua;
- Visitar as salas de aula periodicamente para observar e intervir quando necessário, nas
estratégias do trabalho pedagógico do professor da classe/disciplina;
- Acompanhar as dificuldades e os avanços constatados em relação ao aproveitamento dos
alunos;
- Executar ações que evidenciem práticas colaborativas, em um exercício constante de
análise, identificação e estabelecimento de estratégias a serem utilizadas;
- Comunicar aos pais ou responsáveis a evolução do aluno na aprendizagem correspondente
as aulas dadas na Recuperação Contínua.
Ações de Avaliação:
- Verificar a superação das dificuldades e necessidades identificadas nos alunos que
frequentaram a recuperação;
- Observar se o docente diagnosticou com clareza as aprendizagens e dificuldades dos
alunos,
- Orientar o professor classe/disciplina que utilizem estratégias diversificadas de ensino para
que os alunos percebam o significado dos objetos de ensino;
- Dispensar os alunos que não necessitam mais freqüentar a Recuperação Contínua após
observação dos resultados obtidos nas avaliações e nas participações das tarefas escolares;
- Relacionar novos alunos que necessitam freqüentar a recuperação Contínua após avaliação
diagnóstica dos professores da classe.
- Efetuar um trabalho coletivo com reflexão contínua e sistemática para prosseguir com o
processo de recuperação e das responsabilidades.
Quadro 6: Professores que atuam na Recuperação Contínua:
NOME
SILVANA ISAAC
VALERIA PEREIRA
ROZANE APARECIDA MALAVAZZI
ZENITE ROSA GARCIA MOTA
DISCIPLINA
AUX. PORT.
AUX. PORT.
AUX. MAT.
AUX. MAT.
SÉRIE(S) EM QUE ATUA
5ª A, B e C; 6ª A e B
7ª B e C
8ª A e, B; 1º A e B; 2º A e B; 2º A e B
5ª A, B e C; 6ª A e B; 7ª A
3) Atividades Curriculares Desportivas
Quadro 7:
TOTAL DE TURMAS EM 2011
02
TOTAL DE ALUNOS ATENDIDOS
% FREQUÊNCIA
70
90%
a) Ações da escola realizadas para evitar a infrequência:
JOGOS INTERNOS, PARTICIPAÇÃO EM OUTRAS COMPETIÇÕES;
a.1) Turmas fechadas ou reorganizadas:
60
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REORGANIZADAS
b) Resultados:
BOM DESENPENHO ESPORTIVO E ESCOLAR
c) Turmas mantidas em continuidade para o ano de 2012:
02
d) Justificativa para a manutenção de turmas em continuidade:
BOA FREQUENCIA E PARTICIPAÇÃO NA OLIMPÍADA ESCOLAR
Quadro 8:
TOTAL DE TURMAS EM 2012
TOTAL DE ALUNOS ATENDIDOS
02
75
OBSERVAÇÃOES
PARTICIPAÇÃO MAIOR NO
ENSINO FUNDAMENTAL
a) Ações da escola realizadas para evitar a infrequência:
JOGOS INTERNOS, PARTICIPAÇÃO EM OUTRAS COMPETIÇÕES
b) Planejamento de ações para a implementação das turmas:
TREINAMENTOS NOS DOIS PERÍODOS PARA O ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO
3)
Escola com Professor Mediador
A Escola com Professor Mediador foi implantado nesta Unidade Escolar em 03/2011.
O Professor Mediador responsável o Prof. Rogério de Oliveira Carneiro, PEB II –
Categoria F.
O Professor Mediador atua na mediação entre as atividades pedagógicas e as relações
interpessoais da comunidade escolar.
Essas práticas constituem nas seguintes atribuições: adotar práticas restaurativas e de
mediação e conflitos no ambiente escolar, no período diurno de segunda a sexta.
4)
Escola com o Programa Escola da Família
O Programa Escola da Família foi implantado nesta Unidade Escolar em 09/2011.
É responsável pelo Programa Acessa Escolar Vice Diretor: Beraldo Roberto de Carvalho.
O Programa Escola da Família funciona no período diurno, sendo o horário de atendimento
aos Finais de semana (Sábado e Domingo), para toda a comunidade, das 09h: 00 min. às 17h:
00 min.
Escola com Programa Acessa Escolar
O Programa Acessa Escolar foi implantado nesta Unidade Escolar em 11/2009.
É responsável pelo Programa Acessa Escolar os seguintes estagiários: BAN SEOK PARK e
CINTHIA REGINA DOS SANTOS PEREIRA.
O Programa Acessa Escolar funciona no período diurno, sendo o horário de atendimento
aos alunos e docentes, das 08h: 00 min. às 12h: 00 min. e das 14h: 00 min. às 18h: 00 min.
61
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VII - EQUIPE GESTORA
Diretora: SANDRA REGINA FURIAN ALVES
E-mail: [email protected]
Vice-diretor: CHARLES ALBERTO MACHADO
E-mail: [email protected]
Coordenador do Ensino Fundamental: José Mendes de Andrade
E-mail: [email protected]
Coordenadora do Ensino Médio: Marisa Fernanda Raggio Caron
E-mail: [email protected]
VIII - EQUIPE DE PROFESSORES EM 2012
1) Quadro de professores
Quadro 11:
Professor
Formação
Disciplinas
Classes nas quais ministra
aulas em 2012
1
ANDREIA APARECIDA
GARCIA
MATEMATICA
FISICA
1º A e B
2
Bárbara P. Lopes Machado
LETRAS
PORTUGUÊS
5ª A, B e C; 6ª A e 8ª B
3
Célia Pereira Nogueira
LETRAS
PORTUGUÊS
1º A e B; 2º A e B; 3º A e B(LIC.
SAUDE)
4
DAIANE DOS S.
ASSUMPÇÃO
MATEMÁTICA
CIÊNCIAS
7ª B
CIÊNCIAS
7ª B
CHARLES ALBERTO
MACHADO
(AFAS. VICE-DIREÇÃO)
MATEMÁTICA
5
PEDEDAGOGIA FÍSICA
MATEMÁTICA
1º A e B
6ª B; 7ª A; 8ª A e B
62
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6
CRISTINA L. C. LEME
(AFAS. OFICINA
PEDAGÓGICA)
HISTÓRIA
HISTÓRIA
7ª A, B e C ; 8ª A e B; 1º A e B;
2º A e B; 3º A e B
7
Djanira Morais Bicudo
MATEMÁTICA
MATEMÁTICA
8ª A e B
Drirlene Prando
ARTE
PEDAGOGIA
ARTE
5ª A, B e C; 6ª A e B; 7ª A, B e C
8ª A e B
1º A e B; 2º A e B; 3º A e B.
GERALDO CESAR M. DE
OLIVEIRA
BIOLOGIA
BIOLOGIA
1º A
10 Heloisa E. T. Hazenfratz
MATEMÁTICA
MATEMÁTICA
1º A e B; 2º A e B; 3º A e B
11 Jorge Roberto Ribeiro
ED. FÍSICA
ED. FÍSICA
6ª A e B; 7ª A, B e C 8ª A e B; 1º
A e B; 2º A e B; 3º A e B
12 JOSE MENDES DE
ANDRADE (AFAS.
COORDENAÇÃO)
HISTÓRIA
HISTÓRIA
5ª A, B e C; 6ª A e B; 7ª A; 8ª A
eB
13 JOSIAS DE OLIVEIRA
LETRAS
PORTUGUÊS
6ª B
14 Kimie Marita Cano
ED. FÍSICA
ED. FÍSICA
5ª A, B e C
15 MARCIA TAMBELLI
MATEMÁTICA CIÊNCIAS
8
9
16
BIOLOGIA
Luiz Antonio G. Levra
BIOLOGIA
Luiz R. Kizz
MATEMÁTICA
Maria Aparecida Mendes
19
1ºB; 2º A e B; 3º A e B
CIÊNCIAS
17
18
5ª A, B e C; 6ª A e B; 7ª A C 8ª
B (AFAS. OUTRA DIRETORIA)
MATEMÁTICA
7ª B e C
CIÊNCIAS
5ª A, B e C; 8ª A
GEO;HIST;
SOC; FILO;
PED.
GEOGRAFIA
6ª A e B; 7ª A, B e C
FILOSOFIA
1º A e B; 2º A e B; 3º A e B.
HIST; PED.
HISTÓRIA
7ª B; 8ª A; 1º A e B; 2º A e B; 3º A
e B.
SOCIOLOGIA
1º A e B; 2º A e B; 3º A e B.
Maria Ap. Calisto
63
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CARREIRA”
Plano de Gestão Escolar para o Quadriênio 2012/2015
20 Maria C. B. Catão
GEOGRAFIA
GEOGRAFIA
5ª A, B e C; 8ª A e B; 1º B; 2º A e
B; 3º A e B
21 Milton Lourenço
FÍSICA
FÍSICA
2º A e B; 3º A e B. (LIC. SAUDE)
22 PATRICIA VELASCO(AFAS.
COORDENAÇÃO)
LETRAS
PORTUGUÊS
6ª B; 7ª A, B e C
23 Renata de F. Marques
MATEMÁTICA
MATEMÁTICA
5ª A, B e C e 6ª A
INGLÊS
5ª A, B e C; 6ª A e B; 7ª A, B e C
8ª A e B
1º A e B; 2º A e B; 3º A e B.
MATEMÁTICA
6ª B; 7ª A, B e C;
CIÊNCIAS
7ª B 8ª A
24
Rita B. Costa
LETRAS
25 RITA DE CÁSSIA S. VOUK
(AFAS. COORDENAÇÃO)
MATEMÁTICA
26 Rogério Oliveira
FILOSOFIA
Rosane Malavazzi
SILVANA ISAAC
29 SILVANA MARIA C. V. DE
MORAES
8ª A e B
1º A e B; 2º A e B; 3º A e B.
FÍSICA
2º A e B; 3º A e B
PROF. AUX.
5ª A, B e C; 6ª A e B
PORTUGUÊS
7ª B
ED. FÍSICA
5ª A, B e C (LIC. SAUDE)
PORTUGUÊS
7ª A e C; 8ª A
GEOGRAFIA
1º A
LETRAS
ED. FÍSICA
30
Simone F. Sales
PROF. AUX.
MATEMÁTICA
27
28
PROFESSOR MEDIADOR
LETRAS
31 Terezinha B. Luz
HISTÓRIA;
PED.
HISTÓRIA
5ª A,B e C;6ª A e B;7ª C; 8ª B
32 Thais Pandagis Lemos
BIOLOGIA
QUÍMICA
1º A e B; 2º A e B; 3º A e B.
33 Tiago Rossetti Pelá
LETRAS
PORTUGUÊS
34 VALÉRIA PEREIRA
LETRAS
PROF. AUX.
7ª A e C
35 VERÔNICA JULIANA
VENES
MATEMÁTICA
MATEMÁTICA
6ª B;7ª A
64
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36 Zenite Rosa Garcia Mota
MATEMÁTICA
PROF. AUX.
5ª A, B e C; 6ª A e B; 7ª A
Quadro 12:
Total de professores que ministram aulas na unidade
escolar em 2012
25
Total de professores com Sede de Controle de
Frequência na unidade escolar em 2012
31
2) Formação Continuada
Total de docentes com sede de controle de frequência na escola no ano de 2012 que no ano de 2011
participaram ou estão participando em 2012 de: 22
TOTAL DE DOCENTES QUE PARTICIPAM E PARTICIPARAM DO Cursos da Escola de Formação
REDEFOR:05
IX - EQUIPE DE APOIO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO
Quadro 13:
Gerente de Organização Escolar:
TEREZA MENDES DE ANDRADE
SILVIA DE OLIVEIRA GRAÇA
Agente de Organização Escolar:
CECÍLIA DE OLIVEIRA GRAÇA ALEXANDRE
LUCIANA UENO HOLANDA
NÃO TEM
Agente de Serviços Escolares:
Maria de Lourdes Guerra Camargo
Auxiliar
Educacionais:
Outros:
de
Serviços
Matilde de Oliveira
Ivani Braga Santos
Jaddy Sthephana Xavier Silva Barbosa
TEG SERVIÇOS
LIMPEZA LTDA.
Auxiliar de Limpeza:
Outros:
DE ANDREIA DE FATIMA MARTINS
REGINA CÉLIA ANTUNES DE CAMPOS
65
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X – INSTITUIÇÕES ESCOLARES
1) Associação de Pais e Mestres:
a) Assembléia geral: 22/05/2012
Calendário de assembléias em 2012: 09/05/2012, 08/08/2012, 10/10/2012 e 13/12/2012
b) Diretoria Executiva:
Data da última eleição: 22/05/2012
Calendário de reuniões: 09/05/2012, 08/08/2012, 10/10/2012 e 13/12/2012
Relação de componentes:
- Diretor Executivo: VERA LUCIA NUNES DA COSTA
- Vice-diretor Executivo: EDSON SILVA NASCIMENTO
Data da próxima eleição: 22/05/2013
c) Conselho Deliberativo:
Data da última eleição: 22/05/2012
Calendário de reuniões: 09/05/2012, 08/08/2012, 10/10/2012 e 13/12/2012
Relação de Componentes:
SANDRA REGINA FURIAN ALVES
TEREZA MENDES DE ANDRADE
Data da próxima eleição: 22/05/2013
d)Conselho Fiscal:
Data da última eleição: 22/05/2012
Calendário de reuniões: 09/05/2012, 08/08/2012, 10/10/2012 e 13/12/2012
Relação de componentes:
- Mãe de aluno:IASBEL BARBOSA DA COSTA ESTEVES
- Agente de Organização Escolar: LUCIANA UENO HOLANDA
- Mãe de aluno: SIMONE RIBEIRO DE LIMA
Data da próxima eleição: 22/05/2013
e) Livro de associados:
Data da última atualização: 30/07/2012
2) Grêmio Escolar:
Data da última eleição: 30/03/2012
Calendário de reuniões: 09/05/2012, 08/08/2012, 10/10/2012 e 13/12/2012
Relação de componentes (nome do aluno / série-ano-classe):
- Presidente: TAMIRIS DE MELO CAMPOS – 7ª série B
- Vice-Presidente: JULIA FREITAS NOGUEIRALEME – 8ª série B
- Secretário: HIGOR FERNANDO SOARES DE SOUZA LEME – 7ª série A
- Diretor Social: JANAINA BATISTA DE CARVALHO SIQUEIRA – 6ª série B
- Diretor de Imprensa: MAIRA BIANCHI CANDERA MULINARI – 1º colegial B
- Diretor de Esportes: JAIRO FELIPE VIEIRA CAMPOS – 6ª série B
- Diretor Cultural: TAIS RIBEIRO DE OLIVEIRA – 1º colegial B
- Diretor de Saúde e Meio Ambiente: RAFAELA CORREIA GRACIANO – 2º colegial B
Data da próxima eleição: 30/03/2013
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XI – COLEGIADOS ESCOLARES
1) Conselho de Escola
Data da última eleição: 09/02/2012
Calendário de reuniões: 09/05/2012, 08/08/2012, 10/10/2012 e 13/12/2012
Relação de componentes:
Professores:
Suplentes:
BARBARA PANKOWSKI L. MACHADO
RENATA DE FATIMA MARQUES
MARIA DO CARMO BARBOSA CATÃO
SIMONE FERRARIS SALES
CELIA PEREIRA NOGUEIRA
LUIS ANTONIO GIAJ LEVRA
JORGE ROBERTO RIBEIRO
LUIS ROBERTO KISS
TEREZINHA DE JESUS BUENO DA LUZ
Pais de alunos:
Heliton de Pontes Mendes
Simone Gomes Mendonça
Priscila Dantas Gomes Scott
Zélia de Fátima Vicencio Oliveira
Dulcineia Aparecida Bueno
Silvana Aparecida Alves
Funcionários:
Cecília de Oliveira Graça Alexandre
Regina Célia Antunes de Campos
Alunos:
Suplentes:
Silvana Teixeira dos Santos
Suplentes:
Silvia de Oliveira Graça
Suplentes:
Patrícia da Silva Veloso 1ºcol. B
Samantha de Fátima Santos Martins 1ºcol. A
Carlos Freitas Nogueira 3ºcol. B
Leonardo de Meira 3ºcol. A
Daniele Aparecida Costa Vieira 2ºcol. B
Larissa Aiane da Rocha Almeida 2ºcol. A
Data da próxima eleição: 09/02/2013
2) Conselho de Classe e Série/Ano
Público Alvo
Vice-Diretor, Professor Coordenador do ENSINO FUNDAMENTAL e MÉDIO,
Professores de todas as Séries /Anos, Membros do Grêmio Estudantil e Alunos
representantes de classe
Calendário de reuniões: 30/04/2012, 29/06/2012, 05/10/2012, 14/12/2012 e 19/12/2012.
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XII – GESTÃO ESCOLAR
Quadro 15:
Dimensão da
Gestão Escolar
Potencialidades
Desafios
Gestão de
Resultados
Educacionais
- Avaliação do Projeto Pedagógico,
- Uso dos resultados de desempenho
escolar,
- Satisfação dos alunos, pais,
professores e demais profissionais da
escola e
- transparência e divulgação dos
resultados
- RENDIMENTO ESCOLAR
- FREQUÊNCIA ESCOLAR
Gestão
Participativa
- Projeto pedagógico,
- Avaliação participativa,
- Comunicação e informação e
- Organização dos alunos
- AVALIAÇÃO PARTICIPATIVA
- ATUAÇÃO DOS COLEGIADOS
Gestão
Pedagógica
- Proposta curricular contextualizada,
- Monitoramento de aprendizagem,
- Inclusão com equidade, planejamento
da prática pedagógica
- Organização do espaço e tempo
escolares
- PROPOSTA CURRICULAR
CONTEXTUALIZADA
- INOVAÇÃO PEDAGÓGICA
Gestão de Pessoas - Visão compartilhada,
- Desenvolvimento profissional,
- Clima organizacional,
- Observância de direitos e deveres,
- Valorização e reconhecimento
- OBSERVANCIA DE DIREITOS E
DEVERES
- VALORIZAÇÃO E RECONHECIMENTO
Gestão de Serviços - ORGANIZAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DOS
REGISTROS ECOLARES
de Apoio
Gestão de
Manutenção do
Prédio Escolar
- PRESERVAÇÃO DO PATRIMONIO
ESCOLAR
Gestão de
Recursos
Financeiros
- PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO
- ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DA
APLICAÇÃO DOS RECURSOS
FINANCEIROS
- CAPTAÇÃO DE RECURSOS
FINANCEIROS
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XIII – ESPAÇO FÍSICO DA ESCOLA
Quadro 16:
Espaço
QT
DE
Condição de uso
Espaço com necessidade de reforma - registrar
o plano de ação (encaminhamento para a FDE,
execução com verbas de manutenção, próprias
da APM, outros especificar)
Acessibilidade e adaptabilidade para 01
alunos, docentes e usuários da
comunidade
portadores
de
deficiência.
Bom estado de
uso
Salas de aula
08
Ótimo estado de
uso
Sala de recursos audiovisuais
00
não há a sala de
recursos
audiovisuais
Secretaria
01
Ótimo estado de
uso
Direção
01
Ótimo estado de
uso
Vice-direção
00
não há a sala de
Vice-direção
Coordenação
01
Ótimo estado de
uso
Sala do Acessa Escola
01
Ruim
Laboratório de Informática
00
Não há Laboratório
Falta de computadores
de Informática
Laboratório de Ciências da Natureza
00
Não há Laboratório
de Ciências da
Natureza
Quadra esportiva
01
Bom estado de
uso
Cozinha
01
Bom estado de
uso
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Cantina
01
Bom estado de
uso
Zeladoria
00
Não há Zeladoria
Corredores e acessos
02
Bom estado de
uso
Sanitários de alunos
02
Bom estado de
uso
Masc. E Fem.
Sanitários administrativos
02
Ótimo estado de
uso
Masc. E Fem
Outros (especificar)
a) Potencialidades do espaço físico para promoção do processo de ensinoaprendizagem:
O espaço físico é amplo, agradável e acolhedor, que proporciona aos alunos, acesso ao
ensino e aprendizagem.
b) Problemas no espaço físico para promoção do processo de ensino aprendizagem:
A Unidade Escolar não possui sala de leitura e nem sala de projeção o que dificulta
desenvolvimento de competências e habilidades.
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XIV – RECURSOS FINANCEIROS
Quadro 17:
Periodicidade do
repasse
Valor da parcela
(projeção 2012 com
base nos recursos
recebidos em 2011)
Valor total anual 2012
(projeção)
Repasse Estadual
- Manutenção (FDE)
02 parcelas/anual
(01/semestre)
R$ 3.390,00
R$ 6.780,00
Repasse Estadual
- Mutirão Trato na Escola
01 parcela/anual
(1º semestre)
R$ 7.900,00
_______
Repasse Estadual
- Escola da Família
02 parcelas/anual
(01/semestre)
R$ 2.000,00
R$ 4.000,00
12 parcelas/anual
R$ 902,40
R$ 10.828,80
02 parcelas/anual
(2º semestre)
01 parcela/anual
(1º semestre)
12 parcelas/anual
_______
Repasse Estadual
Rede de Suprimentos
- GIMBA)
Repasse Federal
- PDDE
Repasse Federal
- PDDE (SIMEC)
Recursos próprios:
Cantina
- APM
A - Total de repasses
confirmados em 2012
(data base 08/07/2012)
B - Total de repasses
previstos em 2012
(data base 31/12/2012)
(atualizar a cada novo
repasse recebido até
31/12)
Total geral de recursos
recebidos pela escola em
2012 (A + atualização B)
(atualizar a cada novo
repasse recebido até
31/12)
16
14
30
R$ 18.000,00
(meses:,03,04,05,06,08,
09,10,11 = R$ 400,00)
(meses:,01,02,07,12 = R$
80,00)
R$ 5.453,40
R$ 18.000,00
R$ 3.520,00
R$ 38.464,40
R$ 38.464,40
R$ 18.017,80
R$ 18.017,80
R$ 56.482,20
R$ 56.482,20
Obs: A verba da DMPP - A partir deste ano corrente a SEE não enviará as UEs este recurso
financeiro. A aquisição de materiais escolares e pedagógicos deve ser realizada na Rede de
Suprimentos (GIMBA).
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XV – SÍNTESE DE POTENCIALIDADES E DESAFIOS DA ESCOLA
(itens II a XIV)
1) Potencialidades
a) A Equipe de Docentes é eficiente e comprometida com a aprendizagem dos alunos;
b) A Equipe Gestora desenvolve as atividades de trabalho com responsabilidade e seriedade,
atendendo a demanda de necessidades da escola;
c) A maioria dos alunos demonstra interesse e compromisso pelos estudos;
d) A maioria dos pais dos alunos colabora e participa dos programas e projetos da escola;
e) Os pais apresentam interesse pela vida escolar do filho;
f) A comunidade escolar preserva e conserva os bens patrimoniais da UE;
g) Acompanhamento periódico dos professores coordenadores nas salas de aula;
h) Inferência dos professores coordenadores nas estratégias de trabalho dos docentes;
i) Orientação constante da supervisora da escola nas atribuições da Equipe Escolar;
j)Capacitação dos docentes oferecidas pelos coordenadores nas HTPCs, nos Planejamento,
Replanejamentos e no dia da análise dos Saresp;
k)Disponibilidade de recursos pedagógicos para os professores, funcionários e alunos;
l) Disciplina dos alunos;
m) Respeito mútuo entre os segmentos da escola;
n) Organização de trabalho da escola;
o) Cumprimento na entrega dos prazos de documentos e informações as diversas instituições;
p) Cordialidade no tratamento às pessoas que frequentam e/ou visitam a escola;
q) Envolvimentos dos professores e funcionários na melhoria da qualidade da educação da
escola;
r) Obtenção de ótimos resultados nas avaliações externas (Idesp e Ideb)e premiações em
concursos;
s) Comunicação permanente com os familiares dos alunos;
t) Apoio a prática esportiva;
u) Participação dos segmentos que compõe a UE em tomadas de decisões;
v) Devida utilização dos recursos financeiros;
x) Excelente aceitabilidade da inclusão dos alunos que freqüentam a Sala de Recursos;
w) Disponibilidade de horário e tempo para atender a comunidade escolar;
y) Implantação da Recuperação Contínua e Recuperação Intensiva;
z) Processo de avaliação da UE.
2) Desafios
a) Atingir as metas do Idesp e Ideb;
b) Conscientizar os pais da importância do estudo e da freqüência dos alunos;
c) Envolver todos os docentes na trajetória de sucesso da escola;
g) Orientar os docentes no uso de estratégias didáticas inovadoras e de materiais pedagógicos
diversificados;
h) Realização da autoavaliação da Equipe Escolar.
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XIX – PLANOS DOS CURSOS MANTIDOS PELA UNIDADE
ESCOLAR
A Escola Estadual “Professor Carlos Eduardo Mattarazzo Carreira” organiza-se de forma
a oferecer os objetivos nos termos do Artigo 32 da LDB nº 9.394/96:
- O desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio
da leitura, da escrita e do cálculo;
- A compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e
dos valores em que se fundamenta a sociedade;
- O desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de
conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores;
- O fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância
recíproca em que se assenta a vida social;
- O domínio de competências e habilidades que levem à consciência da cidadania e
facilitem a melhor inserção do educando no ambiente social
b) Currículo: desenvolvimento do Currículo Oficial do Estado de São Paulo.
A implantação do Currículo Básico para as escolas da rede estadual, nos níveis de Ensino
Fundamental (Ciclo II) e Ensino Médio, teve por objetivo apoiar o trabalho realizado nas
escolas estaduais e contribuir para a melhoria da qualidade das aprendizagens dos alunos,
além de garantir a todos uma base comum de conhecimentos e de competências para que
nossas escolas funcionem de fato como uma rede. Com esse objetivo, implantou um processo
de elaboração dos subsídios indicados a seguir.
Este documento apresenta os princípios orientadores do currículo para uma escola capaz de
promover as competências indispensáveis ao enfrentamento dos desafios sociais, culturais e
profissionais do mundo contemporâneo.
Contempla algumas das principais características da sociedade do conhecimento e das
pressões que a contemporaneidade exerce sobre os jovens cidadãos, propondo princípios
orientadores para a prática educativa, a fim de que as escolas possam preparar seus alunos
para esse novo tempo. Ao priorizar a competência de leitura e escrita, o Currículo define a
escola como espaço de cultura e de articulação de competências e de conteúdos disciplinares.
Além desse documento básico curricular, há um segundo conjunto de documentos, com
orientações para a gestão do Currículo na escola. Intitulado Caderno do Gestor, dirige-se
especialmente às unidades escolares e aos professores coordenadores, diretores, professores
coordenadores das oficinas pedagógicas e supervisores. Esse material não trata da gestão
curricular em geral.
O ponto mais importante é garantir que a Proposta Pedagógica, que organiza o trabalho nas
condições singulares de cada escola, seja um recurso efetivo e dinâmico para assegurar aos
alunos a aprendizagem dos conteúdos e a constituição das competências previstas no
Currículo.
Espera-se também que a aprendizagem resulte da coordenação de ações entre as disciplinas,
do estímulo à vida cultural da escola e do fortalecimento de suas relações com a comunidade.
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Para isso, os documentos
reforçam e sugerem orientações e estratégias para a formação continuada dos professores.
O Currículo se completa com um conjunto de documentos dirigidos especialmente aos
professores e aos alunos: os Cadernos do Professor e do Aluno, organizados por disciplina/
série (ano)/bimestre. Neles, são apresentadas Situações de Aprendizagem para orientar o
trabalho do professor no ensino dos conteúdos
disciplinares específicos e a aprendizagem dos alunos. Esses conteúdos, habilidades e
competências são organizados por série/ano e acompanhados de orientações para a gestão da
aprendizagem em sala de aula
e para a avaliação e a recuperação. Oferecem também sugestões de métodos e estratégias de
trabalho para as aulas, experimentações, projetos coletivos, atividades extraclasse e estudos
interdisciplinares.
O Currículo da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo tem como princípios centrais:
a escola que aprende; o currículo como espaço de cultura; as competências como eixo de
aprendizagem; a prioridade da competência de leitura e de escrita; a articulação das
competências para aprender; e a contextualização no mundo do trabalho.
O Currículo inseriu etapas curriculares, a tríade sobre a qual competências e habilidades são
desenvolvidas e pode ser assim caracterizada:
- o adolescente e as características de suas ações e pensamentos;
- o professor, suas características pessoais e profissionais e a qualidade de suas
mediações;
- os conteúdos das disciplinas e as metodologias para seu ensino e
aprendizagem.
c) Carga horária: Ensino Fundamental Ciclo II (5ª a 8ª Série) – 1.200 Aula/Ano
Ensino Médio ( 1º a 3º Col.) - 1.200 Aula/Ano
No Ensino Fundamental Regular Diurno, carga horária mínima de 1200 (um mil e
duzentas) horas anuais ministradas em, no mínimo, 200 (duzentos) dias de efetivo trabalho
escolar.
No Ensino Médio Regular Diurno, carga horária mínima de 1200 (um mil e duzentas
horas) horas anuais ministradas em, no mínimo, 200 (duzentos) dias de efetivo trabalho
escolar.
Consideram-se de efetivo trabalho escolar os dias em que forem desenvolvidas
atividades regulares de aula ou outras programações didático-pedagógicas, planejadas pela
escola desde que contem com a presença de professores e a freqüência controlada dos
alunos.
Para cumprimento da carga horária prevista em lei, o tempo de intervalo entre uma aula
e outra, assim como o destinado ao recreio, serão considerados como atividades escolares e
computados na carga horária diária da classe ou, proporcionalmente, na duração da aula de
cada disciplina.
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d) Projetos/ Programa da Secretaria De Estado da Educação nos quais a Escola esta
inserida:
1- PROJETO APRENDENDO A SER E A CONVIVER
JUSTIFICATIVA: Tendo em vista que no decorrer do período letivo ocorrem faltas de
professores no trabalho e a escola sendo obrigada a operacionalizar a falta dos mesmos, esta
aciona o professor eventual, para assim poder suprir as metas a serem atingidas na escola.
Este projeto foi elaborado para que os professores eventuais pudessem assim trabalhar temas
transversais com os alunos.
OBJETIVO GERAL: O objetivo geral deste projeto é mostrar uma visão positiva da vida em
sociedade, bem como, uma visão positiva do futuro, transformando assim sonhos em
realidades.
Neste projeto serão utilizados temas transversais, para uma melhor formação do
educando no processo de aprendizagem e convívio social, bem como o autoconhecimento da
realidade que o cerca.
PÚBLICO ALVO: Este projeto será trabalhado com alunos do 1º e 2º grau e professores
eventuais.
TEMAS A SEREM TRABALHADOS: No decorrer do ano letivo serão trabalhados os seguintes
temas transversais:
Identidade de cada cidadão
Integração em sociedade
A comunicação e suas diversas formas
A convivência em grupo
A cidadania
Projeto de vida.
ESTRATÉGIAS: Será trabalhada através de aulas expositivas, apresentação de filmes e
elaboração de cartazes, redações, tabulações de dados, mapeamentos de setores do bairro e
etc.
Todas as aulas terão as seguintes operacionalidades:
Técnicas didáticas
Fontes de pesquisas
Objetivos a serem atingidos
Material utilizado
Ao término de cada Tema abordado será feita uma avaliação conjunta entre o Professor
Coordenador do Projeto, professores eventuais, coordenadores e direção da escola.
RECURSOS: Espaço de sala de aula, retroprojetor com DVD, papel sulfite, materiais para
elaboração de cartazes, quadra esportiva, quando esta estiver disponível para seu uso.
CRONOGRAMA: Este será utilizado no decorrer do ano letivo.
ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO: Como o trabalho com seres humanos jamais caminha
numa linha reta, cabe ao Coordenador do Projeto, Professor Marcos Antonio Rolim Castanho,
um acompanhamento contínuo e sistemático do projeto, não só para compreendê-lo, como
para não se distanciar dos objetivos propostos. Cabe ao mesmo fazer uma reflexão do
processo contínuo na educação.
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INSTRUMENTAL TÉCNICO DE ORIENTAÇÃO: Programa Prevenção Também Se Ensina,
Programa Comunidade Presente, FUNDAÇÃO ODEBRECHT, Livro Aprendendo a Ser e a
Conviver de Margarida Serrão e Maria Clarice Baleeiro
2) Reciclagem de pilhas e baterias: uma questão que pode e deve ser resolvida.
Alunos da EE PROF: CARLOS EDUARDO M. CARREIRA
Objetivo geral: Desenvolver uma campanha de conscientização dos alunos e da
comunidade para o descarte de pilhas e baterias ecologicamente correta.
Objetivos específicos:
Criar um posto de coleta de pilhas e baterias na escola.
Elaborar painéis informativos do tema em questão na escola
Elaborar panfletos para distribuição na comunidade
Distribuir os panfletos e informar as pessoas sobre o problema e a solução
Fazer com que a escola e família saibam onde e como devem descartar suas pilhas e
baterias corretamente.
Justificativa:
Apesar da aparência inocente e pequeno porte, as pilhas e baterias de celular são hoje um
problema ambiental. Classificadas como resíduos perigosos e compostas de metais pesados
altamente tóxicos e não-biodegradáveis, como cádmio, chumbo e mercúrio, depois de
utilizadas, a maioria é jogada em lixos comuns e vai para aterros sanitários ou lixões a céu
aberto.
A forma como são eliminados e o consequente vazamento de seus componentes tóxicos
contamina o solo, os cursos d’água e o lençol freático, atingindo a flora e a fauna das regiões
circunvizinhas. Através da cadeia alimentar, essas substâncias chegam, de forma acumulada,
aos seres humanos.
Durante muitos anos, devido ao pouco uso de aparelhos eletrônicos, não havia preocupação
com a reciclagem de pilhas e baterias. Mas com o passar do tempo e o avanço da tecnologia,
esses materiais tornaram-se artigos relevantes no dia a dia e de fácil acesso, e seu descarte
começou a preocupar pesquisadores, ambientalistas e autoridades.
Em função disso, o Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama) elaborou uma resolução
(n° 257/99), que disciplina o descarte e o gerenciamento adequado de pilhas e baterias
usadas. Consta, em seu artigo primeiro:
“As pilhas e baterias que contenham em suas composições chumbo, cádmio, mercúrio e seus
compostos, necessário ao funcionamento de quaisquer tipos de aparelhos,..., após seu
esgotamento energético, serão entregues pelos usuários aos estabelecimentos que as
comercializam ou à rede de assistência técnica autorizada pelas respectivas indústrias, para
repasse aos fabricantes ou importadores, para que estes adotem diretamente, ou por meio de
terceiros, os procedimentos de reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final
ambientalmente adequado”.
A resolução entrou em vigor em 22 de julho de 2000, e passou a responsabilizar fabricantes,
importadores e comerciantes de pilhas e baterias pela coleta destes produtos no fim de sua
vida útil. Além disso, a resolução classifica os tipos de pilhas e baterias e estabelece o limite da
quantidade de mercúrio, chumbo e cádmio que as pilhas comuns podem possuir (Art. 6º).
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O problema das pilhas é mais grave comparado ao das baterias de celular, que possuem maior
durabilidade, e não são descartadas com tanta facilidade e rapidez pelos consumidores como é
o caso das pilhas, que possuem menor tempo de uso e são jogadas em qualquer lugar.
Os metais pesados contidos nas pilhas e baterias, quando absorvidos, são de difícil eliminação
pelo organismo, podendo causar diversos efeitos nocivos ao ser humano, tais como: alergias
de pele e respiratórias; náuseas e vômitos; diarréias; diminuição do apetite e do peso; dores de
estômago e gosto metálico na boca; instabilidade, com distúrbio do sono; inibição das células
de defesa do organismo e bronquite. Pode inclusive causar danos ao sistema nervoso, edemas
pulmonares, osteoporose e alguns tipos de câncer.
Atualmente existe uma mobilização mundial com o intuito de minimizar a produção de pilhas e
baterias com estas substâncias. A questão é que a substituição requer investimentos e
pesquisas, o que significa despesas para as empresas. Enquanto gasta-se apenas para dar
solução ao destino ambientalmente adequado destes resíduos, pouco se investe em novas
soluções.
O ideal é evitar na origem que o lixo seja produzido. Se precisar realmente comprar pilhas e
baterias, o cidadão pode separa-las e leva-las ao coletor mais próximo. Lojas da rede Pão de
Açúcar e Shoppings Centers recebem estes materiais. As lojas da BCP e da Vivo também
aceitam baterias de qualquer marca, dando-lhes um destino seguro. Os usuários podem
também criar postos de coletas em seus ambientes de trabalho. Se um milhão de
consumidores conscientes fizerem o mesmo, 12 milhões de pilhas serão desviadas dos lixões e
aterros a cada ano. A reciclagem é muito importante porque colabora com a vida útil dos
aterros, deixa de poluir os rios, córregos e o solo.
A população deve não apenas exigir das empresas e órgãos responsáveis que tomem atitudes
conservacionistas e que alertem a população sobre o perigo desse tipo de lixo, mas deve
também rever e mudar a própria maneira de compreender e se relacionar com o meio
ambiente.
Metodologia:
Em sala de aula com base em textos e artigos científicos sobre o assunto, os alunos em um
processo de sensibilização, poderão perceber a importância e a necessidade de montar um
recipiente apropriado para a coleta de pilhas e baterias. Feito isto, painéis informativos,
utilizando diferentes matérias, poderão ser elaborados em grupos para a divulgação na própria
escola. Para divulgar a campanha, folhetos informativos, devem ser criados. Uma seleção,
será feita do panfleto que melhor atender os objetivos do projeto e receberá uma criação
gráfica em quantidade (300 unidades atendendo a demanda do bairro), como também, um
painel, para a escola, local este, servindo como POSTO DE COLETA. A distribuição dos
panfletos será feita pelos próprios alunos da escola.
3)DESENVOLVENDO LEITORES CRITICOS ( Projeto Descentralizado)
JUSTIFICATIVA
Baseado no baixo resultado do IDESP, trabalharemos com a formação de leitores literários,
tendo como eixo central a leitura e a produção de textos, diminuindo a taxa de evasão,
auxiliando no reforço dos alunos.
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OBJETIVOS
Espera-se que os alunos:
- aprendam a gostar e valorizar a literatura - leitura por fruição.;
- desenvolvam o hábito de ler;
- atribuam os sentidos adequados em textos mais complexos;
- posicionem-se criticamente de acordo com as obras;
- valorizem e compreendam a importância cultural da literatura;
- melhorem a relação escolar e pessoal em benefício do meio em que vive.
METAS
-Atingir 100% dos alunos do E.F II proporcionando o conhecimento e gosto literário antes de atingir
o E.M
-diminuir índices de retenção, no E.F. II;
PROCEDIMENTOS
- disparador: apresentação de filme sobre biografia dos autores(quando disponível), ou
apresentação biográfica escrita, para o conhecimento e compreensão do estilo e objetivos do
autor;
- reescrita da biografia, de acordo com as anotações que realizarem durante a exibição da
mesma;
-apresentação de filmes para aquisição de conhecimentos;
- confecção de ficha do filme conforme o projeto: “ CINEMA VAI A ESCOLA”, que trabalha:
direção, cenografia,objetivos,compreensão da obra;
- leitura individual da obra;
-discussão dos capítulos
- ficha de leitura do livro individual, onde se explora desde a capa, autor, ilustrador,
editora,edição, personagens,enredo, desfecho, e opinião do leitor;
- prospecção da obra ( exploração de aspectos gráficos e visuais),
- pesquisa de hábitos, resgate de lembraças e levantamento de conhecimentos prévios
familiares;
- filmagens e fotografias dos alunos que trarão objetos antigos e contarão suas histórias
resgatando as lembranças e valorizando a memória dos avós;
- semana cultural ( teatro, música, instalação artística, etc), após a leitura, debate,pesquisa,etc
em sala de aula, realizaremos uma semana cultural com apresentações musicais, exposição de
atividades, dos livros e autores, apresentação das fotos e filmagens, e confecção artística da
instalação para a escola e a comunidade.
4 - Brincando com a Física ( Projeto Descentralizado)
JUSTIFICATIVA
A Escola Estadual “Professor Carlos Eduardo Mattarazzo Carreira” é uma entidade educacional
sem fins lucrativos, criada pelo Decreto Estadual número 48.492, de 17 de abril de 2004 e é
mantida pelo Poder Público Estadual e administrada pela Secretaria de Estado da Educação.
A escola possui alunos com média de 12 à 18 anos de idade, num total de 660 alunos
matriculados, sendo 579 freqüentes e 43 transferidos.
O perfil sócio-econômico é bem diversificado, boa parte dos alunos depende de programas
governamentais como bolsa escola e bolsa família.
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Vivemos num mundo conturbado, onde a família, eixo central da sociedade, perde sua
identidade, pais desempregados, baixo poder aquisitivo e famílias desestruturadas,
dificuldades de acesso a espaços culturais, afetam nossa comunidade escolar, estas
características tem relação direta com a taxa de evasão apontada pelas avaliações internas e
externas como IDESP, IDEB e SARESP.
Este projeto busca associar as aprendizagens de física através de situações do cotidiano, na
compreensão dos fenômenos naturais formalizando atividades experimentais desenvolvidas de
várias maneiras e consolidando espaço para iniciativas, atitudes e decisões, tornando-os assim
cidadãos aptos para enfrentar o mercado de trabalho cada vez mais globalizado e competitivo.
OBJETIVOS
Contribuir para um trabalho de formação de atitudes;
- Estimular o desenvolvimento de estratégias e ações;
- Descobrir e compreender capacidades e limites;
- Desenvolver a criatividade e percepção;
- Desenvolver a capacidade analítica e avaliativa;
- Reconhecer outras formas de leitura e interpretação;
- Ampliar horizontes e perspectivas;
- Utilizar as novas tecnologias como ferramenta de comunicação;
- Formar educandos multiplicadores do conhecimento;
- Estimular a produção de feira de física na U.E;
- Desenvolver temas de sustentabilidade, meio ambiente, tecnologia, entre outros;
- Associar as aprendizagens das aulas de física em situações do cotidiano;
- Trabalho interdisciplinar;
- Realizar experimentos simples e complexos para explicar fenômenos;
- Estimular o planejamento das ações e a leitura de regras.
- Possibilitar a construção de uma atitude positiva perante os erros.
- Favorecer a criatividade na elaboração de estratégias de resolução de problemas e situações.
-Estimular a cooperação;
- Motivar o aluno a continuidade de estudos;
- Incentivar a pesquisa como meio de informação e conhecimento;
- Contextualizar os conteúdos do currículo do estado de São Paulo;
-Formular questões, diagnosticar e propor soluções para problemas reais a partir de elementos
das Ciências Naturais, colocando em prática conceitos, procedimentos e atitudes
desenvolvidos no aprendizado escolar;
- Compreender a natureza como um todo dinâmico, sendo o ser humano parte integrante e
agente de transformações do mundo em que vive;
-Saber utilizar conceitos científicos básicos, associados a energia, matéria, transformação,
espaço, tempo, sistema, equilíbrio e vida;
-Valorizar o trabalho em grupo, ação crítica e cooperativa para a construção coletiva do
conhecimento.
METAS:
- Atingir 100% dos alunos do 2º e 3º ano do Ensino Médio;
- Reduzir a evasão escolar em 100%;
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- Aumentar em 80% a participação da comunidade nas ações da escola;
- Melhorar 100% os índices de aprendizagens nas avaliações internas e externas;
PROCEDIMENTOS:
Os trabalhos serão efetuados por etapa.
- Apresentação do projeto “Brincando com a Física” aos alunos;
- Organização dos alunos em grupo;
- Divisão dos experimentos.
Os experimentos serão confeccionados parcialmente em sala de aula e os demais como tarefa
de casa,por alunos da 2ª e 3ª séries do Ensino Médio, com o auxílio dos professores de Física
e referências bibliográficas para auxiliá-los nas pesquisas;
- Projeções de filmes e vídeos relacionados aos temas mencionados;
- Exposição dos experimentos em uma Feira de Física sobre os temas (mecânica,
óptica,ondas, termologia , magnetismo, eletricidade );
- Teremos a parceria do IFSP, e no dia da feira de física, professores e alunos trarão seus
experimentos para apresentar e incentivar nossos alunos, o trabalho desenvolvido desta
maneira permitirá que os alunos deixem de ser meros expectadores e tornem- se agentes
construtores de suas aprendizagens.
- Para finalizar este projeto os alunos visitarão o planetário de Tatuí e a Estação Ciências da
USP (Universidade de São Paulo) com o intuito de ampliar seus conhecimentos.
5)PLANO DE AÇÃO/2012 (Professor Mediador)
Problema:
1 - Ao final de todo ano letivo, diversos alunos são aprovados pelo conselho escolar e outros ficam retidos.
Geralmente, as razões para que isso ocorra são de ordem disciplinar, de saúde, defasagem de
aprendizagem, faltas excessivas, etc. No ano seguinte esses alunos e seus pais não recebem orientações
de forma pontual sobre o problema que os afeta. Enfim, não há um trabalho especifico para pelo menos
minimizar o que ano a ano se repete, ruim tanto para a escola e quanto para o aluno.
2 - Alunos em situação de inclusão em sala regular geram desafios para todos: professores, alunos e
funcionários. Temos poucas informações (talvez desencontradas), pouco apoio especializado, etc.
3 - O bullyng no ambiente escolar. Será dada continuidade no trabalho realizado em 2011, qual seja, o de
conscientização de pais e alunos através de cartazes, textos e conversas sobre Bullyng. Tanto de modo
preventivo como a partir de fatos ocorridos no cotidiano escolar.
4 – Gravidez na adolescência.
Justificativa:
O escrito acima evidencia claras situações de vulnerabilidade e fatores de risco à vida escolar. A
intervenção é necessária e se justifica pela necessidade de enfrentamento de problemas que nos afligem
no cotidiano. As conseqüências são refletidas na sala de aula, em todo o ambiente escolar. A escola como
espaço democrático, criador de cidadania não deve abrir mão de ser um lugar de promoção da educação
crítica, de diálogo, de acolhimento e respeito às diferenças.
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Público alvo: Comunidade escolar.
Objetivo geral:
Garantia dos princípios básicos da democracia: cidadania, dignidade, Igualdade de direitos,
participação e responsabilidade pela vida social. Mostrar que a tolerância e o respeito pelas
diferenças são fundamentais na sociedade. Buscar relações éticas, com mais justiça na
convivência entre as pessoas.
Objetivos específicos:
Minimizar os números de alunos aprovados pelo conselho e o número de retidos; ajudar na
realização da inclusão escolar como manda a lei; mostrar que o bullyng é uma realidade da qual
não dá para fugir, nem fingir que não acontece. Prevenção e encaminhamentos das meninas que já
estão grávidas para a rede social local.
Indicadores de progresso: problema 1: mudança na postura dos alunos na escola, maior
acompanhamento dos pais; problema 2: Mais informações sobre cada aluno, realização de
encaminhamentos de modo mais eficaz; problema 3: diminuição do bullyng na escola. Problema 4 –
diminuição do índice de gravidez na escola e um melhor acompanhamento de nossas alunas já
grávidas.
Indicadores de resultado:
Melhoria no ambiente escolar. Mais participação do jovem e da sua família na vida escolar. Inclusão
escolar com mais qualidade. Melhoria no rendimento escolar.
Riscos e Dificuldades:
Para analisar os riscos e dificuldades vamos manter a idéia de AÇÃO-REFLEXÃO-AÇÃO, ou seja,
durante o processo vamos ver e rever o desenvolvimento do ações.
Avaliação Final:
A avaliação levará em conta os resultados, pensando na melhoria do ensino e aprendizagem
XX – PLANOS DE ENSINO
Adequados a aplicação e ao desenvolvimento do Currículo do Estado de São Paulo, serão elaborados
pelos professores e entregues para arquivo junto à coordenação pedagógica até 30/03/2012.
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XXI – SISTEMA ORGANIZACIONAL (PLANO DE TRABALHO)
I) Gestão Pedagógica
a) Metas:
1. Atualização da Proposta Pedagógica
2. Monitoramento da aprendizagem dos alunos
3. Inovação Pedagógica
4. Inclusão com equidade
5. Planejamento da prática pedagógica
6. Organização do tempo e espaço escolar
b) Ações:
1. Atualizar a Proposta Pedagógica periodicamente
2. Analisar os resultados de aprendizagem (avanços alcançados e dificuldades
enfrentadas pelos alunos)
3. Desenvolver práticas pedagógicas inovadoras para atender as diferentes necessidades
e ritmos de aprendizagem dos alunos
4. Realizar práticas pedagógicas inclusivas que traduzam o respeito e ao atendimento
equitativo a todos os alunos
5. Planejar as aulas de forma sistemática, coletiva e cooperativa
6. Organizar os ambientes, horários de aula e atividades extra-classe
c) Período de Consecução:
1. Semestre
2. Semanal
3. Semanal
4. Diário
5. Semanal
6. Semanal
d) Responsáveis:
1. Equipe Gestora
2. Equipe Gestora, Docentes, Supervisor de Ensino e Pais
3. Equipe Gestora, Docentes, Supervisor de Ensino e PCNP
4. Equipe Escolar
5. Equipe Gestora e Docentes
6. Equipe Gestora, Docentes, Funcionários e Alunos
e) Formas de Acompanhamento e de Avaliação:
- Acompanhamento: ATPC, Planejamento, Replanejamento, Visita em sala de aula,
Conselho de Classe/Série/Ano, Reunião de Pais
- Avaliação: Registro das ações descritas, Registro das fases de execução das ações,
Análise do resultado final da implementação das ações e Retomada das ações que não
atingiram o resultado desejado ou esperado
II) Gestão de Resultados Educacionais:
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a) Metas:
1. Avaliação e melhoria contínua do Projeto Pedagógico da escola
2. Análise e utilização dos resultados alcançados
3. Análise da freqüência escolar
4. Uso dos resultados e desempenho escolar
5. Identificação dos níveis de satisfação da comunidade escolar
6. Transparência e divulgação dos resultados
b) Ações:
1. Realizar, periodicamente, práticas de avaliação e socialização dos objetivos e metas
alcançados pelo Projeto Pedagógico
2. Realizar registros, análises e socialização das taxas de aprovação, reprovação e
abandono, identificando necessidades e implementar ações de melhoria
3. Realizar acompanhamento e controle da freqüência dos alunos e adotar medidas para
assegurar a sua permanência
4. Analisar os resultados de desempenho (IDESP, IDEB e da Unidade Escolar) de forma
comparativa, para identificar as necessidades e metas de melhoria
5. Levantar e analisar de forma sistemática, índices de satisfação dos alunos, pais,
professores e demais profissionais da escola, em relação à gestão, às práticas
pedagógicas e aos resultados de aprendizagem
6. Divulgar, periodicamente, aos pais e a comunidade, os resultados de aprendizagem
dos alunos e as ações educacionais implementadas para a melhoria do ensino
c) Período de Consecução:
1. Bimestre
2. Bimestre
3. Semanal
4. Bimestre
5. Bimestre
6. Bimestre
d) Responsáveis:
1. Equipe Gestora, Docentes e Supervisor de Ensino
2. Equipe Gestora, Docentes, Supervisor de Ensino, Alunos e Pais
3. Equipe Gestora, Docentes, Supervisor de Ensino, Conselho de Escola e Funcionários
4. Equipe Escolar, Supervisor de Ensino, PCNP e Conselho de Escola
5. Equipe Gestora, Docentes, Supervisor de Ensino e Conselho de Escola
6. Equipe Gestora, Docentes, Funcionários e Alunos
e) Formas de Acompanhamento e de Avaliação:
- Acompanhamento: ATPC, Planejamento, Replanejamento, Visita em sala de aula,
Conselho de Classe/Série/Ano, Reunião de Pais e Conselho de escola, Dia da análise do
“SARESP”
- Avaliação: Registro das ações descritas, Registro das fases de execução das ações,
Análise do resultado final da implementação das ações e Retomada das ações que não
atingiram o resultado desejado ou esperado
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III) Gestão Participativa:
a) Metas:
1. Formulação ou validação do Projeto Pedagógico
2. Acompanhar e avaliar a avaliação participativa
3. Atuação dos colegiados efetiva
4. Integração escola-sociedade
5. Comunicação e informação dos planos de ação
6. Organização dos alunos para a prática em ações conjuntas e à formação para a
cidadania
b) Ações:
1. Formular ou validar, anualmente, com a participação de todos os segmentos da
comunidade escolar e expressar a missão, os valores, os objetivos, as metas e
estratégias propostas como marco orientador da educação oferecida pela escola
2. Acompanhar e avaliar os planos de ação e as práticas pedagógicas de forma
participativa e sistemática e envolver representantes dos pais, alunos, professores e da
comunidade, de modo a orientar propostas de melhoria
3. Desenvolver um trabalho entre os organismos colegiados de comprometimento,
iniciativa e efetiva colaboração na construção, no desenvolvimento e na avaliação do
Projeto Político Pedagógico da escola
4. Realizar articulações e parcerias com as famílias, com os demais serviços públicos
(saúde, infra-estrutura, trabalho, justiça, assistência social, cultura, esporte e lazer),
associações locais, empresas e profissionais, visando à melhoria da gestão escolar, ao
enriquecimento do currículo e à aprendizagem dos alunos
5. Utilizar canais dinâmicos de comunicação com a comunidade escolar a respeito dos
planos de ação e realizações da escola, com vistas a prestar constas e dar transparência
à gestão escolar
6. Organizar os alunos para praticar ações conjuntas, sólidas, cooperativas e
comunitárias, visando ao desenvolvimento de suas potencialidades e à formação para a
cidadania
c) Período de Consecução:
1. Anual
2. Bimestre
3. Semestral
4. Bimestre
5. Bimestre
6. Diário
d) Responsáveis:
1. Equipe Gestora
2. Equipe Gestora
3. Equipe Gestora
4. Equipe Escolar, Docentes e Conselho de Escola
5. Equipe Gestora,
6. Equipe Gestora, Docentes, Funcionários e Grêmio Estudantil
e) Formas de Acompanhamento e de Avaliação:
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- Acompanhamento: ATPC, Planejamento, Replanejamento, Visita em sala de aula,
Conselho de Classe/Série/Ano, Reunião de Pais e Conselho de Escola
- Avaliação: Registro das ações descritas, Registro das fases de execução das ações,
Análise do resultado final da implementação das ações e Retomada das ações que não
atingiram o resultado desejado ou esperado
IV) Gestão de Pessoas
a) Metas:
1. Prática da visão compartilhada da concepção educacional
2. Desenvolvimento profissional de formação contínua
3. Desenvolvimento de clima organizacional de trabalho em equipe e liderança
4. Avaliação do desempenho dos professores e demais funcionários
5. Observância dos direitos e deveres de professores, demais profissionais, pais e alunos
6. Valorização e reconhecimento do trabalho e esforço dos professores e demais
profissionais da escola
b) Ações:
1. Promover, regularmente, a integração entre os profissionais da escola, pais e alunos,
visando a uma concepção educacional comum e à unidade de propósitos e ações
2. Promover, por iniciativa da escola, ações de formação continuada com base na
identificação de necessidades dos docentes e demais profissionais em relação aos
conhecimentos, habilidades e atitudes requeridos para a implementação do projeto
pedagógico
3. Promover dinâmicas e ações para desenvolver equipes e lideranças, elevar a
motivação e a auto-estima dos profissionais e mediar conflitos, em um clima de
compromisso ético, cooperativo e solidário
4. Adotar, por iniciativa da escola, práticas avaliativas do desempenho de professores e
demais profissionais, ao longo do ano letivo, para promover a melhoria contínua desse
desempenho, no cumprimento de objetivos e metas educacionais
5. Desenvolver práticas de conhecimento e observância da legislação educacional, do
regimento da escola e demais normas legais que orientam os direitos e deveres de
professores, demais profissionais, pais e alunos
6. Promover práticas de valorização e reconhecimento do trabalho e esforço dos
professores e demais profissionais da escola no sentido de reforçar ações voltadas para a
melhoria da qualidade do ensino
c) Período de Consecução:
1. Bimestre
2. Semanal
3. Semanal
4. Bimestre
5. Bimestre
6. Semanal
d) Responsáveis:
1. Equipe Gestora
2. Equipe Gestora
3. Equipe Gestora e Supervisor de Ensino
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4. Equipe Escolar, Supervisor de Ensino e Conselho de Escola
5. Equipe Gestora e Supervisor de Ensino
6. Equipe Gestora, Supervisor de Ensino e Conselho de Escola
e) Formas de Acompanhamento e de Avaliação:
- Acompanhamento: ATPC, Planejamento, Replanejamento, Visita em sala de aula,
Conselho de Classe/Série/Ano, Reunião de Pais e Conselho de Escola
- Avaliação: Registro das ações descritas, Registro das fases de execução das ações,
Análise do resultado final da implementação das ações e Retomada das ações que não
atingiram o resultado desejado ou esperado
V) Gestão de Serviços e Recursos
a) Metas:
1. Organização e atualização de documentos e registros escolares
2. Utilização das instalações escolares
3. Preservação do patrimônio
4. Interação escola/comunidade
5. Captação de recursos financeiros
6. Gestão de recursos financeiros
b) Ações:
1. Realizar práticas de organização, atualização da documentação, escrituração, registros
dos alunos, diários de classe, estatísticas, legislação e outros, para um atendimento ágil à
comunidade escolar e ao sistema de ensino
2. Usar de forma apropriada as instalações, os equipamentos e os materiais pedagógicos,
incluindo os recursos tecnológicos, para a implementação do projeto pedagógico da
escola
3. Promover ações que assegurem a conservação, higiene, limpeza, manutenção e
preservação do patrimônio escolar, instalações, equipamentos e materiais pedagógicos
4. Disponibilizar o espaço da escola, nos finais de semana e período de férias, para a
realização de atividades que congreguem a comunidade local, de modo a garantir a
maximização de seu uso e a socialização de seus bens
5. Buscar formas alternativas para criar e obter recursos, espaços e materiais
complementares para a melhoria da realização do projeto pedagógico da escola
6. Realizar as ações de planejamento participativo, acompanhamento e avaliação da
aplicação dos recursos financeiros da escola, levando em conta as necessidades do
projeto pedagógico, os princípios da gestão pública e a prestação de contas à
comunidade
c) Período de Consecução:
1. Diário
2. Diário
3. Diário
4. Semanal
5. Bimestre
6. Semestre
d) Responsáveis:
1. Equipe Gestora e Funcionários
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2. Equipe Gestora, Funcionários, Docentes, Alunos e Comunidade Escolar
3. Equipe Gestora, Funcionários, Docentes, Alunos e Comunidade Escolar
4. Equipe Escolar e Conselho de Escola
5. Equipe Gestora, Docentes, Conselho de Escola, APM e Grêmio Estudantil
6. Equipe Gestora, APM e Conselho de Escola
e) Formas de Acompanhamento e de Avaliação:
- Acompanhamento: ATPC, Planejamento, Replanejamento, Visita em sala de aula,
Conselho de Classe/Série/Ano, Reunião de Pais e Conselho de Escola
- Avaliação: Registro das ações descritas, Registro das fases de execução das ações,
Análise do resultado final da implementação das ações e Retomada das ações que não
atingiram o resultado desejado ou esperado
Direção e Vice-direção
O Núcleo de Direção da Escola Estadual “Professor Carlos Eduardo Mattarazzo
Carreira” é o centro executivo do planejamento, organização, coordenação, avaliação e
integração de todas as atividades desenvolvidas no âmbito da unidade escolar.
Cabe ainda à Direção da Escola subsidiar os profissionais da escola, em especial os
representantes dos diferentes colegiados, no tocante às normas vigentes e representar aos
órgãos superiores da Secretaria de Estado da Educação do Estado de São Paulo, sempre que
houver decisão em desacordo com a legislação.
Objetivos:
- preparar o indivíduo para o exercício da cidadania;
- contribuir para a melhoria dos processos de ensino e aprendizagem dos docentes e dos alunos.
Metas:
- aprendizagem e disciplinas dos alunos;
- trabalhar para que professores e funcionários cumpram com seus compromissos e deveres escolares.
Estratégias:
- incentivar a construção coletiva do Projeto Político Pedagógico da escola;
- apoiar a formação que privilegie o aprender do grupo.
Ações:
- participação dos processos avaliativos da Secretaria de estado da educação e do ministério da
Educação;
- promover a reflexão sobre a prática pedagógica e a organização do dia do trabalho coletivo.
Resultados esperados:
- atingir as metas propostas pela SEE e MEC;
- integrar todos os segmentos que compõe a escola para a melhoria da qualidade de ensino.
Avaliação:
- análise constante do rendimento escolar através das reuniões periódicas (ATPC, Conselho Escolar e
de Classe/Ano, Planejamento);
- conclusão das metas internas e externas da equipe escolar.
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Secretaria da Escola
A organização técnico-administrativa adotará modelo de organização que visa preservar
a flexibilidade necessária para o seu bom funcionamento e estar adequado às especificidades
da escola, envolvendo a participação de toda comunidade escolar nas tomadas de decisão, no
acompanhamento e avaliação do processo educacional.
Objetivos:
- organizar e manter atualizado os prontuários dos alunos;
- registrar, preparar, expedir r controlar documentos relativos à freqüência do pessoal docente e dos
demais servidores da escola.
Metas:
- cumprir normas legais, regulamentos, decisões e prazos estabelecidos para a execução dos trabalhos
administrativos;
- manter organizados e atualizados os arquivos.
Estratégias:
- adotar medidas que visem à racionalização das atividades administrativas;
- executar plano e agenda de trabalho diário.
Ações:
- expedir comunicados à equipe escolar para atualização dos registros e/ou documentos pessoais;
- elaborar e assinar relatórios sobre o desempenho de suas atribuições.
Resultados esperados:
- cumprir com o fluxo de trabalho diário;
- tornar o ambiente de trabalho organizado e harmônico.
Avaliação:
- controle do fluxo de trabalho e sua qualidade;
- qualidade de atendimento ao público e aos demais colegiados da escola.
III) Professor Coordenador:
Objetivos:
- visar o fortalecimento da equipe docente para a garantia da aprendizagem do aluno;
- contribuir com a formação contínua dos docentes.
Metas:
- apoiar as práticas pedagógicas participativas;
- acompanhar e orientar o trabalho desenvolvido pelos docentes.
Estratégias:
- utilizar de recursos pedagógicos e tecnológicos para dinamizar as atividades de formação continuada;
- acompanhar o trabalho docente em sala de aula.
Ações:
- capacitar os docentes nos momentos destinados para essa ação (ATPC, Planejamento e Conselho de
Classe/Ano);
- monitorar os resultados da aprendizagem dos alunos.
Resultados esperados:
- redução do déficit de aprendizagem dos alunos;
- melhoria da prática docente.
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Avaliação:
- avaliação constante do andamento das atividades de ensino;
- análise dos resultados educacionais obtidos, seja no âmbito interno e externo.
Conselho de Escola
O Conselho de Escola é articulado ao Núcleo de Direção, constitui-se em colegiado de
natureza consultiva e deliberativa, formado por representantes de todos os segmentos da
comunidade escolar.
O Conselho de Escola será eleito anualmente , sendo presidido pelo Diretor da Escola,
terá um total de 21 (vinte e um) componentes, fixado esse total sempre proporcionalmente ao
número de classes do estabelecimento de ensino.
O Conselho de Escola tomará suas decisões, respeitando os princípios e diretrizes da
política educacional, da proposta pedagógica da escola e a legislação vigente.
O Conselho de Escola da poderá elaborar seu próprio estatuto e delegar atribuições a
comissões e subcomissões, com a finalidade de dinamizar sua atuação e facilitar a sua
organização.
A composição e atribuições do Conselho de Escola estão definidas em legislação
específica.
Objetivos:
- atendimento das necessidades comuns de melhoria da aprendizagem e do desempenho da escola;
- estimular na comunidade escolar o processo de formação nos eixos pedagógico, financeiro, relacional
e administrativo, visando uma educação de qualidade.
Metas:
- tomar decisões respeitando os princípios e diretrizes da política educacional, da proposta pedagógica
da escola e da legislação vigente;
- elaborar a programação e o plano de aplicação dos recursos financeiros recebidos pela escola.
Estratégias:
- articular instrumentos de democratização das relações da gestão da escola em comunhão com os
demais colegiados da escola;
- apoiar as ações de capacitação dos membros do Conselho de Escola.
Ações:
- discutir e participar da elaboração do Regimento Escolar e da Proposta Pedagógica;
- constituir comissões especiais para estudar assuntos relacionados aos aspectos administrativos,
pedagógicos e financeiros da escola.
Resultados esperados:
- participação no processo das avaliações internas e externas e na análise de seus resultados;
- garantia da participação dos membros da comunidade escolar na vida escolar.
Avaliação:
- acompanhamento nas ações da escola (pedagógico, administrativo, financeiro e relacional);
- otimização do funcionamento das ações deliberativas e fiscalizadoras do conselho.
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Conselhos de Classe
Os Conselhos de Classe de Escola da Escola Estadual “Professor Carlos Eduardo Mattarazzo
Carreira”, enquanto colegiados responsáveis pelo processo coletivo de acompanhamento e avaliação
do ensino e da aprendizagem.
A Escola contará com um corpo de Professores-Conselheiros de Turmas, eleitos entre pares, para
auxiliar na gestão democrática e no exercício do Artigo 13, Incisos I., III., IV. e VI. do Caput, da LDB
9394/96, sendo, pois, indispensável que cada Professor Conselheiro, independente da disciplina que
ministra, seja comprometido com o trabalho em Educação e sinta-se muito à vontade para participar da
construção de uma longa caminhada que deve ter bons frutos e fundamentalmente deve estar atento às
necessidades de todos os alunos, sem exceção.
Os Conselhos de Classe (ano e série), enquanto colegiados responsáveis pelo processo coletivo
de acompanhamento e avaliação do ensino e da aprendizagem serão constituídos por todos os
professores da mesma classe ou série e contarão com a participação de alunos de cada classe,
independentemente de sua idade.
Os Conselhos de Classe enquanto colegiados responsáveis pelo processo coletivo de
acompanhamento e avaliação do ensino e da aprendizagem, deverão se reunir, ordinariamente, uma
vez por bimestre, ou quando convocados pelo diretor.
O Regimento Escolar garante que os Conselhos de Classe e série, enquanto colegiados
responsáveis pelo processo coletivo de acompanhamento e avaliação do ensino e da aprendizagem,
otimizarão seus trabalhos em prol do melhor atendimento ao alunado assistido pela mencionada
Unidade Escolar.
Objetivos:
- acompanhar e avaliar o processo de ensino e aprendizagem;
- orientar o processo de gestão do ensino.
Metas:
- propiciar o debate sobre o processo de ensino e aprendizagem;
- favorecer a integração e a sequência dos conteúdos curriculares.
Estratégias:
- propor situações que venham a ajudar o aluno em seu déficit de aprendizagem;
- acionar projetos e propostas de intervenção para melhorar os resultados do desempenho escolar.
Ações:
- organizar o grupo de forma a possibilitar a interrrelação entre os docentes e os discentes;
- registrar os fatos e dados ocorridos durante o Conselho, assim como os diferentes pontos de vistas e a
conclusão final.
Resultados esperados:
- decisões coerentes sempre em direção ao Projeto Político Pedagógico da escola;
- diagnosticar a escola como um todo e a classe em si.
Avaliação:
- comprometimento dos envolvidos na melhoria do processo de ensino e aprendizagem;
- promoção de ações inovadoras para ajudar o aluno a avançar na aprendizagem.
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Associação de Pais e Mestres
As instituições escolares têm a função de aprimorar o processo de construção da
autonomia da escola e as relações de convivência intra e extra-escolar.
Cabe à Direção da Escola garantir a articulação da Associação de Pais e Mestres com o
Conselho de Escola e criar condições para organização dos alunos no Grêmio Estudantil.
Todos os bens da Escola e de suas instituições juridicamente constituídas serão
patrimoniados e sistematicamente atualizados, e cópia de seus registros encaminhados
anualmente à Diretoria de Ensino de Itapetininga, representante regional da Secretaria de
Estado da Educação de são Paulo. Outras instituições e associações poderão ser criadas,
desde que aprovadas pelo Conselho de Escola e explicitadas no plano de gestão.
Objetivos:
- colaborar no aprimoramento do processo educacional, na assistência ao escolar e na integração
escola-família-comunidade;
- colaborar com a Equipe Gestora para atingir os objetivos educacionais propostos.
Metas:
- representar as aspirações da comunidade e dos pais de alunos junto à escola;
- mobilizar os recursos humanos, materiais e financeiros da comunidade, para auxiliar a escola visando
a melhoria do ensino.
Estratégias:
- programar atividades culturais e de lazer que envolvam a participação conjunta de pais, professores e
alunos;
- estreitar as relações de amizade entre todos os associados e incentivar a participação comunitária na
escola.
Ações:
- desenvolver atividades de assistência aos escolares;
- contribuir na conservação e manutenção do prédio, do equipamento e das instalações.
Resultados esperados:
- entrosamento entre pais e professores possibilitando aos pais, informações relativas tanto aos
objetivos educacionais, métodos e processos de ensino;
- atender as necessidades e prioridades da Unidade Escolar.
Avaliação:
- fornecer maior visão das condições da escola e da vida escolar dos alunos;
- avaliar a eficácia das ações dos responsáveis, pelos cargos e missões que lhes foram confiados.
VII) Grêmio Escolar:
O Grêmio Estudantil é o órgão máximo de representação dos estudantes da na Escola
Estadual Prof. Carlos Eduardo Mattarazzo Carreira no ano de fundação do estabelecimento
e com sede no mesmo Estabelecimento de Ensino.
Objetivos:
- participar organizadamente da vida da escola;
- contribuir para a formação do aluno pela promoção da co-responsabilidade, iniciativa e criatividade.
Metas:
- desenvolver atividades educacionais, culturais, cívicas desportivas e sociais;
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- defender os interesses coletivos da escola e da educação pública e gratuita.
Estratégias:
- auxiliar a administração da Unidade escolar, observando o disposto do Regimento Escolar;
- articular juntamente com a Equipe Gestora ações pedagógicas a serem desenvolvidas.
Ações:
- participar das discussões do Projeto Político Pedagógico e do Regimento Escolar da Unidade escolar;
- colaborar nas ações de planejamento e desenvolvimento da proposta escolar.
Resultados esperados:
- envolvimento dos discentes nas atividades propostas pelo Grêmio;
- ocupar a escola com atividades diferenciadas para os alunos.
Avaliação:
- desempenho do Grêmio na articulação e comunicação entre os colegiados;
- progresso nas ações estudantis.
XXII – DIAS E ATIVIDADE DE TRABALHO PEDAGÓGICO
COLETIVO (ATPC)
Quadro 23
Nível de ensino
Dia e horário da ATPC
Ensino Fundamental Ciclo II
Segunda dàs 18:30 às 20:10 e Terças dàs 18:30 às 19:10
Ensino Médio
Segunda dàs 18:30 às 20:10 e Terças dàs 18:30 às 19:10
Assinatura dos Docentes e Funcionários:
Docentes em 2012:
Bárbara P. Lopes Machado
Célia Pereira Nogueira
Djanira Morais Bicudo
Drirlene Prando
Heloisa E. T. Hazenfratz
Jorge Roberto Ribeiro
Kimie Marita Cano
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Luiz Antonio G. Levra
Luiz Roberto Kizz
Maria Aparecida Mendes
Maria Ap. Calisto
Maria C. B. Catão
Milton Lourenço
Renata de F. Marques
Rita Barros Costa
Rosane Malavazzi
Simone F. Sales
Terezinha B. Luz
Thais Pandagis Lemos
Tiago Rossetti Pelá
Zenite Rosa Garcia Mota
Funcionários
TEREZA MENDES DE ANDRADE
SILVIA DE OLIVEIRA GRAÇA
CECÍLIA DE OLIVEIRA GRAÇA ALEXANDRE
LUCIANA UENO HOLANDA
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Coordenação
JOSE MENDES DE ANDRADE
MARISA FERNANDA RAGGIO CARON
PROFESSOR MEDIADOR
ROGÉRIO DE OLIVEIRA CARNEIRO
Vice-Direção
CHARLES ALBERTO MACHADO
Vice-Direção Escola da Família
Beraldo Roberto de Carvalho
Sandra Regina Furian Alves
RG. 6.047.204
Diretor de Escola
Pela homologação
Homologado
Telma Elizabete de Moraes
RG. 14.300.153
Supervisor de Ensino
Reinaldo Luiz Vieira
RG. 05694080
Dirigente Regional de Ensino
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XXIII – ANEXOS
1) Boletins completos da série histórica no IDESP (cópias)
2) Lista de alunos retidos parcialmente (somente Ensino Médio) constando a série e a classe de matrícula no ano
anterior (no qual foi retido) e no presente ano (no qual deverá cursar os componentes curriculares nos quais ficou
retido) e componentes curriculares objeto da retenção;
a) Plano de trabalho de acompanhamento da vida escolar desses alunos pela Secretaria da Escola.
3) Lista de alunos promovidos parcialmente (somente Ensino Médio), constando a classe e a série da matrícula do
ano em curso e a relação dos componentes curriculares que o aluno deverá frequentar em horário diverso ou a
cumprir por meio de orientação de estudos (conforme o que determina o Regimento Escolar).
a) Plano de trabalho de acompanhamento da vida escolar desses alunos pela Direção da Escola e pela Secretaria
da Unidade.
4 - Quadro Escolar (Q.E. do ano letivo em curso);
5 - Quadros Curriculares por curso e série/ano homologados;
6 - Quadro de turmas de ACD homologadas;
7 - Quadro de turmas de Educação Física para as classes do período noturno autorizadas;
8 - Quadro de turmas de Ensino Religioso homologadas;
9 - Calendário Escolar do ano letivo em curso homologado e as devidas alterações;
10 - Horário Administrativo do ano em curso homologado;
11 - Horário de trabalho dos professores coordenadores da U.E;
12 - Balancetes do primeiro e do segundo semestre do ano anterior aprovados pelo Conselho Fiscal da APM.
13 - Comprovante de registro da ata de convenção da APM em Cartório.
14 - Comprovante de ocupação legal da cantina escolar (cópia do registro do contrato em Cartório).
15 - Cópia da autorização publicada em D.O. para ocupação da zeladoria.
16 - Comprovante da realização dos seguintes serviços e seus respectivos certificados:
a) limpeza de todas as caixas d´água;
a.1 - Data da última limpeza:
a.2 - Data da próxima limpeza:
b) limpeza de todos os filtros de bebedouros;
b.1) Data da última limpeza:
b.2) Data da próxima limpeza:
c) recarga de todos os extintores de incêndio da U.E;
c.1) Data da última recarga:
c.2) Data da próxima recarga
d) dedetização e desratização de toda a unidade escolar.
d.1) Data do último serviço:
d.2) Data do próximo serviço:
e) limpeza de todos os filtros de aparelhos de ar-condicionado:
e.1) Data da última limpeza:
e.2) Data da próxima limpeza:
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